Introdução à Missiologia e sua Importância
Introdução à Missiologia e sua Importância
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Sumário
NOSSA HISTÓRIA ............................................................................................................... 2
INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 3
SIGNIFICADO DA PALAVRA “MISSÃO” ......................................................................... 5
Povos não alcançados: tarefa inacabada.................................................................................. 6
O Histórico da “Missão” ........................................................................................................ 8
A tarefa da igreja para com a “Missão” ................................................................................ 10
A estratégia da “Missão”.................................................................................................. 13
O propósito igreja para com a “Missão”....................................................................... 13
Implicações Missio lógicas ............................................................................................... 14
O Propósito Missiologia.................................................................................................. 14
HISTÓRIA DA MISSIOLOGIA .......................................................................................... 17
Influência da Missiologia no Cristianismo ................................................................... 17
As crenças principais na Missiologia ........................................................................... 18
Fundamentos da Missiologia........................................................................................ 18
A pedagogia de Deus como fundamento principal da Missão .............................. 20
A Missão do antigo testamento interligada com a do novo testamento ............... 21
A IGREJA LOCAL E MISSÕES ................................................................................... 22
VIDA DO MISSIONÁRIO .................................................................................................. 24
EVANGELISMO ................................................................................................................. 25
DISCIPULADO ................................................................................................................... 27
DISCIPLINAS BÁSICAS DO DISCIPULADO................................................................... 28
A aprendizagem............................................................................................................. 28
Santificação.................................................................................................................... 29
BIBLIOGRAFIA ................................................................................................................. 31
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NOSSA HISTÓRIA
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INTRODUÇÃO
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Esta comunhão continua com o testemunho: “nós todos somos testemunhas”
(At 2,32). Como o Mestre, testemunhavam com a própria vida: foram presos,
caluniados, perseguidos e martirizados, desde Estevão, o primeiro mártir, Tiago, Pedro
e Paulo, os apóstolos e tantos mais. O dinamismo missionário foi acontecendo pelas
conversões, adesões na fé e no testemunho vivo nas primeiras comunidades das quais
conhecemos alguns nomes: primeiramente a de Jerusalém, de Antioquia, de Tiro e
Sidônia, de Damasco, Lido, Jafa, Cesareia, Derbe, Listra, Icônio, Antioquia da Pisídia,
Filipos, Lídia e Trôade, Éfeso e Colossos, Esmirna e Filadélfia, Tessalônica, Bereia,
Atenas, Corinto, Malta, Pozzuoli e, enfim, Roma.
É provável que fossem mais, pois o cristianismo chegou, desde o princípio, ao
sul: Alexandria do Egito, Líbia, Tunísia; e para o norte: Sicília e Espanha. E outras
regiões: Ponto, Galácia, Ásia, Bitínia, Capadócia, Dalmácia... A chama e a paixão pela
missão nunca se apagou na história e no te
mpo, até hoje, em nossas Igrejas particulares, sujeitos da missão. A missiologia,
elaboração sistemática da missão, é ainda jovem. Missão para todos apresenta uma
introdução desses dois aspectos essenciais na vida e na missão da Igreja: missão e
missiologia.
Apresenta também uma breve visão dos principais documentos pontifícios
missionários. A missão fundamenta-se na Trindade, que se revelou na paciente e
progressiva pedagogia de Deus e na vontade salvífica universal. A missão é dirigida a
todos: “Ide por todo mundo...”. Eis o primeiro elemento essencial da missão, o
universalismo. A missão dirigida a todos é o horizonte sem horizontes da missão a
todos os povos e em todos os tempos e com todos os batizados.
A Igreja Sacramento da Salvação; Jesus, o enviado do Pai, na força do Espírito
Santo; e Maria, missionária no mistério de Cristo, educadora e pedagoga do Evangelho.
“A missão do Redentor”, apresenta em síntese os conteúdos da Evangelii Nuntiandi,
na celebração dos trinta anos, e os quinze anos da Redemptoris Missio. Conclui com
as palavras de Bento XVI, primeiro Papa eleito no século XXI. O Papa Bento XV,
primeiro Papa eleito no século XX, iniciou o “século das missões”.
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SIGNIFICADO DA PALAVRA “MISSÃO”
A Missão tem como significado etimológico a palavra enviar, que não mostra o
caráter da missão, mas exprime as tarefas diversas em diferentes dimensões da vida
cotidiana, tais como: social, cultural, política, religiosa, espiritual etc. A origem da
Missão tem somente uma fonte, que é o projeto de Deus, fonte de amor. Ele criou o
homem e a mulher, tendo-os como fonte da Missão de seu projeto, para viverem em
comunhão com Ele na plenitude de sua vida.
“A Missão compreende a pessoa que envia com uma mensagem, o enviado
que deve anunciar ou testemunhar e o destinatário que recebe a mensagem.”
(PANAZZOLO, 2006a, p. 14). Em João 3:16, o projeto de Deus Pai nos é mostrado,
sendo concretizado em seu Filho Jesus Cristo, que veio para todos aqueles que Nele
creem e que não perecerão, mas terão vida para sempre. Também pode ser definido
como Missão o envio de pessoas autorizadas para um determinado lugar além das
fronteiras, com o empreendimento de proclamar o Evangelho de Jesus Cristo em áreas
não alcançadas.
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Povos não alcançados: tarefa inacabada
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Figura 1: Monge em missão na ÁFRICA
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Figura 2: Tamplete descreve o sentido de Missão na Igreja
O Histórico da “Missão”
A partir dos anos 50, o termo “missão” tinha uma notável escalada de uso entre
os cristãos, com vários significados e conceitos, conforme segue:
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que expedia os missionários; e) o mundo não cristão ou “ campo de missão”; ou f) o
centro a partir do qual os missionários operavam no “campo de missão”; (OHM, 1962,
p. 52). Num contexto ligeiramente diferente esse termo também podia designar: g) uma
congregação local sem um pastor residente e que ainda dependia do apoio da igreja
mais antiga, estabelecida; ou h) uma série de serviços especiais destinados a
aprofundar ou difundir a fé cristã, em geral num ambiente nominalmente cristão. Se
tentarmos elaborar uma sinopse mais especificamente teológica de “missão” assim
como o termo tem sido usado tradicionalmente, observamos que ela foi parafraseada
como: a) propagação da fé; b) expansão do reinado de Deus; c) conversão dos pagãos;
e d) fundação de novas igrejas. (MULLER 1987), (BOSCH, 2002).
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de Deus como tema principal, dando a visão para os membros da Igreja local,
vocacionando muitos deles para a obra missionária.
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Igreja ao mundo. Sendo um trabalho diário da mesma com o cuidado pastoral, tendo
como fim a visão mundial. “É preciso que a relação entre os diversos ministérios da
Igreja, dentro da sua noção de missão, seja expressa na sua organização.” (LIMA,
1994, p. 37).
A perspectiva eclesiológica da Missão tem por objetivo colocar o Reino de Deus
como projeto fundamental e referencial e nação eleita, sacerdócio real, nação santa,
povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamarmos as virtudes daquele
que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. (I Pedro, 2:9). “O Reino é de
Deus. A Igreja é serva do Rei e não do nosso reino.” (LIMA, 1994, p. 46). A Igreja nunca
deve esquecer que ela faz parte deste projeto do Reino de Deus. Somos salvos pela
graça mediante a fé (Efésios, 2:8-9), para boas obras as quais Deus de antemão
preparou para que andássemos nelas. (Efésios, 2:10).
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Figura 4: Santa Missa sendo celebrada em comunidade.
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A estratégia da “Missão”
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a se tornarem seus discípulos e membros que são responsáveis e compromissados com
a Igreja.
O Propósito Missiologia
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contexto missionário, de tal modo que o Evangelho seja transmitido mais claramente em
relação à audiência e, mais fielmente, em relação a Deus.” (CARRIKER). A Missiologia é
uma ciência interdisciplinar, que pode ser aplicada em cada uma das disciplinas bíblicas,
teológicas e históricas, a ética, a hermenêutica, a sociologia, a estatística e a
comunicação. E esta aplicação é empregada em um dado momento histórico e cultural.
O ponto mais alto (culminante) e integrador de todas as outras disciplinas estão
na Missiologia, que é a reflexão sobre a identidade e a tarefa missionária, a qual, muitas
vezes, está isenta dos currículos dos seminários, pois é esta disciplina que, mais do
qualquer outra, leva o estudante à ação. Verkul (1978) esclarece mais, dizendo que a
Missiologia jamais poderá ser uma substituta à participação e ação missionárias, mas
sempre deve levar a estas.
“Também Rubem Alves (1970) chega a dizer que a única diferença real entre evangélicos
latino-americanos é ideológica, alguns advogam mudança e outros não”. As diferenças
norte-americanas são fundamentadas em um estilo de local entre a Missiologia norte-
atlântica, que é uma reflexão sistemática pensada e escrita, a latino-americana está mais
embasada em uma reflexão popular, estimulada por algo específico de forma escrita ou
documentada, que poderá ser algumas vezes publicada em livros. “Ide por todo o mundo,
proclamai o Evangelho a toda a criatura.
(Marcos, 16:15), (PANAZZOLO, 2006, p. 16).
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Também podemos relatar que a Missão está fundamentada nas Escrituras
Sagradas, com a manifestação do Elohim (Deus Criador), na qual a história bíblica
registra, desde o livro do Gênesis até o Apocalipse, a salvação universal. “Ide, portanto,
e fazei que todas as nações se tornem discípulas, batizando-as em nome do Pai, do Filho
e do Espírito Santo, ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. (Mateus, 28:19-
20)” (PANAZZOLO, 2006).
Definitivamente, a vontade do Pai Celestial escolhe e elege algumas pessoas e as
envia, para serem conscientizadas da realidade missionária mundial e preparadas para
anunciar e testemunhar o amor de Deus que se manifesta na morte e ressurreição de
Jesus Cristo, o Redentor da humanidade. “A Missão é a ação do próprio Deus, que na
plenitude dos tempos envia o seu Filho Jesus, no Espírito Santo, feito homem por nosso
amor, morto e ressuscitado, o Senhor, presente na Igreja até o fim dos tempos.”
(PANAZZOLO, 2006). À luz dos princípios da revelação divina, a Missiologia é
uma ciência que estuda algo que existe efetivamente, que é real, existente, numa reflexão
sistematizada, de caráter teológico. É uma realidade missionária, com uma missão e
evangelização, em toda a história da Igreja, porque é a participação e continuação da
Missão, para anunciar a ação evangelizadora de Jesus Cristo.
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HISTÓRIA DA MISSIOLOGIA
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As crenças principais na Missiologia
Fundamentos da Missiologia
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Figura 7: A missão abrange todos os lugares.
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Figura 8: Missiologia em toda a América Latina
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mostrava a taxa de crescimento do cristianismo, de dez em dez anos, durante o século
XIX e XX, pôde predizer que no século XX, toda a raça humana seria alcançada para a fé
cristã. Com o tempo, estas previsões otimistas eram infundadas e a vitória total do
cristianismo não deu em nada.
E até hoje, a fé cristã ainda é uma religião minoritária de acordo com a população
mundial em sua totalidade.
Caro acadêmico você tem que entender que a missão no Novo Testamento é
fundamental para compreender a mesma no Antigo Testamento, pois não há para a Igreja
e a teologia cristã um Novo Testamento divorciado do Antigo Testamento. Os crentes da
Antiga Aliança do Velho Testamento não mencionam que estes seriam enviados por Deus
para cruzarem fronteiras geográficas, religiosas e sociais e conquistá-las com a fé em
Yavé.
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Figura 9: Abraão em meio à provação com seu filho Izac
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O modo como resolvermos esses desafios concernentes ao caráter e segurança dessa
nação completará a redefinição do país iniciada há cerca de trinta anos. O centro desta
crise cultural é a luta para determinar os valores do país. Normalmente, uma crise cultural
desta natureza seria influenciada pela estrutura moral derivada do entusiasmo e do
envolvimento espiritual da nação. Sem uma base espiritual consistente e fidedigna que
circunscrevia nossa moralidade, valores, padrões de vida e sonhos, a turbulência cultural
de hoje teria chegado bem mais cedo.
(BARNA, 1998).
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VIDA DO MISSIONÁRIO
O missionário deve ter um coração aberto e uma atitude para ouvir e se sentar
aos pés do Mestre Jesus Cristo, como aqueles que têm fome e sede de justiça. Ser
missionário é ter conhecimento vivencial da vida de Cristo, se alimentar da Palavra de
Deus. Ser missionário é se deixar envolver por Jesus pessoalmente com um projeto de
salvação do mundo em sua visão espiritual, diante da globalização mundial econômica,
que explora desumanamente os pobres no mundo e não cumpre as promessas de vencer
a pobreza.
Esta situação das pessoas, que antes tinham um coletivo ideológico, do qual faziam parte
e que dava sentido a suas vidas e do qual agora foram privadas, constitui um dos aspectos
da pós-modernidade. Nasceu então um grande desencanto e um recolher de bandeiras.
Grande número de pessoas perdeu o sentido de sua vida e agora sozinhas tentam
construir algum novo sentido, num individualismo decepcionado, o que contribui para o
crescimento do desinteresse político de muitos, do ceticismo, relativismo e agnosticismo
no mundo das ideias, do consumismo desenfreado na vida cotidiana, do cinismo diante
da ética. (HUMMES, 2006).
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comunicar as boas-novas do Evangelho para as pessoas. Ele tem o propósito de dar ao
indivíduo uma oportunidade de reconhecer Jesus Cristo como Senhor e Salvador e que
precisa de arrependimento para ter o perdão dos pecados, com o objetivo de persuadir
homens e mulheres a crerem em Cristo como Salvador e servi-lo na comunidade dos
santos.
EVANGELISMO
Desse modo, a evangelização deve ser definida dentro de uma perspectiva da sua
mensagem, não do seu resultado. Nem toda a proclamação que “surte efeito” é
evangelização e, nem toda a pregação que “não alcança os resultados esperados” deixou
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de ser evangelização. Esta visão pragmática não pode ser aplicada à evangelização, sem
que percamos de vista o seu significado fundamental. (COSTA, 1996).
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Se quiseres, perscruta a Palavra de Deus, conforme a lemos no quarto capítulo e no
versículo trigésimo – quinto do Evangelho de João. “Não dizeis vós que ainda há quatro
meses até a ceifa? “Eu, porém, vos digo: Erguei os vossos olhos e vede os campos, pois
já branquejam para a ceifa”. Meu(minha) amigo(a), o meu coração se incendeia dentro de
mim, sempre que leio essas palavras. Quão verazes são elas, especialmente hoje!”
(SMITH, 1972).
DISCIPULADO
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Figura 14: Jesus envia discpulos.
A aprendizagem
É quando o aluno assimila tudo àquilo que formará seu caráter, fazendo dele um
estudante qualificado. A aprendizagem do discípulo deve ter um coração receptivo ao
ensinamento e disposição para aprender. É difícil ensinar alguém que pensa que já sabe
tudo, mas que está disposto a ouvir. À medida que o discípulo se dedica ao estudo
pessoal, em busca de respostas às perguntas, a responsabilidade deste ensino
doutrinário, com embasamento nas Escrituras Sagradas, comunica suas verdades com
fidelidade. “Jesus recrutou um pequeno exército de doze homens e os comissionou para
o trabalho.” (ELMASIAN, 1993).
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Figura 15: Discipulados em aprendizagem
Santificação
A visão de Jesus Cristo não era formar um grupo de discípulos entusiastas, mas
formar pessoas consagradas e santificadas. Homens de caráter, trabalhadores, polidos,
que Ele mesmo havia burilado para refletirem sua glória aqui neste mundo. Quando o
indivíduo não tem caráter, pode ser um grande aliado para estragar a vida espiritual.
Quando nossa atitude está desviada pela carnalidade, é fácil se desviar das Escrituras
Sagradas. É uma mudança de atitudes, que podemos ver em Lucas (9:1-56).
No decorrer dos anos, tenho visto muitos cristãos passarem por experiências semelhantes
a essa que acabamos de fazer [...] Quantos começam a percorrer a caminhada cristã
entusiasmadamente e chegam a dar os primeiros passos de forma bastante satisfatória!
Mas quando Deus os conduz a essa etapa, para corrigir suas atitudes erradas, às vezes
seu crescimento, entusiasmo e boas intenções se apagam como num passe de mágica.
(ELMASIAN, 1993).
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Figura 16: Representação do discípulo que vive a Cruz
Deus sempre se interessa em corrigir nossas vidas, para nos ensinar várias lições
que vão ser de grande proveito para nosso futuro, vida espiritual e intimidade com Ele. Os
discípulos que têm uma vida de Santificação e deixam Deus corrigir suas atitudes e
caráter são aqueles que deixarão suas marcas no mundo espiritual.
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BIBLIOGRAFIA
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