Evolução da Internet e Seus Componentes
Evolução da Internet e Seus Componentes
Índice
ENQUADRAMENTO ....................................................................................................................................... 3
INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................ 4
TERMINOLOGIA ........................................................................................................................................ 5
GÉNESE DA INTERNET ............................................................................................................................... 5
EXPANSÃO DA INTERNET .......................................................................................................................... 6
INTERNET SERVICE PROVIDERS ................................................................................................................ 7
OPÇÕES DE CONEXÃO DOS ISP ................................................................................................................. 8
A RESPONSABILIDADE DOS ISPs SOBRE DIREITOS AUTORIAIS ................................................................. 8
SERVIDORES E UTILIZADORES ................................................................................................................... 8
ARQUITETURA CLIENTE-SERVIDOR ........................................................................................................... 9
SERVIDORES .............................................................................................................................................. 9
TIPOS DE SERVIDORES .............................................................................................................................. 9
SERVIDORES NA INTERNET ..................................................................................................................... 10
CONTAS DE UTILIZADORES ..................................................................................................................... 10
WORLD WIDE WEB (WWW) ....................................................................................................................... 10
GÉNESE DA WWW .................................................................................................................................. 11
FUNCIONAMENTO .................................................................................................................................. 12
PADRÕES ................................................................................................................................................. 12
EVOLUÇÃO DO CÓDIGO .......................................................................................................................... 13
BROWSERS .............................................................................................................................................. 14
HTML COMO LINGUAGEM MULTIPLATAFORMA ................................................................................... 15
PROTOCOLOS .............................................................................................................................................. 16
TCP/IP ..................................................................................................................................................... 16
GOPHER .................................................................................................................................................. 16
HTTP ........................................................................................................................................................ 17
PROTOCOLO HTTPS ................................................................................................................................ 18
SOFTWARE PARA INTERNET ....................................................................................................................... 19
BROWSERS .............................................................................................................................................. 19
CLIENTES DE MAIL................................................................................................................................... 20
CLIENTES DE FTP ..................................................................................................................................... 22
REFERENCIAS .................................................................................................. Erro! Marcador não definido.
BIBLIOGRAFIA ............................................................................................................................................. 24
ENQUADRAMENTO
◦ Introdução
◦ Génese da Internet
◦ Expansão da Internet
◦ Servidores e utilizadores
◦ Contas de utilizadores
◦ Génese da WWW
◦ Browsers
◦ HTML como linguagem multiplataforma
◦ Protocolos
◦ TCP/IP
◦ GOPHER
◦ HTTP
◦ MAIL
◦ Browsers
◦ Clientes de mail
◦ Clientes de FTP
INTRODUÇÃO
uma rede de várias outras redes, que consiste de milhões de empresas privadas, públicas, acadêmicas e de governo, com alcance
cal e global e que está ligada por uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas. A internet traz uma
xtensa gama de recursos de informação e serviços, tais como os documentos inter-relacionados de hipertextos da World Wide
Web (WWW), redes ponto-a-ponto (peer-to-peer) e infraestrutura de apoio a correio eletrônico (e-mails). As origens da internet
montam a uma pesquisa encomendada pelo governo dos Estados Unidos na década de 1960 para construir uma forma de
omunicação robusta e sem falhas através de redes de computadores. Embora este trabalho, juntamente com projetos no Reino
nido e na França, tenha levado a criação de redes precursoras importantes, ele não criou a internet. Não há consenso sobre a data
xata em que a internet moderna surgiu, mas foi em algum momento em meados da década de 1980.
financiamento de uma nova estrutura principal de informática (dita backbone), para os Estados Unidos pela Fundação Nacional da
ência nos anos 1980, bem como o financiamento privado para outros similares backbones comerciais, levou a participação
undial no desenvolvimento de novas tecnologias de rede e da fusão de muitas redes distintas. Embora a internet seja amplamente
tilizada pela academia desde os anos 1980, a comercialização da tecnologia na década de 1990 resultou na sua divulgação e
corporação da rede internacional em praticamente todos os aspetos da vida humana moderna. Em junho de 2012, mais de 2,4
lhões de pessoas —mais de um terço da população mundial — usaram os serviços da internet; cerca de 100 vezes mais do que em
995. O uso da internet cresceu rapidamente no Ocidente entre da década de 1990 a início dos anos 2000 e desde a década de 1990
o mundo em desenvolvimento. Em 1994, apenas 3% das salas de aula estadunidenses tinham internet, enquanto em 2002 esse
dicesaltou para 92%.
maioria das comunicações tradicionais dos meios de comunicação (ou mídia), como telefone, música, cinema e televisão estão a
er remodeladas ou redefinidas pela internet, dando origem a novos serviços, como o protocolo de internet de voz (VoIP) e o
rotocolo de internet de televisão (IPTV). Jornais, livros e outras publicações impressas estão-se adaptando à tecnologia web ou têm
do reformulados para blogs e feeds. A internet permitiu e acelerou a criação de novas formas de interações humanas através de
ensagens instantâneas, fóruns de discussão e redes sociais. O comércio on-line tem crescido tanto para grandes lojas de varejo
uanto para pequenos artesãos e comerciantes. Business-to-business e serviços financeiros na internet afetam as cadeias de
bastecimento por meio de indústrias inteiras. A essa agregação de funcionalidades por meio dum núcleo comum (Internet, no
aso), tem-se usado chamar convergência tecnológica ou, simplesmente, quando não for ambíguo, convergência.
internet não tem governança centralizada em qualquer aplicação tecnológica ou políticas de acesso e uso; cada rede constituinte
efine suas próprias políticas. Apenas as definições de excesso dos dois principais espaços de nomes na internet — o espaço de
ndereçamento Protocolo de Internet e Domain Name System — são dirigidos por uma organização mantenedora, a Corporação da
ternet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN). A sustentação técnica e a padronização dos protocolos de núcleo (IPv4 e
v6) é uma atividade do Internet Engineering Task Force (IETF), uma organização sem fins lucrativos de participantes internacionais
agamente filiados, sendo que qualquer pessoa pode se associar contribuindo com a perícia técnica.
TERMINOLOGIA
termo internet, como um sistema global específico de redes de IPs interconectados, é um nome próprio. A Internet também é
uitas vezes referida como Net. A palavra "internet" foi utilizado historicamente, com inicial minúscula, logo em 1883 como um
erbo e adjetivo para se referir a movimentos interligados. No início dos anos 1970, o termo internet começou a ser usado como
ma forma abreviada do conjunto de redes técnicas, o resultado da interligação de redes de computadores com gateways especiais
u roteadores. Ele também foi usado como um verbo que significa "conectar", especialmente redes.[5][10]
s termos internet e World Wide Web são frequentemente usados como sinônimos na linguagem corrente, é comum falar-se de
navegar na internet", em referências ao navegador web para exibir páginas web. No entanto, a internet é uma rede mundial de
omputadores especial conectando milhões de dispositivos de computação, enquanto a World Wide Web é apenas um dos muitos
erviços que funcionam dentro da internet. A Web é uma coleção de documentos interligados (páginas web) e outros recursos da
ternet, ligadas por hiperlinks e URLs. Além da web, muitos outros serviços são implementados através da internet, como e-mail,
ansferência de arquivos, controle remoto de computador, grupos de notícias e jogos online. Todos esses serviços podem ser
mplementados em qualquer intranet, acessível para os usuários da rede.[11]
GÉNESE DA INTERNET
pesquisa sobre a comutação de pacotes começou na década de 1960 e redes de comutação de pacotes, como Mark I, no NPL no
eino Unido, ARPANET, CYCLADES,[13][14] Merit Network, Tymnet e Telenet, foram desenvolvidas em final dos anos 1960 e início
os anos 1970, usando uma variedade de protocolos. A ARPANET, em particular, levou ao desenvolvimento de protocolos para
ternetworking, onde várias redes separadas poderiam ser unidas em uma rede de redes. Os dois primeiros nós do que viria a ser a
RPANET foram interconectados entre o Network Measurement Center de Leonard Kleinrock na Escola de Engenharia e Ciências
plicadas da UCLA e o sistema NLS de Douglas Engelbart no SRI International (SRI), em Menlo Park, Califórnia, em 29 de outubro de
969. O terceiro nó da ARPANET era o Culler-Fried InteractiveMathematics Center da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara e
quarto era o Departamento Gráfico da Universidade de Utah. Em um sinal precoce de crescimento futuro, já havia quinze sites
onectados à jovem ARPANET até o final de 1971.
acesso à rede TCP/IP expandiu-se novamente em 1986, quando o National Science Foundation Network (NSFNET) proveu
cesso a sites de supercomputadores nos Estados Unidos a partir de organizações de pesquisa e de educação, o primeiro a 56
bit/s e, mais tarde, 1,5 Mbit/s e 45 Mbit/s. Os primeiros fornecedores de acesso à internet (ISPs) comerciais começaram a surgir
o final dos anos 1980 e início dos anos 1990. A ARPANET foi desmantelada em 1990. A internet foi totalmente comercializada
os Estados Unidos em 1995, quando a NSFNET foi desmantelada, removendo as últimas restrições sobre o uso da internet para
ansportar o tráfego comercial. A internet começou uma rápida expansão para a Europa e Austrália em meados da década de
980 e para a Ásia no final dos anos 1980 e início dos anos 1990.
EXPANSÃO DA INTERNET
esde meados da década de 1990 a internet teve um enorme impacto sobre a cultura e o comércio mundiais, como pelo
umento da comunicação instantânea através de e-mails, mensagens instantâneas, "telefonemas" VoIP, chamadas de vídeo
terativas, com a World Wide Web e seus fóruns de discussão, blogs, redes sociais e sites de compras online. Quantidades
escentes de dados são transmitidos em velocidades cada vez mais elevadas em redes de fibra óptica operando a 1 Gbit/s, 10
bit/s, ou mais.
Figura 2 -Gráfico mostrando a proporção de usuários de Internet a cada 100 pessoas, entre 1996 e 2014, feita pela União Internacional de Telecomunicações.
A internet continua a crescer, impulsionando quantidades cada vez maiores de informações on-line e de
conhecimento, comércio, entretenimento e redes sociais. Durante a década de 1990, estimou-se que o tráfego na
internet pública cresceu cerca 100% ao ano, enquanto estima-se que o crescimento anual do número de usuários seja
de algo entre 20% e 50%. Este crescimento é muitas vezes atribuído à falta de uma administração central, que
permita o crescimento orgânico da rede, bem como pela natureza não-proprietária e aberta dos protocolos de
internet, o que incentiva o fornecedor de interoperabilidade e impede qualquer empresa de exercer muito controle
sobre a rede. Em 31 de março de 2011, o número total estimado de usuários da internet foi de cerca de 2 bilhões de
pessoas (ou cerca de 30% da população mundial). Estima- se que em 1993 a internet realizou apenas 1% do fluxo de
informações através de duas vias de telecomunicações; em 2000 este valor tinha aumentado para 51% e, até 2007,
mais do que 97% de todas as informações telecomunicadas foi realizada através da rede mundial.
Um Fornecedor de Acesso à Internet ou Provedor de Serviço Internet (em inglês Internet Service Provider, ISP), é
qualquer organização que ofereça serviços de acesso, participação ou utilização da Internet. Provedores podem ser
organizados de várias maneiras, tanto comercialmente, sem fins lucrativos ou em comunidades. Além de oferecer
acesso a Internet, provedores geralmente também oferecem serviços de "e-mail", "hospedagem de sites" ou blogs,
entre outros.
Fornecedor de acesso à Internet é a tradução para IAP (Internet Access Provider). IAP é uma outra maneira pela qual
nos referimos ao ISP (Internet Service Provider) cuja tradução é "Provedor de Serviço de Internet".
OPÇÕES DE CONEXÃO DOS ISP
Geralmente, um ISP cobra uma taxa mensal ao consumidor que tem acesso à Internet embora a velocidade de
transferência dos dados varie largamente.
O termo formal para velocidade de Internet é largura de banda — quanto maior for a banda, mais alta é a sua
velocidade.
A velocidade de ligação à Internet pode ser dividida em duas categorias: dial-up e banda larga. As ligações dial-up
requerem a utilização de linhas telefônicas, e habitualmente têm ligações de 56 kbps ou menores. As ligações de
banda larga podem ser RDIS, acessos de banda larga sem fios, cable modem, DSL, ligação por satélite ou Ethernet. A
conexão de banda larga está sempre ligada (exceto o RDIS) e a velocidade varia entre os 64 kbps, 24+ Mbps (ADSL 2+)
e 100+ Mbps (Fibra).
A velocidade de download de arquivos, considerando o melhor cenário para fazê-lo, nunca será igual ao que é
sincronizado pelo modem ADSL (Line Rate – Downstream(kbps)), embora as operadoras sempre tentem convencer o
usuário do contrário. Os dados que são requisitados no download são encapsulados dentro de um pacote de controle,
esse pacote de controle confere à rede ADSL uma perda de cerca de 16 %.
Com a crescente popularidade do compartilhamento de arquivos, o download de músicas, vídeos e outros arquivos
complexos e a procura geral por carregamentos de página mais rápidos, as ligações de largura de banda superior
estão a tornar-se mais populares.
Comum a todos os sistemas jurídicos é o princípio de que o ISP não pode ser responsabilizada por hospedagem de
materiais que viola os direitos de autor, se o ISP não tem conhecimento da violação. A principal diferença reside na
ação legal tomada após o ISP for informado que o material hospedado é uma violação de direitos autorais. EUA e
legislação da UE emprega o procedimento de aviso -Take-Down, que solicita o ISP para remover esse material, a fim
de evitar ser processado. A lei japonesa tem uma abordagem mais equilibrada, através da comunicação - Take-Down
procedimento, que proporciona ao usuário do material o direito de reclamar sobre o pedido de remoção.
SERVIDORES E UTILIZADORES
Em informática, um servidor é um software ou computador, com sistema de computação centralizada que fornece
serviços a uma rede de computadores, chamada de cliente.
Esses serviços podem ser de naturezas distintas, como por exemplo, arquivos e correio eletrônico.
ARQUITETURA CLIENTE-SERVIDOR
Esta arquitetura é chamada de modelo cliente-servidor, é utilizada em redes de médio e grande porte (com muitas
máquinas) e em redes onde a questão da segurança desempenha um papel de grande importância. O termo servidor é
amplamente aplicado a computadores completos, embora um servidor possa equivaler a um software ou a partes de
um sistema computacional, ou até mesmo a uma máquina que não seja necessariamente um computador.
SERVIDORES
Os servidores podem fornecer várias funcionalidades, muitas vezes chamado de "serviços", tais como a partilha de
dados ou de recursos do sistema entre vários clientes, ou computação desempenho para um cliente. Um único
servidor pode servir vários clientes, e um único cliente pode usar vários servidores. Um processo cliente pode ser
executado no mesmo dispositivo ou pode se conectar através de uma rede para um servidor em um dispositivo
diferente.
TIPOS DE SERVIDORES
Existem diversos tipos de servidores. Os mais conhecidos são:
◦ Servidor de Fax: Servidor para transmissão e receção automatizada de fax pela Internet, disponibilizando
também a capacidade de enviar, receber e distribuir fax em todas as estações da internet.
◦ Servidor web: Servidor responsável pelo armazenamento de páginas de um determinado site, requisitados pelos
clientes através de browsers.
◦ Servidor de e-mail: Servidor publicitário responsável pelo armazenamento, envio e recebimento de mensagens
de correio eletrônico.
◦ Servidor de impressão: Servidor responsável por controlar pedidos de impressão de arquivos dos diversos
clientes.
◦ Servidor de banco de dados: Servidor que possui e manipula informações contidas em umbanco de dados
◦ Servidor DNS: Servidores responsáveis pela conversão de endereços de sites emendereços IP e vice-versa.
◦ Servidor proxy: Servidor que atua como um cache, armazenando páginas da internet recém-visitadas,
aumentando a velocidade de carregamento destas páginas ao chamá-lasnovamente.
◦ Servidor de imagens: Tipo especial de servidor de banco de dados, especializado emarmazenar imagens digitais.
◦ Servidor FTP: Permite acesso de outros usuários a um disco rígido ou servidor. Esse tipo de servidor armazena
arquivos para dar acesso a eles pela internet.
◦ Servidor de virtualização: permite a criação de máquinas virtuais (servidores isolados no mesmo equipamento)
mais conhecidas como VPS que servem para hospedagem de aplicações, mediante compartilhamento de
hardware, significa que, aumentar a eficiência energética, sem prejudicar as aplicações e sem risco de conflitos
de uma consolidação real.
◦ Servidor de sistema operacional: permite compartilhar o sistema operacional de uma máquina com outras,
interligadas na mesma rede, sem que essas precisem ter um sistema operacional instalado, nem mesmo um HD
próprio.
◦ Servidor de Aplicações (em inglês Applications Server), é um servidor que disponibiliza um ambiente para a
instalação e execução de certas aplicações, centralizando e dispensando a instalação nos computadores
clientes. Os servidores de aplicação também são conhecidos por middleware.
SERVIDORES NA INTERNET
A Internet, maior rede de computadores do mundo, utiliza o modelo cliente-servidor. Muitos servidores em todo o
mundo são interligados e processam informações simultaneamente.
Alguns serviços oferecidos por servidores de internet são: páginas web, correio eletrônico, transferência de arquivos,
acesso remoto, mensagens instantâneas e outros. É interessante notar que qualquer ação efetuada por um usuário
envolve o trabalho de diversos servidores espalhados pelo mundo.
CONTAS DE UTILIZADORES
"Cliente" é um termo empregado em computação e representa uma entidade que consome os serviços de uma outra
entidade servidora, em geral através do uso de uma rede de computadores numa arquitetura cliente-servidor.
A World Wide Web (em inglês: WWW, A Web) designa um sistema de documentos em hipermídia (ou hipermédia)
que são interligados e executados na Internet.
Os documentos podem estar na forma de vídeos, sons, hipertextos e imagens. Para consultar a informação, pode-se
usar um programa de computador chamado navegador (como Internet Explorer, Google Chrome, Mozilla Firefox,
Microsoft Edge, Opera, etc.), para descarregar informações (chamadas "documentos" ou "páginas") de servidores
web (ou "sítios") e mostrá-los na tela do usuário (ecrã do utilizador). O usuário (utilizador) pode então seguir as
hiperligações na página para outros documentos ou mesmo enviar informações de volta para o servidor para interagir
com ele. O ato de seguir hiperligações é, comumente, chamado "navegar" ou "surfar" na Web.
GÉNESE DA WWW
As ideias por trás da Web podem ser identificadas ainda em 1980, no CERN- Organização Europeia para a Investigação
Nuclear (Suíça),[36] quando Tim Berners-Lee construiu o ENQUIRE. Ainda que diferente da Web atual (2007), o
projeto continha algumas das mesmas ideias primordiais, e também algumas ideias da Web semântica. Seu intento
original do sistema foi tornar mais fácil o compartilhamento de documentos de pesquisas entre os colegas.
Em 1989, Tim Berners-Lee escreveu uma proposta de gerenciamento de informação, que referenciava o ENQUIRE e
descrevia um sistema de informação mais elaborado. Com a ajuda de Robert Cailliau, ele publicou uma proposta mais
formal para a World Wide Web no final de 1990.
Um computador NeXTcube foi usado por Berners-Lee como primeiro servidor web e também para escrever o primeiro
navegador, o WorldWideWeb, em 1990. No final domesmo ano, Berners-Lee já havia construído todas as ferramentas
necessárias para o sistema: o navegador, o servidor e as primeiras páginas web, que descreviam o próprio projeto. Em
6 de agosto de 1991, ele postou um resumo no grupo de notícias alt.hypertext. Essa data marca a estreia da web
como umserviço publicado na Internet.
O conceito crucial do hipertexto originou-se em projetos da década de 1960, como o projeto Xanadu e o NLS. A ideia
revolucionária de Tim foi unir o hipertexto e a Internet. Em seu livro Weaving The Web, ele explica que sugeriu
repetidamente o casamento das tecnologias para membros de ambas as comunidades de desenvolvedores. Como
ninguém implementou sua ideia, ele decidiu implementar o projeto por conta própria. No processo, ele desenvolveu
um sistema de identificação global e único de recursos, o Uniform Resource Identifier (URI).
Sistemas anteriores se diferenciavam da Web em alguns aspetos. Na Web, uma hiperligação é unidirecional,
enquanto trabalhos anteriores somente tratavam de ligações bidirecionais. Isso tornou possível criar uma hiperligação
sem qualquer ação do autor do documento sendo ligado, reduzindo significativamente a dificuldade em implementar
um servidor Web e um navegador.
Por outro lado, o sistema unidirecional é responsável pelo que atualmente (2007) chama-se hiperligação quebrada,
isto é, uma hiperligação que aponta para uma página não disponível devido à evolução contínua dos recursos da
Internet com o tempo.
Diferente de sistemas anteriores como o HyperCard, a World Wide Web não era software proprietário, tornando
possível a criação de outros sistemas e extensões sem a preocupação de licenciamento. Em 30 de abril de 1993, a
CERN anunciou que a World Wide Web seria livre
para todos, sem custo. Nos dois meses após o anúncio de que o gopher já não era mais livre, produziu-se uma
mudança para a web. Um antigo navegador popular era o ViolaWWW, que erabaseado no HyperCard.
Considera-se que a grande virada (viragem) da WWW começou com a introdução do navegador Mosaic em 1993, um
navegador gráfico desenvolvido por um time de desenvolvedores universitários da Universidade de Illinois em
Urbana-Champaign. Antes de seu lançamento, os gráficos não eram frequentemente misturados com texto em
páginas web. A World Wide Web Consortium foi fundada em Outubro de 1994, após Tim Berners-Lee sair do instituto
CERN.
FUNCIONAMENTO
Visualizar uma página ou outro recurso disponibilizado normalmente inicia ou ao digitar uma URL no navegador ou
seguindo (acessando) uma hiperligação. Primeiramente, a parte da URL referente ao servidor de rede é separada e
transformada em um endereço IP, por um banco de dados da Internet chamado Domain Name System (DNS). O
navegador estabelece, então, uma conexão TCP-IP com o servidor web localizado no endereço IP retornado.
O próximo passo é o navegador enviar uma requisição HTTP ao servidor para obter o recurso indicado pela parte
restante da URL (retirando-se a parte do servidor). No caso de uma página web típica, o texto em HTML é recebido e
interpretado pelo navegador, que realiza então requisições adicionais para figuras, arquivos de formatação, arquivos
de script e outros recursos que fazem parte da página.
O navegador, então, renderiza (reconstitui) a página na tela do usuário (utilizador), assim como descrita pelos arquivos
que a compõe.
PADRÕES
◦ URL, um sistema que especifica como cada página de informação recebe um "endereço" único onde pode ser
encontrada. Esse padrão é definido em RFC 1738 (URL, em dezembro de 1994) e RFC 3986 (URL, em janeiro de
2005).
◦ HTTP, um protocolo que especifica como o navegador e servidor web comunicam entre si. Esse padrão é
definido em RFC 1945 (HTTP/1.0, maio de 1996), RFC 2616 (HTTP/1.1, junho de 1999) e RFC 2617 (autenticação
HTTP).
◦ HTML, uma linguagem de marcação para codificar a informação de modo que possa ser exibida em uma grande
quantidade de dispositivos. Esse padrão é definido em HTML 1,RFC 1866 (HTML 2.0), HTML 3.2, HTML 4.01,
HTML 5 e XHTML.
EVOLUÇÃO DO CÓDIGO
Web é todo o conteúdo que o usuário final pode acessar na rede. Sendo que, a web já passou por transformações
evolutivas - evolução do código e dentre elas existem a: web 1.0, web 2.0 e web 3.0.
A web 1.0 é considerada como estática, sendo que seus conteúdos não podem ser alterados pelos usuários
(utilizadores) finais. Todo o conteúdo da página é somente leitura, por isso o termo estático. Na web 1.0, não existia a
interatividade do usuário com a página, onde somente o webmaster ou o programador pode realizar alterações ou
atualizações da página.
A web 2.0 destaca-se por ser dinâmica, ao contrário da web 1.0 que é estática. Referindo-se à web 2.0, dinâmico
indica a interatividade e participação do usuário final com a estrutura e conteúdo da página. Nela, o usuário final pode
postar comentários, enviar imagens, compartilhar arquivos e fazer milhares de outras coisas que a web 1.0 não
permitia. Outra grande mudança entre a web 1.0 e a web 2.0 foi que o usuário diminuiu a taxa de carregamento
(download) e aumentou a de envio (upload), o que indica que o usuário está interagindo mais com a web e trocando
mais informações por compartilhamento.
A web 3.0 é uma evolução da 2.0, pois tem o intuito de mudar as formas de pesquisas para facilitar a vida do usuário
da web 2.0, a fim de que possa suprir as necessidades de hoje que são consideradas extravasamento de dados, ou
seja, o usuário está postando muitos dados aleatoriamente e isso dificulta a localização. A web 3.0 também vem
incrementar a interatividade entre homem e máquina, melhorando as linguagens de programação para que o homem
e a máquina falem a mesma língua. Como exemplo, podemos utilizar o Google que inovou seu site com uma nova
forma de pesquisa interativa: o usuário pode encontrar informações sobre o arquivo que ele adicionou na barra de
pesquisa do site do Google. Essa é uma das formas que podemos apresentar a web 3.0 que ainda é só um conceito
que está chegando a sua fase final e entrando em aplicação.
Tim Berners-Lee, que foi um dos pioneiros no uso do hipertexto como forma de compartilhar informações, criou o
primeiro navegador, chamado WorldWideWeb (www), em 1990. Mais tarde,
para não confundir-se com a própria rede, trocou de nome para Nexus. A web, entretanto, só explodiu realmente em
popularidade com a introdução do NCSA 'Mosaic, que era um navegador gráfico (em oposição a navegadores de
modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Macintosh e Microsoft Windows
logo depois. A versão 1.0 foi liberada em setembro de 1993. Marc Andreesen, o líder do projeto Mosaic na NCSA,
demitiu-se para formar a companhia que seria conhecida mais tarde como Netscape Communications Corporation.
Os principais navegadores possuem características em comum na interface tais como: voltar para a página anterior, ir
para página posterior, recarregar (refresh) a página atual, espaço para digitar a URL, estratégias para escolher sites
favoritos e o conceito de abas (entre outros). Uma outra característica comum entre eles é apresentar um histórico
dos sites navegados ao longo do tempo.
Diferentes navegadores podem ser distinguidos entre si pelas características que apresentam. Navegadores modernos
e páginas Web criadas mais recentemente tendem a utilizar muitas técnicas que não existiam nos primórdios da Web.
Como notado anteriormente, as disputas entre os navegadores causaram uma rápida e caótica expansão dos próprios
navegadores e padrões da World Wide Web.
1- Separador (CTRL+T abre novo separador)
4- Barra de Endereço
5- Conta de utilizador
Também conhecidos como Protocolos de Internet, os Protocolos de Rede são regras que permitem a comunicação
entre computadores conectados na internet. Protocolos de rede são um
conjunto de normas que permitem que qualquer máquina conectada à internet possa se comunicar com outra
também já conectada na rede.
É assim que qualquer usuário consegue enviar e receber mensagens instantâneas, baixar e subir arquivos no seu site e
acessar qualquer tipo de domínio na web.
Imagine que você não precise aprender uma língua estrangeira para se comunicar com pessoas de outros países. E
supomos que o português fosse o único idioma existente, em que todos pudessem interagir e trocar informações sem
problemas.
Os protocolos de internet funcionam dessa forma, como uma espécie de “língua universal” entre computadores.
Independente do fabricante e do sistema operacional instalado, essa linguagem é interpretada por todas as máquinas
igualmente.
Assim, não é necessário usar qualquer tipo de software extra para que um computador possa entender os protocolos
de rede. É desse jeito que ele se comunica com outro computador ligado à rede mundial de computadores sem
qualquer problema.
TCP/IP
O TCP/IP (também chamado de pilha de protocolos TCP/IP) é um conjunto de protocolos de comunicação entre
computadores em rede. Seu nome vem de dois protocolos: o TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de
Controle de Transmissão) e o IP (Internet Protocol - Protocolo de Internet, ou ainda, protocolo de interconexão). O
conjunto de protocolos pode ser visto como um modelo de camadas (Modelo OSI), onde cada camada é responsável
por um grupo de tarefas, fornecendo um conjunto de serviços bem definidos para o protocolo da camada superior. As
camadas mais altas, estão logicamente mais perto do usuário (chamada camada de aplicação) e lidam com dados
mais abstratos, confiando em protocolos de camadas mais baixas para tarefas de menor nível de abstração.[1]
GOPHER
Gopher é um protocolo de redes de computadores que foi desenhado para distribuir, procurar e aceder a documentos
na Internet, criado na Universidade de Minesota.
O Gopher foi especificado em 1991 por Paul Lindner e Mark McCahill da Universidade de Minesota. Atualmente
perdeu popularidade com o crescimento da WWW, devido à sua falta de flexibilidade quando comparado com o
HTML e à decisão da Universidade de Minesota de vender licenças para uso comercial,que foi entendida por alguns
como uma obrigação de pagar para usar o protocolo em si, em vez de se aplicar apenas ao software servidor da
Universidade.
Acessado através da porta 70, as informações acessadas através do Gopher ficam localizadas em servidores
apropriados nos quais roda um programa que as organiza por assunto, e as disponibiliza organizadas em uma
estrutura hierárquica na forma de menus (diretórios), semelhante àquela do seu gerenciador de arquivos. Cada vez
que você clica sobre uma pasta o
Gopher mostra a você as outras pastas e/ou arquivos que se encontram dentro desta (navega para um nível mais
interno na hierarquia).
Para usar os recursos do Gopher você precisa conectar-se a um servidor Gopher e navegar através dos menus que ele
apresenta até encontrar um arquivo que contenha as informações que você deseja. Ao clicar sobre o arquivo
desejado ele será aberto para que você tenha acesso ao seu conteúdo, se estiver em forma de texto ou noutro
formato suportado pelo navegador. Os outros arquivos estão disponíveis para você trazer para a sua máquina. Neste
caso haverá uma indicaçãoda disponibilidade do mesmo para "download", e bastará clicar sobre o mesmo para iniciar
sua transferência para o seu computador.
HTTP
O Hypertext Transfer Protocol, sigla HTTP (em português Protocolo de Transferência de Hipertexto) é um protocolo de
comunicação (na camada de aplicação segundo o Modelo OSI) utilizado para sistemas de informação de hipermídia,
distribuídos e colaborativos. Ele é a basepara a comunicação de dados da World Wide Web.
Hipertexto é o texto estruturado que utiliza ligações lógicas (hiperlinks) entre nós contendo texto. O HTTP é o
protocolo para a troca ou transferência de hipertexto.
Coordenado pela World Wide Web Consortium e a Internet Engineering Task Force, culminou na publicação de uma
série de Requests for Comments; mais notavelmente o RFC 2616, de junho de1999, que definiu o HTTP/1.1. Em Junho
de 2014 foram publicados 6 RFC's para maior clareza do protocolo HTTP/1.1.Em Março de 2015, foi divulgado o
lançamento do HTTP/2. A atualização deixará o navegador com um tempo de resposta melhor e mais seguro. Ele
também melhorará a navegação em smartphones. Os trabalhos no HTTP/3 já começaram e suas versões beta estão
emteste por grandes empresas.
Para acedermos a outro documento a partir de uma palavra presente no documento actual podemos utilizar
hiperligações (ou âncoras). Estes documentos se encontram no sítio com um endereço de página da Internet – e para
acessá-los deve-se digitar o respectivo endereço, denominado URI (Universal Resource Identifier ou Identificador
Universal de Recurso), que não deve ser confundido com URL (Universal Resource Locator ou Localizador Universal de
Recurso), um tipo de URI que pode ser directamente localizado.
PROTOCOLO HTTPS
HTTPS é a sigla para Hyper Text Transfer Secure, que significa Protocolo de Transferência deHipertexto Seguro.
O protocolo HTTPS é e funciona de forma exatamente igual ao HTTP. A diferença da letra “S” na sigla é uma camada
extra de proteção, indicando que sites e domínios que possuem esse protocolo são seguros para o usuário acessar.
O protocolo HTTPS é muito usado por sites com sistemas de pagamentos que dependem proteção para assegurar
dados, informações de conta e cartão de créditos dos usuários.
Essa proteção é feita por certificação digital, que cria uma criptografia para impedir que ameaças e ataques na internet
tenham acesso indevido às informações dos usuários.
O HTTPS aparece em um navegador quando o site acessado possui um Certificado SSL instalado. O SSL cria um canal
de proteção entre o cliente e o servidor, adicionando a letra “S” ao HTTP e reforçando uma camada extra de
segurança.
Antes de mais nada, vale o reforço do significado de email: Email é uma forma de compor, enviare receber mensagens
através de meios eletrônicos, seja através de computadores, tablets, smartphones ou qualquer outro meio que
permite essa comunicação eletrônica.
O servidor SMTP (Simple Mail Transfer Protocol – protocolo de Transferência de Correio Simples) é o protocolo
responsável pelo envio dos emails. É utilizado para a entrega de um email a partir de um cliente de email ou de um
servidor de email diretamente para um servidor de email.
O termo POP (Post Office Protocol – Protocolo dos Correios) é um servidor de recebimento de emails. Ele permite
através de um acesso remoto acessar a caixa de entrada de um correio eletrônico e transferir todas as mensagens
para um dispositivo local (computadores, smartphones ou tablets).
Quando as mensagens são baixadas para o seu acesso local, elas são apagadas do servidor, assim estas mesmas
mensagens não poderão ser acessadas de outro lugar, somente através deste seu acesso local. Para que as
mensagens possam ser vistas de outro local é necessário configurar neste acesso via POP3 que seja mantida uma
cópia no servidor após a transferência das mensagens, assim elas permanecerão no servidor podendo ser acessada de
qualquer outro local via webmail.
IMAP (Internet Message Access Protocol – Protocolo de Acesso a Mensagem da Internet) é um gerenciador de
recebimento de mensagens de email ligeiramente superior ao protocolo POP3, isso porque as mensagens
permanecem no servidor por padrão, sendo apenas acessado pelo software escolhido através deste protocolo, assim
sendo é possível acessar as mensagens de qualquer outro dispositivo.
Além da vantagem de visualizar as mensagens iguaizinhas de qualquer local de acesso, pois estão armazenadas no
servidor, é possível compartilhar as caixas postais os usuários membros do mesmo grupo de trabalho e buscas por
palavras-chave.
BROWSERS
O navegador é um programa de computador usado para visualizar recursos da WWW, como páginas web, imagens e
vídeos. Com ele também é possível por comunicar-se com o servidor web a fim de receber ou enviar informações.
Eles comunicam-se geralmente com servidores da rede (podendo atualmente se comunicar com vários tipos de
servidores), usando principalmente o protocolo de transferência de hipertexto HTTP para efetuar pedidos a ficheiros
(português europeu) ou arquivos (português brasileiro), e processar respostas vindas do servidor. Estes arquivos, são
por sua vez identificados por um URL.[50]
O navegador, tem a capacidade de ler vários tipos de arquivos, sendo nativo o processamento dos mais comuns
(HTML, XML, JPEG, GIF, PNG, etc.), e os restantes possíveis através de plugins (Flash,Java, etc.).
O navegador tem a capacidade de trabalhar também com vários outros protocolos de transferência.
Atualmente, a maioria suporta protocolo de transferência de hipertexto seguro (HTTPS) [identificado no browser por
um cadeado fechado] e oferecem uma forma rápida e fácil para deletar cache da web, cookies e histórico.
Com o crescimento e as inovações das técnicas de invasões e infeções que existem na Internet, torna-se cada vez mais
necessária segurança nos navegadores. A mais de dez anos os navegadores são "obrigados" a possuir proteções
contra scripts maliciosos, entre outros conteúdos maliciosos que possam existir em páginas web acessadas.
Podemos destacar o esforço da W3C (principal organização de padronização da rede mundial de computadores) com o
CSP - Content Security Policy (em inglês ou "Política de Segurança do Conteúdo" tradução livre). O CSP destina-se a
ajudar os criadores da Web ou os administradores de servidores a especificar como o conteúdo interage nos seus
sites.
CLIENTES DE MAIL
Um cliente de correio eletrónico (em inglês, e-mail client), “gerenciador de email” ou “cliente de email” é um
programa informático que permite enviar, receber e personalizar mensagens de correio eletrónico.
Os mais usados e conhecidos são: Microsoft Outlook, Apple Mail, Kmail, IncrediMail, Mailbird, Thunderbird, Opera
Mail, Live Mail Gmail, entre outros.
◦ Ler e escrever mensagens de correio eletrónico offline;
◦ Travar o SPAM;
◦ Enviar mensagens de correio eletrónico em formato HTML (que permite criar mensagens mais práticas e
visualmente aprazíveis).
◦ Ocupam algum espaço no disco rígido (este agora já não é um grande problema);
◦ Uma conta de e-mail é o seu endereço específico — [email protected] — que você acessa usando suas
credenciais de login de seu cliente de e-mail.
◦ Um cliente de e-mail é o programa específico usado para acessar sua conta. Em alguns cenários, pode se tratar
do mesmo provedor de e-mail, mas nem sempre isso ocorre. Um cliente de e-mail pode ter regras ou
comportamentos específicos sobre exclusões, arquivamento ou encadeamento.
◦ Um provedor de e-mail é a empresa específica que fornece os esforços técnicos por trás do envio e do
recebimento de seus e-mails. O provedor de e-mail geralmente tem regras ou comportamentos específicos
sobre exclusões, arquivamento ou encadeamento de e- mails. Essas geralmente têm precedência sobre
quaisquer outras regras que seu cliente de e-mail possa ter.
Muitos clientes podem usar um provedor específico de e-mail mas um cliente de e-mail diferente para acessar
este provedor. Um exemplo é ter um e-mail do tipo “nome”@hotmail.com e usar o Outlook para gerenciar.
Outro exemplo comum é quando a empresa tem um provedor de e-mail específico para o domínio do e-mail
porém usa o Gmail para acessar este provedor. Para muitos, o Gmail é um provedor de e-mail mas, neste
exemplo, o Gmail é usado como cliente e está sujeitoàs regras ou comportamentos do provedor de e-mail.
CLIENTES DE FTP
FTP é a sigla para File Transfer Protocol, um termo que, traduzido para o português, significa Protocolo de
Transferência de Arquivos.
Ele é basicamente um tipo de conexão que permite a troca de arquivos entre dois computadores conectados à
internet.
Com isso, você pode enviar qualquer coisa para uma outra máquina ou armazená-los em um servidor FTP, ficando ela
sempre disponível para o usuário acessar.
A transferência de arquivos dá-se entre um computador chamado "cliente" (aquele que solicita a conexão para a
transferência de dados) e um servidor (aquele que recebe a solicitação de transferência). O utilizador, através de
software específico, pode selecionar quais arquivos enviar ou receber do servidor. Para existir uma conexão ao
servidor, caso o servidor exija, o utilizador informa um nome de utilizador (ou username, em inglês) e uma senha
password, bem como o nome correto do servidor ou seu endereço IP. Se os dados foram informados corretamente, a
conexão pode ser estabelecida.
4. Gerenciamento facilitado
6. Simplicidade de uso
7. Segurança
A melhor forma de se ligar e utilizar um servidor de FTP é através de um cliente FTP com interfacegráfica.
Através do cliente de FTP, apenas terá que indicar o IP do servidor ou domínio do seu site, o username da sua conta e
a password para se ligar.
Ao ligar-se ao servidor irá encontrar várias pastas e vários ficheiros, como por exemplo a pasta
“public_html” que é onde deverá colocar todos os ficheiros do seu site para acesso publico.
Existem vários clientes FTP com interface gráfica, abaixo seguem algumas das nossasrecomendações:
– SmartFTP (Windows)
– Cyberduck (macOSx)
– Transmit (macOSx)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fornecedor_de_acesso_%C3%A0_internet
https://www.controle.net/faq/o-que-sao-servidores
https://pt.wikipedia.org/wiki/World_Wide_Web
https://pt.wikipedia.org/wiki/Navegador_web
https://pt.wikipedia.org/wiki/HTML
https://pt.wikipedia.org/wiki/TCP/IP
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gopher
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hypertext_Transfer_Protocol
https://www.weblink.com.br/blog/tecnologia/conheca-os-principais-protocolos-de-internet/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cliente_de_e-mail
https://www.hostinger.pt/tutoriais/ftp-o-que-e-como-funciona
https://blog.webtuga.pt/o-que-e-ftp/