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Regras de Investigação de Acidentes Aéreos

O Jornal da República de Timor-Leste de 8 de janeiro de 2020 publica o Decreto-Lei N.º 1/2020, que aprova as regras de investigação de acidentes e incidentes com aeronaves, criando o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves. O documento também inclui a estrutura orgânica da Autoridade Aduaneira e diversas direções gerais do Ministério da Agricultura e Pescas. Além disso, apresenta um relatório sobre a Conta Geral do Estado de 2018 e uma deliberação da Comissão da Função Pública.

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Regras de Investigação de Acidentes Aéreos

O Jornal da República de Timor-Leste de 8 de janeiro de 2020 publica o Decreto-Lei N.º 1/2020, que aprova as regras de investigação de acidentes e incidentes com aeronaves, criando o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves. O documento também inclui a estrutura orgânica da Autoridade Aduaneira e diversas direções gerais do Ministério da Agricultura e Pescas. Além disso, apresenta um relatório sobre a Conta Geral do Estado de 2018 e uma deliberação da Comissão da Função Pública.

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Jornal da República

Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Série I, N.° 2

$ 8.00 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE

SUMÁRIO

GOVERNO :
Decreto-Lei N.º 1/ 2020 de 8 de Janeiro
Aprova as Regras de Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves, Cria o Gabinete de Prevenção e
Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves e Procede à Segunda Alteração ao Decreto-Lei n. o 1/2003, de
10 de março, e à Segunda Alteração ao Decreto-Lei n.o 8/2005, de 16 de novembro ............................................................... 4

Decreto-Lei N.º 2/2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica da Autoridade Aduaneira .................................................................................................................................... 10

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PESCAS :


Diploma Ministerial Nº: 1/ 2020 de 8 de Janeiro
Estrutura Orgânica Funcional da Direção-Geral de Agricultura do Ministério da Agricultura e Pescas ................................... 24

Diploma Ministerial Nº: 2/2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica-Funcional da Direção-Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais ........................................................ 33

Diploma Ministerial Nº. 3/2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica Funcional da Direção Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos do Ministério da
Agricultura e Pescas. .......................................................................................................................................................................... 46

Diploma Ministerial Nº : 4/2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica-Funcional da Direção-Geral dos Serviços Corporativos do Ministério da Agricultura e Pescas .............. 64

Diploma Ministerial N.º 5 / 2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica-Funcional da Direção-Geral de Pecuária e Veterinaria do Ministério da Agricultura e Pescas ............... 80

Diploma Ministerial Nº: 6/2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica-Funcional dos Serviços Desconcentrados do Ministério da Agricultura e Pescas ................................... 89

Diploma Ministerial Nº: 7/2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica Funcional da Direção Geral de Cooperação e Desenvolvimento Institucional do Ministério da
Agricultura e Pescas .............................................................................................................................................................................. 106

Diploma Ministerial N.º 8 / 2020 de 8 de Janeiro


Estrutura Orgânica Funcional do Gabinete de Inspeção, Auditoria, Monitorização e Avaliação o Ministério da Agricultura
e Pescas ................................................................................................................................................................................................ 123

TRIBUNAL DE RECURSO :
Relatório e Parecer Sobre a Conta Geral do Estado de 2018 ( Ver Suplemento I )

COMISSÃO DA FUNÇÃO PÚBLICA :


Deliberação Nº 123/2019/CFP ( Ver Suplemento II )

Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 3


Jornal da República
DECRETO-LEI N.º 1/ 2020 Finalmente, deve notar-se que a tendência internacional nesta
matéria tem sido a da separação administrativa da autoridade
de 8 de Janeiro reguladora da aviação civil da entidade de investigação de
acidentes e incidentes. Afinal, a separação das entidades é a
APROVA AS REGRAS DE INVESTIGAÇÃO DE mais forte garantia da independência da investigação e do
ACIDENTES E INCIDENTES COM AERONAVES, próprio trabalho da autoridade. Assim tem sido recomendado
CRIA O GABINETE DE PREVENÇÃO E pela Organização da Aviação Civil Internacional e por ela
INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES E INCIDENTES indicado nos relatórios de auditoria de segurança operacional
COM AERONAVES E PROCEDE À SEGUNDA realizados a Timor-Leste.
ALTERAÇÃO AO DECRETO-LEI N.O 1/2003, DE 10 DE
MARÇO, E À SEGUNDA ALTERAÇÃO AO Com esse pano de fundo, o presente decreto-lei prevê cumprir
DECRETO-LEI N.O 8/2005, DE 16 DE NOVEMBRO as obrigações internacionais assumidas por Timor-Leste, dar
um impulso para o início das atividades de prevenção e
investigação de acidentes e, simultaneamente, desenhar a
O transporte por via aérea é considerado a forma de transporte estrutura institucional em que as atividades de investigação e
mais segura do mundo. Todavia, a segurança operacional do prevenção de acidentes são realizadas. Para o efeito, a entidade
transporte aéreo resulta de uma constante preocupação com o que realiza a investigação terá independência funcional da
desenvolvimento dos melhores institutos e mecanismos Autoridade da Aviação Civil de Timor-Leste, de forma a que
processuais para minimizar ao máximo os danos, em vidas seja garantida a independência na avaliação e investigação de
humanas e materiais, que a atividade possa causar. É, assim, incidentes e acidentes da entidade que certifica os próprios
entendido que o estudo de incidentes e acidentes de forma operadores e, atendendo ao volume de atividade que um órgão
independente, com a elaboração de conclusões de deste género apresenta, seja ajustada ao volume e tipo de
investigações adequadamente levadas a cabo, numa forma funções que se espera deste serviço.
isenta de responsabilização, constitui o procedimento que
Assim, o Governo decreta, nos termos da alínea e) do n.º 1 do
melhores resultados produz na identificação dos riscos da
artigo 115.º e da alínea d) do artigo 116.º da Constituição da
atividade da aviação civil e sua correspondente correção.
República, para valer como lei, o seguinte:
Tal entendimento está alinhado com o quadro normativo
Capítulo I
internacional, onde pontifica a Convenção da Aviação Civil
Disposições gerais
Internacional, assinada em Chicago em 7 de dezembro de 1944,
abreviadamente designada por “Convenção de Chicago”,
Artigo 1.º
ratificada pela República Democrática de Timor-Leste através
Objeto
da Resolução do Parlamento Nacional n.º 12/2004, de 9 de
dezembro. À Convenção de Chicago acresce um conjunto de
O presente diploma estabelece as normas que regem a
regras e recomendações técnicas, permanentemente
investigação de acidentes e incidentes com aeronaves
atualizadas e notificadas aos Estados contratantes, adotadas registadas em Timor-Leste ou ocorridos em território nacional
pela Organização da Aviação Civil Internacional, criada pela ou no espaço aéreo sob jurisdição de Timor-Leste, cria o
mesma Convenção, e agrupadas, por razões de conveniência Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e
prática, em anexos. Incidentes com Aeronaves e procede à segunda alteração ao
Decreto-Lei n.o 1/2003, de 10 de março, e à segunda alteração
Em especial, o artigo 26.º da Convenção de Chicago e o seu ao Decreto-Lei n.o 8/2005, de 16 de novembro.
Anexo 13 estabelecem importantes obrigações e
recomendações para os Estados contratantes que permitem a Artigo 2.º
harmonização de procedimentos de investigação, aumento do Definições e abreviaturas
grau de cooperação e maior eficiência dos resultados da
investigação para a segurança operacional da aviação. Para efeitos do presente decreto-lei, entende-se por:

Por outro lado, Timor-Leste, apesar de ser parte contratante a) “Acidente”, qualquer ocorrência relacionada com a
da Convenção de Chicago, não instituiu ainda um organismo utilização de uma aeronave que, no caso de aeronave
próprio para dar resposta às exigências previstas no referido tripulada, ocorre entre o momento em que uma pessoa entra
artigo 26.º e correspondente Anexo 13 da Convenção. a bordo de uma aeronave com a intenção de realizar um
voo e o momento em que todas as pessoas que tenham
Para além disso, a Lei de Bases da Aviação Civil, aprovada entrado na aeronave com essa intenção tenham
pelo Decreto-Lei n.º 1/2003, de 10 de março, alterado pelo desembarcado e, no caso de aeronave não tripulada, ocorre
Decreto-Lei n.º 1/2019, de 23 de Janeiro, prevê no seu artigo entre o momento em que a aeronave está pronta a descolar
88.º a institucionalização pelo Governo de uma comissão de com o propósito de realizar um voo e o momento em que
prevenção e investigação de incidentes e acidentes fica imobilizada após o voo e desliga o seu sistema principal
aeronáuticos, mas, quinze anos volvidos, os termos em que de propulsão, e durante o qual:
essa comissão foi planeada foram já ultrapassados pelos
avanços e trabalhos na área desenvolvidos pela própria i. Uma pessoa sofra lesões mortais ou graves, como
Organização da Aviação Civil Internacional. consequência de se encontrar na aeronave, ou em
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contacto direto com alguma parte da aeronave, reduzido a probabilidade de ocorrência do incidente ou
incluindo as partes da aeronave que se tenham solto acidente ou teriam mitigado as consequências resultantes
da aeronave, ou em exposição direta com o jato do do acidente ou incidente;
reator, exceto no caso em que as lesões resultem de
causas naturais, tenham sido auto-infligidas ou k) Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e
causadas por outras pessoas ou se trate de lesões Incidentes com Aeronaves, abreviadamente designado por
sofridas por passageiros clandestinos e escondidos “GPIAIA”, o gabinete criado pelo artigo 3.º;
fora das áreas normalmente destinadas a passageiros
ou tripulação; ou l) “Gravador de voo”, qualquer tipo de gravador instalado na
aeronave com o propósito de complementar a investigação
ii. A aeronave sofra danos ou falhas estruturais que do acidente ou incidente;
alterem as caraterísticas da sua resistência estrutural
inicial ou as suas caraterísticas de funcionamento ou m) “Incidente”, uma ocorrência, que não um acidente,
caraterísticas de voo e que normalmente exigiriam uma associada com a operação de uma aeronave que afeta ou
reparação importante ou a substituição de um pode afetar a segurança do voo;
componente danificado, exceto casos de falha ou avaria
do motor, quando tal dano se limite ao motor, incluindo n) “Incidente grave”, um incidente que envolve circunstâncias
o seu berço e acessórios, danos limitados a hélices, indicadoras de que existia uma elevada probabilidade de
pontas da asa, antenas, pneus, travões ou painéis, acidente e associado com a operação de uma aeronave
exceto em casos de pequenas amolgadelas ou furos, que, no caso de aeronaves tripuladas, ocorre entre o
ou danos menores resultantes de amolgadelas nas momento em que qualquer pessoa embarca na aeronave
hélices, no trem de aterragem ou resultantes de granizo com a intenção de realizar um voo e o momento em que
ou choque com aves; ou todas as pessoas desembarcam e, no caso de aeronaves
não tripuladas, ocorre entre o momento em que a aeronave
iii. A aeronave desapareça ou esteja inacessível. está pronta para se mover e o momento em que fica
imobilizada após o voo e desliga o seu sistema principal de
b) “Aeronave”, qualquer máquina que consiga uma propulsão;
sustentação na atmosfera devido a reações do ar que não
as reações do ar contra a superfície terrestre; o) “Investigação”, um processo conduzido com o propósito
de prevenir um acidente que inclui a recolha e análise de
c) “Anexo 13”, o Anexo 13 à Convenção sobre a Aviação Civil informação e a formulação de conclusões, incluindo a
Internacional, assinada em Chicago em 7 de dezembro de determinação das causas e fatores contributivos, assim
1944, que estabelece as normas e práticas recomendadas a como, quando apropriado, recomendações de segurança;
observar quando da ocorrência de acidente ou incidente
com aeronave; p) “Investigador”, uma pessoa a quem é delegada pelo GPIAIA
a responsabilidade de realizar a investigação sob a direção
d) “Causas”, as ações, omissões, condições ou a combinação do investigador responsável;
destas que conduziram ao acidente ou incidente;
q) “Investigador responsável”, uma pessoa a quem, com base
e) “Convenção de Chicago”, a Convenção sobre a Aviação nas suas qualificações, é atribuída a responsabilidade pela
Civil Internacional, assinada em Chicago em 7 de dezembro organização, condução e controlo de uma investigação;
de 1944 e ratificada pela Resolução do Parlamento Nacional
n.º 12/2004, de 9 de dezembro; r) “Membro da tripulação”, qualquer pessoa destacada pelo
operador da aeronave para trabalhar na aeronave durante
f) “Documento”, toda a correspondência, memorandos, livros, o seu período de tempo de trabalho;
planos, mapas, desenhos, diagramas, filmes, gravações,
ficheiros ou dados eletrónicos, ou qualquer cópia; s) “OACI”, a Organização da Aviação Civil Internacional;

g) “Equipa de investigação”, o conjunto de pessoas que, em t) “Observador”, um representante de um serviço responsável


resultado dos seus conhecimentos técnicos, participam em Timor-Leste autorizado pelo GPIAIA para acompanhar
numa investigação, sob a direção do investigador uma investigação sem ter uma participação ativa na mesma,
responsável; ou um investigador do GPIAIA a quem é permitido observar
uma investigação sem ter participação ativa na mesma,
h) “Estado”, um Estado parte contratante da Convenção de quando a investigação é realizada por outro serviço;
Chicago;
u) “Ocorrência”, qualquer incidente ou acidente associado
i) “Estado de registo”, o Estado em cujo registo a aeronave com a operação da aeronave;
se encontra inscrita;
v) “Operador”, uma pessoa ou empresa que realize operações
j) “Fatores contributivos”, as ações, omissões, eventos, com aeronaves;
condições, fatores ou a sua combinação que, se não
tivessem ocorrido, teriam prevenido a ocorrência ou w) “Participante”, uma pessoa singular ou coletiva autorizada
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pelo GPIAIA a participar numa investigação que, na opinião c) Promover estudos e propor medidas de prevenção que
do GPIAIA, pode contribuir de forma positiva; visem reduzir a sinistralidade aeronáutica;

x) “Relatório preliminar”, um documento temporário enviado d) Elaborar e divulgar os relatórios técnicos sobre
sob confidencialidade a qualquer serviço do Governo de acidentes e incidentes e assegurar a participação em
Timor-Leste e outras organizações envolvidas na investi- comissões ou atividades, nacionais ou estrangeiras;
gação, aberto a comentários substanciados;
e) Investigar os acidentes e incidentes ocorridos com
y) “Relatório final”, o documento final com a apresentação aeronaves civis, de modo a determinar as suas causas
das conclusões de um acidente ou incidente com e formular recomendações que evitem a sua repetição,
aeronaves. seguindo para o efeito os procedimentos e práticas
recomendadas pela OACI, em especial o Anexo 13;
Capítulo II
Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e f) Promover estudos e propor medidas de prevenção que
Incidentes com Aeronaves visem reduzir a ocorrência de acidentes e incidentes na
Artigo 3.º aviação civil;
Criação
g) Elaborar e promover a divulgação dos relatórios
1. É criado, na dependência direta do ministro competente técnicos sobre acidentes e incidentes, em conformidade
para a área dos transportes, o Gabinete de Prevenção e com o artigo 26.º da Convenção de Chicago e o Anexo
Investigação de Acidentes e Incidentes com Aeronaves, 13;
dotado de autonomia administrativa.
h) Elaborar e publicar um relatório que sumariamente
2. O GPIAIA funciona de modo independente da autoridade indique todos os incidentes de que tenha tido
responsável pela segurança operacional e de qualquer conhecimento e sobre os quais não haja iniciado uma
entidade reguladora da aviação civil, sendo independente investigação nos termos do n.º 3, justificando a decisão
de qualquer gestor de infraestrutura ou empresa de aviação tomada;
civil e de qualquer pessoa, singular ou coletiva, cujos
interesses possam colidir com as tarefas que lhe são i) Participar nas atividades desenvolvidas a nível de
confiadas. organizações internacionais no domínio da investigação
e prevenção aeronáuticas;
Artigo 4.º
Âmbito de atuação j) Organizar e divulgar a informação relativa à investigação
e prevenção de acidentes e incidentes com aeronaves
1. O GPIAIA é competente para desenvolver as suas atividades civis;
em relação a todos os acidentes e incidentes que:
k) Colaborar, com os organismos de segurança dos
a) Ocorram em território de Timor-Leste, independente- operadores, os serviços de tráfego aéreo e as associa-
mente do Estado de registo ou operador da aeronave; ções profissionais nacionais, em matérias de prevenção,
na medida em que tal não comprometa a independência
b) Ocorram em território estrangeiro, mas envolvam da sua atividade de investigação;
aeronaves registadas em Timor-Leste ou que sejam
exploradas por um operador timorense, quando a l) Desenvolver programas de treino e formação, quando
investigação não seja realizada por outro Estado. considerados necessários;

2. Em caso de acidente ou incidente que envolva aeronaves m) Colaborar com entidades homólogas de outros países
civis e aeronaves do Estado, a investigação é realizada na investigação e prevenção de acidentes e incidentes
pelo GPIAIA e de acordo com os termos e metodologias com aeronaves civis;
por este aplicadas, podendo o responsável pela operação
da aeronave do Estado envolvido, se assim o quiser, n) Preparar, organizar e divulgar estatísticas de segurança
designar um observador para a investigação. operacional;

Artigo 5.º o) Funcionar como elo de ligação com as entidades


Incumbências homólogas existentes noutros Estados para fins de
implementação de instrumentos de cooperação
1. Incumbe ao GPIAIA: aprovados nos termos do artigo 13.º.

a) Investigar os acidentes e incidentes com aeronaves 2. Todos os acidentes e incidentes graves são obrigatoria-
civis tripuladas; mente investigados.

b) Participar nos programas e políticas de prevenção de 3. Quando os incidentes não sejam graves, a sua investigação
acidentes e incidentes; apenas é realizada quando o investigador responsável
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Jornal da República
considerar que da investigação se podem tirar conclusões b) Definir os procedimentos e políticas de investigação
pertinentes para a melhoria da segurança operacional da do GPIAIA;
aviação.
c) Dar início a qualquer investigação a acidente ou
4. O alcance das investigações e o procedimento que se adote incidente com aeronaves;
para a sua realização toma em conta os princípios de cultura
justa (“just culture”) e é organizado de forma a maximizar o d) Representar o GPIAIA;
conhecimento a adquirir para fins de melhoria da segurança
operacional e prevenção de acidentes e incidentes. e) Designar o investigador responsável por uma
investigação em concreto, se não for ele próprio o
5. Não é objetivo da investigação a cargo do GPIAIA a investigador responsável, e demais elementos das
atribuição de culpa ou responsabilidade, civil ou criminal, equipas de investigação, assim como delegar as suas
tendo como finalidade exclusiva a prevenção de incidentes competências quando tal designação ocorra;
e acidentes.

6. As investigações desenvolvidas pelo GPIAIA são f) Transferir a investigação, no todo ou parcialmente, para
conduzidas de forma separada de eventuais investigações outro Estado ou organização regional de investigação
com o objetivo de estabelecer eventual responsabilidade de acidentes quando o considerar apropriado, nos
civil ou criminal. termos do artigo 14.º;

Artigo 6.º g) Difundir por outras entidades ou Estados todas as


Orçamento e apoio logístico e administrativo recomendações e ações preventivas de segurança
operacional que se afigurem pertinentes durante o
1. O GPIAIA dispõe, para o seu funcionamento, das receitas curso das investigações;
provenientes das dotações que lhe forem atribuídas no
Orçamento Geral do Estado. h) Difundir por outros Estados e pela OACI, quando
documentos desta estiverem envolvidos, todas as
2. A dotação orçamental anual prevista no número anterior recomendações de segurança operacional resultantes
contempla um valor suficiente para o financiamento das do seu relatório final;
despesas com eventuais acidentes ou incidentes que
venham a ocorrer. i) Assegurar a elaboração e publicação dos relatórios
finais de investigação de segurança, de acordo com os
3. O apoio logístico e administrativo ao funcionamento do princípios estabelecidos na Convenção de Chicago e
GPIAIA é prestado pelo ministério competente pela área na lei nacional, tornando-os públicos e publicando-os
dos transportes. no mais curto espaço de tempo possível, preferencial-
mente menos de doze meses após a ocorrência.
Artigo 7.º
Composição 2. Compete ainda ao Diretor do GPIAIA a realização de todos
os atos necessários ao bom funcionamento do GPIAIA,
1. O GPIAIA é composto por um diretor e um investigador. nomeadamente:

2. O diretor é nomeado, em regime de comissão de serviço, a) Elaborar o plano anual de atividades, com os objetivos
pelo ministro competente pelo setor dos transportes, sendo a atingir;
equiparado, para todos os efeitos legais, a diretor-geral,
nos termos previstos no regime jurídico dos cargos de b) Elaborar o relatório de atividades, com indicação dos
direção e chefia da Administração Pública. resultados atingidos face aos objetivos definidos;

c) Propor ao ministro competente pela área dos


3. O investigador é escolhido de entre profissionais de transportes a prática dos atos de gestão do serviço ou
reconhecido mérito e comprovada experiência nas matérias órgão para os quais não tenha competência própria ou
atinentes à investigação de acidentes com aeronaves. delegada, assim como as medidas que considere mais
aconselháveis para se atingirem os objetivos previstos
4. Os membros do GPIAIA devem evitar todas as situações no Programa do Governo;
que constituam ou possam constituir conflitos de interesse
na condução de investigações. d) Rever os procedimentos adotados de forma crítica,
procurando a constante melhoria das práticas de gestão
Artigo 8.º e sistemas de garantia de conformidade face aos
Competências do Diretor objetivos pretendidos;

1. Sem prejuízo de outras competências que lhe sejam con- e) Preparar planos de formação individual ou em grupo
feridas por lei ou nele sejam delegadas ou subdelegadas, no âmbito da investigação de acidentes;
cabe ao Diretor do GPIAIA:
f) Gerir de forma eficaz e eficiente a utilização, manutenção
a) Assegurar o bom funcionamento do GPIAIA; e conservação dos equipamentos afetos ao GPIAIA;
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Jornal da República
g) Prestar assistência técnica pontual à Direcção-Geral de GPIAIA, quando se tratar de pessoas diferentes, de
Proteção Civil, quando a mesma seja necessária. relatórios preliminares e propostas de conclusões sobre
causas e fatores contributivos, assim como recomendações
Capítulo III de segurança operacional.
Investigação de acidentes e incidentes com aeronaves
5. Compete igualmente ao investigador responsável a
Artigo 9.º nomeação de observadores e participantes na investigação.
Notícia de incidente ou acidente
6. Aos investigadores compete auxiliar na investigação dos
1. Qualquer pessoa que tenha conhecimento de um incidente acidentes e incidentes com aeronaves, colaborar nas
ou acidente com aeronave deve comunicar tal facto investigações para que sejam designados e executar todas
imediatamente às autoridades policiais, as quais dão as tarefas técnicas que lhes sejam afetas, em prossecução
igualmente conhecimento imediato ao GPIAIA. dos objetivos do GPIAIA.
2. O piloto, proprietário ou locatário da aeronave, o operador
Artigo 11.º
da aeronave, os membros da tripulação ou o operador do
Poderes de investigação
aeroporto dão conhecimento diretamente ao GPIAIA da
forma mais célere possível e com o máximo de informação
1. Todos os investigadores desenvolvem a sua atividade com
possível.
liberdade e independência técnica, sob a direção do
3. O Diretor do GPIAIA dá ordem de início da investigação investigador responsável, o qual exerce autoridade sobre
técnica assim que tem notícia do incidente ou acidente, a condução da investigação.
exceto nos casos em que decida não iniciar a investigação
nos termos do n.º 3 do artigo 5.º. 2. A equipa de investigação, a fim de realizar a investigação
da forma mais completa possível, goza, sem prejuízo da
4. Quando há notícia de provas novas e significativas após o colaboração das autoridades policiais, dos seguintes
encerramento da investigação, a mesma pode ser reaberta poderes:
mediante decisão devidamente fundamentada do Diretor
do GPIAIA. a) Aceder livremente ao local do acidente ou incidente,
assim como à aeronave, seu conteúdo e destroços com
5. As autoridades policiais e os seus agentes prestam total controlo sobre os mesmos;
assistência a todas as pessoas afetadas pelo acidente e
tomam todas as medidas que considerem oportunas ao b) Efetuar a anotação imediata de todos os indícios e a
redor da aeronave sinistrada, de forma a garantir a sua recolha controlada de destroços ou componentes da
conservação e a do espaço em seu redor. aeronave para exame e análise, os quais ficam sob o
controlo da equipa de investigação;
6. Nos casos em que seja impossível manter o local do acidente
nos termos do número anterior, a pessoa responsável pelo c) Aceder de imediato ao conteúdo dos registos de voo
local regista o melhor possível o estado em que se ou qualquer outro registo, assim como proceder à sua
encontrava antes de determinar a alteração que se revele utilização para os fins próprios da investigação;
necessária.
d) Aceder a todos os resultados de exames ou recolha de
Artigo 10.º amostras dos corpos das vítimas;
Equipa de investigação
e) Recolher testemunhos;
1. Para a investigação de acidentes e incidentes abrangidos
pelo presente diploma, o Diretor do GPIAIA é considerado
f) Tomar todas as medidas que considere necessárias para
o investigador responsável pela investigação técnica.
proteger as provas e manter custódia segura da
aeronave e dos seus conteúdos, pelo período que
2. O Diretor do GPIAIA pode, se tal se tornar necessário,
considerar necessário à realização da investigação;
designar outros investigadores temporariamente, além do
que se encontra mencionado no n. o 1 do artigo 7. o,
constituindo-se o colégio de todos eles uma equipa de g) Ter acesso livre a qualquer informação que considere
investigação, orientada por ele a título de investigador relevante e esteja na posse do proprietário da aeronave,
responsável. do operador da aeronave, da Autoridade da Aviação
Civil de Timor-Leste ou do operador do aeródromo.
3. O Diretor do GPIAIA pode igualmente delegar as suas
competências como investigador responsável. 3. O acesso e uso de dados pessoais contidos nos registos
de voo está limitado aos fins próprios e exclusivos da
4. O investigador responsável tem competência exclusiva investigação técnica, estando obrigados os investigadores
para orientar e organizar os trabalhos de investigação, a guardar segredo profissional quanto aos factos de que
sendo sua responsabilidade a entrega ao Diretor do tomem conhecimento.
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Jornal da República
Artigo 12.º Administração Pública, empresas públicas ou privadas,
Relatório preliminar e relatório final forças de segurança e forças armadas para exercerem
funções de investigador técnico, nos termos da legislação
1. O relatório preliminar do GPIAIA é distribuído no prazo de em vigor.
30 dias.
4. Se durante uma investigação resultarem indícios de ações
2. O investigador responsável elabora o relatório final em dignas de responsabilidade penal, é dado conhecimento
conformidade com as práticas e normas contidas no Anexo deste facto à autoridade judicial.
13, sendo obrigatório respeitar o anonimato das pessoas
envolvidas no acidente ou incidente. Artigo 14.º
Colaboração com Estados terceiros
3. O GPIAIA deve publicar o relatório final no menor tempo
1. O investigador responsável pode, com a autorização do
possível e, se possível, em menos de doze meses após o
Conselho de Ministros, transferir a tarefa de realizar a
acidente ou incidente. investigação a incidentes ou acidentes para outro Estado
contratante da Convenção de Chicago ou para o serviço
4. Nos casos em que o GPIAIA não consiga finalizar o relatório homólogo desse Estado, desde que haja acordo entre ambas
final no prazo previsto no número anterior, o GPIAIA as partes.
publica um relatório preliminar anualmente indicando o
progresso da investigação. 2. Nos casos de transferência da tarefa de investigação nos
termos do número anterior, o investigador responsável tem
a responsabilidade de facilitar a investigação por parte do
5. O relatório final é distribuído de acordo com o previsto no
investigador responsável nomeado pelo Estado terceiro.
Anexo 13.
3. Quando a transferência realizada a favor de um Estado
6. O relatório final a que se refere o presente artigo: terceiro corresponder à transferência da totalidade da
investigação, são automaticamente transferidos todos os
a) Inclui toda a informação considerada pertinente, poderes de direção da investigação, mas também o poder
análises, conclusões e, quando apropriado, recomen- de preparação do relatório final e do relatório ADREP
dações de segurança operacional; previsto no capítulo sétimo do Anexo 13.

Capítulo IV
b) Tem como objetivo evitar ou minorar acidentes e
Disposições finais
incidentes no futuro, não consistindo numa presunção
da responsabilidade dos autores. Artigo 15.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 1/2003, de 10 de março
Artigo 13.º
Colaboração com outras entidades Os artigos 88.º e 89.º do Decreto-Lei n.º 1/2003, de 10 de março,
alterado pelo Decreto-Lei n.º 1/2019, de 23 de janeiro, passam
1. O GPIAIA é a entidade com competência exclusiva para a a ter a seguinte redação:
investigação de acidentes ou incidentes para as finalidades
“Artigo 88.º
previstas neste diploma, não sendo permitida a realização
de qualquer investigação com as mesmas finalidades em
A prevenção e a investigação de acidentes aeronáuticos cabem
paralelo com a investigação do GPIAIA e enquanto esta ao Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes e
estiver em curso. Incidentes com Aeronaves.

2. No exercício das suas funções, o investigador responsável Artigo 89.º


pode estabelecer os contactos que se tornem necessários
com qualquer autoridade e seus agentes, assim como trocar A investigação de quaisquer outros acidentes relacionados
informações e receber a colaboração de organismos e com a infraestrutura aeronáutica, desde que não envolva
aeronaves, não está abrangida nas incumbências próprias do
entidades públicas ou privadas, seja qual for a sua
serviço de que trata o artigo anterior.”
nacionalidade, nomeadamente partilhando um relatório
preliminar para comentários. Artigo 16.º
Norma revogatória
3. O GPIAIA pode requerer a colaboração de especialistas em
áreas específicas pertencentes a outros órgãos da É revogada a alínea p) do n.º 2 do artigo 5.º dos Estatutos da
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Jornal da República
Autoridade da Aviação Civil de Timor-Leste, aprovados em o controlo do território aduaneiro nacional e a administração
anexo ao Decreto-Lei n.º 8/2005, de 16 de novembro, alterado da coleta de impostos e taxas de âmbito aduaneiro.
pelo Decreto-Lei n.º 42/2016, de 5 de outubro.
O Decreto-Lei n.º 9/2017, de 29 de março, permitiu a
Artigo 17.º transformação da Autoridade Aduaneira num serviço mais
Entrada em vigor moderno e mais eficiente na prossecução das suas tarefas.
Contudo, este diploma revela-se desadequado em resultado
O presente diploma entra em vigor no dia imediato ao da sua da sua inspiração em modelos externos (nomeadamente na
publicação. estrutura orgânica da Autoridade Tributária e Aduaneira
portuguesa), não se adaptando na totalidade à realidade
timorense.
Aprovado em Conselho de Ministros em 3 de julho de 2019.
Torna-se assim imperioso adaptar a estrutura da Autoridade
Aduaneira à realidade e às necessidades da República
Democrática de Timor-Leste, de forma a tornar mais eficiente e
O Primeiro-Ministro, eficaz a arrecadação de impostos e taxas de âmbito aduaneiro.

Através do presente diploma procede-se à reestruturação e


reformulação das funções e das unidades orgânicas da
________________ Autoridade Aduaneira, nomeadamente dotando a Direção
Taur Matan Ruak Nacional de Operações, de dois Subdiretores que permitirão
uma gestão mais agilizada da atividade operacional da mesma.

Procede-se também a uma separação das funções de


O Ministro dos Transportes e Comunicações, administração e gestão financeira e de gestão de recursos
humanos, com o objetivo de alcançar melhores resultados
através da especialização de tarefas.
____________________
José Agustinho da Silva Procede-se, igualmente, a uma separação das funções jurídicas
e de recurso, para garantir uma maior transparência e
imparcialidade na análise das reclamações e recursos
apresentados pelos operadores económicos.
Promulgado em 23. 12. 2019
A especialidade e complexidade das funções exercidas pela
Autoridade Aduaneira, justificam que a mesma adote regras
Publique-se. específicas de organização e recrutamento, o que acontece,
aliás, a nível internacional e, nomeadamente, nos países
lusófonos com que Timor-Leste partilha uma cultura jurídica.
Deste modo, justifica-se que para o recrutamento dos
O Presidente da República, funcionários mais capazes, para a sua retenção e para
investimento no seu desenvolvimento profissional, seja
prevista a criação de uma carreira especial, que será
_________________________ posteriormente regulada por diploma próprio. Também para o
Dr. Francisco Guterres Lú Olo cargo de dirigente máximo da Autoridade Aduaneira e,
considerando a exigência técnica do mesmo, se entende que
deve haver alguma diferenciação do processo geral de
recrutamento. Neste sentido, optou-se por instituir um
processo de escolha direta pelo Governo, o que servirá,
também, como experiência no âmbito do processo de revisão
do regime de nomeação de cargos dirigentes, atualmente em
curso, que integra o Programa de Reforma da Administração
DECRETO-LEI N.º 2/2020 Pública.

de 8 de Janeiro As mudanças agora previstas irão preparar a Autoridade


Aduaneira para os desafios de curto e médio prazo e contribuir
ESTRUTURA ORGÂNICA DA AUTORIDADE para o aumento das receitas públicas necessárias ao
ADUANEIRA desenvolvimento sustentado de Timor-Leste e para um melhor
controlo do seu território e das suas fronteiras.

A Autoridade Aduaneira foi criada através do Decreto-Lei n.º Assim,


9/2017, de 29 de março, sucedendo à Direção-Geral das
Alfândegas enquanto serviço responsável pela prossecução O Governo decreta, nos termos do n.º 3 do artigo 115.º da
das atribuições do Ministério das Finanças, relacionadas com Constituição da República, para valer como lei, o seguinte:
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CAPÍTULO I aduaneiro, até que lhes seja atribuído um destino
DISPOSIÇÕES GERAIS aduaneiro;

Artigo 1.º g) Garantir a atribuição de um destino aduaneiro às


Objeto mercadorias nos termos da legislação em vigor;

O presente decreto-lei estabelece a estrutura orgânica da h) Garantir a cobrança de taxas e outras imposições de
Autoridade Aduaneira. acordo com o estabelecido no Código Aduaneiro;

Artigo 2.º i) Assegurar o acompanhamento de todos os processos


Natureza de âmbito aduaneiro junto dos Tribunais;

1. A Autoridade Aduaneira, abreviadamente designada por j) Estudar, propor, coordenar, executar e avaliar os pro-
AA, é um serviço da administração direta do Estado dotado gramas e medidas de política aduaneira relativamente
de autonomia administrativa. ao regime fiscal dos impostos indiretos que lhe estão
cometidos, bem como os respeitantes à prevenção e
2. A AA funciona na dependência direta do membro do repressão da fraude aduaneira e fiscal, garantindo a
Governo responsável pela área das finanças. aplicação de toda a regulamentação nacional e
internacional;
Artigo 3.º
Tarefas materiais k) Elaborar, promover e disseminar estratégias e
procedimentos nas áreas da sua competência e
1. A AA é o serviço responsável pela prossecução das contribuir para as reformas das áreas relacionadas com
atribuições do Ministério das Finanças, relacionadas com as Alfândegas;
o controlo de todo o território aduaneiro nacional para fins
fiscais, económicos e de proteção da sociedade, l) Estudar e promover o aperfeiçoamento do sistema
designadamente no âmbito da segurança, do ambiente, da aduaneiro;
cultura e saúde públicas e, com a administração da coleta
de impostos e taxas de âmbito aduaneiro. m) Promover fóruns de esclarecimento ao público,
nomeadamente sobre o conteúdo e interpretação da
2. Concretamente, compete à Autoridade Aduaneira o legislação aduaneira, de modo a facilitar o seu correto
desempenho das seguintes tarefas materiais: cumprimento;

a) Exercer a ação de inspeção aduaneira, prevenindo e n) Promover a formação de funcionários e a colaboração


combatendo a fraude e a evasão fiscais; institucional no âmbito das Alfândegas, permitindo
fluxos eficazes de informação e a realização de ações
b) Controlar as trocas de mercadorias e os meios de de formação;
transporte para fins fiscais, económicos e de proteção
da sociedade, através da aplicação de procedimentos e o) Cooperar e articular com outros serviços, organismos
controlos relacionados com a entrada, saída e nacionais e internacionais, nomeadamente através da
circulação das mercadorias no território aduaneiro assistência mútua e da coordenação com as
nacional; administrações aduaneiras de outros Estados, com vista
à troca regular de informações sobre questões da sua
c) Exercer a ação de fiscalização aduaneira sobre as pes- competência;
soas e bens, realizando ações de controlos, designada-
mente verificações, varejos, inspeções, auditorias e p) Informar o público sobre as respetivas obrigações
revistas a pessoas com vista a garantir a correta aduaneiras e fiscais e apoiá-los no cumprimento das
aplicação da regulamentação aduaneira e fiscal; mesmas;

q) Assegurar a participação nos trabalhos dos órgãos e


d) Prevenir e reprimir a fraude e a evasão aduaneiras e instituições competentes das organizações internacio-
fiscais e os tráficos ilícitos, designadamente de nais de que Timor-Leste seja parte, bem como nos de
estupefacientes, substâncias psicotrópicas e seus qualquer reunião nacional ou internacional que trate
precursores, produtos estratégicos e outros produtos matérias com interesse para a AA;
sujeitos a proibições ou restrições;
r) Desenvolver e gerir sistemas de informação, controlo e
e) Assegurar a liquidação, cobrança e contabilização dos reporte, com o recurso a sistemas tecnologicamente
direitos de importação e exportação, dos impostos evoluídos e integrados, necessários para o exercício
seletivos sobre o consumo e dos demais impostos das suas funções;
indiretos que lhe estão cometidos;
s) Promover o estudo e aplicação de medidas legais e
f) Garantir a aplicação das normas a que se encontram administrativas que assegurem a qualidade, formação
sujeitas as mercadorias introduzidas no território e integridade dos funcionários da AA;
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t) Promover a correta aplicação da legislação e das funções referidas nas alíneas a) a d) do n.º 2, são da
decisões administrativas relacionadas com as suas competência exclusiva da AA, sem prejuízo das
funções; competências no âmbito da investigação criminal atribuídas
a outras entidades.
u) Exercer outras funções que lhe sejam atribuídas por lei.
Artigo 4.º
3. Para efeitos do disposto na alínea c) do número anterior, a Princípios organizativos
ação de fiscalização consiste em:
1. A organização da AA rege-se pelos seguintes princípios:
a) Fiscalizar e exercer o controlo fiscal ininterruptamente,
em qualquer local dia ou hora em que haja manusea-
a) Legalidade;
mento de mercadorias ou intermitentemente, através
de visitas de fiscalização aduaneira;
b) Desburocratização;
b) Fiscalizar e exercer controlo fiscal sobre as entradas,
permanências, movimentação e saída de pessoas, meios c) Desconcentração administrativa;
de transporte, unidades de carga e mercadorias das
zonas de fronteira; d) Flexibilidade organizativa;

c) Proceder a buscas, varejos e auditorias e solicitar e) Valorização dos recursos humanos.


documentos e registos que comprovem o cumprimento
da lei aduaneira; 2. O princípio da legalidade implica que a atividade da AA
deve pautar-se pela rigorosa observância das disposições
d) Proceder quer a revistas em pessoas, quer a buscas em legais que regulam as suas funções.
estabelecimentos de venda, públicos, privados ou
comerciais, depósitos, embarcações, aeronaves e 3. O princípio da desburocratização determina que a AA deve
outros meios de transporte ou quaisquer outros locais,
racionalizar os procedimentos administrativos relativos ao
quando haja motivos fundados de suspeita de infração
cumprimento das obrigações aduaneiras, através,
à lei aduaneira.
designadamente, da simplificação dos suportes de
informação a fornecer aos e pelos operadores económicos.
4. Para além das competências referidas no número anterior,
são prerrogativas dos funcionários aduaneiros, dentro dos
4. O princípio da desconcentração implica que a AA deve
limites previstos na lei:
cometer, tendencialmente, aos serviços desconcentrados
as tarefas operacionais e aos serviços centrais as tarefas
a) Usar uniforme de identificação e o emblema da AA nos
de conceção, planeamento, regulamentação, avaliação e
mesmos, bem como outros distintivos legalmente
controlo e, bem assim, as tarefas operativas que não possam
atribuídos;
ser desenvolvidas a outro nível.
b) Deter em flagrante delito, tanto os indivíduos que os
ultrajem no exercício das suas funções, como os 5. O princípio da flexibilidade determina que a AA deve adaptar
infratores que cometam factos puníveis pelas leis permanentemente, através de normativos regulamentares
fiscais, conduzindo-os imediatamente à presença da e de decisões administrativas, a sua estrutura organizativa
respetiva autoridade policial ou judicial; aos objetivos a prosseguir em cada momento.

c) Podem no exercício das suas funções, entrar livremente 6. O princípio da valorização dos recursos humanos implica
nas gares marítimas, aeródromos, heliportos e que a AA fomente a motivação e a participação ativa dos
aeroportos, navios, aeronaves e quaisquer outros funcionários aduaneiros, através, da sua formação contínua
veículos, bem como em quaisquer recintos sujeitos a e de planos de carreira que favoreçam o desempenho e o
fiscalização aduaneira; mérito.

d) Requisitar o apoio das forças de segurança e de defesa Artigo 5.º


para coadjuvarem os funcionários da AA no Deveres de colaboração
cumprimento do seu dever;
1. A AA colabora com serviços e organismos, nacionais ou
e) Apreender armas, instrumentos, mercadorias, meios de internacionais, que desem-penhem funções relevantes para
transporte, documentos e quaisquer outros bens que a sua área de atuação.
tenham sido usados para a prática de uma infração
aduaneira ou que sejam objeto de delito fiscal; 2. No desempenho das tarefas referidas no artigo 3.º, a A A
atua em coordenação institucional com a entidade
f) Outras prerrogativas aplicáveis, previstas nos termos responsável pela cobrança dos impostos, colabora ainda
da lei. com outros serviços públicos que intervenham na área
aduaneira, designadamente a entidade responsável pela
5. Nas áreas de jurisdição aduaneira, definidas por lei, as quarentena bem como com a entidade responsável pela
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inspeção da atividade económica e recebe a especial Artigo 7.º
cooperação das forças e serviços de segurança, no que Medidas e meios de coerção
respeita à segurança física dos seus funcionários, quando
solicitado. 1. No âmbito da sua atividade, a AA utiliza as medidas
legalmente previstas e nas condições e termos da
3. A AA pode estabelecer protocolos de colaboração, Constituição e da Lei de Segurança Interna, não podendo
nomeadamente com o Ministério Público para efeitos de impor restrições ou fazer uso dos meios de coerção para
além do estritamente necessário nos termos da lei.
instrução e acompanhamento de processos de âmbito
aduaneiro, com as Administrações Municipais, bem como
2. Quem faltar à obediência devida, à ordem ou a mandado
a Região Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno. legítimos, regularmente comunicados e emanados de
agente de força pública da AA, é punido nos termos da lei.
4. As Autoridades e Administrações Municipais, bem como
a Região Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno 3. O regulamento do procedimento de inspeção é aprovado
estabelecem mecanismos de colaboração com a AA, por lei.
relativas às tarefas executadas pelas suas unidades
orgânicas desconcentradas. CAPÍTULO III
ESTRUTURA ORGÂNICA
5. Com vista ao combate à corrupção, ao aumento da
integridade institucional e boa governança, a AA Secção I
estabelece protocolos com as entidades responsáveis na Órgãos
área do combate à corrupção, para apoio na realização de
ações preventivas regulares e na elaboração do plano de Artigo 8.º
Órgãos
combate à corrupção e integridade institucional.
1. A AA é dirigida por um Comissário.
6. A AA pode criar equipas de trabalho conjuntas com outros
serviços e organismos no domínio da sua atividade. 2. O Comissário é coadjuvado por um Conselho Técnico-
Aduaneiro.
7. Os órgãos e serviços da administração do Estado e demais
entidades públicas e privadas, nomeadamente instituições Artigo 9.º
financeiras e bancárias devem prestar à AA as informações Comissário da Autoridade Aduaneira
e colaboração solicitadas com vista ao exercício das suas
funções. 1. Ao Comissário da AA compete a direção, o planeamento,
a organização, a inspeção, o controlo e a disciplina de todos
8. As autoridades administrativas devem comunicar à AA, os serviços da AA, nomeadamente:
quando solicitado, o teor das decisões sobre as infrações
que esta lhes tenha participado. a) Dirigir os serviços da AA, coordenar e dirigir a sua
atividade nos termos da lei e de acordo com as
instruções do membro do Governo responsável pela
CAPÍTULO II
área das finanças;
PODERES DE AUTORIDADE
b) Garantir a monitorização e avaliação das políticas,
Artigo 6.º planos, programas, orçamentos e procedimentos
Autoridade equiparada no âmbito do processo penal aprovados para a área de competência da AA;

1. A AA exerce funções complementares de segurança interna, c) Aprovar as normas administrativas e/ou instruções
nos termos previstos no artigo 17.º da Lei de Segurança necessárias ao funcionamento da AA, incluindo em
Nacional, aprovada pela Lei n.º 2/2010, de 21 de abril. matéria de aplicação da legislação aduaneira;

2. No exercício das funções referidas no número anterior, os d) Decidir sobre a aplicação de sanções administrativas e
funcionários aduaneiros atuam sob a direção e na sobre os recursos hierárquicos;
dependência funcional da autoridade judiciária competente.
e) Participar no processo de seleção para cargos de direção
3. Os atos determinados pelas autoridades judiciárias são e chefia no âmbito da AA;
realizados pelos serviços e funcionários aduaneiros para
f) Exercer a autoridade administrativa sobre todo o
esse efeito designados pela respetiva cadeia hierárquica,
pessoal do AA, incluindo processar a avaliação de
no âmbito da sua autonomia técnica. desempenho, nos termos da lei;

4. Os trabalhadores da AA no exercício das funções referidas g) Promover a aplicação dos Códigos de Conduta aos
no n.º 1 devem exibir o cartão de identificação próprio. funcionários da AA;
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h) Implementar uma estratégia de comunicação correta g) Exercer a função de representação da AA, junto das
entre funcionários da AA; organizações nacionais e internacionais na área
aduaneira;
i) Assegurar a rotatividade regular do pessoal pelos
diferentes órgãos e serviços da AA; h) Salvaguardar a integridade e segurança das instalações
e dos funcionários da AA, com base em mecanismos
j) Proceder à resolução de conflitos de competências de vigilância que salvaguardem a reserva da vida
entre os diferentes serviços da AA; privada e outros direitos constitucionalmente
protegidos.
k) Assegurar o exercício de competências dos Diretores
Nacionais em caso de vacatura de cargo ou em casos 3. Ao Comissário incumbe ainda, exercer as competências
de ausência ou impedimentos; que a legislação aduaneira e fiscal e demais legislação lhe
atribuírem, bem como as que nele forem delegadas ou
l) Relatar ao membro do Governo responsável pela área subdelegadas.
das finanças o progresso da atuação da AA, nomeada-
mente, em matéria de receita aduaneira e gestão da 4. No âmbito do cumprimento das suas competências, o
atividade da AA; Comissário é apoiado por um gabinete de apoio
administrativo composto no máximo por dois funcionários
m) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua aduaneiros e por um assessor jurídico.
área de competência ao Governo em geral e, em
particular, ao membro do Governo responsável pela área 5. O Comissário pode delegar, nos termos da lei, as
das finanças; competências previstas nas alíneas c), f), g), h) e i) do
número 1 e nas alíneas d) e f) do número 2.
n) Promover a realização de avaliações dos resultados
atingidos pela AA e da sua organização e funciona- 6. O Comissário da AA está sujeito ao regime dos cargos de
mento, nomeadamente através do recurso a entidades direção e chefia dos serviços e órgãos da administração
externas com experiência e credibilidade na área; direta do Estado, com exceção das normas que regulam a
sua seleção, o provimento e a remuneração.
o) Apresentar ao membro do Governo responsável pela
área das finanças, os relatórios com a apresentação 7. O Comissário da AA é escolhido e nomeado livremente
dos resultados de avaliações e auditorias à AA por pelo Governo, sendo o respetivo vínculo regulado por um
entidades externas; contrato civil de mandato a negociar previamente e a
celebrar posteriormente à nomeação.
p) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas
por lei, regulamento ou determinação superior. 8. O Comissário da AA pode, a todo o tempo e sem direito a
indemnização, ser exonerado do cargo e, em consequência,
2. Incumbe, em especial, ao Comissário: ver revogado o seu contrato civil de mandato por decisão
do Governo, com fundamento em incumprimento grave de
a) Promover a correta execução da política e da regula- deveres funcionais, negligência grosseira ou uma
mentação aduaneira e fiscal; fundamentada avaliação negativa da gestão, bem como
caso seja condenado em processo penal, com sentença
b) Zelar pelo interesse público, no respeito pelos direitos transitada em julgado.
e garantias dos operadores e obrigações fiscais
aduaneiras; 9. O Comissário é substituído nas suas ausências e im-
pedimentos por quem ele designe ou pelos Diretores das
c) Colaborar na elaboração de políticas públicas em
unidades orgânicas da AA de acordo com a ordem
matéria aduaneira e fiscal, preparando e apresentando
constante do n.º 3 do artigo 15.º.
ao membro do Governo responsável pela área das
finanças a informação necessária para o efeito;
Artigo 10.º
d) Assegurar, em articulação com as entidades responsá- Conselho Técnico-Aduaneiro
veis na área do combate à corrupção, ações preventivas
regulares e a elaboração do plano de combate à 1. Ao Conselho Técnico-Aduaneiro, na dependência do
corrupção; Comissário, compete emitir pareceres de carácter técnico
relacionados com a classificação pautal, origem ou valor
e) Dirigir e controlar os serviços da AA e superintender das mercadorias suscitadas no ato de verificação das
na gestão dos recursos à mesma afetos, em ordem a mercadorias ou posteriormente ao seu desalfandegamento.
promover a sua eficácia e eficiência e a qualidade das
respetivas prestações; 2. A constituição e o funcionamento do Conselho Técnico-
Aduaneiro, bem como a tramitação dos processos de
f) Propor a criação e a alteração das leis e regulamentos contestação sobre a classificação pautal, origem e valor
necessários à eficácia e eficiência do sistema aduaneiro das mercadorias, são regulados por diploma ministerial do
e fiscal quanto aos tributos administrados pela AA; membro do governo responsável pela área das finanças.
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Secção II c) O desempenho de tarefas operacionais que por virtude da
Unidades orgânicas sua complexidade e especificidade ou ainda por razões de
eficácia, devam ser centralizadas.
Subsecção I
Estrutura Artigo 13.º
Direção Nacional de Operações
Artigo 11.º
Estrutura da Autoridade Aduaneira 1. A Direção Nacional de Operações, abreviadamente
designada por DNO, é responsável por assegurar a direção
1. A organização interna da Autoridade Aduaneira segue uma de toda a atividade operacional da AA, bem como assegurar
estrutura hierarquizada. a atividade relativa à fiscalização, prevenção e repressão
da fraude aduaneira e fiscal, através dos serviços
2. A AA é composta por unidades orgâ-nicas centrais e desconcentrados.
unidades orgânicas desconcentradas.
2. A DNO é dirigida por um Diretor Nacional, nomeado nos
3. Integram a AA as seguintes unidades orgânicas centrais: termos da lei, que se encontra na dependência direta do
Comissário da AA.
a) A Direção Nacional de Operações;
3. O Diretor Nacional da DNO é coadjuvado por dois
b) A Direção Nacional de Gestão de Risco; Subdiretores, o Subdiretor de Operações de Dili e o
Subdiretor de Operações das Alfândegas Desconcen-
c) A Direção Nacional de Gestão e Conformidade tradas, nos quais pode delegar as suas competências sobre
Aduaneira; os serviços que integram a sua Direção Nacional, tendo
em conta as respetivas áreas de jurisdição dos Subdiretores.
d) A Direção Nacional de Administração, Finanças e
Logística; 4. Os Subdiretores são equiparados a Diretores Nacionais,
para efeitos remuneratórios.
e) A Unidade de Auditoria Interna e Ética;
Artigo 14.º
f) A Unidade Jurídica; Direção Nacional de Gestão de Risco

g) A Unidade de Recurso; 1. A Direção Nacional de Gestão de Risco, abreviadamente


designada por DNGR, é responsável por assegurar a
h) A Unidade de Relações Institucionais e Comunicações; identificação de situações de risco para as atividades
aduaneiras, bem como assegurar a atividade relativa à
i) A Unidade de Informática e Estatística Aduaneira; fiscalização, prevenção e repressão da fraude aduaneira e
fiscal.
j) A Unidade de Gestão de Recursos Humanos e
Formação. 2. A DNGR é dirigida por um Diretor Nacional, nomeado nos
termos da lei.
4. A Autoridade Aduaneira integra unidades orgânicas
desconcentradas, cuja criação é realizada por diploma Artigo 15.º
ministerial do membro do Governo responsável pela área Direção Nacional de Gestão e Conformidade Aduaneira
das finanças.
1. A Direção Nacional de Gestão e Conformidade Aduaneira,
Subsecção II abreviadamente designada por DNGCA, é responsável por
Unidades orgânicas centrais assegurar os mecanismos relativos à área de tributação,
regulação aduaneira e impostos seletivos.
Artigo 12.º
Funções 2. A DNGCA é dirigida por um Diretor Nacional, nomeado nos
termos da lei.
As unidades orgânicas centrais da AA respondem diretamente
perante o Comissário, competindo-lhes, em geral: Artigo 16.º
Direção Nacional de Administração, Finanças e Logística
a) A preparação das decisões relacionadas com a aplicação
da política e das leis aduaneiras e fiscais, com o 1. A Direção Nacional de Administração, Finanças e Logística,
planeamento, coordenação e controlo da administração abreviadamente designada por DNAFL, é responsável por
aduaneira e dos respetivos serviços; assegurar a atividade da AA relativa à administração dos
recursos materiais, finanças e logística.
b) A execução das atividades conexas com as funções da AA
ou com o seu funcionamento que, por lei ou decisão 2. A DNAFL é dirigida por um Diretor Nacional, nomeado nos
superior, devam ser asseguradas a nível central; termos da lei.
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Artigo 17.º Artigo 18.º
Unidade de Auditoria Interna e Ética Unidade Jurídica

1. A Unidade de Auditoria Interna e Ética, abreviadamente 1. A Unidade Jurídica, abreviadamente designada por UJ, é
designada por UAIE, é responsável pelo desenvolvimento responsável por dar apoio técnico jurídico na preparação
de ações de inspeção e auditoria da AA. dos diplomas legais, bem como por prestar consultoria
jurídica.
2. A UAIE apoia o Comissário no exercício das suas funções
de controlo e avaliação relativamente: 2. Compete à UJ:

a) À atividade operacional da AA; a) Prestar assessoria jurídica ao Comissário e às Direções


Nacionais de forma a assegurar conformidade da
b) À formação dos funcionários da AA; atuação com a legislação, regulamentos, diretrizes e
políticas definidas para a AA;
c) À Administração dos meios humanos, materiais e
financeiros afetos à AA; b) Colaborar na preparação de projetos de diploma que
relevam das atribuições de outros serviços, asse-
d) Ao cumprimento das disposições legais aplicáveis à gurando a respetiva coordenação entre os serviços, e
AA e aos regulamentos e instruções internas; participar na preparação de outros projetos de diploma
ou instrumentos de direito internacional;
e) Ao estudo e implementação de normas internas de
qualidade. c) Apoiar as autoridades competentes no patrocínio
jurídico e na representação em juízo dos órgãos da AA;
3. Compete à UAIE:
d) Apoiar as autoridades competentes no patrocínio
a) Elaborar o plano nacional de auditoria interna da AA, judiciário dos trabalhadores da AA na situação de réus
bem como coordenar e avaliar a sua execução; ou arguidos em processos judiciais, por atos ou
omissões ocorridas no exercício ou por causa do
b) Desenvolver, em estreita colaboração com outras exercício das suas funções;
entidades com competência na matéria, planos de ação
que garantam a integridade e conduta exemplar dos e) Colaborar com o Ministério Público na defesa dos
funcionários em situações de risco elevado, onde se interesses do Estado, prestando-lhe o apoio técnico
possam verificar práticas de corrupção; que for solicitado;

c) Promover a realização, sob determinação do Comissário, f) Dar parecer, sob determinação superior, relativamente
de auditorias aos vários serviços da AA; à existência de eventual responsabilidade disciplinar
de funcionários ou eventual ocorrência de infrações
d) Promover, em especial, auditorias para averiguar o disciplinares, com base em participações apresentadas
cumprimento das normas de conduta dos funcionários pelos serviços;
da AA;
g) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por
e) Reportar às entidades competentes indícios de lei, regulamento ou determinação superior.
irregularidades ou de ilícios criminais detetados em
auditorias internas; 3. A UJ é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado a
Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
f) Promover medidas de sensibilização e informação de
todos os funcionários da AA sobre as normas de 4. No âmbito da UJ podem ser criados grupos ou equipas de
conduta a si aplicáveis; trabalho para a realização das tarefas específicas, propostos
pelo Diretor da UJ.
g) Manter um procedimento de auditoria interna para
monitorizar a eficácia, eficiência e qualidade da estrutura Artigo 19.º
da AA; Unidade de Recurso

h) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por 1. A Unidade de Recurso, abreviadamente designada por UR,
lei, regulamento ou determinação superior. é responsável por coordenar e dirigir a elaboração de
pareceres sobre reclamações, recursos ou outros
4. A UAIE é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado procedimentos de natureza semelhante que corram termos
a Diretor Nacional para todos os efeitos legais. na AA.

5. No âmbito da UAIE podem ser criados grupos ou equipas 2. Compete à UR:


de trabalho para a realização de tarefas específicas,
propostos pelo Diretor da UAIE. a) Instruir a acompanhar os procedimentos de reclamação
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e demais procedimentos administrativos de forma a c) Coordenar as relações internacionais das Alfândegas
garantir uma resposta correta e atempada; com outras entidades nacionais e internacionais;

b) Instruir e acompanhar os procedimentos resultantes d) Organizar e manter atualizado o acervo de convenções,


de infrações aduaneiras; tratados e acordos internacionais relevantes em matéria
aduaneira;
c) Instruir os procedimentos resultantes de denúncias
anónimas ou não, exceto as denúncias contra e) Emitir parecer e coordenar as ações de execução dos
funcionários da AA; acordos de cooperação aduaneira e assistência mútua
d) Solicitar esclarecimentos ou documentação adicional administrativa de âmbito internacional, com incidência
aos operadores económicos, sempre que se revelar direta na prevenção e repressão da fraude aduaneira e
necessário; fiscal;

e) Propor orientações gerais a seguir pelos serviços da f) Assessorar o Comissário no âmbito das relações
AA no âmbito dos processos de sancionamento de internacionais coordenando especificamente as
infrações aduaneiras; atividades que decorrem do envolvimento direto da
AA em organizações internacionais;
f) Manter atualizados os ficheiros de legislação,
jurisprudência e orientações administrativas com g) Constituir-se como ponto de contacto para o relacio-
interesse para a respetiva atuação; namento com entidades e organismos estrangeiros,
promovendo o encaminhamento dos assuntos para os
g) Estudar e propor medidas legislativas e regulamentares; órgãos e serviços respetivos e monitorizando o seu
andamento;
h) Elaborar pareceres e realizar estudos e trabalhos
técnicos, nas áreas da sua competência, sempre que tal h) Promover a cooperação administrativa entre a AA e
lhe seja solicitado; outras entidades públicas ou privadas, tendo em vista
i) Assegurar o acompanhamento dos processos de a troca regular de informações relativas à luta antifraude;
contencioso administrativo e fiscal;
i) Estabelecer contactos bilaterais e multilaterais com
j) Providenciar apoio e emitir pareceres para efeitos de entidades aduaneiras internacionais para assuntos de
análise e revisão dos pedidos de recurso; interesse mútuo;

k) Cooperar com entidades vocacionadas para a deteção j) Promover internamente a aplicação das melhores
e controlo da evasão e da fraude tributária e aduaneira; práticas e procedimentos a nível mundial, nomeada-
mente as definidas nas convenções internacionais
l) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por promovidas pela Organização Mundial de Alfândegas
lei, regulamento ou determinação superior. e Organização Alfandegária da Oceânia;

3. A UR é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado a k) Promover o desenvolvimento da imagem institucional


Diretor Nacional para todos os efeitos legais. e as atividades de relações públicas e protocolo da
AA;
4. No âmbito de UR podem ser criados grupos ou equipas de
trabalho para a realização de tarefas específicas, propostos l) Garantir a ligação protocolar e de representação da AA
pelo Diretor da UR. a entidades estrangeiras;

Artigo 20.º m) Planear, coordenar e executar as atividades de


Unidade de Relações Institucionais e Comunicação informação pública;

1. A Unidade de Relações Institucionais e Comunicação, n) Planear, coordenar e realizar as atividades de


abreviadamente designada por URIC, é responsável por comunicação interna;
promover e apoiar os contactos entre a AA e os contri-
buintes e, entre as instituições nacionais e internacionais, o) Assegurar a atualização dos conteúdos do portal de
bem como gerir a comunicação e imagem da AA. internet da AA;

2. Compete à URIC: p) Operacionalizar um sistema telefónico da AA dirigido


aos contribuintes e ao público em geral;
a) Manter um sistema de arquivo de todas as políticas e
procedimentos, para consulta de todos os funcionários q) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por
públicos e do setor privado; lei, regulamento ou determinação superior.

b) Elaborar avisos e promover esclarecimentos ao público, 3. A URIC é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado a
nas matérias da sua competência; Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
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Jornal da República
4. No âmbito da URIC podem ser criados grupos ou equipas o) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por
de trabalho para a realização de tarefas específicas, lei, regulamento ou determinação superior.
propostos pelo Diretor da URIC.
3. A UIEA é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado
Artigo 21.º a Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
Unidade de Informática e Estatística Aduaneira
4. No âmbito da UIEA podem ser criados grupos ou equipas
1. A Unidade de Informática e Estatística Aduaneira, de trabalho para a realização de tarefas específicas,
abreviadamente designada por UIEA, é responsável pela propostos pelo Diretor da UIEA.
gestão e desenvolvimento dos sistemas e aplicações
informáticas e pelo apoio à produção estatística. Artigo 22.º
Unidade de Gestão de Recursos Humanos e Formação
2. Compete à UIEA:
1. A Unidade de Gestão de Recursos Humanos e Formação,
a) Propor, difundir e assegurar o cumprimento das normas abreviadamente designada por UGRHF, é responsável por
técnicas necessárias à seleção e distribuição de assegurar o processo em matéria de recursos humanos,
equipamentos e sistemas de informação e comuni- estudar e formular propostas sobre as orientações políticas,
cações; gestão organizacional e formação, incluindo o sistema de
recrutamento.
b) Elaborar os planos necessários à implementação e
otimização das telecomunicações e das comunicações 2. Compete à UGRHF:
de dados e os que visem a adoção de metodologias e
normas de procedimentos; a) Organizar e garantir a atualização dos registos biográ-
ficos, de assiduidade e das fichas de avaliação
c) Coordenar os projetos no âmbito dos sistemas de individuais dos funcionários;
informação e assegurar o desenvolvimento, gestão e
operação dos mesmos, garantindo a sua adequação às b) Gerir os funcionários e promover a elaboração dos
necessidades dos serviços; processos de reforma;

d) Garantir a gestão de serviços de desenvolvimento de c) Gerir e organizar as escalas de colocação e rotação dos
software, quer internamente ou através de prestação recursos humanos e promover as suas colocações;
de serviços, no âmbito dos sistemas de informação;
d) Estudar e propor o número de pessoal necessário à
e) Assegurar a manutenção dos sistemas informáticos da manutenção do quadro geral de distribuição de lugares
AA; e serviços aprovado por lei para a AA;

f) Assegurar a manutenção de infraestruturas e) Elaborar estudos, inquéritos e outros trabalhos


tecnológicas; tendentes à definição e desenvolvimento da
administração dos recursos humanos;
g) Prestar apoio técnico aos utilizadores das aplicações
informáticas; f) Proceder em conjunto com os serviços competentes a
emissão dos documentos de identificação do pessoal
h) Garantir a operacionalidade e a segurança das da AA;
aplicações informáticas;
g) Definir métodos internos e formas de avaliação do
i) Assegurar o funcionamento e atualização do portal e desempenho dos funcionários da AA;
do site da AA;
h) Gerir o processo de avaliação de desempenho dos
j) Propor o equipamento informático e programas a serem funcionários da AA;
adquiridos pela AA;
i) Realizar em coordenação com os restantes órgãos e
k) Dar apoio técnico a nível nacional a todos os serviços serviços da Administração do Estado com competência
da AA na área de informática; na matéria, as ações de recrutamento e seleção a propor
para ingresso nos quadros da AA;
l) Apoiar a produção, em suporte informático, de
estatísticas sobre a atividade da AA; j) Promover, em coordenação com os restantes órgãos e
serviços da Administração do Estado com competência
m) Propor e implementar a política de circulação de na matéria, a divulgação dos concursos de admissão
informação estatística dentro da AA e para divulgação; para o recrutamento da AA;

n) Fomentar a formação dos utilizadores na área k) Organizar, em coordenação com os restantes órgãos e
informática; serviços da Administração do Estado com competência
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Jornal da República
na matéria, os concursos de admissão às diferentes b) As Delegações Aduaneiras;
categorias;
c) Os Postos Aduaneiros;
l) Efetuar, em coordenação com os restantes órgãos e
serviços da Administração do Estado com competência d) As unidades orgânicas desconcentradas de natureza
na matéria, a seleção e propor a nomeação, quando for especializada.
caso;
3. As unidades orgânicas desconcentradas são criadas por
m) Emitir quaisquer certidões requeridas pelos funcio- diploma ministerial do membro do Governo responsável
nários; pela área das finanças.
n) Propor perfis de formação e treino e planos de desen-
volvimento de competências, com base em modelos de Artigo 24.º
gestão e avaliação por competências; Alfândegas

o) Elaborar e difundir o planeamento global da formação e 1. Às Alfândegas incumbe, em geral, na respetiva área de
do treino; jurisdição, assegurar a execução das atividades de natureza
operacional e de gestão corrente da AA que, por lei ou
p) Propor a criação e reestruturação curricular dos cursos decisão superior, devam ser prosseguidas ao nível das
e estágios no âmbito da formação e treino dos funcio- unidades orgânicas desconcentradas.
nários aduaneiros;
2. O Comissário pode determinar que determinadas Alfândegas
q) Gerir a realização de quaisquer ações de formação assumam uma natureza especializada executando apenas
externas, em território nacional ou no estrangeiro, na parcelarmente as tarefas materiais da AA, com base na
área de competências da AA; natureza das mercadorias ou no regime aduaneiro a que
devam ser sujeitas.
r) Estabelecer protocolos ou parcerias de formação com
entidades nacionais e internacionais com competências Artigo 25.º
na área do ensino e formação; Chefia
s) Criar e manter atualizada uma bolsa de formadores;
1. As Alfândegas são dirigidas por Chefes de Alfândega,
t) Criar e manter atualizados os registos, ficheiros, equiparados para efeitos remuneratórios a Diretor
estatísticas e outros elementos de informação relativos Municipal.
às atividades formativas da AA;
2. Os Chefes de Alfândega devem manter uma estreita
u) Garantir a formação técnico-profissional dos colaboração com as Autoridades Municipais e as
funcionários aduaneiros e ainda a atualização, Administrações Municipais, bem como com a Região
especialização e valorização dos seus conhecimentos; Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno.

v) Garantir a formação dos despachantes oficiais; Artigo 26.º


Estrutura
w) Assegurar outras funções que lhe sejam atribuídas por
lei, regulamento ou determinação superior. 1. As Alfândegas dispõem de serviços operacionais e de
serviços de apoio.
3. A UGRHF é dirigida por um Diretor de Unidade, equiparado
a Diretor Nacional para todos os efeitos legais.
2. A estrutura das Alfândegas é adequada à respetiva área de
4. No âmbito da UGRHF podem ser criados grupos ou equipas jurisdição, bem como à especificidade, natureza e volume
de trabalho para a realização de tarefas específicas, do serviço e, deve refletir, com as devidas adaptações, a
propostos pelo Diretor da UGRHF. estrutura funcional correspondente dos serviços centrais.

Subsecção III Artigo 27.º


Unidades orgânicas desconcentradas Tarefas

Artigo 23.º 1. Compete às Alfândegas, tendo em conta as suas


Natureza e tipos especificidades, caso se trate da via aérea, marítima ou
terrestre:
1. As unidades orgânicas desconcentradas da AA visam
assegurar a prossecução das tarefas da AA na respetiva a) Visitar, quando o entendam conveniente, quaisquer
área de jurisdição. embarcações que se encontrem a navegar dentro da
sua jurisdição, para examinar os manifestos e demais
2. São unidades orgânicas desconcentradas: papéis de bordo ou colher quaisquer esclarecimentos
que interessem à fiscalização aduaneira e, bem assim
a) As Alfândegas; na sua chegada aos portos, para cumprimento das
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formalidades prescritas nas leis e regulamentos; assistência que lhes possam ser dispensados e
proceder nos termos das leis e regulamentos em todos
b) Acordar, com as demais autoridades competentes, na os casos de arrojo e nos de achados no mar;
designação dos ancoradouros dos navios nos diversos
portos e exercer a autoridade aduaneira, quer a bordo o) Vistoriar as embarcações, nos casos especiais da sua
das embarcações, quer externamente, nos ancora- competência;
douros e suas margens;
p) Proceder à liquidação e arrecadação dos direitos
c) Visitar as aeronaves, quando o entendam conveniente, aduaneiros e demais imposições, além de outras receitas
quer à chegada, quer à partida, verificar se os docu- que, por legislação especial, lhes sejam cometidas;
mentos aduaneiros estão em devida ordem e exercer,
nos termos regulamentares, atribuições análogas às q) Assegurar a defesa dos interesses económicos, morais
indicadas em relação aos transportes marítimos e e patrimoniais do território nacional;
terrestres;
r) Auxiliar as autoridades sanitárias no desempenho das
d) Receber, dos navios e aeronaves militares chegados suas funções em conformidade com os competentes
aos portos e aeroportos, as declarações e documentos regulamentos e coadjuvar da mesma forma os serviços
relativos a carga e passageiros, quando for caso disso; dos correios na execução dos regulamentos postais;

e) Proceder, com as formalidades legais devidas, tanto em s) Prestar o auxílio que lhe seja pedido pelas autoridades
revistas a pessoas, como em buscas a estabelecimentos marítimas, aeronáuticas ou policiais, para cabal
comerciais, depósitos, embarcações e outros meios de desempenho dos serviços a seu cargo;
transporte ou quaisquer outros locais;
t) Prestar, de um modo geral, o auxílio que lhe seja
f) Superintender e fiscalizar dentro dos portos e dos solicitado por quaisquer autoridades, para integral
aeroportos, o movimento de carga, descarga, trans- cumprimento das leis, sem prejuízo dos serviços
bordo, circulação, trânsito e reexportação de merca- aduaneiros e fiscais;
dorias;
u) Superintender na vigilância e fiscalização nos termos
g) Superintender em todo o serviço de despacho de legais e exercer as demais vigilâncias necessárias para
mercadorias, proceder à liquidação e cobrança dos a inteira defesa dos interesses do Estado;
direitos e mais imposições que forem devidos e organizar
a respetiva contabilidade e os elementos estatísticos; v) Dar todas as modalidades de despacho prescritas na
legislação aduaneira;
h) Dar armazenagem, em depósitos sob a sua direta
administração ou em quaisquer outros armazéns sob w) Prover em todos os outros casos em que, por função
regime aduaneiro, às mercadorias que possam gozar própria ou não, tenham ou venham a ter de intervir no
desse benefício; desempenho de quaisquer atribuições especificadas
nas leis e regulamentos vigentes;
i) Privilegiar o apoio ao público, prestando todas as
informações necessárias; x) Recolher informações e elaborar relatórios com carácter
de prioridade, garantindo que todas as informações
j) Impedir as infrações fiscais previstas no Código são enviadas à entidade competente, de modo a permitir
Aduaneiro e intervir a fim de serem punidos os respe- a realização atempada de:
tivos infratores, nos termos das disposições aplicáveis;
i. Relatórios completos relativamente a todas as
inspeções;
k) Proceder à selagem ou estampilhagem de mercadorias,
nos casos estabelecidos pelos regulamentos; ii. Relatórios detalhados de todas as deteções e
apreensões;
l) Intervir em casos de avaria nas mercadorias a importar,
de harmonia com as respetivas disposições legais; iii. Relatórios de informação sobre todas as atividades
suspeitas.
m) Arrecadar os espólios chegados ao território aduaneiro
e organizar o competente processo, nos termos y) Assegurar o desenvolvimento de outras funções que
regulamentares; lhe sejam superiormente cometidas.

n) Intervir nos casos de naufrágio, de acordo com as Artigo 28.º


autoridades marítimas, superintendendo nos Delegações e postos aduaneiros
competentes serviços ou tomando as providências
precisas para a salvaguarda dos interesses do Estado As Delegações e os Postos Aduaneiros são unidades
e dos particulares e prestar aos passageiros e às orgânicas de carácter local que operam na área de jurisdição
tripulações dos navios em perigo, todo o auxílio e das Alfândegas ou em parte dela.
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Artigo 29.º d) Reportar quaisquer infrações a Códigos de Conduta;
Chefia
e) Participar em reuniões de gestão corrente estabelecidas
1. As Delegações são dirigidas por Chefes de Delegação, para a AA;
diretamente dependentes dos Chefes de Alfândega e
equiparados a Chefe de Departamento. f) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico ao
Comissário, na sua área de competência;
2. Os Postos Aduaneiros, quando sejam compostos por cinco
ou mais funcionários, são dirigidos por um Chefe de Posto, g) Exercer as demais tarefas que lhe sejam conferidas por
equiparado a Chefe de Secção, diretamente dependentes lei, regulamento ou determinação superior.
dos Chefes de Delegação.
3. Os Diretores Nacionais respondem diretamente perante o
3. Quando sejam compostos por menos de cinco funcionários, Comissário.
os Postos Aduaneiros são dirigidos diretamente pelos
Chefes de Delegação, caso integrem uma Delegação Artigo 32.º
Aduaneira, ou pelos Chefes de Alfândega. Diretores de Unidade

Artigo 30.º 1. Os Diretores de Unidade são responsáveis por gerir a


Tarefas Unidade que lhes compete, garantindo o exercício das
competências da mesma.
1. Compete às Delegações e Postos Aduaneiros em geral,
executar as atividades de natureza operacional e de gestão 2. Compete ao Diretor de Unidade:
corrente da AA que, por lei ou decisão superior, devam ser
prosseguidas a nível local no âmbito da área de jurisdição a) Dirigir os serviços de Unidade, coordenar e dirigir a
de uma Alfândega. sua atividade nos termos da lei e de acordo com as
instruções do Comissário;
2. Compete às Delegações Aduaneiras, essencialmente,
executar os atos e operações de gestão, controle e fiscali- b) Propor normas administrativas e/ou instruções
zação aduaneiros, relativos a despacho de mercadorias e necessárias à implementação das atribuições e
meios de transportes. competências da respetiva Unidade;

3. Compete aos Postos Aduaneiros, essencialmente, a c) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas
vigilância e fiscalização das zonas fiscais e dos edifícios por lei, regulamento ou determinação superior.
aduaneiros.
3. Os Diretores de Unidade respondem diretamente perante o
CAPÍTULO IV Comissário.
COMPETÊNCIAS DOS CARGOS DE DIREÇÃO E
CHEFIA Artigo 33.º
Chefes de Alfândega e Chefes de Departamento
Artigo 31.º
Diretores Nacionais 1. Os Chefes de Alfândega e os Chefes de Departamento são
responsáveis por gerir a Alfândega ou o Departamento
1. Os Diretores Nacionais da AA são competentes para gerir que lhes compete, incluindo as secções se for caso disso,
e supervisionar tecnicamente os departamentos da Direção garantindo o exercício das competências da respetiva
Nacional que lhes compete e garantir o rigor técnico na Alfândega ou Departamento.
implementação das competências que lhe são legalmente
cometidas. 2. Compete ao Chefe de Alfândega ou Chefe de Departamento:

2. Compete ao Diretor Nacional: a) Chefiar os Serviços da respetiva Alfândega ou


Departamento, coordenar e dirigir a sua atividade nos
a) Assegurar a direção técnica e garantir a gestão termos da lei e de acordo com as instruções do Diretor
operacional da respetiva Direção Nacional, de acordo Nacional;
com as instruções do Comissário;
b) Assegurar o exercício de competências dos Chefes de
b) Preparar as instruções necessárias ao funcionamento Secção que integram as respetivas Alfândegas ou os
dos departamentos e secções que integram a respetiva respetivos departamentos, em caso de vacatura de
Direção Nacional e apresentá-las a decisão superior; cargo ou em casos de ausência ou impedimentos;

c) Assegurar o exercício de competências dos Chefes de c) Propor normas administrativas e/ou instruções
Departamento que integram a respetiva Direção, em necessárias à implementação das atribuições e
caso de vacatura de cargo ou em casos de ausência ou competências da respetiva Alfândega ou do respetivo
impedimentos; departamento;
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d) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas das suas competências e de forma a cumprirem a sua
por lei, regulamento ou determinação superior. missão, mantendo total subordinação as chefias de que
dependem.
3. Os Chefes de Alfândega e os Chefes de Departamento
respondem diretamente perante o respetivo Diretor Artigo 37.º
Nacional. Prestação de serviço fora da Autoridade Aduaneira

Artigo 34.º 1. A AA pode manter funcionários aduaneiros em organismos


Chefes de Secção de interesse público, nos termos do Estatuto da Função
Pública e nas condições a definir pelo Ministro que tutela
1. Os Chefes de Secção são responsáveis por gerir as secções a área das finanças.
que lhes competem, garantindo o exercício das compe-
tências da respetiva secção. 2. Os funcionários aduaneiros podem ser nomeados em
comissão de serviço, para as organizações internacionais
2. Compete ao Chefe de Secção:
ou países estrangeiros, em função dos interesses nacionais
e dos compromissos assumidos no âmbito da cooperação
a) Dirigir os Serviços da respetiva secção, coordenar e
internacional, nos termos legalmente estabelecidos.
dirigir a sua atividade nos termos da lei e de acordo
com as instruções do Diretor Nacional ou do Chefe de
Departamento, conforme os casos; Artigo 38.º
Regras de conduta
b) Exercer as demais competências que lhe sejam conferidas
por lei, regulamento ou determinação superior. Para além das regras aplicáveis aos funcionários da
Administração do Estado, em matéria de conflitos de interesses,
3. Os Chefes de Secção respondem diretamente perante o impedimentos e incompatibilidades e deveres gerais, os
Diretor Nacional ou Chefe de Departamento, conforme os funcionários da AA estão ainda obrigados a cumprir normas, a
casos. definir por decreto-lei, nomeadamente quanto:

CAPÍTULO V a) Às regras especiais de conduta;


PESSOAL
b) À apresentação de declaração de interesses;
Artigo 35.º
Estatuto do pessoal c) Ao regime de responsabilidade disciplinar.

1. Os funcionários da AA integram um regime de carreira Artigo 39.º


especial a aprovar por decreto-lei, atendendo ao elevado Formação e avaliação
grau de competências, especialização e integridade exigidos
no desempenho das suas funções. 1. Os funcionários da AA estão sujeitos a um regime de
avaliação permanente que visa alcançar os seguintes
2. Os funcionários da AA são recrutados nos termos previstos objetivos:
no Estatuto da Função Pública, com as devidas adaptações
previstas no diploma referido no número anterior. a) Realizar diagnósticos sobre a competência dos
funcionários;
3. Para a prossecução das suas tarefas, a AA pode ainda
recorrer à contratação de consultores nacionais e
b) Permitir o planeamento e a realização das ações
internacionais e empresas especializadas, nos termos da
tendentes à adequação do pessoal às exigências das
lei.
suas funções atuais ou de outras que venham a
assumir;
Artigo 36.º
Requisição de funcionários aduaneiros
c) Permitir maior objetividade na avaliação do mérito dos
1. As autoridades judiciárias e administrativas podem requisitar funcionários, com vista à promoção e progressão nas
à AA, a atuação de funcionários aduaneiros para a respetivas carreiras.
prossecução de determinadas funções.
2. Os funcionários da AA estão ainda sujeitos a um regime de
2. A requisição de funcionários aduaneiros é apresentada formação permanente, que visa dotar os funcionários com
junto do Comissário da AA, indicando a natureza do serviço as competências adequadas às exigências técnico-
a desempenhar e o motivo ou a ordem que a justifica, profissionais, éticas e humanas relacionadas com os cargos
podendo o dirigente referido, mediante despacho e funções que desempenhem ou venham a assumir.
fundamentado, recusar a satisfação das requisições.
3. O regime de formação e avaliação dos funcionários da AA
3. Os funcionários aduaneiros requisitados atuam no quadro são aprovados por decreto-lei.
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CAPÍTULO VI b) Orçamento;
REGIME FINANCEIRO E INSTRUMENTOS DE
GESTÃO c) Plano de Aprovisionamento;

Artigo 40.º d) Relatório de Execução.


Receitas
2. Sem prejuízo de outros que venham a ser definidos, a AA
1. A AA dispõe das receitas provenientes de dotações que dispõe ainda dos seguintes instrumentos internos de
lhe forem atribuídas no Orçamento do Estado. gestão da atividade:

2. A AA dispõe ainda das seguintes receitas próprias: a) Plano estratégico;

a) As importâncias provenientes do fornecimento de bens b) Plano de formação profissional;


e serviços informáticos nas áreas das suas atribuições;
c) Plano de combate à corrupção e integridade institu-
b) O montante das taxas e emolumentos que nos termos cional;
da lei possam arrecadar;
d) Plano nacional de inspeção e fiscalização aduaneira;
c) O produto da venda de impressos e publicações;
e) Plano de realização de estudos.
d) As coimas;
CAPITULO VII
e) O produto dos reembolsos das despesas com papel, DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
fotocópias e correio, efetuadas a favor dos interes-
sados; Artigo 44.º
Sucessão
f) O montante devido pela prestação urgente de
informações vinculativas. 1. A AA sucede nos direitos e obrigações, de natureza legal
ou contratual, à Direção-Geral das Alfândegas (DGA) do
3. Os valores a que se refere o número anterior são definidos Ministério das Finanças.
por diploma ministerial do membro do Governo responsável
pela área das finanças, com exceção das coimas, que são 2. A AA sucede ainda à DGA, em quaisquer procedimentos
definidos por decreto-lei. e processos iniciados ou com a participação da DGA e que
se encontrem em curso à data de entrada em vigor do
Artigo 41.º presente decreto-lei.
Despesas
3. Quaisquer referências feitas em quaisquer leis ou docu-
Constituem despesas da AA as que resultem de encargos mento à DGA consideram-se como feitas à AA.
decorrentes da execução das tarefas que lhe estão cometidas
nos termos da lei. Artigo 45.º
Regulamentação
Artigo 42.º
Cobrança São determinados por diploma ministerial do membro do
Governo responsável pela área das finanças:
1. A Autoridade Aduaneira procede à aplicação, liquidação e
cobrança, voluntária e coerciva: a) Os símbolos representativos da AA;

a) De impostos e taxas de âmbito alfandegário, que sejam b) O uniforme dos funcionários da AA;
determinados por lei;
c) O modelo do cartão de identificação dos funcionários da
b) De taxas que lhe sejam devidas; AA.

c) De coimas, nos termos legais. Artigo 46.º


Revogação
Artigo 43.º
Instrumentos de gestão, avaliação e controlo É revogado o Decreto-Lei n.º 9/2017, de 29 de março.

1. No exercício das suas funções, a AA utiliza os seguintes Artigo 47.º


instrumentos de gestão, avaliação e controlo, sem prejuízo Comissão instaladora
de outros que sejam definidos por lei:
1. É criada a Comissão Instaladora da AA, adiante designada
a) Plano de Ação Anual; por Comissão, que tem como responsabilidade assegurar
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as tarefas necessárias para a instalação dos órgãos, A Ministra das Finanças interina,
serviços e pessoal da AA.

2. Compete à Comissão: _______________


Sara Lobo Brites
a) Aprovar o mapa de pessoal da AA;

b) Assegurar todos os procedimentos conducentes aos


recrutamentos necessários para a AA, podendo recorrer,
para esse fim, a outros serviços ou entidades, incluindo Promulgado em 23 . 12. 2019
entidades externas;

c) Promover ações de formação e provas de aferição de Publique-se.


conhecimentos;

d) Aprovar os instrumentos de planeamento e gestão da


AA decorrentes da lei, nomeadamente os que visem o O Presidente da República
exercício das competências da entidade;

e) Apresentar ao Conselho de Ministros relatórios _________________________


semestrais sobre a instalação da AA e o exercício das Dr. Francisco Guterres Lú Olo
suas competências.

3. A Comissão integra os seguintes elementos:

a) O Primeiro-Ministro, que preside;

b) O membro do Governo responsável pela área das


finanças, que preside na ausência do Primeiro-Ministro;
DIPLOMA MINISTERIAL Nº: 1 / 2019
c) O Presidente da Comissão da Função Pública.
de 8 de Janeiro
4. A Comissão é secretariada e apoiada tecnicamente pelos
serviços responsáveis para a reforma fiscal e a gestão das ESTRUTURA ORGÂNICA FUNCIONAL DA
finanças públicas. DIREÇÃO-GERAL DE AGRICULTURA DO MINISTÉRIO
DA AGRICULTURA E PESCAS
5. A Comissão extingue-se automaticamente uma vez termi-
nado o processo de instalação dos órgãos, serviços e
pessoal da AA. A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura
e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa
6. Os órgãos e serviços da AA prestam toda a colaboração à perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo,
Comissão. verificou-se que é importante autonomizar os serviços de
pecuária e veterinária que anteriormente estavam na
Artigo 48.º dependência da Direção-Geral da Agricultura e Pecuária
Produção de efeitos mediante a criação de uma Direção-Geral para essa área e a
O presente decreto-lei produz efeitos 90 dias a contar da data reorganização dos serviços dependentes da Direção-Geral da
Agricultura, no sentido de tornar as estruturas que de si
de entrada em vigor do mesmo.
dependem mais capazes de prestar um melhor serviço às
comunidades.
Artigo 49.º
Entrada em vigor Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura
orgânica funcional da Direção-Geral de Agricultura como
O presente decreto-lei entra em vigor no dia seguinte ao da
serviço central do Ministério da Agricultura e Pescas.
sua publicação.
Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
manda, ao abrigo do previsto no artigo 42.º do Decreto-Lei n.º
Aprovado em Conselho de Ministros em 23 de agosto de 2019. 19/2019, de 31 de Julho, publicar o seguinte diploma:

CAPÍTULO I
Disposições gerais
O Primeiro-Ministro
Artigo 1.º
Objeto
_______________
Taur Matan Ruak O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
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orgânica funcional da Direção-Geral de Agricultura do CAPÍTULO II
Ministério da Agricultura e Pescas, abreviadamente designado Estrutura Orgânica Funcional
por DGA do MAP.
Seção I
Artigo 2.º Estrutura
Natureza e missão
Artigo 4.º
A Direção-Geral de Agricultura é um serviço que integra a Estrutura geral
administração direta do Estado no âmbito do MAP e é
responsável por assegurar a orientação geral e a coordenação 1. Integram na estrutura da Direção-Geral da Agricultura as
integrada de todos os serviços do MAP com atribuições nas seguintes direções nacionais:
áreas da agricultura, de acordo com o programa do Governo,
as políticas e os programas do MAP e as orientações a) Direção Nacional de Agricultura e Horticultura;
superiores.
b) Direção Nacional de Irrigação e Gestão da Utilização de
Água;
Artigo 3.º
Atribuições
2. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior
estão na direta dependência da Direção-Geral e são dirigidas
A Direção-Geral da Agricultura prossegue as seguintes
por um diretor nacional, subordinado hierarquicamente ao
atribuições: Diretor-Geral.
a) Colaborar na definição das políticas, dos programas e planos 3. As Direções Nacionais mencionadas no número 1 regem-
relevantes para a área da agricultura, nomeadamente na se pelo princípio da especialização dos serviços da
definição de um plano de gestão integrado de solo e administração pública e colaboram entre si e com os demais
subsolo e na definição e implementação de uma estratégia órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
de conservação da biodiversidade; atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Direção-Geral de
b) Coordenar a execução, articulação e monitorização da Agricultura.
implementação das políticas, dos planos, dos programas e
das estratégias no âmbito da agricultura a nível nacional e 4. Junto da Direção-Geral funciona um gabinete de apoio
municipal; administrativo ao Diretor-Geral, que é coordenado por um
Chefe de Gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe
c) Velar por uma gestão sustentável, eficiente e eficaz dos de Departamento.
recursos agrícolas e pela conservação da diversidade
biológica do país, em coordenação com os demais serviços; Seção II
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais
d) Promover a transversalidade e a integração da política do
ambiente no setor da agricultura; SubSeção I
Direção Nacional de Agricultura e Horticultura
e) Promover o desenvolvimento rural e agrícola, nomeada-
mente através da coordenação da implementação dos Artigo 5.º
programas de apoio técnico ao desenvolvimento agrícola Atribuições
e rural e da cooperação com organizações nacionais e
internacionais relevantes; 1. A Direção Nacional de Agricultura e Horticultura
abreviadamente designada por DNAH, tem por missão
implementar as políticas, os planos e os projetos,
f) Fomentar a implementação de medidas que promovam a
nomeadamente as atividades de fiscalização, dos recursos
adoção de métodos alternativos ao uso de pesticidas na
genéticos vegetais, dos materiais de multiplicação de
produção agrícola;
plantas e de variedades vegetais, da produção de
sementes, da qualificação dos agentes rurais e da
g) Adotar as medidas necessárias para promover a criação de valorização e diversificação económica das zonas rurais.
centros de apoio técnico aos agricultores;
2. A DNAH prossegue as seguintes atribuições:
h) Coordenar a formulação e implementação de estratégias
que promovam uma produção alimentar agrícola a) Colaborar na formulação de políticas, programas e
sustentável; estratégias relacionadas com a sua missão;

i) Apresentar ao Ministro relatório semanal, mensal, trimestral b) Cooperar na implementação dos programas de apoio
e anual de atividades; técnico ao desenvolvimento agrícola e rural com
organizações e instituições internacionais e nacionais
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. relevantes;
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c) Implementar projetos que visem o aumento e a melhoria trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
da qualidade dos produtos agrícolas e hortícolas; supervisão por um Chefe de Seção de, no mínimo, 10
trabalhadores.
d) Assegurar o desenvolvimento e execução de
programas específicos sobre gestão e controlo de 4. Junto da Direção Nacional funciona um gabinete de apoio
pestes e doenças dos produtos agrícolas e hortícolas; administrativo ao Diretor Nacional, que é coordenado por
um Chefe de Gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
e) Implementar e promover a utilização de novas técnicas Chefe de Seção, diretamente subordinado ao Diretor
e tecnologias relacionadas com métodos de cultivo, Nacional.
colheita e tratamento de árvores de frutos;
Artigo 7.º
f) Promover a utilização de materiais e equipamentos Departamento de Mecanização, Produção Alimentar e
mecanizados e de tecnologias pós-colheita; Gestão Pós-Colheita

g) Promover e desenvolver a diversificação e sustenta- 1. Departamento de Mecanização, Produção Alimentar e


bilidade da produção alimentar agrícola e hortícola; Gestão Pós-Colheita é o serviço responsável por
implementar a missão da DNAH, especificamente através
h) Implementar estratégias de extensão agrícola, da implementação de projetos que visem o aumento, a
nomeadamente através da promoção da realização desta diversificação, a sustentabilidade e a melhoria da qualidade
atividade por outras entidades públicas ou privadas; da produção alimentar e Gestão Pós-Colheita, no âmbito
do fortalecimento do recurso a equipamentos mecanizados
i) Participar na formação e implementação dos programas pelos agricultores, assim como o aumento da produção
de formação e informação adequados aos agricultores agrícola sustentável e diversificada.
e extensionistas, em conjunto com a Direção Nacional
de Formação Técnica Agrícola; 2. Compete especialmente ao Departamento de Mecanização,
Produção Alimentar e Gestão Pós-Colheita;
j) Emitir pareceres sobre a importação ou exportação de
produtos agrícolas e hortícolas de modo a auxiliar a a) Elaborar o plano para requisição de material, equipa-
DNQB na prossecução da sua missão; mentos e combustível para distribuição, nomeadamente
tratores, para cada município, em harmonia com o plano
k) Participar nos procedimentos de licenciamento de de ação anual e com a legislação em vigor;
atividades comerciais relacionadas com a sua missão;
b) Desenvolver e coordenar a implementação do plano de
l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, distribuição de combustível para os tratores nos
trimestrais e anuais; municípios e proceder à correspondente monitorização
em coordenação com os restantes serviços relevantes
m) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. e de acordo com as normas aplicáveis;

Artigo 6.º c) Colaborar com os municípios para desenvolver


Estrutura estratégias de distribuição de combustível (“fila rai”) e
proceder à correspondente monitorização, em
1. Integram na estrutura da DNAH os seguintes departa- coordenação com a DNPPM e a UAJ;
mentos:
d) Colaborar com os municípios para identificar as
a) Departamento de Mecanização, Produção Alimentar e condições dos tratores e outros equipamentos
Gestão Pós-Colheita; mecanizados fornecidos pelo Estado;

b) Departamento de Desenvolvimento de Sementes e) Desenvolver o plano de formação de utilização de


Agrícolas; tratores para os mecânicos dos municípios e os grupos
de agricultores, em coordenação com a Direção
c) Departamento da Produção Hortícola e Proteção das Nacional de Formação Técnica Agrícola (DNFTA);
Plantas Agrícolas;
f) Testar e avaliar as condições dos equipamentos
2. Os departamentos mencionados no número 1 regem-se agrícolas mecanizados;
pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais g) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa atividades, relatórios de execução e proposta de
unitária, integrada e coerente da DNAH. orçamento do Departamento;

3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas h) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
dos Departamentos, desde que exista um volume de racional execução orçamental;
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i) Promover a produção agrícola sustentável e a utilização c) Desenvolver normas que permitam avaliar a qualidade
de alternativas a pesticidas; das sementes;

j) Elaborar um plano de requisição de sementes de arroz, d) Emitir parecer sobre a importação ou exportação de
milho, soja, trigo, feijão e adubos, com base num sementes, de modo a apoiar a DNQB na prossecução
levantamento de necessidades previamente elaborado da sua missão;
e fundamentado, que indique os objetivos específicos
a atingir com essa distribuição; e) Analisar tecnicamente pedidos de licenciamento
comercial relacionados com a produção de sementes
k) Coordenar a distribuição de sementes de arroz, milho, ou atividades conexas, nos termos da lei;
soja, trigo, feijão e adubos nos municípios, de acordo
com os critérios previamente estabelecidos, a f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
legislação em vigor e demais normas aplicáveis; para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
l) Capacitar os técnicos municipais e os grupos de de atividades, relatórios de execução e proposta de
agricultores sobre a utilização de adubos, em orçamento do departamento;
coordenação com a DNFTA;
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
m) Demonstrar a aplicação de novas tecnologias no racional execução orçamental;
campo;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
n) Promover estratégias que permitam diversificar a trimestrais e anuais;
produção alimentar;
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
o) Colaborar na recolha de dados de produção em cada disposições legais relacionados com a sua missão;
município e desenvolver uma base de dados da
produção a nível nacional, em coordenação com a j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Direção Nacional de Pesquisa e Estatística (DNPE); instrução superior.
p) Capacitar os técnicos dos municípios e os grupos de Artigo 9.º
agricultores sobre o sistema de plantio, em coordenação Departamento da Produção Hortícola e Proteção das
com a DNFTA; Plantas Agrícolas
q) Desenvolver o sistema de mecanização de pós colheita;
1. Departamento da Produção Hortícola e Proteção das Plantas
r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Agrícolas é o serviço responsável por implementar a missão
trimestrais e anuais; da DNAH, no âmbito de projetos que visem o aumento, a
diversificação, a sustentabilidade e a melhoria da qualidade
s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e da produção hortícola, bem como melhoria do sistema de
das outras disposições legais relacionadas com a sua Proteção das Plantas Agrícolas, no que diz respeito ao
missão; desenvolvimento de estratégias que permitam que a
produção agrícola e hortícola se desenvolve livre de pragas
t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por e doenças.
instrução superior.
2. Compete especialmente ao Departamento da Produção
Artigo 8.º Hortícola e Proteção das Plantas Agrícolas:
Departamento de Desenvolvimento de Sementes Agrícolas
a) Elaborar, em coordenação com a DNAF, o plano de
1. Departamento de Desenvolvimento de Sementes Agrícolas requisição de material ou equipamentos hortícolas,
é o serviço responsável por implementar a missão da sementes ou plantas;
DNAH no âmbito do desenvolvimento de sementes
agrícolas para assegurar o aumento, a diversificação, a b) Coordenar a distribuição de material hortícola, adubos,
sustentabilidade e a melhoria da qualidade da produção sementes e plantas nos municípios a grupos de
alimentar agrícola e hortícola. agricultores;

2. Compete especialmente ao Departamento de Desenvolvi- c) Desenvolver sementes hortícolas;


mento de Sementes Agrícolas:
d) Desenvolver normas e estratégias na sua área de
a) Produzir sementes, nomeadamente de milho, feijão, atividade;
arroz, mandioca e batata doce e emitir os correspon-
dentes certificados; e) Avaliar e monitorizar as atividades de horticultura nos
municípios;
b) Controlar a qualidade das sementes de acordo com o
sistema de sementes nacional; f) Identificar áreas com potencial para produção hortícola;
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g) Elaborar relatórios sobre as atividades de distribuição tação das políticas e estratégias relacionadas com a
de material agrícola e adubos; irrigação e utilização da água;

h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ b) Estabelecer medidas que assegurem esquemas eficazes
para a elaboração do plano de ação anual, planos de e eficientes de irrigação, numa perspectiva de
atividades, relatórios de execução e proposta de sustentabilidade, bem como a reabilitação dos
orçamento do departamento; existentes;

i) Elaborar, em coordenação com a DNAF, a proposta de c) Implementar medidas para a construção de reservatórios
orçamento necessário para garantir a realização de de água para agricultura e uma utilização racional e
atividades de controlo de pestes e doenças no âmbito optimizada da água;
da agricultura e horticultura, bem como o plano de
requisição de material e equipamento de proteção de d) Promover a disseminação de informação junto dos
plantas; agricultores sobre utilização e gestão eficaz, eficiente e
sustentável da água;
j) Coordenar a distribuição de material e equipamento de
proteção de plantas nos municípios, de acordo com os e) Exercer as atribuições que lhe sejam confiadas por lei
critérios previamente estabelecidos, a legislação em em matéria de utilização da água na agricultura;
vigor e demais normas aplicáveis;
f) Criar e manter actualizado um sistema de informação
k) Desenvolver programas de formação sobre gestão e sobre o regadio e sobre as infraestruturas hidro-
controlo de pestes e doenças nos municípios, em agrícolas que o sustentam;
coordenação com a DNFTA;
g) Assegurar a manutenção e a melhoria dos actuais
l) Desenvolver estudos, identificar e controlar pestes e sistemas de irrigação do arroz, bem como de outras
doenças em produtos agrícolas e hortícolas, em culturas nomeadamente hortícolas e leguminosas;
coordenação com os demais serviços relevantes;
h) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
m) Assegurar o funcionamento de um laboratório, anuais;
utilizando para identificar pestes e doenças;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
n) Avaliar as atividades de gestão de pestes e doenças
nos municípios na área da agricultura e horticultura; Artigo 11.º
Estrutura
o) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; 1. Integram na estrutura da DNIGUA os seguintes
departamentos:
p) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; a) Departamento de tecnologias de irrigação;

q) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e b) Departamento de gestão da água para irrigação;
das outras disposições legais relacionados com a sua
missão; c) Departamento de desenvolvimento, proteção, e
normalização das infraestruturas de irrigação;
r) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
pelo princípio da especialização dos serviços da
SubSeção II administração pública e colaboram entre si e com os demais
Direção Nacional de Irrigação e Gestão da Utilização da órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
Água atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNIGUA.
Artigo 10.º
Atribuições 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
dos Departamentos, desde que exista um volume de
1. A Direção Nacional de Irrigação e Gestão da Utilização da trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
Água, abreviadamente designada por DNIGUA, tem por supervisão por um Chefe de Seção de, no mínimo, 10
missão implementar as políticas, os planos e os projectos e trabalhadores.
fiscalizar o cumprimento da lei nos domínios da irrigação e
da gestão e aproveitamento dos recursos hidro-agrícolas. 4. Junto da Direção Nacional funciona um gabinete de apoio
administrativo ao Diretor Nacional, que é coordenado por
2. A DNIGUA prossegue as seguintes atribuições: um chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
chefe de Seção, diretamente subordinados ao Diretor
a) Colaborar na formulação e na avaliação da implemen- Nacional.
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Artigo 12.º e) Capacitar os grupos de agricultores no âmbito da
Departamento de Tecnologias de Irrigação irrigação;

1. O Departamento de tecnologias de irrigação é o serviço f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
responsável por assegurar o apoio tecnológico necessário para a elaboração do plano de ação anual, planos de
no âmbito das responsabilidades confiadas à DNIGUA. atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento;
2. Compete especialmente ao Departamento de Tecnologias
de Irrigação: g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
a) Elaborar estudos sobre a adequação de um determinado
sistema de irrigação a um determinado projeto; h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
b) Implementar sistemas de irrigação de refluxo, de gota e
de recolha de água das chuvas; i) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionados com a sua
c) Proceder à recolha de dados hidrológicos e meteoroló- missão;
gicos, em coordenação com a Direção Nacional de
Pesquisa e Estatística (DNPE); j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
d) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ instrução superior;
para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de Artigo 14.º
orçamento do departamento; Departamento de Desenvolvimento, Proteção e
Normalização das Infraestruturas de Irrigação.
e) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; 1. O Departamento de Desenvolvimento, Proteção e Normali-
zação das Infraestruturas de Irrigação é o serviço respon-
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, sável por assegurar o desenvolvimento, a proteção e
trimestrais e anuais; adequada construção das infraestruturas de irrigação
devidamente padronizadas e protegidas, no âmbito da
g) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e missão da DNIGUA.
das outras disposições legais relacionados com a sua
missão; 2. Compete especialmente ao departamento de desenvolvi-
mento, proteção e normalização das infraestruturas da
h) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por irrigação:
instrução superior.
a) Desenvolver o plano anual operacional para a
Artigo 13.º normalização e proteção das infraestruturas de
Departamento de Gestão da Água para Irrigação irrigação;

1. O Departamento de Gestão da Água para Irrigação é o b) Proceder à normalização de rios para evitar estragos
serviço responsável por providenciar apoio técnico em zonas agrícolas;
necessário, no âmbito das responsabilidades conferidas à
DNIGUA, assegurando uma gestão eficaz, eficiente e c) Construir barreiras de proteção que evitem estragos
sustentável da água para irrigação. em zonas agrícolas e em sistemas de irrigação;

d) Reduzir a sedimentação, de modo a fazer chegar água


2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão da aos campos de cultivo;
Água para Irrigação:
e) Abrir canais de irrigação e vias de acesso;
a) Desenvolver o plano anual operacional e de manuten-
ção dos sistemas de irrigação, em coordenação com os f) Assegurar as necessárias linhas de coordenação com
demais serviços relevantes; os demais serviços públicos relevantes para o
cumprimento da sua missão;
b) Colaborar na elaboração de regras sobre operação e
manutenção de sistemas de irrigação; g) Preparar o plano operacional do Departamento para o
desenvolvimento de infraestrutras de irrigação;
c) Desenvolver um manual operacional sobre manutenção
e reabilitação de sistemas de irrigação; h) Elaborar os padrões e normas para o desenho e a
construção de sistemas de irrigação;
d) Avaliar e monitorizar os sistemas de irrigação existentes,
propondo a adoção de medidas de reabilitação quando i) Proceder ao levantamento de dados necessários para
necessário; os sistemas de irrigação;
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j) Desenvolver estudos detalhados para os sistemas de desenvolvidos no âmbito das atribuições ao Diretor-
irrigação; Geral nos seus serviços;

k) Colaborar na supervisão da construção de f) Promover a realização de reuniões de trabalho


infraestruturas de irrigação e no controlo da sua periódicos com os diretores nacionais que de si
qualidade em colaboração com a DNPPM; dependem, de modo a estar permanente informado
sobre as atividades dos serviços do Diretor-Geral;
l) Avaliar a qualidade dos materiais de construção em
laboratório; g) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;

m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
para a elaboração do plano de ação anual, planos de subordinados, nos termos da lei;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento; i) Coordenar a definição de regras operacionais e
procedimentos que permitam harmonizar o
n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e funcionamento integrado e a articulação dos serviços
racional execução orçamental; do MAP, em colaboração com os Diretores-Nacionais
e o Inspetor Geral;
o) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou outras
p) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e instituições, de modo a prosseguir a missão do Diretor-
das outras disposições legais relacionadas com a sua Geral com a devida eficiência e eficácia;
missão;
k) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
q) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por princípios da legalidade, transparência, coerência e
instrução superior racionalização, em coordenação com os demais serviços;

CAPÍTULO III l) Remeter aos membros do Governo relatórios mensais,


Direção, Chefias e Recursos Humanos trimestrais e anuais sobre as atividades do Diretor-Geral
e correspondentes services bem como uma avaliação
Seção I crítica dos progressos atingidos;
Direção e Chefias
m) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
Artigo 15.º com a natureza das suas funções.
Direção Geral
Artigo 16.º
1. O Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção, Diretores Nacionais
supervisão e execução das atribuições da Direção-Geral
que desta dependem e responde diretamente aos membros 1. Os Diretores Nacionais são responsáveis pela direção,
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e coordenação e execução técnica das atribuições da respe-
Pescas. tiva Direção Nacional que dirigem e dos Departementos
nela integrados.
2. Compete especialmente ao Diretor-Geral:
2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais:
a) Representar a Direção-Geral;
a) Representar respetiva Direção Nacional;
b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom
funcionamento de todos os serviços que se encontrem b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo Diretor-Geral;
com o programa do Governo e sob orientação dos
membros do Governo; c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na
respetiva área de competência;
c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
dos objetivos enunciados na alínea anterior; d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de
competência;
d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
área de competência ao Governo em geral e aos membros e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e bom funcionamento da respetiva Direção Nacional;
Pescas;
f) Apresentar, ao Diretor-Geral, relatórios periódicos das
e) Supervisionar a execução técnica dos programas atividades desenvolvidas pela Direção Nacional;
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g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no pelas entidades competentes e pelo diretor nacional;
âmbito da missão e das atribuições da respetiva Direção
Nacional; e) Garantir a coordenação e a devida execução das
atividades do Departamento e a qualidade técnica das
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações atividades que de si dependam;
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em
coordenação com os demais serviços relevantes; f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
eficiência da respetiva atividade;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
humanos; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;

j) Exercer as competências que a lei lhes confere em h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
matéria de avaliação de desempenho; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
Departamento; respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho
e a assunção de responsabilidade por parte dos
l) Promover a realização de reuniões de trabalho funcionários;
periódicas com os chefes de Departamento que de si
dependem, de modo a estar permanente informado i) Identificar as necessidades específicas de formação dos
sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional; funcionários do Departamento e propor a frequência
das ações de formação consideradas adequadas ao
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com suprimento das referidas necessidades, em coordenação
as demais direções nacionais e demais serviços do com os serviços competentes pela elaboração do plano
MAP, garantindo o seu bom funcionamento; de formação e após aprovação pelo diretor nacional;

n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo pontualidade e cumprimento do período normal de
cumprimento da demais legislação em vigor; trabalho por parte dos funcionários do respetivo
Departamento;
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível Departamento;
com natureza das suas funções.
l) Promover a realização de reuniões de trabalho periódicas
3. Os diretores nacionais estão diretamente subordinados ao com os funcionários do Departamento, de modo a estar
Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarquiamente. permanentemente informado sobre as atividades dos
serviços da direção nacional;
Artigo 17.º
Chefes de Departamento m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
materiais e equipamentos afetos ao Departamento;
1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pela direção,
coordenação e execução técnica das competências do n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
Departamento que chefiam. os demais Departamentos da respetiva Direção
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu
2. Compete especialmente aos chefes de Departamento: bom funcionamento;

a) Submeter a despacho do respetivo diretor nacional, o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dados
devidamente instruídos e informados, os assuntos que em matéria de serviço;
dependam da decisão deste;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos, pelos seus superiores hierárquicos.
financeiros e materiais afetos ao respetivo
Departemento, de acordo com a legislação em vigor e 3. O coordenador do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce
as orientações do diretor nacional. as competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
com o repectivo diretor nacional e com a DNRH; apoio ao Diretor-Geral;

d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo b) Atuar como ponto focal do Diretor-Geral no que diz
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respeito a questões relacionadas com administração, a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
finanças, recursos humanos, bases de dados, atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, mensuráveis;
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de coordena- b) Orçamento anual;
ção necessários para garantir o funcionamento
integrado dos serviços da Direção Geral. c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;

4. Os Departamentos estão diretamente subordinados ao d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.


Diretor Nacional, perante o qual respondem hierarquia-
mente. 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
fundamentada das suas atividades, o calendário de
5. O Chefe do gabinete de apoio ao Diretor-Nacional exerce as programação das atividades, os meios necessários à sua
competências mencionadas no número anterior, com as viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
necessárias adaptações, e é ainda responsável por: controlo e avaliação.
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio ao Diretor-Nacional; 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
b) Atuar como ponto focal da Diretor-Nacional no que diz prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
respeito a questões relacionadas com administração, impacto na segurança pública em Timor-Leste.
recursos humanos, bases de dados, logística,
elaboração de planos de ação de atividades, relatórios 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
de execução e propostas de orçamento, estabelecendo devem descrever como foram atingidos os objetivos do
os mecanismos de coordenação necessários para MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
garantir o funcionamento integrado dos serviços da
Direção Nacional. Artigo 22.º
Receitas e despesas
Artigo 18.º
Nomeação 1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de
dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do
O preenchimento dos cargos de direção e chefia, previstos no Estado.
presente diploma, efetua-se nos termos do regime de carreiras
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública; 2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que
Seção II lhe estão comprometidas.
Recursos humanos
CAPÍTULO V
Artigo 19.º Disposições finais e transitórias
Quadro de pessoal, dirigentes e chefias
Artigo 23.º
O quadro de pessoal, dirigentes e chefias da Direção Geral é Norma Revogatória
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
dos cargos de direção e chefia da Administração Pública. É revogado o Diploma Ministerial N.º 9/GM/V/2014.

Artigo 20.º Artigo 24.º


Conteúdos funcionais Entrada em vigor

Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua
pessoal da Direção Geral são aprovados por despacho do publicação.
Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do
Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo
Diretor-Geral. Díli 27 de Dez de 2019

CAPÍTULO IV
FINANÇAS
O Ministro da Agricultura e Pescas,
Artigo 21.º
Instrumentos de gestão

1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
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Jornal da República
DIPLOMA MINISTERIAL Nº: 2 /2020 sustentável das florestas e dos respetivos recursos, da
planta do café e demais plantas industriais;
de 8 de Janeiro
e) Promover a transversalidade e a integração da política do
ESTRUTURA ORGÂNICA-FUNCIONAL DA ambiente no setor das florestas, conservação da natureza,
DIREÇÃO-GERAL DAS FLORESTAS, CAFÉ E biodiversidade, café e plantas industriais;
PLANTAS INDUSTRIAIS
f) Coordenar o desenvolvimento e a implementação de
mecanismos de combate à desflorestação e degradação
A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura das florestas que envolvam as comunidades;
e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa
perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo, g) Colaborar na definição de um plano de gestão integrado de
tornou-se essencial autonomizar os serviços de florestas, solo e subsolo, bem como na definição e implementação
reconhecendo assim a sua especificidade mediante a criação
de uma estratégia de conservação e recuperação da
de uma nova Direção-Geral. Neste ensejo, foi também tomado
biodiversidade;
como oportuno que o nome da Direção-Geral refletisse ainda a
importância da cultura do café que se assume como cultura
h) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e anuais;
emblemática no país.

Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
orgânica funcional da Direção-Geral das Florestas, Café e
Plantas Industriais como serviço central do Ministério de CAPÍTULO II
Agricultura e Pescas. Estrutura Orgânica Funcional

Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas, Secção I


manda, ao abrigo do previsto no artigo 42.º do Decreto-Lei N.º Estrutura
19/2019, de 31 de Julho, publicar o seguinte diploma:
Artigo 3.º
CAPÍTULO I Estrutura Geral
Disposições Gerais
1. Integram a estrutura da DGFCPI as seguintes Direções
Artigo 1.º Nacionais:
Objeto
a) Direção Nacional de Proteção e Conservação das
O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura Florestas e de Desenvolvimento do Eco-Turismo;
orgânica-funcional da Direção-Geral das Florestas, Café e
Plantas Industriais, abreviadamente designada por DGFCPI b) Direção Nacional de Bacias Hidrográficas e Áreas
do Ministério da Agricultura e Pescas (MAP). Mangais;

Artigo 2.º c) Direção Nacional de Desenvolvimento da Floresta


Natureza e Missão Comunitária;

A DGFCPI prossegue as seguintes atribuições: d) Direção Nacional de Café e das Plantas Industriais;
a) Colaborar na definição das políticas, dos programas e pla-
2. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior
nos relevantes para a área das florestas, conservação da
estão na direta dependência da DGFCPI e são dirigidas por
natureza, café, plantas industriais e biodiversidade,
um Diretor Nacional subordinado hierarquicamente ao
nomeadamente na definição de um plano de gestão
Diretor-Geral da DGFCPI.
integrado de solo e subsolo e na definição e implementação
de uma estratégia de conservação da biodiversidade;
3. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior
b) Coordenar a execução, articulação e monitorização da regem-se pelo princípio da especialização dos serviços da
implementação das políticas, dos planos, dos programas e Administração Pública e colaboram entre si e com os demais
das estratégias no âmbito das florestas, da conservação órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
da natureza, do café e das plantas industriais; atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DGFCPI.
c) Contribuir para o desenvolvimento dos padrões ambientais
nomeadamente no que diz respeito às florestas, às bacias 4. Junto da Direção-Geral das Florestas, Café e Plantas
hidrográficas, aos solos e subsolos; Industriais, funciona um gabinete de apoio administrativo
ao Diretor-Geral, que é coordenado por um chefe de
d) Velar pela conservação da diversidade biológica do país, gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe de
em coordenação com os demais serviços, e por uma gestão departamento.
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Jornal da República
Secção II b) Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais Florestas;

Subsecção I c) Departamento de Desenvolvimento do Turismo


Direção Nacional de Proteção e Conservação das Florestas Natural;
e de Desenvolvimento do Eco-Turismo
2. Os departamentos mencionados no número anterior regem-
Artigo 4.º se pelo princípio da especialização dos serviços da
Atribuições administração pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
1. A Direção Nacional de Proteção e Conservação das Floresta atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
e de Desevolvimento do Eco-Turismo, abreviadamente unitária, integrada e coerente da DNPCFDET.
designada por DNPCFDET, tem por missão implementar as 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
políticas, os planos e os projetos, bem como fiscalizar o dos Departamentos, desde que exista um volume de
cumprimento da lei no domínio da conservação da natureza. trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção, no mínimo, 10
2. A DNPCFDET prossegue as seguintes atribuições: trabalhadores.
a) Colaborar na formulação e na avaliação das políticas e 4. Junto da Direção Nacional de Proteção e Conservação das
estratégias relacionadas com a proteção e conservação Floresta e de Desevolvimento do Eco-Turismo, funciona
das florestas e de Desenvolvimento do Eco-Turismo um gabinete de apoio administrativo ao Director Nacional
(Turismo Natural); que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado,
para efeitos salariais, a chefe de secção.
b) Recolher os dados e as informações relevantes sobre a
proteção e conservação das florestas e de desenvolvi- Artigo 6.º
mento do Eco-Turismo; para uso no planeamento e Departamento de Corpo Guarda e da Extenção Florestal
tomada das decisões, em coordenação com a Direção
Nacional de Pesquisa e Estatística (DNPE); 1. O Departamento de Corpo Guarda e da Extenção Florestal
é o serviço responsável por assegurar o apoio técnico no
c) Implementar as medidas necessárias do plano nacional âmbito da implementação de programas de corpo de guarda
de reflorestação, conservação e desenvolvimento, uso e extensão florestal.
sustentável e recuperação do solo e subsolo e proteção
das espécies florestais em vias de extinção ou 2. Compete especialmente ao Departamento de Corpo Guarda
enfraquecidas, com o objetivo de aumentar o espaço e da Extenção Florestal:
florestal e diminuir a sua degradação;
a) Colaborar na formulação de políticas, programas,
d) Promover e implementar campanhas de sensibilização padrões e normas sobre áreas protegidas, nomeada-
junto das populações, das comunidades locais e do mente no âmbito da proteção da floresta e de animais
público em geral sobre a necessidade de conservação selvagens bem como no âmbito da extensão florestal;
das florestas e de desenvolvimento do Eco-Turismo
do património florestal do país; b) Sensibilizar as comunidades sobre a necessidade de
proteger as florestas;
e) Definir e declarar, em conjunto com o Ministério que
tutela a área do ambiente, os parques, reservas e áreas c) Prevenir a colheita ilegal de produtos florestais ou o
protegidas, bem como prosseguir com a sua corte ilegal de madeira, desenvolvendo estratégias para
implementação; esse efeito;

f) Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas d) Desenvolver ações inspetivas relacionadas com a
em matéria de gestão de parques naturais; qualidade dos produtos florestais e emitir os
correspondentes certificados de origem para efeitos
g) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e de exportação;
anuais;
e) Disseminar junto do público informação relacionada
h) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. com a Política Nacional das Florestas, legislação e
regulamentos aplicáveis;
Artigo 5.º
Estrutura f) Desenvolver mecanismos de coordenação privilegiados
com os serviços de proteção civil no sentido de
1. Integram a estrutura da DNPCFDET os seguintes desenvolver planos contra incêndios florestais;
departamentos:
g) Planear, em coordenação com as autoridades relevantes,
a) Departamento de Corpo Guarda e da Extenção Florestal; estratégias de ação para controlar fogos florestais;
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Jornal da República
h) Estabelecer os necessários mecanismos de h) Desenvolver programas relacionados com meios de
coordenação com serviços com atribuições conexas; subsistência alternativos, em cooperação com outras
entidades com atribuições conexas;
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
para a elaboração do plano de ação anual, planos de i) Formular e implementar padrões, normas, orientações
atividades, relatórios de execução e proposta de e procedimentos na área de gestão e eficiência das
orçamento do departamento; zonas protegidas ou de conservação da florestas;
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e j) Avaliar a implementação das políticas, das normas e
racional execução orçamental; dos procedimentos relacionados com o seu setor de
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, atividade;
trimestrais e anuais;
k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e para a elaboração do plano de ação anual, planos de
das outras disposições legais relacionadas com a sua atividades, relatórios de execução e proposta de
missão; orçamento do departamento;

m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
instrução superior. racional execução orçamental;

3. O Departamento de Corpo Guarda e da Extenção Florestal m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
é dirigido por um Chefe de departamento, provido nos trimestrais e anuais;
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
Nacional de DNPCFDET. das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
Artigo 7.º
Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Florestas instrução superior.

1. O Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das 3. O Departamento de Áreas Protegidas e Conservação das
Florestas, é o serviço responsável por colaborar na Florestas é dirigido por um Chefe de Departamento, provido
formulação e implementar as políticas e normas técnicas nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
relacionadas com as áreas protegidas. administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional de DNPCFDET.
2. Compete especialmente ao Departamento de Areas
Protegidas e Conservação das Florestas: Artigo 8.º
Departamento de Desenvolvimento do Turismo Natural
a) Promover a gestão eficiente e eficaz e o potencial das
áreas protegidas; 1. O Departamento de Desenvolvimento do Eco-Turismo é o
serviço responsável por colaborar na elaboração e
b) Promover a consciência social sobre a importância das implementação das políticas e normas técnicas relacionadas
áreas protegidas; com o desenvolvimento e gestão do turismo natural.

c) Desenvolver e implementar programas de gestão de 2. Compete especialmente ao Departamento de Desenvolvi-


parques nacionais e atividades de proteção, segurança mento do Eco-Turismo:
e controlo de animais selvagens;
a) Colaborar na elaboração do programa de gestão de
d) Coordenar, delinear e demarcar as áreas protegidas; turismo natural nas áreas protegidas, bem como na
formulação de um sistema de desenvolvimento
e) Estabelecer os mecanismos de cordenação necessários integrado de turismo natural;
com as autoridades locais e as comunidades para efeitos
de gestão de áreas protegidas e parques nacionais e b) Promover a gestão eficiente e eficaz e o potencial dos
utilização de produtos tradicionais provenientes dessas parques nacionais, do turismo natural e dos respetivos
áreas; serviços ambientais;

f) Promover mecanismos de prevenção de exploração das c) Participar na elaboração de legislação e regras no âmbito
áreas protegidas ou florestas naturais; do turismo natural;

g) Definir critérios e implementar medidas de reabilitação d) Identificar o potencial turístico das áreas protegidas,
e restauração da integridade ecológica nas zonas em colaboração com os serviços públicos responsáveis
protegidas; pelo turismo;
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e) Sensibilizar as comunidades que habitem perto de locais 2. A DNGBHAM prossegue as seguintes atribuições:
de turismo natural sobre a importância desta atividade;
a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias
f) Recolher dados sobre turismo nacional, em coordena- relacionadas com a sua missão, nomeadamente na
ção com os demais serviços relevantes; elaboração do plano nacional de gestão dos recursos
hídricos;
g) Acompanhar os eventos relacionados com alterações
climáticas; b) Implementar, coordenar e avaliar a execução da política
h) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena- florestal, no âmbito da estratégia florestal nacional e
ção com serviços com atribuições conexas; do plano nacional de gestão florestal;

i) Estabelecer os mecanismos de coordenação neces- c) Combater a desflorestação e degradação das florestas;


sários com as autoridades locais e as comunidades para
efeitos de gestão de áreas protegidas e utilização de d) Assistir na conceptualização e definição dos parques
produtos tradicionais provenientes dessas áreas; e reservas florestais e promover a elaboração de
legislação sobre a sua gestão em colaboração com os
j) Promover a publicação de informação sobre turismo serviços competentes;
natural e disseminá-la junto do público;
e) Promover a indústria agro-florestal;
k) Avaliar a implementação das políticas, das normas e
dos procedimentos relacionados com o seu setor de f) Implementar as medidas necessárias para garantir a
atividade; utilização racional e sustentável dos recursos hídricos;

l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Assegurar, em coordenação com os demais serviços
para a elaboração do plano de ação anual, planos de relevantes, a qualidade dos recursos hídricos;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento; h) Elaborar um manual de gestão das florestas e bacias
hidrográficas e um manual sobre a agro-florestal, em
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e coordenação com os restantes órgãos competentes;
racional execução orçamental;
i) Implementar uma adequada organização dos serviços
n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, florestais;
trimestrais e anuais;
j) Emitir pareceres sobre a importação ou exportação de
o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e recursos florestais de modo a auxiliar a DNGBHAM na
das outras disposições legais relacionadas com a sua prossecução da sua missão;
missão;
k) Autorizar a exploração comercial de recursos florestais,
p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por em coordenação com a Direção Nacional da
instrução superior; Conservação da Natureza;

3. O Departamento de Desenvolvimento do Eco-Turismo é l) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e


dirigido por um Chefe de departamento, provido nos termos anuais;
do regime dos cargos de direção e de chefia da
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor m) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
Nacional de DNPCFDET.
Artigo 10.º
Subsecção II Estrutura
Direção Nacional de Gestão das Bacias Hidrográficas e
Áreas Mangais 1. Integram a estrutura da DNGBHAM os seguintes Departa-
mentos:
Artigo 9.º
Atribuições a) Departamento de Gestão das Áreas Costeiras e
Mangais;
1. A Direção Nacional de Gestão das Bacias Hidrográficas e
Áreas Mangais, abreviadamente designada por b) Departamento de Gestão das Bacias Hidrogaficas;
DNGBHAM tem por missão implementar as políticas, os
planos e os projetos, bem como fiscalizar o cumprimento c) Departamento de Reflorestação;
da lei no domínio do desenvolvimento sustentável dos
recursos florestais e dos espaços associados e ainda dos 2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem-
recursos cinegéticos, apícolas e aquáticos das águas se pelo princípio da especialização dos serviços da
interiores. administração pública e colaboram entre si e com os demais
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Jornal da República
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa racional execução orçamental;
unitária, integrada e coerente da DNGBHAM.
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
3. Podem ser criadas secções, como sub-unidades orgânicas trimestrais e anuais;
dos Departamentos, desde que exista um volume de
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 das outras disposições legais relacionadas com a sua
trabalhadores. missão;

4. Junto da Direção Nacional de Gestão das Bacias m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Hidrográficas e Áreas Mangais, funciona um gabinete de instrução superior.
apoio administrativo ao Director Nacional que é
coordenado por um chefe de gabinete equiparado, para 3. O Departamento de Gestão das Áreas Costeiras e Mangais
efeitos salariais, a chefe de secção. é dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
Artigo 11.º administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Departamento de Gestão das Áreas Costeiras e Mangais Nacional de DNGBHAM.

1. O Departamento de Gestão das Áreas Costeiras e Mangais Artigo 12.º


é o serviço responsável por assegurar os serviços técnicos Departamento de Gestão das Bacias Hidrogaficas
no âmbito da gestão das Áreas Costeiras e Mangais;
1. O Departamento de Gestão das Bacias Hidrográficas é o
2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão das serviço responsável por assegurar os serviços técnicos
Áreas Costeiras e Mangais no âmbito da gestão das bacias hidrográficas e áreas
costeiras.
a) Colaborar na elaboração dos programas e planos
relacionados com a gestão das bacias hidrográficas; 2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão das
Bacias Hidrográficas:
b) Coordenar com a DNPE e com os restantes serviços
relevantes, no sentido de proceder à recolha e ao a) Colaborar na elaboração dos programas e planos
levantamento de dados relevantes para os estudos no relacionados com a gestão das bacias hidrográficas;
âmbito das bacias hidrográficas;
b) Coordenar com a DNPE e com os restantes serviços
c) Colaborar no desenvolvimento de um quadro jurídico relevantes, no sentido de proceder à recolha e ao
e desenvolver linhas gerais de orientação relativas à levantamento de dados relevantes para os estudos no
gestão integrada e sustentável das bacias âmbito das bacias hidrográficas;
hidrográficas;
c) Colaborar no desenvolvimento de um quadro jurídico
d) Assegurar as relações de coordenação com os e desenvolver linhas gerais de orientação relativas à
restantes serviços públicos com atribuições conexas; gestão integrada e sustentável das bacias hidro-
gráficas;
e) Preparar e executar, do ponto de vista técnico, as d) Assegurar as relações de coordenação com os
responsabilidades de Timor-Leste no âmbito da gestão restantes serviços públicos com atribuições conexas;
integrada de rios e ribeiras transfronteiriças;
e) Preparar e executar, do ponto de vista técnico, as
f) Promover a realização de fóruns interministeriais sobre responsabilidades de Timor-Leste no âmbito da gestão
gestão de bacias hidrográficas; integrada de rios e ribeiras transfronteiriças;

g) Desenvolver relações com as comunidades que habitam f) Promover a realização de fóruns interministeriais sobre
em áreas costeiras ou nas proximidades de bacias gestão de bacias hidrográficas;
hidrográficas no sentido de as sensibilizar para a
importância dos recursos hídricos, assegurando a sua g) Desenvolver relações com as comunidades que habitem
gestão integrada; em áreas costeiras ou nas proximidades de bacias
hidrográficas no sentido de as sensibilizar sobre a
h) Identificar as nascentes de água e as bacias importância dos recursos hídricos, assegurando a sua
hidrográficas e avaliar o seu estado; gestão integrada;

i) Prestar o apoio necessário à DNAF e à DNPPM para a h) Identificar as nascentes de água e as bacias hidro-
elaboração do plano de ação anual, planos de gráficas e avaliar o seu estado;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do departamento; i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
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Jornal da República
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos h) Implementar as medidas técnicas apropriadas
de atividades, relatórios de execução e proposta de relacionadas com a plantação em declives de espécies
orçamento do departamento; nativas, a conservação dos solos e a conservação dos
recursos hídricos;
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Desenvolver relações com as comunidades que habitem
em zonas montanhosas ou perto do mar, de nascentes
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, de lagoas ou de rios, no sentido de as sensibilizar sobre
trimestrais e anuais; a importância dos recursos hídricos e a conservação
dos solos, assegurando a sua gestão integrada;
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua j) Proceder à reflorestação de zonas urbanas, jardins e
missão; estradas;
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM, e à UAJ
instrução superior. para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de
3. O Departamento de Gestão das Bacias Hidrográficas é orçamento do departamento;
dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da adminis- l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
tração pública e diretamente subordinado ao Diretor racional execução orçamental;
Nacional de Gestão das Bacias Hidrográficas e Áreas
Mangais (DNGBHAM). m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
Artigo 13.º
Departamento de Reflorestação n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua
1. O Departamento de Reflorestação é o serviço responsável missão;
por executar tecnicamente os programas de reflorestação e
as estratégias de conservação do solo e água. o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
2. Compete especialmente ao Departamento de Reflorestação
e Agrofloresta: 3. O Departamento de Reflorestação é dirigido por um Chefe
de Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
a) Colaborar na elaboração dos programas e planos de direção e de chefia da administração pública e
relacionados com a gestão dos solos, conservação do diretamente subordinado ao Diretor Nacional de Gestão
solo e da água; das Bacias Hidrográficas e Áreas Mangais (DNGBHAM).

b) Desenvolver as linhas de orientação geral no âmbito Subsecção III


da reflorestação, de modo a garantir a conservação dos Direção Nacional de Desenvolvimento da Floresta
solos e da água, a proteção da natureza e prevenir a Comunitária
erosão do solo e inundações;
Artigo 14.º
c) Elaborar um plano de ação sobre reflorestação e Atribuições
plantação em viveiros, em coordenação os demais
serviços relevantes; Direção Nacional de Desenvolvimento da Floresta Comunitária

d) Implementar atividades de reflorestação nas margens 1. A Direção Nacional de Desenvolvimento da Floresta


dos rios, das bacias hidrográficas, perto das estradas e Comunitária, abreviadamente designada por DNDFC, tem
em solos em estado crítico; por missão, implementar as políticas, os planos e os
projectos, bem como fiscalizar o cumprimento da lei no
e) Apoiar e promover a distribuição de sementes e plantas domínio da Floresta Comunitária.
nativas para apoiar os programas de reflorestação, de
acordo com um plano de ação previamente definido; 2. A DNDFC, prossegue as seguintes atribuições:

f) Elaborar planos estratégicos sobre sustentabilidade a) Implementar, coordenar e avaliar a execução da política
agroflorestal, florestas públicas e comunitárias, viveiros florestal, no âmbito da estratégia florestal Comunitária.
e sementes de espécies florestais e flores, em
coordenação com a DNPE; b) Implementar uma adequada organização dos serviços
de desenvolvimento das florestas Comunitárias;
g) Assegurar a coordenação dos serviços técnicos
relacionados com viveiros e sementes de espécies c) Elaborar um manual sobre a Floresta Comunitária, em
florestais; coordenação com os restantes órgãos competentes;
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d) Autorizar a exploração comercial de recursos florestais mento da lei em matéria de utilização de produtos florestais
Comunitárias, em coordenação com os órgãos e grupos especialmente Florestas Industriais incluindo o Sândalo e
Comunitários relevantes; Bambu.

e) Implementar as medidas necessárias para garantir a 2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão dos
utilização racional e sustentável dos recursos florestais Produtos das Florestas Industriais:
Comunitárias;
a) Desenvolver as linhas gerais sobre a gestão das plantas
f) Implementar uma adequada organização ou grupos comerciais de madeira e não de madeira, que se
comunitários de serviços das florestais Comunitárias; entemdam para objectivos industriais e necessidades
de mercado a nível nasional e internacional;
g) Promover e implementar campanhas de sensibilização
junto das populações, das comunidades locais sobre a b) Preparar planos de gestão de plantas comerciais e de
necessidade do património das Florestas Comunitárias; bambu em todo o território;

h) Exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas c) Supervisionar as atividades técnicas que pertemçam
em matéria de Floresta Comunitária; ao desenvolvimento da floresta comonitária e industrial;

i) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e d) Responsabilizar e supervisionar os serviços de


anuais; reconfirmação dos limites de Ex-Florestas Industriais
de Estado (Ex-HTI) e de demarcação de novas áreas
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. de Estado e seus limites com as das comunidades;
Artigo 15.º e) Supervisionar os serviços sobre a identificação de
Estrutura
potenciais recursos florestais não de madeira em todo
o território;
1. Integram a estrutura da DNDFC os seguintes Departa-
mentos:
f) Desempenhar outras tarefas dirigidas pelo Diretor
Nacional de Desenvolvimento da Florestas
a) Departamento de Gestão dos Produtos de Florestas
Comunitárias e gestão de quaisquer programas.
Industriais;
g) Promover a utilização e comercialização de produtos
b) Departamento de Gestão das Florestas Comunitárias;
florestais comunitárias, em coordenação com as demais
entidades relevantes;
c) Departamento de Produção e Utilização dos Produtos
Florestais;
h) Supervisionar e fiscalizar a produção e utilização dos
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- produtos florestais nos termos da lei;
se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa de atividades, dos relatórios de execução e da proposta
unitária, integrada e coerente da DNDFC. de orçamento do departamento;

3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
dos Departamentos, desde que exista um volume de racional execução orçamental;
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo 10 k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trabalhadores. trimestrais e anuais;

4. Junto da Direção Nacional de Desenvolvimento da Floresta l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
Comunitária funciona um gabinete de apoio administrativo das outras disposições legais relacionadas com a sua
ao Director Nacional que é coordenado por um chefe de missão;
gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe de
secção. m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
Artigo 16.º
Departamento de Gestão dos Produtos das Florestas 3. O Departamento de Gestão dos Produtos das Florestas
Industriais Industriais é dirigido por um Chefe de Departamento,
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
1. O Departamento de Gestão dos Produtos das Florestas In- chefia da administração pública e diretamente subordinado
dustriais é o serviço responsável por assegurar o cumpri- ao Diretor Nacional de DNDFC.
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Jornal da República
Artigo 17.º coordenação com as forças de segurança e a proteção
Departamento de Gestão das Florestas Comunitárias civil;

1. Departamento de Gestão das Florestas Comunitárias é o o) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
serviço responsável por garantir os serviços necessários para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
no âmbito da manutenção, gestão, desenvolvimento e de atividades, relatórios de execução e da proposta de
promoção das florestas públicas e comunitárias. orçamento do departamento;

2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão das p) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
Florestas Comunitárias: racional execução orçamental;

a) Elaborar planos estratégicos, nomeadamente os das q) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Florestas urbanas, e comunitárias, viveiros e sementes trimestrais e anuais;
de espécies florestais e flores, em coordenação com os
demais serviços relevantes; r) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
disposições legais relacionadas com a sua missão;
b) Desenvolver e implementar programas no âmbito das
florestas comunitárias e correspondentes planos de s) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
gestão; instrução superior.

c) Desenvolver práticas agroflorestais adequadas, 3. O Departamento de Gestão das Florestas Comunitárias é


evitando a disseminação da agricultura itinerante; dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da adminis-
d) Apoiar as comunidades rurais no desenvolvimento e tração pública e diretamente subordinado ao Diretor
aproveitamento de terrenos já utilizados para criação Nacional da DNDFC.
de novas florestas comunitárias;
Artigo 18.º
e) Incentivar programas de reflorestação desenvolvidos Departamento de Produção e Utilização dos Produtos
pelas comunidades e programas de gestão de florestas Florestais
comunitárias;
1. O Departamento de Produção e Utilização dos Produtos
f) Promover programas agroflorestais junto das Florestais (DPUPF) é o serviço responsável por assegurar
comunidades, nomeadamente no âmbito da silvicultura o cumprimento da lei em matéria de utilização de produtos
de modo a garantir a segurança alimentar; florestais.

g) Promover a diversificação de espécies no âmbito do 2. Compete especialmente ao Departamento de Produção e


sistema agroflorestal, com o objetivo de assegurar Utilização de Produtos Florestais:
alimentação para as comunidades, bem como a
conservação do solo; a) Desenvolver procedimentos e linhas gerais ou manual
sobre a fiscalização e Licenciamento dos Produtos
h) Colaborar na elaboração de acordos de financiamento Florestais;
com as comunidades ao nível da implementação dos
programas agroflorestais; b) Supervisionar a implementação de serviços para
produção e utilização dos produtos florestais;
i) Promover a produção de plantas ornamentais, nomeada-
mente através da distribuição de sementes e plantas; c) Responsabilizar e organizar todas as atividades ténicas
pertencentes à produção e utilização dos produtos
j) Garantir os serviços de manutenção das florestas florestais como: fiscalização e licenciamento;
públicas, especialmente as urbanas; legalidades, receitas, administração e informação;

k) Fiscalizar as áreas florestais e coordenar com as guardas d) Responsabilizar, coordenar e controlar sobre a
florestais e forças de segurança de modo a reprimir implementação dos programas no DPUPF;
quaisquer atividades ilegais nas florestas;
e) Criar coordenação de serviços entre departamentos
l) Capacitar os guardas florestais; relevantes;

m) Promover o conhecimento da importância da proteção f) Dar orientação de serviços, assistência e supervisão


das florestas junto das comunidades, sensibilizando- aos funcionários do DPUPF;
as para que evitem praticar atividades danosas para as
florestas; g) Responsabilizar pela monitoriazação e avaliação da
prestação de serviço dos funcionários e do programa
n) Estabelecer os necessários mecanismos de do DPUPF;
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Jornal da República
h) Realizar a avaliação de desempenho aos funcionários do café e culturas industriais e fiscalizar o seu
sob a sua tutela; cumprimento;

i) Conceder licenciamento para a utilização dos produtos d) Fomentar, em cooperação com os demais serviços
florestais, nos termos da lei; competentes, setor privado, organizações internacio-
nais ou não-governamentais, o aumento sustentável
j) Elaborar e fornecer aos interessados toda a docu- da produção e da qualidade do café, através da intro-
mentação e formulários necessários para o licencia- dução de novas plantas de espécie arábica e técnicas
mento; sustentáveis de cultivo, tratamento e colheita;
k) Desenvolver linhas de orientação geral para a
supervisão e licenciamento das atividades de produção e) Fomentar, em cooperação com os demais serviços
e utilização dos produtos florestais; competentes, setor privado, organizações internacio-
nais ou não-governamentais, o desenvolvimento
l) Preparar linhas gerais sobre a importação e exportação sustentável de plantas industriais e plantas medicinais
de produtos florestais, em coordenação com a DNQB; ou similares, através da introdução de novas plantas,
de espécies novas e mais produtivas ou do cruzamento
m) Receber e registar as receitas que sejam devidas ao de variedades existentes;
Estado por força da exploração dos recursos florestais
nos termos da lei, encaminhando-as para o Ministério f) Promover o estabelecimento e operar ou acompanhar a
das Finanças; entidade responsável por operar viveiros de plantas
industriais, como forma de assistir e apoiar os
n) Controlar a utilização e o licenciamento de motosserras agricultores no aumento e na expansão do cultivo de
e proceder ao seu registo, nos termos da lei; tais plantas;

o) Estabelecer os mecanismos e as normas técnicas g) Promover a formação dos agricultores relacionada com
relativas à recolha de dados sobre produtos florestais; técnicas e métodos modernos de cultivo, em
colaboração com os demais serviços competentes;
p) Recolher os dados sobre produtos florestais, em
coordenação com a DNPE, e proceder à sua h) Emitir pareceres sobre a importação ou exportação de
identificação e inventariação; café e plantas industriais de modo a auxiliar a DNQB na
prossecução da sua missão;
q) Desenvolver estudos que determinem o potencial
comercial de determinados produtos florestais; i) Participar nos procedimentos de licenciamento de
atividades relacionadas com a sua missão;
3. O Departamento de Produção e Utilização dos Produtos
Florestais é dirigido por um Chefe de Departamento, provido j) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da anuais;
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional da DNDFC. k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.

Subsecção IV Artigo 20.º


Direção Nacional de Café e das Plantas Industriais Estrutura

Artigo 19.º 1. Integram a estrutura da DNCPI os seguintes departamentos:


Atribuições
a) Departamento de Cafeícula;
1. A Direção Nacional de Café e das Plantas Industriais,
abreviadamente designada por DNCPI, tem por missão b) Departamento de Produção das Plantas Anuais e
implementar política das plantas industriais e do café, Perenais;
fiscalizar a sua execução e avaliar os efeitos da política
macro-económica nacional e internacional sobre a produção c) Departamento de Conservação das Plantas Industriais
do café e das culturas industriais. e de Reabilitação do Café;

2. A DNCPI prossegue as seguintes atribuições: 2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem-


se pelo princípio da especialização dos serviços da
a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias administração pública e colaboram entre e com os demais
relacionadas com a sua missão; órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
b) Propor as medidas necessárias à conservação da unitária, integrada e coerente da DNCPI.
produção do café, das culturas perenes e ervas;
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
c) Promover a elaboração de legislação sobre a produção dos Departamentos, desde que exista um volume de
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trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
trabalhadores. de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento;
4. Junto da Direção Nacional de Café e das Plantas Industriais
funciona um gabinete de apoio administrativo ao Director n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
Nacional que é coordenado por um chefe de gabinete racional execução orçamental;
equiparado, para efeitos salariais, a chefe de secção.
o) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Artigo 21.º trimestrais e anuais;
Departamento de Cafeícula
p) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
1. O Departamento de Cafeícula é o serviço responsável por das outras disposições legais relacionadas com a sua
promover a cultura do café e prestar assistência técnica missão;
para o seu desenvolvimento.
q) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
2. Compete especialmente ao Departamento de Cafeícula: instrução superior.

a) Colaborar na formulação de políticas e implementar 3. O Departamento de Cafeícula é dirigido por um Chefe de


estratégias no âmbito do desenvolvimento da plantação Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
de café; de direção e de chefia da administração pública e
diretamente subordinado ao Diretor Nacional da DNCPI.
b) Promover programas de expansão da plantação do café;
Artigo 22.º
c) Desenvolver, disseminar e implementar normas mínimas Departamento de Produção das Plantas Anuais e Perenais
sobre a qualidade da produção do café;
1. Departamento de Produção das Plantas Anuais e Perenais
d) Desenvolver um manual com orientações sobre a é o serviço responsável por promover a produção de
produção de sementes e mudas, bem como sobre a plantas anuais e perenais e prestar assistência técnica para
calendarização da colheita do café; o seu desenvolvimento.

e) Identificar as necessidades operacionais no âmbito de 2. Compete especialmente ao Departamento de Produção das


blocos de alta produtividade de sementes ou de Plantas Anuais e Perenais:
viveiros;
a) Colaborar na formulação das políticas e programas
f) Propor a aquisição e coordenar a distribuição de relacionados com o desenvolvimento de plantas anuais
materiais que respondam às necessidades de produção e perenais;
de sementes ou mudas;

g) Produzir e distribuir mudas de café aos grupos agrícolas b) Produzir mudas de plantas anuais e perenais, de acordo
que precisem de plantas; com as necessidades de reabilitação e expansão;

h) Colaborar na recolha de dados e elaboração de uma c) Desenvolver um manual com orientações sobre a
base de dados sobre a produção de sementes, produção de sementes, de mudas e sobre a
distribuição de mudas e áreas plantadas; calendarização da colheita das plantas anuais e perenais;

i) Acompanhar e, em coordenação com os demais d) Identificar as necessidades operacionais no âmbito de


serviços relevantes, prestar assistência técnica no blocos de alta produtividade de sementes ou de
âmbito das atividades de plantio, manutenção, colheita viveiros;
e pós-colheita da planta do café;
e) Propor a aquisição e coordenar a distribuição de
j) Identificar e proceder ao mapeamento de zonas com materiais que respondam às necessidades de produção
potencial ou onde é necessário desenvolver plantações de sementes ou mudas de plantas anuais ou perenais;
de café;
f) Produzir e distribuir mudas aos grupos agrícolas que
k) Desenvolver planos de gestão de armazenamento e precisem de plantas anuais ou perenais;
controlo de qualidade;
g) Acompanhar e, em coordenação com os demais
l) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena- serviços relevantes, prestar assistência técnica no
ção com entidades com atribuições conexas, de modo âmbito das atividades de plantio, manutenção, colheita
a executar a sua missão de modo mais eficaz e eficiente e pós-colheita das plantas anuais ou perenais;
e facilitar o acesso dos produtores aos mercados
relevantes; h) Colaborar na recolha de dados e elaboração de uma
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base de dados sobre a produção de sementes, conservação e reabilitação de plantas industriais e do
distribuição de mudas e áreas plantadas; café;

i) Identificar e proceder ao mapeamento de zonas com c) Elaborar uma proposta de aquisição de material
potencial ou onde é necessário apostar em plantas específico para o laboratório;
anuais ou perenais;
d) Gerir e operar o laboratório de identificação de pragas e
j) Sensibilizar as comunidades para a importância do doenças de plantas industriais e do café;
desenvolvimento de plantas anuais e perenais,
especialmente em zonas com um potencial particular; e) Desenvolver manuais com orientações sobre a
conservação e reabilitação de plantas industriais e do
k) Desenvolver planos de gestão de armazenamento e café;
controlo de qualidade;
f) Identificar áreas de produção de café ou de outras
l) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena- plantas industriais que estejam em estado crítico ou
ção com entidades com atribuições conexas, de modo não apresentem os necessários níveis de produtividade
a executar a sua missão de modo mais eficaz e eficiente no sentido de definir um plano de reabilitação;
e facilitar o acesso dos produtores aos mercados
relevantes; g) Promover a proteção e a conservação das áreas de
plantação do café e das plantas industriais que estejam
m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ ameaçadas devido à degradação dos solos, pragas ou
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos doenças;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento; h) Acompanhar, identificar e analisar o impacto de pragas
e doenças nas plantas industriais e no café;
n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Colaborar no levantamento de dados sobre plantas
industriais afetadas por doenças ou pestes;
o) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; j) Estabelecer os necessários mecanismos de
coordenação com os restantes departamentos, no
p) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e sentido de garantir a proteção, conservação e
das outras disposições legais relacionadas com a sua reabilitação das plantas industriais e do café, bem como
missão; com as demais entidades relevantes, no sentido de
cumprir eficazmente a sua missão;
q) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. k) Desenvolver operações de manutenção periódicas às
plantas;
3. O Departamento de Produção das Plantas Anuais e Perenais
é dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
administração pública e diretamente subordinado ao Diretor de atividades, relatórios de execução e da proposta de
Nacional da DNCPI. orçamento do departamento;

Artigo 23.º m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e


Departamento de Conservação das Plantas Industriais e de racional execução orçamental;
Reabilitação do Café
n) Elaborar relatórios de atividades semanais,
1. O Departamento de Conservação das Plantas Industriais e mensais,trimestrais e anuais;
de Reabilitação do Café é o serviço responsável por prestar
o apoio técnico necessário para garantir a conservação o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das plantas industriais e a reabilitação do cafe. das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
2. Compete especialmente ao Departamento de Conserva-
çãodas das Plantas Industriais e Reabilitação do Café: p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
a) Colaborar na formulação das políticas e dos programas
relacionados com a conservação e reabilitação das 3. O Departamento de Conservação das Plantas Industriais e
plantas industriais e do café; de Reabilitação do Café é dirigido por um Chefe de
Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
b) Propor a aquisição e coordenar a distribuição de de direção e de chefia da administração pública e direta-
materiais que respondam às necessidades de mente subordinado ao Diretor Nacional da DNCPI.
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CAPÍTULO III ação anual e orçamento dos serviços que de si
Direção, Chefias e Recursos Humanos dependem, velar pela sua harmonização, coerência e
qualidade e remetê-las à Direção Geral Corporativa;
Secção I
Direção e Chefias l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
princípios da legalidade, transparência, coerência e
Artigo 24.º racionalização, em coordenação com os demais serviços;
Diretor-Geral
m) Remeter aos membros do Governo relatórios semanais,
1. Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção, mensais, trimestrais e anuais sobre as atividades da
supervisão e execução das atribuições da Direção Geral Direção Geral e correspondentes serviços, bem como
das Florestas, Café e Plantas Industriais e dos serviços uma avaliação crítica dos progressos atingidos;
que desta dependem e responde diretamente aos membros
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
Pescas. com a natureza das suas funções.

2. Compete especialmente ao Diretor-Geral: Artigo 25.º


Diretores Nacionais
a) Representar a Direção-Geral das Florestas, Café e
Plantas Industriais; 1. Os Diretores Nacionais são responsáveis pela direção,
coordenação e execução técnica das atribuições da respe-
b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom tiva Direção Nacional que dirigem e dos Departamentos
funcionamento de todos os serviços que se encontrem nela integrados.
incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo
com o programa do Governo e sob a orientação dos 2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais:
membros do Governo;
a) Representar respetiva Direção Nacional;
c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
dos objetivos enunciados na alínea anterior; b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral dos Serviços Corporativos;
d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
área de competência ao Governo em geral e aos membros c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e respetiva área de competência;
Pescas;
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de
e) Supervisionar a execução técnica dos programas competência;
desenvolvidos no âmbito das atribuições da Direção-
Geral e dos seus serviços; e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional;
f) Promover a realização de reuniões de trabalho
periódicas com os diretores nacionais que de si f) Apresentar, ao Diretor-Geral dos Serviços Corporativos,
dependem, de modo a estar permanentemente relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela
informado sobre as atividades dos serviços da Direção- Direção Nacional;
Geral;
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo,
g) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; ao Diretor-Geral dos Serviços Corporativos e aos
restantes serviços do MAP, no âmbito da missão e das
h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus atribuições da respctiva Direção Nacional;
subordinados, nos termos da lei;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
i) Colaborar com o Diretor-Geral dos Serviços orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em
Corporativos, Diretores-Gerais e Inspetor-Geral no coordenação com os demais serviços relevantes;
sentido de definirem conjuntamente regras operacionais
e procedimentos que permitam harmonizar o i) Participar no processo de formulação e execução de
funcionamento integrado e a articulação dos serviços; políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos
humanos;
j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou j) Exercer as competências que a lei lhes confere em
instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção- matéria de avaliação de desempenho;
Geral com a devida eficiência e eficácia;
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de
k) Supervisionar a elaboração das propostas de plano de Departamento;
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l) Promover a realização de reuniões de trabalho respetivo departamento, de forma a garantir o empenho
periódicas com os Chefes de Departamento que de si e a assunção de responsabilidade por parte dos
dependem, de modo a estar permanentemente funcionários;
informado sobre as atividades dos serviços da Direção
Nacional; i) Identificar as necessidades específicas de formação dos
funcionários do departamento e propor a frequência
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com das ações de formação consideradas adequadas ao
as demais direções nacionais e demais serviços do suprimento das referidas necessidades em coordenação
MAP, garantindo o seu bom funcionamento; com os serviços competentes pela elaboração do plano
de formação e após aprovação pelo diretor nacional;
n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
cumprimento da demais legislação em vigor; pontualidade e cumprimento do período normal de
trabalho por parte dos funcionários do respetivo
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; departamento;

p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
com natureza das suas funções. departamento;

3. Os Diretores Nacionais estão diretamente subordinados ao l) Promover a realização de reuniões de trabalho


Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarquicamente. periódicas com os funcionários do departamento, de
modo a estar permanentemente informado sobre as
Artigo 26.º atividades dos serviços da Direção Nacional;
Chefes de Departamento
m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pela direção, materiais e equipamentos afetos ao departamento;
coordenação e execução técnica das competências do
departamento que chefiam. n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
os demais departamentos da respetiva direção e demais
2. Compete especialmente aos Chefes de Departamento: serviços do MAP, garantindo o seu bom funcionamento

a) Submeter a despacho do respetivo Diretor Nacional, o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dadas
devidamente instruídos e informados, os assuntos que em matéria de serviço;
dependam da decisão deste;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos, pelos seus superiores hierárquicos.
financeiros e materiais afetos ao respetivo
departamento, de acordo com a legislação em vigor e 3. O Chefe do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce as
as orientações do diretor nacional; competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do departamento, em coordenação a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
com o respetivo diretor nacional e com a DNRH; apoio do Diretor-Geral;

d) Definir os objetivos de atuação do departamento, tendo b) Atuar como ponto focal da Direção-Geral no que diz
em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados respeito a questões relacionadas com administração e
pelas entidades competentes e pelo diretor nacional; finanças, recursos humanos, bases de dados,
monitorização, logística, elaboração de planos de ação
e) Garantir a coordenação e a devida execução das de atividades, relatórios de execução e proposta de
atividades do departamento e a qualidade técnica das orçamento da Direção-Geral, estabelecendo os
atividades que de si dependam; mecanismos de coordenação necessários para garantir
o funcionamento integrado dos serviços.
f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
eficiência da respetiva atividade; 4. O Chefe do gabinete de apoio ao Diretor-Nacional, exerce
as competências mencionadas no número anterior, com as
g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
trabalho, apoiando e motivando os funcionários;
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
h) Divulgar junto dos funcionários os documentos apoio do Diretor-Nacional;
internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a b) Atuar como ponto focal da Direção Nacional no que
desenvolver para o cumprimento dos objetivos do diz respeito a questões relacionadas com adminis-
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tração, finanças, recursos humanos, bases de dados, de prioridades e quaisquer outras atividades que possam
monitorização, logística, elaboração de planos de ação ter impacto no setor das florestas.
de atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento da Direção Nacional, estabelecendo os 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
mecanismos de coordenação necessários para garantir devem descrever como foram atingidos os objetivos do
o funcionamento integrado dos serviços da Direção MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
Nacional.
Artigo 31.º
Artigo 27.º Receitas e Despesas
Nomeação
1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de
O preenchimento dos cargos de direção e chefia previstos no dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do
presente diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras Estado.
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos
Secção II encargos de correntes da prossecução das atribuições que
Recursos Humanos lhe estão acometidas.

Artigo 28.º CAPÍTULO V


Quadro de Pessoal, Dirigentes e Chefias Disposições Finais e Transitórias

O quadro de pessoal, dirigentes e chefias da Direção Geral é Artigo 32.º


aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e Norma Revogatória
dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
É revogado o Diploma Ministerial N.º 10/2016 de 3 de Fevereiro.
Artigo 29.º
Conteúdos Funcionais Artigo 33.º
Entrada em Vigor
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
pessoal da Direção-Geral são aprovados por despacho do O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua
Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do publicação.
Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo
Diretor-Geral da Floresta, Café e Plantas Industriais e pelo
Secretário-Geral. Díli, 27 de Dez de 2019.

CAPÍTULO IV
FINANÇAS
O Ministro da Agricultura e Pescas,
Artigo 30.º
Instrumentos de Gestão

1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:

a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais


atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis;

b) Orçamento anual; DIPLOMA MINISTERIAL Nº. 3 /2020

c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades; de 8 de Janeiro


Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.
ESTRUTURA ORGÂNICA FUNCIONAL DA DIREÇÃO
2. O Plano anual de atividades deve incluir a justificação GERAL DAS PESCAS, AQUICULTURA E RECURSOS
fundamentada das suas atividades, o calendário de MARINHOS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E
programação das atividades, os meios necessários à sua PESCAS.
viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
controlo e avaliação.
A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura
3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa
é atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo,
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Jornal da República
verificou-se que é importante autonomizar os serviços de conta as questões de ordem social e económica que a
Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, que anteriormente afectam.
estavam na dependência da Direção Geral das Pescas mediante
a criação de uma Direção Geral para essa área e a reorganização e) Autorizar e licenciar as estruturas e atividades produtivas
das estruturas e dos serviços que de si dependem para que no domínio da pesca maritima, e Aquicultura, bem como
sejam mais capazes de prestar um melhor serviço às nas áreas da indústria transformadora e de acondicio-
comunidades. namento dos produtos de pesca (sempre que essa
competência lhe for atribúida).
Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura
orgânica funcional da Direção Geral de Pescas, Aquicultura e f) Assegurar o planeamento sectorial e apoiar técnicamente
Recursos Marinhos como serviço central do Ministério da os distritais, adequando as estruturas produtivas e de
Agricultura e Pescas. comercialização de pescado aos objectivos da política do
Governo e da Política Comum das Pescas, Aquicultura e
Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas, Recursos Marinhos. Esta função deve ser devidamente
manda, ao abrigo do previsto no Artigo 42.º do Decreto-Lei N.º articulada com os órgãos e serviços Nacionais ou
19/2019, de 31 de Julho publicar o seguinte diploma: Internacionais ao sector das Pescas, Aquicultura e
Recursos Marinhos.
CAPÍTULO I
Disposições Gerais g) Assegurar a função de prevenção e pré-contencioso do
cumprimento dos agentes económicos das obrigações que
Artigo 1.º decorrem na concessão de ajudas financeiras Nacionais
Objeto ou bilaterais, em conformidade com a legislação Nacional e
em coordenação com os serviços dos Ministérios
O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura relacionados nessa matéria.
Orgânica Funcional da Direção Geral das Pescas, Aquicultura
e Recursos Marinhos do Ministério da Agricultura e Pescas, h) Fazer prepararação material de formulação política técnica
abreviadamente designada por MAP. de orientação e implementação na área de corservação e
prevenção de eco-sistema e recursos aquáticos.
Artigo 2.º
Natureza e Missão i) Preparar planos e programas para as áreas costeiras e alto-
mar, apoiando a sua implementação com asistênsia técnica.
A Direção Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos
(DGPARM) é o serviço que integra a administração directa do j) Facilitar a cooperação, observação e avaliação das
Estado no âmbito do Ministério da Agricultura e Pescas (MAP), atividades com orientação para as áreas costeiras e alto-
responsável por assegurar a orientação geral e a coordenação mar, através da conservação, prevenção do eco-sistema e
integrada de todos os serviços do MAP que prosseguem recursos pesqueiros, bem como capacitação das
atribuições no âmbito das pescas, aquicultura e recursos comunidades costeiras.
marinhos, de acordo com o programa do Governo, as políticas
e programas do MAP e as orientações superioras. k) Preparar a formulação de política técnica para a orientação
e implementação nas áreas da infraestrutura e facilidade
Artigo 3.º das pescas.
Atribuições
l) Preparar a formulação da política técnica para a orientação
A Direção Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos e implementação nas áreas de comercialização das pescas
(DGPARM) prossegue as seguintes atribuições: do alto-mar, pós-coelheita e mercadoria.

m) Socializar, publicar e vigorar a legislação, as normas e os


a) Apoiar o Governo na definição da política Nacional das regulamentos nacionais que dizem respeito ao sector dos
Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos em todas as suas assuntos do mar e da pesca, acompanhando de perto o
vertentes: interna e de cooperação internacional. seu cumprimento.
b) Garantir e assegurar o acompanhamento da execução da n) Assegurar a gestão do sistema estatístico pesqueiro e gerir
política Nacional, promovendo a elaboração dos programas o sistema de informação de pescas e aquicultura a nivel
e instrumentos necessários. nacional, regional, e ligação aos órgãos nacionais e
internacionais competentes no domínio das pescas,
aquicultura e recursos marinhos.
c) Assegurar uma adequada exploração dos recursos vivos
marinhos disponíveis nas áreas sob juridição Nacional e o) Assegurar a coordenação das acções de cooperação que
dos espaços hídricos propícios ao desenvolvimento da envolvam organismos do sector e organismos competentes
aquicultura. de outros Ministérios para a Cooperação.

d) Realizar, promover e divulgar estudos sobre a organização p) Apresentar ao Ministro relatório semanal, mensal, trimestral
e exercício da pesca e da produção aquícola, tendo em e anual de atividades;
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q) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. a) Propôr a estratégia e implementar as políticas de
desenvolvimento das pescas, aquicultura e dos
CAPÍTULO II recursos marinhos nos termos de formação técnico
Estrutura Orgânica Funcional profíssional para exploração e aproveitamento dos
recursos aquáticos;
Secção I
Estrutura b) Apoiar e fomentar o desenvolvimento de cursos e
formações técnicos especializadas que permitam
Artigo 4.º aumentar a empregabilidade e desenvolver competên-
Estrutura Geral cias adicionais ou desenvolver conhecimentos técnicos
específicos dos seus destinatários, em conjunto com
1. Integram a estrutura da Direção Geral das Pescas, Aqui- as demais entidades governamentais responsáveis pela
cultura e Recursos Marinhos, as seguintes direções formação e emprego;
nacionais:
c) Promover pesquisa para descobrir os recursos
a) Direção Nacional de Desenvolvimento e Estudos biológicos aquáticos para assegurar o desenvolvimento
Técnicos das Pescas e Aquicultura; sustentável;

d) Assegurar a integração harmoniosa do plano das


b) Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura; pescas para desenvolvimento económico e social do
País;
c) Direção Nacional de Inspecção das Pescas e dos
Recursos Aquáticos; e) Promover e implementar a formação técnica através da
introdução de novas técnicas sustentáveis destinadas
d) Direção Nacional de Planeamento Especial do Mar, à actividade pesqueira;
Captura e Gestão dos Recursos Aquáticos;
f) Executar formação, a superação e a reciclagem
2. As Direções Nacionais mencionadas no número anterior profissional dos técnicos das pescas, adolecentes e
estão na direta dependência da Direção Geral das Pescas, aquacultores no território de Timor-Leste;
Aquicultura e Recursos Marinhos, e são dirigidas por um
Diretor Nacional por cada Direção Nacional, e g) Assegurar a realização dos estudos científicos e o
hierarquicamente subordinado ao Diretor-Geral. desenvolvimento tecnológico faseada no domínio das
pescas, aquicultura e do mar, em colaboração com os
3. As Direções Nacionais mencionadas no número 1 regem- serviços competentes no Ministério da Agricultura e
se pelo princípio da especialização dos serviços da Pescas;
Administração Pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas h) Promover e assegurar a cooperação regional,
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa internacional no âmbito das pescas, aquicultura e dos
unitária, integrada e coerente da Direção Geral das Pescas, recursos marinhos;
Aquicultura e Recursos Marinhos.
i) Executar a formação, superação e elevar conhecimento
4. Junto da Direção Geral funciona um gabinete de apoio dos quadros técnicos, adolecentes e aquacultores a
administrativo ao Diretor-Geral que é coordenado por um nível da formação técnica profissional;
chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe
de Departamento, e hierarquicamente ao Diretor-Geral. j) Estabelecer e assegurar relações de cooperação com
instituições similares nacionais que trabalhem na área
Secção II da formação profissional, inovação de tecnologia e
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais investigações estrangeiras;

Sub Secção I k) Participação no aperfeiçoamento dos critérios para o


Direção Nacional de Desenvolvimento e Estudos Técnicos provimento de quadros técnicos profissionais;
das Pescas e Aquicultura
l) Acompanhar e avaliar a aplicação da metodologia e
Artigo 5.º sistemas de avaliação das formações técnicas
Atribuições profissionais;

1. A Direção Nacional de Desenvolvimento e Estudos Téc- m) Dinamizar e executar os programas de formação e


nicos das Pescas e Aquicultura, abreviadamente designada reciclagem dos quadros técnicos a curto, médio e longo
por DNDETPA, tem por missão implementar as políticas, prazo;
os planos, os programas e os projetos relacionados com o
setor das pescas e aquicultura: n) Emitir pareceres em relação às necessidades e interes-
ses da formação técnica a pedido dos proponentes,
2. A DNDETPA prossegue as seguintes atribuições: visando a sua formação profissional;
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o) Intervenção no processo de registo, controlo e Técnicos das Pescas e Aquicultura, o plano anual de
licenciamento de instituições de prestação de serviço atividades, instalações e infraestruturas principais da
em formação profissional similar; DNDETPA;

p) Promover o adequado funcionamento e gestão do b) Colaborar com os serviços relevantes para planear as
instituto nacional das pescas e aquicultura; nececidades principais e apoio para suportar as
atividades da DNDETPA;
q) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
anuais; c) Preparar os planos estratégicos anuais para promover
as instalações e infraestruturas das pescas e aquicultura
r) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. da DNDETPA;

Artigo 6.º d) Garantir o acompanhamento e a monitorização da


Estrutura execução das atividades de instalaçoes da DNDETPA
de forma eficaz e eficiente, nomeadamente através de
1. Integram a estrutura da Direção Nacional de Desenvolvi- verificação da conformidade da execução dos
mento e Estudos Técnicos das Pescas e Aquicultura programas com os termos dos respectivos planos;
(DNDETPA):
e) Implementar a gestão de instalações, infraestruturas e
a) Departamento de Instalações e Infraestruturas das equipamentos da DNDETPA visando garantir o
Pescas e Aquicultura; correcto funcionamento das instalações, dos
equipamentos e das facilidades de acordo com as
b) Departamento de Investigação das Pescas e normas, os regulamentos e as ligislações em vigor;
Aquicultura;
f) Dar instruções a todos os funcionários do Departa-
c) Departamento de Capacitação Técnico dos Recursos mento num workshop para preparar as metas de
Humanos das Pescas e Aquicultura; trabalho e registrar e relatar seus respectivos
desempenhos;
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem-
se pelo princípio da especialização dos serviços da g) Analisar e avaliar a implementação de funções na secção
Administração Pública e colaboram entre si e com os demais de instalações de Treinamento e Infraestrutura através
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas de uma avaliação das metas de desempenho dos
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa empregados;
unitária, integrada e coerente da DNDETPA.
h) Coordenar com funcionários autorizados na unidade
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas de trabalho de uma instituição relacionada no campo
dos Departamentos, desde que exista um volume de de preparação de instalações e infraestruturas para a
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a execução suave de tarefas;
supervisão por um Chefe de Departamento de, no mínimo,
10 trabalhadores. i) Relatar a implementação das instalações de treinamento
e secção de infraestrutura de acordo com os
4. Junto da Direção Nacional de Desenvolvimento e Estudos procedimentos e regulamentos aplicáveis;
Técnicos das Pescas e Aquicultura funciona um gabinete j) Identificar e planear as atividades das instalações de
de apoio administrativo, planeamento e logistica da Direção treinamento e da secção de infraestrutura, de acordo
Nacional, que é coordenado por um chefe de gabinete com o plano operacional da DNDETPA e as instruções
equiparado, para efeitos salariais, a Chefe de Secção e do superior, como diretriz para a execução das tarefas;
hierarquicamente ao Diretor Nacional.
k) Realizar reuniões de desempenho com toda a equipe
Artigo 7.º do workshop, e manter as instalações e infraestruturas
Departamento de Instalações e Infraestruturas das Pescas da DNDETPA;
e Aquicultura
l) Supervisionar a implementação de tarefas subordinadas
1. O Departamento de Instalações e Infraestruturas das Pescas cobertas por instalações de treinamento e seções de
e Aquicultura é o serviço responsável por assegurar a infraestrutura para atingir as expectativas das metas de
utilização as instalações e infraestruturas das pescas e desempenho;
aquicultura.
m) Gerir e preparar o orçamento para o desenvolvimento
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Instalações das instalações e infraestruturas da educação e
e Infraestruturas das Pescas e Aquicultura: treinamento, de acordo com os resultados do
inventário;
a) Elaborar, em coordenação com os restantes serviços
da Direção Nacional de Desenvolvimento e Estudos n) Avaliar o relatório da equipa do workshop e assinar o
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diário (LogBook) de instalações de treinamento e g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
infraestrutura; racional execução orçamental;

o) Garantir o funcionamento de todas os equipamentos e h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,


das facilidades conforme necessário; trimestrais e anuais;

p) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ i) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos das outras disposições legais relacionados com a sua
de atividades, relatórios de execução e da proposta de missão;
orçamento do Departamento;
j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
q) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e instrução superior.
racional execução orçamental;
3. O Departamento de Investigação das Pescas e Aquicultura
r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, é dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos
trimestrais e anuais; termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
administração pública, e directamente subordinado ao
s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e Diretor Nacional da DNDETPA.
das outras disposições legais relacionados com a sua
missão; Artigo 9.º
Departamento de Capacitação Técnica dos Recursos
t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Humanos das Pescas e Aquicultura
instrução superior.
1. O Departamento de Capacitação Técnica dos Recursos
3. O Departamento de Instalações e Infraestruturas das Pescas Humanos das Pescas e Aquicultura é o serviço responsável
e Aquicultura é dirigido por um Chefe de Departamento, por garantir o andamento da capacitação dos recursos
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de humanos, inovação, investigação das pescas e aquicultura;
chefia da administração pública, e directamente
subordinado ao Diretor Nacional da DNDETPA. 2. Compete nomeadamente ao Departamento de Capacitação
Técnica dos Recursos Humanos das Pescas e Aquicultura:
Artigo 8.º
Departamento de Investigação das Pescas e Aquicultura a) Analisar e controlar as actividades de formação e
capacitação técnica dos dirigentes, responsáveis,
1. O Departamento de Investigação das Pescas e Aquicultura técnicos e funcionários da Administração Central do
é o serviço responsável pela investigação estratégica de Estado;
pescas e do mar no sentido de melhorar as ciências e
tecnologias para dirigir e apoiar o desenvolvimento da b) Proceder a avaliação do desempenho do corpo docente
investigação de pescas, aquicultura e recursos marinhos. e discente do Instituto;

2. Compete nomeadamente ao Departamento de Investigação c) Propor a realização de cursos de formação e capacitação


das Pescas e Aquicultura: técnica em função das necessidades reais dos serviços
administrativos Centrais do Estado.
a) Formular a política técnica e harmonizar o programa da
investigação estratégica de pescas e do mar; d) Proceder à inscrição, registo, cadastro e a emissão de
certificados dos cursos e seminários ministrados no
b) Estabelecer análises e avaliação da investigação Instituto, bem como manter organizado o arquivo
estratégica de pescas e do mar; académico dos formandos e formadores;

e) Fazer estudos sobre as necessidades de equipamentos


c) Estabelecer documentação e fazer publicação do
e materiais didácticos, suas características e
resultado da investigação estratégica de pescas e do
especificações técnicas e perspectivas adequadas a
mar;
formação e capacitação;
d) Executar a colaboração na investigação estratégica de f) Elaborar propostas concretas para melhorar o nível
pescas e do mar; técnico e pedagógico dos docentes, bem como
proceder à elaboração do plano semestral, anual e
e) Estabelecer serviços de actividades de investigação plurianual das necessidades em cobertura docente;
estratégica de pescas e do mar.
g) Realizar assessoria pedagógica e científica e pronunciar-
f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ se sobre qualquer outro assunto de carácter
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos pedagógico que lhe tenha sido submetido;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento, e de fiscalização de todas h) Promover a formação e aperfeiçoamento profissional,
as atividades desenvolvidas. mediante a realização de cursos, seminários e colóquios
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e proceder a preparação dos processos para início e mente designada por DNAS, tem por missão implementar
fim do ano formativo; as políticas, os planos, os programas e projectos no âmbito
da aquicultura e salicultura.
i) Pesquisar e propor a selecção dos formadores para o
Instituto; 2. A DNAS prossegue as seguintes atribuições:

j) Velar pelo funcionamento das atividades académicas e a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias
organizar toda a actividade conducente a realização relacionadas com a sua missão;
das acções de formação, bem como publicar, os avisos
e comunicações específicas relacionadas com a b) Identificar zonas agro-ecológicas adequadas para o
actividade académica; desenvolvimento da aquicultura e salicultura;

k) Intervir no registo, controlo e licenciamento de c) Promover e desenvolver a aquicultura numa perspectiva


instituições de prestação de serviços em formação de fornecimento do mercado interno e externo;
profissional no domínio das ciências de administração
e gestão pública; d) Colaborar na definição de estratégias que fomentem a
participação do sector privado no desenvolvimento da
l) Exercer as demais funções que lhe forem atribuídas aquicultura e salicultura, em coordenação com as
superiormente; demais entidades competentes;

m) Preparar informações sobre a inscrição dos candidatos e) Implementar programas com vista a aumentar a
para a capacitação na área de aquicultura de água doce, quantidade e qualidade das culturas aquáticas;
salobra e de marinha;
f) Assegurar a sustentabilidade da exploração dos
n) Preparar matérias didácticas e gerir a sua implementação; recursos vivos aquáticos disponíveis nas áreas de
jurisdição nacional de acordo com a lei;
o) Recolher e analisar informações e ferramentas
necessárias sobre inovação; g) Implementar as medidas de protecção e conservação
das espécies aquáticas, em articulação com os demais
p) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ serviços, organismos e entidades relevantes;
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos
de atividades, relatórios de execução e da proposta de h) Promover e implementar a formação técnica na área da
orçamento do departamento; e de fiscalização de todas aquicultura e salicultura;
as atividades desenvolvidas.
i) Assegurar o procedimento de licenciamento no âmbito
q) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e da aquicultura e salicultura;
racional execução orçamental;
j) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, anuais;
trimestrais e anuais;
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionados com a sua Artigo 11.º
missão; Estrutura

t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por 1. Integram a estrutura da DNAS os seguintes Departamentos:
instrução superior.
a) Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde
3. O Departamento de Capacitação Técnica dos Recursos de Peixe e Meio Ambiente;
Humanos das Pescas e Aquicultura é dirigido por um Chefe
de Departamento, provido nos termos do regime dos cargos b) Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra,
de direção e de chefia da administração pública e Mar e Salicultura;
directamente subordinado ao Diretor Nacional da
DNDETPA. c) Departamento da Produção de Alevins e Produção
Aquícola de Água Doce;
Subsecção II
Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura 2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem-
se pelo princípio da especialização dos serviços da
Artigo 10.º administração pública e colaboram entre si e com os demais
Atribuições órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
1. A Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura, abreviada- unitária, integrada e coerente da DNAS.
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3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas h) Preparação da implementação de políticas no domínio
dos Departamentos, desde que exista um volume de das matérias-primas, qualidade dos alimentos para
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a animais, alimentos artificiais, alimentos naturais, bem
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 como padronização e certificação dos alimentos para
trabalhadores. peixes;

4. Junto da Direção Nacional de Aquicultura e Salicultura, i) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi-
funciona um gabinete de apoio administrativo, mentos e critérios no domínio de matérias-primas,
planeamento, logistico e assuntos de licenciamento das qualidade da ração, ração artificial, ração natural, bem
Pescas da Direção Nacional, que é coordenado por um como padronização e certificação de ração para peixes;
chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe
de Secção, e hierarquicamente ao Diretor Nacional da j) Implementação de orientação técnica no domínio de
DNAS. matérias-primas, qualidade da ração, alimentação
artificial, alimentação natural, bem como padronização
Artigo 12.º e certificação de ração para peixes;
Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde de k) Avaliação no domínio das matérias-primas, qualidade
Peixes dos alimentos para animais, alimentação artificial,
e Meio Ambiente alimentação natural, bem como normalização e
certificação dos alimentos para peixes;
1. O Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde
de Peixe e Meio Ambiente é o serviço responsável por l) Preparação de formulação de políticas no domínio de
prestar o apoio técnico necessário para a formulação e pragas (pestes) e doenças de peixe, medicamento de
implementação de políticas, elaboração de normas, peixe, monitorização de resíduos, proteção ambiental
padrões, procedimentos e critérios, bem como o forneci- da criação, e padronização e laboratório de saúde de
mento de orientação técnica e avaliação no domínio de peixes e ambiente;
áreas de criação, alimentação, saúde de peixe e meio
ambiente. m) Preparar a implementação de políticas no domínio de
pragas (pestes)e doenças de peixe, medicamento de
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Áreas da peixe, monitorização de resíduos, proteção ambiental
Criação, Alimentação, Saúde de Peixe e Meio Ambiente: da criação, e laboratórios de padronização e saúde de
peixes e meio ambiente;
a) Preparar a formulação de políticas no domínio da terra
e da água, planeamento do desenvolvimento, n) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi-
procedimentos operacionais e de manutenção e mentos e critérios no domínio de pragas e doenças de
instalações regionais; peixe, medicamento de peixe, monitorização de resíduos,
proteção ambiental da criação, e padronização e
b) Preparação da implementação de políticas no domínio laboratório de saúde de peixe e ambiente;
da terra e da água, planeamento do desenvolvimento,
procedimentos operacionais e de manutenção e o) Implementar a política de criação de peixes, com recurso
instalações; a novas tecnologias e respectivas medidas de protecção
e desenvolver um plano nacional de aquicultura e
c) Criar e alocar áreas de criação de peixe da água doce, salicultura;
salobra, mar e salicultura;

d) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi- p) Implementar a política de controlo de equipamento,


mentos e critérios no domínio da terra e da água, transporte, unidades de depósito da produção de peixes
planeamento do desenvolvimento, procedimentos e unidades da gestão de saúde de peixes no seu
operacionais e de manutenção e instalações regionais; ecossistema;

e) Implementação de orientação técnica no domínio da q) Coordenar e implementar as políticas sobre epidemias


terra e água, planeamento de desenvolvimento, e zonas epidémicas de doença de peixes, bem como
procedimentos operacionais e de manutenção, sobre higiene, condições ambientais e sanitárias para
instalações regionais e criação minapolitana; efeitos de criação de peixes;

f) Implementação de avaliações no domínio da terra e r) Recolha de dados no âmbito do sector, em coordenação


água, planeamento de desenvolvimento, procedimentos com os demais serviços relevantes;
operacionais e de manutenção e instalações de Áreas
da Criação; s) Recolher, processar e analisar dados de qualidade de
água e tratar água contagiada nas estações de viveiros
g) Preparação de formulação de políticas no domínio das de água doce;
matérias-primas, qualidade da ração, alimentação
artificial, alimentação natural, bem como padronização t) Distribuir e controlar os medicamentos e a alimentação
e certificação de alimentos para peixes; dos peixes;
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Jornal da República
u) Implementar a política de entrada, saída, circulação e pequena e grande escala da criação de peixes em água
ou criação de peixes nos municípios; salobra e marinha;

v) Implementação de orientação técnica no domínio de d) Preparação de materiais de orientação técnica no


pragas (pestes)e doenças de peixes, medicamento de domínio da produção em pequena escala e de peixes de
peixes, monitorização de resíduos, proteção ambiental água doce em grande escala, águas salobras e
da criação e padronização e laboratório de saúde de aquicultura marinha;
peixes e ambiente;
e) Preparação de materiais de avaliação e elaboração de
w) Realização de avaliações no domínio de pragas (pestes) relatórios no domínio da produção em pequena e grande
e doenças de peixe, medicamento de peixes, escala para criação em água salobra e marinha;
monitorização de resíduos, proteção ambiental da
criação, e padronização e laboratório de saúde de peixes f) Identificar locais para a extracção de sal do mar e
e ambiente; orientar a sua extracção;

x) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Desenvolver regras padrões sobre construção de
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos tanques e equipamentos técnicos no âmbito da
de atividades, relatórios de execução e da proposta de aquicultura;
orçamento no âmbito do Departamento de Áreas da
Criação, Alimentação, Saúde de Peixes e Meio Ambiente. h) Analisar a necessidade de equipamentos de produção
de aquicultura;
y) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Inventarizar e identificar o local de extracção de sal do
mar em todo o território de Timor-Leste baseando na
z) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, recomendação técnica.
trimestrais e anuais;
j) Dar orientações de modernização e método de extracção
aa) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos de sal do mar.
e das outras disposições legais relacionados com a
sua missão; k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos
bb) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por de atividades, relatórios de execução e da proposta de
instrução superior. orçamento do departamento;

3. O Departamento de Áreas da Criação, Alimentação, Saúde l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
de Peixes e Meio Ambiente é dirigido por um Chefe de racional execução orçamental;
Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública, e m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNAS. trimestrais e anuais;

Artigo 13.º n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e


Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra, Mar das outras disposições legais relacionados com a sua
e Salicultura missão;

1. O Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra, o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Mar e Salicultura é o serviço responsável por prestar o instrução superior.
apoio técnico necessário para a implementação e gestão
dos recursos de água salobra, água do mar e salicultura. 3. O Departamento de Produção Aquícola de Água Salobra,
do Mar e da Salicultura é dirigido por um Chefe de
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Produção Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
Aquícola de Água Salobra, Mar e Salicultura: de direção e de chefia da administração pública, e
directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNAS.
a) Preparação de materiais de formulação de políticas no
domínio da produção aquícola em pequena e grande Artigo 14.º
escala, e a criação de peixes em água salobra e marinha; Departamento de Produção de Alevins
e Produção Aquícola de Água Doce
b) Preparar materiais para a implementação de políticas
no domínio da produção aquícola em pequena e grande 1. O departamento de Produção de Alevins e Produção
escala em águas salobras e marinhas; Aquícola de Água Doce é o serviço responsável para
realizar a formulação e implementação de políticas, a
c) Preparação de materiais para normas, padrões, elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios,
procedimentos e critérios no domínio da produção em bem como o fornecimento de orientação técnica e avaliação
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no domínio de produção de alevins e produção aquícola o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
de agua doce. das outras disposições legais relacionados com a sua
missão;
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Produção de
Alevins e Produção Aquícola de Água Doce: p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
a) Implementar as políticas relacionadas com a gestão de
alevins que corresponde a criação em água doce, 3. O Departamento de Produção de Alevins e Produção
salobras e do mar; Aquícola de Água Doce é dirigido por um Chefe de
Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
b) Preparação de formulação de políticas no domínio da de direção e de chefia da administração pública, e
reprodução de peixes de água doce, alevins de água directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNAS.
salobra e marinha e padronização e certificação de
alevins;
Subsecção III
c) Preparar a implementação de políticas no domínio da Direção Nacional de Inspecção das Pescas
reprodução de alevins de água doce, salobra e marinha, e dos Recursos Aquáticos
padronização e certificação de alevins;
Artigo 15.º
d) Preparação da elaboração de normas, padrões, Atribuições
procedimentos e critérios no domínio da reprodução
de peixes de água doce, mudas de água salobra e 1. A Direção Nacional de Inspecção das Pescas e dos Recur-
marinha, padronização e certificação de alevins; sos Aquáticos abreviadamente designada por DNIPRA,
tem por missão fiscalizar as políticas, os planos, os
e) Implementação de orientação técnica no domínio da programas, os projectos e o cumprimento da legislação
reprodução de peixes de água doce, semeadura de água aplicável no âmbito dos recursos das pescas e respectiva
salobra e marinha, padronização e certificação de gestão, conservaçãoe controlo dos recursos pesqueiros
alevins; nacionais (proteger hoje para ter amanhã).
f) Realização de avaliações no domínio da reprodução de
2. A DNIPRA prossegue as seguintes atribuições:
peixes de água doce, salobras e peixes marinhos, bem
como padronização e certificação de alevins;
a) Execer as atribuições que a lei lhe confere no âmbito da
g) Preparação de materiais de formulação de políticas no fiscalização e inspecção das atividades piscatórias e
domínio da produção em pequena escala e de peixes de de aquicultura, nomeadamente no âmbito da exploração
água doce em grande escala; dos recursos aquáticos;

h) Preparar materiais para a implementação de políticas b) Coordenar e orientar as atividades dos fiscais de pesca;
no domínio da produção em pequena escala e de peixes
de água doce em grande escala; c) Proceder o levantamento dos autos de contraordenação
previstos na legislação aplicável às pescas e proceder
i) Preparação de materiais para normas, padrões, à respectiva instrução dos processos, bem como
procedimentos e critérios no domínio da produção em recomendar a aplicação de sanções;
pequena escala e de peixes de água doce em grande
escala; d) Tramitar o expediente relativo ao pagamento das coimas
ou taxas;
j) Preparação de materiais de orientação técnica no
domínio da produção em pequena escala e de peixes de
e) Gerir o sistema de informação e monitorização contínua
água doce em grande escala;
de embarcações de pesca;
k) Preparação de materiais de avaliação e elaboração de
relatórios no domínio da produção em pequena escala f) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
e de peixes de água doce em grande escala; anuais;

l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
para a elaboração do plano anual de acção, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de Artigo 16.º
orçamento do departamento; Estrutura

m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e 1. Integram a estrutura da DNIPRA os seguintes departa-
racional execução orçamental; mentos:

n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, a) Departamento de Monitorização, Melhoramento das


trimestrais e anuais; Infraestruturas e Tratamento das Infrações;
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b) Departamento de Supervisão de Gestão de Recursos mação no domínio da monitorização e melhoramento
Marinhos, Pesqueiros e Psicultura; das infraestruturas de supervisão dos recursos
marinhos e da pesca, bem como tratamento das
2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se infrações;
pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais f) Monitorizar, controlar e fiscalizar a utilização dos
órgãos e serviços do MAP, articulando as respectivas recursos pesqueiros e desenvolver um plano
atividades de forma a promover uma actuação harmoniosa estratégico para esse efeito;
unitária, integrada e coerente da DNIPRA.
g) Cooperar com os demais serviços públicos relevantes
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas para efeitos de fiscalização das embarcações de pesca
dos departamentos, desde que exista um volume de trabalho e da utilização dos recursos pesqueiros;
ou uma complexidade que o justifique e a supervisão por
um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 trabalhadores. h) Monitorizar as atividades das embarcações de pesca
nacionais e estrangeiras e elaborar relatórios sobre as
4. Junto da Direção Nacional de Inspecção das Pescas e dos suas operações;
Recursos Aquáticos, funciona um gabinete de apoio
administrativo, planeamento, logística do Diretor Nacional, i) Preparação de materiais de formulação de políticas no
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, domínio da investigação, do tratamento de provas ou
para efeitos salariais, a Chefe de Secção, e hierarquicamente evidências e tripulações (equipagem de navios),
ao Diretor Nacional da DNIPRA. facilitação de Investigador do Funcionário Público (IFP)
e cooperação na aplicação da lei, bem como na
Artigo 17.º preparação de acompanhamento;
Departamento de Monitorização, Melhoramento das
Infraestruturas j) Preparação de materiais para a implementação de
e Tratamento das Infrações políticas no domíno da investigação, do tratamento de
provas ou evidências e tripulações (equipagem de
1. O Departamento de Monitorização, Melhoramento das navios), facilitação do IFP das pescas e cooperação na
Infraestruturas e Tratamento das Infrações é o serviço aplicação da lei, bem como preparação de
responsável por formular e implementar políticas, a acompanhamento;
elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios,
bem como a prestação de orientação técnica, avaliação e k) Preparação de materiais para a elaboração de normas,
relatórios no domínio de monitorização e melhoramento padrões, procedimentos e critérios no domíno da
das infraestruturas de supervisão de recursos marinhos e investigação, do tratamento de provas ou evidências e
pesqueiros, bem como tratamento das infrações. tripulações (equipagem de navios), facilitação do IFP
sobre as pescas e cooperação policial, e preparação de
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Monitoriza- acompanhamento;
ção, Melhoramento das Infraestruturas e Tratamento das
Infrações: l) Implementação de orientação técnica no domínio da
investigação, do tratamento de provas ou evidências e
a) Preparar a formulação de políticas no domínio da tripulações (equipagem de navios), facilitação do IFP
monitorização e melhoramento das infraestruturas de de pescas e cooperação de aplicação da lei, bem como
supervisão dos recursos marinhos e das pescas, bem preparação de acompanhamento;
como tratamento das infrações;
m) Implementação operacional no domíno da investigação,
b) Preparar a implementação de políticas no domínio do tratamento de provas ou evidências e tripulações
acompanhamento e melhoramento da infraestrutura de (equipagem de navios), facilitação do IFP das pescas e
supervisão dos recursos marinhos e da pesca, bem como cooperação na aplicação da lei, e preparação do
tratamento das infrações; acompanhamento;

c) Preparar a elaboração de normas, padrões, n) Implementação de supervisão no domínio da condução


procedimentos e critérios no domínio do acompanha- de investigações, tratamento de provas ou evidências
mento e melhoramento da infraestrutura de supervisão e tripulações (equipagem de navios), facilitação do IFP
dos recursos marinhos e da pesca, bem como trata- das pescas e cooperação no cumprimento da lei, e
mento das infrações; preparação de acompanhamento;

d) Implementação de orientações técnicas no domínio da o) Implementação de monitorização, avaliação e


monitorização e melhoramento das infraestruturas de elaboração de relatórios no domínio de investigação,
supervisão dos recursos marinhos e da pesca, bem como tratamento de provas ou evidências e tripulações
tratamento das infrações; (equipagem de navios), facilitação do IFP sobre as
pescas e cooperação na aplicação da lei, bem como
e) Implementação de monitorização, avaliação e infor- preparação do acompanhamento;
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Jornal da República
p) Estabelecer os mecanismos necessários de coordena- da utilização das ilhas costeiras e pequenas, supervisão
ção com outras entidades fiscalizadoras dos mares; dos produtos e serviços marinhos e supervisão das
áreas de conservação marinha e da biodiversidade
q) Compilar e registar as infracções detectadas e medidas aquática;
adoptadas;
b) Preparação da elaboração de normas, procedimentos e
r) Exercer a prossecução das infracções cometidas; critérios no domínio da supervisão da utilização do
espaço marítimo, supervisão da utilização das ilhas
s) Promover o funcionamento e manutenção dos costeiras e pequenas, supervisão dos produtos e
equipamentos de monitorização, controlo e fiscalização serviços marinhos e supervisão das áreas de
dos recursos pesqueiros em coordenação com as conservação marinha e da biodiversidade aquática;
demais autoridades relevantes;
c) Implementação de orientação técnica no domínio da
t) Operar rádios de comunicação e embarcação de supervisão da utilização do espaço marítimo, supervisão
patrulhamento; do uso de ilhas costeiras e pequenas, supervisão de
produtos e serviços marinhos e supervisão de áreas de
u) Monitorizar as entradas e saídas de embarcações de conservação marinha e biodiversidade aquática;
pesca nas águas nacionais;
d) Avaliação e elaboração de relatórios no domínio da
v) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à supervisão da utilização do espaço marinho, supervisão
Unidade Jurídico para a elaboração do plano anual de da utilização das ilhas costeiras e pequenas, supervisão
acção, dos planos de atividades, relatórios de execução dos produtos e serviços marinhos e supervisão das
e da proposta de orçamento do departamento; áreas de conservação marinha e da biodiversidade
aquática;
w) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; e) Preparação da formulação de políticas no domínio da
supervisão das pescas, supervisão de aquicultura,
x) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, supervisão do processamento de produtos das pescas
trimestrais e anuais; e supervisão da distribuição de produtos das pescas;

y) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e f) Preparação da execução de políticas no domínio da
das outras disposições legais relacionados com a sua vigilância das pescas, supervisão dos aquicultores,
missão; controlo do processamento dos produtos das pescas
e supervisão da distribuição dos produtos das pescas;
z) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. g) Preparação da elaboração de normas, padrões,
procedimentos e critérios no domínio da supervisão
3. O Departamento de Monitorização, Melhoramento das pesqueira, supervisão de aquicultura, supervisão do
Infraestruturas e Tratamento das Infrações é dirigido por processamento de produtos pesqueiros e supervisão
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime da distribuição de produtos pesqueiros;
dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
e directamente subordinado ao Diretor Nacional da h) Implementação de orientação técnica no domínio da
DNIPRA. supervisão de pescas, supervisão de aquicultores,
supervisão de processamento de produtos pesqueiros
Artigo 18.º e supervisão de distribuição de produtos pesqueiros;
Departamento de Supervisão da Gestão de Recursos
Marinhos, i) Implementação de monitorização e avaliação no domínio
Pesqueiros e Psicultura da vigilância das pescas, supervisão de aquicultores,
supervisão do processamento de produtos das pescas
1. O Departamento de Supervisão da Gestão dos Recursos e supervisão da distribuição de produtos das pescas;
Marinhos, Pesqueiros e Psicultura é o serviço responsável
por realizar a formulação e implementação de políticas, j) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios, para a elaboração do plano anual de acção, dos planos
bem como a prestação de orientações técnicas, avaliação e de atividades, relatórios de execução e da proposta de
relatórios no domínio da supervisão da gestão dos recursos orçamento do departamento; e de fiscalização de todas
marinhos, pesqueiros e psicultura. as atividades desenvolvidas;

2. Compete nomeadamente ao Departamento de Supervisão k) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
da Gestão de Recursos Marinhos, Pesqueiros e Psicultura: racional execução orçamental;

a) Preparação de formulação de políticas no domínio da l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,


supervisão da utilização do espaço marítimo, supervisão trimestrais e anuais;
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Jornal da República
m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e f) Implementação de avaliações e relatórios no domínio
das outras disposições legais relacionados com a sua do planeamento espacial marinho, planeamento de
missão; mapeamento da área marinha, dados e políticas
espaciais, capturação e gestão de recursos aquáticos;
n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior; g) Implementação de avaliação e relatórios sobre áreas
costeiras integradas, restauração das costeiras,
3. O Departamento de Supervisão de Gestão dos Recursos recuperação e desenvolvimento regional, mitigação de
Marinhos, Pesqueiros e Psicultura é dirigido por um Chefe desastres e adaptação às mudanças climáticas.
de Departamento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública, e h) Execução da formulação e de políticas, compilação de
directamente subordinado ao Diretor Nacional da DNIPRA. normas, procedimentos, critérios, orientações técnicas
e avaliação e comunicação no domínio da gestão
Sub Secção IV sustentável dos recursos aquáticos nas águas
Direção Nacional de Planeamento Espacial do Mar, interiores, no mar territorial, nas águas arquipelágicas
Capturação e na Zona Económica Exclusiva de Timor-Leste (ZEE-
e Gestão dos Recursos Aquáticos TL), bem como monitorização e avaliação da gestão de
recursos aquáticos;
Artigo 19.º
Atribuições i) Promover e desenvolver a indústria pesqueira numa
perspetiva de fornecimento do mercado interno e
1. A Direção Nacional de Planeamento Espacial do Mar, externo;
Capturação e Gestão dos Recursos Aquáticos, abreviada-
mente designada por DNPEMCGRA, tem por missão j) Implementar programas com vista a aumentar a
implementar as políticas, os planos, programas e projetos quantidade e qualidade dos produtos pesqueiros;
no âmbito do planeamento espacial marinho nacional,
mapeamento da área marinha, costeira, dados e políticas k) Assegurar a sustentabilidade da exploração dos
espaciais, capturação de peixes, restauração das costeiras, recursos bióticos pesqueiros disponíveis nas áreas de
recuperação e desenvolvimento regional, mitigação de jurisdição nacional, de acordo com a lei;
desastres e adaptação às mudanças climáticas, gestão
sustentável dos recursos aquáticos nas águas interiores, l) Exercer as atribuições que lhe forem concedidas por lei
mar territorial, águas arquipelágicas e Zona Económica em matéria de concessão de licenças de pescas
Exclusiva de Timor-Leste (ZEE-TL), bem como nomeadamente no que diz respeito à definição de zonas
monitorização e avaliação da gestão de recursos aquáticos de pescas e capturas máximas;
e de outras nela conexas.
m) Determinar e designar os portos de pescas para as
2. A DNPEMCGRA prossegue as seguintes atribuições: inspeções e para o desembarque das capturas;

a) Colaborar na formulação das políticas e estratégias n) Definir e observar os requisitos técnicos e higio-
relacionadas com a sua missão; sanitários na produção, no processamento, transporte,
armazenamento e na distribuição dos produtos das
b) Preparar a formulação de políticas no campo de pescas de aquicultura e do mar;
ordenamento do espaço marítimo nacional, planeamento
do mapeamento da área marinha, dados e políticas o) Desenvolver e implementar regras que estabelecem as
espaciais, capturação e gestão de recursos aquáticos; normas de qualidade e as condições sanitárias
aplicáveis ao manuseamento, transporte, à armazena-
c) Preparação da implementação de políticas no domínio gem, ao processamento e à comercialização do pescado;
do ordenamento do espaço marítimo nacional,
planeamento do mapeamento da área marinha, dados e p) Assegurar a sustentabilidade da exploração dos
políticas espaciais, capturação e gestão de recursos recursos bióticos pesqueiros disponíveis nas áreas de
aquáticos; jurisdição nacional, de acordo com a lei;

d) Preparar a elaboração de normas, padrões, q) Implementar as medidas de protecção e conservação


procedimentos e critérios no domínio do ordenamento das espécies marinhas, em articulação com os demais
do espaço marítimo nacional, planeamento do serviços, organismos e entidades relevantes;
mapeamento da área marinha, dados e políticas
espaciais, capturação e gestão de recursos aquáticos; r) Emitir pareceres e implementar as regras e normas
aplicáveis aos parques e reservas marinhas;
e) Implementação de orientação técnica no domínio do
ordenamento do espaço marítimo nacional, planeamento s) Elaborar a regulamentação necessária para uma gestão
do mapeamento da área marinha, dados e políticas eficiente e sustentada dos recursos biológicos
espaciais, capturação e gestão de recursos aquáticos; aquáticos;
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Jornal da República
t) Garantir o envolvimento das comunidades piscatórias do ordenamento do espaço marítimo nacional, das
na elaboração de políticas e gestão dos recursos águas jurisdicionais e do mapeamento de áreas
pesqueiros; marinhas entre regiões, da utilização das áreas costeiras,
do mar e da gestão de potência dos recursos marinhos
u) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e e pesqueiros;
anuais;
b) Preparação de materiais de implementação de políticas
v) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. no domínio do planeamento espacial marinho nacional,
das águas jurisdicionais e do mapeamento de áreas
Artigo 20.º marinhas entre regiões, da utilização das áreas costeiras,
Estrutura do mar e da gestão de potência dos recursos marinhos
e pesqueiros;
1. Integram a estrutura da DNPEMCGRA os seguintes
departamentos: c) Preparar materiais para a elaboração de normas,
padrões, procedimentos, critérios no domínio do
a) Departamento de Planeamento Espacial do Mar, Gestão ordenamento do espaço marítimo nacional, das águas
dos Recursos Marinhos e Pesqueiros; jurisdicionais e do mapeamento de áreas marinhas entre
regiões, da utilização das áreas costeiras, do mar e da
b) Departamento de Conservação da Biodiversidade gestão de potência dos recursos marinhos e
Marinha e Revitalização do Meio Ambiente Aquático; pesqueiros;

d) Preparação de materiais para a implementação de


c) Departamento de Capturação e Pós-Colheita. orientação técnica no domínio das áreas de
planeamento espacial marinho, das águas jurisdicionais
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- e do mapeamento marinho entre regiões, da utilização
se pelo princípio da especilização dos serviços da das áreas costeiras, do mar e da gestão de potência
administração pública e colaboram entre si e com os demais dos recursos marinhos e pesqueiros;
órgãos e serviços do MAP, articulando as respectivas
atividades de forma a promover uma actuação harmoniosa e) Providenciar assistência e orientação no âmbito do
unitária, integrada e coerente da DNPEMCGRA. sector de desenvolvimento integrado das costeiras e
do mar e da gestão de parques marinhas;
3. Podem ser criadas secções, como sub-unidades orgânicas
dos departamentos, desde que exista um volume de trabalho f) Avaliar a implementação das políticas relativas às
ou uma complexidade que o justifique e a supervisão por técnicas, aos planos, aos programas e às atividades no
um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 trabalhadores. sector da gestão e de zonas de parque marinha nacional;

4. Junto da Direção Nacional de Planeamento Espacial do g) Elaborar as matérias de carácter técnico, dar assistência
Mar, Capturação e Gestão dos Recursos Aquáticos, e orientações no sector de desenvolvimento integrado
funciona um gabinete de apoio administrative, das costeiras e do mar e dos recursos aquáticos;
planeaneamento, logística e assuntos de Licenciamento
das Pescas, ao Diretor-Nacional que é coordenado por um h) Preparação de materiais para a elaboração de normas,
chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe procedimentos e critérios normalizados no domínio da
de secção, e hierarquicamente ao Diretor Nacional da gestão e utilização dos recursos pesqueiros territoriais
DNPEMCGRA. e das águas arquipelágicas;

Artigo 21.º i) Preparação de materiais para a implementação de


Departamento de Planeamento Espacial do Mar e orientações técnicas, no domínio da gestão e utilização
Gestão dos Recursos Marinhos e Pesqueiros dos recursos pesqueiros territoriais e das águas
arquipelágicas;
1. O Departamento de Planeamento Espacial do Mar e Gestão
dos Recursos Marinhos e Pesqueiros é responsável por j) Avaliação e elaboração de relatórios no domínio da
preparar materiais para a formulação e implementação de gestão e utilização dos recursos pesqueiros territoriais
políticas, compilação de normas, padrões, procedimentos e das águas arquipelágicas;
e critérios, orientação técnica, avaliação e relatórios no
domínio do plano de ordenamento entre regiões e águas k) Recolher e processar dados sobre recursos naturais,
jurisdicionais, utilização das áreas costeiras e do mar e tamanho do peixe pescado e áreas de ovarização
gestão dos recursos marinhos e pesqueiros. bióticas e outros dados biológicos;

2. Compete nomeadamente ao departamento de Planeamento l) Recolher, processar, analizar e informar os dados de


Espacial do Mar e Gestão dos Recursos Marinhos e potência do maior e menor recurso biótico pesqueiro
Pesqueiros: pelágico, demersal e corais;

a) Preparar materiais de formulação de políticas no domínio m) Analizar e transformar os dados biológicos, recurso
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biótico pesqueiro pelágico, demersal, corais e elaborar Artigo 22.º
estatístico pesqueiro para obter um dado estimativo Departamento de Conservação da Biodiversidade Marinha
sobre a potência dos recursos que se pode aproveitar; e Revitalização do Meio Ambiente Aquático

n) Examinar o resultado da análise dos dados biológicos 1. O Departamento de Conservação da Biodiversidade Mari-
de pescas principalmente os dados da potência elevada nha e Revitalização do Meio Ambiente Aquático é o serviço
dos recursos pesqueiros que pode aproveitar; responsável por conservar a biodiversidade marinha e tem
por missão formular a implementação de políticas,
o) Resumir o ordenamento da exploração dos recursos elaboração de normas, padrões, procedimentos e critérios
pesqueiros, composto por estimativa das embarcações de orientações técnicas e de avaliação, e relatórios sobre a
de pesca que podem operar a cada zona de pescas, estruturação, proteção e utilização da área de conservação
decidir as zonas de pescas fechado relativamente o da diversidade biológicos e de revitalização ambiental e
uso de alguns tipos de artes de pesca (fechado aumento da resilência comunitária, bem como parcerias e
temporário ou até fim), etc; infraestruturas de conservação.

2. Compete nomeadamente ao Departamento de Conservação


p) Preparar as matérias na elaboração de fiscalização,
da Biodiversidade Marinha e Revitalização do Meio
regularizar o aproveitamento dos recursos bióticos e
Ambiente Aquático:
monitorizar a sua implementação, incluindo a
cooperação com outras instâncias competentes;
a) Preparar a formulação de políticas no domínio da gestão
de parques marinhas nacionais, arranjo, determinação
q) Resumir as matérias de carácter técnico, dar assistência e gestão de áreas de conservação, protecção da
e orientação no sector de identificação e inventarização biodiversidade, autoridade de gestão da Convenção
dos recursos marinhos e pesqueiro; sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna
e da Flora Ameaçadas de Extinção (CITES), controlando
r) Efectuar a política técnica, dar assistência e orientação a utilização de conservação e biodiversidade, parcerias,
no sector de identificação e inventarização dos bem como o desenvolvimento de infraestruturas de
recursos marinhos e pesqueiro; conservação;

s) Elaborar os programas e as actividades no sector de b) Definir as normas técnicas de gestão de parques


identificação e inventarização dos recursos pesqueiro; marinhas e áreas protegidas marítimas;

t) Avaliar a implementação das políticas técnicas, dos c) Providenciar assistência e orientação no âmbito do
planos, programas e actividades no sector de sector de desenvolvimento integrado costeiro e do mar
identificação e inventarização dos recursos marinhos e e da gestão de parques marinhas;
pesqueiro;
d) Avaliar a implementação das políticas relativas às
u) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ técnicas, aos planos, aos programas e às atividades no
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos sector de gestão e de zonas de parque marinha nacional;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento; e) Elaborar as matérias de carácter técnico, dar assistência
e orientações no sector de desenvolvimento integrado
v) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e costeiro e do mar e dos recursos aquáticos marinhos;
racional execução orçamental;
f) Preparar materiais para implementar políticas no
domínio da gestão do parque marinha nacional, arranjo,
w) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
determinação e gestão de áreas de conservação de
trimestrais e anuais;
águas, protecção da biodiversidade, autoridade de
gestão da Convenção sobre o Comércio Internacional
x) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
de Espécies da Fauna e da Flora Ameaçadas de Extinção
das outras disposições legais relacionados com a sua
(CITES), controlar a utilização da conservação e da
missão; biodiversidade, parcerias, bem como o desenvolvimento
de infraestruturas de conservação;
y) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. g) Preparar a elaboração de normas, padrões, procedi-
mentos e critérios no domínio da gestão de parques
3. O Departamento de Planeamento Espacial do Mar e Gestão nacionais marinhos, organização, designação e gestão
dos Recursos Marinhos e Pesqueiros é dirigido por um das áreas de conservação das águas, proteção da
Chefe de Departamento, provido nos termos do regime biodiversidade, autoridade de gestão da CITES,
dos cargos de direção e de chefia da administração pública, controlo do uso da conservação e biodiversidade,
e directamente subordinado ao Diretor Nacional da parcerias e desenvolvimento de infraestruturas de
DNPEMCGRA. conservação;
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h) Implementação de orientação técnica no domínio da q) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
gestão de parques nacionais marinhos, arranjo, racional execução orçamental;
determinação e gestão de áreas de conservação de
bacias hidrográficas, protecção da biodiversidade, r) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
autoridade de gestão da CITES, controlar a utilização trimestrais e anuais;
da conservação e da biodiversidade, parcerias, bem
como o desenvolvimento de infraestruturas de s) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
conservação; das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
i) Implementação de avaliação e relatórios no domínio da
gestão do parque nacional marinho, organização, t) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
determinação e gestão de áreas de conservação marinha, instrução superior.
protecção da biodiversidade, autoridade de gestão da
CITES, controlo e utilização da conservação e da 3. O Departamento de Conservação da Biodiversidade Marinha
biodiversidade, parcerias, bem como o desenvolvimento e e Revitalização do Meio Ambiente Aquático é dirigido
de infraestruturas de conservação; por um Chefe de Departamento, provido nos termos do
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
j) Preparação de materiais de formulação de políticas no pública e directamente subordinado ao Diretor Nacional
domínio da identificação, preparação do plano de da DNPEMCGRA.
gestão, revitalizando o dano ambiental das pequenas
ilhas e as águas circundantes e vulnerabilidade e Artigo 23.º
consciencialização pública sobre desastres e adaptação Departamento de Capturação e Pós-Colheita
às mudanças climáticas;
1. O Departamento de Capturação e Pós-Colheita é o serviço
k) Preparação de materiais para a implementação de responsável por organizar a formulação e implementação
políticas no domínio da identificação, preparação de de políticas no domínio da gestão das pescas de capturação,
gestão dos portos e lotas das pescas para a utilização
planos de gestão, revitalizando dano ambiental das
sustentável dos recursos pesqueiros.
pequenas ilhas e as águas circundantes e vulnerabili-
dade, e consciencialização pública sobre desastres e
2. Compete nomeadamente ao Departamento de Capturação
adaptação às mudanças climáticas;
e Pós-Colheita:
l) Preparação de materiais para a elaboração de normas,
a) Formulação de políticas no domínio da capturação e
padrões, procedimentos e critérios no domínio de
pós-colheita, normalização das embarcações de pesca
identificação, elaboração de planos de gestão,
e equipamentos de pescas, certificação dos tripulantes
revitalização de danos ambientais de pequenas ilhas e
das embarcações de pesca, gestão dos portos e lotas
águas circundantes, bem como avaliação do nível de
de pescas, aumento de negócio do sector das pescas e
vulnerabilidade e consciencialização pública sobre
assuntos dos pescadores;
desastres e adaptação às mudanças climáticas;
b) Implementação de políticas no domínio da capturação
m) Preparação de materiais para a implementação de e pós-colheita, padronização das embarcações de pesca
orientação técnica no domínio da identificação, e artes de pesca, certificação das embarcações de pesca
elaboração de planos de gestão, revitalização de danos e tripulações (equipagem de navios), a gestão dos
ambientais de ilhas pequenas e circundantes e avaliação portos de pescas, aumento de negócio do sector das
de vulnerabilidade e consciencialização pública sobre pescas e assuntos dos pescadores;
desastres e mudança de adaptação climática;
c) Elaboração de normas, padrões, procedimentos e
n) Preparação de materiais para a implementação de critérios para a capturação e pós-colheita,
monitorização, avaliação e relatórios no domínio da padronização de embarcação de pescas e artes de
identificação, elaboração de planos de gestão, pesca, certificação das embarcações de pesca e
revitalização de danos ambientais de ilhas pequenas e tripulações (equipagem de navios), a gestão dos portos
circundantes e de vulnerabilidade e consciencialização e lotas de pescas, aumento de negócio do sector das
pública sobre desastres e mudança de adaptação pescas e assuntos dos pescadores;
climática;
d) Fornecendo orientação técnica e supervisão da gestão
o) Revitalizar o meio ambiente e aumentar a capacidade dos recursos pesqueiros, padronização de embarcações
de recuperação das comunidades; de pesca e artes de pesca, certificação das embarcações
de pesca e tripulações (equipagem de navios), a gestão
p) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ dos portos e lotas de pescas, aumento de negócio do
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos sector das pescas e assuntos dos pescadores;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do departamento; e) Avaliação e informação na gestão dos recursos
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pesqueiros, padronização de embarcações de pesca e CAPÍTULO III
artes de pesca, certificação das embarcações de pesca Direção, Chefias e Recursos Humanos
e tripulações, gestão dos portos e lotas de pesca,
aumento de negócio do sector das pescas e assuntos Secção I
dos pescadores; Direção e Chefias

f) Formulação de políticas no domínio da qualidade e Artigo 24.º


diversificação dos produtos, reforço da promoção dos Diretor-Geral
produtos marítimos e da pesca, reforço do sistema
logístico dos produtos do mar e das pescas e aumento 1. Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção,
da sustentabilidade das empresas de pescas; supervisão e execução das atribuições da Direção Geral
das Pescas, Aquiacultura e Recursos Marinhos e dos
g) Aplicação de políticas no domínio da qualidade e serviços que desta dependem e responde directamente aos
diversificação dos produtos, reforço da promoção dos membros do Governo responsáveis pela pasta da
produtos marinhos e da pesca, melhoramento do Agricultura e Pescas.
sistema logístico dos produtos do mar e das pescas e
aumento da sustentabilidade das empresas de pesca; 2. Compete especialmente ao Diretor-Geral:

h) Preparação de normas, procedimentos e critérios no a) Representar a Direção Geral das Pescas, Aquicultura e
domínio da qualidade e diversificação de produtos, Recursos Marinhos;
reforço da promoção dos produtos marinhos e da pesca,
melhoramento do sistema logístico dos produtos b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom
marinhos e da pesca e aumento da sustentabilidade funcionamento de todos os serviços que se encontrem
das empresas de pesca; incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo
com o programa do Governo e sob orientação dos
i) Fornecimento de orientações e supervisões técnicas membros do Governo;
no domínio da qualidade e diversificação dos produtos,
reforço da promoção dos produtos do mar e das pescas, c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
melhoramento do sistema logístico dos produtos do dos objetivos enunciados na alínea anterior;
mar e das pescas e reforço da sustentabilidade das
empresas de pesca; d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
área de competência ao Governo em geral e aos membros
j) Aplicação de avaliações e relatórios no domínio da do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e
qualidade e diversificação dos produtos, reforço da Pescas;
promoção dos produtos do mar e das pescas,
melhoramento do sistema logístico dos produtos do e) Supervisionar a execução técnica dos programas
mar e das pescas e aumento da sustentabilidade das desenvolvidos no âmbito das atribuições da Direção
empresas de pesca; Geral e dos seus serviços;

k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ f) Promover a realização de reuniões de trabalho
para a elaboração do plano anual de acção, dos planos periódicas com os diretores nacionais que de si
de atividades, relatórios de execução e da proposta de dependem, de modo a estar permanentemente
orçamento do departamento; informado sobre as atividades dos serviços da Direção
Geral;
l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; g) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;

m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
trimestrais e anuais; subordinados, nos termos da lei;

n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e i) Colaborar com os Diretores-Gerais e Inspetor-Geral no
das outras disposições legais relacionados com a sua sentido de definirem conjuntamente regras operacionais
missão; e procedimentos que permitam harmonizar o
funcionamento integrado e a articulação dos serviços;
o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou
3. O Departamento de Capturação e Pós-Colheita é dirigido instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção
por um Chefe de Departamento, provido nos termos do Geral com a devida eficiência e eficácia;
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
pública, e directamente subordinado ao Diretor Nacional k) Supervisionar a elaboração das propostas de plano de
da DNPEMCGRA. ação anual e orçamento dos serviços que de si
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dependem, velar pela sua harmonização, coerência e periódicas com os chefes de Departamento que de si
qualidade e remetê-las ao Diretor-Geral dos Serviços dependem, de modo a estar permanentemente
Corporativos; informado sobre as atividades dos serviços da Direção
Nacional;
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
princípios da legalidade, transparência, coerência e m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
racionalização, em coordenação com os demais serviços; as demais direções nacionais e demais serviços do
MAP, garantindo o seu bom funcionamento;
m) Remeter aos membros do Governo relatórios mensais,
trimestrais e anuais sobre as atividades da Direção Geral n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
e correspondentes serviços, bem como uma avaliação trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo
crítica dos progressos atingidos; cumprimento das demais legislações em vigor;

n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
com a natureza das suas funções.
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
Artigo 25.º com a natureza das suas funções.
Diretores Nacionais
3. Os Diretores Nacionais estão directamente subordinados
1. Os Diretores Nacionais são responsáveis pela direção, ao Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarqui-
coordenação e execução técnica das atribuições das camente.
respetivas Direções Nacionais que dirigem e dos
departamentos nelas integrados. Artigo 26.º
Chefes de Departamento
2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais:
1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pelos
a) Representar a respetiva Direção Nacional; departamentos, pela coordenação e execução técnica das
competências do Departamento que chefiam.
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral; 2. Compete especialmente aos chefes de Departamento:
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na a) Submeter a despacho do respetivo Diretor Nacional,
respetiva área de competência; devidamente instruídos e informados, os assuntos que
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de dependam da decisão deste;
competência;
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos,
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o financeiros e materiais afetos ao respetivo
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional; Departamento, de acordo com a legislação em vigor e
as orientações do diretor nacional;
f) Apresentar ao Diretor-Geral, relatórios periódicos das
atividades desenvolvidas pela Direção Nacional; c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, com o respetivo diretor nacional e com a DNRH;
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no
âmbito da missão e das atribuições da respctiva Direção d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo
Nacional; em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
pelas entidades competentes e pelo Diretor Nacional;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em e) Garantir a coordenação e a devida execução das
coordenação com os demais serviços relevantes; atividades do Departamento e a qualidade técnica das
atividades que de si dependam;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
humanos; eficiência da respetiva atividade;

j) Exercer as competências que a lei lhes confere em g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
matéria de avaliação de desempenho; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;

k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
Departamento; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
l) Promover a realização de reuniões de trabalho desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
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Jornal da República
respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho b) Atuar como ponto focal da Direção Nacional no que
e a assunção de responsabilidade por parte dos diz respeito a questões relacionadas com administra-
funcionários; ção, finanças, recursos humanos, bases de dados,
monitorização, logística, elaboração de planos de ação,
i) Identificar as necessidades específicas de formação dos de atividades, relatórios de execução e propostas de
funcionários do Departamento e propor a frequência orçamento, estabelecendo os mecanismos de
das ações de formação consideradas adequadas ao coordenação necessários para garantir o funciona-
suprimento das referidas necessidades em coordenação mento integrado dos serviços do Direção Nacional.
com os serviços competentes pela elaboração do plano
de formação e após aprovação pelo diretor nacional; Artigo 27.º
Nomeação
j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
pontualidade e cumprimento do período normal de O preenchimento dos cargos de Direção e Chefia previstos no
trabalho por parte dos funcionários do respetivo diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras e dos
Departamento; cargos de direção e chefia da Administração Pública.

k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do Secção II


Departamento; Recursos Humanos

l) Promover a realização de reuniões de trabalho Artigo 28.º


periódicas com os funcionários do Departamento, de Quadro de Pessoal, Dirigentes e Chefias
modo a estar permanentemente informado sobre as
atividades do serviço; O quadro de pessoal, dirigentes e chefias da Direção Geral é
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
materiais e equipamentos afetos ao Departamento;
Artigo 29.º
n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com Conteúdos Funcionais
os demais Departamentos da respetiva Direção
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
bom funcionamento; pessoal da Direção Geral são aprovados por despacho do
Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do
o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dadas Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo
em matéria de serviço; Diretor-Geral.

p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas CAPÍTULO IV


pelos seus superiores hierárquicos. FINANÇAS

3. Os Chefes de Gabinetes de apoio aos Diretores-Gerais Artigo 30.º


exercem as competências mencionadas no número anterior, Instrumentos de Gestão
com as necessárias adaptações, e são ainda responsáveis
por: 1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
apoio ao Diretor-Geral;
a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
b) Atuar como ponto focal da Direção Geral no que diz atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
respeito a questões relacionadas com administração, mensuráveis;
finanças, recursos humanos, bases de dados,
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, b) Orçamento anual;
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de coorde- c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
nação necessários para garantir o funcionamento
integrado dos serviços. d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.

4. Os Chefes do gabinetes de apoio aos Diretores Nacionais 2. O Plano anual de atividades deve incluir a justificação
exercem as competências mencionadas no número anterior, fundamentada das suas atividades, o calendário de
com as necessárias adaptações, e são ainda responsáveis programação das atividades, os meios necessários à sua
por: viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
controlo e avaliação.
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio do Diretor Nacional; 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
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Jornal da República
atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de com a criação de novas direções-gerais dedicadas à
prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter prossecução de fins operacionais, tornou-se essencial afirmar
impacto no setor da Pescas e Aquicultura; a existência de um serviço que assume a responsabilidade
pela orientação geral de todos os serviços do Ministério no
4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades âmbito da administração, finanças, recursos humanos,
devem descrever como foram atingidos os objetivos do aprovisionamento, logística, gestão de património,
MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação. planeamento e assuntos jurídicos. Esta solução visa assim
fortalecer o princípio da especialidade que pauta a atuação da
Artigo 31.º administração pública e evitar duplicação de trabalho no seio
Receitas e Despesas do MAP, pelo que a Direção-Geral dos Serviços Corporativos
e a Unidade de Coodenação dos Parceiros de Desenvolvi-
1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de mento, se assumem como serviço fundamental para garantir a
dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do harmonização dos serviços bem como a coordenação integrada
Estado. do seu funcionamento, tornando-se então necessário
estabelecer a sua estrutura orgânica funcional.
2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
lhe estão acometidas. manda, ao abrigo do previsto no artigo 42.º do Decreto-Lei Nº.
19/2019, de 31 de Julho publicar o seguinte diploma:
CAPÍTULO V
Disposições Finais eTransitórias CAPÍTULO I
Disposições Gerais
Artigo 32.º
Norma Revogatória Artigo 1.º
Objeto
É revogado o Diploma Ministerial N.º 12/2016, de 3 de Fevereiro
O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
Artigo 33.º orgânica funcional da Direção-Geral dos Serviços Corporativos
Entrada em vigor do MAP, abreviadamente designado por DGSC, e a estrutura
orgânica funcional da Unidade de Coodenação dos Parceiros
O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua de Desenvolvimento, abreviadamente designado por UCPD.
publicação.
Artigo 2.º
Natureza e Missão
Díli, 27 de Dezembro de 2019
A Direção-Geral dos Serviços Corporativos e a Undade de
Coodenação dos Parceiros de Desenvolvimento, tem por missão
assegurar a orientação geral e a coordenação integrada de
Ministro da Agricultura e Pescas, todos os serviços do MAP, nomeadamente aqueles com
atribuições nas áreas da administração, finanças, recursos
humanos, aprovisionamento, assuntos Jurídicos, logística,
gestão de projectos e de património, e bem como a Coodenação
Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins dos Parceiros de Desenvolvimento, de acordo com o programa
do Governo, as políticas e os programas do MAP e as
orientações superiores.

Artigo 3.º
Atribuições

A Direção-Geral dos Serviços Corporativos prossegue as


DIPLOMA MINISTERIAL Nº : 4 /2020 seguintes atribuições:

de 8 de Janeiro a) Coordenar, controlar e acompanhar o planeamento e a


execução de atividades e do orçamento, sem prejuízo da
ESTRUTURA ORGÂNICA-FUNCIONAL DA existência de outros meios de controlo e avaliação
DIREÇÃO-GERAL DOS SERVIÇOS CORPORATIVOS realizados por outras entidades competentes;
DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PESCAS
b) Garantir o devido apoio jurídico aos restantes serviços do
MAP;
A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura
e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa c) Velar por uma gestão eficiente dos recursos humanos, em
perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo, colaboração com os restantes serviços do MAP;
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Jornal da República
d) Preparar, planear e implementar os programas dos eventos Diretor Nacional e Diretor de Unidade, subordinado
nacionais e celebrações oficiais; hierarquica-mente ao Diretor-Geral dos Serviços
Corporativos.
e) Assegurar o procedimento administrativo do aprovisiona-
mento, incluindo os procedimentos de despesas 3. As Direções Nacionais e a Unidade mencionadas no número
superiormente autorizados nos termos da lei; 1, regem-se pelo princípio da especialização dos serviços
da administração pública e colaboram entre si e com os
f) Assegurar a conservação da documentação e do arquivo demais órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
do MAP, em suporte físico e digital; atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Diretor-Geral dos Serviços
g) Velar pelo bom funcionamento e manutenção dos recursos Corporativos do MAP.
informáticos do MAP;
4. Junto do Diretor-Geral dos Serviços Corporativos funciona
h) Velar por uma gestão eficiente do património do Estado um gabinete de apoio administrativo ao Diretor-Geral dos
confiado ao MAP e dos projetos físicos em execução para Serviços Corporativos, que é coordenado por um chefe de
benefício do MAP; gabinete equiparado, para efeitos salariais, ao Chefe de
Departamento.
i) Coordenar a preparação das reuniões do Conselho
Consultivo; Secção II
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais e
j) Supervisionar e coordenar as atividades desenvolvidas Unidade
nas áreas de relações públicas e de protocolo;
Subsecção I
k) Apoiar o desenvolvimento de estratégias que visem a Direção Nacional de Administração e Finanças
integração da perspetiva do género no MAP;
Artigo 5.º
l) Elaborar, em conjunto com os restantes serviços do MAP, Atribuições
o relatório anual de atividades do Ministério;
1. A Direção Nacional de Administração e Finanças,
m) Apresentar ao Ministro relatório semanal, mensal, trimestral abreviadamente designada por DNAF, tem por missão
e anual de atividades; assegurar a todos os serviços do MAP apoio técnico e
administrativo nos domínios da administração geral,
n) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. finanças, documentação, arquivo, protocolo, comunicação
social, relações públicas e Tecnología Informática.
CAPÍTULO II
Estrutura Orgânico-Funcional 2. A DNAF prossegue as seguintes atribuições:

Secção I a) Coordenar e controlar a execução das dotações


Estrutura de Direcção-Geral dos Serviços Corporativos orçamentais atribuídas ao MAP, sem prejuízo da
existência de outros meios de controlo e avaliação por
Artigo 4.º outras entidades competentes;
Estrutura Geral
b) Elaborar o projecto de orçamento anual do MAP, de
1. Integra na Direcção-Geral dos Serviços Corporativos as acordo com as orientações superiores e em coordena-
seguintes direções nacionais e unidade: ção com os restantes serviços;

a) Direção Nacional de Administração e Finanças; c) Garantir que a documentação que suporta cada
processo de despesa é completa, legal e coerente com
b) Direção Nacional de Recursos Humanos; os planos de acção de cada programa do MAP;

d) Assegurar a tramitação dos processos de pagamento;


c) Direção Nacional de Aprovisionamento;
e) Organizar o registo, a recepção, o envio, o arquivo e
d) Direção Nacional de Logistica e Património; conservação de toda a documentação respeitante ao
MAP, nomeadamente a correspondência;
e) Direção Nacional de Política, Planeamento e
Monitorização; f) Assegurar os serviços de Tecnologia Informática,
Média Comunicação Social e Protocolo.
f) Unidade de Apoio Jurídico;
g) Verificar que todo o material adquirido em sede de
2. As Direções Nacionais e Unidade mencionadas no número aprovisionamento foi recebido e inspeccionado no
anterior estão na direta dependência do Diretor-Geral dos sentido de apurar a sua qualidade e conformidade com
Serviços Corporativos e cada uma delas é dirigida por um as especificações técnicas do contrato;
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Jornal da República
h) Organizar o protocolo dos eventos oficiais realizados pelo b) Receber todas as propostas dos serviços do MAP para
MAP, ou a participação do Ministro, Secretário de Estado efeitos de execução orçamental e verificar a sua
ou dos funcionários em eventos nacionais ou conformidade com a lei e com o plano de ação anual,
internacionais, de acordo com as orientações superiores; bem como garantir que a documentação que as suporta
está completa, antes da elaboração do voucher de
i) Gerir um sistema de informação que dê respostas às compromisso de pagamento (CPV);
necessidades de monitorização da execução orçamental;
c) Gerir um sistema de informação que dê respostas às
j) Desenvolver as acções necessárias para assegurar o bom necessidades de monitorização da execução
funcionamento e a utilização dos recursos informáticos, orçamental;
do site do MAP e da conectividade das redes de
comunicações; d) Assegurar a relação de coordenação entre o MAP e os
serviços relevantes do Ministério das Finanças em
k) Elaborar relatórios de actividades semanais, mensais, todos os aspetos relacionados com execução
trimestrais e anuais orçamental;
l) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. e) Apoiar na elaboração dos planos de actividade da
Direção Nacional;
Artigo 6.º
Estrutura f) Fornecer aos seus superiores hierárquicos todas as
informações e sugestões que lhe sejam solicitadas e
1. Integram a estrutura da DNAF os seguintes Departamentos: que sejam relacionadas com as finanças;

a) Departamento de Pagamento e Execução do Orçamento; g) Garantir a existência de um arquivo adequado de todos


os gastos orçamentais;
b) Departamento de Apoio de Tecnologia Informática;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
c) Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação trimestrais e anuais, em conjunto com os demais
e Protocolo; Departamentos da DNAF, e assegurar que destes
consta informação sobre a execução orçamental;
2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
pelo princípio da especialização dos serviços da i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
administração pública e colaboram entre si e com os demais disposições legais de natureza administrativa ou
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas financeira;
atividades, de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNAF. j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
dos Departamentos, desde que exista um volume de 3. O Departamento de Pagamento e Execução do Orçamento
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a é dirigida por um Chefe de departamento, provido nos
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
trabalhadores. administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional de Administração e Finanças (DNAF).
4. Junto da Direção Nacional de Administração e Finanças
funciona um gabinete de apoio administrativo ao Diretor Artigo 8.º
Nacional que é coordenado por um chefe de gabinete Departamento de Apoio Tecnologia e Informática
equiparado, para efeitos salariais, à chefe de secção.
1. O Departamento de Apoio Tecnologia e Informática é o
Artigo 7.º serviço do MAP responsável por assegurar o funciona-
Departamento de Pagamento e Execução do Orçamento mento e a boa utilização dos recursos informáticos, do
sítio do MAP e da conectividade da rede de comunicações.
1. O Departamento de Pagamento e Execução do Orçamento
é o serviço responsável por coordenar e controlar a 2. Compete especialmente ao Departamento de Apoio
execução das dotações orçamentais atribuídas ao MAP e Tecnologia e Informática:
a elaboração do projeto de orçamento anual do MAP.
a) Garantir o adequado funcionamento dos sistemas
2. Compete especialmente ao Departamento de Execução do tecnológicos, sistemas informáticos, e redes;
Orçamento:
b) Garantir a administração da rede e do sítio do MAP,
a) Assegurar as relações de coordenação necessárias com incluindo manutenção, apoio e segurança em termos
os restantes serviços do MAP no sentido de executar de hardware e software, bem como controlar o acesso
e elaborar eficaz e eficientemente o plano de ação anual de utilizadores e a instalação, configuração, gestão e
e o orçamento; manutenção de aplicações de rede;
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Jornal da República
c) Prestar apoio aos utilizadores dos equipamentos d) Assegurar os mecanismos de comunicação interna e
tecnológicos e informáticos na resolução de problemas; externa do MAP, nomeadamente no âmbito da relação
com a comunicação social e com outros órgãos do
d) Apoiar as operações de internet e intranet do Governo com atribuições conexas;
Ministério, incluindo a conceção e construção de sítios
eletrónicos, monitorização de tráfego e ligação de e) Elaborar os documentos necessários sobre as
aplicações baseadas na rede aos sistemas de atividades do MAP que tenham sido acompanhadas
informação existentes do Ministério; pelo Departamento;

e) Apoiar e emitir pareceres relacionados com a compra f) Assegurar as relações de coordenação necessárias com
de equipamentos de informática, compra e/ou os restantes serviços do MAP, no sentido de executar
construção de bases de dados específicos e sua eficaz e eficientemente o plano de ação anual;
respetiva manutenção;
g) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ disposições legais de natureza administrativa ou
para a elaboração do plano de ação anual, planos de financeira;
atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do Departamento; h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; i) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; 3. O Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação e
Protocolo é dirigido por um Chefe de departamento, provido
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
disposições legais relacionadas com a sua missão; administração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Nacional da Administração e Finanças (DNAF).
j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. Subsecção II
Direção Nacional de Recursos Humanos
3. O Departamento de Apoio Tecnologia e Informática é dirigido
por um Chefe de departamento, provido nos termos do Artigo 10.º
regime dos cargos de direção e de chefia da administração Atribuições
pública e diretamente subordinado ao Diretor Nacional de
Administração e Finanças (DNAF). 1. A Direção Nacional de Recursos Humanos, abreviadamente
designada por DNRH, tem por missão assegurar a gestão
Artigo 9.º dos recursos humanos e providenciar a todos os serviços
Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação e do MAP apoio técnico e administrativo nesta área.
Protocolo;
2. A DNRH prossegue as seguintes atribuições:
1. O Departamento de Gestão Administrativa, Comunicação e
Protocolo é o serviço responsável por assegurar a a) Participar no processo de formulação de políticas e
administração geral do MAP, bem como os serviços estratégias de desenvolvimento e profissionalização
centrais de comunicação e protocolo. de recursos humanos, nomeadamente através da
elaboração do plano anual de formação, em
2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão coordenação com os restantes serviços e colaborar na
Administrativa, Comunicação e Protocolo: sua implementação;

a) Organizar o registo, a receção, o envio, o arquivo e b) Manter e preparar processos individuais de cada
conservação de toda a documentação respeitante ao funcionário, bem como manter e preparar os respetivos
MAP, nomeadamente a correspondência; registos de presença, pontualidade, licenças e faltas;

b) Elaborar, disseminar e monitorizar o cumprimento das c) Instruir e preparar o expediente relativo a processos de
regras sobre administração geral, arquivo, entrada e nomeação, promoções e progressões na carreira,
saída de documentos; avaliação de desempenho, seleção, recrutamento,
exoneração, aposentação, substituição, transferência,
c) Organizar o protocolo dos eventos oficiais realizados requisição e destacamento, sem prejuízo das competên-
pelo MAP, ou a participação do Ministro, Secretário de cias próprias da Comissão da Função Pública;
Estado das Pescas ou dos funcionários em eventos
nacionais ou internacionais, de acordo com as d) Elaborar e manter atualizada a proposta do quadro de
orientações superiores e regras protocolares aplicáveis; pessoal do MAP, em coordenação com os restantes
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Jornal da República
serviços, garantindo a integração da perspetiva do da formação em todos os serviços do MAP e preparar
género; um plano de formação anual em conjunto com os demais
serviços;
e) Desenvolver, manter e atualizar um arquivo físico e
eletrónico com a descrição das funções corresponden- c) Coordenar as avaliações aos programas e planos de
tes a cada uma das posições existentes no MAP, em formação dos funcionários do MAP;
coordenação com os titulares dos cargos de direção e
chefia do MAP; d) Coordenar e orientar o processo de avaliação de
desempenho anual de todos os funcionários;
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; e) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena-
ção com os restantes serviços do MAP sobre mecanis-
g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. mos, procedimentos e medidas de gestão de recursos
humanos efetivos e eficientes, de acordo com o manual
Artigo 11.º de gestão de recursos humanos da Comissão da Função
Estrutura Pública;

1. Integram a estrutura da DNRH os seguintes Departamentos: f) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ
para a elaboração do plano de ação anual, planos de
a) Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos atividades, relatórios de execução e proposta de
Recursos Humanos; orçamento do Departamento;

b) Departamento da Força de Trabalho; g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
c) Departamento da Ética e Processo Diciplinar.
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- trimestrais e anuais;
se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas disposições legais relacionadas com a sua missão;
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNRH. j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
dos Departamentos, desde que exista um volume de 3. O Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos Recur-
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a sos Humanos, é dirigida por um Chefe de Departamento,
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
trabalhadores. chefia da administração pública e diretamente subordinado
ao Diretor Nacional da DNRH.
4. Junto da Direção Nacional de Recurso Humanos funciona
um gabinete de apoio de administrativo ao Diretor Nacional Artigo 13.º
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, Departamento da Força de Trabalho
para efeitos salariais, a chefe de secção.
1. O Departamento da Força de Trabalho é o serviço
Artigo 12.º responsável por assegurar o apoio técnico-administrativo
Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos Recursos no âmbito dos recursos humanos.
Humanos
2. Compete especialmente ao Departamento da Força de
1. O Departamento de Gestão e Desenvolvimento dos Re- Trabalho:
cursos Humanos é o serviço responsável por gerir os
recursos humanos de todos os serviços do MAP, em a) Garantir o funcionamento de uma base de dados
coordenação com os restantes serviços do Ministério e atualizada com todos os funcionários e correspondente
demais entidades competentes. perfil, permanentemente acessível;

2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão e b) Coordenar o processo de elaboração dos mapas de


Desenvolvimento dos Recursos Humanos: pessoal do MAP;

a) Manter e atualizar permanentemente uma base de dados c) Coordenar, planear e elaborar os termos de referência
com todos os Funcionarios do MAP e políticas ou as descrições de trabalho no âmbito do processo de
aplicáveis aos recursos humanos da função pública, recrutamento para serviços do MAP;
disponível para consulta por todos os funcionários;
d) Assegurar a clareza das tarefas atribuídas a cada
b) Coordenar o levantamento de necessidades ao nível funcionário e garantir um bom ambiente de trabalho;
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e) Manter e preparar processos individuais de cada funcionário, bem como manter e preparar os respetivos
funcionário, bem como manter e preparar os respetivos registos de presença, pontualidade, licenças e faltas;
registos de presença, pontualidade, licenças e faltas;
c) Instruir e preparar o expediente relativo a processos de
f) Instruir e preparar o expediente relativo a processos de exoneração e requisição, sem prejuízo das competências
nomeação, promoções e progressões na carreira próprias da Comissão da Função Pública;
avaliação de desempenho, seleção, recrutamento,
exoneração, aposentação, substituição, transferência d) Recolher os dados ou listas de presença de todos os
requisição e destacamento, sem prejuízo das Funcionários Públicos do MAP.
competências próprias da Comissão da Função Pública;

g) Desenvolver, manter e atualizar um arquivo físico e e) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ
eletrónico com a descrição das funções correspon- para a elaboração do plano de ação anual, planos de
dentes a cada uma das posições existentes no MAP, atividades, relatórios de execução e proposta de
em coordenação com os titulares dos cargos de direção orçamento do Departamento;
e chefia do MAP;
f) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
h) Apoiar e acompanhar a resolução de problemas racional execução orçamental;
relacionados com o pagamento de salários de
funcionários; g) Garantir os processos diciplinares e ética à todos os
fucionários do MAP em coordenação com todos os
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPMA e à UAJ restantes serviços.
para a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
orçamento do Departamento; trimestrais e anuais;

j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
racional execução orçamental; disposições legais relacionadas com a sua missão;

k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
trimestrais e anuais; instrução superior.

l) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras 4. O Departamento da Ética e Processo Diciplinar, é dirigida
disposições legais relacionadas com a sua missão; por um Chefe de departamento, provido nos termos do
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por pública e diretamente subordinado ao Diretor Nacional da
instrução superior. DNRH.

3. O Departamento da Força de Trabalho, é dirigida por um Subsecção III


Chefe de Departamento, provido nos termos do regime Direção Nacional de Aprovisionamento
dos cargos de direção e de chefia da administração pública
e diretamente subordinado ao Diretor Nacional da DNRH. Artigo 15.º
Atribuições
Artigo 14.0
Departamento da Ética e Processo Diciplinar 1. A Direção Nacional de Aprovisionamento, abreviadamente
designada por DNA, tem por missão assegurar à todos os
1. O Departamento da Ética e Processo Diciplinar é o serviço serviços do MAP apoio técnico e administrativo no
responsável por assegurar o apoio técnico-administrativo, domínio do aprovisionamento.
ética e processo Diciplinar no âmbito dos recursos
humanos, à todos os serviços e Funcionários Públicos do 2. A DNA prossegue as seguintes atribuições:
MAP em coordenação com os restantes serviços do
Ministério e demais entidades competentes. a) Assegurar a execução dos procedimentos adminis-
trativos de aprovisionamento, garantindo a confor-
2. Compete especialmente ao Departamento da Ética e Pro- midade dos mesmos com a lei e com as orientações
cesso Diciplinar: superiores;

a) Manter e atualizar permanentemente uma base de dados b) Agendar, expedir e acompanhar os processos de
com toda a legislação e políticas aplicáveis aos recursos aprovisionamento em tempo e custos apropriados, de
humanos da função pública, disponível para consulta forma a garantir uma boa e eficiente execução
por todos os funcionários; orçamental;

b) Manter e preparar processos individuais de cada c) Verificar a necessidade e a conformidade dos contratos
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para o fornecimento de bens, serviços e obras com a lei Artigo 17.º
e a política nacional, os programas, o orçamento e o Departamento de Concursos e Contratos
plano anual de acção;
1. O Departamento de Concursos e Contratos é o serviço
d) Participar na elaboração de políticas vocacionadas para responsável por assegurar o apoio técnico e administrativo
a economia de recursos, nomeadamente através da aos serviços do MAP, no âmbito da escolha dos
elaboração de propostas sobre a padronização e procedimentos de aprovisionamento adequados e da
harmonização dos equipamentos, materiais e serviços preparação de concursos e contratos.
adquiridos ou a adquirir;
2. Compete especialmente ao Departamento de Concursos e
e) Preparar estimativas de custo detalhadas; Contratos:

f) Definir as necessidades técnicas de forma clara e a) Preparar estimativas de custo detalhadas, definindo
nomeadamente o custo unitário dos produtos, bens
imparcial;
equipamentos ou outros, em colaboração com os
serviços técnicos;
g) Fornecer à DNAF toda a documentação necessária para
proceder à recepção e inspecção de bens, garantindo
b) Garantir a adequada execução dos procedimentos
que essa documentação está completa;
administrativos de aprovisionamento, nomeadamente
no âmbito da abertura e publicação, conferência prévia,
h) Assegurar a criação, manutenção e atualização de receção das propostas e ato público da abertura dos
arquivos documentais relacionados com os processos invólucros, garantindo a conformidade dos mesmos
de aprovisionamento realizados, de modo a facilitar a com a lei;
contabilidade e auditoria;
c) Preparar o documento justificativo da escolha de um
i) Apresentar ao serviço competente do Ministério das determinado procedimento;
Finanças o relatório de avaliação anual sobre as
operações de aprovisionamento realizadas; d) Preparar todos os documentos necessários para a
realização de procedimentos de aprovisionamento,
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, nomeadamente os documentos de abertura de
trimestrais e anuais; concurso, as minutas necessárias e as listas de verifica-
ção de conformidade dos requisitos legais e técnicos;
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
e) Preparar e enviar relatório do concurso para o respetivo
Artigo 16.º júri bem como os demais documentos necessários;
Estrutura
f) Elaborar anúncios e divulgar o resultado dos concursos
1. Integram a estrutura da DNA os seguintes Departamentos: ao público;

a) Departamento de Concursos e Contratos; g) Receber reclamações e recursos nos termos da lei;

b) Departamento de Procedimento Administrativo do h) Elaborar os contratos necessários no âmbito dos


Pagamento. procedimentos de aprovisionamento, verificando a sua
necessidade e conformidade com a lei, os programas e
planos do MAP e o orçamento disponível, em
2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
coordenação com a DNPPM;
pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais
i) Contribuir para a elaboração de políticas vocacionadas
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
para a economia de recursos e para a definição de
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
necessidades técnicas;
unitária, integrada e coerente da DNA.
j) Entregar ao Departamento de logística da DNAF a
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas documentação necessária para que este Departamento
dos Departamentos, desde que exista um volume de possa executar o processo de receção e inspeção;
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 k) Prestar o apoio necessário à DNAF e à DNPPMA para
trabalhadores. a elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de
4. Junto da Direção Nacional de Aprovisionamento funciona orçamento do Departamento;
um gabinete de apoio administrativo ao Diretor Nacional
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
para efeitos salariais, a chefe de secção. racional execução orçamental;
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m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, para a elaboração do plano de ação anual, planos de
trimestrais e anuais; atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do Departamento;
n) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
disposições legais relacionadas com a sua missão; i) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
3. O Departamento de Concursos e Contratos é dirigida por
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime k) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
dos cargos de direção e de chefia da administração pública disposições legais relacionadas com a sua missão;
e diretamente subordinado ao Diretor Nacional dde
Aprovisionamento (DNA). l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
Artigo 18. º
Departamento de Procedimento Administrativo do 3. O Departamento de Procedimento Administrativo do
Pagamento Pagamento é dirigida por um Chefe de departamento,
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
1. O Departamento de Procedimento Administrativo do chefia da administração pública e diretamente subordinado
Pagamento, é o serviço responsável por assegurar a ao Diretor Nacional da DNA.
administração do Pagamento e as relações de coordenação
do trabalho desta Direção Nacional com a DNAF, com os Subsecção IV
serviços responsáveis pelo aprovisionamento no Direcção Nacional de Logística e Património
Ministério das Finanças e com a Comissão Nacional de
Aprovisionamento, bem como por acompanhar os Artigo 19.º
procedimentos de pagamento no âmbito dos contratos Atribuições
públicos celebrados pelo MAP.
1. A Direção Nacional de Logística e Património, abreviada-
2. Compete especialmente ao Departamento de Procedimento mente designada por DNLP, tem por missão assegurar a
Administrativo do Pagamento: todos os serviços do MAP, apoio técnico e administrativo
no domínio da técnica Logística e Patrimonio do MAP,
a) Assegurar a criação, manutenção e atualização de bem como aos serviços de inventariação, distribuição
arquivos documentais relacionados com os processos material, gestão eficiente e eficaz de logística e património
de aprovisionamento realizados, de modo a facilitar a no processo de distribuições.
contabilidade e auditoria;
2. A DNLP prossegue as seguintes atribuições:
b) Preparar o relatório de avaliação anual sobre as
operações de aprovisionamento realizadas e outras a) Garantir a gestão da Logistica e de património do MAP,
informações relevantes relacionadas com o em harmonia com as normas aplicáveis;
aprovisionamento no âmbito do MAP para apresentar
ao serviço competente do Ministério das Finanças; b) Desenvolver as acções necessárias para assegurar o
bom funcionamento e utilização dos recursos iogísticos
c) Assegurar e acompanhar o processo de pagamentos e patrimoniais para apoiar os serviços do MAP.
no âmbito da contratação pública, garantindo
nomeadamente a elaboração dos pedidos de c) Assegurar a manutenção e permanente atualização de
pagamento; uma baze de dados da qual conste o inventário do
património público afeto ao MAP, nomeadamente os
d) Coordenar as suas atividades com os serviços edifícios, veículos e equipamentos informáticos;
responsáveis pela administração, finanças, arquivo
planeamento, monitorização, fiscalização e auditoria; d) Garantir o apoio logístico a todas os restantes serviços
do MAP;
e) Assegurar a elaboração do plano de orçamento da DNA
e preparar propostas de gastos em coordenação com a e) Gerir e monitorizar a frota de veículos do MAP e definir
DNAF; padrões de uso, gastos de combustivel, uso de sistema
GPS e padrões para serviços de manutenção;
f) Assegurar a elaboração dos relatórios de execução
orçamental em coordenação com a DNAF; f) Gerir o estoque eficaz, o armazenamento seguro e a
inventariação periódica dos consumíveis e equipa-
g) Participar em reuniões relacionadas com finanças; mentos do MAP;

h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ g) Garantir a gestão e proteção dos bens móveis e imóveis
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do MAP através de reparações e da definição de um a) Gerir o estoque eficaz, o armazenamento seguro e a
programa de manutenção periódica e da existência de inventariação periódica dos consumíveis e equipa-
contratos serviços para efeitos; mentos do MAP;

h) Desenvolver os manuais de procedimentos b) Garantir a gestão da logística e do património do MAP,


administrativos internos de logística, gestão de em harmonia com as normas aplicáveis;
património e arquivos;
c) Garantir a gestão de inventariação e armazenamento
i) Assegurar a realização do expediente necessário para dos bens móveis e imóveis do MAP;
a contrução e aquisição de edifícios e demais
infraestruturas, viaturas e outros bens móveis, d) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
destinados aos organismos e serviços do MAP; anuais;

j) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
anuais;
3. O Departamento de Inventariação e Armazenamento é
k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. dirigida por um Chefe de Departamento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da adminis-
Artigo 20.º tração pública e diretamente subordinado ao Diretor
Estrutura Nacional de Logística e Património (DNLP).

1. Integram na estrutura da DNLP os seguintes Departa- Artigo 22.º


mentos: Departamento de Gestão Patrimonial

a) Departamento de Inventariação e Armazenamento; 1. O Departamento de Gestão Patrimonial é o serviço respon-


sável por gerir os patrimónios e todos os serviços sobre
b) Departamento de Gestão Patrimonial; gestão patrimonial do MAP, em coordenação com os
restantes serviços do Ministério e demais entidades
c) Departamento de Manutenção dos Edifícios. competentes.

2. Compete especialmente ao Departamento de Gestão


2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- Patrimonial:
se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais a) Desenvolver os manuais de procedimentos adminis-
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas trativos internos de logística, e gestão do uso patri-
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa monial;
unitária, integrada e coerente da DNLP.
b) Garantir a gestão da logistica e do património do MAP,
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicos em harmonia com as normas aplicáveis;
dos Departamentos, desde que exista um volume de
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a c) Desenvolver as acções necessárias para assegurar o
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 bom funcionamento e a utilização dos recursos
trabalhadores. logísticos e patrimoniais para apoiar os serviços do
MAP;
4. Junto da Direção Nacional de Logística e Património
funciona um gabinete de apoio administrativo ao Diretor d) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
Nacional que é coordenado por um Chefe de Gabinete anuais;
equiparado, para efeitos salariais, a Chefe de Secção e
hirárquicamente ao Diretor Nacional de Logística e e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
Património.
3. O Departamento de Gestão Patrimonial é dirigida por um
Artigo 21.º Chefe de Departamento, provido nos termos do regime
Departamento de Inventariação e Armazenamento dos cargos de direção e de chefia da administração pública
e diretamente subordinado ao Diretor Nacional de Logística
1. O Departamento de Inventariação e Armazenamento é o e Património (DNLP).
serviço responsável por gerir os recursos de bens móveis
e imóveis, todos os serviços de inventariação e armazena- Artigo 23.º
mento do MAP, em coordenação com os restantes serviços Departamento de Manutenção do Edifício.
do Ministério e demais entidades competentes.
1. O Departamento de Manutenção do Edifício é o serviço
2. Compete especialmente ao Departamento de Inventariação responsável por gerir os edifícios e todos os serviços sobre
e Armazenamento: manutenção de edifícios do MAP, em coordenação com os
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restantes serviços do Ministério e demais entidades d) Garantir o acompanhamento e a monitorização da
competentes. execução dos projetos de construção do MAP de forma
eficaz e eficiente, nomeadamente através da verificação
2. Compete especialmente ao Departamento de Manutenção da conformidade da execução dos projetos com os
do Edifício: termos dos respetivos contratos, acordos ou planos
de construção;
a) Garantir a gestão e proteção dos bens imóveis do MAP
através de reparações, definição de um programa de e) Propor a adoção de medidas corretivas sempre que seja
manutenção periódica e da existência de contratos de necessário proceder a alterações a contratos, acordos
serviços para o efeito; ou planos de construção e alertar, em tempo útil, os
serviços relevantes do MAP para o incumprimento ou
b) Assegurar a realização do expediente necessário para cumprimento deficiente dos contratos, acordos ou
a construção e aquisição de Edifícios e demais planos de construção;
infraestruturas e outros bens imóveis, destinados aos
organismos e serviços do MAP; f) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos
c) Assegurar a manutenção e permanente atualização de serviços do MAP relacionados com, a viabilidade
uma base de dados da qual consta o inventário do técnica e económica dos projetos e programas do MAP;
património público afeto ao MAP, nomeadamente os
Edifícios, veículos e equipamentos informáticos; g) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
d) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
anuais; h) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.

e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. Artigo 25.º
Estrutura
3. O Departamento de Manutenção do Edifício é dirigido por
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime 1. Integram na estrutura da DNPPM os seguintes Departa-
dos cargos de direção e de chefia da administração pública mentos:
e diretamente subordinado ao Diretor Nacional de Logística
e Património (DNLP). a) Departamento de Políticas e Planeamento;

Subsecção V b) Departamento de Monitorização, Avaliação e Controlo


Direção Nacional de Política, Planeamento e Monitorização de Programas;

Artigo 24.º c) Departamento de ALGIS e Agrometeorologia.


Atribuições
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem-
1. A Direção Nacional de Política, Planeamento e Monitori- se pelo princípio da especialização dos serviços da
zação, abreviadamente designada por DNPPM tem por administração pública e colaboram entre si e com os demais
missão assegurar o apoio técnico na definição das linhas órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
estratégicas, prioridades e objetivos das políticas do MAP, atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
coordenar, monitorizar e avaliar a sua implementação, unitária, integrada e coerente da DNPPM.
providenciar apoio técnico no âmbito da execução de todos
os projetos físicos do MAP independentemente da origem 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
do seu financiamento e garantir a assistência técnica aos dos Departamentos, desde que exista um volume de
serviços do MAP. trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
2. A DNPPM prossegue as seguintes atribuições: trabalhadores.

a) Prestar assistência ao Ministro na formulação e 4. Junto da Direção Nacional de Política, Planeamento e


definição das políticas e estratégias do setor, bem como Monitorização funciona um gabinete de apoio
na sua monitorização e implementação; administrativo ao Diretor Nacional que é coordenado por
um chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
b) Elaborar, em coordenação com os restantes serviços chefe de secção hirárquicamente ao Diretor Nacional de
do MAP, o plano anual de atividades do MAP bem Política Planeamento e Monitorização (DNPPM).
como estudos e avaliações de âmbito nacional, regional,
municipal e setorial e divulgar os seus resultados; Artigo 26.º
Departamento de Políticas e Planeamento
c) Colaborar com as entidades relevantes na formulação
de diretrizes e estratégias de ação relacionadas com 1. O Departamento de Políticas e Planeamento é responsável
crédito rural e incentivos fiscais; por coordenar e assegurar a elaboração e definição de
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políticas setoriais no âmbito do MAP, bem como garantir e de Programas é responsável por coordenar e assegurar o
coordenar o planeamento de atividades de modo integrado. acompanhamento, a monitorização e avaliação de todos
os projetos físicos do MAP, independentemente do seu
2. Compete especialmente ao Departamento de Políticas e financiamento, bem como acompanhar e avaliar a execução
Planeamento: de políticas e programas do setor.

a) Estabelecer os necessários mecanismos de 2. Compete especialmente ao Departamento de Monitorização,


coordenação com todos os serviços do MAP, quer ao Avaliação e Controlo de Programas:
nível central, quer ao nível regional ou municipal, de
modo a centralizar a elaboração do plano de ação anual, a) Estabelecer os necessários mecanismos de coordena-
plano operacional, pacote fiscal, bem como a elaboração ção com todos os serviços do MAP, quer ao nível
de relatórios de execução; central, quer ao nível regional ou municipal, de modo a
garantir o cumprimento da sua missão;
b) Garantir que a elaboração de políticas e programas
setoriais é orientada por critérios de simplificação e
harmonização; b) Garantir o acompanhamento e a monitorização da
execução dos projetos de construção do MAP de forma
c) Colaborar com as entidades relevantes na formulação eficaz e eficiente, nomeadamente através da verificação
de diretrizes e estratégias de ação relacionadas com da conformidade da execução dos projetos com os
crédito rural e incentivos fiscais; termos dos respetivos contratos, acordos ou planos
de construção;
d) Participar em todas as atividades, equipas ou grupos
de trabalho destinados a produzir documentos c) Propor a adoção de medidas corretivas sempre que seja
estratégicos ou políticas setoriais; necessário proceder a alterações a contratos, acordos
ou planos de construção e alertar, em tempo útil, os
e) Acompanhar a negociação e a execução de programas
ou acordos de cooperação com parceiros de serviços relevantes do MAP para o incumprimento ou
desenvolvimento e agências internacionais; cumprimento deficiente dos contratos, acordos ou
planos de construção;
f) Diligenciar pela harmonização da execução da
cooperação com parceiros de desenvolvimento e d) Produzir relatórios de progresso sobre as atividades
agências internacionais, de modo a evitar duplicação dos parceiros de desenvolvimento ou agências
de trabalho ao nível da cooperação; internacionais;

g) Promover, em coordenação com a DNRH, atividades e) Informar aos membros do Governo sobre possíveis
específicas de formação na área do planeamento; posições de atividades entre os parceiros de
desenvolvimento ou entre programas de agências
h) Prestar o apoio necessário à DNAF e à UAJ para a
internacionais ou em relação à execução deficiente de
elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e proposta de programas ou projetos;
orçamento do Departamento;
f) Prestar o apoio necessário à DNAF e à DNPPM para a
i) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e elaboração do plano de ação anual, planos de
racional execução orçamental; atividades, relatórios de execução e proposta de
orçamento do Departamento;
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental;
k) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
disposições legais relacionadas com a sua missão;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por trimestrais e anuais;
instrução superior.
i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
3. O Departamento de Políticas e Planeamento é dirigida por disposições legais relacionadas com a sua missão;
um Chefe de Departamento, provido nos termos do regime
dos cargos de direção e de chefia da administração pública j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
e diretamente subordinado ao Diretor da DNPPM. instrução superior.

Artigo 27.º 3. O Departamento de Monitorização, Avaliação e Controlo


Departamento de Monitorização, Avaliação e Controlo de de Programas é dirigido por um Chefe de Departamento,
Programas provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
chefia da administração pública e diretamente subordinado
1. O Departamento de Monitorização, Avaliação e Controlo ao Diretor da DNPPM.
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Artigo 28.º de pareceres e harmonia jurídica dos atos legislativos em
Departamento de ALGIS e Agrometeorologia vigor au a aprovar, aos serviços do MAP.

1. O Departamento de ALGIS e Agrometeorologia é o serviço 2. Compete especialmente à UAJ:


do MAP responsável por assegurar a gestão do sistema
de informação geográfica agrícola e meteorológico bem a) Elaborar propostas de diplomas legais, em
como a produção da estatística do Ministério. coordenação com os serviços técnicos relevantes, e
facilitar os trabalhos de implementação da legislação
2. Compete especialmente ao Departamento de ALGIS e
referente ao MAP;
Agrometeorologia:
b) Preparar minutas de contratos, acordos, protocolos ou
a) Manter em funcionamento os equipamentos de recolha
outros documentos legais, de acordo com as
de dados agro- meteorológicos;
orientações superiores;
b) Receber, tratar e analisar os dados recolhidos pelos
equipamentos de informação geográfica e disseminar a c) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de
informação recolhidos pelos serviços relevantes; todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos
serviços do MAP relacionados com legislação em vigor
c) Estabelecer os necessários mecanismos de ou a aprovar, ou sobre a viabilidade técnica e económica
coordenação com entidades com atribuições conexas; dos projectos e programas do MAP;

d) Assegurar a recolha de dados junto de outros serviços d) Prestar apoio jurídico no âmbito da negociação de
de modo a prosseguir com a sua missão; acordos e contratos e dos processos e procedimentos
disciplinares e administrativos, nomeadamente os de
e) Centralizar a informação e os dados recolhidos no licenciamento, da competência do MAP;
âmbito das atividades de Agrometeorologia e promover
a disseminação desses dados e informações pelos e) Manter actualizado o arquivo de toda a legislação em
restantes serviços; vigor em território nacional;
f) Prestar o apoio necessário à DNAF, e à UAJ para a
f) Disseminar informação sobre os diplomas legais que
elaboração do plano de ação anual, planos da elabora-
podem afectar as actividades do MAP;
ção do plano de ação anual, planos de atividades,
relatórios de execução e proposta de orçamento do
g) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de
Departamento;
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e serviços do MAP relacionados com legislação em
racional execução orçamental; vigor;

h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, h) Fornecer o apoio jurídico necessário aos serviços do
trimestrais e anuais; MAP;

i) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras i) Garantir a assistência técnica-jurídica aos serviços do
disposições legais relacionadas com a sua missão; MAP;

j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por j) Prestar o apoio técnico Jurídico necessário à DNAF e à
instrução superior; DNPPM para a elaboração do plano de ação anual,
planos de atividades, relatórios de execução e proposta
3. O Departamento de ALGIS e Agrometeorologia é dirigido de orçamento dos serviços do MAP, de acordo com os
por um Chefe de Departamento, provido nos termos do regulamentos em vigor;
regime dos cargos de direção e de chefia da administração
pública e diretamente subordinado ao Diretor da DNPPM.
k) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental, de acordo com a lei
Subsecção VI
orçamental;
Unidade de Apoio Jurídico

Artigo 29.º l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,


Atribuições trimestrais e anuais;

1. A Unidade de Apoio Jurídico abreviadamente designada m) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
por UAJ, é o órgão responsável pela coordenação da disposições legais relacionadas com a sua missão;
produção legislativa, pelo procedimento legislativo,
fornecimento de apoio jurídico necessário, pela elaboração n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
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Artigo 30.º g) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
Estrutura das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão;
1. Integram a estrutura da Unidade de Apoio Jurídico os
seguintes Departamentos: h) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.

d) Departamento da Produção Legislativa; 3. O Departamento da Produção Legislativa é dirigido por um


Chefe de Departamento, provido nos termos do regime
e) Departamento de Procedimento Legislativo e dos cargos de direção e de chefia da administração pública
Documentação; e diretamente subordinado ao Diretor da UAJ.

2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- Artigo 32.º


se pelo princípio da especialização dos serviços da Departamento de Procedimento Legislativo e
administração pública e colaboram entre si e com os demais Documentação
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa 1. O departamento de Procedimento Legislativo e Documen-
unitária, integrada e coerente da UAJ. tação é o órgão responsável pela coordenação do procedi-
mento legislativo, da documentação de todos os regula-
3. Junto da Unidade de Apoio Jurídico funciona um gabinete mentos ligados com os serviços do MAP e organizar todas
de apoio administrativo ao Diretor da Unidade que é as legislações e todos os regulamentos relativos ao setor
coordenado por um Chefe de Gabinete equiparado, para do MAP.
efeitos salariais, a chefe de secção e hirárquicamente ao
Diretor da Unidade de Apoio Jurídico. 2. Compete especialmente ao Departamento de Procedimento
Legislativo e Documentação:
Artigo 31.º
Departamento de Produção Legislativa a) Prestar apoio jurídico no âmbito da negociação de
acordos, contratos, processos e procedimentos
1. O departamento de Produção Legislativa é o órgão respon- disciplinares e administrativos, nomeadamente os de
sável pela coordenação da produção legislativa, pelo licenciamento, da competência do MAP;
fornecimento de apoio jurídico necessário e pela harmonia
jurídica dos atos legislativos em vigor ou a aprovar, aos b) Garantir a assistência técnica-jurídica aos serviços do
serviços do MAP. MAP;

2. Compete especialmente ao Departamento da Produção c) Disseminar informação sobre os diplomas legais que
Legislativa: podem afectar as actividades do MAP;

a) Elaborar propostas de diplomas legais, em coordenação d) Manter actualizado o arquivo de toda a legislação em
com os serviços técnicos relevantes, e facilitar os vigor em território nacional;
trabalhos de implementação da legislação referente ao
MAP; e) Preparar minutas de contratos, acordos e protocolos
de acordo com as orientações superiores;
b) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos f) Organizar todas as legislações e todos os regulamentos
serviços do MAP relacionados com legislação em vigor relativos ao setor do MAP e criar uma biblioteca jurídica
ou a aprovar, ou sobre a viabilidade técnica e económica para consulta no Ministério;
dos projectos e programas do MAP;
g) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
c) Elaborar pareceres, estudos e informações acerca de racional execução orçamental, de acordo com a lei
todos os assuntos que lhe sejam submetidos pelos orçamental;
serviços do MAP relacionados com legislação em
vigor; h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
d) Prestar o apoio técnico Jurídico necessário à DNAF e à trimestrais e anuais;
DNPPM para a elaboração do plano de ação anual,
planos de atividades, relatórios de execução e proposta i) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
de orçamento dos serviços do MAP, de acordo com os das outras disposições legais relacionadas com a sua
regulamentos em vigor; missão;

e) Fornecer o apoio jurídico necessário aos serviços do j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
MAP;
3. O Departamento de Procedimento Legislativo e Documen-
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, tação é dirigido por um Chefe de Departamento, provido
trimestrais e anuais; nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
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administração pública e diretamente subordinado ao Diretor Avaliação, velando pela apresentação de um plano de
da Unidade de Apoio Jurídico (UAJ). ação e uma proposta de orçamento coerente, bem
justificada e de acordo com os objetivos superiormente
CAPÍTULO III traçados para o MAP;
Direção, Chefias e Recursos Humanos
k) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
Secção I necessárias com outros serviços públicos ou
Direção e Chefias instituições, de modo a prosseguir a missão do Diretor-
Geral dos Serviços Corporativos com a devida
Artigo 33.º eficiência e eficácia;
Diretor-Geral
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
1. O Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção e princípios da legalidade, transparência, coerência e
unidade, supervisão e execução das atribuições da racionalização, em coordenação com os demais serviços;
Direcção-Geral dos Serviços Corporativos e dos serviços
que desta dependem e responde diretamente aos membros m) Remeter aos membros do Governo relatórios trimestrais
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e e anuais sobre as atividades dos Diretores-Gerais e
Pescas. correspondentes serviços bem como uma avaliação
crítica dos progressos atingidos;
2. Compete especialmente ao Diretor-Geral:
n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
a) Representar o Diretor-Geral dos Serviços Corporativos; com a natureza das suas funções.

b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom Artigo 34.º


funcionamento de todos os serviços que se encontrem Diretores Nacionais e diretores das Unidades
incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo
com o programa do Governo e sob orientação dos 1. Os Diretores Nacionais e diretores de Unidades são
membros do Governo; responsáveis pela direção, coordenação e execução técnica
das atribuições da respetiva Direção Nacional e Unidade
c) Propor as medidas mais convenientes para a realização que dirigem e dos Departamentos nela integrados.
dos objetivos enunciados na alínea anterior;
2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais e Diretores
d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua das Unidades:
área de competência ao Governo em geral e aos membros
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e a) Representar respetiva Direção Nacional e Unidade;
Pescas;
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional e da
e) Supervisionar a execução técnica dos programas Unidade ao Diretor-Geral;
desenvolvidos no âmbito das atribuições do Diretor-
Geral dos Serviços Corporativos e dos seus serviços; c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na
respetiva área de competência;
f) Promover a realização de reuniões de trabalho d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de
periódicas com os diretores nacionais que de si competência;
dependem, de modo a estar permanente informado
sobre as atividades dos serviços do Diretor-Geral dos e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
Serviços Corporativos; bom funcionamento da respetiva Direção Nacional e
da Unidade;
g) Exercer o poder disciplinar, nos termos da lei;
f) Apresentar, ao Diretor-Geral, relatórios periódicos das
h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus atividades desenvolvidas pela Direção Nacional e pela
subordinados, nos termos da lei; Undade;

i) Coordenar a definição de regras operacionais e g) Assegurar o apoio técnico e Jurídico aos membros do
procedimentos que permitam harmonizar o Governo, ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do
funcionamento integrado e a articulação dos serviços MAP, no âmbito da missão e das atribuições da respetiva
do MAP, em colaboração com os Diretores-Nacionais Direção Nacional e da Unidade;
e o Inspetor Geral;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
j) Coordenar a harmonização e coerência do plano de ação orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em
anual do MAP e da proposta de orçamento, após coordenação com os demais serviços relevantes;
receber os contributos das demais Direções-Gerais e
do Gabinete de Inspeção, Auditoria, Monitorização e i) Participar no processo de formulação e execução de
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Jornal da República
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
humanos; eficiência da respetiva atividade;

j) Exercer as competências que a lei lhes confere em g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
matéria de avaliação de desempenho; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;

k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos Chefes de h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
Departamento; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
l) Promover a realização de reuniões de trabalho desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
periódicas com os Chefes de Departamento que de si respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho
dependem, de modo a estar permanente informado e a assunção de responsabilidade por parte dos
sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional; funcionários;

i) Identificar as necessidades específicas de formação dos


m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com funcionários do Departamento e propor a frequência
as demais direções nacionais e demais serviços do das ações de formação consideradas adequadas ao
MAP, garantindo o seu bom funcionamento; suprimento das referidas necessidades, em coordenação
com os serviços competentes pela elaboração do plano
n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos de formação e após aprovação pelo diretor nacional e
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo diretor da Unidade;
cumprimento da demais legislação em vigor;
j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; pontualidade e cumprimento do período normal de
trabalho por parte dos funcionários do respetivo
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível Departamento;
com natureza das suas funções.
k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
3. Os diretores nacionais e Diretor de Unidade estão Departamento;
diretamente subordinados ao Diretor-Geral, perante o qual
respondem hirárquicamente. l) Promover a realização de reuniões de trabalho
periódicas com os funcionários do Departamento, de
Artigo 35.º modo a estar permanentemente informado sobre as
Chefes de Departamento atividades dos serviços da direção nacional;

1. Os Chefes de Departamento são responsáveis pela direção, m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
coordenação e execução técnica das competências do materiais e equipamentos afetos ao Departamento;
Departamento que chefiam. n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
os demais Departamentos da respetiva Direção
2. Compete especialmente aos chefes de Departamento: Nacional, da Unidade e demais serviços do MAP,
garantindo o seu bom funcionamento;
a) Submeter a despacho do respetivo diretor nacional e
Diretor de Unidade, devidamente instruídos e o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dadas
informados, os assuntos que dependam da decisão em matéria de serviço;
deste;
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos, pelos seus superiores hierárquicos.
financeiros e materiais afetos ao respetivo
Departemento, de acordo com a legislação em vigor e 3. O coordenador do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce
as orientações do diretor nacional. as competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por:
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
com o respectivo diretor nacional, diretor da Unidade e apoio ao Diretor-Geral;
com a DNRH;
b) Atuar como ponto focal do Diretor-Geral no que diz
d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo respeito a questões relacionadas com administração,
em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados finanças, recursos humanos, bases de dados,
pelas entidades competentes e pelo diretor nacional; monitorização, logística, elaboração de planos de ação,
de atividades, relatórios de execução e propostas de
e) Garantir a coordenação e a devida execução das orçamento, estabelecendo os mecanismos de coordena-
atividades do Departamento e a qualidade técnica das ção necessários para garantir o funcionamento
atividades que de si dependam; integrado dos serviços.
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Jornal da República
4. O Chefe do Gabinete de Apoio ao Diretor Nacional e ao uma boa coordenação com os Parceiros de Desenvolvi-
Diretor da Unidade exerce as competências mencionadas mento que apoiam a implementação dos serviços de
no número anterior, com as necessárias adaptações, e é desenvolvimento relacionados ao MAP.
ainda responsável por:
2. A UCPD, prossegue as seguintes atribuições:
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio ao Diretor Nacional e ao Diretor daUnidade; a) Assegurar as relações com os parceiros de desenvolvi-
mento e autras entidades relevantes no ámbito do
b) Atuar como ponto focal do Diretor Nacional e do Diretor MAP.
da Unidade no que diz respeito a questões relacionadas
com administração, recursos humanos, bases de dados, b) Assegurar a coordenação, monitorização e avaliação
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, da continuidade de desenvolvimento e execução de
de atividades, relatórios de execução e propostas de projectos com os parceiros de desenvolvimento,
orçamento, estabelecendo os mecanismos de organizações Internacionais e organições Não-
coordenação necessários para garantir o Governamentais no ámbito do MAP.
funcionamento integrado dos serviços da Direção e da
Unidade. c) Implementar, em coordenação com os parceiros de
desenvolvimento os mecanismos necessarios para
Artigo 36.º garantir a execução de projectos implementados entre
Nomeação o MAP e os parceiros de desenvolvimento no ámbito
do MAP.
O preenchimento dos cargos de direção e chefia, previstos no
presente diploma, efetua-se nos termos do regime de carreiras d) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública. anuais;

e) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.


Secção II
Recursos humanos
3. A Unidade de Coordenação de Parceiros de Desenvolvi-
mento, é dirigido por um Diretor, equiparado para todos os
Artigo 37.º
efeitos legais, a Diretor-Nacional, que directamente
Quadro de Pessoal, Dirigentes e Chefias
subordinado ao Ministro, nomeado conforme o
determinado no regime das carreiras e dos cargos de
O quadro de pessoal, dirigentes e chefias do Diretor-Geral é
direcção e chefia da administração pública.
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
Subsecção II
Estrutura
Artigo 38.º
Conteúdos Funcionais Artigo 40.º
Estrutura Orgânica Funcional
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
pessoal do Diretor-Geral são aprovados por despacho do 1. Integram a estrutura da Unidade de Coordenação dos
Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do Parceiros de Desenvolvimento o seguinte Departemento e
Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo Gabinete de Apoio:
Diretor-Geral.
a) Departamento de Cooperação dos Parceiros Nacionais
CAPÍTULO IV e Internacionais de Desenvolvimento;
Estrutura Orgánica Funcional da Unidade
b) Junto da Unidade de Coordenação dos Parceiros de
Secção I Desenvolvimento funciona um Gabinete de apoio
Estrutura da Unidade de Coordenação dos Parceiros de administrativo ao Diretor da Unidade que é coordenado
Desenvolvimento por um Chefe de Gabinete equiparado, para efeitos
salariais, a Chefe de Secção, e hirárquicamente ao Diretor
Subsecção I da Unidade de Coordenação dos Parceiros de
Estrutura Desenvolvimento.

Artigo 39.º Artigo 41.º


Estrutura Geral da Unidade de Coordenação dos Parceiros Departamento de Cooperação dos Parceiros Nacionais e
de Desenvolvimento Internacionais

1. A Unidade da Coordenação dos Parceiros de Desenvolvi- 1. O Departamento de Cooperação dos Parceiros Nacionais e
mento, abreviadamente designada por UCPD é a unidade Internacionais é o órgão responsável, que tem por missão
orgânica de apoio ao Ministro que tem por missão realizar realizar uma boa coordenações com os Parceiros Nacionais
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Jornal da República
e Internacionais de Desenvolvimento que apoiam a programação das atividades, os meios necessários à sua
implementação dos serviços de desenvolvimento viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
relacionados ao MAP. controlo e avaliação.

2. Compete especialmente ao Departamento de Cooperação 3. O Plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
dos Parceiros Nacionais e Internacionais, os seguintes; atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
a) Assegurar a coordenação, monitorização e avaliação impacto na segurança pública em Timor-Leste.
da continuidade de desenvolvimento e execução de
projectos com os parceiros de desenvolvimento, 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
organizações Internacionais e organições Não- devem descrever como foram atingidos os objetivos do
Governamentais no ámbito do MAP. MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.

b) Implementar, em coordenação com os parceiros de Artigo 43.º


desenvolvimento os mecanismos necessarios para Receitas e Despesas
garantir a execução de projectos implementados entre
o MAP e os parceiros de desenvolvimento no ámbito 1. A Diretor-Geral dispõe das receitas provenientes de dota-
do MAP. ções que lhe forem atribuídas no orçamento geral do Estado.
c) Prestar o apoio necessário à DNAF, à DNPPM e à UAJ 2. Constituem despesas do Diretor-Geral as que resultam dos
para a elaboração do plano de ação anual, planos de encargos decorrentes da prossecução das atribuições que
atividades, relatórios de execução e proposta de lhe estão acomodados.
orçamento do Departamento

d) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e CAPÍTULO VI


racional execução orçamental; Disposições Finais e Transitórias

e) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Artigo 44.º


trimestrais e anuais; Norma Revogatória

f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e É revogado o Diploma Ministerial N.º 15/2016 de 3 de Fevereiro.
das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão; Artigo 45.º
Entrada em Vigor
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Lei.
O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua
3. O Departamento de Cooperação dos Parceiros Nacionais e publicação.
Internacionais é dirigido por um Chefe de Departamento,
provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
Díli, 27 de Dezembro de 2019,
chefia da administração pública e diretamente subordinado
ao Diretor da Unidade de Coordenação dos Parceiros de
Desenvolvimento.
O Ministro da Agricultura e Pescas,
CAPÍTULO V
FINANÇAS

Artigo 42.º Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins


Instrumentos de Gestão

1. O desenvolvimento das atribuições do Diretor-Geral as-


senta numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:

a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais DIPLOMA MINISTERIAL N.º 5 / 2020
atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis; de 8 de Janeiro

b) Orçamento anual; ESTRUTURA ORGÂNICA-FUNCIONAL DA


DIREÇÃO-GERAL DE PECUÁRIA E VETERINÁRIA DO
c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades; MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PESCAS

d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.


A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura
2. O Plano anual de atividades deve incluir a justificação e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa
fundamentada das suas atividades, o calendário de perspectiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo,
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Jornal da República
tornou-se essencial autonomizar os serviços de pecuária e g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
veterinária dos serviços de agricultura, reconhecendo assim a
sua especialidade mediante a criação de uma Direcão-Geral. CAPÍTULO II
Estrutura Orgânica-funcional
Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura
orgânica funcional da Direção-Geral de Pecuária e Veterinária, Secção I
enquanto serviço central do Ministério da Agricultura e Pescas. Estrutura

Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas, Artigo 4.º


manda, ao abrigo do previsto no artigo 42.º do Decreto-Lei n.º Estrutura Geral
19/2019, de 31 de julho publicar o seguinte diploma:
1. Integram a estrutura da Direção-Geral de Pecuária e
CAPÍTULO I Veterinária as seguintes direções nacionais:
Disposições Gerais
a) Direção Nacional de Pecuária;
Artigo 1.º
Objeto b) Direção Nacional de Veterinária.

2. As direções nacionais mencionadas no número anterior


O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura estão na direta dependência da Direção-Geral e são dirigidas
orgânica funcional da Direção-Geral de Pecuária e Veterinária por um diretor nacional subordinado hierarquicamente ao
do Ministério da Agricultura e Pescas, abreviadamente Diretor-Geral.
designado por MAP.
3. As direções nacionais mencionadas no número 1 regem-se
Artigo 2.º pelo princípio da especialização dos serviços da
Natureza e Missão administração pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
A Direção-Geral de Pecuária e Veterinária é um serviço que atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
integra a administração direta do Estado, no âmbito do MAP, unitária, integrada e coerente da Direção-Geral de Pecuária
e é responsável por assegurar a orientação geral e a e Veterinária.
coordenação integrada de todos os serviços do MAP com
atribuições nas áreas da pecuária e veterinária, de acordo com 4. Junto da Direção-Geral funciona um gabinete de apoio
o programa do Governo, as políticas e programas do MAP e as administrativo ao Diretor-Geral que é coordenado por um
orientações superioras. chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais de
Departamento.
Artigo 3.º
Atribuições Secção II
Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais
A Direção-Geral de Pecuária e Veterinária prossegue as
seguintes atribuições: Subsecção I
Direção Nacional de Pecuária
a) Colaborar na definição das políticas, programas e planos
relevantes para a área pecuária e veterinária; Artigo 5.º
Atribuições
b) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação e
monitorização da implementação das políticas, planos, 1. A Direção Nacional de Pecuária, abreviadamente designada
programas e estratégias da pecuária e veterinária a nivel por DNP, tem por missão implementar as políticas, os
Municipal em coordenaçãon com as autoridades locais ou planos e os projetos, bem como fiscalizar o cumprimento
a direção dos serviços de Agricultura Municipal; da lei, nos domínios da alimentação, nutrição, produção e
reprodução animal e das tecnologias da indústria pecuária.
c) Velar por uma produção animal sustentável e de qualidade,
de modo a garantir a saúde pública; 2. A DNP prossegue as seguintes atribuições:

d) Coordenar internamente e conceder licenciamento no âmbito a) Promover e desenvolver a melhoria da produção e


da indústria pecuária e veterinária nos termos da lei; reprodução animal e a utilização de novas tecnologias,
com vista ao aumento da produção animal de forma
e) Coordenar a fiscalização do cumprimento da lei no que diz sustentável;
respeito às condições higiossanitárias de importação,
exportação e criação de animais, preparação, transporte, b) Desenvolver estratégias que permitam melhorar a
armazenamento e venda de carne e produtos de origem alimentação e nutrição pecuária e a sua distribuição
animal; pelo território nacional;

f) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e anuais; c) Recolher e analisar os dados e informações relativas
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Jornal da República
ao setor da pecuária para uso no planeamento e tomada a) Departamento de Produção e Criação de Animais;
de decisões, em coordenação com os restantes serviços
relevantes; b) Departamento de Desenvolvimento de Forragens e
Nutrição de Animais;
d) Criar e manter atualizado um cadastro nacional do qual
conste o número de animais ruminantes, não c) Departamento de Matadouros, Indústria e Negócio dos
ruminantese avícolas; Produtos Agropecuários.
e) Promover a qualidade da gestão de matadouros; 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
f) Colaborar na defesa e promoção da sanidade dos pelo princípio da especialização dos serviços da
animais; Administração Pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
g) Atribuir e verificar as condições de manutenção de atividades, de forma a promover uma atuação harmoniosa
marcas de salubridade, marcas de identificação e de unitária, integrada e coerente da DNP.
números de aprovação às exportações, aos
estabelecimentos e aos operadores de produtos de 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
origem animal ou destinados a alimentação animal; dos Departamentos, desde que exista um volume de
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
h) Colaborar na definição e fiscalizar a aplicação das supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
medidas de promoção da saúde animal nos locais de trabalhadores.
abate e da comercialização da carne;
4. Junto da Direção Nacional funciona um Gabinete de apoio
i) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação de administração, Finanças, Planeamento e Logística do
e monitorização da implementação das políticas, dos Diretor Nacional que é coordenado por um chefe de
planos, dos programas e das estratégias da pecuária a gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe de
nivel Municipal em coordenação com autoridade local Secção.
ou direção dos serviços de Agricultura Municipal;
Artigo 7.º
j) Em colaboração com outras Direções Nacionais com Departamento de Produção e Criação de Animais
competência para implementar medidas de saúde para
animais terrestres, realizar inspeções e aplicar medidas 1. O Departamento de Produção e Criação de Animais é o
de saúde animal no âmbito das suas competências, serviço responsável por assegurar o cumprimento da
cooperar com autoridades locais e agricultores na missão da DNP no âmbito do desenvolvimento tecnológico
prevenção e controlo de doenças dos animais, e da produção e criação animal.
desempenhar as demais funções atribuídas pela
legislação em matéria de saúde animal. 2. Compete especialmente ao Departamento de Produção e
l) Atribuir e verificar as condições de manutenção de Criação de Animais:
marcas de salubridade, marcas de identificação e de
números de aprovação às exportações, aos a) Coordenar, recolher e analisar os dados e as informações
estabelecimentos e aos operadores de produtos de da pecuária para uso no planeamento e tomada de
origem animal ou destinados a alimentação animal; decisões;

m) Colaborar na definição e fiscalizar a aplicação das b) Desenhar e preparar programas no âmbito da produção
medidas de promoção da saúde animal nos locais de e criação de animais;
abate e da comercialização de carne;
c) Promover e melhorar a gestão de criação de animais;
n) Em colaboração com a Direção Nacional de Quarentena
e Biossegurança, prestar assistência a avaliações de d) Melhorar a produção e a reprodução animal e a
risco e pareceres técnicos sobre a importação de animais utilização de novas tecnologias;
terrestres e produtos animais e apoiar os processos de
certificação de animais terrestres e produtos animais e) Identificar e promover a qualidade da produção de
para exportação. ruminantes e não ruminantes;

o) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e f) Melhorar o sistema de criação de avícolas;


anuais;
g) Controlar e melhorar a qualidade da criação de animais
p) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. ruminantes e não ruminantes;

Artigo 6.º h) Desenvolver os procedimentos e padrões operacionais


Estrutura de criação de animais;

1. Integram a estrutura da DNP os seguintes Departamentos: i) Promover a identificação através de marcas dos animais;
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Jornal da República
j) Avaliar tecnicamente os pedidos de licenciamento de h) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação
atividades no âmbito da produção e criação de animais; e monitorização da implementação dos planos, dos
programas e das estratégias de qualidade de
l) Participar em atividades de capacitação relacionadas alimentação dos animais , a nivel Municipal em
com a sua missão junto dos produtores de animais, em coordenação com autoridade local ou direção dos
coordenação com a Direção Nacional da Formação Serviços de Agricultura Municipal;
Técnica Agrícola (DNFTA);
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
m) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ para a elaboração do plano de ação anual, planos de
para a elaboração do plano de ação anual, planos de atividades,relatórios de execução e proposta de
atividades, relatórios de execução e proposta de orçamento do Departamento;
orçamento do Departamento;

n) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; racional execução orçamental;

o) Coordenar, garantir e promover a execução, articulação l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
e monitorização da implementação dos planos, trimestrais e anuais;
programas e estratégias da produção e criação dos
animais, a nivel Municipal em coordenação com m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
autoridade local ou direção dos serviços de Agricultura das outras disposições legais relacionadas com a sua
Municipal; missão;

p) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
trimestrais e anuais; instrução superior.

q) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras Artigo 9.º


disposições legais relacionadas com a sua missão; Departamento de Matadouros, Indústria e Negócio dos
Produtos Agropecuários
r) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. 1. O Departamento de Matadouros, Indústria e Negócio dos
Produtos Agropecuários é o serviço responsável por
Artigo 8.º exercer a fiscalização e supervisão de matadouros, demais
Departamento de Desenvolvimento de Forragens e Nutrição indústrias agropecuárias e qualidade dos produtos
de Animais agropecuários.

1. O Departamento de Desenvolvimento de Forragens e 2. Compete especialmente ao Departamento de Matadouros,


Nutrição de Animais é o serviço responsável por assegurar Indústria e Negócio dos Produtos Agropecuários:
a qualidade das forragens e promover uma adequada
nutrição animal no âmbito da missão da DNP. a) Desenhar e preparar programas relacionados com
abertura e funcionamento de matadouros, demais
2. Compete especialmente ao Departamento de Desenvolvi- indústrias agropecuárias e comercialização de produtos
mento de Forragens e Nutrição de Animais: agropecuários, em coordenação com outras entidades
competentes e autoridade Municipal ou direção de
a) Identificar e melhorar a pastagem native; Serviços de Agricultura Municipal;

b) Melhorar a alimentação pecuária e tomar medidas para b) Promover a qualidade da gestão de matadouros e da
a sua melhor redistribuição; indústria pecuária;

c) Desenhar e preparar programas de forragens e nutrição c) Velar por uma melhoria das condições de abate dos
animal; animais, incluindo em empresas que se dediquem à
agropecuária;
d) Promover e multiplicar qualidades de sementes
forrageiras; d) Tramitar o expediente de pagamento das taxas de serviço
e dos custos incorridos pelos utentes, bem como das
e) Desenvolver estratégias que permitam melhorar a coimas impostas, nos termos da lei;
alimentação e nutrição dos animais;
e) Recolher os proveitos e monitorizar a execução de
f) Utilizar as tecnologias apropriadas para a formulação contratos de exploração ou concessão de matadouros
da nutrição dos animais; ou outras infraestruturas públicas no âmbito da
pecuária, nos termos da lei;
g) Promover a qualidade da alimentação dos animais com
uso de produtos residuais agrícolas; f) Definir e fiscalizar a aplicação das medidas de promoção
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da saúde animal nos locais de abate e de comercialização e) Proceder à avaliação, autorizar, controlar e inspecionar
da carne; a comercialização e a utilização de medicamentos
veterinários farmacológicos, imunológicos,
g) Disseminar e implementar toda a legislação no âmbito homeopáticos, respetivas matérias-primas, pré-misturas
da pecuária; medicamentosas, bem como os restantes produtos de
uso veterinário;
h) Promover e melhorar a circulação e movimentação dos
animais; f) Assegurar o controlo e a certificação sanitária de
animais para efeitos de importação e exportação, em
i) Melhorar as condições de transportação dos animais; articulação com os serviços de Autoridade Municipal
em coordenação com a direção dos Serviços de
j) Emitir pareceres sobre a exploração comercial, Agricultura Municipal;
importação e exportação de animais e de produtos
agropecuários; g) Acreditar, conjuntamente com o Ministério da Saúde,
as organizações, os serviços e as pessoas que
l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ desempenhem a sua atividade na área de intervenção
para a elaboração do plano de ação anual, planos de médico-veterinária;
atividades, relatórios de execução e proposta de h) Zelar pela defesa e promoção da sanidade dos animais,
orçamento do Departamento; incluindo os de companhia, os exóticos, os selvagens,
e as espécies cinegéticas, vigiando sanitariamente a
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e sua produção e comercialização;
racional execução orçamental;
i) Assegurar, em articulação com o organismo res-
n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, ponsável pela investigação veterinária, o funciona-
trimestrais e anuais; mento de núcleos de apoio às ações no domínio da
higiossanidade animal;
o) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua j) Apoiar a criação de associações dos amigos dos
missão; animais para promover o bem-estar dos animais;

p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por k) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
instrução superior. anuais;

Subsecção II l) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.


Direção Nacional de Veterinária
Artigo 11.º
Artigo 10.º Estrutura
Atribuições
1. Integram a estrutura da DNV os seguintes Departamentos:
1. A Direção Nacional de Veterinária, abreviadamente
designada por DNV, tem por missão implementar as a) Departamento de Controlo dos Medicamentos dos
políticas, os planos e os projetos, bem como fiscalizar o Animais;
cumprimento da lei nos domínios de saúde animal, saúde
pública veterinária, bem-estar animal e das tecnologias da b) Departamento de Saúde Pública e Bem-Estar Animal;
indústria veterinária.
c) Departamento de Diagnóstico e Laboratório da
2. A DNV prossegue as seguintes atribuições: Veterinária.

a) Colaborar na formulação de políticas de sanidade e 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se


proteção animal e da saúde pública veterinária; pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais
b) Garantir o funcionamento de um laboratório veterinário órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
de acordo com os padrões internacionais; atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNV.
c) Desenvolver e implementar campanhas de vacinação
extensivas e campanhas zoossanitárias para a prevenção 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
e gestão das doenças animais e para a melhoria da dos Departamentos, desde que exista um volume de
produção animal; trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
d) Estabelecer, garantir e fiscalizar a aplicação de medidas trabalhadores.
de promoção da saúde animal nos locais de abate e de
comercialização de carne e produtos carneos; 4. Junto da Direção Nacional funciona um Gabinete de apoio
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da Administração, das Finanças, do Planeamento e da das outras disposições legais relacionadas com a sua
Logística do Diretor Nacional que é coordenado por um missão;
chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a Chefe
de Secção. n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior.
Artigo 12.º
Departamento de Controlo dos Medicamentos dos Animais Artigo 13.º
Departamento de Saúde Pública e Bem-estar Animal
1. O Departamento de Controlo dos Medicamentos dos
Animais é o serviço responsável por garantir o adequado 1. O Departamento de saúde pública e bem-estar animal é o
controlo da qualidade dos medicamentos para animais e serviço responsável por assegurar a saúde pública e bem-
coordenar a sua distribuição. estar animal, no âmbito da missão da DNV.

2. Compete especialmente ao Departamento de Controlo dos 2. Compete especialmente ao Departamento de Saúde Pública
Medicamentos dos Animais: e Bem-Estar Animal:

a) Preparar planos e propostas, bem como executar o plano a) Planear, coordenar e controlar a implementação e o
anual da DNV, em relação à aquisição de medicamentos, funcionamento do sistema de relatório de doença animal
vacinas e equipamentos veterinários; e vigilância de saúde animal em todo o território em
coordenação com a direção dos serviços de Agricultura
b) Coordenar e controlar o armazém de medicamentos, Municipal, informando regularmente ao Diretor
vacinas e equipamentos veterinários, incluindo as Nacional;
correspondentes entradas e saídas, de modo a assegurar
a sua quantidade e qualidade; b) Coordenar e controlar a implementação de programas
de vacinação em búfalos, porcos, vacas e galinhas;
c) Coordenar e assegurar o processo de distribuição de
medicamentos, vacinas e equipamentos veterinários, c) Planear, coordenar e controlar a implementação e
de acordo com as necessidades de cada Municipio,em identificação animal através de brincos;
conformidade com o plano anual;
d) Coordenar e controlar os serviços de inspeção e
d) Manter atualizada uma base de dados sobre os matança no Matadouro Nacional e noutros locais, em
medicamentos, vacinas e equipamentos veterinários de coordenação com a DNP;
modo a ser possível conhecer permanentemente a sua
quantidade e responder a situações de emergência; e) Coordenar e mobilizar os recursos necessários para a
diagnóstica de doenças animais;
e) Elaborar o plano e coordenar o trabalho dos serviços
periféricos municipais para o estabelecimento de f) Velar pelo estabelecimento e coordenar as associações
centros de saúde animal, em conformidade com o plano comunitárias voluntárias relacionadas com animais de
anual; companhia;

f) Coordenar os serviços de saúde pública e bem-estar g) Dar formação sobre condições sanitárias e higiene em
animal, no âmbito do licenciamento de clínicas locais de venda de carne, em coordenação com a
veterinárias; DNFTA;

g) Emitir pareceres sobre o licenciamento de atividades h) Coordenar com os restantes serviços públicos e demais
no âmbito da veterinária; instituições vocacionadas para a promoção da saúde
pública e bem-estar animal o estabelecimento de um
h) Implementar a legislação relevante no âmbito da grupo de trabalho sobre doenças zoonóticas;
veterinária;
i) Emitir a devida certificação sanitária de animais no
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ âmbito do processo de importação e exportação de
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos animais, medicamentos, vacinas ou outros produtos
de atividades, relatórios de execução e proposta de animais, em coordenação com a Direção Nacional de
orçamento do Departamento; Quarentena e Biossegurança (DNQB);

j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e j) Promover o investimento na área da veterinária, em
racional execução orçamental; coordenação com outros serviços relevantes;

l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, k) Participar em eventos relacionados com os serviços de
trimestrais e anuais; saúde pública e bem-estar animal;

m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e l) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
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para a elaboração do plano de ação anual, planos de k) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras
atividades, relatórios de execução e proposta de disposições legais relacionadas com a sua missão;
orçamento do Departamento;
l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
m) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e instrução superior.
racional execução orçamental;
CAPÍTULO III
n) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Direção, Chefias e Recursos Humanos
trimestrais e anuais;
Secção I
o) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras Direção e Chefias
disposições legais relacionadas com a sua missão;
Artigo 15.º
p) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Diretor-Geral
instrução superior.
1. Diretor-Geral é o responsável máximo pela direção,
Artigo 14.º supervisão e execução das atribuições da Direção-Geral
Departamento de Diagnóstico e Laboratório da Veterinária de Pecuária e Veterinária e dos serviços que desta dependam
e responder diretamente aos membros do Governo
1. O Departamento de Diagnóstico e Laboratório da Veterinária responsáveis pela pasta da Agricultura e Pescas.
é o serviço responsável por prestar serviços de diagnóstico
e assegurar o funcionamento do laboratório. 2. Compete especialmente ao Diretor-Geral:

2. Compete especialmente ao Departamento de Diagnóstico a) Representar a Direção-Geral de Pecuária e Veterinária;


e Laboratório da Veterinária:
b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom
a) Planear, coordenar, controlar e implementar os serviços funcionamento de todos os serviços que se encontrem
de vigilância e diagnóstico no âmbito das doenças incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo
animais e esterilizar os equipamentos; com o programa do Governo e sob a orientação dos
membros do Governo;
b) Coordenar e controlar a calibragem e proceder às
necessárias manutenções dos equipamentos utilizados c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
para diagnóstico nos laboratórios; dos objetivos enunciados na alínea anterior;

c) Proceder à realização de testes de imunoabsorção d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
enzimática (ELISA); área de competência ao Governo em geral e aos membros
do Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e
d) Mobilizar os recursos necessários para diagnosticar Pescas em particular;
antecipadamente e eficazmente qualquer doença animal
que surja no terreno; e) Supervisionar a execução técnica dos programas
desenvolvidos no âmbito das atribuições da Direção-
e) Elaborar e assegurar a implementação de normas de Geral e dos seus serviços;
procedimentos operacionais para o funcionamento do
laboratório; f) Promover a realização de reuniões de trabalho
periódicas com os diretores nacionais que de si
f) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com dependam, de modo a estar permanentemente
laboratórios estrangeiros para, nomeadamente, informado sobre as atividades dos serviços da Direção-
proceder ao envio de amostras sempre que necessário; Geral;

g) Promover os estudos conjuntos sobre doenças animais g) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;
com serviços públicos ou outras entidades estrangeiras
com atribuições conexas; h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
subordinados, nos termos da lei;
h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
para a elaboração do plano de ação anual, planos de i) Colaborar com os Diretores-Gerais e Inspetor-Geral no
atividades, relatórios de execução e proposta de sentido de definirem conjuntamente regras operacionais
orçamento do Departamento; e procedimentos que permitam harmonizar o
funcionamento integrado e a articulação dos serviços;
i) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; j) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção-
trimestrais e anuais; Geral com a devida eficiência e eficácia;
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k) Supervisionar a elaboração das propostas de plano de i) Participar no processo de formulação e execução de
ação anual e orçamento dos serviços que de si políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos
dependam, velar pela sua harmonização, coerência e humanos;
qualidade e remetê-las à Diretor-Geral dos Serviços
Coorporativos; j) Exercer as competências que a lei lhes confere em
matéria de avaliação de desempenho;
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
princípios da legalidade, transparência, coerência e k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de
racionalização, em coordenação com os demais serviços; Departamento;

l) Promover a realização de reuniões de trabalho perió-


m) Remeter aos membros do Governo relatórios mensais, dicas com os chefes de Departamento que de si depen-
trimestrais e anuais sobre as atividades da Direção- dem, de modo a estar permanentemente informado
Geral e correspondentes serviços, bem como uma sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional;
avaliação crítica dos progressos atingidos;
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
n) Coordenar a fiscalização do cumprimento da lei no que as demais direções nacionais e demais serviços do
diz respeito às condições higio-sanitárias de MAP, garantindo o seu bom funcionamento;
importação, exportação e criação de animais, preparação,
transporte, armazenamento e venda de carne e produtos n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
de origem animal; trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo
cumprimento da demais legislação em vigor;
o) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
com a natureza das suas funções. o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;

Artigo 16.º p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível


Diretores Nacionais com natureza das suas funções.

1. Os Diretores Nacionais são responsáveis pela direção, 3. Os Diretores Nacionais estão diretamente subordinados ao
coordenação e execução técnica das atribuições da Diretor-Geral, perante o qual respondem hierarquicamente.
respetiva Direção Nacional que dirigem e dos departa-
mentos nela integrados. Artigo 17.º
Chefes de Departamento
2. Compete especialmente aos Diretores Nacionais:
1. Os chefes de Departamento são responsáveis pela direção,
a) Representar respetiva Direção Nacional; coordenação e execução técnica das competências do
Departamento que chefiam.
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral dos Serviços Coorperativos através do 2. Compete especialmente aos chefes de Departamento:
Diretor-Geral da Pecuária e Veterinária;
a) Submeter a despacho do respetivo diretor nacional,
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na devidamente instruídos e informados, os assuntos que
respetiva área de competência; dependam da decisão deste;

d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos,
competência; financeiros e materiais afetos ao respetivo Departa-
mento, de acordo com a legislação em vigor e as
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o orientações do diretor nacional;
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional;
c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
f) Apresentar, ao Diretor-Geral dos Serviços pelos funcionários do Departamento, em coordenação
Cooperativos, através do Diretor- Geral da Pecuária e com o respetivo diretor nacional e com a DNRH;
Veterinária, relatórios periódicos das atividades
desenvolvidas pela Direção Nacional; d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo
em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, pelas entidades competentes e pelo diretor nacional;
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no
âmbito da missão e das atribuições da respectiva e) Garantir a coordenação e a devida execução das
Direção Nacional; atividades do Departamento e a qualidade técnica das
atividades que de si dependam;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
coordenação com os demais serviços relevantes; eficiência da respetiva atividade;
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g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras e dos
trabalho, apoiando e motivando os funcionários; cargos de direção e chefia da Administração Pública.

h) Divulgar junto dos funcionários os documentos Secção II


internos e as normas de procedimentos a adotar pelos Recursos Humanos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
desenvolver para o cumprimento dos objetivos do Artigo 19.º
respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho Quadro de Pessoal, Dirigentes e Chefias
e a assunção de responsabilidade por parte dos
funcionários; O quadro de pessoal, dirigentes e chefias da Direção-Geral é
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
i) Identificar as necessidades específicas de formação dos dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
funcionários do Departamento e propor a frequência
das ações de formação consideradas adequadas ao Artigo 20.º
suprimento das referidas necessidades em coordenação Conteúdos Funcionais
com os serviços competentes pela elaboração do plano
de formação e após aprovação pelo diretor nacional; Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade, pontuali- pessoal da Direção-Geral são aprovados por despacho do
dade e cumprimento do período normal de trabalho por Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do
parte dos funcionários do respetivo Departamento; Jornal da República, mediante proposta conjunta, apresentada
pelo Diretor-Geral da Pecuária e Veterinária e pelo Diretor-Geral
k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do dos Servoços Cooperativos.
Departamento;
CAPÍTULO IV
l) Promover a realização de reuniões de trabalho perió- FINANÇAS
dicas com os funcionários do Departamento, de modo
a estar permanentemente informado sobre as atividades Artigo 21.º
do serviço; Instrumentos de Gestão

m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos 1. O desenvolvimento das atribuições da Direção-Geral assenta
materiais e equipamentos afetos ao Departamento; numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com
os demais Departamentos da respetiva Direção a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
bom funcionamento; mensuráveis;
o) Cumprir as instruções e ordens da direção, dadas em
matéria de serviço; b) Orçamento anual;

p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
pelos seus superiores hierárquicos.
d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.
3. O Chefe de Gabinete do gabinete de apoio ao Diretor-Geral
exerce as competências mencionadas no número anterior, 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
com as necessárias adaptações, e é ainda responsável por: fundamentada das suas atividades, o calendário de
programação das atividades, os meios necessários à sua
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
apoio do Diretor-Geral; controlo e avaliação.

b) Atuar como ponto focal da Direção-Geral no que diz 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
respeito a questões relacionadas com administração, atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
finanças, recursos humanos, bases de dados, prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
monitorização, logística, elaboração de planos de ação impacto no setor da pecuária e veterinária
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de coordena- 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
ção necessários para garantir o funcionamento devem descrever como foram atingidos os objetivos do
integrado dos serviços. MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.

Artigo 18.º Artigo 22.º


Nomeação Receitas e Despesas

O preenchimento dos cargos de direção e chefia previstos no 1. A Direção-Geral dispõe das receitas provenientes de
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dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
Estado. manda, ao abrigo do previsto nos Artigos 38.º e 42.o do Decreto-
Lei N.º 19/2019, de 31 de Julho, publicar o seguinte diploma:
2. Constituem despesas da Direção-Geral as que resultam dos
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que CAPÍTULO I
lhe estão acometidas. Disposições Gerais

CAPÍTULO V Artigo 1.º


Disposições Finais e Transitórias Objeto

Artigo 23.º O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura


Norma Revogatória orgânica funcional dos serviços desconcentrados das
representações territoriais a nível municipal do Ministério da
É revogado o Diploma Ministerial No.11/2016 de 3 de Fevereiro. Agricultura e Pescas nas áreas dos serviços de Pescas e
Aquiqultura, de Florestas, Café e Plantas Industriais de acordo
Artigo 24.º com o programa do Governo, as políticas e programas do MAP
Entrada em Vigor e as orientações superiores.

O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua Artigo 2.º


publicação. Natureza e Missão

As representações Territoriais a níveis municipais são serviços


Díli 27 de Dez de 2019. desconcentrados, que integram a administração direta do
Estado no âmbito do MAP, responsáveis por, respetivamente
coordenar as atividades das representações municipais e
executar as atividades nas áreas de Pescas, Aquicultura ou
O Ministro da Agricultura e Pescas, Florestas, Café e Plantas Industriais do MAP a nível municipal.

Artigo 3.º
Atribuições

Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins 1. As representações Territoriais dos Serviços des-
concentrados, nas áreas de Pescas e Aquicultura ou de
Florestas, Café e Plantas Industriais no âmbito municipal,
prosseguem as seguintes atribuições:

a) Velar pela implementação das políticas e dos programas


do MAP na sua área territorial, em coordenação e sob
a orientação dos serviços centrais da Direção Geral
DIPLOMA MINISTERIAL Nº: 6/2020 das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais;
de 8 de Janeiro
b) Participar em ações conjuntas com outras entidades de
ESTRUTURA ORGÂNICA FUNCIONAL DOS SERVIÇOS âmbito municipal ou regional, em representação dos
DESCONCENTRADOS DO MINISTÉRIO DA serviços de Pescas e Aquicultura ou Florestas, Café e
AGRICULTURAE PESCAS Plantas Industriais do MAP;

c) Recolher os dados operacionais para a concepção de


A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura políticas setoriais locais e proceder à avaliação de
e Pescas (MAP) veio reformular a organização dos serviços resultados, em coordenação com os serviços centrais
deste organismo numa perspetiva de aumentar a sua eficiência competentes;
e eficácia. Deste modo, verificou-se ser importante reestruturar
os serviços desconcentrados do MAP, de âmbito municipal d) Monitorizar a implementação e execução dos programas
ou regional através da criação de representações territoriais, e projetos do MAP a nível municipal, nomeadamente
que coordenam os serviços municipais ou regionais do MAP, nas áreas de Pescas e Aquicultura ou de Florestas,
respetivas atividades no domínio das Pescas, da Aquiqultura, Café e Plantas Industriais;
das Florestas, do Café e das Plantas Industriais, e a
simplificação das estruturas destes últimos. e) Coordenar e supervisionar a elaboração de relatórios
das respetivas representações municipais e submetê-
Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura los ao Diretor-Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos
orgânica funcional das Representações Territoriais enquanto Marinhos ou ao Diretor-Geral das Florestas, Café e
serviço Municipal do Ministério da Agricultura e Pescas. Plantas Industriais;
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f) Garantir a orientação, coordenação e apoio aos k) Representação Territorial Municipal de Liquiçá,
agricultores, ou aos pescadores, bem como promover localizada em Liquiça;
o desenvolvimento sustentável das Florestas
Comunitárias, da silvicultura, da aquicultura e das l) Representação Territorial Municipal de Bobonaro,
pescas; localizada em Maliana.

g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. 2. As Representações Territoriais no âmbito Municipal, são
dirigidas pelos respetivos Coordenadores Municipais,
2. Os serviços desconcentarados do MAP mencionados no equiparados para todos os efeitos legais a Chefes de
número anterior regem-se pelo princípio da especialização Departamentos, nomeados conforme o determinado no
dos serviços da administração pública e colaboram entre regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando administração pública, diretamente subordinados ao
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Diretor-Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos,
harmoniosa unitária, integrada e coerente do Ministério da nomeadamente nas áreas dos serviços de Pescas e
Agricultura e Pescas; Aquicultura ou ao Diretor-Geral das Florestas, do Café e
das Plantas Industriais, nomeadamente nas áreas dos
CAPÍTULO II serviços de Florestas, Café e Plantas Industriais.
Estrutura Orgânica Funcional das Representações
Territoriais 3. As Representações Territoriais mencionadas no número 1,
dos Serviços Desconcentrados a níveis Municipais regem-se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais
SECÇÃO I órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
Estrutura atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Direção Geral das Pescas,
Artigo 4.º Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da Direção Geral
Estrutura Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do MAP.

1. São as seguintes as representações territoriais no âmbito SECÇÃO II


municipal, dos serviços desconcentrados nas áreas de Estrutura e Funcionamento das Representações
Pescas e Aquicultura ou nas áreas de Florestas, do Café e Territoriais
das Plantas Industriais do MAP:
SUBSECÇÃO I
a) Representação Territorial Municipal de Lautém, Representação Territorial Municipal de Lautem
localizada em Lospalos;
Artigo 5.º
b) Representação Territorial Municipal de Baucau , Estrutura
localizada em Baucau;
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Lautem
c) Representação Territorial Municipal de Manatuto, no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, e de Flo-
localizada em Manatuto; restas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes
estruturas:
d) Representação Territorial Municipal de Viqueque,
localizada em Viqueque; a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;

b) Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas


e) Representação Territorial Municipal de Manufahi, Industriais;
localizada em Same;
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
f) Representação Territorial Municipal de Ainaro, Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
localizada em Ainaro; dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
g) Representação Territorial Municipal de Covalima, as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
localizada em Suai; harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
h) Representação Territorial Municipal de Aileu, localizada Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
em Aileu; MAP.

i) Representação Territorial Municipal de Díli, localizada Artigo 6.º


em Dili; Representação Territorial de Pescas
e Aquicultura
j) Representação Territorial Municipal de Ermera,
localizada em Ermera; 1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
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por missão desenvolver os serviços técnicos de repre- técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
sentação municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
estreita coordenação com os serviços de agricultura a nível serviços da direção de agricultura a nível municipal e níveis
municipal e a níveis centrais relevantes. centrais relevantes.

2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura pro- 2. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
ssegue, em relação ao respetivo Município, as seguintes Industriais prossegue, seguintes atribuições:
atribuições:
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade conformidade com as orientações superiores;
com as orientações superiores;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza
b) Implementar os programas e as políticas de natureza técnica de acordo com o plano de ação anual e as
técnica de acordo com o plano de ação anual e as orientações superiores;
orientações superiores;
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que florestas;
sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração e Recursos Humanos a d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
nível municipal; das florestas e produção das plantas industriais;

d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais


sustentável, nomeadamente através da prestação de membros da comunidade sobre a missão, as áreas de
apoio técnico; atividades e programas do MAP;

e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos f) Disseminar informações relativas aos programas e
do MAP relacionada com a sua missão; projetos do MAP, relacionadas com a sua missão;

f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que


produção aquícola; sejam necessárias, em coordenação com o
Departamento de Planeamento, Administração e
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, Finanças;
áreas de atividades e programas do MAP;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que trimestrais e anuais;
sejam necessárias, em coordenação com o
Departamento de Planeamento, Administração e i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
Finanças a nível municipal e nacional; orientação superior.
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
trimestrais e anuais;
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
orientação superior. conforme o determinado no regime das carreiras e dos
cargos de direção e chefia da administração pública,
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador Café e Plantas Industriais, exercendo à linha de
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe coordenação com a direção dos serviços de agricultura a
de Departamento, nomeado conforme o determinado no nível municipal, nomeadamente nas áreas de serviços das
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da Florestas, Café e Plantas Industriais, e gestão dos recursos
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor- humanos.
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos serviços de SUBSECÇÃO II
agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de Representação Territorial Municipal de Baucau
serviços das Pescas e Aquicultura e gestão dos recursos
humanos. Artigo 8.º
Estrutura
Artigo 7.º
Representação Territorial de Florestas, Café 1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Baucau
e Plantas Industriais no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura; Florestas,
Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas:
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
Industriais tem por missão desenvolver os serviços a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
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b) Representação Territorial de Florestas e Plantas 3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no
Industriais; âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. de Departamento, nomeado conforme o determinado no
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
dos serviços da administração pública e colaboram entre administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos,
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação exercendo à linha de coordenação com a direção dos
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral serviços se agricultura a nível municipal, nomeadamente
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da nas áreas de serviços das pescas, aquicultura e gestão
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do dos recursos humanos.
MAP.
Artigo 10.º
Artigo 9.º Representação Territorial de Florestas, Café
Representação Territorial de Pescas e Plantas Industriais
e Aquicultura
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem Industriais tem por missão desenvolver os serviços
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
coordenação os serviços da direção de agricultura a nível serviços da direção dos Serviços da Agricultura a nível
municipal e a níveis centrais relevantes. municipal e a níveis centrais relevantes.

2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura 2. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas


prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes Industriais prossegue, em relação ao respetivo município,
atribuições: as seguintes atribuições:

a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade nas áreas de florestas, café e plantas industriais em
com as orientações superiores; conformidade com as orientações superiores;

b) Implementar os programas e as políticas de natureza b) Implementar os programas e as políticas de natureza


técnica de acordo com o plano de ação anual e as técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores; orientações superiores;

c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
sejam necessárias, em coordenação com o departamento florestas;
dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal; d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
das florestas e produção das Plantas Industriais;
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
sustentável, nomeadamente através da prestação de e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
apoio técnico; membros da comunidade para a missão, as áreas de
atividades e os programas do MAP;
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
do MAP relacionada com a sua missão; f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da do MAP relacionada com a sua missão;
produção alimentar;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores sobre a sejam necessárias, em coordenação com o
missão, as áreas de atividades e programas do MAP; Departamento de Planeamento, Administração e
Finanças;
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Departamento de Planeamento, Administração e trimestrais e anuais;
Finanças;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientação superior.
trimestrais e anuais;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
orientação superior. todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 92
Jornal da República
conforme o determinado no regime das carreiras e dos sustentável, nomeadamente através da prestação de
cargos de direção e chefia da administração pública, apoio técnico;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais, exercendo à linha de coordenação e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
com a direção dos Serviços de Agricultura a nível do MAP relacionada com a sua missão;
municipal, nomeadamente nas áreas de serviços das
Florestas, Café e Plantas Industriais e gestão dos recursos f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
humanos. produção alimentar;

SUBSECÇÃO III g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,


Representação Territorial Municipal de Manatuto áreas de atividades e programas do MAP;

Artigo 11.º h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que


Estrutura sejam necessárias, em coordenação com o
Departamento de Planeamento, Administração e
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Manatuto Finanças;
no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura; Florestas,
Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas: i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas orientação superior.
Industriais;
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
dos serviços da administração pública e colaboram entre de Departamento, nomeado conforme o determinado no
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos,
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da exercendo à linha de coordenação com a direção dos
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do Serviços de Agricultura a nível municipal, nomeadamente
MAP. nas áreas de serviços das pescas, aquicultura e gestão
dos recursos humanos.
Artigo 12.º
Representação Territorial de Pescas Artigo 13.º
e Aquicultura Representação Territorial de Florestas, Café
e Plantas Industriais
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita Industriais tem por missão desenvolver os serviços
coordenação com os serviços de agricultura a nível técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
municipal e a níveis centrais relevantes. e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
serviços de agricultura a nível municipal e a níveis centrais
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura relevantes.
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
atribuições: 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus-
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais seguintes atribuições:
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
com as orientações superiores; a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
b) Implementar os programas e as políticas de natureza conformidade com as orientações superiores;
técnica de acordo com o plano de ação anual e as b) Implementar os programas e as políticas de natureza
orientações superiores; técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o departamento c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
dos serviços de administração, finanças e recursos florestas;
humanos a nível municipal;
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura das florestas e produção das Plantas Industriais;
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Jornal da República
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais 2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
membros da comunidade para a missão, áreas de prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
atividades e programas do MAP; atribuições:

f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
do MAP relacionada com a sua missão; nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
com as orientações superiores;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- b) Implementar os programas e as políticas de natureza
mento de Planeamento, Administração e Finanças; técnica de acordo com o plano de ação anual e as
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientações superiores;
trimestrais e anuais;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por sejam necessárias, em coordenação com o
orientação superior. Departamento dos Serviços de Administração,
Finanças e Recursos Humanos a nível municipal;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado sustentável, nomeadamente através da prestação de
conforme o determinado no regime das carreiras e dos apoio técnico;
cargos de direção e chefia da administração pública,
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas, e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a do MAP relacionada com a sua missão;
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. produção alimentar;

SUBSECÇÃO IV g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,


Representação Territorial Municipal de Viqueque áreas de atividades e programas do MAP;

Artigo 14.º h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que


Estrutura sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
mento de Planeamento, Administração e Finanças;
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de
Viqueque no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
de Florestas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes trimestrais e anuais;
estruturas:
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura; orientação superior.

b) Representação Territorial de Florestas e Plantas 3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no


Industriais; âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. de Departamento, nomeado conforme o determinado no
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
dos serviços da administração pública e colaboram entre administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação linha de coordenação com a direção dos serviços de
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da serviços das Pescas, Aquicultura e gestão dos recursos
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do humanos.
MAP.
Artigo 16.º
Artigo 15.º Representação Territorial de Florestas, Café
Representação Territorial de Pescas e Plantas Industriais
e Aquicultura
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem Industriais tem por missão desenvolver os serviços
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita e Plantas Industriais, em estreita coordenação com a direção
coordenação com os serviços da direção dos Serviços de dos serviços de Agricultura a nível municipal e a níveis
Agricultura a nível municipal e a níveis centrais relevantes. centrais relevantes.
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Jornal da República
2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus- 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
seguintes atribuições: dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
nas áreas de florestas e plantas industriais em harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
conformidade com as orientações superiores; das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
b) Implementar os programas e as políticas de natureza MAP.
técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores; Artigo 18.º
Representação Territorial de Pescas
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das e Aquicultura
florestas;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
das florestas e produção das Plantas Industriais; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com a direção dos serviços de agricultura a
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais nível municipal e a níveis centrais relevantes.
membros da comunidade para a missão, áreas de
atividades e programas do MAP; 2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos atribuições:
do MAP relacionada com a sua missão;
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
sejam necessárias, em coordenação com o com as orientações superiores;
Departamento de Planeamento, Administração e
Finanças; b) Implementar os programas e as políticas de natureza
técnica de acordo com o plano de ação anual e as
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientações superiores;
trimestrais e anuais;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por sejam necessárias, em coordenação com o departamento
orientação superior. dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado sustentável, nomeadamente através da prestação de
conforme o determinado no regime das carreiras e dos apoio técnico;
cargos de direção e chefia da administração pública,
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas, e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a do MAP relacionada com a sua missão;
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. produção alimentar;

SUBSECÇÃO V g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,


Representação Territorial Municipal de Manufahi áreas de atividades e programas do MAP;

Artigo 17.º h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que


Estrutura sejam necessárias, em coordenação com o
Departamento de Planeamento, Administração e
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Finanças;
Manufahi no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura,
de Florestas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
estruturas: trimestrais e anuais;

a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura; j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
Industriais; 3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no
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Jornal da República
âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador cargos de direção e chefia da administração pública,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
de Departamento, nomeado conforme o determinado no Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor- nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
linha de coordenação com a direção dos serviços de
agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de SUBSECÇÃO VI
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos Representação Territorial Municipal de Ainaro
humanos.
Artigo 20.º
Artigo 19.º Estrutura
Representação Territorial de Florestas, Café
e Plantas Industriais 1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Ainaro
no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, de Florestas,
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas:
Industriais tem por missão desenvolver os serviços
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
níveis centrais relevantes. Industriais;

2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus- 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.


triais prossegue, em relação ao respetivo município, as Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
seguintes atribuições: dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
conformidade com as orientações superiores; das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
b) Implementar os programas e as políticas de natureza MAP.
técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores; Artigo 21.º
Representação Territorial de Pescas
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das e Aquicultura
florestas;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
das florestas e produção das Plantas Industriais; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com os serviços da direção de agricultura a
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais nível municipal e a níveis centrais relevantes.
membros da comunidade para a missão, áreas de
atividades e programas do MAP; 2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos atribuições:
do MAP relacionada com a sua missão;
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
sejam necessárias, em coordenação com o com as orientações superiores;
Departamento de Planeamento, Administração e
Finanças; b) Implementar os programas e as políticas de natureza
técnica de acordo com o plano de ação anual e as
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientações superiores;
trimestrais e anuais;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por sejam necessárias, em coordenação com o departamento
orientação superior. dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado sustentável, nomeadamente através da prestação de
conforme o determinado no regime das carreiras e dos apoio técnico;
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Jornal da República
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos membros da comunidade para a missão, áreas de
do MAP relacionada com a sua missão; atividades e programas do MAP;

f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos


produção alimentar; do MAP relacionada com a sua missão;

g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
áreas de atividades e programas do MAP; sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
mento de Planeamento, Administração e Finanças;
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Departamento de Planeamento, Administração e trimestrais e anuais;
Finanças;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, orientação superior.
trimestrais e anuais;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
orientação superior. todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no cargos de direção e chefia da administração pública,
âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
de Departamento, nomeado conforme o determinado no direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal,
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos Serviços de
SUBSECÇÃO VII
Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Representação Territorial Municipal de Covalima
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
humanos.
Artigo 23.º
Artigo 22.º
Estrutura
Artigo 22.º
Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de
Industriais
Covalima no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura,
e Plantas Industriais
1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas das Florestas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes
Industriais tem por missão desenvolver os serviços estruturas:
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
serviços da direção de Agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes. b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
Industriais;
2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus-
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
seguintes atribuições: Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
dos serviços da administração pública e colaboram entre
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
conformidade com as orientações superiores; harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
b) Implementar os programas e as políticas de natureza Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
técnica de acordo com o plano de ação anual e as MAP.
orientações superiores;
Artigo 24.º
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
florestas;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
das florestas e produção das Plantas Industriais; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com os serviços da direção de agricultura a
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais nível municipal e a níveis centrais relevantes.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 97
Jornal da República
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Industriais
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
atribuições: atribuições:

a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
com as orientações superiores; conformidade com as orientações superiores;

b) Implementar os programas e as políticas de natureza b) Implementar os programas e as políticas de natureza


técnica de acordo com o plano de ação anual e as técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores; orientações superiores;

c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
sejam necessárias, em coordenação com o departamento florestas;
dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal; d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
das florestas e produção das Plantas Industriais;
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
sustentável, nomeadamente através da prestação de e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
apoio técnico; membros da comunidade para a missão, áreas de
atividades e programas do MAP;
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
do MAP relacionada com a sua missão; f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
do MAP relacionada com a sua missão;
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
produção alimentar; g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, mento de Planeamento, Administração e Finanças;
áreas de atividades e programas do MAP;
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que trimestrais e anuais;
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
mento de Planeamento, Administração e Finanças; i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais; 3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
orientação superior. conforme o determinado no regime das carreiras e dos
cargos de direção e chefia da administração pública,
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe direção dos serviços de agricultura a nível municipal,
de Departamento, nomeado conforme o determinado no nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à SUBSECÇÃO VIII
linha de coordenação com a direção dos Serviços de Representação Territorial Municipal de Dili
Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos Estrutura
humanos. Artigo 26.º

Artigo 25.º 1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Dili no


Representação Territorial de Florestas, Café domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, das Florestas,
e Plantas Industriais Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas:

1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;


Industriais tem por missão desenvolver os serviços
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os Industriais;
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes. 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 98
Jornal da República
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização de Departamento, nomeado conforme o determinado no
dos serviços da administração pública e colaboram entre regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral linha de coordenação com a direção dos Serviços de
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
MAP. humanos.

Artigo 27.º Artigo 28.º


Representação Territorial de Pescas Representação Territorial de Florestas, Café
e Aquicultura e Plantas Industriais

1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito Industriais tem por missão desenvolver os serviços
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
coordenação com os serviços da direção de agricultura a e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
nível municipal e a níveis centrais relevantes. serviços da direção de Agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes.
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus-
atribuições: triais prossegue, em relação ao respetivo município, as
seguintes atribuições:
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
com as orientações superiores; nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
conformidade com as orientações superiores;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza
técnica de acordo com o plano de ação anual e as b) Implementar os programas e as políticas de natureza
orientações superiores; técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o departamento c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
dos serviços de administração, finanças e recursos florestas;
humanos a nível municipal;
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura das florestas e produção das Plantas Industriais;
sustentável, nomeadamente através da prestação de
apoio técnico; e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
membros da comunidade para a missão, áreas de
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos atividades e programas do MAP;
do MAP relacionada com a sua missão;
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da do MAP relacionada com a sua missão;
produção alimentar;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão, sejam necessárias, em coordenação com o
áreas de atividades e programas do MAP; Departamento de Planeamento, Administração e
Finanças;
h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
mento de Planeamento, Administração e Finanças; trimestrais e anuais;

i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
trimestrais e anuais; orientação superior.

j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por 3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida
orientação superior. pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no conforme o determinado no regime das carreiras e dos
âmbito municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador cargos de direção e chefia da administração pública,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 99
Jornal da República
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal, áreas de atividades e programas do MAP;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
SUBSECÇÃO IX mento de Planeamento, Administração e Finanças;
Representação Territorial Municipal de Aileu
i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
Artigo 29.º trimestrais e anuais;
Estrutura j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Aileu
no domínio das áreas de Aquicultura, de Florestas, Café e 3. A Representação Territorial de Aquicultura, no âmbito
Plantas Industriais tem as seguintes estruturas: Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
a) Representação Territorial de Aquicultura; de Departamento, nomeado conforme o determinado no
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Industriais; Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos Serviços de
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização serviços da aquicultura e gestão dos recursos humanos.
dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando Artigo 31.º
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Representação Territorial de Florestas, Café
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral e Plantas Industriais
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
MAP. Industriais tem por missão desenvolver os serviços
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
Artigo 30.º e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
Representação Territorial de Aquicultura serviços da direção de Agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes.
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Industriais
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
coordenação com os serviços da direção de agricultura a atribuições:
nível municipal e a níveis centrais relevantes.
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
2. A Representação Territorial de Aquicultura prossegue, em nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
relação ao respetivo município, as seguintes atribuições: conformidade com as orientações superiores;

a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais b) Implementar os programas e as políticas de natureza
na área da aquicultura em conformidade com as técnica de acordo com o plano de ação anual e as
orientações superiores; orientações superiores;

b) Implementar os programas e as políticas de natureza c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
técnica de acordo com o plano de ação anual e as florestas;
orientações superiores;
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
das florestas e produção das plantas industriais;
sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração, finanças e recursos
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais
humanos a nível municipal;
membros da comunidade para a missão, áreas de
d) Estimular a aquicultura sustentável, nomeadamente atividades e programas do MAP;
através da prestação de apoio técnico;
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos do MAP relacionada com a sua missão;
do MAP relacionada com a sua missão;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
produção alimentar; mento de Planeamento, Administração e Finanças;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 100
Jornal da República
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, técnica de acordo com o plano de ação anual e as
trimestrais e anuais; orientações superiores;

i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
orientação superior. sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração, finanças e recursos
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida humanos a nível municipal;
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
conforme o determinado no regime das carreiras e dos sustentável, nomeadamente através da prestação de
cargos de direção e chefia da administração pública, apoio técnico;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal, do MAP relacionada com a sua missão;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
produção alimentar;
SUBSECÇÃO X
Representação Territorial Municipal de Bobonaro g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
áreas de atividades e programas do MAP;
Artigo 32.º
Estrutura h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Departamento de Planeamento, Administração e
Bobonaro no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, Finanças;
das Florestas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes
estruturas: i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura;
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas orientação superior.
Industriais;
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
dos serviços da administração pública e colaboram entre de Departamento, nomeado conforme o determinado no
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da linha de coordenação com a direção dos Serviços de
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do Agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
MAP. serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
humanos.
Artigo 33.º
Representação Territorial de Pescas Artigo 34.º
e Aquicultura Representação Territorial de Florestas, Café
e Plantas Industriais
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita Industriais tem por missão desenvolver os serviços
coordenação com os serviços da direção de agricultura a técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café
nível municipal e a níveis centrais relevantes. e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura níveis centrais relevantes.
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
atribuições: 2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Industriais
prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais atribuições:
nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
com as orientações superiores; a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
b) Implementar os programas e as políticas de natureza conformidade com as orientações superiores;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 101
Jornal da República
b) Implementar os programas e as políticas de natureza Artigo 36.º
técnica de acordo com o plano de ação anual e as Representação Territorial de Aquicultura
orientações superiores;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
florestas; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com os serviços da direção de agricultura a
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável nível municipal e a níveis centrais relevantes.
das florestas e produção das plantas industriais;
2. A Representação Territorial de Aquicultura prossegue, em
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais relação ao respetivo município, as seguintes atribuições:
membros da comunidade para a missão, áreas de
atividades e programas do MAP; a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
na área de aquicultura em conformidade com as
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos orientações superiores;
do MAP relacionada com a sua missão;
b) Implementar os programas e as políticas de natureza
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que técnica de acordo com o plano de ação anual e as
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- orientações superiores;
mento de Planeamento, Administração e Finanças;
c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, sejam necessárias, em coordenação com o departamento
trimestrais e anuais; dos serviços de administração, finanças e recursos
humanos a nível municipal;
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por d) Estimular a aquicultura sustentável, nomeadamente
orientação superior. através da prestação de apoio técnico;
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para do MAP relacionada com a sua missão;
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
cargos de direção e chefia da administração pública, produção alimentar;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
direção dos Serviços de Agricultura a nível municipal, áreas de atividades e programas do MAP;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa-
SUBSECÇÃO XI mento de Planeamento, Administração e Finanças;
Representação Territorial Municipal de Ermera i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
Artigo 35.º
Estrutura j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
orientação superior.
1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Ermera
no domínio das áreas de Aquicultura, das Florestas, Café e 3. A Representação Territorial de Aquicultura, no âmbito
Plantas Industriais tem as seguintes estruturas: Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe
a) Representação Territorial de Aquicultura; de Departamento, nomeado conforme o determinado no
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da
b) Representação Territorial de Florestas e Plantas administração pública, diretamente subordinado ao Diretor-
Industriais; Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos serviços de
2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1. agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização serviços da aquicultura e gestão dos recursos humanos.
dos serviços da administração pública e colaboram entre
si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando Artigo 37.º
as respetivas atividades de forma a promover uma atuação Representação Territorial de Florestas, Café
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral e Plantas Industriais
das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do 1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas
MAP. Industriais tem por missão desenvolver os serviços
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Jornal da República
técnicos no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café b) Representação Territorial de Florestas e Plantas
e Plantas Industriais, em estreita coordenação com os Industriais;
serviços da direção de agricultura a nível municipal e a
níveis centrais relevantes. 2. As Representações Territoriais mencionadas no número 1.
Alinea, a) e b) regem-se pelo princípio da especialização
2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus- dos serviços da administração pública e colaboram entre
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as si e com os demais órgãos e serviços do MAP, articulando
seguintes atribuições: as respetivas atividades de forma a promover uma atuação
harmoniosa unitária, integrada e coerente da Direção Geral
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, ou da
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em Direção Geral das Florestas, Café e Plantas Industriais do
conformidade com as orientações superiores; MAP.

b) Implementar os programas e as políticas de natureza Artigo 39.º


técnica de acordo com o plano de ação anual e as Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
orientações superiores;
1. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura tem
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das por missão desenvolver os serviços técnicos no âmbito
florestas; municipal nas áreas de pescas e aquicultura, em estreita
coordenação com os serviços da direção de agricultura a
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável nível municipal e a níveis centrais relevantes.
das florestas e produção das Plantas Industriais;
2. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais prossegue, em relação ao respetivo município, as seguintes
membros da comunidade para a missão, áreas de atribuições:
atividades e programas do MAP;
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos nas áreas de pescas e aquicultura em conformidade
do MAP relacionada com a sua missão; com as orientações superiores;

g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que b) Implementar os programas e as políticas de natureza


sejam necessárias, em coordenação com o Departa- técnica de acordo com o plano de ação anual e as
mento de Planeamento, Administração e Finanças; orientações superiores;

h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, c) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
trimestrais e anuais; sejam necessárias, em coordenação com o departamento
dos serviços de administração, finanças e recursos
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por humanos a nível municipal;
orientação superior.
d) Estimular a pesca, a aquicultura e a maricultura
3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida sustentável, nomeadamente através da prestação de
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para apoio técnico;
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos e) Disseminar informação relativa aos programas e projetos
cargos de direção e chefia da administração pública, do MAP relacionada com a sua missão;
diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a f) Promover o desenvolvimento e a diversificação da
direção dos Serviços de agricultura a nível municipal, produção alimentar;
nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos. g) Sensibilizar os pescadores e aquicultores para a missão,
áreas de atividades e programas do MAP;
SUBSECÇÃO XII
Representação Territorial Municipal de Liquiçá h) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o
Artigo 38.º Departamento de Planeamento, Administração e
Estrutura Finanças;

1. A Representação Territorial no âmbito Municipal de Liquiçá i) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
no domínio das áreas de Pescas e Aquicultura, das Flores- trimestrais e anuais;
tas, Café e Plantas Industriais tem as seguintes estruturas:
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por
a) Representação Territorial de Pescas e Aquicultura; orientação superior.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 103
Jornal da República
3. A Representação Territorial de Pescas e Aquicultura, no cargos de direção e chefia da administração pública,
âmbito Municipal, é dirigida pelo respetivo Coordenador diretamente subordinado ao Diretor-Geral das Florestas,
Municipal, equiparado para todos os efeitos legais a Chefe Café e Plantas Industriais e à linha de coordenação com a
de Departamento, nomeado conforme o determinado no direção dos serviços de agricultura a nível municipal,
regime das carreiras e dos cargos de direção e chefia da nomeadamente nas áreas de serviços das Florestas, Café e
administração pública, diretamente subordinado ao Diretor- Plantas Industriais e gestão dos recursos humanos.
Geral das Pescas, Aquicultura e Recursos Marinhos, e à
linha de coordenação com a direção dos serviços de CAPÍTULO III
agricultura a nível municipal, nomeadamente nas áreas de Coordenadores e Recursos Humanos
serviços das pescas, aquicultura e gestão dos recursos
humanos. Secção I
Coordenadores
Artigo 40.º
Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas Artigo 41o
Industriais Coordenador Representação Municipal

1. A Representação Territorial de Florestas, Café e Plantas 1. O Coordenador Representação Municipal é o responsável


Industriais tem por missão desenvolver os serviços técnicos máximo pelo municipal, nas áreas de serviços das Pescas,
no âmbito municipal nas áreas de Florestas, Café e Plantas Aquicultura, e de Florestas, Café e Plantas Industiais,
Industriais, em estreita coordenação com os serviços da supervisão e execução das atribuições da respetiva
direção de agricultura a nível municipal e a níveis centrais representação municipal e dos serviços que desta
relevantes. dependem e responde diretamente aos Diretores-Gerais
responsáveis pela Direção Geral de Pescas, Aquicultura e
2. A Representação Territorial de Florestas e Plantas Indus- Recursos Marinhos e pela Direção Geral das Florestas,
triais prossegue, em relação ao respetivo município, as Café e Plantas Industriais.
seguintes atribuições:
2. Compete especialmente ao Coordenador Representação
a) Prosseguir as atribuições dos serviços técnicos centrais Municipal:
nas áreas de florestas e Plantas Industriais em
conformidade com as orientações superiores; a) Represendar a respetiva Representação Municipal;

b) Implementar os programas e as políticas de natureza b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom


técnica de acordo com o plano de ação anual e as funcionamento de todos os serviços que se encontrem
orientações superiores; incluídos na respetiva região, de acordo com o programa
do Governo e sob orientação do Diretor-Geral;
c) Velar pela conservação, proteção e uso sustentável das
florestas; c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
dos objetivos enunciados na alínea anterior;
d) Prestar apoio técnico no âmbito da gestão sustentável
das florestas e produção das plantas industriais; d) Supervisionar a execução técnica dos programas
desenvolvidos no Municipio, nas áreas Pescas,
e) Sensibilizar os agricultores, silvicultores e os demais Aquicultura, Florestas, Café e Plantas Industriais em
membros da comunidade para a missão, áreas de coordenação com os serviços centrais;
atividades e programas do MAP;
e) Promover a realização de reuniões de trabalho
f) Disseminar informação relativa aos programas e projetos periódicas com os diretores municipais, de modo a estar
do MAP relacionada com a sua missão; permanentemente informado sobre as atividades das
representações municipais;
g) Desenvolver as atividades de recolha de dados que
sejam necessárias, em coordenação com o Departa- f) Exercer o poder disciplinar, nos termos da lei;
mento de Planeamento, Administração e Finanças;
g) Colaborar com o Diretor-Geral de Pescas, Aquicultura
h) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, e Recursos Marinhos e Diretor-Geral das Florestas, Café
trimestrais e anuais; e Plantas Industriais no sentido de definirem
conjuntamente regras operacionais e procedimentos
i) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por que permitam harmonizar o funcionamento integrado e
orientação superior. a articulação dos serviços;

3. A Representação Territorial no âmbito Municipal, é dirigida h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
pelo respetivo Coordenador Municipal, equiparado para subordinados, nos termos da lei;
todos os efeitos legais a Chefe de Departamento, nomeado
conforme o determinado no regime das carreiras e dos i) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 104
Jornal da República
necessárias com Direção dos Serviços de Agricultura periféricos são aprovados nos termos do disposto do regime
Municipal e outros serviços Municipais ou instituições das carreiras e dos cargos de direção e chefia da Administração
de modo a prosseguir a missão da Representação Pública.
Municipal com a devida eficiência e eficácia;
Artigo 44.º
j) Supervisionar a recolha de dados operacionais e a
Conteúdos Funcionais
produção de contributos para o plano de ação anual e
orçamento dos serviços que de si dependem, velar pela
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
sua harmonização, coerência e qualidade e remetê-las
ao Diretor-Geral; pessoal dos serviços de Representações Municipais são
aprovados por despacho do Ministro da Agricultura e Pescas,
k) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos publicado na 2.ª série do Jornal da República, mediante
princípios da legalidade, transparência, coerência e proposta apresentada pelos respetivos Diretores-Gerais dos
racionalização, em coordenação com os demais serviços; serviços técnicos relevantes.

l) Colaborar na elaboração do plano de ação anual para a CAPÍTULO IV


respetiva represetação municipal sob a coordenação FINANÇAS
dos serviços centrais;

m) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na Artigo 45.º


respetiva área de competência; Instrumentos de Gestão

n) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o 1. O desenvolvimento das atribuições dos serviços de
bom funcionamento da respetiva represetação Representações Municipais assenta numa gestão por
municipal; objetivos e num adequado controlo orçamental,
disciplinado pelos seguintes instrumentos:
o) Coordenar a execução e o controlo das dotações
orçamentais atribuídas, em coordenação com os a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
serviços centrais;
atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis;
p) Exercer as competências que a lei lhes confere em
matéria de avaliação de desempenho;
b) Orçamento anual;
q) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos funcinários;
c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;
r) Promover a realização de reuniões de trabalho Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.
periódicas com os funcionários que de si dependem,
de modo a estar permanentemente informado sobre as 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
atividades dos serviços da representação municipal; fundamentada das suas atividades, o calendário de
programação das atividades, os meios necessários à sua
s) Remeter aos Diretores-Gerais relatórios semanais viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
mensais, trimestrais e anuais sobre as atividades da controlo e avaliação.
respetiva Representação Municipal e correspondentes
serviços, bem como uma avaliação crítica dos 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
progressos atingidos; atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
t) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível impacto nos setores tutelados pelo MAP.
com a natureza das suas funções.
4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
Artigo 42.º
devem descrever como foram atingidos os objetivos do
Nomeação
MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
O preenchimento dos cargos de direção e chefia previstos no
presente diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras Artigo 46.º
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública. Receitas e Despesas

Secção II 1. Os serviços periféricos dispõem das receitas provenientes


Recursos Humanos de dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral
do Estado.
Artigo 43.º
Quadros de Pessoal, Dirigentes e Chefias 2. Constituem despesas dos serviços de Representações
Municipais as que resultam dos encargos decorrentes da
Os quadros de pessoal, dirigentes e chefias dos serviços prossecução das atribuições que lhe estão acometidas.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 105
Jornal da República
CAPÍTULO V CAPÍTULO I
Disposições Finais e Transitórias Disposições Gerais

Artigo 47.º Artigo 1.º


Norma Revogatória Objeto
É revogado o Diploma Ministerial N.o: 14/2016, de 17 de
Fevereiro O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
orgânica funcional da Direção Geral de Cooperação e
Artigo 48.º Desenvolvimento Institucional do Ministério da Agricultura e
Entrada em Vigor Pescas, abreviadamente designado por DGCDI.

O presente Diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua Artigo 2.º


publicação. Natureza e Missão

A Direção Geral de Cooperação e Desenvolvimento


Díli, 27 de Dezembro de 2019 Institucional tem por missão assegurar a orientação geral e a
coordenação integrada de todos os serviços do MAP,
nomeadamente aqueles com atribuições nas áreas de Pesquisa
e Estatística, Segurança Alimentar, Formação e Treinamento
O Ministro da Agricultura e Pescas, Agrícola, Extensão Agrícola, Agro-Comércio e Cooperação do
Setor Privado, Quarentena e Biossegurança de acordo com o
programa do Governo, as políticas e os programas do MAP e
as orientações superioras.
Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins
Artigo 3.º
Atribuições

1. A Direção Geral de Cooperação e Desenvolvimento


Institucional prossegue as seguintes atribuições:

DIPLOMA MINISTERIAL Nº: 7/2020 a) Coordenar, controlar e acompanhar o planeamento e


execução de atividades e do orçamento, sem prejuízo
De 8 de Janeiro da existência de outros meios de controlo e avaliação
realizados por outras entidades competentes;
ESTRUTURA ORGÂNICA FUNCIONAL DA DIREÇÃO
GERAL DE COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO b) Garantir o devido apoio jurídico aos restantes serviços
INSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA do MAP;
E PESCAS
c) Velar por uma gestão eficiente dos recursos humanos,
em colaboração com os restantes serviços do MAP;
A aprovação da nova lei orgânica do Ministério da Agricultura
d) Supervisionar a elaboração de planos de formação e
e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa
desenvolvimento técnico e profissional no âmbito das
perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo,
atribuições do MAP;
com a criação de novas direções gerais dedicadas à
prossecução de fins operacionais, tornou-se essencial afirmar e) Preparar, planear e implementar os programas dos
a existência de um serviço que assume a responsabilidade eventos nacionais e celebrações oficiais;
pela orientação geral de todos os serviços do Ministério no
âmbito do Instituto de Pesquisa, Segurança Alimentar, f) Assegurar o procedimento administrativo do
Formação e Treinamento Agrícola, Extensão Agrícola, Agro- aprovisionamento, incluindo os procedimentos de
Comércio e Cooperação do Setor Privado, Quarentena e despesas superiormente autorizados nos termos da lei;
Biossegurança. Esta solução visa assim fortalecer o princípio
da especialidade que pauta a atuação da administração pública g) Assegurar a conservação da documentação e do
e evitar duplicação de trabalho no seio do MAP, pelo que a arquivo do MAP, em suporte físico e digital;
Direção Geral de Cooperação e Desenvolvimento Institucional
se assume como serviço fundamental para garantir a h) Velar pelo bom funcionamento e manutenção dos
harmonização dos services, bem como a coordenação integrada recursos informáticos do MAP;
do seu funcionamento, tornando-se então necessário
estabelecer a sua estrutura orgânica funcional. i) Assegurar a pesquisa, a recolha de dados geográficos
e agrícolas e acompanhar a produção de informação
Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas, estatística;
manda, ao abrigo do previsto no Artigo 42.º do Decreto-Lei N.º
19/2019, de 31 de Julho publicar o seguinte diploma: j) Velar por uma gestão eficiente do património do Estado
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Jornal da República
confiado ao MAP e dos projetos físicos em execução 4. Junto da Direção Geral de Cooperação e Desenvolvimento
para benefício do MAP; Institucional funciona um gabinete de apoio administrativo
ao Diretor-Geral de Cooperação e Desenvolvimento
k) Coordenar a preparação das reuniões do Conselho Institucional, que é coordenado por um chefe de gabinete
Consultivo; equiparado, para efeitos salariais, a chefe de departamento.
l) Supervisionar e coordenar as atividades desenvolvidas
nas áreas de comunicação social, relações públicas e Secção II
de protocolo; Estrutura e Funcionamento das Direções Nacionais

m) Apoiar o desenvolvimento de estratégias que visem a Subsecção I


integração da perspetiva do género no MAP; Direção Nacional de Pesquisa e Estatística

n) Promover o desenvolvimento rural e a implementação Artigo 5.º


de um sistema cooperativo de produção e Atribuições
comercialização da produção agrícola, em coordenação
com os Ministérios relevantes; 1. O Direção Nacional de Pesquisa e Estatística, abreviada-
mente designada por DNPE, tem por missão elaborar
o) Elaborar, em conjunto com os restantes serviços do
pesquisas e providenciar aos serviços do MAP estatística
MAP, o relatório anual de atividades do Ministério;
Agrícolas, bem como os mapas necessários para auxiliar o
p) Apresentar ao Ministro relatório semanal, mensal, desenvolvimento de estudos e os processos de tomada de
trimestral e anual de atividades; decisão no âmbito da definição de políticas relacionadas
com segurança alimentar e com a gestão dos recursos
q) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. agrícolas, florestais, pecuários e aquáticos, bem como
desenvolver estudos e preparar um bom sistema para realizar
CAPÍTULO II o Instituto de Pesquisa Público do MAP.
Estrutura Orgânica Funcional
2. A DNPE prossegue as seguintes atribuições:
Secção I
Estrutura a) Recolher, produzir, analisar, organizar e atualizar, dados
estatísticos e outros dados relevantes para a pros-
Artigo 4.º secução da missão do MAP, nomeadamente no âmbito
Estrutura Geral da produção agrícola, recursos florestais, pecuários e
aquáticos;
1. A Direção Geral de Cooperação e Desenvolvimento
Institucional integra as seguintes Direcções Nacionais: b) Desenvolver estudos de mapeamento temático com o
objetivo de entender e caracterizar a organização do
a) Direção Nacional de Pesquisa e Estatística; espaço no âmbito da missão do MAP;

b) Direção Nacional de Segurança Alimentar; c) Formular programas de pesquisa, em colaboração com


os serviços relevantes;
c) Direção Nacional de Formação e Treinamento Agrícola;

d) Direção Nacional de Extensão Agrícola; d) Promover a troca de informações e a transferência de


conhecimento no que diz respeito a técnicas de
e) Direcção Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do pesquisa, técnicas de veterinária, técnicas de pesca e
Setor Privado; aquicultura, recursos agrícolas e recursos florestais;

f) Direção Nacional de Quarentena e Biossegurança. e) Fornecer o apoio necessário para a execução dos
projetos aprovados e realizados ao abrigo do Fundo
2. As direções nacionais mencionadas no número anterior de Desenvolvimento Comunitário relacionados com a
estão na direta dependência da Direção Geral de agricultura, florestas, pescas e pecuária, em
Cooperação e Desenvolvimento Institucional e são coordenação com as autoridades relevantes;
dirigidas por um diretor nacional subordinado hierar-
quicamente à Direção Geral de Cooperação e Desenvol- f) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
vimento Institucional. anuais;

3. As direções nacionais mencionadas no número 1, regem-se g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais Artigo 6.º
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas Estrutura
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da Direção Geral de 1. Integram a estrutura de Pesquisa e Estatística os seguintes
Cooperação e Desenvolvimento Institucional do MAP. Departamentos:
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 107
Jornal da República
a) Departamento de Criação, Produção, Inovação e h) Desenvolver tecnologias adequadas à produção de
Tecnologia Pós-Colheita; ração animal através de produtos disponíveis;

b) Departamento de Solos e Nutrição das Plantas; i) Disseminar novas tecnologias descobertas, em


coordenação com a Direção Nacional de Agricultura e
c) Departamento de Estatística Agrícola; Horticultura (DNAH) e a Direção Nacional de Formação
e Treinamento Agrícola (DNFTA), aos agricultores e
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- aos demais interessados, através de formação e
se pelo princípio da especialização dos serviços da distribuição de materiais;
administração pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas j) Acompanhar as atividades de pesquisa desenvolvidas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa por outras entidades nacionais e internacionais que
unitária, integrada e coerente da DNPE. tenham relação com a missão do MAP;

3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas k) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
dos Departamentos, desde que exista um volume de para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a de atividades, relatórios de execução e da proposta de
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10 orçamento do Departamento;
trabalhadores.
l) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
4. Junto da Direção Nacional de Pesquisa e Estatística, funciona racional execução orçamental;
um gabinete de apoio administrativo ao Diretor Nacional
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, m) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
para efeitos salariais, a chefe de secção. trimestrais e anuais;

n) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e


Artigo7.º
das outras disposições legais relacionadas com a sua
Departamento de Criação, Produção, Inovação e Tecnologia
missão;
Pós-Colheita
o) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
1. O Departamento de Criação, Produção, Inovação e
instrução superior;
Tecnologia Pós-Colheita é o serviço do MAP responsável
por assegurar e promover os serviços técnicos-científicos
3. O Departemento de Criação, Produção, Inovação e
no sentido de melhorar a criação, produção, inovação e
Tecnologia Pós-Colheita é dirigido por um chefe de
tecnologia pós-colheita.
departemento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública, e
2. Compete especialmente ao Departamento de Criação, directamente subordinado ao Diretor Nacional de Pesquisa
Produção, Inovação e Tecnologia Pós-Colheita: e Estatística.
a) Recolher, conservar, melhorar e desenvolver recursos Artigo 8.º
genéticos de modo a aumentar a produção e apoiar as Departamento de Solos e Nutrição das Plantas
políticas de segurança alimentar;
1. O Departamento de Solos e Nutrição das Plantas é o serviço
b) Desenvolver recursos genéticos com características de do MAP responsável por promover os estudos no âmbito
adaptação, em coordenação com entidades nacionais dos solos e nutrição das plantas.
e internacionais;
2. Compete especialmente ao Departamento de Solos e Nutri-
c) Desenvolver recursos genéticos com potencialidade ção das Plantas:
que oferecem qualidades de produção elevada;
a) Estabelecer dados sobre solos e respetivas classifica-
d) Manter e melhorar variedades existentes e desenvolver ções, especialmente sobre solos agrícolas;
novas variedades que apresentam vantagens
competitivas; b) Produzir dados sobre solos em áreas específicas,
nomeadamente áreas agrícolas;
e) Desenvolver pesquisas intensivas nos centros de
pesquisa do MAP, de forma a promover a inovação; c) Apoiar o Departamento de Estatística no
desenvolvimento de informação sobre solos, através
f) Desenvolver tecnologias e mecanismos apropriados de mapeamento e estatística;
para o desenvolvimento de agricultura ecológica;
d) Disseminar dados sobre solos junto das direções
g) Desenvolver tecnologias inovadoras, em cooperação relevantes e do público, bem como no sítio do MAP na
com entidades nacionais e internacionais; internet;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 108
Jornal da República
e) Desenvolver relações de coordenação com demais coordenação com entidades com atribuições conexas
serviços relevantes sobre a nutrição das plantas; de modo a acompanhar a produção estatística de outros
serviços;
f) Desenvolver recomendações sobre a utilização de
adubos e pesticidas; f) Produzir dados estatísticos claros e relevantes e
disseminá-los pelas entidades relevantes;
g) Investigar, desenvolver e recomendar adubos sólidos
e líquidos; g) Centralizar a informação e os dados recolhidos no
âmbito das atividades de pesquisa e promover a
h) Desenvolver tecnologias de agricultura de disseminação desses dados e informações pelos
conservação; restantes serviços;

h) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ


i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ para a elaboração do plano de ação anual de atividades,
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos dos relatórios de execução e da proposta de orçamento
de atividades, relatórios de execução e da proposta de do Departamento;
orçamento do Departamento;
i) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e racional execução orçamental;
racional execução orçamental;
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, trimestrais e anuais;
trimestrais e anuais;
k) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e das outras disposições legais relacionadas com a sua
das outras disposições legais relacionadas com a sua missão;
missão;
l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por instrução superior;
instrução superior;
3. O Departemento de Estatística Agrícola é dirigido por um
3. O Departemento de Solos e Nutrição das Plantas é dirigido Chefe de Departemento, provido nos termos do regime
por um chefe de departemento, provido nos termos do dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
regime dos cargos de direção e de chefia da administração e directamente subordinado ao Diretor Nacional de
pública, e directamente subordinado ao Diretor Nacional Pesquisa e Estatística.
de Pesquisa e Estatística.
Subsecção II
Artigo 9.º Direção Nacional de Segurança Alimentar
Departamento de Estatística Agrícola
Artigo 10.º
1. O Departamento de Estatística Agrícola é o serviço do Atribuições
MAP responsável por assegurar a gestão do sistema de
informação e produção estatística do Ministério. 1. A Direção Nacional de Segurança Alimentar, abreviada-
mente designada por DNSA, tem por missão colaborar na
2. Compete especialmente ao Departamento de Estatística formulação, execução e promoção das políticas, dos
Agrícola: programas, das estratégias, das prioridades e dos objetivos
no âmbito da segurança alimentar.
a) Manter em funcionamento os equipamentos de recolha
de dados da Agricultura; 2. A DNSA, prossegue as seguintes atribuições:

b) Receber, tratar e analisar os dados recolhidos pelos a) Assegurar a coordenação e monitorização, bem como
equipamentos de informação estatística agrícola e o contínuo desenvolvimento e execução de projetos
disseminar as informações recolhidas pelos serviços com os parceiros de desenvolvimento, organizações
relevantes; internacionais e organizações não-governamentais
nacionais e internacionais (ONGN-ONGI) no âmbito da
c) Estabelecer os necessários mecanismos de segurança alimentar;
coordenação com entidades com atribuições conexas;
b) Implementar, em coordenação com os demais serviços
d) Assegurar a recolha de dados junto do Departamento relevantes, os mecanismos necessários para garantir a
de pesquisa e de outros serviços de modo a prosseguir criação de condições de segurança alimentar
com a sua missão; adequadas;

e) Estabelecer os necessários mecanismos de c) Assegurar a coordenação e a preparação do plano e da


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Jornal da República
programação de atividades no âmbito das intervenções b) Assegurar o funcionamento do Secretariado de
estruturais regionais e municipais relacionadas com Segurança e Soberania Alimentar, no âmbito do
segurança alimentar, em colaboração com outros Conselho Nacional de Segurança e Soberania Alimentar
serviços do MAP; e Nutricional de Timor-Leste, abreviadamente
designado por CONSSAN-TL;
d) Assegurar o funcionamento do Secretariado de
Segurança e Soberania Alimentar, no âmbito do c) Assegurar a coordenação e a preparação do plano e da
Conselho Nacional de Segurança e Soberania Alimentar programação de atividades no âmbito das intervenções
e Nutricional de Timor-Leste, abreviadamente estruturais municipais relacionadas com segurança
designado por CONSSAN-TL; alimentar, em colaboração com outros serviços do
MAP;
e) Garantir a publicação e disseminação de informação
relacionada com segurança alimentar, nomeadamente a d) Garantir a publicação e disseminação de informação
publicação de relatórios de progresso; relacionada com segurança alimentar, nomeadamente a
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, publicação de relatórios de progresso;
trimestrais e anuais;
e) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
g) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei; para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
Artigo 11.º orçamento do Departamento;
Estrutura
f) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
1. Integram a estrutura da DNSA os seguintes Departamentos: racional execução orçamental;

a) Departamento de Segurança Alimentar e Informação; g) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,


trimestrais e anuais;
b) Departamento de Coordenação dos Assuntos
Alimentares e Nutrição das Linhas Ministeriais; h) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua
2. Os Departamentos mencionados no número anterior regem- missão;
se pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais i) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas instrução superior;
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNSA. 3. O Departemento de Segurança Alimentar e Informação é
dirigido por um chefe de departemento, provido nos termos
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas do regime dos cargos de direção e de chefia da adminis-
dos Departamentos, desde que exista um volume de tração pública, e directamente subordinado ao Diretor
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a Nacional de Segurança Alimentar.
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
trabalhadores. Artigo 13.º
Departamento de Coordenação dos Assuntos Alimentares e
4. Junto da Direção Nacional de Segurança Alimentar, funciona Nutrição das Linhas Ministeriais
um gabinete de apoio administrativo ao Diretor Nacional
que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado, 1. O Departamento de Coordenação dos Assuntos Alimentares
para efeitos salariais, a chefe de secção. e Nutrição das Linhas Ministeriais é o serviço responsável
por assegurar as relações com as linhas Ministeriais e
Artigo 12.º outras entidades relevantes no âmbito da segurança
Departamento de Segurança Alimentar e Informação alimentar.

1. O Departamento de Segurança Alimentar e Informação é o 2. Compete especialmente ao Departamento de Coordenação


serviço responsável por assegurar o apoio técnico aos dos Assuntos Alimentares e Nutrição das Linhas
demais serviços relevantes em matéria de segurança Ministeriais:
alimentar e por promover a disseminação de informação no
âmbito do seu setor de atividade. a) Assegurar a coordenação, monitorização e avaliação,
bem como o contínuo desenvolvimento e execução de
2. Compete especialmente ao Departamento de Segurança projetos com os linhas Ministerias, parceiros de
Alimentar e Informação: desenvolvimento, organizações internacionais e
organizações não-governamentais, no âmbito da
a) Assegurar a formulação, executar e promover as segurança alimentar;
políticas, os programas, as estratégias, as prioridades
e os objetivos no âmbito da segurança alimentar; b) Implementar, em coordenação com os demais serviços
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Jornal da República
relevantes, os mecanismos necessários para garantir a Universidade Nacional Timor Lorosa’e e outras
criação de condições de segurança alimentar instituições nacionais que trabalhem na área da
adequadas; formação relacionada com a missão do MAP;

c) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ f) Promover a integração profissional dos participantes
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos dos cursos apoiados ou promovidos pelo MAP;
de atividades, relatórios de execução e da proposta de
orçamento do Departamento; g) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
d) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
racional execução orçamental; h) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei;

e) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Artigo 15.º


trimestrais e anuais; Estrutura

f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e 1. Integram a estrutura da DNFTA os seguintes Departa-
das outras disposições legais relacionadas com a sua mentos e serviços equiparados a Departamento:
missão;
a) Departamento de Currículo e Avaliação do Ensino
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Técnico Agrícola;
instrução superior;
b) Departamento de Formação Técnica Agrícola;
3. O Departemento de Coordenação dos Assuntos Alimentares
e Nutrição das Linhas Ministeriais é dirigido por um chefe c) Escola Técnica Agrícola de Natarbora;
de departemento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública, e d) Escola Técnica Agrícola de Moleana.
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Segurança
Alimentar. 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
pelo princípio da especialização dos serviços da
Subsecção III administração pública e colaboram entre si e com os demais
Direção Nacionál de Formação e Treinamento Agrícola órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
Artigo 14.º unitária, integrada e coerente da DNFTA.
Atribuições
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
1. A Direção Nacional de Formação e Treinamento Agrícola, dos Departamentos, desde que exista um volume de
abreviadamente designada por DNFTA, tem por missão trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
promover, desenvolver e implementar programas de supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
formação especializada no âmbito das atribuições do MAP. trabalhadores.

2. A DNFTA prossegue as seguintes atribuições: 4. Junto da Direção Nacional de Formação e Treinamento


Agrícola funciona um gabinete de apoio administrativo ao
a) Participar na formulação e atualização dos currículos Diretor Nacional que é coordenado por um chefe de
das escolas técnicas-profissionais agrícolas, em gabinete equiparado, para efeitos salariais, a chefe de
coordenação com as demais entidades competentes; secção.

b) Promover o adequado funcionamento e gestão das Artigo 16.º


escolas técnicas-profissionais agrícolas; Departamento de Currículo e Avaliação do Ensino Técnico
Agrícola
c) Colaborar na formação de professores e formadores
das escolas técnicas-profissionais agrícolas ou de 1. O Departamento de Currículo e Avaliação do Ensino Técnico
cursos no âmbito da missão do MAP; Agrícola é o serviço responsável por coordenar o trabalho
relacionado com o currículo e a avaliação do ensino técnico;
d) Apoiar e fomentar o desenvolvimento de cursos e
formações especializadas que permitam aumentar a 2. Compete especialmente ao Departamento de Currículo e
empregabilidade, desenvolver competências adicionais Avaliação do Ensino Técnico Agrícola:
ou desenvolver conhecimentos técnicos específicos
dos seus destinatários, em conjunto com as demais a) Coordenar com os restantes Departamentos da DNFTA
entidades governamentais responsáveis pela formação a elaboração do plano anual e a preparação do
e emprego; orçamento para os programas de formação;

e) Estabelecer uma colaboração estreita com a b) Desenvolver um plano de trabalho relacionado com os
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Jornal da República
serviços de formação, nomeadamente no âmbito da 2. Compete especialmente ao Departamento de Formação
preparação do plano ou dos programas anuais, análise Técnica Agrícola:
do plano de ensino anual, em coordenação com os
serviços relevantes do Ministério da Educação; a) Participar na formulação e atualização dos currículos
das escolas técnicas profissionais agrícolas, em
c) Monitorizar a implementação dos programas coordenação com as demais entidades competentes;
curriculares e a avaliação e exames finais de acordo
com o plano de ação anual; b) Promover o adequado funcionamento e gestão das
escolas técnicas profissionais agrícolas;
d) Elaborar o manual de exame nacional;

e) Representar a DNFTA na formulação e atualização dos c) Colaborar na formação de professores e formadores


currículos das escolas técnicas profissionais agrícolas, das escolas técnicas profissionais agrícolas ou de
em coordenação com as demais entidades competentes; cursos no âmbito da missão do MAP;

f) Promover o adequado funcionamento e gestão das d) Apoiar e fomentar o desenvolvimento de cursos e


escolas técnicas profissionais agrícolas; formações especializadas que permitam aumentar a
empregabilidade, desenvolver competências adicionais
g) Colaborar e fornecer dados ao Departamento de ou desenvolver conhecimentos técnicos específicos
formação técnica agrícola sobre a formação de dos seus destinátarios, em conjunto com as demais
professores e formadores das escolas técnicas entidades governamentais responsáveis pela formação
profissionais agrícolas ou de cursos no âmbito da e emprego;
missão da DNFTA;
e) Estabelecer uma colaboração estreita com a
h) Preparar conceitos e elaborar planos relativamente aos Universidade Nacional de Timor Lorosa’e e Instituições
serviços do ensino técnico agrícola, principalmente da nacionais que trabalhem na área da formação
responsabilidade dos serviços curriculares e relacionada com a missão do MAP;
pedagógicos, materiais didácticos e metodologia do
ensino técnico agrícola, avaliação do processo de f) Promover a integração profissional dos participantes
ensino e aprendizagem e da realização do exame dos cursos apoiados ou promovidos pelo MAP;
nacional;
g) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ trimestrais e anuais;
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
de atividades, relatórios de execução e da proposta de h) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei;
orçamento do Departamento;
3. O Departemento de Formação Técnica Agrícola das Linhas
j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e Ministeriais é dirigido por um chefe de departemento,
racional execução orçamental; provido nos termos do regime dos cargos de direção e de
chefia da administração pública, e directamente subor-
k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, dinado ao Diretor Nacional de Formação e Treinamento
trimestrais e anuais; Agrícola.

l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e Artigo 18.º


das outras disposições legais relacionadas com a sua Escola Técnica Agrícola de Natarbora;
missão;
1. A Escola Técnica Agrícola de Natarbora é um serviço do
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por MAP equiparado a Departamento e é o serviço
instrução superior; responsável por assegurar o ensino técnico agrícola quer
ao nível do ensino secundário quer ao nível de cursos de
3. O Departemento de Currículo e Avaliação do Ensino Técnico curta duração, especialmente na área de produção alimentar
Agrícola das Linhas Ministeriais é dirigido por um chefe e horticultura.
de departemento, provido nos termos do regime dos cargos
de direção e de chefia da administração pública e 2. Compete especialmente à Escola Técnica Agrícola de
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Formação Natarbora:
e Treinamento Agrícola.
a) Implementar, coordenar e avaliar o currículo do ensino
Artigo 17.º técnico agrícola;
Departamento de Formação Técnica Agrícola
b) Assegurar o funcionamento do ensino secundário
1. O Departamento de Formação Técnico Agrícola é o serviço técnico agrícola da responsabilidade do Ministério da
responsável por assegurar o apoio técnico no âmbito da Agricultura e Pescas, colaborando sempre que
formação técnica agrícola; necessário com o Ministério da Educação;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 112
Jornal da República
c) Apostar na melhoria constante da qualidade do ensino MAP equiparado a Departamento e é o serviço respon-
técnico agrícola, desde o nível secundário até ao nível sável por assegurar o ensino técnico agrícola quer ao nível
pós-secundário, nomeadamente através da participação do ensino secundário quer ao nível de cursos de curta
da preparação de uma proposta de currículo adequado; duração, especialmente na área de plantas industriais.

d) Ministrar cursos de ensino pós-secundário na área do 2. Compete especialmente à Escola Técnica Agrícola de
ensino técnico agrícola, nos termos da lei; Moleana:

e) Implementar programas de educação não formal e a) Implementar, coordenar e avaliar o currículo do ensino
ministrar cursos de curta duração nas áreas de tutela técnico agrícola;
do Ministério, em estreita colaboração com outras
entidades com atribuições conexas; b) Assegurar o funcionamento do ensino secundário
técnico agrícola da responsabilidade do Ministério da
f) Promover e incentivar programas de aprendizagem ao Agricultura e Pescas, colaborando sempre que
longo da vida; necessário com o Ministério da Educação;

g) Capacitar os técnicos de agricultura, horticultura, c) Apostar na melhoria constante da qualidade do ensino


pecuária, veterinária, florestas e pescas, em técnico agrícola, desde o nível secundário até ao nível
coordenação com os demais serviços relevantes, de pós-secundário, nomeadamente através da participação
modo a promover a sua independência, o aperfeiçoa- da preparação de uma proposta de currículo adequado;
mento dos seus conhecimentos técnicos e o
empreendedorismo nacional; d) Ministrar cursos de ensino pós-secundário na área do
ensino técnico agrícola, nos termos da lei;
h) Desenvolver investigações científicas nas áreas de
tutela do Ministério, de modo a prestar um melhor e) Implementar programas de educação não formal e
serviço à comunidade, em coordenação com as demais ministrar cursos de curta duração nas áreas de tutela
entidades competentes; do Ministério, em estreita colaboração com outras
entidades com atribuições conexas;
i) Promover a constante profissionalização dos seus
alunos, de modo a garantir a existência de recursos f) Promover e incentivar programas de aprendizagem ao
humanos com qualidade nas suas áreas de formação; longo da vida;

j) Prestar o apoio necessário aos restantes Departamentos g) Capacitar os técnicos de agricultura, horticultura,
da DNFTA para a elaboração do plano de ação anual, pecuária, veterinária, florestas e pescas, em
dos planos de atividades, relatórios de execução e coordenação com os demais serviços relevantes, de
proposta de orçamento do Departamento; modo a promover a sua independência, o aperfeiçoa-
mento dos seus conhecimentos técnicos e o
k) Colaborar com os restantes Departamentos da DNFTA empreendedorismo nacional.
e demais serviços do MAP de modo a garantir uma boa h) Desenvolver investigações científicas nas áreas de
e racional execução orçamental; tutela do Ministério, de modo a prestar um melhor
serviço à comunidade, em coordenação com as demais
l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, entidades competentes.
trimestrais e anuais;
i) Promover a constante profissionalização dos seus
m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e alunos, de modo a garantir a existência de recursos
das outras disposições legais relacionadas com a sua humanos com qualidade nas suas áreas de formação;
missão;
j) Prestar o apoio necessário aos restantes Departamentos
n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por da DNFTA para a elaboração do plano de ação anual,
instrução superior. dos planos de atividades, relatórios de execução e da
proposta de orçamento do Departamento;
3. A Escola Técnica Agrícola de Natarbora é dirigido por um
Diretor da Escola, equiparado em todos os efeitos legais à k) Colaborar com os restantes Departamentos da DNFTA
chefe de departemento, provido nos termos do regime dos e demais serviços do MAP de modo a garantir uma boa
cargos de direção e de chefia da administração pública e e racional execução orçamental;
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Formação
e Treinamento Agrícola. l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais
trimestrais e anuais;
Artigo 19.º
Escola Técnica Agrícola de Moleana m) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua
1. A Escola Técnica Agrícola de Moleana é um serviço do missão;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 113
Jornal da República
n) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por l) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei;
instrução superior.
Artigo 21.º
3. A Escola Técnica Agrícola de Moleana é dirigido por um Estrutura
Diretor da Escola, equiparado em todos os efeitos legais à
chefe de departemento, provido nos termos do regime dos 1. Integram a estrutura da DNEA os seguintes Departamentos
cargos de direção e de chefia da administração pública, e e serviços equiparados a Departamento:
directamente subordinado ao Diretor Nacional de Formação
e Treinamento Agrícola. a) Departamento de Formação e Capacitação da Extensão
Agrícola;
Subsecção IV
Direção Nacional de Extensão Agrícola b) Departamento de Desenvolvimento do Programa e da
Metodologia de Extensão;
Artigo 20.º
Atribuições c) Departamento de Informação Agrícola;

1. A Direção Nacional de Extensão Agrícola, abreviadamente 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se


designada por DNEA, tem por missão coordenar e pelo princípio da especialização dos serviços da
implementar as atividades de extensão agrícola, bem como administração pública e colaboram entre si e com os demais
fiscalizar o cumprimento da lei no domínio dos serviços de órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
extensão agrícola. atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
unitária, integrada e coerente da DNEA.
2. A DNEA prossegue as seguintes atribuições:
3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas
a) Implementar estratégias de extensão agrícola, dos Departamentos, desde que exista um volume de
nomeadamente através da promoção da realização desta trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
actividade por outras entidades públicas ou privadas; supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
trabalhadores.
b) Participar na formação e implementação dos programas
de formação e informação adequados aos agricultores 4. Junto da Direção Nacional de Extensão Agrícola funciona
e extensionistas, em conjunto com a Direção Nacional um gabinete de apoio administrativo ao Diretor Nacional
de Formação Técnica Agrícola; que é coordenado por um chefe de gabinete equiparado,
para efeitos salariais, a chefe de secção.
c) Colaborar na formulação de políticas, programas e
estratégias relacionadas com a sua missão; Artigo 22.º
Departamento de Formação e Capacitação da Extensão
d) Cooperar na implementação dos programas de apoio Agrícola
técnico ao desenvolvimento agrícola e rural com
organizações e instituições internacionais e nacionais 1. O Departamento de Formação e Capacitação da Extensão
relevantes. Agrícola é a unidade de serviços responsável por
e) Garantir a implementação das políticas, estratégias e implementar a missão da DNEA conexas a Estratégias de
do manual de extensão agrícola em todos os niveis; Desenvolvimento da Capacitação Pessoal e da Extensão
Agrícola;
f) Promover a realização de atividades de extensão agrícola
por outras entidades públicas, privadas e organizações 2. Compete específicamente ao Departamento de Formação e
não-governamentais; Capacitação da Extensão Agrícola:

g) Disseminar informações e transmitir conhecimentos e a) Capacitar os pessoais da Extensão Agrícola Municipal


técnicas na área agrícola; em Coordenação com a DNFTA e as Direções Técnicas
do MAP;
h) Formular e implementar programas de formação e
treinamento adequados aos extensionistas e b) Desenvolver os Currículos e Módulos de Capacitação
agricultores; das “Boas Práticas Agrícolas (BPA)” em Coordenação
com as Direções Técnicas;
i) Promover as organizações de produtores através de
formações e assistência técnica; c) Estabelecer e desenvolver mecanismos de coordenação
e de cooperação de serviços com todas as entidades
j) Acompanhar e monitorizar a implementação dos projetos relevantes (internais e externais da DNEA) na
nas áreas de tutela; implementação das tarefas;

k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, d) Coordenar e cooperar bem com a DNAF, DNPPM e a
trimestrais e anuais; UAJ na elaboração do plano de acção anual, dos planos
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de atividades, relatórios de execução e da proposta de directamente subordinado ao Diretor Nacional de Extensão
orçamento do Departamento; Agrícola.

e) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, Artigo 24.º


trimestrais e anuais; Departamento de Informação Agrícola

f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e 1. O Departamento de Informação Agrícola é a unidade dos
das outras disposições legais em vigor; serviços responsável por implementar a missão da DNEA
conexas a Estratégias de Desenvolvimento da Média que
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por apoia as tarefas da Extensão Agrícola;
instrução superior.
2. Compete específicamente ao Departamento de Informação
3. O Departemento de Formação e Capacitação da Extensão Agrícola:
Agrícola é dirigido por um chefe de departemento, provido
nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da a) Criar e desenvolver a Média que apoia a Extensão
administração pública, e directamente subordinado ao Agrícola;
Diretor Nacional de Extensão Agrícola.
b) Realizar periodicamente a cobertura de Informação
Artigo 23.º Agrícola dos Municípios, fazer correcção e
Departamento de Desenvolvimento do Programa e da redivulgação;
Metodologia de Extensão
c) Promover periodicamente os resultados da aplicação
1. O Departamento de Desenvolvimento do Programa e da das “Boas Práticas Agrícolas (BPA)” através da Média
Metodologia de Extensão é a unidade de serviços de Extensão Agrícola;
responsavel por implementar a missão da DNEA conexas a d) Estabelecer e desenvolver mecanismos de coordenação
Estratégias de Desenvolvimento do Programa e da e cooperação de serviços com todas as entidades
Metodologia de Extensão Agrícola; relevantes (internais e externais da DNEA) na
implementação das suas tarefas;
2. Compete específicamente ao Departamento de Desenvolvi-
mento do Programa e de Metodologia da Extensão Agrícola: e) Coordenar e cooperar bem com a DNAF, DNPPM e a
UAJ na elaboração do plano de acção anual, dos planos
a) Desenvolver o programa e a metodologia de extensão de atividades, relatórios de execução e da proposta de
agrícola; orçamento do Departamento;

b) Promover e acompanhar os pessoais da Extensão f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,


Agrícola Municipal na alplicação das “Boas Práticas trimestrais e anuais;
Agrícolas (BPA)” com adequadas Metodologias de
Extensão Agrícola; g) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais em vigor;
c) Estabelecer e desenvolver mecanismos de coordenação
e cooperação de serviços com todas as entidades h) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
relevantes (internais e externais da DNEA) na instrução superior.
implementação das suas tarefas;
3. O Departemento de Informação Agrícola é dirigido por um
d) Coordenar e cooperar bem com a DNAF, DNPPM e a chefe de departemento, provido nos termos do regime dos
UAJ na elaboração do plano de acção anual, dos planos cargos de direção e de chefia da administração pública, e
de atividades, relatórios de execução e da proposta de directamente subordinado ao Diretor Nacional de Extensão
orçamento do Departamento; Agrícola.

e) Elaborar relatório de atividades semanais, mensais, Subsecção V


trimestrais e anuais; Direção Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do Setor
Privado
f) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e
das outras disposições legais em vigor; Artigo 25.º
Atribuições
g) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior. 1. A Direção Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do
Setor Privado, abreviadamente designada por DNACCSP,
3. O Departamento de Desenvolvimento do Programa e da tem por missão implementar a política de agro-comércio,
Metodologia de Extensão é dirigido por um chefe de bem como avaliar os efeitos da política macro-económica
departemento, provido nos termos do regime dos cargos nacional e internacional sobre a produção agrícola, pecuária,
de direção e de chefia da administração pública, e pescas e florestais.
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2. A DNACCSP, prossegue as seguintes atribuições: trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
a) Colaborar na definição da política de agro-comércio; trabalhadores.

b) Identificar, formular, monitorizar e avaliar programas e 4. Junto da Direção Nacional de Agro-Comércio e Cooperação
projetos estratégicos de interesse do MAP relacionados do Setor Privado funciona um gabinete de apoio
com a sua missão e emitir pareceres sobre a sua administrativo ao Diretor Nacional que é coordenado por
viabilidade técnica e económica; um chefe de gabinete equiparado, para efeitos salariais, a
chefe de secção.
c) Colaborar com as entidades relevantes na formulação
de directrizes e estratégias de acção nas áreas de crédito Artigo 27.º
rural e incentivos fiscais; Departamento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros
d) Garantir a recolha e o tratamento de informação relativa
aos mercados agrícolas; 1. O Departamento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros é o
e) Produzir informação técnica-económica relativa à serviço responsável por estudar as potencialidades
explorações agrícolas; relativas à comercialização de produtos agrícolas, florestais
animais e pesqueiros.
f) Apoiar o desenvolvimento produtivo e industrial do
setor agrário; 2. Compete especialmente ao Departamento de Promoção da
Comercialização de Produtos Agrícolas, Florestais, Animais
g) Implementar medidas adequadas para o desenvolvi- e Pesqueiros:
mento do setor agro-alimentar;
a) Acompanhar as atividades de comercialização dos
h) Promover, em coordenação com os Ministérios com produtos agrícolas, florestais, café, plantas industriais,
atribuições conexas, o desenvolvimento rural, animais e pescado;
encorajando um sistema cooperativo de produção e
comercialização da produção agrícola; b) Estabelecer um sistema de informação de mercado dos
produtos agrícolas, florestais, café, plantas industriais,
i) Identificar e facilitar a promoção de produtos agrícolas, animais e pescado e manter os respetivos dados
florestais e animais de origem nacional, nomeadamente atualizados;
através da procura de novos mercados;
c) Recolher e disseminar informação sobre a
j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, comercialização de produtos agrícolas, florestais, café,
trimestrais e anuais; plantas industriais, animais e pescado;

k) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. d) Estudar e analisar o mercado de produtos agrícolas,
florestais, plantas industriais, café, animais e pescado
Artigo 26.º e as respetivas cadeias de valor acrescentado;
Estrutura e) Desenvolver análises de custo-benefício;
1. Integram a estrutura da DNACCSP os seguintes Departa- f) Acompanhar e disseminar informação sobre os preços
mentos: de produtos agrícolas, florestais, café, plantas
industriais, animais e pescado;
a) Departamento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros; g) Estudar e analisar o mercado agrícola, florestal, animal
e do pescado, bem como as suas potencialidades e o
b) Departamento de Apoio Técnico ao Setor Privado; valor dos produtos;

c) Departamento de Informação do Mercado de Produtos h) Estabelecer os necessários mecanismos de


Agrícolas. coordenação com as demais entidades relevantes no
sentido de promover o agro-comércio e desenvolver
2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se estudos sobre este setor;
pelo princípio da especialização dos serviços da
administração pública e colaboram entre si e com os demais i) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa de atividades, relatórios de execução e da proposta de
unitária, integrada e coerente da DNACCSP. orçamento do Departamento;

3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas j) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e
dos Departamentos, desde que exista um volume de racional execução orçamental;
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k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, 3. O Departemento de Apoio Técnico ao Setor Privado é
trimestrais e anuais; dirigido por um chefe de departemento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da
l) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e administração pública, e directamente subordinado ao
das outras disposições legais relacionadas com a sua Diretor Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do Setor
missão; Privado.

m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por Artigo 29.º


instrução superior; Departamento de Informação do Mercado dos Produtos
Agrícolas
3. O Departemento de Promoção da Comercialização de
Produtos Agrícolas, Florestais, Animais e Pesqueiros é 1. O Departemento de Informação do Mercado dos Produtos
dirigido por um chefe de departemento, provido nos termos Agrícolas é o serviço responsável por tomar decisões sobre
do regime dos cargos de direção e de chefia da oportunidades potenciais, seleção de mercado alvo,
administração pública, e directamente subordinado ao segmento de mercado, plano e implementação de programas
Diretor Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do Setor de mercadoria, desempenho de mercado e controlo.
Privado.
2. O departamento de Informação do Mercado dos Produtos
Artigo 28.º Agrícolas tem as sequintes competências:
Departamento de Apoio Técnico ao Setor Privado
a) Gerir, coordenar, implementar, monitorizar e avaliar a
1. O Departamento de Apoio Técnico ao Setor Privado é o execução do programa do departamento que chefia;
serviço responsável por providenciar assistência técnica
a cooperativas, pequenas indústrias e associações de b) Fazer levantamento de dados sobre os preços do
agricultores na área do agro-comércio. mercado para os produtos agrícolas, florestais, café,
plantas industriais, animais, pescado;
2. Compete especialmente ao Departamento de Apoio Técnico
ao Setor Privado: c) Fazer levantamento de dados sobre os preços de
produtos agrícolas, florestais, café, plantas industriais,
a) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com pecuária, pescado para os supermercados nacionais e
o setor privado, nomeadamente cooperativas, municipais;
pequenas indústrias e associações de agricultores, e d) Analisar os dados dos preços de produtos agrícolas,
com as demais instituições públicas relevantes, no das plantas industriais, dos animais e do pescado;
sentido de promover o investimento no agro-comércio,
e diante a disseminação de informação e assistência e) Estabelecer redes de informação sobre o mercado dos
técnica; produtos agrícolas, florestais, do café, das plantas
industriais, da pecuária, e do pescado;
b) Prestar assistência técnica às cooperativas, pequenas
indústrias e associações de agricultores no sentido de f) Estabelecer um sistema de informação de mercado dos
incrementar a sua produção e facilitar a comercialização produtos agrícolas, florestais, do café, das plantas
dos seus produtos, reforçando a segurança alimentar; industriais, da pecuária e do pescado, e manter os
respetivos dados atualizados;
c) Desenvolver um manual de assistência técnica para os
agro-comerciantes; g) Recolher e disseminar informação sobre a
comercialização de produtos agrícolas, florestais, do
d) Prestar o apoio necessário à DNAF, DNPPM e à UAJ café, das plantas indutriais, da pecuária e do pescado;
para a elaboração do plano de ação anual, dos planos
de atividades, relatórios de execução e da proposta de h) Estudar e analisar o mercado de produtos agrícolas,
orçamento do Departamento; florestais, do café, das plantas industriais, da pecuária
e do pescado e as respetivas cadeias de valor
e) Colaborar com a DNAF de modo a garantir uma boa e acrescentado;
racional execução orçamental;
i) Acompanhar e disseminar informação sobre a tendência
f) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, do preço de produtos agrícolas, florestais, do café, das
trimestrais e anuais; plantas indutriais, da pecuária e do pescado para os
agricultores, negociantes e associações dos
g) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e agricultores;
das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão; j) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
trimestrais e anuais;
h) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior; 3. O Departemento de Informação do Mercado dos Produtos
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Agrícolas é dirigido por um chefe de departemento, provido c) Departamento de Quarentena de Animais;
nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
administração pública, e directamente subordinado ao 2. Os Departamentos mencionados no número 1 regem-se
Diretor Nacional de Agro-Comércio e Cooperação do Setor pelo princípio da especialização dos serviços da
Privado. administração pública e colaboram entre si e com os demais
órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
Subsecção VI atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
Direção Nacional de Quarentena e Biossegurança unitária, integrada e coerente da DNQB.

Artigo 30.º 3. Podem ser criadas secções, como subunidades orgânicas


Atribuições dos Departamentos, desde que exista um volume de
trabalho e uma complexidade que o justifique, bem como a
1. A Direção Nacional de Quarentena e Biossegurança, supervisão por um Chefe de Secção de, no mínimo, 10
abreviadamente designada por DNQB, tem por missão trabalhadores.
implementar e garantir o cumprimento das leis e
regulamentos sobre a quarentena e sobre o controlo 4. Junto da Direção Nacional de Quarentena e Biossegurança
sanitário aplicável à importação e exportação de animais, funciona um gabinete de apoio administrativo ao Diretor
plantas, produtos animais e vegetais, mercadorias, bens Nacional que é coordenado por um chefe de gabinete
ou objetos, bem como sobre o controlo sanitário de equiparado, para efeitos salariais, a chefe de secção.
veículos, incluindo navios e aeronaves.
Artigo 32.º
2. A DNQB prossegue as seguintes atribuições: Departamento de Administração, Informação e
Contraordenações
a) Aplicar as medidas de quarentena, sempre que tal
verifique como necessário, procedendo nomeadamente 1. O Departamento de Administração, Informação e Contraor-
às inspeções de qualquer item, carga ou mercadoria, denações é o serviço responsável por assegurar o apoio
animais vivos ou plantas vivas, produtos derivados administrativo, de informação e o apoio técnico necessário
ou de origem animal ou vegetal, solos, máquinas, no âmbito do processo contraordenacional da DNQB.
equipamentos, ou veículos, incluindo navios e
aeronaves, nos termos da lei; 2. Compete especialmente ao Departamento de Administração,
Informação e Contraordenações:
b) Exercer as competências que lhe forem atribuídas por
lei no que diz respeito às autorizações de importação e a) Estabelecer os mecanismos de coordenação
exportação de determinados bens, mercadorias, necessários com os serviços relevantes, de modo a
sementes, solos, produtos ou seres vivos, em garantir a devida execução orçamental, em conformidade
coordenação com os demais serviços com atribuições com o plano de ação anual, bem como a elaboração dos
conexas; planos e programas de atividades da Direção Nacional
e a proposta de orçamento;
c) Proceder ao levantamento dos autos de contraorde-
nação previstos na legislação aplicável à quarentena e b) Disseminar informação sobre a missão e o trabalho
ao controlo sanitário para efeitos de importação e desempenhado pela quarentena junto do público;
exportação e proceder à respetiva instrução dos
processos, bem como à aplicação de sanções; c) Disseminar e fornecer informação ao público sobre o
processo de importação e exportação de produtos
d) Tramitar o expediente relativo ao pagamento das coimas agrícolas, florestais, animais ou derivados e outros tipos
ou das taxas devidas pela prestação de serviços de de produtos alimentares;
quarentena e controlo sanitário;
d) Coordenar a recolha e análise de dados relativos à
e) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, importação e exportação de bens, materiais ou seres
trimestrais e anuais. vivos sujeitos a quarentena pelos restantes
Departamentos e gerir a correspondente base de dados
f) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. em coordenação com a Direção Nacional de Pesquisa e
Estatística (DNPE);
Artigo 31.º
Estrutura e) Receber pedidos de autorização de importação e
exportação nos termos da lei e envolver os
1. Integram a estrutura da DNQB os seguintes Departamentos: Departamentos relevantes da direção na análise e
decisão do pedido, bem como os restantes serviços
a) Departamento de Administração, Informação e técnicos do MAP para efeitos de parecer sobre o
Contraordenações; pedido;

b) Departamento de Quarentena de Plantas; f) Instruir processos de contraordenação levantados


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pelos Departamentos relevantes e proceder à aplicação Departamento de Administração, Informação e
de sanções; Contraordenações;
g) Tramitar o expediente relativo ao pagamento das coimas i) Prestar o apoio necessário ao Departamento de
ou das taxas devidas pela prestação de serviços de Administração, Informação e Contraordenações para a
quarentena e controlo sanitário; elaboração do plano de ação anual, planos de
h) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e atividades, relatórios de execução e da proposta de
das outras disposições legais no âmbito da sua missão; orçamento de orçamento do Departamento;

i) Coordenar a elaboração de relatórios de atividades j) Recolher os dados relativos à importação e exportação


semanais, mensais, trimestrais e anuais da Direção de plantas ou produtos derivados e remetê-los ao
Nacional; Departamento de Aadministração, Informação e
Contraordenações;
j) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
instrução superior;
k) Zelar pelo cumprimento das leis,dos regulamentos e
das outras disposições legais relacionadas com a sua
3. O Departemento de Administração, Informação e Contraor-
missão;
denações é dirigido por um chefe de departemento, provido
nos termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
l) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais,
administração pública, e directamente subordinado ao
trimestrais e anuais;
Diretor Nacional de Quarentena e Biossegurança.
m) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por
Artigo 33.º
instrução superior;
Departamento de Quarentena de Plantas

1. O Departamento de Quarentena de Plantas é o serviço res- 3. O Departemento de Quarentena de Plantas é dirigido por
ponsável por garantir a aplicação e fiscalizar o cumprimento um chefe de departemento, provido nos termos do regime
da lei aplicável à quarentena no âmbito da importação e dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
exportação de plantas, sementes, produtos florestais, e directamente subordinado ao Diretor Nacional de
produtos vegetais e amostras de solo. Quarentena e Biossegurança.

2. Compete especialmente ao Departamento de Quarentena Artigo 34.º


de Plantas: Departamento de Quarentena de Animais

a) Emitir certificados fitossanitários, nos termos da lei; 1. O Departamento de Quarentena de Animais é o serviço
responsável por garantir a aplicação e fiscalizar o
b) Assegurar a aplicação das medidas de quarentena a cumprimento da lei aplicável à quarentena no âmbito da
plantas ou produtos derivados; importação e exportação de animais e produtos derivados;

c) Proceder às necessárias fiscalizações e inspeções de 2. Compete especialmente ao Departamento de Quarentena


controlo fitossanitário nos postos de fronteira, a de Animais:
qualquer carga, correio, bagagem, embalagens
contentores, veículos ou qualquer outro item nos termos a) Emitir certificados zoosanitários nos termos da lei
da legislação aplicável; mediante parecer dos serviços relevantes da Direção
Geral de Pecuária e Veterinária;
d) Garantir a realização da quarentena de pré-importação
e pós-importação de plantas ou seus derivados nos b) Assegurar a aplicação das medidas de quarentena a
termos da lei; animais ou produtos derivados;

e) Colaborar na análise dos pedidos de importação e c) Proceder às necessárias fiscalizações e inspeções de


exportação submetidos à DNQB, em conformidade com controlo zoossanitário nos postos de fronteira, a
a lei; qualquer carga, correio, bagagem, embalagens,
contentores, veículos ou qualquer outro item nos termos
f) Colaborar na elaboração da lista de itens de importação da legislação aplicável;
proibida ou restrita, da lista de pragas sujeitas ao
controlo de quarentena e da lista de pontos de entrada, d) Garantir a realização da quarentena de pré-importação
de exportação e de saída; e pós-importação de animais ou seus derivados nos
termos da lei;
g) Proceder ao levantamento de autos em caso de
contraordenação; e) Colaborar na análise dos pedidos de importação e
exportação submetidos à DNQB, em conformidade com
h) Ordenação detectada e remeter os mesmos ao a lei;
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f) Colaborar na elaboração da lista de itens de importação incluídos na respetiva área de atribuições, de acordo
proibida ou restrita, da lista de doenças sujeitas ao com o programa do Governo e sob orientação dos
controlo de quarentena e da lista de pontos de entrada, Membros do Governo;
de exportação e de saída;
c) Propor as medidas mais convenientes para a realização
g) Proceder ao levantamento de autos em caso de dos objetivos enunciados na alínea anterior;
contraordenação detectada e remeter os mesmos ao
Departamento de Administração, Informação e d) Emitir pareceres e providenciar apoio técnico na sua
Contraordenações;
área de competência ao Governo em geral e aos
Membros do Governo responsáveis pela pasta da
h) Prestar o apoio necessário ao Departamento de
Agricultura e Pescas;
Administração, Informação e Contraordenações para a
elaboração do plano de ação anual, planos de
atividades, relatórios de execução e da proposta de e) Supervisionar a execução técnica dos programas
orçamento do Departamento; desenvolvidos no âmbito das atribuições da Direção
Geral de Cooperação e Desenvolvimento Institucional;
i) Recolher os dados relativos à importação e exportação
de animais e produtos derivados e remetê-los ao f) Promover a realização de reuniões de trabalho
Departamento de Administração, Informação e periódicas com os diretores nacionais que de si
Contraordenações; dependem, de modo a estar permanente informado
sobre as atividades dos serviços da Direção Geral de
j) Zelar pelo cumprimento das leis, dos regulamentos e Cooperação e Desenvolvimento Institucional;
das outras disposições legais relacionadas com a sua
missão; g) Exercer o poder disciplinar, nos termos da lei;

k) Elaborar relatórios de atividades semanais, mensais, h) Realizar a avaliação de desempenho dos seus
trimestrais e anuais; subordinados, nos termos da lei;

l) Quaisquer outras que lhe sejam determinadas por i) Coordenar a definição de regras operacionais e
instrução superior;
procedimentos que permitam harmonizar o
funcionamento integrado e a articulação dos serviços
3. O Departemento de Quarentena de Animais é dirigido por
do MAP, em colaboração com os Diretores-Nacionais
um chefe de departemento, provido nos termos do regime
e o Inspector Geral;
dos cargos de direção e de chefia da administração pública,
e directamente subordinado ao Diretor Nacional de
Quarentena e Biossegurança. j) Coordenar a harmonização e coerência do plano de ação
anual do MAP e da proposta de orçamento, após
CAPÍTULO III receber os contributos das demais Direções Gerais e
Direção, Chefia e Recursos Humanos do Gabinete de Inspeção, Fiscalização e Auditoria,
velando pela apresentação de um plano de ação e uma
Secção I proposta de orçamento coerente, bem justificada e de
Direção e Chefia acordo com os objetivos superiormente traçados para
o MAP;
Artigo 35.º
Diretor-Geral de Cooperação e Desenvolvimento k) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
Institucional necessárias com outros serviços públicos ou
instituições, de modo a prosseguir a missão da Direção
1. O Diretor-Geral de Cooperação e Desenvolvimento Geral de Cooperação e Desenvolvimento Institucional
Institucional é o responsável máximo pela direção, com a devida eficiência e eficácia;
supervisão e execução das atribuições da Direção Geral de
Cooperação e Desenvolvimento Institucional que desta
l) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
dependem e responde directamente aos membros do
princípios da legalidade, transparência, coerência e
Governo responsáveis pela pasta da Agricultura e Pescas.
racionalização, em coordenação com os demais serviços;
2. Compete especialmente ao Diretor-Geral de Cooperação e
Desenvolvimento Institucional: m) Remeter aos membros do Governo relatórios mensais,
trimestrais e anuais sobre as atividades da Direção Geral
a) Representar a Direção Geral de Cooperação e e correspondentes serviços, bem como uma avaliação
Desenvolvimento Institucional; crítica dos progressos atingidos;

b) Dirigir, coordenar, acompanhar e garantir o bom n) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
funcionamento de todos os serviços que se encontrem com a natureza das suas funções.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 120
Jornal da República
Artigo 36.º 3. Os diretores-nacionais estão directamente subordinados
Diretores Nacionais ao Diretor-Geral, perante o qual respondem hierar-
quicamente.
1. Os Diretores-Nacionais são responsáveis pela direção,
coordenação e execução técnica das atribuições das Artigo 37.º
respetivas Direções Nacionais que dirigem e dos Chefes de Departamento
Departementos nelas integrados.
1. Os chefes de Departamento são responsáveis pela direção,
2. Compete especialmente aos Diretores-Nacionais: coordenação e execução técnica das competências dos
Departamentos que chefiam.
a) Representar respetiva Direção Nacional;
2. Compete especialmente aos chefes de Departamento:
b) Propor o plano de ação anual da Direção Nacional ao
Diretor-Geral; a) Submeter a despacho do respetivo diretor-nacional,
devidamente instruídos e informados, os assuntos que
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na dependam da decisão deste;
respetiva área de competência;
b) Chefiar e supervisionar a gestão de recursos humanos,
d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de financeiros e materiais afetos ao respetivo
competência; Departemento, de acordo com a legislação em vigor e
as orientações do diretor-nacional.
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
bom funcionamento da respetiva Direção Nacional; c) Definir os conteúdos funcionais e os objetivos a atingir
pelos funcionários do Departamento, em coordenação
f) Apresentar, ao Diretor-Geral, relatórios periódicos das com o repectivo diretor nacional e com a DNRH;
atividades desenvolvidas pela Direção Nacional;
d) Definir os objetivos de atuação do Departamento, tendo
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo, em conta os objetivos gerais que hajam sido fixados
ao Diretor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no pelas entidades competentes e pelo diretor nacional;
âmbito da missão e das atribuições da respetiva Direção
Nacional; e) Garantir a coordenação e a devida execução das
atividades do Departamento e a qualidade técnica das
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações atividades que de si dependam;
orçamentais atribuídas à Direção Nacional, em
coordenação com os demais serviços relevantes; f) Assegurar o cumprimento dos prazos adequados à
eficiência da respetiva atividade;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos g) Efetuar o acompanhamento profissional no local de
humanos; trabalho, apoiando e motivando os funcionários;

j) Exercer as competências que a lei lhes confere em h) Divulgar junto dos funcionários os documentos
matéria de avaliação de desempenho; internos e as normas de procedimentos a adotar pelos
serviços, bem como debater e esclarecer as ações a
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos chefes de desenvolver para o cumprimento dos objetivos do
Departamento; respetivo Departamento, de forma a garantir o empenho
e a assunção de responsabilidade por parte dos
l) Promover a realização de reuniões de trabalho funcionários;
periódicas com os chefes de Departamentos que de si
dependem, de modo a estar permanente informado i) Identificar as necessidades específicas de formação dos
sobre as atividades dos serviços da Direção Nacional; funcionários do Departamento e propor a frequência
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com das ações de formação consideradas adequadas ao
as demais direções nacionais e demais serviços do suprimento das referidas necessidades, em coordenação
MAP, garantindo o seu bom funcionamento; com os serviços competentes pela elaboração do plano
de formação e após aprovação pelo diretor-nacional;
n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo j) Proceder ao controlo efetivo da assiduidade,
cumprimento das demais legislações em vigor; pontualidade e cumprimento do período normal de
trabalho por parte dos funcionários do respetivo
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; Departamento;

p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível k) Garantir o cumprimento das responsabilidades do
com natureza das suas funções. Departamento;
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l) Promover a realização de reuniões de trabalho Secção II
periódicas com os funcionários do Departamento, de Recursos Humanos
modo a estar permanentemente informado sobre as
atividades dos serviços do Departamento; Artigo 39.º
Quadro de Pessoal, Dirigentes e Chefias
m) Velar pela conservação e higiene das instalações e dos
materiais e equipamentos afetos ao Departamento; O quadro de pessoal, dirigentes e chefias da Direção Geral é
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
n) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com dos cargos de direção e chefia da Administração Pública.
os demais Departamentos da respetiva Direção
Artigo 40.º
Nacional e demais serviços do MAP, garantindo o seu
Conteúdos Funcionais
bom funcionamento;
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
o) Cumprir com as instruções e ordens da direção, dados pessoal da Direção Geral são aprovados por despacho do
em matéria de serviço; Ministro da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do
Jornal da República, mediante proposta apresentada pelo
p) Exercer as demais funções que lhe forem delegadas Diretor-Geral.
pelos seus superiores hierárquicos.
CAPÍTULO IV
3. O coordenador do gabinete de apoio ao Diretor-Geral exerce FINANÇAS
as competências mencionadas no número anterior, com as
necessárias adaptações, e é ainda responsável por: Artigo 41.º
Instrumentos de Gestão
a) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de
apoio ao Diretor-Geral; 1. O desenvolvimento das atribuições da Direção Geral assenta
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
b) Atuar como ponto focal da Direção-Geral no que diz orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos:
respeito a questões relacionadas com administração,
finanças, recursos humanos, bases de dados, a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
mensuráveis;
de atividades, relatórios de execução e propostas de
orçamento, estabelecendo os mecanismos de
b) Orçamento anual;
coordenação necessários para garantir o
funcionamento integrado dos serviços.
c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;

4. Os Chefes dos gabinetes de apoio aos Diretores-Nacionais, d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual;
exercem as competências mencionadas no número anterior,
com as necessárias adaptações, e é ainda responsável por: 2. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
fundamentada das suas atividades, o calendário de
c) Garantir o adequado funcionamento do gabinete de programação das atividades, os meios necessários à sua
apoio ao Diretor-Nacional; viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
controlo e avaliação.
d) Atuar como ponto focal da Direção Nacional no que
diz respeito a questões relacionadas com adminis- 3. O plano plurianual de atividades, projetado a cinco anos, é
tração, finanças, recursos humanos, bases de dados, atualizado anualmente de forma a refletir a distribuição de
monitorização, logística, elaboração de planos de ação, prioridades e quaisquer outras atividades que possam ter
de atividades, relatórios de execução e propostas de impacto na segurança pública em Timor-Leste.
orçamento, estabelecendo os mecanismos de
coordenação necessárias para garantir o funcionamento 4. Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
integrado dos serviços da Direção Nacional. devem descrever como foram atingidos os objetivos do
MAP e a eficiência nos diversos domínios de atuação.
Artigo 38.º
Artigo 42.º
Nomeação
Receitas e Despesas
O preenchimento dos cargos de direção e chefia, previstos no
1. A Direção Geral dispõe das receitas provenientes de
presente diploma, efetua-se nos termos do regime de carreiras dotações que lhe forem atribuídas no orçamento geral do
e dos cargos de direção e chefia da Administração Pública; Estado.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 122
Jornal da República
2. Constituem despesas da Direção Geral as que resultam dos Assim, o Governo, pelo Ministro da Agricultura e Pescas,
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que manda, ao abrigo do previsto no Artigo 42.º do Decreto-Lei Nº.
lhe estão acometidas. 19/2019, de 31 de Julho publicar o seguinte diploma:

CAPÍTULO V CAPÍTULO I
Disposições Finais e Transitórias
Disposições gerais

Artigo 43.º
Artigo 1.º
Norma Revogatória
Objeto
É revogado o Diploma Ministerial N.o 15/2016, de 3 de Fevereiro.
O presente diploma estabelece e regulamenta a estrutura
Artigo 44.º ORGÂNICA FUNCIONAL do Gabinete de Inspeção, Auditoria,
Entrada em Vigor Monitorização e Avaliação, doravante designado por GIAMA,
do Ministério da Agricultura e Pescas, abreviadamente
O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua designado por MAP.
publicação.
Artigo 2.
Natureza e Missão
Díli, 27 de Dezembro de 2019
1. O Gabinete de Inspeção, Auditoria, Monitorização e
Avaliação, abreviadamente designado por GIAMA é a
O Ministro da Agricultura e Pescas, unidade orgânica de apoio ao Ministro que tem por missão
realizar acções de Inspeção, Auditoria, Monitorização e
Avaliação em todas as estruturas orgânicas legalmente
dependentes do MAP, em quaisquer níveis funcionais e
Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins hierárquicos e em quaisquer actividades por elas
desenvolvidas.

2. O GIAMA prossegue as seguintes atribuições:

a) Fiscalizar o grau de conformidade das atividades e


DIPLOMA MINISTERIAL N.º 8 / 2020 procedimentos dos serviços com a lei e com as normas
técnicas e de qualidade aplicáveis;
de 8 de Janeiro
b) Realizar auditorias de modo extensivo e sistemático aos
ESTRUTURA ORGÂNICA FUNCIONAL DO GABINETE sistemas de controlo e gestão interna, em todas as
DE INSPEÇÃO, AUDITORIA, MONITORIZAÇÃO E estruturas e níveis hierárquicos funcionais;
AVALIAÇÃO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E
PESCAS c) Propor, na sequência de ações de fiscalização e de
auditoria, as medidas corretivas aconselháveis e os
procedimentos legais aplicáveis;
A aprovação da nova Lei Orgânica do Ministério da Agricultura
e Pescas veio reformular a organização dos serviços numa d) Instruir os processos disciplinares que sejam da
perspetiva de aumentar a sua eficiência e eficácia. Deste modo, competência do Ministro e acompanhar a sua
verificou-se ser importante autonomizar os serviços de tramitação junto da entidade competente;
Gabinete de Inspeção, Auditoria, Monitorização e Avaliação
no sentido de tornar as estruturas que de si dependem mais e) Colaborar com os máximos dirigentes das estruturas
capazes de prestar um melhor serviço às comunidades. orgânicas dependentes do MAP no exercício da ação
disciplinar mediante instruções superiores;
Face ao exposto, torna-se necessário estabelecer a estrutura
ORGÂNICA FUNCIONAL do Gabinete de Inspeção, Auditoria, f) Apreciar queixas, reclamações, denúncias ou
Monitorização e Avaliação, enquanto serviço central do participações de acordo com as determinações do
Ministério da Agricultura e Pescas. Ministro, por eventuais violações da legalidade ou por
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 123
Jornal da República
suspeitas de irregularidade ou deficiência no pelo princípio da especialização dos serviços da
funcionamento dos serviços do MAP, apresentando Administração Pública e colaboram entre si e com os demais
as propostas necessárias aos legais procedimentos; órgãos e serviços do MAP, articulando as respetivas
atividades de forma a promover uma atuação harmoniosa
g) Cooperar com outros serviços de auditoria e unitária, integrada e coerente do GIAMA.
monitorização, designadamente com a Inspeção Geral
do Estado e com Ministério Público no encaminhamento Secção II
e investigação de factos ilícitos, incluindo as relativas Estrutura e Funcionamento dos Serviços
a queixas e denúncias fundamentadas;
Artigo 4.º
h) Realizar um controlo de modo intensivo sobre a Departemento de Inspeção, Auditoria
administração e disciplina de serviços dos funcionários e Monitorização
do Ministerio conforme os procedimentos e as leis em
vigor. 1. O Departamento de Inspeção, Auditoria e Monitorização,
prossegue as seguintes atribuições:
i) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
anuais;
a) Cooperar com outros serviços de Inspeção, Auditoria,
Monitorização e Avaliação, com a Inspeção Geral do
j) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei.
Estado e com Ministério Público no encaminhamento e
investigações de factos ilícitos, incluindo as relativas
3. O Gabinete de Inspeção Auditoria, Monitorização e
a queixas e denúncias fundamentadas;
Avaliação (GIAMA) é dirigido por um Inspector-Geral
equiparado, para os efeitos remuneratórios, a Director-
b) Monitorizar o grau de conformidade das actividades e
Geral, nomeado conforme o determinado no regime das
procedimentos dos serviços com a lei e com as normas
carreiras e dos cargos de Direção e Chefia da Administração
técnicas e qualidade aplicáveis;
Pública e hirarquicamente au Ministro.

c) Realizar auditorias de modo extensivo e sistemático aos


CAPÍTULO II
sistemas de controlo e gestão interna, em todas as
Estrutura Orgânica Funcional
estruturas e níveis hierárquicos funcionais
Secção I
Estrutura d) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e
anuais;
Artigo 3.º
Estrutura Funcional e) Quai squer outras que lhe sejam atribuídas por lei.

2. O Departamento de Inspeção, Auditoria e Monitorização é


1. O Inspetor-Geral é ainda coadjuvado por Subinspetor. dirigido por um Chefe de Departamento, provido nos termos
do regime dos cargos de direção e de chefia da
2. O Subinspetor dirige os seguintes Departamentos: administração pública e diretamente subordinado ao
Subinspetor
a) Departemento de Inspeção, Auditoria e Monitorização;
Artigo 5.º
b) Departemento de Administração, Disciplinar e Departemento de Administração, Disciplinar
Avaliação; e Avaliação;

3. O Subinspetor mencionados no número anterior é 1. O Departemento de Administração, Disciplinar e Avaliação,


equiparado para os efeitos remuneratórios, a Director prossegue as seguintes atribuições;
Nacional, nomeado conforme o determinado no regime das
carreiras e dos cargos de Direção e Chefia da Administração a) Realizar Avaliação de modo extensivo e sistemático aos
Pública, e está na direta dependência do Inspetor-Geral . sistemas de controlo e gestão diciplinar à todos os
funcionários do MAP, em todas as estruturas e níveis
4. Os serviços mencionados no número anterior, regem-se hierárquicos funcionais;
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 124
Jornal da República
b) Realizar controlo de modo intensivo sobre a e) Determinar a realização de auditorias e fiscalizações
administração e disciplina de serviço dos funcionários sem aviso prévio, mediante autorização superior;
do Ministerio conforme os procedimentos e as leis em
vigor. f) Promover a criação e aprovação do manual de auditoria
e monitorização, dos guiões de execução e demais
c) Colaborar com os máximos dirigentes das estruturas procedimentos padronizados, submetendo-os à
orgânicas dependentes do MAP no exercício da acção aprovação do Ministro;
disciplinar mediante instruções superiores;
g) Promover estudos de organização e funcionamento
d) Propor, na sequência de acções de avaliação, as medidas orientados para a eficiência e eficácia dos serviços e
correctivas aconselháveis e os procedimentos legais das demais atividades, em conformidade com os
aplicáveis; objetivos do Governo;

e) Elaborar relatórios semanais, mensais, trimestrais e h) Colaborar com os Diretores-Gerais e Unidade de Apoio
anuais; Jurídico no sentido de definirem conjuntamente regras
operacionais e procedimentos que permitam harmonizar
f) Quaisquer outras que lhe sejam atribuídas por lei. o funcionamento integrado e a articulação dos serviços;

i) Definir os planos anuais de formação dos funcionários


3. O Departamento de Administração, Disciplinar e Avaliação
do GIAMA;
é dirigida por um Chefe de Departamento, provido nos
termos do regime dos cargos de direção e de chefia da
j) Supervisionar a execução técnica dos programas
administração pública e diretamente subordinado ao
desenvolvidos no âmbito das atribuições do GIAMA;
Subinspetor.

k) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei;


CAPÍTULO III
Direção, Chefias e Recursos Humanos
l) Realizar a avaliação de desempenho dos serviços e dos
funcionários do GIAMA, nos termos da lei;
Secção I
Direção e Chefias
m) Velar pelo estabelecimento das relações de coordenação
necessárias com outros serviços públicos ou
Artigo 6.º
instituições de modo a prosseguir a missão do GIAMA
Inspetor-Geral
com a devida eficiência e eficácia;

4. O Inspetor-Geral é o responsável máximo pela direção, n) Garantir uma boa execução orçamental, orientada pelos
supervisão e execução das atribuições do GIAMA e dos princípios da legalidade, transparência, coerência e
serviços que deste dependem e responde diretamente aos racionalização, em coordenação com os demais serviços;
Membros do Governo responsáveis pela pasta da
Agricultura e Pescas. o) Remeter aos membros do Governo relatórios semanais,
mensais, trimestrais e anuais sobre as atividades do
5. Compete especialmente ao Inspetor-Geral: GIAMA e correspondentes serviços bem como uma
avaliação crítica dos progressos atingidos;
a) Representar o GIAMA;
p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível
b) Implementar e utilizar os mecanismos de controlo com a natureza das suas funções.
interno do MAP;
Artigo 7.º
c) Acompanhar a execução orçamental do MAP e avalia- Subinspetor
la críticamente;
1. O Subinspetor é responsável pela direção, coordenação e
d) Definir o plano anual de auditorias e fiscalizações e execução técnica das atribuições dos Departamentos que
submetê-lo a aprovação do Ministro; dirigem.
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 125
Jornal da República
2. Compete especialmente ao Subinspetor: p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou
compatível com natureza das suas funções.
a) Representar o respetivo Subinspetor;
Artigo 8.º
b) Propor o plano de ação anual dos departamentos que Chefes de Departamentos
dirigem o Inspetor-Geral;
1. Os Chefes de Departamentos são responsáveis pela direção
c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na coordenação e execução técnica das atribuições dos
respetiva área de competência; Departamentos que dirigem.

d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de 2. Compete especialmente aos Chefes de Departamentos:
competência;
a) Representar o respetivo departamento;
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
bom funcionamento do respetivo Subinspetor; b) Propor o plano de ação anual do departamento ao
Subinspetor;
f) Apresentar ao Inspetor-Geral relatórios periódicos das
atividades desenvolvidas pelo Subinspetor; c) Acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas na
respetiva área de competência;
g) Assegurar o apoio técnico aos membros do Governo,
ao Inspetor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no d) Elaborar a avaliação dos programas sob a sua área de
âmbito da missão e das atribuições do respetivo competência;
Subinspetor;
e) Tomar todas as decisões necessárias para garantir o
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações bom funcionamento do respetivo Departamento;
orçamentais atribuídas ao Subinspetor, em coordenação
com os demais serviços relevantes; f) Apresentar ao Subinspetor relatórios periódicos das
atividades desenvolvidas pelo Departamento;
i) Participar no processo de formulação e execução de
políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos g) Assegurar o apoio técnico ao Subinspetor e ao
humanos; Inspetor-Geral e aos restantes serviços do MAP, no
âmbito da missão e das atribuições do respetivo
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em Departamento;
matéria de avaliação de desempenho;
h) Coordenar a execução e o controlo das dotações
k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos orçamentais atribuídas ao Departamento, em
funcionários que de si dependem; coordenação com os demais serviços relevantes;

l) Promover a realização de reuniões de trabalho i) Participar no processo de formulação e execução de


periódicas com os Departamentos que de si dependem, políticas e estratégias de desenvolvimento de recursos
de modo a estar permanentemente informado sobre as humanos;
atividades dos serviços do Gabinete;
j) Exercer as competências que a lei lhes confere em
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com matéria de avaliação de desempenho;
os demais serviços do MAP, garantindo o seu bom
funcionamento; k) Supervisionar e acompanhar o trabalho dos
funcionários que de si dependem;
n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos
trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo l) Promover a realização de reuniões de trabalho
cumprimento da demais legislação em vigor; periódicas com os funcionários que de si dependem,
de modo a estar permanentemente informado sobre as
o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; atividades dos serviços do Gabinete;
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Jornal da República
m) Estabelecer as necessárias linhas de coordenação com a) Plano anual e plurianual de ação, contendo as principais
os demais serviços do MAP, garantindo o seu bom atividades a desenvolver e a fixação de objetivos
funcionamento; mensuráveis;

n) Cumprir e fazer cumprir a legislação aplicável aos b) Orçamento anual;


trabalhadores da função pública, bem como zelar pelo
cumprimento da demais legislação em vigor; c) Relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades;

o) Exercer o poder disciplinar nos termos da lei; d) Relatórios financeiros de periodicidade mensal e anual.

p) Qualquer outra atividade conferida por lei ou compatível 3. O plano anual de atividades deve incluir a justificação
com a natureza das suas funções. fundamentada das suas atividades, o calendário de
programação das atividades, os meios necessários à sua
Secção II viabilidade financeira e os respetivos mecanismos de
Recursos Humanos controlo e avaliação.

Artigo 9.º a) O plano anual de atividades deve incluir a justificação


fundamentada das suas atividades, o calendário de
Quadro de Pessoal, Dirigentes
programação das atividades, os meios necessários à
e Chefias
sua viabilidade financeira e os respetivos mecanismos
de controlo e avaliação.
O quadro de pessoal, dirigentes e chefias do GIAMA é
aprovado nos termos do disposto do regime das carreiras e
b) O plano plurianual de atividades, projetado a cinco
dos cargos da Direção e Chefia da Administração Pública.
anos, é atualizado anualmente de forma a refletir a
distribuição de prioridades e quaisquer outras
Artigo 10.º
atividades que possam ter impacto na segurança
Nomeação
pública em Timor-Leste.

O preenchimento dos cargos de chefia previstos no presente


c) Os relatórios mensais, trimestrais e anuais de atividades
diploma efetua-se nos termos do regime de carreiras e dos
devem descrever como foram atingidos os objetivos
cargos de Direção e Chefia da Administração Pública.
do MAP e a eficiência nos diversos domínios de
atuação.
Artigo 11.º
Conteúdos Funcionais
Artigo 13.º
Receitas e Despesas
Os conteúdos funcionais do pessoal previsto pelo quadro de
pessoal do GIAMA são aprovados por despaçho do Ministro 1. O GIAMA dispõe das receitas provenientes de dotações
da Agricultura e Pescas, publicado na 2.ª série do Jornal da que lhe forem atribuídas no orçamento geral do Estado.
República, mediante proposta apresentada pelo Inspetor-Geral
e pelo Diretor-Geral dos Serviços Coorperativos. 2. Constituem despesas do GIAMA as que resultam dos
encargos decorrentes da prossecução das atribuições que
CAPÍTULO IV lhe estão acometidas.
FINANÇAS
CAPÍTULO V
Artigo 12.º Disposições Finais e Transitórias
Instrumentos de Gestão
Artigo 14.º
1. O desenvolvimento das atribuições do GIAMA assenta Norma Revogatória
numa gestão por objetivos e num adequado controlo
orçamental, disciplinado pelos seguintes instrumentos: É revogado o Diploma Ministerial N.º 13/2016, de 3 de Fevereiro
Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 127
Jornal da República
Artigo 15.º
Entrada em Vigor

O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua


publicação.

Díli, 27 de Dezembro de 2019

O Ministro da Agricultura e Pescas,

Eng. Joaquim José Gusmão dos Reis Martins

Série I, N.° 2 Quarta-Feira, 8 de Janeiro de 2020 Página 128

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