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Drenagem Venosa da Cabeça e Pescoço

O documento aborda a drenagem venosa da cabeça e pescoço, detalhando os principais vasos envolvidos, como seios da dura-máter, veias cerebrais, diploicas e emissárias. Destaca a complexidade e variação do sistema venoso em comparação ao arterial, além de descrever a drenagem específica da veia maxilar e sua relação com o plexo pterigóideo. A veia facial, que se forma a partir da artéria facial, é discutida em relação à sua conexão com o seio cavernoso e a veia jugular interna.

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Luísa Heringer
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Drenagem Venosa da Cabeça e Pescoço

O documento aborda a drenagem venosa da cabeça e pescoço, detalhando os principais vasos envolvidos, como seios da dura-máter, veias cerebrais, diploicas e emissárias. Destaca a complexidade e variação do sistema venoso em comparação ao arterial, além de descrever a drenagem específica da veia maxilar e sua relação com o plexo pterigóideo. A veia facial, que se forma a partir da artéria facial, é discutida em relação à sua conexão com o seio cavernoso e a veia jugular interna.

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Resumo de Anatomia Especial - Deícola

Ana Carolina Maia Lima

Drenagem Venosa
★ O sangue que as artérias conduzem à cabeça e ao pescoço tem seu
retorno garantido por uma série de vasos que podem ser assim
agrupados:

1-Seios da dura-máter 2- Veias cerebrais e cerebelares


3- Veias diploicas 4- Veias emissárias
5- Veias do couro cabeludo 6- sistema venoso vertebral
7- Veias superficiais e profundas do pescoço

★ Seios da dura-máter: São canais venosos intracranianos. Os mais


importantes são os seio sagital superior, o seio reto e o seio transverso
o seio sigmóide e o seio cavernoso. Sendo os seios sagital superior e o
reto,os responsáveis pela drenagem da maior parte do sangue
intracraniano.

★ Veias cerebrais e cerebelares: Vertem seu conteúdo nos seios da


dura-máter.

★ Veias diploicas: Correm na díploe e deságuam nos seios da dura-máter


ou nas veias do couro cabeludo.

★ Veias emissárias: Estabelecem anastomoses entre os seios da dura


máter e as veias extra-cranianas.
,
★ As disposições nervosas,nem sempre se repetem nos indivíduos. Isso
representa a extrema capacidade de variação do sistema venoso que,
como se sabe,é muito mais frequente que no sistema arterial.

★ Veias do couro cabeludo: Estabelecem conexões em forma de rede


entre a pele e os ossos do neurocrânio. Entre elas se destacam as veias
supraorbital, occipital, temporal superficial com suas raízes frontal e
parietal.
★ O curto tronco da veia maxilar drena o sangue levado pela artéria
maxilar e regiões profundas da face.

★ Entretanto, diferente do que ocorre em outras regiões do corpo, a


artéria maxilar não está acompanhada por veia acompanhante de
trajeto bem definido. Ao contrário, seu território de distribuição é
drenado por um extenso e complicado emaranhado de veias, o plexo
pterigóideo.

★ Caem no plexo pterigóideo, as veias do músculo da mastigação, da


cavidade nasal, do palato, veias meníngeas médias, veias meníngeas
média, veias dos dentes e seus tecidos de suporte e as comunicações
com a veia facial e com o seio cavernoso.

★ As veias alveolares superiores anteriores e posteriores são


acompanhantes das artérias de mesmo nome.

★ A veia alveolar inferior se situa ao lado da artéria alveolar inferior em


todo o seu trajeto. Suas afluentes correspondem aos ramos arteriais.

★ O plexo pterigóideo resolve-se na veia maxilar, a qual se une à veia


temporal superficial. Dessa união forma-se a calibrosa veia retromolar.

★ O ramo posterior reúne-se com a veia auricular posterior e constitui a


veia jugular externa.

★ O ramo anterior da veia retromolar une-se a veia facial para formar a


veia facial comum.

★ A veia facial inicia-se onde termina a artéria facial,próximo ao ângulo


medial do olho. Nesse local ela recebe o nome de veia angular e
comunica-se com o seio cavernoso através das veias oftálmicas
superior e inferior.

★ A veia facial,ao cruzar a base da mandíbula,se mantém superficial


sobre a glândula submandibular, e logo se reúne com o ramo anterior
da veia retromolar.
★ O tronco assim formado (veia facial comum) perfura a fáscia cervical e
lança-se na veia jugular interna,geralmente em conjunto com as veias
lingual e tireóidea superior, constituindo assim o tronco
tireolinguofacial.

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