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Princípios Biomecânicos em Próteses Dentárias

O documento aborda os princípios biomecânicos relacionados à transmissão de força em próteses dentárias, destacando diferentes tipos de alavancas e suas implicações na mobilidade dental. Discute a importância do planejamento em casos de suporte e estabilização, enfatizando a necessidade de apoios adequados para evitar traumas oclusais. Além disso, menciona a utilização de grampos e a necessidade de um ponto de estabilização em planejamentos de classe II de Kennedy.

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laryssa penido
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Princípios Biomecânicos em Próteses Dentárias

O documento aborda os princípios biomecânicos relacionados à transmissão de força em próteses dentárias, destacando diferentes tipos de alavancas e suas implicações na mobilidade dental. Discute a importância do planejamento em casos de suporte e estabilização, enfatizando a necessidade de apoios adequados para evitar traumas oclusais. Além disso, menciona a utilização de grampos e a necessidade de um ponto de estabilização em planejamentos de classe II de Kennedy.

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princípios biomecânicos

Objetivo: Transmissão de força


Apoio adjacente ao espaço protético:
exercidas sobre a prótese, par o longo
(Apoio na Distal) - Alavanca de 1 classe.
eixo dos dentes.
Esse tipo de alavanca gera no dente,
sucessivos movimentos ortodônticos;
que com o passar do tempo causarão planejamento de extremo livre
mobilidade, implicando na perda do PLANEJAMENTO CLASSE I DE
elemento dental. (sofre rotação para KENNEDY:
frente e para cima).
Linha de Fulcro: Ponto de apoio da
alavanca, sustentáculo, apoio, ponto
Apoio distante ao espaço protético:
fundamento.
(apoio na mesial)- Alavanca de 2 classe
Um traçado imaginário que passa entre
os dois pilares na região dos apoios.
O braço retentivo apresenta uma
Importante para estabilizar essas forças
relação passiva de força com o dente de
● Forças no sentido
suporte.
anteroposterior
Quando ocorre carga mastigatoria no
● Forças no sentido posterior/
extremo livre, o braço retentivo vai em
anterior
direção cervical, ocorre perda de
contato do terminal retentivo com o
Alavancas: Grampos localizados nos
dente de suporte, evita-se o torque,
pilares diretos de extremo livre.
porém há um aumento da
responsabilidade da mucosa no sistema
INTERFIXA (Grau 1): Possui seu fulcro
de suporte.
localizado entre os braços de potência e
resistência
Em casos de PPR com extremo livre
posterior, indicar apoio direto na
Dependendo de onde é aplicada uma
mesial.
força de 10kg no braço de potência
pode movimentar um objeto de 20kg na
Suporte:
resistência. (pode causar
desistabilização do pilar direto e/ou
extrusão do pilar).
INTER-RESISTENTE (2 grau): Possui o Apoios na mesial de PM são realizados
braço de resistência entre o fulcro e o para diminuir a chance de gerar
braço de potência. (Maior chance de traumas oclusais.
equilíbrio entre as forças).
O planejamento mais comumente
utilizado em pilares indiretos é o
A força aplicada no braço de potência grampo geminado, pois este possui dois
dessa alavanca, para movimentar um braços de retenção.
objeto de 20 kg deve ser maior.
CLASSE II COM MODIFICAÇÃO:
INTERPOTENTE (grau 3): Possui o
braço de potência entre o fulcro e o ● Mais de uma linha de fulcro pode ser
braço de resistência. traçada para anaisar a estabilização e
Essa alavanca é a que necessita de mais movimento.
força para movimentar o mesmo objeto ● O grampo em molares dependerá da
dos exemplos anteriores. localização da área retentiva.
Ex: ATM, funciona como uma alavanca ● Quando os espaços protéticos são
inpotente. superiores a 3 pônticos, opta-se por
grampos de ação de ponta.
Placa Proximal: Estrutura obrigatória ● No caso de dois espaços protéticos,
em PPRs inf, devido ao alto grau de está indicado o grampo ottelenghi.
resiliência da mucosa alveolar
mandibular e maior necessidade de
estabilização posterior para anterior.

PLANELAMENTO CLASSE II DE
KENNEDY
Há necessidade do 3 ponto de
estabilização que deve ser o que
coincide com a maior linha
perpendicular com a linha de fulcro
sem prejudicar a estética ou função da
prótese.

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