SUGESTÕES PARA TREINAR
REDAÇÕES CORINGAS
1º MODELO
INTRODUÇÃO: É evidente como o (a) (tema) representa um desafio para uma sociedade alienada e
corrompida como a brasileira. Inicialmente, isso é fruto do (a) (1º problema do tema) e do (a) (2º
problema do tema). Nesse contexto, ao analisar os fatores supracitados, percebe-se que a problemática,
além de ser uma realidade, tende a potencializar e agravar a imoralidade inata.
D1: De início, entende-se que (1º problema do tema) é um fator crucial para a existência do entrave na
sociedade, porque (argumentação de acordo com o eixo temático). Segundo Durkheim, o fato social é
uma maneira coletiva de agir e pensar. Seguindo essa linha de pensamento, nota-se que o problema,
lamentavelmente, já tornou-se cotidiano e a população habituou-se a ele. Assim, em virtude dessa
alienação, o (a) (tema) persiste no corpo social.
D2: Além disso, o (a) (2º problema do tema) também dificulta a atenuação do impasse, em virtude,
exclusivamente, do (a) (argumentação de acordo com o eixo temático). Conjuntamente, é possível
constatar, a partir da literatura machadiana, que o homem é visto como um ser corrompido e sem
princípios, no qual é imoral frente aos obstáculos. Desse modo, ao enxergar a permanência do (a) (tema),
compreende-se, inegavelmente, a existência dessa conduta passiva e ineficaz praticada pelo cidadão
brasileiro, já que ele inclina-se a ser insignificante.
2º MODELO
INTRODUÇÃO: De maneira análoga às rochas sedimentares, o (a) (tema) se consolidou lentamente, via
de minutos constituintes de um todo. Nesse âmbito, vale ressaltar o (a) (1º problema do tema), como
também o (a) (2º problema do tema) como fatores que, além de fomentar a persistência do entrave,
dificultam a resolução do mesmo – por conta disso, é essencial que o (a) (tema) seja mitigado da
sociedade brasileira.
D1: Primeiramente, ao analisar a hodierna nação verde-amarela, entende-se que o impasse está
relacionado a (1º problema do tema). Isso porque, (argumentação de acordo com o eixo temático). De
acordo com o sociólogo Robert Putman, a participação popular está diretamente ligada à resolução dos
problemas sociais. Entretanto, ao observar o (a) (tema), nota-se um desequilíbrio entre essa relação
supracitada, visto que o corpo social não atua de modo eficiente para combater o entrave, mantendo-se
inerte.
D2: Além disso, o (a) (2º problema do tema) também é uma realidade que tende a dificultar a atenuação
do obstáculo, haja visto que o (argumentação de acordo com o eixo temático). Conforme Zygmunt
Bauman, sociólogo polonês, a coletividade caminha para uma desordem mundial, causada, sobretudo,
pela falta de controle do Estado. Paralelamente, é exatamente esse o motivo: em função do (a) (tema)
ainda continuar no Brasil, vê-se uma fragilidade estatal, pois, por mais que seja o órgão responsável, o
Estado não resolve a problemática.
3º MODELO
INTRODUÇÃO: No livro “Utopia” de Thomas More, é exposto um ambiente perfeito, no qual a
consciência coletiva e eficiência do Estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora da obra,
é fato que o (a) (tema) apresenta um obstáculo para uma comunidade alienada e inerte como a brasileira.
Nesse sentido, em virtude do (a) (causa do problema), o (a) (consequência) é intensificada e agravada.
D1: De inicio, é valido reconhecer como o (a) (tema) é uma ocorrência atual. Isso porque, é uma
consequência direta do (a) (causa do problema), sendo reflexo do (a) (argumentação de acordo com o eixo
temático). Segundo o filósofo Georg Hegel, vive-se uma realidade firmada no “Status quo”- senso
comum. Para ele, há um determinismo que impede o homem de enxergar os entraves sociais,
interpretando-os como normais. Analogamente, é esse o transtorno gerado: o individuo, inserido nesse
panorama, torna-se alienado frente à problemática.
D2: Por conseguinte, o (a) (consequência do problema) faz-se presente. Segundo a “Atitude Blasé”-
termo proposto pelo sociólogo Simmel, ocorre quando o individuo passa a agir com indiferença em meio
às situações que ele deveria dar atenção. Sob essa ótica, entende-se que o cidadão inclina a adotar essa
“Atitude” com o (a) (tema), mantendo uma postura apática e inerte.
4º MODELO
EIXO TEMÁTICO: DESIGUALDADE SOCIAL
INTRODUÇÃO: "Odeio o privilégio e o monopólio. Para mim, tudo o que não pode ser dividido com as
multidões é tabu." - Ao observar o discurso de Mahatma Gandhi, advogado e nacionalista indiano, nota-se
como o(a) (tema) ainda impede o alcance desse ideal. Nesse sentido, vale ressaltar dois pontos principais:
(1º causa) e (2º causa) como fomentadores do desequilíbrio social e, sobretudo, do distanciamento de um
local mais igualitário.
D1: Primeiramente, é necessário problematizar o efeito que o(a) (1º causa) promove na sociedade,
hierarquizando e marginalizando uma massa populacional. Além disso, (argumentação de acordo com o
eixo temático). De acordo com a teoria darwiniana, de seleção natural, apenas os seres mais aptos
sobrevivem. Por isso, ao relacionar com o(a) (tema), compreende-se que, em uma sociedade capitalista,
os indivíduos pobres são os menos adaptados, ou seja, os mais fragilizados.
D2: Ademais, o(a) (2º causa) também é um fator que potencializa essa desarmonia supracitada, já que
(argumentação de acordo com o eixo temático). Segundo o filósofo e economista britânico Adam Smith,
onde há grande propriedade, há grande desigualdade, pois para um cidadão muito rico, há no mínimo
quinhentos pobres, e a riqueza de poucos presume da indigência de muitos. Paralelamente, essa é a
consequência: um cenário caótico e extremamente desequilibrado, haja visto que o(a) (tema) persiste e
simboliza essa ideologia exposta por Adam.
Modelo 05
Modelo pronto de Introdução:
“A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê para todos os cidadãos o direito à/ao __________
(área relacionada ao tema). Entretanto, na prática, essa garantia é deturpada, visto que o/a __________
(tema) ainda é uma realidade na sociedade nacional. Desse modo, tal cenário nefasto ocorre tanto pela
negligência governamental (argumento 1), como também devido à falta de debate (argumento 2).”
Modelo pronto de Desenvolvimento 1 (Ineficácia dos setores governamentais):
“Diante desse cenário, é fulcral pontuar que o problema deriva da baixa atuação dos setores
governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam __________ (problema
relacionado ao tema). Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-
estar da população. Entretanto, isso não ocorre no Brasil devido à falta de atuação do Estado __________
(colocar problema relacionado ao tema), consequentemente __________ (colocar consequência). Logo,
faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.”
Modelo de Desenvolvimento 2 (Falta de debate):
“Ademais, é imperativo ressaltar que a falta de debate impulsiona __________ (problema relacionado ao
tema). Nesse sentido, Habermas traz uma contribuição relevante ao defender que a linguagem é uma
verdadeira forma de ação. Desse modo, para que um problema como __________ (problema relacionado
ao tema) seja resolvido, faz-se necessário debater sobre __________ (solução para o problema
relacionado ao tema). Assim, trazer à pauta __________ (colocar o tema) e debatê-lo amplamente
aumentaria a chance de atuação nele.”
Modelo pronto de conclusão:
“Portanto, torna-se essencial mitigar os obstáculos ligados ao/a __________ (insira o tema aqui). Nesse
sentido, compete ao Ministério Y, que tem o dever de incentivar o/a __________ (detalhe específico),
tanto implementar __________ (iniciativa relacionada à tese 1) quanto promover __________ (iniciativa
relacionada à tese 2). Essas ações estratégicas, executadas por meio de __________ (método ou
estratégia), visam à/ao __________ (resultado esperado). Assim, almeja-se que __________ (conclusão
ou expectativa futura).”
MODELO 06
INTRODUÇÃO Na obra "A República", o filósofo grego Platão idealiza uma cidade livre de desordens
e problemas, em que o povo trabalha em conjunto para superar todos os obstáculos. Fora da ilustre
produção literária, com ênfase na sociedade brasileira hodierna, percebe-se o oposto dos ideais de Platão,
visto que o/a (TEMA) representa um obstáculo de grandes proporções. Assim, é notório que esse cenário
antagônico é fruto tanto da/do (ARGUMENTO 1), quanto da/do (ARGUMENTO 2).
DESENVOLVIMENTO 1 Em primeira análise, é imperioso analisar a ausência de medidas
governamentais para combater (ARGUMENTO 1). De acordo com o artigo 1° da Declaração Universal
dos Direitos Humanos, todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, porém esse
preceito não é concretizado na sociedade, uma vez que o Estado não cria medidas públicas voltadas à/ao
(ARGUMENTO 1) e, como consequência dessa negligência, (APROFUNDAMENTO DO
ARGUMENTO 1 + CAUSA/CONSEQUÊNCIA). Dessa forma, fica claro, que as autoridades, com
urgência, precisam mudar o seu posicionamento diante do impasse.
DESENVOLVIMENTO 2 Outrossim, é crucial explorar o efeito da (ARGUMENTO 2) como outro
aagente influenciador do revés. De acordo com (Dados do cotidiano/Citação/Alusão histórica). Diante
desse pressuposto, percebe-se que...(APROFUNDAMENTO DO ARGUMENTO 2 +
CAUSA/CONSEQUÊNCIA). Destarte, tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que o
(ARGUMENTO 2) contribui para a perpetuação desse cenário caótico.
CONCLUSÃO Infere-se, portanto, que é imprescindível a mitigação dos desafios para combater o/a
(TEMA). Assim, o Ministério da _____ (Agente Interventor) - órgão governamental responsável pela
______ - deve criar, mediante verbas governamentais, ___________(Ação Interventora). Isso pode ser
feito por meio de profissionais da área de ____(Meio/Modo), em lugares como_______, de modo a
utilizar ______ como ensinamento (Detalhamento), a fim de ______(Finalidade). Com essa ação, a
sociedade brasileira poderá chegar perto das convicções platônicas e, além disso, alcançar o bem-estar
social.
Citações para redação
1.“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”
Autor: Nelson Mandela (1918-2013), ex-presidente da África do Sul
2.“O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra
vantagem.”
Autor: Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão
3.“Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de
loucura.”
Autor: Nise da Silveira (1905- 1999), médica psiquiatra brasileira
4. “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.”
Autora: Jean-Paul Sartre (1905-1980), filósofo e escritor francês
5. “A natureza não faz milagres, faz revelações.”
Autor: Carlos Drummond de Andrade (1902-1087), escritor brasileiro
6.Preconceito é opinião sem conhecimento.”
Autor: Voltaire (1694-1778), filósofo francês
7. “A internet é muito mais que uma tecnologia. É um meio de comunicação, de interação
e de organização social.”
Autor: Manuel Castells (1942), sociólogo espanhol
8. “A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família.”
Autor: Leon Tolstoi (1828-1910), escritor russo