Slide Filo Cordados
Slide Filo Cordados
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Zoologia de Invertebrados – Filo Artrópodes B
I
O
L
O
❑Instruções para o slide: G
I
➢Clique para baixo para passar para o próximo slide; A
➢Clique nas palavras sublinhadas para ver as figuras; P
H
➢Clique na seta amarela para retornar ao slide da explicação; C
S
➢Ao final do slide tem vídeo aulas sobre o assunto e um mapa mental.
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
❑Sumário do slide: O
G
➢Clique para baixo para Filo Cordados. I
A
➢Clique para baixo para Classe dos Peixes.
P
➢Clique para baixo para Classe dos Anfíbios. H
C
➢Clique para baixo para Classe dos Répteis. S
➢Clique para baixo para Classe da Aves. Me. Pedro Henrique C. Santana
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Reino Animalia – Filo Cordados B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Todos os animais pertencentes a este filo durante a fase embrionária apresentam G
notocorda (que origina a medula espinhal), tubo nervoso dorsal (que forma a I
A
coluna vertebral) e fendas branquiais (faríngeas).
P
➢São seres triblásticos, de simetria bilateral, celomados e deuterostômicos. H
➢Seu sistema digestivo é completo e sua excreção é feita por rins. C
S
➢Possuem sistema nervoso centralizado, formado por encéfalo, medula espinhal e Me. Pedro Henrique C. Santana
nervos periféricos.
➢A circulação é fechada e a reprodução é sexuada.
Reino Animalia – F. Cordados – Sub. Protocordados B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Estão divididos em dois subfilos:
G
➢Subfilo dos Protocordados (não apresentam encéfalo, crânio ou vertebras ). I
A
➢O termo protocordados significa “Cordados Primitivos”.
P
➢São animais predominantemente marinhos. H
➢São seres filtradores (detritivos = se alimentam de restos orgânicos). C
S
➢São considerados um elo de ligação entre os invertebrados e vertebrados. Me. Pedro Henrique C. Santana
pecilotérmico).
➢Estão divididos em duas ordens distintas, os “Agnatos” e os Gnatostomados”.
Classe dos Peixes – Ordem dos Agnatos B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢São também conhecidos como ciclostomados e não possuem mandíbula. G
➢Representados pelas Lampreias e Feiticeiras (peixe bruxa). I
A
➢Possuem corpo alongado, boca circular repleta de pequenos dentes, esqueleto
P
cartilaginoso, ausência de escamas, e a notocorda persiste na fase adulta. H
➢São animais parasitas/hematófagos, sendo a lampreias ectoparasita e a feiticeira C
S
endoparasita (ataca as brânquias e músculos dos peixes destruindo-os). Me. Pedro Henrique C. Santana
➢Representados por tubarões, raias (único que pode encontrado em água doce) e
cações.
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Condrictes B
I
O
❑ Família dos Condrictes: L
O
➢Sua boca é encontrado na parte ventral do corpo do animal, os olhos não tem G
pálpebras e são laterais, e podem apresentar uma ou duas nadadeiras dorsais. I
A
➢Não possuem bexiga natatória (órgão que ajuda os peixes na submersão e emersão).
P
➢Por esse motivo o fígado é mais desenvolvido nesses animais, podendo ocupar H
¾ do volume corporal do animal, auxilia esses animais na submersão e emersão C
S
pela mudança na sua densidade devido a alta produção de óleo. Me. Pedro Henrique C. Santana
➢Sua boca é frontal e as brânquias são protegidas por placa localizada atrás dos
olhos chamada de opérculo.
Filo Cordados – Classe Peixes B
I
O
❑ O que ver agora?
L
O
➢ Vídeo aula 1(Intro. Cordados) G
I
➢ Vídeo aula 2 (Intro. Cordados) A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Reino Animalia – Filo Cordados B
I
O
tubo nervoso dorsal
L
tubo digestório cauda pós-anal O
notocorda G
I
A
P
ânus H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
local da
futura boca
fendas
faringianas células
vitelínicas
Subfilo Protocordados – Classe Urochordados B
I
cauda
O
sifão inalante
notocorda L
tubo nervoso
sifão disco adesivo O
gânglio exalante
nervoso
G
I
faringe
coração
A
fileiras de fendas
faringianas
fendas faringianas P
intestino H
Túnica cortada C
ovário S
testículo Me. Pedro Henrique C. Santana
estômago
coração
Subfilo Protocordados – Classe Cephalocordados B
I
notocorda tubo nervoso dorsal musculatura segmentar subepidérmica
O
L
nadadeira caudal O
G
I
ânus
A
atrióporo
cirros bucais fendas na faringe P
gônadas do lado direito
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Subfilo Protocordados – Classe Cephalocordados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Ordem Agnatos B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Ordem Agnatos B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Ordem Agnatos B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Condrictes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Condrictes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Condrictes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Condrictes B
I
O
nadadeiras
L
dorsais O
nadadeira caudal estômago G
baço rim testículo faringe I
olho
A
P
H
narina
C
cloaca fendas boca ventral S
nadadeira pâncreas
pélvica intestino fígado faringianas Me. Pedro Henrique C. Santana
direita nadadeira coração
peitoral direita
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Condrictes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados - Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
bexiga natatória L
(vesícula gasosa)
linha rim O
lateral G
estômago I
brânquias A
vértebra
orifícios
P
da narina H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
coração
vesícula biliar
miômeros ânus cecos fígado seccionado
gônada
papila pilóricos
urogenital intestino
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados – Osteíctes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Subfilo Craniata - Classe dos Peixes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Subfilo Craniata - Classe dos Peixes B
I
O
sangue pobre em oxigênio
coração brânquias corpo coração L
sangue rico em oxigênio O
G
fígado
intestino
artéria
I
aorta dorsal
A
capilares
P
brânquias rim
aorta ventral
ventrículo átrio veia
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Peixes – Gnatostomados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
❑Características Gerais: O
L
➢São animais que vivem parte da sua vida na água (geralmente a fase larval) e parte O
G
na terra (geralmente a fase adulta). I
➢São eles os sapos, rãs, pererecas, salamandras, tritões, axalotes, e cecílias. A
➢Esses animais geralmente sofrem metamorfose saindo da fase larval (girino) para a P
H
fase adulta (sapo por exemplo).
C
➢Sua circulação é fechada, dupla e incompleta. Possuem coração tricavitário. S
Me. Pedro Henrique C. Santana
➢Os anfíbios estão classificados em 3 ordens distintas:
➢Ordem dos Anuros (sapos, rãs e pererecas); Ordem dos Urodelos (salamandras,
tritões e axalotes); Ordem Giminofiona ou Ápodes (Cecílias = Cobra – cega).
Classe dos Anfíbios – Ordem Anuros B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Recebem esse nome porque na fase adulta são animais que não possuem cauda. G
➢São eles os sapos, as rãs e as pererecas. I
A
➢São animais de quatro patas saltadores (membros posteriores mais longos).
P
➢Sapos são mais gordinhos, de cabeça proporcionalmente menor que corpo, de patas H
curtas (saltos curtos) e algumas espécies possuem discos digitais. C
S
➢Entre os anuros os sapos são os únicos venenosos (glândulas paratóides). Me. Pedro Henrique C. Santana
saltadoras), e possuem ventosas nas pontas dos dedos, permitindo assim eles
escalar superfícies lisas como pares e vidros.
Classe dos Anfíbios – Ordem Ápodes B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Recebem esse nome porque esses animais não possuem patas. G
➢Possuem corpo cilíndrico, alongado e liso. I
A
➢São animais fossoriais encontrados principalmente em florestas tropicais.
P
➢São conhecidos como cobras-cegas pois possuem olhos bem pequenos, mas seu H
nome mesmo é Cecília. C
S
➢Possuem tentáculos sensoriais usados para achar e capturar as presas (pequenos Me. Pedro Henrique C. Santana
invertebrados).
➢Entre os anfíbios são os únicos de fecundação interna e desenvolvimento direto.
Classe dos Anfíbios – Ordem Urodelos B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Recebem esse nome porque esses animais possuem sua cauda por toda a vida e G
não apenas na fase larval. Se assemelham muito a algumas espécies de lagartos. I
A
➢Incluem salamandras, tritões e axalotes.
P
➢A maioria é terrestre e possui dois pares de membros H
➢Algumas espécies podem ser venenosas (aposemáticos = coloridos). C
S
➢Algumas espécies (axalotes) podem ter sua metamorfose incompleta, não Me. Pedro Henrique C. Santana
chegando assim a sua fase adulta com todos órgão bem formados. Geralmente
mantém as brânquias por toda a vida (ficando assim no ambiente aquático).
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
❑ O que ver agora?
L
O
➢ Vídeo aula 1(Classe dos Anfíbios) G
I
➢ Vídeo aula 2 (Classe dos Anfíbios) A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Anfíbios – Ordem Anuros B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Anfíbios – Ordem Anuros B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Anfíbios – Ordem Anuros B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Anfíbios – Ordem Ápodes B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Classe dos Anfíbios – Ordem Urodelos B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Anfíbios B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados - Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Essa classe é composta por animais como serpentes, lagartos, jacarés, crocodilos, G
gaviais, tartarugas, jabutis, cágados, tuataras. I
A
➢O significado da palavra “réptil” é “animal rastejante”.
P
➢Eles evoluíram a partir dos anfíbios antigos que se tornaram os primeiros H
vertebrados completamente terrestre. C
S
➢Primeiro grupo de vertebrados (tetrápodes) a verdadeiramente colonizar o Me. Pedro Henrique C. Santana
ambiente terrestre. Isso se deu devido esses animais não dependerem da água
para sua reprodução, só sendo possível devido a características como:
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
❑Características Gerais: O
L
➢Reprodução sexuada com fecundação interna e desenvolvimento direto. O
G
➢São dioicos e que podem apresentar dimorfismo sexual. I
➢Podem ser ovíparos (grande maioria) ou vivíparos (serpentes peçonhentas). A
➢Ovo com casca coriácea e aminiótico. Pode ser colocados fora d´água. P
H
➢São animais com escamas placoides e queratinizadas (proteção contra C
desidratação). S
Me. Pedro Henrique C. Santana
➢Esqueça todas as formas que você conhece para identificar serpentes peçonhentas,
pois a única forma verdadeira é através da fosseta loreal (termoreceptor).
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
❑Características Gerais: L
O
➢Obs. Apenas a família viperídae possui fosseta loreal, elapídae não. G
➢Para identificar se uma coral é verdadeira ou não primeiro você olha para cabeça, I
A
se for arredondada e com olhos pequenos (verdadeira) se for levemente triangular e
P
com olhos maiores (falsa). Outra característica é cauda, longa e fina (falsa), grossa H
e curta (verdadeira). C
S
➢A família viperídae possui presas longas e caniculadas (solenóglifas) já a família Me. Pedro Henrique C. Santana
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
1) Quais são as três características básicas que determina se um animal é um cordado ou não? O
2) Determine a relação existente entre a notocorda e o sistema nervoso centralizado dos L
cordados.
O
G
3) Diga qual estrutura dos cordados é formada a partir do tubo nervoso dorsal? Que relação
I
essa estrutura tem a ver com o nome do sub-filo craniata (vertebrados)? A
4) O que são protocordados? Por que esses animais são conhecidos como os cordados mais
primitivos de todo o filo cordado? P
5) Por que as ascídias são animais cordados que mais se assemelham aos invertebrados do H
que aos vertebrados?
C
S
6) O que diferencia os urocordados dos cefalocordados?
Me. Pedro Henrique C. Santana
7) Por que as lampreias e as feiticeiras são chamados de peixes agnatos? Por que esses
animais são considerados animais ectoparasitas?
8) Explique como diferenciar a família dos condrictes dos osteíctes baseado em suas
características anatômicas e comportamentais.
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
9) Cite e comente 4 órgãos sensoriais que podem ser encontrados nos peixes cartilaginosos?
L
Qual destes não está presente nos osteíctes? O
10) Por que peixes possuem escamas? Que relação as escamas têm com os répteis? G
11) Explique detalhadamente o mecanismo contracorrente responsável pela respiração dos I
animais branquiais. A
12) Qual a relação existente entre os peixes dipnoicos e os anfíbios? Explique sua resposta.
P
13) Por que a classe dos anfíbios recebe esse nome? Cite 2 exemplos de animais para cada H
uma das três ordens que compõem essa classe. C
14) Por que apenas os sapos na ordem dos anuros são venenosos? Que relação essa S
característica tem a ver com o fato de alguns serem aposemáticos? Me. Pedro Henrique C. Santana
15) Explique o porquê animais que possuem coração tricavitário são ectotérmicos? Cite duas
classes dentre os cordados que possuem essa característica.
16) Como diferenciar um anuro, de um urodelo e de um ápode.
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
17) Descreva o porquê os répteis foram os primeiros vertebrados a verdadeiramente colonizar
O
L
o ambiente terrestre.
O
18) Por que os crocodilianos são entre todos os répteis os animais que possuem o G
metabolismo mais acelerado (eficiente)? I
19) Quais são as 4 ordens que compõe a classe dos répteis? Cite dois exemplos e duas A
características de cada grupo.
P
20) O Brasil é um país de enorme biodiversidade, principalmente no que tange os répteis.
H
Sabendo disso explique qual a única forma confiável de saber se uma serpente é C
peçonhenta ou não. Por que esse método não serve para as corais verdadeiras? S
21) Como diferenciar uma serpente coral verdadeira de uma falsa? Me. Pedro Henrique C. Santana
22) Quais os tipos de dentição encontrada nas serpentes brasileiras? Como saber se uma
serpente é peçonhenta ou não pela picada?
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Reino Animália - Filo Cordados B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana
Filo Cordados – Classe dos Répteis B
I
O
L
O
G
I
A
P
H
C
S
Me. Pedro Henrique C. Santana