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Assistência Humanizada ao Parto Normal

O documento aborda a humanização do parto, enfatizando a importância de decisões informadas e compartilhadas entre gestantes e profissionais de saúde. Destaca a assistência ao parto de baixo risco, recomendando locais adequados e a atuação de enfermeiras obstétricas e obstetrizes. Além disso, discute cuidados durante e após o parto, incluindo alívio da dor e monitoramento da saúde materno-fetal.

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Assistência Humanizada ao Parto Normal

O documento aborda a humanização do parto, enfatizando a importância de decisões informadas e compartilhadas entre gestantes e profissionais de saúde. Destaca a assistência ao parto de baixo risco, recomendando locais adequados e a atuação de enfermeiras obstétricas e obstetrizes. Além disso, discute cuidados durante e após o parto, incluindo alívio da dor e monitoramento da saúde materno-fetal.

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Com o objetivo de tornar o parto mais humanizado, É essencial

Ginecologia e Obstetrícia qualificar o cuidado à gestante, promovendo decisões informadas


e compartilhadas sobre a via de parto.

Local de assistência ao parto

ASSISTÊNCIA AO
Deve-se informar :
A segurança do parto.
Às gestantes de baixo risco sobre os riscos e

PARTO NORMAL
benefícios dos locais de parto.
Que parto no domicílio não faz das
políticas de saúde atuais.
“O parto é o encontro mais sublime entre a força da
Às nulíparas de baixo risco que o
vida e o amor que transforma, marcando o início de
planejamento do parto no domicílio não é
uma nova história.”
recomendado.
Apoiar decisão de planejamento de
parto em Centro de Parto Normal. tante
A ges
er :
- Acesso à equipe médica. deve t
- Acesso ao cuidado no trabalho de parto e parto por
enfermeiras obstétricas ou obstetrizes;
- Acesso a métodos de alívio da dor;
Em relação ao profissional de saúde:

A assistência ao parto e nascimento de baixo risco


deve se dentro dos limites da normalidade pode
ser realizada tanto por médico obstetra quanto
Émerson Botelho Maia por enfermeira obstétrica e obstetriz.

Eric Fernando Pinheiro Abreu Cuidados gerais durante o parto


Hugo Leonardo Silva Corrêa Cumprimentar, acolher, se apresentar e explicar o
seu papel.
Michael Harrison Morais Aires abordagem calma e confiante.
Cabe aos
profissio
Observar e perguntar como a gestante está.
nais:
Respeitar o ambiente do parto como um espaço
pessoal.
- Riscos e benefícios
Solicitar das diversas
sempre permissão intervenções.
à mulher .
- A necessidade de escolha de um acompanhante. Cabe
informar:
- Estratégias de controle da dor .
- Os diferentes estágios do parto e as práticas utilizadas.
a
A gestante também deve receber: Diet
.
idos
Apoio físico e emocional Líqu es
çõ
Assepsia para o parto. Solu cas.
ni
Avaliação do bem-estar fetal.
isotô
Alívio da dor 2º período do parto Cuidados após o parto
Sempre que possível, oferecer imersão em água. Solicitar transferência ou
Analgesia inalatória com óxido nitroso, quando assistência do médico obstetra se:
Fase Passiva: dilatação total do colo
possível (alertar sobre os efeitos colaterais).
Opióides não devem ser utilizados de rotina, por
sem sensação de puxo involutário; Definição Pulso <120 em duas ou mais ocasiões (em 30 min)
Fase Ativa: dilatação total do colo, PA sistólica >160 e\ou PA diastólica >110
conta dos efeitos colaterais para a mulher (náuseas,
cabeça do bebê visível e contrações de PA sistólica >140 e\ou PA diastólica >90 em duas ou
vômitos) e para o feto (depressão respiratória).
Analgesia regional é mais eficaz para o alívio da dor expulsão; mais ocasiões (em 30 min)
do que os opióides. Ambientes, posições e imersão em àgua Proteinúria 2++ ou mais e PA sistólica >140 e\ou PA
diastólica >90
Não há evidências claras de
Febre >38º OU >37,5º em duas ou mais ocasiões (em
1° período do parto recomendação ou contraindicação de
parto em água;
1h)
Micção ausente por 6h ou mais ou bexiga palpável
Se escolhido o parto em água, deve-se:
Monitoração Emergência obstétrica (hemorragia, convulsão ou
colapso materno
1. Preferir posições mais confortáveis,
Frequência das contrações uterinas de 1 em 1 hora. Placenta retida ou incompleta
como cócoras;
Monitorar pulso de 1 em 1 hora. Lacerações perineais de 3º ou 4º grau ou outro trauma
2. Evitar as posições supina, semi-supina
Temperatura e PA de 4 em 4 horas. e decúbito dorsal horizontal;
Frequência da diurese. Cuidados com o períneo
Realizar o exame vaginal de 4 em 4 horas ou se ocorrer Não deve-se fazer manobra de Kristeller 1. Trauma perineal
alguma preocupação com o progresso do parto. (pressão na parte superior do útero pra 1º Grau: lesões apenas de pele e mucosa
‘’facilitar’’ o parto); 2º Grau: Lesão até músculos sem atingir ânus
Observações fetais Evitar massagem perineal; 3º Grau: Lesão do períneo envolvendo complexo do
Prolongamento do 2º período ou esfíncter anal
Verificar se há apresentação cefálica alta.
estresse: medidas de apoio + avaliar 4º Grau: Lesão envolvendo períneo, complexo anal
Observar se há suspeita de anidrâmnio ou polidrâmnio.
necessidade de analgesia. (Interno e externo)
Ficar em alerta se a frequência cardíaca fetal estiver
superior a 160 BPM ou inferior a 110 BPM. Pontos importantes
3º período do parto
Intervenções e medidas Sempre explicar à mulher o que será realizado
Definição: Momento desde o Realizar de maneira gentil e delicada e avisar
Não realizar o enema rotineiramente.
nascimento do bebê até a expulsão da possível intervenção
A tricotomia pubiana e perineal não são de rotina.
Se o parto estiver indo bem, não realizar a amniotomia placenta e membranas; Garantir boa iluminação para a avaliação
precoce. Pronlogamento: após 30 minutos de Em caso se trauma, deve-se :
Encorajar as mulheres a adotarem as posições mais início de período; Fornecer analgesia
confortáveis durante o trabalho de parto. Deve-se manter observação rigorosa: Utilizar fio de sutura sintético absorvível
estado físico geral (coloração de pele, Utilizar cateter vesical para evitar retenção
Falha de progresso no trabalho de parto urinária
mucosa e respiração) + perda
Levar em consideração o ambiente em que a paciente está sanguínea; Garantir alinhamento anatômico da ferida
inserida e seu estado emocional. Explicar à mulher as consequências e Realizar exame retal (grau 3 e 4) no fim para
Verificar as contrações uterinas. condutas: Náuseas, vômitos, secção garantir que material de sutura não tenha ido
Analisar as dilatações e mudanças cervicais. para a mucosa retal
do cordão umbilical, aplicação de
Solicitar assistência profissional se necessário. Dar a informação à mulher sobre o ocorrido
O médico obstetra deve considerar o uso da ocitocina. ocitocina
em linguagem clara.

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