UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA
Instituto de Ciências Humanas
Curso de Psicologia
Bárbara Lima dos Santos RA: T160CH5 Turma: PS6S13
Beatriz Albertini RA: T931HH8 Turma: PS5Q13
João Lucas Brasil RA: F345858 Turma: PS13R6R13
Rafael Gomes Capozzolli RA: F344EI8 Turma:
A FALTA DE INCLUSÃO E INSERÇÃO DE PESSOAS DO ESPECTRO
AUTISTA NAS ESCOLAS
São Paulo-Marquês
2024
UNIP - UNIVERSIDADE PAULISTA
Instituto de Ciências Humanas
Curso de Psicologia
Bárbara Lima dos Santos RA: T160CH5 Turma: PS6S13
Beatriz Albertini RA: T931HH8 Turma: PS5Q13
João Lucas Brasil RA: F345858 Turma: PS13R6
Rafael Gomes Capozzolli RA: F344EI8 Turma:
A FALTA DE INCLUSÃO DE PESSOAS DO ESPECTRO AUTISTA NAS
ESCOLAS.
Projeto de Pesquisa ou Relatório de Pesquisa ou
Trabalho apresentado para a disciplina Psicologia
Escolar, do Curso de Psicologia da Universidade
Paulista-UNIP, sob a orientação da Professora
Aline Morais Mizutani Gomes.
São Paulo-Marquês
2024
RESUMO
A falta de inserção e inclusão de pessoas do espectro autista nas escolas:
formas de prevenção e intervenção no campo da Psicologia.
Este estudo tem como objetivo analisar a falta de inserção e inclusão de pessoas
portadoras de TEA dentro da escolas; compreender a concepção de psicólogos/as
sobre tal problemática no contexto escolar; identificar os procedimentos de
psicólogos/as na intervenção de melhoria pontual desse impasse; verificar a função
do acompanhamento psicológico durante o processo de inclusão escolar e
acompanhamento cotidiano das atividades selecionadas a serem desenvolvidas; e
fazer comparativos entre escolas públicas e particulares, a fim de realizar um
levantamento de dados do amparo profissional e inclusão para com os portadores
de TEA. Para isso, será realizada entrevista semidirigida com 1 (um) psicólogo e 2
(dois) professores de cada instituição que atuam no contexto público e particular. A
amostra será de conveniência e os profissionais-participantes serão identificados a
partir da rede de contatos dos/das pesquisadores/as. Os resultados obtidos serão
submetidos à análise temática de conteúdo.
Palavras-chave: Inclusão e inserção; Transtorno do espectro autista; escolar; e
psicologia escolar e saúde.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
1.1 Apresentação
1.2 Levantamento bibliográfico
1.3 Objetivos (Geral e específicos)
1.4 Hipótese
1.5 Justificativa
2. MÉTODO
2.1 Participantes
2.2 Instrumentos
2.3 Procedimentos para coleta de dados
2.4 Procedimentos para análise de dados.
3. APÊNDICE
1. INTRODUÇÃO
1.1 Apresentação
A inclusão no ambiente educacional é crucial para a formação de uma
sociedade mais justa e igualitária. No âmbito educacional, a inclusão tem
como objetivo assegurar que todos os estudantes, independentemente de
suas particularidades, possam ter acesso a um ambiente de ensino que honre
e valorize suas diferenças. Dentre os vários grupos que se beneficiam dessa
estratégia, os alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) constituem
um desafio e uma chance importante para a educação inclusiva.
O Autismo é uma condição neurobiológica que se caracteriza por
alterações no desenvolvimento social, na comunicação e no comportamento.
Indivíduos com TEA podem exibir uma variedade de habilidades e
necessidades, demandando estratégias de ensino personalizadas e um
entendimento aprofundado das características individuais de cada estudante.
A inclusão no ambiente educacional é crucial para a formação de uma
sociedade mais justa e igualitária. No âmbito educacional, a inclusão tem
como objetivo assegurar que todos os estudantes, independentemente de
suas particularidades, possam ter acesso a um ambiente de ensino que honre
e valorize suas diferenças. Dentre os vários grupos que se beneficiam dessa
estratégia, os alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) constituem
um desafio e uma chance importante para a educação inclusiva.
Discutiremos temas como as necessidades particulares desses alunos,
as táticas de ensino eficientes para atendê-las e a função dos professores e da
comunidade escolar na construção de um ambiente inclusivo. Adicionalmente,
abordaremos a relevância de políticas públicas e capacitação contínua para os
profissionais da educação, com o objetivo de promover uma inclusão eficaz e
de alto padrão.
1.2 Levantamento bibliográfico 1.1 Apresentação
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) impacta milhões de crianças em todo
o mundo, destacando-se por dificuldades na comunicação, interação social e
comportamentos repetitivos (REFERÊNCIA). Embora haja um aumento na
conscientização sobre o autismo, a inclusão de alunos com Transtorno do Espectro
Autista nas escolas ainda encontra muitos obstáculos. A inclusão na escola é um
direito assegurado por lei e crucial para o progresso desses estudantes. No entanto,
existe uma escassez de infraestrutura, formação de professores e as adaptações
necessárias para satisfazer adequadamente as necessidades de crianças autistas
no contexto escolar.
1.2 Levantamento bibliográfico
Diversos estudos, como o de Pimentel e Fernandes (2014), apontam que o
despreparo dos educadores e das escolas é uma das principais barreiras para a
inclusão de crianças com autismo. Além disso, a pesquisa de Hehir et al. (2016)
destaca que a inclusão, quando bem aplicada, beneficia não só os alunos com
TEA, mas todos os estudantes, promovendo empatia e aceitação das diferenças.
1.3 Objetivo geral
Examinar as estratégias de inclusão escolar para estudantes com Transtorno
do Espectro Autista (TEA), através da coleta de informações sobre as táticas
pedagógicas e organizacionais implementadas em instituições de ensino público e
privado, com o objetivo de entender as necessidades particulares desses
estudantes e a função dos professores e da comunidade escolar na criação de um
ambiente inclusivo.
● Objetivos específicos
1. Determinar as táticas de ensino empregadas na inclusão de estudantes com
TEA em instituições de ensino público e privado.
2. Examinar as disparidades nos métodos e práticas de inclusão entre
instituições de ensino público e privado.
[3.] Recolher informações acerca do treinamento e capacitação dos docentes
para satisfazer atender aàs demandas dos estudantes com TEA.
3.[4.] Analisar os obstáculos encontrados por professores e administradores na
aplicação de práticas de inclusão para estudantes com TEA.
4.[5.] Analisar a influência das políticas educacionais na integração de
estudantes com TEA nas escolas públicas e privadas.
1.4 Hipótese
A adoção de práticas pedagógicas e organizacionais ajustadas às demandas
particulares dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), como a
aplicação de estratégias de ensino personalizadas, modificações curriculares e
assistência especializada, leva a um aprimoramento notável no rendimento escolar
e no crescimento social desses estudantes. Ademais, a capacitação constante dos
professores e a cooperação eficaz entre escola, família e comunidade são
elementos fundamentais para o êxito da inclusão educacional e para a construção
de um ambiente de ensino inclusivo e propício para os alunos com TEA.
1.5 Justificativa
Este trabalho justifica-se pela necessidade urgente de melhorar as
condições de inclusão nas escolas, garantindo que alunos com TEA recebam
o suporte adequado para desenvolver suas habilidades e se integrar à
comunidade escolar de maneira plena.
2 MÉTODO
2.1 Participantes
O presente estudo será realizado em duas instituições de ensino na cidade
de São Paulo, sendo uma escola pública e outra privada, localizadas em diferentes
regiões da cidade. A escolha dessas instituições levou em consideração a
diversidade de contextos socioeconômicos e culturais presentes nas diferentes
redes de ensino, garantindo assim uma análise mais ampla sobre a inclusão de
estudantes com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
● Critérios de Seleção
Para a seleção dos participantes, foram estabelecidos critérios rigorosos com
o intuito de garantir a relevância e qualidade das informações obtidas. Inicialmente,
foram selecionados profissionais com experiência direta no trabalho com alunos
com TEA, de modo a assegurar que suas respostas sejam fundamentadas em
vivências práticas. Assim, foram incluídos no estudo:
- Psicólogos: Um psicólogo de cada escola foi selecionado. Esses profissionais
atuam diretamente no suporte emocional e comportamental dos estudantes com
TEA, sendo responsáveis por auxiliar os alunos a se adaptarem ao ambiente
escolar e promoverem seu desenvolvimento socioemocional. O trabalho desses
profissionais é essencial, pois, conforme aponta Delou (2016), a atuação do
psicólogo escolar na inclusão é uma peça fundamental para a mediação entre a
escola e os alunos com necessidades especiais.
- Professores: A escolha dos professores foi baseada na experiência desses
profissionais com turmas inclusivas. Dois professores de cada escola foram
selecionados, totalizando quatro participantes. Eles atuam diretamente no processo
de ensino-aprendizagem dos alunos com TEA, sendo responsáveis por adaptar as
práticas pedagógicas e desenvolver estratégias de ensino que atendam às
necessidades desses estudantes. De acordo com Maia (2019), a atuação do
professor é um dos fatores mais influentes para o sucesso das práticas inclusivas.
- Coordenadores Educacionais: Um coordenador pedagógico de cada escola
também foi selecionado para participar do estudo. O coordenador pedagógico
possui um papel estratégico na implementação de políticas inclusivas, sendo
responsável por organizar as diretrizes pedagógicas da escola e garantir que os
professores recebam o suporte necessário. Segundo Silva e Amaral (2020), a figura
do coordenador educacional é essencial na articulação entre os professores e as
políticas de inclusão, garantindo uma prática pedagógica alinhada com os princípios
da inclusão escolar.
O principal critério de inclusão para os participantes foi a experiência direta
no acompanhamento de alunos com TEA. Todos os participantes selecionados
devem ter no mínimo dois anos de experiência nesse contexto. Adicionalmente,
considerou-se a disponibilidade dos profissionais para participar das entrevistas e
responder aos questionários.
● Critérios de Inclusão e Exclusão
O principal critério de inclusão para os participantes foi a experiência direta
no acompanhamento de alunos com TEA. Todos os participantes selecionados
devem ter no mínimo dois anos de experiência nesse contexto. Adicionalmente,
considerou-se a disponibilidade dos profissionais para participar das entrevistas e
responder aos questionários.
Foram excluídos profissionais que, embora atuem na escola, não possuem
contato direto com alunos com TEA ou que, por algum motivo, não demonstraram
disponibilidade para participar das entrevistas e responder aos questionários. A
exclusão foi fundamentada na necessidade de garantir que as respostas obtidas
sejam provenientes de profissionais com vivências concretas na área de inclusão.
2.2 Instrumentos
Para a coleta dos dados, foram escolhidos dois instrumentos principais:
entrevistas semiestruturadas e questionários. Essa combinação de instrumentos
qualitativos e quantitativos foi selecionada de forma a garantir uma análise
aprofundada e abrangente sobre as práticas inclusivas nas escolas.
● Entrevistas Semiestruturadas
As entrevistas semiestruturadas foram escolhidas por permitirem uma
abordagem flexível e adaptável, garantindo que os participantes possam
compartilhar suas experiências de forma livre e espontânea. Conforme destaca Gil
(2002), as entrevistas semiestruturadas permitem que o pesquisador explore
aspectos que surgem durante a conversa e que podem não estar previstos no
roteiro original.
As entrevistas serão conduzidas pessoalmente nas dependências das
escolas e terão uma duração média de 40 a 60 minutos. A escolha por entrevistas
presenciais se deu pelo fato de que esse formato permite uma maior proximidade
entre o entrevistador e o participante, facilitando a obtenção de respostas mais
detalhadas e ricas em conteúdo. Além disso, o ambiente escolar é familiar aos
entrevistados, o que pode contribuir para que se sintam mais confortáveis ao discutir
suas percepções sobre inclusão.
As perguntas do roteiro de entrevista abordarão os seguintes tópicos:
- Adaptação das práticas pedagógicas: Os entrevistados serão questionados
sobre as estratégias que utilizam para adaptar suas práticas pedagógicas às
necessidades dos alunos com TEA. Segundo Pletsch (2018), a adaptação curricular
é um dos principais desafios enfrentados pelos professores no processo de
inclusão, uma vez que exige uma reorganização do conteúdo para atender
diferentes estilos de aprendizagem.
Desafios enfrentados: As entrevistas explorarão os desafios enfrentados
pelos profissionais na inclusão de alunos com TEA. Estudos indicam que, entre os
maiores desafios, estão a falta de formação específica e o preconceito ainda
presente em muitos contextos escolares (MENDES, 2017).
Recursos disponíveis: Outro ponto abordado será a disponibilidade de
recursos na escola para apoiar os alunos com TEA. Isso inclui tanto os recursos
materiais, como materiais didáticos adaptados, quanto os recursos humanos, como
a presença de mediadores escolares.
Preparação dos profissionais: Serão discutidas as percepções dos
entrevistados sobre sua própria preparação para lidar com o TEA. Segundo
Mantoan (2015), muitos professores relatam que não receberam formação
adequada para trabalhar com inclusão, o que pode impactar diretamente a
qualidade das práticas pedagógicas.
● . Questionários
Os questionários foram desenvolvidos para complementar as entrevistas,
oferecendo dados quantitativos que permitam uma análise mais objetiva e
comparativa entre as respostas dos diferentes participantes. O questionário contará
com perguntas de múltipla escolha e escalas de Likert (de 1 a 5), que possibilitarão
uma mensuração do grau de preparo e das percepções dos profissionais em
relação à inclusão de alunos com TEA.
Os questionários abordarão os seguintes temas:
Formação continuada: Os participantes serão questionados sobre a
frequência e a qualidade da formação continuada que recebem sobre inclusão
escolar e TEA. Estudos mostram que a formação continuada é essencial para que
os profissionais adquiram as habilidades necessárias para lidar com as demandas
de uma sala de aula inclusiva (BRASIL, 2015).
Percepção de eficácia: Os questionários também buscarão avaliar o quanto
os professores e coordenadores sentem-se preparados para atender alunos com
TEA. Essa medida será realizada por meio de escalas de autoavaliação, nas quais
os participantes indicarão, em uma escala de 1 a 5, o quanto se sentem eficazes em
suas práticas inclusivas.
Principais dificuldades: Outro item importante será a identificação das
maiores dificuldades enfrentadas pelos profissionais no dia a dia da sala de aula.
Esses dados serão fundamentais para direcionar políticas de formação e suporte
aos profissionais da educação.
Os questionários serão aplicados de maneira presencial ou online, conforme
a preferência dos participantes. O uso de questionários online visa garantir maior
flexibilidade e praticidade, especialmente em um contexto de pós-pandemia, onde
as interações presenciais ainda podem apresentar restrições.
2.3 Procedimentos para coleta de dados
A coleta de dados será realizada em três fases principais:
1. Apresentação do Estudo às Escolas
A primeira fase consiste em apresentar o estudo às escolas participantes,
garantindo que todos os envolvidos compreendam os objetivos da pesquisa e sua
importância para o avanço das políticas de inclusão escolar. Esse primeiro contato
será realizado por meio de reuniões com os diretores e coordenadores das
instituições.
Nessas reuniões, será enfatizado o caráter voluntário da participação e a
garantia de que todos os dados coletados serão mantidos em sigilo, conforme
determina a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (BRASIL, 2012),
que regulamenta pesquisas envolvendo seres humanos. Será, ainda, solicitado o
consentimento formal dos participantes, garantindo que todos os procedimentos
éticos sejam seguidos rigorosamente.
2. Condução das Entrevistas
Após a fase de apresentação, será realizada a coleta de dados por meio das
entrevistas. Cada entrevista será agendada previamente, garantindo que os
participantes tenham disponibilidade para responder às perguntas de maneira
tranquila e sem interferências em sua rotina de trabalho.
Conforme Gil (2008), as entrevistas são um dos principais instrumentos de
coleta de dados em pesquisas qualitativas, pois permitem uma compreensão mais
profunda das percepções e experiências dos participantes.
3. Aplicação dos Questionários
Por fim, os questionários serão distribuídos aos professores e coordenadores.
O formato de aplicação será flexível, permitindo que os participantes escolham entre
responder de maneira presencial ou online. O prazo para a devolução dos
questionários será de até uma semana, garantindo que os participantes tenham
tempo suficiente para responder de maneira reflexiva.
[2.4] Procedimentos para Aanálise dos dados
As entrevistas serão transcritas na íntegra e submetidas a uma análise de
conteúdo, conforme o método proposto por Bardin (2011). A análise de conteúdo
permite identificar temas recorrentes nas falas dos participantes e categorizar as
informações, facilitando a interpretação dos dados e a extração de padrões comuns
entre as respostas.
As respostas dos questionários serão analisadas quantitativamente,
utilizando técnicas estatísticas descritivas para calcular médias, frequências e
porcentagens. Esse tipo de análise será útil para comparar as percepções dos
participantes de ambas as escolas e verificar a existência de padrões entre as
respostas dos professores e coordenadores.
2.4[2.5] Ressalvas Éticas
Todo o estudo segue as diretrizes éticas da Resolução 466/12 do Conselho
Nacional de Saúde, que trata de pesquisas com seres humanos. Isto implica
também que todos os participantes sejam informados sobre os objetivos da
investigação e que a sua participação seja inteiramente voluntária. Além disso,
todos os dados pessoais serão tratados de forma confidencial e os participantes
poderão revogar o seu consentimento a qualquer momento sem prejuízo.
REFERÊNCIAS
1. PIMENTEL, M.; FERNANDES, J. *Inclusão escolar e autismo: desafios e
possibilidades*. Revista de Educação Especial, v. 17, n. 2, p. 98-112, 2014.
2. HEHIR, T.; KATZMAN, L.; DAWSON, L.; FAGAN, K.; FLANAGAN, K. *A
eficácia da inclusão para estudantes com deficiências: Um estudo de caso em
escolas públicas*. Journal of Special Education, v. 50, n. 4, p. 123-135, 2016.
3. DELOU, C. M. C. *O papel do psicólogo escolar na inclusão*. Psicologia
Escolar e Educacional, v. 20, n. 1, p. 45-52, 2016.
4. MAIA, J. P. *Práticas pedagógicas inclusivas: desafios para o professor*.
Educação e Sociedade, v. 28, n. 3, p. 601-616, 2019.
5. SILVA, R. M.; AMARAL, L. H. *O coordenador pedagógico e a inclusão
escolar. Cadernos de Pedagogia, v. 15, n. 2, p. 145-159, 2020.
6. GIL, A. C. *Métodos e técnicas de pesquisa social*. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
7. PLETSCH, M. D. *Adaptação curricular e inclusão de alunos com TEA*.
Educação em Revista, v. 34, n. 1, p. 78-90, 2018.
8. MENDES, E. G. *Inclusão escolar: questões e desafios*. Revista Brasileira
de Educação, v. 22, n. 67, p. 101-115, 2017.
9. MANTOAN, M. T. E. *Inclusão escolar: uma nova perspectiva*. 3. ed.
São Paulo: Cortez, 2015.
10. BRASIL. *Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015*. Estatuto da Pessoa com
Deficiência. Disponível em:
<[Link]
Acesso em: 12 set. 2024.
11. BRASIL. *Resolução n.º 466, de 12 de dezembro de 2012*. Diretrizes e
normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos.
Conselho Nacional de Saúde. Disponível em:
<[Link]
Acesso em: 12 set. 2024.
12. GIL, A. C. *Métodos de coleta de dados em pesquisas sociais*. São
Paulo: Atlas, 2008.
13. BARDIN, L. *Análise de conteúdo*. 5. ed. São Paulo: Edições 70, 2011.
ANEXOS E APÊNDICES
Roteiro de entrevista semiestruturada direcionado a equipe multidisciplinar
educacional da vertente pública de ensino e particular.
1. Nome completo e formação profissional:
- "Por favor, poderia começar nos dizendo seu nome completo e qual é a sua
formação profissional?"
2. Experiência com crianças com TEA:
- "Você pode descrever sua experiência no trabalho com crianças com
Transtorno do Espectro Autista (TEA)?"
3. Motivação:
- "Você tem alunos com TEA? O que te motivou a trabalhar com crianças com
TEA?"
4. Desafios percebidos:
- "Quais são os principais desafios que você percebe na inserção de crianças
com TEA em ambientes educacionais regulares?"
5. Exemplos de dificuldades:
- "Pode compartilhar algum exemplo específico de dificuldade enfrentada por
uma criança com TEA em seu ambiente de trabalho?"
6. Aspectos da inclusão:
- "Na sua opinião, quais são os principais aspectos que dificultam a inclusão
efetiva de crianças com TEA nas atividades escolares e sociais?"
7. Estratégias eficazes:
- "Quais estratégias você considera mais eficazes para promover a inclusão de
crianças com TEA?"
8. Recursos e apoio:
- "Quais recursos e apoios você acredita serem essenciais para melhorar a
inserção e a inclusão dessas crianças?"
9. Capacitação profissional:
- "Como você avalia a capacitação profissional dos educadores em
relação ao TEA? Há necessidade de mais treinamento ou suporte?"
10. Papel da família:
- "Qual é o papel da família na inserção e inclusão de crianças com
TEA? Como a colaboração entre escola e família pode ser aprimorada?"
11. Apoio da comunidade:
- "Como você vê o papel da comunidade na inclusão de crianças com
TEA? Existem iniciativas comunitárias que você considera positivas?"
12. Mudanças necessárias:
- "Que mudanças você acredita serem necessárias no sistema educacional
para melhorar a inclusão de crianças com TEA?"
13. Exemplos de boas práticas:
- "Pode citar algum exemplo de boas práticas ou iniciativas bem-sucedidas na
inclusão de crianças com TEA?"
14. Reflexões pessoais:
- "Quais são suas principais reflexões sobre o futuro da inclusão de crianças
com TEA nas escolas?"
15. Sugestões de melhorias:
- "Você tem alguma sugestão específica para melhorar a inclusão de crianças
com TEA que ainda não abordamos?"
16. Considerações finais:
Há algo mais que você gostaria de adicionar sobre a inclusão de crianças
com TEA ou sobre o seu trabalho nessa área?
Acho que seria importante alguma pergunta para saber se os participantes
conhecem as políticas públicas/leis sobre a Inclusão e como eles percebem a
implementação delas