19/04/2024
Certificação BT Training
Preparação Física para o Beach Tennis
Apresentação
• Profissional Educação Física
• Pós Graduado em Esportes Coletivos
• Bpro Treinamento TFF
• Bpro Treinos Avançados
• Reabilitação Funcional BPro Treinamento
• One Day KTB StrongFirst
• Functional Movement Screen - FMS
• CHPC – Certified High Performance Coach
• Força e Velocidade no Futebol
• Beach Tennis, Avaliação, Fisiologia e Preparação Física
• CBT Nível Verde | Amarelo
• Co-founder BeachFlix
• Low Pressure Fitness Nv 2
Treinamento Físico
X
Treinamento Técnico
1
19/04/2024
Repetição de Gestos
Esportivos?
§ Sobrecarga do Gesto Esportivo
§ Treino ate a exaustão
§ Pouco Entendimento sobre as questões
técnicas
§ Invencionismo
Superficies Instáveis?
2
19/04/2024
Treinamento Físico ou Funcional
Não é sinônimo de bases instáveis
Boyle, 2016, p. 3
“Desenvolver forca distal sem
a presença de estabilidade
proximal é como dar um tiro
de canhão de dentro de uma
canoa”.
Pirâmide da Performance
HABILIDADE FUNCIONAL
MELHORA DA TÉCNICA ESPORTIVA
Performance Funcional
EFICIENCIA NA REALIZACAO DOS PADROES
DE MOVIMENTO
M ovimento Funcional
REESTABELECER PADROES FUNCIONAIS
COOK, Gray, Atlhetic Body in balance. Champaign: Human Kinects , p.13, 2003
3
19/04/2024
M ovimento Funcional
REESTABELECER PADROES FUNCIONAIS
10
Performance Funcional
EFICIENCIA NA REALIZACAO DOS PADROES
DE MOVIMENTO
11
HABILIDADE FUNCIONAL
MELHORA DA TÉCNICA ESPORTIVA
12
4
19/04/2024
FUNÇÕES ARTICULARES
13
Treinamento Neuromuscular
para o Beach Tennis
14
ALTA PRODUCAO DE FORÇA NO
MENOR TEMPO POSSIVEL;
COMPLEMENTAR;
COMPATIVEL;
MENOR FADIGA RESIDUAL;
MENOR HIPERTROFIA;
15
5
19/04/2024
ALTA INTENSIDADE/DEMANDA NEURAL;
BAIXO VOLUME;
LONGOS INTERVALOS;
DIRETRIZES
MAXIMA INTENCAO DE VELOCIDADE;
TF EM AMBIENTE LIVRE DE FADIGA;
PROGRESSAO RACIONAL DE ESTIMULOS
16
Demandas do Jogo
Vo2max e gasto calórico
17
Demanda Metabólica
CONSUMO DE O2 MEDIO DOS JOGOS (VO2 MAX)
= 14 A 25 ml/[Link] : 4-7 METS
Gasto Calórico
7 -12 kcal/min
200 a 400 kcal/h
Consumo Max O2
Ideal 50 ml/[Link]
18
6
19/04/2024
Frequência Cardíaca
120- 150 BPM (110 – 190 bpm)
135 – 140 bpm
Outras modalidades
144 +- 13 bpm: Tenis de Campo
157 +- 19 bpm: Futebol
19
Lactato Sanguíneo
2,0 – 3,0 mmol/L (2,0 - 5,0 mmol/L)
Predominante: Via Anaeróbia Alática - ATP CP
20
Demandas dos jogos
de Beach Tennis
21
7
19/04/2024
Tempo absoluto X tempo real de jogo
22
Tempo absoluto X tempo real dos Sets
23
Tempo absoluto X tempo real dos Games
24
8
19/04/2024
Tempo dos pontos
25
PURE BEACH BT 400 (2023)
00: 33:47 00: 30:18
TEMPO MEDIO DOS PONTOS
TEMPO MEDIO DOS PONTOS
00: 00:03 00: 00:03
TEMPO MAX DOS PONTOS
00: 04:46 TEMPO MAX DOS PONTOS
00: 03:18
00: 00:16 00: 00:13
1 Set 2 Set
26
PURE BEACH BT 400 (2023)
27
9
19/04/2024
Resistência Básica
no Beach Tennis
28
Resistencia Básica
- VO2 Max
- Limiar Anaeróbico
Recuperação
29
A Força e o Trabalho Básico
30
10
19/04/2024
O que é a Força?
ü Uma Capacidade Física Básica;
ü Presente em todas as ações;
ü Se manifesta de diferentes formas;
31
Está intimamente ligada a:
üVelocidade
üResistencia
üCoordenação
üEquilíbrio
32
Força e o trabalho básico de forca
Velocidade Resistencia Coordenação Equilíbrio
A capacidade de aplicar A capacidade de aplicar A capacidade de A capacidade de estabilizar
forca no menor tempo forca no maior tempo ordenar onde e quando e transferir as forças para
possível. possível. aplicar força. nosso movimentos.
33
11
19/04/2024
A Forca no Beach Tennis
üA forca não se manifesta de
maneira pura no BT;
34
Como podemos classificar a forca no BT
De Aceleração De Lançamento De Salto
- Máxima - Máxima - Máxima
-Submáxima -Submáxima -Submáxima
De Jogo
Com ou sem mudança Saque, Smash, Voleio
de direção Afundos*
35
CURVA
FORÇA/VELOCIDADE
36
12
19/04/2024
O que é um jogador
forte no BT?
37
Força Aplicada
Forca que utilizamos para realizar
golpes e deslocamentos em quadra.
38
39
13
19/04/2024
Diretrizes Gerais para
Aplicação de Força
1-5 exercícios por sessão;
1-2 Principais + 3 ou + complementares;
2 – 4x na semana;
Buffer ou Reps de Reserva
% a menos da capacidade de reps ou serie
40
Treinamento de Força
“O objetivo principal é transferir tudo o que
foi visto em relação a avaliação para o
momento do treino”.
Foco:
Foco no desenvolvimento de forca através
dos padrões de movimento;
Qualidade x Quantidade;
Estímulos simples;
41
Força Geral
Força Geral é a base de todo o programa de treinamento
de forca e deveria ser o foco nos primeiros anos do
treinamento desportivo. Baixar forca geral pode limitar a
progressão individual do atleta, deixa o corpo suscetível
a lesões e diminui a capacidade de desenvolvimento das
habilidades especificas do esporte.
BOMPA, Tudor; BUZZICHELLI, Carlo. Pediorization training for sports.
3. ed Champaign: Human Kinetics, 2015
42
14
19/04/2024
Padrões de Movimento
Um padrão de movimento nada mais é do que uma ação
estabelecida através de um conjunto de articulações que
juntas, exercem uma demanda de movimento.
43
Padrões de movimento
CC – Centro do Corpo
movimento
Padrões de
INF – Extremidade Inferior
SUP – Extremidade Superior
44
Bases de Produção de Força
Ajoelhada
Bases de Produção de força
Semiajoelhada
Base Simetrica
Base Alternada
Base Unilateral
45
15
19/04/2024
Centro do Corpo
• Suporte para os demais padrões de movimento;
• Anti-movimento;
• Movimentos como hiperextensão ou flexão
lombar devem ser evitados, sendo esses
associados ao aumento do risco de lesão na
coluna lombar.
HALL, Suzan J. Biomecanica Basica . 7 Ed. Rio de Janeiro: Ganabara Koogen, 2016.
46
Padrões de movimento
AH – Anti-hiperextensão
Centro do corpo
Padrões de
AR – Anti-Rotação
EP – Estabilidade Posterior
47
AR – Estabilidade
Centro do Corpo
Lateral Ajoelhado
AR – Estabilidade
Lateral em Pé
AR - Cortador
Ajoelhado
48
16
19/04/2024
AH – Prancha Semiaj
Centro do Corpo
AH – Prancha no Chão
AH - Prancha na Bola
AH - Prancha no Slide
49
Centro do Corpo
PP – Ponte na Bola
PP – Flexão de Joelhos
na Bola
PP - Flexão de Joelhos
no Slide
50
Padrões de movimento
DJ – Dominante de
Membros
Inferiores
Joelho
DQ – Dominante de
Quadril
51
17
19/04/2024
DJ – Globet Squat
Membros
Inferiores
DJ – Double Fr Squat
DJ - Agacha com Barra
52
DJA – Passada Simples
Membros
Inferiores
DJA – Passada 2 Steps
DJA - Passada com Sup
53
DQB – Terra KTB
Membros
Inferiores
DQB – Terra Hexagonal
DQB - Terra com Barra
54
18
19/04/2024
Padrões de movimento
Superiores
EH/V Empurrar
Membros
PV/H– Puxar
55
EH – Apoio
Superioes
Membros
EH – Supino Halter
EH - Supino com barra
56
EV – Empurra Barra Semiaj
Superioes
Membros
EV – Supino Inclinado
EV - Double Press
57
19
19/04/2024
PH – Facepull
Superioes
Membros
PH – Puxada Inclinada
PH - Barra Fixa
58
AVALIAÇÃO ESPECÍFICA
59
Taxa de desenvolvimento de força
60
20
19/04/2024
TAXA DE
DESENVOLVIMENTO DE FORCA
61
Avaliação Força/Potência
62
Avaliação Força/Potência
TESTE 1 RM
TESTE DO PADRÃO
63
21
19/04/2024
AVALIACAO DO PADRAO
64
TESTE DE ESFORÇO MÁXIMO
N DE REPS FATOR DE REPS
1 1.00
2 1,07
3 1,10
4 1,13
5 1,16
6 1,20
7 1,23
8 1,27
9 1,32
10 1,36
Planilha de lombardi
65
Avaliação Força/Potência
SALTO VERTICAL
66
22
19/04/2024
Avaliação Força/Potência
TAXA UTILIZACAO EXCÊNTRICA
<10% - Ñ UTILIZA BEM ENERGIA ELÁSTICA
>10% - FALTA FORÇA (NEURAL0
67
Avaliação Força/Potência
PERFIL FORÇA VELOCIDADE
ARREMESSO MED BALL
FORCA RAPIDA DE LANCAMENTO
HOMENS: 8 A 10 METROS
MULHERES: 6,5 A 8 METROS
68
PERFIL FORÇA VELOCIDADE
(PC), 15% PC, 30% PC, 45%
69
23
19/04/2024
AGILIDADE/ACELERAÇÃO
AGILIDADE (BRAND TEST)
RAST ADAPTADO
DROP JUMP (RSI)
70
AGILIDADE/ACELERAÇÃO
AGILIDADE (BRAND TEST)
RAST ADAPTADO
DROP JUMP (RSI)
71
AGILIDADE/ACELERAÇÃO
AGILIDADE (BRAND TEST)
RAST ADAPTADO
DROP JUMP (RSI)
72
24
19/04/2024
PLIOMETRIA
Aumentar a velocidade de transição da fase
excêntrica para a concêntrica através de:
Adaptação neural;
Adaptação musculo-tendinea;
73
FUNDAMENTOS DA PLIOMETRIA
O treinamento pliométrico é uma modalidade de
treinamento para desenvolver o ciclo alongamento
encurtamento.
74
Ciclo Alongamento- Encurtamento (CAE)
Med Sci Sport Exerc 37: 440-446, 2005
* Atletas saltam 2-4cm mais alto
durante o salto de contramovimento.
Ação concêntrica mais forte quando precedida imediatamente de uma ação
excêntrica;
Uso de potencialização reflexa e elástica do musculo;
75
25
19/04/2024
Ciclo Alongamento- Encurtamento (CAE)
76
Ciclo Alongamento- Encurtamento (CAE)
77
Ciclo Alongamento- Encurtamento (CAE)
78
26
19/04/2024
Taxa de desenvolvimento de força
79
TAXA DE
DESENVOLVIMENTO DE FORCA
80
Importancia da Pliometria nos esportes
81
27
19/04/2024
Importância da Pliometria nos esportes
82
Intensidade do Exercicio Pliometrico
83
Progressão dos Exercicios Pliometricos
84
28
19/04/2024
Progressão dos Exercicios Pliometricos
85
Especificidade da Pliometria
Faz sentido querer ser tão específico?
86
Como podemos classificar os exercícios?
Pogo Jumps – Enfase em movimentos reativos e stifness de tornozelo;
Quedas – aprender a lidar com a demanda excêntrica;
Hop – Saltos reativos bilateral ou unilateral que ocorrem na mesma base de queda que
ele foi iniciado;
Bounds – Salto reativos ou unilateral que ocorrem em base diferente da base de queda
de quando ele foi iniciado;
Jumps – Maiores amplitudes de movimento (tripla extensão).
87
29
19/04/2024
Progressão de exercícios
88
Programa de Fortalecimento de tornozelo
89
Programa de Fortalecimento de tornozelo
90
30
19/04/2024
P.F.T
POGO JUMP VERTICAL POGO JUMP LATERAL POGO JUMP FRENTE/TRAS POGO JUMP UNILATERAL
91
QUEDAS
Queda no solo bilateral
92
QUEDAS
Queda no solo assimétrica
93
31
19/04/2024
QUEDAS
Queda da caixa bilateral
94
QUEDAS
Queda caixa assimetrica
95
Progressão de exercícios
96
32
19/04/2024
Programa de Fortalecimento de tornozelo
97
Estáticos
98
Progressão de exercícios
99
33
19/04/2024
Progressão de Exercícios
100
Hops
Hop Linear DC Hop Linear Contiuo Hop Lateral Continuo Bound Continuo
101
Bounds
Bound Lateral DP Bound Continuo Bound Continuo c/ Sobrecarga
102
34
19/04/2024
Progressão de exercícios
103
Progressão de Exercícios
104
Depth Jump x Drop Jump
105
35
19/04/2024
Drop Jump
Drop Vertical Bilateral Drop Vertical Barreira Drop Diagonal Barreira
106
Prisioneiros
107
Arrmesso Med Ball
Arremesso Med Ball AF Semiaj
Arremesso Med Ball em Pé
Arremesso Med Ball base
contralateral
108
36
19/04/2024
Arrmesso Med Ball
Arremesso Med Ball AC Semiaj
Arremesso Med Ball AC em Pé
Arremesso Med Ball AC
base contralateral
109
Montagem de treinos
110
Montagem de treinos
111
37
19/04/2024
Montagem de treinos
112
Montagem de treinos
113
Montagem de treinos
114
38
19/04/2024
Intensidade e Variação de Volume
115
Intensidade e Variação de Volume
116
Planejamento e montagem de treinos
117
39
19/04/2024
Planejamento e montagem de treinos avançados
118
Contraste frances - objetivo
119
Contraste frances x complexo
120
40
19/04/2024
Contraste frances: Linhas Gerais
121
Contraste frances: Estrutura do treino
122
Contraste frances: exemplo
123
41
19/04/2024
Contraste frances: exemplo
124
Agilidade
125
AGILIDADE
Agilidade e mudança de direção NÃO são a mesma coisa;
Quais são os componentes da agilidade;
É possível avaliar corretamente a agilidade;
Como treinar agilidade;
126
42
19/04/2024
O QUE É AGILIDADE?
Um rápido movimento global em resposta a um
estimulo e envolve habilidades reativas em
ambiente imprevisíveis (ABERTO).
127
A utilização de borrachas (elásticos) como forma de se opor a resistência durante a execução
dos movimentos. Isto é um grave erro, porque a borracha não oferece resistência ao
movimento na fase inicial de nenhuma ação, precisamente na fase da ação específica em que
se aplica menos força de todo o ocorrido, devido precisamente à alta velocidade da ação.
Portanto, na fase limitante da ação, que são os primeiros 100-200ms antes de iniciar o
deslocamento (fase estática/isométrica da ação) e nos primeiros milissegundos da fase
dinâmica do movimento, a borracha não estará fazendo nenhuma oposição, logo não terá
nenhum efeito como carga extra, porém, quando o importante for aplicar mais força a maior
velocidade na fase lançada do movimento (melhora da TDF a altas velocidades, o mais difícil
de melhorar), a borracha não permite que se treine essa capacidade, pois a velocidade é
baixa e não pode ser aumentada, o que a impede de uma maior tensão na borracha. Em
definitivo, os exercícios considerados “específicos” podem causar em alguns casos mais
prejuízos do que algum efeito positivo, podendo dizer que em melhor dos casos, seriam
inúteis. (Fuerza,velocidad y rendimiemto deportivo,2019)
128
MUDANÇA DE DIREÇÃO
Mudança de velocidade ou direção sem resposta a um
estimulo se concentra puramente na capacidade física
em ambientes programados (FECHADOS).
129
43
19/04/2024
No lugar de cones etc, vc tem a bola e o adversário.
130
Habilidade: capacidade do atleta
mudar de direção conduzindo um
objeto ou implemento (raquete).
131
Quais sao os componentes da agilidade?
132
44
19/04/2024
Componente Fisico da Agilidade
133
Componente Fisico da Agilidade
134
Componente Fisico da Agilidade
135
45
19/04/2024
Componente Fisico da Agilidade
136
Componente Fisico da Agilidade
137
O que é força relativa
138
46
19/04/2024
Quais sao os componentes da agilidade?
139
FUNÇÕES COGNITIVAS (REAÇAO)
140
FUNÇÕES COGNITIVAS (REAÇAO)
Alta capacidade física não
garante alta resposta em
agilidade. Atletas com
pouco “fisico” podem dar
respostas melhores devido
à alta habilidade cognitiva.
141
47
19/04/2024
FUNÇÕES COGNITIVAS (REAÇAO)
AGILIDADE É MAIS COGNIÇÃO
DO QUE TRANSPIRAÇÃO.
142
FUNÇÕES COGNITIVAS
143
FUNÇÕES COGNITIVAS
144
48
19/04/2024
FUNÇÕES COGNITIVAS
145
FUNÇÕES COGNITIVAS
146
TREINO COGNITIVO
147
49
19/04/2024
Quais sao os componentes da agilidade?
148
ELEMENTO TECNICO
149
ELEMENTO TECNICO
150
50
19/04/2024
Conclusão
151
Resumindo
152
Mecanica de Movimento
153
51
19/04/2024
Elementos Biomecanicos
154
Elementos Biomecanicos
155
Elementos Biomecanicos
156
52
19/04/2024
Elementos Biomecanicos
157
Postura e Exercícios mudança de direção
158
Load and Lift
Mudança de
Lateral Shuffle
direção
Double Shuffle
Cut and Shuffle
Lateral Shuffle Continuo
Mudança de
Lean and CrossOver
direção
CrossOver Potente
Cut CrossOver
159
53
19/04/2024
MUDANÇA DE DIREÇÃO
Load and Lift Lateral Shuffle Double Shuffle Cut and Shuffle
160
MUDANÇA DE DIREÇÃO
Lateral Shuffle
Lean and CrossOver CrossOver Potente Cut & CrossOver
Continuo
161
Postura e Exercícios aceleração
162
54
19/04/2024
Load and Lift
Load and Lift
Mudança de
direção
com alternância de pernas
Marcha contra a parede
Marcha à frente com resistência
Skip com Resistência
Mudança de
Bound com Resistência
direção
Corrida Resistida
Utilização de trenós
163
Aceleração
Load and Lift Marcha à frente com
Load and Lift com alternância de pernas Marcha contra a parede resistência
164
Aceleração
Skip com Resistência Bound com Resistência Corrida Resistida Utilização de trenós
165
55
19/04/2024
166
Como avaliar agilidade?
EX COD Deficit: 15m – 2,56 – 2,40 = 0,16
167
DIRETRIZES GERAIS MUDANCA DE DIRECAO
168
56
19/04/2024
DIRETRIZES GERAIS MUDANCA DE DIRECAO
169
DIRETRIZES GERAIS MUDANCA DE
ACELERAÇÃO
170
DIRETRIZES GERAIS MUDANCA DE
ACELERAÇÃO RESISTIDA
171
57
19/04/2024
MONTAGEM DE TREINOS 2
172
MONTAGEM DE TREINOS
173
MONTAGEM DE TREINOS
174
58
19/04/2024
RESISTÊNCIA
ESPECIFICA
NO BEACH TENNIS
175
A RESISTENCIA ENGLOBA
SISTEMA CARDIORRESPIRATÓRIO
•PULMÕES
•CORAÇÃO
176
A RESISTENCIA ENGLOBA SISTEMA
MUSCULOESQUELÉTICO
•MUSCULOS;
•OSSOS;
•TENDÕES;
•LIGAMENTOS
177
59
19/04/2024
BENEFÍCIOS
• PARA TER O DESEMPENHO DOS NOSSOS MÚSCULOS DISPONÍVEL POR MAIS
TEMPO;
• RESTAURAR M AIS RAPIDO O DEBITO DE O2;
• MANTER/ BAIXAR A FC E MANTER O JOGADOR NA ZONA DE CONFORTO;
• MANTER UM MAIOR NIVEL DE JOGO DURANTE TODA A PARTIDA.
178
Como podemos classificar a
RESISTÊNCIA ESPECIFICA NO BT
De Aceleração De Lançamento De Salto
- Máxima - Máxima - Máxima
-Submáxima -Submáxima -Submáxima
De Jogo
Com ou sem mudança Saque, Smash, Voleio
de direção Afundos*
179
COMO SE MANIFESTA A
RESISTENCIA NO BEACH TENNIS?
• A RESISTÊNCIA É UMA CAPACIDADE COMPLEXA;
• SE MANIFESTA DE 2 MANEIRAS DIFERENTES;
180
60
19/04/2024
• UM SUCESSÃO DE GOLPES E DESLOCAMENTOS COM PAUSAS INCOMPLETAS
181
PURE BEACH BT 400 (2023)
00: 33:47 00: 30:18
TEMPO MEDIO DOS PONTOS
TEMPO MEDIO DOS PONTOS
00: 00:03 00: 00:03
TEMPO MAX DOS PONTOS
00: 04:46 TEMPO MAX DOS PONTOS
00: 03:18
00: 00:16 00: 00:13
1 Set 2 Set
182
A resistência no beach tennis
• Esforços de alta intensidade em momentos indefinidos;
• Períodos de recuperação incompletos: Momentos definidos
183
61
19/04/2024
GERAR PICOS DE POTENCIA
EM MOMENTOS
DETERMINADOS E MANTELOS
DURANTE A PARTIDA
184
2 TIPOS DE RESISTENCIA
• Resistência a potência;
• Capacidade de repetir potência;
185
RESISTÊNCIA A POTÊNCIA:
• A Capacidade de manter a efetividade e a velocidade de
uma ação durante um determinado tempo.
186
62
19/04/2024
CAPACIDADE DE
REPETIR POTÊNCIA
• SER CAPAZ DE REPETIR A MESMA
INTENSIDADE EM CADA SEQUENCIA DE
REPETICAO COM PERIODOS DE DESCANSOS
INCOMPLETOS.
187
188
189
63
19/04/2024
190
COMO PODEMOS
TRABALHAR A RESISTÊNCIA?
• Melhorar a capacidade de reproduzir picos de potência
durante um tempo prolongado
191
COMO PODEMOS
TRABALHAR A RESISTÊNCIA?
• Redução do tempo necessário para repetir esses picos
de potência.
192
64
19/04/2024
MÉTODO DE TREINAMENTO DAS
CAPACIDADES DE RESISTENCIA
ESPECIFICA NO BT;
METODO DA REPETIÇÃO (ATP-CP).
INTENSIDADE MUITO ALTA = 90-95 POTENCIA)
VOLUME BAIXO (2 A 4-5 MINUTOS)
VOLUME DO INTERVALO 5 - 10-20 SEG
* VOLUME DEVE SER DEFINIDO EM FUNCAO DAS ACOES DO JOGO.
RECUPERAÇÃO PASSIVA = DENSIDADE 1:1/2 A 1:6
TREINO EM BLOCOS: 1 A 3 MINUTOS.
193
APLICACAO DO TREINO
RESISTENCIA DE ACELERACAO/COD
INTENSIDADE: 95%
INTERVALO DE TRABALHO: 10 M
DENSIDADE: 1:2 (1O SEG RECUP)
VOLUME TOTAL: 2 MIN 24 SERIES = 240M
BLOCOS: 4 BLOCOS C/ 6 SERIES (5 SEG 10 SEG) = 1’30
194
OBRIGADO
CERTIFICAÇÃO BT PERFORMANCE
Preparação Física para o Beach Tennis
195
65