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Força Elástica e Lei de Hooke em Molas

O documento aborda a força elástica em molas, explicando a relação entre a força aplicada e a deformação, conforme a Lei de Hooke. A constante elástica, que depende de características da mola, determina a força necessária para causar deformação. O texto também inclui exemplos e exercícios relacionados ao tema.

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Daniel Mendes
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Força Elástica e Lei de Hooke em Molas

O documento aborda a força elástica em molas, explicando a relação entre a força aplicada e a deformação, conforme a Lei de Hooke. A constante elástica, que depende de características da mola, determina a força necessária para causar deformação. O texto também inclui exemplos e exercícios relacionados ao tema.

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FORÇA ELÁSTICA

A força aplicada nas molas é conhecida como Para esticar uma mola desse tipo, você
força elástica. Ao esticar uma mola, produzimos encontraria muita dificuldade. Dessa forma, a
uma deformação na mola (o que significa um deformação da mola seria praticamente nula.
aumento no comprimento). Isso acontece por causa de uma característica
da mola, chamada de constante elástica.
A constante elástica depende do comprimento,
do diâmetro e do tipo de material usado para
produzir a mola. Assim, quanto maior for a
constante da mola, maior deverá ser a força
aplicada para produzir uma deformação.
Para produzir uma deformação cada vez maior, a
força aplicada deve ser cada vez maior. Dizemos A constante elástica (k) pode ser obtida pela
que a força aplicada é diretamente proporcional relação:
à deformação que produzimos na mola.
DINÂMICA

em que Fe é a força elástica e x é a deformação


sofrida pela mola.
No SI a constante elástica tem unidade newton/
metro (N/m).
Quando tentamos comprimir uma mola, ela
resiste por meio de uma força contrária à
aplicada por nós. O mesmo acontece quando
tentamos esticá-la. Assim, o sentido da força
Observe a mola da figura:
aplicada pela mola é sempre contrário ao sentido
da deformação. Vetorialmente, escrevemos:
→ →

Esta equação é conhecida como a Lei de Hooke.


Esta lei foi estudada pelo cientista inglês Robert
Hooke (1635 – 1703).

ANOTAÇÕES

54
novo link
[Link]

DINÂMICA

[Link] 55
EXERCÍCIOS
a 16 m/N
b 1,6 kN/m
c 35 N/m
d 5/8 x 10-2 m/N

3 (CFTMG 2009) A estudante Paula, do ensino


1 (UERN 2013) A tabela apresenta a força fundamental, necessita de uma mola macia para
elástica e a deformação de 3 molas diferentes. realizar um trabalho que será apresentado na feira de
Ciências da sua escola.
Mola Força elástica (N) Deformação (m)
Na caixa de ferramentas, ela encontrou duas molas,
1 400 0,50 A e B de comprimentos iniciais iguais a 10 cm e 15
2 300 0,30 cm respectivamente. Para verificar qual delas era a
3 600 0,80 mais macia, pendurou, na vertical, um mesmo objeto
em cada uma das molas separadamente. Após o
Comparando-se as constantes elásticas destas 3 equilíbrio, Paula aferiu que o comprimento final
molas, tem-se que das molas A e B tinha os valores de 12 cm e 18 cm
a K >K >K. respectivamente.
1 2 3
b K2 > K1 > K3.
c K >K >K.
De acordo com suas observações, a estudante
2 3
d K >K >K
1
verificou que
3 2 1.
a a mola A é mais macia.
b a mola B é mais macia.
EXERCÍCIOS

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: c o experimento é inconclusivo.


d as molas são igualmente macias.
O tiro com arco é um esporte olímpico desde a
realização da segunda olimpíada em Paris, no ano de
1900. O arco é um dispositivo que converte energia TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:
potencial elástica, armazenada quando a corda A saltadora brasileira Fabiana Murer terminou
do arco é tensionada, em energia cinética, que é as olimpíadas de Pequim em décimo lugar, após
transferida para a flecha. descobrir, no meio da competição, que o Comitê
Organizador dos Jogos havia perdido uma de suas
varas, a de flexibilidade 21.

Num experimento, medimos a força F necessária para


tensionar o arco até uma certa distância x, obtendo
os seguintes valores:

F (N) 160,0 320,0 480,0


4 (UFG 2009) Considerando que este tipo de vara se
X (cm) 10 20 30 comporta com uma mola ideal, qual é a constante
em N/m da mola ideal equivalente a uma vara de
2 (UFU 2010) O valor e unidades da constante elástica, flexibilidade 21?
k, do arco são: Dado: g = 10 m/s2

56
a 9,25 x 10- 6 No fio que liga o bloco B com o bloco C, está
b 9,25 x 10- 4 intercalada uma mola leve de constante elástica
c 1,081 x 101 3,5.103 N/m. Com o sistema em movimento, a
d 1,081x 102 deformação da mola é?
e 1,081 x 103 a 2,0cm
b 1,0cm
c 1,5cm
5 (UFSM 2007) Durante os exercícios de força realizados d 2,8cm
por um corredor, é usada uma tira de borracha presa
e 4,2cm
ao seu abdome. Nos arranques, o atleta obtém os
seguintes resultados:
8 (PUCRJ 2016) Uma mola, de constante elástica 50,0
N/m tem um comprimento relaxado igual a 10,0 cm.
Ela é, então, presa a um bloco de massa 0,20kg e
sustentada no alto de uma rampa com uma inclinação
de 30º com a horizontal, como mostrado na figura.
O máximo de força atingido pelo atleta, sabendo-se Não há atrito entre a rampa e o bloco. Nessa situação,
que a constante elástica da tira é de 300 N/m e que qual é o comprimento da mola, em cm?
obedece à lei de Hooke, é, em N, Considere: g = 10m/s2
a 23520
b 17600
sen30º = 0,50
c 1760 cos30º = 0,87
d 840
e 84

6 (CFTMG 2005) Evaristo avalia o peso de dois objetos

EXERCÍCIOS
utilizando um dinamômetro cuja mola tem constante
elástica k = 35 N/m. Inicialmente, ele pendura
um objeto A no dinamômetro e a deformação
apresentada pela mola é 10 cm. Em seguida, retira a 2,0
A e pendura B no mesmo aparelho, observando uma b 3,5
distensão de 20 cm. Após essas medidas, Evaristo c 10,0
conclui, corretamente, que os pesos de A e B valem, d 12,0
respectivamente, em newtons e 13,5
a 3,5 e 7,0.
b 3,5 e 700. 9 (ESC. NAVAL 2015) Analise a figura abaixo.
c 35 e 70.
d 350 e 700.

Um bloco A de massa 20kg está ligado a um bloco


B de massa 10kg por meio de uma mola. Os blocos
foram empurrados um contra o outro, comprimindo a
mola pela ação de duas forças de mesma intensidade
F = 60N e em seguida colocados sobre a superfície
7 (IFBA 2018) Na montagem experimental abaixo, os horizontal, conforme indicado na figura acima.
blocos A, B e C têm massas mA = 2,0kg, mB = 3,0kg Nessas circunstâncias, os blocos encontram-se em
e mC = 5,0kg. Desprezam-se os atritos e a resistência repouso. Sabendo-se que o coeficiente de atrito
do ar. Os fios e as polias são ideais e adote g = 10m/s2 estático entre os blocos e a superfície é μe = 0,4, e
que g = 10m/s2 é correto afirmar que se as forças F
forem retiradas, simultaneamente,
a os dois blocos permanecerão em repouso.
b o bloco A se deslocará para a esquerda e o bloco B
para a direita.
c o bloco A se deslocará para a esquerda e o bloco B
permanecerá em repouso.

[Link] 57
d o bloco A permanecerá em repouso e o bloco B se a 0,40 cm
deslocará para a direita. b 0,20 cm
e os dois blocos se deslocarão para a direita. c 1,3 cm
d 2,0 cm
10 (ACAFE 2015) Em um brinquedo infantil, um garoto e 4,0 cm
está suspenso por duas molas 1 e 2 verticais paralelas
onde atuam as forças de módulos 100N e 200N,
respectivamente como mostra a figura (a). O mesmo 12 (IFPE 2012) O sistema da figura é formado por um
garoto é suspenso agora com as mesmas molas 1 e 2 bloco de 80 kg e duas molas de massas desprezíveis
agora associadas em série como na figura (b). associadas em paralelo, de mesma constante elástica.
A força horizontal F mantém o corpo em equilíbrio
estático, a deformação elástica do sistema de molas é
20 cm e a aceleração da gravidade local tem módulo
10 m/s2. Então, é correto afirmar que a constante
elástica de cada mola vale, em N/cm:

Em relação a segunda situação (figura b), analise as


afirmações a seguir. a 10
l. O módulo da força aplicada na mola 2 é 200N. b 20
c 40
ll. O módulo da força resultante na figura b é 300N.
EXERCÍCIOS

d 60
lll. As molas possuem a mesma constante elástica k. e 80
lV. A mola 1 aplica uma força de módulo 300N.
13 (MACKENZIE 2009) Um bloco A, de massa 6 kg, está
Todas as afirmações corretas estão em:
preso a outro B, de massa 4 kg, por meio de uma
a III - IV
mola ideal de constante elástica 800 N/m. Os blocos
b I - II - III
estão apoiados sobre uma superfície horizontal e se
c I - II - III - IV
movimentam devido à ação da força F horizontal,
d II - IV
de intensidade 60 N. Sendo o coeficiente de atrito
cinético entre as superfícies em contato igual a 0,4, a
11 (MACKENZIE 2014) Na figura abaixo, a mola M, distensão da mola é de:
os fios e a polia possuem inércia desprezível e o
coeficiente de atrito estático entre o bloco B, de
massa 2,80kg e o plano inclinado é μ = 0,50.

Dado: g = 10m/s2
a 3 cm
b 4 cm
c 5 cm
d 6 cm
e 7 cm

O sistema ilustrado se encontra em equilíbrio e


representa o instante em que o bloco B está na
iminência de entrar em movimento descendente.
Sabendo-se que a constante elástica da mola é k =
350N/m nesse instante, a distensão da mola M, em
relação ao seu comprimento natural é de
Dados: g = 10m/s2, senθ = 0,80 e cosθ = 0,60

58
14 (UFPR 2017) Uma mola de massa desprezível foi a 2,0 cm
presa a uma estrutura por meio da corda “b”. Um b 3,0 cm
corpo de massa “m” igual a 2000g está suspenso por c 5,0 cm
meio das cordas “a”, “c” e “d” de acordo com a d 6,0 cm
figura abaixo, a qual representa a configuração do e 7,0 cm
sistema após ser atingido o equilíbrio. Considerando
que a constante elástica da mola é 20N/cm e 16 (IME 2015)
a aceleração gravitacional é 10m/s2, assinale a
alternativa que apresenta a deformação que a mola
sofreu por ação das forças que sobre ela atuaram, em
relação à situação em que nenhuma força estivesse
atuando sobre ela. Considere ainda que as massas de
todas as cordas e da mola são irrelevantes.

A figura acima mostra um conjunto massa-mola


conectado a uma roldana por meio de um cabo. Na
extremidade do cabo há um recipiente na forma
de um tronco de cone de 10cm x 20cm x 30cm de
a 0,5 cm
dimensões (diâmetro da base superior x diâmetro
b 1,2 cm

EXERCÍCIOS
da base inferior x altura) e com peso desprezível. O
c 2,5 cm
cabo é inextensível e também tem peso desprezível.
d 3,5 cm
Não há atrito entre o cabo e a roldana. No estado
e 5,2 cm
inicial, o carro encontra-se em uma posição tal que o
alongamento na mola é nulo e o cabo não se encontra
15 (FAC. PEQUENO PRÍNCIPE - MEDICINA 2016) Uma tracionado. A partir de um instante, o recipiente
massa de 0,50kg está presa na extremidade de começa a ser completado lentamente com um fluido
um sistema formado por duas molas em paralelo, com massa específica de 3000kg/m3. Sabendo que
conforme mostra a figura a seguir. As molas são o coeficiente de rigidez da mola é 3300N/m e a
idênticas, de constante elástica k = 50N/m e massa aceleração da gravidade é 10m/s2 o alongamento da
desprezível. A outra extremidade do sistema está mola no instante em que o recipiente se encontrar
fixa em um apoio de teto de modo que o sistema fica totalmente cheio, em cm, é igual a
verticalmente posicionado. A massa é lentamente a 05
solta da posição de relaxamento do sistema, a uma b 1,5
altura H = 12cm do plano de uma mesa, até que c 5,0
fique em repouso. A que altura h da mesa a mola d 10,0
permanece em seu ponto de repouso? Considere g e 15,0
= 10m/s2

17 (UNESP 2015) O equipamento representado na figura


foi montado com o objetivo de determinar a constante
elástica de uma mola ideal. O recipiente R, de massa
desprezível, contém água; na sua parte inferior, há
uma torneira T que, quando aberta, permite que a
água escoe lentamente com vazão constante e caia
dentro de outro recipiente B, inicialmente vazio (sem
água), que repousa sobre uma balança. A torneira
é aberta no instante t=0 e os gráficos representam,
em um mesmo intervalo de tempo (t’), como variam
o comprimento L da mola (gráfico 1), a partir da
configuração inicial de equilíbrio, e a indicação da
balança (gráfico 2).

[Link] 59
a

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:


Quando necessário, use:
g = 10m/s2
sen37º = 0,6
cos37º = 0,8

19 (EPCAR 2014) A figura abaixo mostra um sistema


em equilíbrio estático, formado por uma barra
Analisando as informações, desprezando as forças homogênea e uma mola ideal que estão ligadas
entre a água que cair no recipiente B e o recipiente através de uma de suas extremidades e livremente
R e considerando g=10m/s2, é correto concluir que a articuladas às paredes.
constante elástica k da mola, em N/m, é igual a
EXERCÍCIOS

a 120
b 80
c 100
d 140
e 60

18 (PUCSP 2015) Considere uma mola de comprimento


inicial igual a L0 e um bloco de massa igual a m,
conforme a figura 1. Com esses dois objetos e mais A barra possui massa m e comprimento L0, a mola
uma prancha de madeira, constrói-se um sistema possui comprimento natural L0 e a distância entre as
mecânico, em que uma das extremidades da mola foi articulações é de 2L0.
presa a uma das faces do bloco e a outra extremidade Esse sistema (barra-mola) está sujeito à ação da
presa a um suporte na prancha de madeira, conforme gravidade, cujo módulo da aceleração é g e, nessas
mostra a figura 2. O sistema permanece em equilíbrio condições, a constante elástica da mola vale
estático após a mola ter sofrido uma deformação x
assim que o bloco foi abandonado sobre a prancha. m ⋅ g ⋅ L0 −1
a
Sabe-se que o coeficiente de atrito estático entre as 4 ( )
3 −1
superfícies de contato do bloco e da prancha é igual a
μe. O sistema está inclinado de um ângulo igual a θ em b m ⋅ g ⋅ L0 −1
relação ao plano horizontal e o módulo da aceleração
da gravidade, no local do experimento, é igual a g. c 2m ⋅ g ⋅ L0−1
Com base nessas informações, a expressão algébrica
que permite determinar o valor da constante elástica m⋅g
k da mola é dada por: d
6 −2

20 (ITA 2013) No interior de uma caixa de massa M,


apoiada num piso horizontal, encontra-se fixada
uma mola de constante elástica k presa a um corpo
de massa m, em equilíbrio na vertical. Conforme a
figura, este corpo também se encontra preso a um

60
fio tracionado, de massa desprezível, fixado à caixa, a b > (M+m)g/k.
de modo que resulte uma deformação b da mola. b b > (M+2m)g/k
Considere que a mola e o fio se encontram no eixo c b > (M-m)g/k.
vertical de simetria da caixa. Após o rompimento do d b > (2M-m)g/k.
fio, a caixa vai perder contato com o piso se e b > (M-2m)g/k.

ANOTAÇÕES

EXERCÍCIOS

[Link] 61
GABARITO DJOW
FORÇA ELÁSTICA

1: [B] 9: [D]
Da lei de Hooke: Como os blocos estão inicialmente em repouso, a força elástica
inicial é Fel = 60N.
 400
K1= 0,5
⇒ K1= 800 N/m
Quando as forças F forem retiradas, na direção horizontal agem

F= K x ⇒ K=
F 
⇒ K 2 =
300
⇒ K 2 = 1.000 N/m ⇒ K 2 > K1 > k 3
apenas a força elástica (Fel) e a componente de atrito (Fat).
x  0,3
 600 Calculando a intensidade máxima da força de atrito em cada
K 3 = ⇒ K1= 750 N/m
bloco:
 0,8

2: [B]
Analisando a tabela dada, temos: Assim:
k = Fel/x = 160/10 = 320/20 = 480/30 = 16 N/cm = 1.600 N/m ⇒ Fat A > Fel ⇒ o bloco A permanece em repouso.
k = 1,6 kN/m. 
FatB < Fel ⇒ o bloco B entra em movimento para a direita.

3: [B] 10: [D]


A mola mais macia é aquela que se deforma mais com a Do enunciado, F1 = 100N e F2 = 200N
aplicação de uma mesma força. Como a massa utilizada nas
Na primeira situação, as molas estão em paralelo. Devido a isto,
DINÂMICA

molas foi a mesma, e sabendo pelos resultados da experiência


a força equivalente que sustenta o garoto é.
que a mola A alongou 2 cm e a mola B alongou 3 cm então a
mola B é a mais macia. Feq = F1 + F2 = 100 + 200
Feq = 300N
4: [E] Na segunda situação, as molas estão em série e devido a isto,
a força em cada uma das molas é igual a força equivalente do
Dados: x = 21 cm = 0,21 m; F = P = m g = 22,7(10) = 227 N.
sistema de molas. Como o garoto é o mesmo, então a força
Da lei de Hooke: F = k x ⇒ k = F/x = 227/0,21 = 1.080,95 N/m equivalente é a mesma. Assim, F1 = F2 = 300N
⇒ k = 1,081 × 103 N/m.
Agora, analisando as afirmações, temos que:
[I] INCORRETA. O Módulo da força na mola 2 é 300 N.
5: [E]
[II] CORRETA.
[III] INCORRETA. As molas possuem constante elástica diferente,
6: [A] comprovado pela primeira situação (molas em paralelo) onde as
forças são diferente.
[IV] CORRETA.
7: [B]
50 − 20
mC g − mA g= (mA + mB + mC ) a ⇒ a= ⇒ a= 3m/s2 .
10 11: [E]
Aplicando o princípio fundamental no corpo C: Para o corpo B representado na figura, aplicamos a 2ª lei de
mC g − k x= mCa ⇒ x=
mCg − mCa

5 ⋅ 10 − 5 ⋅ 3
⇒ x= 0,01 m ⇒ x= 1 cm.
Newton:
k 3,5 ⋅ 103

8: [D]

Logo, o comprimento da mola será: 10+2 = 12cm


Como o sistema está em equilíbrio estático, a força resultante
é nula.

62
Px – T – Fat = 0 (1)
E ainda:

Substituindo essas equações em (1):

Temos, então:
Isolando a deformação na mola No eixo horizontal:
Fe.cos30º = T.cos60º
Isolando T, substituindo os valores de seno e cosseno e usando a
Lei de Hoocke para o módulo da força elástica: Fe = k.x
3
k⋅x⋅
Fe ⋅ cos30° 2
=T = ⇒T
1
∴ T= 3 ⋅k ⋅ x (1)
12: [B] cos 60°
2
Notamos que 2 molas seguram o bloco. Desta forma,
O equilíbrio na vertical fica:
2F (elástica) = Peso
Fe ⋅ sen30° + T ⋅ sen60° = P
2k.x = mg
Substituindo os valores de seno e cosseno, usando o valor da
2k.(20) = 80.10 tração em (1) juntamente com a Lei de Hoocke, fica:
40k = 800
1 3
k⋅x⋅ + 3 ⋅k ⋅ x ⋅ = m⋅g
k = 800/40 = 20N/cm 2 2
Isolando a deformação da mola, temos:
13: [A]  k 3k  m⋅g 2 kg ⋅ 10 m s2

DINÂMICA
x ⋅ +  = m ⋅ g ⇒ x = 2k ⇒ x = 2 ⋅ 20 N cm ∴ x = 0,5 cm
Resolução 2 2 

No Bloco A na direção horizontal e sentido da força F é


verdadeiro escrever: 15: [E]
F(resultante) = m.a Pela segunda lei de Newton:
F – F(elástica) – F(atrito) = m.a Fe − P = m ⋅ a
F – k.x - µ.m.g = m.a Fe − P =
0
Fe = P
60 – 800.x – 0,4.6.10 = 6.a
ke ⋅ x = m ⋅ g
60 – 800.x – 24 = 6.a
k e ⋅ (H − h) = m ⋅ g
36 – 800.x = 6.a mg
H−h =
No Bloco B nas mesmas condições já citadas ke
F(resultante) = m.a mg
−h= −H
ke
F(elástica) – F(atrito) = m.a
mg
k.x - µ.m.g = m.a h=
− +H
ke
800.x – 0,4.4.10 = 4.a Como as molas estão em paralelo então:
800.x – 16 = 4.a ke = k + k → ke = 100
Resolvido, por adição, o sistema formado pelas duas equações Logo:
36 – 800.x = 6.a
0,5 ⋅ 10
h=− + 0,12
800.x – 16 = 4.a 100
=h 0,07 m ⇒ = h 7 cm
36 – 16 = 10.a → 10.a = 20 → a = 20/10= 2 m/s2
E ainda: 800.x – 16 = 4.a → 800.x = 16 + 4.2 = 16 + 8 = 24 →
x = 24/800= 0,03 m = 3 cm
16: [C]
Dados: R = 20cm; r = 5cm; h = 30cm; d = 3000kg/m3; k =
14: [A] 3300N/m; g = 10m/s2.
Conforme o diagrama de forças simplificadas abaixo, podemos Volume do tronco de cone:
calcular o equilíbrio estático do corpo, decompondo as forças
inclinadas nos eixos horizontal e vertical utilizando conceitos de
trigonometria:

[Link] 63
Peso de líquido no recipiente cheio:

No equilíbrio, a força elástica e o peso têm mesma intensidade:

20: [B]
Para que a caixa de massa M perca o contato com o piso, terá
que receber uma força elástica, proveniente da mola, para cima,
17: [A]
maior que seu peso, conforme figura abaixo:
De t = 0 até t = t’:
Fel > P

Aplicando a expressão da força elástica (Lei de Hooke)

18: [A] Para a caixa receber da mola uma força elástica para cima,
ela tem que ficar comprimida. Tal compressão da mola será
Analisando as forças envolvidas, temos que:
provocada pelo corpo de massa m, que sobe após o fio ser
cortado, conforme figura abaixo:
DINÂMICA

Onde,
Fig.A: posição de equilíbrio (0) da mola, ou seja, sem deformação.
Fig.B: mola com deformação b, conforme enunciado. Após o fio
ser cortado, o corpo de massa m sobe, devido à atuação da força
elástica que está puxando o corpo.
Para o equilíbrio estático, Fig.C: o corpo de massa m sobe e provoca uma compressão x
na mola. Esta compressão transmite à caixa a força elástica
necessária para tirar a caixa do piso.
M.g
Fel > P → k.x > M.g → x >
k
Considerando que não há forças dissipativas atuando no corpo
de massa m, este sobe em um sistema conservativo:
Emfinal = Eminicial → Ec f + Epf = Eci + Epi
V =0 → Ec =0
k.x 2 k.b2
Ec f + Epf = Eci + Epi → Epf = Epi → + m.g.h =
2 2
Como h = b+x
19: [A] k.x 2 k.b2 k.x 2 k.b2 k 2 k
+ m.g.h= → + m.g.(b + x)= → m.g.(b + x)= (b − x 2 ) → m.g= (b − x)
2 2 2 2 2 2
Usando o diagrama de corpo livre, nota-se para a barra que o k 2.m.g
m.g = (b − x) → x = b −
seu peso é dividido em dois pontos: um apoio e na mola. 2 k

Forma-se um triângulo retângulo entre a distância dos apoios, o Como x > M.g/k e x = b – 2.m.g/k
tamanho da barra e da mola deformada. Como a hipotenusa é o 2.m.g M.g M.g + 2.m.g
dobro de um dos catetos, então um ângulo interno será o dobro b− > →b>
k k k
do outro, sendo que entre a distância horizontal dos apoios e a (M + 2m).g
barra, temos 60º. b>
k

64

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