AGRADECIMENTOS
Começamos por agradecer como primícia ao grandioso Deus pela sua soberania,
omnipresença, omnipotência e omnisciência.
Agradecemos ao estimado professor por nos conceder o tema que nos proporcionou
mais avanço no conhecimento, aos colegas pela paciência e conjutura, aos caros
participantes do grupo pelo esforço envidado.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 2
INTRODUÇÃO
O estudo dos problemas ambientais da Ásia é essencial para a compreensão da interação
entre a ação humana e o meio ambiente. A Ásia é o maior e mais populoso continente
do mundo, abrangendo uma rica variedade de ecossistemas e apresentando uma ampla
gama de desafios ambientais. O continente é particularmente afectado pelas mudanças
climáticas, com aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos e alterações nos
padrões de chuvas.
Industrialização, desenvolvimento econômico e urbanização rápida são factores
fundamentais subjacentes a muitos dos problemas ambientais enfrentados pela Ásia.
O Homem começou a desbravar a floresta há 10 000 anos, quando surgiu a agricultura.
Quase metade da floresta mundial é tropical e a restante localiza-se nas regiões
temperadas.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 3
ÁSIA: PROBLEMAS AMBIENTAIS
Os problemas ambientais na Ásia, em grande parte, são reflexos dos impactos da rápida
industrialização e do desenvolvimento econômico da região. O crescimento
populacional, o aumento da demanda por recursos naturais e o uso inadequado do solo e
da água são algumas das principais causas desses problemas. Neste contexto, os
problemas ambientais apresentados na Ásia não são únicos à região. Muitos dos
desafios enfrentados na Ásia são amplamente relevantes para o estudo dos problemas
ambientais em escala global.
Poluição do ar: A Ásia é fortemente afetada pela poluição do ar, devido à
queima de carvão e às emissões de gases dos veículos. A inversão térmica, que
prende fumaça e poluentes próximos ao solo, agrava o problema.
Desmatamento e Degradação Florestal: O desmatamento, muitas vezes
impulsionado pela agricultura, pecuária, mineração e expansão urbana, está
levando a perda de biodiversidade, erosão e mudanças climáticas.
Escassez e poluição da água: O consumo excessivo, a contaminação industrial e
o esgoto não tratado são desafios críticos para a gestão da água na Ásia.
Danos aos ecossistemas marinhos: A pesca excessiva, a poluição e o
aquecimento global estão tendo impactos significativos sobre os oceanos e os
recursos marinhos da Ásia.
Mudanças climáticas: Aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos e
alterações nos padrões de chuvas estão entre os principais efeitos das mudanças
climáticas na Ásia.
Industrialização: Processo de transformação de uma economia agrária em uma
economia baseada na indústria, geralmente acompanhado por mudanças
tecnológicas, sociais e econômicas significativas.
Desenvolvimento econômico: Aumento sustentável do padrão de vida e da
produtividade de uma nação.
Rápido urbanização: Crescimento acelerado da população urbana e expansão das
áreas urbanas.
Inversão térmica: Fenômeno meteorológico que impede a dispersão dos
poluentes na atmosfera, levando ao acúmulo de poluição próximo ao solo.
Exemplos e Casos
1. A poluição do ar em Pequim, China: A poluição do ar em Pequim, muitas vezes
atingindo níveis perigosos, é um exemplo das consequências da rápida
industrialização e urbanização sem políticas robustas de controlo de poluição.
2. O desmatamento na Indonésia: A Indonésia é um dos países com maior taxa de
desmatamento no mundo, devido principalmente à expansão das plantações de
óleo de palma e à mineração.
3. A escassez de água na Índia: A Índia enfrenta uma grave crise hídrica devido ao
consumo excessivo, à falta de infraestrutura de tratamento de água e ao
esgotamento dos aquíferos subterrâneos.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 4
A degradação dos recifes de coral no Sudeste Asiático: A extração excessiva de
corais, a poluição costeira e o aumento da temperatura das águas estão
ameaçando os preciosos ecossistemas de recifes de coral da região.
A ESCASSEZ DE ÁGUA E SUA POLUIÇÃO
Um estudo elaborado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação,
Ciência e Cultura) classificou 122 países em relação à qualidade de seus mananciais. A
Bélgica ficou em último lugar, atrás de países pobres como Índia e Ruanda. O ranking
ainda destacou a Bélgica com a presença escassa de lençóis freáticos, intensa poluição
industrial e o precário sistema de tratamento de resíduos industriais. Certa forma, a
dimensão da importância da água-doce para nossas vidas. Cerca de 70% da superfície
da Terra é formada por água, embora desse total somente 2,5% sejam água-doce? De
lagos, a porcentagem é ainda menor: 0,009%.
No topo da lista da qualidade de água estão Finlândia, Canadá, Nova Zelândia, Reino
Unido e Japão. A pesquisa também mostrou disparidade relativa à água disponível nos
diversos países. No Kuait, por exemplo, cada habitante tem à disposição apenas 10
metros cúbicos anuais de água doce. Na Guiana Francesa esse número sobe para
812.121 metros cúbicos por pessoa. De acordo com o relatório, os rios asiáticos são os
mais poluídos do mundo, e metade da população dos países pobres está exposta à água
contaminada por esgoto ou resíduos industriais.
Doenças relacionadas à água estão entre as causas mais comuns de morte no mundo e
atingem principalmente os países em desenvolvimento. Milhões de pessoas ainda
morrem anualmente devido ao consumo de água imprópria e pela falta de saneamento.
Crianças com menos de cinco anos são as mais afetadas.
Se os governos dos países carentes de água não adotarem medidas urgentes para
estabilizar a população e buscar elevar a produtividade hídrica, a escassez de água em
pouco tempo se transformará em falta de alimentos. Os recursos hídricos disponíveis
poderiam ser utilizados de forma mais eficaz e consciente. Reduzir a poluição,
desenvolver processos de reciclagem da água, evitar o desperdício, preocupar-se mais
com seus usos múltiplos, quer seja o abastecimento humano, abastecimento industrial,
irrigação agrícola, geração de energia elétrica, entre outros.
Os gases poluentes
Os gases poluentes são substâncias que contaminam o ar e podem ser tóxicos para a
saúde humana e o ambiente. Alguns exemplos de gases poluentes são: Monóxido de
carbono (CO) É um gás incolor, inodoro e insípido, resultante da combustão incompleta
de combustíveis. Dióxido de enxofre (SO2) É um gás incolor e inodoro em baixas
concentrações, mas com um cheiro intenso em concentrações elevadas. É resultado da
combustão do enxofre presente nos combustíveis fósseis. Dióxido de azoto (NO 2) É um
gás castanho claro, resultante da combustão do enxofre presente nos combustíveis
fósseis. Ozono (O3) Pode causar poluição e chuva ácida, sendo prejudicial para plantas e
saúde humana. Clorofluorcarbonos São gases responsáveis por destruir a camada de
ozônio. Metano (CH4) É um hidrocarboneto simples que tem grande potencial de
aquecimento global. Hidrofluorocarbonetos (HFC) São gases utilizados em sistemas de
ar condicionado, refrigeração, supressores de queima, solventes e aerossóis. Os gases
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poluentes podem causar efeitos a curto e longo prazo, como irritação dos olhos, náuseas,
dificuldade em respirar, danos aos sistemas respiratório e nervoso, defeitos de
nascimento, efeitos reprodutivos e cancro.
RESÍDUOS SÓLIDOS
Resíduos sólidos são materiais descartados que não são líquidos nem gasosos,
resultantes de atividades humanas. Eles podem ser orgânicos ou inorgânicos, e podem
ser gerados em casa, em empresas, em indústrias, em hospitais, entre outros. Os
resíduos sólidos podem ser classificados de acordo com a sua origem, como:
Domésticos, como restos de comida, embalagens e roupas
Comerciais, como embalagens, papéis e plásticos
Industriais, como resíduos químicos e metálicos
De serviços de saúde, como resíduos infectantes e químicos
De construção civil, como entulho, madeira e solo
A gestão adequada dos resíduos sólidos é importante para reduzir o impacto ambiental.
Para isso, é possível: Minimizar a geração de resíduos, Promover a coleta seletiva,
Tratar os resíduos de forma adequada, Dispor os resíduos de forma responsável.
O Parque Industrial de Economia Circular de Beijing Chaoyang está localizado no sul
do município de Jinzhan, distrito de Chaoyang. A área total do parque é de 1,956,500
metros quadrados, ou 2,935 mu. Está entre os primeiros parques de tratamento de
resíduos industrializados em Pequim e tornou-se a base prática da Escola de Meio
Ambiente da Universidade de Tsinghua.
Gaoan Estação de Carregamento de Veículos Elétricos e Troca de Bateria: A estação de
carregamento de veículos elétricos e troca de bateria, que cobre uma área de 1 hectare,
foi construída e colocada em operação em 2011 com um investimento de 290 milhões
de RMB. É capaz de atender veículos de saneamento, carros elétricos e ônibus
Dongdong, com sua maior capacidade de atendimento diário de até 400 veículos.
Estação de Tratamento de Resíduos da Cozinha do Restaurante Beijing Gao'an: É a
maior estação de tratamento de resíduos de cozinha da China e exigiu um investimento
total de 130 milhões de RMB. Colocado em operação em outubro de 2010, ocupa uma
área de 2.13 hectares e tem capacidade para processar 400 toneladas de resíduos de
cozinha por dia. Uma tecnologia de tratamento bioquímico com fermentação aeróbica
de alta temperatura permite produzir 'inoculante microbiano' destinado à agricultura
orgânica.
Estação de Tratamento de Resíduos Médicos de Beijing Gao'an: é uma instalação para o
tratamento seguro de resíduos médicos. O investimento total é de mais de 80 milhões de
RMB. Em operação desde março de 2006, ocupa uma área de 1.58 hectares, com
capacidade diária de tratamento de 30 toneladas.
Usina de Incineração de Resíduos de Beijing Gao'an: É o primeiro projeto moderno de
incineração de resíduos domésticos em larga escala em Pequim e também a maior
estação de tratamento de linha única da Ásia. A capacidade diária projetada é de 1,600
toneladas, enquanto a geração nominal anual é de 220,000 MWh.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 6
Aterro Sanitário de Gao'antun: É o primeiro aterro de lixo doméstico totalmente fechado
em grande escala em Pequim. Operando desde o final de 2002 e com um investimento
de 150 milhões de RMB, a instalação cobre uma área de 41.64 hectares, com uma
capacidade total de armazenamento de 8.92 milhões de metros cúbicos e uma
capacidade diária de descarte de resíduos de 1,000 toneladas.
DESFLORESTAÇÃO NA ÁSIA
Os seres vivos respiram dióxido de carbono e as árvores transformam-no em oxigénio,
contribuindo para que haja vida. Por isso lhes chamamos os pulmões do Mundo. A
cobertura florestal original do planeta foi destruída e apenas um quinto permanece
intacta. As florestas armazenam cerca de 40% do carbono na atmosfera terrestre global
e a desflorestação tem contribuindo para um aumento de cerca de 30% de dióxido de
carbono na atmosfera nos últimos 150 anos.
A queima da floresta é uma das causas de emissão de CO2 para a atmosfera. A acção do
Homem sobre a floresta consiste essencialmente na desflorestação assumindo, nas
últimas décadas, proporções muito preocupantes. Se for mantido o actual ritmo de
desflorestação, uma grande parte das 50 a 90% das espécies vivas do planeta que
existem nas florestas será extinta a meio deste século. Em cada três espécies animais e
vegetais que vivem na Terra, duas habitam as florestas tropicais.
A desflorestação é a perda ou o desaparecimento permanente de área florestal,
geralmente de forma deliberada e numa escala significativa. Por norma, ocorre para
converter áreas florestais em terras agrícolas, pastagens, terrenos para desenvolvimento
urbano, exploração madeireira ou mineração. Na Ásia, a desflorestação tem afectado as
florestas tropicais e os manguezais, e é causada por diversas atividades humanas.
As florestas tropicais da província de Papua, na Indonésia, estão sendo desmatadas para
dar lugar a plantações de dendezeiros. O Mianmar é o principal ponto crítico de perda
de manguezais na Ásia.
Desflorestação de manguezais no sul da Ásia, sudeste da Ásia e Ásia-Pacífico
As Filipinas, Malásia, Camboja e Indonésia também são hotspots de perda de
manguezais. Os manguezais habitam ecossistemas inter-marés altamente produtivos em
120 países nos trópicos e subtrópicos, fornecendo bens e serviços essenciais às
comunidades costeiras e contribuindo para a mitigação da mudança climática global
devido aos estoques substanciais de carbono. Apesar de sua importância, a distribuição
global de manguezais continua diminuindo principalmente devido a fatores
antropogênicos que variam por região / país. Sul da Ásia, Sudeste Asiático e Ásia-
Pacífico contêm aproximadamente 46% dos ecossistemas de mangue do mundo,
incluindo as florestas de mangue de maior biodiversidade. Esta região também exibe as
maiores taxas globais de perda de manguezais.
Os dados de sensoriamento remoto fornecem informações oportunas e precisas sobre a
distribuição de manguezais e a dinâmica crítica para direcionar os pontos críticos de
perda e orientar a intervenção. Conjuntos de dados de várias datas foram usados para
estimar a dinâmica e identificar pontos críticos de perda (ou seja, países que apresentam
maior perda proporcional). Os resultados indicam que Mianmar é o principal ponto
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 7
crítico de perda de mangue, exibindo 35% de perda de 1975–2005 e 28% entre 2000–
2014.
As taxas de perda em Mianmar foram quatro vezes a média global de 2000–2012. As
Filipinas também são identificadas como um hotspot de perda, com hotspots
secundários, incluindo Malásia, Camboja e Indonésia. Essas informações ajudam a
informar e orientar a conservação, restauração e uso manejado dos manguezais na
região. A degradação ambiental pode aumentar no Sul da Ásia, especialmente no curto e
médio prazo.
CAUSAS DA DESFLORESTAÇÃO
A população mundial continua a aumentar e as suas necessidades também – motivo pelo
qual, em algumas regiões, as florestas são encaradas como um entrave à expansão de
zonas urbanas, à construção de estradas ou infraestruturas, à produção de alimentos ou
ao acesso a matérias-primas. Estes são os principais motivos:
Agricultura intensiva- a desflorestação visa muitas vezes a conversão da vegetação
considerada nativa ou virgem em área agrícola – algo que acontece em maior escala na
América do Sul, na África Central e no Sudeste Asiático. Entre estes cultivos, existem
quatro matérias-primas que se destacam pela sua associação à desflorestação: o óleo de
palma, a soja, o papel e a madeira e o gado bovino.
Produção de papel e madeira - a indústria de papel depende da celulose, que é
extraída a partir das árvores. O impacto ambiental e social desta produção pode ser
minimizado com práticas sustentáveis, como a certificação florestal e o uso de fontes de
fibra reciclada.
As consequências da desflorestação
Comunidades locais - desflorestação afeta diretamente a vida de 1,6 mil
milhões de pessoas cuja subsistência depende das florestas. Para muitas
populações, as florestas são fonte de alimentação, de acesso a água potável,
combustível ou até mesmo de espiritualidade.
Perda de biodiversidade- perder florestas também significa perder habitats.
80% da biodiversidade terrestre vive em florestas, o que significa que a
desflorestação, aliada às mudanças drásticas de temperatura ou à erosão dos
solos, deixa muitas espécies sem lugar para viver e se reproduzir, colocando em
causa a sua sobrevivência.
Alterações climáticas- a degradação florestal é simultaneamente uma causa e
um efeito das alterações climáticas. Com o aquecimento global, a mudança
rápida de estações e a subida do nível do mar, as florestas tropicais ficam mais
secas, destruindo de forma irreversível a biosfera envolvente. Quanto mais fraca
fica a floresta, mais vulnerável se torna à sua destruição, nomeadamente através
de incêndios.
Emissões de gases de efeito estufa- a desflorestação é uma das principais
causas do aumento das emissões de gases de efeito estufa. Quando as árvores
são destruídas, há uma maior libertação de dióxido de carbono para a atmosfera
e reduz-se a capacidade de absorção do gás da atmosfera por meio da
fotossíntese.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 8
Erosão do solo- quando as raízes que ancoram o solo são removidas, há uma
maior suscetibilidade à sua erosão e instabilidade, com risco acrescido de
estragos em propriedades e infraestruturas.
Combater a desflorestação
O combate à desflorestação pode ser feito através de acções como reflorestamento,
fiscalização, educação e conscientização. Reflorestamento Plantar árvores em áreas
desmatadas para restaurar o habitat da biodiversidade e combater o aquecimento global
Plantar árvores em declives para evitar a erosão do solo Fiscalização, Evitar a destruição
de florestas, Abandonar o uso de pesticidas, Preferir produtos com madeira certificada.
ÁREAS PROTEGIDAS NA ÁSIA
Existem áreas protegidas no Camboja, Catar, Cazaquistão, China e Coreia do Sul. A
desflorestação é um problema ambiental global, causado em grande parte por atividades
humanas. Devido aos impactos negativos que tem no ambiente, a desflorestação é uma
preocupação global pois, quando as florestas são destruídas, os ecossistemas são
perturbados e entram em desequilíbrio, sendo as principais consequências a perda de
biodiversidade, a emissão de gases de efeito estufa, a degradação dos solos e a alteração
dos padrões climáticos.
As florestas que restam são responsáveis por absorver um terço do dióxido de carbono
libertado anualmente pela queima de combustíveis fósseis e por regular o ciclo da água,
entre outras funções.
5 Parques nacionais da Ásia como área protegidas
Dada a sua grande dimensão, o continente asiático abriga diversos ecossistemas, desde
os desérticos às zonas nevadas, daí a sua grande biodiversidade. O ecossistema asiático
é bastante variado: apresenta selvas, praias, desertos e montanhas em toda a sua
extensão. Podemos ver até mesmo áreas nevadas ao norte!
Parques nacionais da Ásia
Em todo o continente existem quase mil áreas protegidas e reservas com status de
parque nacional, e os países com o maior número são a China, a Índia e a Tailândia.
Sundarbans (Índia) - Localizado no Estado de Bengala Ocidental, o Sundarbans
National Park (foto que abre este artigo) foi fundado em 1987 e ocupa uma área de mais
de 133 mil hectares. A principal fonte de água é o rio Ganges e o ecossistema típico é a
densa floresta de mangue.
Quanto à fauna, este parque nacional é o lar do crocodilo marinho e do tigre de Bengala.
Mas também podemos avistar macacos, raposas-voadoras, botos, gaivotas, pombos,
peixes-serra, tartarugas-de-pente e cobras pítons birmanesas.
Grande Parque Nacional do Himalaia (Índia)- É um dos mais novos parques
indianos, desde que foi fundado em 2014, no norte do país, especificamente no Estado
de Himachal Pradesh. Fica a uma altura de entre 1,5 mil e 6 mil metros.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 9
Ainda que a vida aqui seja muito complicada por questões climáticas, nesta área
reservada há 375 espécies de animais. Dentre elas, podemos destacar o leopardo-da-
neve, o cervo-almiscarado, urso-pardo-do-himalaia, a cabra azul, o Serau (um tipo de
caprino), o lobo, o goral e o macaco-rhesus.
Parque Nacional de Khao Sok (Tailândia)- Outro dos parques nacionais na Ásia que
você não pode perder está localizado na província de Surat Thani. Tem uma área de 740
km², que abriga o lago Cheow Lan e uma cordilheira de calcário.
O ecossistema da reserva é principalmente composto pela floresta tropical. O bambu é a
principal árvore que cresce em Khao Sok, assim como as lianas.
Ambos são o lar e a comida de muitas das espécies de animais que vivem na região,
incluindo a anta malaia, o elefante asiático, o tigre, o cervo sambar, o gaur, o esquilo, o
cervo-rato, o gibão branco, a macaca-nemestrina e o semnopithecus.
Parque Nacional de Tunkinsky (Rússia)
Também conhecido como Tunka, é um parque localizado no centro-sul da Sibéria,
especificamente em uma área montanhosas coberta por vales e lagos, fica a 200
quilômetros da cidade de Irkutsk. O ecossistema é composto de prados, geleiras,
cachoeiras e até fontes termais.
Quanto à fauna típica, Tunkinsky é o habitat do leopardo-das-neves (criticamente em
perigo de extinção), do cão selvagem asiático, da corça-do-oriente, de alces, do glutão,
da doninha da estepe e de peixes, como carpas e do grayling.
Parque Nacional de Jiuzhaigou (China) - Dividido por três vales (Rize, Zechawa e
Shuzheng), o último dos parques nacionais da Ásia desta lista está localizado na
província de Sichuan norte e foi fundado em 1992. Entre montanhas, planaltos,
cachoeiras, lagos e picos cobertos de neve, esta área protegida tem uma elevação que
começa aos 2 mil metros e atinge os 4,5 mil metros.
Possui 720 quilômetros quadrados de extensão e um clima subtropical que pode chegar
a -4°C no inverno e 17°C no verão.
O parque Jiuzhaigou é o lar do panda-gigante e do macaco dourado de nariz chato, em
perigo de extinção e com populações mais que reduzidas.
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CONCLUSÃO
Portanto, ao terminar este trabalho concluímos que os problemas ambientais na Ásia
não são isolados, mas sim parte de desafios globais de sustentabilidade, salientando a
necessidade de ações coletivas para enfrentá-los. As acções humanas têm um impacto
significativo sobre o meio ambiente, a importância da gestão sustentável dos recursos
naturais para o desenvolvimento futuro. Os problemas ambientais enfrentados na Ásia
não são insuperáveis, podendo ser mitigados por meio de práticas sustentáveis, políticas
ambientais eficazes e educação ambiental.
O sul da Ásia enfrenta questões ambientais em grande escala que são agravadas pela
sobreposição de factores de crescente industrialização, urbanização, crescimento
demográfico e crescente comércio internacional.
Escassez e poluição da água são problemas proementes na Ásia, devido ao consumo
excessivo, contaminação industrial e esgotamento não tratado.
Danos aos ecossistemas marinhos incluem pesca excessiva, poluição e aquecimento
global, prejudicando os oceanos e os recursos marinhos. A reciclagem é uma das
estratégias mais importantes para reduzir o impacto ambiental dos resíduos sólidos.
TRABALHO EM GRUPO DE GEOGRAFIA, 11ª CLASSE, GRUPO: TURMA: 11
BIBLIOGRAFIA
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