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Ensino Bilíngue: Desafios e Inclusão nas Escolas

O projeto de pesquisa de Renata Teixeira de Assis aborda a pedagogia inclusiva e o ensino bilíngue de Português/Libras nas escolas públicas do Brasil, destacando a importância da inclusão de crianças surdas no sistema educacional. O estudo identifica desafios como a falta de capacitação dos educadores e a necessidade de adaptação das instituições para promover uma educação bilíngue efetiva. A pesquisa propõe a realização de oficinas e atividades para capacitar professores e gestores, visando melhorar a inclusão e o acesso à educação de qualidade para alunos surdos.
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Ensino Bilíngue: Desafios e Inclusão nas Escolas

O projeto de pesquisa de Renata Teixeira de Assis aborda a pedagogia inclusiva e o ensino bilíngue de Português/Libras nas escolas públicas do Brasil, destacando a importância da inclusão de crianças surdas no sistema educacional. O estudo identifica desafios como a falta de capacitação dos educadores e a necessidade de adaptação das instituições para promover uma educação bilíngue efetiva. A pesquisa propõe a realização de oficinas e atividades para capacitar professores e gestores, visando melhorar a inclusão e o acesso à educação de qualidade para alunos surdos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

CAMPUS LITORAL NORTE


DEPARTAMENTO MULTIDISCIPLINAR

RENATA TEIXEIRA DE ASSIS

PEDAGOGIA INCLUSIVA: ENSINO BILÍNGUE


PORTUGUÊS/LIBRAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

Balneário Pinhal
2022
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
CAMPUS LITORAL NORTE
DEPARTAMENTO MULTIDISCIPLINAR

RENATA TEIXEIRA DE ASSIS

PEDAGOGIA INCLUSIVA: ENSINO BILÍNGUE


PORTUGUÊS/LIBRAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

Projeto de pesquisa apresentado como


requisito parcial para a obtenção do
título de Licenciatura em Pedagogia
pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, realizado sob
orientação da Professora Luciani Paz
Comerlatto.

Balneário Pinhal
2022
1. APRESENTAÇÃO
A língua Brasileira de sinais, é usada por cerca de 5 milhões de pessoas
no Brasil, sendo esta a comunicação utilizada pelos surdos. A língua
passou a ser reconhecida no dia 24 de abril de 2002, na lei 10.436.
Desta forma, considera-se que tornar a escola bilíngue, seria torná-la
mais inclusiva, porém estamos ainda distantes desta conquista, apesar
da lei 2040/11 dizer que é obrigatório as escolas públicas ofertarem o
ensino das Libras desde a Educação Básica.
A diversidade escolar baseia-se em respeitar a cultura do outro, porém
incluir, é mais que respeito, não basta convidar para festa, tenho que
fazer o outro dançar. Na escola todos têm direito à educação, mas nem
todos alcançam a aprendizagem ou o saber devido.
O educador tem que ter em mente que deve transferir seu saber,
independente de quem está na sua sala, mas como adaptar um surdo?
Primeiro respeitando sua cultura, sua língua e sua história, conhecendo
sua comunicação, buscando saber quem são, formação continuada
onde proporciona ao professor os saberes necessários a sua
atividade/função.
2. TEMA / PROBLEMA
Qual a dificuldade e desafios enfrentados para inserir o ensino
bilíngue nas escolas públicas do Brasil? Diante do cenário e das
realidades vividas, percebe-se a falta de capacitação e formação dos
profissionais da educação na área. A lei n° 14.191 altera a LDB (Lei das
Diretrizes Bases da Educação Nacional), para dispor sobre a
modalidade de educação bilíngue para os surdos, porém o cenário é
precário, faltando apoio aos professores, destacando assim a
importância da formação continuada ou cursos oferecidos, podendo ser
oferecidos oficinas e projetos dentro das próprias instituições, servindo
de incentivos a comunidade escolar e seus docentes.

3. JUSTIFICATIVA
O processo de inclusão na atualidade, ocorre com as crianças
surdas nas escolas públicas, e a infraestrutura das instituições ainda é
necessária para passar por inúmeras adaptações. A inclusão é chave de
portas igualitárias no campo de ensino, possibilitando direito de todos à
educação e qualificação.
A escola é uma ferramenta importante na formação da criança, é
um lugar de saberes, trocas de conhecimentos, transformações, por
tanto atender a todos é uma necessidade. Porém a escola precisa estar
apta a recebê-las adequando ao projeto político pedagógico, planos e
ferramentas úteis para as mudanças e compreender que precisa passar
por processos de transformações para que seja de fato uma escola
pública inclusiva.
A verdadeira inclusão está no relacionamento, respeitando as
diferenças, particularidades e diversidades. Este assunto tem sido
bastante abordado nas redes sociais e nas mídias, mostrando aos
educadores e comunidades a importância da inclusão na escola, para
que toda criança tenha acesso e direito a uma educação com qualidade.
A prática da inclusão nas escolas públicas de fato ainda é
desafiadora, abrir oportunidades e proporcionar possibilidades de uma
educação bilíngue gera novas transformações e nesta sequência reduz
número de excluídos e marginalizados pelos sistemas educativos.
A justificativa da escolha do tema, tem como a debilidade e
acesso aos sujeitos surdos no sistema público de educação, seguindo
pesquisas, conforme Segala (2009) afirma “que apenas 9% das crianças
surdas de 0 a 17 anos estão matriculados no Ensino Básico.
No que se refere o tema problema deste trabalho, sendo que as
crianças surdas possuem um prejuízo linguístico, por não
compartilharem a língua comum da sociedade ouvinte. Elas não têm
acesso ao português e a comunidade por vezes não conhece a LIBRAS.
Sendo assim escassos em conhecimentos culturais/sociais não
desenvolvidos nos bancos escolares. (Santana, (2007).
Este estudo será conduzido através de coleta de dados através
de um formulário on-line direcionado a professores e gestores das redes
públicas do Brasil. Proporcionando oficinas direcionadas e proposta de
atividades nas redes públicas, podendo assim tendo como objetivo
examinar a possibilidade de trabalhar a libras nos espaços educacionais
de ensino básico.
Onde será dividida em três partes: na primeira parte, será
abordado a inclusão nas escolas públicas baseada na lei n° 14.191, de 3
de agosto de 2021, a respeito da modalidade de educação bilíngue de
surdos, abrangendo o que os profissionais da educação pensam sobre
a temática e a importância das libras nas escolas públicas.
Na segunda parte buscaremos abordar a importância da
comunicação total, abordando o oralismo e o bilinguismo. Já na terceira
parte, o foco será o ensino das libras, com uma proposta de educação
bilíngue, buscando os direitos do sujeito surdo, se referindo ao acesso
aos conhecimentos sociais e culturais em uma língua que tenha
domínio. (SKLIAR, 1998 apud VICTOR, et al, 2010)

4. OBJETIVOS
4.1 Objetivo geral

Examinar a possibilidade de trabalhar a inclusão com as crianças


surdas, com as Libras nas escolas públicas brasileiras. Além de propor
atividades, capacitação e formação direcionadas através de oficinas
e/ou projetos de ensino bilíngue português/libras,.

4.2 Objetivos específicos


- Relatar os desafios dos educadores para realizar ensino bilingue
com as libras;
- Enumerar estratégias, propostas e atividades pelos gestores e
professores, na realização de projetos/oficinas nas formações;
- Analisar a proposta de lei para implementar o ensino bilíngue nas
escolas públicas.
5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA / REVISÃO DE LITERATURA

O referencial teórico da presente pesquisa foi estruturado em 3


tópicos, a saber: a inclusão nas escolas públicas baseada na lei n°
14.191, de 3 de agosto de 2021(LDB), respeito da modalidade de
educação bilíngue de surdos; A importância da comunicação total:
bilinguismo e oralismo; Ensino de libras.

5.1 Lei da Educação Bilíngue para os surdos

A lei n° 14.191, de 3 de agosto de 2021, foi sancionada pelo


Presidente da República, tendo por mudança o ensino das Libras, sendo
esta oferecida como 1° língua de instrução (Libras - L1).
A lei deve ser aplicada em todas as escolas bilíngues para
surdos, instituições privadas e públicas de ensino especial e comum.
“ Entende-se por educação bilíngue de surdos, para os efeitos desta
Lei, a modalidade de educação escolar oferecida em Língua
Brasileira de Sinais (Libras), como primeira língua, e em português
escrito, como segunda língua, em escolas bilíngues de surdos,
classes bilíngues de surdos, escolas comuns ou em polos de
educação bilíngue de surdos, para educandos surdos, surdo-cegos,
com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou
superdotação ou com outras deficiências associadas, optantes pela
modalidade de educação bilíngue de surdos.” (Lei de Diretrizes e
Bases da Educação, 1996)
Com a modificação da lei, serão beneficiados os alunos surdos,
cegos-surdos, com deficiência auditiva sinalizada, surdos com altas habilidades
ou superdotação, e/ou com outras deficiências associadas que tenham optado
pela modalidade bilíngue.
O projeto aprovado prevê que quando necessário será
disponibilizado materiais e serviços de apoio especializado, assim como
atendimento educacional especializado bilíngue.
O sistema de ensino garante aos alunos toda assistência , bem
como materiais didáticos,e ensino com educadores especializados , ou
seja, professores bilíngues com formação e especialização na área.
Com a lei, as instituições junto ao regime de colaboração devem
fornecer ensino bilíngue de qualidade e programas que desenvolvam a
oferta de escola bilíngue e a interculturalidade desde a educação infantil.
Sendo assim os educadores devem estar preparados ou em
formação para receber estes alunos, pois a lei da educação bilíngue
estabelece a língua Brasileira de sinais como primeira língua e o
portugues escrito como a segunda.

5.2 IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO TOTAL


A comunicação faz parte das pessoas, e entre os ouvintes se dá
a oralidade e também a escrita, existem muitos idiomas e por entre
esses também muitas formas de comunicação. E como seria a
comunicação do indivíduo surdo? Pois, a Libras é a língua natural da
comunidade surda, visto que é utilizado meio visuo espacial, o surdo
“ouve” com os olhos.
E sua comunicação se dá pelas mãos, corpo e facial, sendo que
as crianças surdas passam pelos mesmos processos no
desenvolvimento da comunicação básica que as ouvintes, aprender as
primeiras palavras é tão importante para as crianças quanto para os
pais. Diante disso conforme desenvolvimentos em processos intelectual
e pessoal como a escola pode suprir tais necessidades?
Destacando a importância da língua de sinais na educação, pois
é urgente e necessário conhecer o percurso histórico dessa língua e da
comunidade que a utiliza. Inicialmente, pode-se afirmar que a língua de
sinais teve seu surgimento a partir do Imperador Dom Pedro II, quando o
francês Hernest Huet, que trouxe a língua de sinais francesa
implantando a língua nacional de sinais, segundo a história.
Finalmente em 1855, foi fundada a primeira escola apenas para
surdos do sexo masculino, no Rio de Janeiro, o instituto mudou sua
nomenclatura por várias vezes e hoje é chamado de INES (Instituto
Nacional de Educação dos Surdos).
A Libras tem origem francesa, e possui expressões e
regionalismos próprios do Brasil, sendo reconhecida em 2002 como
meio legal e comunicação no país. ( LEI N° 10.436), sendo a 2° língua
oficial no Brasil.
Através da Língua de sinais, todo indivíduo tem o direito à
comunicação, mesmo com suas diferenças e limitações. Há quem não
compreenda, confundindo como com mímicas e gestos. Porém a Libras
é um composto de sinais criados para facilitar a comunicação dos
surdos.
“ Não seria ótimo se existisse uma língua na qual todo mundo
pudesse se entender?”
(ROCHA, Ruth. ROTH, Otávio, 2014, Pg.26).

A escola é um espaço de suma importância na formação da


criança, portanto é uma necessidade poder atender a todos. E sendo
assim o ensino da Libras, oportuniza não somente como um contexto
escolar de currículo adaptado, mas a real construção de um espaço
inclusivo na perspectiva bilíngue, de reconhecimento do sujeito surdo,
de sua língua, de forma prática, as abordagens de comunicação mais
utilizadas são: bilinguismo e oralismos onde vamos poder compreender
cada um delas.
5.2.1 Bilinguismo
O bilinguismo tem como objetivo básico tornar a escola acessível
à criança em duas línguas no contexto educacional. Estudos apontam
que esta proposta é mais adequada para o ensino às crianças surdas,
tendo em vista como a língua natural a língua de sinais e parte do
processo a língua escrita.
O ponto positivo do ensino bilíngue vai além de conhecimentos
intelectuais, mas de uma situação sociocultural da comunidade surda e
para com os ouvintes.
A educação bilíngue não apenas traz a proposta de uma
educação transformadora, conforme Lacerda & Mantellato (2000)
afirmam que “ bilinguismo visa à exposição da criança surda à língua de
sinais o mais precocemente possível , pois esta aquisição propiciará ao
surdo um desenvolvimento rico e pleno de linguagem e
consequentemente, um desenvolvimento integral.”
Quando se fala do surdo ou da surdez, logo o termo bilíngue
significa que o mesmo sabe português e libras, muitos acreditam que
todos os surdos sabem ler em português ou que todos sabem libras, o
que de fato não é a realidade.
E dentro desta realidade o número de crianças surdas aumentam
nas porcentagens de analfabetismo segundo site Hand Talk “De acordo
com a WFD (Federação Mundial dos Surdos, na sigla em inglês), 80%
dos surdos de todo o mundo têm baixa escolaridade e problemas de
alfabetização.”

5.2.2 Oralismo

O oralismo foi imposto por muito tempo atrás como a primeira


comunicação dos surdos, no Congresso de Milão, em 1880, onde a
educação através de sinais foi proibida, sendo que essa ordem vigorou
até a década de 60.
O termo de oralidade consiste em ensinar o surdo como falar as
letras, sílabas e os fonemas, formando as palavras. Através de leitura
labial ou aparelhos auditivos, pronunciando as palavras até o sujeito
usar o tom certo para se comunicar.
O surdo oralizado tem facilidade de se comunicar com os
ouvintes, porém a teoria da filosofia oralista não acredita na
comunicação através da língua de sinais, sendo assim o sujeito surdo
apenas teria como comunicação a voz e não as mãos compreendo o
outro (ouvinte) somente lendo os lábios.
Em relação ao oralismo, entre os benefícios seria a melhora na
comunicação dos surdos, porém na educação as dificuldades eram as
mesmas. Resultados no ensino eram precários e muito abaixo do
esperado, dando aí início a estudos para propostas educacionais
orientando uma educação bilíngue.
Por volta de 1960, alguns estudos sobre a língua de sinais
surgiram, e a comunidade surda utilizava entre eles, mesmo com a
proibição, os surdos se comunicavam nas escolas através dos sinais.
William C. Stokoe (1919-2000) foi pioneiro dos trabalhos e
mostrou que a língua de sinais era a verdadeira língua da comunidade, e
que em grande parte preenchia uma porcentagem grande dos requisitos
das línguas orais.

6. METODOLOGIA
A pesquisa é realizada através de um método de estudo de caso
qualitativo e quantitativo, que em geral serve para responder
questionamentos na qual o pesquisador necessita compreender ou
analisar algo que não possui controle sobre o assunto.
O objetivo principal do estudo de caso é analisar e esclarecer
decisões ou processos a serem tomados, podendo assim ajudar em
novas teorias e questões abordadas. Segundo Gil (2007, p.17), pesquisa
é definida como:
(...) procedimento racional e sistemático que tem como
objetivo proporcionar respostas aos problemas que são
propostos. A pesquisa desenvolve-se por um processo
constituído de várias fases, desde a formulação do
problema até a apresentação e discussão dos resultados.

Neste caso, a metodologia tem como objetivo a colaboração, para


que o objetivo seja alcançado, segundo Carter (1999), a metodologia
qualitativa é baseada na idéia de que os sujeitos possuem uma visão
sensorial subjetiva, sendo este influenciador, ao invés de enxergar uma
verdade objetiva, sendo assim a pesquisa necessita de um contato seja
direto ou indireto aos participantes.
7. CRONOGRAMA

Ano 2022

ATIVIDADE Maio/ Julho/ Set./ Nov./


junho Agosto Out. Dez.

Reformulação da pesquisa x

Leitura da bibliografia x x

Coleta de dados x x x

Análise da coleta x x

Elaborar Sumário x

Escrita da apresentação x

Organização dos aspectos x x


metodológicos da pesquisa

Concluir x

Defesa x

8. REFERÊNCIAS ONLINE

A proposta bilíngue na educação dos surdos. Disponível em:


https://adaptareincluir.blogs.sapo.pt/9824.html. Acesso: 10. Fevereiro. 2022.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Básica. Base


Nacional Comum Curricular. Brasília, DF, 2016.
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/
Acesso em: 13. maio. 2020.

HAND TALK - Disponível em:


https://blog.handtalk.me/5-fatos-comunidade-surda-libras/ Acesso: 19.
fevereiro.2022.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) LEI Nº 9.394, DE 20 DE
DEZEMBRO DE 1996.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394compilado.htm
Acesso em: 10. junho. 2020.

Lei da Educação Bilíngue de surdos. Disponível em:


https://unintese.com.br/blog/lei-da-educacao-bilingue-de-surdos-aprovada-e-ag
ora . Acesso em: 06. março. 2022.

8.1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


Bilinguismo, oralismo e comunicação Total. Arquivo pdf. Inilibras – Instituto de
educação e cultura.

Curso de intérprete de libras – Inclusão escolar, – texto disponível em PDF,


Faculdade Sul Mineira.

DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Atendimento Educacional Especializado –


Pessoa com surdez, SEESP / SEED / MEC Brasília/DF - 2007. Disponível em:
portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee da pdf. Acesso: 24. setembro. 2019..

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários e práticas


educativas. 25 edições – São Paulo, Paz e Terra: 1996.

ROCHA, Ruth. ROTH, Otávio. O homem e a comunicação.O livro das línguas,


1° edição digital. São Paulo, Editora: Melhoramentos Ltda. Junho de 2014.

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