0% acharam este documento útil (0 voto)
29 visualizações12 páginas

Aborto: Perspectivas Médicas e Éticas

O documento explora o fenômeno do aborto sob diversas perspectivas, incluindo definições médicas, legais e culturais, além de discutir os tipos de aborto, suas implicações e as visões de diferentes religiões, especialmente a Igreja Católica. A análise aborda também as vantagens e desvantagens do aborto, argumentos a favor e contra, e a importância do acesso seguro e legal ao procedimento para a saúde e autonomia das mulheres. Conclui-se que o tema do aborto é complexo e multifacetado, envolvendo questões éticas, religiosas, legais e sociais.

Enviado por

Germano Macucule
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
29 visualizações12 páginas

Aborto: Perspectivas Médicas e Éticas

O documento explora o fenômeno do aborto sob diversas perspectivas, incluindo definições médicas, legais e culturais, além de discutir os tipos de aborto, suas implicações e as visões de diferentes religiões, especialmente a Igreja Católica. A análise aborda também as vantagens e desvantagens do aborto, argumentos a favor e contra, e a importância do acesso seguro e legal ao procedimento para a saúde e autonomia das mulheres. Conclui-se que o tema do aborto é complexo e multifacetado, envolvendo questões éticas, religiosas, legais e sociais.

Enviado por

Germano Macucule
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

1

Introdução

O aborto é um tema complexo e controverso que transcende fronteiras religiosas, éticas e


legais. Neste trabalho, exploraremos o fenômeno do aborto sob diversas lentes, considerando
suas implicações médicas, filosóficas, sociais e religiosas. Dividiremos nossa análise em três
subtítulos. Começaremos por definir o termo ‘aborto’ em diferentes contextos, desde a
medicina até a cultura popular. Investigaremos como essa definição varia e como ela molda
nossas percepções. Abordaremos os diferentes tipos de aborto, incluindo o espontâneo e
induzido. Examinaremos as questões éticas, legais e de saúde associadas a cada tipo. Além
disso, exploraremos a visão da Igreja Católica e outras tradições religiosas sobre o tema.
Ao final deste estudo, esperamos obter uma compreensão mais profunda do aborto e das
complexidades que envolvem essa questão fundamental.

Objectivos
Objetivo Geral

 Investigar e analisar o fenômeno do aborto sob múltiplas perspectivas, incluindo


visões religiosas, éticas, legais e sociais, a fim de compreender sua complexidade.

Objetivos Específicos
Explorar as diferentes definições e concepções do termo ‘aborto’ em contextos médicos,
legais e culturais.

 Discutir os tipos de aborto, suas implicações e os argumentos a favor e contra.


 Analisar como diferentes religiões e filosofias abordam o tema, incluindo a visão da
Igreja Católica.
 Considerar as políticas públicas, direitos reprodutivos e questões de saúde
relacionadas.

Metodologia

A metodologia adoptada para este trabalho será predominantemente uma revisão bibliográfica
aprofundada. A revisão bibliográfica consiste em um levantamento sistemático da literatura
existente que abrange livros, artigos científicos, teses e relatórios de organizações relevantes.
Essa abordagem permitirá compilar e analisar uma ampla gama de fontes acadêmicas que
abordam o tema do aborto sob diversas perspectivas.

2
O aborto, um bem ou mal?

1.1. Concepção do termo aborto.

Faria (2019) define o aborto como sendo a interrupção de uma gravidez resultante da remoção
de um feto ou embrião antes de este ter a capacidade de sobreviver fora do útero.

Diferentes definições e concepções do termo aborto em contextos médicos, legais e


culturais:

Contexto Médico
O aborto é a interrupção voluntária ou involuntária de uma gravidez. Pode ser realizado
removendo cirurgicamente o conteúdo do útero ou administrando certos medicamentos e
também pode acontecer naturalmente. Quando feito por um profissional de saúde treinado em
um hospital ou clínica, as complicações são pouco frequentes. O natimorto refere-se à perda
da gestação após 20 semanas, que também é considerada uma forma de aborto pelo direito.

Contexto Legal
O aborto, segundo a lei, refere-se à interrupção voluntária da gravidez antes que o feto possa
sobreviver fora do útero. A regulamentação do aborto varia significativamente de um país
para outro e pode incluir diferentes condições e prazos legais. O aborto legal é aquele
permitido por lei em determinadas circunstâncias. As legislações variam de país para país e
podem incluir casos como risco à vida da mãe, anomalias fetais graves ou estupro (Gonzalez,
2020).

Contexto Cultural
A percepção do aborto varia amplamente em diferentes culturas e tradições religiosas.
Algumas culturas veem o aborto como um direito reprodutivo, enquanto outras o consideram
moralmente inaceitável. A visão da Igreja Católica sobre o aborto é conhecida por sua posição
contrária, considerando-o um pecado grave (Figueiredo, 2017).

1.2. Tipos de Aborto

Segundo Friedman (2015), os tipos de aborto podem ser classificados em duas categorias
principais: abortos expontâneo e aborto induzido.
3
1.2.1. Aborto expontâneo

Para Zanetti (2020), o aborto espontâneo é a perda natural da gravidez antes da 20ª semana. É
relactivamente comum e pode ocorrer por várias razões, incluindo:

 Anomalias cromossômicas- A maioria dos abortos espontâneos ocorre devido a


problemas genéticos que impedem o desenvolvimento normal do embrião.
 Problemas hormonais- Desequilíbrio hormonal, como a insuficiência do corpo lúteo,
pode afetar a manutenção da gravidez.
 Condições médicas- Doenças crônicas, como diabetes ou problemas de tireoide,
podem aumentar o risco de aborto espontâneo.
 Infecções-Certas infecções podem causar complicações na gravidez, levando ao
aborto.

Os sintomas incluem sangramento vaginal e dor abdominal. Muitas vezes, não é possível
identificar uma causa específica para um aborto espontâneo.

1.2.2. Aborto Induzido

O aborto induzido é a interrupção deliberada da gravidez e pode ser realizado de várias


maneiras, dependendo do estágio da gestação (Faria, 2019).

Os principais métodos incluem:

Aborto Medicamentoso
Esse método é utilizado nas primeiras semanas de gestação (geralmente até a 10ª semana) e
envolve o uso de medicamentos:

 Mifepristona- Bloqueia o hormônio progesterona, essencial para a continuidade da


gravidez.
 Misoprostol- Induz contrações uterinas para expelir o conteúdo do útero.

Esse método pode ser feito em casa ou em um ambiente clínico, dependendo das orientações
médicas.

Aspiração ou Curetagem

4
Esses são métodos cirúrgicos utilizados geralmente nas primeiras semanas de gestação até a
12ª semana.

 Aspiração (ou aspiração a vácuo)- O conteúdo do útero é removido por meio de um


tubo fino conectado a uma bomba de vácuo.
 Curetagem- Um instrumento chamado cureta é utilizado para raspar o revestimento do
útero.

Dilatação e Evacuação (D&E)


Esse método é usado em gestações mais avançadas (geralmente após a 12ª semana). Envolve:

 A dilatação do colo do útero;


 A remoção do conteúdo uterino usando instrumentos cirúrgicos e aspiração.

Indução do Trabalho de Parto


Em casos onde o aborto é necessário em estágios mais avançados (como após a 20ª semana),
pode-se induzir o trabalho de parto com medicamentos para expelir o feto. Esse método é
mais complexo e pode envolver acompanhamento médico intensivo.

1.3. Vantagens e Desvantagens do aborto

Kimport & Weitz (2012) destacam as seguintes vantagens e desvantagens do aborto:

1.3.1. Aborto Espontâneo: vantagens e Desvantagens

[Link]. Vantagens:
 Como ocorre sem intervenção, não envolve riscos associados a procedimentos
médicos.
 Sem necessidade de decisão- é um processo involuntário e não requer decisão ou
acção da mulher o que evita questões relacionadas a remorso.

[Link]. Desvantagens
 A perda de uma gravidez pode causar dor, tristeza, culpa e luto.
5
 Em alguns casos, pode levar a depressão, ansiedade e outros problemas de saúde
mental.
 Dificuldade para engravidar novamente, em alguns casos abortos espontâneos
repetidos podem indicar problemas de fertilidade.

1.3.2. Induzido: Vantagens e Desvantagens

[Link]. Vantagens :

 Autonomia reprodutiva- Permite que mulheres tenham controle sobre seus corpos e
futuros.
 Pode prevenir depressão, ansiedade e outros problemas de saúde mental associados a
gestações não planejadas ou indesejadas.
 Em alguns casos, pode ser uma opção para evitar a pobreza, a violência doméstica ou
outras situações de vulnerabilidade.

[Link]. Desvantagens :

 Pode originar hemorragias e pode originar infecções caso o procedimento não tenha
sido realizado em lugares apropriado com os instrumentos necessários.
 Danos ao útero, em alguns casos, podem ocorrer perfurações ou outros danos ao útero.
 Reações alérgicas, os medicamentos utilizados no aborto medicamentoso podem
causar reações alérgicas.
 Culpa e arrependimento, algumas mulheres podem sentir culpa ou arrependimento
após o aborto.
 Problemas de relacionamento, o aborto pode afetar os relacionamentos da mulher,
incluindo o relacionamento com o parceiro.
 Dificuldade em lidar com a perda, mesmo sendo uma decisão consciente, o aborto
pode ser uma experiência de perda.

6
1.4. Argumentos a Favor e Contra o Aborto

1.4.1. A Favor do Aborto

 Autores como Mackenzie & Stoljar (2000), argumentam que as mulheres têm o direito
de decidir sobre seus próprios corpos e que a gravidez indesejada pode ter sérias
consequências para a vida e o bem-estar da mulher.
 O aborto legal e seguro contribui para a redução da mortalidade materna e infantil,
causada por gestações de alto risco e abortos clandestinos.
 O acesso ao aborto é visto como uma questão de justiça social, pois as mulheres de
baixa renda e grupos marginalizados são desproporcionalmente afetadas pelas
restrições ao aborto.

1.4.2. Contra o Aborto

 Os opositores ao aborto argumentam que o feto tem direito à vida desde a concepção e
que o aborto é equivalente a homicídio.
 Muitas religiões consideram o aborto um pecado e defendem a proteção da vida desde
a concepção.
 Os críticos do aborto argumentam que a família é a base da sociedade e que o aborto
enfraquece as famílias.

1.5. Importância do aborto

Na perspectiva de Cunha (2017), a importância do aborto reside no facto de ser um


procedimento essencial para garantir a saúde e o bem-estar das mulheres. Em casos de
gravidez indesejada, o acesso ao aborto seguro e legal permite que as mulheres possam
interromper a gestação de forma protegida e sob cuidados médicos adequados, evitando riscos
à sua saúde física e emocional. O aborto é importante para prevenir gestações de alto risco,
que podem colocar a vida da mulher e do feto em perigo. Em situações em que a continuidade
da gravidez represente um perigo para a saúde da mulher, a interrupção da gestação é
fundamental para proteger sua vida e garantir que ela receba o atendimento necessário.

A possibilidade de acessar o aborto de forma segura e legal também é crucial para garantir o
direito das mulheres de tomarem decisões autônomas sobre seus corpos e suas vidas

7
reprodutivas. As mulheres devem ter o direito de decidir quando e se desejam ter filhos, de
acordo com suas circunstâncias pessoais, e o aborto se apresenta como uma opção legítima
para aquelas que assim decidirem. Dessa forma, o aborto é importante para proteger a saúde,
a segurança e os direitos das mulheres, permitindo que elas possam exercer o controle sobre
sua própria saúde reprodutiva e sua autonomia reprodutiva. Garantir o acesso ao aborto
seguro e legal é essencial para promover a igualdade de gênero, a dignidade e o bem-estar das
mulheres em todo o mundo.

1.6. Visão da Igreja Católica em relação ao aborto

A visão católica sobre o aborto é baseada em uma combinação de ensinamentos morais e


éticos que afirmam a dignidade da vida humana desde a concepção até a morte natural. A
Igreja Católica ensina que todos os seres humanos têm um valor intrínseco e inalienável que
deve ser protegido e respeitado em todas as etapas da vida.

Para Cruz (2015), a doutrina católica afirma que a vida humana começa no momento da
concepção, quando o óvulo fertilizado se torna um embrião único e irrepetível. Portanto,
desde o momento da concepção, o embrião é considerado uma pessoa humana com direitos e
dignidade iguais a qualquer outro ser humano. Com base nisso, a Igreja Católica condena
veementemente o aborto como um ato moralmente errado, independentemente das
circunstâncias em que é realizado. Para a Igreja, o aborto é considerado um homicídio direto e
injusto de um ser humano inocente e indefeso, e é classificado como um dos pecados que
clama aos céus por vingança.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que o aborto é um crime abominável porque viola o
direito à vida da criança por nascer. O aborto é visto como uma negação da dignidade e do
valor da vida humana, e como uma violação dos mandamentos divinos de amar e proteger o
próximo. A Igreja Católica reconhece que as mulheres que consideram ou realizam um aborto
muitas vezes estão passando por situações difíceis e desafiadoras, como gravidez indesejada,
pressões sociais, econômicas ou de saúde. Nesses casos, a Igreja busca oferecer apoio,
compaixão e assistência às mulheres, encorajando-as a procurar alternativas ao aborto, como a
adoção, o cuidado pré-natal e o suporte emocional e material (Figueiredo, 2017).

A posição da Igreja Católica sobre o aborto é clara e inflexível, o aborto é sempre errado e
inaceitável, pois viola a sacralidade da vida humana e o plano de Deus para a humanidade. Os
8
católicos são incentivados a serem pró-vida e a defenderem o direito à vida de todos os seres
humanos, desde a concepção até a morte natural. A promoção da cultura da vida e da
solidariedade fraterna são valores fundamentais que a Igreja defende em relação ao aborto e a
outras questões relacionadas à dignidade e à santidade da vida humana (Morrison, 2020).

1.7. Perspectivas Seculares

Santos (2021), fala da legalização do aborto sob diversas justificativas:

1.7.1. Direitos Reprodutivos

Defensores dos direitos reprodutivos argumentam que as mulheres devem ter controle sobre
seus corpos e suas vidas. A capacidade de decidir se querem ou não ter filhos é vista como
uma questão fundamental de autonomia e igualdade de gênero.

1.7.2. Saúde da Mulher

Em casos onde a saúde física ou mental da mulher está em risco, o aborto pode ser
considerado uma opção necessária. Além disso, situações de gravidez resultantes de violência
sexual são frequentemente usadas para justificar o acesso ao aborto.

1.7.3. Anomalias Fetais

Muitas vezes, o aborto é defendido em casos onde há anomalias fetais severas que podem
resultar em sofrimento significativo para a criança ou para os pais. A escolha de interromper a
gravidez nesses casos pode ser vista como uma forma de evitar dor futura.

1.8. Considerações Éticas

Na visão de Zanetti (2020), discussões éticas sobre o aborto são complexas e envolvem várias
teorias:

a) Utilitarismo- Essa abordagem considera as consequências das ações. Se o aborto pode


resultar em menos sofrimento (para a mulher ou para uma criança com problemas
graves), pode ser visto como justificável.

9
b) Deontologia- Esta perspectiva enfatiza os deveres morais e as obrigações. Para os
defensores dessa visão, interromper uma vida é sempre errado, independentemente das
consequências.
c) Ética Feminista- : Algumas correntes da ética feminista argumentam que as mulheres
devem ter o direito de decidir sobre suas próprias vidas e corpos, considerando as
desigualdades sociais que podem influenciar essas decisões.

1.9. Cultural e Social.

As visões sobre o aborto variam amplamente entre diferentes culturas e diferentes sociedades
(Santos, 2021).

Sociedades Conservadoras
Em muitos países com forte influência religiosa ou cultural conservadora, o aborto é
amplamente rejeitado. As normas sociais geralmente enfatizam a sacralidade da vida desde a
concepção.

Sociedades Liberais
Em países onde os direitos das mulheres são mais reconhecidos e promovidos, há geralmente
um maior apoio ao direito ao aborto. Políticas públicas tendem a refletir essa aceitação,
permitindo acesso seguro ao procedimento.

Movimentos Sociais
O ativismo social tem desempenhado um papel crucial na luta pelos direitos reprodutivos.
Grupos feministas e organizações pró-direitos humanos têm trabalhado para desestigmatizar o
aborto e garantir acesso seguro e legal.

10
Conclusão
Após a realização deste trabalho, é possível concluir que o tema do aborto é complexo e
multifacetado, envolvendo questões éticas, religiosas, legais e sociais. Ao explorar as
diferentes definições e concepções do termo, assim como os tipos de aborto, suas implicações
e os argumentos a favor e contra, foi possível compreender a diversidade de perspectivas
existentes neste debate.

A análise das abordagens de diferentes religiões e filosofias, incluindo a visão da Igreja


Católica, destacou a importância da compreensão das crenças e valores de diferentes grupos
na discussão sobre o aborto. Além disso, a consideração das políticas públicas, direitos
reprodutivos e questões de saúde relacionadas ao aborto ressaltou a necessidade de um debate
informado e baseado em evidências. Diante disso, é fundamental promover uma reflexão mais
ampla e aprofundada sobre o tema do aborto, levando em consideração suas diversas
dimensões e impactos. Somente através do diálogo e da compreensão mútua será possível
avançar na busca por soluções que promovam a saúde e o bem-estar das mulheres,
respeitando ao mesmo tempo a dignidade e os direitos de todos os envolvidos.

11
Referências Bibliográficas

Faria, A. P. A. (2019). Aborto: uma questão de saúde pública. Hucitec.

Cunha, M. H. de F. (2017). Direitos sexuais e reprodutivos: uma abordagem interdisciplinar.


Fiocruz.

Zanetti, M. (2020). Aborto: dilemas éticos e sociais. Juruá.

Bottini, A. B. (2018). O direito ao aborto no Brasil: uma análise crítica. Saraiva.

Santos, L. H. (2021). Aborto: aspectos jurídicos e sociais. Delmiro.

Gonzalez, M. (2020). Políticas públicas e aborto: desafios contemporâneos. UnB.

Congregação para a Doutrina da Fé. (2008). Instrução sobre a dignidade da pessoa humana e
a questão do aborto. Vaticano.

Pio XI. (1930). Casti Connubii. Vaticano.

Cruz, J. C. (2015). A vida é um dom: uma reflexão católica sobre o [Link].

Figueiredo, M. de L. (2017). A ética da vida: uma abordagem católica sobre o aborto.


Loyola.

Morrison, J. (2020). O direito à vida: a perspectiva católica sobre o aborto. Letras & Letras.

Ginsburg, F. D., & Rapp, R. (2013). *Concebendo a nova ordem mundial: A política global da
reprodução*. University of California Press.

Friedman, L. (2015). *A controvérsia do aborto na América, 1950–2000*. The University of


Kansas Press.

Kimport, K., & Weitz, T. A. (2012). *Aborto na vida das mulheres que enfrentam gravidezes
não planejadas*. University of California Press.

Mackenzie, C., & Stoljar, N. (2000). *Autonomia relacional: Perspectivas feministas sobre
autonomia, agência e o eu social*. Oxford University Press.

Benson, P., & Heller, J. (2020). *A ética do aborto: Direitos das mulheres e vida humana*.
Cambridge University Press.

12

Você também pode gostar