Rel. Proj Pav
Rel. Proj Pav
RODOVIA: BR-163/MS
TRECHO: Dourados – KM 244+700 (Pista Sul)
EXTENSÃO: 0.945 km
Códigos PNV/SNV: 163BMS0290 (202404A)
PROJETO EXECUTIVO
PARA IMPLANTAÇÃO DE ACESSO
3.3.1. Introdução
Tais estudos auxiliam na seleção de locais que irão compor as fontes de materiais de
empréstimos para o corpo de aterro e eventuais substituições de solo, além de orientar
a escolha de jazidas de materiais nobres como brita (pedreira) e areia (areeiro ou areal).;
3.3.2. Metodologia
82
[Link]. Ensaios
Ensaios de caracterização
[Link]. Pedreira
[Link]. Jazidas
Base:
Para fornecimento de pedra britada para utilização a camadas de base foi indicado
pedreira comercial Mineração Santa Maria, localizada no município de Dourados/MS,
83
com distância a ser percorridas de 22,9 km em rodovia pavimentada e 2,61 km de trecho
não pavimentado até o canteiro de obras do trecho.
Sub-Base:
Para o material a ser utilizado na sub-base foi indicada como fonte caixa de empréstimo
localizada em Itaporã, distante cerca de 33,00 km em rodovia pavimentada e 2,56 km de
trecho não pavimentado até o canteiro de obras, não foram considerados custos de
recuperação de área de jazida.
[Link]. Areal
O fornecedor apresentou cotações de aquisição tipo CIF e FOB, sendo a entrega pelo
fornecedor direto no canteiro de obras a opção mais viável.
Os boletins de sondagem, quadro resumo dos ensaios e a análise dos resultados são
apresentados a seguir.
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[Link]. Boletins de sondagem
BOLETIM DE SONDAGEM
Ocorrência:
Trecho: ACESSO/CONCESSIONÁRIA
Argila
Extensão: Obs:Subleito
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[Link]. Resumo dos Ensaios - Subleito
F‐02 1,50 55,3 18,4 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 92,4 82,9 14 A‐7‐5 0,45 25,7 1,640 12,9
F‐03 1,50 57,0 18,8 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 96,3 84,4 15 A‐7‐5 0,33 26,6 1,618 12,1
F‐04 1,50 54,9 18,7 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 96,7 81,0 14 A‐7‐5 0,36 26,0 1,629 12,5
F‐05 1,50 57,1 18,8 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 96,7 81,1 15 A‐7‐5 20,1 1,235 1,294 0,39 27,7 1,598 11,8
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[Link]. Densidade IN-SITU
DENSIDADE IN - SITU
Estaca
Furo 1 5
Posição
Espessura
Peso do frasco + areia (g) 7000 7000
Peso do frasco + areia restante (g) 4956 5008
Peso da areia no cone (g) 498 498
Peso da areia na cavidade (g) 1546 1494
Densidade da areia ( g/dm³) 1368 1368
Volume da cavidade (dm³) 1,130 1,092
Peso do solo úmido extraído da
Cavidade + Peso da bandeja ( g )
Peso do solo úmido extraído
da cavidade ( g ) 1628 1620
Densidade do solo úmido ( g/dm³ ) 1441 1483
Cápsula nº
Peso da cápsula ( g )
Peso da cápsula + solo úmido ( g )
Peso da cápsula + solo seco ( g )
Peso da àgua ( g )
Peso do solo seco ( g )
Umidade de Pista ( % ) 18,3 20,1
Umidade hot ( % ) 29,1 27,7
Fator de correção 0,845 0,833
Densidade do solo seco ( g/dm³ ) 1218 1235
Densidade máxima (g/dm³) 1586 1598
Grau de compactação ( % )
[Link]ão (%) 1,302 1,294
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[Link]. Ensaios de Compactação
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89
90
91
92
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[Link]. Índice Suporte Califórnia-ISC - Subleito
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[Link]. Granulometria E Ensaio Físico - Subleito
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3.3.5. Resultados Obtidos – SubBase e Base
106
[Link]. Ensaios de Compactação
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[Link]. Índice Suporte Califórnia-ISC
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123
124
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[Link]. Granulometria e Ensaios Físico
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134
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136
Projeto de Pavimentação
4.3.1. Introdução
Esta análise proporcionou, dentre outros aspectos, boa consistência no que diz respeito
à escolha de materiais para as camadas de pavimentos a serem empregados.
160
4.3.2. Concepção da Estrutura do Pavimento
161
[Link]. Método de Projeto de Pavimentos Flexíveis – DNER, versão
1996
A. Generalidades
A última modificação oficial desse método ocorreu em 1996 com o lançamento pelo
DNER do Manual de Pavimentação (publicação código 697/100). As principais
características dessa nova versão do método estão descritas resumidamente a seguir.
C. Tráfego
162
Onde:
Fonte: Manual de
Pavimentação, Tabela 31 - DNIT IPR-719/2006.
163
Revestimento: KR
Base: KB
Sub-base: KSB
Reforço: KRef
Fonte: Manual de
Pavimentação, Tabela 32 - DNIT IPR-719/2006.
164
Figura 36 - Determinação de espessuras do pavimento.
Fonte: Manual de Pavimentação, figura 43 - DNIT IPR-719/2006.
G. Inequações de Dimensionamento
As espessuras finais das camadas do pavimento são calculadas através das seguintes
inequações, exceto a do revestimento que é tabelada em função do Número “N”:
165
Onde:
Para fins de dimensionamento, o ISC da sub-base deve ser sempre considerado como
igual a 20, mesmo que o material indicado para essa camada apresente valor de ISC
superior. Esses parâmetros estão representados na figura a seguir:
166
Todos os materiais do subleito que apresentam ISC < 2 % e/ou expansão > 2 %
deverão ser substituídos por materiais com ISC > ISC de projeto determinado para
o subleito;
167
I. Determinação do valor do ISC de projeto
2,00
B (valor calculado): 13,00 cm Adotado 15 cm
KB: 1,00 Valor utilizado conforme a Tabela 2;
H20: 23,00 cm Valor calculado conforme Figura 1.
168
DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DO PAVIMENTO
Estrutura
Subleito
Regularização do Subleito;
169
4.3.4. Fontes de Materiais a Serem Utilizadas
[Link]. Imprimação
A distribuição do ligante deve ser feita por veículos equipados com bomba reguladora de
pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação do material
betuminoso em quantidade uniforme.
As barras de distribuição devem ser do tipo circulação plena, com dispositivo que
possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante. Os
veículos distribuidores devem dispor de tacômetro, calibradores e termômetros de
pequenas superfícies e correções localizadas.
As barras de distribuição devem ser do tipo de circulação plena, com dispositivo que
possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento de ligante. O
depósito de material betuminoso, quando necessário, deve ser equipado com dispositivo
que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do recipiente.
170
O depósito deve ter uma capacidade tal que possa armazenar a quantidade de material
betuminoso a ser aplicado em, pelo menos, um dia de trabalho fazendo-se a pintura de
ligação da adjacente, logo que a pintura permita sua abertura ao trânsito.
A fim de evitar a superposição ou excesso de material nos pontos inicial e final das
aplicações, devem-se colocar faixas de papel, transversalmente, na pista de modo que
o material betuminoso comece a cesse de sair da barra de distribuição sobre essas
faixas, as quais, a seguir, são retiradas. Qualquer falha na aplicação do material
betuminoso deve ser logo corrigida.
A distribuição do ligante deve ser feita por veículos equipados com bomba reguladora de
pressão e com sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação do material
betuminoso em quantidade uniforme.
As barras de distribuição devem ser do tipo circulação plena, com dispositivo que
possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante. Os
veículos distribuidores devem dispor de tacômetro, calibradores e termômetros de
pequenas superfícies e correções localizadas.
171
[Link]. Concreto Betuminoso Usinado a Quente
De forma a se garantir uma adequada aderência entre a camada a ser executada com
este tipo de mistura betuminosa e a superfície subjacente, deve-se promover uma pintura
de ligação a ser executada com emulsão asfáltica catiônica devendo se garantir, como
mínimo, cerca de 450 g de asfalto residual por m².
Caso a temperatura ambiente seja da ordem dos 15ºC, a distância acima indicada deverá
obrigatoriamente diminuir para 15 m, sendo exigida inclusivamente a colocação de mais
um cilindro metálico vibratório. O restante dos cilindros de compactação deve seguir o
mais perto possível de todo o comboio executivo.
172
4.3.6. Verificação do Dimensionamento pelo Método da Resiliência
A deflexão na superfície;
No caso do presente projeto, para o valor de ISCproj = 11,1 e teor de silte na fração fina
maior que 65, obtém-se a classificação Tipo III, quanto à resiliência, indicando tratar-se
de solo de comportamento ruim quanto à resiliência.
173
A espessura total do pavimento é calculada através da forma analítica do Método DNER,
dada pela expressão:
𝑯𝒕 𝟑𝟑 𝒄𝒎
807,961
HCB 5,737 0,972 I1 4,101I 2
DP
HCB = 4 cm
𝑯𝑪𝑩 . 𝑽𝑬 𝑯𝑪𝑮 𝑯𝒕
𝑯𝒕 𝟑𝟑 𝒄𝒎
Onde VE é valor estrutural da camada betuminosa, admitida igual a 2,0 (para subleito do
tipo III e N entre 104 e 105).
174
𝟒, 𝟎 ∗ 𝟐, 𝟎 𝑯𝑪𝑮 𝟑𝟑 𝒄𝒎 → 𝑯𝑪𝑮 𝟐𝟓 𝒄𝒎
175
176
177
MATERIAIS DE PAVIMENTAÇÃO
IMPLANTAÇÃO E PAVIMENTAÇÃO DO ACESSO À CONCESSIONÁRIA DE CAMINHÕES DA R2 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES
Objeto:
LTDA
Material Betuminoso 0 + 0,00 - Emulsão RR-1C Campo Grande/MS 3,640 ton 0,13 244,00 244,13
Usina 0 + 0,00 - CBUQ Itaporã/MS 966,040 ton 2,61 22,90 25,51
REGULARIZAÇÃO DO SUBLEITO
ESTACA EXTENSÃO LARGURA ÁREA SUBLEITO
O BS ERV AÇÃO
INICIAL FINAL (m) (m) (m²)
24 + 15,33 46 + 10,18 434,850 var. 1.478,500 Local: BR-163
J-1 Itaporã/MS 0 + 0,00 20 + 12,29 412,290 var. 2.972,204 0,15 445,830 Local: PISTA SUL DESACELERAÇÃO
J-1 Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 10,06 30,063 var. 191,946 0,15 28,790 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 8,00
J-1 Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 11,57 31,569 var. 92,570 0,15 13,890 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 4,80
J-1 Itaporã/MS 0 + 0,00 2 + 16,64 56,638 var. 857,424 0,15 128,610 Local: ENTRADA
J-1 Itaporã/MS 1 + 1,94 25 + 8,54 486,600 var. 3.013,912 0,15 452,090 Local: PISTA SUL ACELERAÇÃO
J-1 Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 6,46 26,460 var. 191,640 0,15 28,750 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 8,00
J-1 Itaporã/MS 0 + 0,00 2 + 5,91 45,910 var. 191,640 0,15 28,750 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 4,80
+ + +
TOTAL: 1.524,380 8.940,915 1.341,150
Pedreira Itaporã/MS 0 + 0,00 20 + 12,29 412,290 var. 2.827,354 0,15 424,100 Local: PISTA SUL DESACELERAÇÃO
Pedreira Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 10,06 30,063 var. 185,493 0,15 27,820 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 8,00
Pedreira Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 11,57 31,569 var. 90,026 0,15 13,500 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 4,80
Pedreira Itaporã/MS 0 + 0,00 2 + 16,64 56,638 var. 835,353 0,15 125,300 Local: ENTRADA
Pedreira Itaporã/MS 1 + 1,94 25 + 8,54 486,600 var. 2.869,474 0,15 430,420 Local: PISTA SUL ACELERAÇÃO
Pedreira Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 6,46 26,460 var. 185,528 0,15 27,830 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 8,00
Pedreira Itaporã/MS 0 + 0,00 2 + 5,91 45,910 var. 138,069 0,15 20,710 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 4,80
+ + +
TOTAL: 1.524,380 8.462,817 1.269,410
178
IMPRIMAÇÃO COM EMULSÃO ASFÁLTICA
LOCALIZAÇÃO APLICAÇÃO - ESTACAS EXTENSÃO LARGURA ÁREA CONS. VOLUME
Fornec. O BS ERV AÇÃO
ESTACA INICIAL FINAL (m) (m) (m²) (t/m²) (t)
Greca Campo Grande/MS 24 + 15,33 46 + 10,18 434,850 var. 1.282,816 0,0013 1,670 Local: BR-163
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 20 + 12,29 412,290 var. 2.755,436 0,0013 3,580 Local: PISTA SUL DESACELERAÇÃO
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 1 + 10,06 30,063 var. 182,198 0,0013 0,240 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 8,00
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 1 + 11,57 31,569 var. 88,559 0,0013 0,120 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 4,80
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 2 + 16,64 56,638 var. 824,241 0,0013 1,070 Local: ENTRADA
Greca Campo Grande/MS 1 + 1,94 25 + 8,54 486,600 var. 2.797,332 0,0013 3,640 Local: PISTA SUL ACELERAÇÃO
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 1 + 6,46 26,460 var. 182,396 0,0013 0,240 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 8,00
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 2 + 5,91 45,910 var. 135,431 0,0013 0,180 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 4,80
+ + +
TOTAL: 1.524,380 8.248,409 10,740 Emulsão asfáltica para imprimação
PINTURA DE LIGAÇÃO
LOCALIZAÇÃO APLICAÇÃO - ESTACAS EXTENSÃO LARGURA ÁREA CONS. VOLUME
Fornec. OBS ERV AÇÃO
ESTACA INICIAL FINAL (m) (m) (m²) (t/m²) (t)
Greca Campo Grande/MS 24 + 15,33 46 + 10,18 434,850 var. 1.130,614 0,00045 0,510 Local: BR-163
Greca Campo Grande/MS 15 + 15,00 63 + 0,37 945,363 0,5000 472,682 0,00045 0,210 Local: BR-163 (área de fresagem)
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 20 + 12,29 412,290 var. 2.532,257 0,00045 1,140 Local: PISTA SUL DESACELERAÇÃO
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 1 + 10,06 30,063 var. 171,539 0,00045 0,080 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 8,00
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 1 + 11,57 31,569 var. 83,219 0,00045 0,040 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 4,80
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 2 + 16,64 56,638 var. 789,573 0,00045 0,360 Local: ENTRADA
Greca Campo Grande/MS 1 + 1,94 25 + 8,54 486,600 var. 2.572,473 0,00045 1,160 Local: PISTA SUL ACELERAÇÃO
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 1 + 6,46 26,460 var. 171,864 0,00045 0,080 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 8,00
Greca Campo Grande/MS 0 + 0,00 2 + 5,91 45,910 var. 126,208 0,00045 0,060 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 4,80
+ + +
TOTAL: 2.469,743 8.050,430 3,640 Emulsão asfáltica - RR-1C
Usina Itaporã/MS 0 + 0,00 20 + 12,29 412,290 var. 2.532,257 0,05 303,870 Local: PISTA SUL DESACELERAÇÃO
Usina Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 10,06 30,063 var. 171,539 0,05 20,580 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 8,00
Usina Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 11,57 31,569 var. 83,219 0,05 9,990 Local: SAÍDA DESACELERAÇÃO 4,80
Usina Itaporã/MS 0 + 0,00 2 + 16,64 56,638 var. 789,573 0,05 94,750 Local: ENTRADA
Usina Itaporã/MS 1 + 1,94 25 + 8,54 486,600 var. 2.572,473 0,05 308,700 Local: PISTA SUL ACELERAÇÃO
Usina Itaporã/MS 0 + 0,00 1 + 6,46 26,460 var. 171,864 0,05 20,620 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 8,00
Usina Itaporã/MS 0 + 0,00 2 + 5,91 45,910 var. 126,208 0,05 15,140 Local: SAÍDA ACELERAÇÃO 4,80
+ + +
TOTAL: 2.469,743 8.050,430 966,040
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