0% acharam este documento útil (0 voto)
35 visualizações13 páginas

Formação de Solos: Fatores e Processos

O documento aborda os fatores de formação dos solos, destacando a influência de rochas, sedimentos, relevo, organismos e tempo na pedogênese. A pesquisa inclui uma análise da composição dos solos, suas fases sólida, gasosa e líquida, além de fatores climáticos específicos de Moçambique que afetam a formação do solo. O trabalho é estruturado em seções que vão desde a introdução até a conclusão, com ênfase na metodologia bibliográfica utilizada para a pesquisa.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
35 visualizações13 páginas

Formação de Solos: Fatores e Processos

O documento aborda os fatores de formação dos solos, destacando a influência de rochas, sedimentos, relevo, organismos e tempo na pedogênese. A pesquisa inclui uma análise da composição dos solos, suas fases sólida, gasosa e líquida, além de fatores climáticos específicos de Moçambique que afetam a formação do solo. O trabalho é estruturado em seções que vão desde a introdução até a conclusão, com ênfase na metodologia bibliográfica utilizada para a pesquisa.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

UNIVERSIDADE ABERTA ISCED

FACULDADE DE CIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO


CURSO DE LICENCIATURA EM ENSINO DE GEOGRAFIA

FACTORES DE FORMAÇÃO DO SOLOS

DAÚDO ALBINO CAIXOTE: 11230043

QUELIMANE, MARÇO, 2024


UNIVERSIDADE ABERTA ISCED

FACULDADE DE CIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM ENSINO DE GEOGRAFIA

FACTORES DE FORMAÇÃO DO SOLOS

Trabalho de campo a ser submetido na


coordenação do curso de Licenciatura em
ensino de Geografia

Cadeira: Geografia Dos Solos


Docente:
Nível: 2 °Ano

DAÚDO ALBINO CAIXOTE: 11230043

QUELIMANE, MARÇO, 2024


INDICE
[Link]ção…………………………………………………………………………..iv

[Link] geral……………………………………………………………………..iv

[Link] específicos……………………………………………………….…..…iv

[Link] de ensino ……………………………………..………………………iv

[Link] e processos de formação do solo ……………………………….…………..6

2.1. Relevo………………………………………………………………………………..6

2.2. Organismos……………………………………………………….…….…………..7

2.3. Tempo……....……………………………………………...………………………..7

[Link]ção Dos Solos…………………………………………………….…………..8

3.1. Fase sólida do solo ……………………………………………………………..…..8

3.2. Fase gasosa.………………………………………………………..…………………8

3.3. Fase líquida…………………………………………………………..……..………..8

4. Factores de clima de moçambique ……………………………….…………………..9

4.1. Latitude…………..…………………………………………………………………..9

4.2. Altitude …………………………………………………...…………………………..9

4.3. Corrente quente do canal de moçambique …………………………………….…..9

4.4. Continentalidade ……………………………………………………….…..………..9

5. Características climáticas da sua região………………………………….….……………9

[Link]……………………………………………………………..…………………..10

[Link]……………………………………………………………………..……….11.

7. Conclusão. ……………………………………………………………………………..13

8. Referencias bibliograficas……………………………………………………………..13
[Link]ÇÃO

Este trabalho é da cadeira de geografia do solo da Unisced 2°Ano, com tema de abordagem:
Factores De Formação Do Solos. Na formação do solo, o fator material de origem influencia
em diversos atributos e pode ser dividido em dois grandes grupos: as rochas e os sedimentos.
As principais características das rochas que influenciam nos atributos do solo são: composição
química e mineralogia, cor e textura (Brady e Weil, 2013). O presente trabalho , tem como
objectivo conhecer os factores de formação de solos. O mesmo foi feito atraves da metodologia
bibliografica e tambem com alguns manuais baixado na [Link] à sua estrutura ,o
trabalho é estruturado de seguintes forma: capa,contra-capa,introdução, objectivos
metodologias ,desenvolvimento teorico, conclusão e bibliografia.

[Link] GERAL

De acordo com Cervo, Bervian e da Silva (p. 75, 2007), “o objetivo geral se caracteriza por
determinar de forma clara e objetiva a intenção de se realizar a pesquisa”.O objetivo geral dá
uma visão mais ampla sobre o que se deseja pesquisar e aponta aonde o autor deseja chegar
com seus estudos.

É objectivo gerai deste trabalho :

➢ conhecer os factores de formação de solos.

[Link] ESPECIFICOS

Para Cervo, Bervian e da Silva (2007), definir os objetivos específicos significa aprofundar as
intenções expressas nos objetivos gerais. Portanto, nesta parte, o autor deve expor suas metas
para se chegar ao objetivo geral da pesquisa. As metas consistem em várias etapas que devem
ser realizadas para que se consiga alcançar o resultado desejado. Este trabalho tem seguintes
objectivos especificos:

➢ Identificar os factores que influênciam na formação do solo;


➢ Descrever a composição do solo.

[Link] DE INVESTIGAÇÃO

Segundo Marconi e Lakatos (2004,p. 44), “método é o caminho pelo qual se chega a
determinado resultado, ainda que esse caminho não tenha sido fixado de antemão de modo
reflectido e deliberado”.Nesta pesquisa será aplicada a pesquisa bibliográfica de modo a
garantir o suporte científico mediante o comentário ou estudos que anteriormente forma
desenvolvidos por diversos autores em torno do tema em estudo
2. FATORES E PROCESSOS DE FORMAÇÃO DO SOLO

Na formação do solo, o fator material de origem influencia em diversos atributos e pode ser
dividido em dois grandes grupos: as rochas e os sedimentos. As principais características das
rochas que influenciam nos atributos do solo são: composição química e mineralogia, cor e
textura (Brady e Weil, 2013).

Segundo Pereira, Marcos Gervasio et al, As rochas classificadas como :

ácidas, são aquelas que apresentam em sua composição, mais de 65% de SiO2, sendo
ricas também em alumínio. Minerais ricos em SiO2 são chamados de minerais félsicos,
entre eles destacam-se o quartzo e os feldspatos , que por sua vez, originam solos de
textura arenosa, com cores amareladas e baixa fertilidade natural. Por outro lado, rochas
básicas, são aquelas com menos de 52% de SiO2 e, possuem maior quantidade de ferro
e magnésio na sua composição, os chamados minerais ferromagnesianos ou máficos ,
como olivina, piroxênios e biotita, que por sua vez, originam solos de textura mais
argilosa, cores avermelhadas e maior fertilidade natural.

Os sedimentos são outro grande grupo de material de origem do solo. São formados a
partir da intemperização das rochas e atuação de processos erosivos, sendo muitas vezes
transportados e depositados ao longo da paisagem. Os sedimentos podem ser
classificados como coluviais , e aluviais . Atributos como textura, composição
mineralógica, cor e fertilidade natural de solos formados a partir de sedimentos estão
diretamente relacionados com a rocha originária e a intensidade de alteração desses
sedimentos. Também existem sedimentos de constituição orgânica, possuindo teores de
carbono orgânico maiores ou iguais a 80 g kg-1, que podem se acumular em condições
de boa drenagem ou de drenagem impedida. O acúmulo desses sedimentos pode levar
a formação de uma ordem de solos denominada de Organossolos.

2.1. RELEVO

O relevo é considerado um importante fator na formação do solo, pois é responsável pelo


controle de toda dinâmica dos fluxos de água na paisagem, como lixiviação de solutos, atuação
de processos erosivos e condições de drenagem (Anjos et al., 1998).

A distância do lençol freático e a declividade são as principais características que controlam


esses processos. Os pontos mais altos da paisagem devido ao distanciamento do lençol freático
possuem boas condições de drenagem e, quando associados a baixas declividades, favorecem
a maior infiltração da água. Por outro lado, de paisagem com boa drenagem, porém com maiores
declives, intensificam o escoamento superficial da água em detrimento a infiltração, o que
aumenta a taxa de erosão, promovendo o rejuvenescimento do solo. Já os pontos mais baixos
da paisagem, apesar da menor declividade, estão mais próximos do lençol freático, sendo
normalmente mal ou muito mal drenados, com condições anaeróbicas na maior parte do ano.

2.2. ORGANISMOS

Os organismos na formação do solo possuem relação íntima com o fator clima, considerando a
adaptabilidade da fauna e da flora as condições de umidade e temperatura de um determinado
ambiente. São considerados condicionantes para a pedogênese - a ação dos organismos no
substrato representa a diferença entre os processos de pedogênese e intemperismo. A matéria
orgânica adicionada ao solo pelos vegetais, seja pelos resíduos de folhas ou de raízes e, sua
decomposição pela ação da fauna como formigas, minhocas e microrganismos, participa de
diversos processos no solo e influencia na agregação de partículas, no escurecimento do
horizonte superficial, na infiltração da água, minimizando a erosão e, na retenção de nutrientes
fundamentais ao desenvolvimento das plantas (Pavinato e Resolem, 2008).

2.3. TEMPO

O fator tempo apresenta uma relação não apenas de cronologia, mas também de maturidade e
evolução (Kämpf e Curi, 2012).

Em ambientes de clima árido e semiárido, com baixa precipitação pluviométrica,


mesmo com o material de origem exposto por um longo tempo, a baixa intensidade de
intemperização formará solos jovens, pouco evoluídos. Por outro lado, condições de
intenso intemperismo e alteração do material de origem, mesmo com exposição recente
deste, formará solos maduros e evoluídos do ponto de vista da pedogênese.

O conceito de solo como corpos naturais organizados com gênese própria – ou seja, que
os solos são mais do que mantos rochosos desgastados na superfície da terra e de que a
formação do solo implica mais que intemperismo – tem uma importância prática muito
grande, pois permite estabelecer relações entre os fatores de formação e os diferentes
tipos de solos. Com base nesta concepção, admite-se que as características e a
distribuição geográfica dos solos na paisagem estão estreitamente relacionadas com a
natureza das condições ambientais em um determinado local ao longo do tempo .
Pereira, Marcos Gervasio et al,

[Link]ÇÃO DOS SOLOS

3.1. Fase sólida do solo

De acordo com Amade Sualé (2022, p.46) na fase sólida do solo distinguem-se duas fracções:

❖ Orgânica – é constituído por órgãos das plantas, as folhas que caem, folhas partidas que
se chamam por manta morta – que protege o solo duma intensa radiação solar, ao mesmo
tempo que evita que a irradiação terrestre seja sucessiva, amortece a queda das gotas de
H2O das chuvas evitando que haja erosão excessiva e evita a perda de H2O do solo por
evaporação.
❖ Mineral-Os minerais do solo fornecem nutrientes para as plantas, a fertilidade dos solos
depende do tipo de quantidade dos minerais presentes de tal forma que sedistinguem
minerais primários e secundários. Consideram-se minerais primários os que não
sofreram alterações químicas desde a sua cristalização. Secundários são os que resultam
da decomposição dos minerais primários ou fertilização dos produtos da composição
dos minerais primários. Precisa-se saber se o mineral é primário ou secundário é porque
precisa tempo para a meteorização e o solo também tem tempo na sua formação .Amade
Sualé (2022)

3.2. Fase gasosa

“As raízes da planta libertam grande quantidade de CO2. A forma do solo consome o O2 e
liberta CO2 durante o seu metabolismo,quando as quantidades de CO2 tendem a atingir 5% a
10 % surge a asfixia das plantas e isto pode dar sinal da fraca troca gasosa entre o solo e a
atmosfera.”Amade Sualé (2022, p.46). Isto acontece quando a estrutura do solo for muito
compacta (ou densa) ou quando há presença de muita água nos solos ou porque existe
humanidade excessiva.

✓ Quando há combinação dos 3 factores: não é possível oxigénio nessas condições


conhecidas como: condições aeróbicas. Ex: H2O.
✓ Quando é possível haver oxigénio são condições aeró[Link] maneira será a
quantidade e problema é a qualidade apoiavam as quantidades que existem no solo.

3.3. Fase líquida

Segundo Amade Sualé (2022, p.47) “A água do solo distingue-se da água dos rios, lagos pela
sua composição. Ela é rica em substâncias minerais dissolvidas resultantes da lavagem e
vegetação e também porque sofre influência da adesão de partículas sólidas tem pouca
possibilidade de se movimentas.”

4. FACTORES DE CLIMA DE MOÇAMBIQUE

4.1. Latitude

É um factor climático importante, que exerce a sua influência principalmente sobre a


temperatura e a precipitação Moçambique é um país localizado numa zona de menor
latitude (Zona Inter tropical/Zona tórrida), onde as temperaturas médias anuais são
superiores a 20º C. Por isso apresenta um clima quente. A precipitação verifica-se
principalmente na estação do Verão em forma de chuvas, enquanto que na estação
contrária (Inverno) verifica-se uma grande secura. Massolonga B. Filipe, et al (s/d, p.15)
.

4.2. Altitude

Este factor é responsável pela diminuição da temperatura nas regiões de grandes elevações. Por
isso, nessas regiões existe um clima modificado pela altitude – clima tropical de altitude.

4.3. Corrente quente do canal de moçambique

Por causa deste factor, na zona costeira do país existe um ar húmido, dada a intensidade da
humidade.

4.4. Continentalidade (aproximação ou afastamento em relação ao mar)

À medida que se caminha do litoral para o interior do país a influência marítima é cada
vez menor pelo que o ar vai se tornando mais seco. Nestas regiões do interior do país
há um grande aquecimento durante o Verão e um grande arrefecimento no Inverno, o
que faz com que o clima seja tropical seco. Massolonga B. Filipe, et al (s/d, p.15) .

[Link]ÍSTICAS CLIMÁTICAS DA SUA REGIÃO;

Segundo Massolonga B. Filipe, et al (s/d, p.15)” De acordo com os principais factores que
influenciam o clima em Moçambique distinguem-se os seguintes tipos de climas: a) Clima
Tropical Húmido; b) Clima Tropical Seco; c) Clima Tropical de Altitude; d) Clima Tropical
Semi-árido”. Segundo o mesmo autor , o clima tropical húmido – abrange quase na totalidade
a região Norte do país, uma pequena faixa do interior da província de Tete, uma grande porção
da província de Sofala e ao longo de todo o litoral do país; É um clima com a estação húmida
(chuvosa e quente) mais longa que a estação seca, sendo que o período húmido vai de Outubro
a Abril, enquanto que a época seca vai de Maio a Setembro; A precipitação é em forma de
chuvas convectivas que-se verificam principalmente no Verão; As temperaturas médias anuais
(TMA) são superiores a 20ºc, variando de 24ºC a 26ºC; As amplitudes térmicas anuais (ATA)
são pequenas, variando entre 3ºC e 6ºC; A precipitação é abundante, com uma média anual que
varia entre 1000 e 2000 mm.

Clima tropical seco - abrange grande parte do interior das Províncias de Gaza, Inhambane e
Maputo; interior da Província de Tete, Norte das Províncias de Manica e Sofala e uma pequena
porção à Sudoeste da Província da Zambézia; É um clima com a estação seca e fresca mais
longa que a estação húmida (chuvosa e quente), sendo que o período seco vai de Abril a
Outubro, enquanto que época húmida vai de Novembro a Março; A precipitação é fraca e
irregular : As temperaturas médias anuais (TMA) são superiores a 26ºC ;

Clima tropical de altitude – abrange as regiões montanhosas e planálticas de Moçambique. Tem


a época chuvosa e quente bastante curta que vai de Dezembro a Março; Produz nestas regiões
do país uma frescura durante todo o ano;temperaturas médias anuais (TMA) são inferiores a
22ºC ; A precipitação é superior a 1400 mm.

Clima tropical semi-árido – abrange o interior da Província de Gaza, na faixa que vai de
Chicualacuala a Massingir, isto é na zona de Pafuri, e interior da província de Maputo; A
precipitação é bastante fraca, inferior a 400 mm; As temperaturas médias anuais (TMA) são
superiores a 26ºC.

De acordo com o critério convencional clássico de classificação, pode-se dizer o clima de


Moçambique é:

a) Quanto à temperatura do ar – quente – (valor anual superior a 20ºC) em todos os locais com
excepção de Espungabera (Manica), Furancungo (Tete) e Lichinga (Niassa), onde é temperado
(valor médio anual compreendido entre 10 e 20ºC); a oceânico(amplitude de variação anual
inferior a 10ºC em todos os locais);

b) Quanto à humidade do ar – seco – (valor anual compreendido entre 55 e 75%) em todos os


locais excepto nas cidades da Beira, Quelimane, Lichinga e Mocímboa da Praia (Cabo
Delgado), onde é húmido (valor médio anual compreendido entre 75 e 90%);

c) Quanto à precipitação – chuvoso – (valor médio anual da quantidade de


precipitaçãocompreendido entre 1000 e 2000 mm) ou moderadamente chuvoso (valor médio
anual compreendido entre 500 1000 mm) em todos os locais excepto Pafúri (Gaza), onde é
semi-árido (valor médio anual compreendido entre 250 e 400 mm). Massolonga B. Filipe, et al
(s/d, )

[Link]

Para Lapidus (1987 apud José Bernardo J. Bernardino (2022,p.23), “Geologia é o estudo da
Terra em termos do seu desenvolvimento como planeta desde a sua origem. Isto inclui a história
das formas de vida, os materiais de que é feita, os processos que afectam estes materiais e os
produtos que deles resultam. “De acordo José Bernardo J. Bernardino (2022,p.23) apud Popp
(1987), “ A Geologia é a ciência da Terra, de seu arcabouço, de sua composição, de seus
processos internos e externos e de sua evolução. “Homem só tem acesso a uma ínfima parte do
planeta, que é a superfície terrestre. Tudo o resto está fora do alcance da vista directa. Só se
pode estudar por via indirecta, por meio de vários métodos de análise e observação. No entanto,
o seu estudo é de estrema importância, pois:

Ela fornece dados sobre as rochas nos aspectos tocantes à sua formação, composição, tamanho,
posição, e possibilidade do seu aproveitamento económico; pesquisa e prospeção de minerais;
exploração de minerais energéticos (combustíveis fósseis); descoberta de novos bens minerais;
construção de obras civis - A Geologia de engenharia criou suporte à engenharia civil
(Geotécnica), necessária à estrutura de grandes obras tais como: túneis, barragens, pontes,
rodovias, túneis, habitações e outras construções, fornecendo informação importante sobre as
rochas onde estarão apoiadas; solução de actuais problemas ambientais (riscos ambientais).
José Bernardo J. Bernardino (2022)

[Link]

Atualmente existem diversas definições sobre o significado da Topografia. Véras Júnior


(2003)’’ define como a ciência que tem por objetivo conhecer, descrever e representar
graficamente sobre uma superfície plana, partes da superfície terrestre, desconsiderando a
curvatura do planeta Terra’. Doubek (1989) “afirma que a Topografia tem por objetivo o
estudo dos instrumentos e métodos utilizados para obter a representação gráfica de uma
porção do terreno sobre uma superfície plana.” Espartel (1987) por sua vez diz que a
Topografia tem por finalidade determinar o contorno, dimensão e posição relativa de uma
porção limitada da superfície terrestre, sem levar em conta a curvatura resultante da
esfericidade terrestre. “

Segundo Júnior M. C. José, et al ( 2014.p.8) “A palavra Topografia é originada do idioma


grego Topos Graphen. Após a tradução para a língua portuguesa têm-se Topossignificando
lugar ou região e Graphen equivalente a descrição, ou seja, descrição de um lugar. “

Analisando essas definições, podemos entender que a Topografia é uma ciência que estuda,
projeta, representa, mensura e executa uma parte limitada da superfície terrestre não levando
em conta a curvatura da Terra, até onde o erro de esfericidade poderá ser desprezível, e
considerando os perímetros, dimensões, localização geográfica e posição (orientação) e objetos
de interesse que estejam dentro desta porção.
[Link]ÃO

solo é uma mistura de substâncias minerais resultantes da decomposição da rocha matriz pelos
fatores físicos e químicos, e de matéria orgânica produzida pela decomposição dos resíduos
vegetais e animais, tornando-se no elemento que melhor representa a complexidade dos
ecossistemas.A formação do solo ocorre através da influência dos fatores ambientais que
auxiliam na intemperização, quais sejam: o clima, os organismos vivos, o material de origem,
o relevo e o tempo
[Link]ÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

Marizane M. Conde, Beca Arlindo ( 2019, p.35) . Geografia – 11ª Classe - O meu caderno de
actividades. MINEDH, Moçambique, 2019, p.35.

Marconi e Lakatos .Fundamentos de metodologia científica . 8. ed. – São Paulo : Atlas, 2004,p.
44.

Amade Sualé . Curso de licenciatura em Ensino de geografia. Manual de geografia dos solos.
ISCED – BEIRA. 2022, p.32,46.

Júnior M. C. José, et al ( 2014.p.8). Topografia geral .Recife : EDUFRPE, 2014, p.8

José Bernardo J. Bernardino . Curso de licenciatura em ensino de [Link] de


geologia aplicada à geografia. ISCED – BEIRA. 2022, p.23.

Você também pode gostar