Apostila Apocalipse
Apostila Apocalipse
EMENTA
Esta disciplina visa analisar o Apocalipse, o último LIVRO de Deus ao homem. A mensagem dos
profetas davam a Israel uma última oportunidade de voltar-se para Deus, Os profetas anunciaram a queda de
Samaria, de Jerusalém, o cativeiro babilônico e os sofrimentos resultantes da rebeldia do povo, e estas
profecias se cumpriram. Então, não podemos esperar outra coisa do Apocalipse, livro profético do NT. A
mensagem do Apocalipse, que fecha o Cânon das Escrituras, é a última advertência de Deus para a Igreja e
a humanidade em geral.
Billy Graham escreveu: "Na história da Igreja, o Apocalipse tem sido o mais negligenciado, o mais mal
entendido e o mais mal interpretado pelos estudiosos, do que qualquer outro livro".
Apocalipse é o livro mais difícil e mais espantoso do NT; entretanto, é necessário que o conheçamos.
Lutero e o Apocalipse: Recusou dar lugar no Cânon para o Livro Apocalipse. Rejeitou também a carta
de Tiago, ele dizia que Tiago era carta de palha. E escreveu também contra os judeus.
O Apocalipse desperta nos leitores um sentimento de amor e medo, e mistério e como todos os
mistérios, o livro tanto repele como atrai o leitor.
Conclusão: Apocalipse é o cumprimento da promessa do Senhor Jesus aos apóstolos em João 16:31:
"Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade...
e vos anunciará as coisas que hão de vir".
OBJETIVOS
1. Mostrar um panorama histórico da época em que João viveu e escreveu o Apocalipse;
2. Mostrar que o Apocalipse é a História escrita antecipadamente;
3. Entender o gênero literário conhecido por “literatura apocalíptica”;
4. Mostrar que na literatura apocalíptica, o autor atribui suas obras e visões a revelações do próprio Deus ou
de um mensageiro celestial (um anjo);
5. Revelar a identidade de Cristo e transmitir conselhos e esperança aos crentes.
Apocalipse____________________________________________Visto do Prof._______________________
Apocalipse____________________________________________Visto do Prof._______________________
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BIBLIOGRAFIA
1. Bíblia Anotada. Charles C. Ryrie. Almeida, Revista e Atualizada. São Paulo: Mundo Cristão. 1994.
2. Bíblia de Estudo Profética. Tim LaHaye. Almeida Corrigida Fiel. São Paulo: Hagnos. 2005.
3. Bíblia de Estudo Scofield. Almeida Corrigida Fiel. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. 1995.
4. Bíblia de Estudo de Genebra. R. C. Sproul. Atualizada. São Paulo: Editora Cultura Cristã. 1999.
5. Bíblia em Ordem Cronológica. NVI. Edward Reese; Frank Klassen. Editora Vida. 2003.
6. Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal.
7. Bíblia Apologética. Edição Corrigida e Revisada. São Paulo: Instituto Cristão de Pesquisas.
8. Bíblia de Estudo NTLH. São Paulo: SBB. 2006.
9. Bíblia da Mulher. Leitura, Devocional, Estudo. SBB. Barueri: São Paulo. 2009.
10. Bíblia Arqueológica. NVI. São Paulo: Vida. 2013.
11. Manual de Escatologia. J.Dwight Pentecost. S. Paulo: Vida. 1999. (Ensina todas as Escolas
Teológicas)
12. A Bíblia e o Futuro. Anthony Hoekema. São Paulo: Editora Cultura Cristã. 2001. (Escola Amilenista)
13. A Escatologia do NT. Russell Shedd. São Paulo: Vida Nova. 1983. (Escola Pós-Tribulacionista)
14. Breve História da Escatologia Cristã. Harald Schaly. Rio de Janeiro: JUERP. 1986.
15. Estudo Panorâmico da Bíblia. Henrietta C. Mears. Editora Vida.
16. Manual Bíblico. Henry H. Halley. Vida Nova. 1994.
17. Manual Bíblico Unger. Merril Frederick Unger. São Paulo: Vida Nova. 2006.
18. A Bíblia em Esboço. Robert Lee. Rio de Janeiro: Editora dois Irmãos. 1979.
19. O NT em Quadros. H. Wayne House. São Paulo: Vida. 1999.
20. Introdução ao NT. D.A. Carson; Douglas J. Moo; Leon Morris. Sdão Paulo: Vida Nova.
21. Através da Bíblia - Livro por Livro. Myer Pearlman. São Paulo: Vida.
22. Sombras, Tipos e Mistérios da Bíblia. Joel Leitão de Melo. Rio de Janeiro: CPAD.
23. Manual de Tipologia Bíblica. Como reconhecer e interpretar símbolos, tipos e alegorias das Escrituras
Sagradas. Ada Habershon. São Paulo: Vida. 2003.
24. A Linguagem Simbólica do Apocalipse. Henri Rossier. Diadema/SP: Depósito de Literatura Cristã. 2008.
25. Cartas às 7 Igrejas da Ásia. A.P. Vasconcelos. Rio de Janeiro: CPAD.
26. Estudos sobre o Apocalipse. Armando Chaves Cohen. Rio de Janeiro: CPAD.
27. O Calendário da Profecia. Antônio Gilberto. Rio de Janeiro: CPAD.
28. Examinais as Escrituras - Atos a Apocalipse. J. Sidlow Baxter. São Paulo: Vida Nova.
29. Apocalipse – Introdução e Comentário. George Ladd. São Paulo: Vida Nova. 1992.
30. A última mensagem de Jesus à Sua Igreja. Norbert Lieth. Porto Alegre: Chamada da Meia Noite.
31. Apocalipse para Hoje. João Leonel. Viçosa: Ultimato. 2016.
32. A Mensagem do Apocalipse: Digno é o Cordeiro. Ray Summers. Rio de Janeiro: JUERP. 1980.
33. Análise escatológica do Apocalipse de João. Mauro Clementino da Silva. 2000. JMM.
34. A Soberania de Deus na História. A Mensagem e Significado do Apocalipse. Edward A. McDowell. Rio de
Janeiro: JUERP. 1976.
2
8. A Babilônia Anticristã. Norbert Lieth. Porto Alegre: Actual Edições. 2007.
3
- Igreja x judaísmo (Cap. 4-11) apareceu.
- Igreja x paganismo (Cap. 12-19)
- Igreja e seu triunfo atual
(Cap. 20-22)
4. Escola Idealista ou Espiritual - Afirma o Livro como um quadro - Evitar o Livro por causa de sua
- Nega o significado histórico ou simbólico do conflito entre o bem e aparente dificuldade.
profético do Apocalipse. o mal, entre o Reino de Deus e o - Ignorar sua natureza profética
- Usa uma abordagem mística ou império das trevas; é somente (1.3; 10.11; 22.7,10,18-19)
só simbólica do livro para ensinar verdades espirituais - Não reconhecer a chave de
- Seguiram essa Escola: Clemente que podem ser aplicadas a todas interpretação do Livro (1.9);
de Alexandria, Orígenes, as situações - Esse método é mais espiritual,
Agostinho, Jerônimo - Rejeita todas as outras três filosófico, poético ou simbólico.
escolas.
5.
CONCLUSÃO
Fazer uma mescla entre o Método Histórico e o Método Futurista. Os profetas enfocavam duas
coisas em sua perspectiva profética: os eventos do presente e do futuro. Como disse o Prof. George Ladd: “O
objetivo da profecia não é fazer um programa ou mapa do futuro, mas deixar cair a luz da consumação
escatológica sobre o presente” (2 Pe 1.19). A Bíblia Anotada adota as Escolas Histórica e Futurista, com
base no princípio de interpretação literal do texto bíblico.
4
(2 Tm 4: 16-17)
68 d.C. Galba
69 d.C. Otão
69 d.C. Vitélio
69 – 79 d.C. Vespasiano Planejou a destruição de Jerusalém
79 – 81 d.C. Tito Executou a destruição de Jerusalém
81 – 96 d.C. Domiciano Perseguição: Exilou João em Patmos (Ap 1.9)
96 - 98 d.C. Nerva Libertou João
98 – 117 d.C. Trajano
5
Círculo Hermenêutico
1. Se move DENTRO do texto
2. Se move AO REDOR do texto
3. Se move FORA do texto
APOCALIPSE
DATA
90 d.C. Época que Domiciano era imperador de Roma (81-96 d.C). Concordam com essa data: Irineu (180
d.C); Eusébio (325 d.C); Jerônimo (370 d.C); Clemente de Alexandria; Orígenes.
AUTOR
João (autor se identifica quatro vezes pelo nome (1.1,4,9; 22.8). As igrejas da Ásia o conheciam bem, e ele
se chama de seu irmão, que participa com elas da tribulação, do reino e da perseverança (1.9).
Talvez João tinha cerca de 80 anos quando recebeu esta Revelação do Senhor Jesus Cristo. João foi o
receptor e não o autor, pois a Revelação é de Jesus Cristo.
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GÊNERO LITERÁRIO
Literatura apocalíptica. Os acontecimentos estão ordenados literariamente e não em um formato
rigorosamente cronológico
LOCAL: Patmos (1.9). Pequena ilha rochosa do Mar Egeu, próxima de Mileto. Os romanos usavam a ilha
como colônia penal, e enviavam para lá presos políticos. Tinha uns 16 km de comprimento por 10 km de
largura. Uma ilha vulcânica, com elevações de até 300 metros. A uns 65 km de Éfeso.
No caso de João, ele foi acusado de subversão pelo governador da Ásia por causa da Palavra de Deus e do
testemunho de Jesus (1:9). A Igreja foi acusada de subversão política em Atos 17:7. Enviado para lá pelo
imperador Domiciano. Foi Domiciano quem primeiro obrigou os cristãos a adorarem o imperador, punindo
aqueles que se recusavam a fazê-lo.
MENSAGEM e POR QUÊ? Escrito para encorajar os cristãos perseguidos, e revelar-lhes a realidade de que
é Jesus Cristo quem reina soberano e de que ELE triunfará gloriosamente. O contexto de Apocalipse é exato
com a perseguição do imperador representado por uma besta que exige adoração (13.4, 15-17; 14.9; 16.2;
19.20). O cristão Antipas (2.13) havia sido martirizado.
O que é Apocalipse?
O termo "apocalipse" é formado por dois vocábulos gregos: o verbo kalypto = cobrir, envolver, ocultar,
por véu em, mais a preposição apo que aqui tem a idéia de afastamento. Assim, "apocalipse" significa
"remover o véu, revelar, descobrir algo que está encoberto".
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Aqui é pronunciada uma bem-aventurança sobre as Igrejas onde a revelação de João seria lida em
voz alta. A Igreja usava a prática judaica de ler em voz alta nas reuniões (Ex 24:7; Ne 8:2; Lc 4:16; At 13:15;
15:21; 2 Co 3:15). Paulo espera que suas cartas sejam lidas na congregação (Cl 4:16; 1 Ts 5:27).
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GOGUE E MAGOGUE DE EZEQUIEL E APOCALIPSE - Quem são Gogue e Magogue?
1. Ez 38 e 39 – Gogue é um bloco de nações 1. Ap 20:8 – Gogue são todas as nações rebeladas contra Deus
2. Ez 38:6,15 – Gogue vem do norte 2. Ap 20:8 – Gogue envolve toda a terra
3. Ez 38:16 – Gogue age por ato divino 3. Ap 20:7-8 – Gogue é movido pelo Diabo
4. Ez 38:21-22 – Gogue é destruído por 4. Ap 20:9 – Gogue é destruído por fogo do céu
espada
5. Ez 39:3 – Gogue luta com arco e flechas 5. Ap 20:9 – Gogue é totalmente consumido por fogo
39:11-13 – Gogue é sepultado em Israel
6. Ez 38 e 39 – Gogue vem antes do Milênio 6. Ap 20 – Gogue vem depois do Milênio
“Gogue e Magogue”: Nomes simbólicos, representando os
últimos inimigos de Deus
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24. Incenso Sl 141.2; Ap 5.8; 8.3-4; 18.3 Orações dos santos
25. Joio Mt 13.25,27,29; 37-43 Os maus, filhos de Satanás
26. Pedras Is 54.11-12 e Ap 21.18-21 No mundo bíblico são conhecidas desde os
preciosas primórdios da história humana (Jó 28.1-11).
Exemplos de jóias conhecidas no mundo antigo
provém dos sepulcros reais de Ur, em cerca de
2500 a. C. Entre esses tesouros funerários está um
diadema de rainha, uma coroa real de ouro batido e
desenhos de florais em lápis-lazúli (pedra de cor
azul celeste).
Is 3.18-21 são adornos, ornamentos na vida e na
morte.
As pedras mais duras, como o jaspe, a ágata e o
ônix estavam entre as favoritas para a confecção de
carimbos. Inscritas com cenas ou letras que
identificavam seu dono (Gn 38.18; 1 Rs 21.8),
anéis-selos eram precionados sobre a cera ou
barro, deixando sua impressão. As jóias
simbolizavam a realeza (Zc 9.16, Gn 41.42).
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(Ap 7.14) cristãos no tempo de na preparação final para a ao longo de toda a
João volta de Cristo história
- Representa a tribulação
ao longo de toda a
história
5. Os 42 meses ou 1260 Período indefinido de Metade dos 7 anos de Período indefinido de
dias (Ap 11.2-3) influência maligna tribulação desolação pagã
6. A mulher (Ap 12.1-6) - O povo de Deus do AT Israel e não a Igreja - O povo de Deus do AT
e NT e NT
7. Os 1260 dias (Ap 12.6) Período indefinido A 1ª metade da tribulação, Período indefinido
depois do arrebatamento da
Igreja
8. As 7 cabeças (Ap Imperadores romanos Ressurgimento do antigo Imperadores romanos
13.1) Império Romano
9. Os 10 chifres (Ap 13.1) Símbolos de poder Dez potências que se reunirão Símbolos de poder
para formar a nova Roma,
uma federação de nações
10. A grande meretriz A Roma histórica Ressurgimento da igreja Representa o mal
(Babilônia) ou a mulher apóstata
montada na besta
(Ap 17.1-7)
11. A esposa (Ap 19.7) Todos os remidos A Igreja (exceto o povo do AT Todos os remidos
ou do período da tribulação)
12. Armagedom Não ocorrerá literalmente Será uma batalha literal em Simboliza o poder da
(Ap 19.19-21) no futuro, mas simboliza Armagedom (Vale de Megido) Palavra vitoriosa sobre as
o poder da Palavra para no final da gde tribulação. forças do mal
vencer o mal Será travada entre reis do
oriente e a federação de
nações da nova Roma. Todos
serão derrotados por Cristo.
Começa o milênio
13. O Milênio (Ap 20.2-6) Simboliza o período entre Um período literal de mil anos Um longo período de
o nascimento de Cristo e durante o qual Cristo reinará expansão espiritual
a volta de Cristo. E não sobre o seu povo decorrentes da pregação
haverá um milênio literal do Evangelho
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- Novo nome de Cristo
7. Laodicéia Nenhum -Indiferente, nem Ser zeloso e -Sentar do trono de Deus
(3:14-22) fria nem quente, arrepender-se
Sig. Leigos é morna
-infeliz,
miserável, pobre,
cega, nua
1. ESTAR EM CRISTO
Estar em Cristo, permanecer nEle. Aquele que não está em Cristo, é infrutífero, nele há somente
obras da carne. Gl 5:22-23. “Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão,
domínio próprio”. Os frutos são o caráter do crente que glorifica a Deus.
“Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos” (Jo 8:31). “Cristo em vós,
a esperança da glória” (Cl 1:27).
“Se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que
ouvistes, e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro” (Cl 1:23).
Paulo admoesta a Igreja de Colossos a permanecer em Cristo através da Palavra de Deus.
2. IMITAR A CRISTO
“SEDE, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef 5:1).
“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 4:16; 11:1; 1 Ts 1.6; 2.14; Fl 3.17; 1 Pe 5.3;
Heb 6.12).
A maior necessidade do mundo hoje é de cristão com maturidade espiritual, que não somente tenha
professado sua fé em Cristo, mas que viva essa fé cada dia”. Paulo disse “não sou eu quem vive mas Cristo
vive em mim” (Gl 2:20).
3. FALAR DE CRISTO
Grande desafio é falar de Cristo. “vos designei, para que vades e deis frutos” (Jo 15.16) .
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16:15). Jesus chamou os doze
discípulos para estarem ao seu lado e para serem suas testemunhas. Paulo foi chamado pelo Senhor para
anunciar o Evangelho e sofrer pelo seu nome (At 9:15-16).
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(Ex 25.18-22). Isaías 6.1-3 – Também eram querubins.
4.7 - 1º ser vivente é semelhante a leão (representa o Evangelho de Mateus; Cristo aparece como o
Leão da tribo de Judá)
2º ser vivente é semelhante a novilho (representa o Evangelho de Marcos; Cristo como servo;
novilho é animal para sacrifício)
3º ser vivente tem o rosto como de homem (representa o Evangelho de Lucas; Cristo é o Filho do
Homem)
4º ser vivente é semelhante a águia (representa o Evangelho de João; Cristo é celestial)
5.1-14 Culto ao Filho. O livro não é o livro da vida, mas o do julgamento. O Cordeiro no meio do trono. O trono
de Deus é o lugar de onde é governado o Universo. Trono é sede da Sua administração. Deus age
sempre através de Jesus. Jesus executa a vontade de Deus.
5.5 Qual é o tema central deste capítulo? O Cordeiro é o centro. À volta do Cordeiro vemos: os 4 seres
viventes, os 24 anciãos.
Sua descrição: o Leão da tribo de Judá = o Rei vencedor
5.6 O Cordeiro é o centro. Jesus venceu como Cordeiro e o Gólgota é o local da vitória.
7 chifres = poder completo. Ele pode tudo.
7 olhos = conhecimento completo. Ele sabe tudo.
5.7 O Cordeiro toma o livro do juízo da mão de Deus. Está escrito a História do futuro.
5.8-14 O momento é importante, é caracterizado pelo festivo culto no céu. Ouvimos os cânticos dos 4 seres
viventes e dos 24 anciãos e dos anjos. O louvor é ao Cordeiro. Através dessa figura do Cordeiro e dos
24 anciãos, que foram comprados pelo sangue do Cordeiro, sabemos que a Igreja neste momento do
fim já está na glória, portanto, já foi arrebatada. Nos capítulos seguintes não encontramos mais a Igreja
de Jesus na terra, mas diante do trono do Cordeiro no céu.
6.1-17 O Cordeiro abriu o selo: O juízo começa com o abrir dos selos. A ira do Cordeiro começa. O único que
age e decide nos tempos do juízo é Jesus Cristo, O Cordeiro.
Quem é o personagem principal? O Cordeiro. Ele abriu um dos 7 selos, é ação decisiva. O abrir os
selos significa juízo. O juízo vem sobre todos (6.15-16). Cristo abre os selos como Cordeiro, Ele não
pode aparecer ao mesmo tempo como cavaleiro. Em Ap 19.1-16 apresenta Cristo cavalgando um
cavalo branco, mas as duas visões não estão relacionadas.
Cavalos: representam o julgamento divino sobre os pecados em um mundo rebelde.
O 4 cavaleiros representam : conquista/ guerra / fome /morte
6.1-2 – O Cordeiro abre o 1º selo: Cavalo branco: uma referência ao anticristo (1 Jo 2.18). Esse
cavalo branco é símbolo do desejo humano de conquista “imperialista”. Seu método não é ainda guerra
aberta, já que a paz não é removida da terra até o 2º selo ser aberto (v.4). Corresponde à descrição do
engano dos homens em 1 Ts 5.3. Este cavaleiro fala de paz e espalha guerra. Ele sai para vencer,
significa derrota para os homens. Ele é um cavaleiro camuflado, que atira de emboscada com o arco.
Por que Cristo não pode ser o cavaleiro do cavalo branco? Um dos seres viventes diz: Vem. Um
querubim não pode dar ordem a Cristo. Esse cavaleiro é uma imitação de Cristo. Cristo virá sobre um
cavalo branco em Ap 19.11.
OBS:
1. Bíblia Anotada: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
2. Bíblia Dake: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
3. Bíblia Scofield: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
4. Bíblia Brasileira de Estudo (Almeida Século 21). Não define o cavaleiro, mas diz que o cavalo branco
serve de símbolo do desejo humano de conquista “imperialista”.
5. Bíblia Shedd: registra duas opções: pode ser o Anticristo (Mt 24.15; 2 Ts 2.1-11). Ou é Cristo (Ap
19);
6. Bíblia de Aplicação Pessoal: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
7. Bíblia de Genebra: O cavaleiro do cavalo branco é Cristo.
8. Bíblia Vida Nova: O cavaleiro do cavalo branco é Cristo;
9. Bíblia Thompson: não define
10. Bíblia Apologética: não define
11. Bíblia de Estudo Plenitude: Diz que o cavaleiro no cavalo é símbolo da política de poder
internacional na forma de conquista militar. Ou pode ser Cristo.
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6.3-4 – Abre o 2º selo: Cavalo vermelho: guerra civil, espada, tira a paz da terra e leva os homens a
matar uns aos outros.
6.5-6 – Abre o 3º selo: Cavalo preto: Fome. Denário: moeda romana de prata que pagava o salário de
um dia do trabalhador braçal. Indica escassez de alimentos, racionamento caracterizada na imagem da
balança.
6.7-8 – Abre o 4º selo: cavalo amarelo “esverdeado”: cor de cadáver, acompanhada da morte e o
inferno. Resultado das doenças que acompanham a guerra, a praga, a peste e a fome
6.9-11 – Abre o 5º selo: João viu as almas dos que tinham sido mortos por causa da Palavra de Deus.
Os mártires dos primeiros meses da tribulação. Debaixo do altar, representa o altar dos sacrifícios. Foi
dito a esses mártires que outros ainda dariam suas vidas por amor a Cristo. Perseguição
6.12-17 - Abre o 6º selo: Catástrofes. Perturbações cósmicas: grande terremoto. Preditos em Is 34.4;
Joel 2.30-31; Mt 24.29). V.15 – reis se esconderão da face do Senhor. Is 2.10 e Sof 2.11
7.1 1ª Pausa (Interlúdio). Quatro anjos refrearam os quatro cantos da terra conservando os quatro ventos
da terra. Quatro cantos: podem ser o pontos cardeais: norte/sul/leste/oeste.
Ventos: podem ser guerras/ armamentos bélicos
7.2 Um anjo subia do nascente do sol, tendo o selo de Deus e falou para os quatro anjos para não
danificarem a terra
7.3-8 Até selar os servos de Deus, que são judeus (12 mil de cada tribo), são 144 mil. Faltam Dã e Efraim;
14.1-5 entrou José. Tribo de Judá; Tribo de Rúben; Tribo de Gade; Tribo de Aser; Tribo de Naftali; Tribo de
Manassés; Tribo de Simeão; Tribo de Levi; Tribo de Issacar; Tribo de Zebulom; Tribo de José;
Tribo de Benjamim
7.17 Gentios de todas as nações, tribos, povos e línguas. Grande multidão composta de muitos grupos
raciais e geográficos(v.14). Naqueles dias difíceis, muitos encontraram a Cristo como Salvador
8.1-2 O Cordeiro abre o 7º selo: silêncio no céu por meia hora. Com o abrir deste selo virá as 7 trombetas
8.3-5 Um anjo de pé junto ao altar, com um incensário de ouro. No templo usava-se um incensário cheio de
carvão em brasa durante as cerimônias de adoração (Ex 30.7-9)
8.6 Sete anjos se preparam para tocar as sete trombetas. Trombeta é um instrumento de sopro. Entre os
judeus, o toque de trombeta convocava à guerra, às festividades religiosas, às celebrações. Usados
em
- Ex 19.16; Lv 23.24; Lv 25.9 sonidos de trombeta, santa convocação;
- Nm 10.2 duas trombetas de prata;
- Js 6.4 sacerdotes levarão sete trombetas;
- Lv 23.23-25 – festa das trombetas
- 2 Sm 6.15 – Davi fez subir a arca do Senhor, com júbilo e ao som de trombetas;
- 2 Cr 5.12-13 – 120 sacerdotes tocando trombetas; 29.26-28;
- Is 58.1; Os 8.1; Jl 2.1 – Trombeta para anunciar uma revelação, uma exortação, um juízo de Deus;
No NT: Mt 6.2 – se deres esmolas não toque trombetas;
Mt 24.31 – forte clangor de trombeta;
1 Co 14.8 e 15.52 – a trombeta soará, os mortos ressuscitarão
1 Ts 4.16 – Ressoada a trombeta de Deus, descerá
Com o toque da trombeta inaugurará as últimas cenas do Dia de Cristo, como Rei, o Messias.
8.7 1ª Trombeta: Saraiva, fogo misturado com sangue e foi queimada a terça parte da terra, e das árvores
e também erva verde. Embora sejam aterradoras, não há razão pela qual devamos abandonar a
interpretação literal desses julgamentos, castigo de Deus (Ex 9.22-25; Gn 19.24 em Sodoma)
Três elementos são usados:
Saraiva: juízo súbito e esmagador ((Is 28.2-17; Ap 16.21)
Fogo: expressão da ira de Deus (Dt 32.32; Is 33.14)
Sangue: morte física como moral (Ez 7.1-27; 14.19)
8.8-9 2ª Trombeta: Grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em
sangue. Morreu a terça parte da criação que tinha vida. Um cataclismo que prejudique a navegação,
as embarcações e o comércio. Mar pode significar o mundo em rebelião contra Deus
8.10-11 3ª Trombeta: Caiu uma grande estrela ardendo como tocha chamada Absinto e prejudicou os rios e
as fontes de água que se tornaram amargas e venenosas. Pode ser literal, mas também pode ser uma
doutrina errada, apostasia. Absinto (alosna) planta de gosto forte e amargo. Usada como símbolo de
amargor, veneno, tristeza e calamidade (Jr 9.15; 23.15; Lm 3.19). Esta praga deixará impróprio para
consumo um terço da água potável.
8.12 4ª Trombeta: Foi ferida a terça parte do sol, luz e estrelas para que houvesse trevas. Eclipse desses
astros, já previstos em Mt 24.29; Lc 21.25-26; Ex 10.21). Os astros recebem um ferimento. Nesta
penumbra e solidão aos que ainda restam sobre a terra. Anunciam-se 3 calamidades que são 3 ais:
14
ai. ai. Ai
8.13 João viu e ouviu: uma águia voando pelo céu dizendo em grande voz: ai, ai, ai dos que moram na
terra, por causa das restantes vozes da trombeta. A águia revela a grandiosidade da mensagem diante
da severidade das calamidades que seguirão
9.1-2 5ª Trombeta: Será o 1º AI. Uma estrela caída: representação simbólica de um ser vivo e inteligente,
vindo do abismo (v.11). Simboliza um anjo caído que passa a abrir o abismo para soltar forças
demoníacas contra todos os que não tem o selo do Deus vivo.
Chave: simboliza autoridade, domínio, posse.
Abismo: é prisão, lugar de moradia de demônios, de trevas no qual os anjos rebeldes estão
reservados para o dia do julgamento (1 Pd 3.19; Jd 6; Lc 8.30-31).
9.3-12 1º AI: gafanhotos demoníacos com poder de escorpiões. Foi a oitava praga no Egito (Ex 10.1-20;
Jl 2.4-10). Gafanhotos representam exércitos de demônios. A descrição é dramática, o exército de
gafanhotos nos lembra modernos aviões; o exército de cavalaria e tropas motorizadas. O efeito é
terrível; eles maltratam os homens para depois matar um terço deles.
A terra tem 7 bilhões de habitantes; isso seria um bilhão e quatrocentos milhões de pessoas. Que
terrível.
9.4-5 As limitações das atividades das criaturas demoníacas indicam que Deus está no pleno controle dos
acontecimentos. Gafanhotos comuns comem erva, aqueles só atormentam por 5 meses, temporada
normal dos gafanhotos, de maio a setembro.
9.6 Os homens procurarão morrer, mas não haverá morte.
9.7 Gafanhotos semelhante a cavalos; cavalos são atacantes rápidos. Rostos como de homens, significa
ordem e inteligência.
9.8 Cabelos como de mulheres: vaidade. Dentes como dentes de leão: vencedores terríveis;
9.9 Couraças: bem protegidos. Asas: velozes, fácil movimento
9.10 Caudas como escorpiões: para torturar os homens com seus ferrões
9.11 O rei deles é o anjo do abismo, Abadom (hebraico é destruição) e Apoliom (grego é destruidor)
9.12 O 1º Ai passou
9.13-21 6ª Trombeta: Será o 2º AI. Foram soltos 4 anjos maus que estão atados juntos ao grande rio
Eufrates (16.12)
9.15 Hora, dia, mês, ano para que matassem a terça parte dos homens: hora específica, mais uma prova
do controle de Deus sobre a história
9.16 Exércitos da cavalaria: 20 mil vezes 10 milhares: 200.000.000 (duzentos milhões) de criaturas. Quanto
a outros exércitos sobrenaturais: 2 Rs 2.11; 6.16-17; Ap 19.14
9.16-17 Cavalaria infernal: Pela descrição dos cavaleiros pode se prever que não são homens, são forças
malignas para destruir os homens que não foram mortos e nem se arrependeram de suas maldades
(v.21). Cavaleiros tinham couraças cor de fogo (vermelho), jacinto (azul) e enxofre (amarelo). Os
termos cavalos, cavaleiros, armaduras e poder que têm, podem significar poderes bélicos.
9.18 Cavalos vindo do inferno, inspiram terror. Da boca deles saiam fogo, fumaça e enxofre (14.10; 19.20;
20.10; 21.8). Mesmos elementos da destruição de Sodoma (Gn 19.24-28). Seria uma guerra nuclear?
9.19 Cavalos que apavoram e destroem. Sua força estava nas suas bocas e nas suas caudas: suas caudas
pareciam serpentes, com as quais eles picavam os homens, fazendo-os sofrer. Idêntica a 9.10, os
gafanhotos.
9.20-21 Os homens persistem na idolatria, na adoração a demônios, assassinatos, feitiçarias, prostituição e
furtos. A rebeldia do restante da humanidade se evidencia em sua idolatria e imoralidade. Não se
arrependem, nenhuma confissão, nenhum perdão, nenhuma busca de Deus
10.1-11 2ª Pausa entre a 6ª e a 7ª trombeta. Nessa 2ª pausa temos uma visão do céu (Cap. 10) e uma visão
da terra (Cap. 11)
10.1 Local: no céu (10.1,4,8)
Figura do anjo forte: Deus age. Ele manda seus mensageiros.
Outro anjo forte descendo do céu (5.2; 8.3), enviado por Cristo, espelha Sua glória e carrega a insígnia
de Cristo. Envolto em uma nuvem: símbolo da glória divina. Deus desceu no Monte Sinai em uma
espessa nuvem (Ex 13.21; Nm 11.25; Sl 104.3; 1 Rs 8.10-11).
Arco-íris por cima de sua cabeça: fala-nos de misericórdia, fidelidade.
Rosto como o sol: ser divino (1.16)
Pernas como colunas de fogo
10.2,5 Na mão um livrinho aberto: tratava de uma mensagem de Deus. Aberto para provar a brevidade dos
acontecimentos nele escritos.
Pé direito sobre o mar e esquerdo sobre a terra: mostra o direito de Cristo de reclamar a terra como
15
sua (Sl 95.5; Ef 1.13-14). Todo o globo terrestre pertence a Cristo
10.3 Bradou em grande voz, como ruge um leão (leão da tribo de Judá que brama) e desferiram sete
trovões: testemunho da autoridade de Cristo sobre a terra.
Trovão: representa a voz de Deus no julgamento (1Sm 7.10; Sl 18.13; 104.7; Jó 37.2-5; Is 29.6;
30.30). No Sl 29 tem sete vezes “a voz do Senhor”.
10.4 Sete trovões: João ia escrever, mas a ordem foi: não escreva. Simbologia, são armamentos secretos.
É proibido a João revelar a mensagem dos trovões.
10.5-6 O anjo levantou a mão direita e jurou que não haverá demora; isto é os julgamentos das taças serão
derramados (16.1-21)
10.7 V.7 – cumprir-se-á. Mistério de Deus: alguma verdade sobre o próprio Deus que não será revelada
até que Seu Reino seja estabelecido sobre a terra.
10.8-11 Ordem: comer o livro. Ezequiel 2.8-10; 3.1-3; Jr 15.16 tem paralelos. Comer o livro é uma lição para
ensinar que as verdades de Deus podem ser ao mesmo tempo agradáveis e amargas, pois falam de
juízos.
10.11 -Reafirmação da comissão profética de João: ainda profetizaria para povos, nações, línguas e
reis
11.1 3ª Pausa – duas testemunhas na cidade de Jerusalém
Caniço ou vara: tinha 2,70 m de comprimento.
João recebe ordens de medir o santuário de Deus, o seu altar e os que naquele adoram. Zacarias viu
um homem medindo Jerusalém, o que simbolizava a proteção divina (Zc 2.1-5). Ezequiel teve uma
visão da medição de Jerusalém, simbolizando o fato de que Jerusalém ainda viria a ser a cidade de
Deus (Ez cap. 40-43).
Aqui há 3 interpretações:
1. refere-se ao templo que será construído durante a tribulação, no qual o ritual judaico será
restaurado e a luta entre os judeus restaurados e o anticristo (a besta);
2. refere-se ao destino da igreja em um mundo hostil;
3. refere-se a uma profecia da preservação e salvação, no fim do povo judeu
11.2 Não medir o exterior do santuário, pois ele dado aos gentios e esses por 42 meses (3 anos e meio)
calcarão aos pés a cidade santa. Provavelmente refere-se à segunda metade da tribulação.
11.3 Minhas testemunhas (v.3)
As duas testemunhas que profetizam por 1260 dias = 3 anos e meio. A descrição de João é tão real,
que João tinha essas duas testemunhas como pessoas reais.
Pano de saco: tecido grosseiro, feito de pêlo de bode, para fazer saco. É a vestimenta dos profetas ou
de quem está em grande luto (2Rs 1.8; Is 20.2; Gn 37.34; 2Sm 3.31; Ne 9.1; Et 4.1-4; Mt 3.4.
Pregadores de arrependimento.
11.4 As duas oliveiras (azeite) e os dois candeeiros (luz) se acham de pé diante do Senhor: simbolismo em
Zc 4.3. Não é possível dizer quem são, mas não são Moisés e Elias; Pedro e Paulo. Mas nos faz
lembrar da transfiguração de Mt 17.2-3. Esses dois homens servem a Deus, iluminando com seu
testemunho. Mas não são citados seus nomes, então não sabemos quem são. Número 2: indica o fato
de que eram necessárias duas testemunhas para estabelecer uma causa em cortes judaicas (Dt
19.15; Nm 35.30).
11.5-6 Como agem as duas testemunhas? Por sinais.
Os poderes das duas testemunhas fazem lembrar os de Moisés e Elias (Ex 7.20; 8.1; 12.28; 1 Rs
17.1; 18.41-45; 2 Rs 1.10-12). Da boca deles sai fogo.
11.7 Qual o fim das duas testemunhas? Serão mortas. A BESTA: a personagem aparece aqui pela primeira
vez. Referência ao abismo revela que é um ser demoníaco conforme 9.2. Relacionada com Daniel 7,
ali as bestas representam os poderes políticos que causariam grandes danos ao povo de Deus.
Possível que João tenha em mente aspectos políticos aqui. A origem demoníaca da besta não exclui
seu aspecto histórico e político.
A besta que surge do abismo as vencerá e matará. O anticristo (1 Jo 2.18), o mesmo personagem de
Ap 13.1-10; 14.9-11; 15.2; 16.2;17.3,8,13; 19.20; 20.10. O poder da besta sobre as duas testemunhas
só é dado após a conclusão da missão delas, revelando a soberania de Deus, mesmo sobre a besta.
11.8-9 Onde estão? Seus cadáveres ficarão na praça em Jerusalém, por 3 dias e meio. Nome simbólico de
Sodoma e Egito, símbolo de pecado e idolatria, mostra a degradação da cidade. Sodoma simboliza a
imoralidade e Egito simboliza opressão.
V.8 – Onde foi seu Senhor foi crucificado.
11.10 O povo vai fazer festa e se alegrar e enviar presentes uns aos outros.
11.11-13 Deus ressuscitará essas testemunhas e as levará ao céu numa nuvem. Haverá um terremoto e
morreram sete mil pessoas e destrói uma décima parte da cidade (Ez 38.19-20 e Zc 14.15).
16
11.14 O 2º Ai passou
11.15-19 7ª Trombeta: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo e Ele reinará pelos
séculos dos séculos.
11.16 Os 24 anciãos prostram-se e adoram a Deus (4.4,10)
11.17 Realiza-se aqui o que os santos rogaram e por isso estão agradecendo e dizendo: Deus Todo-
Poderoso, que és e que eras.
11.18 Mostrares a tua ira e os mortos serem julgados, incluindo galardão (recompensa)
11.19 Abre-se o santuário (templo) de Deus no céu e a arca da aliança é vista no templo. A arca é a garantia
da presença de Deus com o seu povo. Representa a fidelidade de Deus às Suas alianças feitas a
Israel (Rm 9.4-5).
Relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e saraivada: são maneiras para expressar a majestade e poder
que acompanham as manifestações da presença divina.
Cap. 12 e 13 vão aparecer os 7 personagens
12.1-17 O dragão, a mulher e seu descendente
12.1 O grande sinal no céu é a mulher: ela simboliza Israel que deu Cristo ao mundo (12.5) e será
perseguida na tribulação (12.13). Está vestida com esplendor; as doze estrelas representam as 12
tribos, como mostra o sonho de Jose (Gn 37.9). Israel era retratado como mulher casada no AT (Is
54.1), e como esposa adúltera por causa do pecado (Is 47.7-9; 50.1; Jr 3.1-25; Ez 16.8-46; 23.1-21;
Os 2.1-23)
Onde começou a luta da mulher com o dragão: Em Gn 3.1,15, no Éden. A serpente é desde o início o
inimigo da humanidade, porque da mulher viria O Homem que deveria lhe esmagar a cabeça; a
serpente é inimiga do povo de Israel, porque dele veio Jesus para lhe esmagar a cabeça
12.2 Dores do parto: símbolo do parto usado no AT para retratar sofrimento agudo, especialmente a
“angústia de Jacó” (Is 26.15-18; 66.7; Jr 30.5-7). Sofrimento de Israel durante a tribulação.
12.3-4 Outro sinal no céu: um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças,
sete diademas (12.9) é Satanás. Cauda: significa influência.
Dragão: símbolo profético é a antiga serpente (Gn 3.1-10). Suas sete cabeças, dez chifres e, nas
cabeças, sete diademas o identificam com a forma do poder mundial gentio concentrado na besta
(13.1-10 e Dn 7.8).
Dragão: símbolo histórico: sua queda (Is 14.12-14; Ez 28.12-15; Gn 3.15; Mt 2.16).
12.3,9 - Como Satanás é descrito: dragão e, serpente, diabo, Satanás
12.5 Filho varão: é Jesus. Foi arrebatado: Refere-se à ascensão de Cristo
12.6 A fuga da mulher: simbolicamente a fuga de Israel da fúria de Satanás (12.13-17). 1260 dias: são
os 3 anos e meio da perseguição de Satanás, que ele fará por meio da besta (2 Ts 2.3-7).
12.7-12 Arcanjo Miguel: Miguel é o protetor do povo de Daniel, os judeus (Dn 10.13-21; 12.1). Miguel é o
único anjo designado como arcanjo na Bíblia (Jd 9). Miguel contra o dragão: quando da expulsão de
Satanás dos céus. Desde sua rebelião, Satanás e suas hordas vagam soltos pelos céus (Jó 1.6; 2.1;
Gn 3.1-10; Ef 2.2; 6.10-12). Miguel é símbolo do socorro e proteção divina. Miguel significa Quem é
como Deus?
Luta: Miguel e seus anjos x dragão e seus anjos (12.7)
12.9-10 Duas atividades de Satanás: enganar o mundo e acusar os irmãos.
12.11 A defesa do crente contra Satanás é recorrer aos méritos da morte de Cristo, isto é, ao Seu sangue
remidor, mesmo que precise morrer.
12.12 A expulsão de Satanás significa terrível aflição na terra. A cólera de satanás é pelo pouco tempo que
lhe resta
O diabo é expulso das regiões celestes e atirado sobre a terra. Por isso há alegria no céu e
lamentação na terra
12.13 3º AI: Satanás (dragão) persegue a mulher (Israel): Sabendo que sua derrota foi provocada pela
exaltação do Filho varão, Cristo, o dragão faz jorrar sua cólera contra a mulher vestida de sol (Israel)
que deu à luz o Filho varão.
12.14 As asas da grande águia dadas à mulher para que fugisse para o deserto lembram que o Senhor
libertou Israel do Egito e o levou sobre asas de águia (Ex 19.4; Dt 32.11; Is 27.1). Esse é o período
das “abominações” (Dn 9.27) e da grande tribulação dita por Jesus (Mt 24.15-22; Lc 21.20-24). Águia é
vigorosa, vôo rápido, garras potentes, faz ninho nos rochedos altos. Atinge até 3 metros de
envergadura, vista penetrante (Dt 14.5; Ct 2.9,17; 8.14). Simboliza longevidade (Sl 103.5; Is 40.31).
Águia anuncia os 3 ais do Ap 8.13
Função da grande águia será a de proteger a mulher (Israel).
Rui Barbosa (1849-1923): foi tido como a Águia de Haia, pois como estadista favoreceu Israel na II
Conferência de Paz (1907) em Haia – Holanda, pois defendeu a igualdade entre as nações, inclusive
17
para os judeus dispersos.
Osvaldo Aranha (1894-1960): serviu como águia, quando favoreceu a criação do Estado de Israel em
14/05/1948. Em novembro de 1947 foi chefe da delegação brasileira na recém criada ONU, em Nova
Iorque. Presidiu a II Assembléia Geral da ONU que votou o plano de partilha da Palestina entre judeus
e árabes. Foi secretário da ONU por 2 anos. Seu papel nesse episódio granjeou-lhe a gratidão de
Israel. Em sua homenagem há uma rua em Tel-Aviv com seu nome.
(Mirador – Vol 3 – Pág 712).
12.15-16 A preservação de Israel: a serpente (Satanás) arroja de sua boca “água como um rio”, A arma de
Satanás é um rio que sai de sua boca (propaganda contra Israel). Simbolizando as nações gentias
(17.15) que, inspiradas por satanás, com ódio, pretendem destruir Israel. Mas a terra socorreu a
mulher, abrindo a boca e engolindo o rio que o dragão lançara da boca. Sugere nações amigas, que
protegerão os judeus perseguidos.
12.17 O remanescente piedoso: são judeus que guardam os mandamentos de Deus e dão testemunho de
Jesus (Is 1.9; 6.13; Rm 11.5)
13.1-10 A besta do mar: Mar são nações (Ap 17.15; Is 17.12-13)
13.1-10: Relação da Besta com Satanás (A besta do mar: Mar são nações (Ap 17.15; Is 17.12-13)
12.3 - Satanás – dragão - diabo 1ª Besta (13.1-10). É possível definir a origem étnica ou reliogiosa
12.9 – dragão, serpente, diabo, satanás do anticristo?
Anotar todas as características.
Besta: Significa animal selvagem. Será anticristo. Sobe do mar.
Será Roma? Mar simboliza uma condição política instável (Is 17.12
e 57.20). Pode ser um líder político, exercerá poder absoluto no
mundo. A besta emerge do mar, da mesma maneira que os animais
de Dn 7.2-3
Tem 7 cabeças = domínio mundial e Tem 7 cabeças (totalidade do poder maligno)
autoridade. Tem 10 chifres (pode ser 10 governos, reinos)
Tem 10 chifres = símbolo de poder. Tem 10 diademas/coroas (representa autoridade)
13.1,5-6 – sua característica é blasfemar contra Deus ou ofender a Deus
Serão 10 reis que darão seu poder ao
13.2 – besta semelhante: (Dn 7.1-8). O poder vem de satanás.
anticristo (17.12-13) a) leopardo: perigoso, ágio, velocidade e ferocidade, fica na emboscada
Tem 10 diademas ou coroas: representam para saltar sobre a presa (Jr 5.6; 13.23; Os 13.7; Hab 1.8),
autoridade política. b) com pés de urso: grande força nas unhas e dentes, gde estatura,
Tem 1 cauda: significa influência pesado, animal carnívoro. A ursa roubada de seus filhotes como símbolo
de ferocidade (2 Sm 17.8; Pv 17.12; 28.15; Os 13.8; Am 5.19)
Os três terão um destino: o lago de fogo: c) boca como de leão: Devora tudo. O mais forte carniceiro (Is 38.13; Sl
Ap 17.13 (um só pensamento) 7.2; 22.13; Pv 20.2; 2Tm 4.17). Daniel 7.3-7- viu 4 animais: leão, urso,
Ap 19.17 a 21; leopardo, animal terrível. A semelhança da besta com os animais
significam os impérios da visão de Daniel 7.
Ap 20.1-3, 10 a 15
13.2 – o dragão (satanás) dá-lhe o seu poder, seu trono, grande
autoridade ao anticristo.
13.3 – ferida mortal e foi curada. Satanás restaura o anticristo à vida,
numa imitação da ressurreição de Cristo. A besta terá um poder místico e
político, por isso todos seguirão o anticristo.
13.4-8 – Adorar a besta é o auge da idolatria, é culto a Satanás
13.5 – 42 meses ou 1260 dias (11.2-3; 12.6,14). A besta terá um domínio
curto, mas autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação (13.8).
Promoverá a idolatria e perseguição.
13.7 – terá autoridade: tribo, povo, língua, nação
13.9 – Quem tem ouvidos, ouça.
13.10 – este versículo é de difícil interpretação, pode ser que o destino
dos perseguidores será o mesmo destino dos perseguidos. Deus retribuirá
o mal que causaram.
18
- Parece cordeiro: parece manso, inofensivo, brando, mas fala como
dragão. Vai chefiar a religião falsa que unirá o mundo ao redor do culto ao
anticristo.
13.12-14 – exerce toda a autoridade da 1ª Besta e faz que todos adorem a
1ª besta
13.12-15 – Exige homenagens ao anticristo; pratica milagres (Mt 24.24).
Dará vida a uma imagem do anticristo, sentenciando a morte os que
desobedecerem. Ela cria a marca da besta.
Qual a religião desse falso profeta? Endeusamento e adoração de homens
(idolatria). A religião mundial do homem (Dn 3.1-6)
13.16-17 – exigirá que recebam uma marca na mão ou na testa para
poderem comprar ou vender. Retirará o direito das pessoas que não
ingressarem na religião do anticristo.
13.16 – marca sobre a mão ou fronte.
13.18 – Nº 666 – de algum modo que nos é hoje desconhecido, este nº
terá papel importante na identificação do anticristo no futuro. Apesar de
tentativas de identificar o “sinal” da besta a nomes, computadores,
sistemas monetários, cartões com chip, sua natureza ainda é ignorada, e
só será revelada no tempo do fim. O 666 é considerado como um símbolo
aquém da perfeição, posto que cada algarismo é um número menor que 7
(sete.)
Ninguém pode identificar agora. Já se falou muitos nomes: Nero,
Diocleciano, Hitler, Osama Bin Ladem, Sadan Russein, Baraque Obama,
Trump, Príncipe William e Harry, Hellen White, Roma, Islã, maçonaria,
Stalin, etc, (Lutero dizia que era o papa).
As letras, tanto no hebraico como no grego, têm valor numérico. Alguns
pensam que, embora João tenha escrito no grego, referia-se à numeração
hebraica.
- Desde janeiro 2008 todos os animais dos EUA estão usando chip. Desde
o menor ao maior. Breve, todos os humanos estarão também usando um
chip. O Anticristo irá monitorar a todos. Na Inglaterra, mais de 300 vezes
ao dia as pessoas são monitoradas. Seu telefone, computador, facebook,
e-mails estão monitorados. Palavras como bomba, AL Qaeda, Bim ladem
são relacionadas todos os dias. Essa era é da sociedade supervisionada.
Sistema biométrico, como voz, digitais, Iris dos olhos; cada dia será cada
vez mais difícil escapar da polícia. O anticristo vai encontrar o mundo
pronto para recebê-lo e obedecê-lo.
DANIEL E JOÃO
DANIEL 7:1-7 APOCALIPSE 13:1-18
Daniel viu o quarto animal um grande João viu o animal saindo do mar com dez chifres coroados e sete cabeças.
monstro com dez chifres
O chifre pequeno tinha olhos e boca que A besta foi dada uma boca falando grandes coisas e blasfêmias.
falava grandes coisas
O chifre pequeno: Ele falará palavras A besta abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus
contra o Altíssimo
O chifre pequeno: Ele consumirá os Foi-lhe dado que fizesse guerra aos santos e que os vencesse.
santos do Altíssimo
O chifre pequeno dominará um tempo, A besta foi dado poder para 42 meses – 3 ½ anos
dois tempos e metade de um tempo
OBS: Nos capítulos 12 e 13 vimos o que Satanás pretende e parecia que o Senhor calava. Nos cap. 14 e 15
é revelado o que o Senhor pretende e os planos de Satanás serão frustrados.
19
chegada a hora do juízo
14.8 – 2º anjo: caiu, caiu a grande Babilônia (Esta queda é descrita nos Cap. 17 e 18)
14.9-11 – 3º anjo: mensagem de juízo - se alguém adora a besta e recebe sua marca também
beberá do vinho da cólera de Deus
14.12 – os santos serão capazes de perseverar, sabendo que Deus punirá seus inimigos
14.13 – bem-aventurados os mortos que morrem no Senhor (Sl 116.5)
14.14-20 A colheita
14.14 Descrição do Senhor da ceifa: Filho do homem, a Ele foi dado o juízo. Nuvem branca: assim como
subiu ao céu (At 1.9; Lc 24.50-51). Com uma coroa de ouro.
Na mão uma foice afiada: pronto para o juízo. Foice aparece 7 vezes. Falada na parábola em Mt
13.37-43. Os anjos cooperarão, mas quem ordena é o “Filho do Homem”.
14.15 – ceifa da terra = nações da terra
14.18 – ceifa da terra = videira da terra é Israel em Is 5.1-7; Jr 2.21; Jl 3.11-16; Is 63.1-6. Três árvores
que simbolizam Israel:
- videira (símbolos dos privilégios espirituais);
- figueira (símbolos nacionais);
- oliveira (símbolos religiosos)
14.19-20 Imagem da batalha do Armagedom (Ap 16.16; 19.17-19; Joel 3.2).
v.20 –sangue até os freios dos cavalos de 1600 estádios = extensão de 320 km e altura de 1,20 m
15.1-8 Pausa para os julgamentos das 7 taças
15.2 Mar de vidro = graça (4.2). Mesclado de fogo = provas que passaram; venceram a besta, sua imagem
e seu número
15.3-4 Entoavam o cântico de Moisés (Ex 14.30-31; 15.1-3) e cântico do Cordeiro.
Ambos os pactos: AT e NT
15.5 Santuário do Tabernáculo do Testemunho: é o Santo dos Santos no tabernáculo celestial
15.6-8 7 anjos se preparam para as 7 taças (flagelos). Os anjos estão vestidos com vestes sacerdotais
16.1-21 Julgamentos das taças. Sobre quem são derramadas as 7 taças?
16.1 – sobre a terra. A ordem vem de Deus, é “ide e derramai”
16.10 – sobre o reino da besta: terra
16.19 – sobre cidades e nações
16.20 – todas as ilhas
O que diz o céu sobre esses juízos?
16.5-7 – teus juízos são verdadeiros e justos
16.17 – feito está, compare com está consumado
O que os homens dizem sobre esses juízos:
16.9,11,21 – blasfemaram o nome de Deus
16.1-2 1ª Taça: úlceras malignas = epidemia de tumores malignos nos homens portadores da marca da
besta; portanto, no tempo em que domina a besta. Na Bíblia Profética – página 63 faz comparação das
pragas do êxodo com as taças. (Ex 9.8-12 úlceras)
16.3 2ª Taça: no mar e este se tornou em sangue e morreu a vida do mar. (Ex 7.19-21 rios em sangue)
16.4-7 3ª Taça: nos rios e nas fontes das águas. São dignos disso, isto é, merecem beber sangue, pois
derramaram sangue de santos e profetas
16.8-9 4ª Taça: intenso calor (Is 30.26). Homens serão queimados e blasfemarão e não se arrependerão
(v.9,11,21)
16.10-11 5ª Taça: escuridão sobre o trono da besta; os homens morderão as línguas por causa da dor,
angústias e úlceras, mas não se arrependem. (Ex 10.21-23 trevas).
16.12-16 6ª Taça: Sobre o rio Eufrates, cujas águas secaram para se preparasse o caminho dos reis que vêm
do lado do nascente do sol ou pelos reis do oriente. Alguns pensam que aqui se cumprirão a profecia
de Ezequiel 38 e 39. Os exércitos das nações do Extremo Oriente serão ajudados em sua marcha até
Armagedom pela secagem sobrenatural do rio Eufrates (9.14). Estes se colocam à disposição do
anticristo e guerrearão contra o Cordeiro (17.12-14,17)
16.13-14 Vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos
semelhantes a rãs. Rãs simbolizam os demônios (v.14), espíritos demoníacos que usarão palavras
para persuadir as nações. Rãs é animal imundo (Lv 11.10). Linguagem figurada, supõe propaganda
enganosa, falsa profecia, levará as pessoas a aceitar e apoiar a causa do mal. Luta insana do homem
contra Deus (Zc 14.1-2,12)
16.16 Armagedom, vale de Josafá, vale de Megido, vale de Jesreel (entre Galiléia e Samaria) é antigo campo
de batalha e local de vários combates na história de Israel (Jz 5.19; 2 Rs 9.27; 2 Cr 35.22). Vale de
matança (Sf 3.8). Simboliza o local da reunião das nações que lutarão contra Israel (Joel 3.2,12)
20
16.17-21 7ª Taça: destruição global. Derramou a taça no ar, o reino de Satanás (Ef 2.2). Grande terremoto
(v.18), saraivada (v.21) com pedras que pesavam um talento = entre 20 a 40 quilos. (Ex 9.22-26).
16.19-21 As conseqüências da ira de Deus: Jerusalém “a grande cidade” (11.8; Zc 14.1) ou Babilônia (18.2)
centro político e religioso dos capítulos 17 e 18.
V. 20 – o terremoto é mundial: toda ilha fugiu e os montes sumiram
17.1-7 Visão da grande meretriz, prostituta (Roma v.18). É a Babilônia eclesiástica, religiosa. A religião será
um grande sucesso, o mundo a aceita, transformando-a numa Babilônia ecumênica (Gn 10.10 e 11.9).
Isaías 13.19-20 e Jr 50 e 51 Babilônia é chamada mãe das meretrizes.
17.2 – Os reis da terra: o domínio da grande prostituta através da opressão, poder e atração.
17.15 – é a explicação das muitas águas. Ligada à idolatria, infidelidade, poder e luxo
OBS: Ef 5.27 – mulher simboliza a Igreja, mas ela é santa e sem defeito, sem mácula, gloriosa, sem
ruga, Em Ap 19.7-8; 21.2 ela é noiva e esposa
17.3 A mulher montada numa besta escarlate com nomes de blasfêmia, com 7 cabeças e 10 chifres.
É a imagem da religião mundial, fundada pelo falso profeta. É a mesma de Ap 13.3. A besta aqui é a
mesma do Ap 13. A mulher a grande prostituta montada na besta, indica relação entre poder político
totalitário e as forças espirituais do mal.
17.4 Mulher vestida de púrpura e escarlate, adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas: significa pompa,
realeza e luxo, ganhos pessoais. Escarlate simboliza pecado e adultério (Is 1.18).
Tendo na mão um cálice de ouro cheio abominações (idolatrias), imundícias da sua prostituição,
apostasia
17.5 Babilônia, a grande: representa o falso sistema religioso que se centralizará em Roma. Torna-se
símbolo da igreja do anticristo
17.6-7 Os pecados dessa mulher: embriagada com sangue dos santos (significa assassinatos). João
admirou-se e o anjo disse que explicaria a ele o mistério dessa mulher. Esses santos são os mesmos
de Ap 14.12.
17.8-18 V.8 – “Era” (existia) no tempo de João e “não é”, profetizou-se seu término, e de fato, terminou como
império em 476 d.C. É a interpretação da Babilônia, o império romano. Está para emergir do abismo
(11.7) e caminha para a destruição (17.11 e 19.20). Volta no final dos tempos munido de poderes
satânicos do abismo e ecumenismo (2 Ts 2.8-9; Ap 9.1-12; 11.7; 13.2)
17.9-10 7 cabeças são 7 montes e também 7 reis. Roma é conhecida na História como cidade das 7 colinas. A
mulher, a Babilônia eclesiástica terá seu quartel na capital da besta (Roma v.18). Nero tinha seu
palácio no monte Paladino.
17.12 Os 10 chifres são 10 reis. A confederação de nações que se formará e será liderada pelo anticristo
(Dn 7.23-24). Esses 10 reis são os representantes de todos os reis da terra, que concederão o domínio
a besta.
17.13 Têm um só pensamento, isto é um governo central do mundo
17.14 O Cordeiro os vencerá
17.15 As águas são povos, multidões, nações e línguas; a expansão mundial da igreja do anticristo. No início
unidos (v.7, 15). A igreja apóstata será ecumênica e domínio será sobre toda a humanidade, pois ela
se assenta (v.1) sobre todos os povos, nações e línguas. A prostituta que dominou e explorou os
povos da terra e que será levada ao poder pela besta, verá a besta se virar contra ela no final.
17.16-18 Esses odiarão a meretriz. O poder político liderado pelo anticristo destruirá a falsa religião. Depois
ódio, luta, destruição. Essa será a igreja ecumênica do futuro: todas as religiões, todas as igrejas, que
não são do Espírito de Deus, a religião sem Deus, que se origina do poder mundial.
O tema deste capítulo: O Cordeiro os vencerá
18.1-24 Tema deste capítulo: a queda da Babilônia comercial, mercantilista. Um grande anjo anuncia sua ruína
completa: caiu, caiu a grande Babilônia.
18.2 Morada de demônios, covil de espírito imundo e esconderijo de ave imunda
18.3-5 Babilônia é demoníaca (Mt 13.24-30 na parábola do joio e do trigo). Seu pecado se estende por todas
as nações, reis e mercadores. Seus pecados se acumularam (v.5)
Retirai-vos dela (v.4) para não serdes participantes dos seus flagelos (Jr 51.45). O povo de Deus deve
separar-se do sistema babilônico do fim dos tempos (2 Co 6.14-17; 1 Jo 2.15-17)
18.6,8,1 O juízo virá repentinamente, por meio de fogo (v.8-9)
0
17, 19
18.16 e Ai! ai! da grande cidade
19
18.20 Deus a julgou pelo tratamento dado aos santos, apóstolos e profetas e mártires (v.24)
21
18.21-23 Jogar uma pedra no mar é a representação do juízo completo, definitivo. Nem música, nem
trabalhadores, nem luzes, nem alegrias se acharão mais em Babilônia
Quem lamenta o juízo sobre Babilônia?
V.9 – os reis da terra (política), que com ela se prostituíram, viveram em luxúria
V.11,15 – os mercadores
V.17 – os marinheiros (economia e transportes)
Jeremias 50 e 51 retrata a queda da Babilônia. Jr 51.7-8 “copo de ouro” por fora esplêndida, mas
dentro cheia de prostituição. Figura da Babilônia escatológica em Ap 14.8 e 17.16.
Jr 51. 44-45, 58, 62-63 muros derribados, exterminada, queimada
19.1-10 O céu se alegra, pois a Babilônia eclesiástica (cap. 17) e a Babilônia política, mercantilista (cap. 18)
precisa ser julgada antes que a verdadeira noiva se revela (19.6-10).
19.6-10 O que é importante na descrição das bodas do Cordeiro?
O Cordeiro leva a Igreja à perfeição. Vestida de puros vestidos brancos (Ef 5.27-32 está cumprido).
V.8 – atos de justiça dos santos: todas as boas obras dos crentes
19.10 João é exortado a não adorar anjos, mas apenas a Deus (22.9) e é advertido de que o centro da
profecia é Jesus (Ap 22.9; At 10.25-26).
19.11-16 Vi o céu aberto; esta é a segunda vinda de Cristo que se dará no auge da campanha do Armagedom,
na qual Ele será o vencedor e todos os que se opõem a Ele serão mortos (V.19,21)
Seus nomes: Fiel e Verdadeiro (1.5; 3.7). Sua vitória é demonstrada por Ele estar sentado em cavalo
branco, que simboliza a vitória.
v.12 – Olhos como chama de fogo (1.14; 2.18). Um nome escrito que ninguém conhece, este é, talvez
o mesmo nome que Ele escreverá sobre o vencedor (2.17; 3.12)
v.13 – Ele vem para vingar-se de seus inimigos pelo fato de estar vestido com um manto tinto de
sangue
v.15-16 – espada afiada: é onipotente Palavra de Deus, que criou o universo
19.17-21 Descrita a batalha de Armagedom: tão grande será a matança que um anjo reunirá as aves do céu
para devorarem a carne dos mortos na batalha. A total destruição dos inimigos de Cristo. A besta
(13.1-10) e seus reis e exércitos reunidos para fazer guerra contra o Cordeiro (v.19). O falso profeta
(13.11-18) são lançados vivos na Geena, inferno eterno, a morada eterna de todos os ímpios
(20.10,15)
v.20 – fogo com enxofre, significa terrível sofrimento (14.10)
20.1-3 Essa visão mostra a conseqüência natural dos eventos do cap. 19. Satanás o instigador dos males na
terra precisa ser anulado antes do estabelecimento do reino de Cristo na terra.
A chave e a corrente retratam a própria autoridade divina.
v.2 – dragão: usado para mostrar sua crueldade
- serpente: usado para mostrar sua ardilosa ilusão
- diabo, Satanás: usado para mostrar sua maliciosa calúnia
Mil anos: Milênio é o tempo quando Cristo reinará sobre a terra (Is 2.3; Dn 7.14; Zc 14.9). Satanás não
terá liberdade para agir; a justiça florescerá (Is 11.3-5), a paz será universal (Is 2.4; 35.1-2). Esse
aprisionamento é necessário porque o reino tem por meta a restauração da autoridade divina sobre a
terra.
V. 3 – local do aprisionamento é o abismo, a prisão dos demônios (Lc 8.31; Ap 9.2; 17.8)
v. 7-9 – ao final desse período, Satanás será solto para fazer uma última tentativa de derrubar a Cristo,
mas sem sucesso (20.7-9); depois é lançado no inferno eterno, a Geena para partilhar do destino da
besta, do falso profeta e dos homens ímpios (20.15; Mt 25.41)
20.4-6 20.4 – almas dos decapitados. Os mártires da tribulação, por causa do testemunho de Jesus.
20.5 – os ímpios mortos serão ressuscitados e julgados depois do Milênio.
20.5 - Esta é a 1ª ressurreição. Esta ressurreição inclui todos os justos de todas as eras (a
ressurreição da vida) Jo 5.29; chamada também de ressurreição dos justos de Lc 14.14, que serão
ressurretos antes do início do Milênio.
20.7-9 20.7-8 - Satanás será solto: sua atitude não muda para demonstrar diante de todo mundo que ele é
irrecuperável. Ele consegue enganar as nações e reuni-las na última confederação humana.
20.8 – Gogue e Magogue: nomes para os inimigos universais de Cristo.
Pano de fundo aqui é Ez 38 e 39
20.10-15 20.10 – O lago de fogo (20.10; 19.17-20; 21.8). O julgamento dos mortos incrédulos; vai ocorrer ao
final do Milênio, será baseado nas obras, para mostrar que o castigo é merecido (v.12) e por não terem
crido em Cristo como Salvador, durante suas vidas. Esta é a ressurreição do juízo (Jo 5.29).
20.11 – Trono Branco:
22
20.11 - A terra e o céu fugiram: diante do trono e da santidade de Deus, todos fogem.
20.12 – Os mortos, os grandes e pequenos, em pé diante do trono: O julgamento de todos os mortos
ímpios de todas as épocas.
20.12 – Os livros abertos no leva a Dn 7.9-10, dizem respeito à história escrita ou relatório sobre cada
indivíduo.
20.13 - O julgamento de todos os mortos ímpios de todas as épocas.
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menorá pode ter sido uma representação abstrata da árvore da vida.
No Salmo 1, os justos são comparados a uma árvore plantada à
margem de um rio.
Em Pv 3.18. a sabedoria é descrita como uma árvore de vida para os
que se apoderam dessa virtude. Fora da bíblia, a árvore da vida é como
símbolo da imortalidade.
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