RESUMO DE APOLOGÉTICA CRISTÃ
A apologética cristã apologética cristã trata do problema da natureza
e solidez de nosso conhecimento de Deus e assim nos compele a
examinar os métodos e conclusões da pesquisa teológicas a luz
daquilo que em geral conhecemos do mundo que nos cerca e daquilo
que conhecemos de nós mesmos em relação a esse mundo
O estudo da apologética cristã nos expõe diante do problema da
metodologia da ciência teológica e suas relações com a metodologia
da ciências em geral pois que isso nos leva a considerar o problema
da validez dos conhecimentos teológicos
Estudantes de apologética cristã vê se compelido a levantar a
questão da natureza e das consequências do método da ciência
teológica e isso precisamente é porque pretende estabelecer a
validez do conhecimento te [
Existem indubitavelmente problemas filosóficos maiores no que
respeita a natureza de nossos conhecimentos seja no mundo exterior
seja do que temos dentro de nós e mesmo de nossos semelhantes ou
de Deus e dessas coisas trataria um ensaio sobre a filosofia da
religião
A apologética cristã e a filosofia de nossos dias a natureza e a
necessidade da apologética etimologicamente apologia quer dizer
defesa significa primariamente uma resposta de defesa contra
alguma acusação ou denúncia muitas vezes se tem notado que a
primeira pregação da fé cristã iniciou-se com palavras de apologia
Necessariamente está sempre presente em toda pregação cristã o
elemento de defesa difícil se torna mesmo afirmar com precisão em
que ponto a defesa passa para o contra-ataque a palavra apologia no
seu significado cristão envolve a defesa da verdade cristã ela vai ao
encontro de acusação explícita ou não os fatos do caso e anotando as
conclusões racionais que dele se tiram como fez o apóstolo Paulo a
se defender diante do rei Agripa
Apologias particulares ou especiais são as escrituras com fito de
repelir certa e determinada acusação o plano de ataque feito ao
cristianismo Apologética distinguindo-se da apologia é o estudo dos
modos e meios usados para defesa da verdade cristã não é tarefa da
apologética como disciplina teológica tratar deste ou daquele ataque
particular desfechando contra o cristianismo nem mesmo o de levar
mais um volume a biblioteca das apologias cristãs Apologética trata
das relações de fé cristã com a esfera mais basta do conhecimento
secular do homem a filosofia a ciência a história a sociologia e as
outras mais visando demonstrar que a não discreta da verdade
descoberta por destas pesquisas como esta deve necessariamente
ser empreendida em cada época
É mesmo empreendimento de considerável urgência no período em
que o conhecimento conhecimentos científicos e as transformações
sociais se processam tão rapidamente apologética constitui um
estudo necessário para o trabalho do apologista ou mais
simplesmente é parte essencial do preparo de pregadores
evangelistas e professores cristão Certamente se distingue
geralmente se distingue a apologética religiosa cristã essa distinção
nos ajudará a afirmar de modo preciso os limites de nosso trabalho
ética religiosa geral trata de matéria
Apologética religiosa geral trata de matérias tais como a defesa do
conceito religioso ou tenista do mundo trata de defender os
argumentos da existência de Deus do problema do mal do contra-
ataque aos conceitos ateísta e agnósticos e outros mais ética cristã
no sentido mais restrito que essa expressão contém quando
empregada de modo exato trata das conexões e consequências da
revelação cristã para uma compreensão racional do mundo e de
nossa existência nele
É verdade que o apologista não deve substituir o argumento pela
pregação e é igualmente verdade que grande parte da tarefa do
apologista é declarar de modo explícito o que é o Evangelho
removendo as falsas interpretações que dele tem muitas pessoas e
que de contínuo sobre maneiras obstáculos a aceitação do credo
cristão acresce ainda que o estudante de apologética não deve
pensar que o os homens vão se converter a fé cristã só com
argumentos tirados da razão ou por quaisquer meios humanos Deus
que dá revelação também a fé pela qual a receberemos e a luz para
que a entendemos a fé como firmamento sustentamos é sempre o
dom de Deus
A ciência e suas categorias pela palavra ciência entende-se o estudo
de fatos Observáveis e a classificação sistemático dos mesmos
mediante a elaboração e experimentação de hipóteses a luz de toda
evidência essencial para o propósito que hora temos em vista não há
necessidade de fazer indagações filosóficas a respeito do significado
Preciso de palavras como fatos leis e outras mais também não é
preciso aqui dar ênfase a verdade de que tem conseguido grandes
avanços nos tempos modernos no que respeita acumulação de
conhecimentos no estudo de vários setores de experiência humana
especialmente naqueles relacionado com o mundo do sentido que
nos rodeia
A matéria da ciência teológica hoje se vai reconhecendo cada vez
mais a verdade que a teologia é uma ciência império assim
propriamente chamada e por teologia que entendemos o estudo da
existência cristã na história dos dias atuais quero dizer de tudo
quanto diz respeito a crença e ao testemunho da comunidade cristã a
igreja tanto no passado como no presente assim a teologia ainda que
com ela se relacione é uma ciência diferente da psicologia da religião
que é um ramo da psicologia e também diferente da do estudo
comparado das religiões
O estudo da Bíblia particularmente pelos métodos da crítica histórica
e literária revelou-se as sãs proveitoso e trouxe para ela um novo
entendimento como e igualmente aconteceu no outros ramos da
teologia histórica mas a teologia histórica não é todo da ciência
teológicas e hoje não houvesse uma igreja viva todo estudo teológico
seria desse tipo chamado de teologia histórica isto é seria apenas a
investigação dos credos do culto e do comportamento da igreja que
existiu nos primeiros séculos
O conceito de teologia é uma ciência numérica ainda para muita
gente parece novidade muitos teólogos com quanto bem
acostumados a empregar métodos científicos de estudo em seu
trabalho Conhece muito pouco da ciência que vai além da sua esfera
Que raramente consideram e muito cientistas que elaboram no
campo das ciências naturais conhece muito pouco da teologia no
ponto em que acha hoje desenvolvida pelos atuais métodos de crítica
nossa época é uma época de especialização e assim uma metade do
mundo pouco sábio da outra metade a teologia então é a
investigação feita no nível da ciência dos fatos contidos na existência
da comunidade cristã crente cultua amente e testemunha adora pela
formulação de categorias que se adequaram para compreensão
desses fatos
A independência das categorias teológicas três são os métodos
principais pelos quais podemos afirmar que a teologia hoje faz jus ao
direito de ser reconhecida como uma ciência: empírica ou
experimental: o primeiro é o uso independente que ela faz de suas
próprias categorias de investigação científica; o segundo é o
emprego que ela faz do método científico; e o terceiro o espírito que
ela trata da sua matéria.
Em primeiro lugar então a teologia usa suas próprias categorias de
classificação e interpretação. Se assim ela não fizesse e se ela não
viesse obrigada a tomar por empréstimos às categorias do outro
ciência, já não há poderia ter como uma ciência independente. Seria
apenas uma subdivisão da ciência cujas categorias tomaram
emprestadas. Os próprios teólogos nem sempre percebem a
importância do reconhecimento da teologia como uma ciência
independente. Assim alguns deles se inclina algum e alguns ainda
inclina ao menos pelo que parece, a aceitar que se reduza a ciência
a condição de um satélite da psicologia.
Naturalmente não é isso perfeitamente o que se quer significar
quando afirma que a tarefa da teologia estudar os dados fornecido
pela existência da igreja crente e testemunha assim se não há na
história nenhuma revelação definitiva cristã já não seria necessárias
categorias especiais da teologia e então seria o estudo científico da
religião Mas dada do psicólogo do sociólogo e do antropólogo que do
teólogo o método e o espírito da teologia a segunda razão que se
pode dar para catalogar a teologia como uma experimental é o uso
que ela faz do método científico já notamos o significado da
substituição do método indutivo pela concepção anterior da teologia
como ciência dedutiva
Contudo no terreno da teologia histórica é bem mais fácil se pôr
salvo das questões metafísicas do que do campo da dogmática ainda
que naturalmente impossível seja evitar histórica crítica bíblica
literária histórica inclusive a crítica textual a história eclesiástica e o
estudo da patrística da linguística e outros mais Torna-se possível
aos técnicos não interessados pessoalmente no credo cristão
trabalhar ao lado dos técnicos cristão convictos nas pesquisas
científicas ou físico ou biólogo que nega validade das categorias
teológicas o faz não por ser um cientista e sim por não ser um
homem cristão enquanto isso o teólogo vai avançando revendo e
modificando aumentando e aprofundando as categorias de ciências
dirigidos sempre pelo seu estudo de fatos Isto nos leva a terceira
razão porque devemos considerar a teologia como ciência por causa
do espírito científico com o que o teólogo em empreende sua tarefa
neste ponto surge na mente de muitos objeção dizem que o cientista
indivíduo que encara este ou aquele assunto com mente aberta e sem
trazer em sua mente conclusões precipitadas Com o teólogo isso não
dá porque ele é um cristão antes de iniciar seus estudos e pesquisas
daí o seu interesse dogmático se sobrepõe ou pelo menos antecede
ao seu julgamento científico o teólogo como qualquer outro cientista
deve chegar ao seu trabalho como alto conceito de sua dignidade
valia com o senso bem profundo de vocação com elevado padrões de
integridade intelectual e com sincero desejo de conhecer a verdade
uns repassam pela história do pensamento cristão nos revela que os
maiores teólogos do passado foram homens deste calibre
O cristianismo e a ideologia
A falta de credo é uma visão comum na civilização ocidental do
século XX e o colapso do sistema tradicional de crenças e valores
foram percebidos por muita gente que pensa tanto cristão como não
cristãos e geralmente encararam com não pequena Apreensões
nossa situação presente futura com quanto seja exato como
anotamos acima não haver hoje entre nós contemporâneos nenhum
conceito fisiológico Filosófico largamente aceito como suava
acontecer por exemplo na idade média ou mesmo até o término do
século XVIII isso não significa que não existe implantados na
natalidade hodierna conceito geral acerca do mundo da vida. Muito
pelo contrário, esses conceitos existem, e não se tornam menos
potentes pelo fato de a maioria dos homens viver alheio a tais idéias.
Com ideia de progresso na era vitoriana tais ideias ou doutrinas são
vistas como óculos que nos facultam ver tudo é fato muito
interessante que tais conceitos alcançar o grande proeminência na
mentalidade social justamente nos períodos em que racionalismo
cético imperava mas poderosamente buscando destruir as crenças
religiosas tradicionais do povo a ideologia portanto é mais o produto
do condicionamento social de que qualquer delibera doutrinação
religiosa ou filosófica ou mesmo de propaganda política com quanto
esta última seja usada às vezes com intuito ardilosa os que têm
chamado atenção para os elementos ideológicos no pensamento
humano dado ênfase ao fato de que o ponto de vista ideológico de um
homem varia conforme a posição que ele ocupa na sociedade Quando
se enfraquece a crença na pecaminosos idade do homem e na
necessidade que ele tem de uma redenção sobre naturais as nações
ideológicas surgem para preencher o vácuo entre o criado e para
reafirmar os homens que já estão satisfatoriamente resolvido o
problema do destino humano
Tirar fé cristão origem ideológica Importa que as pessoas
interessadas na apologética cristã do século XX considere o modo
especial a cristã da ideologias a questão de ideologias o
esquecimento deste mundo da parte dos escritores cristão abre
caminho para propagandista anti cristãos para explorar uma
vantagem quimérica Fica habilitados a insultar nos imaturos a ideia
de que a crença religiosa em si é de origem intrinsecamente e
ideológica
O cristianismo e a sua expressão social quanto a sua essência e a sua
origem então a fé cristã não é ideológica mas está afirmação não
nega que nenhuma da época ela se expressa pelas formas
ideológicas dos tempos o conteúdo da fé não é socialmente
determinado mas sua expressão é socialmente condicionada sendo
cristianismo a religião que procura expressar-se socialmente vê se
compelindo a expressar seus conceitos na verdade das formas do
pensamento do dia e tais formas de pensamento em sua origem são
largamente de lógicas. Quando as fé forte toma ela as formas de
pensamento e as molda as suas próprias exigências mas quando as
ideologias correntes dominam as mentes dos homens há um perigo
muito sério de verdade cristã ficará obscurecida e adaptada às
categorias dominantes pelas quais os homens veem.
os teólogos muito veem anotando e comentando essa verdade o forte
brilho do sol da verdade surge por este as trevas do caminho do
pensamento humano pois ao contrário o excesso de luz acabaria no
cegando a todos assim temos os nossos tesouros em vasos de barro
A fé e o culto cristão estão além da ideologia Não queremos
sugerir que o novo testamento esteja inteiramente livre de conteúdos
ideológicos visto que nenhuma criança religiosa se pode expressar
isenta de qualquer fundo social e econômico local e temporário
Mesmo as parábolas de Jesus fazem preço pressupor um fundo
nitidamente com histórico social e por certo muito pouco se
aventuraram a dizer que os conceitos religiosos contidos nessas
parábola proviam de atitudes ideológicas dos habitantes da Palestina
do primeiro século da era cristã tal afirmativa é coisa tão absurda
que não merece sequer ser refutada com quanto possa ser
sustentado por alguém que se Que tem me a defender de modo
extrema o ponto de vista e ideológico Não obstante a uma identidade
de crença que percorre toda a Bíblia e subas a suas diversas
expressões e que igualmente permanecem todos os séculos da
história cristã entrar no culto litúrgico significa identificar-se com a
adoração da igreja que pertence a cada século e todas as pátrias no
Book of cannon player Encontramos uma extraordinária reputação
de todas as teorias que confundem religião com ideologia o próprio
título significa a universidade do culto cristão no espaço e no tempo
agora o estudo das origens cristãos demonstra de todo modo
conclusivo que os cristãos não surge como racionalização de
quaisquer motivos ideológico do primeiro século para tornar-se com
o marxismo e o fascismo uma filosofia geradora de fervor religioso
que fomenta as aspirações ideológicas
Revelação geral o conhecimento de Deus é sempre conhecimento
salvador Jamais poderemos agasalhar o conceito que nos
imaginarmos interesses do Evangelho acontece que somente o
conhecimento bíblico questão de Deus o revelação especial é
Redentor e que a revelação geral está fora da esfera da Graça
Salvador o que é certo sobre a razão o que é Igualmente no que
respeita consciência o conhecimento que temos daquilo que é reto
por si dar ocasião ao orgulho e faz surgir a justiça própria e a
intolerância permanece a verdade de que a razão e a consciência
humana constitui os desfigurados resquícios da imagem de Deus no
homem são elas e a sua retidão original coisa que é lembrada todas
as às vezes que falamos em pecado original se o homem vem ao
mundo com uma proteção para o egoísmo certo também traz consigo
os meios para conhecer que o egoísmo é coisa errada agora se a
vida humana deve ser inteiramente redimida e purificada do pecado
de modo que o sol da verdade e da retidão possa brilhar com todo o
seu poder necessária se faz uma graça ulterior e além dessa já
concedida na revelação geral
O argumento do milagre até o século XIX os teólogos cristãos tanto
católicos como protestante concordavam que a revelação divina
proporcionada na escritura estava divinamente garantida pelas
evidências naturais do milagre da profecia sustentava-se então que
uma revelação sobrenatural exigia testemunho sobrenaturais para
aprovar sua auto autoridade aos seres racionais. crendo os cristãos
verdade que as evidências sobrenaturais não podiam ser aprovadas
pela razão por estarem além dela achavam-se razoável crer nelas
uma vez provadas pelos sinais dados por Deus que eram os milagres
e a profecia. o cristianismo é uma republicação da religião natural
ela ensina a humanidade o sistema moral do mundo dizendo que este
é obra ser infinitamente perfeito que há virtude é sua lei e que é
muito material ensina a religião natural em sua genuína simplicidade
liberta daquelas superstições que podem corromper totalmente sob
cujo domínio certamente estaria perdido para sempre. a revelação é
coisa maior é uma publicação autorizada da religião natural e por
isso propicia a evidência do testemunho para confirmação da
verdade.
A revelação é em si essencialmente miraculosa o conceito tradicional
está fundamentalmente certo e pode aguentar melhor o teste da
crítica do que o conceito moderno não obstante por certo o conceito
tradicional exige novo estudo a luz da aplicação do método científico
por meio da pesquisa bíblica de modo que já não mais precisaremos
pensar na revelação como consistindo de verdades dadas na forma
de preposições. o conceito tradicional está certo insistindo em que
uma revelação miraculosa deve encontrar sua confirmação no
miraculoso se reconhecermos que se pode crer numa revelação
miraculosa entendendo a e recebendo a por intermédio dos
ordinários processos do raciocínio e da elocução a nossa lógica
claramente estará falhando muito porque se a coisa revelada é
miraculosa o ato de revelar-la o ato pelo pau nos é revelada também
deve ser miraculoso. a revelação de Jesus Cristo foi confirmada pelo
milagre da sua ressurreição sem este milagre a vida e os ensinos de
Jesus rememorados no novo testamento não passaria de um sonho
muito bonito uma visão e uma esperança que teriam sido sepultada
provarem ser ela algo mais do que isso mas o testemunho divino pelo
milagre da ressurreição de Jesus entre os mortos aplicou selo da
aprovação de Deus e a revelação nele feita e assim se possibilitou o
seres racionais crer na revelação de Deus
[O argumento da profecia
Os profetas bíblicos são pessoas Que declaram e que também
“predizem” Subjazendo a todos os escritos proféticos, e também em
certos sentidos a todo o velho testamento, há uma atmosfera de
expectação, um olhar para o cumprimento do soberano propósito de
Deus.
A igreja não deixou de ver com as profundas visões dos profetas se
cumpriram em seu Senhor. Jesus Cristo era o cumprimento de toda
aquela longa história profética do antigo povo de Deus. liberta de
uma escravidão mais terrível do que aquela do Egito pelo poderoso
salvamento que ele opera o Messias guiar seu rebanho a terra
prometida desse reinado ou reino de Deus que o profeta havia
predito o novo pacto do sangue de Jesus era o cumprimento tanto do
velho pacto feito como Moisés como da explícita profecia que
Geremias fizeram da renovação desse pacto o julgamento messiânico
que ele trouxe ainda que viesse não para julgar mas para salvar o
mundo era mais vigoroso do que previra amós
Acaso o estudo científico moderno da Bíblia sustenta a teoria de que
ela foi dada por meio de visões ou que as faculdades racionais e
críticas dos fitos escritores estiveram em suspenso ao receberem as
comunicações do espírito Divino Não se duvida que a luz de nossas
conquistas científicas quanto à composição dos escritos bíblicos
particulares e quanto à compilação da Bíblia como uma de todas
essas teorias não se sustentam com quanto não se duvide de que
alguns dos escritores Bíblicos notadamente os apocalípticos tiveram
visões e ouviram vozes e creram ter recebido comunicações místicas
que transcendiam a toda compreensão normal e racional Está para
nós bem claro que a maioria dos escritores dos livros escritores não
Indicavam essas experiências e nem as tomavam como uma prova
necessária e confinante a sua mensagem a experiência dos escritores
bíblicos não parece ter sido de qualidade diferente daquela dos
profetas e mestres cristãos nos tempos que vieram depois incluindo-
se dos milhões de cristãos de nossos dias isto quer dizer que o
conceito que hoje temos a natureza da inspiração bíblica não exige
de nós aceitarmos que o escritores da bíblica Possuem qualquer
faculdade misteriosa de conhecimento da verdade divina crio
cristãos dos tempos pós bíblicos não possui ou que no geral
gozassem dou espécie de experiência que diferiam daquela dos
cristãos dos tempos posteriores ou que de fato Espírito Santo os
usou ou inspirou de maneira formalmente diversa Pela qual ele
emprega expirou os homens e mulheres cristão de nossos dias o
mesmo Espírito Santo que iluminou os olhos dos apostos para que
percebessem o significado daqueles assuntos que encontraram seu
cumprimento nos dias deles também criou os pais inspirados
ansiedade de pensamento e vivos debates uma vista de olhos no
apócrifos rejeitados nos convence nos convence nos convence que
eles na verdade foram guiados pelo espírito de sabedoria em sua
escolha ao fixar o cano das escrituras a igreja reconheceu que era a
serva e não a criadora do Evangelho e por isso mesmo estava
obrigada a permanecer fiel ao testemunho a apostólico assim como
os próprios apóstolos estivessem confiado aquilo de sua guarda
muito fiel mas não se deve confundir autorização com autoridade não
é igreja que dá autoridade a esse escrituras ela reconhece a
autoridade intrínseca das escrituras autoridade que ela não pode
criar nem conferir assim como as leis positivas do estado
reconhecem mas não podem criar autoridade da lei moral a igreja
autoriza tais livros como canônicos por achar neles o testemunho dos
profetas e dos apóstolos os quais pela inspiração do Espírito Santo
predizem anuncie com antecedência verdade referente a Cristo os
homens devem receber a iluminação do Espírito Santo de Deus antes
de poderem reconhecer a autoridade da Bíblia
Inspiração e a Autoridade divina da Bíblia Assim para os cristãos
autoridade da Bíblia autoridade do próprio Deus nada há nos
métodos ou com conclusões da moderna ciência bíblica que
contradiga essa tradicional doutrina cristã das sagradas escrituras
foi iluminação divina dos olhos dos profetas e dos apóstolos que os
habilitou a compreender interpretar os acontecimentos na história
bíblica e é ainda essa mesma iluminação divina que habita os
cristãos de hoje a crer e compreender a mensagem dos profetas e
dos apóstolos bem como testemunho que deram de Cristo e de que a
contida na Bíblia o fato de a Bíblia possuir autoridade divina não
significa que devemos tomá-la como uma autoridade cega que
mergulha a razão dos homens numa indiscutível aquiescência ou que
exige do homem uma fé cega. Deus não é nenhum autoritário no
exercício de sua autoridade porque o autoritarismo nada mais é que
o manto com que se veste os tiranos ditadores que não possui a
verdadeira autoridade
A fé e a razão como condição de racionalidade enquanto se
sustentou que a revelação for dada em verdades proporcionais
escritas no livro infalível era de fato muito grande o perigo de se
obscurecer a verdadeira natureza da fé cristão Essa falsa teoria
tornou fácil demais o tomar- se a fé cristã como a simples crença em
certas proposições redundando na aceitação intelectual dum credo
ou fórmula Deus criou o homem a sua imagem e a capacidade que
temos de responder a palavra de Deus nossa razão e consciência que
reflete aquela luz que ilumina todos os homens que vê o mundo são
pontos de conexão de Deus com os homens são remanescentes
vestígios daquela retidão originalmente desfigurada que imagem
semelhança divina do homem a fé então Está necessariamente ligada
a razão e uma não pode ser compreendida sem a outra falar se em
razão sem fé é ignorar a própria natureza e a estrutura da razão e
ainda negar a fé e a sua função mais importante que é da
possibilidade sentimento racional e a fala de Deus o nosso
conhecimento de Deus nesta vida é essencialmente um conhecimento
racional Possibilitado pela fé na revelação bíblica a apologética cristã
tradicional com muita razão fugiu de todos os argumentos tirada da
experiência mística como base dum direto ou imediato conhecimento
de Deus pela alma humana o conhecimento de Deus como a Bíblia e
a igreja entendem é mediado pela palavra isto é pela comunicação de
Deus como ser racional com outros seres racionais a fé é assim uma
atividade racional e não mística e procurar experiências religiosas
como prova ou consequências da fé é o primeiro passo em falso em
nossa vida religiosa o conhecimento que temos de Deus é um
conhecimento mediato e o único mediador é Cristo o verbo a palavra
RESUMO
A apologética cristã trata do problema da natureza e solidez do
nosso conhecimento de Deus e examina os métodos e conclusões da
pesquisa teológica. A apologética cristã aborda o problema da
metodologia da ciência teológica e suas relações com a metodologia
da ciência em geral. A apologética emociona o cristão a defesa
contra qualquer acusação ou denúncia, especialmente apologias
particulares ou especiais. A apologética distingue emocionalmente
da apologia e é o estudo dos modos e meios usados para defesa da
verdade cristã. A apologética geral trata de materiais como a defesa
do conceito religioso ou tenista do mundo, defender os argumentos
da existência de Deus, o problema do mal do contra-ataque aos
conceitos ateísta e agnósticos, e outras éticas cristãs. A apologética
não deve substituir o argumento pela pregação e é igualmente
verdade que o apologista não deve substituir o argumento pela
pregação e é igualmente verdade declarar o Evangelho explícito.
A ciência e suas categorias são o estudo de fatos observados e a
classificação sistemática deles por meio do desenvolvimento e
experimentação de hipóteses. Não há necessidade de fazer
indagações filosóficas para respeitar o significado dos fatos. O campo
da teologia fez avanços significativos nos tempos modernos,
especialmente no estudo de várias experiências humanas,
especialmente aquelas relacionadas ao mundo ao nosso redor. Hoje,
a teologia é reconhecida como uma ciência imperial, e o estudo do
cristianismo na história dos dias atuais fornece uma nova
compreensão da fé e do comportamento da comunidade cristã. No
entanto, a teologia não é toda a ciência teológica, e ainda há muito a
ser aprendido sobre o campo. Os três principais métodos da teologia
são independentes, e uma subdivisão da ciência. A importância de
reconhecer a teologia como uma ciência independente é
frequentemente esquecida por alguns teólogos.
O estudo da Bíblia por meio da crítica histórica e literária
oferece uma nova compreensão de sua existência e de seu papel em
outros ramos da teologia. No entanto, a teologia não é a totalidade
da ciência teológica, e não há uma igreja viva hoje. O conceito de
teologia é uma ciência numérica que ainda é relevante hoje, mas não
é tão amplamente compreendida como era no passado. Os três
principais métodos de teologia são uso independente, uso do método
científico e tratamento do material. A importância de reconhecer a
teologia como uma ciência independente nem sempre é reconhecida
pelos teólogos.
A falta de crença é uma visão comum na civilização do início do
século XX e no colapso dos sistemas religiosos tradicionais. Pessoas
que pensam tanto como cristãs quanto como não cristãs
frequentemente lutam com essa questão. Hoje, não há um conceito
filosófico ou filosófico predominante sobre o mundo da vida. A
ideologia é mais uma condição social do que uma doutrina religiosa
ou filosófica. As crenças ideológicas variam de acordo com a posição
de uma pessoa na sociedade. Quando uma crença é baseada na idade
de uma pessoa e na necessidade de uma redenção da natureza,
nações ideológicas emergem para preencher a lacuna entre o criado
e reafirmar o problema do destino humano.
O cristianismo e sua expressão social não são ideológicos, mas sim
socialmente constrangidos. A força do cristianismo se reflete nas
formas de pensamento e suas demandas, mas quando as ideologias
atuais dominam, a verdade do cristianismo se torna obscurecida e
adaptada às categorias dominantes.
A fé e a cultura cristã não são baseadas somente em ideologia, pois
nenhuma criança religiosa pode expressar qualquer fundamento
social ou econômico. As parábolas de Jesus fornecem uma base para
o contexto social e histórico, e as crenças contidas nessas parábolas
são baseadas em atitudes ideológicas dos habitantes da Palestina
durante o primeiro século do cristianismo. No entanto, a identidade
cristã permeia toda a Bíblia e suas várias expressões.
Revelar a verdade de Deus é sempre uma salvação, e a revelação
especial de que Jesus é o Redentor. A revelação está além da esfera
do Espírito Santo, que tem certeza sobre a verdade sobre a razão e a
consciência. A vida humana deve ser reformada e purificada do
pecado.
Críticos, tanto católicos quanto protestantes, concordam que a
revelação divina fornecida na escritura é divinamente garantida por
evidências naturais. Uma revelação sobrenatural requer
testemunhos sobrenaturais para ser aprovada por seres racionais, e
o cristianismo é uma república de religião natural.
O conceito tradicional do miraculoso é fundamentalmente certo e
pode ajudar a fortalecer o teste da crítica. No entanto, o conceito
tradicional requer um novo estudo por meio de pesquisa científica e
uma nova abordagem para a revelação da verdade.
Os profetas da Bíblia eram pessoas que declaravam e pregavam a
verdade, e que a igreja não os decepcionou. Os profetas acreditavam
que Jesus Cristo era o cumprimento da antiga história profética do
antigo povo de Deus, libertando-os da escravidão e guiando-os para a
terra prometida. O novo pacto do sangue de Jesus era o cumprimento
tanto do antigo pacto quanto da profecia explícita que Geremias fez
para a renovação deste pacto.
O estudo científico moderno da Bíblia apoia a teoria de que ela foi
dada por meio de visões ou dos esforços retóricos e críticos dos
profetas. As experiências da Bíblia não são necessariamente
diferentes daquelas dos profetas e cristãos do passado. A Bíblia
reconhece a autoridade intrínseca das escrituras, mas não pode criá-
la ou conferi-la. A lei moral da igreja não pode criar a autoridade da
Bíblia.
Autoridade divina da Bíblia não é um requisito para que os cristãos
aceitem a autoria da Bíblia. A autoridade divina da Bíblia é um
testamento do poder dos profetas e apóstolos, e não é um requisito
para que os cristãos aceitem a autoria da Bíblia.
O texto argumenta que a crença em Deus como um ser racional é
uma teoria falsa, pois obscurece a verdadeira natureza da fé cristã.
Ele sugere que Deus criou os humanos com sua imagem e
capacidade de responder às palavras de Deus, refletindo a luz que
ilumina todos os humanos. O texto também argumenta que Deus é
uma atividade racional, não uma experiência física. Ele sugere que
buscar experiências religiosas como prova ou consequências de Deus
é o primeiro passo para uma vida religiosa falsa. O texto conclui que
Deus é uma atividade racional, com Cristo como o único mediador.