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Semio P2

O documento descreve a anatomia e a semiologia do sistema urinário e genital de grandes animais, incluindo equinos, bovinos, caninos e felinos. Detalha as características dos rins, bexiga e uretra, além de métodos de exame físico e exames complementares para avaliação de doenças. Também aborda a anatomia e avaliação do sistema genital feminino e masculino, com foco em identificação, anamnese e exames físicos específicos.
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Semio P2

O documento descreve a anatomia e a semiologia do sistema urinário e genital de grandes animais, incluindo equinos, bovinos, caninos e felinos. Detalha as características dos rins, bexiga e uretra, além de métodos de exame físico e exames complementares para avaliação de doenças. Também aborda a anatomia e avaliação do sistema genital feminino e masculino, com foco em identificação, anamnese e exames físicos específicos.
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SISTEMA URINÁRIO DE GRANDES ANIMAIS

❖ Características das Espécies:


A- Equino: rins piramidal em formato de coração.
 Rim esquerdo: caudal à ultima costela, apófise transversa, 1º a 3º vertebra lombar, feijão.
 Rim direito: cranial, três ultimas costelas torácica e apófise transversa 1º vertebra lombar;
formato triangular.
 Bexiga: vazia presente no assoalho da pelve; repleta: estende-se ate a cavidade abdominal.
B- Bovinos, caprinos e ovinos: rins lobulares.
 Rim esquerdo: mais caudal, embaixo da 3º a 5º vertebra lombar.
 Rim direito: mais cranial, embaixo última costela torácica e 1º vertebra lombar
Formato abaulado, ovalado.
 Bexiga: vazia – assoalho da pelve; cheia – estende-se até cavidade abdominal.
C- Cães:
 Rim esquerdo e direito: localizados embaixo das apófises transversas da 2º a 4º vertebra
lombar → o direito é mais cranial que o esquerdo.
 Bexiga: vazia – assoalho da pelve; cheia – estende-se até cavidade abdominal.
D- Gatos: os rins estão localizados simetricamente embaixo das apófises transversas das
primeiras vertebras lombares, mas são mais facilmente palpáveis.
E- Suínos: os rins estão localizados simetricamente embaixo das apófises transversas das
primeiras vertebras lombares.

❖ Marcha Semiológica
I- Identificação: espécie, raça, sexo, idade.
II- Anamnese:
Micção, volume e qualidade da urina, ingestão de H2O, procura por H2O.
III- Exame Físico Geral:
Tº C, FC, FR, PA, Hidratação.
IV- Exame Físico Específico:
A- RINS
 Inspeção: micção, arqueamento dorsal (dor renal);
Auxílio de raio x, tomografia, ultrassom.
 Palpação: se nota a sensibilidade em pequenos animais; e em grandes animais se faz a
palpação retal.
- Alteração: aumento de volume (pielonefrite, hidronefrose, tumores); diminuição do volume
(fibrose renal); aumento da sensibilidade (processo inflamatório); distopias (localização
anormal – ptose renal, tumores).
 Exame auxiliares: Urinálise, raio x, ultrassom.
Síndrome da Cauda Equina: incontinência urinária;
Aumento de volume: pielonefrite, hidronefrose, tumores.
Diminuição de volume: fibrose.
Aumento sensibilidade: inflamação.
B- URETERES
 Inspeção Indireta: RX, US, Tomografia, Ressonância.
 Palpação: retal, quando tiver muito alterado (volume - presença de cálculos).
C- Bexiga
 Inspeção: somente quando alterada
 Palpação: retal
D- Uretra:
 Inspeção Indireta: RX, US, Tomografia, Ressonância.
 Palpação: Cateterismo – em bovinos machos, desfazer o S peniano.

V- Exames Complementares:
Hemograma; Urinálise, Função renal e eletrólitos; Urocultura e antibiograma; Rx e Us; Biopsia
com histopatológico;
VI- Obtenção da Urina: miorelaxante; micção espontânea; sondagem

SISTEMA GENITAL GRANDES ANIMAIS

 Feminino:
• Anatomia:
Ovários, ovidutos, cornos e corpo Uterino, cérvix, vagina, vestíbulo da vagina e vulva.
• Marcha Semiológica:
I- Identificação: raça, espécie, idade, eventuais particularidades.
II- Anamnese: último cio, parto, aborto, tamanho do macho, inseminação, anticoncepcionais,
dieta, primípara ou plurípara.
III- Exame Físico Geral: condição nutricional, corrimento, coloração mucosas, linfonodos,
parâmetros vitais.
IV- Exame Físico Específico: distensão e tensão abdominal, forma e dilatação da vulva,
aumento de volume, cicatrizes, EXAME RETAL.
* Glândula Mamária: éguas (1 par); vacas (2 pares).
V- Exames Complementares: dosagens hormonais, exames microbiológicos e sorológicos,
exames citológico e histológico.

 Masculino
• Anatomia:
Pênis, bolsa testicular, testículos, epidídimos, ductos deferentes, ampolas e glândulas sexuais
anexas, próstata, glândulas vesiculares e bulbouretrais.
• Marcha Semiológica:
I- Identificação: raça, espécie, idade, eventuais particularidades.
II- Anamnese: afecções passadas, manejo, traumas, vacinações, tratamentos, certificado de
exame andrológico, já possui produtos, consegue cobrir a fêmea.
III- Exame Físico Geral: condição nutricional, corrimento, coloração mucosas, linfonodos,
parâmetros vitais.
IV- Exame Físico Específico:
 Palpação genital externa: se necessário;
 Satiríase: exaltação do instinto do macho;
 Onanismo = masturbação (freq. em equinos);
Reflexo de Flehmen.
Frigidez = diminuição do libido.
 Impotência Colundi = problema mecânico.
 Impotência Generandi = faz cópula, mas não é fértil.
V- Exames Complementares: biópsia, eletroejaculação, RX, US, dosagem hormonal.

SISTEMA URINARIO

 Introdução: Rim, ureter, bexiga, uretra


Feminino: ovário, útero, vagina e vulva
Masculino: prepúcio, pênis, escroto, próstata.

 Homeostase: água, eletrólitos, substâncias do metabolismo e catabolismo.


1.000 a 2.000ml/24h sangue → 200-300 L ultrafiltrado → 1-2 L urina
- Eliminação de resíduos
- Importância endócrina: cálcio, fosforo, hemácias.

 Anatomia:
RIM: próximo a apófise transversa das vertebras lombares, direito mais cranial que o
esquerdo.
URETRA: cães tem osso peniano (maioria); gatos: uretra vai afunilando (calculo).
Uretra peniana, membranosa e prostática.

 Terminologia - Avaliação da Micção:


• Variações do tipo: Postura de Micção; Sinais de dificuldade
I- Micção normal
II- Disúria: dificuldade de micção
 Micção dolorosa: gemido.
 Estrangúria: esforços prolongados.
 Tenesmo vesical: esforço constante.
• Variações no volume: NÃO EXISTE NORMÚRIA.
 Poliúria: excesso de urina → resposta fisiológica, doença renal, doenças extra-renais, efeito
da medicação.
 Anúria: ausência de urina → doença renal, distúrbios extra-renais.
 Oligúria: pouca urina → resposta fisiológica, doença renal, desidratação, febre.

TÉCNICA: AVALIAÇÃO DO DÉBITO URINÁRIO (urina de 24h) → mL/Kg/hora


Sondar o animal, esvaziar a bexiga e ver a quantidade de urina por HORA.
Anúria (0); oligúria (<1ml/kg/h); normal (1-2ml/kg/h); poliúria (>2ml/kg/hr)
• Variações na frequência:
 Polaquiúria ou polaciúria (↑ na produção – urina pouca, varias vezes) → inflamação da
bexiga, uretra, vagina ou prepúcio.
 Oligosúria (urina poucas vezes, ↓ na produção) → doença renal crônica, desidratação,
privação de H2O ou transtornos da sede.
 Iscúria (tem produção, mas não tem micção) → obstrução uretral.
 Incontinência urinária (perda total ou parcial de armazenar urina, sem postura de micção) →
comprometimento nervoso, distúrbios hormonais, infecção crônica de bexiga,
comportamental.
• Variações da ingestão de H20:
 Normodipsia: ingestão normal.
 Oligodipsia: pouca ingestão.
 Adipsia: sem ingestão.
 Polidpsia: ingestão em excesso.

 Marcha Semiológica:
 Identificação (Espécie, raça, sexo, idade...)
 Anamnese:
Se urinou, cor da urina, posição da micção, demonstra dor, mudança no cotidiano (gato
principal)
O que/quando/como;
Evolução;
Doença primária;
Urina, micção, ingestão de H20;
Tratamento prévio e resposta;
Apetite, vômito, fezes;
Manejo sanitário/nutricional, ambiente, comportamento.
 Exame Físico Geral
Peso corporal, TºC, mucosas, hidratação, pressão, boca (hálito e ulceras – alteração aguda
renal); Exame geral dos demais sistemas.
 Exame Físico Específico:
Rins irregulares: doença renal em curso, alteração na função renal;
Caquexia; mucosas pálidas; desidratação;
Gastropatias: vômito, diarreia, halitose, úlceras orais, necrose de língua

A- Rins: Localizados próximo a apófise transversa das vertebras lombares, atrás da última
costela. Rim direito é mais cranial do que o rim esquerdo.

 Inspeção = curvatura do dorso (dor), aumento de volume


 Palpação = tamanho, formato, consistência, sensibilidade;
TÉCNICA: mãos formato em prece, pontas dos dedos, atrás do gradil costal, próximo apófise
transversa das vertebras caudal, crânio-caudal, por trás das costelas (mais fácil o esquerdo).

 Aumento de volume: pielonefrite, hidronefrite (acúmulo de líquido, RX), tumor.


 Diminuição de volume: fibrose renal.
 Aumento de sensibilidade: processo inflamatório.
 Distopias: localização anormal (ptose renal, tumor).
 Exames Laboratoriais e Função renal.

B- Ureteres: não se palpa ureter.

 Inspeção indireta = RX contrastado e US.


Ureter ectópico: cistite recorrente, ureteres são separados (um tem inserção na bexiga e outro
direto na uretra; Megaureter; calculo; ruptura do ureter.

C- Bexiga:

 Vazia: região hipogástrica dorsal;  Cheia: ocupa toda a cavidade


 Inspeção = distensão abdominal, CUIDADO com ascite (distensão abdominal devido ao
acumulo de liquido na cavidade abdominal) (para não confundir).
 Inspeção indireta: raio X e US (Urólito – no US causa sombra acústica);
 Palpação = decúbito lateral ou quadrupedal, em prece obliquamente.
Região hipogástrico, dorso ventral.

D- Uretra:

 3 Regiões: prostática, pélvica, peniana (imagem na net).


 Método indireto: explorar a uretra por cateterismo (sondagem).
Diagnóstico: cateterismo, ureteroscopia, RX e US.

 Obtenção da Urina:
1- Micção espontânea: volume parcial
Estímulos externo.
2- Cistocentese: todo o volume – pode ser guiada pelo US.
Fazer tricô e assepsia; pressionar o abdome para individualizar a bexiga.
Se for em decúbito lateral, entrar com a agulha reta.
Se for em decúbito dorsal, entrar com agulha paralelamente.

3- Cateterização (eliminar o primeiro jato)


Cultura, contraste, desobstrução, monitoração da produção
Felino Macho:
Material (luvas, cateteres, sonda uretral 4; sonda toncat; sonda toncat da Mila);
Sedação; Assepsia; colocar em decúbito lateral/ dorsal, expor pênis, lavar extremidade do
pênis com solução antisséptica e enxaguar com solução salina; posicionar o pênis e massagear
(fica pouco de sedimento – pluc); lubrificar a extremidade do pênis (aquoso e estéril); passar o
cateter e depois a sonda.
Lavagem da bexiga (flush – vai apertando lentamente para tentar desobstruir o gato), após
desobstruir, fazer a lavagem da bexiga.
Cuidado com trauma uretra/bexiga, infecção iatrogênica.

 Armazenamento: Refrigerado ou até 40 min entre coleta e exame.


 Canino Macho:
Medir a sonda da extremidade do pênis até a bexiga;
expor o pênis, usar um gel, e passar a sonda.
Pode ocorrer: a sonda pode dar nó dentro da bexiga – colocar solução fisiológica ver se retira o
nó, senão tem que levar pra cirurgia.
 Canino Fêmea:
Sonda de Foley/ sonda uretral; lanterna; especulo;
Introduz o especulo na vulva: colocar a sonda do óstio uretral presente no tubérculo (em cima
do clitóris). Para retirar o especulo, retirar ele aberto.

 Alteração Macroscópica da Urina:


Inspeção da urina (coloração, aspecto, turbidez, odor).
 Piúria: secreção purulenta na urina.
 Hematúria: sangue ou hemácia na urina.

Fase inicial: 1º jato;


Fase intermediaria: jato médio.
Fase de conclusão: jato final.

 Exames Complementares:
- Hemograma; - Urinálise: + importante, ignorado.
- Função renal e eletrólitos; - Urocultura e antibiograma;
- RX e US; - Biopsia com histopatológico;

GENITAL FEMININO

 Anatomia:
Vulva, fossa clitoriana, clitóris, vagina, óstio uretral, útero, ovários, glândulas mamárias.
 Marcha Semiológica:
 Identificação
Raça (bulldog, pequinês, pug);
Idade (neoplasia, intervalos intercios).
Peso: subpeso ou sobrepeso.
Logradouro: endemias
 Anamnese:
Último cio; parto; aborto; tamanho do macho; inseminação (natural/artificial);
anticoncepcionais; dieta; primípara ou plurípara.
 Exame Físico Específico:
A- Inspeção:
 Região perianal; cauda; glândula mamária; distensão abdominal; forma e dilatação da vulva;
Canal vaginal (toque digital);
 Secreção: verde escuro, marrom fétida, serosa, sanguinolenta, purulenta;
 Presença de massas.
B- Palpação: mamas, canal vaginal (espéculo), útero (gestação);
C- Auscultação: fetos

I- Vulva: terminação posterior do trato genital;

Apresenta formas diferentes em cada espécie;


 Inspeção: forma e dilatação da vulva; aumento de volume (cio ou gestação), vulvite
(processo inflamatório); presença de secreção.
 Palpação: canal vaginal – toque digital.

II- Útero: Órgão que abriga e mantém o feto durante a gestação;

Apresenta diferentes formas anatômicas para cada espécie;


 Palpação e Auscultação: durante gestação;
 Terminologias:
 Metrite: processo inflamatório
 Piometra: acúmulo de pus;
 Mucometra: acúmulo de muco na cavidade uterina.

III- Glândula Mamária:

 Cães: 5 pares (2 torácicas, 2 abdominais, 1 inguinal);


 Gatos: 4 pares (2 torácicas, 1 abdominais, 1 inguinal);
 Palpação: avaliar primeiro as mamas saudáveis, linfonodos podem estar alterados;

 Terminologia:
 Lactação
 Agalaxia = sem leite;
 Galactostasia = mama dura;
 Galactorréia = pseudociese (falta de gestação);
 Mastite ou mamite = inflamação glândulas mamárias;

 Exame Complementar:
Dosagens hormonais; Exames microbiológicos e sorológicos; RX e US;
Exames citológicos e histológicos → pode-se usar swab + cone otológico;
Observar período de cio; influência estrogênica em reprodução (ciclo estral); primeiro dia de
diestro – parto; secreção séptica de não séptica e mucoide.

GENITAL MASCULINO PEQUENOS ANIMAIS

 Anatomia:
Pênis, Uretra, Prepúcio, Bolsa testicular, Testículos, Próstata.
 Particularidades: cão – osso peniano; gato – espículas.
 Marcha Semiológica:
• Identificação:
Idade (anormalidade hereditária, tumores), raça, peso (problemas reprodutivos), logradouro
(endemia).
• Anamnese:
Medicação, Cruzamento, Acesso a rua, Fezes.
• Exame Físico Específico:
I- Inspeção: observar se há aumento de volume, coloração, presença de secreção.
II- Palpação: prepúcio, pênis, escroto, próstata.

✓ Próstata:
 Palpação retal;
 Exames Complementares: RX, US;
Citologia aspirativa com agulha fina;
- Lavado prostático: coletar amostras de células e liquido prostático → indicado para: doença
prostática, anormalidades prostáticas, prostatite, infertilidade.
→ Tecnica: Sedar o cão, lavar a bexiga, palpação e retornar o cateter, massagear a próstata
por 1 min, injetar 5/10ml de solução salina, fechar orifício uretral externo, avanças cateter e
coletar o material.

• Terminologia:

 Fimose: não expõe o pênis;


 Parafimose: expõe o pênis, mas não regride;
 Criptorquidismo: ausência dos testículos;
 Monorquidismo = ausência de um testículo;
 Orquite = inflamação nos testículos;
 Orquicele = tumor ou hérnia no testículo;
 Balanopostite = inflamação glande;
 Uretrite = inflamação uretra;
 Hipospadia = abertura parte ventral do pênis;
 Priapismo = ereção permanente do pênis;
SISTEMA NERVOSO ANIMAIS DOMÉSTICO

❖ Localização da Lesão: É neurológico mesmo? Qual o local? Tipo de Lesão?

 SN Central:
 Encéfalo: cérebro (telencéfalo, diencéfalo); cerebelo; tronco encefálico (mesencéfalo, ponte
e bulbo); sistema vestibular → focal ou multifocal.
 Medula Espinhal → C1-C5; C6-T2; T3-L3; L4-
S2; S3-S5; Co1 – Co5 → focal ou multifocal

 SN Periférico:
 Nervos: espinhais e cranianos
 Gânglios
 Terminações nervosas (músculos)

❖ Classificação das enfermidades do SNC: 

 Início: aguda x crônico;


 Evolução: progressivo x não progressivo;
 Simetria: simétrico x assimétrico;

 Degenerativas;
 Anomalias congênitas;
 Metabólicas;
 Neoplásicas/Nutricionais:
aguda ou crônica.
 Infecciosa/ Inflamatórias/
idiopática
 Traumáticas/ Tóxicas
 Vasculares

A imagem passa pelo globo ocular, trato óptico, quiasma óptico, passa para o núcleo
geniculado lateral no tálamo e é encaminhado para o córtex occipital.
A luminosidade é desviada a partir do quiasma óptico para o nervo óptico que vai ocasionar
uma resposta pelo núcleo edinger-westphal para o gânglio ciliar – pupila.

 Sistema Simpático promove


dilatação pupilar – midríase.
 Sistema Parassimpático:
❖ Neurônio Motor Superior e Neurônio Motor Inferior

I- Neurônio Motor Superior (NMS): os corpos celulares estão localizados no córtex cerebral,
nos núcleos basais e no tronco cerebral e os axônios faz ligação com o NMI.
Início e manutenção dos movimentos normais;
Tônus dos m.m. extensores que sustentam o corpo contra a ação da gravidade;
II- Neurônio Motor Inferior (NMI): os corpos celulares estão localizados em todos os
segmentos da medula espinhal, nos cornos ventrais e intermediários da substância cinzenta, e
nos núcleos dos nervos craniais (III, IV, VI, VII, IX, X e XII) e os axônios se estendem aos
músculos, órgãos, tecidos.
Neurônio eferente, liga o SNC a uma unidade efetora, músculo ou glândula;

❖ Principais Mielopatias em Cães e Gatos

 Síndrome Cervical: C1-C5


 Sinal de NMS nos 4 membros ou ipsilateral.
 Sinal Clínico: Paresia/Paralisia nos 4 membros ou
ipsilateral; reflexos normais ou aumentado; tônus
muscular aumentado; déficit de reações posturais
nos 4 membros ou ipsilateral; espamos musculatura
cervical, dor, rigidez; retenção urinaria; torcicolo e
escoliose; dispneia; síndrome Horner.
 Lesão grave e fatal por atingir bulbo e cessar
movimentos respiratórios.
 C5: lesão grave na porção caudal por atingir segmento respiração (nervo frênico).
 Nenhuma relação: doença metabólica, neurotóxica.
 Síndrome cervico-torácica: C6-T2
 Sinal de NMI nos membros anteriores (não tem reflexo), normal ou sinal de NMS nos
membros pélvicos.
 Sinal Clínico: Paresia/Paralisia nos 4 membros ou ipsilateral (monoparesia/monoplegia);
reflexos diminuídos e flacidez nos membros torácicos e normal/aumentado nos membros
pélvicos; déficit reação postural nos 4 membros ou ipsilateral; reflexo troncocutâneo
diminuído ou ausente; Síndrome de Horner.
 Contém NMI p/ os
membros anteriores e
comanda o reflexo flexor e
tríceps.
 Nenhuma relação:
doença metabólica e
neurotóxica.
 Síndrome Toraco-Lombar: T3-L3
 Membros anteriores normais, sinal de NMS nos posteriores.
 Sinal Clínico: Paresia/Paralisia de MP, reflexo normais ou aumentados MP, déficit reação
postural MP; reflexo tronco-cutâneo diminuído ou ausente abaixo da lesão; hiperestesia nível
lesão ou hipoestesia abaixo da lesão; retenção urinária; xifose toraco-lombar; Schiff-
Sherrigton.
 Contém NMI p/ os músculos torácicos e abdominais, mas não p/ os membros.
 Nenhuma relação: doença metabólica e neurotóxica.
 Síndrome Lombo-Sacral: L4-S2
 Membros anteriores normais, sinal de NMI nos posteriores.
 Sinal Clínico: Paresia/paralisia MP; reflexo diminuído ou ausente MP, tônus muscular flácido
MP; atrofia muscular MP; déficit reação postural MP; hipoestesia MP; retenção urinaria e
fecal.
 Contém NMI p/ os membros anteriores e comanda o reflexo flexor e patelar.
 Nenhuma relação: degenerativa, metabólica, neurotóxica, nutricional, storage disorders.
 Síndrome Sacrococcígea: S2-Co5
 Sacral: Quatro membros Normais, sinal de NMI na bexiga e reto.
 Coccígea: 4 membros normais, sinal de NMI na cauda.
 Sinal clínico: Paresia/Paralisia dos MP (lesão até S2) e da cauda; hipoalgesia/analgesia
perineal e cauda; incontinência urinaria e fecal; esfíncter anal relaxada; reflexo bulbo
cavernoso diminuído.
 Síndrome Miopática:
 Sinal Clínico: fraqueza generalizada, intolerância exercício, andar rígido, tremores membros,
atrofia muscular localizada ou generalizada, hipertonia muscular localizada ou generalizada,
contratura muscular, dor muscular à palpação, movimentos articulares limitados, regurgitação
ou motilidade esofágica anormal, ventroflexão da cabeça e pescoço.
 Nenhuma relação: degenerativa estrutural/compressiva, desenvolvimento, nutricional.
 Síndrome Neuropática:
 Neuropatia Motora: paresia/paralisia flácida das estruturas inervadas, atrofia muscular
neurogênica, diminuição ou ausência de reflexo e tônus muscular, fasciculações musculares.
 Neuropatia Sensitiva: hipoalgesia ou hipoestesia, déficits proprioceptivos, parestesia
(sensibilidade anormal) da face, tronco e membros, auto-mutilações, diminuição ou ausência
reflexos sem atrofia muscular;
 Neuropatia Autonômica: sozinhas ou associadas: anisocoria, midríase, diminuição secreção
lagrimas, diminuição salivação, bradicardia.
 Nenhuma relação: degenerativa estrutural/compressiva.

❖ Principais encefalopatia de Cães e Gatos

Da ponte para baixo, toda lesão, causa sinais IPSIlateral; Da ponte para cima, toda lesão,
causa sinais CONTRAlaterais.

 Síndrome cerebral:
 Sinal: Estado Mental e Comportamento Alterado; Déficits motores colaterais espáticos e
déficits proprioceptivos contralaterais; cegueira com reflexo pupilar normal (Amaurose);
edema de papila óptica; convulsões; respiração Cheyne-Stokes.
 Nenhuma relação - as doenças degenerativas estrutural ou compressiva.
 Tem relação - Doenças degenerativas, doenças desenvolvimento (congênita), doenças
metabólicas, inflamatórias, neoplasia, neurotóxico, neurovascular, nutricional, traumático.
 Síndrome diencéfalo:
 Sinal: Estado mental e comportamento alterado; Déficits motores espásticos e
proprioceptivos contralaterais; cegueira com pupilas dilatadas e reflexos diminuídos/ausentes;
perda termorregulação; apetite anormal; distúrbios endócrinos; respiração Cheyne-Stokes;
convulsões.
 Nenhuma relação – degenerativa e degenerativa estrutural/compressiva, desenvolvimento,
metabólica, storage disorders.
 Tem relação – inflamatória, neoplasia, neurotóxica, neurovascular, nutricional e traumática.
 Síndrome mesencéfalo:
 Sinal: estado mental alterado; hiperventilação; Déficit do III nervo (oculomotor): estrabismo
lateral, midríase, reflexo pupilar ausente, visão normal, ptose palpebral; opistótono;
tetraparesia/paralisia espástica ou hemiparesia/paralisia espástica contralateral;
Reflexo e Tônus aumentados nos 4 membros; Déficits posturais nos 4 membros ou
contralateral.
 Nenhuma relação – degenerativa estrutural, metabólica, neurotóxica, storage disorders.
 Tem relação – Degenerativa, desenvolvimento, inflamatória, neoplasia, neurovascular,
nutricional, traumática.
 Síndrome Ponto-Bulbar:
 Sinal: Estado mental alterado; respiração irregular;
Paralisia mandíbula e diminuição sensibilidade da face (V par); diminuição reflexo palpebral ( V
e VII par); paralisia facial (VII); desvio cabeça, quedas, andar em círculos e nistagmo (VIII par);
paralisia faringe/laringe (IX e X par); paralisia de língua (XII).
Tetraparesia/paralisia espástica ou hemiparesia/paralisia espástica ipsilateral; déficits
posturais 4 membros ou Ipsilateral.
 Nenhuma relação – degenerativa estrutural, metabólica, nutricional.
 Tem relação – degenerativa, desenvolvimento, inflamatória, neoplasia, neurotóxica,
neurovascular, traumática.
 Síndrome Vestibular:
 Sinal: Estado mental
deprimido;
desequilíbrio e
quedas; desvio de
cabeça; andar em
círculos; nistagmo;
estrabismo ventro-
lateral; déficit do V, VI e VII par; síndrome de Horner.
* periférica: VII – nervo sai do bulbo próximo ao ouvido para depois inervar a face.
 Nenhuma relação com degenerativa estrutural e compressiva.
 Tem relação – degenerativa, desenvolvimento, metabólica, inflamatória, neoplasia,
neurotóxica, neurovascular, traumática.
 Síndrome Cerebelar:
 Sinal: Tremores Intencionais de Cabeça; nistagmo; anisocoria; base de apoio aberta;
hipermetria; reações posturais retardadas e exageradas; andar espástico; opistótono; ausência
de reflexos de ameaça com visão normal.
 Nenhuma relação: degenerativa estrutural e
metabólica.
 Tem relação: degenerativa,
desenvolvimento, inflamatória, neoplasia,
neurotóxica, neurovascular, nutricional,
traumática.
 Síndrome multifocal: única sem relação, é a
desenvolvimento estrutural/compressivo.

Síndrome Horner: Miose; Enoftalmia; Ptose


palpebral; Protusão de terceira pálpebra
❖ Marcha Semiológica:

 Identificação: idade, raça, sexo.


 Anamnese: trauma, sinais clínicos, cíclico ou constante, dados sobre a vida e hábitos do animal
 Exame Físico Específico→

1- Estado Mental / Comportamento: interação ambiente-paciente


Lesão na região cortical, subcortical, no tronco encefálico (SARA).
 Nível de consciência:
Normal; excitado (mania); apático/ deprimido; obnubilado (diminuição sensopercepção); Semicomatoso
(responde pouco aos estímulos externos – equino (estação), outros (decúbito); Comatoso (não responde
nada aos estímulos externos).
 Comportamento: Córtex Frontal e Temporal; Sistema Límbico*
 Andar em círculos; passo de urso (equinos);  Pressionar a cabeça contra obstáculos;
 Agressividade;  Lamber ou emissão de sons;  Balançar compulsivo da cabeça;.  Mugidos / bocejos /
lamber / manias / convulsões / agressividade / balançar a cabeça / andar compulsivo / andar em círculo /
pressão da cabeça;

2- Postura e Locomoção: coordenação da cabeça e do tronco.


 SISTEMA VESTIBULAR: Desvio Lateral da Cabeça (orelha mais baixa que a outra – headtilt); aumento do
tônus musculatura; ataxia;
 CEREBELO ROSTAL E/OU MESENCEFALO: Giro ortotônico (torcicolo) - cabeça rotacionada para o lado;
 CEREBELO ROSTAL E/OU MESENCEFALO; CÉREBRO: Opstótono: desvio dorsal da cabeça;
 CÉREBRO (alteração comportamental) E/OU MEDULA ESPINHAL CERVICAL (sem alteração comportamental):
Pleurotótono - cabeça e pescoço estão intensamente deslocados caudalmente que animal fica para trás.
(“auto-auscultação”).
 CEREBELO; NÚCLEOS DA BASE DO CÉREBRO (putamen, globo palido, substancia nigra): Tremores
Intencionais: intencional porque apresenta tremores quando direciona a cabeça para fazer alguma atividade.

3- Nervos Cranianos:
0: nervo zero – feromônios
I: Olfatório: olfação – alimentos e odores → oferecer alimento escondido nas mãos;
Hipósmia – diminuição olfação; Anosmia – sem olfação
II: Óptico: visão - resposta de ameaça (dedo ou mão aberta); teste de obstáculos, reação de posicionamento
visual, teste de objetos em movimento (prova de algodão); tamanho pupilar;
III: Óculomotor: movimentação medial de olho e miose (motor) – convergência medial do globo ocular,
apresentando estrabismo ventro lateral; reflexo pupilar à luz → ambiente em penumbra, reflexo direto
(observar mesmo olho da estimulação), indireto (observar outro olho da estimulação), lanterna reto e em
perpendiculae, retina nasal e retina temporal, tamanho pupilar;
IV: Troclear: rotação de olho (motor) – se a pupila for circular avaliar os vasos no fundo do olho, estrabismo
dorso-medial; reflexo óculo-cefálico: mexe cabeça para um lado e para o outro e observa se o olho
acompanha a cabeça.
V: Trigêmeo: sensitivo – sensibilidade da face → reflexo palpebral, corneal, pinça
palpebral/corneal/orelha/nasal/maxilar e mandibular.
motor - movimentação de masseter e temporal → mastigação
VI: Abducente: motor - movimentação lateral do olho - estrabismo medial → movimentar a cabeça do
animal horizontalmente;
VII: Facial: sensitivo – paladar;
motor - movimentação orelha, pálpebra e lábio → resposta de ameaça, assimetria facial;
*Reflexo palpebral – ação do nervo V captando informação e VII fazendo a ação.
VIII: Vestíbulo Coclear: coclear – audição; vestibular - equilíbrio – posição cabeça, equilíbrio e estrabismo
ventrolateral.
IX: Glossofaríngeo – deglutição, mov. aritenóides (motor) – reflexo de engasgo, disfonia, disfagia;
X: Vago – deglutição e mov. Cartilagem respiratória (motor) – vocalização, disfagia, dispneia inspiratória pela
paralisia da laringe, megaesôfago;
IX e X → reflexo de deglutição – estimulação região laringe com a mão, oferta de alimento.
XI: Acessório – musculatura do pescoço (motor) – atrofia de musculatura do pescoço;
XII: Hipoglosso – língua (motor) – atrofia, simetria e movimento de língua;

4- Andar: analisa o SNC e SNP


 Caminhar com o cão/equino em linha reta, ao trote, círculos abertos e fechados, subir e descer rampa,
passar obstáculos, andar com cabeça esticada ou fletida →Ataxia, Paresia, Hipermetria, Hipometria,
Espasticidade, Flacidez;
 Ataxia: movimento descoordenado, déficit proprioceptivo, sem consciência espacial do membro;
 Adução/abdução/pisar e tropeçar no membro exageradamente;
 Paresia: perda parcial do movimento, fraqueza/dificuldade de sustentar o peso, arrastar o membro, passo
curto.

0: padrão normal; 1: déficits dificilmente observados; locomoção em linha reta, confirmado em manobra especial;
2: déficits facilmente observados em linha reta, exacerbados nas manobras especiais; 3: queda em manobras especiais,
posturas anormais com animal parado; 4: quedas espontâneas durante locomoção; 5: decúbito permanente;

5- Propriocepção Consciente: as vias proprioceptivas passa pela medula espinhal e são conduzidas pelo
fascículo grácil (m. pélvico) e fascículo cuneiforme (m. torácico);
 Grandes Animais: afastar membro lateralmente e o animal deve corrigir em 2 seg;
 Pequenos Animais: dobrar m. torácico sustentando no tórax, deve corrigir em 2 seg; dobrar membro pélvico
e sustentar a pelve, deve corrigir em 2 seg;
6- REFLEXOS:
 Grandes Animais
 Reflexo Cérvico Facial (rima labial); reflexo torácico lateral; reflexo musculo cutâneo; reflexo bulbo
cavernoso (aperta vulva/períneo, contrai o ânus).
 Pequenos Animais
 Musculo cutâneo: reflexo do panículo → deve estar persente cervical-lombar – se aparecer o reflexo só
cervical, porção posterior (toraco/lombar) lesionada.
⬧ Membros Anteriores
 Flexor: C6-T2; apertar espaço inter-digital.
 Biceptal: C7-T1; percutir em cima do tendão, testado o nervo musculocutâneo, e o segmento C6-C8.
TESTE: martelo de borracha>>estímulo na inserção do m. bíceps. A resposta deverá ser uma leve flexão do
cotovelo.
 Triceptal: C7-T1; percutir em cima do tendão → testa nervo radial e segmento C7-T2.
Lesões acima de C7 podem determinar reflexo exagerado.
TESTE: martelo de borracha>>estímulo na inserção do m. tríceps. A resposta deverá ser uma leve extensão
do cotovelo.
 Extensor Carpo-Radial: percutir em cima do tendão.
⬧ Membros Posteriores
 Flexor: L5-S3 – ciático; apertar espaço inter-digital;
 Patelar: L4-L5 – femoral; percutir em cima do tendão, causando contração muscular.
TESTE: estímulo no tendão patelar. A resposta deverá ser uma extensão do joelho.
 Tibial: L6-S1 – peroneal; percutir em cima do tendão.
 Gastrocnêmico: L5- S3 – ciático e tibial; em cima do tendão.
7- Nocicepção: Avaliar a sensibilidade dolorosa (se sentir dor, apresenta reflexo ou não – chorar, morder,
virar cabeça); pinça dente de rato.
 Superficial: pele e subcutâneo;  Profunda: pressionar o perióstio;
8- Palpação: Coluna vertebral: pode percutir também; fraco e forte
 Apófises transversas vertebral: com 2 dedos (fraco/forte) na transversa;
 Cervical: sutilmente com os dedos lateralmente →  e ventro dorsal (pode estimular com petisco);
 Retal: em grandes animais; movimento da caudal.
 Abdominal e bexiga: em pequenos animais; palpação abdome, ver tensão da bexiga.

9- Exame Complementar:
 Hemograma, bioquímica sérica, urinálise;
 Sorologias, imunodiagnóstico, PCR;
 LCR;
 Raio- X; Mielografia; US; TC; RM
 Eletroneuromiografia;
 Biópsias: cérebro, nervo, musculo;
 Necropsia.

 Anamnese: estado de consciência, comportamento, personalidade, convulsão, manejo, ambiente,


tratamento anteriores.
 Exame físico: locomoção, postura, disposição membros, nervos cranianos (head tilt, ataxia, paresia) →
resposta ameaça (II, VII), reflexo pupilar a luz (III); mobilização globo ocular (III, VI, IV), estimulo interno
pavilhão auditivo (V, VII), audição (VIII), reação postural, avaliação propriocepção consciente, hemiestação e
hemilocomoção (teste 2 membros); saltitamento (saltar único membro); carrinho mão; tônica pescoço;
aprumo vestibular (posição relação gravidade); colocação tátil e visual; propulsão extensora; motilidade
língua (XII); reflexo medular, deglutição (IX e X).
DERMATOLOGIA

❖ Pele: Maior órgão, barreira anatômica e fisiológica.


❖ Epiderme: epitélio multiestratificado (células justapostas).
❖ Derme: tecido conjuntivo (fibras proteicas, vasos sanguíneos, terminações nervosas, órgãos
sensoriais e glândulas – fibroblastos).
❖ Hipoderme: tecido conjuntivo frouxo (fibras e células adiposas).

glândula sebácea → gordura → ↑ Tº → gordura rancificada → causa mau cheiro

❖ Anexos Cutâneos:
 Folículo piloso;
 Unhas;
 Glândulas especializadas: glândula sebácea; glândula sudorípara; glândula circum-
anal/hepatoides
❖ Ciclo do Pelo:
 Anagênese: Pelo em crescimento, fixo dentro do folículo.
 Catagênese: Em contato íntimo com as células germinativas, já queratinizado e implantado
dentro do folículo.
 Telogênese: Enfraquecimento da
união entre base e folículo e o pelo
cai.
21-28 dias tempo em que o pelo
demora para crescer e cair
novamente.

❖ Marcha Semiológica:
 Identificação animal e Proprietário: Idade, alimentação, vacinação, vermifugação.
 Anamnese:
Presença de Prurido: sensação desagradável que manifesta no paciente o desejo de coçar;
Uso de produtos de limpeza; frequência e produtos utilizados no banho, hábitos diários, onde
dorme.
 Exame Físico Específico:
I- Inspeção: boa iluminação → procurar formas na pele, falta de pelo.
 Configuração das lesões:

 Distribuição das lesões:


 Localizada: em uma região.
 Disseminada: individuais em várias regiões.
 Generalizada: difusa e uniforme, atingindo várias regiões.
 Universal: quando há comprometimento total da pele.

II- Palpação:
Temperatura lesão; flacidez; enfisema; umidade; oleosidade; consistência

III- Olfação: Seborreia e Miíases.

❖ Lesões Elementares da Pele:

1. Alteração de Cor

• Vásculo-sanguíneas:

 Eritema (eritrócito): coloração avermelhada da pele, devido a vasodilatação, realizar TPC,


ficará branco (farmacodermia).
 Mancha ou Mácula: lesão circunscrita, superficial, de até 1cm de diâmetro e caracterizada
por mudança na cor da pele, pode resultar de diversos processos como mudanças na
pigmentação, eritema ou hemorragia local.
 Petéquia: hemorragias puntiformes com até 1cm de diâmetro, realizar TPC (ficará vermelho)
e diascopia/vitropressão, se desaparecer é vascular (Erliquiose).
 Equimose: hemorragias com mais de 1cm de diâmetro, realizar TPC (ficará vermelho) e
diascopia/vitropressão (se desaparecer é vascular).

• Pigmentares / Discrômicas:

 Hipopigmentação ou Acromia: ↓ ou ausência do pigmento malânico (claro) → vitiligo.

 Hiperpigmentação: escurecimento da pele devido ao aumento de produção de melanina


e/ou número de melanócitos (escuro), lesão antiga (melanoma, dermatite atópica,
hemangioma).

2. Formações Sólidas

 Pápula: elevação sólida e circunscrita da pele, até 1cm de diâmetro.


 Placa: elevação sólida e circunscrita da pele, mais de 1cm de diâmetro (junção de pápulas).
 Nódulo: elevação sólida e circunscrita da pele, de 1-3cm de diâmetro, que geralmente se
estende para planos mais profundos da pele (histocitoma).
 Tumor: formação sólida, circunscrita, maior que 3cm de diâmetro.
 Vegetação: lesão pedunculada, com aspecto de couve-flor, friável e que sangra facilmente
(TVT).
 Vecurrosidade: lesão geralmente pedunculada, de superfície dura e rugosa (corno cutâneo),
se parecer um chifre é um pelo modificado.

3. Coleções Líquidas

 Pústula: pequena elevação circunscrita, preenchida com pus (foliculite bacteriana) → pus
(macrófago+ células em decomposição), infecção (macrófagos + neutrófilos + fagocitose +
bactérias).
 Vesícula ou Bolha: elevação circunscrita da epiderme, com conteúdo líquido, turvo ou
hemorrágico, é frágil e transitória.

4. Alterações de Espessura

 Hiperqueratose: aumento na espessura da camada córnea, pode ocorrer na pele normal ou


em áreas especializadas como os coxins e o plano nasal.
 Liquenificação: espessamento e endurecimento da pele, caracterizado por um excesso de
demarcações cutâneas superficiais, geralmente associado a hiperpigmentação (sarna
demodécica).
 Atrofia: diminuição da espessura da pele, que se torna adelgaçada, é consequente à redução
do número e volume dos constituintes normais da pele (hiperadrenocorticismo).

5. Perdas e Reparações Teciduais

 Alopecia: perda ou ausência do pelo (dermatopatia psicogênica, hiperadrenocorticismo).


 Escama: material que se desprende da superfície cutânea por alteração da queratinização.
Furfurácea (pulverulenta) e Micácea (laminar).
 Colarinho Epidérmico: área circunscrita do epitélio, que representa o remanescente de uma
pústula, vesícula ou bolha (impetigo).
 Erosão: solução de continuidade de pele pouco profunda que não penetra a camada basal e
cura sem cicatrização (micobacteriose).
 Úlcera: solução de continuidade da epiderme, com exposição da derme, sempre deixa
cicatriz.
 Crosta: formam-se quando exsudato, soro, pus, sangue, células, escamas ou medicamentos
secos aderem à superfície da pele (sarna sarcóptica, sarna notoédrica).
Cor mel (melicérica): não foi grave.
Cor castanho escuro (hemática/hemorrágica): mais profunda.
 Cicatriz: lesão resultante da reparação de processos destrutivos sofridos pela pele, pode ser
saliente, deprimida, móvel ou aderente e não apresenta sulcos, poros ou pelos (alopecia pós-
vacinal).
 Comêdo: folículo piloso dilatado, preenchido por células queratinizadas e material sebáceo.
❖ Exames Complementares:

 Citopatológico: Toda formação sólida da pele deve ser puncionada para avaliação citológica.
 Testes Hormonais: Hipotireoidismo e Hiperadrenocorticismo (Cushing)
 Parasitológico de Raspado Cutâneo:
Escarificando até sangrar, rompendo folículo, diluindo com óleo mineral e potassa caustica
(KOH): mínimo 5 raspados.
 Sarcoptes scabei variante canis; Demodex canis (único que pode ser doença ou não) e
Psoroptes sp.
 Luz de Wood (351nm):
Microsporum canis come a queratina do pelo e libera triptofano, em contato com a luz fica
verde limão fluorescente.
Cães apresentam 30% + e Gatos 50% +.
 Tricograma:
Retira tufo de pelo e coloca na lâmina para olhar a haste do pelo, animal que coça muito é
esmigalhado.
 Cultura Fúngica e Bacteriana
 Testes Alérgicos:
Sorológico e Dieta de Eliminação.
Dermatite Alérgica a Picada de Pulgas (DAPP), Dermatite Atópica, Hipersensibilidade
Alimentar.
 Histopatológico por Biopsia Cutânea:
Punch, Incisional (retira parte) e Excisional (retira tudo).

SEMIOLOGIA DO APARELHO CARDIOVASCULAR DE GRANDES ANIMAIS

❖ Introdução: sintomas/sinais na fase tardia doença: dificuldade sucesso terapêutico,


prognostico ruim, alto custo e caráter crônico.
❖ Classificação:
 Afecções 1º: congênitas, malformações e reticulopericardite;
 Afecções 2º: enfermidades que cursam com hipercalcemia (acidose lática metabólica).
 Afecções congênitas x Afecções adquiridas;
 Afecções Individuais x coletivas (rebanho – intoxicação)
❖ Estrutura cardíaca: Coração, artérias, arteríolas, capilares, vênulas, veias, v. linfáticos, sg.
 2 circuitos separados: arterial e venoso
 Função: distribuição substancias e remoção de produtos do metabolismo.
 Estrutura:
 Pericárdio: reveste o coração.
 Endocárdio: pericárdio visceral.
 Miocárdio: fibras especializadas com musculatura contrátil e musculatura ordinária.
 Epicárdio
 Circulação:
 Circulação Pulmonar: lado direito → A e V direito, valvas tricúspide e pulmonar.
 Circulação Sistêmica: lado esquerdo → A e V esquerdo, valvas bicúspide/mitral e aórtica.
❖ Propriedades:
Onda P: nodo sinoatrial; Intervalo P-R: nodo atrioventricular; Complexo QRS: feixe
atrioventricular (Hiss).
 Batmotropismo: propriedade de autoexcitabilidade; controle relativamente autônomo.
 Cronotropismo: ritmicidade;
 Dromotropismo: contratilidade;
 Inotropismo: força de contração.
❖ Aspectos Anatomofisiológicos
I- Bovino: coração mais globoso e arredondado; do 3 – 5º EIC projeção torácica; pouco
contrato entre o coração e a parede torácica; 5/7 do lado esquerdo e 3/7 do lado direito.
II- Pequenos ruminantes: 3 a 6º costelas, caprinos adultos possuem dois pequenos ossos
cardíacos ao redor do arco aórtico; praticamente todo recoberto pelos pulmões; arritmia
sinusal.
III- Equinos: formato mais cônico, 3-6 EIC projeção cardíaca; inserção do pericárdio na 7
costela; Incisura cardíaca é a área que não é coberto pelo pulmão (macicez absoluta) → é
possível auscultar os 4 focos cardíacos do lado esquerdo mas não é utilizado clinicamente.
❖ Exame Clinico

A. Identificação do paciente: Espécie; raça; sexo; idade; peso e porte; função e uso
B. Anamnese (Queixas):

Intolerância ao exercício (cansaço); edema de peito e ingurgitamento da veia jugular; fraqueza


generalizada e decúbito; perda de peso (adultos) ou retardo no crescimento; arritmias e
alterações no pulso; mucos pálidas ou cianóticas; morte súbita.

C. Histórico:

Determinar envolvimento cardiocirculatório; evolução dos sinais clínicos; uso de


medicamentos; Manejo; Histórico pregresso; suspeitas diagnosticas e lista de diagnósticos
diferenciais.

D. Exame físico Geral: FC, FR, mucosa, TPC, motilidade intestinal e ruminal, posição,
comportamento, linfonodos, fezes e urina.
E. Exame físico específico:

I- Inspeção direta: postura e atitude;


aumento de volume (edemas);
dilatação vasos sanguíneos;
regurgitamento veias; presença de
punço venoso positivo (jugular
ingurgitada); coloração mucosa, TPC,
secreção espumosa, observar esclera.

II- Palpação:
 Choque cardíaco: em bovinos 4º EIC, equinos 5º EIC.
→ Mão espalmada , pressiona a mão no ‘’suvaco’’, da pra sentir FC; sentir se tem frêmito.
Quando há ↑: hipertrofia cardíaca, endocardite, hepatização pulmonar.
Quando há ↓: hemo/hidropericárdio, hidrotórax, pericardite fibrinosa.
Quando há desvio: cranial (timpanismo ou gestação), caudal (massa parede torácica).
 Pulso arterial: a. submandibular, a. digital palmar, a. coccígea.
→ Pulso venoso positivo jugular: alteração lado direito.
Frequência (normal, taquisfigmia, bradisfigmia), ritmo (regular/irregular), tensão (duro/mole),
celeridade (rápido/lento), amplitude ↑ (amplo/pequeno), plenitude/repleção (cheio/vazio).

III- Percussão: determinar área cardíaca, abaixo musculo membro torácico esquerdo.

IV- Auscultação: arrastar de um foco para outro


 Frequência Cardíaca:

 Focos de auscultação: auscultar as bulhas cardíacas


 Bovino:
 Esquerdo:
Foco Pulmonar: 3º EIC: fechamento semilunar pulmonar →
empurrar o máximo o esteto.
Foco Aórtico: 4º EIC: fechamento semilunar aórtico
Foco Mitral: 4º EIC (5º EIC – peq. Ruminantes): fechamento
mitral → região choque cardíaco
 Direito:
Foco Tricúspide: 3º EIC (3-4º peq. Ruminantes): fechamento
tricúspide → local pulmonar só que no lado direito.

 Equino:
 Esquerdo:
Foco Pulmonar: 3º EIC: fechamento semilunar pulmonar → empurrar o máximo o esteto.
Foco Aórtico: 4º EIC: fechamento semilunar
aórtico
Foco Mitral: 4-5º EIC: fechamento mitral → região
choque cardíaco
 Direito:
Foco Tricúspide: 3-4º EIC: fechamento tricúspide
→ local pulmonar só que no lado direito.
 Ritmo cardíaco;

 Bulhas Cardíacas: (S1,S2,S3 e S4): intensidade, localização, timbre, ritmo, ruídos adventícios.
 Sons Normais: ✓ 1ª bulha (S1): ruído sistólico - fechamento valvas AV (mitral e tricúspide),
distensão das cordoalhas tendíneas e contração ventricular; Coincide com pulso arterial e
choque → “TUM”.
✓ 2ª bulha (S2): ruído diastólico - fechamento valvas
semilunares e aórtica, desaceleração da coluna de sangue e
o choque de sangue contra as valvas semilunares → “TA”.
✓ 3ª bulha (S3): ruído preenchimento ventricular -
distensão e vibração dos ventrículos no início da diástole,
devido ao enchimento rápido das câmaras cardíacas pelo
sangue. Esporádica em bovinos, frequente equinos.
✓ 4ª bulha (S4): ruído pré sistólico - contração e vibração atrial.

 Sons Anormais (sopros e roce):


 Intensidade das Bulhas:
 Hiperfonese: taquicardia e aumento da transmissão de ruídos;
 Hipofonese: bradicardia e diminuição da transmissão dos ruídos;
 Localização das Bulhas
 Timbre:
 Som surdo: hipertrofia ventricular + edema valvar
 Ritmo (raro):
 Desdobramento de S1: S1 (mitral) + S1 (tricúspide)+ S2 (aórtica + pulmonar)
 Desdobramento de S2: S1 (mitral + tricúspide) + S2 (aórtica) + S2 (pulmonar).
 Galope de S3 (Kentucky): S1 + S2 + S3.
 Galope de S4 (Tennesse): S4 + S1+ S2
 Sopros Cardíacos: diminuição da viscosidade sanguínea, aumento da velocidade do fluxo,
aumento acentuada do diâmetro dos vasos sanguíneos.
A- Tipo: difícil diferenciar.
 Orgânicos ou Patológicos: insuficiência valvar, doença septal interventricular.
 Funcionais: sistólicos – anemia, hipoproteinemia, febre; diastólico.
B- Grau ou Intensidade
Grau Intensidade Defecção Local Auscultação Frêmito
1 Baixa Auscultação cuidadosa Ponto maior intensidade -
2 Baixa Imediata “ -
3 Moderada Imediata “ -
4 Alta Imediata Ampla área de auscultação Palpável, sutil
5 Alta Imediata “ Palpável
6 Alta Imediata “ Facilmente Palpável
C- Fase ocorre
 Sistólico: entre S1 e S2

 Diastólico: entre S2 e S1
D- Duração
 Proto, Meso, Tele
E- Origem
 Pulmonar; Aórtico; Mitral; Tricúspide
F- Identificação:
 Sopro Sistólico: insuficiência/regurgitação de válvula mitral/tricúspide ou estenose de
semilunar
 Sopro Diastólico: insuficiência/regurgitação de semilunar ou estenose de válvula
mitral/tricúspide.

 Arritmias: alteração do ritmo cardíaco


 Nodo sinoatrial, miocárdio atrial, nodo atrioventricular, miocárdio ventricular
 Distúrbios da formação de impulsos, distúrbios da condução de impulsos, distúrbios na
formação e na condução de impulsos, ritmos de escape.
F. Exames complementares:

 Atividade enzimática (creatinoquinase CK2, lactato desidrogenase);


 Marcadores de hipoperfusão: ureia e creatinina (azotemia), enzimas que indicam lesão
hepatocelular.
 Hemogasometria (PaCo2 – hipoxemia e shunts), RX, Angiografia, Angiocardiografia,
Eletrocardiografia, ECC, Fonocardiograma, Avaliação da pressão sanguínea, Pericardiocentese,
Cintilografia, Tomografia, Ressonância.

CARDIOVASCULAR DE PEQUENOS ANIMAIS

 Identificação: idade, raça, espécie


 Anamnese:
 Início, progressão, medicamentos, manobras terapêuticas:
 Idade (congênita x adquirida)  Raça;  Ambiente: litorâneas – dirofilaria, leishmaniose.
 Espécie: canina – miocardiopatia dilatada e Endocardiose; felina: miocardiopatia hipertrófica.
 Sexo: machos - endocardiose/miocardiopatia dilatada; fêmeas – persistência ducto arterioso.
 Sinais Clínicos:
Tosse (seca ou produtiva – cardíaca por compressão devido aumento de camaras); edema de
membros; ascite; cansaço ao exercício; sincope; dispneia; ortopnéia; taquipneia; cianose
(obstrução vias respiratória); emagrecimento progressivo; crescimento retardado; coleção de
Líquidos= efusões (pericárdicas, torácicas, abdominais-ascite).
 Exame Físico:
Cão → FC: 70-160 bpm; FR: 20-30 mpm; Tº C 38-39,5ºC
Gato → FC: 140-240 bpm;
I- Cabeça e Pescoço:
 Inspeção: atitude e comportamento, postura (simetria/assimetria), respiração, mucosas
(coloração), pulso jugular, narinas (secreção).
 Palpação: mucosas (TPC – hidratação; cianose aumento hemoglobina insaturada; pálida
baixa perfusão periférica, anemia), linfonodos (aumentados ou diminuídos), reflexo de tosse
(presente, ausente ou exacerbado);
 Pulso jugular: deve estar ausente com animal em estação, relação direta contração atrial.
NEGATIVO: contração atrial precede o choque pré-cordial;
POSITIVO: contração ventricular coincide com o choque pré-cordial.
 Pulso Femoral: frequência, ritmo (regular – 1pulso/batimento, irregular – preenchimento
ventricular incompleto); amplitude (amplo ou baixo); tensão (normal, forte, fraco); celeridade
(hipocinético: ↓ DC; hipercinético: ↑ volume sistólico); repleção (normal, cheio, vazio).
II- Tórax:
 Inspeção: tipo respiração, choque precordial, emaciação, edema subcutâneo, obesidade;
 Palpação: fraturas, crepitações/enfisema, massas, edema subcutâneo, choque precordial,
frêmito; choque pré-cordial, crepitação.
 Percussão: sequencial, sons (maciços-estruturas sólidas, submaciços e claros-pulmões),
determinação de massas ou fluídos no tórax;
 Auscultação: ponto de máxima
intensidade, FC, ritmo cardíaco, bulhas,
focos de auscultação.
 Esquerdo: Mitral: 5º EIC; Aórtico: 4º EIC;
Pulmonar: 3º EIC.
 Direito: Tricúspide: 4º EIC.

 Bulhas Cardíacas:
✓ S1: fechamento valvas átrio-ventriculares; intensa em focos mitral e tricúspide
✓ S2: fechamento valvas semilunares; intensa em focos aórtico e pulmonar.
Sons anormal → ritmo de galope, click/estalido, arritmias,
✓ S3: enchimento ventricular rápido, dilatação ventricular
✓ S4: contração atrial, dilatação atrial.
 Sons Cardíacos:
✓ Sístole: intervalo entre S1 e S2
✓ Diástole: intervalo entre S2 e S1.
 Sopros Cardíacos: ruído com duração superior em relação as bulhas cardíacas.
- Inocente: filhote;
- Fisiológico: anemia, atleta, gatos taquicardia, bradicardia.
- Patológico: insuficiência valvar, estenose valvar e desvios.
I- Localização - Foco:
 Sistólico: insuficiência mitral/tricúspide ou estenose aórtica/pulmonar
 Diastólico: estenose mitral/tricúspide ou insuficiência aórtica/pulminar.
 Contínuo.
II- Duração:
 Sistóle: holo, proto, meso, tele – ssistólico.
 Diástole: holo, proto, meso, tele – diastólico.
III- Intensidade:

 Hipofonese: efusão, neoformação, obesidade, diminuição inotropismo.


 Hiperfonese: caquexia, pneumotórax, valvopatia, aumento inotropismo.
III_ Abdome:
Ascite e hepato e/ou esplenomegalia, Refluxo hepatojugular;
Inspeção; Percussão e Palpação = pulso femoral
IV- Exame complementar:
Eletrocardiograma, Holter, Ecocardiograma, Biomarcadores cardíacos.

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