Concreto - Pós Unidavi
Concreto - Pós Unidavi
CONCRETO
Eng. Denis Weidmann, M.Sc.
Março de 2017
Consumo de Concreto
• É proporcional ao consumo de cimento
• Demanda de Cimento (2013):
– Concreteiras:
• 21% do cimento nacional Volumes Totais de Cimento:
• 14 milhões ton / ano ~47 milhões m3 •2013: 70 Mi ton
“O CONCRETO É O MATERIAL MAIS UTILIZADO – Artefatos: •2014: 72 Mi ton
• 5% do cimento nacional
PELO HOMEM, DEPOIS DA ÁGUA.” • 3,2 milhões ton / ano
•2015: 64,8 Mi ton
•2016: 57,2 Mi ton (-11,7%)
– Outros Industriais (pré-moldados, •2017: Previsão -5 a -7%
fibrocimento, argamassas):
P. Kumar Mehta • 6% do cimento nacional
In: Concrete – Microstructure, Properties and Materials. Berkeley, University of California • 4,0 milhões ton / ano
– Construtoras/Empreiteiras:
• 12% do cimento nacional (8,4 milhões ton / ano)
– Revendas (ensacado):
• 54% do cimento nacional (36,2 milhões ton / ano)
– Outros:
• 2% do cimento nacional (1,5 milhões ton / ano)
Cimento
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• Traço 3 : 1
• Água???
– R.: A gosto!
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72m
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Blocos de
Concreto de
Vedação
~2,5MPa
+ Aditivos e Adições!!!
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De quem é a
responsabilidade?
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V A
Materiais Constituintes
P
V = Vazios de ar incorporado
M = Matriz de agregados
P = Pasta de cimento hidratada
A = Vazios decorrentes de excesso de água
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CP II-Z 94 - 76 0 6 - 14 0 - 10
CP II-F 94 - 90 0 0 0 - 10
CP III 65 - 25 35 - 70 0 0-5
CP IV 85 - 45 0 15 - 50 0-5
CP V 100 - 95 0 0 0-5
– Resíduo Insolúvel
– Perda ao Fogo
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– Fim de pega:
• Tempo em que a agulha de 1mm2 não penetra mais que 0,5mm na
superfície da pasta (< 10h)
tf = (t 4 − t3 ) / 2
Adições Adições
• Principais tipos: • Definição da NBR 12.653/2014: Materiais Pozolânicos
– Adições minerais ativas: POZOLANAS; – Materiais silicosos ou silicoaluminosos pulverulentos que
– Adições inertes: rochas pulverizadas (“filler”), resíduos de possuem pouca ou nenhuma propriedade ligante em
obras ou usinas de concreto (RCD), borracha pulverizada, etc; presença de água, mas que na presença do hidróxido de
– Fibras: orgânicas (PP, PA, PVA, PET, vegetais), cerâmicas cálcio – Ca(OH)2 – reagem à temperatura ambiente,
(vidro, alumina) ou metálicas; formando compostos com propriedade aglomerante (CSH).
– Pigmentos: inorgânicos (minerais) ou orgânicos; – Exemplos: argila calcinada, cinza volante, escória siderúrgica,
cinza vulcânica, etc.
– Outros: argila expandida, vermiculita, gelo, etc.
• NBR 15.894/2010 – Metacaulim
• NBR 13.596/2012 – Sílica Ativa
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Agregados Agregados
• Definição: • Composição Granulométrica:
– Entende-se por agregado o material granular, sem forma e volume – Denomina-se composição granulométrica de um agregado a
definidos, geralmente inerte, de dimensões e propriedades adequadas proporção em massa relativa, expressa em percentagem, dos
para uso em obras de engenharia diferentes tamanhos de grãos que constituem o material
– São agregados as rochas britadas, os fragmentos rolados no leito dos
– Peneiras
cursos d'água e os materiais encontrados em jazidas, provenientes de
Série Normal- Abertura (mm) Série Intermediária - Abertura (mm)
alterações de rochas (areias) 76 --
-- 63
• Importância -- 50
37,5 --
– Era atribuído papel secundário (enchimento) -- 31,5
-- 25
– Ocupam cerca de 70% do volume do concreto 19 --
– Podem ser superficialmente reativos -- 12,5
9,5 --
– Influenciam muito na demanda de água (granulometria, forma, etc) -- 6,3
4,75 --
– Influenciam nas propriedades do estado endurecido (módulo, 2,36 --
1,18 --
resistência à tração, etc) 0,6 --
0,3 --
0,15 --
Agregados Agregados
• Definições quanto à granulometria: • Composição Granulométrica - Agregados Miúdos:
– Miúdos: Aqueles cujos grãos passam pela peneira ABNT
4,75mm e ficam retidos na peneira 0,15mm; – Exemplo de ensaio:
– Graúdos: Aqueles cujos grãos passam por uma peneira de D. máx= 4,8mm; D. mín < 0,15; M.F.= 2,54
malha quadrada com abertura nominal de 75mm e ficam Massa Porcentagens Massa Porcentagens
retidos na peneira ABNT 4,75mm; Peneiras Média %
(mm) retida retida acumulada
– Dimensão Máxima Característica: Abertura de malha, em mm, Retida Acumulada Retida Acumulada
(g) (g)
da peneira da série normal ou intermediária, a qual corresponde 9,5 ---
uma % retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5% 6,3 4 0,8 0,8 4 1,0 1,0 1
em massa; 4,8 5,5 1,1 1,9 4,8 1,2 2,2 2
– Dimensão Mínima Característica: Abertura de malha, em mm, 2,4 40,5 8,1 10,0 32 8,0 10,2 10
da peneira da série normal ou intermediária, a qual corresponde 1,2 78 15,6 25,6 60,8 15,2 25,4 26
uma % retida acumulada igual ou imediatamente superior a 0,6 112,5 22,5 48,1 92 23,0 48,4 48
95% em massa 0,3 134,5 26,9 75,0 103,6 25,9 74,3 75
– Módulo de Finura: É o valor da soma das % retidas acumuladas 0,15 91 18,2 93,2 73,6 18,4 92,7 93
nas peneiras da série normal, dividido por 100. Fundo 34 6,8 100 29,2 7,3 100 100
Soma 500 100 400 100
Agregados Agregados
• Agregados Miúdos: Limites Granulométricos • Agregados Miúdos: Limites Granulométricos
– Não é restritivo! Limites NBR 7211:2005
0
Porcentagens Retidas Acumuladas
10
Abertura Limites Inferiores Limites Superiores
20
(mm) Zona utilizável Zona Ótima Zona Ótima Zona utilizável
9,5 0 0 0 0 30
% Ret Acumulada
6,3 0 0 0 7 40
4,75 0 0 5 10
50
2,36 0 10 20 25
1,18 5 20 30 50 60
0,6 15 35 55 70 70
0,3 50 65 85 95 80
0,15 85 90 95 100
90
Notas: 1. O módulo de finura da zona ótima varia de 2,20 a 2,90
2. O módulo de finura da zona utilizável inferior varia de 1,55 a 2,20 100
3. O módulo de finura da zona utilizável superior varia de 2,90 a 3,50 0,15 0,3 0,6 1,2 2,4 4,8 6,3
# Peneira (mm)
Zona Utiliz Inf Zona Ótima Inf Zona Ótima Sup Zona Utiliz Sup
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Agregados Agregados
• Agregados Graúdos: Composição Granulométrica • Agregados Graúdos: Limites Granulométricos
– Exemplo de ensaio: – Não é restritivo!
D.máx= 32mm; D.mín = 12,5; M.F.= 7,88 1 - d=D.mín e D=D.máx; 2 - Limites onde pode variar até 5%.
Agregados Agregados
• Massa Específica (d1): • Umidade
– É a relação entre a massa de um agregado seco e seu – Definições:
volume (volume de seus grãos incluindo os poros
permeáveis)
– Agregado Miúdo:
• Método do Picnômetro m ag
h= .100
m
m
d1 = m= massa seca
(Pag − (Pag +a − m))
Pag= massa do picnômetro com água
Pag+a= massa do picnômetro com água mais amostra
m = mB − m A
Agregados Agregados
• Umidade • Absorção
– Métodos de Determinação: – Método da norma para agregado miúdo não é confiável
• Umidade Total: h = (mh - ms) / ms – Agregado graúdo:
– Secagem em estufa A = ms-m
– Secagem ao fogo
– Micro-ondas
• Umidade Superficial – Agregado miúdo:
– Frasco de Chapman A = htotal - hsup
– Picnômetro
– Speedy
– Sensores eletro-magnéticos (resistividade porcelana porosa, micro
ondas, etc)
» Calibração constante
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Agregados Agregados
• Massa Unitária • Inchamento
– Definição: – Definição:
• É o aumento do volume unitário quando o agregado passa do
• Massa unitária é a relação entre a massa de um agregado no estado seco para o úmido
estado seco e seu volume compreendendo o volume aparente e o • Coeficiente de inchamento i:
volume de vazios intergranulares (Vunit).
i = Vh / Vs
• Na prática, é a relação entre a massa de um agregado seco e o
volume de um recipiente que o contem.
δ = m / Vunit
Agregados Agregados
• Limites teores de Cloretos e Sulfatos presentes nos agregados • Substâncias Nocivas: Agregados Miúdos
• A NBR 7211 fixa os teores máximos de substâncias nocivas em:
a) Torrões de argila, determinado segundo a NBR 7218 ....................................3,0%
b) Materiais carbonosos, determinado de acordo com a ASTM C123:
- Em concretos cuja aparência é importante .................................................0,5%
- Nos demais concretos ..................................................................................1,0%
c) Material pulverulento*, determinado de acordo com a NM 46:
- Em concretos submetidos a desgaste superficial ........................................3,0%
- Nos demais concretos ..................................................................................5,0%
d) Impurezas orgânicas: NBR NM 49 – Mais clara que a solução padrão
- Ensaio de qualidade – NBR 7221: diferença menor que 10%
* Nota: Estes limites podem ser aumentados para 10 e 12% em massa respectivamente,
quando o material que passa na peneira 0,075mm for constituído totalmente de grãos
gerados durante o britamento de rocha
Agregados Agregados
• Substâncias Nocivas: Agregados Graúdos • Substâncias Nocivas: Material Pulverulento
• As quantidades de substâncias nocivas não devem exceder os seguintes limites máximos em
percentagem da massa do material: – Definição:
a) Torrões de argila e partículas friáveis, determinados de acordo com a NBR 7218:
• É o % em massa passante na peneira 0,075mm.
- Em concretos cuja aparencia é importante .............................................1,0%
- Em concretos submetidos à desgaste superficial .....................................2,0%
- Nos demais concretos ...............................................................................3,0% Dimensão máxima Massa mínima da
característica do amostra de ensaio
b) Materiais carbonosos*, determinados de acordo com a ASTM C 123: agregado (mm) (g)
- Em concretos onde a aparência é importante ...........................................0,5%
- Nos demais concretos ................................................................................1,0% 2,36 100
4,75 500
c) Materiais pulverulentos, determinados de acordo com a NM 46..................1,0*% 9,5 1000
* Para agregados de rochas c/ absorção < 1% o limite passa para 2% 19 2500
≥37,5 5000
• O limite para agregado total será de 6,5% se os finos não forem materiais inadequados
* Após secagem
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Agregados Agregados
• Substâncias Nocivas: Material Pulverulento • Forma dos Grãos
– Procedimento de Ensaio: – Comprimento (C): a distância entre dois planos paralelos que
• Secar a amostra em estufa (105 a 110ºC); possam conter o agregado em sua maior dimensão;
• Determinar a massa seca do agregado (m); – Largura (L): o diâmetro da menor abertura circular, através da
• Colocar o material num recipiente e adicionar água em qual o agregado possa passar;
abundância, misturando a amostra nesta água frequentemente. – Espessura (E): a distância mínima entre dois planos paralelos
Verter a solução (água suja com pó) sobre um conjunto de que possam conter o agregado.
peneiras superpostas (#1,2 e # 0,075mm). Colocar nova porção de – Índice de forma dos agregados graúdos (NBR 7809:83): Relação
água e repetir a operação de lavagem tantas vezes quantas forem entre o comprimento e espessura do grão.
necessárias para que se obtenha uma solução praticamente limpa; if = C/L
• Coletar o material restante no recipiente e retido nas duas
peneiras para uma bandeja metálica e secar em estufa até – A NBR 7211:2005 estabelece que if< 3 em ensaio de 200 grãos
constância de massa (msf). Mp = (m - msf) / m x100 separados por fração em quantidades proporcionais às% retidas
no ensaio de granulometria.
Agregados Aditivos
• Forma dos Grãos • Definição da NBR 11768/11
– Coeficiente volumétrico dos agregados graúdos: Relação entre o
Produtos adicionados durante o processo de preparação do
volume do grão e o da esfera que o circunscreve.
concreto, em quantidade não maior que 5% da massa de
Cm = Vap / (π L3/6) material cimentício contida no concreto, com objetivo de
modificar propriedades do concreto no estado fresco e/ou no
a) Concretos estruturais armados e de baixa permeabilidade (barragens, estado endurecido, exceto pigmentos inorgânicos para o
reservatórios e obras marítimas): 0,20; preparo do concreto colorido.
b) Concretos pouco ou não armados (blocos e maciços de fundação): 0,15.
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+ =
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Aspectos Importantes
• Efeito da temperatura:
Princípios de Dosagem de
Concreto
Trabalhabilidade Trabalhabilidade
• Fatores Externos • Fatores Internos
- Tipo de aplicação (finalidade) - Consistência ou fluidez
- Tipo de misturador - Relação água/materiais secos
- Presença de aditivos
- Tipo e tempo de transporte
- Tipo de lançamento
- Tipo de adensamento - Coesão e Exsudação
- Traço (agregados/cimento)
- Dimensões e armadura da peça a concretar
- Granulometria dos agregados
- Forma dos grãos
- Tipo e finura do cimento
- Aditivos
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– Etapas do método:
• Determinação de αideal em traço piloto 1:5
• Preparação de três traços (1:3,5 1:5 e 1:6,5) determinando
experimentalmente a água p/ dado slump
• Construção do diagrama de dosagem (3 quadrantes)
• Determinação da resistência de dosagem
• Cálculo do traço final
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Propriedades do Concreto
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CURA:
EVITAR A
EVAPORAÇÃO DE ÁGUA
DO CONCRETO FRESCO
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• Agregados:
– Quanto mais, menor a retração
• Química
– Módulo do agregado, tamanho,
– Ou Contração Le Chatelier, é a redução de volume que ocorre
forma e distribuição granulométrica
influenciam menos e nessa ordem devido à diminuição do volume dos produtos após a
hidratação
– Inter-relação a/c e teor de agregado:
quanto maior o teor de agregado, menor
a influência de a/c
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1200 A/C=0,62
• ↓ Resistência do concreto 1000
• Importância: •
Fluência (10 -6 )
↓ UR 800 A/C=0,50
Concretos Secos
• Definição
– O Concreto Seco, como o próprio nome sugere, apresenta
uma menor adição de água na sua composição
– É também denominado Concreto com Consistência de
Tipos de Concreto Terra Úmida ou Concreto “Slump Zero”
• Características
– Elevada consistência inicial, não necessitando de tempo
para desforma
– Baixa relação água/materiais secos (5% < H < 7%)
– Não obedece plenamente à Lei de Abrams
a/c
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• O CAA, ou concreto
autocompactante, destaca-se
por apresentar as seguintes
características:
Fluidez: facilidade do material fluir na
peça e passar entre as armaduras;
Estabilidade: Viscosidade e coesão
para combater as forças de
segregação e exsudação.
Em resumo, o importante é o
concreto ter a fluidez desejada
sem perder as suas
características originais.
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Aplicação de CAA
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•Lacre
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Cura
Vibrar o concreto é importante para Iniciar a cura logo que a superfície concretada tenha
eliminar as bolhas de ar e facilitar o resistência à ação da água, molhando continuamente
adensamento do concreto no interior das
fôrmas, garantindo as reais características o concreto, logo após seu endurecimento, pelo menos
especificadas do concreto. durante os 7 primeiros dias, mantendo uma lâmina
d’água, areia ou sacos úmidos sobre a peça ou
• Comece a vibrar o concreto logo após o mantendo as peças submersas em água
lançamento
Alternativa: agentes de cura
• Evite vibrar a menos de 10 cm da parede da
fôrma. VIBRE O CONCRETO e não a fôrma e a
armadura! A NBR 14931/2003 - Execução de Estruturas de
Concreto, recomenda que a cura deva se estender por
•Evite vibrar EM EXCESSO, para que o concreto
não segregue
um período até que o concreto atinja resistência de
15,0 MPa
Escoramento
a) Verificar se suportam o peso do concreto no estado fresco
b) Nenhum escoramento deve ser removido, enquanto não
houver certeza que os elementos estruturais têm
resistência suficiente para suportar com segurança as ações
a que estarão sujeitos
c) A análise estrutural e os dados de deformabilidade e
resistência do concreto, usados no planejamento do
reescoramento devem ser fornecidos pelo responsável pelo
projeto estrutural ou pelo responsável pela obra
d) Se o escoramento de peças que trabalham na flexão for
retirado antes do módulo ter atingido o valor de cálculo, a
flecha apresentada pode ser maior que a esperada
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Critérios de Durabilidade
• Qualidade do concreto (NBR 12655/2015 item 5.2.2.4)
– Limites de teores de cloreto para despassivação da armadura
Recebimento e aceitação do
Concreto
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• Se n ≥ 20:
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– Valores de ψ6 27 + 27
fck est = 2 − 28 = 26 Mpa
Condição
2
Número de exemplares (n) fckest = 26 MPa OK!
de
preparo 2 3 4 5 6 7 8 10 12 14 16 ψ6.f1 = 0,92.27 = 24,85 MPa
A 0,82 0,86 0,89 0,91 0,92 0,94 0,95 0,97 0,99 1,00 1,02
B ou C 0,75 0,80 0,84 0,87 0,89 0,91 0,93 0,96 0,98 1,00 1,02
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OBRIGADO!
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