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Unidades de Concentração em Soluções

O documento aborda o conceito de soluções, definindo soluto e solvente, e descrevendo diferentes tipos de soluções, como moleculares e iônicas. Também discute a classificação das soluções com base na concentração do soluto e apresenta unidades de concentração, como concentração comum, molar e porcentagem em massa. Por fim, menciona a importância da densidade e a relação entre diferentes unidades de concentração.
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Unidades de Concentração em Soluções

O documento aborda o conceito de soluções, definindo soluto e solvente, e descrevendo diferentes tipos de soluções, como moleculares e iônicas. Também discute a classificação das soluções com base na concentração do soluto e apresenta unidades de concentração, como concentração comum, molar e porcentagem em massa. Por fim, menciona a importância da densidade e a relação entre diferentes unidades de concentração.
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05/05/24, 16:39 AVA UNINOVE

Soluções
CONHECER E PREPARAR SOLUÇÕES ATRAVÉS DAS PRINCIPAIS UNIDADES DE CONCENTRAÇÃO.
DETERMINAR A PARTIR DE CÁLCULOS AS UNIDADES DE CONCENTRAÇÃO DAS SOLUÇÕES.

AUTOR(A): PROF. GISELE RIBEIRO FELIX

1 - Introdução
Solução é o nome que se dá a uma mistura homogênea, ou seja, a um sistema que apresenta duas ou mais
substâncias e ainda assim mantém um aspecto uniforme.

Nas soluções o disperso recebe o nome de soluto e o dispersante o nome de solvente. Na maioria das vezes
pensamos em soluções como sendo sistemas líquidos, mas as soluções podem ser não só sistemas líquidos

como também sistemas sólidos ou gasosos.


A água mineral é uma mistura homogênea (portanto uma solução) de água e uma pequena quantidade de

diversos sais, cujos cátions e ânions você pode conferir no rótulo da garrafa. Alguns exemplos são cálcio,

magnésio, potássio, sódio, sulfato, fluoreto, brometo, nitrato, bicarbonato, fosfato... em diversas
quantidades.

Legenda: SOLUçãO: ÁGUA MINIERAL

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O aço é uma solução sólida, pois é uma mistura homogênea de metais. No caso do aço inoxidável, presente
no nosso dia a dia, o metal principal – em maior quantidade – é o ferro, e a ele se adiciona outros elementos
químicos, chamados “elementos de liga”, como cromo e níquel, que aumentam a resistência do aço à

corrosão.
O ar atmosférico é uma solução gasosa, pois é uma mistura homogênea de diversos gases como nitrogênio
(cerca de 78%), oxigênio (cerca de 20%), argônio e outros.
Soluto é a substância que está sendo dissolvida e solvente é a substância que efetua a dissolução.

Geralmente se diz que o solvente é aquele que está em maior quantidade, e o soluto está em menor
quantidade.
No exemplo da solução conhecida como água mineral, a água seria o solvente e os sais minerais os solutos.
No exemplo da solução conhecida como aço inoxidável o solvente seria o ferro e o cromo seria um dos

solutos. No exemplo da solução conhecida como ar atmosférico o gás nitrogênio seria o solvente e o
oxigênio seria um dos solutos.
No preparo de soluções é necessário observar a quantidade de soluto que uma determinada quantidade de

solvente consegue dissolver. Diferentes solventes dissolvem diferentes quantidades de diferentes solutos, e
estes processos sofrem influencia de fatores como temperatura e pressão. Isso acontece porque no preparo
da solução as partículas do soluto ficam dispersas entre as partículas do solvente e a dispersão depende das
forças intermoleculares envolvidas.
Os principais fatores que determinam a quantidade de soluto que se dissolve em um determinado solvente
formando uma solução são: a quantidade de solvente disponível e a temperatura. Dados estes fatores,

podemos considerar o coeficiente de solubilidade CS, que é “a maior quantidade de soluto X que se
consegue dissolver em determinada quantidade de solvente Y, numa dada temperatura Z”.

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Então o valor de CS=63,9g KNO3/100g H2O 40ºC nos diz que, na temperatura de 40ºC, a quantidade máxima
de KNO3 que se consegue dissolver em 100 g de água é 63,9g. Nestas condições qualquer massa acima deste
valor permanecerá como corpo-de-fundo (ou seja, ficará sem dissolver).
No exemplo acima, temos 1,1g de KNO3 como corpo-de-fundo.

2 - Classificação das soluções


As soluções podem ser classificadas conforme alguns critérios:

2.1 - Condução de corrente elétrica:

Solução molecular: nesta solução as partículas dispersas (partículas do soluto) são apenas moléculas, não
apresentam carga elétrica e não conduzem corrente elétrica detectável por aparelhos comuns de
laboratório. Exemplo: solução de açúcar (sacarose) em água.

C12 H12 O11(s) C12H12O11(aq)

Onde a sacarose C12H22O11 é uma substância molecular

Solução iônica ou eletrolítica: nesta solução as partículas dispersas são íons, e portanto conduzem
corrente elétrica que pode ser detectada em laboratório. Exemplo: solução de sal (cloreto de sódio) em
água.

NaCl(s) Na+(aq) + Cl-(aq)

Onde o cloreto de sódio NaCl é uma substância iônica

Aqui é importante lembrar que substâncias iônicas solúveis se dissociam e liberam íons formando soluções
eletrolíticas, mas as substâncias moleculares que forem capazes de sofrer ionização em presença de água
também liberam íons e formam soluções eletrolíticas, como acontece, por exemplo, com o ácido acético:

CH3COOH(I)+H2O(l) H3O+(aq) +CH3COO-(aq)

Onde o ácido acético CH3COOH é uma substância molecular

Quanto maior for a quantidade de íons livres em solução, maior será a corrente elétrica conduzida.

2.2 - Concentração de soluto na solução: em relação à concentração do soluto na solução ela pode ser
classificada como:

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Solução diluída: nesta solução a concentração do soluto é considerada pequena. Embora não haja um
padrão rigoroso, a maioria dos autores considera uma solução diluída aquela que apresenta no máximo 0,1
mol de soluto por litro de solução.
Solução concentrada: nesta solução a concentração do soluto é considerada elevada. Embora não haja um
padrão rigoroso, a maioria dos autores considera uma solução concentrada aquela que apresenta mais que
0,1 mol de soluto por litro de solução.
Coeficiente de Solubilidade: a classificação em função do coeficiente de solubilidade depende da
proporção soluto/solvente que se estabelece em uma determinada temperatura. Os valores de coeficientes
de solubilidade (CS) para as substâncias são cientificamente conhecidos e tabelados.
Soluções Insaturadas: são aquelas que apresentam, em uma determinada temperatura, uma quantidade de
soluto inferior à quantidade do coeficiente de solubilidade conhecido. Exemplo: para o sal nitrato de
potássio o valor de CS= 63,9g de KNO3 em 100 g H2O, a 40ºC. Assim sendo, uma solução preparada a 40ºC
dissolvendo-se em 100g de H2O uma quantidade qualquer de KNO3 inferior a 63,9g deverá ser classificada
como “solução insaturada”.
Soluções Saturadas: são aquelas que apresentam, em uma determinada temperatura, uma quantidade de
soluto exatamente igual à quantidade do coeficiente de solubilidade conhecido. Exemplo: a 40ºC, para o
sal nitrato de potássio, teremos uma solução saturada apenas se dissovermos 63,9g deste sal em 100 g de
H2O. Ou, mantendo a proporção e a temperatura, 127,8g de KNO3 em 200 g de H2O e assim por diante.
Soluções Supersaturadas: são sistemas instáveis nos quais a mínima perturbação faz com que o excesso
de soluto sofra precipitação. Nestes sistemas existe uma quantidade maior que o coeficiente de
solubilidade dissolvida no solvente, em uma determinada temperatura. Geralmente são preparadas
dissolvendo a quente o soluto e depois resfriando lentamente e em repouso absoluto o sistema. As
soluções supersaturadas são de difícil obtenção.

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3 - Unidades de Concentração
No preparo de uma solução podemos dissolver diversas quantidades de soluto em uma determinada
quantidade de solvente até atingir o ponto de saturação.

Sabemos preparar, por exemplo, aqueles “sucos de pacote”: basta dissolver o conteúdo do pacote em um

litro de água, conforme explicado na embalagem. No entanto, se você desejar um suco “mais fraco”, pode

usar uma quantidade menor de granulado ou uma quantidade maior de água. Se desejar um suco “mais
forte” pode acrescentar outro envelope de suco ou colocar menos água... Na realidade, ao preparar um suco

“mais forte” ou “mais fraco”, o que estamos fazendo é alterar a concentração da solução “suco” proposta
pelo fabricante.

É importante conhecer a relação entre as quantidades de soluto e solvente em uma solução. Isso é feito na
medicina, na indústria, no comércio e principalmente na ciência... quem nunca ouviu falar que a diferença

entre o veneno e o remédio é a dose? Quando estudamos as relações entre as quantidades de soluto e

solvente estas quantidades podem ser dadas em massa, em volume, ou em mols (quantidade de matéria).

3.1 - Concentração comum (C):


A concentração comum é dada pela massa do soluto (m) que se encontra dissolvida em certo volume (V) de

solução.

Na maioria das vezes a massa é expressa em gramas (g) e o volume em litros (L), e portanto a concentração

comum virá expressa em gramas de soluto por litro de solução (g/L), mas eventualmente a concentração
comum pode aparecer em gramas por mililitro (g/mL), gramas por centímetro cúbico (g/cm3) ou kilogramas

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por litro (kg/L).

Exemplo:

O soro fisiológico é uma solução de cloreto de sódio de concentração comum igual a 9,00 g/L. Qual é a
massa de cloreto de sódio que deve ser pesada para o preparo de 15 litros de soro fisiológico?

Então temos C = 9,00 g/L ; m = ? ; V = 15 L

3.2 - Concentração molar (M) ou molaridade:


É é relação entre a quantidade de matéria do soluto (número de mols do soluto) e o volume da solução em

litros. Neste caso, a unidade será sempre mol por litro (mol/L).

Onde M = concentração molar (em mol/L)


n = número de mols

m = massa em gramas
V = volume em Litros

MM = massa molar (g/mol)

Exemplo:

Calcule qual é a massa de hidróxido de sódio necessária para preparar 1,50 L de solução com concentração
molar igual a 0,25 mol/L. Dado de massa molar do NaOH = 40 g/mol.
Então temos: MM = 40 g/mol ; m = ? ; V = 1,50 L ; M = 0,25 mol/L

Assim teremos: msoluto = 15 g de NaOH

Existe uma relação matemática entre a concentração comum e a concentração molar que pode facilitar seus
cálculos: dividindo as fórmulas correspondentes, membro a membro, teremos:

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Onde: C = concentração comum em g/L


M = concentração molar (mol/L)
MM = massa molar do soluto (g/mol)

Então, a relação entre concentração comum g/L e concentração molar é

C = M . MM soluto

3.3 - Título ou procentagem em massa


O título ou porcentagem em massa é a relação entre a massa do soluto e a massa da solução, conforme as
expressões abaixo:

Pois a solução nada mais é do que a soma de soluto e solvente. Se você observar bem, o título será sempre
um número adimensional, ou seja, puro, pois a unidade será sempre a mesma tanto no numerador como no
denominador da fração (grama com grama, miligrama com miligrama etc). Outra dica importante é que o
valor do título obrigatoriamente será menor que 1, pois sempre o numerador (massa do soluto) é menor que

o denominador (soma das massas do soluto e solvente) da fração.


Se o valor do título for multiplicado por 100, teremos a porcentagem em massa do soluto na solução.

%soluto(m/m) = .100

Exemplo:

Um frasco de enxaguante bucal contém 250g de solução, na qual o triclosan age como principal agente anti-
séptico. O rótulo indica a presença de 0,075g de triclosan no frasco, entre outras substâncias. Calcule:

a. O título da solução:
b. A porcentagem em massa de triclosan no enxaguante bucal:

Então msoluto = 0,075g ; msolução = 250g t=?


a)

b) % soluto (m / n) = . 100 então

% soluto (m / n) = 0,0003 . 100 ⇒ =?

3.4 - Concentração em ppm (partes por milhão):

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È é a expressão mais utilizada quando se trabalha com soluções extremamente diluídas. Ela indica quantas
partes do soluto podem ser encontradas em um milhão de partes de solução - em volume ou em massa. Se
as concentrações forem ainda menores, é possível usar a concentração em ppb (parte por bilhão): indica
quantas partes do soluto podem ser encontradas em um bilhão de partes de solução.

Com frequência usa-se concentração em ppm ou em ppb na quantificação de resíduos de agrotóxicos em


plantas, de resíduos de fármacos em produtos cárneos, de poluentes atmosféricos e muitas outras. As
expressões matemáticas são:

Densidade (d): assim como a concentração comum, a densidade também é uma relação entre massa e
volume, mas tome cuidado: enquanto a concentração comum traz uma relação entra massa de soluto e
volume da solução, a densidade traz a relação da massa da solução e volume da mesma solução. Observe:

Assim sendo, podemos dizer que a densidade da solução relaciona a massa da solução com seu próprio
volume, ou seja, a densidade indica a massa de solução que corresponde a uma unidade de volume. Apesar
da densidade não ser exatamente uma unidade de concentração, ela é importante pois está relacionada com

a concentração da solução.
É possível correlacionar em apenas uma expressão matemática o título, a concentração comum e a
densidade de uma mesma solução:
C = 1000 . d .

Na dedução desta expressão já foram levadas em conta as unidades mais frequentes para concentração
comum (g/L) e densidade (g/mL) e como nestes casos as unidades de volume diferem, o fator de correção já

está embutido na fórmula. Assim, quando precisar usar esta expressão matemática, certifique-se de
trabalhar com a concentração comum em g/L e com a densidade da solução em g/mL.

ATIVIDADE FINAL

As literaturas médicas citam uma concentração média de 0,143 mol de


íons sódio por litro de sangue humano. A massa, em gramas, de íons

sódio contida em 7,00 litros de sangue nesta concentração será igual a:

A. 58,5 gramas
B. 23,01 gramas

C. 1,00 gramas

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D. 3,29 gramas

Na embalagem de um determinado iogurte consta que em 150 mL de


produto há 150 mg de cálcio. A concentração de íons cálcio nesse

iogurte é de:

A. 0,0225 mol/L

B. 0,0250 mol//L.
C. 1,00 mol/L

D. 0,300 mol/L

Nas campanhas de desidratação infantil, a população é orientada a

fazer uso de soro caseiro. Este soro é constituído de uma solução


aquosa contendo 3,50 g/L de cloreto de sódio e 11,00 g/L de sacarose

(C12H22O11). O cloreto de sódio e a sacarose, dissolvidos no soro


caseiro, formam uma solução com concentração em mol por litro.

Assinale a alternativa que corresponde as suas concentrações em


mol/L, respectivamente.

A. 0,060 mol/L e 0,032 mol/L

B. 0,032 mol/L e 0,060 mol/L


C. 0,060 mol/L e 0,092 mol/L

D. 0,060 mol/L e 0,188 mol/L

Nas campanhas de desidratação infantil, a população é orientada a

fazer uso de soro caseiro. Este soro é constituído de uma solução


aquosa contendo 3,50 g/L de cloreto de sódio e 11,00 g/L de sacarose

(C12H22O11). O cloreto de sódio e a sacarose, dissolvidos no soro


caseiro, formam uma solução com concentração em mol por litro.
Assinale a alternativa que corresponde as suas concentrações em

mol/L, respectivamente.

A. 0,060 mol/L e 0,032 mol/L

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B. 0,032 mol/L e 0,060 mol/L

C. 0,060 mol/L e 0,092 mol/L


D. 0,060 mol/L e 0,188 mol/L

Nas campanhas de desidratação infantil, a população é orientada a


fazer uso de soro caseiro. Este soro é constituído de uma solução
aquosa contendo 3,50 g/L de cloreto de sódio e 11,00 g/L de sacarose

(C12H22O11). O cloreto de sódio e a sacarose, dissolvidos no soro


caseiro, formam uma solução com concentração em mol por litro.

Assinale a alternativa que corresponde as suas concentrações em


mol/L, respectivamente.

A. 0,060 mol/L e 0,032 mol/L

B. 0,032 mol/L e 0,060 mol/L

C. 0,060 mol/L e 0,092 mol/L


D. 0,060 mol/L e 0,188 mol/L

REFERÊNCIA
REIS, M. Completamente química – Físico-Química. Ciência, Tecnologia & Sociedade. 1 ed. São Paulo:

Editora FTD S.A. 2001 p. 592.


RUSSELL, J.B. Química Geral. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 2004. v. 1.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.

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