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Conjuntos Numéricos e Operações Básicas

O documento aborda conjuntos numéricos, incluindo números naturais, inteiros, racionais e irracionais, além de descrever operações fundamentais como adição, subtração, multiplicação e divisão. Também discute conceitos de valor absoluto, expressões numéricas, números primos e métodos para encontrar mínimo múltiplo comum (m.m.c.) e máximo divisor comum (m.d.c.). Exemplos práticos são fornecidos para ilustrar cada conceito.
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Conjuntos Numéricos e Operações Básicas

O documento aborda conjuntos numéricos, incluindo números naturais, inteiros, racionais e irracionais, além de descrever operações fundamentais como adição, subtração, multiplicação e divisão. Também discute conceitos de valor absoluto, expressões numéricas, números primos e métodos para encontrar mínimo múltiplo comum (m.m.c.) e máximo divisor comum (m.d.c.). Exemplos práticos são fornecidos para ilustrar cada conceito.
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I - CONJUNTOS NUMÉRICOS São todos os números na forma decimal exata, periódica ou na forma de fração.

ì 17 5 4 1 1 1 7 ü
Q= í ,- ,- ,- ,- ,0, , , , ý
î 6 2 3 2 3 2 4 þ
Exemplos:
Números decimais na forma exata: {1,2 ; 3,654 ; 0,00005 ;
105,27272};
periódic
Números decimais na forma a:
Esta figura representa a classe dos números.
2,333333 = 2, 3 3,0222 = 3,02 10,232323 = 10, 23
Veja a seguir:
I  Irracionais
São todas as decimais não exatas e não periódicas.
N  Naturais
São os números positivos inclusive o zero, que representem uma contagem inteira.
ì, -
ü
2 , 3, ,  ,
N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, ...} I= í ý

Não há números naturais negativos. î 6 6 þ

Z  Inteiros R  Reais
São os números naturais e seus opostos – negativos. É a união dos conjuntos numéricos citados acima. Portanto, todo
Z = {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, ...} número, seja N, Z, Q ou I é um número R (real).
Não há números inteiros em fração ou decimal. As raízes em que o radicando seja negativo e o
Q  Racionais índice par não são reais.

HH - AS QUATRO OPERAÇÕES
FUNDAMENTAIS
(NÚMEROS DECIMAIS)
1) Adição
Na adição os números são chamados de parcelas, sendo a operação
aditiva, e o resultado é a soma.
Na subtração os números são chamados de subtraendo,
sendo a operação a subtração, e o resultado é o minuendo.

2+2=4 Subtração

Parcelas adição Soma 3–2=1

Exemplos: Minuendo Subtraendo diferença


4,32 + 2,3 + 1,429 = 8,049
Exemplos: As regras para a subtração são as mesmas da
4,32 ü adição, portanto podemos utilizar os mesmos exemplos
ï Observe que as parcelas são apenas alterando a operação. Numa subtração do tipo 4-7
+ 2,3 ý parcelas
dispostas de modo que se tenha
1,429 ï temos que o minuendo é menor que o subtraendo; sendo
þ vírgula sobre vírgula.
assim a diferença será negativa e igual a -3.
8,049  soma

3) Multiplicação
Na multiplicação os números são chamados de fatores, sendo
1 2 1 15  40 12 67 a operação multiplicativa, e o resultado é o produto.
+ + = = 1,1166
4 3 5 60 60
ou 22 * 3 = 66
1 2 1 2,25  6  1,8 10,05
+ + = =  1,1166
Multiplicação
4 3 5 9 9 Fatores Produto
Pode-se representar a multiplicação por: *, x ou .
2
) Subtração Exemplo:

4
Exemplo:
7,32 * 12,5 =
91,500 Existe na divisão, o que se pode
chamar de resto. Isto é, quando
7,32 ü
Na multiplicação começa-se uma divisão não é exata irá sempre
ý fatores operar da esquerda para a direita.
sobrar um determinado valor, veja
* 12,5 þ Quando a multiplicação envolver
3660 números decimais (como no no exemplo a seguir:
exemplo ao lado), soma-se a 843 / 5 = 168
1464 + quantidade de casas após a Para verifica
34
732 + vírgula. verdadeiro basta
43 na segui
91,500  produto
3  resto (r) D=
1 *2 *8 = 16 = 8  2,6 843 =
2 3 1 6 3 Se o resto for igual a zero a divisão
Na multiplicação de frações multiplica-se divisor com é chamada exata.
divisor, dividendo com dividendo (ou simplesmente, o 5) Casos
de cima pelo de cima e o de baixo pelo de baixo). particulares da
multiplicação e
4) Divisão divisão Multiplicação
Na divisão, os números são chamados de dividendo( a N
parte que está sendo dividida) e divisor (a quantia de
vezes que esta parte está sendo dividida), a operação *
é a divisão, e o resultado é o quociente.
Divisão 1

7 / 4 = 1,75
=

Dividendo (D) Divisor (d) Quociente (q)


N

Divisão
N/1=N
N/N=1
0 / N = 0 (N ¹ 0 )

N / 0 = Não existe!!!!

6) Exercícios

a) 2,31 + 4,08 + 3,2 =


5
- 99
b) 4,03 + 200 + 51,2 = - 22
Exemplos:
c) 32,4 – 21,3 =
00
d) 48 – 33,45 =
77
e) 2,1 * 3,2 =
f) 48,2 * 0,031 =
g) 3,21 * 2,003 = 8) Soma e subtração algébrica

h) 8,4708 / 3,62 = Sinais iguais: Somam-se os valores absolutos e dá-se o sinal

i) 682,29 / 0,513 = comum.

j) 2803,5 / 4450 = Sinais diferentes: Subtraem-se os valores absolutos e dá-se


o sinal
0,2 * 0,3
do maior.
k) (FUVEST) 3,2  2,0 =
Exemplos:
l) 0,041 * 21,32 * 401,05  a) 2 + 4 = 6
m) 0,0281 / 0,432  b) – 2 – 4 = – 6
2,31 * 4,82 c) 5 – 3 = 2

n) d) – 5 + 3 = – 2
5,1 
e) 2 + 3 – 1 – 2 = 5 – 3 = 2
0,021 * 4,32 
o) f) – 1 – 3 + 2 – 4 + 21 – 5 – 32 = 23 – 45 = – 22
0,285

9) Multiplicação e divisão
7) Valor absoluto ou Módulo
algébrica Sinais iguais  resposta
Representa a distância de um número até o zero (ou origem).
positiva Sinais diferentes 
Sendo assim, o módulo, por representar distância, é sempre
resposta negativa
positivo e representado por | |.

( ) * ( )  ( ) : ( ) 
Isto é: ( ) ( )
6
( ) * ( )  ( ) ( ) : ( )  ( )
( ) * ( )  ( ) ( ) : ( )  ( )
( ) * ( )  ( ) ( ) : ( )  ( )

aparecem
de reunião:
parênteses,
colchetes e
chaves, efet
se as oper
eliminando-s
na or
parênteses,
colchetes
chaves, ist
dos
interiores pa
exteriores.
Quando à f
do sinal
reunião
eliminado e
o sinal neg
trocam-se
os sinais
termos inter
Exemplos: 4
e) 2=2
a) 12 * 3 = 36
20
b) (-12) * (-3) = f) ( 5) = -4
36
c) 2 * (-2) = -4 ( 20)
d) (-2) * 3 = -6 g) ( 5) = 4
Obs.: O número 2 é o
( 20) Exemplo:
único número primo e
h) = -4 par.
5

a) 2 + [ 2 – ( 3 + 2 ) – 1 ] 11 12 13 14 15 12) Decom
10) Expressões =2+[2–5–1]=2 21 22 23 24 25
numéricas +[2–6] posição
31 32 33 34 35
Para resolver expressões b) 2 + { 3 – [ 1 + ( 2 – 5 41 42 43 44 45 de um
numéricas realizamos + 4 ) ] + 8 } = 11 número
primeiro as operações de c) { 2 – [ 3 * 4 : 2 – 2 ( 3 2º Passo: Encontrar em um
multiplicação e divisão, na –1)]}+1={2– a raiz quadrada do produto
ordem em que estas [ 12 : 2 – 2 * 2 ] } + 1 maior número de
estiverem indicadas, e = { 2 – [ 6 – 4] } + 1 quadrado dentre os fatores
depois adições e indicados, ou seja, primos
subtrações. Em expressões 11) Números Primos encontrar o maior A
que São aqueles números divisíveis número que se decomposiç
somente por eles mesmos e por
1. conheça a raiz ão de um
Obs.: O número 1, por definição, quadrada exata. número em
não é primo. um produto
No caso, 49  7 .
de fatores
Método para obtenção de primos é
números primos 3º Passo: Extrair da
feita por
Faremos isso através de um lista acima os
exemplo: meio do
números múltiplos
dispositivo
dos números {2, 3, 4,
Encontre os números primos prático que
5, 6, 7}, nesta ordem,
compreendidos entre 1 e 50. será
onde o 7 provém do
mostrado
2º passo.
1º Passo: Enumera-los nos
1 2 3 4 5 6 exemplos a
4º Passo: Os números que
7 sobraram são os números seguir.
primos procurados:
{2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, Exemplos:
23, 29, 31, 37, 41, 43, 47}.
18 = 2.32
OBS: Número primo é aquele 36 = 22.32.
divisível somente por ele
mesmo e pelo número 1.
30 2 12 \ 12 \ 45 2
15 3 06 \ 08 \ 45 2
13) Mínimo múltiplo comum
(m.m.c.)
03 \ 04 \ 45 2
55 30 = 2 * 3 * 5
O mínimo múltiplo comum a
03 \ 02 \ 45 2
1 30
vários números é o menor 03 \ 01 \ 45 3
número divisível por todos eles. 01 \ 01 \ 15 3
21 3 Exemplo: 01 \ 01 \ 05 5
77 21 = 3 * 7 01 \ 01 \ 01 720
1 a) Calcular o m.m.c. entre O m.m.c. entre 12, 16
21 12, 16 e 45 e 45 é 720
Confirme os
8 resultados abaixo.
b) m.m.c. (4, 3) = 12
c) m.m.c. (3, 5, 8) =
120
d) m.m.c. (8, 4) = 8
e) m.m.c. (60, 15,
20, 12) = 60

14)Máximo Divisor
Comum (m.d.c.)
O m.d.c. a vários
números é o maior
número que os divide.
Exemplo: Encontrar o
m.d.c. entre 12, 18 e 36.

Fatorando cada um dos


números em fatores
primos, temos:
12 = 22.3
Confirme os resultados abaixo: t) Calcule o
m.m.c. e
b) m.m.c. (9, 6) = 3
o m.d.c.
Agora tomemos as menores potências c) m.m.c. (36, 45) = 9 entre:
dos fatores em d) m.m.c. (12, 64) = 4 g) (-1) * (-1) * (-2) a. 36 e
comum 60
e) m.m.c. (20, 35, 45) = 5 =
apresentados acima: b. 18,
4 20 e
m.d.c.(12, 18, 36) = 2.3 = 6. h)  2 =
30
15) Exercícios:  8
Quando o m.d.c. entre dois números é i) 2 =
igual a 1, dizemos que eles são  20
a) 2 + 3 – 1 = j) =
relativamente primos.
b) – 2 – 5 + 8 = - 5
Exemplo: 5 e 9 são relativamente
primos, pois 5 = 5.1 e 9 = 32.1. c) – 1 – 3 – 8 + 2 – 5 =
Sendo 1 o único fator comum a estes d) 2 * (-3) = k) ( 4) * ( 1) =
números. e) (-2) * (-5) = - 2
f) (-10) * (-1) = l) ( 1  3 - 5) *
(2 - 7) =
9 -1
m) (2  3 * 4 -
2 * 5 - 3) =
-1
n) 2 { 2 - 2 [ 2 - 4
(3*2:3)
2]}1=
o) 8 - { - 20 [ ( - 3
 3 ) : ( - 58 )]
2(-5)}=
p) 0,5 * 0,4 : 0,2
=
q) 0,6 : 0,03 *
0,05 =
r) 5 : 10 =
s) 3 : 81 * 0,5 =
4 Multiplicand
2 o ou
=0,5 =0,75
c. 12, 18 dividindo os
e 32 termos de

A fração é própria uma fração


IV - FRAÇÕES ORDINÁRIAS quando o por um
1 numerador é
menor do que o número
Definição: Fração é um quociente 4 diferente de
=0,25 1 3 120
indicado onde o dividendo é o zero obtém-
numerador e o divisor é o denominador: 2 5 , ,
se uma
denominador. 210 , etc. fração
7 A fração e imprópria equivalente
quando o
As frações que serão apresentadas a 8 à inicial.
numerador é
seguir, partem de um círculo inteiro maior que o

que ao ser dividido em partes iguais = denominador, sendo


possível representá-la por
formam as frações um número misto e
0
, reciprocamente.
8
7 Exemplos:
5
1 3
1 10 3 10
a) =1 pois possui resto 3
7 7 7
28 = 25  3 = 25 +
b)
5 5 5
11 2
c) 3=3 3
1 7
d) 2 3 = 3

1 5
e) -1 4 = - 4

16) Propriedade
Reduzem-se ao menor
denominador comum e somam-
Multiplica-se a
Exemplos: se algebricamente os fração dividenda
numeradores. pelo inverso da
fração divisora.
OBS: O menor denominador
1 1 * 2 2 comum é o m.m.c. dos
a) 2  2 * 2  4 denominadores.
18) Multiplicação de
frações Exemplos:
3 3 * 5 15 Multiplicam-se os
b) 4  4 * 5  20 Exemplos: numeradores entre
c) 20  20 : 10  2 si, da mesma
30 30 : 10 3 1 1 3 2 32 5 maneira se faz com
a)     
4 4 :4 1 2 3 6 6 6 6 os denominadores.
d) - 8  - 8 : 4- 2
b) 1 
5 - 2 3  5 - 4  3  5 - 4
Exemplos:
2 6 3 6 6 6 6
17) Soma algébrica de frações 1 3 4 - 2 1 9 16 24
c) -  -  -
a) 1 * 3 3

12 4 3 12 12 12 12 =

2 5 10
1
1ö 1 1
b) ç - * = -
æ
÷

4 2 8
è ø

1ö æ 2ö 2
c) ç - *ç - =
æ
÷ ÷
3 è
5 15
è ø ø

1ö æ 2
d) - 3 * ç - æ
÷ *ç -
ö
÷
4ø è 7
è ø

3 1
e) 2 4 * 3 5 =
11 16
4* 5=
44 4
5=85

19) Divisão de
frações
- 
- 2 14 - 9 4
2 2 2
b) 1 3 = æç - ö÷ * = 3 è
a
4 1
- = -1 >
1
a) 2 è 3 ø 1 33 b
2 20) Comparação de
1 1 1 1 Frações l
c) 2= * = ê
Para comparar as frações
= 3 2 3 6 -
devemos reduzi-las ao s
1 d) 2
5
mesmo denominador e e

comparar os numeradores, a “
qual tiver o numerados maior a
* =
será a maior fração. é
3 1 O
5 B m
S.: a
a i
* < o
= r
3 b
lê-
3 se d
2 “a o
é
= m q
= en u
1 e
or

1 5 do
b
qu
e ”
1 2 b”

=
1 1
7
3 1
2
2
1 3
2 41 3 13 3 13 æ 4
e) = = *ç -
2
2
6 2 a) 4=
Exemplo: Comparar 7e3: 9
Para isto, calculamos o m.m.c. entre 7 e 3: b) 27 =
m.m.c.(3, 7) = 21.
12
Então, ao transformar os denominadores em 21, devemos c) 48 =
multiplicar os numeradores pelo fatores de transformações.

6*3 2*7 18 14 Comparar as frações :


7 * 3 e 3* 7 Þ 21 e 21 1 2
Como 18 é maior que 14, podemos afirmar que: a) 2, 3
18 14 2 5
21 > 21 . b) 3,6
4 3
O fator de transformação da fração é 3 c) 7 , 8
pois 3*7 = 21, e o da fração é 7, pois
3*7 = 21.

Resolva:
1 1
a) 5  10 
2 4
b) 3- 3
1 1 1
21) Exercícios c) 2- 3 6

Simplifique as frações, ou coloque-as na forma irredutível:

1
Simplifiqu
e:

1 2
d) 3*5 = 1
1+
3 1 2 1+ 1 =
e) 7 * 3*5 = a) 1
1+
1
æ 1ö æ 2 1+
f) ç- ÷* ç- 1+1
ö
÷=è6øè5ø
1 1
+ æ9 ö +
1 2 3 4
3 b) 2 3 : çè 17 +
g) 1 = 1
2 1÷ø = 3 + 4
V - POTÊNCIAS
2æ 1ö
h) :ç - ÷ =
3 è 5ø
Definição: Potência de grau n de um número A é o produto de
1 2 1
i) 2: 3* 4= n fatores iguais a A.

An = A∗A∗.. .∗A
2 1 n vezes
j) 25 :1 5=
A é a base da potência e n é o expoente da potência, que
determina
æ1 2ö 1
k) ç + ÷: =
seu grau.
è3 4ø 2
Assim:
1+1
l) 3= 2³ = 2 * 2 * 2 = 8  2³ = 8
3 (- 1) = (- 1) * (- 1) * (- 1) * (- 1) = 1 (- 1)4 = 1
4

1+1
1+ 2
CASOS PARTICULARES:
m) 2 =
a) A potência de expoente 1 (1º grau) é igual à base:
12

1
6 vezes
6
A1 = A; 21 = 2 Realmente: 5 = 5 * 5 * 5 * 5 * 5 * 5 = 56 - 4 = 52
4
5 5*5*5*5
b) Toda potência de 1 é igual
a 1: 1² = 1; 1³ = 1 4 vezes

c) Toda potência de 0 é igual Exemplo: 37 : 33 = 34 = 3 * 3 * 3 * 3 = 81


a 0: 0² = 0; 0³ = 0
d) Toda potência de expoente par é 24) Multiplicação de potências de mesmo grau

positiva: (- 2)4 = 16; 24 = 16; (- 3)² = 9; 3² (semelhantes) Multiplicam-se as bases e conserva-se o


=9 expoente comum.
e) Toda potência de expoente ímpar tem o sinal

da base: 3³ = 27 ; (- 3)³ = - 27 25 = 32 ; (- 2)5 = - Realmente: 2² * 7² = 2 * 2 * 7 * 7 = (2 * 7)²

32 Exemplo: 3³ * 5³ = 3 * 3 * 3 * 5 * 5 * 5 = (3 * 5)³ = 15³ = 3


375

25) Divisão de potências de mesmo grau


22) Multiplicação de potências de mesma
(semelhantes) Dividem-se as bases e conserva-se o
base Mantém-se a base comum e soma-se os
expoente comum.
expoentes.
32 5
2³ * 2² = 2 * 2 * 2 * 2 * 2 = 2 =2 2
Realment 22 2*2 2 2 æ2 ö
e: 3 vezes 2 vezes Realmente: = = * = ç ÷
5 vezes 7 2 7 * 7 7 7 è7 ø
Exemplo:
Exemplo: 8³ : 2³ = 4³ = 64
5² * 57 = 59 = 5 * 5 * 5 * 5 * 5 * 5 * 5 * 5 * 5 = 1 953 125

26) Potenciação de potência


23) Divisão de potências de mesma base
Eleva-se a base ao produto dos expoentes.
Mantém-se a base comum e diminuem-se os
3 2
expoentes. Realmente: 2 =23∗2=2 6.
1
2 1 1 1
Exemplo: 352=310=59 049 Exemplo: 5 = 5 2 = 5 * 5 = 25

29) Potências de 10
27) Expoente nulo
Efetuam-se as potências de 10 escrevendo à direita da
Toda potência de base diferente de zero e expoente zero é
unidade tantos zeros quantas forem as unidades do
igual a unidade.
expoente.

ì 4 4 4-4 0
ïa :a =a =a 0 Exemplos:
Realmente: í 4 a =1
ï a 4 :a =1
î a) 10² = 100

Exemplo: (- 5)0 = 1 b) 107 = 10 000 000


c) 200 = 2 * 100 = 2 * 10²
28) Expoente negativo d) 4000 = 4 * 10³
Qualquer número diferente de zero, elevado a expoente e) 300 000 = 3 * 105
negativo é igual a uma fração cujo numerador é a unidade e f) 3 * 108 = 300 000 000
cujo denominador é a mesma base da potência elevada ao
mesmo expoente com o sinal positivo. 30) Números decimais
Todo número decimal equivalente a um produto do qual um
3 3
ì 2 2 1 fator é o número escrito como inteiro, e outro é uma potência
ï = =
ï 7 3 4 4 1 de dez com expoente negativo, com tantas unidades no
Realmente: í 2 2 *2 2 2 -4 = 4

1
ï 23 2 expoente quantas são as ordens decimais.
ï 7 = 23 - 7 = 2-4 a n 
î2

an
1
j) 34 : 3² * 35 =
Realmente: 0,0025 25 25 -4 k) 24 * 54 =
= = 4 = 25 * 10 l) (- 3)5 * (- 5)5 =
10 000 10
m) 153 : 33 =
Exemplos:
n) (- 4)6 : 26 =
o) (3³)2 =
a) 0,001 = 10-3
p) (2³)5 =
b) 0,002 = 2 * 10-3
q) (33)2 =
c) 0,00008 = 8 * 10-5
r) [ (3³)² ]² =
d) 1,255 = 1255 * 10-3
s) (2 * 3)³ =
e) 2 * 10-3 = 0,002
t) (3² * 5 * 2)4 =

31) Exercícios u) æç 5 ö÷ =
5

è 3ø

a) 1³ = æ 2ö 3
v) çç ÷÷ =
b) 04 = 4
è 3 ø
c) (- 2)³ =
d) (- 4)³ = w) æçç 22 * 33 ö÷÷ 2 =
e) (- 2)4 =
è 53 ø
f) (- 4)4 = x) (2 * 3²)0 =
5
g) 2³ * 2 = y) 4-2 =
h) 3² * 3 * 35 = z) 2 * 3-1 =
i) 35 : 34 =
1
Definição: Denomina-se raiz
de índice n (ou raiz n-ésima)
2
de A, ao número ou
aa) =
3 4 expressão que, elevado à
-3 -2 -4
bb) (2 * 5 ) = potência n reproduz A.

cc) 2x + 1 * 4x = OBS: Representa-se a raiz


pelo símbolo
dd) 32x * 24x =
ee) 54x : 252x = ìï n - índice da raiz
n
A í A - radicando
ï
- radical
Exprimir, utilizando potências de î
10:
a) 20 000 =
b) 4 800 000 = Assim:

c) 0,01 =
d) 0,000045 = a) 16 = 4 porque 4² =
16

Efetuar, utilizando potência de 10: 3


b) 8 = 2 porque 2³ =
a) 2 000 * 48 000 = 8
80 4
c) 81 = 3 porque 34 =
28 * 0,000032 81
b) =
0,00002
32) Propriedade
É possível retirar um fator
do radical, bastante que se
RADICAIS
divida o expoente do
radicando pelo índice do
radical.

Exemplos:

a) 2
12 = 2 * 3 = 2 3

b) 2
180 = 2 * 3
2

5=2*3 5=6 5
1
Exemplo
4 8 4 2 :
c) 3 *5 *2 = 3 *5 4 2
a) 2* 3= 2*3= 6
4 8 8:4 2
d) 3 = 3 = 3 b) 6= 6= 3
2 2
Reciprocamente, para introduzir um fator no radical,
c) 3 * 5 * 2 = 3 * 5 * 2 = 30
multiplica-se o expoente do fator pelo índice do radical. 4 4
Assim: 45* 3 15 15
d) = = 4
42 42 2
3 3 3
3 2= 3 *2
35) Potenciação de radicais
Eleva-se o radicando à potência indicada e conserva-se o
33) Adição e subtração de radicais semelhantes índice.
Radicais de mesmo índice e mesmo radicando são
semelhantes. Na adição e subtração de radicais semelhantes, Exemplo:
operam-se os coeficientes e conserva-se o radical.
a) 4 33 = 4 33 = 4 27
Exemplos:
b) æ
ç  
2 * 3 ö÷ 2 = 5 2 2* 3 2 = 5 2 4 * 3 2
5 2

è ø

a) 3 2 + 5 2 - 10 2 = 8 2 - 10 2 = - 2 2 36) Radiciação de radicais Multiplicam-se

3 3 3 3 3 3 3 os índices e conserva-se o radicando.


b) 3 2+6 2-5 2- 2=9 2-6 2=3 2

Exemplos
34) Multiplicação e divisão de radicais de mesmo :
índice Multiplicam-se (dividem-se) os radicandos e dá-se ao
produto (quociente) o índice comum.
2*2 4
a) 3= 3= 3

1
3 a) 1  1* 2  2 2
b) 4 3  24 3 2 2* 2 4 2

b) 1  1* 3  3 3 3
37) Expoente fracionário 2 3 2 3* 3 2 9 2*3 6
Uma potência com expoente fracionário pode ser convertida
numa raiz, cujo radicando é a base, o índice é o denominador c) 2  2* 3  6 6
3 3* 3 9 3
do expoente, sendo o numerador o expoente do radicando.

d) 2 2 2 2 * 6 2 12  2 12  2 12  12
Exemplos: 56 5 6 * 6 5 36 5 * 6 30 15
p q
a) a q  a p
2º Caso: O denominador é uma soma ou diferença de dois

1 termos em que um deles, ou ambos, são radicais do 2º grau.


b) a 2  a
Neste caso multiplica-se o numerador e o denominador pela
2 3 2 expressão conjugada do denominador.
c) 2 3  2  3 4
OBS: A expressão conjugada de a + b é a – b.
3
d) 4 63  6 4 Na racionalização aparecerá no denominador um produto do
tipo:
(a + b) * (a – b) = a² - b²
38) Racionalização de denominadores
Assim:
1º Caso: O denominador é um radical do 2º grau. Neste caso
(5 + 3) * (5 – 3) = 5² - 3² = 25 – 9 = 16
multiplica-se pelo próprio radical o numerador e o
denominador da fração.
Exemplos
:
Exemplo:
1 1*  5 -2  5 -2 5 -2 5 -2
a)    
 
2 * 5- 2

5 2  5   52 -  2 2 5-2 3
2
3 3
l) 2 23 2 =

5 5 * 2 - 3  
5 * 2 - 3  5 * 2 - 3
    
5 * 2 - 3  5 * 2 - 3

2  3 * 2 - Dar a resposta sob forma de radical, das expressões


3 2 -  3 2
2
b) 2 3 4-3 1 seguintes:
3
39) Exercícios
a) 2 4 =

1
b) 2 2 =
Efetuar:
æ 1 ö 12
a) 5 - 2 5+ 10 5 = c) ççè 2 2 ÷÷ø =

b) 32 + 3 2 - 8 =

4
d)  2 * 3
1
6 =
c) 3 3 + 3 - 729 =
d) 3* 6=
Racionalizar o denominador das frações seguintes:
e) -3 2  * - 3 4  =

48
f) = 1

4 a) 5=
2 3
g)  3 2 6 = b) 7 =

32 * 3 2 ö 2
h) æ
ç ÷ =
c)
3
2 2 =
è ø

2
i) 33 3= d) =
5-2
=
j) 3 2

k) 3 2 2 =
2
5 41) Operações com expressões algébricas
e) = 1. Soma algébrica
4 - 11
Somente é possível somar ou subtrair termos

Simplifique: semelhantes (monômios que possuem a mesma parte

a) 50 - 8 =
literal). Para somar ou subtrair termos semelhantes
(reduzir termos semelhantes) repete-se a parte literal e
2
opera-se com os coeficientes. Exemplo:
3x²y – 4xy² + 7xy² + 5x²y = 8x²y + 3xy²
b) 2352 =
1 1 2. Multiplicação
c) 1 - 2 - 2 1 = Multiplica-se cada termo do primeiro fator por
todos os termos do segundo fator e
VII – OPERAÇÕES ALGÉBRICAS reproduzem-se os termos semelhantes.
Exemplo:
40) Expressões algébricas (3a²y) * (2ay) = 6a³y²
São indicações de operações envolvendo letras ou letras e números.

Exemplos:
a) 5ax – 4b
b) ax² + bx + c
c) 7a²b

OBS: No exemplo 3, onde não aparece indicação de soma ou


de diferença, temos um monômio em que 7 é o coeficiente
numérico e a²b é a parte literal.

2
(a - b)² = a² - 2ab + b²
3. Divisão
1º Caso: Divisão de monômios: Divide-se o O quadrado da diferença de dois termos é igual ao quadrado do
coeficiente numérico do dividendo pelo 1º primeiro menos duas vezes o produto do primeiro pelo segundo
coeficiente do divisor, e a parte literal do mais o quadrado do segundo.
dividendo pela do divisor, observando-se as
regras para divisão de potências de mesma Exemplo:
base. (x – 3) = x² + 2 * x * (- 3) + (- 3)² = x² - 6x + 9
2º Caso: Divisão de polinômio por monômio: Divide-se III. Produto da soma de dois termos por sua
diferença:
cada termo do dividendo pelo monômio divisor.
Exemplo: (a + b) * (a – b) = a2 – b2

(42a³bx4) : (7ax²) = 6a²bx²


42) Produtos notáveis
Há certos produtos de polinômios, que, por sua importância, O produto da soma de dois termos por sua diferença é igual ao
devem ser conhecidos desde logo. Vejamos alguns deles: quadrado do primeiro menos o quadrado do segundo.
I. Quadrado da soma de dois termos:
Exemplo:
(a + b)² = a² + 2ab + b²
(1 - 3 ) * (1 + 3 ) = 1² - ( 3 )² = 1 – 3 = - 2
O quadrado da soma de dois termos é igual ao quadrado do
primeiro mais duas vezes o produto do primeiro pelo segundo
43) Fatoração
mais o quadrado do segundo.
Fatorar um polinômio é escreve-lo sob a forma de um produto
indicado.
Exemplo:
(2 + x)² = 2² + 2 * 2x + x² = 4 + 4x + x²
Fator comum dos termos de um polinômio é o monômio cujo
coeficiente numérico é o máximo divisor comum dos
II. Quadrado da diferença de dois termos:
coeficientes dos
2
e) x3 - 3x 2 y  x * x 2 - y =
termos do polinômio e cuja parte literal é formada pelas letras
f) 6x - 4x  2x - 2x  : 2x =
2 5 4 2
comuns com os menores expoentes.

g) 2a bc  3a b c  abc : abc =


Apresentando um fator comum, o polinômio pode ser escrito 2 3 3 2
como o produto de dois fatores: o 1º é o fator comum e o 2º é 2 2
obtido dividindo-se o polinômio original pelo fator comum.
h) x  2  3x - 3 =

3xy  8a 2 2 =
Exemplos:
i)
a) Fatorando o polinômio 4ax² + 8a²x³ + 2a³x tem-se:
j) 5ab  3c * 5ab  3c =
æ
4ax² 8a²x³ 2a³x ö = 2ax 2x + 4ax² +
4ax² + 8a²x³ + 2a³x = 2ax ç + + ÷ a²
Fatorar:
è 2ax 2ax 2ax ø

a) 15a² - 10ab =
b) Fatorar: 5x²y + x4y³ + 2x². O fator comum
b) 3a²x – 6b²x + 12x =
é x². Assim: 5x²y + x4y³ + 2x² = x² (5y + x²y³ +
2)
VIII – EQUAÇÕES DO 1º GRAU

44) Exercícios
UM BREVE RELATO DA HISTÓRIA DA EQUAÇÃO

Efetuar:
As equações foram introduzidas pelo conselheiro do rei da
França, Henrique IV, o francês François Viète, nascido em 1540.
a) 3a 2 2 2
- 7ab  4b - 5a  3ab - 4b
2=
Através da matemática Viète decifrava códigos secretos que era

b)  2 2
3xy - 7x y  3y
3
 
3 2
- 2y - 8x y  3xy
2
= mensagens escritas com a substituição de letras por numerais.

   
2 2 Desta forma Viète teve uma
c) 7xy * - 8x y * xy =
d) a  b  c * a - b =

2
idéia simples, mas genial: fez o contrário, ou seja, usou letras Incógnita: Quantidade desconhecida de uma equação ou de
para representar os números nas equações. um problema; aquilo que é desconhecido e se procura saber;
O sinal de igualdade foi introduzido por Robert Recorde enigma; mistério. (Dicionário Silveira Bueno – Editora LISA)
(matemático inglês) que escreveu em um de seus livros que para
ele não existiam duas coisas mais parecidas que duas retas Exemplo:
paralelas. Um outro matemático inglês, Thomas Harriot, gostou x-2  5 só é verdade para x
a) =7
da idéia de seu colega e começou a desenhar duas retas para
1º membro 2º membro
representar que duas quantidades são iguais: b) 3x + y = 7 só é verdade para alguns valores de x e y,
Exemplo: como por exemplo x = 2 e y = 1 ou x = 1 e y = 4.
_________
400 cm _________ 4m Os valores atribuídos às incógnitas que tornam verdadeiras as
igualdades denominam-se raízes da equação.
Assim, diminuiu-se um pouco este sinal, =, passando a Se a equação contiver apenas uma incógnita e se o maior
usá-lo nas equações de Viète. expoente dessa incógnita for 1 então a equação é dita
Até o surgimento deste sistema de notação as equações equação do 1º grau a uma incógnita.
eram expressas em palavras e eram resolvidas com muita
dificuldade. A notação de Viète significou o passo mais 46) Resolução de uma equação do 1º grau a uma
decisivo e fundamental para construção do verdadeiro idioma incógnita Resolver uma equação é determinar sua raiz. No
da Álgebra: as equações. Por isso, Fraçois Viète é conhecido caso de uma equação do 1º grau a uma incógnita, consegue-
como o Pai da Álgebra. se resolvê-la isolando-se a incógnita no 1º membro,
transferindo-se para o 2º membro os termos que não
45) Equação contenham a incógnita efetuando-se a operação inversa (as
Equação é uma igualdade que só se verifica para operações inversas são: adição e subtração; multiplicação e
determinados valores atribuídos às letras (que se denominam divisão; potenciação e radiciação).
incógnitas).

2
3x - 2 - 3x  1 = 4x - 6
Exemplos: 2 3 5
Þ Þ
a) x + 2 = 7 x+2–2=7–2 x=5
Þ Þ 1º Passo: Eliminam-se os denominadores, se houver:
b) x – 3 = 0 x–3+3=0+3 x=3
m.m.c. (2; 3; 5) = 30
2x 8
c) 2x = 8 Þ = Þ x=4 Logo: 15 * (3x – 2) – 10 * (3x + 1) = 6 * (4x – 6)
2 2

d) x = 5 Þ 3 * x = 3 * 5 Þ x = 15
2º Passo: Eliminam-se os parênteses, efetuando as
3 3 multiplicações indicadas:
45x – 30 – 30x – 10 = 24x – 36
Se o coeficiente da incógnita for negativo, convém utilizar as
operações dos sinais:
3º Passo: Transpõem-se os termos que contém a incógnita
para o 1º membro, e os independentes (os que não contém a
- 2x = - 8 Þ - 2x = - 8 \ x = 4 incógnita) para o 2º, efetuando as operações necessárias:
-2 -2
45x – 30x – 24x = - 36 + 30 + 10
Se a equação envolver simultaneamente denominadores e
adição ou subtração, o primeiro passo será eliminar os
4º Passo: Reduzem-se os termos semelhantes em cada
denominadores, o que se faz mediante a aplicação da membro:
seguinte regra: -9x = 4

5º Passo: Divide-se os dois membros pelo valor que o x está


Calcula-se o m.m.c. dos denominadores; divide-se o m.m.c. sendo multiplicado, desta maneira isola-se a incógnita:
encontrado por cada um dos denominadores e multiplicam-se
os resultados pelos respectivos numeradores. - 9x = 4
- 9 -9
Os passos seguintes são descritos no exemplo a seguir:

2
valores de x e y que satisfaçam simultaneamente às
6º Passo: Sendo o divisor ou o dividendo negativo, a fração duas equações. Por exemplo, o sistema:
passa a ser negativa também:
ì 5x + y = 16 ìx= 3
í tem solução para í
4
x=-9 î 2x - 3y = 3 î y= 1
Pois apenas estes valores satisfazem
simultaneamente às duas igualdades. (Verifique!)
VERIFICAÇÃO OU “PROVA REAL”
Estudar-se-á nesta apostila três métodos de solução para um
Substitui-se a raiz encontrada em cada um dos membros da
sistema, são eles: Substituição, comparação e adição.
equação dada. Os valores numéricos devem ser iguais

SUBSTITUIÇÃO
47) Sistema de equação do 1º grau com duas incógnitas

ì 2x + 3y = 8 equação 1
A forma genérica de um sistema é: 1º) Seja o sistema: í

ì ax + by = c onde a, b, c, m, n, p  (Reais) e x e y são î 5x - 2y = 1 equação 2


í  as
î mx + ny = p 2º) Isola-se uma das incógnitas em uma das equações, por
ingógnitas.
exemplo, o valor de x na equação 1:

2x  3y  8
a. Equação a duas incógnitas: Uma equação a duas 2x = 8 - 3y
incógnitas admite infinitas soluções. Por exemplo, a
8 - 3y
equação 2x – y = 4 é verificada para um número x= equação 3
2
ilimitado de pares de valores de x e y; entre estes
pares estariam:
3º) Substitui-se x da equação 2 pelo seu valor (equação 3):
(x = 4; y = 4), (x = 2; y = 0), (x = -1; y = -6), etc.

b. Sistema de duas equações a duas incógnitas: resolver


um sistema de suas equações a duas incógnitas é
determinar os
2
2º) Isola-se a mesma incógnita nas duas equações:
æ8 - 3y
x = 33  3y x = 7  2y
ö
5*ç ÷ - 2y = 1 equação 4 e
è 2 ø
7 5
4º) Resolve-se a equação 4 determinando-se o valor de y:
5 * 8  3y  4y  2 3º) Igualam-se os segundos membros pois os primeiros são
iguais (x = x):
40 - 15y - 4y = 2
19y = 38 33 - 3y = 7  2y
\ y=2 7 5

5º) O valor obtido para y é levado à equação 3 (em que já 4º) Resolve-se a equação e determina-se y:
está isolado) e determina-se x: 5 * 33  3y  7 * 7  2y
165 - 15y = 49 + 14y
x = 8  3 * 2
2 29y = 16
\ y=4
x=8-6
2
\ x=1 5º) O valor de y é levado a qualquer das equações em que x
está isolado e determina-se o valor de x:
6º) A solução do sistema é:
33  3* 4 33  12 21
x=1 e y=2
x = 33 - 3y = = =
7 7 7 7
\ x=3
COMPARAÇÃO
6º) A solução do sistema é:
ì 7x + 3y = 33 x=3 e y=4
1º) Seja o sistema: í

î 5x - 2y = 7

2
3 *1  2y  7  3  2y  7  2y  4  y  2
ADIÇÃO

48) Exercícios
Este método consiste em somar, membro a membro, as duas
equações com o objetivo de, nesta operação, eliminar uma
Resolver as seguintes equações:
das incógnitas e só é vantajoso no caso de os coeficientes de
a) 4x  8
uma das incógnitas serem simétricos.
b) 5x10

Exemplos: c) 7  x  8
d) 3  2x  7
ìx+ y= 4 equação 1 e) 16  4x  4  x  12
a) í
f) 8  7x  13  x  27  5x
îx- y= 0 equação 2
2x 3
Somando, membro a membro, vem: g) 3 = 4

2x  4  x  2
Substituindo o valor de x na equação 1 (ou na equação 2, h) 1
4 = 10
3x

fica a critério do aluno), vem:

2 y4 y 2 i) 9x + 2 - 4x + 5 = 4x + 3
j) 3 * 2 - x - 5 * 7 - 2x = 10 - 4x + 5
ì 3x + 2y = 7 ì 3x + 2y = 7
b) í Þ í x  2 12  x 5x  36 - 1
k) - =
î 5x - y = 3 ® * (2) î 10x - 2y = 6 3 2 4
Somando, membro a membro, 5x  3 3  4x x 31 9  5x
vem: l) - + = -
8 3 2 2 6
13x  13  x  1
Substituindo o valor de x na 1ª equação (ou na 2ª, fica a
critério do aluno), vem:

2
A equação é chamada de 2º grau ou quadrática devido à
Resolver os seguintes sistemas de equações: incógnita x apresentar o maior expoente igual a 2.
ì x + y = 12 Se tivermos b ¹ 0 e c ¹ 0 teremos uma equação completa.
a) í
Se tivermos b = 0 ou c = 0 teremos uma equação incompleta.
î 3x + y = 24
ì 5x + 6y = 19
b) í
49) Resolvendo Equações de 2º Grau
î 7x + 2y = 1
ì x + 5y = 12
c) í Quando a equação de 2º grau for incompleta sua resolução é

î 3x - 4y = - 2 bastante simples, veja:

ìx + y = 2
ï 1º caso: b = 0 e c = 0; temos então:
d) í4 5
ï2x + 1 y - 3 = 2
ï - a . x² = 0
î 3 2
Exemplo:

Considere o problema: Þ Þ Þ
3 x² = 0 x² = 0 x=0 S = {0}
A idade do pai é o dobro da idade do filho. Há 10 anos atrás,
a idade do pai era o triplo da idade do filho. Qual é a idade do 2º caso: c = 0 e b ¹ 0; temos então:
pai e do filho? a . x² + b . x = 0

Exemplo:
IX – EQUAÇÕES DO 2º GRAU
Þ Þ
3 x² - 12 x = 0 x . (3 x – 12) = 0 x = 0 ou 3 x – 12
=
Equação do 2º grau na incógnita x, é toda igualdade do tipo:
Þ Þ Þ
a . x² + b . x + c = 0 0 3 x = 12 x=4 S = {0; 4}

3º caso: b = 0 e c ¹ 0; temos então:


onde a, b, c são números reais e a é não nulo (a ¹ 0).

3
50) Exercícios
Determinar as raízes das seguintes equações quadráticas:
a . x² + c = 0
2
a) x  7x  6  0
Exemplo:
Þ Þ Þ Þ 2
b) x  3x  28  0
x² - 4 = 0 x² = 4 x=  4 x’ = 2 e x’’ = -2
Þ S = {-2; 2}
2
c) 3x  5x  2  0
2
A resolução da equação completa de 2º grau é obtida através
d) 16x  16x  3  0
de uma fórmula que foi demonstrada por Bhaskara,
2
e) 4x  16  0
matemático hindu nascido em 1 114, por meio dela sabemos 2
f) 2x  18  0
que o valor da incógnita satisfaz a igualdade:
2
 b  b²  4.a.c g) 3x  5x
Fórmula de Bhaskara x  2
2.a h) 2x  8x  0
2 2
i) 2x  3  4x  3
A fórmula apresentada é uma simplificação de duas fo’rmulas; veja:
Prever a natureza das raízes das equações:
2
D  b  4ac 2
a) 2x  3x  1  0
D > 0 têm-se duas raízes reais e diferentes
D = 0 têm-se duas raízes reais e iguais 2
b) x  x  3  0
D < 0 têm-se duas raízes imaginárias 2
c) 2x  4x  2  0
OBS: Nunca teremos a = 0, pois se houver, não existirá a
Determinar mentalmente as raízes das equações:
equação de segundo grau visto que o x² seria anulado.
2
a) x  6x  5  0
3
d) y ³ 4 (y é maior ou igual a 4).
2 e) 1 < x £ 4 (x é maior do que 1 e menor ou igual
b) x  2x  15  0
a 4).
2
c) x  4x  12  0
2
d) x  10x  21  0
51) Inequação do 1º grau
2
e) x  5x  50  0 Inequação do 1º grau é uma desigualdade
condicionada em que a incógnita é de 1º grau.
Resolver as seguintes equações: Exemplo:
2 2x > 4
a) ax  b
A veracidade da desigualdade está condicionada ao valor de
b) xx  1  x2x  1  18
x. Observa-se que o 1º membro será maior do que o 2º
membro quando se atribui a x qualquer valor maior do que 2.
XI – INEQUAÇÕES DO 1º GRAU
Isto é:
Símbolos de desigualdades
x>2
São símbolos que permitem uma comparação entre duas grandezas.
x > 2 indica um conjunto de valores denominado solução da
a > b (a é maior do que b) inequação. Para determinar-se o conjunto-solução de uma
a < b (a é menor do que b) inequação do 1º grau isola-se x no 1º membro de forma à

a ³ b (a é maior ou igual a b) solução de uma equação do 1º grau, e sempre que se


multiplicar ou dividir a
a £ b (a é menor ou igual a b)
inequação por um número negativo, inverte-se o sinal
Exemplos: da desigualdade.

a) 7 > 5 (7 é maior do que 5). Exemplos:


b) 3 < 6 (3 é menor do que 6).
c) x £ 1 (x é menor ou igual a 1).

3
Seja dois números genéricos a e b. A razão entre a e b é
4x2 2x + 1 ³ 1
-x£2-4 a
2x ³ 1- 1
b) representada por b , a/b ou a : b, sendo b ¹ 0.
a) -x£-2 2x ³ 0
x³2 x³0
VII - PROPORÇÃO
Proporção é a igualdade de duas razões.
52) Exercícios ou a : b  c : d ou a : b :: c :
Seja a
proporção: a = c d.
Resolver as seguintes inequações: b d
Seus elementos se
denominam:
a) 2x + 1 £ - 1
b) - 3x £ x + 2 a - primeiro termo a e b - extremos

c) x  5x  16 b - segundo termo b e c - meios


d) 2x + 1 + 3x > 5 - 7x c - terceiro termo a e c - antecedentes

2 1
4x d - quarto termo b e d - conseqüentes
e) 5 x - 2 ³ 5 - 1
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL: Em toda proporção o produto
7 x 2 dos
f) 3 -7£x+ 3 meios é igual ao produto dos extremos.

3x 2x Considerando as proporções:
g) 4-9< 7+4
a c entã
= o a*d=b*c
b d
XII – PROPORCIONALIDADE 4*6
4 8
= então  3*8
3 6
53) Razão

3
Tempo (s) Deslocamento (m)
x 3 então 5 * x  2 * 1 20 A pergunta é: tempo e
 3 2 40 deslocamento são
2 5 3 60
4 80 grandezas diretamente ou
A principal aplicação desta propriedade é a determinação de 5 100
10 200 inversamente
um elemento desconhecido na proporção. Exemplificando: Chamado de x o
deslocamento e t o tempo, observa-se que a
Determine x na proporção:
proporcionais?
x 20 então 5 * x  4 * 20 ou x  razã é
 16 o x constante.
4 5 t
54) Grandezas diretamente ou inversamente proporcionais x 20 40 60 80 100 200
       20
Duas grandezas x e y são denominadas: t 1 2 3 4 5 10
 Diretamente proporcionais: quando a razão entre x e y Assim x e t são grandezas diretamente proporcionais

é constante. e a constante de proporcionalidade vale 20 (que é a


velocidade do carro).
x ou x
 k ky
y
b) Um gás é mantido à temperatura constante em um
 Inversamente proporcionais: quando o produto delas é
recipiente de volume variável. Quando se altera o
constante.
volume do gás a sua pressão também se modifica.
x k
x * y  k ou  Registraram-se em uma tabela os valores
y
correspondentes da pressão P(P)e Ve volumesãograndezas(V).
Sendo k denominada constante de proporcionalidade.
Exemplos: Pressão Volume diretamente ou
20 20
40 10 inversamente
a) Seja um carro que se desloca com velocidade 80 5 proporcionais?
constante em trajetória retilínea. A tabela mostra o 100 4
200 2
deslocamento do carro em função do tempo.
3
40 1 (as grandezas são dispostas na mesma
400 1  ordem de
Note que PV é 100 x
constante. correspondência).
PV  20.20 40.10  80.5  100.4  200.2  400.1  Aplicando a propriedade fundamental das proporções,
 400 vem:
Assim: P e V são grandezas inversamente
40 * x  1*100  x  2,5 horas
proporcionais com constante de proporcionalidade
igual a 400.
b) Dois litros de gás exercem uma pressão de 0,4
55) Regra de três simples
atm. Cinco litros do mesmo gás, à mesma
Utilizamos regra de três simples na solução de problemas que
temperatura, exercerão que pressão?
envolvem grandezas proporcionais.
SOLUÇÃO
As grandezas são inversamente proporcionais. Assim
Exemplos:
sendo, teremos uma regra de três simples e inversa.
Dispondo os dados do problema:
a) Um automóvel se desloca com velocidade
IP Pressã
constante percorrendo 40 km em 1 hora. Qual o Volume o
tempo gasto para 2L 0,4 atm
5L x
percorrer 100 km?
SOLUÇÃO
Sendo a regra de três inversa, as grandezas são
As grandezas envolvidas são diretamente proporcionais.
dispostas de forma que na proporção os termos do 2º
Teremos então uma regra de três simples e direta.
membro ficam invertidos.
Dispomos os dados do problema colocando frente
`frente aqueles que se correspondem. Marcamos x no
2 x x  0,16
 ou 2 * 0,4  5 * x  atm
local do valor procurado: 5 0,4
Distânci
a Tempo
56) Exercícios
40 km
100 km DP 1h
x Resolva os seguintes exercícios:

Sendo a regra de três simples e direta, tem-se:


3
h) Uma máquina tem duas rodas dentadas que se
engrenam. A maior tem 30 dentes e a menor, 18
a) Uma bomba eleva 272 litros de água em 16 dentes. Quantas voltas dá a menor enquanto a
minutos. Quantos litros elevará em 1 hora e 20 maior dá 150 voltas?
minutos? i) Um Boeing vai do Rio de Janeiro a Recife em 2
b) Doze operários levaram 25 dias para executar uma horas e 40 minutos, num vôo sem escalas. Numa
determinada obra. Quantos dias levarão 10 das viagens, ocorreu um pequeno defeito em seus
operários para executar a mesma obra? motores e ele fez a viagem em 3 horas e 20
c) Num livro de 200 páginas há 30 linhas em cada minutos, a uma velocidade de 540 km/ h. Qual é a
página. Se houvesse 25 linhas em cada página, velocidade média com que ele faz essa viagem em
quantas páginas teriam o livro? condições normais?
d) Metade de uma obra foi feita por 10 operários em j) Para asfaltar 345 km de estrada, uma equipe de 15
13 dias. Quantos tempo levarão para terminar essa pessoas levaria 8 dias. Se forem contratados
obra com 3 operários a mais? outras 9 pessoas que trabalhem no mesmo ritmo
e) Com uma certa quantidade de cobre, fabricam-se das pessoas da equipe que já existe, em quantos
1600 metros de fio com seção de 12 mm². Se a dias a nova equipe asfaltará o mesmo trecho de
seção for de 8 mm², quantos metros de fio poderão estrada?
ser obtidos? k) Para asfaltar 345 km de estrada, uma equipe de 15
f) Um quintal pode ser ladrilhado com 500 ladrilhos de 225 pessoas levaria 8 dias. Qual o número de pessoas

cm2 de área cada um. Quantas lajotas de 900 cm2, que devem ser contratadas para que a mesma
cada uma, são necessárias para recobrir o mesmo obra fique completa em 5 dias, desde que todos
quintal? trabalhadores tenham o mesmo ritmo de trabalho.
g) Um galpão pode ser construído em 48 dias por 7 l) Lisa e Rute aproveitaram uma liquidação. Lisa
pedreiros que trabalham num certo ritmo. Como comprou 18 camisetas e pagou o equivalente a 14
ele deve ser construído em duas semanas, no camisetas. Rute também comprou camisetas na
mesmo ritmo de trabalho, quantos pedreiros mesma liquidação e pagou o equivalente a 49
deverão ser contratados? camisetas. Quantas camisetas Rute comprou?

3
Quando o número de pintores é 20, a obra fica pronta em 4 dias,
57) Regra de três Composta para uma carga de trabalho diária fixa. Se diminuirmos o número
de pintores, o tempo para conclusão da obra, aumenta ou
Algumas situações envolvem mais de duas grandezas. A diminui? É claro que aumenta. Logo, pode-se concluir que essas
análise e a resolução de problemas desta natureza podem colunas são IP (pois as flechas estão apontando em direções
envolver uma regra de três composta. opostas.)

Análise II:
Exemplos: Trabalho diário Tempo
(Hs) (dias)
a) 20 pintores, trabalhando 6 horas por dia, pintam um
6 4
edifício em 4 dias. Quantos dias serão necessários para que 6 8 X
pintores, trabalhando 8 horas por dia, pintem o mesmo edifício?
SOLUÇÃO: Fixado o número de pintores. Quando o número de horas

Tempo trabalhadas por dia é 6, a obra fica pronta em 4 dias. Se


Qtde de Pintores Trabalho diário (Hs) (dias) aumentarmos a carga horária por dia para 8, o tempo para
20 6 4
conclusão da obra, aumenta ou diminui? É claro que diminui.
6 8 X
Logo, pode-se concluir que essas colunas são IP (pois as flechas
A partir de agora, adotaremos o procedimento da análise com estão apontando em direções opostas.)
relação a
Agora, faremos o seguinte procedimento, como as colunas Qtde
variável X, ou seja, analisaremos as colunas Qtde de Pintores e a
de pintores e Trabalho diário (Hs) são IP com relação à coluna
coluna
Tempo (dias) teremos que inverter as frações das duas colunas
Trabalho diário (Hs) em relação à coluna Tempo (dias), onde está
a mencionadas, e manter, do outro lado da igualdade, a coluna que
variável. contém a variável.
Análise I:
Tempo 6 8 4
Qtde de Pintores (dias) 20 . 6  x
20 4
6 X
3
Resolvendo essa igualdade, temos 20.6.4 = 6.8.x, que resulta em É claro que aumenta. Isto é, ele precisará de mais tempo para
cumprir a distância.

x = 20.6.4 Þ x = 10. Logo, pode-se concluir que essas colunas são DP (pois as flechas
6.8 estão apontando em mesma direção.)
Logo, Serão necessários 10 dias para pintar o edifício.

Análise II:
b) Paulo é representante da Loja A Barateira. Ele Horas em
Tempo (dias) viagem
costuma percorrer 1260 km em 5 dias viajando 6 horas por
dia. Em quantos dias ele percorrerá 2520 km, viajando 4 horas
5
X IP 6
4
por dia?
SOLUÇÃO: Fixada a distância a ser percorrida. Quando gasta-se 6 horas por
Distância Horas em dia na viagem, o tempo necessário para concluir a mesma é de 5
(km) Tempo (dias) viagem dias. Quando diminui-se o número de horas de viagem por dia
1260 5 6
2520 X 4 para 4, pode-se concluir que: Será necessário mais tempo para
concluir a viagem.
A partir de agora, adotaremos o procedimento da análise com Logo, essas colunas são IP (pois as flechas estão apontando em
relação a variável X, ou seja, analisaremos as colunas Distância e direções opostas.)
a coluna Horas em viagem em relação à coluna Tempo (dias), Dessa forma, faremos o seguinte procedimento: Manteremos a
onde está a variável. Análise I: fração da coluna DP, e invertemos a fração da coluna que é IP
com a coluna que contém a variável, sendo esta isolada no outro
Distância
(km)2520
DP Tempo
(dias)X
lado da igualdade.
1260 5

1260 4 5
2520 . 6 = x
Quando a distância percorrida é 1260 km o tempo gasto na
viagem é de 5 dias, para um tempo de viagem por dia fixo. Se
aumentarmos a distância a ser percorrida, o tempo para
conclusão da viagem, aumenta ou diminui?
3
Resolvendo essa igualdade, temos 2520.6.5 = 1260.4.x, que
resulta em
e) Um criador usava 2400kg de ração para alimentar 120
cães durante 45 dias. Para economizar gastos com o canil, ele
x = 2520.6.5 Þ x = 15. vendeu alguns cães e passou a usar 1200kg de ração para 3
1260.4
meses. Quantos cães ele vendeu? (Use 1 mês = 30 dias.)
Logo, Paulo fará esse percurso em 15 dias.

XIII - JUROS
EXERCÍCIOS:
a) 4 trabalhadores colhem 200 caixas iguais de laranja, em
58) Juros Simples
5 dias, trabalhando num certo ritmo. Quantas caixas de
laranjas, iguais a essas, serão colhidas em 3 dias, por 6
trabalhadores, no mesmo ritmo de colheita? O regime de Juros Simples é aquele no qual os juros sempre
incidem sobre o capital inicial. Atualmente as transações

b) Uma viagem entre duas cidades foi feita de carro, em 4 comerciais não utilizam dos juros simples e sim o regime de

dias, a uma velocidade de 75 km/h, viajando-se 9 horas por dia. juros compostos. A fórmula utilizada para o cálculo dos juros

Viajando a 90 km/h, durante 5 horas por dia, em quantos dias simples é:

iríamos de uma cidade à outra?


J=C.i.n
c) 3 torneiras iguais enchem um tanque de 5000l de J = juros
capacidade, em 10 horas. Fechando uma das torneiras, em C = capital
i = taxa da aplicação
quanto tempo as outras despejarão 3000l nesse tanque? n = tempo que durou a aplicação

d) Em 50 dias, uma escola usou 6000 folhas de papel para


imprimir provas do tipo A e do Tipo B, para 1200 alunos. A escola Exemplo 1:

tem 1150 alunos, no momento. Quantas folhas serão usadas, Um comerciante contraiu de um amigo um empréstimo de R$
durante 20 dias, para imprimir dois tipos de provas semelhantes 600,00, comprometendo a pagar a dívida em 3 meses, á taxa de
às anteriores? juros simples de

3
5% ao mês (a.m). 1) Calcular os juros simples de R$ 1200,00 a 13 % a.t. por 4
meses e 15 dias.
Para calcularmos os juros a serem pagos, fazemos:
0.13 / 6 = 0.02167
logo, 4m15d = 0.02167 x 9 = 0.195
1º) em um mês, os juros são de:
5% de 600,00 = 0,05 x 600 = 30,00 j = 1200 x 0.195 = 234

2 - Calcular os juros simples produzidos por R$40.000,00,


2º) como o prazo é de 3 meses o comerciante deverá pagar: aplicados à taxa de 36% a.a., durante 125 dias.

J = 3 x 30,00 = 90,00 Temos: J = P.i.n


A taxa de 36% a.a. equivale a 0,36/360 dias = 0,001 a.d.
Agora, como a taxa e o período estão referidos à mesma
Assim ao final dos 3 meses o comerciante deverá pagar: unidade de tempo, ou seja, dias, poderemos calcular
diretamente:
600,00 + 90,00 = 690,00 J = 40000.0,001.125 = R$5000,00

3 - Qual o capital que aplicado a juros simples de 1,2%


O valor total a ser pago (R$ 690,00) é chamado de montante. a.m. rende R$3.500,00 de juros em 75 dias?
e montante M igual a :
Temos imediatamente: J = P.i.n ou seja: 3500 = P.(1,2/100).
(75/30) Observe que expressamos a taxa i e o período n em
M=C+J=C+Cin→ relação à mesma
M = C ( 1 + in) unidade de tempo, ou seja, meses. Logo,
3500 = P. 0,012 . 2,5 = P . 0,030; Daí, vem:
P = 3500 / 0,030 = R$116.666,67

Observação importante: a taxa deve ser sempre compatível com 4 - Se a taxa de uma aplicação é de 150% ao ano, quantos
meses serão necessários para dobrar um capital aplicado através
a unidade de tempo considerada. Por exemplo, se a taxa for de de capitalização simples?
4%a.m., para um prazo de 60 dias adotaremos n = 2 (2 meses).
Objetivo: M = 2.P
Dados: i = 150/100 = 1,5
Exemplos Fórmula: M = P (1 + i.n)
Desenvolvimento:
2P = P (1 + 1,5 n)
2 = 1 + 1,5 n
n = 2/3 ano = 8 meses

4
Substituindo o montante 2 no terceiro montante os termos:
M3 = C (1 + i)2 (1 + i)
59) Juros Compostos
M3 = C (1 + i)3
Se seguirmos essa seqüência veja as aplicações seguintes:
O regime de juros compostos é conhecido como “juro sobre Ao término do 4º período:
juro”, pois o juro incide sempre no capital anterior contrário dos M4 = C (1 + i)4
juros simples. As financeiras, bancos, optam pela aplicação dos Ao término do n-ésimo período:
juros compostos, pois há uma possibilidade maior de lucro. Mn = C (1 + i)n
Então, para fazermos o cálculo do montante do juro compostos,
Imagine a seguinte aplicação: Vamos supor que aplicamos um utilizamos a seguinte fórmula:
capital qualquer em um banco. Esse capital irá render uma taxa
qualquer, assim, de período em período renderá um montante. ► Ao final do n-ésimo período:

Veja agora como ficaria essa aplicação de período em período:

Ao término do 1º período: Mn = C (1 + i)n


Iremos resgatar o primeiro montante M1 = C
+ i . C Ao término do 2º período:
Como se trata de regime de juros compostos o capital aplicado Exemplo 1:
nesse segundo período da aplicação será o montante do período
anterior e não o capital inicial como é feito no regime de juros Joana aplicou R$ 400,00 num investimento que rende 2%
simples. Portanto, o segundo montante será: M2 = M1 + i . M1. a.m. a juros compostos.
► O montante, ao final de 3 meses, é dado
Ao término do 3º período:
Seguindo a mesma regra do segundo período teremos: M3 = M2 por: M3 = 400 (1 + 0,02)3 = 400 . 1,061 =
+ i . M2.
424,48
Com a aplicação nesses três períodos obtivemos três fórmulas:
► Ao final de 6 meses:
M1 = C + i . C M2 = M1 + i . M1
M3 = M2 + i . M2
M6 = 400 (1 + 0,02)6 = 400 . 1,126 = 450,46
Colocando os termos em evidência teremos:
M1 = C (1 + i) M2 = M1 (1 + i) M3 = M2 (1 + i) ► Ao final de 1 ano (12 meses):
Substituindo o montante 1 no segundo montante os termos:
M2 = C (1 + i) (1 + i) M12 = 400 (1 + 0,02)12 = 400 . 1,26 = 507,29
M2 = C (1 + i)2

4
2 - Calcule o montante de um capital de R$6.000,00, 2) Um capital de R$ 600,00, aplicado a uma taxa de juros
aplicado a juros compostos, durante 1 ano, à taxa de 3,5% compostos de 20% ao ano, gerou um montante de R$ 1080,00
ao mês. depois de certo tempo. Qual foi esse tempo?
(use log 1,035=0,0149 e log 1,509=0,1788)

Resolução:
3) Qual foi o capital que, aplicado à taxa de juros simples de
P = R$6.000,00 1,5% ao mês, rendeu R$ 90,00 em um trimestre?
t = 1 ano = 12 meses
i = 3,5 % a.m. = 0,035 3) Qual foi o capital que, aplicado à taxa de juros compostos de
M=? 1,5% ao mês, rendeu R$ 90,00 em um trimestre?
Usando a fórmula M=P.(1+i)n, obtemos:

M = 6000.(1+0,035)12 = 6000. (1,035)12 4) A que taxa devemos aplicar o capital de R$ 4500,00, no


Fazendo x = 1,03512 e aplicando logaritmos, encontramos: sistema de capitalização simples, para que depois de 4 meses, o
montante seja de R$ 5040,00?
log x = log 1,03512 => log x = 12 log 1,035 => log x =
0,1788 => x = 1,509 4) A que taxa devemos aplicar o capital de R$ 4500,00, no
sistema de capitalização composta, para que depois de 4
Então M = 6000.1,509 = 9054. meses, o montante seja de R$ 5040,00?
Portanto o montante é R$9.054,00
5) Quanto rendeu a quantia de RS 600,00, aplicado a juros
simples, com taxa de 2,5 % aõ mês, no final de 1 ano e 3
meses?
60) Exercícios
6) Um capital de R$ 800,00, aplicado a juros compostos com
1) O capital de R$ 530,00 foi aplicado á taxa de juros simples uma taxa de 2% ao mês, resultou um montante de R$ 880,00
de 3% ao mês. Qual o valor do montante após 5 meses de após certo tempo. Qual foi o tempo da aplicação?
aplicação?

1) O capital de R$ 530,00 foi aplicado á taxa de juros 6) Um capital acrescido dos seus juros simples de 21 meses
compostos de 3% ao mês. Qual o valor do montante após 5 soma R$
meses de aplicação? 7050,00. O mesmo capital, diminuído dos seus juros simples de
13 meses, reduz-se a R$ 5350,00. O valor desse capital é:
2) Um capital de R$ 600,00, aplicado a uma taxa de juros
simples de 20% ao ano, gerou um montante de R$ 1080,00 7) Uma pessoa recebeu R$ 6.000,00 de herança, sob a
depois de certo tempo. Qual foi esse tempo? condição de investir todo o dinheiro em dois tipos particulares
de ações, X e Y. As ações do tipo X pagam 7% a.a e as ações do
tipo Y pagam 9% a.a. A
4
b) Catetos: são os outros dois lados do triângulo.
maior quantia que a pessoa pode investir nas ações x, de modo a Nas
obter R$ 500,00 de juros em um ano, é: figuras são catetos: b, c; y, z e s, t.

8) No sistema de juros compostos com capitalização anual, um


capital de R$ 20.000,00, para gerar em dois anos um montante 62) Relações trigonométricas no triângulo retângulo
de R$ 23.328,00, deve ser aplicada a uma taxa:

9) (Cespe/UnB - TRT 6º Região - 2002) Suponha que uma B

pessoa aplique R$ 2000,00 por dois meses, a juros compostos


com uma determinada taxa mensal, e obtenha um a c
rendimento igual a R$ 420,00, proveniente dos juros. Se essa
pessoa aplicar o mesmo valor por dois messes a juros simples C A
com a mesma taxa anterior, ela terá, no final desse período, b
um montante de R$ 2.400,00.
No triângulo retângulo ao lado consideremos o ângulo C
10) (Cespe/UnB - TRT 6º Região - 2002) Considere que um formado pelo lado b e a hipotenusa a.
capital de R$ 4000,00 ficou aplicado por 2 meses à taxa de juros O lado b denomina-se cateto adjacente ao ângulo C. (É o
compostos de 10% a.m. Se o montante obtido foi corrigido pela
inflação do período obtendo-se um total de R$ 5082,00, então a cateto que faz parte da constituição do ângulo).
inflação do período foi superior a 7%. O lado c denomina-se cateto oposto ao ângulo C.
Os lados do triângulo e um dos ângulos (não o reto), podem

XIII – RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS ser relacionados por:

61) Triângulo retângulo cateto oposto c


sen C  hipotenusa a
Um triângulo retângulo é aquele que tem um ângulo reto (90º).
T
A Y
S
c b x z
cos C  cateto adjacente  b
B
a
C Z
y
X
R hipotenusa a
Em um triângulo retângulo temos:
a) Hipotenusa: é o lado oposto ao ângulo reto. Nas
figuras acima são hipotenusas: a, x e r.

4
sen 60º c c B

   a sen 60º
tg C sen C  cateto oposto  c
a

60º

cos C cateto adjacente b a c


c 3
 4* 23 m
Existem tabelas que fornecem os diversos valores de senos,
2 C
b
A

co-senos e tangentes dos mais diversos ângulos. Assim, cos 60º b b


   a cos 60º
conhecido um ângulo de um triângulo retângulo e um dos a
lados, pode-se determinar os demais lados. A seguir temos b 1
 4*  2m
uma tabela com os valores das funções trigonométricas para 2
os ângulos de 30º, 45º e 60º.
b) Em um triângulo retângulo a hipotenusa mede
5 m e um dos catetos 2,5 m. Determinar o

30 graus 45 graus 60 graus ângulo formado pela hipotenusa e por esse

1 2 3 cateto. Determine o outro cateto.


Seno 2 2 2 c 2,5 1
1ª ) cos   
3 2 1 a 5 2
Co-seno 2 2 2
3 2ª ) b  a sen  5 * sen 60º  5 *
Tangente 3 1 3 3
2
Exemplos:  b  2,5 3 m
a) Em um triângulo retângulo a hipotenusa vale 4
m e dos ângulos agudos vale 60º. Determine os
A
dois catetos do triângulo.
c = 2,5 m b

B  C
a=5m

4
b) Um ângulo de um triângulo mede 30º e o
cateto que se opõe a este ângulo vale 5 cm.
c) Em um triângulo retângulo os lados valem 3 m, Calcular a hipotenusa e o outro cateto.
4 m e 5 m. Determine o seno, o co-seno e a
tangente do ângulo formado entre o lado de 3 c) Num triângulo retângulo a hipotenusa mede 3
m e o de 5 m. cm e um dos ângulos agudos vale 45º. Calcular
a medida comum dos catetos.

4
sen   5 0,8 3m
5m

d) Num triângulo retângulo, as medidas dos dois


3
cos    0,6 4m catetos são iguais. Calcular a medida comum
5
tg 4 dos ângulos agudos.
  1, 3
3
Todo triângulo de lado 3, 4 e 5, ou múltiplos destes e) Calcular os ângulos formados pelos catetos

valores, é denominado Triângulo Pitagórico. com a hipotenusa de um triângulo retângulo


sabendo que um dos catetos é a metade da

63) Exercícios hipotenusa.

a) Dado o triângulo retângulo abaixo, calcular:


f) Calcular x e y na figura a seguir:
2
2
x
60º

i. sen  y
6m

ii. cos 
iii. tg 

4
y
XIV – PLANO CARTESIANO (SEU PRODUTO, RELAÇÕES E
5
FUNÇÕES)
4

64) Os eixos cartesianos 2 P1

Dois eixos graduados, perpendiculares entre si, com origens


P 3, 2 -5 -4 -3 -2 -1
1
1 2 3 4 5
P2
1
1, - 2 P3

P4
coincidentes, são denominados eixos cartesianos. -1
x

P3 0, -1 -2 P2
y
(eixo das ordenadas)
P4 - 2, 0 -3
5 -4
4 -5
3

2 O primeiro valor numérico representa a abscissa do ponto e o


1 segundo
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
0 x
(eixo das abscissas) a ordenada do ponto.
origem -1
-2
66) Uma reta no plano cartesiano
-3
-4 Um conjunto de pontos representados em um plano
-5 cartesiano pode resultar em uma reta. Tal fato acontece
quando atribuímos os mais diversos valores a x em uma
equação característica (a seguir representada) e obtemos os
65) Um ponto no plano cartesiano
valores de y correspondentes.
Um ponto situado em um plano cartesiano tem sua posição
definida por um par de números (coordenadas do ponto). y=a*x+b

Esta equação é denominada equação reduzida da reta, sendo


que a e b necessariamente são valores constantes.

A sua representação gráfica nos mostra que:

4
c) Reta paralela ao
eixo y O valor de x é
y
a = tg  (coeficiente angular). constante.
b = valor de y onde a reta
b intercepta o eixo das ordenadas y
(coeficiente linear).
0 x

0 x
67) Casos particulares

a) Reta que passa pela origem Exemplos:


O coeficiente linear (b) é igual a zero.

y
a) Representar graficamente a equação y  3 * x
.

A equação fica: Solução: O coeficiente angular é 3 . Como tg 60º


y=a*x
= 3 , o ângulo que a reta forma com o eixo x é 60º.
x
Ainda, a reta não apresenta coeficiente linear, isto é,
a reta passa pela origem. Representando-a:
b) Reta paralela ao eixo x
y
O coeficiente angular (a) é igual a zero.
y

A equação fica 60º


y=b 0 x

0 x

b) Representar graficamente y = 20.

4
y
5
Solução: Como y é constante a reta deve ser
4
perpendicular ao eixo y. Q
3

2
P
y 1
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
20
x
-1
S
-2

0 x R -3
-4
-5

68) Exercícios c) Qual a representação gráfica da reta de


a) Situe os pontos A, B, C e D no plano cartesiano a seguir. equação
y
5 y  3 x  2
4

3
y
2

A 0, - 2 -5 -4 -3 -2 -1
1
1 2 3 4 5
B 4, 0

60º
x
0 x
-1
C 1, 3 -2
a.
y
D - 2, - 3 -3
-4
30º
-5 x

b) Dê as coordenadas dos pontos P, Q, R e S da figura a seguir.


b.

4
y y
45º
2 0 x

60º
0 x

c. b.
y y

60º 5
0 x

-2

0 x

d. c.
y y

0 x 5º x

e. d.
y

d) O gráfico da reta y = 5 é:

45º
y 0 x

e.

5
0 x
a.

4
70) Apresentação das figuras planas e suas

fórmulas Quadrado

XVI – NOÇÕES DE GEOMETRIA PLANA E ESPACIAL


A = b * h mas como
b=leh=l
GEOMETRIA PLANA
A=l*l logo A = l²

69) Definição e apresentação da Geometria Plana


Geometria Plana possui como sua principal característica P=l+l+l+l 

pertencer ao R2, isto é, possui duas dimensões sendo estas x P=4*l


e y como em um plano cartesiano, também conhecidas como
base (b) e altura (h).
OBS: o b da base e o h da altura provem do inglês onde Retângulo
base = base e altura = height.

A=b*h
Na Geometria Plana podemos encontrar a área (A) e o perímetro (P)
das figuras, onde: P=2*a+2*b

Podemos definir
Perímetros como sendo Área é o região do
o comprimento do plano limitado pelo
“contorno” de uma perímetro
figura. Losango

Toda figura plana possui uma fórmula para encontrar o valor


de seu perímetro e sua área, veja:

5
Ab*h
2
AD*d
2 P=a+b+c

P=4*l

Triângulo Eqüilátero

2
Al 3
4
Paralelogramo
P=3*l
Ab*h

P=2*a+2*b
Círculo

Trapézio
2
A  * r
A   B * b * h
2

P=a+b+c+d
Circunferência

Triângulo Qualquer

5
A2**R

GEOMETRIA ESPACIAL

71) Definição e apresentação da Geometria Espacial Pirâmide


Geometria Espacial possui como sua principal característica
pertencer ao R³, isto é, possui três dimensões sendo estas x, 1
V 3*B*h
y e z como no espaço, também conhecidos como base (b) e
altura (h) e espessura (e). B é a área da base da
pirâmide
Na Geometria Espacial podemos encontrar o volume (V) e a
área lateral (S), onde:

Cilindro circular reto


72) Apresentação das figuras espaciais e suas
fórmulas Cubo
V =  * r² * h

V=b*h*e
S2**r*h
5
S = 6 * l²
Apostila de Matemática
Básica

EXERCÍCIOS:

1) Determine a área das seguintes figuras (em cm):

r
a)
b)

Cone circular reto

1 2
V 3**r *h

2 2
S  * r * r  h

d)
Esfera c)

4 3
V 3**r

2
S4**r

5
e)

2) Temos um triângulo eqüilátero de lado 6cm. Qual é o 7) A pirâmide de Quéops, conhecida como a Grande Pirâmide,
perímetro e qual é a área deste triângulo? tem cerca de 230m de aresta na base e altura aproximada de
147m. Qual é o seu volume?
3) Um trapézio tem a base menor igual a 2, a base maior igual a
3 e a altura igual a 10. Qual a área deste trapézio?

4) Sabendo que a área de um quadrado é 36cm², qual é seu


perímetro?

5) Calcule a área e o perímetro (em metros) dos retângulos


descritos:

a) a = 25 e b = 12

b) a = 14 e b = 10

6) Achar a área total da superfície de um cilindro reto, sabendo


que o raio da base é de 10cm e a altura é de 20cm.
8) A casquinha de um sorvete tem a forma de um cone reto.
Sabendo que o raio da base mede 3cm e a altura é de 12cm.
Qual é o volume da casquinha?

5
11) Um pedaço de cartolina possui a forma de um semicírculo de
raio 20 cm. Com essa cartolina, um menino constrói um chapéu
9) Considere a Terra como uma esfera de raio 6.370km. Qual é
cônico e o coloca com a base apoiada sobre uma mesa. Qual a
sua área superficial? Descobrir a área da superfície coberta de
distância do bico do chapéu à mesa? Dica = com um semi-círculo
água, sabendo que ela corresponde a aproximadamente 3/4 da
se origina um cone eqüilátero.
superfície
total.
12) As áreas das bases de um cone circular reto e de um prisma
quadrangular reto são iguais. O prisma tem altura 12 cm e
volume igual ao dobro do volume do cone. Determinar a altura
do cone.

10) Um líquido que está num recipiente em forma de cone será 13) Uma pirâmide tem a altura medindo 30 cm e área da base
despejado em outro recipiente que possui forma cilíndrica. Se o igual a 150 cm². Qual é a área da seção superior
raio da base dos dois recipientes for 25 cm e a altura dos dois for do tronco desta pirâmide, obtido pelo corte desta pirâmide por
1m, que altura um plano paralelo à base da mesma, sabendo-se que a altura do
atingirá o líquido no cilindro? tronco da pirâmide é 17 cm?

5
5

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