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Componentes e Comandos do Roteador

O capítulo 4 do módulo II do CNAP aborda os componentes do roteador, incluindo suas fontes de configuração e componentes internos, como RAM, NVRAM, Flash e ROM. Também discute os modos de operação do roteador e apresenta comandos 'show' essenciais para monitorar e diagnosticar o status do roteador. O conteúdo é voltado para estudantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, visando aprimorar o conhecimento prático em redes.

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Componentes e Comandos do Roteador

O capítulo 4 do módulo II do CNAP aborda os componentes do roteador, incluindo suas fontes de configuração e componentes internos, como RAM, NVRAM, Flash e ROM. Também discute os modos de operação do roteador e apresenta comandos 'show' essenciais para monitorar e diagnosticar o status do roteador. O conteúdo é voltado para estudantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, visando aprimorar o conhecimento prático em redes.

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CNAP - Cisco Network Academy Program

CCNA - Módulo II

Capítulo 4

Componentes
do Roteador

Núcleo de
Computação
Eletrônica
Universidade Federal do Rio de Janeiro

SUMÁRIO

? 4.1 - Componentes do Roteador;


? 4.2 - Comandos show do Roteador;
? 4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador;
? 4.4 - Testes Básicos de Rede;
? 4.5 - Laboratório de Desafio.

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Núcleo de
Computação
Eletrônica
Universidade Federal do Rio de Janeiro

4.1 - Componentes do Roteador

? Objetivo
– Apresentar atividades de laboratório que mostram
uma série de comandos “show” no roteador.
? Estrutura
– 4.1.1 - Fontes Externas de Configuração do Roteador;
– 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração do
Roteador;
– 4.1.3 - RAM para Armazenamento de Trabalho no
Roteador;
– 4.1.4 - Modos do Roteador.

Núcleo de
Computação
Eletrônica
Universidade Federal do Rio de Janeiro

4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.1 - Fontes Externas de Configuração do


Roteador
– Nesta seção aprenderemos sobre componentes do
roteador que desempenham uma função fundamental
no processo de configuração;
– Saber quais componentes estão envolvidos no
processo de configuração dá uma melhor
compreensão de como o roteador armazena e usa os
comandos de configuração;
– Estar a par das etapas que acontecem durante a
inicialização do roteador, ajuda a determinar
problemas e onde eles poderão ocorrer quando
inicializar seu roteador;

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Computação
Eletrônica
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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.1 - Fontes Externas de Configuração do


Roteador
– Pode-se configurar um roteador de vários locais
externos como:
? Do terminal da console (um computador conectado ao
roteador através da porta da console) durante a instalação;
? Através do modem usando a porta auxiliar;
? Dos terminais virtuais de 0 a 4, depois de ter sido instalado
na rede;
? De um servidor TFTP na rede.

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.1 - Fontes Externas de Configuração do


Roteador

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Computação
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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração


do Roteador
– Arquitetura interna do roteador Cisco suporta
componentes que desempenham uma função
importante no processo de inicialização;

RAM NVRAM Flash ROM

Console
Interfaces
Auxiliar

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4.1 - Componentes do Roteador


? 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração
do Roteador (Cisco 2501 até 2504)
1. Flash memory card 7
1
2. SIMMs Flash card 0
3. SIMMs Flash card 1 6 6
4. Boot ROMs 2
4
5. NVRAMs 5
3
6. Shared Memory (fixed
DRAM)
7. SIMMs DRAM card
8. CPU 8
9. Ethernet
10. Serial 0
11. Serial 1
12. Console
13. Auxiliar 9 10 11 12 13

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração


do Roteador
– Componentes de configuração interna do roteador:
? RAM/DRAM

– Armazena tabelas de roteamento, cache ARP, cache de


comutação rápida, buffer de pacote (RAM compartilhada) e filas
de espera de pacotes;
– Também fornece memória temporária e/ou de execução para
um arquivo de configuração do roteador enquanto ele estiver
acionado;
– Conteúdo da RAM é perdido durante falta de energia ou
reinicialização;

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração


do Roteador
– Componentes de configuração interna do roteador:
? NVRAM

– Memória RAM não volátil armazena o arquivo de configuração


de backup/inicialização do roteador;
– Conteúdo da NVRAM é retido durante falta de energia ou
reinicialização.

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração


do Roteador
– Componentes de configuração interna do roteador:
? Flash

– ROM apagável e reprogramável que contém a imagem e o


microcódigo do sistema operacional;
– Permite que o software seja atualizado sem remover ou
substituir os chips do processador;
– Seu conteúdo fica retido durante falta de energia ou
reinicialização;
– Memória Flash pode armazenar várias versões do software
IOS.

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.2 - Componentes Internos de Configuração


do Roteador
– Componentes de configuração interna do roteador:
? ROM
– Contém diagnósticos iniciais, um programa de bootstrap e
software de sistema operacional;
– Atualizações de software na ROM exigem a remoção e
substituição de chips que podem ser conectados, na CPU.
? Interfaces
– Conexões de rede na placa-mãe ou em módulos de interface
separados, através dos quais pacotes entram e saem do
roteador.

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.3 - RAM para Armazenamento de Trabalho


no Roteador
– RAM é uma área de armazenamento de trabalho de
um roteador;
– Quando um roteador é acionado, ROM executa um
programa de bootstrap;
– Esse programa executa alguns testes e depois
carrega o software Cisco IOS na memória;
– Comando de execução, ou EXEC, é uma parte do
software Cisco IOS;

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.3 - RAM para Armazenamento de Trabalho


no Roteador
– EXEC recebe e executa os comandos inseridos para
o roteador;
– Roteador também usa RAM para armazenar um
arquivo da configuração ativa e tabelas de mapas de
rede e listas de endereços de roteamento;
– Pode-se exibir o arquivo de configuração em um
terminal remoto ou na console;

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.3 - RAM para Armazenamento de Trabalho


no Roteador
– Uma versão salva desse arquivo é armazenada na
NVRAM;
– Ela é acessada e carregada na memória principal
cada vez que um roteador é inicializado;
– Arquivo de configuração contém informações globais,
de processo e de interface que afetam diretamente a
operação de um roteador e suas portas de interface;

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.3 - RAM para Armazenamento de Trabalho


no Roteador
– Imagem de sistema operacional não pode ser exibida
em uma tela de terminal;
– Imagem é, geralmente, executada na RAM principal e
carregada de uma das várias fontes de entrada;
– Software operacional é organizado em rotinas que
manuseiam as tarefas associadas aos diferentes
protocolos, como, p. ex., gerenciamento de tabelas e
buffer, atualizações de roteamento e execução de
comandos do usuário.

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.4 - Modos do Roteador


– Acessado pela console ou pela sessão telnet através
da porta TTY, roteador pode ser colocado em vários
modos;
– Cada modo fornece funções diferentes:
? Modo EXEC usuário - somente para visualização onde o
usuário pode ver informações sobre o roteador, mas não
pode fazer alterações;
? Modo EXEC privilegiado - suporta comandos de debugging e
de teste, exames detalhados do roteador, manipulação dos
arquivos de configuração e acesso aos modos de
configuração;

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.4 - Modos do Roteador


– Cada modo fornece funções diferentes:
? Modo setup - apresenta um diálogo com prompt interativo no
console que ajuda o novo usuário a criar uma configuração
básica inicial;
? Modo de configuração global - implementa comandos
eficazes de linha única que executam tarefas simples de
configuração;
? Outros modos de configuração - fornecem configurações
mais detalhadas de várias linhas;
? Modo RXBOOT - modo de manutenção que se pode usar,
entre outras coisas, para recuperar senhas perdidas.

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4.1 - Componentes do Roteador

? 4.1.4 - Modos do Roteador

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4.2 - Comandos show do Roteador

? Objetivo
– Apresentar diversos comandos importantes do
roteador.
? Estrutura
– 4.2.1 - Examinando o Status do Roteador Usando
os Comandos de Status do Roteador;
– 4.2.2 - Os Comandos show running-config e show
startup-config;
– 4.2.3 - Comandos show interfaces, show version
e show protocols;
– 4.2.4 - Laboratório: Comandos show do Roteador.

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.1 - Examinando o Status do Roteador


Usando os Comandos de Status do Roteador
– Nesta seção, veremos os comandos básicos para
determinar o status atual de um roteador;
– Esses comandos ajudam na obtenção de informações
vitais necessárias quando se estiver monitorando ou
resolvendo problemas de operação do roteador;
– Importante poder monitorar o estado do seu roteador
em qualquer momento;

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.1 - Examinando o Status do Roteador


Usando os Comandos de Status do Roteador
– Roteadores Cisco possuem uma série de comandos
que permitem que se determine se roteador está
funcionalmente correto ou se houve problemas;
– Comandos de status do roteador são:
? show version - exibe configuração do hardware do sistema,
versão do software, nomes e origens dos arquivos de
configuração e a figura de inicialização;
? show processes - exibe informações sobre processos
ativos;

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.1 - Examinando o Status do Roteador


Usando os Comandos de Status do Roteador
– Comandos de status do roteador são:
? show protocols - exibe protocolos configurados; mostra
status de todos os protocolos configurados da camada 3;
? show memory - mostra estatísticas da memória do roteador,
incluindo estatísticas do pool de memória livre;
? show stacks - monitora uso da pilha de processos e de
rotinas interrompidas e exibe motivo da última reinicialização
do sistema;

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.1 - Examinando o Status do Roteador


Usando os Comandos de Status do Roteador
– Comandos de status do roteador são:
? show buffers - fornece estatísticas dos pools de buffer no
roteador;
? show flash - mostra informações sobre dispositivo de
memória Flash;
? show running-config (write term no Cisco IOS versão 10.3
ou anterior) - exibe arquivo de configuração ativo;
? show startup-config (show config no Cisco IOS versão 10.3
ou anterior) - exibe arquivo de configuração de backup;
? show interfaces - exibe estatísticas de todas as interfaces
configuradas no roteador.

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.1 - Examinando o Status do Roteador


Usando os Comandos de Status do Roteador

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.2 - Os Comandos show running-config e


show startup-config
– Entre os comandos EXEC do software Cisco IOS
mais usados estão show running-config e show
startup-config;
– Eles permitem que administrador veja a configuração
de execução atual no roteador ou os comandos de
configuração de startup que o roteador usará na
próxima reinicialização;

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.2 - Os Comandos show running-config e


show startup-config
– Obs.: Comandos write term e show config usados
no Cisco IOS versão 10.3 e anteriores, foram
substituídos por novos comandos;
– Comandos substituídos continuam a executar suas
funções normais na versão atual, mas não são mais
documentados;
– Suporte para esses comandos cessará em uma
versão futura;

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.2 - Os Comandos show running-config e


show startup-config
– Arquivo de configuração ativa exibe sentença de Current
configuration na parte superior, enquanto arquivo de
configuração de backup exibe na parte superior mensagem
relativa à quantidade de memória não volátil foi usada.

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.3 - Comandos show interfaces, show version


e show protocols
– show interfaces exibe parâmetros configuráveis e
estatísticas em tempo real relacionadas às interfaces
do roteador;
– show version exibe informações sobre a versão do
Cisco IOS que está sendo executada atualmente no
roteador;
– show protocols exibe protocolos configurados no
roteador e status global e específico da interface de
todos os protocolos da camada 3 configurados (p.
ex., IP, DECnet, IPX e AppleTalk).

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.3 - Comandos show interfaces, show version


e show protocols

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.3 - Comandos show interfaces, show version


e show protocols

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Computação
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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.3 - Comandos show interfaces, show version


e show protocols

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.4 - Laboratório: Comandos show do


Roteador
– Laboratório 4.2.4 ? IMPORTANTE!
? Tempo estimado: 30 minutos;
? Familiarizar-se com os comandos básicos show do roteador;
? Recuperar a configuração atual do roteador sendo executada
na RAM usando show running-config;

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4.2 - Comandos show do Roteador

? 4.2.4 - Laboratório: Comandos show do


Roteador
– Laboratório 4.2.4 ? IMPORTANTE!
? Visualizar:
– arquivo de configuração de backup na NVRAM usando show
startup-config;
– informações do arquivo IOS usando show flash e show
version;
– status atual das interfaces do roteador usando show
interfaces;
– status de qualquer protocolo configurado da camada 3 usando
show protocol

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? Objetivo
– Explicar o CDP (Cisco Discovery Protocol).
? Estrutura
– 4.3.1 - Acessar Outros Roteadores Usando o Cisco
Discovery Protocol (CDP);
– 4.3.2 - Mostrando as Entradas dos Vizinhos CDP;
– 4.3.3 - Um Exemplo de Configuração do CDP
– 4.3.4 - Mostrando as Entradas CDP para um
Dispositivo e Vizinhos CDP;
– 4.3.5 - Laboratório: Vizinhos CDP.

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.1 - Acessar Outros Roteadores Usando o


Cisco Discovery Protocol (CDP)
– Cisco Discovery Protocol (CDP) fornece um único
comando proprietário que permite que
administradores de rede tenham acesso a um resumo
de como são exibidas configurações em outros
roteadores conectados diretamente;
– CDP é executado sobre uma camada de enlace que
conecta os meios físicos inferiores e os protocolos de
rede superiores;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.1 - Acessar Outros Roteadores Usando o


Cisco Discovery Protocol (CDP)
– Como ele opera nesse nível, dispositivos de CDP que
suportam outros protocolos da camada de rede
podem aprender um sobre o outro;
– Lembre-se de que um endereço de enlace de dados é
o mesmo que um endereço MAC;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.1 - Acessar Outros Roteadores Usando o


Cisco Discovery Protocol (CDP)
– Se um dispositivo Cisco executando o Cisco IOS
(versão 10.3 ou superior) for inicializado, o CDP
inicializará automaticamente, permitindo que o
dispositivo detecte os dispositivos Cisco vizinhos que
também estejam executando o CDP;
– Esses dispositivos vão além daqueles que usam
TCP/IP e incluem os dispositivos Cisco conectados
diretamente, independentemente de que conjunto de
protocolos das camadas 3 e 4 eles executem;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.2 - Mostrando as Entradas de Vizinhos CDP


– Principal uso do CDP é descobrir plataformas e
protocolos nos seus dispositivos vizinhos;
– Use o comando show cdp neighbors para exibir as
atualizações do CDP no roteador local;
– Exemplo de como o CDP entrega sua coleção de
informações a um administrador de rede:
? Cada roteador que esteja executando o CDP troca
informações relativas à todas as entradas de protocolos com
seus vizinhos;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.2 - Mostrando as Entradas de Vizinhos CDP


– Exemplo de como o CDP entrega sua coleção de
informações a um administrador de rede:
? Administrador pode exibir resultados dessa troca de
informações do CDP em uma console que esteja conectado a
um roteador configurado para executar o CDP em suas
interfaces;
? Administrador de rede usa um comando show para exibir
informações sobre as redes conectadas diretamente ao
roteador;
? CDP fornece informações sobre cada dispositivo do vizinho
CDP;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.2 - Mostrando as Entradas de Vizinhos CDP


– Exemplo de como o CDP entrega sua coleção de
informações a um administrador de rede:
? Valores incluem o seguinte:
– Identificadores de dispositivo - p. ex., nome do host configurado
do roteador e nome do domínio (se houver);
– Lista de endereços - pelo menos um endereço SNMP, até um
endereço de cada protocolo suportado;
– Identificador de portas - p. ex., Ethernet 0, Ethernet 1 e Serial 0;
– Lista de capacidades -p. ex., se dispositivo atuar como uma
source route bridge e também como roteador;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.2 - Mostrando as Entradas de Vizinhos CDP


– Exemplo de como o CDP entrega sua coleção de
informações a um administrador de rede:
? Valores incluem o seguinte:
– Versão - informações como as fornecidas pelo comando local
show version;
– Plataforma - plataforma de hardware do dispositivo, p. ex.,
Cisco 7000;
– Para obter informações do CDP de um roteador não
diretamente conectado ao roteador da console do
administrador, deve-se executar Telnet para um
roteador que esteja diretamente conectado a esse
alvo.

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.3 - Um Exemplo de Configuração CDP


– CDP é iniciado automaticamente após a
inicialização do sistema de um dispositivo;
– Função do CDP normalmente se inicia como
padrão quando um produto Cisco é inicializado com
o Cisco IOS versão 10.3 ou posteriores;
– Mesmo que o CDP seja executado como padrão,
deve-se ativá -lo explicitamente na interface do
dispositivo usando o comando cdp enable;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.3 - Um Exemplo de Configuração CDP


– cdp enable inicia a função de descoberta dinâmica
dos CDPs nas interfaces do dispositivo;
– Apenas vizinhos conectados diretamente trocam
quadros do CDP;
– Roteador armazena em cache qualquer informação
que recebe dos seus vizinhos CDP;
– Se um quadro do CDP subseqüente indicar que
houve qualquer alteração nas informações sobre um
vizinho, roteador vai descartar informações antigas e
substituí-las pelas novas;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.3 - Um Exemplo de Configuração CDP


– Use show cdp interface para exibir valores dos
timers CDP, status da interface e encapsulamento
usado pelo CDP para seu anúncio e transmissão de
quadros de descoberta;
– Valores padrão dos timers definem freqüência das
atualizações do CDP e das entradas CDP que estão
ficando antigas;
– Esses timers são configurados automaticamente para
60 segundos e 180 segundos, respectivamente;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.3 - Um Exemplo de Configuração CDP


– Se dispositivo receber uma atualização mais recente,
ou se valor de tempo de espera expirar, dispositivo
deverá descartar a entrada CDP.

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.4 - Mostrar as Entradas CDP para um


Dispositivo e Vizinhos CDP
– CDP foi projetado e implementado como um
protocolo muito simples, de sobrecarga baixa;
– Quadro do CDP pode ser pequeno e, ainda assim,
recuperar muitas informações úteis sobre
roteadores vizinhos;
– Use show cdp entry {device name} para exibir
uma única entrada CDP armazenada em cache;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.4 - Mostrar as Entradas CDP para um


Dispositivo e Vizinhos CDP
– Valor do tempo de espera indica a quantidade de
tempo decorrido desde quando o quadro do CDP
chegou com essa informação;
– Use show cdp neighbors para exibir atualizações do
CDP recebidas no roteador local;

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.4 - Mostrar as Entradas CDP para um


Dispositivo e Vizinhos CDP
– Observe que, para cada porta local, monitor exibe:
? ID do dispositivo vizinho;
? Tipo e número da porta local;
? Valor do tempo de espera decremental, em segundos;
? Código de capacidades do dispositivo vizinho;
? Plataforma de hardware do vizinho;
? Tipo e número da porta remota do vizinho.

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.4 - Mostrar as Entradas CDP para um


Dispositivo e Vizinhos CDP
– Para exibir informações adicionais, use show cdp
neighbors detail.

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.4 - Mostrar as Entradas CDP para um


Dispositivo e Vizinhos CDP
– Para exibir informações adicionais, use show cdp
neighbors detail.

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4.3 - Vizinhos de Rede do Roteador

? 4.3.5 - Laboratório: Vizinhos CDP


– Laboratório 4.3.5 ? IMPORTANTE !
? Tempo estimado: 30 minutos;
? Usar os comandos CDP para obter informações sobre
redes e roteadores vizinhos;
? Exibir informações sobre como o CDP é configurado para
anúncio e transmissão de quadros de descoberta;
? Exibir atualizações do CDP recebidas no roteador local.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? Objetivo
– Fornecer uma visão geral do processo de teste.
? Estrutura
– 4.4.1 - Processo de Teste que Usa o Modelo OSI;
– 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação Usando o
Telnet;
– 4.4.3 - Testando a Camada de Rede Usando o
Comando ping;
– 4.4.4 - Testando a Camada de Rede com o Trace;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? Estrutura
– 4.4.5 - Testando Camada de Rede com o show ip
route;
– 4.4.6 - Usando o Comando show interfaces serial para
Testar as Camadas Física e de Enlace;
– 4.4.7 - Os Comandos show interfaces e clear
counters;
– 4.4.8 - Verificando Tráfego em Tempo Real com
debug.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.1 - Processo de Teste que usa o Modelo OSI


– Problemas de endereçamento são os problemas mais
comuns que ocorrem em redes IP;
– Importante testar a configuração do seu endereço
antes de prosseguir para as próximas etapas de
configuração;
– Testes básicos de uma rede devem ocorrer em
seqüência, de uma camada do modelo de referência
OSI para a próxima;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.1 - Processo de Teste que usa o Modelo OSI


– Cada teste apresentado nesta seção concentra-se em
operações de rede em uma camada específica do
modelo OSI;
– Comandos que
permitem que se
teste uma rede:
telnet,ping, trace,
show ip route, show
interfaces, debug

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Outra maneira de se aprender sobre um roteador
remoto é conectando-se a ele;
– Telnet, um protocolo de terminal virtual que faz
parte do conjunto de protocolos TCP/IP, permite
que sejam feitas conexões com os hosts;
– Pode-se definir uma conexão entre um roteador e
um dispositivo conectado;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Telnet permite que se verifique o software da camada
de aplicação entre as estações de origem e de
destino;
– Esse é o mecanismo de teste mais completo
disponível;
– Um roteador pode ter até cinco sessões simultâneas
de Telnet sendo recebidas;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Vamos começar os testes nos concentrando nos
aplicativos das camadas superiores;
– Comando telnet fornece um terminal virtual para que
os administradores possam usar operações Telnet
com outros roteadores que executem TCP/IP;
– Com a implementação do TCP/IP da Cisco, não
precisa inserir o comando connect ou telnet para
estabelecer uma conexão Telnet;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Se preferir, pode-se apenas inserir o nome do host
conhecido;
– Para terminar uma sessão Telnet, use os comandos
EXEC exit ou logout;
– Pode-se usar Telnet para realizar um teste e
determinar se pode ou não acessar um roteador
remoto;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Se puder acessar de forma remota um outro roteador
através do Telnet, então saberá que pelo menos um
aplicativo TCP/IP poderá alcançar o roteador remoto;
– Conexão Telnet bem sucedida indica que o aplicativo
das camadas superiores (assim como os serviços das
camadas inferiores) está funcionando corretamente;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Se executarmos Telnet para um roteador, mas não
pudermos fazê-lo para outro, é provável que falha do
Telnet seja devido a problemas específicos de
endereçamento, nomeação ou de permissão de
acesso;
– Esses problemas podem existir no seu roteador ou no
roteador que falhou como alvo Telnet;
– Próxima etapa é tentar o ping, que permite fazer um
teste ponto -a-ponto na camada de rede.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.2 - Testando a Camada de Aplicação


Usando o telnet
– Laboratório 4.4.2 ? IMPORTANTE!
? Tempo estimado: 30 minutos;
? Usar o comando telnet para acessar outros roteadores de
forma remota;
? Verificar se a camada de aplicação entre a origem e o destino
está funcionando corretamente;
? Recuperar informações sobre roteadores remotos usando os
comandos show do roteador;
? Recuperar as informações do CDP a partir de roteadores aos
quais você não esteja diretamente conectado.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.3 - Testando a Camada de Rede Usando o


Comando ping
– Como uma ajuda no diagnóstico da conectividade
básica de rede, vários protocolos de rede suportam
um protocolo de eco, que é um teste para verificar
se os pacotes do protocolo estão sendo roteados;
– Processo ping envia um pacote ao host destino e,
depois, espera por um pacote de respostas desse
host;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.3 - Testando a Camada de Rede Usando o


Comando ping
– Resultados desse protocolo de eco podem ajudar a
avaliar confiabilidade do caminho para o host, atrasos
no caminho e se host pode ser alcançado ou se está
funcionando;
– Pontos de exclamação (!) indicam cada eco bem
sucedido;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.3 - Testando a Camada de Rede Usando o


Comando ping
– Se, ao invés disso, for recebido um ou mais pontos (.)
na sua tela, aplicativo no seu roteador atingiu tempo
limite ao esperar pelo eco de um determinado pacote
do alvo do ping;
– Use ping para diagnosticar conectividade básica com
a rede;
– ping usa o ICMP (Internet Control Message Protocol);

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.3 - Testando a Camada de Rede Usando o


Comando ping

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.3 - Testando a Camada de Rede Usando o


Comando ping
– Laboratório 4.4.3 ? IMPORTANTE !
? Tempo estimado: 30 minutos;
? Usar o comando ping para enviar datagramas ICMP para o
host alvo;
? Verificar se a camada de rede entre a origem e o destino está
funcionando corretamente;
? Recuperar informações para avaliar a confiabilidade do
caminho para o host;
? Determinar os atrasos no caminho, se o host pode ser
alcançado ou se está funcionando.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.4 - Testando a Camada de Rede com o trace


– Comando trace é a ferramenta ideal para descobrir
para onde os dados estão sendo enviados na sua
rede;
– trace é similar ao ping exceto que, ao invés de testar
conectividade ponto-a-ponto, ele testa cada etapa do
caminho;
– Essa operação pode ser realizada no nível EXEC
usuário ou no nível EXEC privilegiado;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.4 - Testando a Camada de Rede com o trace


– trace aproveita mensagens de erro geradas pelos
roteadores quando um pacote excede seu valor de
Time To Live (TTL);
– trace envia vários pacotes e exibe o tempo de ida e
volta para cada um deles;
– Vantagem do trace é que ele informa qual roteador no
caminho foi o último a ser alcançado;
– Isto é chamado de isolamento de falha;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.4 - Testando a Camada de Rede com o trace


– Se não é possível alcançar um roteador no caminho,
são mostrados três asteriscos (*), ao invés do nome
do roteador;
– trace continua tentando alcançar a próxima etapa até
que se saia, usando a seqüência de saída Ctrl-Shift-6;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.4 - Testando a Camada de Rede com o trace


– Laboratório 4.4.4 ? IMPORTANTE!
? Tempo estimado: 30 minutos;
? Usar o comando traceroute do Cisco IOS, do roteador de
origem para o roteador de destino;
? Usar o comando tracert do Windows OS, da estação de
trabalho de origem para o roteador de destino;
? Usar o comando show ip route para exibir a tabela de
roteamento do roteador;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.4 - Testando a Camada de Rede com o trace


– Laboratório 4.4.4 ? IMPORTANTE!
? Verificar se a camada de rede entre a origem e o destino e
cada roteador no caminho está funcionando corretamente;
? Recuperar informações para avaliar a confiabilidade de
ponto-a-ponto do caminho;
? Determinar os atrasos de cada ponto no caminho e se o host
pode ser alcançado.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.5 - Testando a Camada de Rede com show


ip route
– Roteador oferece algumas ferramentas eficazes
nessa etapa da pesquisa;
– Pode-se de fato olhar a tabela de roteamento - as
direções que roteador usa para determinar como ele
direcionará o tráfego através da rede;
– Próximo teste básico também se concentra na
camada de rede;
– Use show ip route para determinar se existe uma
entrada na tabela de roteamento para a rede alvo;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.5 - Testando a Camada de Rede com show


ip route

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.6 - Usando o Comando show interfaces


serial para Testar as Camadas Física e de
Enlace
– Interface tem dois componentes, físico (hardware) e
lógico (software):
? Hardware

– cabos, conectores e interfaces;


– deve estabelecer a conexão real entre os dispositivos.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.6 - Usando o Comando show interfaces


serial para Testar as Camadas Física e de
Enlace
– Interface tem dois componentes, físico (hardware) e
lógico (software):
? Software

– consiste em mensagens, como mensagens de keepalive,


informações de controle e informações de usuário, que são
passadas entre dispositivos adjacentes;
– essas informações são os dados sendo passados entre duas
interfaces de roteador conectadas.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.6 - Usando o Comando show interfaces


serial para Testar as Camadas Física e de
Enlace
– Quando testar links físicos e de dados, pergunte:
? Existe um sinal Carrier Detect?
? Link físico entre os dispositivos está bom?
? Mensagens de keepalive estão sendo recebidas?
? Pacotes de dados podem ser enviados pelo link físico?

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.6 - Usando o Comando show interfaces


serial para Testar as Camadas Física e de
Enlace
– Um dos elementos
mais importantes
da saída do
comando show
interfaces serial é a
exibição do status
do protocolo de
linha e de enlace
de dados.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.7 - Os Comandos show interfaces e clear


counters
– Roteador rastreia estatísticas que fornecem
informações sobre a interface;
– Use show interfaces para exibir as estatísticas;
– Estatísticas refletem operações do roteador desde a
última vez em que contadores foram limpos;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.7 - Os Comandos show interfaces e clear


counters
– Use clear counters para redefinir contadores para 0;
– Começando por 0, tem-se uma idéia melhor do status
atual da rede;
– Laboratório 4.4.7
? Tempo estimado: 30 minutos;
? Usar o comando show interface para exibir as estatísticas das
interfaces do roteador;
? Usar o comando clear counters para limpar as estatísticas das
interfaces do roteador.

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.7 - Os Comandos show interfaces e clear


counters

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.8 - Verificando Tráfego em Tempo Real com


o debug
– Roteador tem o hardware e o software para ajudá-lo a
localizar problemas nele ou em outros hosts na rede;
– Comando debug privileged EXEC inicia exibição do
console de eventos da rede especificados no
parâmetro do comando;
– Use terminal monitor para encaminhar a saída
debug para o seu terminal de sessão Telnet;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.8 - Verificando Tráfego em Tempo Real com


o debug
– Use undebug all (ou no debug all) para desativar o
debugging quando ele não for mais necessário;
– Debugging é de fato destinado à solução de
problemas;
– Obs.: Tenha muito cuidado com essa ferramenta em
uma rede real;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.8 - Verificando Tráfego em Tempo Real com


o debug
– Debugging substancial em uma rede em uso reduzirá
sua velocidade de modo significativo;
– Não deixe o debugging ativado;
– Use-o apenas para diagnosticar um problema, e em
seguida, desative-o;

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4.4 - Testes Básicos de Rede

? 4.4.8 - Verificando Tráfego em Tempo Real com


o debug
– Como padrão, roteador envia mensagens de erro do
sistema e saída do comando debug EXEC para o
terminal da console;
– Mensagens podem ser redirecionadas para um host
UNIX ou para um buffer interno;
– Comando terminal monitor permite que se
redirecione essas mensagens para um terminal.

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4.5 - Laboratório de Desafio

? Objetivo
– Verificar a topologia de rede proposta usando
comandos do IOS nos roteadores.
? Estrutura
– 4.5.1 - Desafio com Ferramentas de Solução de
Problemas.

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4.5 - Laboratório de Desafio

? 4.5.1 - Desafio com Ferramentas de Solução de


Problemas
– Laboratório 4.5.1 ? IMPORTANTÍSSIMO!!
? Tempo estimado: 45 minutos;
? Identificarque ferramentas de solução de problemas
(comando IOS) são necessárias para reunir as informações
básicas sobre sua rede;
? Aplique o que foi aprendido nos laboratórios anteriores para
criar um diagrama lógico da rede.

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