Serie1 No6
Serie1 No6
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO :
Diploma Ministerial N.º 2/2009 de 25 de Fevereiro
Artigo 1.º
Concede Licenciamento e Acreditação Inicial ao Instituto Católico para Formação de Natureza
Professores ............................................................................................................................ 2954
Diploma Ministerial N.º 3/2009 de 25 de Fevereiro
Concede Licenciamento e Acreditação inicial ao Institute of Busi- O Ministério das Finanças, abreviadamente designado por MF,
ness ............................................................................................................................................ 2955 é o órgão central do Governo que tem por missão conceber,
Diploma Ministerial N.º 4/2009 de 25 de Fevereiro
Concede Licenciamento e Acreditação Inicial à East Timor Coffe Acad- executar, coordenar e avaliar a política, definida e aprovada
emy ....................................................................................................................................... 2957 pelo Conselho de Ministros, para as áreas do planeamento e
Diploma Ministerial N.º 5/2009 de 25 de Fevereiro
Concede licenciamento e acreditação inicial ao Instituto de Ciências Religiosas "São
monitorização anual, do orçamento e das finanças.
Tomás de Aquino" .............................................................................................................. 2958
Diploma Ministerial N.º 6/2009 de 25 de Fevereiro Artigo 2.º
Concede licenciamento e acreditação inicial ao Díli Institute of Technol-
ogy ........................................................................................................................................ 2959 Atribuições
Diploma Ministerial N.º 7/2009 de 25 de Fevereiro
Concede licenciamento e acreditação inicial ao Instituto Superior
Cristal ................................................................................................................................... 2961 Na prossecução da sua missão, são atribuições do MF:
2. O Ministro é coadjuvado, no exercício das suas funções, 1. A Direcção-Geral de Receitas e Alfândegas, abreviadamente
pelo Vice-Ministro. designada por DGRA, tem por missão assegurar a orienta-
ção geral e coordenação integrada de todos os serviços
CAPÍTULO III do Ministério com competências na área das Receitas e
ESTRUTURA ORGÂNICA Alfândegas.
Integram a administração directa do Estado, no âmbito do MF, b) Orientar e coordenar o exercicio do controlo da fronteira
os seguintes serviços centrais: e do território nacional para fins fiscais, económicos e
de protecção da sociedade, designadamente no âmbito
a) A Direcção-Geral de Receitas e Alfândegas, composta pe- do ambiente, segurança e saúde públicas;
las seguintes direcções nacionais:
c) Orientar e coordenar a administração, supervisão e co-
i) Direcção Nacional de Alfândegas; brança dos direitos aduaneiros;
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Jornal da República
d) Orientar e coordenar a administração e cobrança dos nos domínios da economia, defesa, segurança, moral,
impostos selectivos de consumo, os demais impostos higiene e saúde públicas, turismo, controlo veterinário e
indirectos e outras receitas que lhe estejam cometidos, fitopatológico, protecção de marcas e patentes e defesa
de acordo com as políticas definidas pelo Governo e do património cultural e artístico nacional, desde que essa
nos termos do disposto na legislação; cooperação seja indispensável à realização daqueles objec-
tivos;
e) Orientar e coordenar a administração, supervisão e co-
brança dos impostos relativos a toda a actividade de j) Promover o esclarecimento dos utentes dos serviços, no-
exploração, indústria e comercialização do petróleo; meadamente sobre o conteúdo e a interpretação da legisla-
ção aduaneira, de modo a facilitar o seu correcto cumpri-
f) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. mento;
d) Regulamentar os regimes aduaneiros aplicáveis à movimen- c) Coordenar com outras entidades, tais como o Banco Cen-
tação de pessoas e bens, na entrada, permanência, trânsito tral e a Autoridade Nacional do Petróleo, actividades relati-
e saída do território aduaneiro, e velar pela sua aplicação; vas a receitas do petróleo e gás;
e) Exercer a acção de fiscalização aduaneira sobre as pessoas d) Preparar os termos de referência para os trabalhadores na-
e bens, nos portos, aeroportos e fronteiras nacionais, nos cionais da DNRP;
termos da lei;
e) Providenciar formação profissional para os trabalhadores
f) Participar na definição da política de fiscalização externa e nacionais da DNRP;
coordenar a sua aplicação, promovendo, designadamente,
a articulação dos serviços aduaneiros com outros organis- f) Desenvolver e actualizar formulários de receitas e impostos
mos de fiscalização da Administração Pública, para maximi- usados pela DNRP e promover a sua divulgação ao con-
zação dos resultados; tribuinte;
g) Combater a evasão e a fraude fiscais e o tráfico ilícito de g) Combater a fraude e evasão fiscais e colaborar com outras
estupefacientes e armas bem como de outros artigos proíbi- entidades nacionais e internacionais em actividades rela-
dos e colaborar com outros organismos nacionais, estran- cionadas com o combate à fraude fiscal;
geiros e internacionais nas actividades relacionadas com a
luta contra tais actividades; h) Emitir pareceres sobre convenções e acordos internacionais
bem como sobre outros instrumentos normativos, na área
h) Emitir parecer acerca das convenções, acordos e outros da sua competência;
instrumentos normativos internacionais de carácter
aduaneiro ou que contenham disposições com incidência i) Promover esclarecimento aos utentes nomeadamente sobre
aduaneira; o conteúdo e interpretação da legislação sobre taxas e recei-
tas petrolíferas;
i) Colaborar com outros departamentos do Estado na pros-
secução dos seus objectivos próprios, designadamente j) Conduzir estudos de avaliação de receitas petrolíferas em
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termos de concepção, procedimentos e controlos, de certidões de inexistência de dívidas fiscais;
acordo com os resultados;
j) Manter colaboração permanente com outros serviços e ins-
k) Registar contribuintes petrolíferos, actualizando a lista de tituições nacionais relevantes do sector petrolífero e demais
contribuintes e emitindo certificados de conformidade fis- agências nacionais e internacionais relevantes;
cal;
k) Contribuir para a concepção de projectos legislativos, re-
l) Manter uma colaboração permanente com outros serviços gulamentares e de instruções administrativas;
e organismos nacionais bem como instituições inter-
nacionais relevantes no âmbito do sector petrolífero; l) Preparar relatórios trimestrais e um relatório anual de acti-
vidades da DNID, para submissão à Ministra das Finanças;
m) Elaborar propostas de legislação, bem como instruções
administrativas, para submissão ao Director-Geral; m) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
A Direcção Nacional dos Impostos Domésticos, abreviada- 2- A DGFE, prossegue as seguintes atribuições:
mente designada por DNID, prossegue as seguintes atribuí-
ções: a) Superintender na elaboração e execução do Orçamento
do Estado de acordo com a Agenda do Desenvolvi-
a) Propor medidas de aperfeiçoamento e regulamentação dos mento Estratégico e demais estratégias macro-eco-
impostos a seu cargo e velar pela sua boa cobrança; nómicas do Governo;
A Direcção Nacional do Tesouro, abreviadamente designada e) Garantir a padronização dos equipamentos, materiais e su-
por DNT, prossegue as seguintes atribuíções: primentos destinados à Administração Pública;
a) Assegurar a execução do OGE; f) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. h) Preparar, conceber e apresentar propostas relativas ao sis-
tema de bases do Sistema Estatístico Nacional, incluindo
SECÇÃO III os métodos de aquisição, o segredo estatístico, bem como
a divulgação e publicação de dados e resultados;
Artigo 16.º
Direcção-Geral de Análise e Pesquiza i) Dirigir a organização e execução dos censos nacionais da
população e domicílios;
1. A Direcção-Geral de Análise e Pesquiza, abreviadamente
designada por DGAP, tem por missão assegurar a orien- j) Propor delegações de competência da DNE em outros ser-
tação geral e coordenação integrada de todos os serviços viços públicos e, ou, determinar a cessação das mesmas
do Ministério com competências na área da estatística, da delegações;
macro-economia e do Fundo de Petróleo.
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
2. A DGAP, prossegue as seguintes atribuições:
Artigo 18.º
a) Conceber e coordenar as estatísticas oficiais de Timor- Direcção Nacional de Macro-economia
Leste;
A Direcção Nacional de Macro-economia, abreviadamente
b) Prestar assessoria técnica especializada, nos domínios designada por DNME, prossegue as seguintes atribuíções:
do desenvolvimento da economia, em especial, do
desempenho financeiro e da justiça fiscal, dentro da a) Analisar e recomendar políticas tendentes à promoção
legalidade e dos objectivos definidos pelo Governo; do desenvolvimento económico e à redução da pobreza;
c) Prestar assessoria técnica especializada na Administra- b) Emitir pareceres e estudos relativos aos sectores público
ção do Fundo do Petróleo; e privado, reformas estruturais, emprego, salários, mer-
cados financeiros, monopólios, investimento e for-
d) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. mação de capital;
A Direcção Nacional de Estatística, abreviadamente designada d) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
por DNE, prossegue as seguintes atribuições:
1. No domínio das políticas e programas sectoriais:
a) Coordenar o sistema de estatísticas oficiais do país, com
vista a garantir a sua coerência e racionalidade; a) Colaborar na definição de políticas estruturais de desen-
volvimento e dos respectivos impactos na despesa
b) Compilar, analisar, sistematizar, produzir e publicar dados pública e privada em infra-estruturas, designadamente
estatísticos sobre a população, empresas e outras entida- no investimento público;
des, com o objectivo de produzir e publicar informações
sobre a situação económica, social e demográfica de Timor- b) Elaborar a previsão das receitas orçamentais, incluindo
Leste; as do sector petrolífero, das receitas tributárias domés-
ticas e a da tributação extra-fiscal, bem como redigir
c) Garantir a coordenação do Sistema Estatístico Nacional textos relevantes para o Orçamento Geral do Estado;
(SEN), aprovando os conceitos, definições, nomenclaturas,
indicadores e outros instrumentos de coordenação esta- c) Emitir pareceres sobre política fiscal;
tística, de acordo com os padrões internacionais; d) Preparar estudos e emitir pareceres sobre a estrutura
d) Compilar e difundir as Contas Nacionais e demais informa- dos impostos e os níveis das taxas em vigor;
ções sobre as diferentes vertentes da economia; e) Emitir pareceres sobre matérias relacionadas com des-
pesa, poupança, investimento e respectivas implicações
e) Desenvolver, actualizar e administrar informação e registos com a utilização do Fundo Petrolífero;
estatísticos de acordo com as melhores práticas interna-
cionais; f) Analisar os níveis agregados de despesas de médio
prazo, incluindo o equilíbrio entre o Orçamento do
f) Salvaguardar a compatibilidade dos sistemas informáticos Estado e os fundos dos doadores e entre as despesas
e tecnológicos com os padrões internacionalmente aceites de capital;
e praticados;
2. Nos sectores do comércio e das políticas financeiras, com-
g) Providenciar o armazenamento das bases de dados e garantir pete ainda à DNME, as seguintes atribuições:
e) Executar as actividades relacionadas com a boa gestão e) Auxiliar os diferentes ministérios e parceiros de desen-
dos recursos tecnológicos, de informação e de infor- volvimento no alcance dos objectivos fixados em
mática; matéria de coordenação da assistência externa;
c) O balanço das actividades do MF, avaliando os resul- Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 24 de Novembro
tados alcançados, e propondo novos objectivos; de 2008.
d) O intercâmbio de experiências e informações entre todos
os serviços e organismos do MF e entre os respectivos
dirigentes; O Primeiro-Ministro
e) Diplomas legislativos de interesse do MF ou quaisquer
outros documentos provenientes dos seus serviços
ou organismos; Kay Rala Xanana Gusmão
EXECUÇÃO DO N.º 2, ALÍNEAS A),C), E) E F) DO N.º 5 E 5 - A lista nominativa de transição mencionada no número
N.º 6 DO ARTIGO 8.º DA LEI DA ORGANIZAÇÃO E anterior da presente resolução deve prever o que se estipula
FUNCIONAMENTO DAADMINISTRAÇÃO nos artigos 70.º e 71.º da LOFAP.
PARLAMENTAR, REFERENTEACARREIRAS, 6 - Na elaboração da lista nominativa de transição a que se
REMUNERAÇÃO ,ADMISSÃO E PROVIMENTO E refere o nº 4 observar-se-ão os seguintes critérios:
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DO
SERVIÇO DO PARLAMENTO NACIONAL a) Os possuidores de habilitação académica ou profissional
equivalente à mínima habilitação requerida para ingres-
O Parlamento Nacional resolve, nos termos conjugados do ar- so nas categorias e graus previstos no regime das carrei-
tigo 92.º da Constituição da República e dos nºs 2, 5 e 6 do ar- ras e dos cargos de direcção e chefia da Administração
tigo 8.º da Lei da Organização e Funcionamento da Adminis- Pública transitam para a respectiva categoria e grau,
tração Parlamentar, Lei n.º 15/2008, de 24 de Dezembro, dora- contanto que as funções que actualmente desem-
vante designada por LOFAP, o seguinte: penham correspondam ao conteúdo funcional da mesma
Regime de carreiras e cargos de direcção e chefia categoria e grau do referido regime;
1 - Nos termos e para os efeitos do disposto nas alíneas a) e b) Para efeitos de determinação da natureza das funções
c) do nº 5 do artigo 8º da LOFAP, na parte que se refere a actualmente desempenhadas pelos funcionários do
carreiras e salários: Serviço do Parlamento Nacional, é tido em conta, para
além do efectivo exercício de funções, o respectivo con-
a) O pessoal do Serviço do Parlamento Nacional está su- teúdo funcional constante do quadro de pessoal da
jeito ao regime geral de carreiras e cargos de direcção e revogada Lei Orgânica do Parlamento Nacional ou, não
chefia da Administração Pública, com as especialidades o havendo, a descrição de tarefas e responsabilidades
previstas na presente resolução; constante do aviso de abertura do correspondente con-
curso de recrutamento e selecção.
b) A classificação de categorias e graus das carreiras da
Administração Pública aplica-se integralmente ao pes- Recrutamento, admissão e provimento
soal do Serviço do Parlamento Nacional, cujas catego-
rias profissionais passam a ter idêntica designação; 7 - Nos termos e para os efeitos do disposto na alínea e) do nº
5 do artigo 8º da LOFAP, as regras sobre recrutamento,
c) Os conteúdos funcionais das categorias e cargos do admissão e provimento constantes do regime geral da
pessoal do Serviço do Parlamento Nacional são idên- Administração Pública aplicam-se ao pessoal do Serviço
ticos aos do regime geral da Administração Pública, do Parlamento Nacional em tudo o que não contrarie o
sem prejuízo da sua adaptação, caso se revele neces- disposto na LOFAP e resoluções aprovadas ao abrigo do
sária, às especificidades do trabalho parlamentar. artigo 8º da LOFAP.
2 - Os cargos de direcção e chefia do Secretariado-Geral são 8 - O processo de recrutamento, selecção e provimento é intei-
equiparados aos do regime geral da Administração Pública, ra e autonomamente conduzido pelo Parlamento Nacional,
designadamente para efeitos remuneratórios, da seguinte sem intervenção do Governo.
forma:
9 - O Parlamento Nacional fornece as informações e dados re-
a) O cargo de "secretário-geral" equivale ao de "direc- lativos ao seu pessoal que lhe forem solicitados pelo minis-
tor-geral"; tério ou departamento competente do Governo, para fins
estatísticos, de planeamento e gestão dos recursos hu-
b) O cargo de "director" equivale ao de "director nacio- manos da Administração Pública de Timor-Leste e outros
nal"; fins pertinentes.
c) O cargo de "chefe de divisão" equivale ao de "chefe de Avaliação de desempenho
departamento".
10 - Nos termos e para efeitos do disposto na alínea f) do nº 5
3 - O pessoal de direcção e chefia do Secretariado-Geral - car- do artigo 8º da LOFAP, as regras sobre avaliação de desem-
gos de secretário-geral, director e chefe de divisão - é no- penho, progressão, promoção e reconversão profissional
meado em regime de comissão de serviço pelo período cor- constantes do regime geral da Administração Pública apli-
respondente ao da legislatura e cessa funções com o termo cam-se ao pessoal do Serviço do Parlamento Nacional em
da mesma, sem prejuízo das causas de cessação da co- tudo o que não contrarie o disposto na LOFAP e resoluções
missão de serviço legalmente previstas. aprovadas ao abrigo do artigo 8º da LOFAP.
Lista nominativa de transição
Vencimento e remuneração adicional
4 - Nos termos e para efeitos do artigo 73.º da LOFAP, a lista
nominativa de transição dos actuais funcionários do 11 - Os vencimentos mensais dos funcionários do Serviço do
Serviço do Parlamento Nacional para as novas categorias, Parlamento Nacional correspondem aos vencimentos de
graus e remunerações é preparada pelo Secretário-Geral base atribuídos aos diversos graus e escalões das catego-
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rias e aos cargos de direcção e chefia do regime geral da de Administração, os moldes em que tais benefícios são
Administração Pública constantes das respectivas tabelas, garantidos.
acrescidos de remuneração adicional equivalente a 20%
do respectivo vencimento de base, calculada sobre o valor Assim, o Parlamento Nacional resolve, nos termos conjugados
ilíquido. do artigo 92.º da Constituição da República e do nº 4 e da
alínea d) do nº 5 do artigo 8.º da LOFAP, o seguinte:
12 - Para todos os efeitos legais e regulamentares, o vencimento
total dos funcionários do Serviço do Parlamento Nacional Subsídio de refeição e transporte
é constituído pela soma das parcelas correspondentes ao
vencimento de base e à remuneração adicional. 1 - Nos termos e para os efeitos do disposto nos n.º os 4, alí-
13 - Como contrapartida do percebimento da remuneração adi- neas a) e b), e 5, alínea d), do artigo 8.º da LOFAP, o pessoal
cional a que se refere o n.o 11 da presente resolução, os do Serviço do Parlamento Nacional, sem distinção de cate-
funcionários do Serviço do Parlamento Nacional são obri- gorias ou cargos:
gados a acompanhar diariamente, até final, os trabalhos
dos órgãos parlamentares e serviços a que prestem apoio, a) Tem direito ao fornecimento de subsídio de refeição
só lhes sendo devida remuneração suplementar por trabalho diário no valor de três dólares americanos, devidos por
extraordinário, nos termos da lei geral, quando a jornada cada dia de trabalho com mais de seis horas de trabalho
diária de trabalho se prolongue para além das 20 horas. efectivo;
14 - O disposto no número anterior da presente resolução não b) Tem direito a ser transportado de e para o local de tra-
prejudica o direito às compensações legais por trabalho balho, através de meio de transporte posto à sua dis-
prestado em dias feriados ou dias de descanso semanal. posição em horário e condições a determinar pelo Secre-
Entrada em vigor tário-Geral, sem prejuízo da atribuição aos titulares dos
cargos de secretário-geral, director e chefe de divisão e
15 - O disposto na presente resolução vigora a partir de 1 de a determinadas categorias de funcionários, em razão
Janeiro de 2009, aplicando-se, até resolução em contrário, da natureza das suas funções, do uso exclusivo dos
aos anos financeiros de 2009 e seguintes. veículos automóveis que o Parlamento Nacional possa
pôr à sua inteira disposição e nos termos em que tal
Aprovada em 23 de Fevereiro de 2009. uso estiver regulamentado.
de 25 de Fevereiro
ANEXO I
QUADRO DE PESSOAL DO PARLAMENTO NACIONAL
Grau da
carreira e Núme-
mínima ro de
Categoria Caracterização do conteúdo funcional
habilitação Luga-
académica res
requerida
F
Funções de natureza executiva de carácter
9 anos de
manual ou mecânico, com graus de
escolaridade ou
complexidade variáveis, enquadradas em
experiência
instruções gerais bem definidas, exigindo
profissional
formação específica num ofício ou profissão e
equivalente
Assistente implicando normalmente esforço físico.
28
Funções de natureza executiva de carácter G
manual ou mecânico, de actividades produtivas 6 anos de
e ou de reparação e manutenção, implicando escolaridade ou
predominantemente esforço físico e exigindo experiência
conhecimentos de ordem prática susceptíveis profissional
de serem aprendidos no próprio local de equivalente
trabalho.
Total número de lugares 136
ANEXO II
Um Cozinheiro
Um Assistente de Limpeza Externa e Jardinagem
Um Assistentes de Limpeza Interna
Dr. Cirilo Cristóvão sublinhou que os Deputados são repre- Para constar se lavrou a presente acta que, depois de lida, é
Oficial de Justiça : Guido Guterres Abel __________________ Para constar se lavrou a presente acta que, depois de lida, é
assinada por todos os Conselheiros e por mim.
Ordem de Trabalho :
II Sessão, o Vice-Presidente referiu o Conselho Superior da A distribuição de processos nos Tribunais Distritais realize-
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Jornal da República
se segundo as orientações dadas pelo Presidente do Tri- Em resultado do trabalho desenvolvido, foi elaborado o docu-
bunal de Recurso atravé da Directivas. mento intitulado "Padrões e Processos de Licenciamento e
Acreditação Inicial, 2007-2008", distribuído a todas as insti-
Essa distribuição efectua-se atravéz de sorteio e segue a tuições que operavam no ensino superior em 2007, ano em que
ordem alfabética dos Juízes colocados em cada Tribunal. lhes foi solicitado que apresentassem candidatura ao processo
de Licenciamento e Acreditação Inicial, em conformidade com
Seguidamente o Vice-Presidente passou ao ponto 2 da reunião os 78 Padrões e Indicadores dos Padrões de Acreditação con-
analizando os seguintes documentos : tidos no referido documento.
1. Listas de presenças dos Magistrados Judiciais do Tribu- Apresentaram candidatura 14 instituições que, em 2008, foram
nal Distrital de Suai. sujeitas a avaliação externa internacional, com assistência
técnica do Banco Mundial, para efeitos de licenciamento e
2. Listas de presenças dos Magistrados Judiciais do acreditação inicial. 7 das instituições avaliadas foram acre-
Tribunal Distrital Oe- Cussi. ditadas, 5 ficaram em período probatório e 2 foram rejeitadas.
3. Colocação Juíz João C.C. Felgar. Importa agora autorizar o funcionamento do Instituto Católico
para Formação de Professores, uma das instituições com
4. O Convite de treinamento ao Senhor Johanes Naro. acreditação institucional, sem prejuízo de uma posterior
que mereceram aprovação. avaliação ao plano curricular, seus programas e respectivos
conteúdos, com vista à acreditação da formação nele realizada.
O Vice-Presidente Dionisio Babo Soares, Phd, sugeriu
que fosse formar de uma comissão a fim de analizar os Cur- Assim:
riculum Vitae dos Juizes Internacionais
Para constar se lavrou a presente acta que, depois de lida, é O Governo, pelo Ministro da Educação, manda, ao abrigo do
assinada por todos os Conselheiros e por mim. artigo 24.º do Decreto-Lei N.º 7/2007, de 5 de Setembro, e do n.º
2 do artigo 6.º do Decreto-Lei N.º 2/2008, de 16 de Janeiro, pu-
- O Vice-Presidente Dionisio Babo Soares, Phd ___________ blicar o seguinte diploma:
- O Dr. Napoleão Soares da Silva ______________________ 1. É concedida licença de funcionamento e acreditação inicial
ao Instituto Católico para Formação de Professores.
- O Dr. Cirilo Cristóvão (suplente) ______________________
2. A licença de funcionamento é válida por cinco anos, po-
dendo ser revogada caso deixem de existir condições e re-
Funcionário : Guido Guterres Abel ___________________ quisitos, nomeadamente técnicos ou pedagógicos, sufi-
cientes para o regular funcionamento do estabelecimento
de ensino.
Artigo 4.º
Avaliação do plano curricular, programas e respectivos
conteúdos
Diploma Ministerial N.º 3/2009
1. No decurso do ano de 2010 será efectuada uma avaliação
ao plano curricular e aos programas e respectivos con- de 25 de Fevereiro
teúdos do curso identificado no n.º 1 do artigo anterior.
Concede licenciamento e acreditação inicial ao Institute of
2. O Instituto Católico para Formação de Professores deve Business
proceder a alterações e correcções nos planos curricular e
programático para os efeitos previstos no número anterior. Assistiu-se no período pós-independência, e na ausência de
quadro legal para o sector da educação, à proliferação, sem
Artigo 5.º qualquer controlo ou fiscalização, de Universidades, Institutos
Deveres e Academias, dos sectores privado e cooperativo, fornecedoras
de ensino pós-secundário de nível superior. Tendo como objec-
1. Durante o período referido no n.º 2 do artigo 1.º do presente tivo principal a credibilização do ensino ministrado, o Governo
diploma ministerial, o Instituto Católico para Formação de da República Democrática de Timor-Leste iniciou, em 2006, um
Professores fica obrigado a elaborar um relatório anual re- processo de avaliação e acreditação baseado em padrões
lativo ao seu funcionamento integral. internacionais, com o objectivo de proceder a uma avaliação
da qualidade do ensino superior.
2. Tendo obtido a percentagem máxima na maioria dos padrões
avaliados, mas apenas 6,27% no que se refere aos critérios Em resultado do trabalho desenvolvido, foi elaborado o
mínimos de Desenvolvimento Curricular, fica ainda obri- documento intitulado "Padrões e Processos de Licenciamento
gado a manter os níveis dos padrões considerados satis- e Acreditação Inicial, 2007-2008", distribuído a todas as ins-
feitos e a melhorar o nível do padrão parcialmente satisfeito. tituições que operavam no ensino superior em 2007, ano em
que lhes foi solicitado que apresentassem candidatura ao pro-
3. O relatório referido no n.º 1 do presente artigo é entregue à cesso de Licenciamento e Acreditação Inicial, em conformidade
Comissão Nacional de Avaliação e Acreditação Aca-démica. com os 78 Padrões e Indicadores dos Padrões de Acreditação
contidos no referido documento.
Artigo 6.º
Graduação Apresentaram candidatura 14 instituições que, em 2008, foram
sujeitas a avaliação externa internacional, com assistência téc-
1. O Instituto Católico para Formação de Professores fica ob- nica do Banco Mundial, para efeitos de licenciamento e acre-
rigado a solicitar autorização ao Ministério da Educação ditação inicial. 7 das instituições avaliadas foram acreditadas,
para efectuar a graduação dos formandos que concluírem 5 ficaram em período probatório e 2 foram rejeitadas.
o curso de bacharelato.
Importa agora autorizar o funcionamento do Institute of Busi-
2. A autorização referida no número anterior deve ser requerida ness, uma das instituições com acreditação institucional, sem
até trinta dias antes da cerimónia de graduação, devendo o prejuízo de uma posterior avaliação aos planos curriculares,
pedido ser acompanhado de uma lista, em suporte de papel seus programas e respectivos conteúdos, com vista à acredita-
e em suporte electrónico, com o nome completo dos ção da formação nele realizada.
graduandos, denominação do curso e identificação do grau
académico a atribuir. Assim:
1. É concedida licença de funcionamento e acreditação inicial 2. O Institute of Business deve proceder a alterações e
ao Institute of Business. correcções nos planos curriculares e programáticos para
os efeitos previstos no número anterior.
2. A licença de funcionamento é válida por cinco anos, po-
dendo ser revogada caso deixem de existir condições e re- Artigo 5.º
quisitos, nomeadamente técnicos ou pedagógicos, sufi- Deveres
cientes para o regular funcionamento do estabelecimento
de ensino. 1. Durante o período referido no n.º 2 do artigo 1.º do presente
diploma ministerial, o Institute of Business fica obrigado a
3. A análise das condições técnicas e pedagógicas indis- elaborar um relatório anual relativo ao seu funcionamento
pensáveis ao funcionamento do estabelecimento de ensino integral.
é efectuada através de um processo de avaliação anual.
2. Tendo obtido 79,49% no conjunto dos padrões avaliados,
4. O processo de avaliação referido no número anterior com- mas apenas 6,27% no que se refere ao Corpo Docente e
pete à Comissão Nacional de Avaliação e Acreditação Plano de Desenvolvimento, bem como 0% relativamente
Académica. aos critérios mínimos de Desenvolvimento Curricular, fica
ainda obrigado a manter os níveis dos padrões consi-
5. Em caso de degradação das condições técnicas e pe- derados satisfeitos, a melhorar os níveis dos padrões par-
dagógicas, os responsáveis pelo estabelecimento de ensino cialmente satisfeitos, bem como a desenvolver as iniciativas
serão notificados para no prazo de noventa dias proceder necessárias ao preenchimento do padrão considerado não
à sua correcção. satisfeito.
Concede licenciamento e acreditação inicial à East Timor 5. Em caso de degradação das condições técnicas e peda-
Coffe Academy gógicas, os responsáveis pelo estabelecimento de ensino
serão notificados para no prazo de noventa dias proceder
Assistiu-se no período pós-independência, e na ausência de à sua correcção.
quadro legal para o sector da educação, à proliferação, sem
qualquer controlo ou fiscalização, de Universidades, Institutos Artigo 2.º
e Academias, dos sectores privado e cooperativo, fornecedoras Local de actividade
de ensino pós-secundário de nível superior. Tendo como objec-
tivo principal a credibilização do ensino ministrado, o Governo Ao abrigo da licença de funcionamento concedida pelo
da República Democrática de Timor-Leste iniciou, em 2006, um presente diploma ministerial, a East Timor Coffe Academy
processo de avaliação e acreditação baseado em padrões in- exerce exclusivamente a sua actividade no Distrito de Ermera.
ternacionais, com o objectivo de proceder a uma avaliação da
qualidade do ensino superior. Artigo 3.º
Cursos autorizados
Em resultado do trabalho desenvolvido, foi elaborado o docu-
mento intitulado "Padrões e Processos de Licenciamento e 1. A East Timor Coffe Academy fica autorizada a realizar os
Acreditação Inicial, 2007-2008", distribuído a todas as institui- seguintes cursos do ensino superior técnico:
ções que operavam no ensino superior em 2007, ano em que
lhes foi solicitado que apresentassem candidatura ao processo a) Curso de Tecnologias Agrícolas, conferente de diploma
de Licenciamento e Acreditação Inicial, em conformidade com II;
os 78 Padrões e Indicadores dos Padrões de Acreditação con-
tidos no referido documento. b) Curso de Gestão e Comércio Agrícolas, conferente de
diploma II;
Apresentaram candidatura 14 instituições que, em 2008, foram c) Curso de Técnico Agro-Florestal, conferente de di-
sujeitas a avaliação externa internacional, com assistência téc- ploma II; e
nica do Banco Mundial, para efeitos de licenciamento e acre-
ditação inicial. 7 das instituições avaliadas foram acreditadas, d) Curso de Técnicas de Colheita e Processamento de Ca-
5 ficaram em período probatório e 2 foram rejeitadas. fé, conferente de diploma II.
Importa agora autorizar o funcionamento da East Timor Coffe 2. A abertura de cursos diferentes dos referidos no número
Academy, uma das instituições com acreditação institucional, anterior, fica dependente de autorização prévia do Minis-
sem prejuízo de uma posterior avaliação aos planos curricu- tério da Educação.
lares, seus programas e respectivos conteúdos, com vista à
acreditação da formação nele realizada. 3. Não serão reconhecidos os cursos realizados em inobser-
vância do disposto no número anterior.
Assim:
Artigo 4.º
O Governo, pelo Ministro da Educação, manda, ao abrigo do Avaliação dos planos curriculares, programas e respectivos
artigo 24.º do Decreto-Lei N.º 7/2007, de 5 de Setembro, e do n.º conteúdos
2 do artigo 6.º do Decreto-Lei N.º 2/2008, de 16 de Janeiro,
publicar o seguinte diploma: 1. No decurso do ano de 2010 será efectuada uma avaliação
aos planos curricular e aos programas e respectivos
Artigo 1.º conteúdos dos cursos identificados no n.º 1 do artigo an-
Atribuição de licença de funcionamento e acreditação terior.
inicial
2. A East Timor Coffe Academy deve proceder a alterações e
1. É concedida licença de funcionamento e acreditação inicial correcções nos planos curriculares e programáticos para
à East Timor Coffe Academy. os efeitos previstos no número anterior.
b) Curso de Formação de Professores para o Ensino da O presente diploma ministerial entra em vigor no dia seguinte
Moral e Religião Católicas, conferente do grau de ba- à data da sua publicação.
charel/licenciado.
2. A abertura de cursos diferentes dos referidos no número Aprovado pelo Ministro da Educação aos 23 de Janeiro de
anterior, fica dependente de autorização prévia do Minis- 2009
tério da Educação.
1. O Instituto de Ciências Religiosas "São Tomás de Aquino" Apresentaram candidatura 14 instituições que, em 2008, foram
fica obrigado a solicitar autorização ao Ministério da Edu- sujeitas a avaliação externa internacional, com assistência téc-
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nica do Banco Mundial, para efeitos de licenciamento e acre- c) Curso de Ciências dos Computadores, conferente do
ditação inicial. 7 das instituições avaliadas foram acreditadas, grau de bacharel/licenciado;
5 ficaram em período probatório e 2 foram rejeitadas.
d) Curso de Agro-Gestão, conferente do grau de bacharel/
Importa agora autorizar o funcionamento do Díli Institute of licenciado;
Technology, uma das instituições com acreditação institucio-
nal, sem prejuízo de uma posterior avaliação aos planos curricu- e) Curso de Gestão Turística, conferente do grau de ba-
lares, seus programas e respectivos conteúdos, com vista à charel/licenciado;
acreditação da formação nele realizada.
f) Curso de Gestão e Políticas Públicas, conferente do
Assim: grau de bacharel/licenciado;
O Governo, pelo Ministro da Educação, manda, ao abrigo do g) Curso de Gestão de Finanças, conferente do grau de
artigo 24.º do Decreto-Lei N.º 7/2007, de 5 de Setembro, e do n.º bacharel/licenciado;
2 do artigo 6.º do Decreto-Lei N.º 2/2008, de 16 de Janeiro,
publicar o seguinte diploma: h) Curso de Gestão Petrolífera, conferente do grau de ba-
charel/licenciado; e
Artigo 1.º
Atribuição de licença de funcionamento e acreditação i) Curso de Engenharia Petrolífera, conferente do grau de
inicial bacharel/licenciado;
1. É concedida licença de funcionamento e acreditação inicial 2. No Pólo do enclave de Oe-Cusse Ambeno, o Díli Institute
ao Díli Institute of Technology. of Technology fica autorizado a realizar os seguintes
cursos:
2. A licença de funcionamento é válida por cinco anos, po-
dendo ser revogada caso deixem de existir condições e re- a) Curso de Ciências dos Computadores, conferente do
quisitos, nomeadamente técnicos ou pedagógicos, sufi- grau de bacharel/licenciado; e
cientes para o regular funcionamento do estabelecimento
de ensino. b) Curso de Gestão e Políticas Públicas, conferente do
grau de bacharel/licenciado;
3. A análise das condições técnicas e pedagógicas indis-
pensáveis ao funcionamento do estabelecimento de ensino 3. A abertura de cursos diferentes dos referidos nos n.ºs 1 e 2
é efectuada através de um processo de avaliação anual. do presente artigo, fica dependente de autorização prévia
do Ministério da Educação.
4. O processo de avaliação referido no número anterior com-
pete à Comissão Nacional de Avaliação e Acreditação Aca- 4. Não serão reconhecidos os cursos realizados em inobser-
démica. vância do disposto no número anterior.
1. O Díli Institute of Technology fica autorizado a realizar os 1. Durante o período referido no n.º 2 do artigo 1.º do presente
seguintes cursos no Pólo de Díli: diploma ministerial, o Díli Institute of Technology fica
obrigado a elaborar um relatório anual relativo ao seu fun-
a) Curso de Engenharia Civil, conferente do grau de ba- cionamento integral.
charel/licenciado;
2. Tendo obtido 92,88% no conjunto dos padrões avaliados,
b) Curso de Engenharia Mecânica, conferente do grau de mas apenas 6,27% no que se refere aos critérios mínimos
bacharel/licenciado; de Desenvolvimento Curricular e a Bibliotecas e Recursos
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de Aprendizagem, fica ainda obrigado a manter os níveis liação da qualidade do ensino superior.
dos padrões considerados satisfeitos e a melhorar os níveis
dos padrões parcialmente satisfeitos. Em resultado do trabalho desenvolvido, foi elaborado o docu-
mento intitulado "Padrões e Processos de Licenciamento e
3. O relatório referido no n.º 1 do presente artigo é entregue Acreditação Inicial, 2007-2008", distribuído a todas as ins-
à Comissão Nacional de Avaliação e Acreditação Aca- tituições que operavam no ensino superior em 2007, ano em
démica. que lhes foi solicitado que apresentassem candidatura ao
processo de Licenciamento e Acreditação Inicial, em
Artigo 6.º conformidade com os 78 Padrões e Indicadores dos Padrões
Graduação de Acreditação contidos no referido documento.
1. O Díli Institute of Technology fica obrigado a solicitar Apresentaram candidatura 14 instituições que, em 2008, foram
autorização ao Ministério da Educação para efectuar a gra- sujeitas a avaliação externa internacional, com assistência téc-
duação dos formandos que concluírem os cursos de bacha- nica do Banco Mundial, para efeitos de licenciamento e acre-
relato e de licenciatura referidos no artigo 3.º do presente ditação inicial. 7 das instituições avaliadas foram acreditadas,
diploma ministerial. 5 ficaram em período probatório e 2 foram rejeitadas.
2. A autorização referida no número anterior é requerida até Importa agora autorizar o funcionamento do Instituto Supe-
trinta dias antes da data de graduação, devendo o pedido rior Cristal, uma das instituições com acreditação institucional,
ser acompanhado de uma lista, em suporte de papel e em sem prejuízo de uma posterior avaliação aos planos curri-
suporte electrónico, com o nome completo dos graduandos, culares, seus programas e respectivos conteúdos, com vista à
respectivos cursos e identificação do grau académico a acreditação da formação nele realizada.
atribuir.
Assim:
Artigo 7.º
Entrada em vigor O Governo, pelo Ministro da Educação, manda, ao abrigo do
artigo 24.º do Decreto-Lei N.º 7/2007, de 5 de Setembro, e do n.º
O presente diploma ministerial entra em vigor no dia seguinte 2 do artigo 6.º do Decreto-Lei N.º 2/2008, de 16 de Janeiro,
à data da sua publicação. publicar o seguinte diploma:
Diploma Ministerial N.º 7/2009 4. O processo de avaliação referido no número anterior com-
pete à Comissão Nacional de Avaliação e Acreditação Aca-
de 25 de Fevereiro démica.
Concede licenciamento e acreditação inicial ao Instituto 5. Em caso de degradação das condições técnicas e peda-
Superior Cristal gógicas, os responsáveis pelo estabelecimento de ensino
serão notificados para no prazo de noventa dias proceder
Assistiu-se no período pós-independência, e na ausência de à sua correcção.
quadro legal para o sector da educação, à proliferação, sem
qualquer controlo ou fiscalização, de Universidades, Institutos Artigo 2.º
e Academias, dos sectores privado e cooperativo, fornecedoras Local de actividade
de ensino pós-secundário de nível superior. Tendo como ob-
jectivo principal a credibilização do ensino ministrado, o Go- Ao abrigo da licença de funcionamento concedida pelo
verno da República Democrática de Timor-Leste iniciou, em presente diploma ministerial, o Instituto Superior Cristal exerce,
2006, um processo de avaliação e acreditação baseado em pa- no âmbito do ensino superior, exclusivamente a sua actividade
drões internacionais, com o objectivo de proceder a uma ava- na cidade de Díli.
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Artigo 3.º os níveis dos padrões considerados satisfeitos, a melhorar
Cursos autorizados os níveis dos padrões parcialmente satisfeitos, bem como
a desenvolver as iniciativas necessárias ao preenchimento
1. O Instituto Superior Cristal fica autorizado a realizar os dos padrões considerados não satisfeitos.
seguintes cursos:
3. O relatório referido no n.º 1 do presente artigo é entregue
a) Curso de Economia e Contabilidade, conferente do grau à Comissão Nacional de Avaliação e Acreditação Acadé-
de bacharel; mica.
c) Curso de Física para o Ensino, conferente do grau de 1. O Instituto Superior Cristal fica obrigado a solicitar
bacharel/licenciado; autorização ao Ministério da Educação para efectuar a gra-
duação dos formandos que concluírem os cursos de bacha-
d) Curso de Química para o Ensino, conferente do grau de relato e de licenciatura referidos no artigo 3.º do presente
bacharel/licenciado; diploma ministerial.
e) Curso de Língua Inglesa para o Ensino, conferente do 2. A autorização referida no número anterior é requerida até
grau de bacharel/licenciado; trinta dias antes da data de graduação, devendo o pedido
ser acompanhado de uma lista, em suporte de papel e em
f) Curso de Língua Portuguesa para o Ensino, conferente suporte electrónico, com o nome completo dos graduandos,
do grau de bacharel/licenciado; respectivos cursos e identificação do grau académico a
atribuir.
g) Curso de Sociologia, conferente do grau de bacharel/li-
cenciado; e Artigo 7.º
Entrada em vigor
h) Curso de Psicologia, conferente do grau de bacharel/li-
cenciado. O presente diploma ministerial entra em vigor no dia seguinte
à data da sua publicação.
1. A abertura de cursos diferentes dos referidos no número
anterior, fica dependente de autorização prévia do Minis-
tério da Educação. Aprovado pelo Ministro da Educação aos 23 de Janeiro de
2009
2. Não serão reconhecidos os cursos realizados em inobser-
vância do disposto no número anterior.
O Ministro da Educação
Artigo 4.º
Avaliação dos planos curriculares, programas e respectivos
conteúdos
_____________________
1. No decurso do ano de 2010 será efectuada uma avaliação João Câncio Freitas, Ph.D
aos planos curriculares e aos programas e respectivos con-
teúdos dos cursos identificados no n.º 1 do artigo anterior.
Artigo 5.º
Deveres