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Teste Informal de Discalculia para Alunos

O documento apresenta um teste informal para diagnosticar a discalculia em alunos do 5º e 6º ano, utilizando um questionário com perguntas de resposta sim ou não. Se o aluno obtiver 16 pontos ou mais, recomenda-se uma investigação mais detalhada. O teste aborda dificuldades específicas em matemática, como operações, compreensão de frações e identificação de símbolos matemáticos.

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Cinara Cardoso
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Teste Informal de Discalculia para Alunos

O documento apresenta um teste informal para diagnosticar a discalculia em alunos do 5º e 6º ano, utilizando um questionário com perguntas de resposta sim ou não. Se o aluno obtiver 16 pontos ou mais, recomenda-se uma investigação mais detalhada. O teste aborda dificuldades específicas em matemática, como operações, compreensão de frações e identificação de símbolos matemáticos.

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TESTE INFORMAL DE DISCALCULIA

Podemos, de maneira informal, realizar um teste simples para diagnosticas a presença de


discalculia, em alunos que já se encontram no 5º e 6º ano e apresentam dificuldades acentuadas na
matemática. Para isto, podemos dar um questionário com perguntas de resposta direta (sim e não) e
somamos os pontos. Se a pontuação geral for de 16 pontos ou mais, podemos passar a uma
investigação mais detalhada e buscar um diagnóstico interdisciplinar.
➢ Peça para o aluno que responda as seguintes perguntas:

1. As vezes, ao copiar os números do quadro, escrevo na ordem errada;

2. Ao usar o telefone móvel ou de casa, escrevo os números de maneira errada e não consigo

lembrar os números mesmo quando os uso regularmente;

3. Somar e subtrair são operações difíceis para mim;

4. Não consigo compreender frações;

5. Não compreendo o significado de números pares e ímpares;

6. Quando alguém fala em números pares e ímpares, tenho que pensar muito para identificar cada

um;

7. Nunca poderei trabalhar em uma loja pois tenho dificuldades com o troco;

8. Me confundo sempre com relógios analógicos;

9. Nunca consigo subtrair números grandes;

10. Não consigo entender a tabuada;

11. Não consigo identificar os símbolos matemáticos ( – ou +), não sei o seu nome e o que eles

significam;

12. Todos da minha turma sabem raiz quadrada mas, na realidade, eu não sei;

13. Acho difícil copiar um conjunto de números do quadro para o caderno;

14. Mesmo quando uso a calculadora, o resultado não dá certo;


15. Quando tenho que resolver um problema não consigo terminar;

16. As vezes, esqueço o nome das figuras geométricas como círculo e triângulo;

17. Quando resolve um exercício matemático, a folha fica sempre bagunçada;

18. As vezes, sei a resposta do problema mas não sei como eu cheguei lá;

19. Fico confuso com números elevados como 1000 e 9999 e não consigo identificar o mais

elevado;

20. Quando viajo, não percebo o valor do dinheiro em outros países;

21. Não compreendo porcentagens;

22. Não tenho ideia de como resolver um problema tipo: se um homem demora cinco minutos para

percorrer 10 km, quanto tempo leva para percorrer 12 km, mesmo que os outros da minha turma

consigam;

23. A matemática me assusta e não entendo como funciona;

24. Se tenho que responder uma pergunta relacionada com números, fico ansioso e não lido bem.

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Cinara Moreira Cardoso
Psicopedagoga Clínica e Institucional
CBO 2394/25

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