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Rotifera

O documento apresenta uma aula sobre o filo Rotifera, destacando suas características morfológicas, como a presença de uma coroa de cílios, mástax e a ausência de sistema circulatório. Os rotíferos são predominantemente aquáticos, variando de 40 µm a 3 mm, e incluem cerca de 3.350 espécies conhecidas, com 457 delas encontradas no Brasil. A reprodução pode ser sexuada ou assexuada, com a partenogênese sendo comum entre as espécies.
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Rotifera

O documento apresenta uma aula sobre o filo Rotifera, destacando suas características morfológicas, como a presença de uma coroa de cílios, mástax e a ausência de sistema circulatório. Os rotíferos são predominantemente aquáticos, variando de 40 µm a 3 mm, e incluem cerca de 3.350 espécies conhecidas, com 457 delas encontradas no Brasil. A reprodução pode ser sexuada ou assexuada, com a partenogênese sendo comum entre as espécies.
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AULA ROTIFERA

Disciplina: Invertebrados I (CH 869)


Professora: Helena Matthews Cascon
Departamento de Biologia
Universidade Federal do Ceará (UFC)
ROTIFERA
GNATHIFERA

• Os Gnathifera é um táxon (Super Filo) que


inclui os táxons (Filo) CHAETOGNATHA,
GNATHOSTOMULIDA, MICROGNATHOZOA e
ROTIFERA.

• Acredita-se que eles evoluíram de um


ancestral com faringe complexa formando
um aparato mandibular cuticular único.
GNATHIFERA

• Os Gnathifera é um táxon (Super Filo) que


inclui os táxons (Filo) CHAETOGNATHA,
GNATHOSTOMULIDA, MICROGNATHOZOA
e ROTIFERA.

Atualmente Acanthocephala é uma


Subclasse do Filo Rotifera dentro da Classe
Hemirotatoria onde possuem animais
endoparasitas ectoparasitas e de vida livre
(Brusca et al., 2018).
Hickman, et al.,2013
Uma filogenia de Metazoa
(Barnes et al., 2023).
Barnes et al., 2023
ROTIFERA
(do latim: rota = roda, ferre = portador)

A maioria dos rotíferos é de água doce.


O corpo dos rotíferos é composto por um tronco e um pé
posterior.
Na parte anterior dos rotíferos existe uma coroa de cílios
(corona), que é uma das características deste táxon.

Mastax
Coroa de cílios
- corona

Corona
Características
de Rotifera Animais blastocelomados,
triploblásticos, bilaterais,
não segmentado.
“Cabeça”

Trato digestivo completo.

Tronco

Faringe modificada em um
mastáx que contém
elementos semelhantes a
Pé mandíbulas, conhecidos
como “trofos”.
Características de Rotifera

Extremidade anterior com cílios


variáveis formando uma corona.

Extremidade posterior geralmente


com glândulas adesivas e “dedos”.

Epiderme podendo formar


estruturas esqueléticas em
algumas espécies (teca, ou lorica).
Características de Possuem protonefrídios.
Rotifera

Não têm sistema


circulatório, ou trocas
gasosas.

Os machos geralmente são


reduzidos ou ausentes; a
partenogênese é comum.
Vivem em habitats de água
salgada, doce ou são
semiterrestres; sésseis ou
livres-natantes.
[Link]
ROTIFERA
• Rotífero possui uma “cabeça” portando uma
corona ciliada, um tronco e uma região posterior,
ou pé.
ROTIFERA
• Com exceção da corona, o corpo é desprovido
de cílios e coberto por um glicocálix
gelatinoso.

• A corona, ou coroa ciliada envolve uma área


central sem cílios na cabeça, a qual pode
portar cerdas ou papilas sensoriais.
Cerdas
sensoriais
Philodina roseola
Subclasse Bdelloidea
(Brusca et al., 2018).
Nebalia – Crustáceo (Ordem
Leptostraca)

[Link]
d41deb_1587781959_web.jpg

Paraseison annulatus Subclasse Seisonidea um rotífero ectoparasita


marinho que vive nas brânquias de Nebalia (Brusca et al.,2018).
ROTIFERA

Os rotíferos variam
de 40 µm a 3 mm
de comprimento.
ROTIFERA

• Há cerca de 3.350 espécies de rotíferos


conhecidas.

• Brasil – 457 espécies (Lewinsohn & Prado, 2005)

Dissotrocha macrostyla
ROTIFERA
A. Stephanoceros apresenta cinco Variedades de formas
lobos coronais longos e digitiformes
com fileiras de cerdas curtas. Ele em Rotifera
captura alimento fechando seu funil
quando suas presas nadam para
dentro deste; os lobos cerdosos
evitam que a presa escape.

B. Asplanchna é um gênero
predador plânctonico sem pé.

C. Squatinella tem uma extensão


transparente semicircular, não retrátil
e em forma de capuz, que recobre a
cabeça.

D. Macrochaetus é achatado
dorsoventralmente.
ROTIFERA
• A distribuição dos
cílios na corona
varia nos diferentes
rotíferos.

• O tipo mais comum


de corona é: quando
os cílios estão
divididos em dois
discos.
ROTIFERA

• Estes discos batem de


forma circular, um no
sentido dos ponteiros
do relógio e o outro ao
contrário dos
ponteiros do relógio. [Link]

• Isto faz com que


pareçam duas rodas
de fiação, de onde se
deriva o nome
Rotifera.
ROTIFERA

• O pé é uma extensão
posterior estreita do
tronco e geralmente
termina em um par de
glâdulas adesivas.
ROTIFERA
Rotifera – estruturas internas

v
ROTIFERA
A ciclomorfose é um fenômeno natural
em que indivíduos de uma mesma
população, apresentam mudanças
morfológicas temporalmente cíclicas.

Kellicottia spp
ROTIFERA – CICLOMORFOSE

Brachionus quadridentatus
ROTIFERA
• Morfologia -teca

Lecane sp

Keratella sp

Euchlanis sp
CLADOCERO: Daphnia galeata

➢ REPRESENTAM UM MECANISMO IMPORTANTE DE CONTROLE DE


POPULAÇÃO DO ROTÍFERO keratella cochlearis.

Keratella Daphnia galeata


INSETOS: LARVAS DE ÁGUA DOCE
(Chaoborus)
DEFESAS DOS ROTÍFEROS:

➢ MORFOLÓGICAS: ESPINHOS E LÓRICA


➢ OS ESPINHOS SÃO AS
ESTRUTURAS MORFOLÓGICAS DE
DEFESA MAIS COMUM DOS
ROTIFEROS.

➢ AÇÃO DOS ESPINHOS:


DIFICULTAR A CAPTURA,
MANIPULAÇÃO E INGESTÃO.

➢ O BRACHIONUS DEFENDE-SE
CONTRA A Asplanchna,
AUMENTANDO O TURGOR DO
CORPO, ISSO CAUSA O
APARECIMENTO DE DOIS
ESPINHOS POSTERIORES,
IMPEDINDO-O DE SER ENGOLIDO.

➢ EFETIVIDADE DOS ESPINHOS


Brachionus
Keratella

Keratella sp Espinhos - defesa

Kellicottia

Kellicottia sp
ROTIFERA
A maioria dos rotíferos possuem um
glicocálix gelatinoso no lado de fora da
epiderme para proteção.

Eles não têm cutícula externa.

Eles têm uma lâmina proteica intracelular


localizada dentro da epiderme, que lhes
confere proteção e estabilização ao corpo.
ROTIFERA
• O MÁSTAX região modificada da
faringe é característico dos
Rotifera. Mástax

• O mástax é geralmente oval ou


alongado e possui muitos
músculos.

• As paredes internas do mástax


possuem 7 grandes peças
interconectadas que se projetam.

• Estas peças são compostas de


mucopolissacarídeos(a quitina é um
polissacarídeo).
ROTIFERA
• O tamanho e a forma dos dentes do
mástax variam de acordo com os
hábitos alimentares das espécies.

unco
1
2 manúbrio
4
3

6 5

7
ramo

fulcro
Dissotrocha
aculeata

MÁSTAX
Matéria em
suspensão
Synchaeta triophthalma

MÁSTAX
predador
MÁSTAX
Matéria em suspensão
A
B

C
D
A- Manúbrio
B- Unco
C- Ramo
D- Fulcro

Teca de Platyias
quadricornis
ROTIFERA

• A digestão é
extracelular
ocorrendo em um
grande estômago.

• Um curto intestino
liga o estômago ao
ânus.
ROTIFERA

As glândulas salivares
(gástricas e digestivas)
secretam enzimas para
a digestão extracelular.

A absorção ocorre no
estômago.
ROTIFERA
• O mástax é utilizado tanto na
captura do alimento como na
maceração do alimento. Brachionus calyciflorus

• A maioria dos Rotifera é


comedora de matéria em
suspensão ou predadora.

• Predam principalmente
protozoários e outros Brachionus calyciflorus:
rotíferos. medindo 300 µm. Alimentando-se
de Anabaena.
ROTIFERA
Brachionus sp – Açude Santo Anastácio
– Campus do Pici, UFC.
Indicadores de poluição orgânica.
Ocelo Glândula
gástrica

Estômago

Mástax Vitelária

Ovo
ROTIFERA

• O sistema nervoso consiste de uma massa


ganglionar dorsal que se situa acima do mástax e
origina uma série de nervos que se estendem para
os órgãos sensitivos e para outras partes do corpo.
[Link]

Sistema nervoso de Asplanchna (Brusca et al., 2018)


ROTIFERA

• Os órgãos sensitivos
são:

• cerdas sensoriais
localizadas em
diversas partes da
corona e possuem de 1
a 5 ocelos.
ROTIFERA

• Os ocelos são simples


compostos de uma ou
poucas células
fotoreceptoras, além de
uma célula pigmentada
acessória.
ROTIFERA

• Associado com o gânglio cerebral está


o chamado órgão retrocerebral.

• Órgão retrocerebral – tem a função de


secretar muco para facilitar o
rastejamento.
[Link]
resource/primer/techniques/dic/dicgallery/euchlanislarge
/

Área coronal de Euchlanis (vista apical) (Brusca et al, 2018)


ROTIFERA
• Sistema excretor consiste
tipicamente em um par de
túbulos protonefridiais, cada
um com varias células-flama
que se conectam a uma bexiga
comum.

• A bexiga, por pulsação,


esvazia-se em uma cloaca na
qual o intestino e os ovidutos
também se abrem.
c Pressão osmótica

c
ROTIFERA

• Eles possuem dois


protonefrídios, no
blastoceloma um
em cada lado do
corpo.
Rotifera

Pressão osmótica
a

d
c

a- corona
b- mástax
c- tubo digestivo
d-vitelaria

Philodina sp

ROTIFERA
ROTIFERA
ROTIFERA
ROTIFERA

• Os rotíferos nadam
por meio da coroa
de cílios e
arrastam-se como
sanguessugas,
usando as
glândulas
terminais adesivas
como meio de
fixação.

Philodina sp
ROTIFERA

• Eles habitam fundo


de lagos, musgos,
algas, alguns são
planctônicos.

Philodina sp
ROTIFERA
• A boca dos rotíferos é
ventral, usualmente
circundada por alguma
porção da corona.

• A boca pode abrir


diretamente na faringe ou
em um tubo entre a boca e
a faringe, como ocorre
nos rotíferos comedores
de matéria em suspensão.
ROTIFERA
• Philodina sp - Açude Santo Anastácio –
Campus do Pici, UFC.
Coroa de
cílios

Mástax

Estômago

Intestino


ROTIFERA

Durante a cópula
O macho é
o macho introduz
Os Rotifera geralmente
o pênis em
são dióicos menor que a
qualquer parte do
fêmea.
corpo da fêmea.

Este tipo de cópula é


Os espermatozoides
chamado de
migram até os óvulos
IMPREGNAÇÃO
para fecundá-los.
HIPODÉRMICA.
ROTIFERA
• Quando a fêmea eclode, já possui
todas as características da forma
adulta e atinge a maturidade sexual em
alguns dias. Ver imagem em tamanho grande
Epiphanes, rotifer

ROTIFERA

• Os machos que geralmente são


menores que as fêmeas, tornam-se
sexualmente maduros logo após a
eclosão.
ROTIFERA
Os rotíferos geralmente são ovíparos,
desenvolvendo os ovos fora do seu corpo
(Brachionus, Polyarthra).
12rotifer889

Carregando um ovo
ROTIFERA
• Platyias patulus – movimento do animal dentro do
ovo produzido partenogenetica.

• Movimento do mastax em um adulto de P. patulus.


ROTIFERA
• Alguns gêneros de Rotifera como
Asplanchna, Conochilus são ovovivíparos,
isto é, os ovos amadurecem e eclodem dentro
do corpo da fêmea, sendo liberados ou pela
cloaca ou por ruptura da parede do corpo.
Asplanchna

embrião Asplanchna sp
Asplanchna priodonta com um embrião
ROTIFERA

• OBS: Muitas espécies de


água doce produzem ovos
de casca fina que eclodem
rapidamente ou ovos de
casca grossa que são
latentes.

• A partenogeneses é comum
em Rotifera.
Mastax

Glândula gástrica

Estômago ovo

ASPLANCHNA SP - CARNÍVORO
12Conochilus

Conochilus sp.

Rotifera colonial
em que a região
basal fica embebida
em uma matrix
gelatinosa.
12Floscularia

Floscularia sp.
é um Rotifera séssil,
com uma lórica.
12Monommata

Monommata sp.
As espécies deste
gênero possuem um pé
bem desenvolvido e as
fibras musculares podem
ser vista dentro do pé
12Monostyla

Monostyla sp, tem


apenas um pé.
ROTIFERA
• Muitas espécies de
rotíferos podem suportar
longos períodos de
dessecação, durante os
quais se assemelham a
grãos de areia.

• Rotíferos em condição
de dessecação são
muito tolerantes a
condições ambientais
extremas.
ROTIFERA
• Por exemplo, algumas
espécies que vivem em
musgos foram mantidas
dessecadas por até 4
anos, revivendo após a
adição de agua.

• Outros rotíferos foram


capazes de sobreviver a
temperaturas tão frias
quanto –272°C.
Criptobiose - (estado de animação suspensa): estado extremo de
anabiose (suspensão das atividades vitais) no qual todos os sinais
externos de atividade metabólica estão ausentes.
ROTIFERA

Criptobiose – os processos metabólicos


param e a vida fica preservada em uma
condição cristalizada estável.

Duas moléculas são importantes na


formação e manutenção do estado
cristalino – Glicerol e Trealose
Dissacarídica.

Estas moléculas são produzidas a medida


que o animal entra em criptobiose.
ROTIFERA

Glicerol - protege os tecidos da oxidação e


repõe a água ligada às macromoléculas
biológicas.

Trealose Dissacarídica – repõe a água das


membranas.

OBS: Na substituição pela água, o glicerol


e a trealose agem como espaçadores para
conservar a organização das
macromoléculas durante a desidratação.
ROTIFERA
• Uma colonia de Sinantherina socialis
sobre uma planta aquática de água
doce.
12Collotheca1

Collotheca pertence à classe


Monogononta. Estes rotíferos são
sésseis.
12Collotheca2

Collotheca sp.
ROTIFERA
• Collotheca – uma espécie de rotifera
sedentária.
Classe Hemirotatoria

Subclasse
ACANTHOCEPHALA
ACANTHOCEPHALA
do grego: akantha = espinho, kephale = cabeça)

• Os acantocéfalos são endoparasitas


que necessitam de dois hospedeiros
para completar seu ciclo biológico.
File:Acanthocephala [Link]

ACANTHOCEPHALA

• Os indivíduos jovens são


parasitas de crustáceos e
insetos; os adultos vivem no
trato digestivo de vertebrados.
ACANTHOCEPHALA

A subclasse é cosmopolita, e mais de


1.100 espécies são conhecidas; a maioria
delas parasita peixes, aves e mamíferos.

Brasil – 50 espécies conhecidas.

Podem ser encontrados em ambientes


marinhos, de água doce e terrestres.
Características Animais blastocelomados triploblásticos,
da subclasse bilaterais, não segmentados.
Acanthocephala
(Filo Rotifera)

Trato digestivo ausente.

Extremidade anterior com probóscide com


ganchos.

Tegumento e músculos contendo um sistema


singular de canais, conhecido como sistema
lacunar.
Características da subclasse Acanthocephala (Filo Rotifera)

Protonefrídios
ausentes, exceto em
algumas espécies.

Possuem um sistema singular de


ligamentos e bolsas ligamentares,
que dividem parcialmente a
cavidade do corpo.

Estruturas hidráulicas chamadas de lemniscos,


que facilitam a extensão da probóscide.
Características da subclasse Acanthocephala (Filo
Rotifera)

São gonocorísticos.

Formam larvas acântor, acantela e cistacanto.

Todos são parasitas obrigatórios no trato digestivo


dos vertebrados; com ciclos de vida complexos.
ACANTHOCEPHALA
• As espécies de acantocéfala
apresentam tamanhos que variam de
menos de 2 mm a mais de 1 m de
comprimento.

• As fêmeas são geralmente maiores que


os machos.
ACANTHOCEPHALA
• O corpo do adulto é alongado e
composto de um tronco, uma
probóscide anterior e uma região
cervical.
Região
cervical

probóscide

tronco
ACANTHOCEPHALA
• Tipos de Probóscides
Fransozo & Negreiros-Fransozo, 2016
ACANTHOCEPHALA

• A probóscide é
retrátil e os espinhos
são responsáveis
pela fixação destes
animais no intestino
do hospedeiro.
ACANTHOCEPHALA
Probóscide retrátil.

Dois longos sacos


hidráulicos (lemniscos)
podem servir como
reservatórios do fluido
da probóscide quando
esse órgão é
invaginado, ou auxiliar
nas trocas gasosas
entre o corpo e a
probóscide; sua função
exata, entretanto,
permanece
desconhecida.
Leminisco
ACANTHOCEPHALA
• Possuem um sistema de canais
lacunares que serve como sistema
circulatório.
ACANTHOCEPHALA
ACANTHOCEPHALA

• Não possuem sistema


digestivo absorvem o alimento
direto através do tegumento.
A- Probóscide
B- Pescoço (região
cervical)
C- Tronco

Macracanthorhynchus
hiridinaceus -
hospedeiro final porco

ACANTHOCEPHALA
A- Probóscide
B- Lemnisco (sistema
A hidraulico na eversão da ACANTHOCEPHALA
probóscide

Acanthocephala
Acanthocephala
Ciclo de vida -
Acanthocephala

Hospedeiro paratênico ou de transporte: é o hospedeiro


intermediário no qual o parasita não sofre desenvolvimento ou
reprodução, mas permanece viável até atingir novo hospedeiro
definitivo.
probóscide

ACANTHOCEPHALA

Pomphorhynchus sp – parasita de peixe


ACANTHOCEPHALA
ACANTHOCEPHALA
probóscide

Probóscide
dentro do probóscide
tecido do
hospedeiro
ACANTHOCEPHALA
probóscide Southwellina hispida
(Acanthocephala)
perfurando o intestino de
Phalacrocorax carbo
(Aves).

ACANTHOCEPHALA

Phalacrocorax carbo [Link]


Εικόνα:

Comoram
ACANTHOCEPHALA

Parasita porco

Macracanthorhynchus
hirudinaceus
Ciclo de vida -
Acanthocephala
Adulto no
intestino

Ovos passados
com as fezes
A larva Cistacanto
fica encistada no
inseto onde é
consumida pelo
hospedeiro final

Ovos comidos por


larvas de insetos

Larva Acantor sai do ovo,


depois em Acantela e em
Cistacanto
ACANTHOCEPHALA
• Os Acanthocephala são dióicos e o poro genital está
localizado na extremidade posterior do tronco.

• Os machos possuem um pênis protátil.


ACANTHOCEPHALA

Macho

A cópula ocorre quando


o macho se fixa à fêmea,
com a bursa , ocorrendo
a transferência de
esperma por meio do
pênis.
ACANTHOCEPHALA

Os machos apresentam um par de


testículos, cada um com vaso deferente e
um ducto ejaculatório comum, o qual
termina em um pênis.

Durante a cópula, o esperma é lançado na


vagina, desloca-se em sentido superior no
ducto genital e entra na blastocele da
fêmea.
ACANTHOCEPHALA

Macho

v
ACANTHOCEPHALA
Lemnisco

Macrocanthorhyncus
- macho (região
posterior)
Leptorhynchoides
thecatus – macho
parasita de peixe

ACANTHOCEPHALA
ACANTHOCEPHALA

• No momento da copula o cimento adere à


vagina e após a transferencia do esperma,
endurece rapidamente, formando uma
capa copulatória que fecha a abertura
genital.
ACANTHOCEPHALA

Os ovos são fertilizados no interior do


corpo da fêmea em sacos que se
projetam para trás partindo da bainha
da probóscide.
ACANTHOCEPHALA
• Ocorre a formação de uma larva
encapsulada, com uma coroa anterior ou
rostelo com ganchos dentro de uma casca e
passa para fora do hospedeiro através das
fezes.

Larvas
encapsuladas
ACANTHOCEPHALA

Macrocanthorhyncus - fêmea (região


anterior)
ACANTHOCEPHALA

Aparelho genital de uma


fêmea de Acanthocephala:

Ovos imaturos ficam nos


sacos do ligamento até o
desenvolvimento.

Ovos contendo larvas


passam do sino uterino para
o útero e depois para o meio
externo.
Macrocanthorhyncus -
fêmea(região posterior)

ACANTHOCEPHALA
Hospedeiro
intermediário
barata Periplaneta
americana e o
hospedeiro final é o
rato doméstico

ACANTHOCEPHALA
Larvas
ACANTHOCEPHALA encapsuladas
Corynosoma wegeneri

Profilicollis altmani

Rhadinorhynchus
cadenati

ACANTHOCEPHALA
Morfologia interna di Corynosoma wegeneri (in inglese)

ACANTHOCEPHALA

Corynosoma
wegeneri
Macho
[Link]

CICLO PARASITA

• O ovo é comido pelo o hospedeiro intermediário......as


larvas emergem dos ovos, atravessam a parede do
intestino do hospedeiro e alojam-se no hemocelo....a
larva (acantor) alimenta-se de tecido do hospedeiro
(acantela)....pouco antes de tornar-se adulto o
indivíduo cessa o seu desenvolvimento e encista-se
(cistacanto).......quando o hospedeiro intermediário é
comido então os acantocéfalos se fixam a parede do
intestino do hospedeiro definitivo utilizando a
probóscide espinhosa.
Macho Fêmea
Emerita sp

Profilicollis sp
Acanthocephala no intestino de um pato
[Link]

ACANTHOCEPHALA

• OBS: Os acantocéfalos podem causar


graves lesões à parede intestinal.

• Já foram registrados 1000 acantocéfalos no


intestino de um pato e 1154 no intestino de
uma foca.
[Image, BIODIDAC, [Link] Acanthocephala Macracanthorhyncus Life cycle of an acanthocephalan worm, spiny headed worm, includes acanthella and
acanthor larval stages. ]

Adulto
ACANTHOCEPHALA

1
Larva
3 Acantor

Cistacanto

2
Acantela
Acanthocaphala no intestino de um pato
Ciclo de Vida de Polymorphus sp
Acanthocephala

Machos e fêmeas A larva cistacanto sai


dentro do intestino no intestino da ave
da ave onde amadurece

Ovos são liberados O hospedeiro final é


infectado quando
nas fezes da ave come o hospedeiro
intermediário

Os ovos são
O parasita se
comidos pelo
transforma na larva
hospedeiro
cistacanto
intermediário
FILOGENIA DE GNATHIFERA

Ruppert et al., 2006


ROTIFERA

[Link]
z5cM4TbroU0aktq7X39LOCSD7vOeSQHg9CFpZBRU&usqp=CAU

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