O Primeiro Natal Mesmo acima da casa em
que estava Jesus.
Eis que um anjo proclamou o
primeiro Natal Natal...
A uns pobres pastores ao pé E os magos, com afã e
de Belém sublime temor,
Que, nos campos, a guardar Os joelhos dobraram naquele
seu rebanho, afinal, lugar
Suportavam, da noite, o frio Para ofertas liberais e de raro
também. valor
Qual incenso, ouro e mirra,
ao menino entregar.
Natal! Natal! Natal! Natal!
Natal...
É vindo ao mundo o Rei
divinal! E como eles vimos nós, com
intenso fervor,
Dar louvores sinceros a quem
De repente, lá no céu, linda
nos amou;
estrela surgiuE no Oriente
brilhou com estranho fulgor. Adorar de coração o Supremo
Senhor
Veio à terra forte luz que do
céu lhe caiu Que, morrendo na cruz,
nossas almas salvou!
Muitas noites, ainda, em
fulgente esplendor.
Natal...
Tal estrela apareceu e aos
magos guiou
Pela estrada a Belém, rumo
certo os conduz.
E chegando ali, por fim, a
estrela parou