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Sentença Absolutória Crime Culposo

O documento apresenta uma sentença absolutória em um caso de crime culposo envolvendo Maria Joaquina Brito dos Santos, onde o Ministério Público acusou a ré por imprudência ao administrar um medicamento errado, resultando em lesão corporal. Após análise das provas, o juiz concluiu que não houve culpa, considerando que o réu não agiu com imprudência, negligência ou imperícia, e decidiu pela absolvição. A sentença ressalta a presunção de inocência e a insuficiência de provas para condenação.

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Sentença Absolutória Crime Culposo

O documento apresenta uma sentença absolutória em um caso de crime culposo envolvendo Maria Joaquina Brito dos Santos, onde o Ministério Público acusou a ré por imprudência ao administrar um medicamento errado, resultando em lesão corporal. Após análise das provas, o juiz concluiu que não houve culpa, considerando que o réu não agiu com imprudência, negligência ou imperícia, e decidiu pela absolvição. A sentença ressalta a presunção de inocência e a insuficiência de provas para condenação.

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Modelo de Sentença Absolutória por Crime Culposo

Processo Nº: [03]


Vara Criminal da Comarca de [IFPE-CAMPUS PESQUEIRA]
Réu: [Maria Joaquina Brito dos Santos]
Autoridade Judiciária: [Aricelio Santos da Silva]

SENTENÇA

I – RELATÓRIO

O Ministério Público Estadual, através de seu representante oficial, no uso de suas


atribuições legais, ofereceu denúncia em face de (MARIA JOAQUINA BRITO DOS
SANTOS) qualificado na folha 02, como incursos nas sanções do artigo 18, inciso II Lei nº
7209, de 1984 da Aplicação da Lei Penal e do Código Penal Brasileiro, com arrimo nos
fatos que seguem.
Consta do incluso Inquérito Policial, que no dia 15 de agosto de 2024, (MARIA
JOAQUINA BRITO DOS SANTOS), por volta das 15h30 foram acionados via COPOM e
atenderam a ocorrência na Avenida T-06, depararam no leito 05 a vítima do Hospital de
Morrinhos, (ANTHONY GABRIEL ZEFERINO RIBEIRO) com o acusado (MARIA
JOAQUINA BRITO DOS SANTOS), o qual, conforme FERNANDA CHAVES RUI COSTA,
prima da vítima que estava ali, depois de ter dado entrada no Hospital de Morrinhos
pela manhã do dia 15 de agosto de 2024, dito que presenciou os fatos suscetíveis de
ilicitude penal.
A denúncia foi recebida em 16/08/2024 fl. 03.
A acusada (MARIA JOAQUINA BRITO DOS SANTOS) foi interrogada às fls. 16/18 e
proferiu suas demais admissões sobre o fato, admitindo o conhecimento e posse do bem
jurídico em questão.
Às fls. 26/02, foi ouvida a testemunha de acusação FERNANDA CHAVES RUI COSTA
Às fls. 26/02, foi ouvido o réu de defesa MARIA JOAQUINA BRITO DOS SANTOS

No dia 26 de fevereiro de 2025, ocorreu a audiência em que o Ministério Público


entendendo [comprovadas a inexistência do crime] está perfeitamente demonstrada no
bojo dos autos, notadamente em face da juntada do auto em [lesão corporal delituoso],
termo de faticidade e exibição fls. 20/21, e laudo médico, onde se extrai a certeza de que
o réu estava em [plenitude de suas faculdades intelectuais conscientemente], produzindo
resultado naturalístico involuntário [sendo considerado pela natureza jurídica o erro de
tipo inescusável, motivo maior pela exclusão do dolo e mantimento da culpa], o que por si
só, configura crime, por ser proibido por lei.

Trata-se de ação penal em que o Ministério Público ofereceu denúncia contra [ Maria
Joaquina Brito dos Santos], pelos fatos ocorridos em [data], na [localidade], onde o
acusado, em tese, teria praticado o crime de [especificar o crime culposo, por exemplo,
homicídio culposo no trânsito], previsto no artigo [18] do Código Penal.
Conforme narrado na denúncia, o réu, ao administrar o medicamento errado, teria agido
com imprudência, negligência ou imperícia, resultando em [ lesão corporal delituosa ]. O
Ministério Público requereu a condenação do réu, com a aplicação da pena prevista em lei.

O réu, em sua defesa, alegou [resumo das alegações do réu, por exemplo, que agiu com
cautela, que o acidente foi inevitável, ou que não houve dolo ou culpa em sua conduta]. A
defesa sustentou a tese de inexistência de culpa, requerendo a absolvição do acusado.

II – FUNDAMENTAÇÃO

O crime culposo, conforme disposto no artigo 18, II, do Código Penal, ocorre quando o
agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia. Para a
configuração da culpa, é necessário que o agente tenha atuado sem a intenção de produzir
o resultado, mas que, por descuido ou falta de observância de deveres de cuidado, tenha
causado o evento danoso.

No presente caso, após análise dos autos, verifica-se que [expor os motivos pelos quais o
juiz entende que não houve culpa, por exemplo: "não restou demonstrado que o réu agiu
com imprudência, negligência ou imperícia. As provas colhidas nos autos, inclusive o laudo
pericial, indicam que o acidente decorreu de fatores alheios à vontade do réu, como
[especificar fatores, por exemplo, condições adversas da via, falha mecânica, ou conduta da
vítima]"].

Ademais, conforme o princípio da presunção de inocência, consagrado no artigo 5º, LVII, da


Constituição Federal, ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado de
sentença penal condenatória. Diante da ausência de provas robustas que demonstrem a
culpa do réu, impõe-se a sua absolvição.

**III – DECISÃO**

Ante o exposto, **ABSOLVO** [Nome do Réu] da acusação de prática do crime de


[especificar o crime culposo], nos termos do artigo 386, III, do Código de Processo Penal,
por insuficiência de provas da materialidade e autoria, bem como da existência de culpa.

Custas na forma da lei, ressalvado o direito de apelação.

**Data: [Data da Sentença]**


**Assinatura: [Nome do Juiz]**
**Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de...]**

---

**Observações:**
1. Este modelo é genérico e deve ser adaptado conforme as peculiaridades de cada caso.
2. A fundamentação deve ser detalhada, com base nas provas dos autos e na legislação
aplicável.
3. Em caso de dúvidas, consulte um advogado ou especialista em direito penal.

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