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Uso Do Flash - John Hedgecoe

O documento é uma publicação da Editora Senac São Paulo, que apresenta informações sobre a obra 'O Novo Manual de Fotografia' de John Hedgecoe. A obra aborda técnicas e conceitos de fotografia, incluindo o uso de flash e suas características. A edição brasileira foi publicada em 2005 e todos os direitos reservados à Editora Senac São Paulo.

Enviado por

Thiago Ramari
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
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Uso Do Flash - John Hedgecoe

O documento é uma publicação da Editora Senac São Paulo, que apresenta informações sobre a obra 'O Novo Manual de Fotografia' de John Hedgecoe. A obra aborda técnicas e conceitos de fotografia, incluindo o uso de flash e suas características. A edição brasileira foi publicada em 2005 e todos os direitos reservados à Editora Senac São Paulo.

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Uma obra da Oorling Kindersley Book, www.dk.com.

ÃDMINISTAAÇÃO REGIONAL DO SENAC NO ESTADO Ot SAo PAULO


Presidente do Conselho Regional: Abram Szajman
Diretor do Departamento Regional: Luiz Francisco de Assis Salgado
Superintendente Universitário: Luiz Carlos Dourado
i
EDITORA SENAC SA0 PAULO
1 'l
Conselho Editorial: - '· r
-1.
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Luiz Francisco de Assis Salgado
Luiz Carlos Dourado ..J1
Oarcio Sayad Maia f
Clairton Martins
Marcus Vinicius Barili Alves
'! -
Editor: Marcus Vinicius Barili Alves
([email protected])

Coordenação de Prospecção Editorial: Isabel M. M. Alexandre


([email protected])
Coordenação de Produção Editorial: Antonio Roberto Bertelli
([email protected])
Supervisão de Produção Editorial: lzilda de Oliveira Pereira
([email protected] .br)

Revisão Técnica: Thales Trigo


Preparação de Texto: Eliana Rocha, F~tima Couto, José Couto
Revisão de Texto: Adalberto Luís de Oliveira, Denise de Almeida,
Jussara R. Gomes, Léia Fontes Guimarães, Letícia Castello Branco,
Luiza Elena Luchini
Indexação: Silvana Gouveia
Projeto Gráfico Original e Capa: Oorling Kindersley Book
Editoração Eletrônica: Osmane Garcia Filho
Impressão e Acabamento: Oorling Kindersley Book

Gerência Comercial: Marcus Vinicius Barili Alves


([email protected])
Supervisão de Vendas: Rubens Gonçalves Folha
([email protected])
Coordenação Administrativa: Carlos Alberto Alves
([email protected])

Titulo original: The New Manual oi Photography: the Definit1ve


Guide to Photography in Every Format
Copyright © 2003 Oorlmg Kindersley
Copyright de texto © 2003 John Hedgecoe

Proibida a reprodução sem autorização expressa e proibida a


venda fora do território brasileiro .
Todos os direitos desta edição reservados à
Editora Senac São Paulo
Rua Rui Barbosa, 377 - l' andar - Bela Vista - CEP 01326-010
Caixa Postal 3595 - CEP 01060-970 - São Paulo - SP
Tel. (11) 2187-4450 - Fax (11) 2187-4486
E-mail: [email protected]
Home page: http:/lwww.ed1torasenacsp.com.br

© Edição brasileira : Editora Senac São Paulo, 2005.

Dados lntemJclonais de Catalo&ação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Uno, SP, Brasil)
Hedgecoe, John
o novo manual de fotografia : guia completo para todos os formatos/
John Hedgecoe ; traduçAo de Assei Nag1b Kfouri e Alexandre Roberto
de Carvalho. - São Paulo : Editora Senac São Paulo, 2005.
Tltulo original : The New Manual oi Photography : lhe Dehm!lve
Gu1de to Photography m Every Formal.
ISBN 85-7359-451 -9
1. Fotografia 2. Fotografia - Manuais. guias. etc. 1. Tltulo.
05-581 2 CDD-770
fndict p1r1 c,úlo10 1lsteaitico:
1. f otografia

Ob'8rYIÇãO: nos detalllts das fotoir1llas do liYTo lnt1lro, 10 nos


referirmos• Pentu. 11tamo1 nos referindo t Ptnlll 35 mm monorefleL
168 EL EME NT OS DA FO TOG RAFIA : 1L UM I NA ÇÀO e
_.... - - - - ----- - - - - - - - - -------- -
Uso do flash
Às 1·c1cs pode não haver iluminação natural suficiente para a foto importante compreender suas virtudes e defeitos e sabe
r quando
que se deseja. Embora o fotógrafo possa compensar a se pode passar sem ele.
insuficiência de luz aumentando a exposição, isso só é possível Uma das principais desva ntagens do flash é que se t d
rata e
com motivos estáticos. O flash eletrônico, entretan to, não apenas uma fo nte de luz áspera e de baixa poténcia. No estúdio d
, po e-se
nos permite continuar fotografando com pouca luz ambiente, potencializar o flash, aumentando sua descarga, ou ainda alterar-
como também pode ser usado para controlar a qualidade da lhe a qualidade, tornando-o difuso e rebatido (ver pp. 338-34/).
iluminação. Entretanto, como o flash portátil é movido a bateria, qualquer
A maioria dos flashes portáteis - em especial os que vêm tentativa de difusão para aumentar sua qualidade enfraquecerá
embutidos nas câmeras - aumenta a quantidade de luz apenas uma fonte de luz que por si só já é fraca. A carga da bateria
marginalmente e costuma dar uma iluminação de baixa qualidade. também limita o número de flashes.
O fl ash é geralmente uma solução de emergência, sendo

Potência do flash
A potência de um flash é geralmente expressa por um número-guia se o flash tem um número-guia 28 (ISO 100) e o motivo está a 7
(GN, em inglês) - quanto mais alto o número, mais potente o flash. metros (20 pés) de distância, a abertura a ser usada (comfilme ISO
O número-guia representa a distância máxima em que o flash é 100) é f/4.
eficiente, usando-se uma lente com abertura f/ 1.0. Geralmente é Os números-guia fo;ados pelos fabricantes podemser otimistas
fixado em metros e (como a cobertura depende da sensibilidade da demais, e talvez você tenha de usar uma abertura maior do quea
emulsão) para filmes ISO 100. Alguns números-guia, porém, são fórmula sugere. Compre um fl ash com o maior número-gui,1
estabelecidos em pés e não em metros. possível - quanto mais potência disponível, maior a ganlJ d~
O número-guia pode ser usado para calcular a abertura aberturas, difusão e reflexão a serem usadas (a poténciJ de deswgJ
necessária quando se usa o flash cm potência máxima. Para calcular sempre pode ser reduzida).
a abertura, divida o número-guia pela distância até o motivo. Assim,

-,

l·r

• Flash de baixa potência da


• ncIa IImI Ia
onasn mi s
A curtas d1stánc1as, basta um flash ~e pote (ISO 100) foi
embutido de uma monoreflex com numero-guia 12 da a apenas 1
nacoloca
que suficiente para este retrato de uma meni
metro (3 pés) da c~mera.
• Pentu. 50 mm. 1/60 se1. l/t 1. Aafachrome 100.
acar o
◄ Flash de alla potência a 1,rn de dest
Para esta foto, o flash foi d1rec1onado para Oteto, (ISO1001 foi
• 0 guia
60
mural. Um grande flash lateral com numer ·
usado para gerar descarga suf1c1ente me 100
• Hasselblad, 50 mm, 1/15 sea. 1/11 com tripé. A1fachro
USO DO FLASH 169 '9

TIPOS DE FLASH
Alguns modelos de flash estão normalmr:nte d1sponr1e1s no
mercado. Variam desde os apropriadas a1nicIantes aos
destmados a prof1ss1ona1s.

·----.

Flash embutido
Esses flashes em geral têm um número-guia tão
baixo quanto 5 (ISO 100), cobrindo cerca de 1 ou 2
metros (3 a 6 pés). Sua posição fixa normalmente
produz sombras fortes e visíveis.

Flash de sapata
Um flash externo gera
mais potência do que
um embutido e aumenta
111,f o ângulo entre a lente e
o flash, permitindo
melhor modelagem.
Pode-se inclinar ou girar
a cabeça para direcionar
• Fundo escuro a descarga luminosa
Fotos com flash têm primeiros planos claros e fundos escuros. O efeito do flash diminuí contra paredes ou
rapidamente com a distância, por causa da lei do inverso do quadrado. refletores.
• Peatax. 21 mm. 1/60 sez. 1/5.6 com flash. Aifachrome 100. Flash lateral
Este é um flash grande

lei do inverso do quadrado e portátil, com um


número-guia alto.
T~os os flashes tém alcance limitado, com a descarga de luz decaindo Geralmente, ajusta-se a
rapidamente com a distância. Isto se explica pela lei do inverso do quadrado, uma sapata lateral da
~undo a qual a intensidade de uma fonte de luz decresce com o quadrado da câmera, mas pode-se
dis~ncia que percorre. Assim, se você dobra a distância entre a fonte de luz e o deslocá-lo para uma
motivo, a quantidade de luz que o atinge diminui em aproximadamente três iluminação mais
~llartos. Portanto, a distância entre o motivo e o flash é crucial. As partes da
angular. 1
unagem ' das do flash aparecerão mais
ma·15 aiasta . escuras, enquanto os obºJetos 1
.
rna1s próxi
p
dI d
mos e e o que do motivo ficarão mais claros, o que pode faze-los
a:C(er superexpostos e estourados. Se um flash à potência máxima requer uma
• d
.
''
. f/16 àdºistá' nC1a
rtura e 1metro (3 pés), será necessário aumentar 16 vezes a
é ~sição (quatro pontos), se a distância passar a ser de 4 metros ( 12 pés) - isto
t'
' ma abertura f/4. Ringflash

1
y . É um flash especial, proietado para ser usado com
E~OCID_A~E_ ~E SINCRONIZAÇÃO macromotívos, em que as sombras de um flash
Com oflash a st • -: - -- • - - - • normal obscureceriam os detalhes. Otubo de flash
tmitid Ju ado no automático para um motivo próximo da câmera, a explosão de luz
rntrim
ª P0de dura
r apenas 1/40.000 seg. Com o flash ajustado no manual em potência
• prende-se à lente, criando uma iluminação
a, adescarga I\M d homogênea, redonda.
eiPOs,çã 0 """e urar até 1/1.000 de segundo. Com obturadores de foco plano, a
t01tina com obturador muito • veloz é feita através de uma fenda móvel, em que a segunda 1
começa afech t
d1sparad 0 ar an es de a segunda terminar de abrir ( ver pp. 18-19). Se o flash é ,
ªParecerá com obturador mu1·1ove1oz, somente parte do fotograma será ilumina da (oresto 1

torno vel como uma faixa preta). Amaior velocidade de obturação com flash éconhecI·d a
Deidade de s' .
fllorioretl incronismo do flash. Avelocidade de sincronismo nas cãmeras
ex de 35 m . .
~,~idade mvana de 1/30 a 1/300 de segundo. Não há problema de sincronismo de
alebrna, le:m obturadores de objetiva, como nas câmeras compactas. etambém usados em
~s1b,hta es acess6nas com obturador de folhas, em câmeras de porte médio. que
mQualquer velocidade de obturação com flash.

Ver timbém ·o que éexpos1çao· p. 76

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