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Produção de Ruminantes Leiteiros

O documento aborda a produção de bovinos de leite, destacando a importância do manejo, genética, sanidade e bem-estar na qualidade do produto final. Ele explora as particularidades da fisiologia digestiva dos ruminantes e a necessidade de uma dieta rica em fibras para a saúde ruminal. Além disso, discute como diferentes sistemas de criação e manejo influenciam a produtividade dos animais, enfatizando a complexidade do sistema de produção animal.
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Produção de Ruminantes Leiteiros

O documento aborda a produção de bovinos de leite, destacando a importância do manejo, genética, sanidade e bem-estar na qualidade do produto final. Ele explora as particularidades da fisiologia digestiva dos ruminantes e a necessidade de uma dieta rica em fibras para a saúde ruminal. Além disso, discute como diferentes sistemas de criação e manejo influenciam a produtividade dos animais, enfatizando a complexidade do sistema de produção animal.
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ZOOTECNIA

PRODUÇÃO DE
RUMINANTES E NÃO
RUMINANTES

Priscila Rolim e Vasconcelos


Produção de
bovinos de leite
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:

 Descrever o sistema de produção de bovinos de leite.


 Relacionar manejo, genética, sanidade e bem-estar à qualidade do
produto final.
 Reconhecer as diferenças entre sistemas de criação e manejo.

Introdução
Neste capítulo, você vai verificar as particularidades existentes na pro-
dução de ruminantes que afetam a produção de bovinos de leite. Você
vai compreender que fatores como genética, manejo, nutrição, sanidade
e bem-estar não podem ser estudados de forma independente, pois
estão interligados. Por fim, você vai analisar as influências dos sistemas de
criação e do manejo na produção animal voltada para a produção leiteira.

Produção de animais leiteiros


Os animais são classificados quanto à sua fisiologia digestiva em ruminantes
e não ruminantes. Os animais ruminantes têm quatro cavidades estomacais,
são elas: rúmen, retículo, omaso e abomaso. As três primeiras são câmaras
fermentativas. As câmaras fermentativas são cavidades habitadas por micror-
ganismos que fermentam os alimentos que o animal consome. Os principais
microrganismos presentes no rúmen são bactérias, protozoários e fungos.
Você pode estar se perguntando: o fato de os alimentos serem fermentados
por microrganismos não é algo ruim? Nesse caso, não, pois esses microrga-
nismos vivem em simbiose com o ruminante. Eles digerem e fermentam o
alimento e produzem substâncias que serão utilizadas pelos ruminantes. Além
2 Produção de bovinos de leite

disso, esses microrganismos produzem enzimas celulolíticas, isto é, capazes


de digerir celulose, que é um tipo de fibra.

Simbiose é uma relação mutuamente vantajosa, na qual dois ou mais organismos


diferentes são beneficiados por essa associação.

Nenhum animal de produção é capaz de digerir fibra, pois eles não possuem
enzimas habilitadas para tal função. Os ruminantes, por possuírem as câma-
ras fermentativas, conseguem aproveitar as fibras, pois os microrganismos
as digerem e fornecem os ácidos graxos voláteis, que são absorvidos pelas
papilas ruminais do animal.
O conhecimento dessas informações é de fundamental importância para
que você entenda melhor a produção de ruminantes. Afinal, o que poderia ter
de diferente na produção de ruminantes e não ruminantes? Como a diferença
entre as espécies está na fisiologia digestiva, a principal diferença é quanto
ao manejo nutricional.
Mas o objetivo é a produção de animais leiteiros e não de animais rumi-
nantes! Você pode estar pensando isso, não é mesmo? Observe, no entanto,
que os animais criados com o objetivo de produzir leite são todos ruminantes:
a vaca, a cabra e a até mesmo a ovelha. Então, é importante o conhecimento
das particularidades destes animais.
Até aqui, você aprendeu que os ruminantes têm um melhor aproveitamento
de fibras do que os animais não ruminantes. Mas quais são os alimentos que
contêm fibra? Os alimentos fibrosos? Bom, para um alimento ser considerado
fibroso, ele necessita ter mais de 18% de fibra bruta em sua composição. O
principal exemplo de alimento fibroso utilizado nas dietas desses animais
são os capins.
Outra questão importante: os ruminantes não somente conseguem apro-
veitar melhor esses alimentos, mas também necessitam de sua presença na
dieta para a manutenção da saúde ruminal. Caso a dieta de um ruminante não
tenha a presença de fibra, haverá uma parada dos movimentos do rúmen, o
que ocasionará distúrbios metabólicos que podem levar à morte do animal.
Com base nas informações apresentadas, fica claro que, na produção de
ruminantes, é necessária a presença de capim em sua dieta, a fim de manter a
Produção de bovinos de leite 3

saúde ruminal dos animais. Para isso, os ruminantes sempre devem ter acesso
aos pastos, e nestes deve ser plantada uma capineira de bom valor nutricional,
pois é dela que virá boa parte dos nutrientes necessários para os animais.
E os ruminantes criados em sistemas intensivos? Bom, mesmo esses animais
devem ter a presença de fibras em suas dietas. Como os animais criados nesse
tipo de sistema são mantidos em confinamento e não têm acesso ao pasto, a
forrageira deve ser fornecida no cocho, mas nunca deixada de ser fornecida.
Os ruminantes são divididos em pequenos ruminantes e grandes ruminan-
tes. Os pequenos são caprinos e ovinos. Os grandes são bovinos e bubalinos,
ou seja, búfalos. Cada um destes, apesar de serem ruminantes, têm suas
particularidades.
Os caprinos preferem alimentar-se de folhas e cascas de árvores; dizemos
que eles têm preferência por plantas lenhosas. Os ovinos gostam mais das ervas
e gramíneas. Já bovinos têm preferência por gramíneas. Também há diferenças
quanto ao modo de captura dos alimentos. Os ovinos são mais seletivos do
que os demais, pois eles apreendem os alimentos com os lábios. Os bovinos
são os que menos selecionam, pois pegam o alimento com a língua, que age
como um êmbolo.
Mas, o que você pode extrair dessas informações que seria útil para uti-
lizar em sistemas produtivos? Muitos produtores criam mais de uma dessas
espécies, principalmente se forem pequenos e médios produtores. Considere
que um produtor cria ovinos e bovinos. Como a informação acima seria útil
no manejo alimentar correto dos seus animais? Os bovinos e ovinos têm
preferências alimentares semelhantes, já que ambos gostam de gramíneas.
No entanto, como vimos, os ovinos são mais seletivos do que os bovinos.
Considere que o produtor plantou determinado tipo de capim em uma área, e
esse capim servirá de alimentação para as duas espécies que vão pastejar na
área. Qual espécie deve ser colocada primeiro no piquete?
O mais adequado seria colocar a espécie mais selecionadora primeiro (o
ovino), pois esta vai escolher o alimento que vai consumir e terá mais opções
na hora de fazer sua escolha. Mesmo sendo o mesmo capim em toda a área,
há diferenças; por exemplo, quanto mais perto do talo, menor a qualidade,
e quanto mais na ponta da folha, mais fácil a digestibilidade. Imagine que
o produtor coloque o bovino primeiro; este não vai fazer seleção alguma e
deixará material de pior qualidade para o ovino, que gastará mais tempo e
terá maior de dificuldade na seleção.
Lembre-se sempre de que é necessário um bom conhecimento da fisiologia
do animal para que você consiga decidir a melhor forma de fazer o manejo e
fazer adaptações neste, caso seja necessário.
4 Produção de bovinos de leite

Manejo, genética, nutrição, sanidade e


bem-estar
Em um sistema de produção, não se pode olhar um único fator isoladamente.
Você não pode esquecer que o animal é um ser vivo complexo, que vive em um
ambiente também complexo. Dessa forma, existem muitas variáveis, e deve haver
o estudo de cada uma dessas variáveis isoladamente e em conjunto com as demais.
Genética, nutrição e sanidade formam o tripé da produção animal. São
tópicos que devem ser muito conhecidos por você. O manejo deve ser feito
considerando o tripé. Existem o manejo reprodutivo, o manejo sanitário e o
manejo nutricional.

O bem-estar é uma tendência na produção animal. As legislações de diversos países


caminham para isso, pois o consumidor passou a exigir esse bem-estar, que também
traz vantagens para a produtividade dos animais.

É necessário o conhecimento da fisiologia do animal para que você possa


entender mais a fundo cada um dos tópicos que formam o tripé. Comecemos
pelo bem-estar. Na produção animal, os animais são utilizados como ver-
dadeiras máquinas de produzir; muitas vezes, para isso, são colocados em
situações cruéis e em desacordo com suas características naturais. Muitos
consumidores, ao tomarem conhecimento disso, passaram a exigir mudanças
nos sistemas de criação. Essa exigência acabou criando um novo público de
consumidores, mais exigentes com relação ao que estavam comendo e com
as condições de criação desses animais.
O número de consumidores preocupados com o bem-estar animal vem
crescendo, principalmente em países desenvolvidos, e as autoridades vêm
criando leis para regulamentar o bem-estar e até torná-lo obrigatório em alguns
segmentos. Temos alguns exemplos disso principalmente na produção de aves.
Porém, como este capítulo é sobre ruminantes, vamos trabalhar com alguns
exemplos da produção desses animais e seus produtos.
Na bovinocultura leiteira, há um problema sanitário muito recorrente,
que é a presença de mastite nas vacas, principalmente as de alta produção. A
mastite (Figura 1) é o processo de inflamação das glândulas mamárias das
Produção de bovinos de leite 5

vacas e é ocasionada principalmente por bactérias. A mastite pode se apresentar


na forma clínica ou subclínica.

Figura 1. Mastite bovina.


Fonte: Look for Diagnosis ([201-?]).

Na mastite clínica, ocorre o inchaço da glândula mamária da vaca, e há


presença de grumos e pus, até no leite. Ou seja, a mastite clínica é facilmente
detectada a olho nu, e seu leite é descartado para o consumo humano. O maior
problema é a mastite subclínica.
Na mastite subclínica, não há sinais clínicos, mas há alterações nas carac-
terísticas do leite, como a diminuição de gorduras séricas, caseínas e lactose.
No processo de inflamação das glândulas mamárias, há uma descamação além
do normal dos tecidos dessa glândula, ocasionando alta presença de células
somáticas no leite. Portanto, a contagem de células somáticas (CCS) é uma
forma de detectar a presença de mastite subclínica no rebanho e, assim, fazer
o descarte do leite.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio
de Instruções Normativas (IN), estabelece padrões para a classificação do
leite e parâmetros desejáveis para a comercialização do leite, dentre estes, a
regulação da CCS. Nas IN, o Mapa estabelece o número máximo de CCS e dá
prazos para os produtores se adaptarem à mudança. Os produtores que não se
adaptarem no prazo estipulado ficarão impedidos de comercializar seu leite.
Note que temos aqui um problema sanitário, pois se trata de uma doença. Os
meios de evitar a mastite consistem na adoção de medidas sanitárias, como
6 Produção de bovinos de leite

desinfecção dos tetos antes da ordenha, ambiente limpo, etc. Mas há estudos
que apontam que o fator estresse também pode ser um desencadeador dessa
doença. Para amenizar problemas de estresse, deve-se trabalhar o bem-estar
desses animais.
Vacas de alta produção leiteira, às vezes, são criadas em sistemas intensi-
vos, com o intuito de potencializar sua produtividade por meio da economia
de gastos energéticos pelo animal com atividades físicas e atividades fisioló-
gicas, para manter a estabilidade corporal frente às intempéries do tempo. Em
contrapartida, esse sistema de criação é bastante estressante para o animal,
favorecendo a incidência de mastite nas vacas. Nesse cenário, é necessário
um trabalho de melhora no bem-estar das vacas. Atualmente, as vacas de alto
potencial genético estão sendo criadas a pasto, na chamada produção de leite
a pasto. Porém, outro problema que surge é a alta carga microbiológica do
pasto em relação ao ambiente de confinamento.
Aí entra a genética. Esta pode entrar em dois parâmetros. Note que as
vacas de alta produção têm maior tendência ao aparecimento da mastite; isso
porque, quanto maior a produção leiteira, maior o tamanho e o peso do úbere.
Dessa forma, os ligamentos de sustentação ficam mais frágeis, e o úbere mais
pendular, o que aumenta a probabilidade de contato com o solo, que é onde
ficam os microrganismos que causam mastite. A partir desse entendimento,
o melhoramento genético pode ser trabalhado de duas formas:

 selecionando animais que tenham ligamentos mais fortes e mais resis-


tentes, para que o úbere fique mais inserido, ou seja, menos pendular,
mais longe do solo;
 selecionando animais mais resistentes a doenças, principalmente à
mastite, no caso das vacas leiteiras de alto potencial produtivo.

A partir desse exemplo, fica claro como devemos analisar o sistema e


o animal como seres complexos, pois são muitas as variáveis que podem
ocasionar um problema ou ajudar a solucioná-lo. Condições desfavoráveis de
bem-estar, como o calor ou o frio excessivo, podem prejudicar a produção de
leite. Nascimento et al. (2017), testando a influência da temperatura ambiente
no verão na produção de leite de vacas holandesas, verificaram que há uma
correlação negativa da temperatura do ar sobre a produção. Vitor Neto e Bittar
(2018), ao realizarem um estudo com vacas mestiças no cerrado, observaram
que é possível produzir leite de qualidade mesmo em condições de clima
quente, desde que se invista em áreas sombreadas e com água de fácil acesso
aos animais, tornando o ambiente mais confortável.
Produção de bovinos de leite 7

As diferentes influências dos sistemas de


criação e do manejo
O sistema de criação é a forma como o animal é criado, isto é, sob quais
condições ocorre sua criação. O sistema pode ser extensivo, semiextensivo
e intensivo. Já o manejo é a forma como o animal é manuseado. O manejo
pode ser quanto a nutrição, reprodução, produção, etc. Tanto os sistemas de
criação quanto o manejo podem influenciar na produtividade dos animais
dentro do sistema de produção. Cada sistema de criação tem características
específicas, mas pode adotar manejos diversos.
Vamos aos exemplos: considere uma bovinocultura leiteira em sistema
semiextensivo, ou seja, aquele em que o animal tem acesso ao pasto. O sistema
semiextensivo é um sistema de criação, ou seja, é a forma como o animal vai
ser criado. No entanto, ele comporta diferentes tipos de manejos; por exem-
plo, o manejo reprodutivo desses animais pode ser feito por monta natural
ou inseminação artificial. Ou seja, um sistema de produção pode comportar
mais de uma opção de manejo.
O manejo nutricional também pode ser diferente em sistemas semiextensivos
em propriedades distintas. Por exemplo, a propriedade A pode achar mais
adequado alimentar as vacas durante a ordenha, enquanto a propriedade B
pode preferir alimentá-las após a ordenha. Ou, ainda, uma propriedade pode
escolher oferecer concentrado em doses menores ao longo do dia, e outra, em
quantidades menores e menos vezes ao dia. No exemplo da propriedade A,
caso haja alta incidência de mastite no rebanho, a troca de sistema de produção
não seria adequada, pois provavelmente não era isso que estava causando tal
enfermidade. O que deveria ser mudado, nesse caso, é tão somente o manejo
alimentar das vacas.

É indicado fornecer o concentrado para as vacas após a ordenha, pois, nesse momento,
os esfíncteres do teto ainda estão abertos, o que favorece a entrada de microrganismos
causadores de mastite.

Ainda tratando do sistema semiextensivo de produção de bovinos leiteiros,


acrescenta-se que há diferentes formas de ofertar água e sal para os animais.
8 Produção de bovinos de leite

Estes podem ser fornecidos em cada piquete, ou seja, ter um saleiro e um be-
bedouro em cada piquete, ou em um espaço chamado área de lazer. Esse local
é fixo fora do piquete, onde estará a água e a comida, tendo como vantagens
não precisar ficar mudando saleiros e bebedouros de lugar cada vez que o
rebanho for ocupar um novo piquete, ou não ter que adquirir vários saleiros
e bebedouros, um para cada piquete, o que aumentaria o custo da produção.
No entanto, a adoção da área de lazer tem algumas desvantagens; por
exemplo, cada vez que o animal quiser beber água ou lamber sal mineral,
ele terá que se deslocar até a área de lazer. Isso implicará em um maior gasto
energético para o animal, o que poderá comprometer sua produção leiteira.
Nesse caso, também não é o sistema de produção que poderá comprometer a
produtividade, mas simplesmente a decisão de manejo.
Você pode estar se perguntando: só os manejos podem comprometer a
produtividade? Não. O sistema de produção também pode trazer prejuízos à
criação, como é o caso de um sistema extensivo frente a um sistema semiexten-
sivo ou intensivo. A falta de cuidados e controle zootécnico de uma atividade
extensiva é um fator que traz grandes prejuízos à atividade leiteira, podendo,
inclusive, inviabilizá-la. Essas características trazem prejuízos ao animal em
todas os pilares da produção: genética, nutrição e sanidade.
Em relação à genética, não haverá como controlar as cruzas, pois os animais
são criados soltos e sem controle. Assim, qualquer touro poderá acasalar com
qualquer vaca, proporcionando bezerros em épocas indesejáveis e, até mesmo,
com características indesejáveis. Quanto à nutrição, o animal só comerá o
que conseguir achar, muitas vezes sendo alimentos pobres em nutrientes, em
baixa quantidade. Assim, a dieta ficará desbalanceada, e o animal não poderá
ter uma produção satisfatória, pois faltarão nutrientes em sua dieta que são
necessários para a produção de leite. No que tange à sanidade, os animais não
receberão a vacinação necessária, nem terão um ambiente limpo. Isso também
resultará em queda na produção, pois o animal estará em constante produção
de anticorpos para combater os patógenos do meio.

Para saber onde está o erro na produção, o técnico deve avaliar o caso, observando
detalhadamente todos os fatores, e conhecer a fisiologia do animal, pois o animal e o
meio em que ele vive são complexos.
Produção de bovinos de leite 9

LOOK FOR DIAGNOSIS. Mastite bovina. [201-?]. Disponível em: https://lookfordiagnosis.


com/mesh_info.php?term=Mastite+Bovina&lang=3#. Acesso em: 19 maio 2019.
NASCIMENTO, S. T. et al. Influência da temperatura ambiente no verão na produção
de leite de vacas holandesas. Pubvet, v. 11, n. 3, p. 217-223, 2017.
VITOR NETO, O.; BITTAR, D. Y. Análise do conforto térmico e sua influência na produção
e qualidade do leite em ambiente de domínio de cerrado. Pubvet, v. 12, n. 4, p.1-6, 2018.

Leitura recomendada
MAGALHÃES, C. B. et al. Influência do Sistema de cria no bem-estar e comportamento
de bezerros leiteiros durante a fase de cria: revisão de literatura. Revista Eletrônica de
Veterinária, v. 18, n. 11, 2017.

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