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01 Desenho1

O plano de ensino da disciplina Desenho I do curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores abrange técnicas de desenho manual artístico e composição rápida, com foco na importância do desenho no processo criativo do designer. A metodologia inclui aulas teóricas, práticas, interativas e avaliações diversificadas, visando a formação completa do aluno. A bibliografia básica e complementar oferece recursos adicionais para aprofundamento no tema.

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AirtonJordani
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01 Desenho1

O plano de ensino da disciplina Desenho I do curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores abrange técnicas de desenho manual artístico e composição rápida, com foco na importância do desenho no processo criativo do designer. A metodologia inclui aulas teóricas, práticas, interativas e avaliações diversificadas, visando a formação completa do aluno. A bibliografia básica e complementar oferece recursos adicionais para aprofundamento no tema.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ

Núcleo de Educação a Distância


____________________________________________________________________________________
CURRÍCULO SÉRIE / ANO
PLANO DE ENSINO 2017 2º Semestre 2017
CURSO Superior de Tecnologia em Design de Interiores
DISCIPLINA Desenho I
CARGA HORÁRIA - (100h)
TEÓRICA PRÁTICA TOTAL TURMA
100 0 100 DP 1
COORDENADOR TITULAÇÃO
Larissa Siqueira Camargo Mestre

1) EMENTA
Desenho manual artístico e de composição rápida. Materiais e técnicas de desenho e de representação gráfica
manual. Composição (Diagramação), desenho de observação, de memória e criatividade. Percepção das formas
e formato. Cor como forma de expressão e abordagem da sua capacidade de diferenciação dos materiais.

2) OBJETIVO DA DISCIPLINA NO CURSO

Ensinar ao aluno as técnicas básicas de desenho manual artístico.

3) JUSTIFICATIVA DA DISCIPLINA NO CURSO

O desenho faz parte do processo de criação e projetual de um designer, conhecer técnicas e possibilidades é
essencial na formação de um profissional pleno.

4) CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

DESENHO: ORIGEM, IMPORTÂNCIA E CONCEITOS INTRODUTÓRIOS


Contextualização e Origem do Desenho
Desenho para o Designer da Atualidade
Elementos Básicos do Desenho à Mão Livre
TIPOS DE DESENHO: ÊNFASE NO DESENHO DE OBSERVAÇÃO E ALGUMAS TÉCNICAS DE ACABAMENTO
Diferenciação entre o Desenho de Observação e o de Imaginaçã
Técnicas que Melhoram a Qualidade do Desenho e da Observação
TIPOS DE DESENHO: ÊNFASE NO DESENHO ATEMÁTICO E NO RACIOCÍNIO ESPACIAL
O Que é Desenho Matemático?
Perspectivas
TIPOS DE DESENHO E UTILIZAÇÃO DO DESENHO NA CRIAÇÃO
Desenhos, Traços e Representação
Sistemas de Desenhos
Diagramas
Truques Visuais
Composição do Desenho
DESENHO: O MANUAL X O DIGITAL
Desenho Conceitual e Desenho de Apresentação
A Cor no Desenho
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ
Núcleo de Educação a Distância
____________________________________________________________________________________
Desenho Digital
O Futuro do Desenho no Design

5) METODOLOGIA DE TRABALHO DA DISCIPLINA

A disciplina conta com aulas conceituais que são disponibilizadas aos alunos no AVA (ambiente virtual de
aprendizagem). Em cada disciplina há um livro didático com unidades de estudo que apresentam o conteúdo
conforme programa da mesma e atividades de autoestudo.

Além disso, ainda ocorrerão aulas ao vivo, em dias específicos, nas quais tais conteúdos serão ministrados e os
acadêmicos poderão interagir com professor formador, tutor mediador e os demais alunos por meio do chat.

Fica disponível também aula de estudo de caso que tem como objetivo fazer com que o aluno estabeleça a
relação entre a teoria e a prática possibilitando que compreenda a importância da disciplina para sua profissão.

O acadêmico terá ainda a sua disposição a Mídia Interativa Digital (MID) que contribui para a aquisição e
assimilação do conteúdo.

Também integra a metodologia da disciplina atividades on-line e provas presenciais.

Nesse contexto, o aluno terá à sua disposição tutores mediadores para esclarecimento de dúvidas acerca dos
conteúdos trabalhados, bem como para a discussão dos mesmos quando julgar necessário.

6) AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA

O sistema de avaliação da disciplina é composto por diferentes atividades que integralizam a média final do
aluno.

1. Prova Presencial: É obrigatória, sem consulta e deve ser realizada no Polo de apoio presencial. O período de
realização dessa prova ocorre conforme calendário acadêmico.

2. Atividades de Estudo: Para cada disciplina são previstas atividades de estudo, realizadas conforme calendário
acadêmico e compostas por questões objetivas.

3. Atividades de Conhecimentos Gerais: Referem-se ao conteúdo abordado na palestra da Semana de


Conhecimentos Gerais e são disponibilizadas no dia da aula do curso.

4. Fórum: Atividade que promove a interação do aluno com seus colegas de curso, professores e tutores
mediadores por meio do debate de um tema proposto.

5. MAPA – Material de Avaliação da Aprendizagem: É uma atividade avaliativa, composta por diferentes
instrumentos, que possibilita ao aluno colocar em prática os conhecimentos adquiridos na disciplina.

A média final para aprovação é igual ou superior a 6,0.

7) BIBLIOGRAFIA BÁSICA DA DISCIPLINA NO CURSO

GALLETE, Simone Reis Roque; OLIVEIRA, Bruno Augusto de. Design Efêmero. Maringá: Unicesumar,
2017.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ
Núcleo de Educação a Distância
____________________________________________________________________________________
CARLSSON, Benke. Street Art: Técnicas e materiais para arte urbana. São Paulo: Gustavo Gili Brasil,
2014.
FARINA, M.. Psicodinâmica das cores em comunicação. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1990.
HOWARD, Pamela. O que é cenografia?. São Paulo: SESC, 2015.

8) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DA DISCIPLINA NO CURSO

MAIER, Huguette; DEMETRESCO, Sylvia. Vitrinas entre-vistas: merchandising visual. São Paulo: Senac,
2004.
MORGAN, Tony. Visual Merchandising Vitrines e Interiores Comerciais. São Paulo: Gustavo Gili Brasil,
2011.
NERO, Cyro Del. Cenografia. Uma Breve Visita. 2 ed. São Paulo: Claridade, 2008.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Intervenções urbanas: arte/cidade. São Paulo: Senac São Paulo, 2002.
SERRONI, José Carlos. Cenografia brasileira: notas de um cenógrafo. São Paulo: Serviço Social do
Comércio, SESC, 2013.

9) PERIÓDICOS QUE PODEM SER CONSULTADOS PARA A DISCIPLINA NO CURSO

Larissa Siqueira Camargo


Coordenador de Curso
NEaD - Unicesumar

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