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Cuidados No Internamento

O documento aborda cuidados essenciais durante a internação de pacientes, enfatizando a limpeza e desinfecção de superfícies para prevenir infecções. Classifica os ambientes em não críticos, semi-críticos e críticos, cada um com requisitos específicos de limpeza. Também destaca a importância de uma abordagem empática ao lidar com pacientes, especialmente cães enfermos, e fornece diretrizes para cuidados diários que garantem o bem-estar físico e psicológico dos animais internados.

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Luiz Andrey
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Cuidados No Internamento

O documento aborda cuidados essenciais durante a internação de pacientes, enfatizando a limpeza e desinfecção de superfícies para prevenir infecções. Classifica os ambientes em não críticos, semi-críticos e críticos, cada um com requisitos específicos de limpeza. Também destaca a importância de uma abordagem empática ao lidar com pacientes, especialmente cães enfermos, e fornece diretrizes para cuidados diários que garantem o bem-estar físico e psicológico dos animais internados.

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CUIDADOS NO INTERNAMENTO

Módulo 13 – 14 internação
Limpeza e desinfecção de superfícies

 Determinadas superfícies, especialmente as de


toque frequente (negatoscópio, recipientes de
gaze, algodão, maçanetas, etc.) podem servir
como reservatório de agentes infectantes, uma
vez que daí os micro-organismos podem ser
transferidos para nariz, boca, olhos ou outra
parte do corpo muito facilmente.
 A infecção acidental de clientes ou pacientes
ocorre principalmente através do contato com
as mãos enluvadas do profissional
Limpeza e desinfecção de superfícies

 A limpeza e desinfecção de instrumentos e


ambientes de uma forma em geral
constituem etapas importantes na
minimização do risco. Estes procedimentos
reduzem significativamente, a contaminação
e infecção cruzadas.
Classificação dos Ambientes
 Áreas não críticas - são aquelas não
ocupadas no atendimento dos clientes ou as
quais estes não têm acesso.
 Essas áreas exigem limpeza constante com
água e sabão com poder desinfetante.
Classificação dos Ambientes
 Áreas semi-críticas - são aquelas vedadas às
pessoas estranhas às atividades
desenvolvidas.
 Ex: lavanderia, laboratórios, biotério, salas de
raio-X. Estas, devido ao seu nível crítico, exigem
limpeza e desinfecção um pouco mais eficiente
que as áreas anteriores.
Classificação dos Ambientes
 Áreas críticas - são aquelas destinadas à
assistência direta ao paciente, exigindo
rigorosa desinfecção.
 Ex: setor de internação de pequenos e grandes
animais domésticos ou silvestres, setor de
esterilização e salas de cirurgia.
bancadas
 Para desinfecção de bancadas, móveis e
equipamentos com superfícies metálicas é
adequado a fricção com álcool etílico a 70%
com tempo de exposição de 10 minutos.
 A operação deve ser repetida até completar o
tempo de ação. Friccionar, deixar secar e repetir
três vezes a aplicação, até completar o tempo de
ação de 10 minutos
Paredes
 Quanto à limpeza de paredes e pisos
recomenda-se o uso de água e sabão.
 Usar hipoclorito de sódio a 1% (agua sanitária),
em todas as superfícies domésticas não
metálicas.
 Pisos e bancadas devem ser limpos diariamente
antes e ao final das atividades e as demais
superfícies, gavetas, mobiliários, entre outros,
devem ser limpos uma vez por semana ou em
uma periodicidade menor se for o caso
Lembretes
 Após a alta do paciente, proceder à lavagem
e desinfecção das gaiolas ou baias de
internamento, utilizando desinfetantes à
base de amônia quaternária ou hipoclorito a
1%.
Lembretes
 Superfícies contaminadas por qualquer tipo
de material biológico devem ser submetidas
ao processo de descontaminação
imediatamente utilizando produtos
desinfetantes.
 A primeira etapa da descontaminação é a
limpeza, pois a maioria dos desinfetantes não
atua na presença de matéria orgânica.
Lembretes
 ▪ Os coletores específicos para descarte de
material perfurocortante não devem ser
preenchidos acima do limite de 2/3 de sua
capacidade total e devem ser colocados
sempre próximos do local onde são
realizados os procedimentos.
Abordagem ao cão enfermo
 Tão importante quanto entender a doença e os
mecanismos de cura
 papel do médico veterinário, é entender o temperamento
do paciente, o que o processo de doença e cura está
interferindo no modo de vida dele, sobretudo no ambiente
de internação.
 O papel do auxiliar de veterinária nesse quesito, é
fundamental. Lidar diariamente com os pacientes, buscando
compreender como cada um se comporta de forma
individualizada, mas respeitando a natureza de cada espécie e
dentro desta, de cada raça, facilita e aprimora o serviço de
assistência ao doente e te torna um profissional diferenciado.
Abordagem ao cão enfermo
 Ter sempre em mente, ao manusear um
paciente, que este está fora do seu lar, longe das
pessoas de sua confiança, sentindo dor e medo,
torna nossa abordagem mais empática, menos
brusca e automatizada, estabelecendo um
vínculo de confiança com o animal. Tornando o
manejo diário menos traumático e mais
proveitoso.
 Dá ??????
Abordagem ao cão enfermo
 Para tanto, evite sempre abordagens muito
bruscas, contenção e uso da força
desnecessárias. Esteja sempre portando seus
EPIs visando sua proteção e a do paciente,
execute movimentos precisos, mantenha o
ambiente livre de barulhos e procure manter
a calma em situações de estresse.
Abordagem ao cão enfermo
 No ambiente de internação estamos sujeitos a todo tipo
de paciente e temperamento, por tanto é necessário
preparo técnico e emocional da equipe para lidar com
situações do cotidiano. Tarefas simples e rotineiras como
coletar sangue pode se tornar um transtorno muito
grande a equipe e ao paciente, se técnicas de contenção
não forem utilizadas corretamente e aplicadas ao
paciente adequado.
Abordagem ao cão enfermo
 É improdutivo, por exemplo, utilizar toalha no
auxílio à contenção de um pitbull agressivo, por
exemplo. Você colocaria em risco a sua integridade
física e a do cão. A toalha é geralmente utilizada
para auxílio na contenção de felinos mais arredios e
existem diversas técnicas para minimizar o estresse
dessa espécie tão susceptível a manipulações mais
bruscas. Para cães com temperamento mais
agressivo, focinheira e auxílio do tutor, pode ser um
bom caminho para minimizar o estresse.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 Todo paciente crítico deve ser tratado com


muita atenção e paciência. Geralmente são
pacientes que se locomovem pouco, urinam e
defecam no próprio canil, têm dificuldade
para se alimentar, podem sentir dor e têm um
motivo substancial para estar em estado
crítico.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 Nos exames físicos periódicos, que são


obrigatórios, deve-se estabelecer contato
com o paciente para fazê-lo sentir-se melhor.
Alguns procedimentos devem ser adotados
na rotina do auxiliar de veterinária: 1,2,3,4 e
5.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 1- Evitar decúbito prolongado (troca de


posição a cada 2 h), de preferência com um
protocolo completo de reabilitação pela
equipe de fisioterapia.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 2 - Prevenir infecções, manter o ambiente


sempre limpo. Utilize fraldas descartáveis
para manter a higiene.
Cuidados básicos do dia-a-dia
 3 - Manter as necessidades nutricionais supridas, sempre
lembrando que o paciente crítico é hipermetabólico, e
pode necessitar de, pelo menos, uma vez e meia a
necessidade nutricional de um paciente comum. Vários
são os métodos de nutrir o paciente crítico, enteral ou
parenteralmente; o importante é não subestimar as
necessidades nutricionais elevadas nesse momento.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 4 - Prover bem-estar psicológico, realizar


caminhadas frequentes, estimular o paciente
e oferecer muito carinho.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 5 - Manter o paciente em repouso absoluto,


deixando a luz apagada durante a noite.
Permita que o paciente durma o máximo de
horas possível.
Cuidados básicos do dia-a-dia

 Em resumo, no dia-a-dia da internação, é


imprescindível para o sucesso do tratamento,
que toda equipe esteja apta a reduzir o
estresse causado pelo processo de
adoecimento em si, a ansiedade pela
separação de seus tutores e o manejo
repetido ao longo do dia.
Próxima aula – prontuários

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