Regras de Investigação de Acidentes Aéreos
Regras de Investigação de Acidentes Aéreos
SUMÁRIO
GOVERNO :
Decreto-Lei N.º 1/ 2020 de 8 de Janeiro
Aprova as Regras de Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves, Cria o Gabinete de Prevenção e
Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves e Procede à Segunda Alteração ao Decreto-Lei n. o 1/2003, de
10 de março, e à Segunda Alteração ao Decreto-Lei n.o 8/2005, de 16 de novembro ............................................................... 4
TRIBUNAL DE RECURSO :
Relatório e Parecer Sobre a Conta Geral do Estado de 2018 ( Ver Suplemento I )
Por outro lado, Timor-Leste, apesar de ser parte contratante a) “Acidente”, qualquer ocorrência relacionada com a
da Convenção de Chicago, não instituiu ainda um organismo utilização de uma aeronave que, no caso de aeronave
próprio para dar resposta às exigências previstas no referido tripulada, ocorre entre o momento em que uma pessoa entra
artigo 26.º e correspondente Anexo 13 da Convenção. a bordo de uma aeronave com a intenção de realizar um
voo e o momento em que todas as pessoas que tenham
Para além disso, a Lei de Bases da Aviação Civil, aprovada entrado na aeronave com essa intenção tenham
pelo Decreto-Lei n.º 1/2003, de 10 de março, alterado pelo desembarcado e, no caso de aeronave não tripulada, ocorre
Decreto-Lei n.º 1/2019, de 23 de Janeiro, prevê no seu artigo entre o momento em que a aeronave está pronta a descolar
88.º a institucionalização pelo Governo de uma comissão de com o propósito de realizar um voo e o momento em que
prevenção e investigação de incidentes e acidentes fica imobilizada após o voo e desliga o seu sistema principal
aeronáuticos, mas, quinze anos volvidos, os termos em que de propulsão, e durante o qual:
essa comissão foi planeada foram já ultrapassados pelos
avanços e trabalhos na área desenvolvidos pela própria i. Uma pessoa sofra lesões mortais ou graves, como
Organização da Aviação Civil Internacional. consequência de se encontrar na aeronave, ou em
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contacto direto com alguma parte da aeronave, reduzido a probabilidade de ocorrência do incidente ou
incluindo as partes da aeronave que se tenham solto acidente ou teriam mitigado as consequências resultantes
da aeronave, ou em exposição direta com o jato do do acidente ou incidente;
reator, exceto no caso em que as lesões resultem de
causas naturais, tenham sido auto-infligidas ou k) Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e
causadas por outras pessoas ou se trate de lesões Incidentes com Aeronaves, abreviadamente designado por
sofridas por passageiros clandestinos e escondidos “GPIAIA”, o gabinete criado pelo artigo 3.º;
fora das áreas normalmente destinadas a passageiros
ou tripulação; ou l) “Gravador de voo”, qualquer tipo de gravador instalado na
aeronave com o propósito de complementar a investigação
ii. A aeronave sofra danos ou falhas estruturais que do acidente ou incidente;
alterem as caraterísticas da sua resistência estrutural
inicial ou as suas caraterísticas de funcionamento ou m) “Incidente”, uma ocorrência, que não um acidente,
caraterísticas de voo e que normalmente exigiriam uma associada com a operação de uma aeronave que afeta ou
reparação importante ou a substituição de um pode afetar a segurança do voo;
componente danificado, exceto casos de falha ou avaria
do motor, quando tal dano se limite ao motor, incluindo n) “Incidente grave”, um incidente que envolve circunstâncias
o seu berço e acessórios, danos limitados a hélices, indicadoras de que existia uma elevada probabilidade de
pontas da asa, antenas, pneus, travões ou painéis, acidente e associado com a operação de uma aeronave
exceto em casos de pequenas amolgadelas ou furos, que, no caso de aeronaves tripuladas, ocorre entre o
ou danos menores resultantes de amolgadelas nas momento em que qualquer pessoa embarca na aeronave
hélices, no trem de aterragem ou resultantes de granizo com a intenção de realizar um voo e o momento em que
ou choque com aves; ou todas as pessoas desembarcam e, no caso de aeronaves
não tripuladas, ocorre entre o momento em que a aeronave
iii. A aeronave desapareça ou esteja inacessível. está pronta para se mover e o momento em que fica
imobilizada após o voo e desliga o seu sistema principal de
b) “Aeronave”, qualquer máquina que consiga uma propulsão;
sustentação na atmosfera devido a reações do ar que não
as reações do ar contra a superfície terrestre; o) “Investigação”, um processo conduzido com o propósito
de prevenir um acidente que inclui a recolha e análise de
c) “Anexo 13”, o Anexo 13 à Convenção sobre a Aviação Civil informação e a formulação de conclusões, incluindo a
Internacional, assinada em Chicago em 7 de dezembro de determinação das causas e fatores contributivos, assim
1944, que estabelece as normas e práticas recomendadas a como, quando apropriado, recomendações de segurança;
observar quando da ocorrência de acidente ou incidente
com aeronave; p) “Investigador”, uma pessoa a quem é delegada pelo GPIAIA
a responsabilidade de realizar a investigação sob a direção
d) “Causas”, as ações, omissões, condições ou a combinação do investigador responsável;
destas que conduziram ao acidente ou incidente;
q) “Investigador responsável”, uma pessoa a quem, com base
e) “Convenção de Chicago”, a Convenção sobre a Aviação nas suas qualificações, é atribuída a responsabilidade pela
Civil Internacional, assinada em Chicago em 7 de dezembro organização, condução e controlo de uma investigação;
de 1944 e ratificada pela Resolução do Parlamento Nacional
n.º 12/2004, de 9 de dezembro; r) “Membro da tripulação”, qualquer pessoa destacada pelo
operador da aeronave para trabalhar na aeronave durante
f) “Documento”, toda a correspondência, memorandos, livros, o seu período de tempo de trabalho;
planos, mapas, desenhos, diagramas, filmes, gravações,
ficheiros ou dados eletrónicos, ou qualquer cópia; s) “OACI”, a Organização da Aviação Civil Internacional;
x) “Relatório preliminar”, um documento temporário enviado d) Elaborar e divulgar os relatórios técnicos sobre
sob confidencialidade a qualquer serviço do Governo de acidentes e incidentes e assegurar a participação em
Timor-Leste e outras organizações envolvidas na investi- comissões ou atividades, nacionais ou estrangeiras;
gação, aberto a comentários substanciados;
e) Investigar os acidentes e incidentes ocorridos com
y) “Relatório final”, o documento final com a apresentação aeronaves civis, de modo a determinar as suas causas
das conclusões de um acidente ou incidente com e formular recomendações que evitem a sua repetição,
aeronaves. seguindo para o efeito os procedimentos e práticas
recomendadas pela OACI, em especial o Anexo 13;
Capítulo II
Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e f) Promover estudos e propor medidas de prevenção que
Incidentes com Aeronaves visem reduzir a ocorrência de acidentes e incidentes na
Artigo 3.º aviação civil;
Criação
g) Elaborar e promover a divulgação dos relatórios
1. É criado, na dependência direta do ministro competente técnicos sobre acidentes e incidentes, em conformidade
para a área dos transportes, o Gabinete de Prevenção e com o artigo 26.º da Convenção de Chicago e o Anexo
Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves, 13;
dotado de autonomia administrativa.
h) Elaborar e publicar um relatório que sumariamente
2. O GPIAIA funciona de modo independente da autoridade indique todos os incidentes de que tenha tido
responsável pela segurança operacional e de qualquer conhecimento e sobre os quais não haja iniciado uma
entidade reguladora da aviação civil, sendo independente investigação nos termos do n.º 3, justificando a decisão
de qualquer gestor de infraestrutura ou empresa de aviação tomada;
civil e de qualquer pessoa, singular ou coletiva, cujos
interesses possam colidir com as tarefas que lhe são i) Participar nas atividades desenvolvidas a nível de
confiadas. organizações internacionais no domínio da investigação
e prevenção aeronáuticas;
Artigo 4.º
Âmbito de atuação j) Organizar e divulgar a informação relativa à investigação
e prevenção de acidentes e incidentes com aeronaves
1. O GPIAIA é competente para desenvolver as suas atividades civis;
em relação a todos os acidentes e incidentes que:
k) Colaborar, com os organismos de segurança dos
a) Ocorram em território de Timor-Leste, independente- operadores, os serviços de tráfego aéreo e as associa-
mente do Estado de registo ou operador da aeronave; ções profissionais nacionais, em matérias de prevenção,
na medida em que tal não comprometa a independência
b) Ocorram em território estrangeiro, mas envolvam da sua atividade de investigação;
aeronaves registadas em Timor-Leste ou que sejam
exploradas por um operador timorense, quando a l) Desenvolver programas de treino e formação, quando
investigação não seja realizada por outro Estado. considerados necessários;
2. Em caso de acidente ou incidente que envolva aeronaves m) Colaborar com entidades homólogas de outros países
civis e aeronaves do Estado, a investigação é realizada na investigação e prevenção de acidentes e incidentes
pelo GPIAIA e de acordo com os termos e metodologias com aeronaves civis;
por este aplicadas, podendo o responsável pela operação
da aeronave do Estado envolvido, se assim o quiser, n) Preparar, organizar e divulgar estatísticas de segurança
designar um observador para a investigação. operacional;
a) Investigar os acidentes e incidentes com aeronaves 2. Todos os acidentes e incidentes graves são obrigatoria-
civis tripuladas; mente investigados.
b) Participar nos programas e políticas de prevenção de 3. Quando os incidentes não sejam graves, a sua investigação
acidentes e incidentes; apenas é realizada quando o investigador responsável
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considerar que da investigação se podem tirar conclusões b) Definir os procedimentos e políticas de investigação
pertinentes para a melhoria da segurança operacional da do GPIAIA;
aviação.
c) Dar início a qualquer investigação a acidente ou
4. O alcance das investigações e o procedimento que se adote incidente com aeronaves;
para a sua realização toma em conta os princípios de cultura
justa (“just culture”) e é organizado de forma a maximizar o d) Representar o GPIAIA;
conhecimento a adquirir para fins de melhoria da segurança
operacional e prevenção de acidentes e incidentes. e) Designar o investigador responsável por uma
investigação em concreto, se não for ele próprio o
5. Não é objetivo da investigação a cargo do GPIAIA a investigador responsável, e demais elementos das
atribuição de culpa ou responsabilidade, civil ou criminal, equipas de investigação, assim como delegar as suas
tendo como finalidade exclusiva a prevenção de incidentes competências quando tal designação ocorra;
e acidentes.
6. As investigações desenvolvidas pelo GPIAIA são f) Transferir a investigação, no todo ou parcialmente, para
conduzidas de forma separada de eventuais investigações outro Estado ou organização regional de investigação
com o objetivo de estabelecer eventual responsabilidade de acidentes quando o considerar apropriado, nos
civil ou criminal. termos do artigo 14.º;
2. O diretor é nomeado, em regime de comissão de serviço, a) Elaborar o plano anual de atividades, com os objetivos
pelo ministro competente pelo setor dos transportes, sendo a atingir;
equiparado, para todos os efeitos legais, a diretor-geral,
nos termos previstos no regime jurídico dos cargos de b) Elaborar o relatório de atividades, com indicação dos
direção e chefia da Administração Pública. resultados atingidos face aos objetivos definidos;
1. Sem prejuízo de outras competências que lhe sejam con- e) Preparar planos de formação individual ou em grupo
feridas por lei ou nele sejam delegadas ou subdelegadas, no âmbito da investigação de acidentes;
cabe ao Diretor do GPIAIA:
f) Gerir de forma eficaz e eficiente a utilização, manutenção
a) Assegurar o bom funcionamento do GPIAIA; e conservação dos equipamentos afetos ao GPIAIA;
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g) Prestar assistência técnica pontual à Direcção-Geral de GPIAIA, quando se tratar de pessoas diferentes, de
Proteção Civil, quando a mesma seja necessária. relatórios preliminares e propostas de conclusões sobre
causas e fatores contributivos, assim como recomendações
Capítulo III de segurança operacional.
Investigação de acidentes e incidentes com aeronaves
5. Compete igualmente ao investigador responsável a
Artigo 9.º nomeação de observadores e participantes na investigação.
Notícia de incidente ou acidente
6. Aos investigadores compete auxiliar na investigação dos
1. Qualquer pessoa que tenha conhecimento de um incidente acidentes e incidentes com aeronaves, colaborar nas
ou acidente com aeronave deve comunicar tal facto investigações para que sejam designados e executar todas
imediatamente às autoridades policiais, as quais dão as tarefas técnicas que lhes sejam afetas, em prossecução
igualmente conhecimento imediato ao GPIAIA. dos objetivos do GPIAIA.
2. O piloto, proprietário ou locatário da aeronave, o operador
Artigo 11.º
da aeronave, os membros da tripulação ou o operador do
Poderes de investigação
aeroporto dão conhecimento diretamente ao GPIAIA da
forma mais célere possível e com o máximo de informação
1. Todos os investigadores desenvolvem a sua atividade com
possível.
liberdade e independência técnica, sob a direção do
3. O Diretor do GPIAIA dá ordem de início da investigação investigador responsável, o qual exerce autoridade sobre
técnica assim que tem notícia do incidente ou acidente, a condução da investigação.
exceto nos casos em que decida não iniciar a investigação
nos termos do n.º 3 do artigo 5.º. 2. A equipa de investigação, a fim de realizar a investigação
da forma mais completa possível, goza, sem prejuízo da
4. Quando há notícia de provas novas e significativas após o colaboração das autoridades policiais, dos seguintes
encerramento da investigação, a mesma pode ser reaberta poderes:
mediante decisão devidamente fundamentada do Diretor
do GPIAIA. a) Aceder livremente ao local do acidente ou incidente,
assim como à aeronave, seu conteúdo e destroços com
5. As autoridades policiais e os seus agentes prestam total controlo sobre os mesmos;
assistência a todas as pessoas afetadas pelo acidente e
tomam todas as medidas que considerem oportunas ao b) Efetuar a anotação imediata de todos os indícios e a
redor da aeronave sinistrada, de forma a garantir a sua recolha controlada de destroços ou componentes da
conservação e a do espaço em seu redor. aeronave para exame e análise, os quais ficam sob o
controlo da equipa de investigação;
6. Nos casos em que seja impossível manter o local do acidente
nos termos do número anterior, a pessoa responsável pelo c) Aceder de imediato ao conteúdo dos registos de voo
local regista o melhor possível o estado em que se ou qualquer outro registo, assim como proceder à sua
encontrava antes de determinar a alteração que se revele utilização para os fins próprios da investigação;
necessária.
d) Aceder a todos os resultados de exames ou recolha de
Artigo 10.º amostras dos corpos das vítimas;
Equipa de investigação
e) Recolher testemunhos;
1. Para a investigação de acidentes e incidentes abrangidos
pelo presente diploma, o Diretor do GPIAIA é considerado
f) Tomar todas as medidas que considere necessárias para
o investigador responsável pela investigação técnica.
proteger as provas e manter custódia segura da
aeronave e dos seus conteúdos, pelo período que
2. O Diretor do GPIAIA pode, se tal se tornar necessário,
considerar necessário à realização da investigação;
designar outros investigadores temporariamente, além do
que se encontra mencionado no n. o 1 do artigo 7. o,
constituindo-se o colégio de todos eles uma equipa de g) Ter acesso livre a qualquer informação que considere
investigação, orientada por ele a título de investigador relevante e esteja na posse do proprietário da aeronave,
responsável. do operador da aeronave, da Autoridade da Aviação
Civil de Timor-Leste ou do operador do aeródromo.
3. O Diretor do GPIAIA pode igualmente delegar as suas
competências como investigador responsável. 3. O acesso e uso de dados pessoais contidos nos registos
de voo está limitado aos fins próprios e exclusivos da
4. O investigador responsável tem competência exclusiva investigação técnica, estando obrigados os investigadores
para orientar e organizar os trabalhos de investigação, a guardar segredo profissional quanto aos factos de que
sendo sua responsabilidade a entrega ao Diretor do tomem conhecimento.
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Artigo 12.º Administração Pública, empresas públicas ou privadas,
Relatório preliminar e relatório final forças de segurança e forças armadas para exercerem
funções de investigador técnico, nos termos da legislação
1. O relatório preliminar do GPIAIA é distribuído no prazo de em vigor.
30 dias.
4. Se durante uma investigação resultarem indícios de ações
2. O investigador responsável elabora o relatório final em dignas de responsabilidade penal, é dado conhecimento
conformidade com as práticas e normas contidas no Anexo deste facto à autoridade judicial.
13, sendo obrigatório respeitar o anonimato das pessoas
envolvidas no acidente ou incidente. Artigo 14.º
Colaboração com Estados terceiros
3. O GPIAIA deve publicar o relatório final no menor tempo
1. O investigador responsável pode, com a autorização do
possível e, se possível, em menos de doze meses após o
Conselho de Ministros, transferir a tarefa de realizar a
acidente ou incidente. investigação a incidentes ou acidentes para outro Estado
contratante da Convenção de Chicago ou para o serviço
4. Nos casos em que o GPIAIA não consiga finalizar o relatório homólogo desse Estado, desde que haja acordo entre ambas
final no prazo previsto no número anterior, o GPIAIA as partes.
publica um relatório preliminar anualmente indicando o
progresso da investigação. 2. Nos casos de transferência da tarefa de investigação nos
termos do número anterior, o investigador responsável tem
a responsabilidade de facilitar a investigação por parte do
5. O relatório final é distribuído de acordo com o previsto no
investigador responsável nomeado pelo Estado terceiro.
Anexo 13.
3. Quando a transferência realizada a favor de um Estado
6. O relatório final a que se refere o presente artigo: terceiro corresponder à transferência da totalidade da
investigação, são automaticamente transferidos todos os
a) Inclui toda a informação considerada pertinente, poderes de direção da investigação, mas também o poder
análises, conclusões e, quando apropriado, recomen- de preparação do relatório final e do relatório ADREP
dações de segurança operacional; previsto no capítulo sétimo do Anexo 13.
Capítulo IV
b) Tem como objetivo evitar ou minorar acidentes e
Disposições finais
incidentes no futuro, não consistindo numa presunção
da responsabilidade dos autores. Artigo 15.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 1/2003, de 10 de março
Artigo 13.º
Colaboração com outras entidades Os artigos 88.º e 89.º do Decreto-Lei n.º 1/2003, de 10 de março,
alterado pelo Decreto-Lei n.º 1/2019, de 23 de janeiro, passam
1. O GPIAIA é a entidade com competência exclusiva para a a ter a seguinte redação:
investigação de acidentes ou incidentes para as finalidades
“Artigo 88.º
previstas neste diploma, não sendo permitida a realização
de qualquer investigação com as mesmas finalidades em
A prevenção e a investigação de acidentes aeronáuticos cabem
paralelo com a investigação do GPIAIA e enquanto esta ao Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e
estiver em curso. Incidentes com Aeronaves.
O presente decreto-lei estabelece a estrutura orgânica da h) Garantir a cobrança de taxas e outras imposições de
Autoridade Aduaneira. acordo com o estabelecido no Código Aduaneiro;
1. A Autoridade Aduaneira, abreviadamente designada por j) Estudar, propor, coordenar, executar e avaliar os pro-
AA, é um serviço da administração direta do Estado dotado gramas e medidas de política aduaneira relativamente
de autonomia administrativa. ao regime fiscal dos impostos indiretos que lhe estão
cometidos, bem como os respeitantes à prevenção e
2. A AA funciona na dependência direta do membro do repressão da fraude aduaneira e fiscal, garantindo a
Governo responsável pela área das finanças. aplicação de toda a regulamentação nacional e
internacional;
Artigo 3.º
Tarefas materiais k) Elaborar, promover e disseminar estratégias e
procedimentos nas áreas da sua competência e
1. A AA é o serviço responsável pela prossecução das contribuir para as reformas das áreas relacionadas com
atribuições do Ministério das Finanças, relacionadas com as Alfândegas;
o controlo de todo o território aduaneiro nacional para fins
fiscais, económicos e de proteção da sociedade, l) Estudar e promover o aperfeiçoamento do sistema
designadamente no âmbito da segurança, do ambiente, da aduaneiro;
cultura e saúde públicas e, com a administração da coleta
de impostos e taxas de âmbito aduaneiro. m) Promover fóruns de esclarecimento ao público,
nomeadamente sobre o conteúdo e interpretação da
2. Concretamente, compete à Autoridade Aduaneira o legislação aduaneira, de modo a facilitar o seu correto
desempenho das seguintes tarefas materiais: cumprimento;
c) Podem no exercício das suas funções, entrar livremente 6. O princípio da valorização dos recursos humanos implica
nas gares marítimas, aeródromos, heliportos e que a AA fomente a motivação e a participação ativa dos
aeroportos, navios, aeronaves e quaisquer outros funcionários aduaneiros, através, da sua formação contínua
veículos, bem como em quaisquer recintos sujeitos a e de planos de carreira que favoreçam o desempenho e o
fiscalização aduaneira; mérito.
1. A AA exerce funções complementares de segurança interna, c) Aprovar as normas administrativas e/ou instruções
nos termos previstos no artigo 17.º da Lei de Segurança necessárias ao funcionamento da AA, incluindo em
Nacional, aprovada pela Lei n.º 2/2010, de 21 de abril. matéria de aplicação da legislação aduaneira;
2. No exercício das funções referidas no número anterior, os d) Decidir sobre a aplicação de sanções administrativas e
funcionários aduaneiros atuam sob a direção e na sobre os recursos hierárquicos;
dependência funcional da autoridade judiciária competente.
e) Participar no processo de seleção para cargos de direção
3. Os atos determinados pelas autoridades judiciárias são e chefia no âmbito da AA;
realizados pelos serviços e funcionários aduaneiros para
f) Exercer a autoridade administrativa sobre todo o
esse efeito designados pela respetiva cadeia hierárquica,
pessoal do AA, incluindo processar a avaliação de
no âmbito da sua autonomia técnica. desempenho, nos termos da lei;
4. Os trabalhadores da AA no exercício das funções referidas g) Promover a aplicação dos Códigos de Conduta aos
no n.º 1 devem exibir o cartão de identificação próprio. funcionários da AA;
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h) Implementar uma estratégia de comunicação correta g) Exercer a função de representação da AA, junto das
entre funcionários da AA; organizações nacionais e internacionais na área
aduaneira;
i) Assegurar a rotatividade regular do pessoal pelos
diferentes órgãos e serviços da AA; h) Salvaguardar a integridade e segurança das instalações
e dos funcionários da AA, com base em mecanismos
j) Proceder à resolução de conflitos de competências de vigilância que salvaguardem a reserva da vida
entre os diferentes serviços da AA; privada e outros direitos constitucionalmente
protegidos.
k) Assegurar o exercício de competências dos Diretores
Nacionais em caso de vacatura de cargo ou em casos 3. Ao Comissário incumbe ainda, exercer as competências
de ausência ou impedimentos; que a legislação aduaneira e fiscal e demais legislação lhe
atribuírem, bem como as que nele forem delegadas ou
l) Relatar ao membro do Governo responsável pela área subdelegadas.
das finanças o progresso da atuação da AA, nomeada-
mente, em matéria de receita aduaneira e gestão da 4. No âmbito do cumprimento das suas competências, o
atividade da AA; Comissário é apoiado por um gabinete de apoio
administrativo composto no máximo por dois funcionários
m) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua aduaneiros e por um assessor jurídico.
área de competência ao Governo em geral e, em
particular, ao membro do Governo responsável pela área 5. O Comissário pode delegar, nos termos da lei, as
das finanças; competências previstas nas alíneas c), f), g), h) e i) do
número 1 e nas alíneas d) e f) do número 2.
n) Promover a realização de avaliações dos resultados
atingidos pela AA e da sua organização e funciona- 6. O Comissário da AA está sujeito ao regime dos cargos de
mento, nomeadamente através do recurso a entidades direção e chefia dos serviços e órgãos da administração
externas com experiência e credibilidade na área; direta do Estado, com exceção das normas que regulam a
sua seleção, o provimento e a remuneração.
o) Apresentar ao membro do Governo responsável pela
área das finanças, os relatórios com a apresentação 7. O Comissário da AA é escolhido e nomeado livremente
dos resultados de avaliações e auditorias à AA por pelo Governo, sendo o respetivo vínculo regulado por um
entidades externas; contrato civil de mandato a negociar previamente e a
celebrar posteriormente à nomeação.
p) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas
por lei, regulamento ou determinação superior. 8. O Comissário da AA pode, a todo o tempo e sem direito a
indemnização, ser exonerado do cargo e, em consequência,
2. Incumbe, em especial, ao Comissário: ver revogado o seu contrato civil de mandato por decisão
do Governo, com fundamento em incumprimento grave de
a) Promover a correta execução da política e da regula- deveres funcionais, negligência grosseira ou uma
mentação aduaneira e fiscal; fundamentada avaliação negativa da gestão, bem como
caso seja condenado em processo penal, com sentença
b) Zelar pelo interesse público, no respeito pelos direitos transitada em julgado.
e garantias dos operadores e obrigações fiscais
aduaneiras; 9. O Comissário é substituído nas suas ausências e im-
pedimentos por quem ele designe ou pelos Diretores das
c) Colaborar na elaboração de políticas públicas em
unidades orgânicas da AA de acordo com a ordem
matéria aduaneira e fiscal, preparando e apresentando
constante do n.º 3 do artigo 15.º.
ao membro do Governo responsável pela área das
finanças a informação necessária para o efeito;
Artigo 10.º
d) Assegurar, em articulação com as entidades responsá- Conselho Técnico-Aduaneiro
veis na área do combate à corrupção, ações preventivas
regulares e a elaboração do plano de combate à 1. Ao Conselho Técnico-Aduaneiro, na dependência do
corrupção; Comissário, compete emitir pareceres de carácter técnico
relacionados com a classificação pautal, origem ou valor
e) Dirigir e controlar os serviços da AA e superintender das mercadorias suscitadas no ato de verificação das
na gestão dos recursos à mesma afetos, em ordem a mercadorias ou posteriormente ao seu desalfandegamento.
promover a sua eficácia e eficiência e a qualidade das
respetivas prestações; 2. A constituição e o funcionamento do Conselho Técnico-
Aduaneiro, bem como a tramitação dos processos de
f) Propor a criação e a alteração das leis e regulamentos contestação sobre a classificação pautal, origem e valor
necessários à eficácia e eficiência do sistema aduaneiro das mercadorias, são regulados por diploma ministerial do
e fiscal quanto aos tributos administrados pela AA; membro do governo responsável pela área das finanças.
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Secção II c) O desempenho de tarefas operacionais que por virtude da
Unidades orgânicas sua complexidade e especificidade ou ainda por razões de
eficácia, devam ser centralizadas.
Subsecção I
Estrutura Artigo 13.º
Direção Nacional de Operações
Artigo 11.º
Estrutura da Autoridade Aduaneira 1. A Direção Nacional de Operações, abreviadamente
designada por DNO, é responsável por assegurar a direção
1. A organização interna da Autoridade Aduaneira segue uma de toda a atividade operacional da AA, bem como assegurar
estrutura hierarquizada. a atividade relativa à fiscalização, prevenção e repressão
da fraude aduaneira e fiscal, através dos serviços
2. A AA é composta por unidades orgâ-nicas centrais e desconcentrados.
unidades orgânicas desconcentradas.
2. A DNO é dirigida por um Diretor Nacional, nomeado nos
3. Integram a AA as seguintes unidades orgânicas centrais: termos da lei, que se encontra na dependência direta do
Comissário da AA.
a) A Direção Nacional de Operações;
3. O Diretor Nacional da DNO é coadjuvado por dois
b) A Direção Nacional de Gestão de Risco; Subdiretores, o Subdiretor de Operações de Dili e o
Subdiretor de Operações das Alfândegas Desconcen-
c) A Direção Nacional de Gestão e Conformidade tradas, nos quais pode delegar as suas competências sobre
Aduaneira; os serviços que integram a sua Direção Nacional, tendo
em conta as respetivas áreas de jurisdição dos Subdiretores.
d) A Direção Nacional de Administração, Finanças e
Logística; 4. Os Subdiretores são equiparados a Diretores Nacionais,
para efeitos remuneratórios.
e) A Unidade de Auditoria Interna e Ética;
Artigo 14.º
f) A Unidade Jurídica; Direção Nacional de Gestão de Risco
1. A Unidade de Auditoria Interna e Ética, abreviadamente 1. A Unidade Jurídica, abreviadamente designada por UJ, é
designada por UAIE, é responsável pelo desenvolvimento responsável por dar apoio técnico jurídico na preparação
de ações de inspeção e auditoria da AA. dos diplomas legais, bem como por prestar consultoria
jurídica.
2. A UAIE apoia o Comissário no exercício das suas funções
de controlo e avaliação relativamente: 2. Compete à UJ:
c) Promover a realização, sob determinação do Comissário, f) Dar parecer, sob determinação superior, relativamente
de auditorias aos vários serviços da AA; à existência de eventual responsabilidade disciplinar
de funcionários ou eventual ocorrência de infrações
d) Promover, em especial, auditorias para averiguar o disciplinares, com base em participações apresentadas
cumprimento das normas de conduta dos funcionários pelos serviços;
da AA;
g) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por
e) Reportar às entidades competentes indícios de lei, regulamento ou determinação superior.
irregularidades ou de ilícios criminais detetados em
auditorias internas; 3. A UJ é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado a
Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
f) Promover medidas de sensibilização e informação de
todos os funcionários da AA sobre as normas de 4. No âmbito da UJ podem ser criados grupos ou equipas de
conduta a si aplicáveis; trabalho para a realização das tarefas específicas, propostos
pelo Diretor da UJ.
g) Manter um procedimento de auditoria interna para
monitorizar a eficácia, eficiência e qualidade da estrutura Artigo 19.º
da AA; Unidade de Recurso
h) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por 1. A Unidade de Recurso, abreviadamente designada por UR,
lei, regulamento ou determinação superior. é responsável por coordenar e dirigir a elaboração de
pareceres sobre reclamações, recursos ou outros
4. A UAIE é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado procedimentos de natureza semelhante que corram termos
a Diretor Nacional para todos os efeitos legais. na AA.
e) Propor orientações gerais a seguir pelos serviços da f) Assessorar o Comissário no âmbito das relações
AA no âmbito dos processos de sancionamento de internacionais coordenando especificamente as
infrações aduaneiras; atividades que decorrem do envolvimento direto da
AA em organizações internacionais;
f) Manter atualizados os ficheiros de legislação,
jurisprudência e orientações administrativas com g) Constituir-se como ponto de contacto para o relacio-
interesse para a respetiva atuação; namento com entidades e organismos estrangeiros,
promovendo o encaminhamento dos assuntos para os
g) Estudar e propor medidas legislativas e regulamentares; órgãos e serviços respetivos e monitorizando o seu
andamento;
h) Elaborar pareceres e realizar estudos e trabalhos
técnicos, nas áreas da sua competência, sempre que tal h) Promover a cooperação administrativa entre a AA e
lhe seja solicitado; outras entidades públicas ou privadas, tendo em vista
i) Assegurar o acompanhamento dos processos de a troca regular de informações relativas à luta antifraude;
contencioso administrativo e fiscal;
i) Estabelecer contactos bilaterais e multilaterais com
j) Providenciar apoio e emitir pareceres para efeitos de entidades aduaneiras internacionais para assuntos de
análise e revisão dos pedidos de recurso; interesse mútuo;
k) Cooperar com entidades vocacionadas para a deteção j) Promover internamente a aplicação das melhores
e controlo da evasão e da fraude tributária e aduaneira; práticas e procedimentos a nível mundial, nomeada-
mente as definidas nas convenções internacionais
l) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por promovidas pela Organização Mundial de Alfândegas
lei, regulamento ou determinação superior. e Organização Alfandegária da Oceânia;
b) Elaborar avisos e promover esclarecimentos ao público, 3. A URIC é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado a
nas matérias da sua competência; Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
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4. No âmbito da URIC podem ser criados grupos ou equipas o) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por
de trabalho para a realização de tarefas específicas, lei, regulamento ou determinação superior.
propostos pelo Diretor da URIC.
3. A UIEA é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado
Artigo 21.º a Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
Unidade de Informática e Estatística Aduaneira
4. No âmbito da UIEA podem ser criados grupos ou equipas
1. A Unidade de Informática e Estatística Aduaneira, de trabalho para a realização de tarefas específicas,
abreviadamente designada por UIEA, é responsável pela propostos pelo Diretor da UIEA.
gestão e desenvolvimento dos sistemas e aplicações
informáticas e pelo apoio à produção estatística. Artigo 22.º
Unidade de Gestão de Recursos Humanos e Formação
2. Compete à UIEA:
1. A Unidade de Gestão de Recursos Humanos e Formação,
a) Propor, difundir e assegurar o cumprimento das normas abreviadamente designada por UGRHF, é responsável por
técnicas necessárias à seleção e distribuição de assegurar o processo em matéria de recursos humanos,
equipamentos e sistemas de informação e comuni- estudar e formular propostas sobre as orientações políticas,
cações; gestão organizacional e formação, incluindo o sistema de
recrutamento.
b) Elaborar os planos necessários à implementação e
otimização das telecomunicações e das comunicações 2. Compete à UGRHF:
de dados e os que visem a adoção de metodologias e
normas de procedimentos; a) Organizar e garantir a atualização dos registos biográ-
ficos, de assiduidade e das fichas de avaliação
c) Coordenar os projetos no âmbito dos sistemas de individuais dos funcionários;
informação e assegurar o desenvolvimento, gestão e
operação dos mesmos, garantindo a sua adequação às b) Gerir os funcionários e promover a elaboração dos
necessidades dos serviços; processos de reforma;
d) Garantir a gestão de serviços de desenvolvimento de c) Gerir e organizar as escalas de colocação e rotação dos
software, quer internamente ou através de prestação recursos humanos e promover as suas colocações;
de serviços, no âmbito dos sistemas de informação;
d) Estudar e propor o número de pessoal necessário à
e) Assegurar a manutenção dos sistemas informáticos da manutenção do quadro geral de distribuição de lugares
AA; e serviços aprovado por lei para a AA;
n) Fomentar a formação dos utilizadores na área k) Organizar, em coordenação com os restantes órgãos e
informática; serviços da Administração do Estado com competência
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na matéria, os concursos de admissão às diferentes b) As Delegações Aduaneiras;
categorias;
c) Os Postos Aduaneiros;
l) Efetuar, em coordenação com os restantes órgãos e
serviços da Administração do Estado com competência d) As unidades orgânicas desconcentradas de natureza
na matéria, a seleção e propor a nomeação, quando for especializada.
caso;
3. As unidades orgânicas desconcentradas são criadas por
m) Emitir quaisquer certidões requeridas pelos funcio- diploma ministerial do membro do Governo responsável
nários; pela área das finanças.
n) Propor perfis de formação e treino e planos de desen-
volvimento de competências, com base em modelos de Artigo 24.º
gestão e avaliação por competências; Alfândegas
o) Elaborar e difundir o planeamento global da formação e 1. Às Alfândegas incumbe, em geral, na respetiva área de
do treino; jurisdição, assegurar a execução das atividades de natureza
operacional e de gestão corrente da AA que, por lei ou
p) Propor a criação e reestruturação curricular dos cursos decisão superior, devam ser prosseguidas ao nível das
e estágios no âmbito da formação e treino dos funcio- unidades orgânicas desconcentradas.
nários aduaneiros;
2. O Comissário pode determinar que determinadas Alfândegas
q) Gerir a realização de quaisquer ações de formação assumam uma natureza especializada executando apenas
externas, em território nacional ou no estrangeiro, na parcelarmente as tarefas materiais da AA, com base na
área de competências da AA; natureza das mercadorias ou no regime aduaneiro a que
devam ser sujeitas.
r) Estabelecer protocolos ou parcerias de formação com
entidades nacionais e internacionais com competências Artigo 25.º
na área do ensino e formação; Chefia
s) Criar e manter atualizada uma bolsa de formadores;
1. As Alfândegas são dirigidas por Chefes de Alfândega,
t) Criar e manter atualizados os registos, ficheiros, equiparados para efeitos remuneratórios a Diretor
estatísticas e outros elementos de informação relativos Municipal.
às atividades formativas da AA;
2. Os Chefes de Alfândega devem manter uma estreita
u) Garantir a formação técnico-profissional dos colaboração com as Autoridades Municipais e as
funcionários aduaneiros e ainda a atualização, Administrações Municipais, bem como com a Região
especialização e valorização dos seus conhecimentos; Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno.
e) Proceder, com as formalidades legais devidas, tanto em s) Prestar o auxílio que lhe seja pedido pelas autoridades
revistas a pessoas, como em buscas a estabelecimentos marítimas, aeronáuticas ou policiais, para cabal
comerciais, depósitos, embarcações e outros meios de desempenho dos serviços a seu cargo;
transporte ou quaisquer outros locais;
t) Prestar, de um modo geral, o auxílio que lhe seja
f) Superintender e fiscalizar dentro dos portos e dos solicitado por quaisquer autoridades, para integral
aeroportos, o movimento de carga, descarga, trans- cumprimento das leis, sem prejuízo dos serviços
bordo, circulação, trânsito e reexportação de merca- aduaneiros e fiscais;
dorias;
u) Superintender na vigilância e fiscalização nos termos
g) Superintender em todo o serviço de despacho de legais e exercer as demais vigilâncias necessárias para
mercadorias, proceder à liquidação e cobrança dos a inteira defesa dos interesses do Estado;
direitos e mais imposições que forem devidos e organizar
a respetiva contabilidade e os elementos estatísticos; v) Dar todas as modalidades de despacho prescritas na
legislação aduaneira;
h) Dar armazenagem, em depósitos sob a sua direta
administração ou em quaisquer outros armazéns sob w) Prover em todos os outros casos em que, por função
regime aduaneiro, às mercadorias que possam gozar própria ou não, tenham ou venham a ter de intervir no
desse benefício; desempenho de quaisquer atribuições especificadas
nas leis e regulamentos vigentes;
i) Privilegiar o apoio ao público, prestando todas as
informações necessárias; x) Recolher informações e elaborar relatórios com carácter
de prioridade, garantindo que todas as informações
j) Impedir as infrações fiscais previstas no Código são enviadas à entidade competente, de modo a permitir
Aduaneiro e intervir a fim de serem punidos os respe- a realização atempada de:
tivos infratores, nos termos das disposições aplicáveis;
i. Relatórios completos relativamente a todas as
inspeções;
k) Proceder à selagem ou estampilhagem de mercadorias,
nos casos estabelecidos pelos regulamentos; ii. Relatórios detalhados de todas as deteções e
apreensões;
l) Intervir em casos de avaria nas mercadorias a importar,
de harmonia com as respetivas disposições legais; iii. Relatórios de informação sobre todas as atividades
suspeitas.
m) Arrecadar os espólios chegados ao território aduaneiro
e organizar o competente processo, nos termos y) Assegurar o desenvolvimento de outras funções que
regulamentares; lhe sejam superiormente cometidas.
3. Compete aos Postos Aduaneiros, essencialmente, a c) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas
vigilância e fiscalização das zonas fiscais e dos edifícios por lei, regulamento ou determinação superior.
aduaneiros.
3. Os Diretores de Unidade respondem diretamente perante o
CAPÍTULO IV Comissário.
COMPETÊNCIAS DOS CARGOS DE DIREÇÃO E
CHEFIA Artigo 33.º
Chefes de Alfândega e Chefes de Departamento
Artigo 31.º
Diretores Nacionais 1. Os Chefes de Alfândega e os Chefes de Departamento são
responsáveis por gerir a Alfândega ou o Departamento
1. Os Diretores Nacionais da AA são competentes para gerir que lhes compete, incluindo as secções se for caso disso,
e supervisionar tecnicamente os departamentos da Direção garantindo o exercício das competências da respetiva
Nacional que lhes compete e garantir o rigor técnico na Alfândega ou Departamento.
implementação das competências que lhe são legalmente
cometidas. 2. Compete ao Chefe de Alfândega ou Chefe de Departamento:
c) Assegurar o exercício de competências dos Chefes de c) Propor normas administrativas e/ou instruções
Departamento que integram a respetiva Direção, em necessárias à implementação das atribuições e
caso de vacatura de cargo ou em casos de ausência ou competências da respetiva Alfândega ou do respetivo
impedimentos; departamento;
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d) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas das suas competências e de forma a cumprirem a sua
por lei, regulamento ou determinação superior. missão, mantendo total subordinação as chefias de que
dependem.
3. Os Chefes de Alfândega e os Chefes de Departamento
respondem diretamente perante o respetivo Diretor Artigo 37.º
Nacional. Prestação de serviço fora da Autoridade Aduaneira
a) De impostos e taxas de âmbito alfandegário, que sejam b) O uniforme dos funcionários da AA;
determinados por lei;
c) O modelo do cartão de identificação dos funcionários da
b) De taxas que lhe sejam devidas; AA.
CAPÍTULO I
Disposições gerais
O Primeiro-Ministro
Artigo 1.º
Objeto
_______________
Taur Matan Ruak O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
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orgânica funcional da Direção-Geral de Agricultura do CAPÍTULO II
Ministério da Agricultura e Pescas, abreviadamente designado Estrutura Orgânica Funcional
por DGA do MAP.
Seção I
Artigo 2.º Estrutura
Natureza e missão
Artigo 4.º
A Direção-Geral de Agricultura é um serviço que integra a Estrutura geral
administração direta do Estado no âmbito do MAP e é
responsável por assegurar a orientação geral e a coordenação 1. Integram na estrutura da Direção-Geral da Agricultura as
integrada de todos os serviços do MAP com atribuições nas seguintes direções nacionais:
áreas da agricultura, de acordo com o programa do Governo,
as políticas e os programas do MAP e as orientações a) Direção Nacional de Agricultura e Horticultura;
superiores.
b) Direção Nacional de Irrigação e Gestão da Utilização de
Água;
Artigo 3.º
Atribuições
2. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior
estão na direta dependência da Direção-Geral e são dirigidas
A Direção-Geral da Agricultura prossegue as seguintes
por um diretor nacional, subordinado hierarquicamente ao
atribuições: Diretor-Geral.
a) Colaborar na definição das políticas, dos programas e planos 3. As Direções Nacionais mencionadas no número 1 regem-
relevantes para a área da agricultura, nomeadamente na se pelo princípio da especialização dos serviços da
definição de um plano de gestão integrado de solo e administração pública e colaboram entre si e com os demais
subsolo e na definição e implementação de uma estratégia órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
de conservação da biodiversidade; atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Direção-Geral de
b) Coordenar a execução, articulação e monitorização da Agricultura.
implementação das políticas, dos planos, dos programas e
das estratégias no âmbito da agricultura a nível nacional e 4. Junto da Direção-Geral funciona um gabinete de apoio
municipal; administrativo ao Diretor-Geral, que é coordenado por um
Chefe de Gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe
c) Velar por uma gestão sustentável, eficiente e eficaz dos de Departamento.
recursos agrícolas e pela conservação da diversidade
biológica do país, em coordenação com os demais serviços; Seção II
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais
d) Promover a transversalidade e a integração da política do
ambiente no setor da agricultura; SubSeção I
Direção Nacional de Agricultura e Horticultura
e) Promover o desenvolvimento rural e agrícola, nomeada-
mente através da coordenação da implementação dos Artigo 5.º
programas de apoio técnico ao desenvolvimento agrícola Atribuições
e rural e da cooperação com organizações nacionais e
internacionais relevantes; 1. A Direção Nacional de Agricultura e Horticultura
abreviadamente designada por DNAH, tem por missão
implementar as políticas, os planos e os projetos,
f) Fomentar a implementação de medidas que promovam a
nomeadamente as atividades de fiscalização, dos recursos
adoção de métodos alternativos ao uso de pesticidas na
genéticos vegetais, dos materiais de multiplicação de
produção agrícola;
plantas e de variedades vegetais, da produção de
sementes, da qualificação dos agentes rurais e da
g) Adotar as medidas necessárias para promover a criação de valorização e diversificação económica das zonas rurais.
centros de apoio técnico aos agricultores;
2. A DNAH prossegue as seguintes atribuições:
h) Coordenar a formulação e implementação de estratégias
que promovam uma produção alimentar agrícola a) Colaborar na formulação de políticas, programas e
sustentável; estratégias relacionadas com a sua missão;
i) Apresentar ao Ministro relatório semanal, mensal, trimestral b) Cooperar na implementação dos programas de apoio
e anual de atividades; técnico ao desenvolvimento agrícola e rural com
organizações e instituições internacionais e nacionais
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. relevantes;
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c) Implementar projetos que visem o aumento e a melhoria trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
da qualidade dos produtos agrícolas e hortícolas; supervisão por um Chefe de Seção de, no mínimo, 10
trabalhadores.
d) Assegurar o desenvolvimento e execução de
programas específicos sobre gestão e controlo de 4. Junto da Direção Nacional funciona um gabinete de apoio
pestes e doenças dos produtos agrícolas e hortícolas; administrativo ao Diretor Nacional, que é coordenado por
um Chefe de Gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
e) Implementar e promover a utilização de novas técnicas Chefe de Seção, diretamente subordinado ao Diretor
e tecnologias relacionadas com métodos de cultivo, Nacional.
colheita e tratamento de árvores de frutos;
Artigo 7.º
f) Promover a utilização de materiais e equipamentos Departamento de Mecanização, Produção Alimentar e
mecanizados e de tecnologias pós-colheita; Gestão Pós-Colheita
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas h) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
dos Departamentos, desde que exista um volume de racional execução orçamental;
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i) Promover a produção agrícola sustentável e a utilização c) Desenvolver normas que permitam avaliar a qualidade
de alternativas a pesticidas; das sementes;
j) Elaborar um plano de requisição de sementes de arroz, d) Emitir parecer sobre a importação ou exportação de
milho, soja, trigo, feijão e adubos, com base num sementes, de modo a apoiar a DNQB na prossecução
levantamento de necessidades previamente elaborado da sua missão;
e fundamentado, que indique os objetivos específicos
a atingir com essa distribuição; e) Analisar tecnicamente pedidos de licenciamento
comercial relacionados com a produção de sementes
k) Coordenar a distribuição de sementes de arroz, milho, ou atividades conexas, nos termos da lei;
soja, trigo, feijão e adubos nos municípios, de acordo
com os critérios previamente estabelecidos, a f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
legislação em vigor e demais normas aplicáveis; para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
l) Capacitar os técnicos municipais e os grupos de de atividades, relatórios de execução e proposta de
agricultores sobre a utilização de adubos, em orçamento do departamento;
coordenação com a DNFTA;
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
m) Demonstrar a aplicação de novas tecnologias no racional execução orçamental;
campo;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
n) Promover estratégias que permitam diversificar a trimestrais e anuais;
produção alimentar;
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
o) Colaborar na recolha de dados de produção em cada disposições legais relacionados com a sua missão;
município e desenvolver uma base de dados da
produção a nível nacional, em coordenação com a j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Direção Nacional de Pesquisa e Estatística (DNPE); instrução superior.
p) Capacitar os técnicos dos municípios e os grupos de Artigo 9.º
agricultores sobre o sistema de plantio, em coordenação Departamento da Produção Hortícola e Proteção das
com a DNFTA; Plantas Agrícolas
q) Desenvolver o sistema de mecanização de pós colheita;
1. Departamento da Produção Hortícola e Proteção das Plantas
r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Agrícolas é o serviço responsável por implementar a missão
trimestrais e anuais; da DNAH, no âmbito de projetos que visem o aumento, a
diversificação, a sustentabilidade e a melhoria da qualidade
s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e da produção hortícola, bem como melhoria do sistema de
das outras disposições legais relacionadas com a sua Proteção das Plantas Agrícolas, no que diz respeito ao
missão; desenvolvimento de estratégias que permitam que a
produção agrícola e hortícola se desenvolve livre de pragas
t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por e doenças.
instrução superior.
2. Compete especialmente ao Departamento da Produção
Artigo 8.º Hortícola e Proteção das Plantas Agrícolas:
Departamento de Desenvolvimento de Sementes Agrícolas
a) Elaborar, em coordenação com a DNAF, o plano de
1. Departamento de Desenvolvimento de Sementes Agrícolas requisição de material ou equipamentos hortícolas,
é o serviço responsável por implementar a missão da sementes ou plantas;
DNAH no âmbito do desenvolvimento de sementes
agrícolas para assegurar o aumento, a diversificação, a b) Coordenar a distribuição de material hortícola, adubos,
sustentabilidade e a melhoria da qualidade da produção sementes e plantas nos municípios a grupos de
alimentar agrícola e hortícola. agricultores;
h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ b) Estabelecer medidas que assegurem esquemas eficazes
para a elaboração do plano de ação anual, planos de e eficientes de irrigação, numa perspectiva de
atividades, relatórios de execução e proposta de sustentabilidade, bem como a reabilitação dos
orçamento do departamento; existentes;
i) Elaborar, em coordenação com a DNAF, a proposta de c) Implementar medidas para a construção de reservatórios
orçamento necessário para garantir a realização de de água para agricultura e uma utilização racional e
atividades de controlo de pestes e doenças no âmbito optimizada da água;
da agricultura e horticultura, bem como o plano de
requisição de material e equipamento de proteção de d) Promover a disseminação de informação junto dos
plantas; agricultores sobre utilização e gestão eficaz, eficiente e
sustentável da água;
j) Coordenar a distribuição de material e equipamento de
proteção de plantas nos municípios, de acordo com os e) Exercer as atribuições que lhe sejam confiadas por lei
critérios previamente estabelecidos, a legislação em em matéria de utilização da água na agricultura;
vigor e demais normas aplicáveis;
f) Criar e manter actualizado um sistema de informação
k) Desenvolver programas de formação sobre gestão e sobre o regadio e sobre as infraestruturas hidro-
controlo de pestes e doenças nos municípios, em agrícolas que o sustentam;
coordenação com a DNFTA;
g) Assegurar a manutenção e a melhoria dos actuais
l) Desenvolver estudos, identificar e controlar pestes e sistemas de irrigação do arroz, bem como de outras
doenças em produtos agrícolas e hortícolas, em culturas nomeadamente hortícolas e leguminosas;
coordenação com os demais serviços relevantes;
h) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
m) Assegurar o funcionamento de um laboratório, anuais;
utilizando para identificar pestes e doenças;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
n) Avaliar as atividades de gestão de pestes e doenças
nos municípios na área da agricultura e horticultura; Artigo 11.º
Estrutura
o) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; 1. Integram na estrutura da DNIGUA os seguintes
departamentos:
p) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; a) Departamento de tecnologias de irrigação;
q) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e b) Departamento de gestão da água para irrigação;
das outras disposições legais relacionados com a sua
missão; c) Departamento de desenvolvimento, proteção, e
normalização das infraestruturas de irrigação;
r) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
pelo princípio da especialização dos serviços da
SubSeção II administração pública e colaboram entre si e com os demais
Direção Nacional de Irrigação e Gestão da Utilização da órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
Água atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNIGUA.
Artigo 10.º
Atribuições 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
dos Departamentos, desde que exista um volume de
1. A Direção Nacional de Irrigação e Gestão da Utilização da trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
Água, abreviadamente designada por DNIGUA, tem por supervisão por um Chefe de Seção de, no mínimo, 10
missão implementar as políticas, os planos e os projectos e trabalhadores.
fiscalizar o cumprimento da lei nos domínios da irrigação e
da gestão e aproveitamento dos recursos hidro-agrícolas. 4. Junto da Direção Nacional funciona um gabinete de apoio
administrativo ao Diretor Nacional, que é coordenado por
2. A DNIGUA prossegue as seguintes atribuições: um chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
chefe de Seção, diretamente subordinados ao Diretor
a) Colaborar na formulação e na avaliação da implemen- Nacional.
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Artigo 12.º e) Capacitar os grupos de agricultores no âmbito da
Departamento de Tecnologias de Irrigação irrigação;
1. O Departamento de tecnologias de irrigação é o serviço f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
responsável por assegurar o apoio tecnológico necessário para a elaboração do plano de ação anual, planos de
no âmbito das responsabilidades confiadas à DNIGUA. atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento;
2. Compete especialmente ao Departamento de Tecnologias
de Irrigação: g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
a) Elaborar estudos sobre a adequação de um determinado
sistema de irrigação a um determinado projeto; h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
b) Implementar sistemas de irrigação de refluxo, de gota e
de recolha de água das chuvas; i) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionados com a sua
c) Proceder à recolha de dados hidrológicos e meteoroló- missão;
gicos, em coordenação com a Direção Nacional de
Pesquisa e Estatística (DNPE); j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
d) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ instrução superior;
para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de Artigo 14.º
orçamento do departamento; Departamento de Desenvolvimento, Proteção e
Normalização das Infraestruturas de Irrigação.
e) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; 1. O Departamento de Desenvolvimento, Proteção e Normali-
zação das Infraestruturas de Irrigação é o serviço respon-
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, sável por assegurar o desenvolvimento, a proteção e
trimestrais e anuais; adequada construção das infraestruturas de irrigação
devidamente padronizadas e protegidas, no âmbito da
g) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e missão da DNIGUA.
das outras disposições legais relacionados com a sua
missão; 2. Compete especialmente ao departamento de desenvolvi-
mento, proteção e normalização das infraestruturas da
h) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por irrigação:
instrução superior.
a) Desenvolver o plano anual operacional para a
Artigo 13.º normalização e proteção das infraestruturas de
Departamento de Gestão da Água para Irrigação irrigação;
1. O Departamento de Gestão da Água para Irrigação é o b) Proceder à normalização de rios para evitar estragos
serviço responsável por providenciar apoio técnico em zonas agrícolas;
necessário, no âmbito das responsabilidades conferidas à
DNIGUA, assegurando uma gestão eficaz, eficiente e c) Construir barreiras de proteção que evitem estragos
sustentável da água para irrigação. em zonas agrícolas e em sistemas de irrigação;
m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
para a elaboração do plano de ação anual, planos de subordinados, nos termos da lei;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento; i) Coordenar a definição de regras operacionais e
procedimentos que permitam harmonizar o
n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e funcionamento integrado e a articulação dos serviços
racional execução orçamental; do MAP, em colaboração com os Diretores-Nacionais
e o Inspetor Geral;
o) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou outras
p) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e instituições, de modo a prosseguir a missão do Diretor-
das outras disposições legais relacionadas com a sua Geral com a devida eficiência e eficácia;
missão;
k) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
q) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por princípios da legalidade, transparência, coerência e
instrução superior racionalização, em coordenação com os demais serviços;
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
matéria de avaliação de desempenho; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
Departamento; respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho
e a assunção de responsabilidade por parte dos
l) Promover a realização de reuniões de trabalho funcionários;
periódicas com os chefes de Departamento que de si
dependem, de modo a estar permanente informado i) Identificar as necessidades específicas de formação dos
sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional; funcionários do Departamento e propor a frequência
das ações de formação consideradas adequadas ao
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com suprimento das referidas necessidades, em coordenação
as demais direções nacionais e demais serviços do com os serviços competentes pela elaboração do plano
MAP, garantindo o seu bom funcionamento; de formação e após aprovação pelo diretor nacional;
n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo pontualidade e cumprimento do período normal de
cumprimento da demais legislação em vigor; trabalho por parte dos funcionários do respetivo
Departamento;
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível Departamento;
com natureza das suas funções.
l) Promover a realização de reuniões de trabalho periódicas
3. Os diretores nacionais estão diretamente subordinados ao com os funcionários do Departamento, de modo a estar
Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarquiamente. permanentemente informado sobre as atividades dos
serviços da direção nacional;
Artigo 17.º
Chefes de Departamento m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
materiais e equipamentos afetos ao Departamento;
1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pela direção,
coordenação e execução técnica das competências do n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
Departamento que chefiam. os demais Departamentos da respetiva Direção
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu
2. Compete especialmente aos chefes de Departamento: bom funcionamento;
a) Submeter a despacho do respetivo diretor nacional, o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dados
devidamente instruídos e informados, os assuntos que em matéria de serviço;
dependam da decisão deste;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos, pelos seus superiores hierárquicos.
financeiros e materiais afetos ao respetivo
Departemento, de acordo com a legislação em vigor e 3. O coordenador do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce
as orientações do diretor nacional. as competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
com o repectivo diretor nacional e com a DNRH; apoio ao Diretor-Geral;
d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo b) Atuar como ponto focal do Diretor-Geral no que diz
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Jornal da República
respeito a questões relacionadas com administração, a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
finanças, recursos humanos, bases de dados, atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, mensuráveis;
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de coordena- b) Orçamento anual;
ção necessários para garantir o funcionamento
integrado dos serviços da Direção Geral. c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua
pessoal da Direção Geral são aprovados por despacho do publicação.
Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do
Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo
Diretor-Geral. Díli 27 de Dez de 2019
CAPÍTULO IV
FINANÇAS
O Ministro da Agricultura e Pescas,
Artigo 21.º
Instrumentos de gestão
1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
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Jornal da República
DIPLOMA MINISTERIAL Nº: 2 /2020 sustentável das florestas e dos respetivos recursos, da
planta do café e demais plantas industriais;
de 8 de Janeiro
e) Promover a transversalidade e a integração da política do
ESTRUTURA ORGÂNICA-FUNCIONAL DA ambiente no setor das florestas, conservação da natureza,
DIREÇÃO-GERAL DAS FLORESTAS, CAFÉ E biodiversidade, café e plantas industriais;
PLANTAS INDUSTRIAIS
f) Coordenar o desenvolvimento e a implementação de
mecanismos de combate à desflorestação e degradação
A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura das florestas que envolvam as comunidades;
e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa
perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo, g) Colaborar na definição de um plano de gestão integrado de
tornou-se essencial autonomizar os serviços de florestas, solo e subsolo, bem como na definição e implementação
reconhecendo assim a sua especificidade mediante a criação
de uma estratégia de conservação e recuperação da
de uma nova Direção-Geral. Neste ensejo, foi também tomado
biodiversidade;
como oportuno que o nome da Direção-Geral refletisse ainda a
importância da cultura do café que se assume como cultura
h) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e anuais;
emblemática no país.
Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
orgânica funcional da Direção-Geral das Florestas, Café e
Plantas Industriais como serviço central do Ministério de CAPÍTULO II
Agricultura e Pescas. Estrutura Orgânica Funcional
A DGFCPI prossegue as seguintes atribuições: d) Direção Nacional de Café e das Plantas Industriais;
a) Colaborar na definição das políticas, dos programas e pla-
2. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior
nos relevantes para a área das florestas, conservação da
estão na direta dependência da DGFCPI e são dirigidas por
natureza, café, plantas industriais e biodiversidade,
um Diretor Nacional subordinado hierarquicamente ao
nomeadamente na definição de um plano de gestão
Diretor-Geral da DGFCPI.
integrado de solo e subsolo e na definição e implementação
de uma estratégia de conservação da biodiversidade;
3. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior
b) Coordenar a execução, articulação e monitorização da regem-se pelo princípio da especialização dos serviços da
implementação das políticas, dos planos, dos programas e Administração Pública e colaboram entre si e com os demais
das estratégias no âmbito das florestas, da conservação órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
da natureza, do café e das plantas industriais; atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DGFCPI.
c) Contribuir para o desenvolvimento dos padrões ambientais
nomeadamente no que diz respeito às florestas, às bacias 4. Junto da Direção-Geral das Florestas, Café e Plantas
hidrográficas, aos solos e subsolos; Industriais, funciona um gabinete de apoio administrativo
ao Diretor-Geral, que é coordenado por um chefe de
d) Velar pela conservação da diversidade biológica do país, gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe de
em coordenação com os demais serviços, e por uma gestão departamento.
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Jornal da República
Secção II b) Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais Florestas;
f) Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas d) Desenvolver ações inspetivas relacionadas com a
em matéria de gestão de parques naturais; qualidade dos produtos florestais e emitir os
correspondentes certificados de origem para efeitos
g) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e de exportação;
anuais;
e) Disseminar junto do público informação relacionada
h) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. com a Política Nacional das Florestas, legislação e
regulamentos aplicáveis;
Artigo 5.º
Estrutura f) Desenvolver mecanismos de coordenação privilegiados
com os serviços de proteção civil no sentido de
1. Integram a estrutura da DNPCFDET os seguintes desenvolver planos contra incêndios florestais;
departamentos:
g) Planear, em coordenação com as autoridades relevantes,
a) Departamento de Corpo Guarda e da Extenção Florestal; estratégias de ação para controlar fogos florestais;
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h) Estabelecer os necessários mecanismos de h) Desenvolver programas relacionados com meios de
coordenação com serviços com atribuições conexas; subsistência alternativos, em cooperação com outras
entidades com atribuições conexas;
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
para a elaboração do plano de ação anual, planos de i) Formular e implementar padrões, normas, orientações
atividades, relatórios de execução e proposta de e procedimentos na área de gestão e eficiência das
orçamento do departamento; zonas protegidas ou de conservação da florestas;
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e j) Avaliar a implementação das políticas, das normas e
racional execução orçamental; dos procedimentos relacionados com o seu setor de
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, atividade;
trimestrais e anuais;
k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e para a elaboração do plano de ação anual, planos de
das outras disposições legais relacionadas com a sua atividades, relatórios de execução e proposta de
missão; orçamento do departamento;
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
instrução superior. racional execução orçamental;
3. O Departamento de Corpo Guarda e da Extenção Florestal m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
é dirigido por um Chefe de departamento, provido nos trimestrais e anuais;
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
Nacional de DNPCFDET. das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
Artigo 7.º
Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Florestas instrução superior.
1. O Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das 3. O Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das
Florestas, é o serviço responsável por colaborar na Florestas é dirigido por um Chefe de Departamento, provido
formulação e implementar as políticas e normas técnicas nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
relacionadas com as áreas protegidas. administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional de DNPCFDET.
2. Compete especialmente ao Departamento de Areas
Protegidas e Conservação das Florestas: Artigo 8.º
Departamento de Desenvolvimento do Turismo Natural
a) Promover a gestão eficiente e eficaz e o potencial das
áreas protegidas; 1. O Departamento de Desenvolvimento do Eco-Turismo é o
serviço responsável por colaborar na elaboração e
b) Promover a consciência social sobre a importância das implementação das políticas e normas técnicas relacionadas
áreas protegidas; com o desenvolvimento e gestão do turismo natural.
f) Promover mecanismos de prevenção de exploração das c) Participar na elaboração de legislação e regras no âmbito
áreas protegidas ou florestas naturais; do turismo natural;
g) Definir critérios e implementar medidas de reabilitação d) Identificar o potencial turístico das áreas protegidas,
e restauração da integridade ecológica nas zonas em colaboração com os serviços públicos responsáveis
protegidas; pelo turismo;
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Jornal da República
e) Sensibilizar as comunidades que habitem perto de locais 2. A DNGBHAM prossegue as seguintes atribuições:
de turismo natural sobre a importância desta atividade;
a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias
f) Recolher dados sobre turismo nacional, em coordena- relacionadas com a sua missão, nomeadamente na
ção com os demais serviços relevantes; elaboração do plano nacional de gestão dos recursos
hídricos;
g) Acompanhar os eventos relacionados com alterações
climáticas; b) Implementar, coordenar e avaliar a execução da política
h) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena- florestal, no âmbito da estratégia florestal nacional e
ção com serviços com atribuições conexas; do plano nacional de gestão florestal;
l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Assegurar, em coordenação com os demais serviços
para a elaboração do plano de ação anual, planos de relevantes, a qualidade dos recursos hídricos;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento; h) Elaborar um manual de gestão das florestas e bacias
hidrográficas e um manual sobre a agro-florestal, em
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e coordenação com os restantes órgãos competentes;
racional execução orçamental;
i) Implementar uma adequada organização dos serviços
n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, florestais;
trimestrais e anuais;
j) Emitir pareceres sobre a importação ou exportação de
o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e recursos florestais de modo a auxiliar a DNGBHAM na
das outras disposições legais relacionadas com a sua prossecução da sua missão;
missão;
k) Autorizar a exploração comercial de recursos florestais,
p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por em coordenação com a Direção Nacional da
instrução superior; Conservação da Natureza;
4. Junto da Direção Nacional de Gestão das Bacias m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Hidrográficas e Áreas Mangais, funciona um gabinete de instrução superior.
apoio administrativo ao Director Nacional que é
coordenado por um chefe de gabinete equiparado, para 3. O Departamento de Gestão das Áreas Costeiras e Mangais
efeitos salariais, a chefe de secção. é dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
Artigo 11.º administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Departamento de Gestão das Áreas Costeiras e Mangais Nacional de DNGBHAM.
g) Desenvolver relações com as comunidades que habitam f) Promover a realização de fóruns interministeriais sobre
em áreas costeiras ou nas proximidades de bacias gestão de bacias hidrográficas;
hidrográficas no sentido de as sensibilizar para a
importância dos recursos hídricos, assegurando a sua g) Desenvolver relações com as comunidades que habitem
gestão integrada; em áreas costeiras ou nas proximidades de bacias
hidrográficas no sentido de as sensibilizar sobre a
h) Identificar as nascentes de água e as bacias importância dos recursos hídricos, assegurando a sua
hidrográficas e avaliar o seu estado; gestão integrada;
i) Prestar o apoio necessário à DNAF e à DNPPM para a h) Identificar as nascentes de água e as bacias hidro-
elaboração do plano de ação anual, planos de gráficas e avaliar o seu estado;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento; i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
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Jornal da República
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos h) Implementar as medidas técnicas apropriadas
de atividades, relatórios de execução e proposta de relacionadas com a plantação em declives de espécies
orçamento do departamento; nativas, a conservação dos solos e a conservação dos
recursos hídricos;
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Desenvolver relações com as comunidades que habitem
em zonas montanhosas ou perto do mar, de nascentes
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, de lagoas ou de rios, no sentido de as sensibilizar sobre
trimestrais e anuais; a importância dos recursos hídricos e a conservação
dos solos, assegurando a sua gestão integrada;
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua j) Proceder à reflorestação de zonas urbanas, jardins e
missão; estradas;
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM, e à UAJ
instrução superior. para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de
3. O Departamento de Gestão das Bacias Hidrográficas é orçamento do departamento;
dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da adminis- l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
tração pública e diretamente subordinado ao Diretor racional execução orçamental;
Nacional de Gestão das Bacias Hidrográficas e Áreas
Mangais (DNGBHAM). m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
Artigo 13.º
Departamento de Reflorestação n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua
1. O Departamento de Reflorestação é o serviço responsável missão;
por executar tecnicamente os programas de reflorestação e
as estratégias de conservação do solo e água. o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
2. Compete especialmente ao Departamento de Reflorestação
e Agrofloresta: 3. O Departamento de Reflorestação é dirigido por um Chefe
de Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
a) Colaborar na elaboração dos programas e planos de direção e de chefia da administração pública e
relacionados com a gestão dos solos, conservação do diretamente subordinado ao Diretor Nacional de Gestão
solo e da água; das Bacias Hidrográficas e Áreas Mangais (DNGBHAM).
f) Elaborar planos estratégicos sobre sustentabilidade a) Implementar, coordenar e avaliar a execução da política
agroflorestal, florestas públicas e comunitárias, viveiros florestal, no âmbito da estratégia florestal Comunitária.
e sementes de espécies florestais e flores, em
coordenação com a DNPE; b) Implementar uma adequada organização dos serviços
de desenvolvimento das florestas Comunitárias;
g) Assegurar a coordenação dos serviços técnicos
relacionados com viveiros e sementes de espécies c) Elaborar um manual sobre a Floresta Comunitária, em
florestais; coordenação com os restantes órgãos competentes;
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d) Autorizar a exploração comercial de recursos florestais mento da lei em matéria de utilização de produtos florestais
Comunitárias, em coordenação com os órgãos e grupos especialmente Florestas Industriais incluindo o Sândalo e
Comunitários relevantes; Bambu.
e) Implementar as medidas necessárias para garantir a 2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão dos
utilização racional e sustentável dos recursos florestais Produtos das Florestas Industriais:
Comunitárias;
a) Desenvolver as linhas gerais sobre a gestão das plantas
f) Implementar uma adequada organização ou grupos comerciais de madeira e não de madeira, que se
comunitários de serviços das florestais Comunitárias; entemdam para objectivos industriais e necessidades
de mercado a nível nasional e internacional;
g) Promover e implementar campanhas de sensibilização
junto das populações, das comunidades locais sobre a b) Preparar planos de gestão de plantas comerciais e de
necessidade do património das Florestas Comunitárias; bambu em todo o território;
h) Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas c) Supervisionar as atividades técnicas que pertemçam
em matéria de Floresta Comunitária; ao desenvolvimento da floresta comonitária e industrial;
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
dos Departamentos, desde que exista um volume de racional execução orçamental;
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo 10 k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trabalhadores. trimestrais e anuais;
4. Junto da Direção Nacional de Desenvolvimento da Floresta l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
Comunitária funciona um gabinete de apoio administrativo das outras disposições legais relacionadas com a sua
ao Director Nacional que é coordenado por um chefe de missão;
gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe de
secção. m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
Artigo 16.º
Departamento de Gestão dos Produtos das Florestas 3. O Departamento de Gestão dos Produtos das Florestas
Industriais Industriais é dirigido por um Chefe de Departamento,
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
1. O Departamento de Gestão dos Produtos das Florestas In- chefia da administração pública e diretamente subordinado
dustriais é o serviço responsável por assegurar o cumpri- ao Diretor Nacional de DNDFC.
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Jornal da República
Artigo 17.º coordenação com as forças de segurança e a proteção
Departamento de Gestão das Florestas Comunitárias civil;
1. Departamento de Gestão das Florestas Comunitárias é o o) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
serviço responsável por garantir os serviços necessários para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
no âmbito da manutenção, gestão, desenvolvimento e de atividades, relatórios de execução e da proposta de
promoção das florestas públicas e comunitárias. orçamento do departamento;
2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão das p) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
Florestas Comunitárias: racional execução orçamental;
a) Elaborar planos estratégicos, nomeadamente os das q) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Florestas urbanas, e comunitárias, viveiros e sementes trimestrais e anuais;
de espécies florestais e flores, em coordenação com os
demais serviços relevantes; r) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
disposições legais relacionadas com a sua missão;
b) Desenvolver e implementar programas no âmbito das
florestas comunitárias e correspondentes planos de s) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
gestão; instrução superior.
k) Fiscalizar as áreas florestais e coordenar com as guardas d) Responsabilizar, coordenar e controlar sobre a
florestais e forças de segurança de modo a reprimir implementação dos programas no DPUPF;
quaisquer atividades ilegais nas florestas;
e) Criar coordenação de serviços entre departamentos
l) Capacitar os guardas florestais; relevantes;
i) Conceder licenciamento para a utilização dos produtos d) Fomentar, em cooperação com os demais serviços
florestais, nos termos da lei; competentes, setor privado, organizações internacio-
nais ou não-governamentais, o aumento sustentável
j) Elaborar e fornecer aos interessados toda a docu- da produção e da qualidade do café, através da intro-
mentação e formulários necessários para o licencia- dução de novas plantas de espécie arábica e técnicas
mento; sustentáveis de cultivo, tratamento e colheita;
k) Desenvolver linhas de orientação geral para a
supervisão e licenciamento das atividades de produção e) Fomentar, em cooperação com os demais serviços
e utilização dos produtos florestais; competentes, setor privado, organizações internacio-
nais ou não-governamentais, o desenvolvimento
l) Preparar linhas gerais sobre a importação e exportação sustentável de plantas industriais e plantas medicinais
de produtos florestais, em coordenação com a DNQB; ou similares, através da introdução de novas plantas,
de espécies novas e mais produtivas ou do cruzamento
m) Receber e registar as receitas que sejam devidas ao de variedades existentes;
Estado por força da exploração dos recursos florestais
nos termos da lei, encaminhando-as para o Ministério f) Promover o estabelecimento e operar ou acompanhar a
das Finanças; entidade responsável por operar viveiros de plantas
industriais, como forma de assistir e apoiar os
n) Controlar a utilização e o licenciamento de motosserras agricultores no aumento e na expansão do cultivo de
e proceder ao seu registo, nos termos da lei; tais plantas;
o) Estabelecer os mecanismos e as normas técnicas g) Promover a formação dos agricultores relacionada com
relativas à recolha de dados sobre produtos florestais; técnicas e métodos modernos de cultivo, em
colaboração com os demais serviços competentes;
p) Recolher os dados sobre produtos florestais, em
coordenação com a DNPE, e proceder à sua h) Emitir pareceres sobre a importação ou exportação de
identificação e inventariação; café e plantas industriais de modo a auxiliar a DNQB na
prossecução da sua missão;
q) Desenvolver estudos que determinem o potencial
comercial de determinados produtos florestais; i) Participar nos procedimentos de licenciamento de
atividades relacionadas com a sua missão;
3. O Departamento de Produção e Utilização dos Produtos
Florestais é dirigido por um Chefe de Departamento, provido j) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da anuais;
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional da DNDFC. k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
g) Produzir e distribuir mudas de café aos grupos agrícolas b) Produzir mudas de plantas anuais e perenais, de acordo
que precisem de plantas; com as necessidades de reabilitação e expansão;
h) Colaborar na recolha de dados e elaboração de uma c) Desenvolver um manual com orientações sobre a
base de dados sobre a produção de sementes, produção de sementes, de mudas e sobre a
distribuição de mudas e áreas plantadas; calendarização da colheita das plantas anuais e perenais;
i) Identificar e proceder ao mapeamento de zonas com c) Elaborar uma proposta de aquisição de material
potencial ou onde é necessário apostar em plantas específico para o laboratório;
anuais ou perenais;
d) Gerir e operar o laboratório de identificação de pragas e
j) Sensibilizar as comunidades para a importância do doenças de plantas industriais e do café;
desenvolvimento de plantas anuais e perenais,
especialmente em zonas com um potencial particular; e) Desenvolver manuais com orientações sobre a
conservação e reabilitação de plantas industriais e do
k) Desenvolver planos de gestão de armazenamento e café;
controlo de qualidade;
f) Identificar áreas de produção de café ou de outras
l) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena- plantas industriais que estejam em estado crítico ou
ção com entidades com atribuições conexas, de modo não apresentem os necessários níveis de produtividade
a executar a sua missão de modo mais eficaz e eficiente no sentido de definir um plano de reabilitação;
e facilitar o acesso dos produtores aos mercados
relevantes; g) Promover a proteção e a conservação das áreas de
plantação do café e das plantas industriais que estejam
m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ ameaçadas devido à degradação dos solos, pragas ou
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos doenças;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento; h) Acompanhar, identificar e analisar o impacto de pragas
e doenças nas plantas industriais e no café;
n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Colaborar no levantamento de dados sobre plantas
industriais afetadas por doenças ou pestes;
o) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; j) Estabelecer os necessários mecanismos de
coordenação com os restantes departamentos, no
p) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e sentido de garantir a proteção, conservação e
das outras disposições legais relacionadas com a sua reabilitação das plantas industriais e do café, bem como
missão; com as demais entidades relevantes, no sentido de
cumprir eficazmente a sua missão;
q) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. k) Desenvolver operações de manutenção periódicas às
plantas;
3. O Departamento de Produção das Plantas Anuais e Perenais
é dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor de atividades, relatórios de execução e da proposta de
Nacional da DNCPI. orçamento do departamento;
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
com natureza das suas funções. departamento;
a) Submeter a despacho do respetivo Diretor Nacional, o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dadas
devidamente instruídos e informados, os assuntos que em matéria de serviço;
dependam da decisão deste;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos, pelos seus superiores hierárquicos.
financeiros e materiais afetos ao respetivo
departamento, de acordo com a legislação em vigor e 3. O Chefe do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce as
as orientações do diretor nacional; competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do departamento, em coordenação a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
com o respetivo diretor nacional e com a DNRH; apoio do Diretor-Geral;
d) Definir os objetivos de atuação do departamento, tendo b) Atuar como ponto focal da Direção-Geral no que diz
em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados respeito a questões relacionadas com administração e
pelas entidades competentes e pelo diretor nacional; finanças, recursos humanos, bases de dados,
monitorização, logística, elaboração de planos de ação
e) Garantir a coordenação e a devida execução das de atividades, relatórios de execução e proposta de
atividades do departamento e a qualidade técnica das orçamento da Direção-Geral, estabelecendo os
atividades que de si dependam; mecanismos de coordenação necessários para garantir
o funcionamento integrado dos serviços.
f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
eficiência da respetiva atividade; 4. O Chefe do gabinete de apoio ao Diretor-Nacional, exerce
as competências mencionadas no número anterior, com as
g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
trabalho, apoiando e motivando os funcionários;
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
h) Divulgar junto dos funcionários os documentos apoio do Diretor-Nacional;
internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a b) Atuar como ponto focal da Direção Nacional no que
desenvolver para o cumprimento dos objetivos do diz respeito a questões relacionadas com adminis-
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 45
Jornal da República
tração, finanças, recursos humanos, bases de dados, de prioridades e quaisquer outras atividades que possam
monitorização, logística, elaboração de planos de ação ter impacto no setor das florestas.
de atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento da Direção Nacional, estabelecendo os 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
mecanismos de coordenação necessários para garantir devem descrever como foram atingidos os objetivos do
o funcionamento integrado dos serviços da Direção MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
Nacional.
Artigo 31.º
Artigo 27.º Receitas e Despesas
Nomeação
1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de
O preenchimento dos cargos de direção e chefia previstos no dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do
presente diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras Estado.
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos
Secção II encargos de correntes da prossecução das atribuições que
Recursos Humanos lhe estão acometidas.
CAPÍTULO IV
FINANÇAS
O Ministro da Agricultura e Pescas,
Artigo 30.º
Instrumentos de Gestão
1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
d) Realizar, promover e divulgar estudos sobre a organização p) Apresentar ao Ministro relatório semanal, mensal, trimestral
e exercício da pesca e da produção aquícola, tendo em e anual de atividades;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 47
Jornal da República
q) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. a) Propôr a estratégia e implementar as políticas de
desenvolvimento das pescas, aquicultura e dos
CAPÍTULO II recursos marinhos nos termos de formação técnico
Estrutura Orgânica Funcional profíssional para exploração e aproveitamento dos
recursos aquáticos;
Secção I
Estrutura b) Apoiar e fomentar o desenvolvimento de cursos e
formações técnicos especializadas que permitam
Artigo 4.º aumentar a empregabilidade e desenvolver competên-
Estrutura Geral cias adicionais ou desenvolver conhecimentos técnicos
específicos dos seus destinatários, em conjunto com
1. Integram a estrutura da Direção Geral das Pescas, Aqui- as demais entidades governamentais responsáveis pela
cultura e Recursos Marinhos, as seguintes direções formação e emprego;
nacionais:
c) Promover pesquisa para descobrir os recursos
a) Direção Nacional de Desenvolvimento e Estudos biológicos aquáticos para assegurar o desenvolvimento
Técnicos das Pescas e Aquicultura; sustentável;
p) Promover o adequado funcionamento e gestão do b) Colaborar com os serviços relevantes para planear as
instituto nacional das pescas e aquicultura; nececidades principais e apoio para suportar as
atividades da DNDETPA;
q) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
anuais; c) Preparar os planos estratégicos anuais para promover
as instalações e infraestruturas das pescas e aquicultura
r) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. da DNDETPA;
p) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ i) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos das outras disposições legais relacionados com a sua
de atividades, relatórios de execução e da proposta de missão;
orçamento do Departamento;
j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
q) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e instrução superior.
racional execução orçamental;
3. O Departamento de Investigação das Pescas e Aquicultura
r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, é dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos
trimestrais e anuais; termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
administração pública, e directamente subordinado ao
s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e Diretor Nacional da DNDETPA.
das outras disposições legais relacionados com a sua
missão; Artigo 9.º
Departamento de Capacitação Técnica dos Recursos
t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Humanos das Pescas e Aquicultura
instrução superior.
1. O Departamento de Capacitação Técnica dos Recursos
3. O Departamento de Instalações e Infraestruturas das Pescas Humanos das Pescas e Aquicultura é o serviço responsável
e Aquicultura é dirigido por um Chefe de Departamento, por garantir o andamento da capacitação dos recursos
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de humanos, inovação, investigação das pescas e aquicultura;
chefia da administração pública, e directamente
subordinado ao Diretor Nacional da DNDETPA. 2. Compete nomeadamente ao Departamento de Capacitação
Técnica dos Recursos Humanos das Pescas e Aquicultura:
Artigo 8.º
Departamento de Investigação das Pescas e Aquicultura a) Analisar e controlar as actividades de formação e
capacitação técnica dos dirigentes, responsáveis,
1. O Departamento de Investigação das Pescas e Aquicultura técnicos e funcionários da Administração Central do
é o serviço responsável pela investigação estratégica de Estado;
pescas e do mar no sentido de melhorar as ciências e
tecnologias para dirigir e apoiar o desenvolvimento da b) Proceder a avaliação do desempenho do corpo docente
investigação de pescas, aquicultura e recursos marinhos. e discente do Instituto;
j) Velar pelo funcionamento das atividades académicas e a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias
organizar toda a actividade conducente a realização relacionadas com a sua missão;
das acções de formação, bem como publicar, os avisos
e comunicações específicas relacionadas com a b) Identificar zonas agro-ecológicas adequadas para o
actividade académica; desenvolvimento da aquicultura e salicultura;
m) Preparar informações sobre a inscrição dos candidatos e) Implementar programas com vista a aumentar a
para a capacitação na área de aquicultura de água doce, quantidade e qualidade das culturas aquáticas;
salobra e de marinha;
f) Assegurar a sustentabilidade da exploração dos
n) Preparar matérias didácticas e gerir a sua implementação; recursos vivos aquáticos disponíveis nas áreas de
jurisdição nacional de acordo com a lei;
o) Recolher e analisar informações e ferramentas
necessárias sobre inovação; g) Implementar as medidas de protecção e conservação
das espécies aquáticas, em articulação com os demais
p) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ serviços, organismos e entidades relevantes;
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos
de atividades, relatórios de execução e da proposta de h) Promover e implementar a formação técnica na área da
orçamento do departamento; e de fiscalização de todas aquicultura e salicultura;
as atividades desenvolvidas.
i) Assegurar o procedimento de licenciamento no âmbito
q) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e da aquicultura e salicultura;
racional execução orçamental;
j) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, anuais;
trimestrais e anuais;
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionados com a sua Artigo 11.º
missão; Estrutura
t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por 1. Integram a estrutura da DNAS os seguintes Departamentos:
instrução superior.
a) Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde
3. O Departamento de Capacitação Técnica dos Recursos de Peixe e Meio Ambiente;
Humanos das Pescas e Aquicultura é dirigido por um Chefe
de Departamento, provido nos termos do regime dos cargos b) Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra,
de direção e de chefia da administração pública e Mar e Salicultura;
directamente subordinado ao Diretor Nacional da
DNDETPA. c) Departamento da Produção de Alevins e Produção
Aquícola de Água Doce;
Subsecção II
Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura 2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem-
se pelo princípio da especialização dos serviços da
Artigo 10.º administração pública e colaboram entre si e com os demais
Atribuições órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
1. A Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura, abreviada- unitária, integrada e coerente da DNAS.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 51
Jornal da República
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas h) Preparação da implementação de políticas no domínio
dos Departamentos, desde que exista um volume de das matérias-primas, qualidade dos alimentos para
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a animais, alimentos artificiais, alimentos naturais, bem
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 como padronização e certificação dos alimentos para
trabalhadores. peixes;
4. Junto da Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura, i) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi-
funciona um gabinete de apoio administrativo, mentos e critérios no domínio de matérias-primas,
planeamento, logistico e assuntos de licenciamento das qualidade da ração, ração artificial, ração natural, bem
Pescas da Direção Nacional, que é coordenado por um como padronização e certificação de ração para peixes;
chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe
de Secção, e hierarquicamente ao Diretor Nacional da j) Implementação de orientação técnica no domínio de
DNAS. matérias-primas, qualidade da ração, alimentação
artificial, alimentação natural, bem como padronização
Artigo 12.º e certificação de ração para peixes;
Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde de k) Avaliação no domínio das matérias-primas, qualidade
Peixes dos alimentos para animais, alimentação artificial,
e Meio Ambiente alimentação natural, bem como normalização e
certificação dos alimentos para peixes;
1. O Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde
de Peixe e Meio Ambiente é o serviço responsável por l) Preparação de formulação de políticas no domínio de
prestar o apoio técnico necessário para a formulação e pragas (pestes) e doenças de peixe, medicamento de
implementação de políticas, elaboração de normas, peixe, monitorização de resíduos, proteção ambiental
padrões, procedimentos e critérios, bem como o forneci- da criação, e padronização e laboratório de saúde de
mento de orientação técnica e avaliação no domínio de peixes e ambiente;
áreas de criação, alimentação, saúde de peixe e meio
ambiente. m) Preparar a implementação de políticas no domínio de
pragas (pestes)e doenças de peixe, medicamento de
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Áreas da peixe, monitorização de resíduos, proteção ambiental
Criação, Alimentação, Saúde de Peixe e Meio Ambiente: da criação, e laboratórios de padronização e saúde de
peixes e meio ambiente;
a) Preparar a formulação de políticas no domínio da terra
e da água, planeamento do desenvolvimento, n) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi-
procedimentos operacionais e de manutenção e mentos e critérios no domínio de pragas e doenças de
instalações regionais; peixe, medicamento de peixe, monitorização de resíduos,
proteção ambiental da criação, e padronização e
b) Preparação da implementação de políticas no domínio laboratório de saúde de peixe e ambiente;
da terra e da água, planeamento do desenvolvimento,
procedimentos operacionais e de manutenção e o) Implementar a política de criação de peixes, com recurso
instalações; a novas tecnologias e respectivas medidas de protecção
e desenvolver um plano nacional de aquicultura e
c) Criar e alocar áreas de criação de peixe da água doce, salicultura;
salobra, mar e salicultura;
x) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Desenvolver regras padrões sobre construção de
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos tanques e equipamentos técnicos no âmbito da
de atividades, relatórios de execução e da proposta de aquicultura;
orçamento no âmbito do Departamento de Áreas da
Criação, Alimentação, Saúde de Peixes e Meio Ambiente. h) Analisar a necessidade de equipamentos de produção
de aquicultura;
y) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Inventarizar e identificar o local de extracção de sal do
mar em todo o território de Timor-Leste baseando na
z) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, recomendação técnica.
trimestrais e anuais;
j) Dar orientações de modernização e método de extracção
aa) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos de sal do mar.
e das outras disposições legais relacionados com a
sua missão; k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos
bb) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por de atividades, relatórios de execução e da proposta de
instrução superior. orçamento do departamento;
3. O Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
de Peixes e Meio Ambiente é dirigido por um Chefe de racional execução orçamental;
Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública, e m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNAS. trimestrais e anuais;
1. O Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra, o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Mar e Salicultura é o serviço responsável por prestar o instrução superior.
apoio técnico necessário para a implementação e gestão
dos recursos de água salobra, água do mar e salicultura. 3. O Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra,
do Mar e da Salicultura é dirigido por um Chefe de
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Produção Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
Aquícola de Água Salobra, Mar e Salicultura: de direção e de chefia da administração pública, e
directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNAS.
a) Preparação de materiais de formulação de políticas no
domínio da produção aquícola em pequena e grande Artigo 14.º
escala, e a criação de peixes em água salobra e marinha; Departamento de Produção de Alevins
e Produção Aquícola de Água Doce
b) Preparar materiais para a implementação de políticas
no domínio da produção aquícola em pequena e grande 1. O departamento de Produção de Alevins e Produção
escala em águas salobras e marinhas; Aquícola de Água Doce é o serviço responsável para
realizar a formulação e implementação de políticas, a
c) Preparação de materiais para normas, padrões, elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios,
procedimentos e critérios no domínio da produção em bem como o fornecimento de orientação técnica e avaliação
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Jornal da República
no domínio de produção de alevins e produção aquícola o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
de agua doce. das outras disposições legais relacionados com a sua
missão;
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Produção de
Alevins e Produção Aquícola de Água Doce: p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
a) Implementar as políticas relacionadas com a gestão de
alevins que corresponde a criação em água doce, 3. O Departamento de Produção de Alevins e Produção
salobras e do mar; Aquícola de Água Doce é dirigido por um Chefe de
Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
b) Preparação de formulação de políticas no domínio da de direção e de chefia da administração pública, e
reprodução de peixes de água doce, alevins de água directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNAS.
salobra e marinha e padronização e certificação de
alevins;
Subsecção III
c) Preparar a implementação de políticas no domínio da Direção Nacional de Inspecção das Pescas
reprodução de alevins de água doce, salobra e marinha, e dos Recursos Aquáticos
padronização e certificação de alevins;
Artigo 15.º
d) Preparação da elaboração de normas, padrões, Atribuições
procedimentos e critérios no domínio da reprodução
de peixes de água doce, mudas de água salobra e 1. A Direção Nacional de Inspecção das Pescas e dos Recur-
marinha, padronização e certificação de alevins; sos Aquáticos abreviadamente designada por DNIPRA,
tem por missão fiscalizar as políticas, os planos, os
e) Implementação de orientação técnica no domínio da programas, os projectos e o cumprimento da legislação
reprodução de peixes de água doce, semeadura de água aplicável no âmbito dos recursos das pescas e respectiva
salobra e marinha, padronização e certificação de gestão, conservaçãoe controlo dos recursos pesqueiros
alevins; nacionais (proteger hoje para ter amanhã).
f) Realização de avaliações no domínio da reprodução de
2. A DNIPRA prossegue as seguintes atribuições:
peixes de água doce, salobras e peixes marinhos, bem
como padronização e certificação de alevins;
a) Execer as atribuições que a lei lhe confere no âmbito da
g) Preparação de materiais de formulação de políticas no fiscalização e inspecção das atividades piscatórias e
domínio da produção em pequena escala e de peixes de de aquicultura, nomeadamente no âmbito da exploração
água doce em grande escala; dos recursos aquáticos;
h) Preparar materiais para a implementação de políticas b) Coordenar e orientar as atividades dos fiscais de pesca;
no domínio da produção em pequena escala e de peixes
de água doce em grande escala; c) Proceder o levantamento dos autos de contraordenação
previstos na legislação aplicável às pescas e proceder
i) Preparação de materiais para normas, padrões, à respectiva instrução dos processos, bem como
procedimentos e critérios no domínio da produção em recomendar a aplicação de sanções;
pequena escala e de peixes de água doce em grande
escala; d) Tramitar o expediente relativo ao pagamento das coimas
ou taxas;
j) Preparação de materiais de orientação técnica no
domínio da produção em pequena escala e de peixes de
e) Gerir o sistema de informação e monitorização contínua
água doce em grande escala;
de embarcações de pesca;
k) Preparação de materiais de avaliação e elaboração de
relatórios no domínio da produção em pequena escala f) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
e de peixes de água doce em grande escala; anuais;
l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
para a elaboração do plano anual de acção, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de Artigo 16.º
orçamento do departamento; Estrutura
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e 1. Integram a estrutura da DNIPRA os seguintes departa-
racional execução orçamental; mentos:
y) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e f) Preparação da execução de políticas no domínio da
das outras disposições legais relacionados com a sua vigilância das pescas, supervisão dos aquicultores,
missão; controlo do processamento dos produtos das pescas
e supervisão da distribuição dos produtos das pescas;
z) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. g) Preparação da elaboração de normas, padrões,
procedimentos e critérios no domínio da supervisão
3. O Departamento de Monitorização, Melhoramento das pesqueira, supervisão de aquicultura, supervisão do
Infraestruturas e Tratamento das Infrações é dirigido por processamento de produtos pesqueiros e supervisão
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime da distribuição de produtos pesqueiros;
dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
e directamente subordinado ao Diretor Nacional da h) Implementação de orientação técnica no domínio da
DNIPRA. supervisão de pescas, supervisão de aquicultores,
supervisão de processamento de produtos pesqueiros
Artigo 18.º e supervisão de distribuição de produtos pesqueiros;
Departamento de Supervisão da Gestão de Recursos
Marinhos, i) Implementação de monitorização e avaliação no domínio
Pesqueiros e Psicultura da vigilância das pescas, supervisão de aquicultores,
supervisão do processamento de produtos das pescas
1. O Departamento de Supervisão da Gestão dos Recursos e supervisão da distribuição de produtos das pescas;
Marinhos, Pesqueiros e Psicultura é o serviço responsável
por realizar a formulação e implementação de políticas, j) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios, para a elaboração do plano anual de acção, dos planos
bem como a prestação de orientações técnicas, avaliação e de atividades, relatórios de execução e da proposta de
relatórios no domínio da supervisão da gestão dos recursos orçamento do departamento; e de fiscalização de todas
marinhos, pesqueiros e psicultura. as atividades desenvolvidas;
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Supervisão k) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
da Gestão de Recursos Marinhos, Pesqueiros e Psicultura: racional execução orçamental;
a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias n) Definir e observar os requisitos técnicos e higio-
relacionadas com a sua missão; sanitários na produção, no processamento, transporte,
armazenamento e na distribuição dos produtos das
b) Preparar a formulação de políticas no campo de pescas de aquicultura e do mar;
ordenamento do espaço marítimo nacional, planeamento
do mapeamento da área marinha, dados e políticas o) Desenvolver e implementar regras que estabelecem as
espaciais, capturação e gestão de recursos aquáticos; normas de qualidade e as condições sanitárias
aplicáveis ao manuseamento, transporte, à armazena-
c) Preparação da implementação de políticas no domínio gem, ao processamento e à comercialização do pescado;
do ordenamento do espaço marítimo nacional,
planeamento do mapeamento da área marinha, dados e p) Assegurar a sustentabilidade da exploração dos
políticas espaciais, capturação e gestão de recursos recursos bióticos pesqueiros disponíveis nas áreas de
aquáticos; jurisdição nacional, de acordo com a lei;
4. Junto da Direção Nacional de Planeamento Espacial do g) Elaborar as matérias de carácter técnico, dar assistência
Mar, Capturação e Gestão dos Recursos Aquáticos, e orientações no sector de desenvolvimento integrado
funciona um gabinete de apoio administrative, das costeiras e do mar e dos recursos aquáticos;
planeaneamento, logística e assuntos de Licenciamento
das Pescas, ao Diretor-Nacional que é coordenado por um h) Preparação de materiais para a elaboração de normas,
chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe procedimentos e critérios normalizados no domínio da
de secção, e hierarquicamente ao Diretor Nacional da gestão e utilização dos recursos pesqueiros territoriais
DNPEMCGRA. e das águas arquipelágicas;
a) Preparar materiais de formulação de políticas no domínio m) Analizar e transformar os dados biológicos, recurso
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 58
Jornal da República
biótico pesqueiro pelágico, demersal, corais e elaborar Artigo 22.º
estatístico pesqueiro para obter um dado estimativo Departamento de Conservação da Biodiversidade Marinha
sobre a potência dos recursos que se pode aproveitar; e Revitalização do Meio Ambiente Aquático
n) Examinar o resultado da análise dos dados biológicos 1. O Departamento de Conservação da Biodiversidade Mari-
de pescas principalmente os dados da potência elevada nha e Revitalização do Meio Ambiente Aquático é o serviço
dos recursos pesqueiros que pode aproveitar; responsável por conservar a biodiversidade marinha e tem
por missão formular a implementação de políticas,
o) Resumir o ordenamento da exploração dos recursos elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios
pesqueiros, composto por estimativa das embarcações de orientações técnicas e de avaliação, e relatórios sobre a
de pesca que podem operar a cada zona de pescas, estruturação, proteção e utilização da área de conservação
decidir as zonas de pescas fechado relativamente o da diversidade biológicos e de revitalização ambiental e
uso de alguns tipos de artes de pesca (fechado aumento da resilência comunitária, bem como parcerias e
temporário ou até fim), etc; infraestruturas de conservação.
t) Avaliar a implementação das políticas técnicas, dos c) Providenciar assistência e orientação no âmbito do
planos, programas e actividades no sector de sector de desenvolvimento integrado costeiro e do mar
identificação e inventarização dos recursos marinhos e e da gestão de parques marinhas;
pesqueiro;
d) Avaliar a implementação das políticas relativas às
u) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ técnicas, aos planos, aos programas e às atividades no
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos sector de gestão e de zonas de parque marinha nacional;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento; e) Elaborar as matérias de carácter técnico, dar assistência
e orientações no sector de desenvolvimento integrado
v) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e costeiro e do mar e dos recursos aquáticos marinhos;
racional execução orçamental;
f) Preparar materiais para implementar políticas no
domínio da gestão do parque marinha nacional, arranjo,
w) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
determinação e gestão de áreas de conservação de
trimestrais e anuais;
águas, protecção da biodiversidade, autoridade de
gestão da Convenção sobre o Comércio Internacional
x) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
de Espécies da Fauna e da Flora Ameaçadas de Extinção
das outras disposições legais relacionados com a sua
(CITES), controlar a utilização da conservação e da
missão; biodiversidade, parcerias, bem como o desenvolvimento
de infraestruturas de conservação;
y) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. g) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi-
mentos e critérios no domínio da gestão de parques
3. O Departamento de Planeamento Espacial do Mar e Gestão nacionais marinhos, organização, designação e gestão
dos Recursos Marinhos e Pesqueiros é dirigido por um das áreas de conservação das águas, proteção da
Chefe de Departamento, provido nos termos do regime biodiversidade, autoridade de gestão da CITES,
dos cargos de direção e de chefia da administração pública, controlo do uso da conservação e biodiversidade,
e directamente subordinado ao Diretor Nacional da parcerias e desenvolvimento de infraestruturas de
DNPEMCGRA. conservação;
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Jornal da República
h) Implementação de orientação técnica no domínio da q) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
gestão de parques nacionais marinhos, arranjo, racional execução orçamental;
determinação e gestão de áreas de conservação de
bacias hidrográficas, protecção da biodiversidade, r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
autoridade de gestão da CITES, controlar a utilização trimestrais e anuais;
da conservação e da biodiversidade, parcerias, bem
como o desenvolvimento de infraestruturas de s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
conservação; das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
i) Implementação de avaliação e relatórios no domínio da
gestão do parque nacional marinho, organização, t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
determinação e gestão de áreas de conservação marinha, instrução superior.
protecção da biodiversidade, autoridade de gestão da
CITES, controlo e utilização da conservação e da 3. O Departamento de Conservação da Biodiversidade Marinha
biodiversidade, parcerias, bem como o desenvolvimento e e Revitalização do Meio Ambiente Aquático é dirigido
de infraestruturas de conservação; por um Chefe de Departamento, provido nos termos do
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
j) Preparação de materiais de formulação de políticas no pública e directamente subordinado ao Diretor Nacional
domínio da identificação, preparação do plano de da DNPEMCGRA.
gestão, revitalizando o dano ambiental das pequenas
ilhas e as águas circundantes e vulnerabilidade e Artigo 23.º
consciencialização pública sobre desastres e adaptação Departamento de Capturação e Pós-Colheita
às mudanças climáticas;
1. O Departamento de Capturação e Pós-Colheita é o serviço
k) Preparação de materiais para a implementação de responsável por organizar a formulação e implementação
políticas no domínio da identificação, preparação de de políticas no domínio da gestão das pescas de capturação,
gestão dos portos e lotas das pescas para a utilização
planos de gestão, revitalizando dano ambiental das
sustentável dos recursos pesqueiros.
pequenas ilhas e as águas circundantes e vulnerabili-
dade, e consciencialização pública sobre desastres e
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Capturação
adaptação às mudanças climáticas;
e Pós-Colheita:
l) Preparação de materiais para a elaboração de normas,
a) Formulação de políticas no domínio da capturação e
padrões, procedimentos e critérios no domínio de
pós-colheita, normalização das embarcações de pesca
identificação, elaboração de planos de gestão,
e equipamentos de pescas, certificação dos tripulantes
revitalização de danos ambientais de pequenas ilhas e
das embarcações de pesca, gestão dos portos e lotas
águas circundantes, bem como avaliação do nível de
de pescas, aumento de negócio do sector das pescas e
vulnerabilidade e consciencialização pública sobre
assuntos dos pescadores;
desastres e adaptação às mudanças climáticas;
b) Implementação de políticas no domínio da capturação
m) Preparação de materiais para a implementação de e pós-colheita, padronização das embarcações de pesca
orientação técnica no domínio da identificação, e artes de pesca, certificação das embarcações de pesca
elaboração de planos de gestão, revitalização de danos e tripulações (equipagem de navios), a gestão dos
ambientais de ilhas pequenas e circundantes e avaliação portos de pescas, aumento de negócio do sector das
de vulnerabilidade e consciencialização pública sobre pescas e assuntos dos pescadores;
desastres e mudança de adaptação climática;
c) Elaboração de normas, padrões, procedimentos e
n) Preparação de materiais para a implementação de critérios para a capturação e pós-colheita,
monitorização, avaliação e relatórios no domínio da padronização de embarcação de pescas e artes de
identificação, elaboração de planos de gestão, pesca, certificação das embarcações de pesca e
revitalização de danos ambientais de ilhas pequenas e tripulações (equipagem de navios), a gestão dos portos
circundantes e de vulnerabilidade e consciencialização e lotas de pescas, aumento de negócio do sector das
pública sobre desastres e mudança de adaptação pescas e assuntos dos pescadores;
climática;
d) Fornecendo orientação técnica e supervisão da gestão
o) Revitalizar o meio ambiente e aumentar a capacidade dos recursos pesqueiros, padronização de embarcações
de recuperação das comunidades; de pesca e artes de pesca, certificação das embarcações
de pesca e tripulações (equipagem de navios), a gestão
p) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ dos portos e lotas de pescas, aumento de negócio do
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos sector das pescas e assuntos dos pescadores;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento; e) Avaliação e informação na gestão dos recursos
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pesqueiros, padronização de embarcações de pesca e CAPÍTULO III
artes de pesca, certificação das embarcações de pesca Direção, Chefias e Recursos Humanos
e tripulações, gestão dos portos e lotas de pesca,
aumento de negócio do sector das pescas e assuntos Secção I
dos pescadores; Direção e Chefias
h) Preparação de normas, procedimentos e critérios no a) Representar a Direção Geral das Pescas, Aquicultura e
domínio da qualidade e diversificação de produtos, Recursos Marinhos;
reforço da promoção dos produtos marinhos e da pesca,
melhoramento do sistema logístico dos produtos b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom
marinhos e da pesca e aumento da sustentabilidade funcionamento de todos os serviços que se encontrem
das empresas de pesca; incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo
com o programa do Governo e sob orientação dos
i) Fornecimento de orientações e supervisões técnicas membros do Governo;
no domínio da qualidade e diversificação dos produtos,
reforço da promoção dos produtos do mar e das pescas, c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
melhoramento do sistema logístico dos produtos do dos objetivos enunciados na alínea anterior;
mar e das pescas e reforço da sustentabilidade das
empresas de pesca; d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
área de competência ao Governo em geral e aos membros
j) Aplicação de avaliações e relatórios no domínio da do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e
qualidade e diversificação dos produtos, reforço da Pescas;
promoção dos produtos do mar e das pescas,
melhoramento do sistema logístico dos produtos do e) Supervisionar a execução técnica dos programas
mar e das pescas e aumento da sustentabilidade das desenvolvidos no âmbito das atribuições da Direção
empresas de pesca; Geral e dos seus serviços;
k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ f) Promover a realização de reuniões de trabalho
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos periódicas com os diretores nacionais que de si
de atividades, relatórios de execução e da proposta de dependem, de modo a estar permanentemente
orçamento do departamento; informado sobre as atividades dos serviços da Direção
Geral;
l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; g) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
trimestrais e anuais; subordinados, nos termos da lei;
n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e i) Colaborar com os Diretores-Gerais e Inspetor-Geral no
das outras disposições legais relacionados com a sua sentido de definirem conjuntamente regras operacionais
missão; e procedimentos que permitam harmonizar o
funcionamento integrado e a articulação dos serviços;
o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou
3. O Departamento de Capturação e Pós-Colheita é dirigido instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção
por um Chefe de Departamento, provido nos termos do Geral com a devida eficiência e eficácia;
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
pública, e directamente subordinado ao Diretor Nacional k) Supervisionar a elaboração das propostas de plano de
da DNPEMCGRA. ação anual e orçamento dos serviços que de si
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dependem, velar pela sua harmonização, coerência e periódicas com os chefes de Departamento que de si
qualidade e remetê-las ao Diretor-Geral dos Serviços dependem, de modo a estar permanentemente
Corporativos; informado sobre as atividades dos serviços da Direção
Nacional;
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
princípios da legalidade, transparência, coerência e m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
racionalização, em coordenação com os demais serviços; as demais direções nacionais e demais serviços do
MAP, garantindo o seu bom funcionamento;
m) Remeter aos membros do Governo relatórios mensais,
trimestrais e anuais sobre as atividades da Direção Geral n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
e correspondentes serviços, bem como uma avaliação trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo
crítica dos progressos atingidos; cumprimento das demais legislações em vigor;
n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
com a natureza das suas funções.
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
Artigo 25.º com a natureza das suas funções.
Diretores Nacionais
3. Os Diretores Nacionais estão directamente subordinados
1. Os Diretores Nacionais são responsáveis pela direção, ao Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarqui-
coordenação e execução técnica das atribuições das camente.
respetivas Direções Nacionais que dirigem e dos
departamentos nelas integrados. Artigo 26.º
Chefes de Departamento
2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais:
1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pelos
a) Representar a respetiva Direção Nacional; departamentos, pela coordenação e execução técnica das
competências do Departamento que chefiam.
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral; 2. Compete especialmente aos chefes de Departamento:
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na a) Submeter a despacho do respetivo Diretor Nacional,
respetiva área de competência; devidamente instruídos e informados, os assuntos que
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de dependam da decisão deste;
competência;
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos,
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o financeiros e materiais afetos ao respetivo
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional; Departamento, de acordo com a legislação em vigor e
as orientações do diretor nacional;
f) Apresentar ao Diretor-Geral, relatórios periódicos das
atividades desenvolvidas pela Direção Nacional; c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, com o respetivo diretor nacional e com a DNRH;
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no
âmbito da missão e das atribuições da respctiva Direção d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo
Nacional; em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
pelas entidades competentes e pelo Diretor Nacional;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em e) Garantir a coordenação e a devida execução das
coordenação com os demais serviços relevantes; atividades do Departamento e a qualidade técnica das
atividades que de si dependam;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
humanos; eficiência da respetiva atividade;
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
matéria de avaliação de desempenho; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
Departamento; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
l) Promover a realização de reuniões de trabalho desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
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respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho b) Atuar como ponto focal da Direção Nacional no que
e a assunção de responsabilidade por parte dos diz respeito a questões relacionadas com administra-
funcionários; ção, finanças, recursos humanos, bases de dados,
monitorização, logística, elaboração de planos de ação,
i) Identificar as necessidades específicas de formação dos de atividades, relatórios de execução e propostas de
funcionários do Departamento e propor a frequência orçamento, estabelecendo os mecanismos de
das ações de formação consideradas adequadas ao coordenação necessários para garantir o funciona-
suprimento das referidas necessidades em coordenação mento integrado dos serviços do Direção Nacional.
com os serviços competentes pela elaboração do plano
de formação e após aprovação pelo diretor nacional; Artigo 27.º
Nomeação
j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
pontualidade e cumprimento do período normal de O preenchimento dos cargos de Direção e Chefia previstos no
trabalho por parte dos funcionários do respetivo diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras e dos
Departamento; cargos de direção e chefia da Administração Pública.
4. Os Chefes do gabinetes de apoio aos Diretores Nacionais 2. O Plano anual de atividades deve incluir a justificação
exercem as competências mencionadas no número anterior, fundamentada das suas atividades, o calendário de
com as necessárias adaptações, e são ainda responsáveis programação das atividades, os meios necessários à sua
por: viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
controlo e avaliação.
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio do Diretor Nacional; 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
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atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de com a criação de novas direções-gerais dedicadas à
prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter prossecução de fins operacionais, tornou-se essencial afirmar
impacto no setor da Pescas e Aquicultura; a existência de um serviço que assume a responsabilidade
pela orientação geral de todos os serviços do Ministério no
4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades âmbito da administração, finanças, recursos humanos,
devem descrever como foram atingidos os objetivos do aprovisionamento, logística, gestão de património,
MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação. planeamento e assuntos jurídicos. Esta solução visa assim
fortalecer o princípio da especialidade que pauta a atuação da
Artigo 31.º administração pública e evitar duplicação de trabalho no seio
Receitas e Despesas do MAP, pelo que a Direção-Geral dos Serviços Corporativos
e a Unidade de Coodenação dos Parceiros de Desenvolvi-
1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de mento, se assumem como serviço fundamental para garantir a
dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do harmonização dos serviços bem como a coordenação integrada
Estado. do seu funcionamento, tornando-se então necessário
estabelecer a sua estrutura orgânica funcional.
2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
lhe estão acometidas. manda, ao abrigo do previsto no artigo 42.º do Decreto-Lei Nº.
19/2019, de 31 de Julho publicar o seguinte diploma:
CAPÍTULO V
Disposições Finais eTransitórias CAPÍTULO I
Disposições Gerais
Artigo 32.º
Norma Revogatória Artigo 1.º
Objeto
É revogado o Diploma Ministerial N.º 12/2016, de 3 de Fevereiro
O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
Artigo 33.º orgânica funcional da Direção-Geral dos Serviços Corporativos
Entrada em vigor do MAP, abreviadamente designado por DGSC, e a estrutura
orgânica funcional da Unidade de Coodenação dos Parceiros
O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua de Desenvolvimento, abreviadamente designado por UCPD.
publicação.
Artigo 2.º
Natureza e Missão
Díli, 27 de Dezembro de 2019
A Direção-Geral dos Serviços Corporativos e a Undade de
Coodenação dos Parceiros de Desenvolvimento, tem por missão
assegurar a orientação geral e a coordenação integrada de
Ministro da Agricultura e Pescas, todos os serviços do MAP, nomeadamente aqueles com
atribuições nas áreas da administração, finanças, recursos
humanos, aprovisionamento, assuntos Jurídicos, logística,
gestão de projectos e de património, e bem como a Coodenação
Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins dos Parceiros de Desenvolvimento, de acordo com o programa
do Governo, as políticas e os programas do MAP e as
orientações superiores.
Artigo 3.º
Atribuições
a) Direção Nacional de Administração e Finanças; c) Garantir que a documentação que suporta cada
processo de despesa é completa, legal e coerente com
b) Direção Nacional de Recursos Humanos; os planos de acção de cada programa do MAP;
e) Apoiar e emitir pareceres relacionados com a compra f) Assegurar as relações de coordenação necessárias com
de equipamentos de informática, compra e/ou os restantes serviços do MAP, no sentido de executar
construção de bases de dados específicos e sua eficaz e eficientemente o plano de ação anual;
respetiva manutenção;
g) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ disposições legais de natureza administrativa ou
para a elaboração do plano de ação anual, planos de financeira;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do Departamento; h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; 3. O Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação e
Protocolo é dirigido por um Chefe de departamento, provido
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
disposições legais relacionadas com a sua missão; administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional da Administração e Finanças (DNAF).
j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. Subsecção II
Direção Nacional de Recursos Humanos
3. O Departamento de Apoio Tecnologia e Informática é dirigido
por um Chefe de departamento, provido nos termos do Artigo 10.º
regime dos cargos de direção e de chefia da administração Atribuições
pública e diretamente subordinado ao Diretor Nacional de
Administração e Finanças (DNAF). 1. A Direção Nacional de Recursos Humanos, abreviadamente
designada por DNRH, tem por missão assegurar a gestão
Artigo 9.º dos recursos humanos e providenciar a todos os serviços
Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação e do MAP apoio técnico e administrativo nesta área.
Protocolo;
2. A DNRH prossegue as seguintes atribuições:
1. O Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação e
Protocolo é o serviço responsável por assegurar a a) Participar no processo de formulação de políticas e
administração geral do MAP, bem como os serviços estratégias de desenvolvimento e profissionalização
centrais de comunicação e protocolo. de recursos humanos, nomeadamente através da
elaboração do plano anual de formação, em
2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão coordenação com os restantes serviços e colaborar na
Administrativa, Comunicação e Protocolo: sua implementação;
a) Organizar o registo, a receção, o envio, o arquivo e b) Manter e preparar processos individuais de cada
conservação de toda a documentação respeitante ao funcionário, bem como manter e preparar os respetivos
MAP, nomeadamente a correspondência; registos de presença, pontualidade, licenças e faltas;
b) Elaborar, disseminar e monitorizar o cumprimento das c) Instruir e preparar o expediente relativo a processos de
regras sobre administração geral, arquivo, entrada e nomeação, promoções e progressões na carreira,
saída de documentos; avaliação de desempenho, seleção, recrutamento,
exoneração, aposentação, substituição, transferência,
c) Organizar o protocolo dos eventos oficiais realizados requisição e destacamento, sem prejuízo das competên-
pelo MAP, ou a participação do Ministro, Secretário de cias próprias da Comissão da Função Pública;
Estado das Pescas ou dos funcionários em eventos
nacionais ou internacionais, de acordo com as d) Elaborar e manter atualizada a proposta do quadro de
orientações superiores e regras protocolares aplicáveis; pessoal do MAP, em coordenação com os restantes
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serviços, garantindo a integração da perspetiva do da formação em todos os serviços do MAP e preparar
género; um plano de formação anual em conjunto com os demais
serviços;
e) Desenvolver, manter e atualizar um arquivo físico e
eletrónico com a descrição das funções corresponden- c) Coordenar as avaliações aos programas e planos de
tes a cada uma das posições existentes no MAP, em formação dos funcionários do MAP;
coordenação com os titulares dos cargos de direção e
chefia do MAP; d) Coordenar e orientar o processo de avaliação de
desempenho anual de todos os funcionários;
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; e) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena-
ção com os restantes serviços do MAP sobre mecanis-
g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. mos, procedimentos e medidas de gestão de recursos
humanos efetivos e eficientes, de acordo com o manual
Artigo 11.º de gestão de recursos humanos da Comissão da Função
Estrutura Pública;
1. Integram a estrutura da DNRH os seguintes Departamentos: f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ
para a elaboração do plano de ação anual, planos de
a) Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos atividades, relatórios de execução e proposta de
Recursos Humanos; orçamento do Departamento;
b) Departamento da Força de Trabalho; g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
c) Departamento da Ética e Processo Diciplinar.
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- trimestrais e anuais;
se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas disposições legais relacionadas com a sua missão;
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNRH. j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
dos Departamentos, desde que exista um volume de 3. O Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos Recur-
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a sos Humanos, é dirigida por um Chefe de Departamento,
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
trabalhadores. chefia da administração pública e diretamente subordinado
ao Diretor Nacional da DNRH.
4. Junto da Direção Nacional de Recurso Humanos funciona
um gabinete de apoio de administrativo ao Diretor Nacional Artigo 13.º
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, Departamento da Força de Trabalho
para efeitos salariais, a chefe de secção.
1. O Departamento da Força de Trabalho é o serviço
Artigo 12.º responsável por assegurar o apoio técnico-administrativo
Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos Recursos no âmbito dos recursos humanos.
Humanos
2. Compete especialmente ao Departamento da Força de
1. O Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos Re- Trabalho:
cursos Humanos é o serviço responsável por gerir os
recursos humanos de todos os serviços do MAP, em a) Garantir o funcionamento de uma base de dados
coordenação com os restantes serviços do Ministério e atualizada com todos os funcionários e correspondente
demais entidades competentes. perfil, permanentemente acessível;
a) Manter e atualizar permanentemente uma base de dados c) Coordenar, planear e elaborar os termos de referência
com todos os Funcionarios do MAP e políticas ou as descrições de trabalho no âmbito do processo de
aplicáveis aos recursos humanos da função pública, recrutamento para serviços do MAP;
disponível para consulta por todos os funcionários;
d) Assegurar a clareza das tarefas atribuídas a cada
b) Coordenar o levantamento de necessidades ao nível funcionário e garantir um bom ambiente de trabalho;
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e) Manter e preparar processos individuais de cada funcionário, bem como manter e preparar os respetivos
funcionário, bem como manter e preparar os respetivos registos de presença, pontualidade, licenças e faltas;
registos de presença, pontualidade, licenças e faltas;
c) Instruir e preparar o expediente relativo a processos de
f) Instruir e preparar o expediente relativo a processos de exoneração e requisição, sem prejuízo das competências
nomeação, promoções e progressões na carreira próprias da Comissão da Função Pública;
avaliação de desempenho, seleção, recrutamento,
exoneração, aposentação, substituição, transferência d) Recolher os dados ou listas de presença de todos os
requisição e destacamento, sem prejuízo das Funcionários Públicos do MAP.
competências próprias da Comissão da Função Pública;
g) Desenvolver, manter e atualizar um arquivo físico e e) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ
eletrónico com a descrição das funções correspon- para a elaboração do plano de ação anual, planos de
dentes a cada uma das posições existentes no MAP, atividades, relatórios de execução e proposta de
em coordenação com os titulares dos cargos de direção orçamento do Departamento;
e chefia do MAP;
f) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
h) Apoiar e acompanhar a resolução de problemas racional execução orçamental;
relacionados com o pagamento de salários de
funcionários; g) Garantir os processos diciplinares e ética à todos os
fucionários do MAP em coordenação com todos os
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ restantes serviços.
para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
orçamento do Departamento; trimestrais e anuais;
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
racional execução orçamental; disposições legais relacionadas com a sua missão;
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
trimestrais e anuais; instrução superior.
l) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras 4. O Departamento da Ética e Processo Diciplinar, é dirigida
disposições legais relacionadas com a sua missão; por um Chefe de departamento, provido nos termos do
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por pública e diretamente subordinado ao Diretor Nacional da
instrução superior. DNRH.
a) Manter e atualizar permanentemente uma base de dados b) Agendar, expedir e acompanhar os processos de
com toda a legislação e políticas aplicáveis aos recursos aprovisionamento em tempo e custos apropriados, de
humanos da função pública, disponível para consulta forma a garantir uma boa e eficiente execução
por todos os funcionários; orçamental;
b) Manter e preparar processos individuais de cada c) Verificar a necessidade e a conformidade dos contratos
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para o fornecimento de bens, serviços e obras com a lei Artigo 17.º
e a política nacional, os programas, o orçamento e o Departamento de Concursos e Contratos
plano anual de acção;
1. O Departamento de Concursos e Contratos é o serviço
d) Participar na elaboração de políticas vocacionadas para responsável por assegurar o apoio técnico e administrativo
a economia de recursos, nomeadamente através da aos serviços do MAP, no âmbito da escolha dos
elaboração de propostas sobre a padronização e procedimentos de aprovisionamento adequados e da
harmonização dos equipamentos, materiais e serviços preparação de concursos e contratos.
adquiridos ou a adquirir;
2. Compete especialmente ao Departamento de Concursos e
e) Preparar estimativas de custo detalhadas; Contratos:
f) Definir as necessidades técnicas de forma clara e a) Preparar estimativas de custo detalhadas, definindo
nomeadamente o custo unitário dos produtos, bens
imparcial;
equipamentos ou outros, em colaboração com os
serviços técnicos;
g) Fornecer à DNAF toda a documentação necessária para
proceder à recepção e inspecção de bens, garantindo
b) Garantir a adequada execução dos procedimentos
que essa documentação está completa;
administrativos de aprovisionamento, nomeadamente
no âmbito da abertura e publicação, conferência prévia,
h) Assegurar a criação, manutenção e atualização de receção das propostas e ato público da abertura dos
arquivos documentais relacionados com os processos invólucros, garantindo a conformidade dos mesmos
de aprovisionamento realizados, de modo a facilitar a com a lei;
contabilidade e auditoria;
c) Preparar o documento justificativo da escolha de um
i) Apresentar ao serviço competente do Ministério das determinado procedimento;
Finanças o relatório de avaliação anual sobre as
operações de aprovisionamento realizadas; d) Preparar todos os documentos necessários para a
realização de procedimentos de aprovisionamento,
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, nomeadamente os documentos de abertura de
trimestrais e anuais; concurso, as minutas necessárias e as listas de verifica-
ção de conformidade dos requisitos legais e técnicos;
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
e) Preparar e enviar relatório do concurso para o respetivo
Artigo 16.º júri bem como os demais documentos necessários;
Estrutura
f) Elaborar anúncios e divulgar o resultado dos concursos
1. Integram a estrutura da DNA os seguintes Departamentos: ao público;
h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Garantir a gestão e proteção dos bens móveis e imóveis
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do MAP através de reparações e da definição de um a) Gerir o estoque eficaz, o armazenamento seguro e a
programa de manutenção periódica e da existência de inventariação periódica dos consumíveis e equipa-
contratos serviços para efeitos; mentos do MAP;
j) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
anuais;
3. O Departamento de Inventariação e Armazenamento é
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. dirigida por um Chefe de Departamento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da adminis-
Artigo 20.º tração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Estrutura Nacional de Logística e Património (DNLP).
e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. Artigo 25.º
Estrutura
3. O Departamento de Manutenção do Edifício é dirigido por
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime 1. Integram na estrutura da DNPPM os seguintes Departa-
dos cargos de direção e de chefia da administração pública mentos:
e diretamente subordinado ao Diretor Nacional de Logística
e Património (DNLP). a) Departamento de Políticas e Planeamento;
g) Promover, em coordenação com a DNRH, atividades e) Informar aos membros do Governo sobre possíveis
específicas de formação na área do planeamento; posições de atividades entre os parceiros de
desenvolvimento ou entre programas de agências
h) Prestar o apoio necessário à DNAF e à UAJ para a
internacionais ou em relação à execução deficiente de
elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de programas ou projetos;
orçamento do Departamento;
f) Prestar o apoio necessário à DNAF e à DNPPM para a
i) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e elaboração do plano de ação anual, planos de
racional execução orçamental; atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do Departamento;
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
k) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
disposições legais relacionadas com a sua missão;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por trimestrais e anuais;
instrução superior.
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
3. O Departamento de Políticas e Planeamento é dirigida por disposições legais relacionadas com a sua missão;
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime
dos cargos de direção e de chefia da administração pública j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
e diretamente subordinado ao Diretor da DNPPM. instrução superior.
d) Assegurar a recolha de dados junto de outros serviços d) Prestar apoio jurídico no âmbito da negociação de
de modo a prosseguir com a sua missão; acordos e contratos e dos processos e procedimentos
disciplinares e administrativos, nomeadamente os de
e) Centralizar a informação e os dados recolhidos no licenciamento, da competência do MAP;
âmbito das atividades de Agrometeorologia e promover
a disseminação desses dados e informações pelos e) Manter actualizado o arquivo de toda a legislação em
restantes serviços; vigor em território nacional;
f) Prestar o apoio necessário à DNAF, e à UAJ para a
f) Disseminar informação sobre os diplomas legais que
elaboração do plano de ação anual, planos da elabora-
podem afectar as actividades do MAP;
ção do plano de ação anual, planos de atividades,
relatórios de execução e proposta de orçamento do
g) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de
Departamento;
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e serviços do MAP relacionados com legislação em
racional execução orçamental; vigor;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, h) Fornecer o apoio jurídico necessário aos serviços do
trimestrais e anuais; MAP;
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras i) Garantir a assistência técnica-jurídica aos serviços do
disposições legais relacionadas com a sua missão; MAP;
j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por j) Prestar o apoio técnico Jurídico necessário à DNAF e à
instrução superior; DNPPM para a elaboração do plano de ação anual,
planos de atividades, relatórios de execução e proposta
3. O Departamento de ALGIS e Agrometeorologia é dirigido de orçamento dos serviços do MAP, de acordo com os
por um Chefe de Departamento, provido nos termos do regulamentos em vigor;
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
pública e diretamente subordinado ao Diretor da DNPPM.
k) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental, de acordo com a lei
Subsecção VI
orçamental;
Unidade de Apoio Jurídico
1. A Unidade de Apoio Jurídico abreviadamente designada m) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
por UAJ, é o órgão responsável pela coordenação da disposições legais relacionadas com a sua missão;
produção legislativa, pelo procedimento legislativo,
fornecimento de apoio jurídico necessário, pela elaboração n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
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Artigo 30.º g) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
Estrutura das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
1. Integram a estrutura da Unidade de Apoio Jurídico os
seguintes Departamentos: h) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
2. Compete especialmente ao Departamento da Produção c) Disseminar informação sobre os diplomas legais que
Legislativa: podem afectar as actividades do MAP;
a) Elaborar propostas de diplomas legais, em coordenação d) Manter actualizado o arquivo de toda a legislação em
com os serviços técnicos relevantes, e facilitar os vigor em território nacional;
trabalhos de implementação da legislação referente ao
MAP; e) Preparar minutas de contratos, acordos e protocolos
de acordo com as orientações superiores;
b) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos f) Organizar todas as legislações e todos os regulamentos
serviços do MAP relacionados com legislação em vigor relativos ao setor do MAP e criar uma biblioteca jurídica
ou a aprovar, ou sobre a viabilidade técnica e económica para consulta no Ministério;
dos projectos e programas do MAP;
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
c) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de racional execução orçamental, de acordo com a lei
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos orçamental;
serviços do MAP relacionados com legislação em
vigor; h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
d) Prestar o apoio técnico Jurídico necessário à DNAF e à trimestrais e anuais;
DNPPM para a elaboração do plano de ação anual,
planos de atividades, relatórios de execução e proposta i) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
de orçamento dos serviços do MAP, de acordo com os das outras disposições legais relacionadas com a sua
regulamentos em vigor; missão;
e) Fornecer o apoio jurídico necessário aos serviços do j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
MAP;
3. O Departamento de Procedimento Legislativo e Documen-
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, tação é dirigido por um Chefe de Departamento, provido
trimestrais e anuais; nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
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administração pública e diretamente subordinado ao Diretor Avaliação, velando pela apresentação de um plano de
da Unidade de Apoio Jurídico (UAJ). ação e uma proposta de orçamento coerente, bem
justificada e de acordo com os objetivos superiormente
CAPÍTULO III traçados para o MAP;
Direção, Chefias e Recursos Humanos
k) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
Secção I necessárias com outros serviços públicos ou
Direção e Chefias instituições, de modo a prosseguir a missão do Diretor-
Geral dos Serviços Corporativos com a devida
Artigo 33.º eficiência e eficácia;
Diretor-Geral
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
1. O Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção e princípios da legalidade, transparência, coerência e
unidade, supervisão e execução das atribuições da racionalização, em coordenação com os demais serviços;
Direcção-Geral dos Serviços Corporativos e dos serviços
que desta dependem e responde diretamente aos membros m) Remeter aos membros do Governo relatórios trimestrais
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e e anuais sobre as atividades dos Diretores-Gerais e
Pescas. correspondentes serviços bem como uma avaliação
crítica dos progressos atingidos;
2. Compete especialmente ao Diretor-Geral:
n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
a) Representar o Diretor-Geral dos Serviços Corporativos; com a natureza das suas funções.
i) Coordenar a definição de regras operacionais e g) Assegurar o apoio técnico e Jurídico aos membros do
procedimentos que permitam harmonizar o Governo, ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do
funcionamento integrado e a articulação dos serviços MAP, no âmbito da missão e das atribuições da respetiva
do MAP, em colaboração com os Diretores-Nacionais Direção Nacional e da Unidade;
e o Inspetor Geral;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
j) Coordenar a harmonização e coerência do plano de ação orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em
anual do MAP e da proposta de orçamento, após coordenação com os demais serviços relevantes;
receber os contributos das demais Direções-Gerais e
do Gabinete de Inspeção, Auditoria, Monitorização e i) Participar no processo de formulação e execução de
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políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
humanos; eficiência da respetiva atividade;
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
matéria de avaliação de desempenho; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos Chefes de h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
Departamento; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
l) Promover a realização de reuniões de trabalho desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
periódicas com os Chefes de Departamento que de si respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho
dependem, de modo a estar permanente informado e a assunção de responsabilidade por parte dos
sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional; funcionários;
1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pela direção, m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
coordenação e execução técnica das competências do materiais e equipamentos afetos ao Departamento;
Departamento que chefiam. n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
os demais Departamentos da respetiva Direção
2. Compete especialmente aos chefes de Departamento: Nacional, da Unidade e demais serviços do MAP,
garantindo o seu bom funcionamento;
a) Submeter a despacho do respetivo diretor nacional e
Diretor de Unidade, devidamente instruídos e o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dadas
informados, os assuntos que dependam da decisão em matéria de serviço;
deste;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos, pelos seus superiores hierárquicos.
financeiros e materiais afetos ao respetivo
Departemento, de acordo com a legislação em vigor e 3. O coordenador do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce
as orientações do diretor nacional. as competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
com o respectivo diretor nacional, diretor da Unidade e apoio ao Diretor-Geral;
com a DNRH;
b) Atuar como ponto focal do Diretor-Geral no que diz
d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo respeito a questões relacionadas com administração,
em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados finanças, recursos humanos, bases de dados,
pelas entidades competentes e pelo diretor nacional; monitorização, logística, elaboração de planos de ação,
de atividades, relatórios de execução e propostas de
e) Garantir a coordenação e a devida execução das orçamento, estabelecendo os mecanismos de coordena-
atividades do Departamento e a qualidade técnica das ção necessários para garantir o funcionamento
atividades que de si dependam; integrado dos serviços.
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Jornal da República
4. O Chefe do Gabinete de Apoio ao Diretor Nacional e ao uma boa coordenação com os Parceiros de Desenvolvi-
Diretor da Unidade exerce as competências mencionadas mento que apoiam a implementação dos serviços de
no número anterior, com as necessárias adaptações, e é desenvolvimento relacionados ao MAP.
ainda responsável por:
2. A UCPD, prossegue as seguintes atribuições:
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio ao Diretor Nacional e ao Diretor daUnidade; a) Assegurar as relações com os parceiros de desenvolvi-
mento e autras entidades relevantes no ámbito do
b) Atuar como ponto focal do Diretor Nacional e do Diretor MAP.
da Unidade no que diz respeito a questões relacionadas
com administração, recursos humanos, bases de dados, b) Assegurar a coordenação, monitorização e avaliação
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, da continuidade de desenvolvimento e execução de
de atividades, relatórios de execução e propostas de projectos com os parceiros de desenvolvimento,
orçamento, estabelecendo os mecanismos de organizações Internacionais e organições Não-
coordenação necessários para garantir o Governamentais no ámbito do MAP.
funcionamento integrado dos serviços da Direção e da
Unidade. c) Implementar, em coordenação com os parceiros de
desenvolvimento os mecanismos necessarios para
Artigo 36.º garantir a execução de projectos implementados entre
Nomeação o MAP e os parceiros de desenvolvimento no ámbito
do MAP.
O preenchimento dos cargos de direção e chefia, previstos no
presente diploma, efetua-se nos termos do regime de carreiras d) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública. anuais;
1. A Unidade da Coordenação dos Parceiros de Desenvolvi- 1. O Departamento de Cooperação dos Parceiros Nacionais e
mento, abreviadamente designada por UCPD é a unidade Internacionais é o órgão responsável, que tem por missão
orgânica de apoio ao Ministro que tem por missão realizar realizar uma boa coordenações com os Parceiros Nacionais
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e Internacionais de Desenvolvimento que apoiam a programação das atividades, os meios necessários à sua
implementação dos serviços de desenvolvimento viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
relacionados ao MAP. controlo e avaliação.
2. Compete especialmente ao Departamento de Cooperação 3. O Plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
dos Parceiros Nacionais e Internacionais, os seguintes; atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
a) Assegurar a coordenação, monitorização e avaliação impacto na segurança pública em Timor-Leste.
da continuidade de desenvolvimento e execução de
projectos com os parceiros de desenvolvimento, 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
organizações Internacionais e organições Não- devem descrever como foram atingidos os objetivos do
Governamentais no ámbito do MAP. MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e É revogado o Diploma Ministerial N.º 15/2016 de 3 de Fevereiro.
das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão; Artigo 45.º
Entrada em Vigor
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua
3. O Departamento de Cooperação dos Parceiros Nacionais e publicação.
Internacionais é dirigido por um Chefe de Departamento,
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
Díli, 27 de Dezembro de 2019,
chefia da administração pública e diretamente subordinado
ao Diretor da Unidade de Coordenação dos Parceiros de
Desenvolvimento.
O Ministro da Agricultura e Pescas,
CAPÍTULO V
FINANÇAS
a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais DIPLOMA MINISTERIAL N.º 5 / 2020
atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis; de 8 de Janeiro
f) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e anuais; c) Recolher e analisar os dados e informações relativas
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ao setor da pecuária para uso no planeamento e tomada a) Departamento de Produção e Criação de Animais;
de decisões, em coordenação com os restantes serviços
relevantes; b) Departamento de Desenvolvimento de Forragens e
Nutrição de Animais;
d) Criar e manter atualizado um cadastro nacional do qual
conste o número de animais ruminantes, não c) Departamento de Matadouros, Indústria e Negócio dos
ruminantese avícolas; Produtos Agropecuários.
e) Promover a qualidade da gestão de matadouros; 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
f) Colaborar na defesa e promoção da sanidade dos pelo princípio da especialização dos serviços da
animais; Administração Pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
g) Atribuir e verificar as condições de manutenção de atividades, de forma a promover uma atuação harmoniosa
marcas de salubridade, marcas de identificação e de unitária, integrada e coerente da DNP.
números de aprovação às exportações, aos
estabelecimentos e aos operadores de produtos de 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
origem animal ou destinados a alimentação animal; dos Departamentos, desde que exista um volume de
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
h) Colaborar na definição e fiscalizar a aplicação das supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
medidas de promoção da saúde animal nos locais de trabalhadores.
abate e da comercialização da carne;
4. Junto da Direção Nacional funciona um Gabinete de apoio
i) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação de administração, Finanças, Planeamento e Logística do
e monitorização da implementação das políticas, dos Diretor Nacional que é coordenado por um chefe de
planos, dos programas e das estratégias da pecuária a gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe de
nivel Municipal em coordenação com autoridade local Secção.
ou direção dos serviços de Agricultura Municipal;
Artigo 7.º
j) Em colaboração com outras Direções Nacionais com Departamento de Produção e Criação de Animais
competência para implementar medidas de saúde para
animais terrestres, realizar inspeções e aplicar medidas 1. O Departamento de Produção e Criação de Animais é o
de saúde animal no âmbito das suas competências, serviço responsável por assegurar o cumprimento da
cooperar com autoridades locais e agricultores na missão da DNP no âmbito do desenvolvimento tecnológico
prevenção e controlo de doenças dos animais, e da produção e criação animal.
desempenhar as demais funções atribuídas pela
legislação em matéria de saúde animal. 2. Compete especialmente ao Departamento de Produção e
l) Atribuir e verificar as condições de manutenção de Criação de Animais:
marcas de salubridade, marcas de identificação e de
números de aprovação às exportações, aos a) Coordenar, recolher e analisar os dados e as informações
estabelecimentos e aos operadores de produtos de da pecuária para uso no planeamento e tomada de
origem animal ou destinados a alimentação animal; decisões;
m) Colaborar na definição e fiscalizar a aplicação das b) Desenhar e preparar programas no âmbito da produção
medidas de promoção da saúde animal nos locais de e criação de animais;
abate e da comercialização de carne;
c) Promover e melhorar a gestão de criação de animais;
n) Em colaboração com a Direção Nacional de Quarentena
e Biossegurança, prestar assistência a avaliações de d) Melhorar a produção e a reprodução animal e a
risco e pareceres técnicos sobre a importação de animais utilização de novas tecnologias;
terrestres e produtos animais e apoiar os processos de
certificação de animais terrestres e produtos animais e) Identificar e promover a qualidade da produção de
para exportação. ruminantes e não ruminantes;
1. Integram a estrutura da DNP os seguintes Departamentos: i) Promover a identificação através de marcas dos animais;
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j) Avaliar tecnicamente os pedidos de licenciamento de h) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação
atividades no âmbito da produção e criação de animais; e monitorização da implementação dos planos, dos
programas e das estratégias de qualidade de
l) Participar em atividades de capacitação relacionadas alimentação dos animais , a nivel Municipal em
com a sua missão junto dos produtores de animais, em coordenação com autoridade local ou direção dos
coordenação com a Direção Nacional da Formação Serviços de Agricultura Municipal;
Técnica Agrícola (DNFTA);
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ para a elaboração do plano de ação anual, planos de
para a elaboração do plano de ação anual, planos de atividades,relatórios de execução e proposta de
atividades, relatórios de execução e proposta de orçamento do Departamento;
orçamento do Departamento;
n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; racional execução orçamental;
o) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
e monitorização da implementação dos planos, trimestrais e anuais;
programas e estratégias da produção e criação dos
animais, a nivel Municipal em coordenação com m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
autoridade local ou direção dos serviços de Agricultura das outras disposições legais relacionadas com a sua
Municipal; missão;
p) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
trimestrais e anuais; instrução superior.
b) Melhorar a alimentação pecuária e tomar medidas para b) Promover a qualidade da gestão de matadouros e da
a sua melhor redistribuição; indústria pecuária;
c) Desenhar e preparar programas de forragens e nutrição c) Velar por uma melhoria das condições de abate dos
animal; animais, incluindo em empresas que se dediquem à
agropecuária;
d) Promover e multiplicar qualidades de sementes
forrageiras; d) Tramitar o expediente de pagamento das taxas de serviço
e dos custos incorridos pelos utentes, bem como das
e) Desenvolver estratégias que permitam melhorar a coimas impostas, nos termos da lei;
alimentação e nutrição dos animais;
e) Recolher os proveitos e monitorizar a execução de
f) Utilizar as tecnologias apropriadas para a formulação contratos de exploração ou concessão de matadouros
da nutrição dos animais; ou outras infraestruturas públicas no âmbito da
pecuária, nos termos da lei;
g) Promover a qualidade da alimentação dos animais com
uso de produtos residuais agrícolas; f) Definir e fiscalizar a aplicação das medidas de promoção
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da saúde animal nos locais de abate e de comercialização e) Proceder à avaliação, autorizar, controlar e inspecionar
da carne; a comercialização e a utilização de medicamentos
veterinários farmacológicos, imunológicos,
g) Disseminar e implementar toda a legislação no âmbito homeopáticos, respetivas matérias-primas, pré-misturas
da pecuária; medicamentosas, bem como os restantes produtos de
uso veterinário;
h) Promover e melhorar a circulação e movimentação dos
animais; f) Assegurar o controlo e a certificação sanitária de
animais para efeitos de importação e exportação, em
i) Melhorar as condições de transportação dos animais; articulação com os serviços de Autoridade Municipal
em coordenação com a direção dos Serviços de
j) Emitir pareceres sobre a exploração comercial, Agricultura Municipal;
importação e exportação de animais e de produtos
agropecuários; g) Acreditar, conjuntamente com o Ministério da Saúde,
as organizações, os serviços e as pessoas que
l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ desempenhem a sua atividade na área de intervenção
para a elaboração do plano de ação anual, planos de médico-veterinária;
atividades, relatórios de execução e proposta de h) Zelar pela defesa e promoção da sanidade dos animais,
orçamento do Departamento; incluindo os de companhia, os exóticos, os selvagens,
e as espécies cinegéticas, vigiando sanitariamente a
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e sua produção e comercialização;
racional execução orçamental;
i) Assegurar, em articulação com o organismo res-
n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, ponsável pela investigação veterinária, o funciona-
trimestrais e anuais; mento de núcleos de apoio às ações no domínio da
higiossanidade animal;
o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua j) Apoiar a criação de associações dos amigos dos
missão; animais para promover o bem-estar dos animais;
p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por k) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
instrução superior. anuais;
2. Compete especialmente ao Departamento de Controlo dos 2. Compete especialmente ao Departamento de Saúde Pública
Medicamentos dos Animais: e Bem-Estar Animal:
a) Preparar planos e propostas, bem como executar o plano a) Planear, coordenar e controlar a implementação e o
anual da DNV, em relação à aquisição de medicamentos, funcionamento do sistema de relatório de doença animal
vacinas e equipamentos veterinários; e vigilância de saúde animal em todo o território em
coordenação com a direção dos serviços de Agricultura
b) Coordenar e controlar o armazém de medicamentos, Municipal, informando regularmente ao Diretor
vacinas e equipamentos veterinários, incluindo as Nacional;
correspondentes entradas e saídas, de modo a assegurar
a sua quantidade e qualidade; b) Coordenar e controlar a implementação de programas
de vacinação em búfalos, porcos, vacas e galinhas;
c) Coordenar e assegurar o processo de distribuição de
medicamentos, vacinas e equipamentos veterinários, c) Planear, coordenar e controlar a implementação e
de acordo com as necessidades de cada Municipio,em identificação animal através de brincos;
conformidade com o plano anual;
d) Coordenar e controlar os serviços de inspeção e
d) Manter atualizada uma base de dados sobre os matança no Matadouro Nacional e noutros locais, em
medicamentos, vacinas e equipamentos veterinários de coordenação com a DNP;
modo a ser possível conhecer permanentemente a sua
quantidade e responder a situações de emergência; e) Coordenar e mobilizar os recursos necessários para a
diagnóstica de doenças animais;
e) Elaborar o plano e coordenar o trabalho dos serviços
periféricos municipais para o estabelecimento de f) Velar pelo estabelecimento e coordenar as associações
centros de saúde animal, em conformidade com o plano comunitárias voluntárias relacionadas com animais de
anual; companhia;
f) Coordenar os serviços de saúde pública e bem-estar g) Dar formação sobre condições sanitárias e higiene em
animal, no âmbito do licenciamento de clínicas locais de venda de carne, em coordenação com a
veterinárias; DNFTA;
g) Emitir pareceres sobre o licenciamento de atividades h) Coordenar com os restantes serviços públicos e demais
no âmbito da veterinária; instituições vocacionadas para a promoção da saúde
pública e bem-estar animal o estabelecimento de um
h) Implementar a legislação relevante no âmbito da grupo de trabalho sobre doenças zoonóticas;
veterinária;
i) Emitir a devida certificação sanitária de animais no
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ âmbito do processo de importação e exportação de
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos animais, medicamentos, vacinas ou outros produtos
de atividades, relatórios de execução e proposta de animais, em coordenação com a Direção Nacional de
orçamento do Departamento; Quarentena e Biossegurança (DNQB);
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e j) Promover o investimento na área da veterinária, em
racional execução orçamental; coordenação com outros serviços relevantes;
l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, k) Participar em eventos relacionados com os serviços de
trimestrais e anuais; saúde pública e bem-estar animal;
m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
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para a elaboração do plano de ação anual, planos de k) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
atividades, relatórios de execução e proposta de disposições legais relacionadas com a sua missão;
orçamento do Departamento;
l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e instrução superior.
racional execução orçamental;
CAPÍTULO III
n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Direção, Chefias e Recursos Humanos
trimestrais e anuais;
Secção I
o) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras Direção e Chefias
disposições legais relacionadas com a sua missão;
Artigo 15.º
p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Diretor-Geral
instrução superior.
1. Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção,
Artigo 14.º supervisão e execução das atribuições da Direção-Geral
Departamento de Diagnóstico e Laboratório da Veterinária de Pecuária e Veterinária e dos serviços que desta dependam
e responder diretamente aos membros do Governo
1. O Departamento de Diagnóstico e Laboratório da Veterinária responsáveis pela pasta da Agricultura e Pescas.
é o serviço responsável por prestar serviços de diagnóstico
e assegurar o funcionamento do laboratório. 2. Compete especialmente ao Diretor-Geral:
c) Proceder à realização de testes de imunoabsorção d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
enzimática (ELISA); área de competência ao Governo em geral e aos membros
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e
d) Mobilizar os recursos necessários para diagnosticar Pescas em particular;
antecipadamente e eficazmente qualquer doença animal
que surja no terreno; e) Supervisionar a execução técnica dos programas
desenvolvidos no âmbito das atribuições da Direção-
e) Elaborar e assegurar a implementação de normas de Geral e dos seus serviços;
procedimentos operacionais para o funcionamento do
laboratório; f) Promover a realização de reuniões de trabalho
periódicas com os diretores nacionais que de si
f) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com dependam, de modo a estar permanentemente
laboratórios estrangeiros para, nomeadamente, informado sobre as atividades dos serviços da Direção-
proceder ao envio de amostras sempre que necessário; Geral;
g) Promover os estudos conjuntos sobre doenças animais g) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
com serviços públicos ou outras entidades estrangeiras
com atribuições conexas; h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
subordinados, nos termos da lei;
h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
para a elaboração do plano de ação anual, planos de i) Colaborar com os Diretores-Gerais e Inspetor-Geral no
atividades, relatórios de execução e proposta de sentido de definirem conjuntamente regras operacionais
orçamento do Departamento; e procedimentos que permitam harmonizar o
funcionamento integrado e a articulação dos serviços;
i) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção-
trimestrais e anuais; Geral com a devida eficiência e eficácia;
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k) Supervisionar a elaboração das propostas de plano de i) Participar no processo de formulação e execução de
ação anual e orçamento dos serviços que de si políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos
dependam, velar pela sua harmonização, coerência e humanos;
qualidade e remetê-las à Diretor-Geral dos Serviços
Coorporativos; j) Exercer as competências que a lei lhes confere em
matéria de avaliação de desempenho;
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
princípios da legalidade, transparência, coerência e k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de
racionalização, em coordenação com os demais serviços; Departamento;
1. Os Diretores Nacionais são responsáveis pela direção, 3. Os Diretores Nacionais estão diretamente subordinados ao
coordenação e execução técnica das atribuições da Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarquicamente.
respetiva Direção Nacional que dirigem e dos departa-
mentos nela integrados. Artigo 17.º
Chefes de Departamento
2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais:
1. Os chefes de Departamento são responsáveis pela direção,
a) Representar respetiva Direção Nacional; coordenação e execução técnica das competências do
Departamento que chefiam.
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral dos Serviços Coorperativos através do 2. Compete especialmente aos chefes de Departamento:
Diretor-Geral da Pecuária e Veterinária;
a) Submeter a despacho do respetivo diretor nacional,
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na devidamente instruídos e informados, os assuntos que
respetiva área de competência; dependam da decisão deste;
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos,
competência; financeiros e materiais afetos ao respetivo Departa-
mento, de acordo com a legislação em vigor e as
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o orientações do diretor nacional;
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional;
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
f) Apresentar, ao Diretor-Geral dos Serviços pelos funcionários do Departamento, em coordenação
Cooperativos, através do Diretor- Geral da Pecuária e com o respetivo diretor nacional e com a DNRH;
Veterinária, relatórios periódicos das atividades
desenvolvidas pela Direção Nacional; d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo
em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, pelas entidades competentes e pelo diretor nacional;
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no
âmbito da missão e das atribuições da respectiva e) Garantir a coordenação e a devida execução das
Direção Nacional; atividades do Departamento e a qualidade técnica das
atividades que de si dependam;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
coordenação com os demais serviços relevantes; eficiência da respetiva atividade;
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g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras e dos
trabalho, apoiando e motivando os funcionários; cargos de direção e chefia da Administração Pública.
m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos 1. O desenvolvimento das atribuições da Direção-Geral assenta
materiais e equipamentos afetos ao Departamento; numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
os demais Departamentos da respetiva Direção a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
bom funcionamento; mensuráveis;
o) Cumprir as instruções e ordens da direção, dadas em
matéria de serviço; b) Orçamento anual;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
pelos seus superiores hierárquicos.
d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.
3. O Chefe de Gabinete do gabinete de apoio ao Diretor-Geral
exerce as competências mencionadas no número anterior, 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
com as necessárias adaptações, e é ainda responsável por: fundamentada das suas atividades, o calendário de
programação das atividades, os meios necessários à sua
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
apoio do Diretor-Geral; controlo e avaliação.
b) Atuar como ponto focal da Direção-Geral no que diz 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
respeito a questões relacionadas com administração, atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
finanças, recursos humanos, bases de dados, prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
monitorização, logística, elaboração de planos de ação impacto no setor da pecuária e veterinária
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de coordena- 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
ção necessários para garantir o funcionamento devem descrever como foram atingidos os objetivos do
integrado dos serviços. MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
O preenchimento dos cargos de direção e chefia previstos no 1. A Direção-Geral dispõe das receitas provenientes de
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dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
Estado. manda, ao abrigo do previsto nos Artigos 38.º e 42.o do Decreto-
Lei N.º 19/2019, de 31 de Julho, publicar o seguinte diploma:
2. Constituem despesas da Direção-Geral as que resultam dos
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que CAPÍTULO I
lhe estão acometidas. Disposições Gerais
Artigo 3.º
Atribuições
Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins 1. As representações Territoriais dos Serviços des-
concentrados, nas áreas de Pescas e Aquicultura ou de
Florestas, Café e Plantas Industriais no âmbito municipal,
prosseguem as seguintes atribuições:
g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. 2. As Representações Territoriais no âmbito Municipal, são
dirigidas pelos respetivos Coordenadores Municipais,
2. Os serviços desconcentarados do MAP mencionados no equiparados para todos os efeitos legais a Chefes de
número anterior regem-se pelo princípio da especialização Departamentos, nomeados conforme o determinado no
dos serviços da administração pública e colaboram entre regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando administração pública, diretamente subordinados ao
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Diretor-Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos,
harmoniosa unitária, integrada e coerente do Ministério da nomeadamente nas áreas dos serviços de Pescas e
Agricultura e Pescas; Aquicultura ou ao Diretor-Geral das Florestas, do Café e
das Plantas Industriais, nomeadamente nas áreas dos
CAPÍTULO II serviços de Florestas, Café e Plantas Industriais.
Estrutura Orgânica Funcional das Representações
Territoriais 3. As Representações Territoriais mencionadas no número 1,
dos Serviços Desconcentrados a níveis Municipais regem-se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais
SECÇÃO I órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
Estrutura atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Direção Geral das Pescas,
Artigo 4.º Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da Direção Geral
Estrutura Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do MAP.
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura pro- 2. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
ssegue, em relação ao respetivo Município, as seguintes Industriais prossegue, seguintes atribuições:
atribuições:
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade conformidade com as orientações superiores;
com as orientações superiores;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza
b) Implementar os programas e as políticas de natureza técnica de acordo com o plano de ação anual e as
técnica de acordo com o plano de ação anual e as orientações superiores;
orientações superiores;
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que florestas;
sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração e Recursos Humanos a d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
nível municipal; das florestas e produção das plantas industriais;
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos f) Disseminar informações relativas aos programas e
do MAP relacionada com a sua missão; projetos do MAP, relacionadas com a sua missão;
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade nas áreas de florestas, café e plantas industriais em
com as orientações superiores; conformidade com as orientações superiores;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
sejam necessárias, em coordenação com o departamento florestas;
dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal; d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
das florestas e produção das Plantas Industriais;
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
sustentável, nomeadamente através da prestação de e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
apoio técnico; membros da comunidade para a missão, as áreas de
atividades e os programas do MAP;
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
do MAP relacionada com a sua missão; f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da do MAP relacionada com a sua missão;
produção alimentar;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores sobre a sejam necessárias, em coordenação com o
missão, as áreas de atividades e programas do MAP; Departamento de Planeamento, Administração e
Finanças;
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Departamento de Planeamento, Administração e trimestrais e anuais;
Finanças;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientação superior.
trimestrais e anuais;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
orientação superior. todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
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conforme o determinado no regime das carreiras e dos sustentável, nomeadamente através da prestação de
cargos de direção e chefia da administração pública, apoio técnico;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais, exercendo à linha de coordenação e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
com a direção dos Serviços de Agricultura a nível do MAP relacionada com a sua missão;
municipal, nomeadamente nas áreas de serviços das
Florestas, Café e Plantas Industriais e gestão dos recursos f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
humanos. produção alimentar;
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
do MAP relacionada com a sua missão; nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
com as orientações superiores;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- b) Implementar os programas e as políticas de natureza
mento de Planeamento, Administração e Finanças; técnica de acordo com o plano de ação anual e as
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientações superiores;
trimestrais e anuais;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por sejam necessárias, em coordenação com o
orientação superior. Departamento dos Serviços de Administração,
Finanças e Recursos Humanos a nível municipal;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado sustentável, nomeadamente através da prestação de
conforme o determinado no regime das carreiras e dos apoio técnico;
cargos de direção e chefia da administração pública,
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas, e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a do MAP relacionada com a sua missão;
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. produção alimentar;
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura; j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
Industriais; 3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no
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âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador cargos de direção e chefia da administração pública,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
de Departamento, nomeado conforme o determinado no Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor- nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
linha de coordenação com a direção dos serviços de
agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de SUBSECÇÃO VI
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos Representação Territorial Municipal de Ainaro
humanos.
Artigo 20.º
Artigo 19.º Estrutura
Representação Territorial de Florestas, Café
e Plantas Industriais 1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Ainaro
no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, de Florestas,
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas:
Industriais tem por missão desenvolver os serviços
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
níveis centrais relevantes. Industriais;
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
áreas de atividades e programas do MAP; sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
mento de Planeamento, Administração e Finanças;
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Departamento de Planeamento, Administração e trimestrais e anuais;
Finanças;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientação superior.
trimestrais e anuais;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
orientação superior. todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no cargos de direção e chefia da administração pública,
âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
de Departamento, nomeado conforme o determinado no direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos Serviços de
SUBSECÇÃO VII
Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Representação Territorial Municipal de Covalima
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
humanos.
Artigo 23.º
Artigo 22.º
Estrutura
Artigo 22.º
Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de
Industriais
Covalima no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura,
e Plantas Industriais
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas das Florestas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes
Industriais tem por missão desenvolver os serviços estruturas:
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
serviços da direção de Agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes. b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
Industriais;
2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus-
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
seguintes atribuições: Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
dos serviços da administração pública e colaboram entre
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
conformidade com as orientações superiores; harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
b) Implementar os programas e as políticas de natureza Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
técnica de acordo com o plano de ação anual e as MAP.
orientações superiores;
Artigo 24.º
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
florestas;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
das florestas e produção das Plantas Industriais; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com os serviços da direção de agricultura a
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais nível municipal e a níveis centrais relevantes.
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2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Industriais
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
atribuições: atribuições:
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
com as orientações superiores; conformidade com as orientações superiores;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
sejam necessárias, em coordenação com o departamento florestas;
dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal; d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
das florestas e produção das Plantas Industriais;
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
sustentável, nomeadamente através da prestação de e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
apoio técnico; membros da comunidade para a missão, áreas de
atividades e programas do MAP;
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
do MAP relacionada com a sua missão; f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
do MAP relacionada com a sua missão;
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
produção alimentar; g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, mento de Planeamento, Administração e Finanças;
áreas de atividades e programas do MAP;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que trimestrais e anuais;
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
mento de Planeamento, Administração e Finanças; i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; 3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
orientação superior. conforme o determinado no regime das carreiras e dos
cargos de direção e chefia da administração pública,
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe direção dos serviços de agricultura a nível municipal,
de Departamento, nomeado conforme o determinado no nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à SUBSECÇÃO VIII
linha de coordenação com a direção dos Serviços de Representação Territorial Municipal de Dili
Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos Estrutura
humanos. Artigo 26.º
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito Industriais tem por missão desenvolver os serviços
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
coordenação com os serviços da direção de agricultura a e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
nível municipal e a níveis centrais relevantes. serviços da direção de Agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes.
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus-
atribuições: triais prossegue, em relação ao respetivo município, as
seguintes atribuições:
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
com as orientações superiores; nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
conformidade com as orientações superiores;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza
técnica de acordo com o plano de ação anual e as b) Implementar os programas e as políticas de natureza
orientações superiores; técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o departamento c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
dos serviços de administração, finanças e recursos florestas;
humanos a nível municipal;
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura das florestas e produção das Plantas Industriais;
sustentável, nomeadamente através da prestação de
apoio técnico; e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
membros da comunidade para a missão, áreas de
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos atividades e programas do MAP;
do MAP relacionada com a sua missão;
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da do MAP relacionada com a sua missão;
produção alimentar;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, sejam necessárias, em coordenação com o
áreas de atividades e programas do MAP; Departamento de Planeamento, Administração e
Finanças;
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
mento de Planeamento, Administração e Finanças; trimestrais e anuais;
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
trimestrais e anuais; orientação superior.
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por 3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
orientação superior. pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no conforme o determinado no regime das carreiras e dos
âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador cargos de direção e chefia da administração pública,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
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Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal, áreas de atividades e programas do MAP;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
SUBSECÇÃO IX mento de Planeamento, Administração e Finanças;
Representação Territorial Municipal de Aileu
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Artigo 29.º trimestrais e anuais;
Estrutura j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Aileu
no domínio das áreas de Aquicultura, de Florestas, Café e 3. A Representação Territorial de Aquicultura, no âmbito
Plantas Industriais tem as seguintes estruturas: Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
a) Representação Territorial de Aquicultura; de Departamento, nomeado conforme o determinado no
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Industriais; Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos Serviços de
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização serviços da aquicultura e gestão dos recursos humanos.
dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando Artigo 31.º
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Representação Territorial de Florestas, Café
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral e Plantas Industriais
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
MAP. Industriais tem por missão desenvolver os serviços
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
Artigo 30.º e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
Representação Territorial de Aquicultura serviços da direção de Agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes.
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Industriais
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
coordenação com os serviços da direção de agricultura a atribuições:
nível municipal e a níveis centrais relevantes.
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
2. A Representação Territorial de Aquicultura prossegue, em nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
relação ao respetivo município, as seguintes atribuições: conformidade com as orientações superiores;
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais b) Implementar os programas e as políticas de natureza
na área da aquicultura em conformidade com as técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores; orientações superiores;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
técnica de acordo com o plano de ação anual e as florestas;
orientações superiores;
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
das florestas e produção das plantas industriais;
sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração, finanças e recursos
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
humanos a nível municipal;
membros da comunidade para a missão, áreas de
d) Estimular a aquicultura sustentável, nomeadamente atividades e programas do MAP;
através da prestação de apoio técnico;
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos do MAP relacionada com a sua missão;
do MAP relacionada com a sua missão;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
produção alimentar; mento de Planeamento, Administração e Finanças;
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h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, técnica de acordo com o plano de ação anual e as
trimestrais e anuais; orientações superiores;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
orientação superior. sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração, finanças e recursos
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida humanos a nível municipal;
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
conforme o determinado no regime das carreiras e dos sustentável, nomeadamente através da prestação de
cargos de direção e chefia da administração pública, apoio técnico;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal, do MAP relacionada com a sua missão;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
produção alimentar;
SUBSECÇÃO X
Representação Territorial Municipal de Bobonaro g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
áreas de atividades e programas do MAP;
Artigo 32.º
Estrutura h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Departamento de Planeamento, Administração e
Bobonaro no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, Finanças;
das Florestas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes
estruturas: i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas orientação superior.
Industriais;
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
dos serviços da administração pública e colaboram entre de Departamento, nomeado conforme o determinado no
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da linha de coordenação com a direção dos Serviços de
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
MAP. serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
humanos.
Artigo 33.º
Representação Territorial de Pescas Artigo 34.º
e Aquicultura Representação Territorial de Florestas, Café
e Plantas Industriais
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita Industriais tem por missão desenvolver os serviços
coordenação com os serviços da direção de agricultura a técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
nível municipal e a níveis centrais relevantes. e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura níveis centrais relevantes.
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
atribuições: 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Industriais
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais atribuições:
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
com as orientações superiores; a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
b) Implementar os programas e as políticas de natureza conformidade com as orientações superiores;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 101
Jornal da República
b) Implementar os programas e as políticas de natureza Artigo 36.º
técnica de acordo com o plano de ação anual e as Representação Territorial de Aquicultura
orientações superiores;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
florestas; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com os serviços da direção de agricultura a
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável nível municipal e a níveis centrais relevantes.
das florestas e produção das plantas industriais;
2. A Representação Territorial de Aquicultura prossegue, em
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais relação ao respetivo município, as seguintes atribuições:
membros da comunidade para a missão, áreas de
atividades e programas do MAP; a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
na área de aquicultura em conformidade com as
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos orientações superiores;
do MAP relacionada com a sua missão;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que técnica de acordo com o plano de ação anual e as
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- orientações superiores;
mento de Planeamento, Administração e Finanças;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, sejam necessárias, em coordenação com o departamento
trimestrais e anuais; dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por d) Estimular a aquicultura sustentável, nomeadamente
orientação superior. através da prestação de apoio técnico;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para do MAP relacionada com a sua missão;
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
cargos de direção e chefia da administração pública, produção alimentar;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal, áreas de atividades e programas do MAP;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
SUBSECÇÃO XI mento de Planeamento, Administração e Finanças;
Representação Territorial Municipal de Ermera i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
Artigo 35.º
Estrutura j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Ermera
no domínio das áreas de Aquicultura, das Florestas, Café e 3. A Representação Territorial de Aquicultura, no âmbito
Plantas Industriais tem as seguintes estruturas: Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
a) Representação Territorial de Aquicultura; de Departamento, nomeado conforme o determinado no
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Industriais; Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos serviços de
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização serviços da aquicultura e gestão dos recursos humanos.
dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando Artigo 37.º
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Representação Territorial de Florestas, Café
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral e Plantas Industriais
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
MAP. Industriais tem por missão desenvolver os serviços
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técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os Industriais;
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes. 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus- dos serviços da administração pública e colaboram entre
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
seguintes atribuições: as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
conformidade com as orientações superiores; MAP.
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
trimestrais e anuais; sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração, finanças e recursos
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por humanos a nível municipal;
orientação superior.
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida sustentável, nomeadamente através da prestação de
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para apoio técnico;
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
cargos de direção e chefia da administração pública, do MAP relacionada com a sua missão;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
direção dos Serviços de agricultura a nível municipal, produção alimentar;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
áreas de atividades e programas do MAP;
SUBSECÇÃO XII
Representação Territorial Municipal de Liquiçá h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o
Artigo 38.º Departamento de Planeamento, Administração e
Estrutura Finanças;
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Liquiçá i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, das Flores- trimestrais e anuais;
tas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas:
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura; orientação superior.
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3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no cargos de direção e chefia da administração pública,
âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
de Departamento, nomeado conforme o determinado no direção dos serviços de agricultura a nível municipal,
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor- Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos serviços de CAPÍTULO III
agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de Coordenadores e Recursos Humanos
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
humanos. Secção I
Coordenadores
Artigo 40.º
Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas Artigo 41o
Industriais Coordenador Representação Municipal
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para subordinados, nos termos da lei;
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos i) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
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necessárias com Direção dos Serviços de Agricultura periféricos são aprovados nos termos do disposto do regime
Municipal e outros serviços Municipais ou instituições das carreiras e dos cargos de direção e chefia da Administração
de modo a prosseguir a missão da Representação Pública.
Municipal com a devida eficiência e eficácia;
Artigo 44.º
j) Supervisionar a recolha de dados operacionais e a
Conteúdos Funcionais
produção de contributos para o plano de ação anual e
orçamento dos serviços que de si dependem, velar pela
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
sua harmonização, coerência e qualidade e remetê-las
ao Diretor-Geral; pessoal dos serviços de Representações Municipais são
aprovados por despacho do Ministro da Agricultura e Pescas,
k) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos publicado na 2.ª série do Jornal da República, mediante
princípios da legalidade, transparência, coerência e proposta apresentada pelos respetivos Diretores-Gerais dos
racionalização, em coordenação com os demais serviços; serviços técnicos relevantes.
n) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o 1. O desenvolvimento das atribuições dos serviços de
bom funcionamento da respetiva represetação Representações Municipais assenta numa gestão por
municipal; objetivos e num adequado controlo orçamental,
disciplinado pelos seguintes instrumentos:
o) Coordenar a execução e o controlo das dotações
orçamentais atribuídas, em coordenação com os a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
serviços centrais;
atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis;
p) Exercer as competências que a lei lhes confere em
matéria de avaliação de desempenho;
b) Orçamento anual;
q) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos funcinários;
c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
r) Promover a realização de reuniões de trabalho Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.
periódicas com os funcionários que de si dependem,
de modo a estar permanentemente informado sobre as 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
atividades dos serviços da representação municipal; fundamentada das suas atividades, o calendário de
programação das atividades, os meios necessários à sua
s) Remeter aos Diretores-Gerais relatórios semanais viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
mensais, trimestrais e anuais sobre as atividades da controlo e avaliação.
respetiva Representação Municipal e correspondentes
serviços, bem como uma avaliação crítica dos 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
progressos atingidos; atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
t) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível impacto nos setores tutelados pelo MAP.
com a natureza das suas funções.
4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
Artigo 42.º
devem descrever como foram atingidos os objetivos do
Nomeação
MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
O preenchimento dos cargos de direção e chefia previstos no
presente diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras Artigo 46.º
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública. Receitas e Despesas
f) Direção Nacional de Quarentena e Biossegurança. e) Fornecer o apoio necessário para a execução dos
projetos aprovados e realizados ao abrigo do Fundo
2. As direções nacionais mencionadas no número anterior de Desenvolvimento Comunitário relacionados com a
estão na direta dependência da Direção Geral de agricultura, florestas, pescas e pecuária, em
Cooperação e Desenvolvimento Institucional e são coordenação com as autoridades relevantes;
dirigidas por um diretor nacional subordinado hierar-
quicamente à Direção Geral de Cooperação e Desenvol- f) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
vimento Institucional. anuais;
3. As direções nacionais mencionadas no número 1, regem-se g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais Artigo 6.º
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas Estrutura
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Direção Geral de 1. Integram a estrutura de Pesquisa e Estatística os seguintes
Cooperação e Desenvolvimento Institucional do MAP. Departamentos:
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a) Departamento de Criação, Produção, Inovação e h) Desenvolver tecnologias adequadas à produção de
Tecnologia Pós-Colheita; ração animal através de produtos disponíveis;
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
dos Departamentos, desde que exista um volume de para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a de atividades, relatórios de execução e da proposta de
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 orçamento do Departamento;
trabalhadores.
l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
4. Junto da Direção Nacional de Pesquisa e Estatística, funciona racional execução orçamental;
um gabinete de apoio administrativo ao Diretor Nacional
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
para efeitos salariais, a chefe de secção. trimestrais e anuais;
b) Receber, tratar e analisar os dados recolhidos pelos a) Assegurar a coordenação e monitorização, bem como
equipamentos de informação estatística agrícola e o contínuo desenvolvimento e execução de projetos
disseminar as informações recolhidas pelos serviços com os parceiros de desenvolvimento, organizações
relevantes; internacionais e organizações não-governamentais
nacionais e internacionais (ONGN-ONGI) no âmbito da
c) Estabelecer os necessários mecanismos de segurança alimentar;
coordenação com entidades com atribuições conexas;
b) Implementar, em coordenação com os demais serviços
d) Assegurar a recolha de dados junto do Departamento relevantes, os mecanismos necessários para garantir a
de pesquisa e de outros serviços de modo a prosseguir criação de condições de segurança alimentar
com a sua missão; adequadas;
c) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ f) Promover a integração profissional dos participantes
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos dos cursos apoiados ou promovidos pelo MAP;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do Departamento; g) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
d) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; h) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei;
f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e 1. Integram a estrutura da DNFTA os seguintes Departa-
das outras disposições legais relacionadas com a sua mentos e serviços equiparados a Departamento:
missão;
a) Departamento de Currículo e Avaliação do Ensino
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Técnico Agrícola;
instrução superior;
b) Departamento de Formação Técnica Agrícola;
3. O Departemento de Coordenação dos Assuntos Alimentares
e Nutrição das Linhas Ministeriais é dirigido por um chefe c) Escola Técnica Agrícola de Natarbora;
de departemento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública, e d) Escola Técnica Agrícola de Moleana.
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Segurança
Alimentar. 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
pelo princípio da especialização dos serviços da
Subsecção III administração pública e colaboram entre si e com os demais
Direção Nacionál de Formação e Treinamento Agrícola órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
Artigo 14.º unitária, integrada e coerente da DNFTA.
Atribuições
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
1. A Direção Nacional de Formação e Treinamento Agrícola, dos Departamentos, desde que exista um volume de
abreviadamente designada por DNFTA, tem por missão trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
promover, desenvolver e implementar programas de supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
formação especializada no âmbito das atribuições do MAP. trabalhadores.
e) Estabelecer uma colaboração estreita com a b) Desenvolver um plano de trabalho relacionado com os
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serviços de formação, nomeadamente no âmbito da 2. Compete especialmente ao Departamento de Formação
preparação do plano ou dos programas anuais, análise Técnica Agrícola:
do plano de ensino anual, em coordenação com os
serviços relevantes do Ministério da Educação; a) Participar na formulação e atualização dos currículos
das escolas técnicas profissionais agrícolas, em
c) Monitorizar a implementação dos programas coordenação com as demais entidades competentes;
curriculares e a avaliação e exames finais de acordo
com o plano de ação anual; b) Promover o adequado funcionamento e gestão das
escolas técnicas profissionais agrícolas;
d) Elaborar o manual de exame nacional;
d) Ministrar cursos de ensino pós-secundário na área do 2. Compete especialmente à Escola Técnica Agrícola de
ensino técnico agrícola, nos termos da lei; Moleana:
e) Implementar programas de educação não formal e a) Implementar, coordenar e avaliar o currículo do ensino
ministrar cursos de curta duração nas áreas de tutela técnico agrícola;
do Ministério, em estreita colaboração com outras
entidades com atribuições conexas; b) Assegurar o funcionamento do ensino secundário
técnico agrícola da responsabilidade do Ministério da
f) Promover e incentivar programas de aprendizagem ao Agricultura e Pescas, colaborando sempre que
longo da vida; necessário com o Ministério da Educação;
j) Prestar o apoio necessário aos restantes Departamentos g) Capacitar os técnicos de agricultura, horticultura,
da DNFTA para a elaboração do plano de ação anual, pecuária, veterinária, florestas e pescas, em
dos planos de atividades, relatórios de execução e coordenação com os demais serviços relevantes, de
proposta de orçamento do Departamento; modo a promover a sua independência, o aperfeiçoa-
mento dos seus conhecimentos técnicos e o
k) Colaborar com os restantes Departamentos da DNFTA empreendedorismo nacional.
e demais serviços do MAP de modo a garantir uma boa h) Desenvolver investigações científicas nas áreas de
e racional execução orçamental; tutela do Ministério, de modo a prestar um melhor
serviço à comunidade, em coordenação com as demais
l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, entidades competentes.
trimestrais e anuais;
i) Promover a constante profissionalização dos seus
m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e alunos, de modo a garantir a existência de recursos
das outras disposições legais relacionadas com a sua humanos com qualidade nas suas áreas de formação;
missão;
j) Prestar o apoio necessário aos restantes Departamentos
n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por da DNFTA para a elaboração do plano de ação anual,
instrução superior. dos planos de atividades, relatórios de execução e da
proposta de orçamento do Departamento;
3. A Escola Técnica Agrícola de Natarbora é dirigido por um
Diretor da Escola, equiparado em todos os efeitos legais à k) Colaborar com os restantes Departamentos da DNFTA
chefe de departemento, provido nos termos do regime dos e demais serviços do MAP de modo a garantir uma boa
cargos de direção e de chefia da administração pública e e racional execução orçamental;
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Formação
e Treinamento Agrícola. l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais
trimestrais e anuais;
Artigo 19.º
Escola Técnica Agrícola de Moleana m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua
1. A Escola Técnica Agrícola de Moleana é um serviço do missão;
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n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por l) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei;
instrução superior.
Artigo 21.º
3. A Escola Técnica Agrícola de Moleana é dirigido por um Estrutura
Diretor da Escola, equiparado em todos os efeitos legais à
chefe de departemento, provido nos termos do regime dos 1. Integram a estrutura da DNEA os seguintes Departamentos
cargos de direção e de chefia da administração pública, e e serviços equiparados a Departamento:
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Formação
e Treinamento Agrícola. a) Departamento de Formação e Capacitação da Extensão
Agrícola;
Subsecção IV
Direção Nacional de Extensão Agrícola b) Departamento de Desenvolvimento do Programa e da
Metodologia de Extensão;
Artigo 20.º
Atribuições c) Departamento de Informação Agrícola;
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, d) Coordenar e cooperar bem com a DNAF, DNPPM e a
trimestrais e anuais; UAJ na elaboração do plano de acção anual, dos planos
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de atividades, relatórios de execução e da proposta de directamente subordinado ao Diretor Nacional de Extensão
orçamento do Departamento; Agrícola.
f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e 1. O Departamento de Informação Agrícola é a unidade dos
das outras disposições legais em vigor; serviços responsável por implementar a missão da DNEA
conexas a Estratégias de Desenvolvimento da Média que
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por apoia as tarefas da Extensão Agrícola;
instrução superior.
2. Compete específicamente ao Departamento de Informação
3. O Departemento de Formação e Capacitação da Extensão Agrícola:
Agrícola é dirigido por um chefe de departemento, provido
nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da a) Criar e desenvolver a Média que apoia a Extensão
administração pública, e directamente subordinado ao Agrícola;
Diretor Nacional de Extensão Agrícola.
b) Realizar periodicamente a cobertura de Informação
Artigo 23.º Agrícola dos Municípios, fazer correcção e
Departamento de Desenvolvimento do Programa e da redivulgação;
Metodologia de Extensão
c) Promover periodicamente os resultados da aplicação
1. O Departamento de Desenvolvimento do Programa e da das “Boas Práticas Agrícolas (BPA)” através da Média
Metodologia de Extensão é a unidade de serviços de Extensão Agrícola;
responsavel por implementar a missão da DNEA conexas a d) Estabelecer e desenvolver mecanismos de coordenação
Estratégias de Desenvolvimento do Programa e da e cooperação de serviços com todas as entidades
Metodologia de Extensão Agrícola; relevantes (internais e externais da DNEA) na
implementação das suas tarefas;
2. Compete específicamente ao Departamento de Desenvolvi-
mento do Programa e de Metodologia da Extensão Agrícola: e) Coordenar e cooperar bem com a DNAF, DNPPM e a
UAJ na elaboração do plano de acção anual, dos planos
a) Desenvolver o programa e a metodologia de extensão de atividades, relatórios de execução e da proposta de
agrícola; orçamento do Departamento;
b) Identificar, formular, monitorizar e avaliar programas e 4. Junto da Direção Nacional de Agro-Comércio e Cooperação
projetos estratégicos de interesse do MAP relacionados do Setor Privado funciona um gabinete de apoio
com a sua missão e emitir pareceres sobre a sua administrativo ao Diretor Nacional que é coordenado por
viabilidade técnica e económica; um chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
chefe de secção.
c) Colaborar com as entidades relevantes na formulação
de directrizes e estratégias de acção nas áreas de crédito Artigo 27.º
rural e incentivos fiscais; Departamento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros
d) Garantir a recolha e o tratamento de informação relativa
aos mercados agrícolas; 1. O Departamento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros é o
e) Produzir informação técnica-económica relativa à serviço responsável por estudar as potencialidades
explorações agrícolas; relativas à comercialização de produtos agrícolas, florestais
animais e pesqueiros.
f) Apoiar o desenvolvimento produtivo e industrial do
setor agrário; 2. Compete especialmente ao Departamento de Promoção da
Comercialização de Produtos Agrícolas, Florestais, Animais
g) Implementar medidas adequadas para o desenvolvi- e Pesqueiros:
mento do setor agro-alimentar;
a) Acompanhar as atividades de comercialização dos
h) Promover, em coordenação com os Ministérios com produtos agrícolas, florestais, café, plantas industriais,
atribuições conexas, o desenvolvimento rural, animais e pescado;
encorajando um sistema cooperativo de produção e
comercialização da produção agrícola; b) Estabelecer um sistema de informação de mercado dos
produtos agrícolas, florestais, café, plantas industriais,
i) Identificar e facilitar a promoção de produtos agrícolas, animais e pescado e manter os respetivos dados
florestais e animais de origem nacional, nomeadamente atualizados;
através da procura de novos mercados;
c) Recolher e disseminar informação sobre a
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, comercialização de produtos agrícolas, florestais, café,
trimestrais e anuais; plantas industriais, animais e pescado;
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. d) Estudar e analisar o mercado de produtos agrícolas,
florestais, plantas industriais, café, animais e pescado
Artigo 26.º e as respetivas cadeias de valor acrescentado;
Estrutura e) Desenvolver análises de custo-benefício;
1. Integram a estrutura da DNACCSP os seguintes Departa- f) Acompanhar e disseminar informação sobre os preços
mentos: de produtos agrícolas, florestais, café, plantas
industriais, animais e pescado;
a) Departamento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros; g) Estudar e analisar o mercado agrícola, florestal, animal
e do pescado, bem como as suas potencialidades e o
b) Departamento de Apoio Técnico ao Setor Privado; valor dos produtos;
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
dos Departamentos, desde que exista um volume de racional execução orçamental;
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k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, 3. O Departemento de Apoio Técnico ao Setor Privado é
trimestrais e anuais; dirigido por um chefe de departemento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e administração pública, e directamente subordinado ao
das outras disposições legais relacionadas com a sua Diretor Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do Setor
missão; Privado.
1. O Departamento de Quarentena de Plantas é o serviço res- 3. O Departemento de Quarentena de Plantas é dirigido por
ponsável por garantir a aplicação e fiscalizar o cumprimento um chefe de departemento, provido nos termos do regime
da lei aplicável à quarentena no âmbito da importação e dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
exportação de plantas, sementes, produtos florestais, e directamente subordinado ao Diretor Nacional de
produtos vegetais e amostras de solo. Quarentena e Biossegurança.
a) Emitir certificados fitossanitários, nos termos da lei; 1. O Departamento de Quarentena de Animais é o serviço
responsável por garantir a aplicação e fiscalizar o
b) Assegurar a aplicação das medidas de quarentena a cumprimento da lei aplicável à quarentena no âmbito da
plantas ou produtos derivados; importação e exportação de animais e produtos derivados;
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
trimestrais e anuais; subordinados, nos termos da lei;
l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por i) Coordenar a definição de regras operacionais e
instrução superior;
procedimentos que permitam harmonizar o
funcionamento integrado e a articulação dos serviços
3. O Departemento de Quarentena de Animais é dirigido por
do MAP, em colaboração com os Diretores-Nacionais
um chefe de departemento, provido nos termos do regime
e o Inspector Geral;
dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
e directamente subordinado ao Diretor Nacional de
Quarentena e Biossegurança. j) Coordenar a harmonização e coerência do plano de ação
anual do MAP e da proposta de orçamento, após
CAPÍTULO III receber os contributos das demais Direções Gerais e
Direção, Chefia e Recursos Humanos do Gabinete de Inspeção, Fiscalização e Auditoria,
velando pela apresentação de um plano de ação e uma
Secção I proposta de orçamento coerente, bem justificada e de
Direção e Chefia acordo com os objetivos superiormente traçados para
o MAP;
Artigo 35.º
Diretor-Geral de Cooperação e Desenvolvimento k) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
Institucional necessárias com outros serviços públicos ou
instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção
1. O Diretor-Geral de Cooperação e Desenvolvimento Geral de Cooperação e Desenvolvimento Institucional
Institucional é o responsável máximo pela direção, com a devida eficiência e eficácia;
supervisão e execução das atribuições da Direção Geral de
Cooperação e Desenvolvimento Institucional que desta
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
dependem e responde directamente aos membros do
princípios da legalidade, transparência, coerência e
Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e Pescas.
racionalização, em coordenação com os demais serviços;
2. Compete especialmente ao Diretor-Geral de Cooperação e
Desenvolvimento Institucional: m) Remeter aos membros do Governo relatórios mensais,
trimestrais e anuais sobre as atividades da Direção Geral
a) Representar a Direção Geral de Cooperação e e correspondentes serviços, bem como uma avaliação
Desenvolvimento Institucional; crítica dos progressos atingidos;
b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
funcionamento de todos os serviços que se encontrem com a natureza das suas funções.
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Artigo 36.º 3. Os diretores-nacionais estão directamente subordinados
Diretores Nacionais ao Diretor-Geral, perante o qual respondem hierar-
quicamente.
1. Os Diretores-Nacionais são responsáveis pela direção,
coordenação e execução técnica das atribuições das Artigo 37.º
respetivas Direções Nacionais que dirigem e dos Chefes de Departamento
Departementos nelas integrados.
1. Os chefes de Departamento são responsáveis pela direção,
2. Compete especialmente aos Diretores-Nacionais: coordenação e execução técnica das competências dos
Departamentos que chefiam.
a) Representar respetiva Direção Nacional;
2. Compete especialmente aos chefes de Departamento:
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral; a) Submeter a despacho do respetivo diretor-nacional,
devidamente instruídos e informados, os assuntos que
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na dependam da decisão deste;
respetiva área de competência;
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos,
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de financeiros e materiais afetos ao respetivo
competência; Departemento, de acordo com a legislação em vigor e
as orientações do diretor-nacional.
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional; c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação
f) Apresentar, ao Diretor-Geral, relatórios periódicos das com o repectivo diretor nacional e com a DNRH;
atividades desenvolvidas pela Direção Nacional;
d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no pelas entidades competentes e pelo diretor nacional;
âmbito da missão e das atribuições da respetiva Direção
Nacional; e) Garantir a coordenação e a devida execução das
atividades do Departamento e a qualidade técnica das
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações atividades que de si dependam;
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em
coordenação com os demais serviços relevantes; f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
eficiência da respetiva atividade;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
humanos; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
matéria de avaliação de desempenho; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
Departamento; respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho
e a assunção de responsabilidade por parte dos
l) Promover a realização de reuniões de trabalho funcionários;
periódicas com os chefes de Departamentos que de si
dependem, de modo a estar permanente informado i) Identificar as necessidades específicas de formação dos
sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional; funcionários do Departamento e propor a frequência
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com das ações de formação consideradas adequadas ao
as demais direções nacionais e demais serviços do suprimento das referidas necessidades, em coordenação
MAP, garantindo o seu bom funcionamento; com os serviços competentes pela elaboração do plano
de formação e após aprovação pelo diretor-nacional;
n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
cumprimento das demais legislações em vigor; pontualidade e cumprimento do período normal de
trabalho por parte dos funcionários do respetivo
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; Departamento;
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
com natureza das suas funções. Departamento;
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l) Promover a realização de reuniões de trabalho Secção II
periódicas com os funcionários do Departamento, de Recursos Humanos
modo a estar permanentemente informado sobre as
atividades dos serviços do Departamento; Artigo 39.º
Quadro de Pessoal, Dirigentes e Chefias
m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
materiais e equipamentos afetos ao Departamento; O quadro de pessoal, dirigentes e chefias da Direção Geral é
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
os demais Departamentos da respetiva Direção
Artigo 40.º
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu
Conteúdos Funcionais
bom funcionamento;
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dados pessoal da Direção Geral são aprovados por despacho do
em matéria de serviço; Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do
Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas Diretor-Geral.
pelos seus superiores hierárquicos.
CAPÍTULO IV
3. O coordenador do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce FINANÇAS
as competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por: Artigo 41.º
Instrumentos de Gestão
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio ao Diretor-Geral; 1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
b) Atuar como ponto focal da Direção-Geral no que diz orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
respeito a questões relacionadas com administração,
finanças, recursos humanos, bases de dados, a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis;
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de
b) Orçamento anual;
coordenação necessários para garantir o
funcionamento integrado dos serviços.
c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
4. Os Chefes dos gabinetes de apoio aos Diretores-Nacionais, d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual;
exercem as competências mencionadas no número anterior,
com as necessárias adaptações, e é ainda responsável por: 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
fundamentada das suas atividades, o calendário de
c) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de programação das atividades, os meios necessários à sua
apoio ao Diretor-Nacional; viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
controlo e avaliação.
d) Atuar como ponto focal da Direção Nacional no que
diz respeito a questões relacionadas com adminis- 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
tração, finanças, recursos humanos, bases de dados, atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
de atividades, relatórios de execução e propostas de impacto na segurança pública em Timor-Leste.
orçamento, estabelecendo os mecanismos de
coordenação necessárias para garantir o funcionamento 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
integrado dos serviços da Direção Nacional. devem descrever como foram atingidos os objetivos do
MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
Artigo 38.º
Artigo 42.º
Nomeação
Receitas e Despesas
O preenchimento dos cargos de direção e chefia, previstos no
1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de
presente diploma, efetua-se nos termos do regime de carreiras dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública; Estado.
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2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que manda, ao abrigo do previsto no Artigo 42.º do Decreto-Lei Nº.
lhe estão acometidas. 19/2019, de 31 de Julho publicar o seguinte diploma:
CAPÍTULO V CAPÍTULO I
Disposições Finais e Transitórias
Disposições gerais
Artigo 43.º
Artigo 1.º
Norma Revogatória
Objeto
É revogado o Diploma Ministerial N.o 15/2016, de 3 de Fevereiro.
O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
Artigo 44.º ORGÂNICA FUNCIONAL do Gabinete de Inspeção, Auditoria,
Entrada em Vigor Monitorização e Avaliação, doravante designado por GIAMA,
do Ministério da Agricultura e Pescas, abreviadamente
O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua designado por MAP.
publicação.
Artigo 2.
Natureza e Missão
Díli, 27 de Dezembro de 2019
1. O Gabinete de Inspeção, Auditoria, Monitorização e
Avaliação, abreviadamente designado por GIAMA é a
O Ministro da Agricultura e Pescas, unidade orgânica de apoio ao Ministro que tem por missão
realizar acções de Inspeção, Auditoria, Monitorização e
Avaliação em todas as estruturas orgânicas legalmente
dependentes do MAP, em quaisquer níveis funcionais e
Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins hierárquicos e em quaisquer actividades por elas
desenvolvidas.
e) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e h) Colaborar com os Diretores-Gerais e Unidade de Apoio
anuais; Jurídico no sentido de definirem conjuntamente regras
operacionais e procedimentos que permitam harmonizar
f) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. o funcionamento integrado e a articulação dos serviços;
4. O Inspetor-Geral é o responsável máximo pela direção, n) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
supervisão e execução das atribuições do GIAMA e dos princípios da legalidade, transparência, coerência e
serviços que deste dependem e responde diretamente aos racionalização, em coordenação com os demais serviços;
Membros do Governo responsáveis pela pasta da
Agricultura e Pescas. o) Remeter aos membros do Governo relatórios semanais,
mensais, trimestrais e anuais sobre as atividades do
5. Compete especialmente ao Inspetor-Geral: GIAMA e correspondentes serviços bem como uma
avaliação crítica dos progressos atingidos;
a) Representar o GIAMA;
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
b) Implementar e utilizar os mecanismos de controlo com a natureza das suas funções.
interno do MAP;
Artigo 7.º
c) Acompanhar a execução orçamental do MAP e avalia- Subinspetor
la críticamente;
1. O Subinspetor é responsável pela direção, coordenação e
d) Definir o plano anual de auditorias e fiscalizações e execução técnica das atribuições dos Departamentos que
submetê-lo a aprovação do Ministro; dirigem.
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2. Compete especialmente ao Subinspetor: p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou
compatível com natureza das suas funções.
a) Representar o respetivo Subinspetor;
Artigo 8.º
b) Propor o plano de ação anual dos departamentos que Chefes de Departamentos
dirigem o Inspetor-Geral;
1. Os Chefes de Departamentos são responsáveis pela direção
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na coordenação e execução técnica das atribuições dos
respetiva área de competência; Departamentos que dirigem.
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de 2. Compete especialmente aos Chefes de Departamentos:
competência;
a) Representar o respetivo departamento;
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
bom funcionamento do respetivo Subinspetor; b) Propor o plano de ação anual do departamento ao
Subinspetor;
f) Apresentar ao Inspetor-Geral relatórios periódicos das
atividades desenvolvidas pelo Subinspetor; c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na
respetiva área de competência;
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo,
ao Inspetor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de
âmbito da missão e das atribuições do respetivo competência;
Subinspetor;
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações bom funcionamento do respetivo Departamento;
orçamentais atribuídas ao Subinspetor, em coordenação
com os demais serviços relevantes; f) Apresentar ao Subinspetor relatórios periódicos das
atividades desenvolvidas pelo Departamento;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos g) Assegurar o apoio técnico ao Subinspetor e ao
humanos; Inspetor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no
âmbito da missão e das atribuições do respetivo
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em Departamento;
matéria de avaliação de desempenho;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos orçamentais atribuídas ao Departamento, em
funcionários que de si dependem; coordenação com os demais serviços relevantes;
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível 3. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
com a natureza das suas funções. fundamentada das suas atividades, o calendário de
programação das atividades, os meios necessários à sua
Secção II viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
Recursos Humanos controlo e avaliação.