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Introdução à Missiologia e sua Importância

O documento aborda a missiologia, enfatizando a importância da missão na Igreja e a necessidade de evangelização dos povos não alcançados. Ele explora a história da missão, o significado do termo, e a responsabilidade da Igreja em preparar e enviar missionários. Além disso, discute a estratégia missionária e a urgência de comunicar o Evangelho de forma culturalmente sensível.

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Pedro Silva
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Introdução à Missiologia e sua Importância

O documento aborda a missiologia, enfatizando a importância da missão na Igreja e a necessidade de evangelização dos povos não alcançados. Ele explora a história da missão, o significado do termo, e a responsabilidade da Igreja em preparar e enviar missionários. Além disso, discute a estratégia missionária e a urgência de comunicar o Evangelho de forma culturalmente sensível.

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MISSIOLOGIA

1
Sumário
NOSSA HISTÓRIA ............................................................................................................... 2
INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 3
SIGNIFICADO DA PALAVRA “MISSÃO” ......................................................................... 5
Povos não alcançados: tarefa inacabada.................................................................................. 6
O Histórico da “Missão” ........................................................................................................ 8
A tarefa da igreja para com a “Missão” ................................................................................ 10
A estratégia da “Missão”.................................................................................................. 13
O propósito igreja para com a “Missão”....................................................................... 13
Implicações Missio lógicas ............................................................................................... 14
O Propósito Missiologia.................................................................................................. 14
HISTÓRIA DA MISSIOLOGIA .......................................................................................... 17
Influência da Missiologia no Cristianismo ................................................................... 17
As crenças principais na Missiologia ........................................................................... 18
Fundamentos da Missiologia........................................................................................ 18
A pedagogia de Deus como fundamento principal da Missão .............................. 20
A Missão do antigo testamento interligada com a do novo testamento ............... 21
A IGREJA LOCAL E MISSÕES ................................................................................... 22
VIDA DO MISSIONÁRIO .................................................................................................. 24
EVANGELISMO ................................................................................................................. 25
DISCIPULADO ................................................................................................................... 27
DISCIPLINAS BÁSICAS DO DISCIPULADO................................................................... 28
A aprendizagem............................................................................................................. 28
Santificação.................................................................................................................... 29
BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................. 31

1
NOSSA HISTÓRIA

A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de empresários,


em atender à crescente demanda de alunos para cursos de Graduação e Pós-
Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como entidade oferecendo
serviços educacionais em nível superior.

A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de


conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação
no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua.
Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de
publicação ou outras normas de comunicação.

A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma


confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base
profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições
modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica,
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido.

2
INTRODUÇÃO

Missão para todos pretende, na simplicidade, ajudar as pessoas de boa


vontade, agentes pastorais e de movimentos, jovens e crianças (Infância Missionária),
presbíteros e religiosos, Comunidades Eclesiais, casas de formação religiosa,
seminaristas e estudantes de Teologia a continuarem descobrindo o sentido da missão
e da missiologia. A viver a espiritualidade missionária e conhecer a caminhada da
organização missionária da Igreja, no Brasil e na América.
A missão do Redentor continua viva e precisa de todos. E todos têm
necessidade de palavras e de testemunhos animadores. “Não tenha medo, pequeno
rebanho. Eis que eu estou convosco todos os dias”, estas são as palavras de Jesus a
todos os missionários hoje. Jesus Cristo, Palavra Eterna no seio do Pai, por meio da
qual todas as coisas foram criadas (cf. Jo 1,3), junto com o Espírito que, no princípio
da criação, pairava sobre as águas (cf. Gn 1,2), “na plenitude do tempo” (Gl 4,4), “se
fez homem e habitou entre nós” (Jo 1,14). Jesus é o enviado do Pai, o missionário.
Jesus de Nazaré, cheio do Espírito, veio trazer vida plena para todos,
evangelizar os pobres, para a libertação universal, proclamando o tempo da graça.
Passou fazendo o bem, buscou a todos e a todas, acolhendo e congregando na
unidade, à imagem da mesma união e comunhão que vive com o Pai e o Espírito.
Completada a sua missão, segundo a vontade do Pai, ofereceu a sua vida em sacrifício.
O Pai o glorificou ressuscitando-o dos mortos. Vencedor da morte, possuindo todo o
poder no céu e sobre a terra, enviou os discípulos a completar sua mesma missão em
toda a parte em todos os tempos. Os discípulos partiram e comprovaram a
autenticidade da missão proclamando o nome de Jesus, convocando à conversão. O
que devemos fazer? Perguntavam os ouvintes de coração contrito. Arrependam-se e
sejam batizados em nome de Jesus Cristo. E uniram-se a eles, formaram comunidades
e eram perseverantes em ouvir a Palavra, na comunhão fraterna, na fração do pão e
nas orações.

3
Esta comunhão continua com o testemunho: “nós todos somos testemunhas”
(At 2,32). Como o Mestre, testemunhavam com a própria vida: foram presos,
caluniados, perseguidos e martirizados, desde Estevão, o primeiro mártir, Tiago, Pedro
e Paulo, os apóstolos e tantos mais. O dinamismo missionário foi acontecendo pelas
conversões, adesões na fé e no testemunho vivo nas primeiras comunidades das quais
conhecemos alguns nomes: primeiramente a de Jerusalém, de Antioquia, de Tiro e
Sidônia, de Damasco, Lido, Jafa, Cesareia, Derbe, Listra, Icônio, Antioquia da Pisídia,
Filipos, Lídia e Trôade, Éfeso e Colossos, Esmirna e Filadélfia, Tessalônica, Bereia,
Atenas, Corinto, Malta, Pozzuoli e, enfim, Roma.
É provável que fossem mais, pois o cristianismo chegou, desde o princípio, ao
sul: Alexandria do Egito, Líbia, Tunísia; e para o norte: Sicília e Espanha. E outras
regiões: Ponto, Galácia, Ásia, Bitínia, Capadócia, Dalmácia... A chama e a paixão pela
missão nunca se apagou na história e no te
mpo, até hoje, em nossas Igrejas particulares, sujeitos da missão. A missiologia,
elaboração sistemática da missão, é ainda jovem. Missão para todos apresenta uma
introdução desses dois aspectos essenciais na vida e na missão da Igreja: missão e
missiologia.
Apresenta também uma breve visão dos principais documentos pontifícios
missionários. A missão fundamenta-se na Trindade, que se revelou na paciente e
progressiva pedagogia de Deus e na vontade salvífica universal. A missão é dirigida a
todos: “Ide por todo mundo...”. Eis o primeiro elemento essencial da missão, o
universalismo. A missão dirigida a todos é o horizonte sem horizontes da missão a
todos os povos e em todos os tempos e com todos os batizados.
A Igreja Sacramento da Salvação; Jesus, o enviado do Pai, na força do Espírito
Santo; e Maria, missionária no mistério de Cristo, educadora e pedagoga do Evangelho.
“A missão do Redentor”, apresenta em síntese os conteúdos da Evangelii Nuntiandi,
na celebração dos trinta anos, e os quinze anos da Redemptoris Missio. Conclui com
as palavras de Bento XVI, primeiro Papa eleito no século XXI. O Papa Bento XV,
primeiro Papa eleito no século XX, iniciou o “século das missões”.

4
SIGNIFICADO DA PALAVRA “MISSÃO”

A Missão tem como significado etimológico a palavra enviar, que não mostra o
caráter da missão, mas exprime as tarefas diversas em diferentes dimensões da vida
cotidiana, tais como: social, cultural, política, religiosa, espiritual etc. A origem da
Missão tem somente uma fonte, que é o projeto de Deus, fonte de amor. Ele criou o
homem e a mulher, tendo-os como fonte da Missão de seu projeto, para viverem em
comunhão com Ele na plenitude de sua vida.
“A Missão compreende a pessoa que envia com uma mensagem, o enviado
que deve anunciar ou testemunhar e o destinatário que recebe a mensagem.”
(PANAZZOLO, 2006a, p. 14). Em João 3:16, o projeto de Deus Pai nos é mostrado,
sendo concretizado em seu Filho Jesus Cristo, que veio para todos aqueles que Nele
creem e que não perecerão, mas terão vida para sempre. Também pode ser definido
como Missão o envio de pessoas autorizadas para um determinado lugar além das
fronteiras, com o empreendimento de proclamar o Evangelho de Jesus Cristo em áreas
não alcançadas.

5
Povos não alcançados: tarefa inacabada

As pessoas diferenciam-se de vários modos, tais como: língua, cor, cultura,


personalidade, classe social etc. Porém, a utilidade da evangelização intercultural tem
em comum entre os povos a etnia, língua, religião, ocupação, classe, casta, residência,
situação social ou legal. Contudo, o fator chave entre os povos é como eles formam os
grupos e veem a si mesmos. Os homens veem o mundo de uma forma diferente de
Deus, porque Deus não o vê somente como fronteiras políticas.
E, como tal, você deve ter em mente que para evangelizar o mundo com uma
estratégia eficaz, assim como os discípulos de Jesus aprenderam, você deve fazer o
seguinte: “Ide e fazei discípulos, seguidores, todos.” (Mt. 28:18-20). Porque Deus tem
mais interesse nos homens do que em fronteiras políticas e muitos ainda não
entenderam o enfoque de Jesus para alcançar os povos não alcançados, que não é
uma escolha, mas um ministério monocultural, etnocêntrico. A verdade principal dos
Evangelhos de Jesus é alcançar o mundo inteiro, organizando grupos para alcançarem
os povos que ainda não ouviram falar da Palavra.

6
Figura 1: Monge em missão na ÁFRICA

E, para alcançar e continuar a tarefa de evangelização que está inacabada, e


para ter êxito na evangelização destes indivíduos, intercultural mente, devemos ter
coesão, dedicação e habilidade em comunicar as Escrituras de forma clara e com
autoridade, conforme Mateus (28:18-20).

7
Figura 2: Tamplete descreve o sentido de Missão na Igreja

O Histórico da “Missão”

A partir dos anos 50, o termo “missão” tinha uma notável escalada de uso entre
os cristãos, com vários significados e conceitos, conforme segue:

a) o envio de missionários a um território especificado; b) as atividades empreendidas por


tais missionários; c) a área geográfica em que os missionários atuavam; d) a agência

8
que expedia os missionários; e) o mundo não cristão ou “ campo de missão”; ou f) o
centro a partir do qual os missionários operavam no “campo de missão”; (OHM, 1962,
p. 52). Num contexto ligeiramente diferente esse termo também podia designar: g) uma
congregação local sem um pastor residente e que ainda dependia do apoio da igreja
mais antiga, estabelecida; ou h) uma série de serviços especiais destinados a
aprofundar ou difundir a fé cristã, em geral num ambiente nominalmente cristão. Se
tentarmos elaborar uma sinopse mais especificamente teológica de “missão” assim
como o termo tem sido usado tradicionalmente, observamos que ela foi parafraseada
como: a) propagação da fé; b) expansão do reinado de Deus; c) conversão dos pagãos;
e d) fundação de novas igrejas. (MULLER 1987), (BOSCH, 2002).

Temos muita responsabilidade para com a Evangelização Mundial, porque a


tarefa não acabou muito pelo contrário, temos muito que fazer. No Século XVI, a
palavra “missão” era um termo somente usado como a doutrina da Trindade, explicando
que era o envio do Filho pelo Pai e do Espírito Santo pelo Pai e pelo Filho. Os jesuítas
foram os primeiros a usar o termo “missão” para disseminar a fé cristã entre os
indivíduos, na qual eles incluíam os protestantes, mesmo não fazendo parte da Igreja
Católica. E agora, na Era Contemporânea, conhecida como Terceiro Mundo (ou, em
algumas vezes, como Mundo dos Dois Terços), o termo “missão” está sendo
disseminado entre os cristãos como nunca e com um entendimento mais claro e
conciso.
Esta expressão verbal do conceito de “missão” será como um fundamento
interativo de aproximação, que efetivará a construção dos seus conhecimentos, num
esforço mais claro e contínuo e de forma coletiva, isto é, entre você e a Igreja local,
determinando um novo tempo que o instrumentará para o futuro de uma vida
missionária, numa visão globalizada. Através dos séculos, esperamos que a odisseia
do cristianismo, que tem encorajado os cristãos em uma visão global dos povos não
alcançados, cada vez mais leve a Igreja local e provoque o seu engajamento na tarefa
inacabada de Missões.
A transformação dos povos, com responsabilidade do missionário enviado pela
igreja, que tem a visão das necessidades do mundo, irá trabalhar com profundidade e
responsabilidade na obra missionária, com conhecimentos, habilidades e com o amor

9
de Deus como tema principal, dando a visão para os membros da Igreja local,
vocacionando muitos deles para a obra missionária.

Figura 3: Leigos missionários na Africa

A tarefa da igreja para com a “Missão”

A Tarefa da Igreja com a Missão inclui não somente o crescimento quantitativo


da mesma, mas a urgência da evangelização; juntamente com o preparo e o envio da

10
Igreja ao mundo. Sendo um trabalho diário da mesma com o cuidado pastoral, tendo
como fim a visão mundial. “É preciso que a relação entre os diversos ministérios da

Igreja, dentro da sua noção de missão, seja expressa na sua organização.” (LIMA,
1994, p. 37).
A perspectiva eclesiológica da Missão tem por objetivo colocar o Reino de Deus
como projeto fundamental e referencial e nação eleita, sacerdócio real, nação santa,
povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamarmos as virtudes daquele
que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. (I Pedro, 2:9). “O Reino é de
Deus. A Igreja é serva do Rei e não do nosso reino.” (LIMA, 1994, p. 46). A Igreja nunca
deve esquecer que ela faz parte deste projeto do Reino de Deus. Somos salvos pela
graça mediante a fé (Efésios, 2:8-9), para boas obras as quais Deus de antemão
preparou para que andássemos nelas. (Efésios, 2:10).

11
Figura 4: Santa Missa sendo celebrada em comunidade.

12
A estratégia da “Missão”

A Estratégia da Missão tem como base a necessidade de alcançar povos que


ainda não ouviram falar do amor de Deus. Temos que ter como alvo primordial começar
a ceifa neste território, em primeiro lugar, tendo como prioridade apenas alcançar pessoas
e fazer discípulos. Quando ouvimos que há lugares onde os indivíduos têm o coração
duro, realmente é um caso em que o povo não ouviu o Evangelho em termos que podia
entender, dentro da própria cultura e que podia aplicar na vida cotidiana.
A estratégia missionária vai nos fazer instrumentos mais úteis nas mãos do Senhor
da seara, usando algumas estratégias missionárias e técnicas nas quais haverá mais
sensibilidade tanto por parte do que transmite a mensagem (no caso o missionário), como
aquele que é o receptor.
A base primordial da Estratégia Missionária é a necessidade de alcançar um povo
não alcançado. Porém, todos os pecadores têm uma necessidade igual, tanto em uma
cidade onde há várias igrejas como onde a ceifa já está pronta, portanto, é a hora de ceifar
ali primeiro. O alvo não é somente alcançar pessoas, mas fazer discípulos. Quando
abordamos a “Estratégia Missionária”, quer dizer que temos um plano de ação deliberado,
bem formulado e devidamente executado (ou num processo de execução), que tem como
base a experiência humana; então, Paulo tinha pouca ou nenhuma estratégia.
Contudo, quando entendemos que a palavra significa um “modus operandi”
flexível, que é desenvolvido sob uma orientação do Espírito Santo e sujeito à sua
orientação e controle, então, Paulo realmente tinha uma estratégia.
Hoje, a maior “Estratégia Missionária” é a maneira de como o missionário interage com a
pessoa que está recebendo a mensagem da salvação, porque o missionário deve estar
preparado para se envolver com as diversas sociedades com as quais irá trabalhar e
interagir, ao longo do seu trabalho missionário. Deve estudar a Igreja mãe e as instituições
eclesiásticas, que organizam e estão sustentando os missionários.

O propósito igreja para com a “Missão”

O propósito da Igreja com a Missão, dentro de uma reflexão divina, é cumprir a


tarefa principal de proclamar Jesus Cristo Divino e Salvador único; e persuadir os homens

13
a se tornarem seus discípulos e membros que são responsáveis e compromissados com
a Igreja.

Implicações Missio lógicas

As implicações missiológicas surgiram através do movimento profético que


denunciava a injustiça social do povo com o rei, pois este deveria ensinar o povo a adorar
somente a Deus e quando isto não acontecia, então, o rei era punido. “O adorador do
Eterno (Iahweh) não deveria apoiar o status quo, mas fazer a vontade de Deus, para
praticar a justiça e amar a misericórdia (Miqueias, 6.8), aguardando a vinda do reino.”
(CARRIKE).

Figura 5: Tamplete A Igreja em Missão

O Propósito Missiologia

O propósito da Missiologia é a preparação metodológica e sistemática da missão


para todos, com dois aspectos principais na vida e na missão da igreja: Missão e
Missiologia. “[...] a Missiologia ajuda a igreja (e o missionário) a levar em conta o seu

14
contexto missionário, de tal modo que o Evangelho seja transmitido mais claramente em
relação à audiência e, mais fielmente, em relação a Deus.” (CARRIKER). A Missiologia é
uma ciência interdisciplinar, que pode ser aplicada em cada uma das disciplinas bíblicas,
teológicas e históricas, a ética, a hermenêutica, a sociologia, a estatística e a
comunicação. E esta aplicação é empregada em um dado momento histórico e cultural.
O ponto mais alto (culminante) e integrador de todas as outras disciplinas estão
na Missiologia, que é a reflexão sobre a identidade e a tarefa missionária, a qual, muitas
vezes, está isenta dos currículos dos seminários, pois é esta disciplina que, mais do
qualquer outra, leva o estudante à ação. Verkul (1978) esclarece mais, dizendo que a
Missiologia jamais poderá ser uma substituta à participação e ação missionárias, mas
sempre deve levar a estas.

“Também Rubem Alves (1970) chega a dizer que a única diferença real entre evangélicos
latino-americanos é ideológica, alguns advogam mudança e outros não”. As diferenças
norte-americanas são fundamentadas em um estilo de local entre a Missiologia norte-
atlântica, que é uma reflexão sistemática pensada e escrita, a latino-americana está mais
embasada em uma reflexão popular, estimulada por algo específico de forma escrita ou
documentada, que poderá ser algumas vezes publicada em livros. “Ide por todo o mundo,
proclamai o Evangelho a toda a criatura.
(Marcos, 16:15), (PANAZZOLO, 2006, p. 16).

15
Também podemos relatar que a Missão está fundamentada nas Escrituras
Sagradas, com a manifestação do Elohim (Deus Criador), na qual a história bíblica
registra, desde o livro do Gênesis até o Apocalipse, a salvação universal. “Ide, portanto,
e fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho
e do Espírito Santo, ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. (Mateus, 28:19-
20)” (PANAZZOLO, 2006).
Definitivamente, a vontade do Pai Celestial escolhe e elege algumas pessoas e as
envia, para serem conscientizadas da realidade missionária mundial e preparadas para
anunciar e testemunhar o amor de Deus que se manifesta na morte e ressurreição de
Jesus Cristo, o Redentor da humanidade. “A Missão é a ação do próprio Deus, que na
plenitude dos tempos envia o seu Filho Jesus, no Espírito Santo, feito homem por nosso
amor, morto e ressuscitado, o Senhor, presente na Igreja até o fim dos tempos.”
(PANAZZOLO, 2006). À luz dos princípios da revelação divina, a Missiologia é
uma ciência que estuda algo que existe efetivamente, que é real, existente, numa reflexão
sistematizada, de caráter teológico. É uma realidade missionária, com uma missão e
evangelização, em toda a história da Igreja, porque é a participação e continuação da
Missão, para anunciar a ação evangelizadora de Jesus Cristo.

Figura 6: Tamplete representando o amor missionário.

16
HISTÓRIA DA MISSIOLOGIA

A História das Missões começa com Jesus de Nazaré e seus ensinamentos a


respeito de um Deus único. Tudo está escrito nos Evangelhos e como parte integrante do
Novo Testamento. Com isto, o cristianismo torna-se a maior religião monoteísta do
mundo, com 2,13 bilhões de adeptos. Predomina na Europa, na América, na Oceania e
em boa parte da África. No século I, o cristianismo começa como uma seita do judaísmo,
que tinha o Antigo Testamento (Tanach) e era chamada de religião Abraâmica. Em Atos,
11:26, mostrase que os seguidores de Jesus foram chamados de cristãos, em Antioquia.

Influência da Missiologia no Cristianismo

A grande influência do surgimento do cristianismo e de outras religiões foram os


ensinamentos de Jesus Cristo, que ensinou sobre a existência de um único Deus, Criador
do Universo e intercessor na história da humanidade. Cristo mostra, nos
Evangelhos, os importantes atributos de Deus: a onipotência, a onipresença e a
onisciência. O principal fundamento do cristianismo é a fé em Jesus Cristo, que
proporciona a salvação para todos aqueles que creem nele. A diferença entre a Igreja
Protestante e a Católica é que existe a crença em céu e inferno, porém, na Católica, existe
um purgatório.
O cristianismo acredita na Igreja (ekklesia), palavra de origem grega que significa
“assembleia”, entendida como a comunidade de todos os cristãos e como corpo místico
de Cristo presente na Terra e sua continuidade. As principais igrejas ligadas ao
cristianismo são: a Igreja Católica, as Igrejas Protestantes e a Igreja Ortodoxa.

17
As crenças principais na Missiologia

Declaradas no Credo de Niceia, são: a. A Crença na Trindade. b. Jesus é


simultaneamente Divino e Humano. c. A Salvação é possível através da Pessoa, Vida e
Obra de Jesus. d. Jesus Cristo foi concebido de forma virginal, foi crucificado, ressuscitou,
ascendeu ao Céu e virá de novo à Terra. e. A remissão dos pecados é possível através
do batismo. f. Os mortos ressuscitarão.

Fundamentos da Missiologia

A necessidade da Missiologia está fundamentada na visão global do mundo, à luz


da comunhão e participação. É dever de justiça de as Igrejas da América Latina abrirem-
se para outros continentes, numa dimensão universal da missão, tendo como
responsabilidade missionária a Igreja local, tanto antiga como novas, projetando-se além
das fronteiras. Acontecem algumas deficiências por causa da falta de evangelização mais
audaz, integral e profética.

18
Figura 7: A missão abrange todos os lugares.

Também a limitação na formação de agências missionárias ligadas às Igrejas,


pois são poucas coordenações em diversos setores da Igreja, e a fraca visão da
consciência universal da missão. Mesmo na América Latina, há carência de
evangelizadores. Em Medelin, onde foi realizada uma conferência missionária, para que
os cristãos da América Latina começassem a colaborar na evangelização, eles foram
preparados e aprenderam sobre a realidade atual, que foi o documento final do encontro,
dividido em quatro pontos, conforme segue:
1. “A problemática teológico-pastoral da missão”.

2. A Igreja missionária, como marco doutrinal.

3. As situações missionárias na América Latina.

4. “Orientações para uma renovação pastoral missionária na América Latina.”


(PANAZZOLO, 2006, p. 176).

19
Figura 8: Missiologia em toda a América Latina

FUNDAMENTOS DA MISSÃO NO ANTIGO TESTAMENTO

A pedagogia de Deus como fundamento principal da Missão

A Pedagogia de Deus está fundamentada na Trindade, na qual se revela a


vontade salvífica universal. Esta missão do Pai Celestial é dirigida da seguinte forma: Ide
por todo o mundo [...] que é o elemento essencial da missão, o universalismo. A missão
é dirigida a todos os povos em todos os tempos, mediante Jesus Cristo, o Salvador, Filho
de Deus, enviado pelo Pai, pela força do Espírito Santo. (Marcos, 16:15).
A Pedagogia e o Fundamento de Deus é o sucesso da Missão Cristã, que, no
início do século passado, iria desaparecer por se considerar moribunda. Porém, o
secretário geral da Sociedade Missionária Norueguesa, Lars Dahle, que comparou
estatísticas da Ásia e África em 1800 e 1900, criando uma fórmula matemática que

20
mostrava a taxa de crescimento do cristianismo, de dez em dez anos, durante o século
XIX e XX, pôde predizer que no século XX, toda a raça humana seria alcançada para a fé
cristã. Com o tempo, estas previsões otimistas eram infundadas e a vitória total do
cristianismo não deu em nada.
E até hoje, a fé cristã ainda é uma religião minoritária de acordo com a população
mundial em sua totalidade.

A mensagem fundamental da missão é a esperança contida na ressurreição de Jesus


Cristo como vitória da vida e da justiça. (SUESS, 2007). A atitude é de que os negócios
continuarão normalmente apesar dos contratempos no que diz respeito à continuação do
tráfego missionário de mão única do Ocidente para o Terceiro Mundo e da proclamação
de um Evangelho que parece ter pouco interesse nas condições nas quais as pessoas se
encontram, já que a única preocupação dos pregadores parece ser a de salvar almas da
condenação eterna. Aqui o direito dos cristãos de proclamarem sua religião é
inquestionável, visto que a Bíblia ordena claramente a missão mundial. (BOSCH, 2002).

A Missão do antigo testamento interligada com a do novo testamento

Caro acadêmico você tem que entender que a missão no Novo Testamento é
fundamental para compreender a mesma no Antigo Testamento, pois não há para a Igreja
e a teologia cristã um Novo Testamento divorciado do Antigo Testamento. Os crentes da
Antiga Aliança do Velho Testamento não mencionam que estes seriam enviados por Deus
para cruzarem fronteiras geográficas, religiosas e sociais e conquistá-las com a fé em
Yavé.

21
Figura 9: Abraão em meio à provação com seu filho Izac

Figura 10: Jesus Cristo em Missão

A IGREJA LOCAL E MISSÕES

Lendo biografias ou livros de história, podemos verificar que em todas as épocas


da humanidade as pessoas acreditavam que aquele período em que estavam vivendo era
muito importante e peculiar. Verificamos isso no tempo de Moisés, David, Salomão, dos
profetas de Israel e dos apóstolos de Jesus Cristo, nos dias da Igreja Primitiva também,
sendo um tempo que influenciou e modelou líderes mundiais, mesmo sendo tão diferentes
uns dos outros, como: César, Lutero, Colombo, Napoleão, Washington, Hitler, Kennedy e
Mandela. Nosso país se encontra em duas crises significativas: cultural e espiritual, e elas
estão intimamente ligadas entre si. Com certeza, quando uma for solucionada a outra
também será superada.

22
O modo como resolvermos esses desafios concernentes ao caráter e segurança dessa
nação completará a redefinição do país iniciada há cerca de trinta anos. O centro desta
crise cultural é a luta para determinar os valores do país. Normalmente, uma crise cultural
desta natureza seria influenciada pela estrutura moral derivada do entusiasmo e do
envolvimento espiritual da nação. Sem uma base espiritual consistente e fidedigna que
circunscrevia nossa moralidade, valores, padrões de vida e sonhos, a turbulência cultural
de hoje teria chegado bem mais cedo.
(BARNA, 1998).

Figura 11: Representação da Igreja física

23
VIDA DO MISSIONÁRIO

O missionário deve ter um coração aberto e uma atitude para ouvir e se sentar
aos pés do Mestre Jesus Cristo, como aqueles que têm fome e sede de justiça. Ser
missionário é ter conhecimento vivencial da vida de Cristo, se alimentar da Palavra de
Deus. Ser missionário é se deixar envolver por Jesus pessoalmente com um projeto de
salvação do mundo em sua visão espiritual, diante da globalização mundial econômica,
que explora desumanamente os pobres no mundo e não cumpre as promessas de vencer
a pobreza.

Esta situação das pessoas, que antes tinham um coletivo ideológico, do qual faziam parte
e que dava sentido a suas vidas e do qual agora foram privadas, constitui um dos aspectos
da pós-modernidade. Nasceu então um grande desencanto e um recolher de bandeiras.
Grande número de pessoas perdeu o sentido de sua vida e agora sozinhas tentam
construir algum novo sentido, num individualismo decepcionado, o que contribui para o
crescimento do desinteresse político de muitos, do ceticismo, relativismo e agnosticismo
no mundo das ideias, do consumismo desenfreado na vida cotidiana, do cinismo diante
da ética. (HUMMES, 2006).

O alvo da vida do missionário é fazer discípulos – evangelismo –, pois é o método


discipulador. A natureza do evangelismo é que o missionário aprenda a transmitir e a

24
comunicar as boas-novas do Evangelho para as pessoas. Ele tem o propósito de dar ao
indivíduo uma oportunidade de reconhecer Jesus Cristo como Senhor e Salvador e que
precisa de arrependimento para ter o perdão dos pecados, com o objetivo de persuadir
homens e mulheres a crerem em Cristo como Salvador e servi-lo na comunidade dos
santos.

Figura 12: Representação vida de missionário é gasta para o Senhor.

EVANGELISMO

O Evangelismo é a proclamação essencial da Igreja de Cristo, que anuncia a obra


salvífica de Jesus Cristo, conforme ensina nas Escrituras Sagradas mediante o Espírito
Santo. Evangelizar é quando confrontamos o indivíduo com as reivindicações de Cristo,
decorrentes do caráter de Deus.

Desse modo, a evangelização deve ser definida dentro de uma perspectiva da sua
mensagem, não do seu resultado. Nem toda a proclamação que “surte efeito” é
evangelização e, nem toda a pregação que “não alcança os resultados esperados” deixou

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de ser evangelização. Esta visão pragmática não pode ser aplicada à evangelização, sem
que percamos de vista o seu significado fundamental. (COSTA, 1996).

Figura 13: Representação das pessoas que abraçam o Evangelho.

No momento da evangelização, levamos conosco alguns pressupostos


fundamentais, que norteiam o conteúdo de nossa proclamação e, mais do que isso, as
nossas expectativas, no que se refere aos frutos da evangelização. A evangelização é a
“proclamação essencial”, a Igreja, por si só, é o testemunho do “Evangelho de Deus”, e,
como tal, faz parte da essência de anunciar a realidade da Igreja de Cristo, a “pregação
da Palavra de Deus” para as pessoas que se encontram sem esperança e sem mesmo
conhecer o El-Shaday = o Deus Todo Poderoso, que pode transformar as vidas e, além
disso, o mais importante é a salvação delas.
Quando estamos envolvidos na obra missionária que tem por parte principal o
“Evangelismo”, temos muitas perguntas com respeito à igreja de Cristo, como: Por que a
Igreja não consegue evangelizar o mundo? Esta é a pergunta que eu faço para você,
prezado acadêmico. No Evangelho, João nos fala sobre a ceifa:

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Se quiseres, perscruta a Palavra de Deus, conforme a lemos no quarto capítulo e no
versículo trigésimo – quinto do Evangelho de João. “Não dizeis vós que ainda há quatro
meses até a ceifa? “Eu, porém, vos digo: Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois
já branquejam para a ceifa”. Meu(minha) amigo(a), o meu coração se incendeia dentro de
mim, sempre que leio essas palavras. Quão verazes são elas, especialmente hoje!”
(SMITH, 1972).

Existe uma diferença entre evangelismo e missão. “Evangelismo é o anúncio


dessa obra; missão é o mandamento que nos compele a pôr em ação esse anúncio.”
(COSTAS, 1971)

DISCIPULADO

O discípulo significa “aprendiz”, “seguidor” ou “imitador do mestre”, é de duração


variada e passa por várias etapas da vida. O discípulo não deve se ater a especulações
quanto à forma de Deus, mas segui-lo. Para ser um discípulo de Jesus Cristo, você deve:
incentivar todo cristão a assumir, com responsabilidade, a serem discipuladores, a
conclamar cada compromisso sério com a Igreja local e seus líderes e, em último lugar,
desafiar pastores e líderes da Igreja do Senhor, passando a ensinar individualmente e ser
colocado em seu caminho.
Para fazer discípulo, Jesus nos ensinou na “Grande Comissão”: “Ide e fazei
discípulos de todas as nações”, conforme Mateus (28:18-20), pois todos foram chamados
a cumprir o chamado do Mestre Jesus e a participar na tarefa de fazer discípulos. “Sua
comissão não é um dom especial; é uma ordem, e todos os que creem em Cristo não têm
outra opção a não ser obedecer.” (PHILLIPS, 1999). Discipulador: é o elemento chave
para a missão. O discipulador é aquele que reproduz discípulo “segundo a sua espécie”,
queira ou não. Discipuladores reproduzem discípulos e discipuladores; da mesma forma
que professores reproduzem alunos e professores.

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Figura 14: Jesus envia discpulos.

DISCIPLINAS BÁSICAS DO DISCIPULADO

A aprendizagem

É quando o aluno assimila tudo àquilo que formará seu caráter, fazendo dele um
estudante qualificado. A aprendizagem do discípulo deve ter um coração receptivo ao
ensinamento e disposição para aprender. É difícil ensinar alguém que pensa que já sabe
tudo, mas que está disposto a ouvir. À medida que o discípulo se dedica ao estudo
pessoal, em busca de respostas às perguntas, a responsabilidade deste ensino
doutrinário, com embasamento nas Escrituras Sagradas, comunica suas verdades com
fidelidade. “Jesus recrutou um pequeno exército de doze homens e os comissionou para
o trabalho.” (ELMASIAN, 1993).

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Figura 15: Discipulados em aprendizagem

Santificação

A visão de Jesus Cristo não era formar um grupo de discípulos entusiastas, mas
formar pessoas consagradas e santificadas. Homens de caráter, trabalhadores, polidos,
que Ele mesmo havia burilado para refletirem sua glória aqui neste mundo. Quando o
indivíduo não tem caráter, pode ser um grande aliado para estragar a vida espiritual.
Quando nossa atitude está desviada pela carnalidade, é fácil se desviar das Escrituras
Sagradas. É uma mudança de atitudes, que podemos ver em Lucas (9:1-56).

No decorrer dos anos, tenho visto muitos cristãos passarem por experiências semelhantes
a essa que acabamos de fazer [...] Quantos começam a percorrer a caminhada cristã
entusiasmadamente e chegam a dar os primeiros passos de forma bastante satisfatória!
Mas quando Deus os conduz a essa etapa, para corrigir suas atitudes erradas, às vezes
seu crescimento, entusiasmo e boas intenções se apagam como num passe de mágica.
(ELMASIAN, 1993).

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Figura 16: Representação do discípulo que vive a Cruz

Deus sempre se interessa em corrigir nossas vidas, para nos ensinar várias lições
que vão ser de grande proveito para nosso futuro, vida espiritual e intimidade com Ele. Os
discípulos que têm uma vida de Santificação e deixam Deus corrigir suas atitudes e
caráter são aqueles que deixarão suas marcas no mundo espiritual.

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