Conjuntos Numéricos e Operações Básicas
Conjuntos Numéricos e Operações Básicas
ì 17 5 4 1 1 1 7 ü
Q= í ,- ,- ,- ,- ,0, , , , ý
î 6 2 3 2 3 2 4 þ
Exemplos:
Números decimais na forma exata: {1,2 ; 3,654 ; 0,00005 ;
105,27272};
periódic
Números decimais na forma a:
Esta figura representa a classe dos números.
2,333333 = 2, 3 3,0222 = 3,02 10,232323 = 10, 23
Veja a seguir:
I Irracionais
São todas as decimais não exatas e não periódicas.
N Naturais
São os números positivos inclusive o zero, que representem uma contagem inteira.
ì, -
ü
2 , 3, , ,
N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, ...} I= í ý
Z Inteiros R Reais
São os números naturais e seus opostos – negativos. É a união dos conjuntos numéricos citados acima. Portanto, todo
Z = {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, ...} número, seja N, Z, Q ou I é um número R (real).
Não há números inteiros em fração ou decimal. As raízes em que o radicando seja negativo e o
Q Racionais índice par não são reais.
HH - AS QUATRO OPERAÇÕES
FUNDAMENTAIS
(NÚMEROS DECIMAIS)
1) Adição
Na adição os números são chamados de parcelas, sendo a operação
aditiva, e o resultado é a soma.
Na subtração os números são chamados de subtraendo,
sendo a operação a subtração, e o resultado é o minuendo.
2+2=4 Subtração
3) Multiplicação
Na multiplicação os números são chamados de fatores, sendo
1 2 1 15 40 12 67 a operação multiplicativa, e o resultado é o produto.
+ + = = 1,1166
4 3 5 60 60
ou 22 * 3 = 66
1 2 1 2,25 6 1,8 10,05
+ + = = 1,1166
Multiplicação
4 3 5 9 9 Fatores Produto
Pode-se representar a multiplicação por: *, x ou .
2
) Subtração Exemplo:
4
Exemplo:
7,32 * 12,5 =
91,500 Existe na divisão, o que se pode
chamar de resto. Isto é, quando
7,32 ü
Na multiplicação começa-se uma divisão não é exata irá sempre
ý fatores operar da esquerda para a direita.
sobrar um determinado valor, veja
* 12,5 þ Quando a multiplicação envolver
3660 números decimais (como no no exemplo a seguir:
exemplo ao lado), soma-se a 843 / 5 = 168
1464 + quantidade de casas após a Para verifica
34
732 + vírgula. verdadeiro basta
43 na segui
91,500 produto
3 resto (r) D=
1 *2 *8 = 16 = 8 2,6 843 =
2 3 1 6 3 Se o resto for igual a zero a divisão
Na multiplicação de frações multiplica-se divisor com é chamada exata.
divisor, dividendo com dividendo (ou simplesmente, o 5) Casos
de cima pelo de cima e o de baixo pelo de baixo). particulares da
multiplicação e
4) Divisão divisão Multiplicação
Na divisão, os números são chamados de dividendo( a N
parte que está sendo dividida) e divisor (a quantia de
vezes que esta parte está sendo dividida), a operação *
é a divisão, e o resultado é o quociente.
Divisão 1
7 / 4 = 1,75
=
Divisão
N/1=N
N/N=1
0 / N = 0 (N ¹ 0 )
N / 0 = Não existe!!!!
6) Exercícios
n) d) – 5 + 3 = – 2
5,1
e) 2 + 3 – 1 – 2 = 5 – 3 = 2
0,021 * 4,32
o) f) – 1 – 3 + 2 – 4 + 21 – 5 – 32 = 23 – 45 = – 22
0,285
9) Multiplicação e divisão
7) Valor absoluto ou Módulo
algébrica Sinais iguais resposta
Representa a distância de um número até o zero (ou origem).
positiva Sinais diferentes
Sendo assim, o módulo, por representar distância, é sempre
resposta negativa
positivo e representado por | |.
( ) * ( ) ( ) : ( )
Isto é: ( ) ( )
6
( ) * ( ) ( ) ( ) : ( ) ( )
( ) * ( ) ( ) ( ) : ( ) ( )
( ) * ( ) ( ) ( ) : ( ) ( )
aparecem
de reunião:
parênteses,
colchetes e
chaves, efet
se as oper
eliminando-s
na or
parênteses,
colchetes
chaves, ist
dos
interiores pa
exteriores.
Quando à f
do sinal
reunião
eliminado e
o sinal neg
trocam-se
os sinais
termos inter
Exemplos: 4
e) 2=2
a) 12 * 3 = 36
20
b) (-12) * (-3) = f) ( 5) = -4
36
c) 2 * (-2) = -4 ( 20)
d) (-2) * 3 = -6 g) ( 5) = 4
Obs.: O número 2 é o
( 20) Exemplo:
único número primo e
h) = -4 par.
5
a) 2 + [ 2 – ( 3 + 2 ) – 1 ] 11 12 13 14 15 12) Decom
10) Expressões =2+[2–5–1]=2 21 22 23 24 25
numéricas +[2–6] posição
31 32 33 34 35
Para resolver expressões b) 2 + { 3 – [ 1 + ( 2 – 5 41 42 43 44 45 de um
numéricas realizamos + 4 ) ] + 8 } = 11 número
primeiro as operações de c) { 2 – [ 3 * 4 : 2 – 2 ( 3 2º Passo: Encontrar em um
multiplicação e divisão, na –1)]}+1={2– a raiz quadrada do produto
ordem em que estas [ 12 : 2 – 2 * 2 ] } + 1 maior número de
estiverem indicadas, e = { 2 – [ 6 – 4] } + 1 quadrado dentre os fatores
depois adições e indicados, ou seja, primos
subtrações. Em expressões 11) Números Primos encontrar o maior A
que São aqueles números divisíveis número que se decomposiç
somente por eles mesmos e por
1. conheça a raiz ão de um
Obs.: O número 1, por definição, quadrada exata. número em
não é primo. um produto
No caso, 49 7 .
de fatores
Método para obtenção de primos é
números primos 3º Passo: Extrair da
feita por
Faremos isso através de um lista acima os
exemplo: meio do
números múltiplos
dispositivo
dos números {2, 3, 4,
Encontre os números primos prático que
5, 6, 7}, nesta ordem,
compreendidos entre 1 e 50. será
onde o 7 provém do
mostrado
2º passo.
1º Passo: Enumera-los nos
1 2 3 4 5 6 exemplos a
4º Passo: Os números que
7 sobraram são os números seguir.
primos procurados:
{2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, Exemplos:
23, 29, 31, 37, 41, 43, 47}.
18 = 2.32
OBS: Número primo é aquele 36 = 22.32.
divisível somente por ele
mesmo e pelo número 1.
30 2 12 \ 12 \ 45 2
15 3 06 \ 08 \ 45 2
13) Mínimo múltiplo comum
(m.m.c.)
03 \ 04 \ 45 2
55 30 = 2 * 3 * 5
O mínimo múltiplo comum a
03 \ 02 \ 45 2
1 30
vários números é o menor 03 \ 01 \ 45 3
número divisível por todos eles. 01 \ 01 \ 15 3
21 3 Exemplo: 01 \ 01 \ 05 5
77 21 = 3 * 7 01 \ 01 \ 01 720
1 a) Calcular o m.m.c. entre O m.m.c. entre 12, 16
21 12, 16 e 45 e 45 é 720
Confirme os
8 resultados abaixo.
b) m.m.c. (4, 3) = 12
c) m.m.c. (3, 5, 8) =
120
d) m.m.c. (8, 4) = 8
e) m.m.c. (60, 15,
20, 12) = 60
14)Máximo Divisor
Comum (m.d.c.)
O m.d.c. a vários
números é o maior
número que os divide.
Exemplo: Encontrar o
m.d.c. entre 12, 18 e 36.
1 5
e) -1 4 = - 4
16) Propriedade
Reduzem-se ao menor
denominador comum e somam-
Multiplica-se a
Exemplos: se algebricamente os fração dividenda
numeradores. pelo inverso da
fração divisora.
OBS: O menor denominador
1 1 * 2 2 comum é o m.m.c. dos
a) 2 2 * 2 4 denominadores.
18) Multiplicação de
frações Exemplos:
3 3 * 5 15 Multiplicam-se os
b) 4 4 * 5 20 Exemplos: numeradores entre
c) 20 20 : 10 2 si, da mesma
30 30 : 10 3 1 1 3 2 32 5 maneira se faz com
a)
4 4 :4 1 2 3 6 6 6 6 os denominadores.
d) - 8 - 8 : 4- 2
b) 1
5 - 2 3 5 - 4 3 5 - 4
Exemplos:
2 6 3 6 6 6 6
17) Soma algébrica de frações 1 3 4 - 2 1 9 16 24
c) - - -
a) 1 * 3 3
12 4 3 12 12 12 12 =
2 5 10
1
1ö 1 1
b) ç - * = -
æ
÷
4 2 8
è ø
1ö æ 2ö 2
c) ç - *ç - =
æ
÷ ÷
3 è
5 15
è ø ø
1ö æ 2
d) - 3 * ç - æ
÷ *ç -
ö
÷
4ø è 7
è ø
3 1
e) 2 4 * 3 5 =
11 16
4* 5=
44 4
5=85
19) Divisão de
frações
-
- 2 14 - 9 4
2 2 2
b) 1 3 = æç - ö÷ * = 3 è
a
4 1
- = -1 >
1
a) 2 è 3 ø 1 33 b
2 20) Comparação de
1 1 1 1 Frações l
c) 2= * = ê
Para comparar as frações
= 3 2 3 6 -
devemos reduzi-las ao s
1 d) 2
5
mesmo denominador e e
comparar os numeradores, a “
qual tiver o numerados maior a
* =
será a maior fração. é
3 1 O
5 B m
S.: a
a i
* < o
= r
3 b
lê-
3 se d
2 “a o
é
= m q
= en u
1 e
or
1 5 do
b
qu
e ”
1 2 b”
=
1 1
7
3 1
2
2
1 3
2 41 3 13 3 13 æ 4
e) = = *ç -
2
2
6 2 a) 4=
Exemplo: Comparar 7e3: 9
Para isto, calculamos o m.m.c. entre 7 e 3: b) 27 =
m.m.c.(3, 7) = 21.
12
Então, ao transformar os denominadores em 21, devemos c) 48 =
multiplicar os numeradores pelo fatores de transformações.
Resolva:
1 1
a) 5 10
2 4
b) 3- 3
1 1 1
21) Exercícios c) 2- 3 6
1
Simplifiqu
e:
1 2
d) 3*5 = 1
1+
3 1 2 1+ 1 =
e) 7 * 3*5 = a) 1
1+
1
æ 1ö æ 2 1+
f) ç- ÷* ç- 1+1
ö
÷=è6øè5ø
1 1
+ æ9 ö +
1 2 3 4
3 b) 2 3 : çè 17 +
g) 1 = 1
2 1÷ø = 3 + 4
V - POTÊNCIAS
2æ 1ö
h) :ç - ÷ =
3 è 5ø
Definição: Potência de grau n de um número A é o produto de
1 2 1
i) 2: 3* 4= n fatores iguais a A.
An = A∗A∗.. .∗A
2 1 n vezes
j) 25 :1 5=
A é a base da potência e n é o expoente da potência, que
determina
æ1 2ö 1
k) ç + ÷: =
seu grau.
è3 4ø 2
Assim:
1+1
l) 3= 2³ = 2 * 2 * 2 = 8 2³ = 8
3 (- 1) = (- 1) * (- 1) * (- 1) * (- 1) = 1 (- 1)4 = 1
4
1+1
1+ 2
CASOS PARTICULARES:
m) 2 =
a) A potência de expoente 1 (1º grau) é igual à base:
12
1
6 vezes
6
A1 = A; 21 = 2 Realmente: 5 = 5 * 5 * 5 * 5 * 5 * 5 = 56 - 4 = 52
4
5 5*5*5*5
b) Toda potência de 1 é igual
a 1: 1² = 1; 1³ = 1 4 vezes
29) Potências de 10
27) Expoente nulo
Efetuam-se as potências de 10 escrevendo à direita da
Toda potência de base diferente de zero e expoente zero é
unidade tantos zeros quantas forem as unidades do
igual a unidade.
expoente.
ì 4 4 4-4 0
ïa :a =a =a 0 Exemplos:
Realmente: í 4 a =1
ï a 4 :a =1
î a) 10² = 100
1
ï 23 2 expoente quantas são as ordens decimais.
ï 7 = 23 - 7 = 2-4 a n
î2
an
1
j) 34 : 3² * 35 =
Realmente: 0,0025 25 25 -4 k) 24 * 54 =
= = 4 = 25 * 10 l) (- 3)5 * (- 5)5 =
10 000 10
m) 153 : 33 =
Exemplos:
n) (- 4)6 : 26 =
o) (3³)2 =
a) 0,001 = 10-3
p) (2³)5 =
b) 0,002 = 2 * 10-3
q) (33)2 =
c) 0,00008 = 8 * 10-5
r) [ (3³)² ]² =
d) 1,255 = 1255 * 10-3
s) (2 * 3)³ =
e) 2 * 10-3 = 0,002
t) (3² * 5 * 2)4 =
31) Exercícios u) æç 5 ö÷ =
5
è 3ø
a) 1³ = æ 2ö 3
v) çç ÷÷ =
b) 04 = 4
è 3 ø
c) (- 2)³ =
d) (- 4)³ = w) æçç 22 * 33 ö÷÷ 2 =
e) (- 2)4 =
è 53 ø
f) (- 4)4 = x) (2 * 3²)0 =
5
g) 2³ * 2 = y) 4-2 =
h) 3² * 3 * 35 = z) 2 * 3-1 =
i) 35 : 34 =
1
Definição: Denomina-se raiz
de índice n (ou raiz n-ésima)
2
de A, ao número ou
aa) =
3 4 expressão que, elevado à
-3 -2 -4
bb) (2 * 5 ) = potência n reproduz A.
c) 0,01 =
d) 0,000045 = a) 16 = 4 porque 4² =
16
Exemplos:
a) 2
12 = 2 * 3 = 2 3
b) 2
180 = 2 * 3
2
5=2*3 5=6 5
1
Exemplo
4 8 4 2 :
c) 3 *5 *2 = 3 *5 4 2
a) 2* 3= 2*3= 6
4 8 8:4 2
d) 3 = 3 = 3 b) 6= 6= 3
2 2
Reciprocamente, para introduzir um fator no radical,
c) 3 * 5 * 2 = 3 * 5 * 2 = 30
multiplica-se o expoente do fator pelo índice do radical. 4 4
Assim: 45* 3 15 15
d) = = 4
42 42 2
3 3 3
3 2= 3 *2
35) Potenciação de radicais
Eleva-se o radicando à potência indicada e conserva-se o
33) Adição e subtração de radicais semelhantes índice.
Radicais de mesmo índice e mesmo radicando são
semelhantes. Na adição e subtração de radicais semelhantes, Exemplo:
operam-se os coeficientes e conserva-se o radical.
a) 4 33 = 4 33 = 4 27
Exemplos:
b) æ
ç
2 * 3 ö÷ 2 = 5 2 2* 3 2 = 5 2 4 * 3 2
5 2
è ø
Exemplos
34) Multiplicação e divisão de radicais de mesmo :
índice Multiplicam-se (dividem-se) os radicandos e dá-se ao
produto (quociente) o índice comum.
2*2 4
a) 3= 3= 3
1
3 a) 1 1* 2 2 2
b) 4 3 24 3 2 2* 2 4 2
b) 1 1* 3 3 3 3
37) Expoente fracionário 2 3 2 3* 3 2 9 2*3 6
Uma potência com expoente fracionário pode ser convertida
numa raiz, cujo radicando é a base, o índice é o denominador c) 2 2* 3 6 6
3 3* 3 9 3
do expoente, sendo o numerador o expoente do radicando.
d) 2 2 2 2 * 6 2 12 2 12 2 12 12
Exemplos: 56 5 6 * 6 5 36 5 * 6 30 15
p q
a) a q a p
2º Caso: O denominador é uma soma ou diferença de dois
5 2 5 52 - 2 2 5-2 3
2
3 3
l) 2 23 2 =
5 5 * 2 - 3
5 * 2 - 3 5 * 2 - 3
5 * 2 - 3 5 * 2 - 3
1
b) 2 2 =
Efetuar:
æ 1 ö 12
a) 5 - 2 5+ 10 5 = c) ççè 2 2 ÷÷ø =
b) 32 + 3 2 - 8 =
4
d) 2 * 3
1
6 =
c) 3 3 + 3 - 729 =
d) 3* 6=
Racionalizar o denominador das frações seguintes:
e) -3 2 * - 3 4 =
48
f) = 1
4 a) 5=
2 3
g) 3 2 6 = b) 7 =
32 * 3 2 ö 2
h) æ
ç ÷ =
c)
3
2 2 =
è ø
2
i) 33 3= d) =
5-2
=
j) 3 2
k) 3 2 2 =
2
5 41) Operações com expressões algébricas
e) = 1. Soma algébrica
4 - 11
Somente é possível somar ou subtrair termos
a) 50 - 8 =
literal). Para somar ou subtrair termos semelhantes
(reduzir termos semelhantes) repete-se a parte literal e
2
opera-se com os coeficientes. Exemplo:
3x²y – 4xy² + 7xy² + 5x²y = 8x²y + 3xy²
b) 2352 =
1 1 2. Multiplicação
c) 1 - 2 - 2 1 = Multiplica-se cada termo do primeiro fator por
todos os termos do segundo fator e
VII – OPERAÇÕES ALGÉBRICAS reproduzem-se os termos semelhantes.
Exemplo:
40) Expressões algébricas (3a²y) * (2ay) = 6a³y²
São indicações de operações envolvendo letras ou letras e números.
Exemplos:
a) 5ax – 4b
b) ax² + bx + c
c) 7a²b
2
(a - b)² = a² - 2ab + b²
3. Divisão
1º Caso: Divisão de monômios: Divide-se o O quadrado da diferença de dois termos é igual ao quadrado do
coeficiente numérico do dividendo pelo 1º primeiro menos duas vezes o produto do primeiro pelo segundo
coeficiente do divisor, e a parte literal do mais o quadrado do segundo.
dividendo pela do divisor, observando-se as
regras para divisão de potências de mesma Exemplo:
base. (x – 3) = x² + 2 * x * (- 3) + (- 3)² = x² - 6x + 9
2º Caso: Divisão de polinômio por monômio: Divide-se III. Produto da soma de dois termos por sua
diferença:
cada termo do dividendo pelo monômio divisor.
Exemplo: (a + b) * (a – b) = a2 – b2
3xy 8a 2 2 =
Exemplos:
i)
a) Fatorando o polinômio 4ax² + 8a²x³ + 2a³x tem-se:
j) 5ab 3c * 5ab 3c =
æ
4ax² 8a²x³ 2a³x ö = 2ax 2x + 4ax² +
4ax² + 8a²x³ + 2a³x = 2ax ç + + ÷ a²
Fatorar:
è 2ax 2ax 2ax ø
a) 15a² - 10ab =
b) Fatorar: 5x²y + x4y³ + 2x². O fator comum
b) 3a²x – 6b²x + 12x =
é x². Assim: 5x²y + x4y³ + 2x² = x² (5y + x²y³ +
2)
VIII – EQUAÇÕES DO 1º GRAU
44) Exercícios
UM BREVE RELATO DA HISTÓRIA DA EQUAÇÃO
Efetuar:
As equações foram introduzidas pelo conselheiro do rei da
França, Henrique IV, o francês François Viète, nascido em 1540.
a) 3a 2 2 2
- 7ab 4b - 5a 3ab - 4b
2=
Através da matemática Viète decifrava códigos secretos que era
b) 2 2
3xy - 7x y 3y
3
3 2
- 2y - 8x y 3xy
2
= mensagens escritas com a substituição de letras por numerais.
2 2 Desta forma Viète teve uma
c) 7xy * - 8x y * xy =
d) a b c * a - b =
2
idéia simples, mas genial: fez o contrário, ou seja, usou letras Incógnita: Quantidade desconhecida de uma equação ou de
para representar os números nas equações. um problema; aquilo que é desconhecido e se procura saber;
O sinal de igualdade foi introduzido por Robert Recorde enigma; mistério. (Dicionário Silveira Bueno – Editora LISA)
(matemático inglês) que escreveu em um de seus livros que para
ele não existiam duas coisas mais parecidas que duas retas Exemplo:
paralelas. Um outro matemático inglês, Thomas Harriot, gostou x-2 5 só é verdade para x
a) =7
da idéia de seu colega e começou a desenhar duas retas para
1º membro 2º membro
representar que duas quantidades são iguais: b) 3x + y = 7 só é verdade para alguns valores de x e y,
Exemplo: como por exemplo x = 2 e y = 1 ou x = 1 e y = 4.
_________
400 cm _________ 4m Os valores atribuídos às incógnitas que tornam verdadeiras as
igualdades denominam-se raízes da equação.
Assim, diminuiu-se um pouco este sinal, =, passando a Se a equação contiver apenas uma incógnita e se o maior
usá-lo nas equações de Viète. expoente dessa incógnita for 1 então a equação é dita
Até o surgimento deste sistema de notação as equações equação do 1º grau a uma incógnita.
eram expressas em palavras e eram resolvidas com muita
dificuldade. A notação de Viète significou o passo mais 46) Resolução de uma equação do 1º grau a uma
decisivo e fundamental para construção do verdadeiro idioma incógnita Resolver uma equação é determinar sua raiz. No
da Álgebra: as equações. Por isso, Fraçois Viète é conhecido caso de uma equação do 1º grau a uma incógnita, consegue-
como o Pai da Álgebra. se resolvê-la isolando-se a incógnita no 1º membro,
transferindo-se para o 2º membro os termos que não
45) Equação contenham a incógnita efetuando-se a operação inversa (as
Equação é uma igualdade que só se verifica para operações inversas são: adição e subtração; multiplicação e
determinados valores atribuídos às letras (que se denominam divisão; potenciação e radiciação).
incógnitas).
2
3x - 2 - 3x 1 = 4x - 6
Exemplos: 2 3 5
Þ Þ
a) x + 2 = 7 x+2–2=7–2 x=5
Þ Þ 1º Passo: Eliminam-se os denominadores, se houver:
b) x – 3 = 0 x–3+3=0+3 x=3
m.m.c. (2; 3; 5) = 30
2x 8
c) 2x = 8 Þ = Þ x=4 Logo: 15 * (3x – 2) – 10 * (3x + 1) = 6 * (4x – 6)
2 2
d) x = 5 Þ 3 * x = 3 * 5 Þ x = 15
2º Passo: Eliminam-se os parênteses, efetuando as
3 3 multiplicações indicadas:
45x – 30 – 30x – 10 = 24x – 36
Se o coeficiente da incógnita for negativo, convém utilizar as
operações dos sinais:
3º Passo: Transpõem-se os termos que contém a incógnita
para o 1º membro, e os independentes (os que não contém a
- 2x = - 8 Þ - 2x = - 8 \ x = 4 incógnita) para o 2º, efetuando as operações necessárias:
-2 -2
45x – 30x – 24x = - 36 + 30 + 10
Se a equação envolver simultaneamente denominadores e
adição ou subtração, o primeiro passo será eliminar os
4º Passo: Reduzem-se os termos semelhantes em cada
denominadores, o que se faz mediante a aplicação da membro:
seguinte regra: -9x = 4
2
valores de x e y que satisfaçam simultaneamente às
6º Passo: Sendo o divisor ou o dividendo negativo, a fração duas equações. Por exemplo, o sistema:
passa a ser negativa também:
ì 5x + y = 16 ìx= 3
í tem solução para í
4
x=-9 î 2x - 3y = 3 î y= 1
Pois apenas estes valores satisfazem
simultaneamente às duas igualdades. (Verifique!)
VERIFICAÇÃO OU “PROVA REAL”
Estudar-se-á nesta apostila três métodos de solução para um
Substitui-se a raiz encontrada em cada um dos membros da
sistema, são eles: Substituição, comparação e adição.
equação dada. Os valores numéricos devem ser iguais
SUBSTITUIÇÃO
47) Sistema de equação do 1º grau com duas incógnitas
ì 2x + 3y = 8 equação 1
A forma genérica de um sistema é: 1º) Seja o sistema: í
2x 3y 8
a. Equação a duas incógnitas: Uma equação a duas 2x = 8 - 3y
incógnitas admite infinitas soluções. Por exemplo, a
8 - 3y
equação 2x – y = 4 é verificada para um número x= equação 3
2
ilimitado de pares de valores de x e y; entre estes
pares estariam:
3º) Substitui-se x da equação 2 pelo seu valor (equação 3):
(x = 4; y = 4), (x = 2; y = 0), (x = -1; y = -6), etc.
5º) O valor obtido para y é levado à equação 3 (em que já 4º) Resolve-se a equação e determina-se y:
está isolado) e determina-se x: 5 * 33 3y 7 * 7 2y
165 - 15y = 49 + 14y
x = 8 3 * 2
2 29y = 16
\ y=4
x=8-6
2
\ x=1 5º) O valor de y é levado a qualquer das equações em que x
está isolado e determina-se o valor de x:
6º) A solução do sistema é:
33 3* 4 33 12 21
x=1 e y=2
x = 33 - 3y = = =
7 7 7 7
\ x=3
COMPARAÇÃO
6º) A solução do sistema é:
ì 7x + 3y = 33 x=3 e y=4
1º) Seja o sistema: í
î 5x - 2y = 7
2
3 *1 2y 7 3 2y 7 2y 4 y 2
ADIÇÃO
48) Exercícios
Este método consiste em somar, membro a membro, as duas
equações com o objetivo de, nesta operação, eliminar uma
Resolver as seguintes equações:
das incógnitas e só é vantajoso no caso de os coeficientes de
a) 4x 8
uma das incógnitas serem simétricos.
b) 5x10
Exemplos: c) 7 x 8
d) 3 2x 7
ìx+ y= 4 equação 1 e) 16 4x 4 x 12
a) í
f) 8 7x 13 x 27 5x
îx- y= 0 equação 2
2x 3
Somando, membro a membro, vem: g) 3 = 4
2x 4 x 2
Substituindo o valor de x na equação 1 (ou na equação 2, h) 1
4 = 10
3x
2 y4 y 2 i) 9x + 2 - 4x + 5 = 4x + 3
j) 3 * 2 - x - 5 * 7 - 2x = 10 - 4x + 5
ì 3x + 2y = 7 ì 3x + 2y = 7
b) í Þ í x 2 12 x 5x 36 - 1
k) - =
î 5x - y = 3 ® * (2) î 10x - 2y = 6 3 2 4
Somando, membro a membro, 5x 3 3 4x x 31 9 5x
vem: l) - + = -
8 3 2 2 6
13x 13 x 1
Substituindo o valor de x na 1ª equação (ou na 2ª, fica a
critério do aluno), vem:
2
A equação é chamada de 2º grau ou quadrática devido à
Resolver os seguintes sistemas de equações: incógnita x apresentar o maior expoente igual a 2.
ì x + y = 12 Se tivermos b ¹ 0 e c ¹ 0 teremos uma equação completa.
a) í
Se tivermos b = 0 ou c = 0 teremos uma equação incompleta.
î 3x + y = 24
ì 5x + 6y = 19
b) í
49) Resolvendo Equações de 2º Grau
î 7x + 2y = 1
ì x + 5y = 12
c) í Quando a equação de 2º grau for incompleta sua resolução é
ìx + y = 2
ï 1º caso: b = 0 e c = 0; temos então:
d) í4 5
ï2x + 1 y - 3 = 2
ï - a . x² = 0
î 3 2
Exemplo:
Considere o problema: Þ Þ Þ
3 x² = 0 x² = 0 x=0 S = {0}
A idade do pai é o dobro da idade do filho. Há 10 anos atrás,
a idade do pai era o triplo da idade do filho. Qual é a idade do 2º caso: c = 0 e b ¹ 0; temos então:
pai e do filho? a . x² + b . x = 0
Exemplo:
IX – EQUAÇÕES DO 2º GRAU
Þ Þ
3 x² - 12 x = 0 x . (3 x – 12) = 0 x = 0 ou 3 x – 12
=
Equação do 2º grau na incógnita x, é toda igualdade do tipo:
Þ Þ Þ
a . x² + b . x + c = 0 0 3 x = 12 x=4 S = {0; 4}
3
50) Exercícios
Determinar as raízes das seguintes equações quadráticas:
a . x² + c = 0
2
a) x 7x 6 0
Exemplo:
Þ Þ Þ Þ 2
b) x 3x 28 0
x² - 4 = 0 x² = 4 x= 4 x’ = 2 e x’’ = -2
Þ S = {-2; 2}
2
c) 3x 5x 2 0
2
A resolução da equação completa de 2º grau é obtida através
d) 16x 16x 3 0
de uma fórmula que foi demonstrada por Bhaskara,
2
e) 4x 16 0
matemático hindu nascido em 1 114, por meio dela sabemos 2
f) 2x 18 0
que o valor da incógnita satisfaz a igualdade:
2
b b² 4.a.c g) 3x 5x
Fórmula de Bhaskara x 2
2.a h) 2x 8x 0
2 2
i) 2x 3 4x 3
A fórmula apresentada é uma simplificação de duas fo’rmulas; veja:
Prever a natureza das raízes das equações:
2
D b 4ac 2
a) 2x 3x 1 0
D > 0 têm-se duas raízes reais e diferentes
D = 0 têm-se duas raízes reais e iguais 2
b) x x 3 0
D < 0 têm-se duas raízes imaginárias 2
c) 2x 4x 2 0
OBS: Nunca teremos a = 0, pois se houver, não existirá a
Determinar mentalmente as raízes das equações:
equação de segundo grau visto que o x² seria anulado.
2
a) x 6x 5 0
3
d) y ³ 4 (y é maior ou igual a 4).
2 e) 1 < x £ 4 (x é maior do que 1 e menor ou igual
b) x 2x 15 0
a 4).
2
c) x 4x 12 0
2
d) x 10x 21 0
51) Inequação do 1º grau
2
e) x 5x 50 0 Inequação do 1º grau é uma desigualdade
condicionada em que a incógnita é de 1º grau.
Resolver as seguintes equações: Exemplo:
2 2x > 4
a) ax b
A veracidade da desigualdade está condicionada ao valor de
b) xx 1 x2x 1 18
x. Observa-se que o 1º membro será maior do que o 2º
membro quando se atribui a x qualquer valor maior do que 2.
XI – INEQUAÇÕES DO 1º GRAU
Isto é:
Símbolos de desigualdades
x>2
São símbolos que permitem uma comparação entre duas grandezas.
x > 2 indica um conjunto de valores denominado solução da
a > b (a é maior do que b) inequação. Para determinar-se o conjunto-solução de uma
a < b (a é menor do que b) inequação do 1º grau isola-se x no 1º membro de forma à
3
Seja dois números genéricos a e b. A razão entre a e b é
4x2 2x + 1 ³ 1
-x£2-4 a
2x ³ 1- 1
b) representada por b , a/b ou a : b, sendo b ¹ 0.
a) -x£-2 2x ³ 0
x³2 x³0
VII - PROPORÇÃO
Proporção é a igualdade de duas razões.
52) Exercícios ou a : b c : d ou a : b :: c :
Seja a
proporção: a = c d.
Resolver as seguintes inequações: b d
Seus elementos se
denominam:
a) 2x + 1 £ - 1
b) - 3x £ x + 2 a - primeiro termo a e b - extremos
2 1
4x d - quarto termo b e d - conseqüentes
e) 5 x - 2 ³ 5 - 1
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL: Em toda proporção o produto
7 x 2 dos
f) 3 -7£x+ 3 meios é igual ao produto dos extremos.
3x 2x Considerando as proporções:
g) 4-9< 7+4
a c entã
= o a*d=b*c
b d
XII – PROPORCIONALIDADE 4*6
4 8
= então 3*8
3 6
53) Razão
3
Tempo (s) Deslocamento (m)
x 3 então 5 * x 2 * 1 20 A pergunta é: tempo e
3 2 40 deslocamento são
2 5 3 60
4 80 grandezas diretamente ou
A principal aplicação desta propriedade é a determinação de 5 100
10 200 inversamente
um elemento desconhecido na proporção. Exemplificando: Chamado de x o
deslocamento e t o tempo, observa-se que a
Determine x na proporção:
proporcionais?
x 20 então 5 * x 4 * 20 ou x razã é
16 o x constante.
4 5 t
54) Grandezas diretamente ou inversamente proporcionais x 20 40 60 80 100 200
20
Duas grandezas x e y são denominadas: t 1 2 3 4 5 10
Diretamente proporcionais: quando a razão entre x e y Assim x e t são grandezas diretamente proporcionais
cm2 de área cada um. Quantas lajotas de 900 cm2, que devem ser contratadas para que a mesma
cada uma, são necessárias para recobrir o mesmo obra fique completa em 5 dias, desde que todos
quintal? trabalhadores tenham o mesmo ritmo de trabalho.
g) Um galpão pode ser construído em 48 dias por 7 l) Lisa e Rute aproveitaram uma liquidação. Lisa
pedreiros que trabalham num certo ritmo. Como comprou 18 camisetas e pagou o equivalente a 14
ele deve ser construído em duas semanas, no camisetas. Rute também comprou camisetas na
mesmo ritmo de trabalho, quantos pedreiros mesma liquidação e pagou o equivalente a 49
deverão ser contratados? camisetas. Quantas camisetas Rute comprou?
3
Quando o número de pintores é 20, a obra fica pronta em 4 dias,
57) Regra de três Composta para uma carga de trabalho diária fixa. Se diminuirmos o número
de pintores, o tempo para conclusão da obra, aumenta ou
Algumas situações envolvem mais de duas grandezas. A diminui? É claro que aumenta. Logo, pode-se concluir que essas
análise e a resolução de problemas desta natureza podem colunas são IP (pois as flechas estão apontando em direções
envolver uma regra de três composta. opostas.)
Análise II:
Exemplos: Trabalho diário Tempo
(Hs) (dias)
a) 20 pintores, trabalhando 6 horas por dia, pintam um
6 4
edifício em 4 dias. Quantos dias serão necessários para que 6 8 X
pintores, trabalhando 8 horas por dia, pintem o mesmo edifício?
SOLUÇÃO: Fixado o número de pintores. Quando o número de horas
x = 20.6.4 Þ x = 10. Logo, pode-se concluir que essas colunas são DP (pois as flechas
6.8 estão apontando em mesma direção.)
Logo, Serão necessários 10 dias para pintar o edifício.
Análise II:
b) Paulo é representante da Loja A Barateira. Ele Horas em
Tempo (dias) viagem
costuma percorrer 1260 km em 5 dias viajando 6 horas por
dia. Em quantos dias ele percorrerá 2520 km, viajando 4 horas
5
X IP 6
4
por dia?
SOLUÇÃO: Fixada a distância a ser percorrida. Quando gasta-se 6 horas por
Distância Horas em dia na viagem, o tempo necessário para concluir a mesma é de 5
(km) Tempo (dias) viagem dias. Quando diminui-se o número de horas de viagem por dia
1260 5 6
2520 X 4 para 4, pode-se concluir que: Será necessário mais tempo para
concluir a viagem.
A partir de agora, adotaremos o procedimento da análise com Logo, essas colunas são IP (pois as flechas estão apontando em
relação a variável X, ou seja, analisaremos as colunas Distância e direções opostas.)
a coluna Horas em viagem em relação à coluna Tempo (dias), Dessa forma, faremos o seguinte procedimento: Manteremos a
onde está a variável. Análise I: fração da coluna DP, e invertemos a fração da coluna que é IP
com a coluna que contém a variável, sendo esta isolada no outro
Distância
(km)2520
DP Tempo
(dias)X
lado da igualdade.
1260 5
1260 4 5
2520 . 6 = x
Quando a distância percorrida é 1260 km o tempo gasto na
viagem é de 5 dias, para um tempo de viagem por dia fixo. Se
aumentarmos a distância a ser percorrida, o tempo para
conclusão da viagem, aumenta ou diminui?
3
Resolvendo essa igualdade, temos 2520.6.5 = 1260.4.x, que
resulta em
e) Um criador usava 2400kg de ração para alimentar 120
cães durante 45 dias. Para economizar gastos com o canil, ele
x = 2520.6.5 Þ x = 15. vendeu alguns cães e passou a usar 1200kg de ração para 3
1260.4
meses. Quantos cães ele vendeu? (Use 1 mês = 30 dias.)
Logo, Paulo fará esse percurso em 15 dias.
XIII - JUROS
EXERCÍCIOS:
a) 4 trabalhadores colhem 200 caixas iguais de laranja, em
58) Juros Simples
5 dias, trabalhando num certo ritmo. Quantas caixas de
laranjas, iguais a essas, serão colhidas em 3 dias, por 6
trabalhadores, no mesmo ritmo de colheita? O regime de Juros Simples é aquele no qual os juros sempre
incidem sobre o capital inicial. Atualmente as transações
b) Uma viagem entre duas cidades foi feita de carro, em 4 comerciais não utilizam dos juros simples e sim o regime de
dias, a uma velocidade de 75 km/h, viajando-se 9 horas por dia. juros compostos. A fórmula utilizada para o cálculo dos juros
tem 1150 alunos, no momento. Quantas folhas serão usadas, Um comerciante contraiu de um amigo um empréstimo de R$
durante 20 dias, para imprimir dois tipos de provas semelhantes 600,00, comprometendo a pagar a dívida em 3 meses, á taxa de
às anteriores? juros simples de
3
5% ao mês (a.m). 1) Calcular os juros simples de R$ 1200,00 a 13 % a.t. por 4
meses e 15 dias.
Para calcularmos os juros a serem pagos, fazemos:
0.13 / 6 = 0.02167
logo, 4m15d = 0.02167 x 9 = 0.195
1º) em um mês, os juros são de:
5% de 600,00 = 0,05 x 600 = 30,00 j = 1200 x 0.195 = 234
Observação importante: a taxa deve ser sempre compatível com 4 - Se a taxa de uma aplicação é de 150% ao ano, quantos
meses serão necessários para dobrar um capital aplicado através
a unidade de tempo considerada. Por exemplo, se a taxa for de de capitalização simples?
4%a.m., para um prazo de 60 dias adotaremos n = 2 (2 meses).
Objetivo: M = 2.P
Dados: i = 150/100 = 1,5
Exemplos Fórmula: M = P (1 + i.n)
Desenvolvimento:
2P = P (1 + 1,5 n)
2 = 1 + 1,5 n
n = 2/3 ano = 8 meses
4
Substituindo o montante 2 no terceiro montante os termos:
M3 = C (1 + i)2 (1 + i)
59) Juros Compostos
M3 = C (1 + i)3
Se seguirmos essa seqüência veja as aplicações seguintes:
O regime de juros compostos é conhecido como “juro sobre Ao término do 4º período:
juro”, pois o juro incide sempre no capital anterior contrário dos M4 = C (1 + i)4
juros simples. As financeiras, bancos, optam pela aplicação dos Ao término do n-ésimo período:
juros compostos, pois há uma possibilidade maior de lucro. Mn = C (1 + i)n
Então, para fazermos o cálculo do montante do juro compostos,
Imagine a seguinte aplicação: Vamos supor que aplicamos um utilizamos a seguinte fórmula:
capital qualquer em um banco. Esse capital irá render uma taxa
qualquer, assim, de período em período renderá um montante. ► Ao final do n-ésimo período:
4
2 - Calcule o montante de um capital de R$6.000,00, 2) Um capital de R$ 600,00, aplicado a uma taxa de juros
aplicado a juros compostos, durante 1 ano, à taxa de 3,5% compostos de 20% ao ano, gerou um montante de R$ 1080,00
ao mês. depois de certo tempo. Qual foi esse tempo?
(use log 1,035=0,0149 e log 1,509=0,1788)
Resolução:
3) Qual foi o capital que, aplicado à taxa de juros simples de
P = R$6.000,00 1,5% ao mês, rendeu R$ 90,00 em um trimestre?
t = 1 ano = 12 meses
i = 3,5 % a.m. = 0,035 3) Qual foi o capital que, aplicado à taxa de juros compostos de
M=? 1,5% ao mês, rendeu R$ 90,00 em um trimestre?
Usando a fórmula M=P.(1+i)n, obtemos:
1) O capital de R$ 530,00 foi aplicado á taxa de juros 6) Um capital acrescido dos seus juros simples de 21 meses
compostos de 3% ao mês. Qual o valor do montante após 5 soma R$
meses de aplicação? 7050,00. O mesmo capital, diminuído dos seus juros simples de
13 meses, reduz-se a R$ 5350,00. O valor desse capital é:
2) Um capital de R$ 600,00, aplicado a uma taxa de juros
simples de 20% ao ano, gerou um montante de R$ 1080,00 7) Uma pessoa recebeu R$ 6.000,00 de herança, sob a
depois de certo tempo. Qual foi esse tempo? condição de investir todo o dinheiro em dois tipos particulares
de ações, X e Y. As ações do tipo X pagam 7% a.a e as ações do
tipo Y pagam 9% a.a. A
4
b) Catetos: são os outros dois lados do triângulo.
maior quantia que a pessoa pode investir nas ações x, de modo a Nas
obter R$ 500,00 de juros em um ano, é: figuras são catetos: b, c; y, z e s, t.
4
sen 60º c c B
a sen 60º
tg C sen C cateto oposto c
a
60º
B C
a=5m
4
b) Um ângulo de um triângulo mede 30º e o
cateto que se opõe a este ângulo vale 5 cm.
c) Em um triângulo retângulo os lados valem 3 m, Calcular a hipotenusa e o outro cateto.
4 m e 5 m. Determine o seno, o co-seno e a
tangente do ângulo formado entre o lado de 3 c) Num triângulo retângulo a hipotenusa mede 3
m e o de 5 m. cm e um dos ângulos agudos vale 45º. Calcular
a medida comum dos catetos.
4
sen 5 0,8 3m
5m
i. sen y
6m
ii. cos
iii. tg
4
y
XIV – PLANO CARTESIANO (SEU PRODUTO, RELAÇÕES E
5
FUNÇÕES)
4
P4
coincidentes, são denominados eixos cartesianos. -1
x
P3 0, -1 -2 P2
y
(eixo das ordenadas)
P4 - 2, 0 -3
5 -4
4 -5
3
4
c) Reta paralela ao
eixo y O valor de x é
y
a = tg (coeficiente angular). constante.
b = valor de y onde a reta
b intercepta o eixo das ordenadas y
(coeficiente linear).
0 x
0 x
67) Casos particulares
y
a) Representar graficamente a equação y 3 * x
.
0 x
4
y
5
Solução: Como y é constante a reta deve ser
4
perpendicular ao eixo y. Q
3
2
P
y 1
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
20
x
-1
S
-2
0 x R -3
-4
-5
3
y
2
A 0, - 2 -5 -4 -3 -2 -1
1
1 2 3 4 5
B 4, 0
60º
x
0 x
-1
C 1, 3 -2
a.
y
D - 2, - 3 -3
-4
30º
-5 x
4
y y
45º
2 0 x
60º
0 x
c. b.
y y
60º 5
0 x
-2
0 x
d. c.
y y
0 x 5º x
e. d.
y
d) O gráfico da reta y = 5 é:
45º
y 0 x
e.
5
0 x
a.
4
70) Apresentação das figuras planas e suas
fórmulas Quadrado
A=b*h
Na Geometria Plana podemos encontrar a área (A) e o perímetro (P)
das figuras, onde: P=2*a+2*b
Podemos definir
Perímetros como sendo Área é o região do
o comprimento do plano limitado pelo
“contorno” de uma perímetro
figura. Losango
5
Ab*h
2
AD*d
2 P=a+b+c
P=4*l
Triângulo Eqüilátero
2
Al 3
4
Paralelogramo
P=3*l
Ab*h
P=2*a+2*b
Círculo
Trapézio
2
A * r
A B * b * h
2
P=a+b+c+d
Circunferência
Triângulo Qualquer
5
A2**R
GEOMETRIA ESPACIAL
V=b*h*e
S2**r*h
5
S = 6 * l²
Apostila de Matemática
Básica
EXERCÍCIOS:
r
a)
b)
1 2
V 3**r *h
2 2
S * r * r h
d)
Esfera c)
4 3
V 3**r
2
S4**r
5
e)
2) Temos um triângulo eqüilátero de lado 6cm. Qual é o 7) A pirâmide de Quéops, conhecida como a Grande Pirâmide,
perímetro e qual é a área deste triângulo? tem cerca de 230m de aresta na base e altura aproximada de
147m. Qual é o seu volume?
3) Um trapézio tem a base menor igual a 2, a base maior igual a
3 e a altura igual a 10. Qual a área deste trapézio?
a) a = 25 e b = 12
b) a = 14 e b = 10
5
11) Um pedaço de cartolina possui a forma de um semicírculo de
raio 20 cm. Com essa cartolina, um menino constrói um chapéu
9) Considere a Terra como uma esfera de raio 6.370km. Qual é
cônico e o coloca com a base apoiada sobre uma mesa. Qual a
sua área superficial? Descobrir a área da superfície coberta de
distância do bico do chapéu à mesa? Dica = com um semi-círculo
água, sabendo que ela corresponde a aproximadamente 3/4 da
se origina um cone eqüilátero.
superfície
total.
12) As áreas das bases de um cone circular reto e de um prisma
quadrangular reto são iguais. O prisma tem altura 12 cm e
volume igual ao dobro do volume do cone. Determinar a altura
do cone.
10) Um líquido que está num recipiente em forma de cone será 13) Uma pirâmide tem a altura medindo 30 cm e área da base
despejado em outro recipiente que possui forma cilíndrica. Se o igual a 150 cm². Qual é a área da seção superior
raio da base dos dois recipientes for 25 cm e a altura dos dois for do tronco desta pirâmide, obtido pelo corte desta pirâmide por
1m, que altura um plano paralelo à base da mesma, sabendo-se que a altura do
atingirá o líquido no cilindro? tronco da pirâmide é 17 cm?
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