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Abrir RDC-76-16 2

A Resolução - RDC Nº 76 de 2 de maio de 2016 estabelece normas para a alteração, inclusão e cancelamento pós-registro de medicamentos específicos, definindo requisitos técnicos e documentais exigidos pela Anvisa. O regulamento abrange medicamentos já registrados e classifica modificações, permitindo implementações imediatas para certas alterações menores. A documentação necessária inclui formulários de petição, justificativas e relatórios de estudos de estabilidade, além de especificações para mudanças relacionadas a locais de fabricação e processos produtivos.
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A Resolução - RDC Nº 76 de 2 de maio de 2016 estabelece normas para a alteração, inclusão e cancelamento pós-registro de medicamentos específicos, definindo requisitos técnicos e documentais exigidos pela Anvisa. O regulamento abrange medicamentos já registrados e classifica modificações, permitindo implementações imediatas para certas alterações menores. A documentação necessária inclui formulários de petição, justificativas e relatórios de estudos de estabilidade, além de especificações para mudanças relacionadas a locais de fabricação e processos produtivos.
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02/10/2019 RESOLUÇÃO - RDC Nº 76, DE 2 DE MAIO DE 2016 - Imprensa Nacional

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO


Publicado em: 03/05/2016 | Edição: 83 | Seção: 1 | Página: 32
Órgão: Ministério da Saúde/AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA/DIRETORIA COLEGIADA

RESOLUÇÃO - RDC Nº 76, DE 2 DE MAIO DE 2016

Dispõe sobre realização de alteração, inclusãoe cancelamento pós-registro


de medicamentosespecí cos.
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de VigilânciaSanitária, no uso da atribuição que lhe
conferem o art. 15, III e IValiado ao art. 7º, III, e IV, da Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999,o art. 53, V, §§ 1º e
3º do Regimento Interno aprovado nos termos doAnexo I da Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n° 61,
de 3 defevereiro de 2016, resolve adotar a seguinte Resolução da DiretoriaColegiada, conforme deliberado
em reunião realizada em 26 de abrilde 2016, e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação.

Art. 1º Fica aprovado o Regulamento Técnico que estabeleceos requisitos mínimos para os
procedimentos de alteração, inclusão ecancelamento pós-registro de medicamentos especí cos, nos
termosdesta Resolução.

Capítulo I

Seção I

Objetivo

Art. 2º Este Regulamento tem o objetivo de classi car asmodi cações pós-registro de
medicamentos especí cos e estabelecera documentação e os ensaios exigidos pela Anvisa.

Seção II

Abrangência

Art. 3º Este Regulamento aplica-se a medicamentos especí cosjá registrados.

Seção III

De nições

Art. 4º Para efeito deste Regulamento Técnico são adotadasas seguintes de nições:

I. Histórico de Mudanças do Produto (HMP): Formulário noqual deverão ser registradas as


mudanças/alterações ou inclusões pósregistrode medicamentos. Algumas mudanças consideradas de
menorimpacto, conforme de nidas nesta norma, serão registradas somenteneste histórico e isentas de
protocolização individual.

II. Protocolo de estudo de estabilidade: Documento por meiodo qual se de ne o plano de


estudo de estabilidade incluindo asprovas e critérios de aceitação, cronograma, características do lote
aser submetido ao estudo, quantidade das amostras, condições do estudo,métodos analíticos e material
de acondicionamento.

III. Mudanças múltiplas concomitantes: São mudanças decorrentesde uma solicitação principal
de acordo com o escopo desteregulamento. Quando permitidas nesta norma, poderão ser
realizadasconcomitantemente à mudança principal sem necessidade de protocolizaçãoadicional.

IV. Mudanças múltiplas paralelas: Protocolização conjunta deduas ou mais solicitações de


mudanças diretamente relacionadas eque ocorrem simultaneamente.

Capítulo II

DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

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Art. 5º A Anvisa concede, para os seguintes assuntos destaResolução, autorização prévia para a
implementação imediata, medianteprotocolo de petição ou anotação no Histórico de Mudanças
doProduto, conforme disposto nos termos dos capítulos especí cos desteRegulamento.

I. Alteração ou inclusão de local de embalagem secundária;

II. Alteração ou inclusão de local de embalagem primária;

III. Alteração menor do processo de produção;

IV. Alteração ou inclusão de equipamento de embalagemprimária;

V. Alteração ou inclusão de equipamento com mesmo desenhoe princípio de funcionamento;

VI. Inclusão de tamanho de lote em até 10 vezes;

VII. Alteração menor de excipiente;

VIII. Adequação de especi cações e métodos analíticos acompêndio o cial ou estreitamento de


faixa de especi cação;

IX. Exclusão de local de fabricação do fármaco, para medicamentoscujos ativos constam no


inciso VII do Art. 5º da RDC nº24/2011, ou local de embalagem primária ou local de embalagemsecundária
ou local de fabricação do produto;

X. Redução do prazo de validade com manutenção dos cuidadosde conservação.

§ 1º A implementação imediata das adequações, alterações,exclusões, inclusões ou reduções


relacionadas neste artigo não impedea análise, a qualquer tempo, da documentação exigida, quandoas
alterações solicitadas poderão ser deferidas ou indeferidas.

§ 2º. As alterações não relacionadas neste artigo só poderãoser implementadas após análise e
conclusão favorável da Anvisa,observadas outras regras especí cas para cada petição.

Art. 6º Toda a documentação deve estar de acordo comlegislação especí ca e, existindo guia
especí co este deverá ser atendidointegralmente.

Art. 7º Todas as petições de alterações, inclusões e cancelamentospós-registro que necessitem


de protocolização deverãoestar acompanhadas dos seguintes documentos:

I. Via original de recolhimento de taxa de scalização devigilância sanitária ou de isenção,


quando for o caso;

II. Formulários de Petição - FP1 e FP2, devidamente preenchidos;

III.Justi cativa da solicitação contemplando a descrição detalhadae o racional da proposta,


conforme Anexo I.

Art. 8º. O Histórico de Mudanças do Produto - Anexo III deveráser protocolizado na Anvisa de
forma eletrônica, anualmente,no mês do aniversário do registro, sendo dispensada a apresentaçãode
Formulários de Petição - FP1 e FP2, e poderá ser objeto deinspeção.

Art. 9º Nos casos de mudanças múltiplas paralelas, a empresadeverá protocolizar cada


mudança individual apresentando documentaçãoúnica que contemple todas as provas relativas a cada
umdos assuntos de petição, suprimindo documentações repetidas.

Art. 10 Nos casos em que for solicitado relatório de estudode estabilidade, poderá ser
apresentado o estudo de estabilidade acelerado,obrigatoriamente acompanhado de estudo de
estabilidade delonga duração em andamento, ou estudo de estabilidade de longaduração concluído.

Art. 11 Nos casos em que for exigido protocolo ou relatóriode estudo de estabilidade, os dados
do estudo de estabilidade geradosapós o peticionamento deverão ser incluídos no Histórico de
Mudançasdo Produto.

Art. 12 Os resultados fora de especi cação do estudo deestabilidade em andamento devem ser
informados imediatamente àAnvisa e, posteriormente à conclusão da investigação, deverá serenviada
proposta de ação corretiva.

Art. 13 O prazo de validade do medicamento será de nidode acordo com os resultados de


estabilidade apresentados.
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Parágrafo Único. Nos casos em que o estudo enviado comprovarprazo de validade provisório
inferior àquele já registrado, esteserá reduzido e não será necessário peticionamento da redução doprazo
de validade.

Art. 14 Nos casos em que seja solicitado protocolo de estudode estabilidade, o prazo de
validade registrado será mantido.

Art. 15 Os Anexos I, II, IV, V e VI referidos nesta normadevem ser apresentados de acordo com os
modelos propostos, devidamenteassinados pelo responsável técnico da empresa detentorado registro.

Art. 16 Não será necessário anexar à petição os novos modelosde texto de bula e rotulagem
para as alterações pós-registro quenecessitem de atualização destes, exceto quando solicitados
nestanorma ou a critério da Anvisa.

§ 1º. A empresa deverá atualizar as informações na bulasomente após a aprovação das


adequações, alterações, exclusões, inclusõesou reduções pós-registro.

§ 2º. A empresa deverá atualizar as informações na bula erotulagem referentes aos itens I, II, VII,
IX e X do art. 5º imediatamenteapós a alteração, observadas outras regras especí cas.

Art. 17 Nos casos em que a solicitação pós-registro se referira mais de uma concentração de
uma mesma forma farmacêutica, estadeverá ser protocolizada com, no mínimo, relatório de
estabilidade,relatório de produção e laudo de controle de qualidade referentes àmaior e à menor
concentração.

Capítulo III

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO LOCAL DE FABRICAÇÃO

SeçãoI

Da Alteração ou Inclusão de local de embalagem secundária

Art.18 Refere-se às mudanças relacionadas à alteração ouinclusão do local da linha de


embalagem secundária.

Art. 19 A petição de alteração descrita nesta seção deveráestar acompanhada do Certi cado de
Boas Práticas de Fabricaçãoválido.

Art. 20 As alterações ou inclusões de local de embalagemsecundária podem ser


implementadas imediatamente após a data deprotocolização da petição.

Seção II

Da Alteração ou Inclusão de local de embalagem primária

Art. 21 Refere-se às mudanças relacionadas à alteração ouinclusão do local da linha de


embalagem primária.

Art. 22 É permitida a inclusão ou alteração concomitante deequipamentos da linha de


embalagem primária.

Art. 23 É permitida a alteração ou inclusão concomitante delocal de embalagem secundária,


quando se tratar do mesmo local deembalagem primária.

Art. 24 A petição de alteração descrita nesta seção deveráestar acompanhada dos seguintes
documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido;

II. Protocolo de estudo de estabilidade referente ao 1º lote ourelatório de estudo de


estabilidade referente a 1(um) lote.

Art. 25 As alterações ou inclusões de local de embalagemprimária podem ser implementadas


imediatamente após a data deprotocolização da petição.

Art. 26 As disposições desta seção não se aplicam aos medicamentosestéreis.

Seção III

Da Alteração ou Inclusão de local de fabricação

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Art. 27 Refere-se à alteração ou à inclusão de local relacionadaa uma ou mais etapas ou à


totalidade do processo defabricação de medicamentos.

§ 1º. Para produtos estéreis, considera-se alteração ou inclusãode local de fabricação do


medicamento a substituição ou adiçãode local de fabrico da linha completa de produção,
podendoexcetuar-se apenas a etapa de embalagem secundária.

§ 2º. As alterações ou inclusões de local de embalagemprimária ou secundária, quando


isoladas, devem ser realizadas deacordo com as seções especí cas.

§ 3º. Para ns deste regulamento não deverão ser peticionadasas alterações ou inclusões das
etapas de aquisição de materiais,de pesagem, de rotulagem, de estocagem e de expedição do
medicamento.

Art.28 É permitida, concomitantemente, a alteração menorou moderada do processo de


produção ou a alteração dos equipamentos.

Art.29 As petições de Alteração ou Inclusão de local defabricação deverão ser acompanhadas


dos seguintes documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido;

II. Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lotedo produto acabado;

V. Relatório de estudo de estabilidade de longa duração referentea 3(três) lotes, a ser incluído
no Histórico de Mudanças doProduto.

Parágrafo único. Quando a alteração ou inclusão de local defabricação não resultar em


alteração de processo produtivo e de equipamentos,ou resultar em alteração menor do processo
produtivo ouem alteração do equipamento de desenho misturador V ou Bin ouvice-versa, o 'Relatório de
estudo de estabilidade referente a 1(um)lote do produto acabado' poderá ser substituído pelo protocolo
deestudo de estabilidade referente aos 3(três) lotes iniciais, desde que aempresa peticione
concomitantemente resultados de estudos de acompanhamentoou de longa duração realizados para
referido produto nolocal de fabricação anterior.

Art. 30 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 29, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 31 As alterações ou inclusões de local de fabricação sópoderão ser implementadas após


análise e conclusão favorável daAnvisa, observadas outras regras especí cas para esta petição.

Art. 32 Nos casos em que a alteração ou inclusão de local defabricação não resultar em
alteração de processo produtivo e de equipamentos,ou resultar na alteração menor de processo
produtivo, ouresultar na alteração ou inclusão de equipamento com mesmo desenhoe princípio de
funcionamento, a referida alteração ou inclusão poderáser implementada 60 (sessenta) dias após a data
de protocolização dapetição, caso não haja manifestação contrária da Anvisa nesse período.

Parágrafoúnico. Dentro do prazo de análise de 60 (sessenta)dias, não caberá exigência, e sim, a


aprovação ou reprovação dapetição.

Capítulo IV

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO PROCESSO DEPRODUÇÃO

Art. 33 Refere-se aos ajustes ou alterações no processo deprodução do produto acabado.

Seção I

Da alteração ou inclusão menor do processo de produção

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Art. 34 Considera-se alteração ou inclusão menor do processode produção os ajustes de menor


impacto no processo produtivorelacionados à alteração de parâmetros de etapas do processo, taiscomo:
velocidade, temperatura, tempo e ordem de adição dos componentesda fórmula.

Parágrafo único. A disposição deste artigo não se aplica àsmudanças no processo de


esterilização.

Art. 35 As alterações ou inclusões menores do processo deprodução devem ser acompanhadas


dos seguintes documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Protocolo de estudo de estabilidade referente ao 1º loteou relatório de estudo de


estabilidade referente a 1(um) lote.

Art. 36 As alterações ou inclusões menores do processo deprodução podem ser


implementadas imediatamente, não necessitandode protocolização e de análise prévia pela Anvisa.

Parágrafo único. A documentação exigida deverá ser anexadaao Histórico de Mudanças do


Produto.

Seção II

Da alteração ou inclusão moderada do processo de produção

Art.37 Considera-se alteração ou inclusão moderada do processode produção os ajustes de


impacto moderado no processo produtivo,que não se enquadrem em alteração menor ou maior
doprocesso de produção.

Parágrafo único. A disposição deste artigo aplica-se às mudançasno processo de esterilização.

Art. 38 As petições de alterações ou inclusões moderadas doprocesso de produção devem ser


acompanhadas dos seguintes documentos:

I.Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lotedo produto acabado.

Art. 39 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 38, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 40 As alterações ou inclusões moderadas do processo deprodução só poderão ser


implementadas após análise e conclusãofavorável da Anvisa, observadas outras regras especí cas para
estapetição.

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Seção III

Da alteração ou inclusão maior do processo de produção

Art. 41 Considera-se alteração ou inclusão maior do processode produção as mudanças que


alterem o tipo de processo de produção,como a mudança de via seca para úmida e vice-versa,
oualterações de produção que impactem no sistema de liberação dofármaco.

Art. 42 As petições de alterações ou inclusões maiores doprocesso de produção devem ser


acompanhadas dos seguintes documentos:

I.Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lotedo produto acabado;

V. Relatório de estudo de estabilidade de longa duração referentea 3(três) lotes, a ser incluído
no Histórico de Mudanças doProduto.

Art. 43 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 42, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 44 As alterações ou inclusões maiores do processo deprodução só poderão ser


implementadas após análise e conclusãofavorável da Anvisa, observadas outras regras especí cas para
estapetição.

Capítulo V

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO EQUIPAMENTO

Art.45 Refere-se à alteração ou inclusão de equipamentocom igual ou diferente capacidade,


desenho ou princípio de funcionamentoou à automatização do equipamento.

Seção I

Da alteração ou inclusão de equipamento de embalagem primária

Art.46 Refere-se à alteração ou inclusão de equipamento deembalagem primária.

Art. 47 As alterações ou inclusões de equipamento de embalagemprimária podem ser


implementadas imediatamente, não necessitandode protocolização e de análise prévia pela Anvisa.

Parágrafo único. A referida mudança deverá ser registrada noHistórico de Mudanças do


Produto.

Seção II

Da alteração ou inclusão de equipamento com mesmo desenhoe princípio de funcionamento

Art. 48 Refere-se à alteração ou inclusão de equipamentocom mesmo desenho e princípio de


funcionamento, excetuando osequipamentos da linha de embalagem.

Art. 49 É permitida a variação da capacidade, a automatizaçãodo equipamento ou alteração


menor do processo de produçãoconcomitantemente com a alteração a que se refere esta seção.

Art. 50 As alterações ou inclusões de equipamento commesmo desenho e princípio de


funcionamento devem ser acompanhadasdos seguintes documentos:

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I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Protocolo de estudo de estabilidade referente ao 1º loteou relatório de estudo de


estabilidade referente a 1(um) lote.

Parágrafo único. Quando se tratar de inclusão de equipamentocom mesma capacidade, sistema


de automatização e processoprodutivo é dispensada a apresentação do item IV.

Art. 51 As alterações ou inclusões de equipamento commesmo desenho e princípio de


funcionamento podem ser implementadasimediatamente, não necessitando de protocolização e
análiseprévia pela Anvisa.

Parágrafo único. A documentação exigida deverá ser anexadaao Histórico de Mudanças do


Produto.

Seção III

Da alteração ou inclusão de equipamento com diferente desenhoou princípio de


funcionamento

Art. 52 Refere-se à alteração ou inclusão de equipamentocom diferente desenho e princípio de


funcionamento ou de equipamentocom diferente desenho e mesmo princípio de
funcionamento,excetuando os equipamentos da linha de embalagem.

Art. 53 É permitida, concomitantemente, a alteração menorou moderada do processo de


produção em função da alteração deequipamento.

Art. 54 A petição de alteração ou inclusão de equipamentocom diferente desenho e princípio de


funcionamento ou de equipamentocom diferente desenho e mesmo princípio de funcionamentodeve ser
acompanhada dos seguintes documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II. Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lotedo produto acabado;

V. Relatório de estudo de estabilidade de longa duração referentea 3(três) lotes, a ser incluído
no Histórico de Mudanças doProduto.

Art. 55 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 54, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 56 As alterações ou inclusões de equipamento comdiferente desenho ou princípio de


funcionamento só poderão ser implementadasapós análise e conclusão favorável da Anvisa,
observadasoutras regras especí cas para esta petição.

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Capítulo VI

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO TAMANHO DOLOTE

Seção I

Da inclusão de tamanho de lote em até 10 vezes

Art. 57 Refere-se à inclusão de tamanho de lote em até 10vezes o tamanho do lote piloto.

Parágrafo único. A disposição deste artigo não se aplica aosmedicamentos de concentração


inferior a 0,99 mg por unidade posológica,exceto para soluções perfeitas.

Art. 58 São permitidas, concomitantemente, a alteração menordo processo de produção e a


alteração ou inclusão de equipamentocom mesmo desenho e mesmo princípio de
funcionamento,podendo variar a capacidade e/ou automatização do equipamento.

Art. 59 A inclusão de tamanho de lote em até 10 vezes deveser acompanhada dos seguintes
documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a", "c" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Protocolo de estudo de estabilidade referente ao 1º loteou relatório de estudo de


estabilidade referente a 1(um) lote.

Art. 60 A inclusão de tamanho de lote em até 10 vezes podeser implementada imediatamente,


não necessitando de protocolizaçãoe análise prévia pela Anvisa.

Parágrafo único. A documentação exigida deverá ser anexadaao Histórico de Mudanças do


Produto.

Seção II

Da inclusão de tamanho do lote superior a 10 vezes

Art. 61 Refere-se à inclusão de tamanho de lote superior a 10vezes o tamanho do lote piloto.

Art. 62 Aplica-se a qualquer inclusão de tamanho de lotepara medicamentos de concentração


inferior a 0,99 mg por unidadeposológica, exceto para soluções perfeitas.

Art. 63 São permitidas, concomitantemente, a alteração menordo processo de produção e a


alteração ou inclusão de equipamentocom mesmo desenho e mesmo princípio de
funcionamento,podendo variar a capacidade e/ou automatização do equipamento.

Art. 64 A petição de inclusão do tamanho do lote deve seracompanhada dos seguintes


documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a", "c" e "d" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lotedo produto acabado.

www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/22789094/do1-2016-05-03-resolucao-rdc-n-76-de-2-de-maio-de-2016-22788884 8/24
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Art. 65 A inclusão de tamanho do lote superior a 10 vezes otamanho do lote piloto só poderá ser
implementada após análise econclusão favorável da Anvisa, observadas outras regras especí caspara
esta petição.

Capítulo VII

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AOS EXCIPIENTES

Art.66 Refere-se às mudanças quantitativas e qualitativasdo(s) excipiente(s) da formulação.

Seção I

Da inclusão de nova apresentação por alteração de sabor

Art. 67 Refere-se à inclusão de sabor por meio da adição ouexclusão de aromatizante,


edulcorante, avorizante ou corante a umaformulação já registrada.

Art. 68 A presente inclusão resulta em novo número deregistro e não cancela o anterior.

§ 1º Caso não exista interesse em manter a apresentaçãoanterior, deverá ser peticionado o


cancelamento de apresentação.

§ 2º Caso a empresa queira alterar sabor, de acordo com odisposto no art. 67, sem resultar em
um novo número de registro,deverá ser peticionada a alteração menor ou moderada de excipientes.

Art.69 A petição de inclusão de sabor, odor ou cor deve seracompanhada dos seguintes
documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Código GTIN para a(s) nova(s) apresentação(ões);

III. Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "b" do Anexo V;

IV. Especi cação e metodologia analítica, com referênciabibliográ ca utilizada, ou, quando não
farmacopeica, descrição dametodologia para os excipientes cujas informações ainda não constemno
registro.

V. Informações referentes à encefalopatia espongiformetransmissível, para os excipientes cujas


informações ainda não constemno registro;

VI. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

VII. Relatório de validação do novo método analítico doproduto acabado;

VIII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um)lote do produto acabado.

Parágrafo único. Nos casos em que a solicitação resultar emexclusão de corante, edulcorante,
avorizante e/ou aromatizante auma formulação já registrada, permite-se a apresentação do protocolode
estabilidade do 1° lote em substituição ao relatório de estudo deestabilidade de 1(um) lote.

Art. 70 A inclusão de nova apresentação por alteração desabor só poderá ser implementada
após análise e conclusão favorávelda Anvisa, observadas outras regras especí cas para esta petição.

Seção II

Da alteração menor de excipiente

Art. 71 Refere-se à redução ou exclusão de corante, edulcorante, avorizante ou aromatizante e


às alterações quantitativas quese enquadrarem nos limites descritos no Anexo de excipientes - AnexoII.

Art. 72 A petição de alteração menor de excipiente deve seracompanhada dos seguintes


documentos:

www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/22789094/do1-2016-05-03-resolucao-rdc-n-76-de-2-de-maio-de-2016-22788884 9/24
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I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "b" do Anexo V;

III. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

IV. Relatório de validação do novo método analítico do produtoacabado;

V. Protocolo de estudo de estabilidade referente a 1(um) lotedo produto acabado;

VI. Relatório com método e resultados dos testes de e cáciade conservantes, nos casos em que
se altera o próprio sistema conservante.

Parágrafoúnico. Quando se tratar de redução ou exclusão deexcipientes relativos à cor, sabor ou


odor será dispensada a apresentaçãodo item IV.

Art. 73 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 72, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 74 A alteração menor de excipiente pode ser implementadaimediatamente após a


protocolização da petição.

Seção III

Da alteração moderada de excipiente

Art. 75 Refere-se às mudanças quantitativas e qualitativas deexcipientes que se enquadrarem


nos limites descritos no Anexo deexcipientes - Anexo II - e às alterações referentes às formas
farmacêuticasnão contempladas pelo referido Anexo.

Art. 76 A petição de alteração moderada de excipiente deveser acompanhada dos seguintes


documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II. Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "b" do Anexo V;

III. Especi cação e metodologia analítica, com referênciabibliográ ca utilizada, ou, quando não
farmacopeica, descrição dametodologia para os excipientes cujas informações ainda não constemno
registro;

IV. Informações referentes à encefalopatia espongiformetransmissível, para os excipientes cujas


informações ainda não constemno registro;

V. Laudo analítico de controle de qualidade do produto acabadoreferente a 1 (um) lote;

VI. Relatório de validação do novo método analítico doproduto acabado;

VII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um)lote do produto acabado;

VIII. Relatório com método e resultados dos testes de e cáciade conservantes, nos casos em
que se altera o próprio sistemaconservante.

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Art. 77 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 76, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 78 A alteração moderada de excipiente só poderá serimplementada após análise e


conclusão favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Seção IV

Da alteração maior de excipiente

Art. 79 Refere-se às mudanças quantitativas e qualitativasque estiverem acima dos limites


descritos para alteração moderada doAnexo de excipientes - Anexo II.

Art. 80 A petição de alteração maior de excipiente deve seracompanhada dos seguintes


documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de produção, incluindo os quadros comparativos"a" e "b" do Anexo V;

III. Especi cação e metodologia analítica, com referênciabibliográ ca utilizada, ou, quando não
farmacopeica, descrição dametodologia para os excipientes cujas informações ainda não constemno
registro;

IV. Informações referentes à encefalopatia espongiformetransmissível, para os excipientes cujas


informações ainda não constemno registro;

V. Laudo analítico de controle de qualidade do produto acabadoreferente a 1(um) lote;

VI. Relatório de validação do novo método analítico doproduto acabado;

VII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um)lote do produto acabado;

VIII. Relatório de estudo de estabilidade de longa duraçãoreferente a 3(três) lotes, a ser incluído
no Histórico de Mudanças doProduto;

IX. Relatório com método e resultados dos testes de e cáciade conservantes, nos casos em que
se altera o próprio sistema conservante.

Art.81 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuando-seas soluções perfeitas, aplicam-se,


além das contidas no art. 80, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 82 A alteração maior de excipiente só poderá ser implementadaapós análise e conclusão


favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo VIII

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS À ATUALIZAÇÃODE ESPECIFICAÇÕES E MÉTODOS


ANALÍTICOS DO PRODUTOACABADO

Art. 83 Refere-se à alteração, inclusão ou exclusão de métodoe/ou especi cação do produto


acabado que não seja decorrentede alteração pós-registro.

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Parágrafo único. A alteração, inclusão ou exclusão de métodoe/ou especi cação do produto


acabado que seja decorrente dealteração pós-registro será analisada conjuntamente à alteração proposta.

SeçãoI

Da adequação de especi cações e métodos analíticos a compêndioo cial ou estreitamento de


faixa de especi cação

Art. 84 Refere-se à mudança da faixa de especi cação e àatualização, inclusão ou substituição


do método analítico para ns deadequação a compêndio o cial, ou ainda a qualquer estreitamento dafaixa
de especi cação.

Parágrafo único. A disposição deste artigo não se aplica àatualização/inclusão/substituição de


método analítico referente a produtosde degradação e método biológico de quanti cação de teor.

Art. 85 A adequação de especi cações e métodos analíticosa compêndio o cial ou


estreitamento de faixa de especi cação deve

ser acompanhada da descrição da especi cação ou método analítico jáaprovado e do alterado,


incluindo a nova referência.

Art. 86 A adequação de especi cações e método analítico acompêndio o cial ou estreitamento


de faixa de especi cação pode serimplementada imediatamente, não necessitando de protocolização
eanálise prévia pela Anvisa.

Parágrafo único. A documentação exigida deverá ser anexadaao Histórico de Mudanças do


Produto.

Seção II

Da atualização de especi cações e métodos analíticos

Art. 87 Refere-se à:

a. Atualização de especi cações e de método(s) analítico(s)nos casos em que ocorra alteração


ou inclusão de método(s) analítico(s)ou de especi cação(ões) que não conste(m) nos compêndioso ciais
aceitos pela Anvisa;

b. Atualização ou substituição ou inclusão de método(s) analítico(s)ou especi cação(ões) de


produtos de degradação ou de método(s)biológico(s) de quanti cação de teor;

c. Exclusão de método(s) analítico(s) ou especi cação(ões).

Art. 88 A petição de atualização de especi cações e métodoanalítico deve ser acompanhada


dos seguintes documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Descrição da especi cação ou método analítico já aprovadoe do alterado, incluindo a nova


referência;

III. Referências bibliográ cas e/ou cópia de compêndio;

IV. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

V. Relatório de validação do novo método analítico do produtoacabado.

Art. 89 Não é permitida exclusão de ensaio, método analíticoou especi cações obrigatórias para
a forma farmacêutica.

Art. 90 A atualização de especi cações e metodologia analíticasó pode ser implementada após
análise e conclusão favorável daAnvisa, observadas outras regras especí cas para esta petição.

Capítulo IX

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DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO PRAZO DEVALIDADE OU AOS CUIDADOS DE


CONSERVAÇÃO

Art. 91 Refere-se à alteração do prazo de validade ou alteraçãodos cuidados de conservação do


produto acabado, do produtoapós a reconstituição ou do produto após diluição.

Seção I

Da redução do prazo de validade com manutenção dos cuidadosde conservação

Art. 92 Refere-se à redução do prazo de validade do produtoacabado, do produto após a


reconstituição ou do produto após diluiçãomantendo-se os cuidados de conservação inalterados.

Art. 93 A petição de redução do prazo de validade commanutenção dos cuidados de


conservação deve ser acompanhada dorelatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lote de
longaduração ou acompanhamento.

Art. 94 A redução do prazo de validade, mantendo os cuidadosde conservação inalterados,


pode ser implementada imediatamenteapós a protocolização da petição, não necessitando de
análiseprévia pela Anvisa.

Seção II

Da redução do prazo de validade com alteração dos cuidadosde conservação

Art. 95 Refere-se à redução do prazo de validade do produtoacabado, do produto após a


reconstituição ou do produto após diluição,alterando-se os cuidados de conservação.

Art. 96 A petição de redução do prazo de validade comalteração dos cuidados de conservação


deve ser acompanhada dorelatório de estudo de estabilidade de longa duração referente a 3(três)lotes.

Art. 97 A redução do prazo de validade com alteração doscuidados de conservação só poderá


ser implementada após análise econclusão favorável da Anvisa, observadas outras regras especí caspara
esta petição.

Seção III

Da ampliação do prazo de validade ou alteração dos cuidadosde conservação

Art. 98 Refere-se à ampliação do prazo de validade ou àalteração dos cuidados de conservação


do produto acabado, do produtoapós a reconstituição ou do produto após diluição.

Art. 99 A ampliação do prazo de validade ou alteração doscuidados de conservação deve ser


acompanhada do relatório de estudode estabilidade de longa duração referente a 3(três) lotes.

Art. 100 A ampliação do prazo de validade ou alteração doscuidados de conservação só poderá


ser implementada após análise econclusão favorável da Anvisa, observadas outras regras especí caspara
esta petição.

Capítulo X

DA INCLUSÃO DE NOVA APRESENTAÇÃO COMERCIAL

Art.101 Refere-se à inclusão de nova apresentação na qualocorra alteração no volume ou no


número de unidades farmacotécnicaspreviamente registradas, ou inclusão, alteração ou retirada
deacessórios.

§ 1º Caso não exista interesse em manter as apresentaçõesanteriores, deverá ser peticionado o


cancelamento de apresentação.

§ 2º A nova apresentação deverá ser condizente com a posologiado produto.

§ 3º Para a inclusão de nova apresentação fracionável, aplica-se,além do disposto neste


capítulo, o disposto em normativaespecí ca.

Seção I

Da inclusão de nova apresentação comercial

Art. 102 Refere-se à inclusão de nova apresentação comercialde produto não estéril e a todos
os casos em que ocorra inclusão,alteração ou retirada de acessórios.

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Art. 103 A petição de inclusão de nova apresentação comercialde produto não estéril deve ser
acompanhada de código GTINpara a(s) nova(s) apresentação(ões).

Parágrafo único. Para produtos líquidos em que a nova apresentaçãosofra alteração do volume
deve ser apresentado protocolo deestudo de estabilidade referente ao 1º lote ou relatório de estudo
deestabilidade referente a 1(um) lote.

Art. 104 A inclusão de nova apresentação comercial de produtonão estéril e de todos os casos
em que ocorra inclusão, alteraçãoou retirada de acessórios só poderão ser implementados após análisee
conclusão favorável da Anvisa, observadas outras regras especí caspara esta petição.

Seção II

Da inclusão de nova apresentação comercial de produto estéril

Art.105 Refere-se à inclusão de nova apresentação comercialde produto estéril.

Art. 106 A petição de inclusão de nova apresentação comercialde produto estéril deve ser
acompanhada de código GTINpara a(s) nova(s) apresentação(ões).

Parágrafo único. Para produtos líquidos estéreis em que anova apresentação sofra alteração do
volume, deve ser apresentadorelatório de estudo de estabilidade referente a 1(um) lote.

Art. 107 A inclusão de nova apresentação comercial de produtoestéril só poderá ser


implementada após análise e conclusãofavorável da Anvisa, observadas outras regras especí cas para
estapetição.

Capítulo XI

DA INCLUSÃO DE NOVO ACONDICIONAMENTO

Art. 108 Refere-se à inclusão de um novo acondicionamentoou de acondicionamento


fracionável para um produto já registrado.

Parágrafo único. Caso não exista interesse em manter oacondicionamento anterior, a detentora
deverá solicitar o cancelamentode registro da(s) apresentação(ões) na justi cativa técnica.

Art. 109 As apresentações resultantes da inclusão de novoacondicionamento fracionável devem


atender, além do disposto nestecapítulo, o que dispõe a normativa especí ca.

Art. 110 É permitida, concomitantemente, a alteração dosequipamentos utilizados


exclusivamente para o processo de embalagem.

Art.111 A petição de inclusão de novo acondicionamentodeve ser acompanhada dos seguintes


documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Relatório de estudo de estabilidade referente a 3(três)lotes;

III. Relatório com método e resultados do controle de qualidadede embalagem para soluções
parenterais de pequeno e grandevolume e nutrição parenteral;

IV. Especi cação do material de acondicionamento;

V. Código GTIN para a(s) nova(s) apresentação(ões).

Art. 112 Nos casos de inclusão de um novo acondicionamentoque atenda às condições descritas
no Anexo VII - Materiais deacondicionamento, o item II do art. 111 poderá ser substituído peloprotocolo de
estudo de estabilidade referente aos 3(três) lotes iniciais.

Parágrafoúnico. A disposição deste artigo não se aplica aosmedicamentos injetáveis.

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Art. 113 Nos casos de inclusão de um novo acondicionamentoque atenda às condições descritas
no Anexo Anexo VII Materiaisde acondicionamento serão mantidos para o novo acondicionamentoo prazo
de validade e os cuidados de conservação doacondicionamento já registrado.

Art. 114 A inclusão de novo acondicionamento só poderá serimplementada após análise e


conclusão favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XII

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO FÁRMACO

Art. 115 Refere-se à alteração ou inclusão na rota de síntesedo fármaco ou de local de


fabricação do fármaco.

Parágrafo único. A disposição deste capítulo aplica-se apenasaos ativos que constam no inciso
VII do Art. 5º da Resolução daDiretoria Colegiada - RDC nº 24/2011 ou suas atualizações.

Art. 116 Toda a documentação emitida pelo fabricante dofármaco deverá ser enviada em papel
timbrado.

Parágrafo Único. Fica facultado ao(s) fabricante(s) do(s) fármaco(s)enviar(em) diretamente à


Anvisa a documentação relativa aofármaco, devidamente identi cada com o nome da empresa
detentorado registro, o número do processo e o número do expediente a que serelaciona.

Seção I

Da alteração ou inclusão da rota de síntese do fármaco

Art. 117 Refere-se à alteração ou inclusão na rota de sínteseou semissíntese do fármaco,


permanecendo o mesmo fabricante jáinformado no registro.

Art. 118 A petição de alteração ou inclusão da rota de síntesedo fármaco deve ser acompanhada
dos seguintes documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Per l comparativo de impurezas entre 1(um) lote do fármacoobtido pela rota de síntese ou
semissíntese aprovada no registroe 1(um) lote do fármaco obtido pela nova rota de síntese;

III. Rota de síntese ou semissíntese completa com produtosintermediários;

IV. Laudo analítico de controle de qualidade do fármacoreferente a 1(um) lote emitido pelo
fabricante do medicamento;

V. Laudo analítico de controle de qualidade do fármaco referentea 1(um) lote emitido pelo
fabricante do fármaco;

VI. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

VII. Relatório de validação do novo método analítico doproduto acabado;

VIII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um)lote do produto acabado.

§ 1º A rota de síntese ou semissíntese deverá conter asinformações referentes aos solventes


utilizados, lista de solventesresiduais, polimor smo, aos limites, quanti cação e especi cação deimpurezas
de síntese e produtos de degradação, além das informaçõesreferentes à quiralidade e proporção de
isômeros.

§ 2º Deverá ser apresentada discussão relativa ao impacto deeventuais alterações do per l de


impurezas e validação, ou revalidação,da metodologia de análise.

Art. 119 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuandoseas soluções perfeitas, aplicam-se,
além das contidas no art. 118, asseguintes regras:

www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/22789094/do1-2016-05-03-resolucao-rdc-n-76-de-2-de-maio-de-2016-22788884 15/24
02/10/2019 RESOLUÇÃO - RDC Nº 76, DE 2 DE MAIO DE 2016 - Imprensa Nacional

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 120 A alteração ou inclusão da rota de síntese ou semissíntesedo fármaco só poderá ser
implementada após análise econclusão favorável da Anvisa, observadas outras regras especí caspara
esta petição.

Seção II

Da alteração ou inclusão de local de fabricação do fármaco

Art. 121 Refere-se à substituição ou adição do local defabricação do fármaco.

Art. 122 É permitida, concomitantemente, a alteração ouinclusão da rota de síntese ou


semissíntese do fármaco em função daalteração ou inclusão do local de fabricação do fármaco.

Art. 123 A petição de alteração ou inclusão de local defabricação do fármaco deve ser
acompanhada dos seguintes documentos:

I.Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Per l comparativo de impurezas entre 1(um) lote do fármacoobtido pela rota de síntese e/ou
local de fabricação aprovada noregistro e 1(um) lote do fármaco obtido pela nova rota de síntese
e/oulocal de fabricação;

III. Rota de síntese completa com produtos intermediários;

IV. Laudo analítico de controle de qualidade do fármacoreferente a 1(um) lote emitido pelo
fabricante do medicamento;

V. Laudo analítico de controle de qualidade do fármaco referentea 1(um) lote emitido pelo
fabricante do fármaco;

VI. Laudo analítico de controle de qualidade do produtoacabado referente a 1 (um) lote;

VII. Relatório de validação do novo método analítico doproduto acabado;

VIII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 1(um)lote do produto acabado.

§ 1º A rota de síntese ou semissíntese deverá conter asinformações referentes aos solventes


utilizados, lista de solventesresiduais, polimor smo, aos limites, quanti cação e especi cação deimpurezas
de síntese e produtos de degradação, além das informaçõesreferentes à quiralidade e proporção de
isômeros.

§ 2º Deverá ser apresentada discussão relativa ao impacto deeventuais alterações do per l de


impureza e validação, ou revalidação,do método de análise para o fármaco.

Art. 124 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuandoseas soluções perfeitas, aplicam-se,
além das contidas no art. 123, asseguintes regras:

I. Apresentar resultados comparativos entre distribuição dotamanho de partícula/gotícula da


condição anteriormente registrada eda nova condição;

II. Incluir discussão relativa ao impacto de eventuais alteraçõesda distribuição do tamanho de


partícula/gotícula.

Art. 125 A alteração ou inclusão de local de fabricação dofármaco só poderá ser implementada
após análise e conclusão favorávelda Anvisa, observadas outras regras especí cas para estapetição.

Capítulo XIII

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS À POSOLOGIA


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Art. 126 Refere-se à alteração de posologia para um produtojá registrado de mesma


concentração, forma farmacêutica e indicaçãoterapêutica.

Art. 127 A petição de alteração de posologia deve ser acompanhadados seguintes documentos:

I. Relatório de estudos clínicos ou estudos clínicos publicadosem revistas indexadas, para


posologia que não se enquadredentro dos limites já estabelecidos em normas vigentes;

II. Texto de bula atualizado.

Art. 128 A alteração de posologia só poderá ser implementadaapós análise e conclusão


favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XIV

DA AMPLIAÇÃO DE USO

Art. 129 Refere-se ao aumento da população alvo para umproduto já registrado na mesma
indicação terapêutica.

Art. 130 A petição de ampliação de uso deve ser acompanhadados seguintes documentos:

I. Relatório de estudos clínicos ou estudos clínicos publicadosem revistas indexadas;

II. Texto de bula atualizado.

Art. 131 A ampliação de uso só poderá ser implementadaapós análise e conclusão favorável da
Anvisa, observadas outras regrasespecí cas para esta petição.

Capítulo XV

DA INCLUSÃO DE NOVA VIA DE ADMINISTRAÇÃO

Art. 132 Refere-se à inclusão de nova via de administraçãopara um produto já registrado na


mesma concentração, indicaçãoterapêutica e forma farmacêutica.

Art. 133 A petição de inclusão de nova via de administraçãodeve ser acompanhada dos
seguintes documentos:

I. Relatório de estudos clínicos ou estudos clínicos publicadosem revistas indexadas, para via de
administração nova nopaís;

II. Texto de bula atualizado.

Art. 134 A inclusão de nova via de administração só poderáser implementada após análise e
conclusão favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XVI

DA INCLUSÃO DE INDICAÇÃO TERAPÊUTICA

Art. 135 Refere-se à inclusão de indicação terapêutica paraum produto já registrado na mesma
concentração e forma farmacêutica.

Art.136 A petição de inclusão de indicação terapêutica deveser acompanhada dos seguintes


documentos:

I. Relatório de estudos clínicos ou estudos clínicos publicadosem revistas indexadas;

II. Texto de bula atualizada.

Art. 137 A inclusão de indicação terapêutica só poderá serimplementada após análise e


conclusão favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XVII

DA INCLUSÃO DE NOVA CONCENTRAÇÃO

Art. 138 Refere-se à inclusão de nova concentração para umproduto já registrado na mesma
forma farmacêutica e indicação terapêutica.

Art.139 A petição de inclusão de nova concentração deveser acompanhada dos seguintes


documentos:

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I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Código GTIN para a(s) nova(s) apresentação(ões);

III. Relatório de produção;

IV. Laudo analítico de controle de qualidade do fármaco e doproduto acabado referente a 1 (um)
lote incluindo especi cações ereferências bibliográ cas (caso haja alteração de metodologia
analítica,anexar respectiva validação);

V. Especi cação do material de acondicionamento;

VI. Relatório com método e resultados do controle de qualidadede embalagem para soluções
parenterais de pequeno e grandevolume e nutrição parenteral;

VII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 3(três)lotes;

VIII. Relatório com método e resultados dos testes de e cáciade conservantes, quando
aplicável;

IX. Relatório de estudos clínicos ou estudos clínicos publicadosem revistas indexadas, para
concentrações novas no país oupara concentrações que não se enquadram dentro dos limites já
estabelecidosem normas vigentes;

X. Texto de bula atualizado.

Art. 140 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuandoseas soluções perfeitas, aplica-se,
além das contidas no art. 139, aseguinte regra:

I. Determinar, com metodologia adequada, a distribuição dotamanho de partícula/gotícula.

Art. 141 A inclusão de nova concentração só poderá serimplementada após análise e conclusão
favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XVIII

DA INCLUSÃO DE NOVA FORMA FARMACÊUTICA

Art. 142 Refere-se à inclusão de nova forma farmacêuticapara um produto já registrado na


mesma indicação terapêutica.

Seção I

Art. 143 A petição de inclusão de nova forma farmacêuticadeve ser acompanhada dos seguintes
documentos:

I. Certi cado de Boas Práticas de Fabricação válido ou protocolosolicitando a inspeção da


Anvisa, desde que a empresa apresentesituação satisfatória de acordo com a última inspeção realizada;ou
protocolo solicitando a inspeção da Anvisa acompanhado de Certi cadode Boas Práticas de Fabricação
válido emitido pela autoridadesanitária competente, para os fabricantes internacionais; ou aAnvisa poderá
consultar seu banco de dados com o objetivo decomprovar as Condições Técnicas Operacionais da
empresa peticionária;

II.Código GTIN para a(s) nova(s) apresentação(ões);

III. Relatório de produção;

IV. Laudo analítico de controle de qualidade do fármaco e doproduto acabado referente a 1 (um)
lote, incluindo especi cações ereferências bibliográ cas (caso haja alteração de metodologia
analítica,anexar respectiva validação);

V. Especi cação do material de acondicionamento;

VI. Relatório com método e resultados do controle de qualidadede embalagem para soluções
parenterais de pequeno e grandevolume e nutrição parenteral;
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VII. Relatório de estudo de estabilidade referente a 3(três)lotes;

VIII. Relatório com método e resultados dos testes de e cáciade conservantes, quando
aplicável;

IX. Relatório de estudos clínicos ou estudos clínicos publicadosem revistas indexadas, para
forma farmacêutica nova nopaís;

X. Texto de bula atualizado.

Art. 144 Para produtos semissólidos e líquidos, excetuandoseas soluções perfeitas, aplica-se,
além das contidas no art. 143, aseguinte regra:

I. Determinar, com metodologia adequada, a distribuição dotamanho de partícula/gotícula.

Art. 145 A inclusão de nova forma farmacêutica só poderáser implementada após análise e
conclusão favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XX

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS À ROTULAGEM

Art. 146 Refere-se à alteração da rotulagem dos medicamentosjá registrados que não tenha
sido contemplada em normaespecí ca ou que não seja decorrente de alteração pós-registro.

Art. 147 A petição de alteração de rotulagem deve ser acompanhadado novo layout de rótulo e
embalagem.

Art. 148 A alteração de rotulagem dos medicamentos járegistrados que não tenha sido
contemplada em normativa especí caou que não seja decorrente de alteração pós-registro só poderá
serimplementada após análise e conclusão favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para
esta petição.

Capítulo XXI

DAS MUDANÇAS RELACIONADAS AO NOME COMERCIAL

Art.149 Refere-se à alteração do nome comercial de medicamentosjá registrados.

Art. 150 A petição de alteração de nome comercial deveráser acompanhada de declaração de


não comercialização do produto.

Art. 151 A alteração de nome comercial só poderá ser implementadaapós análise e conclusão
favorável da Anvisa, observadasoutras regras especí cas para esta petição.

Capítulo XXII

DO CANCELAMENTO DO REGISTRO

Seção I

Do cancelamento de registro da apresentação do medicamento

Art.152 Refere-se ao cancelamento do registro de determinadasapresentações do


medicamento.

Art. 153 O cancelamento da apresentação do medicamentosó poderá ser implementado após


análise e conclusão favorável daAnvisa, observadas outras regras especí cas para esta petição.

Art. 154 O cancelamento só poderá ser solicitado após acomunicação de descontinuação


de nitiva de fabricação ou importação,nos termos da RDC n° 18/2014 ou suas atualizações, excetopara nas
seguintes situações:

§ 1º Cancelamentos em que a empresa manterá registro deproduto na mesma forma


farmacêutica e concentração;

§ 2º Cancelamentos em que as apresentações não foramcomercializadas.

Seção II

Do cancelamento de registro do medicamento

Art. 155 Refere-se ao cancelamento do registro de todas asapresentações do medicamento.

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Art. 156 O cancelamento do registro do medicamento sópoderá ser implementado após análise
e conclusão favorável da Anvisa,observadas outras regras especí cas para esta petição.

Art. 157 O cancelamento só poderá ser solicitado após comunicaçãode descontinuação


de nitiva de fabricação ou importação,nos termos da RDC n° 18/2014 ou suas atualizações, exceto para
osmedicamentos que não foram comercializados.

Capítulo XXIII

EXCLUSÃO DE LOCAL DE FABRICAÇÃO DO FÁRMACOOU LOCAL DE EMBALAGEM PRIMÁRIA OU


LOCALDE EMBALAGEM SECUNDÁRIA OU LOCAL DE FABRICAÇÃODO PRODUTO

Art. 158 As petições de exclusão referidas neste capítulodevem ser acompanhadas da lista dos
locais que permanecem vigentes,assinada pelo responsável técnico do detentor do registro.

Art. 159 As exclusões referidas neste capítulo podem serimplementadas imediatamente após a
protocolização da petição.

Capítulo XXIV

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 160 As decisões da Anvisa quanto à avaliação dassolicitações pós-registro serão objeto de
publicação em Diário O cialda União, ou em outro meio de divulgação institucional, quandoaplicável.

Art. 161 Nos casos não previstos nesta Resolução, ou quenão satisfaçam a algum dos quesitos
especi cados, cará a critério daAnvisa estabelecer os testes e a documentação que deverão ser
apresentados.

Art.162 A Anvisa poderá solicitar documentos adicionaisquando julgar necessário.

Art.163 Recomendações da Anvisa para o pós-registro demedicamentos estarão


disponibilizadas para consulta no site destaAgência.

Art. 164 O descumprimento das disposições contidas nestaResolução e no regulamento por ela
aprovado constitui infração sanitária,nos termos da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977, semprejuízo das
responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.

Art. 165. Esta Resolução entra em vigor 95 dias a partir dadata da publicação.

JARBAS BARBOSA DA SILVA JÚNIOR


ANEXO I
JUSTIFICATIVA DA SOLICITAÇÃO

1. Relato contendo a proposta de alteração solicitada pela empresa

2. Motivação da alteração proposta pela empresa incluindo o argumento técnico para a


realizaçãoda alteração

Quando pertinente, a empresa deverá anexar documentação comprobatória da motivação.

ANEXO II
EXCIPIENTES
1. Determina os critérios para o enquadramento de alterações de excipiente em alteração
menor,moderada e maior de excipientes.

2. Para formas farmacêuticas sólidas de liberação imediata:

a) O cálculo para de nição do nível da alteração de excipiente:

Qualquer alteração de excipiente deverá ser baseada na formulação inicialmente registrada


ouna última formulação que já tenha segurança e e cácia demonstradas através de estudos clínicos
,quando aplicável.

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A alteração de cada um dos excipientes e o efeito aditivo total das alterações devem
sercalculados considerando alterações de excipientes expressos como porcentagem peso/peso (p/p) do
totalda formulação.

As porcentagens da tabela I estão baseadas na premissa de que o produto foi


formuladoconsiderando o princípio ativo com 100% da sua potência declarada na rotulagem.

b) O peso total da forma farmacêutica deve permanecer dentro da faixa originalmente


especi cada;

TabelaI - Formas farmacêuticas sólidas de liberação imediata

O efeito aditivo das alterações dos excipientes não pode ser superior a 5%, para alteraçãomenor,
e 10 % para alteração moderada.

1. Para formas farmacêuticas sólidas de liberação modi cada:

a) Qualquer alteração de excipiente deverá ser baseada na formulação inicialmente registrada


ouna última formulação que já tenha segurança e e cácia demonstradas através de estudos clínicos,
quandoaplicável;

A alteração de cada um dos excipientes e o efeito aditivo total das alterações devem
sercalculados considerando alterações de excipientes expressos como porcentagem peso/peso (p/p) do
totalda formulação.

As porcentagens da tabela I estão baseadas na premissa de que o produto foi


formuladoconsiderando o princípio ativo com 100% da sua potência declarada na rotulagem.

b) O peso total da forma farmacêutica deve permanecer dentro da faixa originalmente


especi cada;

c)A alteração de cada um dos excipientes e o efeito aditivo total das alterações nos
excipientesrelacionados ao sistema de liberação modi cada deve atender o disposto na tabela II,
considerandoalterações de excipientes expressos como porcentagem peso/peso (p/p) do total da soma
dos excipientesque controlam a liberação do fármaco;

Tabela I - Formas farmacêuticas sólidas de liberação modi cada - Excipientes não


relacionadosao sistema de liberação modi cada do fármaco.

O efeito aditivo das alterações dos excipientes não relacionados ao sistema de liberação
modi cadado fármaco não pode ser superior a 5%, para alteração menor, e 10 % para alteração moderada.

TabelaII - Formas farmacêuticas sólidas de liberação modi cada - Excipientes relacionados


aosistema de liberação modi cada do fármaco.

O efeito aditivo das alterações dos excipientes relacionados ao sistema de liberação


modi cadado fármaco não pode ser superior a 5%, para alteração menor, e 10 % para alteração moderada.

* Para medicamentos de janela terapêutica estreita qualquer alteração acima de 5% nos


excipientesrelacionados ao sistema de liberação modi cada do fármaco constituirá alteração maior
deexcipientes.

ANEXO III
HISTÓRICO DE MUDANÇAS DO PRODUTO

1. Informar todas as apresentações registradas;

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2. Período a que se refere o Histórico de Mudanças do Produto no formato: "mm/aaaa


amm/aaaa";

3. Nome do assunto, segundo a norma vigente, preenchido de acordo com a ordem


cronológicada efetivação da mudança;

4. Nos casos em que houve protocolização da mudança informar, neste campo, o


respectivonúmero de expediente e data;

5. A empresa deverá preencher neste campo a justi cativa da solicitação contemplando


adescrição detalhada e a motivação, incluindo o argumento técnico para realização da mudança
pósregistro;

6.Informar a data de aprovação e efetivação da mudança proposta. Para solicitações


pósregistrode realização imediata informar somente a data da efetivação;

7. Preencher o número do anexo referente aos documentos com os dados gerados em função
damudança de acordo com a norma vigente. O anexo deve conter os seguintes documentos:

a. Nos casos em que o pós-registro é reportado apenas no Histórico de Mudanças do


Produtodeverá ser anexado todos os documentos exigidos pelo assunto;

b. Nos casos em que for solicitado protocolo de estabilidade ou for apresentado na


solicitaçãopós-registro estudo de estabilidade acelerado o estudo de estabilidade de longa duração
deverá seranexado quando concluído;

ANEXO IV
RELATÓRIO DE PRODUÇÃO

1. Enviar cópia da ordem de produção referente ao lote a ser avaliado;

2. Descrever o processo na forma de tópicos, numerando cada uma das etapas;

3. De acordo com a numeração da descrição do processo farmacotécnico;

4. Indicar a ordem de adição das substâncias em cada etapa;

5. Fornecer informações referentes à velocidade, temperatura, tempo, etc;

6. Informar quais os testes que serão realizados e em qual etapa ocorrerão

ANEXO V
QUADROS COMPARATIVOS

1. Descrever o processo na forma de tópicos numerando cada uma das etapas

2. De acordo com a numeração da descrição do processo farmacotécnico

3. Indicar a ordem de adição das substâncias na etapa em que esta ocorrer

4. Informações referentes a velocidade, temperatura, tempo, etc.


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5. Informar quais os testes que serão realizados e em qual etapa ocorrerão

ANEXO VI
RELATÓRIO DE ESTABILIDADE
1. Informações que devem constar no relatório de estabilidade

2. Cronograma

1.- Acelerado

2.- Longa

3.- Acompanhamento

a. A empresa deverá incluir os testes adicionais necessários para a avaliação do produto;

b. Estudo adicionais, tais como fotoestabilidade, validade do produto após


reconstituição/diluiçãoe estabilidade após abertura da embalagem, devem ser incluídos no relatório de
estabilidade deacordo com o GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE;

c. Quando algum dos ensaios supracitados não se aplicar ao produto, a empresa deverá
enviarjusti cativa técnica sobre a ausência deste;

ANEXO VII
MATERIAIS DE ACONDICIONAMENTO
Critérios aplicados para a substituição do relatório de estudo de estabilidade por protocolo
deestudo de estabilidade para as alterações de um novo acondicionamento

Alteração de material de acondicionamento para frascos de produtos sólidos, semissólidos


elíquidos não estéreis.

Qualquer mudança entre vidro, metal, polipropileno de densidade superior a 0,89 e


polietilenode densidade superior a 0,95.

Condições especí cas:

A utilização deste anexo para produtos semissólidos e líquidos só será aceita caso sejam de
baseaquosa e não contenham solventes orgânicos; O material de acondicionamento proposto deve
possuirpropriedade de barreira à luz equivalente ao que esta sendo comparado ou deve ser apresentado
estudo

de fotoestabilidade ou justi cativa técnica com evidência cientí ca de que os ativos não sofrem
degradaçãona presença de luz ou de que a nova embalagem primária não permite a passagem de luz.

Alteração de material de acondicionamento para blisters de produtos sólidos, semissólidos não

estéreis.

O material de acondicionamento proposto deve possuir propriedade de barreira à luz


equivalente

ao que esta sendo comparado ou deve ser apresentado estudo de fotoestabilidade ou justi cativa
técnica
com evidência cientí ca de que os ativos não sofrem degradação na presença de luz ou de que a
nova

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embalagem primária não permite a passagem de luz.

Este conteúdo não substitui o publicado na versão certi cada.

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