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Gases

O documento aborda as propriedades dos gases, incluindo compressibilidade, formação de misturas homogêneas e a relação entre pressão, volume e temperatura através das leis de Boyle, Charles e Avogadro. Também discute a equação do gás ideal, que relaciona essas variáveis, e apresenta exemplos de cálculos práticos. Além disso, menciona a densidade dos gases e como ela pode ser determinada a partir da pressão e temperatura.

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Gases

O documento aborda as propriedades dos gases, incluindo compressibilidade, formação de misturas homogêneas e a relação entre pressão, volume e temperatura através das leis de Boyle, Charles e Avogadro. Também discute a equação do gás ideal, que relaciona essas variáveis, e apresenta exemplos de cálculos práticos. Além disso, menciona a densidade dos gases e como ela pode ser determinada a partir da pressão e temperatura.

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Ø Expandem espontaneamente preenchendo o recipiente → o seu volume

se iguala ao volume do recipiente que o contém.


Ø São altamente compressíveis: quando submetido a uma pressão, seu
volume diminui.
Ø Formam misturas homogêneas com outros gases, independentemente
das identidades ou proporções.
Ø Muitas substâncias moleculares são gases (fórmulas moleculares
simples com baixa massa molecular)

Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø Os gases exercem pressão em uma superfície com a qual estão em
contato.
Ø Pressão é uma força (F) agindo sobre uma determinada área (A):

F
P
A

Ø Os átomos e as moléculas na atmosfera também sofrem aceleração


gravitacional, fazendo com que a atmosfera exerça uma pressão sobre a
superfície terrestre → pressão atmosférica.
Ø Ao retirarmos o ar contido no interior de uma garrafa de plástico
vazia ela se fecha parcialmente → a pressão atmosférica é maior que a
pressão dentro da garrafa.

Ø Unidade de pressão : N/m2 = 1 Pascal (Pa) 3

Ø 1 bar = 1 x 105 Pa
Ø A pressão atmosférica pode ser medida com um barômetro:
• Um tubo inserido em um recipiente de mercúrio aberto à atmosfera
• O mercúrio sobe 760 mm no tubo
• A pressão atmosférica na superfície do mercúrio (seta azul) é igual à
pressão da coluna de mercúrio (seta vermelha).

Ø A pressão atmosférica padrão (atm) é a pressão suficiente para


suportar uma coluna de Hg de 760 mm de altura.
Ø Unidades: 1 atm = 760 mmHg = 760 torr= 1,01325 × 105 Pa
Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø Dobrar a pressão
sobre o gás → reduz
seu volume inicial à
metade

Ø Lei de Boyle: o volume de uma quantidade fixa de gás é inversamente


proporcional à sua pressão (à temperatura constante).
1
V  constante x ou PV  constante
P
PV  constante  P1V1  P2V2

Ø Bal ões de prev is ã o d e t e m p o :


Quando se distancia da superfície 5
terrestre, a pressão atmosférica
diminui e seu volume aumenta.
Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ex. 1: Uma certa quantidade de um gás ideal é encerrada em um
aparelho que obedece à lei de Boyle. Seu volume é 247 cm3 uma pressão
de 62,5 kPa. Se a pressão do gás é aumentada para 82,5 kPa com redução
de s eu v ol ume, qual s er á o n o v o v o l u m e o c u p a d o p e l o g á s , s e a
temperatura é mantida constante? R= 187 cm3

P1V1  P2V2
V (cm3) P (KPa)
inicial 247 62,5
final ??? 82,5

P1V1  P2V2
247 kPa x 62,5 cm3 = 82,5 kPa x V2

V2 = 187 cm3

6
Exemplos:
2: Qual será o novo volume de um gás ideal que ocupou inicialmente
1,46 dm3 a 142 kPa, depois que a pressão foi reduzida para 116 kPa, à
temperatura constante? R: 1,79 dm3.
3: Uma amostra de um gás ideal, mantida à temperatura constante,
tem uma pressão de 765 mmHg e um volume de 10,9 mL.O gás é
expandido pelo aumento de volume do seu recipiente. Se o volume
final do gás é 38,1 mL, qual é sua pressão final? R: 219 mmHg
4: A pressão de uma amostra de 45,5 mL de um gás ideal é 2,25 atm.
Se o gás é comprimido à temperatura constante até seu volume
atingir 20,0 mL, qual será a pressão final? R: 5,12 atm.

7
Ø Lei de Charles: o volume de uma quantidade fixa de gás é diretamente
proporcional à sua temperatura absoluta (à pressão constante).

V
V  constante x T ou  constante
T
V V V
 constante  1  2
T T1 T2

• Zero absoluto: 0K = -273,15ºC

Ø Volume do balão aumenta com o aumento


da temperatura do gás e diminui com
abaixamento da temperatura
8

Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ex. 5: Uma amostra de um gás ideal tem um volume de 128 cm3 a -27 oC.
A que temperatura em oC deve ser aquecido, à pressão constante, se o
volume final passa a ser 214 cm3? R : 138 oC (411K)
OBS: É necessário converter a temperatura para K: K = 273,15 + oC.

V (cm3) T (K)
inicial 128 273,15 - 27 = 246,15
final 214 ????
V1 V2

T1 T2
128 214

246,15 T2

T2 = 411 K → K = = 273,15 + oC → 411 = 273,15 + oC

→ T (°C) = 138oC 9
Exemplos:
6: Uma amostra de um gás ideal ocupa um volume de 473 dm3 a 146 °C.
Se a temperatura é diminuída a 48 °C, qual será o novo volume do gás?
R: 362 dm3.
7:Uma amostra de gás ideal ocupa um volume de 1,20 L a 25 °C. Se a
temperatura aumenta a 50 °C, qual é o novo volume do gás se a pressão
permaneceu constante? R: 1,30L
8: Uma amostra de um gás ideal ocupa um volume de 23,3 cm3 a 125 °C.
A que temperatura deve o gás ser resfriado, à pressão constante, se o
volume final for reduzido a 20,0 cm3? Resposta: 342 K ou 69 °C.

10
Exemplos cálculos combinados:

Ø Podemos deduzir uma equação que relacione valores das variáveis P, V


e T nos estados inicial e final e avaliarmos uma variação em qualquer
uma das três variáveis determinada por mudança em outras duas.

v Lei de Boyle:
v Lei de Charles:
1
V  (a T constante) V   T (a P constante)
P

T P1V1 P2 V2
V   
P T1 T2

11
Ex. 9: Suponha que 2,65 L de um gás ideal a 25°C e 1,00 atm sejam
simultaneamente aquecidos e comprimidos até que a temperatura final seja
75°C e a pressão final 2,00 atm. Qual é o volume final? R: 1,55 L
P1V1 P2 V2

T1 T2

T (K) P (atm) V (L)


inicial 273,15 +25 = 298,15 1,00 2,65
final 273,15 +75 = 348,15 2,00 ???

P1V1 P2V2

T1 T2
1 x 2,65 2 x P2

298,15 348,15

V2 = 1,55L
12
Exemplos cálculos combinados:

10: Uma amostra de 148 cm 3 de um gás ideal a 148 °C e 462 kPa é


resfriada e expandida até sua temperatura final alcançar 22 °C, e sua
pressão final, 108 kPa. Qual será o volume final? R: 444 cm3.
11: Uma amostra de um gás ideal ocupa um volume de 68,1 mL a 945 kPa
e 18ºC. Qual será sua temperatura em graus Celsius após ser expandida
para 116 mL a 745 kPa? R: 118º C.
12: Uma amostra de um gás ideal ocupa um volume inicial de 20,5 L a
0,465 atm e 38 °C antes da compressão para 9,76 L. Se a nova pressão
for 0,686 atm, qual será a nova temperatura em °C? R: -55 °C.

13
Ø Gay-Lussac observou que, a uma determinada temperatura e pressão,
os volumes dos gases que reagem entre si estão na proporção de números
inteiros e pequenos → Lei da combinação dos volumes.

14

Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 9ª ed. Pearson, 2005.
Ø Hipótese de Avogadro: volumes iguais de gases à mesma temperatura
e pressão conterão números iguais de moléculas → 22,4 L de qualquer gás
a 0º C e 1 atm contém 6,02 x 1023 moléculas de gás (1 mol de gás)

Ø Lei de Avogadro: o volume de gás a uma dada temperatura e pressão


é diretamente proporcional à quantidade de matéria do gás.

V  constante x n

15
Ø As leis de Boyle, de Charles e o princípio de Avogadro são enunciados
de proporcionalidade que descrevem o gás ideal:
1
v Lei de Boyle: V  (a T e n constantes)
P
v Lei de Charles: V   T (a P e n constantes)

v Lei de Avogadro: V  n (a T e P constantes)

Ø Combinando as três relações numa lei geral para os gases:


nT
V
P
Ø Considerando R como a constante de proporcionalidade:

 nT 
V  R   PV  nRT
 P 
Ø Equação do gás ideal ou lei do gás ideal
16
Ø Gás ideal: um gás hipotético cujos comportamentos da pressão,
volume e temperatura são completamente descritos pela equação do gás
ideal
Ø R é a constante dos gases e sua unidade depende das unidades de T, P
eV
Ø Ao resolver problemas empregando a equação do gás ideal, as
unidades de P, V e T devem estar de acordo com a unidade de R

17
Ø Condições normais de temperatura e pressão (CNTP) T = 0°C (273,15
K) e P = 1 atm.
Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø O volume de 1 mol de gás nas CNTP (volume molar de um gás ideal nas
CNTP) é:

nRT (1,000mol) (0,08206L atm/mol K)(273,15K )


V   22,41L
P 1,000atm
Ø A equação do gás ideal explica adequadamente as propriedades da
maioria dos gases sob várias circunstâncias.
Ø Mas não é exatamente correta para um gás real. O volume medido em
determinadas condições de P e T pode diferir do volume calculado a
partir de PV = nRT

18

Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ex. 13: O carbonato de cálcio, se decompõe com aquecimento para produzir
CaO(s) e CO2(g). Uma amostra de CaC03 foi decomposta e o dióxido de carbono
foi coletado em um frasco de 250 mL. Após o término da decomposição, a
pressão do gás foi de 1,3 atm a temperatura de 31ºC. Qual a quantidade de
matéria (número do mols) de gás CO2, produzida? Resp : 0,013 mol.
nCO2 = ?????

V = 250 mL → 0,250 L

P= 1,3 atm

T = 31 ºC → T (K) = 273,15 + 31 → T (K) = 304,15K

R = 0,08206 L atm/mol K

PV  nRT

CaC03(s) → CaO(s) + CO2(g)

19
Exemplos:
14: Um dirigível contém 5,74 x 106 L de hélio a 25º C e 1 atm. Qual a
massa em gramas de He dentro do dirigível? (Resp: 9,39 x 105g)
Usar a constante dos gases R = 0,08206 L atm/mol K

20
Ø A densidade tem unidades de massa por unidade de volume (por ex.
g/L). Ordenando a equação dos gases para obter a quantidade de
matéria por unidade de volume
n P
PV  nRT  
V RT
Ø Sendo que n/V tem as unidades de mols por litro. Mas, se
multiplicarmos os lados da equação pela massa molar (MM):
n MM P MM

V RT
Ø O produto das quantidades nMM/V nos fornece a densidade em g/L,
logo:
P MM • ↑ MM ou ↑ P → mais denso é o gás.
d
RT • ↑ T → menos denso é o gás.
Ø Podemos determinar também a massa molar do gás:
21
dRT
MM 
P
Ex. 15: Qual é a densidade do vapor de tetracloreto de carbono (MMCCl4
= 154g/mol) a 714 torr e 125ºC? Resp: 4,43 g/L
Ø Unidades: 1 atm = 760 mmHg = 760 torr= 1,01325 × 105 Pa

Ø R = 0,08206 L atm/mol K.

dCCl4 = ?????

T = 125 ºC → T (K) = 273,15 + 125 → T (K) = 398,15K

P = 714 torr 1 atm ------- 760 torr


P atm = 0,939 atm
P atm ------- 714 torr

P MM
d
RT

22
Exemplos:
16: A densidade do gás fosfina é 1,26g/L a 50 °C e 747 mmHg. Calcule
a massa molar da fosfina. R: 34,0 g/mol

17: Qual será a massa molecular do aleno gasoso, se ele se comporta


idealmente, e se 2,79 g ocupam um volume de 1,56L a CNTP? R: 40,1 L.

18: Qual é a densidade do metano (CH4) em um balão em que a pressão é


910 torr e a temperatura 255K? R: 0,916 g/L.

23
Ø Inúmeras reações envolvem o consumo ou produção de gases. A
Quantidade de matéria de gás consumida ou obtida está relacionada
com P, V e T

Exemplo 19: Os air bags de automóveis são insuflados por gás


nitrogênio gerado pela decomposição rápida de azida de sódio, NaN3:
2NaN3(s) → 2Na(s) + 3N2(g)
Se um air bag tem um volume de 36 L e será preenchido com gás
nitrogênio a uma pressão de 1,15 atm a temperatura de 26,0ºC, quantos
gramas de NaN3 (MM = 65,0 g/mol) devem ser decompostos?

24
Ø Lei de Dalton das pressões parciais: em uma mistura gasosa, a
pressão total é dada pela soma das pressões parciais de cada
componente:
Pt  P1  P2  P3 ...
Ø A pressão exercida por um componente em particular de certa
mistura de gases é a pressão parcial daquele gás.
Ø Cada gás obedece à equação do gás ideal:

 RT   RT   RT 
P1  n1   ; P2  n 2   ; P3  n 3  
 V   V   V 
Ø Todos os gases na mistura estão à mesma temperatura e ocupam o
mesmo volume:
RT RT
Pt  n1  n 2  n 3 ...  Pt  n t
V V 25
Ø A pressão total à T e V constantes é determinada pela quantidade de
matéria total do gás presente.
Ø Como cada gás em uma mistura comporta-se de forma independente,
podemos relacionar a quantidade de determinado gás em uma mistura
com sua pressão parcial.
RT
n1
P1 V P1 n1
  
Pt n RT Pt n t
t
V
n1
Ø Lembrando que a fração molar é X1  , temos que:
nt
P1 n1 P1
   X1  P1  X1Pt
Pt n t Pt

26
Ø A equação do gás ideal descreve como os gases se comportam.
Ø Por que os gases expandem quando aquecidos à P constante? Por que
sua pressão aumenta quando é comprimido à T constante?
Ø Teoria cinética molecular (a teoria das moléculas em movimento),
publicada por Rudolf Clausius em 1857:
• Os gases consistem em grande número de moléculas em movimento
continuo e aleatório.
• O volume de todas as moléculas do gás é desprezível comparado ao
volume total no qual o gás está contido
• As forças atrativas e repulsivas entre as moléculas de gás são
desprezíveis.
• A energia pode ser transferida entre as moléculas durante as colisões,
mas a energia cinética media das moléculas não varia com o tempo,
desde que a temperatura do gás permaneça constante. Em outras
palavras as colisões são perfeitamente elásticas.
• A energia cinética média das moléculas é proporcional a temperatura
absoluta. Para certa temperatura, as moléculas de todos os gases tem27a
mesma energia cinética média.
Ø A pressão de um gás é provocada pelas colisões das moléculas com as
paredes do recipiente.
Ø A magnitude da pressão é determinada tanto pela freqüência quanto
pela força com que as moléculas batem nas paredes.

Ø Se a temperatura absoluta de um gás é dobrada, a energia cinética


28
média de suas moléculas também dobra → o movimento molecular
aumenta com o aumento da temperatura
Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø Aumento de volume a temperatura constante resulta na
diminuição da pressão:
• T constante → energia cinética média das moléculas dos gases
inalterada → a velocidade vmq das moléculas não varia.
• ↑ volume → as moléculas deverão mover-se por uma distância maior
entre as colisões → menos colisões por unidade de tempo com as
paredes do recipiente → pressão diminui.
• Explica a lei de Boyle.

Ø Aumento da temperatura a volume constante resulta no aumento


da pressão:
• V constante → ↑ T → ↑ energia cinética média das moléculas → ↑ vmq
→ ↑ colisões das moléculas com as paredes por unidade de tempo (pois
estão se deslocando mais rapidamente) → ↑ P
• Além disso, o momento em cada colisão aumenta, pois as moléculas
chocam-se contra as paredes com mais força → ↑ P
29
Ø Consideramos que em um gás ideal:
• Não há forças intermoleculares
• O volume ocupado pelas moléculas individuais é desprezível em relação
ao volume total ocupado pelo gás.
Ø Mas estas condições não são encontradas nos gases reais → as
moléculas reais tem volumes finitos e se atraem → observarmos desvios
do comportamento ideal.
Ø Da equação do gás ideal, temos:

PV
n
RT
Ø Para 1 mol de gás, PV/RT = 1 sob qualquer pressão.
Ø Em um gás real, PV/RT varia significativamente de 1.

30
Ø Gases reais não se comportam de modo ideal sob altas pressões .
• A baixas pressões (abaixo de 10 atm), o desvio de gás ideal é menor →
podemos aplicar a equação do gás ideal sem cometer erros graves.

• T = 300 K para N2, CH4 e H2 31


• T = 313 K para CO2

Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø Gases reais não se comportam de modo ideal sob altas pressões .
• Sob elevadas pressões os volumes dos gases tendem a ser ligeiramente
maiores que os previstos pela equação do gás ideal → o volume
combinado das moléculas de gás não é desprezível em relação ao volume
do recipiente.

A pressões baixas o
volume das moléculas de
gás é desprezível se À medida que a
comparado com o volume pressão aumenta, o
do recipiente → o v o l u m e l i v r e
volume livre disponível disponível para as
para as moléculas é moléculas se moverem
32
basicamente todo o é menor que o volume
volume do recipiente. do recipiente.
Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø Sob altas pressões a pressão de um gás é menor que a prevista pela
equação do gás ideal → as forças atrativas entre as moléculas começam
a interferir .

Maior pressão → Menor distância


entre as moléculas de gás → As
forças atrativas intermoleculares
reduzem a força com que a molécula
se choca com a parede do recipiente
→ Reduz o valor de PV/RT abaixo
do valor ideal

Resfriamento a pressões inferiores a 400


atm acentua o desvio do comportamento
ideal: Diminuição da temperatura →
Diminuição da energia cinética das moléculas 33
→ Não possuem energia suficiente para
superar as forças atrativas intermoleculares
Fonte: Brown, T. L., et al. “Química –A ciência central”. 13ª ed. Pearson ., 2016.
Ø Um gás real tem pressão mais baixa em razão das forças
intermoleculares, e volume maior, por causa do volume finito das
moléculas em relação a um gás ideal.
Ø Adição de dois termos à equação do gás ideal:
• para corrigir os valores das pressões dos gases devido ao efeito das
forças intermoleculares
• para corrigir o volume do gás devido ao efeito dos volumes moleculares
 n2a 
 P  2  V  nb   nRT
 V 

Correção para o
Correção para atração volume das moléculas
intermolecular
nb representa o volume finito
As forças de atração entre pares ocupado pelas moléculas de gás
de moléculas aumentam com o
34
quadrado do número de moléculas
por unidade de volume (n/V)2

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