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Apostila Apocalipse

A disciplina de Análise de Apocalipse no Seminário Teológico Evangélico Betel Brasileiro busca explorar o último livro da Bíblia, enfatizando sua importância profética e histórica. Os objetivos incluem entender o contexto em que foi escrito, o gênero literário apocalíptico e a identidade de Cristo, além de discutir as diferentes escolas de interpretação do texto. A apostila é elaborada pela professora Ivete Máximo Pereira, que possui diversas formações acadêmicas em Teologia e Filosofia.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Apostila Apocalipse

A disciplina de Análise de Apocalipse no Seminário Teológico Evangélico Betel Brasileiro busca explorar o último livro da Bíblia, enfatizando sua importância profética e histórica. Os objetivos incluem entender o contexto em que foi escrito, o gênero literário apocalíptico e a identidade de Cristo, além de discutir as diferentes escolas de interpretação do texto. A apostila é elaborada pela professora Ivete Máximo Pereira, que possui diversas formações acadêmicas em Teologia e Filosofia.
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INSTITUTO BÍBLICO BETEL BRASILEIRO

Rua Xerelete, Nº 248 – Lote 3 A


Jardim Atlântico
74343-600 – Goiânia – GO
Telefone: (62) 3289-9322

SEMINÁRIO TEOLÓGICO EVANGÉLICO BETEL BRASILEIRO


DISCIPLINA: ANÁLISE DE APOCALIPSE
Profª Ivete Máximo Pereira

EMENTA

Esta disciplina visa analisar o Apocalipse, o último LIVRO de Deus ao homem. A mensagem dos
profetas davam a Israel uma última oportunidade de voltar-se para Deus, Os profetas anunciaram a queda de
Samaria, de Jerusalém, o cativeiro babilônico e os sofrimentos resultantes da rebeldia do povo, e estas
profecias se cumpriram. Então, não podemos esperar outra coisa do Apocalipse, livro profético do NT. A
mensagem do Apocalipse, que fecha o Cânon das Escrituras, é a última advertência de Deus para a Igreja e
a humanidade em geral.

Billy Graham escreveu: "Na história da Igreja, o Apocalipse tem sido o mais negligenciado, o mais mal
entendido e o mais mal interpretado pelos estudiosos, do que qualquer outro livro".
Apocalipse é o livro mais difícil e mais espantoso do NT; entretanto, é necessário que o conheçamos.
Lutero e o Apocalipse: Recusou dar lugar no Cânon para o Livro Apocalipse. Rejeitou também a carta
de Tiago, ele dizia que Tiago era carta de palha. E escreveu também contra os judeus.
O Apocalipse desperta nos leitores um sentimento de amor e medo, e mistério e como todos os
mistérios, o livro tanto repele como atrai o leitor.
Conclusão: Apocalipse é o cumprimento da promessa do Senhor Jesus aos apóstolos em João 16:31:
"Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade...
e vos anunciará as coisas que hão de vir".

OBJETIVOS
1. Mostrar um panorama histórico da época em que João viveu e escreveu o Apocalipse;
2. Mostrar que o Apocalipse é a História escrita antecipadamente;
3. Entender o gênero literário conhecido por “literatura apocalíptica”;
4. Mostrar que na literatura apocalíptica, o autor atribui suas obras e visões a revelações do próprio Deus ou
de um mensageiro celestial (um anjo);
5. Revelar a identidade de Cristo e transmitir conselhos e esperança aos crentes.

Apostila Compilada e digitada Pela Profa. Ivete Máximo Pereira


FORMAÇÃO: 1. Bacharel em Teologia. (Conclusão: 28/11/1981)
2. Licenciatura em Filosofia (UFG). (Conclusão: 14/05/2002)
3. Especialização: Planejamento Educacional. (Conclusão: 16/07/2003)
4. Especialização: Ciência da Religião (Conclusão: 05/01/2017)
5. Capelania Nacional e Internacional (UNIPAS). (Data: 01/10/2010)
6. Licenciatura em História (Instituto Consciência Goiás). (Conclusão: 20/05/2016)

TAREFA PARA OS ALUNOS

Eu,________________________________________________________________, declaro que li duas (2)


vezes o livro discriminado abaixo, em cumprimento às exigências da Disciplina Análise de Apocalipse.

Apocalipse____________________________________________Visto do Prof._______________________
Apocalipse____________________________________________Visto do Prof._______________________

1
BIBLIOGRAFIA
1. Bíblia Anotada. Charles C. Ryrie. Almeida, Revista e Atualizada. São Paulo: Mundo Cristão. 1994.
2. Bíblia de Estudo Profética. Tim LaHaye. Almeida Corrigida Fiel. São Paulo: Hagnos. 2005.
3. Bíblia de Estudo Scofield. Almeida Corrigida Fiel. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. 1995.
4. Bíblia de Estudo de Genebra. R. C. Sproul. Atualizada. São Paulo: Editora Cultura Cristã. 1999.
5. Bíblia em Ordem Cronológica. NVI. Edward Reese; Frank Klassen. Editora Vida. 2003.
6. Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal.
7. Bíblia Apologética. Edição Corrigida e Revisada. São Paulo: Instituto Cristão de Pesquisas.
8. Bíblia de Estudo NTLH. São Paulo: SBB. 2006.
9. Bíblia da Mulher. Leitura, Devocional, Estudo. SBB. Barueri: São Paulo. 2009.
10. Bíblia Arqueológica. NVI. São Paulo: Vida. 2013.
11. Manual de Escatologia. J.Dwight Pentecost. S. Paulo: Vida. 1999. (Ensina todas as Escolas
Teológicas)
12. A Bíblia e o Futuro. Anthony Hoekema. São Paulo: Editora Cultura Cristã. 2001. (Escola Amilenista)
13. A Escatologia do NT. Russell Shedd. São Paulo: Vida Nova. 1983. (Escola Pós-Tribulacionista)
14. Breve História da Escatologia Cristã. Harald Schaly. Rio de Janeiro: JUERP. 1986.
15. Estudo Panorâmico da Bíblia. Henrietta C. Mears. Editora Vida.
16. Manual Bíblico. Henry H. Halley. Vida Nova. 1994.
17. Manual Bíblico Unger. Merril Frederick Unger. São Paulo: Vida Nova. 2006.
18. A Bíblia em Esboço. Robert Lee. Rio de Janeiro: Editora dois Irmãos. 1979.
19. O NT em Quadros. H. Wayne House. São Paulo: Vida. 1999.
20. Introdução ao NT. D.A. Carson; Douglas J. Moo; Leon Morris. Sdão Paulo: Vida Nova.
21. Através da Bíblia - Livro por Livro. Myer Pearlman. São Paulo: Vida.
22. Sombras, Tipos e Mistérios da Bíblia. Joel Leitão de Melo. Rio de Janeiro: CPAD.
23. Manual de Tipologia Bíblica. Como reconhecer e interpretar símbolos, tipos e alegorias das Escrituras
Sagradas. Ada Habershon. São Paulo: Vida. 2003.
24. A Linguagem Simbólica do Apocalipse. Henri Rossier. Diadema/SP: Depósito de Literatura Cristã. 2008.
25. Cartas às 7 Igrejas da Ásia. A.P. Vasconcelos. Rio de Janeiro: CPAD.
26. Estudos sobre o Apocalipse. Armando Chaves Cohen. Rio de Janeiro: CPAD.
27. O Calendário da Profecia. Antônio Gilberto. Rio de Janeiro: CPAD.
28. Examinais as Escrituras - Atos a Apocalipse. J. Sidlow Baxter. São Paulo: Vida Nova.
29. Apocalipse – Introdução e Comentário. George Ladd. São Paulo: Vida Nova. 1992.
30. A última mensagem de Jesus à Sua Igreja. Norbert Lieth. Porto Alegre: Chamada da Meia Noite.
31. Apocalipse para Hoje. João Leonel. Viçosa: Ultimato. 2016.
32. A Mensagem do Apocalipse: Digno é o Cordeiro. Ray Summers. Rio de Janeiro: JUERP. 1980.
33. Análise escatológica do Apocalipse de João. Mauro Clementino da Silva. 2000. JMM.
34. A Soberania de Deus na História. A Mensagem e Significado do Apocalipse. Edward A. McDowell. Rio de
Janeiro: JUERP. 1976.

Livros sobre o Anticristo


1. O Anticristo. Ele está presente e ativo na terra? Ed Hindson. São Paulo: Vida. 1999.
2. O Controle Total – 666. Wim Malgo. Porto Alegre: Chamada da Meia Noite. 1984.
3. 666 e o Governo Mundial. Wanderley Xavier. Curitiba: A.D. Santos. 2000.
4. O Anticristo e seu reino. Thomas Ice e Timothy Demy. Porto Alegre: Actual Edições. 1999.
5. Hitler, o quase-anticristo. Dave Hunt. Porto Alegre: Chamada da Meia-Noite. 1999.
6. Quem é o anticristo? Mark Hitchcock. Porto Alegre: Actual Edições. 2014.
7. Teorias Conspiratórias à luz da Bíblia. Johannes Pflaum. Porto Alegre: Actual Edições. 2013.
8. A Era do deus digital. Arno Froese. Porto Alegre: Actual Edições. 2002.
9. Como a Democracia elegerá o Anticristo. Arno Froese. Porto Alegre: Actual. 1999.
10. AntiCristo. David W. Dyer. Ministério Grão de Trigo. Vitória/ES. 2015.

Livros sobre Babilônia


1. Babilônia, ontem e hoje. Abraão de Almeida. Rio de Janeiro: CPAD. 1979.
2. Babilônia:a religião dos mistérios. Ralph Woodrow. Traduzido por Paulo de Aragão Lins. Recife. 1966
3. A Babilônia e o VT. Enéas Tognini. São Paulo: Faculdade de Teologia do Colégio Batista Brasileiro. 1958.
4. O Ressurgimento da Babilônia. Charles H. Dyer. São Paulo: Bom Pastor. 1991.
5. A grande Babilônia. Aníbal Pereira dos Reis. Ex-padre. São Paulo: Edições Caminho de Damasco. 1980.
6. A Misteriosa Babilônia. Arno Froese. Porto Alegre: Actual Edições. 2002.
7. Ecumenismo, o Retorno a Babel. Michael Urban. Porto Alegre: Actual Edições. 2006.

2
8. A Babilônia Anticristã. Norbert Lieth. Porto Alegre: Actual Edições. 2007.

ESBOÇO RESUMIDO DO APOCALIPSE


1. Introdução 1.1-20
2. Cartas às sete Igrejas 2.1 a 3.22
3. Visões: Trono de Deus (Culto ao Pai) 4.1-11
Trono de Cristo (Culto ao Filho) 5.1-14
4. Os Sete Selos 6.1 a 8.1
5. As Sete Trombetas 8.2 a 12.17
6. O livrinho 10.1-11
7. As duas Testemunhas 11.1-14
8. A mulher e o dragão 12.1-18
9. Visões: 1ª Besta – subiu do mar 13.1-10
2ª Besta – subiu da terra 13.11-18
10. A Visão dos adoradores do Cordeiro 14.1-20
11. Prelúdio para os julgamentos das taças 15.1-8
11. As Sete Taças da ira de Deus 16.1-21
12. A Babilônia religiosa 17.1-18
13. A Babilônia comercial 18.1-24
14. O triunfo do Cordeiro 19.1-21
15. O Milênio – Satanás preso 20.1-15
16. Visão do novo céu e nova terra 21.1-17
17. A nova Jerusalém 22.1-5
18. Exortações finais 22.6-21

A Divisão do Apocalipse (1:19)


1. Capítulo 1 "As coisas que viste". Concernente ao ministério de Jesus Cristo na terra
2. Capítulos 2 e 3 "As que são" = Concernente às sete Igrejas e a condição das igrejas
3. Capítulos 4 a 22 "As que hão de acontecer depois destas" Entende a maior parte do livro como
profecia ainda a ser cumprida.

Métodos de Interpretação do Apocalipse ou Escolas de Interpretação

ABORDAGEM DESCRIÇÃO PERIGOS


1. Escola Histórica - Afirma que o livro abarca todo o - Tomar cuidado para não identificar
- Seguiram essa Escola: Wycliffe, período da História da Igreja, algum líder atual como sendo o
Lutero, Joseph Mede, Isaac desde o tempo de João até o final cumprimento de algum aspecto do livro
Newton, Bengel, Barnes, etc dos tempos; do Apocalipse;
- Essa a visão mais popular - Afirma que o Livro cumpriu-se Ex: anticristo é o papa; é Macron; é
parcialmente no passado, se Trump;
cumpre no presente, e se cumprirá
no futuro.
2. Escola Futurista (Cerca de 80% - Afirma a chave de 1.19 como - Alegar que já descobrimos tudo do
crê nessa escola) guia para situar a maior parte do futuro;
- A igreja 1º século seguia essa livro “As coisas que hão de - Cuidado: Jesus disse que ninguém
escola acontecer” cap. 4 a 22 como sabe o dia de sua volta.
- Seguiram essa Escola: Justino profecia ainda a ser cumprida no
Mártir, Ireneu, Hipólito, Tertuliano, futuro
Vitorino - Afirma que as profecias devem
ser interpretadas literalmente.
3. Escola Preterista - Afirma que a maioria das - Não deixa lugar para o elemento
profecias do Livro se cumpriram profético;
nos primeiros séculos da Igreja, no - Esquece que a maioria das profecias
tempo das perseguições do tem aplicação imediata e futura;
Império Romano; - Ignora a chave interpretativa de 1.19;
- Cumpriram-se na destruição de - Mais popular entre os céticos;
Jerusalém (70 d.C); - Deixa a Igreja de hoje sem direção
- Afirma que o Livro trata o específica: os juízos preditos não se
conflito: cumpriram e o juízo final ainda não

3
- Igreja x judaísmo (Cap. 4-11) apareceu.
- Igreja x paganismo (Cap. 12-19)
- Igreja e seu triunfo atual
(Cap. 20-22)
4. Escola Idealista ou Espiritual - Afirma o Livro como um quadro - Evitar o Livro por causa de sua
- Nega o significado histórico ou simbólico do conflito entre o bem e aparente dificuldade.
profético do Apocalipse. o mal, entre o Reino de Deus e o - Ignorar sua natureza profética
- Usa uma abordagem mística ou império das trevas; é somente (1.3; 10.11; 22.7,10,18-19)
só simbólica do livro para ensinar verdades espirituais - Não reconhecer a chave de
- Seguiram essa Escola: Clemente que podem ser aplicadas a todas interpretação do Livro (1.9);
de Alexandria, Orígenes, as situações - Esse método é mais espiritual,
Agostinho, Jerônimo - Rejeita todas as outras três filosófico, poético ou simbólico.
escolas.
5.

CONCLUSÃO
Fazer uma mescla entre o Método Histórico e o Método Futurista. Os profetas enfocavam duas
coisas em sua perspectiva profética: os eventos do presente e do futuro. Como disse o Prof. George Ladd: “O
objetivo da profecia não é fazer um programa ou mapa do futuro, mas deixar cair a luz da consumação
escatológica sobre o presente” (2 Pe 1.19). A Bíblia Anotada adota as Escolas Histórica e Futurista, com
base no princípio de interpretação literal do texto bíblico.

QUEM ERA JOÃO? João em hebraico significa Graça ou favor de Deus.


1. O irmão jovem de Tiago, filho de Zebedeu e Salomé, era pescador (Mt 4.21).
2. Parece ser de família próspera (Mc 1.20).
3. Foi testemunha ocular dos fatos da vida de Jesus (Jo 13:23; 19:26, 34-35; 20:2; 21:24).
4. Mencionado com Tiago e Pedro: na ressurreição da filha de Jairo (Mc 5:37), na hora da transfiguração (Mc
9:2), e no jardim do Getsêmani (Mc 14:33).
5. Pastoreava em Éfeso e mais tarde foi exilado na ilha de Patmos (Ap 1.9)
6. Tinha conhecimento de costumes judaicos e conhecia muito o AT.
7. Recebeu o apelido de Boanerges (filho do trovão) Mc 3.17. Embora mais tarde fosse taxado de efeminado.
8. Pede que Jesus proíba certo homem de os seguir (Mc 9.38)
9. Quer que desça fogo do céu para consumir os samaritanos (Lc 9.54)
10. Assiste ao julgamento de Cristo (Jo 18.16)
11. Assiste a crucificação (Jo 19.26)
12. Maria entregue à sua proteção (Jo 19.27)
13. O primeiro a chegar ao sepulcro de Cristo (Jo 20.4)
14. Colega de Pedro depois do pentecoste (At 3.1; 4.13; 8.14)
15. Seu irmão, Tiago, morto por Herodes (At 12.2)
16. Policarpo, Papias e Inácio, foram seus discípulos.
17. Irineu (180 d.C), Clemente de Alexandria, Tertuliano (200 d.C), Justino Mártir (150 d.C), Cipriano,
Orígenes e Eusébio: todos dão testemunho de autoria a João.

IMPERADORES ROMANOS DO PRIMEIRO SÉCULO

DATA NOMES ACONTECIMENTOS


27 a.C. a 14 d.C. César Augusto Nascimento de Cristo (Lc 2:1)
14 – 37 d.C. Tibério (Filho adotivo Ministério e morte de Jesus (Lc 3:1)
37 – 41 d.C. Calígula
41 – 54 d.C. Cláudio Fome e expulsão dos judeus de Roma (At 11:28 e 18:2)
54 – 68 d.C. Nero Julgamento de Paulo (At 25: 10-12 e 27:24). Perseguição em Roma

4
(2 Tm 4: 16-17)
68 d.C. Galba
69 d.C. Otão
69 d.C. Vitélio
69 – 79 d.C. Vespasiano Planejou a destruição de Jerusalém
79 – 81 d.C. Tito Executou a destruição de Jerusalém
81 – 96 d.C. Domiciano Perseguição: Exilou João em Patmos (Ap 1.9)
96 - 98 d.C. Nerva Libertou João
98 – 117 d.C. Trajano

AS DEZ PRIMEIRAS PERSEGUIÇÕES


1ª Sob Nero. Milhares de pessoas pereceram nas chamas. Cristãos foram lançados aos cães; outros Reinou de 54-
tiveram as vestes encharcadas em cera inflamável para que ardessem como tochas de iluminação nos 68 d.C.
jardins de Nero
2ª sob Domiciano. Matou seu próprio irmão, matou alguns senadores romanos. Seu fanatismo era: Reinou de 81-
qualquer fome, epidemia ou terremoto culpavam os cristãos. Exilou João em Patmos (Ap 1.9) 96 d.C
3ª sob Trajano. Bispo Inácio foi entregue as feras. Adriano seu sucessor deu prosseguimento a Reinou de 98-
perseguição. Foram martirizados Alexandre, bispo de Roma e seus dois diáconos, Quirino e Hermes 117 d.C.
com suas famílias. E outros 10 mil cristãos
4ª sob Marco Aurélio. Apesar de estudioso da filosofia, foi duro e feroz contra os cristãos. Seus Em 162 d.C
horrores: os pés já feridos passavam sobre espinhos e cravos. Outros açoitados até que seus tendões
e veias ficassem expostos. Policarpo, bispo de Esmirna foi queimado na praça do mercado. Justino, o
célebre filósofo, foi decapitado nessa época.
5ª sob Severo. Victor, bispo de Roma sofreu martírio nessa época,bem como Leônidas, pai de Em 192 d.C
Orígenes, foi decapitado. Perpétua e Felicitas foram decapitadas. Revocato e Satur devorados por
feras; Saturnino decapitado em 205 d.C.
6ª sob Maximino. Pamaquio e Quirito, senadores romanos junto com suas famílias. Hipólito foi atado a Em 235 d.C
um cavalo selvagem e arrastado até morrer. Muitos cristãos foram executados sem julgamentos e
enterrados em montões. Após a morte de Maximino, seu sucessor deu uma trégua de 10 anos.
7ª sob Décio. Os mártires foram inumeráveis, mas os principais: Fabiano, bispo de Roma foi decapitado Em 249 d.C.
em 20 de janeiro de 250. Julião foi colocado em uma bolsa de coro, junto com várias cobras e
escorpiões e lançado ao mar. A maioria foram decapitados e queimados. Orígenes foi preso aos 64
anos e largado numa imunda masmorra, acorrentado com os pés e pernas estirados ao máximo por
vários dias
8ª sob Valeriano. Inumeráveis mártires. Armentário e Verino, jovens ricos negaram a fé e entregaram suas noivas ao Em 257 d.C
martírio. Estevão, bispo de Roma foi decapitado. Saturnino, outro bispo foi atado à cauda de um touro que desceu as
escadarias do templo. O crânio abriu-se, de onde saiu seu cérebro se espalhou pelo chão. Cipriano, bispo de Cartago foi
decapitado e muitos de seus discípulos. Trezentos cristãos foram postos ao redor de um forno de cozimento de
cerâmica. Após prepararem as brasas, receberam ordens para que sacrificassem a Júpiter. Recusaram e saltaram para
o fogo.
Valeriano foi feito prisioneiro e levado à Pérsia, lá ficou escravo por sete anos, foram arrancados seus olhos, apesar de já
ter 83 anos, foi esfolado e esfregado com sal na carne viva. Sob tais torturas morreu Valeriano, um dos mais tiranos
imperadores de Roma e um dos maiores perseguidores dos cristãos.
9ª sob Aureliano. Ele decapitou dois cristãos, um deles foi Félix bispo de Roma. Logo após foi assassinado por seus Em 274 d.C
empregados. Diocleciano subiu ao trono em 284 e no princípio mostrou favor aos cristãos, mas depois mandou executar
6.666 soldados cristãos, a chamada Legião Tebana
10ª sob Diocleciano. Ele disse que colocaria fim ao cristianismo. A perseguição começou no dia 23 de fevereiro de 303. Em 303 d.C
Uma igreja teve as portas arrombadas e todos os livros sagrados lançados à fogueira. Mandou destruir as igrejas até que
não ficassem nenhum rastro. Mandou banir todos os cristãos das legiões romanas. Cristãos foram encarcerados e
queimados vivos. Casas incendiadas e famílias inteiras queimadas. Essa perseguição durou 10 anos e é impossível
calcular quantos morreram. Açoites, espadas, punhais, cruzes, veneno e fome foram empregados para matar cristãos.
Esgotou-se a imaginação no esforço de inventar torturas contra pessoas que não haviam cometido crime algum. Uma
cidade da Frigia, povoada só de cristãos, foi queimada e todos os moradores morreram nas chamas. Foi a mais
sangrenta perseguição: orelhas arrancadas, nariz cortados, olho arrancado, membros inutilizados e queimados vivos.
Quando Máximo era governador da Cilícia, na cidade de Tarso, fizeram comparecer diante dele 3 cristãos. Foram
convidados a se retratarem da fé, eles permaneceram fiéis. Foram levados às feras, mas as feras não os destruíram,
apesar de famintas. Máximo ordenou suas mortes pela espada.
Um diácono da igreja de Cesaréia teve seu corpo rasgado com ganchos, sua carne cortada com facas, seu rosto
marcado, seus dentes quebrados e seus cabelos arrancados pela raiz e depois estrangulado.
Nota: Tertuliano (155-222) disse que “o sangue dos mártires é a semente da igreja”.

5
Círculo Hermenêutico
1. Se move DENTRO do texto
2. Se move AO REDOR do texto
3. Se move FORA do texto

PERGUNTAS DIFÍCEIS DE APOCALIPSE


1. Quem é o cavaleiro do cavalo branco? 6.1-2
2. Quem são os 144 mil ? 7:4-8 e 14. 1
3. Quem são as duas testemunhas? 11.3-14
4. Quem receber a marca da besta terá a chance de se converter depois? 13.16-17; 14.9-10; 16.2;19.20
5. E possível definir a origem étnica ou religiosa do anticristo? 13.1
6. Quem é a besta do 666 ? 13.18
7. Quem é a mulher montada na besta? 17.3

APOCALIPSE

DATA
90 d.C. Época que Domiciano era imperador de Roma (81-96 d.C). Concordam com essa data: Irineu (180
d.C); Eusébio (325 d.C); Jerônimo (370 d.C); Clemente de Alexandria; Orígenes.

AUTOR
João (autor se identifica quatro vezes pelo nome (1.1,4,9; 22.8). As igrejas da Ásia o conheciam bem, e ele
se chama de seu irmão, que participa com elas da tribulação, do reino e da perseverança (1.9).
Talvez João tinha cerca de 80 anos quando recebeu esta Revelação do Senhor Jesus Cristo. João foi o
receptor e não o autor, pois a Revelação é de Jesus Cristo.

6
GÊNERO LITERÁRIO
Literatura apocalíptica. Os acontecimentos estão ordenados literariamente e não em um formato
rigorosamente cronológico

DESTINATÁRIOS: As sete igrejas da Ásia e a todos os crentes em toda parte.


VERSÍCULO-CHAVE: 1.19
PESSOAS-CHAVE: Jesus e João
FRASE-CHAVE: Revelação de Jesus Cristo

LOCAL: Patmos (1.9). Pequena ilha rochosa do Mar Egeu, próxima de Mileto. Os romanos usavam a ilha
como colônia penal, e enviavam para lá presos políticos. Tinha uns 16 km de comprimento por 10 km de
largura. Uma ilha vulcânica, com elevações de até 300 metros. A uns 65 km de Éfeso.
No caso de João, ele foi acusado de subversão pelo governador da Ásia por causa da Palavra de Deus e do
testemunho de Jesus (1:9). A Igreja foi acusada de subversão política em Atos 17:7. Enviado para lá pelo
imperador Domiciano. Foi Domiciano quem primeiro obrigou os cristãos a adorarem o imperador, punindo
aqueles que se recusavam a fazê-lo.

MENSAGEM e POR QUÊ? Escrito para encorajar os cristãos perseguidos, e revelar-lhes a realidade de que
é Jesus Cristo quem reina soberano e de que ELE triunfará gloriosamente. O contexto de Apocalipse é exato
com a perseguição do imperador representado por uma besta que exige adoração (13.4, 15-17; 14.9; 16.2;
19.20). O cristão Antipas (2.13) havia sido martirizado.

UM ESPLÊNDIO FIM DA BÍBLIA: O livro encerra de maneira esplêndida a Biblioteca Divina.

O que é Apocalipse?
O termo "apocalipse" é formado por dois vocábulos gregos: o verbo kalypto = cobrir, envolver, ocultar,
por véu em, mais a preposição apo que aqui tem a idéia de afastamento. Assim, "apocalipse" significa
"remover o véu, revelar, descobrir algo que está encoberto".

O Apocalipse é uma profecia


João afirma que o livro é uma profecia e chama a obra de “profecia” (1:3; 22:7,10,18-19).
Profeta (Gr. pro-phetes) é um substantivo composto, formado pelo prefixo pro, um advérbio de tempo
que significa "antes", e a raiz phe = "dizer", "proclamar". Assim, o profeta é "aquele que prediz", "que conta de
antemão". O Apocalipse contém exortações à fé, paciência, obediência, perseverança, fidelidade, adoração,
oração e vigilância.
O Apocalipse abre com uma bênção (1:3) e fecha com uma bênção (22:21).
O Apocalipse contém cerca de 300 alusões a outros textos da Bíblia.

Cinco lições que podemos aprender no Apocalipse


1. A soberania de Deus resulta em seu propósito último de destruir todas as formas do mal;
2. Os juízos inevitáveis de Deus virão sobre o mal, especialmente sobre a adoração de falsos deuses;
3. A necessidade de perseverança paciente baseia-se no conhecimento de que Deus está no controle de toda
a história;
4. A fidelidade de Deus promete segurança espiritual para os que são fiéis a Deus e a Cristo;
5. O vislumbre do culto e da adoração constantemente oferecidos a Deus e ao Cordeiro demonstra o
reconhecimento último pelo homem do caráter de Deus.

A Importância do Apocalipse (1:3). Há sete bem-aventuranças no livro:


1 1:3 Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as
coisas nela escritas, pois o tempo está próximo
2 14:13 Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor...
3 16:15 Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para não andar nu, e não se veja a sua
vergonha
4 19:9 Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro
5 20:6 Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição...
6 22:7 Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro
7 22:14 Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes
assista o direito à arvore da vida e entrem na cidade pelas portas

7
Aqui é pronunciada uma bem-aventurança sobre as Igrejas onde a revelação de João seria lida em
voz alta. A Igreja usava a prática judaica de ler em voz alta nas reuniões (Ex 24:7; Ne 8:2; Lc 4:16; At 13:15;
15:21; 2 Co 3:15). Paulo espera que suas cartas sejam lidas na congregação (Cl 4:16; 1 Ts 5:27).

COMPARAÇÃO ENTRE O MUNDO CRIADO E O MUNDO ETERNO


Criação dos céus e a terra Gn 1:1 Novo céu e nova terra Ap 21:1
Divisão entre luz e trevas Gn 1:4 Não haverá noite Ap 21:25
Divisão entre terra e mares Gn 1:10 Não haverá mar Ap 21:1
Domínio do sol e da lua Gn 1:16 Sol e lua não serão necessários Ap 21:23
Homem feito à imagem de Deus Gn 1:27 Homem na presença de Deus Ap 21:3
Homem num jardim preparado Gn 2:8-9 Homem numa cidade preparada Ap 21:2
Rio fluindo do Éden Gn 2:10 Rio fluindo do trono de Deus Ap 22:1
Árvore da vida no jardim Gn 2:9 Árvore da vida na cidade Ap 22:2
Casamento do 1º Adão Gn 2.22 Casamento do 2º Adão (Cordeiro Ap 19.7
(Rm 5.12-15) com a noiva)
1ªs lágrimas Gn 4.8 Enxugará toda lágrima Ap 21.4

COMPARAÇÃO ENTRE O MUNDO AMALDIÇOADO E O MUNDO REDIMIDO


Princípio da maldição Gn 3.17 Não haverá mais maldição Ap 21.27; 22.4
Solo amaldiçoado Gn 3:18 Maldição inexistente Ap 22:3
Sofrimento diário Gn 3:17 Sofrimento eliminado Ap 21:4
1ª referência à morte Gn 2:17 Morte inexistente Ap 21:4
Oposição de Satanás Gn 3:15 Satanás banido, derrotado Ap 20:10
Acesso vetado à árvore da vida Gn 3:24 Acesso à árvore da vida Ap 22:2, 14
Redentor prometido Gn 3:15 Redenção completa Ap 5:9-10
Continuamente mau Gn 6:5 Nada que contamine Ap 21:27
Querubim impedindo acesso Gn 3:24 Anjos convidando (paraíso Ap 21:9
(paraíso perdido) reconquistado)

OS NOMES DE JESUS NO APOCALIPSE: Diz algo a respeito de seu caráter.


1. O Filho do Homem (1.13) 11. Cristo (12.10)
2. O Primeiro e o Último (1.17) 12. Fiel e Verdadeiro (19.11)
3. Aquele que foi morto, mas está vivo para sempre (1.18) 13. Verbo de Deus (19.13)
4. O Filho de Deus (2.18) 14. Reis de reis (19.16)
5. A Testemunha Fiel e Verdadeira (3.14) 15. Senhor de senhores (19.16)
6. O Criador (4.11) 16. Alfa e Omega (22.13)
7. Leão da Tribo de Judá (5.5) 17. O Princípio e o Fim (22.13)
8. A Raiz de Davi (5.5) 18. A Brilhante Estrela da Manhã (22.16)
9. Cordeiro (5.6)
10. Cordeiro Apascentador (Pastor) (7.17)

O QUE SABEMOS A RESPEITO DA ETERNIDADE


1. Há um lugar preparado para nós Jo 14.2-3
2. Não haverá limitações de ordem física Jo 20.19,26; 1 Co 15.35-49;
3. Seremos semelhantes a Jesus 1 Jo 3.2
4. Teremos novos corpos 1 Co 15
5. Será uma experiência maravilhosa 1 Co 2.9

EZEQUIEL E APOCALIPSE (Algumas das visões de Ezequiel reaparecem em Apocalipse)


1. Os querubins (Ez 1) Ap 4
2. Comer o livro (Ez 3) Ap 10
3. Gogue e Magogue (Ez 38 e 39) Ap 20
4. A Nova Jerusalém (Ez 40-48) Ap 21
5. O rio da água da vida (Ez 47) Ap 22

8
GOGUE E MAGOGUE DE EZEQUIEL E APOCALIPSE - Quem são Gogue e Magogue?
1. Ez 38 e 39 – Gogue é um bloco de nações 1. Ap 20:8 – Gogue são todas as nações rebeladas contra Deus
2. Ez 38:6,15 – Gogue vem do norte 2. Ap 20:8 – Gogue envolve toda a terra
3. Ez 38:16 – Gogue age por ato divino 3. Ap 20:7-8 – Gogue é movido pelo Diabo
4. Ez 38:21-22 – Gogue é destruído por 4. Ap 20:9 – Gogue é destruído por fogo do céu
espada
5. Ez 39:3 – Gogue luta com arco e flechas 5. Ap 20:9 – Gogue é totalmente consumido por fogo
39:11-13 – Gogue é sepultado em Israel
6. Ez 38 e 39 – Gogue vem antes do Milênio 6. Ap 20 – Gogue vem depois do Milênio
“Gogue e Magogue”: Nomes simbólicos, representando os
últimos inimigos de Deus

SIMBOLOGIAS EM DANIEL E OUTROS LIVROS DA BÍBLIA


1. Abismo Lc 8.30-31; Ap 9.1-2,11; 11.7; 17.8; Calabouço, lugar de moradia de demônios
20.1,3
2. Abominação Dn 11.31; 12.11; 2 Ts 2.4; Mt 24.15 Profanação do altar dos holocaustos.
desoladora Fato histórico (Antíoco) e futuro (anticristo)
3. Águas ou mar Dn 7.2-3; Mt 13.47; Ap 8.8; 13.1; Onde a meretriz se senta, são povos, multidões e
17.1,15; 20.8 nações
4. Água da vida Jo 7.38-39; Ap 7.17; 21.6; 22.17 Espírito Santo, Vida eterna
5. Asas Dn 7.4,6; Ap 4.8; 9.9; 12.14 Rapidez, alcance global, velocidade
6. Vento ou Jr 4.11; 25.32; Dn 2.35; 7.2; 8.8; 11.4; Guerras, revoluções, lutas, armamentos bélicos.
ventos Ap 6.13; 7.1; Hab 1.11 Também juízos de Deus
7. Chifres, pontas Dn 7.7,24; 8.7-9; Ap 17.12 Símbolo de Reinos, reis, poder, força
8. Braços Dn 11.6,15 Ajuda, exércitos
9. Animais Dn 7.17 Reinos
10. Diademas Is 28.5; 62.3; Ap 12.3; 13.1; 19.12 Símbolo de autoridade, domínio, soberania
11. Arco Gn 49.24; Os 1.5; Ap 6.2 Instrumento de guerra. Poder bélico do anticristo
12. Arco-íris Gn 9.12-13; Ap 4.3; 10.1 Representa a graça de Deus
13. Areia Gn 32.12; Ap 13.1; 20.8 Multidão, às vezes Israel
14. Altar Ap 6.9; 8.3,5; 9.13; 11.1 Lugar de consagração
15. Anjo do Ap 9.11; 1 Co 10.10 O destruidor, o próprio Satanás
abismo
16. Árvore Dn 4.10,11,14,20,22,23,26; Mt 13.32 Refúgio, domínio
17. Árvore da Gn 3.24; Tipo de Jesus, Provedor da vida
Vida Ver anotação em Ap 2.7; 22.2,14 no
imaginário judaico
Árvore geral Geralmente apresentada na Bíblia Daniel 4 – Nabuconosor é apresentado desta forma.
como algo que retrata o poder Ez 31.2-6 – A Assíria era um cedro do Líbano.
comercial das nações Is 10.33-34 – O Líbano é tipificado como uma
árvore.
Jr 46.23 – O Egito é cortado como uma floresta de
árvores.
As economias terrenas do Líbano, do Egito, da
Assíria e da Babilônia, são descritas simbolicamente
como grandes árvores. Cada uma foi potência
econômica em determinada época. As profecias
relacionadas com essas nações falou sobre grandes
árvores sendo cortadas e caídas.
18. Ai, ai, ai Is 3.11; Ap 8.13; 9.12; 11.14; 12.12; As três últimas trombetas do juízo
18.10,16,19
19. Balança Dn 5.27; Jó 31.6; Ap 6.5 Juízo
20. Cães Dt 23.18; Ap 22.15; 1 Sm 17.43; Imundo, prostituto religioso. Comparar uma pessoa
24.147; 2 Sm 9.8; 2 Rs 8.13; Fl 3.2 a um cão era grande insulto
21. Cauda Is 9.15; Ap 9.10,19; 12.4 Representa ações enganosas, influência
22. Dentes Dn 7.5,7,19; Ap 9.8 Instrumentos violentos de destruíção
23. Dragão Ap 12.4,9 Ferocidade, Satanás

9
24. Incenso Sl 141.2; Ap 5.8; 8.3-4; 18.3 Orações dos santos
25. Joio Mt 13.25,27,29; 37-43 Os maus, filhos de Satanás
26. Pedras Is 54.11-12 e Ap 21.18-21 No mundo bíblico são conhecidas desde os
preciosas primórdios da história humana (Jó 28.1-11).
Exemplos de jóias conhecidas no mundo antigo
provém dos sepulcros reais de Ur, em cerca de
2500 a. C. Entre esses tesouros funerários está um
diadema de rainha, uma coroa real de ouro batido e
desenhos de florais em lápis-lazúli (pedra de cor
azul celeste).
Is 3.18-21 são adornos, ornamentos na vida e na
morte.
As pedras mais duras, como o jaspe, a ágata e o
ônix estavam entre as favoritas para a confecção de
carimbos. Inscritas com cenas ou letras que
identificavam seu dono (Gn 38.18; 1 Rs 21.8),
anéis-selos eram precionados sobre a cera ou
barro, deixando sua impressão. As jóias
simbolizavam a realeza (Zc 9.16, Gn 41.42).

OS SETE SETES DO APOCALIPSE


1. As Sete Igrejas (Cap. 2-3)
2. Os Sete Selos (Cap. 6.1 a 8.1)
3. As Sete Trombetas (8.2 a 11.19) 5. As Sete Taças (15.1 a 16.21)
4. Os Sete personagens (12.1 a 13.18) 6. As Sete condenações (17.1 a 20.15):
- A mulher (12.1-2) - Babilônia eclesiástica (17.1-18)
- O dragão (12.3-4) - Babilônia política (18.1-24)
- O filho (12.5) - O anticristo e o falso profeta (19.20)
- O arcanjo Miguel (12.7) - As nações anticristãs (19.21)
- Os restantes (12.17) - Gogue e Magogue (20.8-9)
- A besta do mar (13.1-8) - Satanás (20.10)
- A besta da terra (13.11-18) - Os ímpios mortos (20.11-15)
7. As Sete coisas novas da eternidade (21.1 a 22.21)
- Novo céu (21.1)
- Nova terra (21.1)
- Nova cidade (21.9-23)
- Novas nações (21.24-27)
- Novo rio (22.1)
- Nova árvore (22.2)
- Novo trono (22.3-5)

ESCATOLOGIA DO APOCALIPSE (Bíblia da Mulher. SBB, 2009. Pág. 2066.)

PONTOS DE DISCUSSÃO VISÃO AMILENISTA VISÃO PRÉ-MILENISTA VISÃO PÓS-MILENISTA


1. Conceito milenista -Cristo não reinará na terra -Cristo voltará e dará início a era - Cristo voltará no final da
de forma literal. milenar e governará sobre a ira milenar
-Ap não apresenta terra. -
acontecimentos reais. -Os acontecimentos de Ap se
- Sua mensagem simboliza referem ao futuro.
a luta entre o bem e o mal -Ap é o plano de Deus para a
consumação dos séculos
2. Os 24 anciãos -Representam todos os -Representam os fiéis reunidos - Representam todos os
(Ap 4.4,10; 5.8,14) remidos no céu como família de Deus remidos
3. O 144 mil (Ap 7.4-8) Os remidos na terra que Os judeus que se converterão O povo remido de Deus
são protegidos da ira de durante a tribulação depois que a
Deus Igreja tiver sido arrebatada
4. A grande tribulação - A perseguição aos - é a ira e julgamento de Deus - Representa a tribulação

10
(Ap 7.14) cristãos no tempo de na preparação final para a ao longo de toda a
João volta de Cristo história
- Representa a tribulação
ao longo de toda a
história
5. Os 42 meses ou 1260 Período indefinido de Metade dos 7 anos de Período indefinido de
dias (Ap 11.2-3) influência maligna tribulação desolação pagã
6. A mulher (Ap 12.1-6) - O povo de Deus do AT Israel e não a Igreja - O povo de Deus do AT
e NT e NT
7. Os 1260 dias (Ap 12.6) Período indefinido A 1ª metade da tribulação, Período indefinido
depois do arrebatamento da
Igreja
8. As 7 cabeças (Ap Imperadores romanos Ressurgimento do antigo Imperadores romanos
13.1) Império Romano
9. Os 10 chifres (Ap 13.1) Símbolos de poder Dez potências que se reunirão Símbolos de poder
para formar a nova Roma,
uma federação de nações
10. A grande meretriz A Roma histórica Ressurgimento da igreja Representa o mal
(Babilônia) ou a mulher apóstata
montada na besta
(Ap 17.1-7)
11. A esposa (Ap 19.7) Todos os remidos A Igreja (exceto o povo do AT Todos os remidos
ou do período da tribulação)
12. Armagedom Não ocorrerá literalmente Será uma batalha literal em Simboliza o poder da
(Ap 19.19-21) no futuro, mas simboliza Armagedom (Vale de Megido) Palavra vitoriosa sobre as
o poder da Palavra para no final da gde tribulação. forças do mal
vencer o mal Será travada entre reis do
oriente e a federação de
nações da nova Roma. Todos
serão derrotados por Cristo.
Começa o milênio
13. O Milênio (Ap 20.2-6) Simboliza o período entre Um período literal de mil anos Um longo período de
o nascimento de Cristo e durante o qual Cristo reinará expansão espiritual
a volta de Cristo. E não sobre o seu povo decorrentes da pregação
haverá um milênio literal do Evangelho

As Sete Igrejas do Apocalipse (Cap. 2 e 3)


IGREJA ELOGIO CRÍTICA INSTRUÇÃO PROMESSAS
1. Éfeso (2:1-7) labor/perseverança Abandonou o 1º Onde caístes? Acesso A árvore da vida
Sig. Desejável rejeita o homem mau, amor, arrepende-te e
paciência Faltou fervor volta as
primeiras obras
2. Esmirna (2:8-11) Suportou sofrimento, Nenhuma Não temer, A coroa da vida
Sig. Mirra martírio/perseguição, Ser fiel até a
pobreza morte
3. Pérgamo Mantém fiel a Cristo, Tolerou Balaão Arrepender-se - Maná escondido
(2:12-17) sofreu martírio de imoralidade, - Uma pedra branca
Sig. Antipas idolatria e - Um novo nome
Altura/elevação heresias
4.Tiatira (2:18-29) amor , serviço, fé, Tolerou Jezabel Chegada do -Domínio sobre as nações;
Sig. aroma suave paciência, idolatria, julgamento, -a estrela da manhã
perseverança imoralidade manter a fé
5. Sardes (3:1-6) Alguns têm mantido a Igreja morta, Arrepender-se, - vestidos de branco
Sig. príncipe da fé superficial, nome fortalecer o que -não apagar o nome do
alegria que vive, mas resta Livro da vida
está morta -Confessada diante de
Deus
6. Filadélfia (3:7- Persevera na fé, Nenhuma Manter a fé -Coluna no santuário de
13 Amor fraternal fidelidade Deus,

11
- Novo nome de Cristo
7. Laodicéia Nenhum -Indiferente, nem Ser zeloso e -Sentar do trono de Deus
(3:14-22) fria nem quente, arrepender-se
Sig. Leigos é morna
-infeliz,
miserável, pobre,
cega, nua

OS DESAFIOS DA IGREJA NA ATUALIDADE


Texto: João 15:16 “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros, e
vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça.”

1. ESTAR EM CRISTO
Estar em Cristo, permanecer nEle. Aquele que não está em Cristo, é infrutífero, nele há somente
obras da carne. Gl 5:22-23. “Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão,
domínio próprio”. Os frutos são o caráter do crente que glorifica a Deus.
“Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos” (Jo 8:31). “Cristo em vós,
a esperança da glória” (Cl 1:27).
“Se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que
ouvistes, e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro” (Cl 1:23).
Paulo admoesta a Igreja de Colossos a permanecer em Cristo através da Palavra de Deus.

2. IMITAR A CRISTO
“SEDE, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (Ef 5:1).
“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 4:16; 11:1; 1 Ts 1.6; 2.14; Fl 3.17; 1 Pe 5.3;
Heb 6.12).
A maior necessidade do mundo hoje é de cristão com maturidade espiritual, que não somente tenha
professado sua fé em Cristo, mas que viva essa fé cada dia”. Paulo disse “não sou eu quem vive mas Cristo
vive em mim” (Gl 2:20).

3. FALAR DE CRISTO
Grande desafio é falar de Cristo. “vos designei, para que vades e deis frutos” (Jo 15.16) .
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16:15). Jesus chamou os doze
discípulos para estarem ao seu lado e para serem suas testemunhas. Paulo foi chamado pelo Senhor para
anunciar o Evangelho e sofrer pelo seu nome (At 9:15-16).

ESBOÇO GERAL DE APOCALIPSE


1.1-3 Introdução: Revelação de Jesus Cristo
1.4-8 Saudação e apresentação de Jesus Cristo
1.9-11 Local onde João estava – na ilha de Patmos
1.12-16 O conteúdo da visão
1.17-20 As conseqüências da visão
2a3 As coisas que são: as sete igrejas
4 a 19 As coisas que hão de acontecer depois destas
4.1-11 Tema: Culto ao Pai
“As que hão de acontecer”. “uma porta aberta no céu” De repente João se encontra no céu. A cena
se move da terra para o céu, onde teve uma visão do Deus Todo-Poderoso em seu trono.
Título: O trono de Deus. A palavra trono se repete 12 vezes e tudo gira em torno do trono de Deus. Do
trono de Deus é o lugar donde é governado o Universo. João viu:
a) Um trono (4.2)
b) Alguém assentado no trono. Deus nunca é explicado, Ele se revela. Nós o vemos aqui como o
Senhor de tudo. Seu trono é o centro do céu, da terra e de toda a história da humanidade. Deus reina.
Ele está no trono.
c) 24 tronos com 24 anciãos (4.4). O número 24 (12 + 12). AT (12 tribos) NT (12 apóstolos). Tem
vestimentas brancas e coroas de ouro. Representam sacerdotes e reis.
4.10 – notar os verbos: prostra-se; adorarão; depositarão as suas coroas diante de Deus.
d) 4 seres viventes (4.6-8). Ezequiel viu os mesmos seres (Ez 1.4-14; identificados como querubins em
Ez 10.15,20). Os querubins são uma classe especial de anjos relacionada com preservação da
santidade de Deus. Guardavam o caminho à árvore da vida (Gn 3.24). Dois querubins em cima da arca

12
(Ex 25.18-22). Isaías 6.1-3 – Também eram querubins.
4.7 - 1º ser vivente é semelhante a leão (representa o Evangelho de Mateus; Cristo aparece como o
Leão da tribo de Judá)
2º ser vivente é semelhante a novilho (representa o Evangelho de Marcos; Cristo como servo;
novilho é animal para sacrifício)
3º ser vivente tem o rosto como de homem (representa o Evangelho de Lucas; Cristo é o Filho do
Homem)
4º ser vivente é semelhante a águia (representa o Evangelho de João; Cristo é celestial)
5.1-14 Culto ao Filho. O livro não é o livro da vida, mas o do julgamento. O Cordeiro no meio do trono. O trono
de Deus é o lugar de onde é governado o Universo. Trono é sede da Sua administração. Deus age
sempre através de Jesus. Jesus executa a vontade de Deus.
5.5 Qual é o tema central deste capítulo? O Cordeiro é o centro. À volta do Cordeiro vemos: os 4 seres
viventes, os 24 anciãos.
Sua descrição: o Leão da tribo de Judá = o Rei vencedor
5.6 O Cordeiro é o centro. Jesus venceu como Cordeiro e o Gólgota é o local da vitória.
7 chifres = poder completo. Ele pode tudo.
7 olhos = conhecimento completo. Ele sabe tudo.
5.7 O Cordeiro toma o livro do juízo da mão de Deus. Está escrito a História do futuro.
5.8-14 O momento é importante, é caracterizado pelo festivo culto no céu. Ouvimos os cânticos dos 4 seres
viventes e dos 24 anciãos e dos anjos. O louvor é ao Cordeiro. Através dessa figura do Cordeiro e dos
24 anciãos, que foram comprados pelo sangue do Cordeiro, sabemos que a Igreja neste momento do
fim já está na glória, portanto, já foi arrebatada. Nos capítulos seguintes não encontramos mais a Igreja
de Jesus na terra, mas diante do trono do Cordeiro no céu.
6.1-17 O Cordeiro abriu o selo: O juízo começa com o abrir dos selos. A ira do Cordeiro começa. O único que
age e decide nos tempos do juízo é Jesus Cristo, O Cordeiro.
Quem é o personagem principal? O Cordeiro. Ele abriu um dos 7 selos, é ação decisiva. O abrir os
selos significa juízo. O juízo vem sobre todos (6.15-16). Cristo abre os selos como Cordeiro, Ele não
pode aparecer ao mesmo tempo como cavaleiro. Em Ap 19.1-16 apresenta Cristo cavalgando um
cavalo branco, mas as duas visões não estão relacionadas.
Cavalos: representam o julgamento divino sobre os pecados em um mundo rebelde.
O 4 cavaleiros representam : conquista/ guerra / fome /morte
6.1-2 – O Cordeiro abre o 1º selo: Cavalo branco: uma referência ao anticristo (1 Jo 2.18). Esse
cavalo branco é símbolo do desejo humano de conquista “imperialista”. Seu método não é ainda guerra
aberta, já que a paz não é removida da terra até o 2º selo ser aberto (v.4). Corresponde à descrição do
engano dos homens em 1 Ts 5.3. Este cavaleiro fala de paz e espalha guerra. Ele sai para vencer,
significa derrota para os homens. Ele é um cavaleiro camuflado, que atira de emboscada com o arco.
Por que Cristo não pode ser o cavaleiro do cavalo branco? Um dos seres viventes diz: Vem. Um
querubim não pode dar ordem a Cristo. Esse cavaleiro é uma imitação de Cristo. Cristo virá sobre um
cavalo branco em Ap 19.11.

4 cavaleiros do ateísmo: Darwin (1809-1882)


Marx (1818-1883)
Nietzsche (1844-1900)
Freud (1856-1939)

OBS:
1. Bíblia Anotada: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
2. Bíblia Dake: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
3. Bíblia Scofield: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
4. Bíblia Brasileira de Estudo (Almeida Século 21). Não define o cavaleiro, mas diz que o cavalo branco
serve de símbolo do desejo humano de conquista “imperialista”.
5. Bíblia Shedd: registra duas opções: pode ser o Anticristo (Mt 24.15; 2 Ts 2.1-11). Ou é Cristo (Ap
19);
6. Bíblia de Aplicação Pessoal: O cavaleiro do cavalo branco é o Anticristo;
7. Bíblia de Genebra: O cavaleiro do cavalo branco é Cristo.
8. Bíblia Vida Nova: O cavaleiro do cavalo branco é Cristo;
9. Bíblia Thompson: não define
10. Bíblia Apologética: não define
11. Bíblia de Estudo Plenitude: Diz que o cavaleiro no cavalo é símbolo da política de poder
internacional na forma de conquista militar. Ou pode ser Cristo.

13
6.3-4 – Abre o 2º selo: Cavalo vermelho: guerra civil, espada, tira a paz da terra e leva os homens a
matar uns aos outros.
6.5-6 – Abre o 3º selo: Cavalo preto: Fome. Denário: moeda romana de prata que pagava o salário de
um dia do trabalhador braçal. Indica escassez de alimentos, racionamento caracterizada na imagem da
balança.
6.7-8 – Abre o 4º selo: cavalo amarelo “esverdeado”: cor de cadáver, acompanhada da morte e o
inferno. Resultado das doenças que acompanham a guerra, a praga, a peste e a fome
6.9-11 – Abre o 5º selo: João viu as almas dos que tinham sido mortos por causa da Palavra de Deus.
Os mártires dos primeiros meses da tribulação. Debaixo do altar, representa o altar dos sacrifícios. Foi
dito a esses mártires que outros ainda dariam suas vidas por amor a Cristo. Perseguição
6.12-17 - Abre o 6º selo: Catástrofes. Perturbações cósmicas: grande terremoto. Preditos em Is 34.4;
Joel 2.30-31; Mt 24.29). V.15 – reis se esconderão da face do Senhor. Is 2.10 e Sof 2.11
7.1 1ª Pausa (Interlúdio). Quatro anjos refrearam os quatro cantos da terra conservando os quatro ventos
da terra. Quatro cantos: podem ser o pontos cardeais: norte/sul/leste/oeste.
Ventos: podem ser guerras/ armamentos bélicos
7.2 Um anjo subia do nascente do sol, tendo o selo de Deus e falou para os quatro anjos para não
danificarem a terra
7.3-8 Até selar os servos de Deus, que são judeus (12 mil de cada tribo), são 144 mil. Faltam Dã e Efraim;
14.1-5 entrou José. Tribo de Judá; Tribo de Rúben; Tribo de Gade; Tribo de Aser; Tribo de Naftali; Tribo de
Manassés; Tribo de Simeão; Tribo de Levi; Tribo de Issacar; Tribo de Zebulom; Tribo de José;
Tribo de Benjamim
7.17 Gentios de todas as nações, tribos, povos e línguas. Grande multidão composta de muitos grupos
raciais e geográficos(v.14). Naqueles dias difíceis, muitos encontraram a Cristo como Salvador
8.1-2 O Cordeiro abre o 7º selo: silêncio no céu por meia hora. Com o abrir deste selo virá as 7 trombetas
8.3-5 Um anjo de pé junto ao altar, com um incensário de ouro. No templo usava-se um incensário cheio de
carvão em brasa durante as cerimônias de adoração (Ex 30.7-9)
8.6 Sete anjos se preparam para tocar as sete trombetas. Trombeta é um instrumento de sopro. Entre os
judeus, o toque de trombeta convocava à guerra, às festividades religiosas, às celebrações. Usados
em
- Ex 19.16; Lv 23.24; Lv 25.9 sonidos de trombeta, santa convocação;
- Nm 10.2 duas trombetas de prata;
- Js 6.4 sacerdotes levarão sete trombetas;
- Lv 23.23-25 – festa das trombetas
- 2 Sm 6.15 – Davi fez subir a arca do Senhor, com júbilo e ao som de trombetas;
- 2 Cr 5.12-13 – 120 sacerdotes tocando trombetas; 29.26-28;
- Is 58.1; Os 8.1; Jl 2.1 – Trombeta para anunciar uma revelação, uma exortação, um juízo de Deus;
No NT: Mt 6.2 – se deres esmolas não toque trombetas;
Mt 24.31 – forte clangor de trombeta;
1 Co 14.8 e 15.52 – a trombeta soará, os mortos ressuscitarão
1 Ts 4.16 – Ressoada a trombeta de Deus, descerá
Com o toque da trombeta inaugurará as últimas cenas do Dia de Cristo, como Rei, o Messias.
8.7 1ª Trombeta: Saraiva, fogo misturado com sangue e foi queimada a terça parte da terra, e das árvores
e também erva verde. Embora sejam aterradoras, não há razão pela qual devamos abandonar a
interpretação literal desses julgamentos, castigo de Deus (Ex 9.22-25; Gn 19.24 em Sodoma)
Três elementos são usados:
Saraiva: juízo súbito e esmagador ((Is 28.2-17; Ap 16.21)
Fogo: expressão da ira de Deus (Dt 32.32; Is 33.14)
Sangue: morte física como moral (Ez 7.1-27; 14.19)
8.8-9 2ª Trombeta: Grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em
sangue. Morreu a terça parte da criação que tinha vida. Um cataclismo que prejudique a navegação,
as embarcações e o comércio. Mar pode significar o mundo em rebelião contra Deus
8.10-11 3ª Trombeta: Caiu uma grande estrela ardendo como tocha chamada Absinto e prejudicou os rios e
as fontes de água que se tornaram amargas e venenosas. Pode ser literal, mas também pode ser uma
doutrina errada, apostasia. Absinto (alosna) planta de gosto forte e amargo. Usada como símbolo de
amargor, veneno, tristeza e calamidade (Jr 9.15; 23.15; Lm 3.19). Esta praga deixará impróprio para
consumo um terço da água potável.
8.12 4ª Trombeta: Foi ferida a terça parte do sol, luz e estrelas para que houvesse trevas. Eclipse desses
astros, já previstos em Mt 24.29; Lc 21.25-26; Ex 10.21). Os astros recebem um ferimento. Nesta
penumbra e solidão aos que ainda restam sobre a terra. Anunciam-se 3 calamidades que são 3 ais:

14
ai. ai. Ai
8.13 João viu e ouviu: uma águia voando pelo céu dizendo em grande voz: ai, ai, ai dos que moram na
terra, por causa das restantes vozes da trombeta. A águia revela a grandiosidade da mensagem diante
da severidade das calamidades que seguirão
9.1-2 5ª Trombeta: Será o 1º AI. Uma estrela caída: representação simbólica de um ser vivo e inteligente,
vindo do abismo (v.11). Simboliza um anjo caído que passa a abrir o abismo para soltar forças
demoníacas contra todos os que não tem o selo do Deus vivo.
Chave: simboliza autoridade, domínio, posse.
Abismo: é prisão, lugar de moradia de demônios, de trevas no qual os anjos rebeldes estão
reservados para o dia do julgamento (1 Pd 3.19; Jd 6; Lc 8.30-31).
9.3-12 1º AI: gafanhotos demoníacos com poder de escorpiões. Foi a oitava praga no Egito (Ex 10.1-20;
Jl 2.4-10). Gafanhotos representam exércitos de demônios. A descrição é dramática, o exército de
gafanhotos nos lembra modernos aviões; o exército de cavalaria e tropas motorizadas. O efeito é
terrível; eles maltratam os homens para depois matar um terço deles.
A terra tem 7 bilhões de habitantes; isso seria um bilhão e quatrocentos milhões de pessoas. Que
terrível.
9.4-5 As limitações das atividades das criaturas demoníacas indicam que Deus está no pleno controle dos
acontecimentos. Gafanhotos comuns comem erva, aqueles só atormentam por 5 meses, temporada
normal dos gafanhotos, de maio a setembro.
9.6 Os homens procurarão morrer, mas não haverá morte.
9.7 Gafanhotos semelhante a cavalos; cavalos são atacantes rápidos. Rostos como de homens, significa
ordem e inteligência.
9.8 Cabelos como de mulheres: vaidade. Dentes como dentes de leão: vencedores terríveis;
9.9 Couraças: bem protegidos. Asas: velozes, fácil movimento
9.10 Caudas como escorpiões: para torturar os homens com seus ferrões
9.11 O rei deles é o anjo do abismo, Abadom (hebraico é destruição) e Apoliom (grego é destruidor)
9.12 O 1º Ai passou
9.13-21 6ª Trombeta: Será o 2º AI. Foram soltos 4 anjos maus que estão atados juntos ao grande rio
Eufrates (16.12)
9.15 Hora, dia, mês, ano para que matassem a terça parte dos homens: hora específica, mais uma prova
do controle de Deus sobre a história
9.16 Exércitos da cavalaria: 20 mil vezes 10 milhares: 200.000.000 (duzentos milhões) de criaturas. Quanto
a outros exércitos sobrenaturais: 2 Rs 2.11; 6.16-17; Ap 19.14
9.16-17 Cavalaria infernal: Pela descrição dos cavaleiros pode se prever que não são homens, são forças
malignas para destruir os homens que não foram mortos e nem se arrependeram de suas maldades
(v.21). Cavaleiros tinham couraças cor de fogo (vermelho), jacinto (azul) e enxofre (amarelo). Os
termos cavalos, cavaleiros, armaduras e poder que têm, podem significar poderes bélicos.
9.18 Cavalos vindo do inferno, inspiram terror. Da boca deles saiam fogo, fumaça e enxofre (14.10; 19.20;
20.10; 21.8). Mesmos elementos da destruição de Sodoma (Gn 19.24-28). Seria uma guerra nuclear?
9.19 Cavalos que apavoram e destroem. Sua força estava nas suas bocas e nas suas caudas: suas caudas
pareciam serpentes, com as quais eles picavam os homens, fazendo-os sofrer. Idêntica a 9.10, os
gafanhotos.
9.20-21 Os homens persistem na idolatria, na adoração a demônios, assassinatos, feitiçarias, prostituição e
furtos. A rebeldia do restante da humanidade se evidencia em sua idolatria e imoralidade. Não se
arrependem, nenhuma confissão, nenhum perdão, nenhuma busca de Deus

10.1-11 2ª Pausa entre a 6ª e a 7ª trombeta. Nessa 2ª pausa temos uma visão do céu (Cap. 10) e uma visão
da terra (Cap. 11)
10.1 Local: no céu (10.1,4,8)
Figura do anjo forte: Deus age. Ele manda seus mensageiros.
Outro anjo forte descendo do céu (5.2; 8.3), enviado por Cristo, espelha Sua glória e carrega a insígnia
de Cristo. Envolto em uma nuvem: símbolo da glória divina. Deus desceu no Monte Sinai em uma
espessa nuvem (Ex 13.21; Nm 11.25; Sl 104.3; 1 Rs 8.10-11).
Arco-íris por cima de sua cabeça: fala-nos de misericórdia, fidelidade.
Rosto como o sol: ser divino (1.16)
Pernas como colunas de fogo
10.2,5 Na mão um livrinho aberto: tratava de uma mensagem de Deus. Aberto para provar a brevidade dos
acontecimentos nele escritos.
Pé direito sobre o mar e esquerdo sobre a terra: mostra o direito de Cristo de reclamar a terra como

15
sua (Sl 95.5; Ef 1.13-14). Todo o globo terrestre pertence a Cristo
10.3 Bradou em grande voz, como ruge um leão (leão da tribo de Judá que brama) e desferiram sete
trovões: testemunho da autoridade de Cristo sobre a terra.
Trovão: representa a voz de Deus no julgamento (1Sm 7.10; Sl 18.13; 104.7; Jó 37.2-5; Is 29.6;
30.30). No Sl 29 tem sete vezes “a voz do Senhor”.
10.4 Sete trovões: João ia escrever, mas a ordem foi: não escreva. Simbologia, são armamentos secretos.
É proibido a João revelar a mensagem dos trovões.
10.5-6 O anjo levantou a mão direita e jurou que não haverá demora; isto é os julgamentos das taças serão
derramados (16.1-21)
10.7 V.7 – cumprir-se-á. Mistério de Deus: alguma verdade sobre o próprio Deus que não será revelada
até que Seu Reino seja estabelecido sobre a terra.
10.8-11 Ordem: comer o livro. Ezequiel 2.8-10; 3.1-3; Jr 15.16 tem paralelos. Comer o livro é uma lição para
ensinar que as verdades de Deus podem ser ao mesmo tempo agradáveis e amargas, pois falam de
juízos.
10.11 -Reafirmação da comissão profética de João: ainda profetizaria para povos, nações, línguas e
reis
11.1 3ª Pausa – duas testemunhas na cidade de Jerusalém
Caniço ou vara: tinha 2,70 m de comprimento.
João recebe ordens de medir o santuário de Deus, o seu altar e os que naquele adoram. Zacarias viu
um homem medindo Jerusalém, o que simbolizava a proteção divina (Zc 2.1-5). Ezequiel teve uma
visão da medição de Jerusalém, simbolizando o fato de que Jerusalém ainda viria a ser a cidade de
Deus (Ez cap. 40-43).
Aqui há 3 interpretações:
1. refere-se ao templo que será construído durante a tribulação, no qual o ritual judaico será
restaurado e a luta entre os judeus restaurados e o anticristo (a besta);
2. refere-se ao destino da igreja em um mundo hostil;
3. refere-se a uma profecia da preservação e salvação, no fim do povo judeu
11.2 Não medir o exterior do santuário, pois ele dado aos gentios e esses por 42 meses (3 anos e meio)
calcarão aos pés a cidade santa. Provavelmente refere-se à segunda metade da tribulação.
11.3 Minhas testemunhas (v.3)
As duas testemunhas que profetizam por 1260 dias = 3 anos e meio. A descrição de João é tão real,
que João tinha essas duas testemunhas como pessoas reais.
Pano de saco: tecido grosseiro, feito de pêlo de bode, para fazer saco. É a vestimenta dos profetas ou
de quem está em grande luto (2Rs 1.8; Is 20.2; Gn 37.34; 2Sm 3.31; Ne 9.1; Et 4.1-4; Mt 3.4.
Pregadores de arrependimento.
11.4 As duas oliveiras (azeite) e os dois candeeiros (luz) se acham de pé diante do Senhor: simbolismo em
Zc 4.3. Não é possível dizer quem são, mas não são Moisés e Elias; Pedro e Paulo. Mas nos faz
lembrar da transfiguração de Mt 17.2-3. Esses dois homens servem a Deus, iluminando com seu
testemunho. Mas não são citados seus nomes, então não sabemos quem são. Número 2: indica o fato
de que eram necessárias duas testemunhas para estabelecer uma causa em cortes judaicas (Dt
19.15; Nm 35.30).
11.5-6 Como agem as duas testemunhas? Por sinais.
Os poderes das duas testemunhas fazem lembrar os de Moisés e Elias (Ex 7.20; 8.1; 12.28; 1 Rs
17.1; 18.41-45; 2 Rs 1.10-12). Da boca deles sai fogo.
11.7 Qual o fim das duas testemunhas? Serão mortas. A BESTA: a personagem aparece aqui pela primeira
vez. Referência ao abismo revela que é um ser demoníaco conforme 9.2. Relacionada com Daniel 7,
ali as bestas representam os poderes políticos que causariam grandes danos ao povo de Deus.
Possível que João tenha em mente aspectos políticos aqui. A origem demoníaca da besta não exclui
seu aspecto histórico e político.
A besta que surge do abismo as vencerá e matará. O anticristo (1 Jo 2.18), o mesmo personagem de
Ap 13.1-10; 14.9-11; 15.2; 16.2;17.3,8,13; 19.20; 20.10. O poder da besta sobre as duas testemunhas
só é dado após a conclusão da missão delas, revelando a soberania de Deus, mesmo sobre a besta.
11.8-9 Onde estão? Seus cadáveres ficarão na praça em Jerusalém, por 3 dias e meio. Nome simbólico de
Sodoma e Egito, símbolo de pecado e idolatria, mostra a degradação da cidade. Sodoma simboliza a
imoralidade e Egito simboliza opressão.
V.8 – Onde foi seu Senhor foi crucificado.
11.10 O povo vai fazer festa e se alegrar e enviar presentes uns aos outros.
11.11-13 Deus ressuscitará essas testemunhas e as levará ao céu numa nuvem. Haverá um terremoto e
morreram sete mil pessoas e destrói uma décima parte da cidade (Ez 38.19-20 e Zc 14.15).

16
11.14 O 2º Ai passou
11.15-19 7ª Trombeta: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo e Ele reinará pelos
séculos dos séculos.
11.16 Os 24 anciãos prostram-se e adoram a Deus (4.4,10)
11.17 Realiza-se aqui o que os santos rogaram e por isso estão agradecendo e dizendo: Deus Todo-
Poderoso, que és e que eras.
11.18 Mostrares a tua ira e os mortos serem julgados, incluindo galardão (recompensa)
11.19 Abre-se o santuário (templo) de Deus no céu e a arca da aliança é vista no templo. A arca é a garantia
da presença de Deus com o seu povo. Representa a fidelidade de Deus às Suas alianças feitas a
Israel (Rm 9.4-5).
Relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e saraivada: são maneiras para expressar a majestade e poder
que acompanham as manifestações da presença divina.
Cap. 12 e 13 vão aparecer os 7 personagens
12.1-17 O dragão, a mulher e seu descendente
12.1 O grande sinal no céu é a mulher: ela simboliza Israel que deu Cristo ao mundo (12.5) e será
perseguida na tribulação (12.13). Está vestida com esplendor; as doze estrelas representam as 12
tribos, como mostra o sonho de Jose (Gn 37.9). Israel era retratado como mulher casada no AT (Is
54.1), e como esposa adúltera por causa do pecado (Is 47.7-9; 50.1; Jr 3.1-25; Ez 16.8-46; 23.1-21;
Os 2.1-23)
Onde começou a luta da mulher com o dragão: Em Gn 3.1,15, no Éden. A serpente é desde o início o
inimigo da humanidade, porque da mulher viria O Homem que deveria lhe esmagar a cabeça; a
serpente é inimiga do povo de Israel, porque dele veio Jesus para lhe esmagar a cabeça
12.2 Dores do parto: símbolo do parto usado no AT para retratar sofrimento agudo, especialmente a
“angústia de Jacó” (Is 26.15-18; 66.7; Jr 30.5-7). Sofrimento de Israel durante a tribulação.
12.3-4 Outro sinal no céu: um dragão, grande, vermelho, com sete cabeças, dez chifres e, nas cabeças,
sete diademas (12.9) é Satanás. Cauda: significa influência.
Dragão: símbolo profético é a antiga serpente (Gn 3.1-10). Suas sete cabeças, dez chifres e, nas
cabeças, sete diademas o identificam com a forma do poder mundial gentio concentrado na besta
(13.1-10 e Dn 7.8).
Dragão: símbolo histórico: sua queda (Is 14.12-14; Ez 28.12-15; Gn 3.15; Mt 2.16).
12.3,9 - Como Satanás é descrito: dragão e, serpente, diabo, Satanás
12.5 Filho varão: é Jesus. Foi arrebatado: Refere-se à ascensão de Cristo
12.6 A fuga da mulher: simbolicamente a fuga de Israel da fúria de Satanás (12.13-17). 1260 dias: são
os 3 anos e meio da perseguição de Satanás, que ele fará por meio da besta (2 Ts 2.3-7).
12.7-12 Arcanjo Miguel: Miguel é o protetor do povo de Daniel, os judeus (Dn 10.13-21; 12.1). Miguel é o
único anjo designado como arcanjo na Bíblia (Jd 9). Miguel contra o dragão: quando da expulsão de
Satanás dos céus. Desde sua rebelião, Satanás e suas hordas vagam soltos pelos céus (Jó 1.6; 2.1;
Gn 3.1-10; Ef 2.2; 6.10-12). Miguel é símbolo do socorro e proteção divina. Miguel significa Quem é
como Deus?
Luta: Miguel e seus anjos x dragão e seus anjos (12.7)
12.9-10 Duas atividades de Satanás: enganar o mundo e acusar os irmãos.
12.11 A defesa do crente contra Satanás é recorrer aos méritos da morte de Cristo, isto é, ao Seu sangue
remidor, mesmo que precise morrer.
12.12 A expulsão de Satanás significa terrível aflição na terra. A cólera de satanás é pelo pouco tempo que
lhe resta
O diabo é expulso das regiões celestes e atirado sobre a terra. Por isso há alegria no céu e
lamentação na terra
12.13 3º AI: Satanás (dragão) persegue a mulher (Israel): Sabendo que sua derrota foi provocada pela
exaltação do Filho varão, Cristo, o dragão faz jorrar sua cólera contra a mulher vestida de sol (Israel)
que deu à luz o Filho varão.
12.14 As asas da grande águia dadas à mulher para que fugisse para o deserto lembram que o Senhor
libertou Israel do Egito e o levou sobre asas de águia (Ex 19.4; Dt 32.11; Is 27.1). Esse é o período
das “abominações” (Dn 9.27) e da grande tribulação dita por Jesus (Mt 24.15-22; Lc 21.20-24). Águia é
vigorosa, vôo rápido, garras potentes, faz ninho nos rochedos altos. Atinge até 3 metros de
envergadura, vista penetrante (Dt 14.5; Ct 2.9,17; 8.14). Simboliza longevidade (Sl 103.5; Is 40.31).
Águia anuncia os 3 ais do Ap 8.13
Função da grande águia será a de proteger a mulher (Israel).
Rui Barbosa (1849-1923): foi tido como a Águia de Haia, pois como estadista favoreceu Israel na II
Conferência de Paz (1907) em Haia – Holanda, pois defendeu a igualdade entre as nações, inclusive

17
para os judeus dispersos.
Osvaldo Aranha (1894-1960): serviu como águia, quando favoreceu a criação do Estado de Israel em
14/05/1948. Em novembro de 1947 foi chefe da delegação brasileira na recém criada ONU, em Nova
Iorque. Presidiu a II Assembléia Geral da ONU que votou o plano de partilha da Palestina entre judeus
e árabes. Foi secretário da ONU por 2 anos. Seu papel nesse episódio granjeou-lhe a gratidão de
Israel. Em sua homenagem há uma rua em Tel-Aviv com seu nome.
(Mirador – Vol 3 – Pág 712).
12.15-16 A preservação de Israel: a serpente (Satanás) arroja de sua boca “água como um rio”, A arma de
Satanás é um rio que sai de sua boca (propaganda contra Israel). Simbolizando as nações gentias
(17.15) que, inspiradas por satanás, com ódio, pretendem destruir Israel. Mas a terra socorreu a
mulher, abrindo a boca e engolindo o rio que o dragão lançara da boca. Sugere nações amigas, que
protegerão os judeus perseguidos.
12.17 O remanescente piedoso: são judeus que guardam os mandamentos de Deus e dão testemunho de
Jesus (Is 1.9; 6.13; Rm 11.5)
13.1-10 A besta do mar: Mar são nações (Ap 17.15; Is 17.12-13)

13.1-10: Relação da Besta com Satanás (A besta do mar: Mar são nações (Ap 17.15; Is 17.12-13)

12.3 - Satanás – dragão - diabo 1ª Besta (13.1-10). É possível definir a origem étnica ou reliogiosa
12.9 – dragão, serpente, diabo, satanás do anticristo?
Anotar todas as características.
Besta: Significa animal selvagem. Será anticristo. Sobe do mar.
Será Roma? Mar simboliza uma condição política instável (Is 17.12
e 57.20). Pode ser um líder político, exercerá poder absoluto no
mundo. A besta emerge do mar, da mesma maneira que os animais
de Dn 7.2-3
Tem 7 cabeças = domínio mundial e Tem 7 cabeças (totalidade do poder maligno)
autoridade. Tem 10 chifres (pode ser 10 governos, reinos)
Tem 10 chifres = símbolo de poder. Tem 10 diademas/coroas (representa autoridade)
13.1,5-6 – sua característica é blasfemar contra Deus ou ofender a Deus
Serão 10 reis que darão seu poder ao
13.2 – besta semelhante: (Dn 7.1-8). O poder vem de satanás.
anticristo (17.12-13) a) leopardo: perigoso, ágio, velocidade e ferocidade, fica na emboscada
Tem 10 diademas ou coroas: representam para saltar sobre a presa (Jr 5.6; 13.23; Os 13.7; Hab 1.8),
autoridade política. b) com pés de urso: grande força nas unhas e dentes, gde estatura,
Tem 1 cauda: significa influência pesado, animal carnívoro. A ursa roubada de seus filhotes como símbolo
de ferocidade (2 Sm 17.8; Pv 17.12; 28.15; Os 13.8; Am 5.19)
Os três terão um destino: o lago de fogo: c) boca como de leão: Devora tudo. O mais forte carniceiro (Is 38.13; Sl
Ap 17.13 (um só pensamento) 7.2; 22.13; Pv 20.2; 2Tm 4.17). Daniel 7.3-7- viu 4 animais: leão, urso,
Ap 19.17 a 21; leopardo, animal terrível. A semelhança da besta com os animais
significam os impérios da visão de Daniel 7.
Ap 20.1-3, 10 a 15
13.2 – o dragão (satanás) dá-lhe o seu poder, seu trono, grande
autoridade ao anticristo.
13.3 – ferida mortal e foi curada. Satanás restaura o anticristo à vida,
numa imitação da ressurreição de Cristo. A besta terá um poder místico e
político, por isso todos seguirão o anticristo.
13.4-8 – Adorar a besta é o auge da idolatria, é culto a Satanás
13.5 – 42 meses ou 1260 dias (11.2-3; 12.6,14). A besta terá um domínio
curto, mas autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação (13.8).
Promoverá a idolatria e perseguição.
13.7 – terá autoridade: tribo, povo, língua, nação
13.9 – Quem tem ouvidos, ouça.
13.10 – este versículo é de difícil interpretação, pode ser que o destino
dos perseguidores será o mesmo destino dos perseguidos. Deus retribuirá
o mal que causaram.

2ª Besta (13.11-18). Outra besta. Anotar todas as características.


Será um falso profeta (16.13). Sobe da terra. Será um líder religioso
(17.13; 19.17-21; 20.1-3,10).
- Ela serve ao anticristo, que obrigará a sua adoração realizando milagres
(13.12-13). Ela glorifica a 1ª besta.
- Tem 2 chifres

18
- Parece cordeiro: parece manso, inofensivo, brando, mas fala como
dragão. Vai chefiar a religião falsa que unirá o mundo ao redor do culto ao
anticristo.
13.12-14 – exerce toda a autoridade da 1ª Besta e faz que todos adorem a
1ª besta
13.12-15 – Exige homenagens ao anticristo; pratica milagres (Mt 24.24).
Dará vida a uma imagem do anticristo, sentenciando a morte os que
desobedecerem. Ela cria a marca da besta.
Qual a religião desse falso profeta? Endeusamento e adoração de homens
(idolatria). A religião mundial do homem (Dn 3.1-6)
13.16-17 – exigirá que recebam uma marca na mão ou na testa para
poderem comprar ou vender. Retirará o direito das pessoas que não
ingressarem na religião do anticristo.
13.16 – marca sobre a mão ou fronte.
13.18 – Nº 666 – de algum modo que nos é hoje desconhecido, este nº
terá papel importante na identificação do anticristo no futuro. Apesar de
tentativas de identificar o “sinal” da besta a nomes, computadores,
sistemas monetários, cartões com chip, sua natureza ainda é ignorada, e
só será revelada no tempo do fim. O 666 é considerado como um símbolo
aquém da perfeição, posto que cada algarismo é um número menor que 7
(sete.)
Ninguém pode identificar agora. Já se falou muitos nomes: Nero,
Diocleciano, Hitler, Osama Bin Ladem, Sadan Russein, Baraque Obama,
Trump, Príncipe William e Harry, Hellen White, Roma, Islã, maçonaria,
Stalin, etc, (Lutero dizia que era o papa).
As letras, tanto no hebraico como no grego, têm valor numérico. Alguns
pensam que, embora João tenha escrito no grego, referia-se à numeração
hebraica.
- Desde janeiro 2008 todos os animais dos EUA estão usando chip. Desde
o menor ao maior. Breve, todos os humanos estarão também usando um
chip. O Anticristo irá monitorar a todos. Na Inglaterra, mais de 300 vezes
ao dia as pessoas são monitoradas. Seu telefone, computador, facebook,
e-mails estão monitorados. Palavras como bomba, AL Qaeda, Bim ladem
são relacionadas todos os dias. Essa era é da sociedade supervisionada.
Sistema biométrico, como voz, digitais, Iris dos olhos; cada dia será cada
vez mais difícil escapar da polícia. O anticristo vai encontrar o mundo
pronto para recebê-lo e obedecê-lo.

DANIEL E JOÃO
DANIEL 7:1-7 APOCALIPSE 13:1-18
Daniel viu o quarto animal um grande João viu o animal saindo do mar com dez chifres coroados e sete cabeças.
monstro com dez chifres
O chifre pequeno tinha olhos e boca que A besta foi dada uma boca falando grandes coisas e blasfêmias.
falava grandes coisas
O chifre pequeno: Ele falará palavras A besta abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus
contra o Altíssimo
O chifre pequeno: Ele consumirá os Foi-lhe dado que fizesse guerra aos santos e que os vencesse.
santos do Altíssimo
O chifre pequeno dominará um tempo, A besta foi dado poder para 42 meses – 3 ½ anos
dois tempos e metade de um tempo

OBS: Nos capítulos 12 e 13 vimos o que Satanás pretende e parecia que o Senhor calava. Nos cap. 14 e 15
é revelado o que o Senhor pretende e os planos de Satanás serão frustrados.

14.1 a 15.4: Panorama do Fim


14.1-5 O Cordeiro, Cristo com 144 mil, em Sião. O mesmo grupo mencionado em 7.4, portanto é o
remanescente fiel de Israel. O nome do Cordeiro e do Pai nas suas frontes. O momento em que o
reino do anticristo terminou e o Cordeiro chega para o juízo. “Olhei e eis o Cordeiro”, a mais bela visão.
14.4 Não se macularam com mulheres: pode indicar que eram solteiros ou que escolheram o celibato.
Primícias: a salvação dos 144 mil é o prenúncio da salvação de um grupo maior de israelitas que se
voltarão para o Senhor no final da tribulação (Is 2.3; Rm 11.15,26)
14.6-9 3 anjos e 3 mensagens:
14.6-7 – 1º anjo: um evangelho eterno: a última proclamação da graça de Deus ao mundo,
mensagem para todos – nação, tribo, língua e povo. Mensagem é temei a Deus e daí-lhe glória, é

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chegada a hora do juízo
14.8 – 2º anjo: caiu, caiu a grande Babilônia (Esta queda é descrita nos Cap. 17 e 18)
14.9-11 – 3º anjo: mensagem de juízo - se alguém adora a besta e recebe sua marca também
beberá do vinho da cólera de Deus
14.12 – os santos serão capazes de perseverar, sabendo que Deus punirá seus inimigos
14.13 – bem-aventurados os mortos que morrem no Senhor (Sl 116.5)
14.14-20 A colheita
14.14 Descrição do Senhor da ceifa: Filho do homem, a Ele foi dado o juízo. Nuvem branca: assim como
subiu ao céu (At 1.9; Lc 24.50-51). Com uma coroa de ouro.
Na mão uma foice afiada: pronto para o juízo. Foice aparece 7 vezes. Falada na parábola em Mt
13.37-43. Os anjos cooperarão, mas quem ordena é o “Filho do Homem”.
14.15 – ceifa da terra = nações da terra
14.18 – ceifa da terra = videira da terra é Israel em Is 5.1-7; Jr 2.21; Jl 3.11-16; Is 63.1-6. Três árvores
que simbolizam Israel:
- videira (símbolos dos privilégios espirituais);
- figueira (símbolos nacionais);
- oliveira (símbolos religiosos)
14.19-20 Imagem da batalha do Armagedom (Ap 16.16; 19.17-19; Joel 3.2).
v.20 –sangue até os freios dos cavalos de 1600 estádios = extensão de 320 km e altura de 1,20 m
15.1-8 Pausa para os julgamentos das 7 taças
15.2 Mar de vidro = graça (4.2). Mesclado de fogo = provas que passaram; venceram a besta, sua imagem
e seu número
15.3-4 Entoavam o cântico de Moisés (Ex 14.30-31; 15.1-3) e cântico do Cordeiro.
Ambos os pactos: AT e NT
15.5 Santuário do Tabernáculo do Testemunho: é o Santo dos Santos no tabernáculo celestial
15.6-8 7 anjos se preparam para as 7 taças (flagelos). Os anjos estão vestidos com vestes sacerdotais
16.1-21 Julgamentos das taças. Sobre quem são derramadas as 7 taças?
16.1 – sobre a terra. A ordem vem de Deus, é “ide e derramai”
16.10 – sobre o reino da besta: terra
16.19 – sobre cidades e nações
16.20 – todas as ilhas
O que diz o céu sobre esses juízos?
16.5-7 – teus juízos são verdadeiros e justos
16.17 – feito está, compare com está consumado
O que os homens dizem sobre esses juízos:
16.9,11,21 – blasfemaram o nome de Deus
16.1-2 1ª Taça: úlceras malignas = epidemia de tumores malignos nos homens portadores da marca da
besta; portanto, no tempo em que domina a besta. Na Bíblia Profética – página 63 faz comparação das
pragas do êxodo com as taças. (Ex 9.8-12 úlceras)
16.3 2ª Taça: no mar e este se tornou em sangue e morreu a vida do mar. (Ex 7.19-21 rios em sangue)
16.4-7 3ª Taça: nos rios e nas fontes das águas. São dignos disso, isto é, merecem beber sangue, pois
derramaram sangue de santos e profetas
16.8-9 4ª Taça: intenso calor (Is 30.26). Homens serão queimados e blasfemarão e não se arrependerão
(v.9,11,21)
16.10-11 5ª Taça: escuridão sobre o trono da besta; os homens morderão as línguas por causa da dor,
angústias e úlceras, mas não se arrependem. (Ex 10.21-23 trevas).
16.12-16 6ª Taça: Sobre o rio Eufrates, cujas águas secaram para se preparasse o caminho dos reis que vêm
do lado do nascente do sol ou pelos reis do oriente. Alguns pensam que aqui se cumprirão a profecia
de Ezequiel 38 e 39. Os exércitos das nações do Extremo Oriente serão ajudados em sua marcha até
Armagedom pela secagem sobrenatural do rio Eufrates (9.14). Estes se colocam à disposição do
anticristo e guerrearão contra o Cordeiro (17.12-14,17)
16.13-14 Vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos
semelhantes a rãs. Rãs simbolizam os demônios (v.14), espíritos demoníacos que usarão palavras
para persuadir as nações. Rãs é animal imundo (Lv 11.10). Linguagem figurada, supõe propaganda
enganosa, falsa profecia, levará as pessoas a aceitar e apoiar a causa do mal. Luta insana do homem
contra Deus (Zc 14.1-2,12)
16.16 Armagedom, vale de Josafá, vale de Megido, vale de Jesreel (entre Galiléia e Samaria) é antigo campo
de batalha e local de vários combates na história de Israel (Jz 5.19; 2 Rs 9.27; 2 Cr 35.22). Vale de
matança (Sf 3.8). Simboliza o local da reunião das nações que lutarão contra Israel (Joel 3.2,12)

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16.17-21 7ª Taça: destruição global. Derramou a taça no ar, o reino de Satanás (Ef 2.2). Grande terremoto
(v.18), saraivada (v.21) com pedras que pesavam um talento = entre 20 a 40 quilos. (Ex 9.22-26).
16.19-21 As conseqüências da ira de Deus: Jerusalém “a grande cidade” (11.8; Zc 14.1) ou Babilônia (18.2)
centro político e religioso dos capítulos 17 e 18.
V. 20 – o terremoto é mundial: toda ilha fugiu e os montes sumiram
17.1-7 Visão da grande meretriz, prostituta (Roma v.18). É a Babilônia eclesiástica, religiosa. A religião será
um grande sucesso, o mundo a aceita, transformando-a numa Babilônia ecumênica (Gn 10.10 e 11.9).
Isaías 13.19-20 e Jr 50 e 51 Babilônia é chamada mãe das meretrizes.
17.2 – Os reis da terra: o domínio da grande prostituta através da opressão, poder e atração.
17.15 – é a explicação das muitas águas. Ligada à idolatria, infidelidade, poder e luxo

OBS: Ef 5.27 – mulher simboliza a Igreja, mas ela é santa e sem defeito, sem mácula, gloriosa, sem
ruga, Em Ap 19.7-8; 21.2 ela é noiva e esposa
17.3 A mulher montada numa besta escarlate com nomes de blasfêmia, com 7 cabeças e 10 chifres.
É a imagem da religião mundial, fundada pelo falso profeta. É a mesma de Ap 13.3. A besta aqui é a
mesma do Ap 13. A mulher a grande prostituta montada na besta, indica relação entre poder político
totalitário e as forças espirituais do mal.
17.4 Mulher vestida de púrpura e escarlate, adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas: significa pompa,
realeza e luxo, ganhos pessoais. Escarlate simboliza pecado e adultério (Is 1.18).
Tendo na mão um cálice de ouro cheio abominações (idolatrias), imundícias da sua prostituição,
apostasia
17.5 Babilônia, a grande: representa o falso sistema religioso que se centralizará em Roma. Torna-se
símbolo da igreja do anticristo
17.6-7 Os pecados dessa mulher: embriagada com sangue dos santos (significa assassinatos). João
admirou-se e o anjo disse que explicaria a ele o mistério dessa mulher. Esses santos são os mesmos
de Ap 14.12.
17.8-18 V.8 – “Era” (existia) no tempo de João e “não é”, profetizou-se seu término, e de fato, terminou como
império em 476 d.C. É a interpretação da Babilônia, o império romano. Está para emergir do abismo
(11.7) e caminha para a destruição (17.11 e 19.20). Volta no final dos tempos munido de poderes
satânicos do abismo e ecumenismo (2 Ts 2.8-9; Ap 9.1-12; 11.7; 13.2)
17.9-10 7 cabeças são 7 montes e também 7 reis. Roma é conhecida na História como cidade das 7 colinas. A
mulher, a Babilônia eclesiástica terá seu quartel na capital da besta (Roma v.18). Nero tinha seu
palácio no monte Paladino.
17.12 Os 10 chifres são 10 reis. A confederação de nações que se formará e será liderada pelo anticristo
(Dn 7.23-24). Esses 10 reis são os representantes de todos os reis da terra, que concederão o domínio
a besta.
17.13 Têm um só pensamento, isto é um governo central do mundo
17.14 O Cordeiro os vencerá
17.15 As águas são povos, multidões, nações e línguas; a expansão mundial da igreja do anticristo. No início
unidos (v.7, 15). A igreja apóstata será ecumênica e domínio será sobre toda a humanidade, pois ela
se assenta (v.1) sobre todos os povos, nações e línguas. A prostituta que dominou e explorou os
povos da terra e que será levada ao poder pela besta, verá a besta se virar contra ela no final.
17.16-18 Esses odiarão a meretriz. O poder político liderado pelo anticristo destruirá a falsa religião. Depois
ódio, luta, destruição. Essa será a igreja ecumênica do futuro: todas as religiões, todas as igrejas, que
não são do Espírito de Deus, a religião sem Deus, que se origina do poder mundial.
O tema deste capítulo: O Cordeiro os vencerá
18.1-24 Tema deste capítulo: a queda da Babilônia comercial, mercantilista. Um grande anjo anuncia sua ruína
completa: caiu, caiu a grande Babilônia.
18.2 Morada de demônios, covil de espírito imundo e esconderijo de ave imunda
18.3-5 Babilônia é demoníaca (Mt 13.24-30 na parábola do joio e do trigo). Seu pecado se estende por todas
as nações, reis e mercadores. Seus pecados se acumularam (v.5)
Retirai-vos dela (v.4) para não serdes participantes dos seus flagelos (Jr 51.45). O povo de Deus deve
separar-se do sistema babilônico do fim dos tempos (2 Co 6.14-17; 1 Jo 2.15-17)
18.6,8,1 O juízo virá repentinamente, por meio de fogo (v.8-9)
0
17, 19
18.16 e Ai! ai! da grande cidade
19
18.20 Deus a julgou pelo tratamento dado aos santos, apóstolos e profetas e mártires (v.24)

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18.21-23 Jogar uma pedra no mar é a representação do juízo completo, definitivo. Nem música, nem
trabalhadores, nem luzes, nem alegrias se acharão mais em Babilônia
Quem lamenta o juízo sobre Babilônia?
V.9 – os reis da terra (política), que com ela se prostituíram, viveram em luxúria
V.11,15 – os mercadores
V.17 – os marinheiros (economia e transportes)
Jeremias 50 e 51 retrata a queda da Babilônia. Jr 51.7-8 “copo de ouro” por fora esplêndida, mas
dentro cheia de prostituição. Figura da Babilônia escatológica em Ap 14.8 e 17.16.
Jr 51. 44-45, 58, 62-63 muros derribados, exterminada, queimada
19.1-10 O céu se alegra, pois a Babilônia eclesiástica (cap. 17) e a Babilônia política, mercantilista (cap. 18)
precisa ser julgada antes que a verdadeira noiva se revela (19.6-10).
19.6-10 O que é importante na descrição das bodas do Cordeiro?
O Cordeiro leva a Igreja à perfeição. Vestida de puros vestidos brancos (Ef 5.27-32 está cumprido).
V.8 – atos de justiça dos santos: todas as boas obras dos crentes
19.10 João é exortado a não adorar anjos, mas apenas a Deus (22.9) e é advertido de que o centro da
profecia é Jesus (Ap 22.9; At 10.25-26).
19.11-16 Vi o céu aberto; esta é a segunda vinda de Cristo que se dará no auge da campanha do Armagedom,
na qual Ele será o vencedor e todos os que se opõem a Ele serão mortos (V.19,21)
Seus nomes: Fiel e Verdadeiro (1.5; 3.7). Sua vitória é demonstrada por Ele estar sentado em cavalo
branco, que simboliza a vitória.
v.12 – Olhos como chama de fogo (1.14; 2.18). Um nome escrito que ninguém conhece, este é, talvez
o mesmo nome que Ele escreverá sobre o vencedor (2.17; 3.12)
v.13 – Ele vem para vingar-se de seus inimigos pelo fato de estar vestido com um manto tinto de
sangue
v.15-16 – espada afiada: é onipotente Palavra de Deus, que criou o universo
19.17-21 Descrita a batalha de Armagedom: tão grande será a matança que um anjo reunirá as aves do céu
para devorarem a carne dos mortos na batalha. A total destruição dos inimigos de Cristo. A besta
(13.1-10) e seus reis e exércitos reunidos para fazer guerra contra o Cordeiro (v.19). O falso profeta
(13.11-18) são lançados vivos na Geena, inferno eterno, a morada eterna de todos os ímpios
(20.10,15)
v.20 – fogo com enxofre, significa terrível sofrimento (14.10)
20.1-3 Essa visão mostra a conseqüência natural dos eventos do cap. 19. Satanás o instigador dos males na
terra precisa ser anulado antes do estabelecimento do reino de Cristo na terra.
A chave e a corrente retratam a própria autoridade divina.
v.2 – dragão: usado para mostrar sua crueldade
- serpente: usado para mostrar sua ardilosa ilusão
- diabo, Satanás: usado para mostrar sua maliciosa calúnia
Mil anos: Milênio é o tempo quando Cristo reinará sobre a terra (Is 2.3; Dn 7.14; Zc 14.9). Satanás não
terá liberdade para agir; a justiça florescerá (Is 11.3-5), a paz será universal (Is 2.4; 35.1-2). Esse
aprisionamento é necessário porque o reino tem por meta a restauração da autoridade divina sobre a
terra.
V. 3 – local do aprisionamento é o abismo, a prisão dos demônios (Lc 8.31; Ap 9.2; 17.8)
v. 7-9 – ao final desse período, Satanás será solto para fazer uma última tentativa de derrubar a Cristo,
mas sem sucesso (20.7-9); depois é lançado no inferno eterno, a Geena para partilhar do destino da
besta, do falso profeta e dos homens ímpios (20.15; Mt 25.41)
20.4-6 20.4 – almas dos decapitados. Os mártires da tribulação, por causa do testemunho de Jesus.
20.5 – os ímpios mortos serão ressuscitados e julgados depois do Milênio.
20.5 - Esta é a 1ª ressurreição. Esta ressurreição inclui todos os justos de todas as eras (a
ressurreição da vida) Jo 5.29; chamada também de ressurreição dos justos de Lc 14.14, que serão
ressurretos antes do início do Milênio.
20.7-9 20.7-8 - Satanás será solto: sua atitude não muda para demonstrar diante de todo mundo que ele é
irrecuperável. Ele consegue enganar as nações e reuni-las na última confederação humana.
20.8 – Gogue e Magogue: nomes para os inimigos universais de Cristo.
Pano de fundo aqui é Ez 38 e 39
20.10-15 20.10 – O lago de fogo (20.10; 19.17-20; 21.8). O julgamento dos mortos incrédulos; vai ocorrer ao
final do Milênio, será baseado nas obras, para mostrar que o castigo é merecido (v.12) e por não terem
crido em Cristo como Salvador, durante suas vidas. Esta é a ressurreição do juízo (Jo 5.29).
20.11 – Trono Branco:

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20.11 - A terra e o céu fugiram: diante do trono e da santidade de Deus, todos fogem.
20.12 – Os mortos, os grandes e pequenos, em pé diante do trono: O julgamento de todos os mortos
ímpios de todas as épocas.

20.12 – Os livros abertos no leva a Dn 7.9-10, dizem respeito à história escrita ou relatório sobre cada
indivíduo.
20.13 - O julgamento de todos os mortos ímpios de todas as épocas.

ÚLTIMAS MENSAGENS DO APOCALIPSE - Apocalipse capítulos 21 e 22

SETE COISAS NOVAS DA ETERNIDADE


1. Novo céu (Ap 21.1) 5. Novo Templo (21.22)
2. Nova terra (Ap 21.2) 6. Nova luz (21.23-26)
3. Nova cidade (Ap 21.2) 7. Novo paraíso (22.1-5)
4. Novo povo (Ap 21.3-7)

SETE PERFEIÇÕES DO ETERNO E PERFEITO ESTADO


Se pudéssemos apreciar de fato, pela visão do Espírito, o que é o céu, teríamos tanto desejo de ir para lá e
nos desprenderíamos das coisas daqui, tanto que o diabo não teria um só torcedor, um só amigo na terra.
Muitos crentes estão presos às coisas deste mundo que jaz no maligno (1 Jo 5.19).

1. Santidade perfeita (Ap 22.3) Não haverá maldição


2. Governo perfeito (Ap 22.3) Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro
3. Serviço perfeito (Ap 22.3) Seus servos O servirão
4. Visão perfeita (Ap 22.4) Contemplarão a Sua face
5. Identificação perfeita (Ap 22.4) Nas suas frontes está o Nome Dele. Nome na
Bíblia fala de caráter
6. Iluminação perfeita (Ap 22.5) Não haverá noite, nem precisam de luz de
candeia, nem da luz do sol
7. Interação perfeita (Ap 22.5) Reinarão pelos séculos dos séculos, isto é,
juntos, harmonicamente (Ef 2.7; 3.8)

SETE AVISOS FINAIS

1. Contra a idolatria Ap 22.8-9


2. Necessidade de difundir a mensagem Ap 22.10; 1 Co 9.16
3. Permanência de caráter Ap 22.11. A injustiça e a contaminação de quem nunca quis se
converter continua para toda a eternidade, bem como a justiça e a
santidade dos regenerados
4. As recompensas prometidas tanto para Ap 22.12-14. Bênçãos para os lavados no sangue do Cordeiro: direito à
os justos como injustos também são árvore da vida e entrada na bela cidade.
certas, eternas e infalíveis Árvore da vida no imaginário judaico retrata a cura dos efeitos da
Queda, cujo efeito mais terrível era a morte.
Ler Bíblia Arqueológica (pag. 2075) no contexto judaico.
Em Ezequiel 47, árvores com frutos com a propriedade de curar
cresciam ao longo do rio que fluía do templo no Reino de Deus. A

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menorá pode ter sido uma representação abstrata da árvore da vida.
No Salmo 1, os justos são comparados a uma árvore plantada à
margem de um rio.
Em Pv 3.18. a sabedoria é descrita como uma árvore de vida para os
que se apoderam dessa virtude. Fora da bíblia, a árvore da vida é como
símbolo da imortalidade.

Ap 22.15: Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos,


os idólatras, os mentirosos. Cães: sãos os desviados, incrédulos,
injustos, ingratos, impenitentes. Comparar uma pessoa a um cão era
grande insulto (1 Sm 17.43; 24.14; 2 Sm 9.8; 2 Rs 8.13; Fl 3.2)
5. O último convite aos pecadores Ap 22.16-17. Desde o 1º convite de Deus ao homem em Gn 7.1 até
Ap 22.17, a Bíblia repete muitas vezes o convite divino: “Vinde a Mim”
(Is 1.18; 55.1-3; Ez 33.11; Mt 11.28). O Espírito Santo faz o convite.
É o último convite da Bíblia
6. Há o perigo de falsificar ou modificar a 22.18-19. tanto em lhe acrescentar como em retirar dela alguma coisa
mensagem
7. As últimas palavras 22.20-21. a) a última promessa: aquele que testifica estas coisas diz:
certamente venho sem demora;
b) a última oração: amém, ora vem, Senhor Jesus;
c) a última bênção: a graça do Senhor Jesus seja com todos.

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