N-2665 Contec Inspeção em Serviço de Sistema de Tocha ("Flare")
N-2665 Contec Inspeção em Serviço de Sistema de Tocha ("Flare")
CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica
Inspeção em Serviço de
Sistema de Tocha (“Flare”)
SC-23
Inspeção de Sistemas e
Equipamentos em
Operações 1a Emenda
Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-2667 REV. D e se destina a modificar o seu texto na(s) parte(s)
indicada(s) a seguir:
NOTA A(s) nova(s) página(s) com a(s) alteração(ões) efetuada(s) está(ão) colocada(s) na(s)
posição(ões) correspondente(s).
- Seção 2
Alteração do texto.
- Anexo B
Exclusão.
Inspeção em Serviço de
Sistema de Tocha (“Flare”)
Procedimento
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 23 CONTEC - Subcomissão Autora.
Inspeção de Sistemas e As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Equipamentos em Operações Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
1 Escopo
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a inspeção de sistemas de tocha instalados em
Unidades operacionais da PETROBRAS e suas participações societárias.
1.2 Esta Norma se aplica à inspeção de sistemas de tocha, a partir da data de sua edição.
2 Referências Normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação desta Norma. Para referências
datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as
edições mais recentes dos referidos documentos (incluindo emendas).
ANAC RBAC E-94 - Requisitos Gerais para Aeronaves Não Tripuladas de Uso Civil;
ABNT NBR 16073 - Ensaios Não Destrutivos - Inspeção Eletromagnética - Cabos de Aço
Ferromagnéticos;
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
3 Termos e Definições
3.1
coluna
tubulação vertical de grande diâmetro que conduz o gás para o queimador
3.2
“heat shield” ou “wall”
barreira vertical de proteção que visa conter a radiação, impedir a visualização das chamas, dar
estabilidade às mesmas protegendo-as do vento, permitir o acesso do ar para combustão e impedir o
acesso de pessoas na área dos queimadores. Normalmente feita de chapas metálicas
3.3
ignição
o sistema de ignição é responsável por ignitar a chama dos pilotos da tocha quando da partida da
tocha ou em caso de apagamento dos pilotos
3.4
inspeção externa
inspeção de todos os equipamentos/componentes que podem ser verificados com o sistema de tocha
em operação
3.5
inspeção geral
inspeção efetuada nos componentes pelos lados interno e externo, com os equipamentos fora de
operação
3.6
monitoração dos pilotos
sistema que monitora as chamas dos pilotos e alarma se um dos pilotos apagar
3.7
ocorrência relevante
ocorrência que influi direta ou indiretamente na integridade física dos equipamentos ou na campanha
operacional da Unidade/sistema
3.8
pilotos
sistema que mantém pequenas chamas acesas na borda ou junto ao topo dos queimadores da tocha
para assegurar a ignição de qualquer gás enviado para queimar na tocha
3.9
selo molecular/selo fluídico
equipamento para economizar gás de purga em “pipe flares”. O selo pode ser molecular ou fluídico
3
PÚBLICA
-PÚBLICA-
3.10
sistema de tocha
conjunto de equipamentos constituído por vasos de pressão, tubulações, bombas, painéis de
acendimento, queimadores e estrutura de fixação, com a finalidade de queima de gases provenientes
de uma unidade de processo. Os sistemas de tocha podem ser assistidos por ar, gás, vapor etc., para
melhorar a combustão
3.11
tipos de tochas
3.11.1
“pipe flare”ou “utility flare”
tocha de queimador único (“single point“), cuja coluna central pode ser suportada por uma estrutura
de apoio, ser estaiada ou ser autossuportada (pequenos flares)
3.11.2
multiponto ou multiflare
tocha composta por vários conjuntos de queimadores denominados estágios. Um sinal de processo,
geralmente pressão, é interligado ao painel de controle da tocha que abre as válvulas dos estágios
adequados para uma faixa de vazão de gás
3.11.3
tulipa móvel ou “variable slot”
tocha cujo estagiamento é feito pela calibração das molas das tulipas móveis. A área na base da
tulipa por onde sai o gás é variável de acordo com a vazão, porque a tulipa se move de acordo com a
resultante das forças peso e de empuxo de gás na mola que a sustenta. Pode ser “single point” ou
“multipoint”
3.11.4
“ground flare”
tipo particular de “flare” multiponto instalado no nível do solo e equipado com uma barreira de
radiação (“wall”)
3.11.5
dispersor (“vent stack”)
coluna constituída por tubulação, sem queimador, com a finalidade de dispersão para a atmosfera de
gases provenientes de uma unidade de processo para a atmosfera
3.11.6
queimador de líquido
queimador horizontal destinado a queima de hidrocarbonetos líquidos
3.12
vaso de selagem
vaso de selo de água para manutenção de pressão positiva no sistema de despressurização e alívio
a montante do vaso e para interrupção de eventual retorno de chama
3.13
vaso separador
vaso separador de gás/líquido dos efluentes gasosos da unidade de processo, também conhecido
como vaso de “blow-down” ou vaso de “knockout”
4
PÚBLICA
-PÚBLICA-
4 Condições Gerais
Para sistemas de tocha onshore recomenda-se que a periodicidade de inspeção não ultrapasse
36 meses e para aqueles de Unidades offshore, 24 meses. [Pratica Recomendada]
4.2.1 Os prazos devem ser definidos de acordo com as particularidades de cada Unidade
considerando fatores como: potencial de risco à segurança dos trabalhadores e das instalações
industriais, criticidade dos equipamentos, resultados das inspeções externas e histórico operacional.
4.2.2 Como referência, recomenda-se que a periodicidade de inspeção não ultrapasse 72 meses.
[Pratica Recomendada]
4.2.4 Para tubulações do sistema de tocha, a periodicidade deve seguir a PETROBRAS N-2555.
Tubulações ligadas à vasos de pressão que contenham fluidos de classe A ou B, conforme alínea "a"
do 13.5.1.2 da NR-13, devem seguir a periodicidade definida na NR-13.
Devem ser verificados os seguintes itens, a fim de que possa ser elaborada a programação de
inspeção:
4.4.1 Antes do início dos trabalhos de inspeção, deve ser verificado se as condições existentes
permitem a execução dos serviços e deve ser obtido a permissão para o trabalho, conforme
requisitos da PETROBRAS N-2162.
4.4.2 Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para a execução dos
serviços de inspeção, inclusive rádio transceptor.
4.4.4 Verificar se os trabalhos de manutenção em paralelo aos serviços de inspeção oferecem riscos
à segurança (queda de pessoas, materiais, intoxicação e calor radiante).
5
PÚBLICA
-PÚBLICA-
4.4.5 A avaliação clínica das pessoas deve ser efetuada pelo órgão de saúde ocupacional, inclusive
quanto à aerofobia/claustrofobia.
4.4.6 Os trabalhos de inspeção/manutenção não devem ser efetuados em tempo chuvoso, com
descargas elétricas atmosféricas ou ventos acima de 36 km/h (entre 19 e 20 nós).
4.4.7 Em caso de emergência nas Unidades com descarte para o sistema de tocha, interromper os
trabalhos.
5 Condições Específicas
5.1.1.1 A inspeção externa em operação é aplicável nos componentes do sistema de tocha cujo
acesso não comprometa a segurança dos trabalhadores em decorrência do calor irradiado pela
tocha.
5.1.1.3 A inspeção do topo do “flare” e vizinhanças pode ser realizada com auxílio de Sistemas de
Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAS), usualmente conhecidas como “drones”, visando a
obtenção de informações através de registro fotográfico, filmagem e/ou termografia. Os requisitos
específicos para a execução de serviços com RPAS estão apresentados no Anexo A desta norma.
5.1.2.1 A inspeção termográfica do topo do “flare” e vizinhanças pode ser realizada com emprego de
RPAS para monitoração quanto à ocorrência de:
6
PÚBLICA
-PÚBLICA-
5.1.2.2 Da mesma maneira que expresso em 5.1.1.3, os requisitos específicos para a execução de
serviços com RPAS estão apresentados no Anexo A desta norma.
A inspeção externa deve ser efetuada conforme o roteiro descrito em 5.1, no que for aplicável, e
acrescido dos itens descritos em 5.2.1.1 a 5.2.1.10.
5.2.1.2 Verificar as condições dos estais (cabos de aço) quanto à corrosão, fixação e arames
partidos, conforme ABNT NBR ISO 4309. A critério da inspeção, pode ser utilizada a inspeção
eletromagnética de cabos de aço, conforme ABNT NBR 16073 e tensão, conforme procedimento ou
prática eventualmente adotada pela Unidade.
NOTA Caso seja observada alguma anormalidade na flecha dos cabos de aço, recomenda-se a
avaliação da carga atuante. [Prática Recomendada]
5.2.1.3 Efetuar medição de espessura nos pontos pré-determinados pelo plano de inspeção,
conforme ABNT NBR 15824.
5.2.1.4 Verificar a existência de trincas ou deterioração por alta temperatura, na parte superior da
tocha e na junta dissimilar (bico x coluna) do queimador.
5.2.1.5 Recomenda-se efetuar ensaio de réplica metalográfica em pontos dispersos nos bicos
queimadores, a fim de detectar danos por exposição à temperaturas elevadas e para confirmar que o
material proposto foi o material entregue ou instalado. [Prática Recomendada]
5.2.1.6 Na inspeção visual das regiões inacessíveis ao inspetor, prever a inspeção com apoio de
escalador industrial ou RPAS/drones, o que for considerado mais eficiente e seguro.
5.2.1.7 Onde não foi possível realizar a inspeção em operação, devido a limitações impostas pela
radiação ou acesso visual/viabilidade de emprego de RPAS/drones, realizar o seguinte roteiro de
inspeção:
a) estrutura de sustentação:
— estado do aterramento, pintura e grau de deterioração dos perfis e fixadores, quanto
à corrosão;
— observar o acúmulo de detritos e a existência de corrosão;
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
5.2.1.9 Queimador:
a) bico:
— condições físicas do bico, quanto a deformação e deterioração;
— condições do refratário e sua ancoragem;
— formação de depósitos fuliginosos ou betuminosos no interior ou externamente aos
queimadores, avaliando cuidadosamente a espessura depositada;
b) anel de vapor:
— condições físicas da tubulação e dos difusores quanto à corrosão, deformação,
erosão e sinais de obstrução;
c) anel de ar:
— condições físicas da tubulação e difusores de ar quanto à corrosão, deformação e
deterioração;
d) pilotos:
— estado físico dos bicos, venturi, flanges, tubulações, quanto à corrosão, sinais de
vazamento e erosão;
e) ignição:
— frente de chama:
— condições físicas das tubulações quanto a corrosão, deformação e deterioração;
— drenagem das tubulações está operacional e as tubulações estão secas;
— as pontas de saída da frente de chama junto aos pilotos no topo da tocha estão
desobstruídas e posicionadas para acenderem corretamente os pilotos;
— ignição elétrica:
— cabeamento integro desde o painel da tocha até o topo da tocha, principalmente
na região quente próxima a tocha;
— vela ou outro dispositivo no topo da tocha está integro, sem corrosão e sem
depósitos impedindo a centelha;
f) monitoramento dos pilotos:
— termopares:
— estado geral e íntegro dos termopares (um ou mais por piloto);
— cabeamento dos termopares em boas condições desde o topo da tocha até o
painel da tocha, principalmente na região quente próxima tocha;
— ponta dos termopares na posição correta para sentir a temperatura das chamas
dos pilotos;
— ionização pelas chamas:
— limpeza dos terminais sensores da presença de chama do piloto;
— cabeamento desde o topo da tocha até o painel da tocha devem estar íntegros,
principalmente na região quente próxima a tocha.
5.2.1.10 Tubulações
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
5.2.2.1 Inspecionar os vasos de selagem e os vasos separadores conforme a ABNT NBR 15417.
Executar ensaio de líquido penetrante e/ou partículas magnéticas, conforme as PETROBRAS N-1596
e N-1598, respectivamente, nos pontos estabelecidos pelo plano de inspeção.
5.2.2.2 Realizar inspeção visual interna do selo molecular, observando a ocorrência de processo
corrosivo, existência de incrustações e obstruções.
5.2.2.3 As bocas de visita de acesso ao interior da coluna devem ser abertas para inspeção visual e
eventual limpeza, principalmente a da região inferior da tocha. Devem ser removidos os resíduos
acumulados.
6 Critérios de Aceitação
6.1 Integridade
Para definição do critério de aceitação recomenda-se que seja determinado o mecanismo de dano
associado, a critério do profissional habilitado, levando-se em conta criticidade do
equipamento/componente, histórico, taxa de desgaste, prazo de campanha futura, alterações nas
condições de projeto e operacionais e resultados da inspeção e ensaios realizados.
[Prática Recomendada]
6.2.1 A seleção dos métodos de END deve atender ao previsto no plano de inspeção dos
equipamentos.
NOTA A critério do profissional habilitado, novas metodologias podem ser utilizadas para fornecer
subsídios à tomada de decisões. [Prática Recomendada]
6.2.2 Os procedimentos de inspeção devem ser qualificados e as inspeções devem ser realizadas
por profissionais aptos a sua execução.
NOTA Os inspetores devem ser certificados conforme PETROBRAS N-2941 nos métodos de END
que executam.
6.3 Reparos
6.3.2 Quando não for conhecido o código de projeto, deve ser respeitada a concepção original,
empregando-se os procedimentos de controle prescritos pelos códigos pertinentes.
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
6.4 Refratários
7 Registro de Resultados
Todos os itens inspecionados devem ser registrados de forma precisa em um relatório de inspeção,
assim como os defeitos encontrados e reparos efetuados devem ter sua localização e identificação de
forma rastreável. O relatório de inspeção deve conter no mínimo as seguintes informações:
a) objetivo;
b) normas de referência;
c) tipo e identificação do equipamento;
d) fluido e categoria do equipamento, se aplicável;
e) data de início e término e local da inspeção;
f) identificação e assinatura do inspetor e profissional habilitado;
g) tipo de inspeção e área inspecionada;
h) descontinuidades detectadas e resultados das inspeções e intervenções efetuadas;
i) testes e reparos efetuados;
j) recomendações de inspeção;
k) conclusões;
l) data prevista para a próxima inspeção;
m) informações complementares: vida remanescente calculada com base nos resultados de
medição de espessura, registros fotográficos etc.; [Prática Recomendada]
n) relatório da inspeção realizada através de RPAS, se aplicável (vide Anexo A);
o) fotografias e vídeos de boa qualidade com registro de data e horário e referenciação de
local e posição de onde foram tomadas. Caso sejam imagens da tocha em operação,
informar a condição operacional (vazão e gás ou a procedência de gás dentro da planta)
e, se possível, direção da incidência de vento.
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
A.1 Generalidades
A.1.1 Aplicabilidade
A.1.1.1 Este anexo visa apresentar os requisitos específicos a serem atendidos por equipes próprias
ou empresas prestadoras de serviço, seus sistemas de aeronaves remotamente pilotadas e câmeras
utilizadas na inspeção, em atendimento à norma PETROBRAS N-2665, às diretrizes da Autoridade
Técnica em Aviação da Companhia e à legislação brasileira aplicável, expressa através da
ANAC RBAC-E-94 e da DECEA ICA 100-40.
A.1.1.2 Constitui escopo dos serviços, nos casos de contratação, a aquisição e entrega de
fotografias e vídeos obtidos através de RPAS nas instalações da PETROBRAS e, se for o caso, de
termogramas, em meio digital.
NOTA Para os casos de necessidade de realização de termografia, o RPA deve estar equipado
com o recurso de câmera termográfica ou, mediante negociação entre as partes, pode ser
utilizada uma câmera termográfica da PETROBRAS, de acordo com o “payload” do RPA e
tipo de grua. Em qualquer caso, a câmera deve atender os requisitos técnicos mínimos
estabelecidos neste documento.
A.1.2 Definições
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
NOTA Deve ser ressaltado que a terminologia usada para descrever a operação de sistemas de
aeronaves remotamente pilotadas (RPAS), bem como o pessoal e os equipamentos
envolvidos, encontra-se em constante evolução e cada mudança deverá ser objeto de
discussão para revisão destas nomenclaturas em concordância à terminologia adotada
pelos Estados signatários da OACI (Organização da Aviação Civil Internacional).
A.2 Requisitos
Os requisitos a seguir foram obtidos pela consolidação das características operacionais e técnicas
comuns aos RPAS/drones aprovados após os testes realizados no campo, reuniões com as equipes
de SMS das Unidades clientes, técnicos de operação e especialistas em sistemas de “flare”. Tais
requisitos devem estar em conformidade com as exigências legais brasileiras pertinentes.
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
NOTA Para o caso de serviços “offshore” recomenda-se que seja realizada análise de risco da
operação antes do embarque. Vide também Requisitos de Segurança.
[Prática Recomendada]
NOTA 1 Câmeras com menor número de pixels e/ou menor tamanho de sensor que os requeridos,
serão aceitas mediante compensação na distância focal equivalente através de zoom ótico,
desde que igual ou maior a 30x.
NOTA 2 Para câmeras com maior número de pixels, a distância focal equivalente pode ser menor
que 200 mm desde que a resolução das imagens obtidas a uma distância de 10 m seja
igual ou melhor à resolução garantida pelos requisitos mínimos. Ressalta-se, no entanto,
que a distância focal mínima admissível é de 90 mm em “full frame” (para sensores menores
converter utilizando fator de “crop”). É permitido o uso de lentes adicionais teleobjetivas ou
de zoom ótico atender a este requisito.
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
a) O voo com RPA não deve ser efetuado em tempo chuvoso, com descargas elétricas
atmosféricas ou sob ventos acima dos limites operacionais definidos pelo piloto;
b) É estritamente proibido voar em áreas de aproximação do heliponto e seus arredores, ou
acima de 120 m (400 pés) da base do sistema de tocha. A operação somente poderá ser
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
NOTA Em instalações nas quais a altura da lança ou “pipeflare” supere os 120 m verticais,
recomenda-se que a equipe própria de operação com RPAS ou a empresa prestadora de
serviços consulte o DECEA durante a solicitação de acesso ao espaço aéreo via SARPAS.
[Prática Recomendada]
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PÚBLICA
-PÚBLICA-
q) Para garantir uma relação sinal ruído (SNR) satisfatória para as imagens adquiridas,
recomenda-se que o fator ISO adotado não ultrapasse o valor de 1600. [Prática
Recomendada]
NOTA O relatório deve conter um descritivo das atividades executadas, sem realização de laudo, a
menos que especificado no instrumento contratual.
b) O serviço não sede ser medido pela quantidade de fotos/vídeos realizados, mas sim pela
entrega de um volume satisfatório de imagens com a qualidade requerida para a
avaliação da PETROBRAS;
c) Toda a coletânea de imagens e vídeos adquiridos deve ser entregue à fiscalização, de
forma organizada e correlacionada com as partes sob inspeção. O modo de
ordenamento do material deve ser decidido em comum acordo entre a contratada e a
fiscalização;
d) A contratada não pode desembarcar ou sair da Unidade com quaisquer imagens
adquiridas nas plataformas e/ou dos “flares” da PETROBRAS. O descumprimento deste
item sujeita a contratada às devidas sanções legais.
16
PÚBLICA
-PÚBLICA-
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Todas Revisadas
REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração
2 Revisada
3 Renumerada
3.1 Incluída
3.8 Substituída
3.11 Incluída
3.12 Incluída
5.1.1.3 Revisada
5.1.2.1 Revisada
5.2.1 Revisada
5.2.1.2 Revisada
5.2.1.5 Revisada
5.2.1.9 Revisada
5.2.2.1 Revisada
Anexo A Incluído
REV. C
Partes Atingidas Descrição da Alteração
2 Revisada
4.2.1 Revisada
4.2.2 Revisada
5.1.1.3 Revisada
5.1.2.2 Revisada
5.2.1.1 Revisada
5.2.1.6 Revisada
5.2.1.7 Revisada
PÚBLICA IR 1/3
-PÚBLICA-
6 Renumerada
6.2 Revisada
6.3 Incluída
6.4 Renumerada
Anexo A Revisado
REV. D
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.1 Revisada
Seção 2 Revisada
Seção 3 Revisada
4.3 g) Incluída
4.4.6 Revisada
5.1.1.1 Revisada
5.1.1.2 j) Incluída
5.1.2.1 b) Revisada
5.2.1.2 Revisada
5.2.1.5 Revisada
5.2.1.9 a) Revisada
5.2.1.9 e) e f) Incluídas
5.2.2.3 Incluída
6.1 Revisada
Seção 7 n) Revisada
Seção 7 o) Incluída
A.1.1.1 Revisada
A.1.2 g) Incluída
A.1.2 p) Alterada
A.2.1 a) Revisada
A.2.1 c) Incluída
A.2.1 e) Incluída
PÚBLICA IR 2/3
-PÚBLICA-
A.2.2 b) e c) Incluídas
A.2.2 d) e e) Revisadas
A.2.3 c, d) e e) Incluídas
A.2.3 g) Alterada
A.2.3 h) Incluída
A.2.3 i) e j) Alteradas
A.3 b) Revisada
A.3 k) e l) Revisadas
A.3 m) Incluída
PÚBLICA IR 3/3
-PÚBLICA-
1 Escopo
1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a inspeção de sistemas de tocha instalados em
Unidades operacionais da PETROBRAS e suas participações societárias.
1.2 Esta Norma se aplica à inspeção de sistemas de tocha, a partir da data de sua edição.
2 Referências Normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação desta Norma. Para referências
datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as
edições mais recentes dos referidos documentos (incluindo emendas).
ANAC RBAC E-94 - Requisitos Gerais para Aeronaves Não Tripuladas de Uso Civil;
DECEA ICA 100-40 - Aeronaves não Tripuladas Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo
Brasileiro;
ABNT NBR 16073 - Ensaios Não Destrutivos - Inspeção Eletromagnética - Cabos de Aço
Ferromagnéticos;
PÚBLICA 2
-PÚBLICA-
a) O voo com RPA não deve ser efetuado em tempo chuvoso, com descargas elétricas
atmosféricas ou sob ventos acima dos limites operacionais definidos pelo piloto;
b) É estritamente proibido voar em áreas de aproximação do heliponto e seus arredores, ou
acima de 120 m (400 pés) da base do sistema de tocha. A operação somente poderá ser
PÚBLICA 14