Calypso 0
Calypso 0
COMPOSIÇÃO:
(Z)-3-(6-chloro-pyridylmethyl)-1,3-thiazolidin-2-ylidenecyanamide
(TIACLOPRIDO) ............................................................................................................................................. 480 g/L (48,0 % m/v)
Outros ingredientes ......................................................................................................................................... 710 g/L (71,0 % m/v)
GRUPO 4A INSETICIDA
FORMULADOR:
Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00 -
Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132 / Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG - CEP 38044-755 -
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registrada no IMA sob nº 2.972
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
PRODUTO CORROSIVO A FERRO E POUCO CORROSIVO A ALUMÍNIO E LATÃO
Lote, Data de fabricação, Data de vencimento: Vide embalagem
CONTEÚDO: Vide rótulo
Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional)
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023
INSTRUÇÕES DE USO:
CALYPSO® é um inseticida sistêmico para aplicação foliar terrestre do grupo químico dos neonicotinoides, indicado para o
controle das pragas mencionadas nas culturas abaixo:
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023
Pragas Controladas Intervalo
Nº máximo
Dose Produto Volume de Equipamento de de
Culturas de
Nome Comum Nome Científico Comercial calda (L/ha) aplicação segurança
aplicações
(dias)
Terrestre:
Avião
Cana-de- Cigarrinha-das- 120 – 200
Mahanarva fimbriolata 1500 – 2000 mL/ha 1 Barra
açúcar raízes Aérea:
Costal
50 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
120
Realizar amostragens periodicamente e aplicar quando for observado o nível de controle recomendado, levando em
consideração as condições de clima favoráveis para o desenvolvimento da praga (umidade e calor). Utilizar doses maiores
quando se necessita um período mais prolongado de proteção, ou de acordo com o histórico de ocorrência da praga. A
aplicação deve ser realizada com no mínimo 30 dias após a colheita atingindo as ninfas identificadas pela presença da espuma.
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo.
20 mL/100 L de Barra
Cebola Tripes-do-fumo Thrips tabaci 4 500 - 800
água Costal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21
O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando
necessário.
MISTO: Aplicações poderão ser realizadas em cultivo protegido tipo Estufas, assim como em campo aberto.
“Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas, indicadas
nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a
ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala."
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023
Pragas Controladas Intervalo
Nº máximo Volume de
Dose Produto Equipamento de de
Culturas de calda
Nome Comum Nome Científico Comercial aplicação segurança
aplicações (L/ha)
(dias)
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B Barra
Feijão 200 mL/ha 4 100 - 300
Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri Costal
Sternechus Barra
Soja Tamanduá- da -soja 200 mL/ha 3 100 - 300
subsignatus Costal
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Pragas Controladas Intervalo
Nº máximo Volume de
Dose Produto Equipamento de de
Culturas de calda
Comercial aplicação segurança
Nome Comum Nome Científico aplicações (L/ha)
(dias)
Pulgão das Macrosiphum
solenáceas euphorbiae
100 mL/ha Barra
Tomate Pulgão verde Myzus persicae 3 300 - 1000 Costal
Estacionário
Bemisia tabaci raça B
Mosca- branca 200 mL/ha
/ Bemisia tabaci 07
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Pulgões: o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias,
quando necessário.
Mosca-branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos,
ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas
realizado nas primeiras horas do dia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 - 10 dias.
Modo de Aplicação:
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Preparo de Calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra,
argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação de CALYPSO® deve estar limpo de resíduos de outro
defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada de CALYPSO®,
completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado
durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua
preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o
espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a
altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de
desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao alvo desejado.
Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e
calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento
entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as
pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da
cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de
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evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam
impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação aérea: a aplicação aérea deve ser feita apenas na cultura de cana-de-açúcar.
Para aplicação aérea, utilizar bicos rotativos ou barras equipadas com bicos hidráulicos de jato cônico, de acordo com a vazão
calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício dos bicos, o ângulo de
inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita que permita a liberação e deposição de
acordo com a taxa de aplicação.
Para taxas de 50 L/ha de calda, aplicar gotas média a grossa, com diâmetro médio de gotas de 200 a 400 µm, com altura de
voo de 2 a 4 metros do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média
a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou
envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Ventos:
- A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
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Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando
uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são
caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou
nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença
pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e
com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Não realizar a aplicação aérea em uma distância menor que 23 m (vinte e três metros) da área de divisa com outras culturas
cultivadas e/ou em fase de florescimento.
- Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a 500 m (quinhentos metros) de povoação e de
mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 m (duzentos e cinquenta metros) de mananciais de
água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Não realizar a aplicação aérea com diâmetro de gotas finas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas
em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de
exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável
pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador,
importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas
de exportação.
- A Bayer não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves remotamente pilotadas (drones).
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
A pessoa que ajudar dever se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
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Em ratos, o produto após administração via oral, foi absorvido pelo trato gastrointestinal, sendo que
a concentração máxima no plasma foi encontrada entre 1 e 1,5 horas após a administração. O
produto é prontamente distribuído do plasma para os órgãos periféricos e tecidos. É rapidamente
metabolizado através da hidroxilação, oxidação e metilação do anel tiazolidina. Dentro de 48 horas
após a administração, 91,3 % a 93,4 % do produto foi eliminado via fezes e urina, sendo a
Toxicocinética
excreção predominante pela via renal, após passar por processos metabólicos, apresentando
pouco acúmulo nos tecidos. Os processos metabólicos resumem-se em:
1) hidroxilação do anel da tiazolidina e subsequente glucoronidação; 2) hidroxilação da cianamida;
3) abertura do anel tiazolidina; 4) formação do anel oxazol; 5) oxidação e subsequente metilação do
anel da tiazolidina; e 6) clivagem oxidativa das ligações do metileno.
Os inseticidas neonicotinoides são relativamente pouco tóxicos para humanos, porque eles
interagem menos com os receptores nicotínicos humanos quando comparado aos insetos, e eles
não atravessam prontamente a barreira hemato-encefálica. Devido à pouca penetração através da
barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são espe-rados
Toxicodinâmica: em baixos níveis de exposição.
A toxicidade aguda dos diversos neonicotinoides em mamíferos está predo-minantemente
relacionada ao receptor nicotínico do subtipo 7-alfa, seguido dos subtipos 4-alfa, 2-beta, 3-alfa e 1-
alfa. Ações nesses receptores envolvem uma combinação de efeitos agonistas e antagonistas. Os
efeitos tóxicos, in vivo, variam dependendo do inseticida neonicotinoide.
Produto Formulado:
Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) foram observados
redução de motilidade e reatividade, estado de espasmo, respiração difícil, tremores e posição
lateral.
Sintomas
Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) foram
e sinais clínicos:
observados redução de motilidade e reatividade, estado de espasmo, respiração difícil,
tremores, prostração, midríase, apatia e blefaroespasmo,
Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos), foram
observados eritema em pele, reversíveis em 24 horas.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico
Diagnóstico:
compatível.
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Não existem antídotos
conhecidos para exposições a inseticidas neonicotinoides. O tratamento é sintomático e de
suporte de acordo com os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais.
A toxicidade é mínima. O principal efeito clínico esperado é depressão do sistema nervoso central,
que deve ser monitorada em todos os casos de exposição. A ingestão de formulações de
inseticidas neonicotinoides pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes,
solventes ou outros ingredientes, alguns dos quais podem ser corrosivos. Deve-se tratar os
sintomas. Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação oral e
diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a descontaminação
gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis.A êmese não é recomendada, contudo o
vômito espontâneo pode ocorrer devido à presença de surfactantes ou solventes na formulação.
Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão ativado). Dose usual:
25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças
com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados com
Tratamento: cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato
gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no
esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que
estiver perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
Após exposição pela via inalatoria, remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato
respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor,
inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química,
Contraindicações:
porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das interações Não conhecidos
químicas:
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
ATENÇÃO:
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450
Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 300 - <500 mg/kg
DL50 cutânea ratos: > 4000 mg/kg.
CL50 inalatória em ratos: 1,22 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto causou eritema em pele, reversíveis em 24 horas.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto não é irritante aos olhos.
Sensibilidade cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS: Após administração crônica do produto, foram evidenciados efeitos tumorigênicos em ratos e
camundongos, tratados com Tiacloprido pela via oral. O órgão alvo foi o fígado, mas foram observados efeitos também em tireóide,
sistema nervoso, musculos, adrenais e ovários.O Tiacloprido não apresentou potencial genotóxico em estudos realizados in vitro
e in vivo. A administração do ingrediente ativo não induziu efeitos teratogênicos ou ao desenvolvimento em ratos e coelhos; no
estudo de reprodução foi observada toxicidade na prole em doses onde observou-se toxicidade materna. Em estudos de
neurotoxicidade foram observadas alterações em atividade motora e locomotora.
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023
demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas;
Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipa-mentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada
a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
CALYPSO_BULA_AGROFIT_05/05/2023