Semio P2
Semio P2
❖ Marcha Semiológica
I- Identificação: espécie, raça, sexo, idade.
II- Anamnese:
Micção, volume e qualidade da urina, ingestão de H2O, procura por H2O.
III- Exame Físico Geral:
Tº C, FC, FR, PA, Hidratação.
IV- Exame Físico Específico:
A- RINS
Inspeção: micção, arqueamento dorsal (dor renal);
Auxílio de raio x, tomografia, ultrassom.
Palpação: se nota a sensibilidade em pequenos animais; e em grandes animais se faz a
palpação retal.
- Alteração: aumento de volume (pielonefrite, hidronefrose, tumores); diminuição do volume
(fibrose renal); aumento da sensibilidade (processo inflamatório); distopias (localização
anormal – ptose renal, tumores).
Exame auxiliares: Urinálise, raio x, ultrassom.
Síndrome da Cauda Equina: incontinência urinária;
Aumento de volume: pielonefrite, hidronefrose, tumores.
Diminuição de volume: fibrose.
Aumento sensibilidade: inflamação.
B- URETERES
Inspeção Indireta: RX, US, Tomografia, Ressonância.
Palpação: retal, quando tiver muito alterado (volume - presença de cálculos).
C- Bexiga
Inspeção: somente quando alterada
Palpação: retal
D- Uretra:
Inspeção Indireta: RX, US, Tomografia, Ressonância.
Palpação: Cateterismo – em bovinos machos, desfazer o S peniano.
V- Exames Complementares:
Hemograma; Urinálise, Função renal e eletrólitos; Urocultura e antibiograma; Rx e Us; Biopsia
com histopatológico;
VI- Obtenção da Urina: miorelaxante; micção espontânea; sondagem
Feminino:
• Anatomia:
Ovários, ovidutos, cornos e corpo Uterino, cérvix, vagina, vestíbulo da vagina e vulva.
• Marcha Semiológica:
I- Identificação: raça, espécie, idade, eventuais particularidades.
II- Anamnese: último cio, parto, aborto, tamanho do macho, inseminação, anticoncepcionais,
dieta, primípara ou plurípara.
III- Exame Físico Geral: condição nutricional, corrimento, coloração mucosas, linfonodos,
parâmetros vitais.
IV- Exame Físico Específico: distensão e tensão abdominal, forma e dilatação da vulva,
aumento de volume, cicatrizes, EXAME RETAL.
* Glândula Mamária: éguas (1 par); vacas (2 pares).
V- Exames Complementares: dosagens hormonais, exames microbiológicos e sorológicos,
exames citológico e histológico.
Masculino
• Anatomia:
Pênis, bolsa testicular, testículos, epidídimos, ductos deferentes, ampolas e glândulas sexuais
anexas, próstata, glândulas vesiculares e bulbouretrais.
• Marcha Semiológica:
I- Identificação: raça, espécie, idade, eventuais particularidades.
II- Anamnese: afecções passadas, manejo, traumas, vacinações, tratamentos, certificado de
exame andrológico, já possui produtos, consegue cobrir a fêmea.
III- Exame Físico Geral: condição nutricional, corrimento, coloração mucosas, linfonodos,
parâmetros vitais.
IV- Exame Físico Específico:
Palpação genital externa: se necessário;
Satiríase: exaltação do instinto do macho;
Onanismo = masturbação (freq. em equinos);
Reflexo de Flehmen.
Frigidez = diminuição do libido.
Impotência Colundi = problema mecânico.
Impotência Generandi = faz cópula, mas não é fértil.
V- Exames Complementares: biópsia, eletroejaculação, RX, US, dosagem hormonal.
SISTEMA URINARIO
Anatomia:
RIM: próximo a apófise transversa das vertebras lombares, direito mais cranial que o
esquerdo.
URETRA: cães tem osso peniano (maioria); gatos: uretra vai afunilando (calculo).
Uretra peniana, membranosa e prostática.
Marcha Semiológica:
Identificação (Espécie, raça, sexo, idade...)
Anamnese:
Se urinou, cor da urina, posição da micção, demonstra dor, mudança no cotidiano (gato
principal)
O que/quando/como;
Evolução;
Doença primária;
Urina, micção, ingestão de H20;
Tratamento prévio e resposta;
Apetite, vômito, fezes;
Manejo sanitário/nutricional, ambiente, comportamento.
Exame Físico Geral
Peso corporal, TºC, mucosas, hidratação, pressão, boca (hálito e ulceras – alteração aguda
renal); Exame geral dos demais sistemas.
Exame Físico Específico:
Rins irregulares: doença renal em curso, alteração na função renal;
Caquexia; mucosas pálidas; desidratação;
Gastropatias: vômito, diarreia, halitose, úlceras orais, necrose de língua
A- Rins: Localizados próximo a apófise transversa das vertebras lombares, atrás da última
costela. Rim direito é mais cranial do que o rim esquerdo.
C- Bexiga:
D- Uretra:
Obtenção da Urina:
1- Micção espontânea: volume parcial
Estímulos externo.
2- Cistocentese: todo o volume – pode ser guiada pelo US.
Fazer tricô e assepsia; pressionar o abdome para individualizar a bexiga.
Se for em decúbito lateral, entrar com a agulha reta.
Se for em decúbito dorsal, entrar com agulha paralelamente.
Exames Complementares:
- Hemograma; - Urinálise: + importante, ignorado.
- Função renal e eletrólitos; - Urocultura e antibiograma;
- RX e US; - Biopsia com histopatológico;
GENITAL FEMININO
Anatomia:
Vulva, fossa clitoriana, clitóris, vagina, óstio uretral, útero, ovários, glândulas mamárias.
Marcha Semiológica:
Identificação
Raça (bulldog, pequinês, pug);
Idade (neoplasia, intervalos intercios).
Peso: subpeso ou sobrepeso.
Logradouro: endemias
Anamnese:
Último cio; parto; aborto; tamanho do macho; inseminação (natural/artificial);
anticoncepcionais; dieta; primípara ou plurípara.
Exame Físico Específico:
A- Inspeção:
Região perianal; cauda; glândula mamária; distensão abdominal; forma e dilatação da vulva;
Canal vaginal (toque digital);
Secreção: verde escuro, marrom fétida, serosa, sanguinolenta, purulenta;
Presença de massas.
B- Palpação: mamas, canal vaginal (espéculo), útero (gestação);
C- Auscultação: fetos
Terminologia:
Lactação
Agalaxia = sem leite;
Galactostasia = mama dura;
Galactorréia = pseudociese (falta de gestação);
Mastite ou mamite = inflamação glândulas mamárias;
Exame Complementar:
Dosagens hormonais; Exames microbiológicos e sorológicos; RX e US;
Exames citológicos e histológicos → pode-se usar swab + cone otológico;
Observar período de cio; influência estrogênica em reprodução (ciclo estral); primeiro dia de
diestro – parto; secreção séptica de não séptica e mucoide.
Anatomia:
Pênis, Uretra, Prepúcio, Bolsa testicular, Testículos, Próstata.
Particularidades: cão – osso peniano; gato – espículas.
Marcha Semiológica:
• Identificação:
Idade (anormalidade hereditária, tumores), raça, peso (problemas reprodutivos), logradouro
(endemia).
• Anamnese:
Medicação, Cruzamento, Acesso a rua, Fezes.
• Exame Físico Específico:
I- Inspeção: observar se há aumento de volume, coloração, presença de secreção.
II- Palpação: prepúcio, pênis, escroto, próstata.
✓ Próstata:
Palpação retal;
Exames Complementares: RX, US;
Citologia aspirativa com agulha fina;
- Lavado prostático: coletar amostras de células e liquido prostático → indicado para: doença
prostática, anormalidades prostáticas, prostatite, infertilidade.
→ Tecnica: Sedar o cão, lavar a bexiga, palpação e retornar o cateter, massagear a próstata
por 1 min, injetar 5/10ml de solução salina, fechar orifício uretral externo, avanças cateter e
coletar o material.
• Terminologia:
SN Central:
Encéfalo: cérebro (telencéfalo, diencéfalo); cerebelo; tronco encefálico (mesencéfalo, ponte
e bulbo); sistema vestibular → focal ou multifocal.
Medula Espinhal → C1-C5; C6-T2; T3-L3; L4-
S2; S3-S5; Co1 – Co5 → focal ou multifocal
SN Periférico:
Nervos: espinhais e cranianos
Gânglios
Terminações nervosas (músculos)
Degenerativas;
Anomalias congênitas;
Metabólicas;
Neoplásicas/Nutricionais:
aguda ou crônica.
Infecciosa/ Inflamatórias/
idiopática
Traumáticas/ Tóxicas
Vasculares
A imagem passa pelo globo ocular, trato óptico, quiasma óptico, passa para o núcleo
geniculado lateral no tálamo e é encaminhado para o córtex occipital.
A luminosidade é desviada a partir do quiasma óptico para o nervo óptico que vai ocasionar
uma resposta pelo núcleo edinger-westphal para o gânglio ciliar – pupila.
I- Neurônio Motor Superior (NMS): os corpos celulares estão localizados no córtex cerebral,
nos núcleos basais e no tronco cerebral e os axônios faz ligação com o NMI.
Início e manutenção dos movimentos normais;
Tônus dos m.m. extensores que sustentam o corpo contra a ação da gravidade;
II- Neurônio Motor Inferior (NMI): os corpos celulares estão localizados em todos os
segmentos da medula espinhal, nos cornos ventrais e intermediários da substância cinzenta, e
nos núcleos dos nervos craniais (III, IV, VI, VII, IX, X e XII) e os axônios se estendem aos
músculos, órgãos, tecidos.
Neurônio eferente, liga o SNC a uma unidade efetora, músculo ou glândula;
Da ponte para baixo, toda lesão, causa sinais IPSIlateral; Da ponte para cima, toda lesão,
causa sinais CONTRAlaterais.
Síndrome cerebral:
Sinal: Estado Mental e Comportamento Alterado; Déficits motores colaterais espáticos e
déficits proprioceptivos contralaterais; cegueira com reflexo pupilar normal (Amaurose);
edema de papila óptica; convulsões; respiração Cheyne-Stokes.
Nenhuma relação - as doenças degenerativas estrutural ou compressiva.
Tem relação - Doenças degenerativas, doenças desenvolvimento (congênita), doenças
metabólicas, inflamatórias, neoplasia, neurotóxico, neurovascular, nutricional, traumático.
Síndrome diencéfalo:
Sinal: Estado mental e comportamento alterado; Déficits motores espásticos e
proprioceptivos contralaterais; cegueira com pupilas dilatadas e reflexos diminuídos/ausentes;
perda termorregulação; apetite anormal; distúrbios endócrinos; respiração Cheyne-Stokes;
convulsões.
Nenhuma relação – degenerativa e degenerativa estrutural/compressiva, desenvolvimento,
metabólica, storage disorders.
Tem relação – inflamatória, neoplasia, neurotóxica, neurovascular, nutricional e traumática.
Síndrome mesencéfalo:
Sinal: estado mental alterado; hiperventilação; Déficit do III nervo (oculomotor): estrabismo
lateral, midríase, reflexo pupilar ausente, visão normal, ptose palpebral; opistótono;
tetraparesia/paralisia espástica ou hemiparesia/paralisia espástica contralateral;
Reflexo e Tônus aumentados nos 4 membros; Déficits posturais nos 4 membros ou
contralateral.
Nenhuma relação – degenerativa estrutural, metabólica, neurotóxica, storage disorders.
Tem relação – Degenerativa, desenvolvimento, inflamatória, neoplasia, neurovascular,
nutricional, traumática.
Síndrome Ponto-Bulbar:
Sinal: Estado mental alterado; respiração irregular;
Paralisia mandíbula e diminuição sensibilidade da face (V par); diminuição reflexo palpebral ( V
e VII par); paralisia facial (VII); desvio cabeça, quedas, andar em círculos e nistagmo (VIII par);
paralisia faringe/laringe (IX e X par); paralisia de língua (XII).
Tetraparesia/paralisia espástica ou hemiparesia/paralisia espástica ipsilateral; déficits
posturais 4 membros ou Ipsilateral.
Nenhuma relação – degenerativa estrutural, metabólica, nutricional.
Tem relação – degenerativa, desenvolvimento, inflamatória, neoplasia, neurotóxica,
neurovascular, traumática.
Síndrome Vestibular:
Sinal: Estado mental
deprimido;
desequilíbrio e
quedas; desvio de
cabeça; andar em
círculos; nistagmo;
estrabismo ventro-
lateral; déficit do V, VI e VII par; síndrome de Horner.
* periférica: VII – nervo sai do bulbo próximo ao ouvido para depois inervar a face.
Nenhuma relação com degenerativa estrutural e compressiva.
Tem relação – degenerativa, desenvolvimento, metabólica, inflamatória, neoplasia,
neurotóxica, neurovascular, traumática.
Síndrome Cerebelar:
Sinal: Tremores Intencionais de Cabeça; nistagmo; anisocoria; base de apoio aberta;
hipermetria; reações posturais retardadas e exageradas; andar espástico; opistótono; ausência
de reflexos de ameaça com visão normal.
Nenhuma relação: degenerativa estrutural e
metabólica.
Tem relação: degenerativa,
desenvolvimento, inflamatória, neoplasia,
neurotóxica, neurovascular, nutricional,
traumática.
Síndrome multifocal: única sem relação, é a
desenvolvimento estrutural/compressivo.
3- Nervos Cranianos:
0: nervo zero – feromônios
I: Olfatório: olfação – alimentos e odores → oferecer alimento escondido nas mãos;
Hipósmia – diminuição olfação; Anosmia – sem olfação
II: Óptico: visão - resposta de ameaça (dedo ou mão aberta); teste de obstáculos, reação de posicionamento
visual, teste de objetos em movimento (prova de algodão); tamanho pupilar;
III: Óculomotor: movimentação medial de olho e miose (motor) – convergência medial do globo ocular,
apresentando estrabismo ventro lateral; reflexo pupilar à luz → ambiente em penumbra, reflexo direto
(observar mesmo olho da estimulação), indireto (observar outro olho da estimulação), lanterna reto e em
perpendiculae, retina nasal e retina temporal, tamanho pupilar;
IV: Troclear: rotação de olho (motor) – se a pupila for circular avaliar os vasos no fundo do olho, estrabismo
dorso-medial; reflexo óculo-cefálico: mexe cabeça para um lado e para o outro e observa se o olho
acompanha a cabeça.
V: Trigêmeo: sensitivo – sensibilidade da face → reflexo palpebral, corneal, pinça
palpebral/corneal/orelha/nasal/maxilar e mandibular.
motor - movimentação de masseter e temporal → mastigação
VI: Abducente: motor - movimentação lateral do olho - estrabismo medial → movimentar a cabeça do
animal horizontalmente;
VII: Facial: sensitivo – paladar;
motor - movimentação orelha, pálpebra e lábio → resposta de ameaça, assimetria facial;
*Reflexo palpebral – ação do nervo V captando informação e VII fazendo a ação.
VIII: Vestíbulo Coclear: coclear – audição; vestibular - equilíbrio – posição cabeça, equilíbrio e estrabismo
ventrolateral.
IX: Glossofaríngeo – deglutição, mov. aritenóides (motor) – reflexo de engasgo, disfonia, disfagia;
X: Vago – deglutição e mov. Cartilagem respiratória (motor) – vocalização, disfagia, dispneia inspiratória pela
paralisia da laringe, megaesôfago;
IX e X → reflexo de deglutição – estimulação região laringe com a mão, oferta de alimento.
XI: Acessório – musculatura do pescoço (motor) – atrofia de musculatura do pescoço;
XII: Hipoglosso – língua (motor) – atrofia, simetria e movimento de língua;
0: padrão normal; 1: déficits dificilmente observados; locomoção em linha reta, confirmado em manobra especial;
2: déficits facilmente observados em linha reta, exacerbados nas manobras especiais; 3: queda em manobras especiais,
posturas anormais com animal parado; 4: quedas espontâneas durante locomoção; 5: decúbito permanente;
5- Propriocepção Consciente: as vias proprioceptivas passa pela medula espinhal e são conduzidas pelo
fascículo grácil (m. pélvico) e fascículo cuneiforme (m. torácico);
Grandes Animais: afastar membro lateralmente e o animal deve corrigir em 2 seg;
Pequenos Animais: dobrar m. torácico sustentando no tórax, deve corrigir em 2 seg; dobrar membro pélvico
e sustentar a pelve, deve corrigir em 2 seg;
6- REFLEXOS:
Grandes Animais
Reflexo Cérvico Facial (rima labial); reflexo torácico lateral; reflexo musculo cutâneo; reflexo bulbo
cavernoso (aperta vulva/períneo, contrai o ânus).
Pequenos Animais
Musculo cutâneo: reflexo do panículo → deve estar persente cervical-lombar – se aparecer o reflexo só
cervical, porção posterior (toraco/lombar) lesionada.
⬧ Membros Anteriores
Flexor: C6-T2; apertar espaço inter-digital.
Biceptal: C7-T1; percutir em cima do tendão, testado o nervo musculocutâneo, e o segmento C6-C8.
TESTE: martelo de borracha>>estímulo na inserção do m. bíceps. A resposta deverá ser uma leve flexão do
cotovelo.
Triceptal: C7-T1; percutir em cima do tendão → testa nervo radial e segmento C7-T2.
Lesões acima de C7 podem determinar reflexo exagerado.
TESTE: martelo de borracha>>estímulo na inserção do m. tríceps. A resposta deverá ser uma leve extensão
do cotovelo.
Extensor Carpo-Radial: percutir em cima do tendão.
⬧ Membros Posteriores
Flexor: L5-S3 – ciático; apertar espaço inter-digital;
Patelar: L4-L5 – femoral; percutir em cima do tendão, causando contração muscular.
TESTE: estímulo no tendão patelar. A resposta deverá ser uma extensão do joelho.
Tibial: L6-S1 – peroneal; percutir em cima do tendão.
Gastrocnêmico: L5- S3 – ciático e tibial; em cima do tendão.
7- Nocicepção: Avaliar a sensibilidade dolorosa (se sentir dor, apresenta reflexo ou não – chorar, morder,
virar cabeça); pinça dente de rato.
Superficial: pele e subcutâneo; Profunda: pressionar o perióstio;
8- Palpação: Coluna vertebral: pode percutir também; fraco e forte
Apófises transversas vertebral: com 2 dedos (fraco/forte) na transversa;
Cervical: sutilmente com os dedos lateralmente → e ventro dorsal (pode estimular com petisco);
Retal: em grandes animais; movimento da caudal.
Abdominal e bexiga: em pequenos animais; palpação abdome, ver tensão da bexiga.
9- Exame Complementar:
Hemograma, bioquímica sérica, urinálise;
Sorologias, imunodiagnóstico, PCR;
LCR;
Raio- X; Mielografia; US; TC; RM
Eletroneuromiografia;
Biópsias: cérebro, nervo, musculo;
Necropsia.
❖ Anexos Cutâneos:
Folículo piloso;
Unhas;
Glândulas especializadas: glândula sebácea; glândula sudorípara; glândula circum-
anal/hepatoides
❖ Ciclo do Pelo:
Anagênese: Pelo em crescimento, fixo dentro do folículo.
Catagênese: Em contato íntimo com as células germinativas, já queratinizado e implantado
dentro do folículo.
Telogênese: Enfraquecimento da
união entre base e folículo e o pelo
cai.
21-28 dias tempo em que o pelo
demora para crescer e cair
novamente.
❖ Marcha Semiológica:
Identificação animal e Proprietário: Idade, alimentação, vacinação, vermifugação.
Anamnese:
Presença de Prurido: sensação desagradável que manifesta no paciente o desejo de coçar;
Uso de produtos de limpeza; frequência e produtos utilizados no banho, hábitos diários, onde
dorme.
Exame Físico Específico:
I- Inspeção: boa iluminação → procurar formas na pele, falta de pelo.
Configuração das lesões:
II- Palpação:
Temperatura lesão; flacidez; enfisema; umidade; oleosidade; consistência
1. Alteração de Cor
• Vásculo-sanguíneas:
• Pigmentares / Discrômicas:
2. Formações Sólidas
3. Coleções Líquidas
Pústula: pequena elevação circunscrita, preenchida com pus (foliculite bacteriana) → pus
(macrófago+ células em decomposição), infecção (macrófagos + neutrófilos + fagocitose +
bactérias).
Vesícula ou Bolha: elevação circunscrita da epiderme, com conteúdo líquido, turvo ou
hemorrágico, é frágil e transitória.
4. Alterações de Espessura
Citopatológico: Toda formação sólida da pele deve ser puncionada para avaliação citológica.
Testes Hormonais: Hipotireoidismo e Hiperadrenocorticismo (Cushing)
Parasitológico de Raspado Cutâneo:
Escarificando até sangrar, rompendo folículo, diluindo com óleo mineral e potassa caustica
(KOH): mínimo 5 raspados.
Sarcoptes scabei variante canis; Demodex canis (único que pode ser doença ou não) e
Psoroptes sp.
Luz de Wood (351nm):
Microsporum canis come a queratina do pelo e libera triptofano, em contato com a luz fica
verde limão fluorescente.
Cães apresentam 30% + e Gatos 50% +.
Tricograma:
Retira tufo de pelo e coloca na lâmina para olhar a haste do pelo, animal que coça muito é
esmigalhado.
Cultura Fúngica e Bacteriana
Testes Alérgicos:
Sorológico e Dieta de Eliminação.
Dermatite Alérgica a Picada de Pulgas (DAPP), Dermatite Atópica, Hipersensibilidade
Alimentar.
Histopatológico por Biopsia Cutânea:
Punch, Incisional (retira parte) e Excisional (retira tudo).
A. Identificação do paciente: Espécie; raça; sexo; idade; peso e porte; função e uso
B. Anamnese (Queixas):
C. Histórico:
D. Exame físico Geral: FC, FR, mucosa, TPC, motilidade intestinal e ruminal, posição,
comportamento, linfonodos, fezes e urina.
E. Exame físico específico:
II- Palpação:
Choque cardíaco: em bovinos 4º EIC, equinos 5º EIC.
→ Mão espalmada , pressiona a mão no ‘’suvaco’’, da pra sentir FC; sentir se tem frêmito.
Quando há ↑: hipertrofia cardíaca, endocardite, hepatização pulmonar.
Quando há ↓: hemo/hidropericárdio, hidrotórax, pericardite fibrinosa.
Quando há desvio: cranial (timpanismo ou gestação), caudal (massa parede torácica).
Pulso arterial: a. submandibular, a. digital palmar, a. coccígea.
→ Pulso venoso positivo jugular: alteração lado direito.
Frequência (normal, taquisfigmia, bradisfigmia), ritmo (regular/irregular), tensão (duro/mole),
celeridade (rápido/lento), amplitude ↑ (amplo/pequeno), plenitude/repleção (cheio/vazio).
III- Percussão: determinar área cardíaca, abaixo musculo membro torácico esquerdo.
Equino:
Esquerdo:
Foco Pulmonar: 3º EIC: fechamento semilunar pulmonar → empurrar o máximo o esteto.
Foco Aórtico: 4º EIC: fechamento semilunar
aórtico
Foco Mitral: 4-5º EIC: fechamento mitral → região
choque cardíaco
Direito:
Foco Tricúspide: 3-4º EIC: fechamento tricúspide
→ local pulmonar só que no lado direito.
Ritmo cardíaco;
Bulhas Cardíacas: (S1,S2,S3 e S4): intensidade, localização, timbre, ritmo, ruídos adventícios.
Sons Normais: ✓ 1ª bulha (S1): ruído sistólico - fechamento valvas AV (mitral e tricúspide),
distensão das cordoalhas tendíneas e contração ventricular; Coincide com pulso arterial e
choque → “TUM”.
✓ 2ª bulha (S2): ruído diastólico - fechamento valvas
semilunares e aórtica, desaceleração da coluna de sangue e
o choque de sangue contra as valvas semilunares → “TA”.
✓ 3ª bulha (S3): ruído preenchimento ventricular -
distensão e vibração dos ventrículos no início da diástole,
devido ao enchimento rápido das câmaras cardíacas pelo
sangue. Esporádica em bovinos, frequente equinos.
✓ 4ª bulha (S4): ruído pré sistólico - contração e vibração atrial.
Diastólico: entre S2 e S1
D- Duração
Proto, Meso, Tele
E- Origem
Pulmonar; Aórtico; Mitral; Tricúspide
F- Identificação:
Sopro Sistólico: insuficiência/regurgitação de válvula mitral/tricúspide ou estenose de
semilunar
Sopro Diastólico: insuficiência/regurgitação de semilunar ou estenose de válvula
mitral/tricúspide.
Bulhas Cardíacas:
✓ S1: fechamento valvas átrio-ventriculares; intensa em focos mitral e tricúspide
✓ S2: fechamento valvas semilunares; intensa em focos aórtico e pulmonar.
Sons anormal → ritmo de galope, click/estalido, arritmias,
✓ S3: enchimento ventricular rápido, dilatação ventricular
✓ S4: contração atrial, dilatação atrial.
Sons Cardíacos:
✓ Sístole: intervalo entre S1 e S2
✓ Diástole: intervalo entre S2 e S1.
Sopros Cardíacos: ruído com duração superior em relação as bulhas cardíacas.
- Inocente: filhote;
- Fisiológico: anemia, atleta, gatos taquicardia, bradicardia.
- Patológico: insuficiência valvar, estenose valvar e desvios.
I- Localização - Foco:
Sistólico: insuficiência mitral/tricúspide ou estenose aórtica/pulmonar
Diastólico: estenose mitral/tricúspide ou insuficiência aórtica/pulminar.
Contínuo.
II- Duração:
Sistóle: holo, proto, meso, tele – ssistólico.
Diástole: holo, proto, meso, tele – diastólico.
III- Intensidade: