Termologia: Temperatura e Calor
Termologia: Temperatura e Calor
INTRODUÇÃO
1 cal = 4,186 J
Atenção
Hg
212ºF 100ºC
Água/ Vapor 2º Ponto Fixo
P.V.
(Ponto de Vapor)
32ºF 0ºC
Água/ Gelo 1º Ponto Fixo
P.G.
(Ponto de Gelo)
Fahrenheit Celsius
A ESCALA KELVIN
“Somente em 1848, mais de 1 século após o aparecimento
da escala Celsius, Willian Thonson (1824 – 1907), que recebeu o
título de Lorde Kelvin estabeleceu a escala Kelvin, conhecida
como escala absoluta de temperatura.”
Partículas
Zero
param de -273ºC 0K absoluto
vibrar
EQUAÇÃO DE CONVERSÃO
Celsius Fahrenheit Kelvin
Ponto de
2º P.F. Vapor
100ºC 212ºF 373K
C F K
Ponto de
1º P.F. Gelo
0ºC 32ºF 273K
ΔC ΔF ΔK
100 180 100
ΔC ΔF ΔK
5 9 5
DEFINIÇÕES IMPORTANTES
ou
Q
VARIA A O CORPO
TEMPERATURA MUDA DE
DO CORPO ESTADO
E = C = mC . cC
DEFINIÇÕES IMPORTANTES
Quantidade de Calor Sensível (QS): - É a quantidade de calor
necessária para produzir uma variação de temperatura (T) em um
corpo de massa m.
O Calor é sensível
enquanto houver apenas
“variação de temperatura”
Observe que o
Q
QS = m . c . T
produto m.c é a
capacidade térmica do
C
corpo:
ΔT
DEFINIÇÕES IMPORTANTES
Calor Latente (L): É a quantidade de calor necessária para
fazer mudar de fase 1 grama de uma substância pura.
Unidade usual cal/g
Fusão Vaporização
Líquid
Sólido Vapor
o
Solidificação Liquefação
Sublimação
QL = m . L
PARA A ÁGUA
Lf = 80 cal/g LS = - 80 cal/g
QCEDIDO + QRECEBIDO = 0
OBSERVAÇÕES
T É R M I C A
DILATAÇÃO
** É diretamente proporcional à
variação de temperatura.
A (Quanto maior a variação de
DILATAÇÃO temperatura sofrida pelo corpo,
maior a dilatação).
L = L0 + L
L0 L
Diretamente proporcional ao
comprimento inicial da barra.
L0
Diretamente proporcional à
A DILATAÇÃO variação de temperatura.
LINEAR T
Diretamente proporcional ao
coeficiente de dilatação linear.
(número associado ao tipo de material)
L0 L L = . L0 . T
L = L0 + L
ATENÇÃO
* Observe que é apenas uma constante de
proporcionalidade denominada Coeficiente de Dilatação
Linear, que depende exclusivamente do tipo de material.
* A Dilatação Linear (L) é diretamente
proporcional à , portanto, quanto maior maior L.
* Como L = . L0 . T, a unidade de é:
m m ºC 1
º C 1
ºC
* Como a unidade de é o inverso do grau Celsius
é chamada de Grau Celsius Recíproco .
“Apenas para ilustração, apresentamos os coeficientes de
dilatação linear de alguns materiais.”
A Lâmina Bimetálica
“ É um dispositivo constituído por duas lâminas
justapostas e bem coladas, de materiais com coeficientes
de dilatação linear diferentes.
Ao aquecermos o conjunto, as lâminas se dilatam,
provocando um encurvamento para o lado da lâmina de
menor ”.
A A
B B
situação inicial situação após aquecimento
A > B
DILATAÇÃO SUPERFICIAL
A
A0 A = A0 + A
A
Diretamente Proporcional
à área inicial da chapa
A0
Diretamente Proporcional
A DILATAÇÃO à variação de temperatura
SUPERFICIAL (A) T
Diretamente Proporcional
ao coeficiente de
dilatação superficial
= 2
A = A0 . . T
(Duas Dimensões)
OBSERVAÇÃO
R0
DILATAÇÃO VOLUMÉTRICA
V0
V = V0 + V
V
Diretamente Proporcional
ao volume inicial do
corpo
V0
Diretamente Proporcional
A DILATAÇÃO à variação de temperatura
VOLUMÉTRICA (V) T
Diretamente Proporcional
ao coeficiente de
dilatação volumétrica
V = V0 . . T = 3
JUNTAS DE DILATAÇÃO
30 m
40 m
LA = LB
A . LA T = B . LB T
A . LA = B . LB
DILATAÇÃO TÉRMICA
DOS LÍQUIDOS
V = V0 + V
Diretamente Proporcional
ao seu volume inicial
V0
Diretamente Proporcional
ao seu coeficiente de
dilatação real
LIQ
V = V0 . liq . T
OBSERVAÇÕES
Vap
Vmin
0 4 t (ºC)
TRANSMISSÃO DE CALOR
Condução Térmica.
Convecção Térmica.
2
K = CTE de
A
1 condutibilidade Térmica.
e
Característica de
CONVECÇÃO TÉRMICA Líquidos e Gases
** Carvão em Brasa.
DIAGRAMA DE FASES
Forças de Energia
Fase atração entre devida às Temperatura Forma
os átomos vibrações
Sólida fortes pequena baixa definida
Líquida moderadas moderada média variável
Gasosa fracas grande alta indefinida
DIAGRAMA DE FASES
É o gráfico que representa as curvas de fusão,
vaporização e sublimação, conjuntamente em função da
Temperatura X Pressão.
curva de
fusão
p (pressão)
p (pressão)
curva de
vaporização
líquido líquido
sólido
sólido curva de
T vapor
sublimação T
vapor
Curva de
Sublimação
t (temperatura) t (temperatura)
Sólido
gasoso 2 Curva de vaporização
coexistem líquido e vapor
vapor
ppt T
Curva de sublimação
3 Ponto triplo 3
coexistem sólido e vapor
Tpt Tpc T
P1.V1 P2 .V2
T1 T2
Iso mesma
térmica temperatura
P1.V1 P2 .V2
T1 T2
P1 . V1 P2 . V2
( Lei de Boyle )
Representação Gráfica
P P T3 > T2 > T1
P1
Isotérmas
T3
P2 T2
T1
0 V1 V2 V 0 V
P1 . V1 = P2 . V2
TRANSFORMAÇÃO ISOMÉTRICA OU
ISOVOLUMÉTRICA OU ISOCÓRICA
Iso mesma
volumétrica volume
P1.V1 P2 .V2
T1 T2
P1 P2
T1 T2
( Lei de Charles )
V = CTE
Representação Gráfica
P
P2
P1 P2
P1 T1 T2
T1 T2 TK
TRANSFORMAÇÃO ISOBÁRICA
P = CTE
Iso mesma
bárica pressão
0 0
P1.V1 P2 .V2
T1 T2
V1 V2
T1 T2
Lei de Gay Lussac
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA
V
V2
V1
T1 T2 TK
V1 V2
T1 T2
EQUAÇÃO GERAL DOS GASES PERFEITOS
P - atm
atm .
R 0,082 V - litros
mol . K
T - Kelvin
P.V = n.R.T Onde:
P – N/m2
J
R 8,31 V – m3
mol . K
T - Kelvin
TERMODINÂMICA
= F . d . cos
F V
F
P
V1 V2 A
1
= P. A . d . cos
= P. (V2 – V1) = P. V
“O gás recebe calor do meio externo e realiza trabalho”
Obs: 1 atm . Litro = 100 Joules
Expansão gasosa: Compressão gasosa:
OBSERVAÇÕES
P1
V1 V2 Volume V1 V2 Volume
ENERGIA INTERNA DE UM GÁS U
3
U E c n . R . T
2
VARIAÇÃO DA ENERGIA INTERNA U
Nessas condições:
Pelo Princípio da
U Conservação da Energia
Q temos:
Q = + U
OBSERVAÇÕES
Se a temperatura aumenta : U
Se a temperatura diminui : U
Se a temperatura é constante : U = 0
CONCLUSÕES IMPORTANTES
1º Princípio da
Termodinâmica Q = + U
0
Transformação Isovolumétrica
V = CTE = P . V = 0 Q = + U
0
Transformação Isotérmica
T = CTE U = 0 Q = + U
Transformação Adiabática 0
não há troca de calor com o meio Q = + U
externo: Q=0 = - U
TRANSFORMAÇÃO CÍCLICA
“É uma transformação gasosa onde o Estado Final
coincide com o Estado Inicial.
Após uma série de transformações, a última
transformação traz o gás de volta a sua pressão, volume e
temperatura iniciais.
Na transformação cíclica o
Pressão gás retorna às condições
iniciais:
P2
Ti = Tf U = 0
P1 Como Q = + U
Temos no ciclo
V1 V2 Volume
Qciclo = ciclo
IMPORTANTE
P P
B C
P2 P2
A C A B
P1 P1
0 V1 V2 V 0 V1 V2 V
Fonte Q1 Q2 Fonte
Motor
Quente Fria
Térmico
T1 T2
Q 1 = + Q2 = Q 1 - Q2
O rendimento () de uma máquina térmica é obtido comparando-se o
Trabalho Realizado () por ela com a Quantidade de Calor Recebida (Q1).
τ Q1 Q 2 Q2
η η 1-
Q1 Q1 Q1
O CLICO DE CARNOT
P A AB Expansão Isotérmica
BC Expansão Adiabática
B
T1 CD Compressão Isotérmica
D
DA Compressão Adiabática
C T2
0 V
O CLICO DE CARNOT
P A
AB Expansão Isotérmica
BC Expansão Adiabática
B
T1 CD Compressão Isotérmica
D
T2 DA Compressão Adiabática
C
0 V
“ Em cada ciclo de Carnot, ABCDA, as quantidades de
calor Q1 e Q2, trocadas com as fontes quente e fria, são
proporcionais às respectivas temperaturas das fontes
( T1 e T2 ).
Q 2 T2 T2
Rendimento máximo ηmáx 1
Q1 T1 do ciclo de Carnot T1
OBSERVAÇÕES
“ A eficiência do refrigerador é
Q1 Q2
dada pela razão entre a
(Fonte Quente) Máquina (Fonte Fria) quantidade de calor (Q2) retirada
Frigorífica da fonte fria e o trabalho do
compressor.