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Pos-Modernidade e Educacao

O documento discute a complexidade da educação na era da pós-modernidade, destacando a necessidade de uma compreensão crítica dos processos educacionais em um contexto histórico em transformação. A obra de Jean-François Lyotard é central, abordando a descrença nas metanarrativas e a valorização das pequenas narrativas, refletindo sobre as implicações para a educação e a formação de indivíduos em uma sociedade marcada pela fragmentação e pela globalização. Os desafios contemporâneos exigem uma atualização das teorias educativas, promovendo um saber prático em vez de uma busca por teorias gerais.
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Pos-Modernidade e Educacao

O documento discute a complexidade da educação na era da pós-modernidade, destacando a necessidade de uma compreensão crítica dos processos educacionais em um contexto histórico em transformação. A obra de Jean-François Lyotard é central, abordando a descrença nas metanarrativas e a valorização das pequenas narrativas, refletindo sobre as implicações para a educação e a formação de indivíduos em uma sociedade marcada pela fragmentação e pela globalização. Os desafios contemporâneos exigem uma atualização das teorias educativas, promovendo um saber prático em vez de uma busca por teorias gerais.
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Introdução

A compreensão dos processos educacionais, seja em sistemas educacionais de modo geral,


seja nas escolas, ou nas salas de aula, representa um desafio aos próprios educadores que
militam nas redes, como para os pesquisadores da educação, e isso tem demandado que se
saia das dispersas e padronizadas representações quotidianas sobre esses processos, e se
adentre em um movimento investigativo questionador das questões relativas à educação
colocando-as no contexto dos dias de hoje. Para todos os educadores compreender o
periodo histórico em que vivem e trabalham é importante porque isso tem a ver com nossos
modos de viver, conhecer, pensar e sentir. Torna-se importante essa compreensão. Que
mundo é este em que vivemos? O que queremos com nossos filhos, nossos alunos? Como
ajudá-los a aprender, a se desenvolver, a realizar esperanças?

0
1. Gênese Histórica da Pós-Modernidade

A segunda metade do século XX assistiu a um processo sem precedentes de mudanças na


história do pensamento e da técnica. Ao lado da aceleração avassaladora nas tecnologias de
comunicação, de artes, de materiais e de genética, ocorreram mudanças paradigmáticas no modo
de se pensar a sociedade e suas instituições. De modo geral, as críticas apontam para as raízes da
maioria dos conceitos sobre o Homem e seus aspectos, constituídas no século XV e consolidadas
no século XVIII. A Modernidade surgida nesse período é criticada em seus pilares fundamentais,
como a crença na Verdade, alcançável pela Razão, a problemática da igualdade e na linearidade
histórica rumo ao progresso; a modernidade deificou a razão e fez surgir vários questionamentos
sobretudo na ciência: como pode a ciência criar algo bom e mau ao mesmo tempo? Para
substituir estes dogmas, são propostos novos valores, menos fechados e categorizantes. Estes
serviriam de base para o período que se tenta anunciar - no pensamento, na ciência e na
tecnologia - de superação da Modernidade. Seria, então, o primeiro período histórico a já nascer
batizado: a pós-modernidade. Pós-Modernidade parte de uma onda de insastifação que não
consegue satisfazer o homem da época moderna. Os pensadores de linhagem marxista vão dizer
que a modernidade está em crise, pois ela não conseguiu responder aos anseios da humanidade:
Onde está a igualdade? Pensava-se que a ciência traria a emancipação do homem, mas muito
pelo contrário ela escraviza ainda mais o homem.

2. Jean-François Lyotard

Jean-François Lyotard (Versalhes, 10 de agosto de 1924 — Paris, 21 de abril de 1998) foi um


filósofo francês, foi um dos mais importantes pensadores na discussão sobre a pós-modernidade.
Autor dos livros A Fenomenologia, A Condição Pós-Moderna e O Inumano.

Em seu livro A Condição Pós-Moderna (1979), utiliza o conceito de "jogos de linguagem" ,


originalmente desenvolvido por Ludwig Wittgenstein, no qual Lyotard defende que o jogo de
linguagem é um conjunto de regras modificáveis, esses métodos devem ser equiparados a um
lance de futebol1, aconteceu naquele momento e acabou, não é repetido; o saber cientifico já não
1
Três observações sobre os jogos de linguagem: 1- “...suas regras não possuem sua legitimação nelas mesmas, mas constituem objeto de um
contrato explícito ou não entre os jogadores (o que não quer dizer todavia que estes as inventem)”; 2- “...na ausência de regras não existe jogo,
que uma modificação, por mínima que seja, de uma regra, modifica a natureza do jogo, e que um lance ou um enunciado que não satisfaça as
regras, não pertence ao jogo definido por elas”; 3- “...todo enunciado deve ser considerado como um ‘lance’ feito num jogo” (LYOTARD, 1993,
p. 17).

1
é legitímo; o saber que se pretende na sociedade é um saber pragmático. Nesta obra Lyotard
procurou investigar a forma de legitimação do saber.

2.1. O Pós-Moderno seria "o estado da cultura, depois de transformações súbitas nas
regras dos jogos da ciência, da literatura e das artes, a partir do século XIX. [...]
Simplificando ao máximo, 'pós-moderno' é a incredulidade em relação às
metanarrativas." Segundo Lyotard "não podemos mais recorrer à grande narrativa - não
podemos nos apoiar na dialética do espírito nem mesmo na emancipação da humanidade
para validar o discurso científico pós-moderno".2

2.2. As Teses de Lyotard

Na sua obra a condição Pós-Moderna, Lyotard destaca duas teses fundamentais:

 A pós- modernidade é uma descrença da época moderna, porque as grandes


metanarrativas são discursos de legitimação; as narrativas são formas usadas em
diferentes culturas que determinam o que deve ser; é o discurso de legitimação cultural.
Ele destaca dois tipos de narrativas: Narrativas de emancipação política: emanadas no
discursos da Revolução Francesa e as Metanarrativas Especulativas: tem a ver com o
discurso cientifico-filosófico que tentou legitimar o saber; O Objectivo central das
narrativas é a libertação da opressão e das forças da natureza;
 A alteração no estatuto do saber e a falência dos ‘metarrelatos’, evidentemente inter-
relacionadas. Ou seja, “ Nossa hipótese de trabalho é a de que o saber muda de estatuto
ao mesmo tempo em que as sociedades entram na idade dita pós-industrial e as culturas
na idade pós-idade” (1986, p. 3).
 Nesta “sociedade pós-industrial” e nesta cultura “pós-moderna”, os matarrelatos
(discursos filosóficos pretensamente universais), já não dão conta do real. Em suas
próprias palavras: “Na sociedade e na cultura contemporrânea, cultura pós-moderna,
sociedade pós-industrial, a questão da legitimação do saber coloca-se em outros termos.
O grande relato perdeu sua credibilidade, seja qual for o modo de unificação que lhe é
conferido: relato especulativo, relato de emancipação. (1986, p. 69).
2.3. O Que Seria Então a Pós – Modernidade?

2
LYOTARD, Jean-François. O Pós-Moderno. Tradução: Ricardo Correia Barbosa. 4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1993.

2
Pós-Modernidade tem sua variante cultural-artistica, e seu conceito é ambíguo. K. Kumar diz
que é ambíguo porque dá-nos a entender duas vertentes: Pós= o depois; Modernidade= aquilo
que vem depois da modernidade. Kumar não concorda que se defina pós-modernidade como
superação da modernidade; não pode ser entendida como um período histórico, mas como uma
perspectiva teórica-crítica sob os fundamentos da modernidade;

Pós-modernidade é a condição sócio-cultural e estética do capitalismo contemporâneo, também


denominado pós-industrial ou financeiro3.

3. Caracterisiticas do Momento Actual

Alguns pontos caracteristicos da era actual, da pós-modernidade podem ser assim postos:

 Globalização: este fenómeno faz com que a sociedade planetária seja unificada, ou seja, a
sociedade pós-moderna possui uma nova cultura fomentada por este processo
denominado de globalização, onde os valores culturais com acesso à comunicação
sobrepõem-se sobre os outros;
 A sociedade pós-moderna é uma sociedade de espectáculo e de consumo; aquilo que
parece não é; tudo é temporário e mutável. A Pós-Modernidade é definida como total
descrença sobre o projecto que a modernidade tentou edificar;
 A pós-modernidade ressalta a necessidade de se considerar os contextos locais, com suas
singularidades e particularidades próprias, ou seja, observa-se hoje nas novas gerações
um certo desejp de escapar a um mundo duro e de cuja transformação não se tem
esperança, o que exacerba o individualismo, a fuga da realidade, a falta de ideiais
partilháveis, afirmação da falta de sentido da vida; há um esvaziamento no sentido de
palavras importantes como: liberdade, justiça, solidariedade, compartilhamento,
cooperação;
 Emerge a quebra na crença em verdaes cientificas universais exactas, entram em jogo as
probalidades e o imponderável; a ciência traz conhecimentos geraos mas são provisórios,
amanhã uma descoberta, um novo modo de ver, muda as esplicações. As diferenciações
sociais e humanas também emergem como factose, assim, a variabilidade humana, as
heterogeneidades, e não as unicidades são enfatizadas;

3
//[Link]

3
 Observa-se uma intensificação da fragmentação da realidade social e cultural
desencadeada pelas tecnologias, pela comunicação de massa, pela informação intensa,
instantânea e rasa, sem reflexão, cai-se em uma perda de referências mais sólidas, de
valores, de padrões morais, estas se substituindo em avalanches de propagandas, de
senhores da “verdade, de ídolos” da mídia que aparecem e desaparecem, em função do
lucro deste ou daquele grupo às expensas do resto da população;
 É um período em que observamos que tudo vira mercadoria à venda, com a frenética
urgência de produzir coisas com aparência cada vez mais nova. O impacto instantâneo,
esquecido logo depois, revalece sobre os significados mais profundos, da vida pessoal, da
vida em sociedade, da sobrivivência humana. A falta de profundidade de grande parte da
produção cultural, académica actual é posta em evidência4.
 Na pós- modernidade há uma nova chave que são os mídias, os quais desempenham um
papel fundamental e é dentro deste contexto que a educação está mergulhada; os meios de
comunicação vão servir aos interesses daqueles que detém o poder económico.

4. O Sujeito Moderno Vs. O Sujeito Pós-Moderno


Segundo as tradições da filosofia ocidental, o sujeito moderno é detentor de uma
consciência unificada, racional, autodeterminada e fundamentalmente centrada, capaz de
optar, mediante o uso crítico de sua razão, por qual tipo de posicionamento irá tomar em
sua vida social; de encontro com esse posicionamento o sujeito pós-moderno não é
dotado de uma consciência homogênea, centrada, racional, auto-reflexiva, determinada;
ao contrário, ele é visto como fragmentário, contraditório e “vítima” de múltiplas
determinações.

5. Pós-Modernidade e Desafios Para Nossos dias

Se houver consenso entre as afirmações que dizem que a verdade e a moral foram substituídas
pelo engano e pelo relativismo, estamos, então, diante de um problema estrutural que desafia
educadores, líderes e demais interessados. Temos um cenário moldado pelo pensamento pós-
moderno em todas as suas esferas. E suas implicações podem ser detectadas principalmente na
religião, na política, na educação e na ética. Para a pós-modernidade, “a única verdade é que não
existe verdade”.
4
GATTI, Bernadete A. A Educação e a Era da Pós-Modernidade: Confrontos e Dilemas no Inicio de um Novo século. Fundação Carlos
Chagas, s/d.

4
A narrativa de outros autores nos ajudam a compreender melhor o contexto da pós-modernidade:
Enquanto a modernidade é um manifesto à auto-suficiência humana e à autogratificação, a pós-
modernidade é uma confissão de modéstia e, até mesmo, de desesperança. Na modernidade as
pessoas também doram tomadas como objectos; as técnicas e a tecnologia assumem o papel de
destaque, onde buscava-se apenas o que funcionava bem. Não há verdade. Há apenas verdades.
Não há razão suprema. Só existem razões. Não há uma civilização privilegiada, e muito menos
cultura, crença, norma e estilo. Existe somente uma multidão de culturas, de crenças, de normas
e de estilos. Não há justiça universal. Existem apenas interesses de grupos. Não há uma grande
narrativa do progresso humano. Existem apenas histórias incontáveis, nas quais as culturas e os
povos se encontram hoje. Não existe realidade simples, e muito menos a realidade de um
conhecimento universal e objetivo. O que existe, de fato, é apenas uma incessante representação
de todas as coisas em função de todas as outras.

Diante desse quadro, não podemos, de forma alguma, ignorar o que está acontecendo à nossa
volta, como se não pudéssemos ver ou, pior ainda, como se não estivéssemos interessados em
ver, simplesmente por acharmos que não seremos atingidos por essa avalanche de pensamentos.
Mas não é bem assim. Muito pelo contrário. Quando observamos os conteúdos didáticos do
ensino fundamental ao superior, conseguimos identificar sim as abordagens sobre os conceitos
relativistas e desconstrutivos relacionados aos temas fundamentais da estrutura de uma
sociedade, tais como: família, religião e ética.

6. Desafios à Educação

O debate do pós-moderno que nos últimos anos chega ao campo da educação tem, no mínimo,
um sentido salutar e desafiador. Tradicionalmente, as teorias educativas refletem o que se
desenvolve em outras áreas; a instituição educativa é um campo conservador, até pelos
compromissos que assume na sociedade. Os avanços que nela se dão acontecem com mais
lentidão, como vemos acontecer com a pós-modernidade, ao invadir a cidadela da educação e sua
teoria. Para começar, o desafio que a pós-modernidade impõe é o da actualização, mesmo
que seja a actualização num nível de discussão e arejamento de idéias.

E um dos caminhos interessantes que a discussão pós-moderna pode levar para a educação é o da
discussão cultural, de acordo com o convergência que faz a pós-modernidade da cultura para o
domínio social. O que levado para o campo das teorias educativas tem implicações

5
dinamizadoras, para uma educação que se deve toda à cultura, mas que no seu dia-a-dia vive
separada dela, ou tem uma relação com ela não homogênea, com um diálogo insuficiente. Os
educadores até esquecem que actuam no campo da cultura.

O desafio que impõe a teorização pós-moderna para a escola é o de buscar saídas que dêem conta
da formação do homem neste final de século. Por contraditório que seja, um elemento de
transformação se cola também ao discurso educativo, o que para alguns ensejaria a aproximação
da teoria crítica, em sua busca de respostas para a questão da transformação e formação, dos
pressupostos pós-modernos. São expectativas que marcam, além do mais, o pensamento
científico das ciências sociais - em alguns casos até o transformando em discurso moral. A pós-
modernidade, destacando a impossibilidade de absolutizar sentidos, é, também, uma forma
de relativizar esse discurso moral. No campo educacional o que prevalece é uma educação
ligada a tecno-ciência, em que todos os projectos investidos na área educacional já não são para a
busca de teorias gerais, mas em busca de promover um saber prático, por isso o desempenho dos
formandos deve superar as expectativas do empregador; os formandos devem saber fazer e agir;
é uma formação virada para o desempenho e não para a teorização; hoje os financiadores
investem mais em áreas que produzem lucros, esses investimentos vão para as ciências que
produzem o saber fazer. Ex: Informática, Cibenética, etc...É tarefa da educação fornecer
individuos capazes de saber fazer e saber agir; a educação já não está ligada ao saber cientifico.

Conclusão

6
Na investigação de Lyotard, a pós-modernidade se caracteriza pela descrença nos ‘metarrelatos’
e a conseqüente valorização das pequenas narrativas. Nesse âmbito é também valorizada a
influência das informações tecnológicas e das máquinas informacionais do saber, que substituem
os especialistas e os políticos nas decisões sociais. Dessa forma, a recusa dos grandes ideais e
dos instrumentos políticos e representativos do coletivo, como o entende a tradição da
modernidade, abre espaço para a valorização dos movimentos sociais alternativos, que por sua
vez, tem grande importância na crise estrutural do capital. A conseqüência maior dessa recusa,
tanto num caso como no outro, é a diluição da idéia de coletividade, fazendo assomar as noções
de individualidade ou de pequenos [Link] suma, Lyotard embora não aponte o conhecimento
narrativo como uma ocorrência pós-moderna, olha-o como estando em oposição ao
conhecimento científico. Aponta que acabaram as grandes narrativas mas que, por outro lado,
permanecem as pequenas narrativas por serem estas a "forma por excelência assumida pela
invenção imaginativas e, antes de mais, na ciência. É necessário enfatizar que o pensamento
pós-moderno, além de reconhecer a deslegitimação da ciência como portadora do discurso
verdadeiro, reconhece também sua deslegitimação operada por meio da sua apropriação pelo
capital, da disponibilidade da ciência moderna em atender aos interesses do capital. Em outros
termos, o pensamento pós-moderno não é completamente acrítico pró-capitalista, como querem
alguns de seus críticos. O autor enfatiza, por exemplo, que a pesquisa científica que recebe maior
financiamento é aquela mais aplicável e rentável. Vivemos, assim, um periodo de vazios
culturais, éticos, representacionais, um periodo de incertezas e ambivalências sócio-económicos-
culturais-educacionais e institucionais que deixam margem a uma grande falta de sentido para as
novas gerações e por isso, põem em questão não só os discursos educacionais como as acções
educativas que são desenvolvidas no dia-a-dia. Como fazer educação neste contexto?

Bibliografia

7
DA SILVA, Tomaz Tadeu. O que produz e o que reproduz em educação. Artes Médicas,
Porto Alegre, RS, 1992.
FLECHA, R.; TORTAJADA, I. Desafios e saídas educativas na entrada do século. In:
IMBERNON, F. A Educação no século XXI: os desafios do futuro imediato. Porto Alegre:
Art med, 2000. p. 21-36.
GATTI, Bernadete A. A Educação e a Era da Pós-Modernidade: Confrontos e Dilemas no
Inicio de um Novo século. Fundação Carlos Chagas, s/d.
HABERMAS, J. Discurso filosófico da modernidade. Lisboa: Dom Quixote, 1990.
LYOTARD, Jean-François. O Pós-Moderno. Tradução: Ricardo Correia Barbosa. 4. ed. Rio de
Janeiro: José Olympio, 1993.
MARINHO, Cristiane M. Pensamento pós-moderno e educação na crise estrutural do
capital. Tese de Doutorado. UFC. Fortaleza – Ce, 2008.
MORAES, S. E. Currículo, transversalidade e pós-modernidade. In: SANTOS FILHO, J.
[Link] (org.). Escola e universidade na pós-modernidade. São Paulo: Mercado das Letras,
2000. p.201-247.
[Link]

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