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Unidade 2

O documento discute a medicalização da educação, abordando como a lógica biomédica influencia a percepção de saúde e doença, especialmente em relação a dificuldades de aprendizagem. Destaca os impactos da medicalização na escolarização, onde comportamentos são patologizados e tratados com medicamentos, em vez de considerar fatores sociais e contextuais. A autora alerta para a necessidade de uma análise crítica dos diagnósticos e da medicalização, enfatizando a complexidade das questões educacionais e de saúde.
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O documento discute a medicalização da educação, abordando como a lógica biomédica influencia a percepção de saúde e doença, especialmente em relação a dificuldades de aprendizagem. Destaca os impactos da medicalização na escolarização, onde comportamentos são patologizados e tratados com medicamentos, em vez de considerar fatores sociais e contextuais. A autora alerta para a necessidade de uma análise crítica dos diagnósticos e da medicalização, enfatizando a complexidade das questões educacionais e de saúde.
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A Medicalização da Educação

Conteudista: Prof.ª Dra. Adriana Beatriz Botto Vianna


Revisão Textual: Maria Thereza Guisande

Objetivos Gerais:

Conhecer as bases da leitura médico biológica;

Re etir sobre os efeitos da medicalização na escolarização e na aprendizagem.

ʪ Material Teórico

ʪ Material Complementar

ʪ Referências
1/3

ʪ Material Teórico

Introdução

"Saúde e Doença, conceitos que não são absolutos: ninguém é 100%


doente ou 100% saudável" (FLEITLICH-BILYK, et al. 2014).

Há um consenso, apoiado na lógica biomédica, de que a medicalização está vinculada à


disseminação do uso de medicamentos que “consertam” ou “minimizam”, as falhas nas
“peças” da máquina humana, fazendo com que ela volte a funcionar de modo satisfatório.

Associado a isso, temos a dependência e consumo da sociedade da oferta de serviços e bens


de ordem médico-farmacêutica.

Depreende-se, portanto, que a medicalização envolve “vários atores” -instituições, empresas,


interesses e práticas tanto curativas como preventivas – e, re ete as transformações relativas
aos modos como fenômenos de saúde e doença, têm sido produzidos, classi cados e
de nidos.
Anteriormente contextualizamos a Medicalização e nesta Unidade, vamos discutir seus
impactos na escolarização e na aprendizagem.

Saúde para a Organização Mundial da Saúde – OMS (1948, on-line) “é o estado de completo
bem estar físico, mental e social, e não apenas o estado de ausência de doença”, indicando,
portanto, a sobreposições e estados passageiros.

Você Sabia?
Uma fratura caracteriza um estado de doença.
Pense na seguinte situação: uma pessoa fratura o braço, mas do ponto
de vista social, laboral e emocional está bem, pode ser considerada
“doente”?
Figura 1 – Saúde & Doença
Fonte: Getty Images
Figura 2 – Saúde
Fonte: Getty Images

Tendo por fundamento a multiplicidade de fatores que envolve o conceito de saúde, não é
possível con ar somente no fator biológico, pois dentre vários motivos, segundo Bressan et
al. (2014, p.26):

é reducionista – ou, se está saudável ou, se está doente;

pode gerar a ideia de cura;

nega o "continuum" entre saúde e doença.


Glossário
Continuum: Conjunto de elementos que passa de um para outro
continuamente, sem intervalos nem interrupçõ[Link] que, por ser
contínuo, inseparável e homogêneo, só pode ser referido em
comparação com outra coisa.
Fonte: [Link]

O modelo biológico para explicar as questões relativas, por exemplo, aos baixos níveis de
alfabetismo, ao fracasso escolar, aos problemas e di culdades de aprendizagem vem sendo
produzido desde o início do século XX.

Meira (2012) apud Signori (2017, p. 6) rati ca e, diz:

“Atribuir as di culdades escolares às características orgânicas/cerebrais do

estudante oculta os condicionantes sociais, culturais, políticos, educacionais,


afetivos e ideológicos envolvidos na produção do chamado TDAH e, também do
Transtorno bipolar, Transtorno de ansiedade, Transtorno de aprendizagem,
Dislexia dentre outros. (grifo nosso)”
Tomando como referência o Transtorno de De cit de Atenção/Hiperatividade – TDAH, a
literatura nos mostra duas vertentes teórico–metodológicas:

Pesquisadores que, apoiados na corrente positivista, acreditam no determinismo


orgânico;

Pesquisadores que concebem os chamados Transtornos Funcionais Especí cos


como decorrentes de um processo de medicalização da educação.

Saiba Mais
Positivismo é uma corrente de pensamento losó co desenvolvida
pelo pensador Auguste Comte, defendia que o conhecimento cientí co
era a única forma de conhecimento válido.

Ainda que no TDAH, como um dos transtornos do neurodesenvolvimento, tenham fatores


genéticos (biológico) que favorecem sua ocorrência, o estabelecimento do diagnóstico é
essencialmente clinico de acordo com o DSM–5: os sintomas são agrupados em categorias –
A, B, C, D, E –, cada qual com sintomas especí cos, que devem estar presentes durante os
seis meses que antecederam a avaliação. Além disso devem ser considerados os fatores
ambientais como o baixo peso ao nascer, a prematuridade.
DSM–5 Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais

Conforme mencionado anteriormente, uma outra corrente fundamenta sua posição sobre o
TDAH no conceito de medicalização, entendendo que “possíveis sintomas podem ser
decorrentes de relações de sofrimento que foram sendo construídas mediante a inserção do
sujeito nas práticas sociais” (SIGNORI, 2017. p. 748) e, a rma que dado aos diferentes per s,
os comportamentos infantis não podem ser a priori concebidos como sintomas.

A patologização da aprendizagem se dá quando processos de caráter social são travestidos


como problemas de ordem biológica impactando na trajetória escolar dos alunos, quando
di culdades escolares são interpretadas como distúrbios/transtornos de aprendizagem e
concebidas como um fenômeno individual deslocado do contexto sócio–histórico no qual o
sujeito está inserido (RIBEIRO, 2014).
Figura 3 – Aprendizagem
Fonte: Getty Images

A lógica medicalizante contribui com a produção de patologias, como a rma Moysés e Colares
(2013) apud Ribeiro (2014, p. 15)

“Vivemos a Era dos Transtornos. Uma época em que as pessoas são despossuídas

de si mesmas e capturadas–submetidas na teia de diagnósticos–rótulos–


etiquetas, antigos e novos, cosmeticamente rejuvenescidos ou reinventados.”
A medicalização na infância é uma realidade havendo, segundo estudos um aumento da
prescrição de remédios e consequente o consumo de psicofármacos por crianças [...] que
conseguem alívio em curto prazo, mas posteriormente podem desenvolver problemas
psíquicos.

No mesmo sentido, Azevedo (2018, p. 452) diz que “aliado a um processo de biologização do
cotidiano, podemos observar a disseminação de discursos que incentivam a medicalização da
sociedade” [...] e, “abrem campo para a patologização e medicalização da infância”.

Silva e Mendes (2019. p. 396) corroboram quando a rmam “sem a possibilidade de expressar
simbolicamente e construir elaborações psíquicas sobre o seu sofrimento e dor, as crianças
muito cedo são privadas, de um enfrentamento psíquico a problemas de ordem multifatorial.”,
inerentes à complexidade humana.

A medicamentalização, isto é, a prescrição de remédios como forma de cuidado e intervenção


nos sofrimentos humanos, é considerada pelo Ministério da Saúde (2018) como consequência
da medicalização.

Evidentemente, não estamos negando que as crianças possam ter di culdades, que possam se
bene ciar de tratamentos decorrentes de diagnósticos e de ser medicações; nos preocupa o
fato das di culdades serem precocemente consideradas como distúrbios individuais ou, ainda,
que diagnosticadas devam ter o mesmo tipo de acompanhamento.

Implicações da Medicalização
A ótica da biologização que intensi ca o processo de medicalização da sociedade e transforma
a queixa escolar em doença, provoca consequências na escolarização do aluno pois os
professores ao julgarem que as crianças não são capazes oferecem atividades com níveis mais
baixos, fora do contexto das aulas

Além disso, quando os comportamentos que atrapalham a sala de aula na escola, como a
desatenção por exemplo e, são associados à uma patologia:
“o indivíduo que apresenta essas condutas passa a não ser visto mais como

responsável por seu comportamento, mas sim 'doente' [...] a resposta social ao
desvio de comportamento passa a ser mais terapêutica do que punitiva, e, pelo
uso de medicamentos como ocorre nos casos de autismo.”

- BERTOLDI; BRZOZOWSKI, 2020; p. 346

Essas autoras associam a substituição do cuidado individualizado pelo medicamento, por


serem potentes em seus efeitos e menos custoso se comparado à psicoterapia, aos
atendimentos individualizado na escola, e outras terapias, como por exemplo a
Psicopedagogia (grifo nosso).

Os dados da pesquisa de Vizotto e Ferraza (2017) sobre a prescrição psicofarmacológica, em


crianças e adolescentes que foram encaminhados ao serviço de saúde com queixas
relacionadas ao mau desempenho escolar, problemas de comportamento e di culdades de
aprendizagem, parece reforçar a ótica da biologização, uma vez que o estudo constatou que:

97% das crianças foram submetidas à prescrição psicofarmacológica já na


primeira consulta com o médico pediatra;

45% na faixa etária dos 7 aos 8 anos, período que coincide com o momento de
princípios de escolarização e alfabetização;

o atendimento psicoterápico em conjunto com o tratamento medicamentoso, é


raro.

A medicalização da vida escolar ocorre, também, quando crianças são “diagnosticadas” por
professores e rotuladas com determinado transtorno, são encaminhadas pela escola que
solicita laudos e diagnósticos.
Figura 4 – Funcionamento cerebral
Fonte: Getty Images

Um outro fator que corrobora com a medicalização escolar é a crença que diz respeito à
organização das famílias nomeando–as de desestruturadas, pouco afetivas aliadas ao
movimento de culpabilizar a condição social do aluno: isso, “traz consequências, como a
estigmatização de crianças saudáveis que, de tanto serem rotuladas, incorporam essa máscara
da doença”. Benedetti et al. (2018, on–line):
Figura 5 – Família e escola
Fonte: Getty Images

A medicalização, grosso modo, refere-se ao fato de a medicina interferir na vida das pessoas,
determinando modos de pensar e prescrevendo comportamentos tido como saudáveis, é um
conceito que permeia a sociedade desde o Brasil colônia, já que para:

“A ideologia higienista e eugênica, tratava-se de exterminar o modelo familiar

colonial e erigir a família burguesa com papéis bem de nidos, regras de


disciplinamento e privacidade que garantissem a saúde moral da família. A
medicina e seus agentes entram em cena para auxiliar nessa transformação,
implantando uma civilidade urbana em substituição a sociabilidade rural.”

- BARBIANI et al. p. 2014, p. 574

A centralidade da gura do médico associado ao cuidado e à educação sanitária da família é


uma forte condutora à medicalização da sociedade, uma vez que prevaleceu por séculos uma
mentalidade "medicalizada" no âmbito familiar e social.

A centralidade hoje está na pedagogia do consumo que in uencia e sugestiona as famílias na


solução de seus problemas uma vez que “para todos os males há um "remédio", e para evitá-
los basta seguir com disciplina e fé as prescrições dos programas propagandeados na mídia
em geral” (BARBIANI, 2014, on–line).

Essa é a nova face da medicalização, que assume diversas formas, conforme sinaliza Büker e
Klein (2020, on–line).

Nos jornais, são ensinadas estratégias para combater envelhecimento com as


últimas e mais modernas tecnologias dermatológicas;

Nas revistas, somos convocados(as) a aprender como ter um corpo magro,


“sarado”, “curado”, “são”, “livre” de gorduras indesejáveis, mediante a
incorporação de um estilo de vida mais “adequado”;

nas propagandas televisivas são veiculados, uso de suplementos polivitamínicos e


uma rotina diária de exercícios físicos.

Na medida em que as pessoas se conectam e se adaptam com as exigências e necessidades


de seu tempo, na atualidade é fundamental aderir ao que é ensinado nas mídias, que passa
atuar como uma instancia pedagógica.
Figura 6 – Vida saudável
Fonte: Getty Images

Ainda, Büker e Klein (2020) alertam sobre os efeitos da medicalização apontado no


documento, O Manifesto do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade (s/d):

“Uma vez classi cadas como ‘doentes’, as pessoas tornam-se ‘pacientes’ e

consequentemente ‘consumidoras’ de tratamentos, terapias e medicamentos,


que transformam o seu próprio corpo no alvo dos problemas que, na lógica
medicalizante, deverão ser sanados individualmente. Muitas vezes, famílias,
pro ssionais, autoridades, governantes e formuladores de políticas eximem-se
de sua responsabilidade quanto às questões sociais: as
pessoas é que têm ‘problemas’, são ‘disfuncionais’, ‘não se adaptam’, são
‘doentes’ e são, até mesmo, judicializadas.”

- MANIFESTO, p. 1. s/d

Saiba Mais
A medicina funciona como um recurso para ampliar e operar outras
lógicas de funcionamento do corpo na contemporaneidade: os saberes
médicos são apropriados e transformados em saberes midiáticos e
também em saberes empresariais, sob o estímulo e o olhar atento do
“mercado da saúde”.

A relevância da medicalização segundo Azevedo (2018) recai sobre três aspectos:

A captura das formas de sofrimento psíquico pelo discurso médico;

A produção massiva de diagnósticos;

A patologização da infância.

Outro teórico, Conrad (1992) apud Azevedo (2018, p. 452) assinala “o ponto central da
medicalização se encontra na de nição de quando um problema passa a ser concebido em
termos médicos, descrito a partir da linguagem médica, compreendido por essa racionalidade
e tratado por esse tipo de intervenção”.

Indiscutível a importância da medicação para tratar de doenças, mas ao se considerar a


tristeza, a ansiedade, as alterações de humor, a hiperatividade, o envelhecimento, como
enfermidades que necessitam ser combatidas com medicamentos, de forma urgente, os seres
humanos passaram a ser rotulados como portadores de patologias.

Consta no documento, Carta sobre a Medicalização da Vida:

“Consideramos que é fundamental diagnosticar e, se for o caso medicar, mas a

partir de uma análise detalhada do que o sujeito diz, de suas produções e de sua
história. A partir dessa perspectiva, o diagnóstico deveria ser algo muito distinto
de impelir uma lógica medicalizante; passando sim a ser um processo que se
constrói ao longo do tempo e que pode ter variações, principalmente quando
pensamos na infância e na adolescência.”

- CARTA SOBRE MEDICALIZAÇÃO DA VIDA, 2011, on-line

Se o que é próprio da condição humana passa a ser concebido como doença é preciso
reconhecer a atuação dos mecanismos e processos de medicalização que incidem sobre os
corpos na contemporaneidade.
2/3

ʪ Material Complementar

Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta


Unidade:

Vídeos

O Cérebro e a Medicalização da Educação e Sociedade


O vídeo discute a medicalização da educação e sociedade. Chama a
atenção para o fato de querermos tratar os sintomas e não as causas de
determinado comportamento. Faz uma exaltação à indústria
farmacológica.

O cérebro e a medicalização da educação e sociedade


Tem Varios Episódios
Um dos vídeos do Conselho Federal de Psicologia que retrata de modo
lúdico como a sociedade vem enfrentando os “dilemas” atuais.
Também esclarece sobre o conceito Drogas.

Drogas e Cidadania - Episódio 04

Escolas Matam a Aprendizagem


Fazendo uma analogia entre indústria, quartel/presídio e escola
Murilo Gun mostra como a escola mata a aprendizagem, título do
vídeo.

E l M t A di | M il G | TED F t l
Escolas Matam a Aprendizagem | Murilo Gun | TEDxFortaleza

TDAH – Transtorno do Dé cit De Atenção com


Hiperatividade
De modo coloquial e a partir de um personagem o vídeo traz
características do TDAH no dia a dia. Evidente, que devemos ampliar a
compreensão do tema buscando outros meios.

TDAH - Transtorno Do Dé cit De Atenção Com Hiperatividade


3/3

ʪ Referências

AZEVEDO, L. J. D. C. de. Medicalização das infâncias: entre os cuidados e os medicamentos.


Psicologia USP [online]. 2018, v. 29, n. 3, pp. 451-458. Disponível em:
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BARBIANI, R. et al. Metamorfoses da medicalização e seus impactos na família


brasileira. Physis: Revista de Saúde Coletiva [online]. 2014, v. 24, n. 2, pp. 567-587. Disponível
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BENEDETTI, M. D. et al. Medicalização e educação: análise de processos de atendimento em


queixa escolar. Psicologia Escolar e Educacional [online]. 2018, v. 22, n. 1, pp. 73-81.
Disponível em: <[Link] Epub Jan-Apr 2018. ISSN
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BERTOLDI, F. S.; BRZOZOWSKI, F. S. O papel da Psicopedagogia na inclusão e na


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