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Capelania Hospitalar 4

A capelania hospitalar é um trabalho humanitário que oferece conforto e esperança aos enfermos, promovendo a fé cristã sem distinção de credo. Estudos mostram que a fé pode melhorar a saúde física e mental dos pacientes, e o capelão deve agir com respeito às normas hospitalares, evitando promessas de cura. O documento também aborda a importância da oração e do cuidado nas visitas, especialmente a pacientes terminais e em UTIs.

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marineuza santos
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Capelania Hospitalar 4

A capelania hospitalar é um trabalho humanitário que oferece conforto e esperança aos enfermos, promovendo a fé cristã sem distinção de credo. Estudos mostram que a fé pode melhorar a saúde física e mental dos pacientes, e o capelão deve agir com respeito às normas hospitalares, evitando promessas de cura. O documento também aborda a importância da oração e do cuidado nas visitas, especialmente a pacientes terminais e em UTIs.

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INSTITUTO KADOSH

CAPELANIA
HOSPITALAR
SUA JORNADA NA CAPELANIA COMEÇA AQUI
CAPELANIA HOSPITALAR

A capelania hospitalar é aquela realizada nos hospitais e


casas de saúde pública ou privada. Ao visitarmos um enfermo
no hospital, é como se estivéssemos visitando o próprio
Senhor Jesus Cristo, que disse: "... Estive enfermo e me
Visitaste;... sempre que o fizestes a um destes meus irmãos,
mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes"
O QUE É CAPELANIA HOSPITALAR?

É um trabalho humanitário de solidariedade, uma tênue luz de


esperança, confortando e ajudando o enfermo a lidar com a
enfermidade, a engajar-se ao tratamento médico indicado, e
até mesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não
há expectativas de cura, apresentando a graça, a
misericórdia e o amor de Deus, e a vida eterna em Jesus
Cristo.

MISSÃO DA CAPELANIA HOSPITALAR

A Capelania Hospitalar tem como missão atuar nos hospitais


através de voluntários capacitados que levam amor, conforto
e esperança aos pacientes, aos familiares e aos profissionais
da saúde. Apresentando a fé cristã através do atendimento
espiritual, emocional, social, recreativo e educacional, sem
distinção de credo, raça, sexo ou classe social.

02
O IMPACTO DA FÉ SOBRE A SAÚDE FÍSICA E
MENTAL

Pesquisas científicas têm sido publicadas reafirmando o


impacto da fé sobre a saúde física e mental de pessoas que
têm fé e frequentam uma comunidade religiosa. Nestas
pesquisas torna-se evidente que o grupo dos cristãos ocupa
o centro das respostas favoráveis, o que nos faz lembrar que
muito além da “fé na fé”, estas pessoas têm em Cristo a
resposta para suas vidas, sendo ajudados e sustentados por
Ele em todos os momentos

O Dr. HAROLD KOENIG, psiquiatra, geriatra e pesquisador da


Universidade de Duke, nos EUA, concluiu em seus livros, que
as pessoas que têm fé em Deus, e freqüentam regularmente
uma igreja e cultivam um bom relacionamento com Deus
apresentam os seguintes resultados:

Melhor engajamento ao tratamento médico, melhor


aceitação ao tempo de hospitalização, aumento da
imunidade orgânica, pressão arterial mais estável, menos
problemas estomacais e de cólon, menores índices de
ataques cardíacos, menor tempo de recuperação de
cirurgias, menos dor, níveis mais baixos de stress, menores
índices de depressão e ansiedade, maior auto-estima,
menores níveis de ansiedade, etc.
COMO UM CAPELÃO DEVE SE PORTAR NO
HOSPITAL

1. A instituição hospitalar busca a cura física do paciente. É


necessário que o capelão respeite o ambiente e a estrutura
do hospital, isto é, o capelão deve trabalhar dentro das
normas estabelecidas pelo hospital.
2. Como evangélicos a Constituição Brasileira nos dá direito
de atender os doentes, porém este não é um direito absoluto,
isto é, devemos fazer nosso trabalho de forma que não atinja
os direitos dos outros.
3. O Capelão deve tomar cuidado para não despertar nas
pessoas enfermas falsas esperanças, deve levar uma palavra
de fé e esperança em Jesus Cristo, mas nunca que alguém
será curado em nome de Deus.
4. O capelão deve respeitar as visitas de outros grupos. No
ministério da capelania não há lugar para disputas ou
conflitos.
5. O Capelão deve saber utilizar os instrumentos que Deus
lhes deu (ORAÇÃO, PALAVRA e a FÉ)
6. Um ponto muito importante para o capelão é aprender as
normas e regras do hospital para se visitar os enfermos.
COMO CAPELÃO O QUE DEVO FAZER NA
VISITA HOSPITALAR:
Apresentar-se adequadamente.
Estar preparado para enfrentar estas circunstâncias
adversas, pois, o doente pode apresentar sintomas tais
como: frustrações, ansiedade, dor, desespero,
problemas emocionais ou de religiosidade. Nunca
esquecer de levar uma palavra de fé, esperança e
principalmente de amor.
Respeitar o espaço de outros enfermos ou visitantes,
como por exemplo: ao orar por alguém, que seja uma
oração breve e objetiva.
Levar sempre em suas visitas para deixar com as
pessoas atendidas folhetos e literaturas.
Sempre obedecer as normas do hospital em suas visitas.
Lembrar que o paciente tem suas necessidades, permita
que ele expresse suas necessidades e sentimentos.
O capelão vai ao hospital em nome de Jesus, portanto
deve demonstrar sempre amor, carinho, levando
conforto, confiança e esperança.
Tomar sempre cuidados para evitar contato com uma
doença contagiosa, mas sempre cuidadoso também para
não ofender o paciente.
Sempre que possível aproveitar a capela do hospital e
realizar trabalhos evangelísticos.
A cada visita o capelão deve avaliar-se, e procurar
sempre melhorar sua atuação a cada visita.
COMO CAPELÃO O QUE NÃO DEVO FAZER
NA VISITA HOSPITALAR:

1. Se estiver doente não visite.


2. Não falar de suas experiências hospitalares, lembre-se
você é o capelão e não o paciente.
3. Não fazer critica ao hospital ou questionar diagnósticos ou
tratamentos médico. lembre-se você é o capelão e não o
médico.
4. Não deitar ou sentar no leito do paciente e não entrar em
quartos ou enfermarias, sem antes bater na porta.
5. Não prometer curas em nome Deus.
6. Não falar em tom alto ou baixo demais. procure falar em
um tom normal.
7. Não comente com um paciente as informações colhidas
com outro paciente, isto provoca a falta de credibilidade ao
capelão.
8. Não forçar o paciente a falar ou fazer o que ele não deseja,
deixe o paciente a vontade.
9. Não comer a comida do paciente.
10. Não levar alimento ao paciente.
11. Não demorar muito na visita.
PACIENTES TERMINAIS:

Ao visitar um doente terminal, temos de tentar descobrir, nos


primeiros momentos, em conversa com parente e até ouvi-
lo, se ele está lúcido e pode conversar, qual o estágio que
está vivendo.

Reações do paciente diante da morte iminente:

1 – Negação: Está é a primeira reação! Nega que está doente,


que pode morrer, esse é o momento em que a família é
desafiada a estar mais perto e ter paciência.

2 – Revolta: Depois de convencer-se de que é a verdade, que


realmente está doente, a pessoa passa a perguntar: “Por que
eu?” “Porque Deus deixou isso acontecer comigo?” “Eu
mereço?”

3 – Barganha: Depois de descarregar sua revolta, ela começa


a imaginar se pelo menos pudesse fazer isso ou aquilo antes
de partir, ela tenta negociar. É o momento da chantagem.

4 – Depressão: O paciente se desinteressa por tudo e


praticamente se entrega à situação, fica desanimado, perde
a vontade de viver.

5 – Aceitação: É a aceitação da sua realidade. Daí pra frente


tudo fica mais fácil para o paciente e seus familiares, a paz
vem para todos.
PACIENTES NA UTI:

A UTI nasceu da necessidade de oferecer suporte avançado


de vida a pacientes agudamente doentes que por ventura
possuam chances de sobreviver. É um ambiente de alta
complexidade.

O capelão pode ter acesso à Unidade de Terapia Intensiva de


um hospital, desde que conheça as regras. Com certeza você
terá que vestir uma roupa especial, além de ter que lavar as
mãos na entrada e na saída.

O tempo normalmente é limitado. Se a pessoa está em coma,


observe o seguinte: Fale baixo perto dela e não comente
sobre ela, sobre seu estado, nada que possa desgasta-lá.

Está provado que a pessoa em coma, recebe mensagem. Por


isso ao falar tenha o cuidado de fazê-lo compassadamente e
com voz mansa.

Recite versículos bíblicos fáceis, fale do amor de Jesus, de


perdão, Encoraje-o a confiar em Jesus como seu Salvador e
Senhor.

Ore, pedindo a Deus por ele, da melhor maneira que sentir no


momento e agradeça a Deus por ele.
A ORAÇÃO NOS HOSPITAIS:

A oração em hospitais se não atentarmos para alguns


detalhes, ao invés de ajudar pode até atrapalhar se não for
feita sabiamente.

1. Uma só pessoa – Não é aconselhável uma reunião de


oração. Apenas uma pessoa deve orar. Um período muito
longo de muitas orações, cada um de um jeito e em tons
diferentes de voz, pode criar problemas emocionais no
enfermo.
2. Voz Suave – Não se deve fazer aquela oração gritada, com
exaltação de voz. Oração é conversa com Deus. Portanto, o
que vai fazer efeito é a fé e não o efeito psicológico de
palavras fortes.
3. Sem encenações – Não faça encenações, não provoque
expectativas, não dramatize suas orações. faça tudo
naturalmente. Qualquer alterações nas emoções do paciente
pode ser prejudicial.
4. O pedido – Ponha a pessoa nas mãos de Deus e peça-lhe
que realize a sua vontade em sua vida. Não insinue em sua
oração que Deus tem que curar
5. Se o enfermo quiser orar – Se estiver lúcido, deixe-o orar
também, mas sob vigilância. Se ele se emocionar e chorar,
continue a oração você mesmo e encerre-a imediatamente.
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