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15-16 (Dc-Ii)

O documento é um exame de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, datado de 11 de julho de 2016, que apresenta casos práticos e questões sobre a conformidade de leis e decretos com a Constituição. Os alunos devem responder a perguntas sobre a legalidade de propostas de lei, vetos presidenciais e a competência legislativa do governo e das assembleias regionais. O exame inclui critérios de correção detalhados para avaliar as respostas dos alunos.
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O documento é um exame de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, datado de 11 de julho de 2016, que apresenta casos práticos e questões sobre a conformidade de leis e decretos com a Constituição. Os alunos devem responder a perguntas sobre a legalidade de propostas de lei, vetos presidenciais e a competência legislativa do governo e das assembleias regionais. O exame inclui critérios de correção detalhados para avaliar as respostas dos alunos.
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FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO PORTO

Exame de DIREITO CONSTITUCIONAL II


Época de Recurso - 11 de Julho de 2016

Duração: 2h30
I. Atente no seguinte caso prático (2 valores cada alínea)
[Link] sequência das eleições regionais de Março de 2015, um grupo de Deputados à
Assembleia da República de vários partidos eleitos pelo círculo eleitoral da Madeira
apresentou uma proposta de lei de autorização legislativa que autorizava a Assembleia
Legislativa Regional da Madeira a legislar sobre polícias municipais no território da
Região
Autónoma em questão. A autorização seria válida por 5 anos e teria o objectivo de
aumentar a segurança pública nos municípios madeirenses através do reforço das
competências de repressão do tráfico de droga das forças policiais. A votação final
global
teve o seguinte resultado: 100 votos a favor, 10 contra e 5 abstenções.
2. O Representante da República para a Região Autónoma da Madeira pediu a
fiscalização
preventiva do decreto ao Tribunal Constitucional, alegando que o diploma, devendo ter
a
forma de lei orgânica, não teria sido aprovado pela maioria necessária. O Tribunal
Constitucional não admitiu o pedido.
3. O Presidente da República vetou então o decreto por considerar, não obstante a
ausência de pronúncia do Tribunal Constitucional, ser o mesmo inconstitucional.
[Link] procedido à supressão de vários artigos e à inclusão do objectivo de redução da
delinquência juvenil no diploma, a Assembleia da República voltou a votar o diploma,
que
desta vez obteve 100 votos a favor, 10 contra e 80 abstenções. O Presidente da
República
considerou estar obrigado a promulgá-lo, pelo que o fez.
5. No mês seguinte, o Governo Regional da Madeira aprovou, ao abrigo da referida
autorização legislativa, um decreto legislativo regional que atribuía às polícias
municipais da
Região Autónoma a competência de fiscalização da legalidade do estacionamento e
cobrança das coimas devidas nas respectivas cidades, vilas e aldeias. O diploma veio a
entrar em vigor no dia 5 de Agosto.
6. No ano seguinte, a pedido do Presidente da Assembleia da República, o Tribunal
Constitucional declarou a inconstitucionalidade com força obrigatória geral do decreto
legislativo regional.
Responda, de forma justificada mas sucinta, às seguintes perguntas (2 valores cada
alínea)
a) Pronuncie-se sobre a conformidade orgânica e formal do decreto referido no 1.º
parágrafo.
b) Está de acordo com a conduta do Presidente da República referida no 3.º parágrafo?
c) Concorda que o Presidente da República estivesse obrigado a promulgar o diploma,
conforme referido no 4.º parágrafo?
d) O decreto legislativo regional mencionado no 5.º parágrafo é conforme à
Constituição?
e) Quais os efeitos da declaração de inconstitucionalidade com força obrigatória geral
referida no 6.º parágrafo sobre as coimas entretanto passadas pelas polícias municipais?

II. Atente no seguinte caso prático


1.O Governo aprovou um (i) decreto-lei fixando as bases de proteção dos animais e (ii)
uma proposta de lei relativa ao aumento de vencimento dos titulares dos órgãos de
soberania.
a) Tem o Governo competência para o efeito? (2,5vals)
b)Imagine que a lei de bases de proteção dos animais cria um novo crime de maus tratos
a animais, prevendo uma pena de prisão superior ao homicídio simples, sendo a pena
aplicada pelo Ministro do Ambiente e sujeita a recurso para os tribunais. Será a lei
inconstitucional? (4 vals.)
c) Se existir um decreto legislativo regional a prever que os maus tratos aos animais são
sancionados com multa até 500 euros, quais os efeitos decorrentes da aprovação da
referida lei de bases de proteção dos animais para o diploma regional ?(3vals)
d) O que pode a Assembleia da República fazer perante o decreto-lei que fixa as
bases de proteção dos animais? (3 ,5vals.)
e) Relativamente ao aumento de vencimento dos titulares dos órgãos de soberania, a
Assembleia da República resolveu aprovar que a medida produziria efeitos a partir
de 1 de janeiro de 2015, acrescentando, “salvo quanto ao Presidente da República
em exercício, se vetar a presente lei, e aos juízes do Tribunal Constitucional que a
considerem inconstitucional”. Se fosse Presidente da República, o que poderia fazer?
(4 vals.)
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Exame de DIREITO CONSTITUCIONAL II
Época de Recurso - 11 de Julho de 2016
Critérios indicativos de correcção
I
a) Embora os Deputados tenham iniciativa legislativa genérica, neste caso é pelo menos
discutível se a iniciativa não deveria provir da ALRAM, por se tratar de uma lei de
autorização legislativa àquele órgão; a matéria consta do artigo 165.º/1/aa), mas não é
susceptível de delegação às ALR (227.º/1/b); ademais, não se junta o anteprojecto de
decreto legislativo regional (227.º/2). Se preenche os requisitos do 165.º/2 (objecto:
polícias municipais; sentido: aumentar a segurança pública nos municípios madeirenses;
extensão: repressão do tráfico de droga; duração: 5 anos), aplicáveis ex vi 227.º/2, a
verdade é que o último excede a duração permitida pelo artigo 227.º/3. Em termos
procedimentais, não se encontra preenchido o quórum (artigo 116.º/3). De todo o modo,
trata-se de uma matéria em relação à qual não há qualquer exigência procedimental
agravada, razão pela qual seria exigida a maioria simples (116.º/2), que se verificaria se
houvesse quórum.
b)A questão envolve a discussão da possibilidade de o PR, invocando motivos de
inconstitucionalidade, recorrer ao veto político. No caso, a questão assume uma
particularidade: saber se a discussão muda no caso de o TC não admitir o pedido (em
particular por ter sido pedido por um órgão sem legitimidade activa, como é o caso do
RR para a RAM – 278.º/1 e 278.º/2 a contrario sensu).
c)Não. O diploma foi reformulado e não confirmado, razão pela qual não se aplica o
artigo 136.º/2: o PR podia promulgar, vetar ou requerer a fiscalização preventiva da
constitucionalidade.
d) A inconstitucionalidade da LAL tem como consequência a inconstitucionalidade
consequente do DLR. Para além desse aspecto, a competência é da AL da RAM e não
do Governo Regional (232.º/1). O DLR teria de invocar expressamente a LAL (227.º/4).
No que toca aos requisitos gerais do exercício da competência legislativa das RA, ainda
que tenha âmbito regional e que possa estar elencado nas competências explicitadas nos
EPARAM, viola a reserva de competência legislativa da AR (precisamente por causa da
inconstitucionalidade da LAL) –cfr. artigos 112.º/4 e 228.º/1. Por outro lado, é violada
também a relação de parametricidade (ou hierarquia material) imposta pelo artigo
112.º/2.ª parte, visto que excede o sentido e a extensão da LAL.
e) Caso as coimas não tenham sido impugnadas jurisdicionalmente e não haja qualquer
sentença transitadas em julgado sobre elas, ficam abrangidas pela regra da
retroactividade constante do artigo 282.º/1: carecem de norma habilitante e os
montantes pagos pelos cidadãos devem ser-lhes devolvidos.
Caso, pelo contrário, tenham sido impugnadas e tenham dado origem a sentenças
transitadas em julgado, ficam abrangidas pela contra-excepção do artigo 282.º/3/in fine
(devem ser explicitados os requisitos). Em qualquer um destes casos, é possível ao TC
limitar os efeitos da declaração de inconstitucionalidade com força obrigatória geral (ie,
manter as coimas e os respectivos efeitos) com os fundamentos previstos no artigo
282.º/4.

II.
a)
Distinção entre competência e iniciativa legislativa;
Identificação da competência do Conselho de Ministros sobre a matéria;
As bases de proteção dos animais como competência da área concorrencial, sem
prejuízo do disposto na questão b);
Identificação da sede da competência legislativa sobre o aumento de vencimento dos
titulares dos órgãos de soberania, enquanto elemento do estatuto de tais órgãos, e
fundamento da iniciativa legislativa do Governo sobre a matéria;
(...);
b)
 A criação do crime numa lei cujo centro da matéria é da área concorrencial: a
inclusão desta norma na reserva relativa da Assembleia da República: a invalidade da
intervenção legislativa decisória do Governo;
A aplicação de uma pena superior a um crime sobre os animais relativamente à
privação da vida humana: discussão da ponderação de valores à luz das coordenadas de
um Estado de direitos humanos, princípio da proporcionalidade (proibição do excesso) e
inerente (in)validade da norma;
A aplicação da pena de prisão pelo Ministro e o princípio da separação de poderes;
efeitos;
 A possibilidade de recurso para os tribunais, tutela jurisdicional efetiva e separação
de poderes: a relevância da liberdade e a limitação do poder administrativo
–o papel dos tribunais,num Estado de Direito, na aplicação da lei penal;
(...);
c)
 Unidade do Estado e princípio da prevalência do Direito do Estado e seus efeitos
sobre os decretos legislativos regionais;
Discussão se ocorreu revogação, caducidade ou ilegalidade superveniente no diploma
regional;
Discussão se as regiões autónomas poderiam ter emanado um decreto legislativo
regional aplicando sanções pecuniárias na ausência de lei geral;
Discussão sobre a possibilidade de a matéria ser objeto de desenvolvimento regional,
atendendo a que, tornando-se crime, “reverteu” para a esfera da Assembleia da
República;
 (...);
d)
 Poderá proceder ao seu desenvolvimento? – discussão desta hipótese,
confrontando-a com o disposto no artigo 198º, nº 1, alínea c)
Poderá proceder à sua revogação, utilizando o processo legislativo normal:
explicitação desta hipótese, à luz das relações entre atos legislativos e aos tipos de
revogação (simples e substitutiva);
Poderá utilizar o mecanismo previsto no artigo 169º -discussão e desenvolvimento do
tema;
 (...);
e)
 Identificação dos poderes de intervenção do PR no processo legislativo e no âmbito
da fiscalização da constitucionalidade;
 Fundamentos da inconstitucionalidade da lei: a confluência entre o princípio da
imparcialidade e a dimensão ética do exercício do poder no que diz respeito à aprovação
de uma lei aplicável aos próprios;
A admissibilidade da sua natureza retroativa;
Análise da validade da condição colocada face ao PR;
Idem: face aos juízes do Tribunal Constitucional;
Os juízes do TC e conhecimento de uma “norma” (?) que lhes diz respeito;
(...);
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Exame de DIREITO CONSTITUCIONAL I e II
Época de Recurso - 11 de Julho de 2016

Duração: 2h30

I. Responda JUSTIFICADAMENTE às seguintes questões (2 valores cada):


1. Qual(is) o(s) modelo(s) a que se reporta a seguinte afirmação? "Num Estado federal,
as constituições tendem a ser mais rígidas"
2. Qual(is) o(s) modelo(s) a que se reporta a seguinte afirmação?"O Presidente pode
apresentar propostas de lei à assembleia"
3. Qual(is) o(s) modelo(s) a que se reporta a seguinte afirmação?"O chefe de estado
designa o Primeiro-Ministro”.
4. Comente a afirmação: "O parlamento é o órgão que, por excelência, exerce o poder
legislativo"
5. Comente a afirmação: "A Constituição resulta, essencialmente, de um movimento
revolucionário."

II. Atente no seguinte caso prático:


1.O Governo aprovou um (i) decreto-lei fixando as bases de proteção dos animais e (ii)
uma proposta de lei relativa ao aumento de vencimento dos titulares dos órgãos de
soberania.
a) Tem o Governo competência para o efeito? (2,5vals)
b)Imagine que a lei de bases de proteção dos animais cria um novo crime de maus tratos
a animais, prevendo uma pena de prisão superior ao homicídio simples, sendo a pena
aplicada pelo Ministro do Ambiente e sujeita a recurso para os tribunais. Será a lei
inconstitucional? (4 vals.)
c) Se existir um decreto legislativo regional a prever que os maus tratos aos animais são
sancionados com multa até 500 euros, quais os efeitos decorrentes da aprovação da
referida lei de bases de proteção dos animais para o diploma regional ?(3vals)
d) O que pode a Assembleia da República fazer perante o decreto-lei que fixa as
bases de proteção dos animais? (3 ,5vals.)
e) Relativamente ao aumento de vencimento dos titulares dos órgãos de soberania, a
Assembleia da República resolveu aprovar que a medida produziria efeitos a partir
de 1 de janeiro de 2015, acrescentando, “salvo quanto ao Presidente da República
em exercício, se vetar a presente lei, e aos juízes do Tribunal Constitucional que a
considerem inconstitucional”. Se fosse Presidente da República, o que poderia fazer?
(4 vals.)
FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DO PORTO
Exame de DIREITO CONSTITUCIONAL I e II
Época de Recurso - 11 de Julho de 2016
Critérios indicativos de correcção

1. I. Num estado federal, torna-se necessário assegurar que o processo de revisão


seja participado não apenas pelos representantes dos cidadãos, mas também
pelos que representam os estados ou pelos próprios estados. É aliás,
compreensível que assim seja, pois a união dos estados federados apenas poderá
persistir se existirem mecanismos suficientemente sólidos para garantir que a
federação evolui de acordo com a vontade dos estados que a integram. A
garantia de subsistência da coesão entre os estados federados que o compõem. O
processo de revisão constitucional da Constituição dos Estados Unidos da
América constitui um bom exemplo deste fenómeno. A Constituição Norte
Americana consagra um processo de revisão
Constitucional especialmente agravado que se encontra previsto no artigo V da
Constituição dos Estados Unidos da América e que implica, por exemplo, a aprovação
por 2/3 da Câmara dos Representantes, 2/3 do senado e a ratificação por ¾ dos estados
federados através dos seus processos internos próprios.
2. Sistema constitucional EUA, embora o poder de apresentar iniciativas legislativas
ao Congresso não se encontre especificamente previsto enquanto tal (secção 3 do artigo
II da Constituição dos EUA). A possibilidade de apresentar recomendações tem servido
para que o Presidente possa enviar ao Congresso propostas legislativas sob a forma
articulada, as quais são remetidas aos presidentes da Câmara dos Representantes
e do Senado.
3. - Sistema constitucional britânico e francês, mas não no constitucionalismo norte-
americano em que o poder executivo incumbe ao Presidente, não havendo Primeiro-
Ministro.

4. Em qualquer Estado de Direito Democrático que respeite o Princípio da Separação


de Poderes, o Parlamento é o órgão legislativo por excelência. Não significa isto que
tenha necessariamente o exclusivo da aprovação de atos legislativos, mas antes que tem
o papel
principal, tendo em conta as matérias centrais sobre as quais legisla.
Isto verifica-se nos constitucionalismos francês, norte-americano e britânico. Referência
ao sistema português.
5. Sistemas constitucionais francês e norte-americano. Em ambos os casos, o
movimento
de adoção de constituições resultou de processos revolucionários, ao contrário do caso
do Reino Unido. Explanação e identificação dos momentos revolucionários. Referência
ao sistema português.
II.
a)
Distinção entre competência e iniciativa legislativa;
Identificação da competência do Conselho de Ministros sobre a matéria;
As bases de proteção dos animais como competência da área concorrencial, sem
prejuízo do disposto na questão b);
Identificação da sede da competência legislativa sobre o aumento de vencimento dos
titulares dos órgãos de soberania, enquanto elemento do estatuto de tais órgãos, e
fundamento da iniciativa legislativa do Governo sobre a matéria;
(...);
b)
 A criação do crime numa lei cujo centro da matéria é da área concorrencial: a
inclusão desta norma na reserva relativa da Assembleia da República: a invalidade da
intervenção legislativa decisória do Governo;
A aplicação de uma pena superior a um crime sobre os animais relativamente à
privação da vida humana: discussão da ponderação de valores à luz das coordenadas de
um Estado de direitos humanos, princípio da proporcionalidade (proibição do excesso) e
inerente (in)validade da norma;
A aplicação da pena de prisão pelo Ministro e o princípio da separação de poderes;
efeitos;
 A possibilidade de recurso para os tribunais, tutela jurisdicional efetiva e separação
de poderes: a relevância da liberdade e a limitação do poder administrativo
–o papel dos tribunais,num Estado de Direito, na aplicação da lei penal;
(...);
c)
 Unidade do Estado e princípio da prevalência do Direito do Estado e seus efeitos
sobre os decretos legislativos regionais;
Discussão se ocorreu revogação, caducidade ou ilegalidade superveniente no diploma
regional;
Discussão se as regiões autónomas poderiam ter emanado um decreto legislativo
regional aplicando sanções pecuniárias na ausência de lei geral;
Discussão sobre a possibilidade de a matéria ser objeto de desenvolvimento regional,
atendendo a que, tornando-se crime, “reverteu” para a esfera da Assembleia da
República;
 (...);
d)
 Poderá proceder ao seu desenvolvimento? – discussão desta hipótese,
confrontando-a com o disposto no artigo 198º, nº 1, alínea c)
Poderá proceder à sua revogação, utilizando o processo legislativo normal:
explicitação desta hipótese, à luz das relações entre atos legislativos e aos tipos de
revogação (simples e substitutiva);
Poderá utilizar o mecanismo previsto no artigo 169º -discussão e desenvolvimento do
tema;
 (...);
e)
 Identificação dos poderes de intervenção do PR no processo legislativo e no âmbito
da fiscalização da constitucionalidade;
 Fundamentos da inconstitucionalidade da lei: a confluência entre o princípio da
imparcialidade e a dimensão ética do exercício do poder no que diz respeito à aprovação
de uma lei aplicável aos próprios;
A admissibilidade da sua natureza retroativa;
Análise da validade da condição colocada face ao PR;
Idem: face aos juízes do Tribunal Constitucional;
Os juízes do TC e conhecimento de uma “norma” (?) que lhes diz respeito;
(...);

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