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Strides. Fispq

O documento é uma Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos para o produto STRIDES, um adjuvante agrícola da empresa UPL do Brasil. Ele classifica o produto como líquido inflamável e fornece informações sobre identificação de perigos, composição, medidas de primeiros socorros, combate a incêndio, manuseio e armazenamento, além de propriedades físicas e químicas. O documento também inclui orientações sobre controle de exposição e proteção individual, bem como informações toxicológicas.

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O documento é uma Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos para o produto STRIDES, um adjuvante agrícola da empresa UPL do Brasil. Ele classifica o produto como líquido inflamável e fornece informações sobre identificação de perigos, composição, medidas de primeiros socorros, combate a incêndio, manuseio e armazenamento, além de propriedades físicas e químicas. O documento também inclui orientações sobre controle de exposição e proteção individual, bem como informações toxicológicas.

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Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: STRIDES Revisão: 01 Data: 22/02/2019

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1 - Identificação

Nome da mistura: STRIDES


Principais usos recomendados
para a mistura: Adjuvante. Uso exlcusivamente agrícola.

Nome da Empresa: UPL do Brasil - Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.

Endereço: Av. Maeda s/n°, Prédio Comercial, térreo


Distrito Industrial
Ituverava/SP
CEP: 14500-000

Telefone para contato: (19) 3794-5600

Telefone para Emergências: 0800 70 10 450

FAX: (19) 3794-5624

e-mail: [email protected]

2 – Identificação de perigos

ABNT NBR 14725-2:2009, versão corrigida 2: 2010:

Classificação da mistura: Classes de Perigo Categoria

Líquidos inflamáveis 4

O grau de perigo nas categorias do GHS diminui de acordo com a crescente numérica,
sendo a categoria 1 a mais perigosa.

Elementos de rotulagem do GHS e frases de precaução (ABNT NBR 14725-3: 2017):

Pictogramas: Não exigido

Palavra de advertência: Atenção

Frases de Perigo H227: Líquido combustível

Frases de Precaução Prevenção


P210: Mantenha afastado do calor, faísca, chama aberta e superfícies quentes. Não
fume.
P280: Use luvas de proteção, roupa de proteção, proteção ocular e proteção facial.

Resposta à emergência
P370 + P378: Em caso de incêndio: Para extinção veja em “Medidas de combate a
incêndio” na seção 5 desta ficha.

Armazenamento
P403 + P235: Armazene em local bem ventilado. Mantenha em local fresco.

Disposição
P501: Descarte o conteúdo e/ou recipiente em local apropriado conforme legislação
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vigente.

Outros perigos que não


resultam em uma classificação: A inalação de vapores do produto pode provocar irritação no trato respiratório.

3 – Composição e informações sobre os ingredientes

MISTURA
Ingredientes e impurezas que
contribuem para o perigo: Nome técnico Nº registro CAS Concentração

éster metílico de soja * > 600 - 800 g/L

dodecilbenzeno sulfonato de cálcio * > 25 - 50 g/L

* Segredo industrial. Informação de propriedade do fabricante.

4 – Medidas de primeiros-socorros

Inalação: Remova a vítima para local arejado. Se a vítima não estiver respirando,
aplique respiração artificial. Procure um serviço de saúde levando a
embalagem ou o rótulo do produto.

Contato com a pele: Remova roupas e sapatos contaminados. Lave as áreas atingidas com água
corrente e sabão em abundância. Procure um serviço de saúde levando a
embalagem ou o rótulo do produto.

Contato com os olhos: Retire lentes de contato, se presentes. Lave os olhos com água corrente em
abundância por, pelo menos, 15 minutos, elevando as pálpebras
ocasionalmente. Procure um serviço de saúde levando a embalagem ou o
rótulo do produto.

Ingestão: NÃO PROVOQUE VÔMITO. Lave a boca com água corrente em abundância.
Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos
quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico. Procure um serviço de saúde levando a
embalagem ou o rótulo do produto.

Sintomas e efeitos mais Em contato com a pele e com os olhos, o produto pode causar irritação. A
importantes, agudos ou tardios: inalação de vapores do produto pode provocar irritação no trato respiratório
com ardência no nariz e na garganta. Em caso de ingestão, o produto pode
causar irritação no trato gastrintestinal com náusea, vômito, diarreia e dor
abdominal.

Notas para o médico: Tratamento sintomático e de suporte, de acordo o quadro clínico. Não há
antídoto específico.

5 – Medidas de combate a incêndio

Meios de extinção: Em caso de incêndio envolvendo este produto, utilize EPI. Pequeno
incêndio: utilize pó químico seco, dióxido de carbono (CO2), jato d'água ou
espuma normal.
Grande incêndio: utilize jato d'água, neblina ou espuma normal. Não
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espalhe o material com o uso de jato d'água de alta pressão. Remova os


recipientes da área de fogo, se isto puder ser feito sem risco. Confine as
águas residuais em um dique para posterior destinação apropriada; evite
que o material se espalhe.

Perigos específicos da mistura: O produto é combustível. Pode queimar, mas não se inflama facilmente. Em
caso de incêndio envolvendo o produto, o fogo pode produzir gases
irritantes, corrosivos ou tóxicos como óxidos de enxofre, monóxido de
carbono e dióxido de carbono.

Medidas de proteção da equipe de Afaste os recipientes da área de fogo, se isto puder ser feito sem risco.
combate a incêndio: Combata o fogo de uma distância segura. Resfrie lateralmente os
recipientes expostos às chamas com bastante água, mesmo após a
extinção do fogo. Mantenha-se sempre longe de tanques envoltos em
chamas. Utilize roupas protetoras adequadas no combate ao fogo e
equipamento autônomo de respiração.

6 – Medidas de controle para derramamento ou vazamento

Precauções pessoais, equipamentos de proteção e procedimentos de emergência

Para o pessoal que não faz parte dos Use equipamento de proteção individual (EPI). Isole e sinalize a área. Não
serviços de emergência: fume. Afaste todas as fontes de ignição e calor. Evite o contato do produto
com a pele, olhos e mucosas. Não manuseie embalagens rompidas, a
menos que esteja devidamente protegido com a utilização de
equipamento de proteção individual. Não toque nem caminhe sobre o
produto derramado. Permaneça em local seguro e tendo o vento pelas
costas.

Para o pessoal do serviço de Use EPI apropriado. Mantenha as pessoas não autorizadas afastadas. Isole
emergência: a área de derramamento ou vazamento em um raio de 50 metros, no
mínimo, em todas as direções.

Precauções ao meio ambiente: Evite a contaminação ambiental. Em caso de derramamento e vazamento,


contenha imediatamente o material derramado, não permitindo que o
produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Caso ocorra
escoamento do produto para corpos d’água, interrompa imediatamente a
captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e a empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do recurso
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Métodos e materiais para contenção Utilize EPI. Isole e sinalize a área contaminada.
e limpeza:
Piso pavimentado: absorva o produto com terra, areia seca ou outro
material inerte e não combustível, recolha o material com auxílio de uma
pá limpa, evitando a formação de faíscas, e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente para posterior destinação apropriada.
Grande derramamento: confine o fluxo em um dique longe do
derramamento para posterior destinação apropriada. Previna a entrada do
produto derramado em cursos d’água, rede de esgotos, porões ou áreas
confinadas. Lave o local com água e sabão, tomando medidas preventivas
para evitar a contaminação ambiental.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado e proceda conforme indicado acima.
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Para todos os casos acima citados, o produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Consulte a empresa para devolução e destinação final.

7 – Manuseio e armazenamento

Precauções para manuseio seguro: Utilize EPI. Não manuseie o produto sem os EPIs recomendados ou se
estiverem danificados. Evite o contato do produto com a pele, olhos e
mucosas. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Manuseie o produto em local arejado e longe de qualquer fonte de ignição
ou calor. Não fume. Assegure uma boa ventilação no local de trabalho.
Manipule respeitando as regras gerais de segurança e higiene industrial.
Leia e siga as instruções de uso recomendadas no rótulo. Observe o prazo
de validade. Não reutilize a embalagem vazia. Não lave embalagens em
lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Não coma, beba ou fume
durante o manuseio do produto. Lave-se após o manuseio, principalmente
antes das refeições. Após o dia de trabalho, remova as roupas protetoras
e tome banho.

Condições de armazenamento Armazene o produto em sua embalagem original sempre fechada, em


seguro, incluindo qualquer temperaturas ambiente e ao abrigo da luz. Mantenha o produto longe de
incompatibilidade: alimentos, bebidas, rações e outros materiais de consumo humano ou
animal. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Observe as disposições constantes da Legislação Estadual e Municipal.

8 – Controle de exposição e proteção individual

Parâmetros de controle

Limites de exposição ocupacional: Não há limites de exposição ocupacional estabelecidos pela legislação
brasileira - NR 15 (MTb, 2018a), ACGIH (2018), OSHA nem NIOSH para os
ingredientes do produto.

NR 15: Norma regulamentadora nº 15 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Indicadores biológicos de exposição: Não há indicadores biológicos de exposição estabelecidos pela legislação
brasileira - NR 7 (MTb, 2018b) nem pela ACGIH (2018) para os ingredientes
do produto.

NR 7: Norma regulamentadora nº 7 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Medidas de controle de engenharia: Assegure ventilação adequada durante a manipulação do produto.


Providencie ventilação exaustora onde os processos exigirem. Chuveiros de
emergência e lava-olhos devem estar disponíveis próximos à área de
trabalho.

Medidas de proteção pessoal

Proteção dos olhos/face: Óculos de segurança com proteção lateral.

Proteção da pele: Macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, touca árabe,
luvas e botas de boarracha.

Proteção respiratória: Máscara de proteção.


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Perigos térmicos: Não disponível.

9 – Propriedades físicas e químicas

Aspecto: Líquido translúcido amarelo claro.

Odor: Característico.

Limite de odor: Não disponível.

pH: 5,0 - 6,5 (solução aquosa 1%).

Ponto de fusão/ponto de
congelamento: Não aplicável.

Ponto de ebulição inicial e faixa de Éster metílico de soja: >200°C a 1,01x105 Pa (760 mmHg) (NTP, 2001).
temperatura de ebulição: Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: 843,05°C a 0 Pa (ECHA, 2019).

Ponto de fulgor: 82°C.

Taxa de evaporação: Não disponível.

Inflamabilidade (sólido; gás): Não aplicável.

Limite inferior/superior de
inflamabilidade ou explosividade: Não disponível.

Pressão de vapor: Éster metílico de soja: <2,7x10² Pa (<2 mmHg) (NTP, 2001).

Densidade de vapor: Não disponível.

Densidade/Densidade relativa: 894,7 kg/m³ (0,8947 g/cm³) a 20°C.

Solubilidade: Míscivel em água, acetona e etanol.

Coeficiente de partição - n-octanol/ Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: Log Pow = 1,96 - 4,77 a 25°C (ECHA,
água: 2019).

Temperatura de autoignição: Não disponível.

Temperatura de decomposição: Não disponível.

Viscosidade: 0,012 Pa.s (12 mPa.s) a 20°C;


0,006 Pa.s (6 mPa.s) a 40°C.

Tensão superficial: 0,029 N/m (29 mN/m).


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10 – Estabilidade e reatividade

Reatividade: Nenhuma, quando armazenado e utilizado adequadamente.

Estabilidade química: O produto é estável, quando armazenado e utilizado adequadamente.

Possibilidade de reações perigosas: Nenhuma, quando armazenado e utilizado adequadamente.

Condições a serem evitadas: Fontes de ignição, calor e contato com materiais incompatíveis.

Materiais incompatíveis: Éster metílico de soja: Agentes oxidantes fortes (NTP, 2001).

Produtos perigosos da
decomposição: Não disponível.

11 – Informações toxicológicas

Toxicidade aguda: DL50 oral (ratos): >2000 mg/kg p.c.


DL50 dérmica (ratos): >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos): >8,548 mg/L/4h.

Corrosão/ irritação da pele: A substância-teste aplicada na pele dos coelhos produziu eritema leve em
3/3 dos coelhos testados. Todos os sinais de irritação foram revertidos
dentro de 48 horas após a aplicação.

Lesões oculares graves/ irritação A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e
ocular: quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação foram
revertidos dentro de 48 horas após a aplicação.

Sensibilização respiratória ou à pele: A substância-teste não provocou sensibilização dérmica em cobaias.

Mutagenicidade em células O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação


germinativas: gênica reversa (teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula
óssea de camundongos.

Carcinogenicidade: Éster metílico de soja: Não foram encontrados dados na literatura


referentes à carcinogenicidade do éster metílico. Estudos de toxicidade
crônica com ésteres de ácido graxo conduzidos em ratos e camundongos
pela via oral não apresentaram potencial carcinogênico (NTP, 2001).

Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: Estudos conduzidos em animais


experimentais com substâncias da classe dos alquilbenzenos sulfonatos
lineares não indicam potencial cancerígeno para substâncias desta classe
(OECD, 2005).

Toxicidade à reprodução: Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: Estudos conduzidos em animais


experimentais com substâncias da classe dos alquilbenzenos sulfonatos
lineares não demonstram potencial de toxicidade à reprodução (OECD,
2005).

Não foram encontrados dados na literatura referentes à toxicidade à


reprodução do éster metílico de soja.

Toxicidade para órgãos-alvo Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: Espera-se que as substâncias da classe
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específicos – exposição única: dos alquilbenzenos sulfonatos lineares provoquem irritação no trato
respiratório com base nas suas propriedades irritativas (OECD, 2005).

Não foram encontrados dados na literatura referentes à toxicidade para


órgãos-alvo específicos após exposição única ao éster metílico de soja.

Toxicidade para órgãos-alvo Após análise das informações disponíveis em literatura, não foram
específicos – exposição repetida: encontrados dados relevantes referentes à toxicidade para órgãos-alvo
específicos após exposição repetida aos ingredientes do produto.

Perigo por aspiração: Não disponível.

12 – Informações ecológicas

Ecotoxicidade

Toxicidade para crustáceos: Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio:


CE50 (48h): 60 mg/L (Daphnia magna) (U.S. EPA, 2008).

Toxicidade para peixes: Éster metílico de soja:


CL50 (96h): >1000 mg/L (Lepomis macrochirus) (NTP, 2001).

Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio:


CL50 (96h): 2,6 mg/L (espécie não declarada) (U.S. EPA, 2008).

Persistência e degradabilidade: Éster metílico de soja: A substância é amplamente degradada na água


(NTP, 2001).

Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: As substâncias da classe de


alquilbenzeno sulfonatos são amplamente biodegradados (U.S. EPA, 2008).

Potencial bioacumulativo: Dodecilbenzeno sulfonato de cálcio: Não é esperado que ocorra


bioacumulação, pois as substâncias da classe de alquilbenzeno sulfonatos
são amplamente biodegradados (U.S. EPA, 2008).

Não foram encontrados dados na literatura referentes potencial


bioacumulativo do éster metílico de soja.

Mobilidade no solo: Não disponível.

Outros efeitos adversos: Não disponível.

13 – Considerações sobre destinação final


Métodos recomendados para destinação final

Resíduos de misturas: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em
desuso, consulte a empresa para a devolução, desativação e destinação
final. Mantenha as eventuais sobras dos produtos em suas embalagens
originais adequadamente fechadas. Não descarte em sistemas de esgotos,
cursos d’água e estações de tratamento de efluentes. Observe a legislação
estadual e municipal.

Embalagens usadas: Não reutilize as embalagens. A destinação inadequada das embalagens


vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação no solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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Disponibilize as embalagens vazias de acordo com as regulamentações


municipais, estaduais e federais.

14 – Informações sobre transporte


Regulamentações nacionais e internacionais

Terrestre:
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. Decreto n° 96.044, de 18 de maio de 1988. Resolução nº 5.232, de 14 de
dezembro de 2016, alterada pela Resolução nº 5581, de 22 de novembro de 2017, que substituem a Resolução
nº 420/2004 e suas atualizações.
Hidroviário:
INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION. International Maritime Dangerous Goods Code (IMDG Code, 2016).

Aéreo:
INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION. Dangerous Goods Regulation. 59th ed. (IATA, 2018).

Classificação para o transporte terrestre:

Produto não classificado como perigoso para o transporte, segundo legislação vigente.

Classificação para o transporte hidroviário:

Produto não classificado como perigoso para o transporte, segundo legislação vigente.

Classificação para o transporte aéreo:

Produto não classificado como perigoso para o transporte, segundo legislação vigente.

15 – Informações sobre regulamentações


Regulamentações específicas de segurança, saúde e meio ambiente para o produto químico

Nacionais: Lei n° 7.802, de 11 de julho de 1989. Decreto n° 4.074 de janeiro de


2002.

Portaria n° 229, de 24 de maio de 2011, da SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO


TRABALHO (SIT), que altera a Norma Regulamentadora n° 26 (NR 26).

Esta Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) foi


elaborada de acordo com NBR 14725-4:2014, da ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas).

16 – Outras informações
Informações importantes, mas não especificamente descritas nas seções anteriores

Limitações e Garantias: As informações contidas nessa ficha correspondem ao estado atual do


conhecimento técnico-científico Nacional e Internacional deste produto. As
informações são fornecidas de boa fé, apenas como orientação, cabendo ao
usuário a sua utilização de acordo com as leis e regulamentos federais,
estaduais e locais pertinentes.

Alterações: Na revisão 01 desta FISPQ, foram alteradas as seguintes seções: 02, 03,
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05, 08, 09, 10, 11, 12 e 16.


Referências AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL HYGIENISTS
(ACGIH). Threshold Limit Values (TLVs®) and Biological Exposure
Indices (BEIs®). Cincinnati, United States of America, 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA (ABIQUIM). Manual


para atendimento a emergências com produtos perigosos: Guia para
Primeiras ações em acidentes. 6ª. ed. São Paulo, Brasil, 2011.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-1:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 1: Terminologia. Rio de Janeiro, Brasil, 2009. Versão corrigida: 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-2:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 2: Sistema de classificação de perigo. Rio de Janeiro, Brasil, 2009.
Versão corrigida 2: 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-3:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 3: Rotulagem. Rio de Janeiro, Brasil, 2017.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 14725-4:


Produtos químicos: Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente:
Parte 4: Ficha de informações de segurança de produtos químicos. Rio de
Janeiro, Brasil, 2014.

Banco de dados PLANITOX - The Science-based Toxicology Company.


BRASIL. Decreto n° 4074, de 4 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei n°
7.802, de 11/07/1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a
produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a
comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a
exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a
classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus
componentes e afins, e dá outras providências. Diário Oficial [da] União,
Poder Executivo, Brasília, DF, 8 jan. 2002.

BRASIL. Decreto n° 96.044, de 18 de maio de 1988. Aprova o


Regulamento para o transporte Rodoviário de Produtos Perigosos e dá
outras providências. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília,
DF, 19 maio 1988.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Portaria nº 229, de 24


de maio de 2011. Altera a norma regulamentadora NR 26 - Sinalização de
Segurança. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 27
maio 2011.

BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução n° 5.232, de 14 de


dezembro de 2016. Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento
Terrestre do transporte de Produtos Perigosos, e dá outras providências.
Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dezembro
de 2016.
BRASIL. Ministério dos Transportes. Resolução nº 5581, de 22 de
novembro de 2017. Altera a Resolução ANTT nº 5.232, de 2016, que
aprova as Instruções Complementares ao Regulamento Terrestre do
Transporte de Produtos Perigosos, e seu anexo. Diário Oficial [da]
União, Poder Executivo, Brasília, DF, 22 de novembro de 2017.
Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos

PRODUTO: STRIDES Revisão: 01 Data: 22/02/2019

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EUROPEAN CHEMICAL AGENCY (ECHA). Brief Profile. Helsinki, Finland,


2019. Disponível em:<https://echa.europa.eu/pt/brief-
profile/-/briefprofile/100.043.219>. Acesso em: 21 fev. 2019.

INTERNATIONAL AIR TRANSPORT ASSOCIATION (IATA). Dangerous


Goods Regulation. 59th ed., 2018.

INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION (IMO). International


Maritime Dangerous Goods Code (IMDG Code). London, 2016.
MINISTÉRIO DO TRABALHO (MTb). Norma Regulamentadora nº 15:
Atividades e operações insalubres. Diário Oficial [da] União, Poder
Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada em 18 dez. 2018a).
Disponível em: <http://trabalho.gov.br/seguranca-e-saude-no-
trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras>. Acesso em: 21 fev.
2019.
MINISTÉRIO DO TRABALHO (MTb). Norma Regulamentadora nº 7:
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Diário
Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 6 jul. 1978 (atualizada
em 06 dez. 2018b). Disponível em: <http://trabalho.gov.br/seguranca-e-
saude-no-trabalho/normatizacao/normas-regulamentadoras>. Acesso em:
21 fev. 2019.
NATIONAL TOXICOLOGY PROGRAM (NTP). Summary of Data for
Chemical Selection: Methyl Soyate. Research Triangle Park, United
States of America: National Institute of Environmental Health Sciences
(NIEHS), 2001. Disponível em:
<https://ntp.niehs.nih.gov/ntp/htdocs/chem_background/exsumpdf/methy
lsoyate_508.pdf>. Acesso em: 21 fev. 2019.
ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOPMENT
(OECD). Linear Alkylbenzene Sulfonate (LAS). Berlin, Germany: United
Nations Environment Programme Chemicals Branch, 2005. Disponível em:
<http://www.chem.unep.ch/irptc/sids/oecdsids/las.pdf>. Acesso em: 21
fev. 2019.
UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY (U.S. EPA). High
Production Volume (HPV) Chemical Challenge Program: Final Revised
Test Plan and Assesment with Robust Study Summaries for Linear and
Branched Alkylbenzene Sulfonic Acids and Derivatives. United States of
America: The LAS/ABS Consortium, 2008. Disponível em:
<https://www.aciscience.org/docs/LAS_EPA_HPV_Test_Plan.pdf>. Acesso
em: 21 fev. 2019.

Abreviações:

ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienists.


CAS Chemical Abstract Service.
CE50 Concentração efetiva do agente químico que causa inibição de 50% da
biomassa em relação ao controle nas condições de teste.

CL50 Concentração que resulta em morte de 50% dos animais de


experimentação em relação ao controle nas condições de teste.

DL50 Dose administrada que resulta em morte de 50% dos animais de


experimentação nas condições do teste.

EPI Equipamento de proteção individual.


GHS Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals.
NIOSH National Institute for Occupational Safety and Health.
OSHA Occupational Safety and Health Administration.
p.c. Peso corpóreo.

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