07/05 -Tudo isso reflete diretamente nos índices
reprodutivos.
Inseminação artificial em tempo
fixo
em vacas
-Pontos importantes:
Entender as vantagens
Qual a importância de cada fármaco
A função dos fármacos
O período de uso dos dispositivos
Eficiência reprodutiva
-Intervalo entre partos ideal: 12 meses
(365 dias).
Levando em consideração o tempo fixo de
gestação da vaca que é em torno de 280-
290 dias.
O que vai influenciar no intervalo entre
O brasil é o país com maior número de
parto não é gestação e sim o período de
animais de criação no mundo (bovinos).
serviço, que envolve a involução uterina e a
concepção (o período que ela passa com o
macho até o momento em que ela fique
prenha).
-Período de serviço ideal: 80 dias.
Porém na realidade no brasil é de 120 dias
para mais, porque é um processo lento de
-Brasil: possui o dobro de matrizes do que involução uterina, aumento de infecções
o EUA, e o potencial de produzir o dobro. uterinas pós parto Leva a um menor
-Em rendimento anual: Temos 1/3 da tempo de ida útil reprodutiva da fêmea.
produção dos EUA, oque reflete no retorno Inseminação artificial em tempo
financeiro para o produtor. fixo
“ Inseminação artificial realizada em
momento pré-programado sem a
necessidade de detecção de cio ”
-Faz o uso de protocolo hormonal para
que se consiga sincronizar o momento da
ovulação de diversas fêmeas e dessa forma
sem identificar indivíduos e que se faça em
um único período a inseminação de uma
-É o médico veterinário que tem como grande quantidade de animais.
função aumentar o retorno para os a) Sincronização do estro-Cio.
produtores através da adoção de técnicas. b) Sincronização da ovulação- Indução da
ovulação.
Taxa de prenhez no Brasil Ainda é
muito baixa, em torno de 30 a 40%. Vantagens da IATF
-Isso se deve em grande parte a: a) Elimina a necessidade de detecção de cio
b) Facilita o manejo da IA
c) Concentra o trabalho em dias pré
determinados
d) Aumenta o número de animais
inseminados/↓tempo
e) Diminui a duração da estação de monta
f) Melhor planejamento
• estação de partos b) vacas paridas no final da estação de
• estação de monta subsequente parição
*Auxilia a concentrar as inseminações em Quando substituir a detecção de
um único período e, também a cio + IA pela IATF
concentração das parições. *De 15 a 17% das fêmeas são inseminadas,
-Com isso teremos um melhor e todo e restante continuam utilizando a
planejamento para a próxima estação de monta natural.
monta. o Pontos negativos da monta natural
-Forneceremos um mesmo ambiente para a. taxa de concepção baixa
os nascidos e estes vão crescer de maneira b. baixo incremento de potencial genético
semelhante. c. custo elevado (manutenção dos machos)
-As fêmeas terão uma involução do útero o Realidade brasileira
semelhante, score corporal semelhante a. tipo de criação nacional
Melhor manejo. b. comodidade
c. tradição
d. falta de instrução
*Tudo isso leva a manutenção da monta
natural.
• Método 01: Detecção de cio +
Desvantagens da IATF IA
1) Custo dos hormônios a) Quando é rentável
2) Refrigeração de alguns hormônios • Quando se tem uma detecção de cio de
3) Dificulta o uso de sêmen sexado (com no mínimo 50% Ideal que se tenha uma
menor taxa de prenhez, mas isso não detecção de cio de 70%.
impede que ele seja utilizado). • IATF é inviável
4) Amplia a necessidade de mão de obra
qualificada b) Quando não é viável
5) Estrutura para manejar os animais • detecção de cio < 50%
(maior n° de animais). • < taxa de concepção
Possui um alto custo. • > intervalo entre partos
Cuidado maior dentro da propriedade. -Antes de implementar a técnica de IATF
Implementação da IATF pensar qual a taxa de detecção de cio com
• O que é necessário a inseminação convencional ?.
a) estrutura física (manejo das vacas e Fatores que influenciam a IATF
remoção de bezerros)
b) manejo sanitário
c) manejo nutricional
• Quando utilizar
a) Falha de detecção de cio Ter sempre inseminadores
b) Alta taxa de anestro pós-parto capacitados para se ter um bom índice
reprodutivo no final da estação.
• Objetivo
a) Obter melhoramento genético do
rebanho por meio da IA
b) Diminuir a estação de monta- Por meio
da concentração de coberturas/ parição e O manejo da propriedade permite
posterior manejo das fêmeas. que vá trabalhar em determinados
momentos do dia. Há um manejo sanitário
• Quando fazer adequado.
a) dentro da estação de monta- No início
dessa.
O manejo sanitário possibilita que
todas as fêmeas estejam em um bom score
corporal. Animais de baixo SC
impossibilitam boas respostas aos
protocolos hormonais, as taxas de prenhez
serão baixas, com o custo elevado do novo
Temos um pico de estrógeno, associado ao
sistema a ser implementado.
pico de LH Com isso, a ovulação.
Após a ovulação, inicia se um novo ciclo.
Curva verde: FSH- com pulsatividade
deste, ocorre emergência folicular Vários
folículos começam a crescer e com isso
Qual a situação de manejo desses animais Primeira onda folicular (tem um folículo
É muito estressante? Existe um estresse dominante, mas não ocorre ovulação).
excessivo ambiental (calor)?. Lembrar que Em decorrência da ovulação passada Há
o estresse aumenta o cortisol, que por sua um CL presente e este produz P4.
vez inibe o LH Estresse vai refletir Progesterona: Inibe o LH. (Baixa
diretamente na taxa de concepção. concentração de LH neste momento, não
vai levar a ovulação e o folículo vai
regredir).
Em seguida, nova pulsatividade de LH
Emergência de nova onde folicular.
Como é o período pós parto nessa D 17: 17 dias após a ovulação, o
propriedade? Há estação de monta? Os endométrio secreta prostaglandina, essa
animais vão parir no momento que é mais cai na corrente sanguínea e chega no
propicio para que que elas ganhem peso e ovário Induz a regressão do CL
evitem um balanço energético negativo. Luteólise Queda da progesterona.
Se sim, é possível implementar a IATF. Queda de P4: Aumento do LH.
O folículo dominante continua a crescer
(sobe ação de LH), e este produz
estrógeno.
Estrógeno: Faz com que o animal fique no
Caso haja um balanço negativo, isso já irá cio. E2 Auxilia na produção de LH, assim
influenciar no rápido retorno ao cio. ocorrendo pico de LH Ovulação.
Pensar nesses fatores antes de
implementar a IATF. IATF: Utilização de fármacos para
sincronizar o crescimento folicular e
Manipulação do ciclo estral na sincronizar a ovulação.
IATF
Objetivos Pensando no protocolo
hormonal.
a) induzir a emergência de uma onda de
crescimento folicular sincronizada (no
mesmo dia). 1° Etapa: Sincronizar a onda folicular-
b) controlar a duração do crescimento Induz regressão folicular e criação de uma
folicular até o estágio pré-ovulatório nova.
c) sincronizar a retirada da progesterona 2° Etapa: Mimetizar o diestro- Com
exógena e endógena (Induzir a luteólise). dispositivo intravaginal de progesterona
d) induzir a ovulação sincronizada em (manter por 7 dias em todos os animais) e
todos os animais a luteólise- Remoção do dispositivo DE p4
+ Prostaglandina. Com isso o folículo
dominante cresce, e fica responsivo ao
indutor de ovulação. Indução de ovulação com ECP
3° Etapa: Indução da ovulação. Porque não utilizar no início para a IATF.
Induz sim a ovulação, mas no início não
queremos a ovulação, e sim a
sincronização da emergência folicular.
o não recomendado para induzir OV no
início da IATF
a) Indução da OV o Sincronização de emergência folicular
• GnRH inadequada
• LH ** não usar ECP em D0
• hCG ** pode usar no final da IATF
• E2 Meia vida dos diferentes
-Nesse momento temos que induzir dois estrógenos
fenômenos Induzir a ovulação, caso o
animal tenha um folículo pré- ovulatório.
E caso não tenha Induzir a atresia dos
folículos que estavam crescendo.
-Indução da ovulação E2 ou GNRH.
b) Indução da atresia folicular
• P4 + E2
-Trabalhar com os dois fenômenos
simultaneamente Progesterona + -Benzoato de estradiol: é uma parábola
Estrógeno Induz a atresia folicular bem homogenia, que logo após o
(presença de folículos intermediários) e o tratamento se tem uma resposta rápida,
induz a ovulação com E2, caso haja filiculo porem por um período mais limitado
pré ovulatório. Emergência de onda folicular.
Indutores de ovulação -Cipionato: Possui uma meia vida longa,
porem demora para atingir níveis mais
o Ovulação de folículos dominantes elevados de estrógeno circulante e com
o Subsequente emergência folicular isso, leva mais tempo para a ovulação
o Importante para sincronizar a nova onda acontecer e assim a emergência de onda
folicular não fica sincronizada.
1. Estrógenos com meia vida longa
o Baixa eficácia para sincronização de
emergência de onda
• Cipionato de estradiol (ECP)
-Mais utilizado no Brasil é o estrógeno. • Valerato de estradiol
• utilizado após a remoção do dispositivo
intravaginal de P4
Fármacos a base de estradiol: **Estrógenos de meia vida longa:
-Benzoato de estradiol Cipionato e o valerato não são utilizados
-Cipionato de estradiol ECP no início da IATF, mas podem ser utilizados
-Valerato de estradiol para induzir a ovulação no final do
-17-Beta estradiol protocolo.
*No início queremos estrógenos de meia
Todos possuem o mesmo efeito, vão vida curta.
aumentar a quantidade de LH circulante
Obtendo se maturação folicular final e 2. Estrógenos com meia vida curta
ovulação. o Maior eficácia para sincronização de
O recomendado no início da IATF é a emergência de onda
utilização do Benzoato de estradiol. • Benzoato de estradiol
• utilizar associado com P4 no início do
protocolo de IATF Após a indução da emergência da nova
-Induz a ovulação dos folículos de maneira onda folicular
mais rápida. No momento e/ou após a retirada do
-Associado com a P4: Induz a regressão de dispositivo (1 ou 2 dias) de P4 (simulando
folículos pequenos. assim a luteólise).
• evitar um possível bloqueio da ovulação.
Indutores de regressão folicular.
Prostaglandina natural
• Estrógeno associado à progesterona
• Dinoprost trometamina: meia vida
Estrógeno isolado Aumenta LH.
curta/ concentração
E2 + P4 feedback negativo FSH atresia
folicular Análogos
-Induz emergência de nova onda entre • Dl-cloprostenol: mais potente ;
3 e 5 dias pós-tratamento. concentração menor
• Luprostiol: meia vida maior
-usados no início do protocolo de IATF
** Prostaglandinas só tem efeito em CL
Exemplo de uso: BE + Dispositivo
ativos
intravaginal de P4
Progestágenos
• GnRH associado à progesterona
GnRH + P4 feedback negativo FSH a. Inibição do pico de LH impedem
atresia folicular ovulações precoces
-Emergência de nova onda entre 3 e 5 b. Mimetizar o diestro
dias pós-tratamento.
-Usados no início do protocolo de IATF
Exemplo: GnRH + Dispositivo
intravaginal de P4
-São introduzidos no fundo vaginal e fazem
Manipulação do ciclo estral na uma liberação lenta de P4 Diestro
IATF artificial, sincroniza o início do diestro ao
colocar o dispositivo e o fim ao remover.
Fonte Sintética (Progestágenos)
Implantes subcutâneos: CRESTAR
Administrado por via oral: Premix MGA
Fonte Natural (Progesterona)
a) Indução da luteólise Dispositivos intravaginais (CIDR, PRID,
• PGF2α DIB, Cronipress).
b) Suplementação com P4 Colocação do dispositivo:
• Dispositivos de P4
• Implantes de P4 Progestágeno + E2 no início do
protocolo (é realizado o tratamento com
Não queremos que ocorra uma ovulação estrógeno e a colocação do disp de P4).
em seguida e sim um crescimento folicular Sincronizar de emergência de onda.
homogêneo Fase de diestro.
Simular o diestro Suplementação com P4. Manutenção do Progestágeno por 7-9
Simular a luteólise (regressão do corpo dias intravaginal.
lúteo) e desenvolvimento do folículo Mimetizar diestro de 7 a 9 dias (Próximo do
dominante Remoção do dispositivo de P4 natural).
+ Prostaglandina.
Retirada do dispositivo= fim do diestro
Controle da fase progesterônica: + Tratamento com prostaglandina.
PGF2α Mimetizar a luteólise
Aumentar a taxa de sincronização de cio e
• Prostaglandina Ação luteolítica ovulação
• Possíveis momentos de tratamento =
-Proteger do sol
-Higienização com água somente ou com
produtos específicos.
-Fazer a marcação (1°, 2° ou 3° uso).
-Deixar secar
-Armazenar protegido de umidade e do sol.
*Colocação do dispositivo (com a auxílio de Manipulação do ciclo estral na
um guia, lubrificado, com luvas, é IATF
introduzido no fundo vaginal- fugindo do
meato urinário, em um ângulo de 45°
graus).
Reutilização de dispositivos
Pode ser utilizado de duas a três vezes. -Possibilidade de utilização de vários
Reutilização é viável. fármacos.
Eficaz para o caso de novilhas. -Ficar atento ao tempo de inseminação
após tratamento com cada fármaco.
Em quem utilizar:
Capacidade ovulatória
Novilhas e vacas vazias da estação
anterior
1° Animais que nunca tiveram uma
prenhez e nunca foram expostos a
progesterona-São muito sensíveis a P4.
2° Animais de idade mais avançada, mas
que por algum motivo não pariu na estação
passa e está a um longo período sem ficar
exposta a progesterona- Mais sensíveis e Uso de gonadotrofina coriônica equina
mais responsiva. (eCG)
a) Dispositivos de segundo ou terceiro uso
(1,0-1,9g) • Produzida pela placenta da égua prenhe e
b) Dispositivos monodoses (0,5g) coletada.
• Possui atividade semelhante de LH e FSH
• Animais mais sensíveis a P4 • ↑ Níveis os níveis circulantes de P4
• Realizar exame US antes de iniciar a IATF • ↑ na tx de prenhez quando adicionado ao
- Fazer PGF2α na presença de CL protocolo
• ↑ tx de prenhez, principalmente animais
Vacas paridas e estão anestro com anestro pós-parto ou ↓ EC
• P4 de primeiro uso -Índices reprodutivos tendem a serem
melhores.
-eCG: possui alto custo.
Reduzir o número de
tratamentos
Sistema de cria brasileiro
o Extensivo
• Tratamentos Mão de obra Custo
o Diminuir o número de tratamentos
Ideal
o fechar o lote somente três vezes- Uso
-Remoção do dispositivos
de protocolos que utilizem apenas de Protocolo de IATF clássico (corte)
três manejos.
Base farmacológica da IATF
-Segundo exemplo de protocolo.
-Faz o uso de 3 manejos.
-Mais utilizado para novilhas- animais
jovens que são mais responsivos aos
hormônios.
Base farmacológica da IATF
D0: Benzoato de estradiol + dispositivo de
P4 sincronizar a emergência de onda
folicular.
D8: Remoção do dispositivo +
Prostaglandina + Benzoato de estradiol.
D10: realização da IA.
Protocolo de IATF clássico (leite)
Protocolo de IATF clássico (corte)
-Exemplo de protocolo de IATF -Protocolo para animais de leite.
-Pode ser usado em novilhas, vacas ou
receptoras de embrião.
-4 dias de manejo
-Utilizando GNRH.
D0 - Sincronização de onda com GNRH +
p4.
D7 - Remoção do dispositivo +
Prostaglandina Simulando luteólise.
-Pode ser utilizado tanto para vacas, quanto
D8: Folículo já estará responsivo ao indutor
para novilhas.
de ovulação GNRH.
-Utiliza 4 manejos (D0, D8, D9 e IA no D10).
D9: realizar a IA.
D0: sincronizar a onda folicular Induzir Protocolo J-Synch- Utilizado para
ovulação e induzir atresia. Queremos uma gado leiteiro Apenas novilhas.
emergência folicular daqui 3 ou 4 dias.
-Benzoato de estradiol + Progesterona.
-Simular o diestro até o D8, e a partir deste
simular a luteólise.
-Remoção do dispositivo de P4 +
Prostaglandina.
-Com a queda da P4, teremos um folículo
dominante crescendo que será responsivo -Protocolo de 3 manejos.
ao indutor de ovulação. -Utilizando Benzoato de estradiol.
D9: tratamento com ECP-Cipionato de D0: Sincronização da emergência de onda
estradiol, indutor de ovulação. Benzoato de estradiol + P4.
D10: é realizado a IA. Por ser animais de melhor genética e mais
novos, o dispositivo de P4 pode ser de
segundo ou terceiro uso e pode ser IATF com repasse de touro
mantido por um tempo menor, como 6 dias.
D6: Remoção do dispositivo +
Prostaglandina Simular luteólise.
D9: Indutor de ovulação + IA GNRH.
IATF com dispositivo reutilizado
(corte)
-Mesmo protocolo apresentado
anteriormente.
-D10: realização da IA.
-D13 ou seja, 3 dias após a inseminação,
faz se o repasse com o touro. É realizado
esse intervalo porque é o necessário para
-Mesma etapa inicial. que se ocorra a fertilização decorrente da
D0: Benzoato de estradiol + P4. inseminação.
D8: Remove dispositivo + Prostaglandina +
Cipionato de estradiol (indutor de ovulação)
+ eCG (Para aumentar os níveis de P4 e a
taxa de prenhez).
D10: IA- nesse protocolo varia o momento
exato da Inseminação de acordo com o tipo
de dispositivo utilizado.
a) dispositivo novo: IA (48-54 pós ECP) -Protocolo utilizando duas IATF.
b) dispositivo reutilizado: IA (48 pós 1° IATF = D10.
ECP). D38= Diagnostico de gestação.
IATF com repasse de touro 2° IATF = D48.
-Técnica muito utilizada no brasil. D51 = 3 dias após a última IATF = repasse
-A primeira tentativa de prenhez é feita com os touros.
com IATF e depois as vacas são soltas com Mais exemplos:
o touro.
-O touro irá cobrir aqueles animais que não IATF seguida de monta natural
ficaram prenhes.
-Ou pode se fazer duas primeiras tentativas
com IATF, no intervalo entre uma e outra
realiza o diagnostico de gestação e depois
da segunda IATF, outro diagnostico e no fim
aqueles animais que não ficaram prenhes
são colocadas com o touro.
IATF + Ressincronização + Monta
Isso eleva os índices de prenhez. natural
Repasse com touro (atualizado)
• proporção 1:20 ou 1:40
• durante 75 dias de repasse
• Touro mantem a fertilidade
• economia com reprodutores
IATF com dois tratamentos
luteolíticos
Efeito do tratamento com PFG
em dias diferentes
-Protocolo da empresa Ouro fino
-Cada empresa vai vender o seu protocolo
e não somente os fármacos.
-Qualquer um dos dois pode ser utilizado.
Efeito de BE e ECP na taxa de 1° Realização de Prostaglandina no D7, no
concepção dia de remoção do dispositivo de P4.
2° Realização de Prostaglandina no D8, um
dia após a remoção do dispositivo.
-Nota se que a taxa de prenhez foi muito
semelhante.
-Não são essas diferenças que vão
determinar a taxa de prenhez,
independente se for no D7, D8 ou D9, a
-A taxa tende ser exatamente a mesma.
taxa será semelhante.
Momento do pico de LH após
Manutenção do dispositivo por 7
indução da OV
ou 9 dias
-A taxa de prenhez é praticamente a
*Lembrar que estamos falando de Indução mesma, e oque muda mesmo é o manejo.
de ovulação no final da IATF.
Manutenção do dispositivo por 8
-Pode ser Benzoato ou Cipionato de
ou 9 dias
estradiol.
Benzoato de estradiol: O pico de
LH decorrente desse tratamento é mais
precoce (22 horas após tratamento) e com
isso a ovulação ocorrerá mais cedo.
Cipionato de estradiol: O pico de
LH é mais tardio e a ovulação também. -Taxas semelhantes quando comparadas.
BE: iremos remover o dispositivo de P4 e Manutenção do dispositivo por 7
aguardar um dia e depois fazer a indução ou 9 dias
da ovulação.
*Meia vida curta, pico de LH rápido.
Cipionato: No dia de remoção do
dispositivo, já faremos o Cipionato, porque
vai levar um tempo maior para ter o pico.
*Maior tempo para o pico de LH.
-Diferença mínima das taxas de prenhez.
-Teoricamente ao se realizar uma IATF, não IATF com detecção de cio
é necessário a detecção do cio. Porém hoje (novilhas)
sabemos que é interessante, se possível, se
o manejo da propriedade permitir, realizar
a detecção, para ver quais os animais que
foram realmente responsivos ao
tratamento.
Detectar o cio na IATF
-Protocolo com a detecção de cio em
novilhas.
D5: dia da remoção do dispositivo de
segundo uso que é suficiente em novilhas.
Neste é colocado o marcador para
identificar vacas no cio.
D7: Animais que estão no cio são
inseminadas.
Aquelas vacas que não estavam no cio, vão
-Acima temos um protocolo de IATF ser induzidas com o indutor de ovulação no
normal e no dia em que é removido o D8.
dispositivo de P4, e depois de dois dias, D8: GNRH + IA.
dois dias e meio usar de artifícios (bastões -É dado um tempo maior para os folículos
de tinta), para ver quais animais estavam continuarem crescendo, caso ela não tenha
no cio. demonstrado cio.
Com isso teremos resultados melhores com
os animais que estavam no cio, porque este IATF com detecção de cio (vacas)
já é o momento de inseminar. Assim
induzimos a ovulação (com fármaco) e
inseminamos.
Se os animais não estiverem no cio,
esperamos mais 1 dia ou 2.
-Semelhante ao anterior.
Importância da manifestação de
cio na IATF