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Conhecmentos Elementares de Primeiros Socorros: E (Aula Expositiva) P (Aulas Práticas) T (Total de Aulas)

O documento descreve o curso de formação de oficiais de máquinas e náutica da Marinha Mercante, focando na disciplina de Prevenção e Combate a Incêndio, com carga horária total de 20 horas. O curso visa fornecer conhecimentos essenciais para minimizar riscos de incêndio a bordo e preparar os alunos para situações de emergência, conforme normas internacionais. O conteúdo abrange tópicos como prevenção de incêndios, prontidão para emergências e técnicas de combate e extinção de incêndios.

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Conhecmentos Elementares de Primeiros Socorros: E (Aula Expositiva) P (Aulas Práticas) T (Total de Aulas)

O documento descreve o curso de formação de oficiais de máquinas e náutica da Marinha Mercante, focando na disciplina de Prevenção e Combate a Incêndio, com carga horária total de 20 horas. O curso visa fornecer conhecimentos essenciais para minimizar riscos de incêndio a bordo e preparar os alunos para situações de emergência, conforme normas internacionais. O conteúdo abrange tópicos como prevenção de incêndios, prontidão para emergências e técnicas de combate e extinção de incêndios.

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PARTE B: SUMÁRIO

CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAL DE NÁUTICA DA MARINHA MERCANTE

CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAL DE MÁQUINAS DA MARINHA MERCANTE


DISCIPLINA: PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
PRÉ-REQUISITO: (EPS-1) CONHECMENTOS ELEMENTARES DE PRIMEIROS SOCORROS
CARGA HORÁRIA TOTAL: 20 HORAS-AULAS (15 Horas)
SIGLA: PCI JUL/2013

1. PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA


Propiciar ao aluno conhecimentos básicos necessários para minimizar os riscos de incêndio
a bordo e manter o estado de prontidão para atender as situações de emergência, conforme estabele-
cido na Convenção STCW-78, como emendada, Regra VI/1 e do seu respectivo Código, Seção
A-VI/1, Tabela A-VI/1-2.

2. UNIDADES DE ENSINO E CONTEÚDOS [Link]ária


(Horas)
E 1 P1 T1

1 - Minimizando os riscos de incêndio- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 5 - 5


1.0 - introdução, segurança e princípios;
1.1 - conceitos: combustão, os elementos do fogo, o triângulo e o quadriláte-
ro do fogo;
1.2 - propriedades dos materiais inflamáveis (flamabilidade, ponto de igni-
ção, autoignição, ponto de fulgor, temperatura de queima, velocidade de
queima, valor térmico, grau de inflamabilidade, limite inferior de infla-
mabilidade , limite superior de inflamibilidade, eletricidade estática; re-
atividade, combustão espontânea);
1.3 - princípios da prevenção contra incêndios (fonte de ignição, evolução de
um incêndio, prevenção e extinção);
1.4 - propagação do fogo (condução, irradiação, correntes de convecção);
1.5 - procedimentos de segurança abordo (geral, na praça de máquinas, na
cozinha, nas acomodações, nos espaços destinados a carga);
1.6 - necessidade de se manter uma constante vigilância;
1.7 - sistema de patrulhamento; e,
1.8 - perigo de incêndio (na praça de máquinas, na cozinha, nas acomoda-
ções, nos espaços de carga e para os fumantes).
5 - 5
2 - Prontidão para responder a situações de emergência em caso de incêndio
2.1 - alarme geral de incêndio;
2.2 - plano de segurança de controle de incêndio e lista de postos e incum-
bências;
2.3 - meios de comunicação interna de segurança;
2.4 - procedimentos de segurança pessoal (seleção da equipe de combate a

1
E (aula expositiva); P (aulas práticas); T (Total de aulas)

- 1 de 11 -
incêndio, entrada em zona de fogo, conhecimento da zona de combate e
das rotas de escape, trajes de Bombeiros, equipamento de combate,
principais acessórios de combate, cabo-guia e sinalização, substituição
de membros da equipe de combate)
2.5 - treinamentos práticos periódicos executados para melhorar a eficiência
ao controle de incêndio (finalidade e típicos exercícios de treinamento);
2.6 - planta de construção de embarcações mercante sobre os arranjos estru-
turais de prevenção e o controle de incêndio (princípios básicos, mate-
riais combustíveis e não combustíveis, normas para construção de divi-
sórias do navio, rotas de fuga, proteção contra incêndio nos espaços de
carga, inertização de tanques de carga, dispositivos para combate a in-
cêndio nos espaços de carga);
2.7 - bomba de incêndio de emergência;
2.8 - aplicação de pó químico (Chemical powder applicants);
2.9 - rotas de fuga de emergência;
2.10 -propagação do fogo (praça de máquinas, casa das bombas, portas da
praça de máquinas e da casa de bombas, flaps de ventilação, nas aco-
modações, nas áreas de carga, nos compartimentos isolados)
2.11 -sistemas de detecção de fogo e fumaça;
2.12 -alarme de fogo automático;
2.13 -classe de incêndios e agentes apropriados de extinção;
2 6 8
3 - Combate e extinção de incêndios - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
3.1 - redes, mangueiras e esguichos;
3.2 - aparelhos móveis;
3.3 - extintores portáteis (de água, soda ácida, espuma química e pressuri-
zada dióxido de carbono, pó seco;
3.4 - equipamentos de Bombeiro (de proteção individual (EPI), respiração
autônoma, aparelho de ressurreição, cabo de segurança);
3.5 - mantas de incêndio;
3.6 - arranjos de segurança (localização e uso dos alarmes;
3.7 - escolha do método de combate ao incêndio;
3.8 - combate a incêndio;
3.9 - meios e métodos de combate a incêndio;
3.10 - procedimentos de combate a incêndio;
3.11 - pequenos incêndios;
3.12 - grandes incêndios;
3.13 - geral (tipos de instalações fixas);
3.14 - sistemas fixos com efeitos abafador: espuma, CO2 e pó seco;
3.15 - sistema fixo com efeito inibidor: Powders;
3.16 - sistemas fixos com efeitos resfriadores: Sprinklers e Spray de Água
Pressurizada;
3.17 - aparelhos de respiração autônomos;
3.18 - exercício em espaço cheio de fumaça; e,
3.19 - uso de aparelho de aparelhos de respiração autônomo.
• Avaliação 2 - 2
CARGA HORÁRIA TOTAL EM HORAS 14 6 20

- 2 de 11 -
PARTE C: PROGRAMA DETALHADO DA DISCIPLINA

1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS RE 2 RB2 RI2

1 - Minimizando os riscos de incêndio- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - RE1 RB1 L1


1.1 - listar as regras de segurança pessoal que devem se seguidas; RE4 RB2 RI1
1.2 - listar as providencias que devem ser tomadas quando for detectado RE5 RI2
fumaça ou soar alarme de incêndio; RE6 RI3
1.3 - conceituar combustão; RE7
1.4 - identificar os elementos componentes do triângulo e do quadrilátero RE9 RI1
do fogo; RI2
1.5 - definir as seguintes propriedades dos materiais inflamáveis: RI3
1.6 - flamabilidade;
1.7 - ponto de ignição;
1.8 - autoignição;
1.9 - ponto de fulgor;
1.10 -temperatura de queima;
1.11 -velocidade de queima;
1.12 -valor térmico;
1.13 -grau de inflamabilidade;
1.14 -limite inferior de inflamabilidade;
1.15 -limite superior de inflamabilidade;
1.16 -eletricidade estática;
1.17 -reatividade;
1.18 -combustão espontânea; e
1.19 -fonte de ignição.
1.20 -citar as principais fontes de ignição encontradas a bordo;
1.21 -explicar como ocorre a evolução de um incêndio;
1.22 -definir os métodos de extinção de um incêndio;
1.23 -explicar como ocorre a propagação do fogo por: RI1
i. - condução; RI2
ii. - irradiação; e, RI3
iii. - correntes de convecção.
1.24 -identificar as fases de desenvolvimento de um incêndio; RI1
1.25 -listar os principais procedimentos de segurança empregados a bordo RI2
como prevenção de incêndios, nos seguintes locais: RI3
i. - em geral;
ii. - praça de máquinas;
iii. - cozinha;
iv. - acomodações; e, RI1
v. - espaços destinados a carga. RI2
1.26 -justificar a necessidade de se manter uma constante vigilância; RI3
1.27 -justificar a necessidade do sistema de patrulhamento; e RI1
1.28 -identificar os perigos de incêndio encontrados a bordo: RI2
i. - na praça de máquinas; RI3

2
RE (Referência Especiais IMO/ ILO/ OMS/ outras); RB ( Referências bibliográficas); e, RI (Recursos instru-
cionais)

- 3 de 11 -
ii. - na cozinha; RI1
iii. - nas acomodações; RI2
iv. - nos espaços de carga; e, RI3
v. - para os fumantes.
2 - Prontidão para responder a situações de emergência em caso de incên- RE1 RB1 L1
dio- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - RE4 RB2
2.1 - identificar num plano de segurança de controle de incêndio os postos RE5 RI1
e incumbências; RE6 RI2
2.2 - citar os detalhes principais da tabela mestra; RE7 RI3
2.3 - enumerar os meios de comunicação interna de segurança; RE9 RI4
2.4 - especificar os procedimentos de segurança pessoal; RI5
2.5 - escolher adequadamente os trajes de Bombeiros para combate a in-
cêndio e empregá-lo com eficiência; RI7
2.6 - justificar a importância da definição da equipe de combate a incên-
dio;
2.7 - citar os procedimentos para a entrada em zona de fogo:
2.8 - explicar a importância do conhecimento da zona de combate ao fogo
e das rotas de escape;
2.9 - citar os principais equipamentos empregados para combater um in-
cêndio; RI8
2.10 - listar os principais acessórios de combate a incêndio; RI9
2.11 - empregar adequadamente o cabo guia e a sinalização; RI10
2.12 - justificar a importância da substituição de membros da equipe de RI11
combate; RI12
2.13 - justificar a importância dos típicos exercícios práticos periódicos RI13
melhorar a eficiência de prevenção e controle de incêndio; RI14
2.14 - descrever os típicos exercícios práticos periódicos executados a RI15
bordo para melhorar a eficiência de prevenção e controle de incên- RI16
dio; RI17
2.15 - identificar na planta de construção de embarcações mercante os ar-
ranjos estruturais de prevenção e do controle de incêndio; RI5
2.16 - citar os princípios básicos aplicados aos os arranjos estruturais de
prevenção e do controle de incêndio;
2.17 - diferenciar os materiais combustíveis dos não combustíveis empre-
gados na construção naval;
2.18 - citar as normas para construção de divisórias do navio conforme a RI22
SOLAS;
2.19 - localizar as rotas de fuga de emergência conforme o plano de cons-
trução da embarcação;
2.20 - citar as características da bomba de emergência (Moto Bomba) em- RI4
pregadas para controle de incêndio em embarcações mercantes;
2.21 - explicar o funcionamento da bomba de incêndio de emergência; RI31
2.22 - explicar como ocorre a aplicação de pó químico (Chemical powder
applicants) no combate a incêndio a bordo;
2.23 - citar os tipos de proteção contra incêndio empregados nos espaços
de carga;
2.24 - explicar, sucintamente como é feita a inertização de tanques de car-
ga;
2.25 - listar os dispositivos para combate a incêndio encontrados nos es-
paços de carga;
2.26 - explicar sucintamente como ocorre a propagação do fogo em:

- 4 de 11 -
i) praça de máquinas; RI1
ii) casa das bombas; RI2
iii) nas acomodações; RI3
iv) nas áreas de carga; e,
v) nos compartimentos isolados
2.27 - explicar quais as ações de combate ao incêndio com relação:
i) as portas da praça de máquinas; RI1
ii) as portas da casa de bombas; e, RI2
iii) os flaps de ventilação. RI3
2.28 - explicar como funciona o sistema de alarme geral de incêndio; RI6
2.29 - distinguir os sistemas de detecção de fogo e fumaça;
2.30 - explicar como funcionam os sistemas automáticos de detecção e de
alarme de fumaça e de fogo; RI1
2.31 - classificar os tipos de incêndios; e, RI2
2.32 - citar os tipos de agentes de extinção adequados para cada tipo de RI3
incêndio;
3 - Combate e extinção de incêndios - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - RE1 RB1 L1
3.1 - identificar os tipos de redes, mangueiras e esguichos empregadas no RE4 RB2 RI1
combate a incêndio; RE5 RI2
3.2 - relacionar as exigências da SOLAS relativas as mangueiras de incên- RE6 RI3
dio e aos equipamentos móveis de combate a incêndio; RE7
3.3 - explicar o princípio operacional dos seguintes tipos de extintores por- RE9
táteis de combate a incêndio: RI8
i) de água; RI9
ii) soda ácida; RI10
iii) espuma química e pressurizada; RI11
iv) dióxido de carbono; e, RI12
v) pó seco. RI13
3.4 - empregar com segurança e corretamente para cada tipo de incêndio os RI14
seguintes extintores portáteis: RI15
i) de água; RI16
ii) soda ácida; RI17
iii) espuma química e pressurizada; RI18
iv) dióxido de carbono; e, RI19
v) pó seco. RI20
3.5 - identificar e empregar com segurança e corretamente os seguintes
equipamentos de Bombeiro: RI21
i) de proteção individual (EPI); RI22
ii) de respiração autônoma; RI23
iii) aparelho de ressurreição; RI24
iv) cabo de segurança; e,
v) mantas de incêndio;
3.6 - localizar os arranjos de segurança (equipamentos e alarmes);
3.7 - citar os métodos de combate a incêndio que são usados a bordo em ca-
so de ocorrer um sinistro;
3.8 - explicar os fatores que devem ser considerados na escolha do método
de combate a incêndio mais adequado;
3.9 - citar os principais agentes de combate a incêndio;
3.10 - citar os procedimentos que devem ser usados para combater:
- pequenos incêndio; e,
- grandes incêndios.

- 5 de 11 -
3.11 - empregar a técnica correta utilizada para reduzir o consumo de ar;
3.12 - relacionar as exigências e precauções da SOLAS para utilização dos RI1
sistemas fixos de combate a incêndio; RI2
3.13 - citar as características dos sistemas fixos com efeitos abafador: espu- RI3
ma, CO2 e pó seco;
3.14 - explicar o funcionamento dos seguintes sistemas fixos com efeito aba-
fador: espuma, CO2 e pó seco;
3.15 - citar as características dos sistema fixo com efeito inibidor: Powders;
3.16 - explicar o funcionamento dos Powders;
3.17 - citar as características principais dos sistemas fixos de combate a in-
cêndio com efeitos resfriadores: Sprinklers e Spray de Água Pressuri- RI1
zada; RI2
3.18 - explicar o funcionamento dos sprinklers; RI3
3.19 - empregar com segurança e corretamente os aparelhos de respiração RI22
autônomos em um combate ao incêndio;
3.20 - demonstrar em um exercício de prevenção e combate a incêndio como RI1
proceder em espaço cheio de fumaça; RI2
3.21 - empregar corretamente os aparelhos de respiração autônomos num RI3
efetivo resgate; e, RI22
3.22 - demonstrar, com a utilização de bonecos, como as pessoas podem ser RI32
resgatadas em espaços confinados.

2. DIRETRIZES ESPECÍFICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

a) Critérios para a Aplicação da Disciplina:


i) a definição das áreas de conhecimentos, dos objetivos específicos para o entendimen-
to e a proficiência foram elaboradas com intuito de alcançar as competências exigidas, na
Convenção e respectivo Código STCW-78, como emendada, Regras VI/1, Seção A-VI/1 e co-
lunas 1 e 2 da Tabela A-VI/1-2;
ii) ao iniciar a aula o docente deve apresentar, por meio do conjunto multimídia, a Parte
C do currículo do curso (Programa Detalhado da Disciplina), destacando o conteúdo proposto
para a referida aula, facilitando assim o entendimento e aprendizagem dos alunos.
iii) o docente deverá elaborar os planos de aulas e as folhas-tarefas das aulas práticas;
iv) as aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os
conteúdos abordados;
v) com o objetivo de aprofundar o conhecimento dos conteúdos propostos para estudo,
deve ser estimulado o trabalho de pesquisa por parte dos alunos, preferencialmente em grupos
de, no máximo, seis alunos; e,
vi) as aulas práticas deverão ser desenvolvidas com grupos de, no máximo, seis alunos.
b) Limite máximo de alunos por turma: trinta;

c) Pessoal necessário: um professor e um auxiliar para as aulas práticas;

d) Perfil do docente: os docentes designados para ministrarem os assuntos propostos devem


atender às exigências especificadas no item seis da Parte A e em conformidade aos conteúdos
poderão ser:
i) Aquaviários: Oficial de Náutica ou de Máquinas / Supervisor Maquinista-motorista
Fluvial;

- 6 de 11 -
ii) Militar da MB: Oficial / praça: Sub Oficial ou Sargento, com especialidade em
Combate a Incêndio; e,
iii) Outros profissionais: Bombeiros.
e) Locais das aulas: sala de aula com recursos instrucionais adequados para ministrar os conteú-
dos propostos em aulas expositivas; e,

f) Segurança recomendada: deverão ser utilizados os EPIs (Equipamentos de Proteção Indivi-


dual) determinados pelo sistema de segurança.

3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

a) será realizada por uma prova escrita, aplicada ao final da disciplina, abrangendo todas as
unidades de ensino;
b) para elaborar as avaliações o docente deverá observar as orientações definidas nas colunas 3
e 4 da Tabela A-VI/1-2, do Código STCW-78, como emendado; e
c) serão destinadas duas horas-aulas para a avaliação escrita.

4. RECURSOS INSTRUCIONAIS (RI)

A relação a seguir é a ideal para que a disciplina possa ser ministrada, no entanto a criativi-
dade do docente poderá sugerir outros de menores custos e mais interessantes.
RI1 - Conjunto multimídia;
RI2 - Quadro branco;
RI3 - Filmes:
D4 DEATH IN MINUTES - RESCUE TECHNIQUES FROM CONFINED SPACES
Code No: 750
D11 BASIC FIRE FIGHTING (EDITION 3), Code No: 674
D27 SAFETY CONSTRUCTION SURVEY - PART 2, Code No: 545
D28 SAFETY EQUIPMENT SURVEY - PART 3, Code No: 546
Available from: Videotel Marine International Ltd.,
84 Newman Street, London W1 P 3LD, UK
Tel: +44 20 72991800 Fax: +442072991818
e-mail: mail@[Link]
URL: [Link]
RI4 - Plano de segurança de embarcações;
RI5 - Plantas de construção de embarcações;
RI6 - Dispositivos de detecção de incêndio;
RI7 - Trajes de Bombeiros para combate a incêndios;
RI8 - Duas mangueiras de 2 ½ polegadas;
RI9 - Chaves ajustáveis;
RI10 - Redução em “Y”, de 2 ½ polegadas;
RI11 - Redução tríplice, de 2 ½ x ½ polegadas;
RI12 - “Esquichos universais” de 2 ½ polegadas;
RI13 - Esquichos de vazão variável AKRON de 1 ½ polegadas;
RI14 - Esguichos NPU com tubo de aspiração;
RI15 - Aplicador de quatro pés para neblina de baixa pressão;
RI16 - Aplicador de dez pés para neblina de baixa pressão;
RI17 - Extintores de 06Kg de CO2 (60cm de altura);
RI18 - Extintores de 04Kg a pó químico (70cm de altura);
RI19 - Extintores à espuma, com 8 litros de solução (60cm de altura);
RI20 - Extintores de 10 litros, de água pressurizada (75cm de altura);

- 7 de 11 -
RI21 - EPI de Bombeiros;
RI22 - Aparelhos de respiração autônomos (Máscaras MAS);
RI23 - Cabos guia;
RI24 - Mantas para combate a incêndio;
RI25 - Mostra de materiais combustíveis;
RI26 - Compartimento para exercícios de simulação de combate a incêndio em praça de máqui-
nas;
RI27 - Compartimento em forma de “labirinto” para exercícios de simulação de entrada e saída
em compartimento com fumaça;
RI28 - Compartimentos e pátios adequados para exercícios de simulação de combate a incêndios
com extintores portáteis;
RI29 - Dois hidrantes, cada um com duas saídas para conexão de mangueiras de 2 ½ pol;
RI30 - Dispositivo para treinamento de combate ao fogo com extintores portáteis;
RI31 - Moto bomba para combate a incêndio;
RI32 - Bonecos simulando uma pessoa adulta; e,
RI33 - Outros, a critério do instrutor.

5. REFERÊNCIAS ESPECIAIS

RE1 - BRASIL. Lei nº 007573 de 23 de dezembro de 1986. Lei do Ensino Profissional Maríti-
mo. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF,
30/12/1986 Pag. 019930 COL 2.
RE2 - BRASIL. Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997. LESTA. Dispõe sobre a segurança
do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências. Diário
Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 12 dez. 1997.
RE3 - BRASIL. Decreto nº 2596, de 18 de maio de 1998. RELESTA. Regulamenta a Lei nº
9.537, de 11 de dezembro de 1977, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário
em águas sob jurisdição nacional.
RE4 - BRASIL. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas. Normas
da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior nº 02
(NORMAM 02). Rio de Janeiro, 2011.
RE5 - BRASIL. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas. Normas
da Autoridade Marítima para Aquaviário vol. 1 nº 30 (NORMAM 30/DPC vol. 1 Aqua-
viário). Rio de Janeiro, 2012.
RE6 - BRASIL. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas. Normas
da Autoridade Marítima para Aquaviário (NORMAM 13/DPC). Rio de Janeiro, 2011.
RE7 - BRASIL. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas. CON-
VENÇÃO INTERNACIONAL SOBRE PADRÕES DE INSTRUÇÃO, CERTIFICA-
ÇÃO E SERVIÇO DE QUARTO PARA MARÍTIMO – STCW–78, como emendada.
Edição em Português: Rio de Janeiro: DPC, 2012.
RE8 - INTERNATIONAL CONVENTION FOR THE SAFETY OF LIFE AT SEA, 1974, AS
AMENDED – SOLAS consolidated edition 2009. IMO, London, 2009.
RE9 - INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – Basic fire fighting- Model
Course 1.20. IMO, London, 2002.

6. LIVRO TEXTO (LT)

BRASIL. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas. Manual do Curso Especial Básico
de Combate a Incêndio. Rio de Janeiro, 2002.

- 8 de 11 -
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (RB)

RB1- Bo, Olav - Basic Safety Course: Fire Safety. (Oslo, Norwegian University Press, reprinted
Aug 1999.
RB2- Brady, Robert J – Marine Fire Prevention, Fire Fight and Fire Safety (Marine Training and
Advisory Board, USA, 1998

- 9 de 11 -
PARTE D: MANUAL DO DOCENTE

1 - Introdução

O presente manual tem por objetivo propiciar uma orientação de como deve ser desenvolvido o
ensino da disciplina, em especial como serão utilizados os recursos instrucionais, o livro texto e as
referências bibliográficas.
Cabe ao docente saber que essa disciplina, visa agregar conhecimentos para habilitar o aluno
para as competências exigidas a fim de desempenhar as funções em serviço de quarto de navegação,
em embarcações com arqueação bruta igual ou superior a 500, ou em serviço de quarto em praça de
máquinas de embarcações com potência propulsora igual ou menor que 750 KW, empregadas na
navegação em mar aberto, conforme a Convenção Internacional sobre Padrões de Instrução, Certifi-
cação e Serviço de Quarto para Marítimos (STCW-78), como emendada.
Os conteúdos propostos tomam por base os requisitos estabelecidos para as competências e ha-
bilidades exigidas para o exercício das atribuições contidas nas Normas da Autoridade Marítima
para Aquaviários.
Em referência a essa disciplina espera-se que, ao final do curso, o aluno seja capaz de:
a) demonstrar conhecimentos das ações a serem tomadas no caso de ser detectada a presença
de fogo ou fumaça e quando ouvir soar um alarme de incêndio;
b) ter atenção e perspicácia no que diz respeito aos assuntos de incêndio;
c) conhecer e manusear adequadamente os extintores portáteis de incêndio;
d) saber como abrir e fechar portas, vigias, aberturas, etc., em uma situação crítica de incêndio
a bordo;
e) saber minimizar os riscos de incêndio, bem como manter um estado de alerta de modo a res-
ponder com presteza e eficiência em situações que envolvam fogo; e,
f) saber como agir para combater e extinguir incêndios a bordo de embarcações.

2 - Anotações Importantes
O docente deve destacar no livro texto os assuntos que requerem mais atenção, seja pela impor-
tância ou pela dificuldade de entendimento e relacioná-los com as referências bibliográficas, inclu-
sive anotando as páginas que tratam do assunto.
Deverá aplicar métodos de ensino por competência, ou seja, ensinar a fazer fazendo, dando ên-
fase nos assuntos de maior relevância para o propósito. Recomendam-se as seguintes ações especí-
ficas:
- Minimizando os riscos de incêndio
O foco aqui é o local onde está sendo ministrada a disciplina. Devem ser listadas as regras de
segurança pessoal que devem ser seguidas e as atitudes e/ou providências que devem ser tomadas
por todos quando for detectada fumaça ou quando soar o alarme de incêndio. Se for possível, levar
os alunos para um ¨tour¨/passeio pelas instalações da Escola, ministrando os conteúdos adequados
e exemplificando-os.
Exemplificar os assuntos com a apresentação de pequenos trechos de filme.
Exemplificar os assuntos com a apresentação pequenos trechos de filme e se for possível até em
laboratório de química.
Exemplificar os assuntos com a apresentação de pequenos trechos de filme e utilizar amostras de
materiais inflamáveis.
Utilizar trechos de filmes para enfatizar as ações de prevenção e vigilância.
- 10 de 11 -
Utilizar trechos de filmes para enfatizar os perigos de incêndio tanto a bordo das
embarcações como no seu dia a dia em terra.
- Prontidão para responder a situações de emergência em caso de incêndio.
É necessário que seja dada ênfase na organização para a prevenção e combate do incêndio a
bordo, preferencialmente com relação ao tipo de embarcação que os alunos irão tripular. Usar foto-
grafia, filmes de curta duração e, se possível, fazer aulas ou visitas a bordo.
Utilizar um plano de segurança, tabela mestra e os principais acessórios de combate ao incên-
dio. Buscar conscientizar a todos da importância e da eficiência dos exercícios de treinamento.
Empregar filmes, fotografias e plantas reais de construção de embarcações mercante que tra-
tam dos arranjos estruturais de prevenção e controle de incêndio. Preferencialmente ensinar na prá-
tica os alunos a ler uma planta em especial explicação sobre as rotas de emergência.
Utilizar equipamentos reais e filmes de fabricantes desses equipamentos.
Empregar pequenos trechos dos filmes sobre classe de incêndios e agentes apropriados de ex-
tinção.

- Combate e extinção de incêndios.


Utilizar pequenos trechos de filme e ministrar as aulas com os equipamentos reais em sala, pa-
ra que os alunos se familiarizem com eles. Propiciar oportunidades para que os alunos possam ves-
tir as roupas de Bombeiro e manuseie os EPIs. Demonstrar os procedimentos para combater pe-
quenos incêndios utilizando extintores portáteis em ambientes simulados da realidade de bordo.
Empregar filmes, fotografias e plantas reais de construção de embarcações mercante sobre as
instalações fixas.
Devem ser realizados exercícios práticos aplicando métodos e técnicas adequadas de combate
a incêndio em condições simuladas a realidade de bordo que estejam o mais próximo possível de
uma situação real, porém sem risco para os alunos. Com os alunos protegidos por aparelhos de res-
piração autônomos (mascaras) devem ser feitos exercícios em espaço cheio de fumaça não tóxica.
Com os alunos protegidos por aparelhos de respiração autônomos (mascaras) devem ser feitos
exercício de efetivo resgate, utilizando bonecos.

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