Associação Portuguesa
Psicoterapia Centrada na Pessoa
e Counselling
Associação Portuguesa Psicoterapia
Centrada na Pessoa e Counselling
Estatutos
Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na Pessoa e Counselling
Estatutos
Artigo Primeiro
A Associação adopta a denominação de "Associação Portuguesa de Psicoterapia Centrada na
Pessoa e Counselling", tem a sua sede na Avenida Estados Unidos da América, 137 - 7º Dto
em Lisboa e tem duração ilimitada, contando-se o seu início a partir de hoje.
Artigo Segundo
Um - A Associação não tem fins lucrativos e tem por objecto a pesquisa cultural e científica,
desenvolvimento de acções de formação, divulgação e aplicação da psicoterapia centrada no
cliente, da abordagem centrada na pessoa e de couselling.
Dois - O objectivo referido no número anterior poderá ser prosseguido pelas formas
consideradas adequadas pelo Conselho de direcção, em particular:
---a) Estabelecendo contactos com todas as entidades públicas e privadas, assim como com os
investigadores ou profissionais particulares interessados nos problemas da saúde;
---b) Estabelecendo um código deontológico;
---c) Formulando directivas relativas à qualificação profissional dos sócios;
---d) Protegendo os direitos dos sócios, nomeadamente criando e mantendo actualizado um
anuário profissional, subdividido em actividades (Psicoterapia, couselling, psicologia clínica,
desenvolvimento das organizações, medicina humanista, serviço social, psicologia da
educação, psiquiatria, etc.);
---e) Contribuindo para a publicação de revistas, livros e artigos científicos;
---f) Aderindo às organizações nacionais e internacionais que tenham fins semelhantes e de
quaisquer outras que se considerem vitais para a realização do objecto social;
---g) Protegendo os interesses profissionais dos sócios, tendo presente as normas e a
legislação portuguesa.
Três - A Associação é apolítica e não confessional.
Artigo Terceiro
Um - A Associação tem as seguintes categorias de sócios:
---a) Sócios fundadores, que são aqueles que subscrevem o acto de constituição da
Associação;
---b) Sócios efectivos, que são aqueles que venham a ser admitidos pela Assembleia Geral sob
proposta do Conselho de Direcção, por partilharem os interesses e empenhos estatutários.
---c) Sócios honorários, que são todos aqueles a quem a Assembleia Geral conceda este título,
por proposta do Conselho de Direcção, pelos especiais serviços prestados à Associação ou em
função de eminentes méritos profissionais.
Dois - O Conselho de Direcção proporá para cada exercício o valor da jóia de admissão e da
quotização anuais, bem como o montante de eventuais contribuições extraordinárias, e fixa as
modalidades de pagamento.
Três - Os sócios honorários estão isentos do pagamento de qualquer quotização.
Quatro - Os sócios que tenham a sua quotização em atraso, para além de um ano, poderão,
depois de declarados em mora, perder a sua qualidade de sócios, nos termos do Artigo Décimo
Sexto destes estatutos.
Cinco - Constitui igualmente motivo de perda da qualidade de sócio, a operar nos termos do
Artigo Décimo Sexto, o comportamento julgado contrário aos interesses da Associação ou
prejudicial à sua imagem científica ou profissional.
Artigo Quarto
Os órgãos sociais da Associação são os seguintes:
---a) A Direcção;
---b) Assembleia Geral;
---c) Conselho Fiscal;
Artigo Quinto
Um - O Presidente da Associação é eleito para o mandato de três anos numa lista conjunta
com os demais membros do Conselho de direcção ao qual presidirá.
Dois - Se o Presidente entender necessário, poderá nomear um Vice-Presidente, o qual o
substituirá em caso de ausência ou impedimento.
Três - O Presidente assegura a representação legal da Associação e dá execução, coadjuvado
pelo Secretário, às decisões do Conselho de Direcção.
Quatro - O Presidente pode, sem prejuízo do disposto no número dois deste artigo, delegar
toda ou parte de seus poderes noutros membros do Conselho.
Artigo Sexto
Um - A Direcção é composto por número impar de membros no mínimo três e no máximo cinco
membros, eleitos nos termos do artigo anterior.
Dois – A Direcção reúne sempre que o Presidente ou a maioria dos seus membros assim o
entendam, e, em qualquer caso, pelo menos uma vez por ano.
Artigo Sétimo
Um – Constituem atribuições da Direcção:
---a) Executar as directivas e programas aprovados pela Assembleia Geral;
---b) Propor à Assembleia Geral, o valor da jóia de admissão, os montantes das quotizações
anuais bem como eventuais contribuições do extraordinárias, competindo-lhe ainda definir as
modalidades de pagamento
---c) Tomar todas as medidas necessárias ao bom e normal funcionamento da Associação;
---d) Estabelecer os regulamentos internos, se os considerar oportunos;
---e) Apresentar anualmente à Assembleia Geral o relatório e contas de cada ano de exercício,
bem como o orçamento para o ano seguinte;
---f) Nomear o Secretário e o Tesoureiro da Associação;
Dois - A Direcção tem todos os poderes de administração ordinária e extraordinária, podendo,
nomeadamente, abrir contas correntes, obter e utilizar garantias, empréstimos bancários de
toda natureza podendo ainda efectuar operações financeiras que melhor entender, a nível
nacional ou com o estrangeiro.
Artigo Oitavo
Um - As decisões do Conselho de Direcção são tomadas por maioria simples dos seus
membros, dispondo o Presidente de voto de qualidade e desempate em todas as matérias
sobre as quais este órgão haja que prenunciar-se.
Dois - Poderão os membros do Conselho fazer-se representar nas respectivas reuniões
através de outro membro mandatado por escrito, não podendo, todavia cada um deles
representar mais do que um outro.
Três – A Direcção poderá delegar tarefas em terceiros, inclusive em pessoas ou entidades
estranhas à Associação, sempre que nisso haja vantagem ou lho seja exigido.
Artigo Nono
O Tesoureiro que será nomeado pelo Presidente poderá ser ou não sócio da Associação, a ele
competindo assegurar a organização contabilística da Associação e preparar o relatório, contas
e orçamento à apresentar anualmente à Assembleia.
Artigo Décimo
Um - Na Assembleia Geral tem assento a totalidade dos sócios, fundadores efectivos e
honorários, exigindo-se dos que a elas estão obrigados as quotas regularizadas.
Dois -A Mesa da Assembleia Geral é constituída pelo Presidente coadjuvado por dois
secretários eleitos por um período de três anos.
Três - A Assembleia Geral reúne ordinariamente no primeiro trimestre de cada ano para a
aprovação do relatório e contas e do orçamento do Conselho de Direcção e do parecer do
Conselho Fiscal.
Quatro - A Assembleia Geral reunirá sempre que convocada pelo Presidente da Associação,
pelo Conselho de Direcção ou por um quinto dos Associados.
Artigo Décimo Primeiro
A Assembleia Geral tem as seguintes funções:
---a) Eleger a Mesa da Assembleia, o Conselho de Direcção e o Conselho Fiscal;
---b) Aprovar o relatório e contas, bem como o orçamento para cada ano, apresentados pelo
Conselho de Direcção;
---c) Aprovar o parecer do Conselho Fiscal sobre os documentos referidos na alínea anterior;
---d) Admitir novos membros e fixar o número de membros que a compõem, podendo
estabelecer limites, a respeitar pelo Conselho de Direcção, nos casos de admissão de novos
sócios.
---e) Fixar as directivas e programas da Associação;
---f) Deliberar sobre todas as matérias que sejam, nos termos legais, sujeitas à sua apreciação.
---g) Deliberar fixando as quotizações e jóia de admissão.
Artigo Décimo Segundo
Um - A Assembleia Geral é convocada pelo seu Presidente através de carta enviada a todos os
sócios com antecedência mínima de quinze dias.
Dois - Da convocação deve constar a ordem dos trabalhos, bem como a data da segunda
convocação, sujeita a uma dilação mínima de 30 minutos, para a eventualidade da primeira
reunião não se realizar por falta de quorum.
Três - A Assembleia, na primeira convocação, pode funcionar estando presentes cinquenta por
cento dos sócios com direito a voto e, na segunda convocação, com qualquer número de
presentes.
Quatro - A Assembleia Geral delibera por maioria simples.
Cinco - Qualquer sócio pode fazer-se representar por outro, mediante simples carta
mandadeira, não podendo, todavia cada sócio representar mais do que dois sócios.
Artigo Décimo Terceiro
Um - O Conselho Fiscal é constituído por três membros, eleitos por três anos, de entre os
sócios da Associação, competindo-lhe em especial elaborar anualmente parecer sobre o
relatório e contas a submeter à Assembleia Geral.
Artigo Décimo Quarto
A admissão de sócio faz-se mediante pedido escrito dirigido pelo candidato à Direcção, o qual
comunicará a sus decisão, igualmente, por escrito, e logo após obtida a deliberação da
Assembleia Geral nos termos do Artigo Décimo Primeiro, alínea d).
Artigo Décimo Quinto
A perda da qualidade de sócio, verificados que estejam os pressupostos referidos no Artigo
Quarto, números quatro e cinco, será decidida pela Assembleia Geral, sob proposta da
Direcção, exigindo-se para o efeito maioria qualificada de dois terços dos Associados
presentes e convocados para o efeito.
Artigo Décimo Sexto
Um – O património social é constituído por todos os bens que a associação adquira,
independentemente do título a que o faça.
Dois – As receitas da Associação são constituídas pelas quotizações, por eventuais
contribuições extraordinárias e pelos donativos, legados e quaisquer outras contribuições feitas
à Associação por organismos, entidades ou pessoas singulares, a título de liberalidade, sob
reserva de aceitação pela Direcção.
Três – Todos os proventos obtidos serão afectos à prossecução do escopo social sendo
eventuais défices verificados cobertos por contribuições extraordinárias dos Associados
aprovadas em Assembleia Geral.
Artigo Décimo Sétimo
As alterações aos estatutos e a dissolução da Associação requerem o voto favorável de três
quartos do número de todos os associados.