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Diagnóstico e Tratamento da Dispepsia

O documento aborda a dispepsia funcional, suas definições, sintomas, causas e tratamento, destacando a importância de mudanças no estilo de vida e orientações dietéticas. Também discute a relação entre Helicobacter pylori e dispepsia, além de apresentar informações sobre a doença do refluxo gastroesofágico e suas manifestações. O texto inclui questões de múltipla escolha relacionadas ao diagnóstico e manejo dessas condições.
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Diagnóstico e Tratamento da Dispepsia

O documento aborda a dispepsia funcional, suas definições, sintomas, causas e tratamento, destacando a importância de mudanças no estilo de vida e orientações dietéticas. Também discute a relação entre Helicobacter pylori e dispepsia, além de apresentar informações sobre a doença do refluxo gastroesofágico e suas manifestações. O texto inclui questões de múltipla escolha relacionadas ao diagnóstico e manejo dessas condições.
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TBL 13

Doenças
dispépticas
Prof Juarez Valadares
Questão 1
Quanto ao diagnóstico e manejo da dispepsia funcional, assinale a alternativa
correta:

a) Dispepsia funcional é sinônimo de gastrite nervosa, e requer abordagem


psicoemocional para tratamento.
b) A orientação dietética e mudanças de estilo de vida fazem parte do
tratamento inicial.
c) A phmetria é essencial ao diagnóstico e deve ser solicitada na primeira
consulta.
d) O diagnóstico da dispepsia funcional é feito principalmente por
diagnóstico de imagem.
Dispepsia funcional–
definição
•Presença de sintomas dispépticos (“má digestão”)
crônicos na ausência de doença estrutural ou
metabólica. (Roma IV)

•Pelo menos 1 de 4 sintomas durante os últimos 3


meses, iniciados há pelo menos 6 meses:
• Empachamento pós-prandial
• Saciedade precoce
• Dor epigástrica
• Queimação epigástrica

> Outros sintomas: distensão abdominal,


eructações frequentes, náuseas e/ou vômitos e
pirose
Dispepsias – principais causas

• Funcional
• Doença ulcerosa
• Doença do refluxo gastroesofágico
• Pelo menos 1 de 4 sintomas durante os
últimos 3 meses, iniciados há pelo menos 6

Dispepsia meses:
Empachamento pós-prandial

funcional – Saciedade precoce


Dor epigástrica
critérios Queimação epigástrica

•Na ausência de doenças orgânicas ou lesões


estruturais
Quadro clínico da dispepsia funcional (Roma IV)

Síndrome da dor epigástrica:


• Dor epigástrica
• Pelo menos 1x/semana, nos últimos 3 meses
• Intermitente
• Dor sem irradiação ou evolução para generalizada
• Sem alívio após evacuação ou flatulência

Síndrome do desconforto pós-prandial:


• Eructação excessiva
• Sensação de plenitude pós-prandial
• Saciedade precoce
Dispepsia – Sinais de alarme

Sinais de alarme:
• Perda de peso
• Vômitos persistentes
• Odinofagia e disfagia progressiva
Investigar causas não funcionais
• Sintomas sistêmicos
• Cirurgia gástrica prévia
• Sangramentos digestivos: hematêmese ou melena EDA, US abdome,
• Anemia ou ferropenia parasitológico de fezes...

• Massa abdominal palpável ou linfadenomegalia


• Icterícia
• Antecedentes familiares de neoplasia gastrointestinal
Questão 2
Quanto ao tratamento da dispepsia funcional, assinale a resposta correta:

a) O hidróxido de alumínio, um antiácido, tem a função de diminuir o pH ácido do estômago,


funcionando como uma barreira protetora da mucosa, mas se não ingerido nos horários
adequados funciona como uma solução tampão.

b) A metoclopramida, um procinético, age no esfíncter inferior do esôfago, aumenta o tônus e


amplitude das contrações gástricas e faz melhorar as náuseas e a sensação de eructação, mas não a
sensação de plenitude.

c) O omeprazol, um bloqueador de H2, necessita de jejum para sua melhor absorção e a paciente
precisaria de uma dose maior que 20 mg 2x/dia para remissão dos sintomas.

d) Independente do tempo de uso e da medicação utilizada, o paciente necessita de orientação


dietética e mudanças de estilo de vida para a remissão dos sintomas.
Tratamento não medicamentoso da dispepsia funcional
Orientar benignidade do quadro em < 55 anos, sem sinais de alarme
Medicamentos: AINES, antagonista de
Mudança comportamental: cálcio, nitratos, xantinas, bifosfonados,
• Diminuição da ansiedade e tensão corticoides
• Sono adequado
• Cessar tabagismo e diminuir/cessar álcool
Alimentos: álcool, café, chocolate,
• Fazer atividades físicas refrigerante, alimentos gordurosos
• Evitar medicamentos e alimentos associados a dispepsia

Plano dietético:
• Comer mais devagar
• Evitar refeições volumosas e excesso de líquido nas refeições
• Evitar refeições com muita gordura/acidez
• Dieta fracionada
Tratamento medicamentoso
Procinéticos
- melhoram a motilidade gastroduodenal e antral e a coordenação antroduodenal; podem promover o relaxamento do fundo gástrico –>
síndrome do desconforto pós prandial

Ex: domperidona, metoclopramide

Redutores da acidez gástrica

- aumentam o pH gástrico, neutralizam parcialmente a acidez gástrica –> síndrome da dor epigástrica

Ex: antiácidos (hidróxido de alumínio ou magnésio), inibidores de H2 (ranitidina), IBP (omeprazol)

Protetores da mucosa gástrica

barreira mecânica em mucosa gástrica

Ex: misoprostol
Questão 3
Uma dúvida muito frequente, entre pacientes e médicos, é a associação da sintomatologia dispéptica com a
presença do Helicobacter pylori na mucosa gástrica e do seu real papel patogênico, além das indicações clínicas
de endoscopia digestiva alta. Considerando o seu conhecimento e estudos prévios sobre o H. pylori qual das
alternativas abaixo é a mais adequada sobre este item?

a) Há estudos que demonstram que a infecção pelo Helicobacter pylori pode existir desde os primeiros anos de
vida, devendo ser considerados histórico familiar e infecções na infância para tomada de decisão.
b) O ácido gástrico e o H. pylori agem conjuntamente como principais fatores na gênese da úlcera péptica,
sendo associado à úlcera gástrica e desenvolvimento de gastrite, mas não de úlceras duodenais.
c) O H. pylori é responsável apenas pelos quadros ulcerosos, não tendo nenhuma relação com a doença
dispéptica funcional.
d) Em função da prevalência do H. pylori em pacientes sintomáticos, a endoscopia digestiva deve ser pedida
para iniciar o tratamento específico e após o tratamento para ter certeza da sua erradicação.
H. pylori positivo... Tratar?

Fonte: livro Fisiopatologia da doença, LANGE, 5ª edição Fonte: livro Fisiopatologia da doença, LANGE, 5ª edição
Kira, CM 2018
Tratamento medicamentoso
Tratamento de H. pilory
Amoxicilina 500mg 2x/dia + Claritromicina 500mg 2x/dia + (metronidazol
500mg 2x/dia OU levofloxacino 500mg 1x/dia)
+ IBP 2x/dia por 2 semanas
Doença do refluxo gastroesofágico
•RGE - passagem do conteúdo gástrico para o esôfago, com ou sem regurgitação e/ou vômito.

•DRGE – RGE causa sintomas que afetam o bem-estar do paciente e/ou complicações.

•Esfíncter esofágico inferior hipotônico ou RTEEI (não relacionado à deglutição):


Funcional, na maioria dos casos – 12% da população brasileira, + mulheres
Hérnia de hiato
Aumento com a idade, gestação e obesidade

•Manifestações típicas:
Pirose (azia, queimação retroesternal) – irradiação para pescoço, costas e garganta
Regurgitação
Disfagia (não progressiva), odinofagia
Sialorreia, aftas, halitose
Dor torácica
“Asma e fibrose pulmonar
Manifestações Faringite (tosse crônica)
extra digestivas Laringite (rouquidão, pigarro, dor)
Otite e sinusite crônica (+ em crianças)
e atípicas: Pneumonias de repetição (+ em crianças)
Apneia do sono
Desgaste do esmalte dentário
Esofagite
Doença do refluxo gastroesofágico

O diagnóstico é CLÍNICO!

Pirose 1 -2x/semana, por 4-8 semanas + resposta a IBP empírico

• ou Esofagite erosiva à EDA

• ou refluxo ácido patológico à pHmetria.

Sinais de alarme: Sangramento no TGI, anemia, perda de peso,


vômitos frequentes, disfagia e odinofagia progressivas, sintomas
noturnos.

endoscopiaterapeutica.com.br
Exames na DRGE – ajuda em quê?

Sinais de alarme, sintomas atípicos e tratamento empírico com IBP não obtiver sucesso
•EDA: caracteriza erosões da mucosa e permite biopsia para estudo histopatológico.

•RX contrastado: se suspeita de estenose

•Cintilografia: ingestão de contraste marcado - aspiração pulmonar. Caro e pouco disponível.

•Manometria: precisar a localização do EEI e avaliar distúrbios motores, exame pré-operatório.

•pHmetria: sintomas refratários, participação do refluxo ácido nas manifestações atípicas, estudo da recidiva de sintomas no
pós-operatório.
•Tratamento não medicamentoso:
Tratamento • Mudança de estilo de vida
• Elevação de cabeceira
do DRGE • Controle do peso
• Cessar tabagismo, álcool, AINES,
bifosfonados, bloqueadores de canais de
cálcio
• Dieta sem irritantes: gorduras, cítricos,
cafeína, chocolate, álcool, bebidas
gaseificadas, tomate
• Dieta fracionada
• Evitar refeições copiosas e deitar-se após
refeições (esperar 2 horas após as refeições)
Tratamento medicamentoso:

• Empírico: menor de 40 anos com queixas típicas e sem


sinais de alarme
• Bloqueadores histamínicos H2, se o refluxo for leve
• IBPs: medicação de escolha por 4 a 8 semanas
• - Omeprazol 40 a 80mg/dia
Tratamento • - Se complicações, tratar até 6 meses. Se usar maior
período, reduzir a dose.

do DRGE Controle sintomático:

• Antiácidos (hidróxido de alumínio ou magnésio,


carbonato de cálcio)

Cirurgia, se hérnia de grande volume e


sintomas graves apesar do tratamento clínico
Revisão para D2


O que é e para que serve a
vigilância em saúde

“Conjunto de ações que proporcionam o


conhecimento, a detecção ou prevenção de
qualquer mudança nos fatores determinantes
e condicionantes de saúde individual ou
coletiva, com a finalidade de recomendar e
adotar as medidas de prevenção e controle
das doenças ou agravos.”

Lei n. 8.080 e CF88

https://www.e-sanar.com.br/aluno/mural-post/652,sistema-nacional-de-vigilancia-epidemiologica.html
Questão 1
No mês de março de 2023, foram notificados 10 casos de doença mão- pé- boca em um mesmo município de
Minas Gerais. Os casos notificados eram de crianças menores de 5 anos provenientes de uma mesma creche/
escola. Qual a melhor definição epidemiológica para esse relato?

a) surto
b) epidemia
c) endemia
d) pandemia
Doença meningocócica
Manifestações clínicas
Infecção bacteriana aguda, com clínica variável .

Meningococcemia (somente): Apresenta petéquias, equimoses ou


sufusões hemorrágicas e quadro clínico específico ou não com
exame de liquor normal. Choque e coagulação vascular
disseminada (CIVD). Fonte: CDC/PHIL
https://phil.cdc.gov/Details.aspx?pid=22881

Meningite meningocócica (somente): Quadro clínico específico


com exame de liquor alterado.

Meningite meningocócica com meningococcemia: Apresenta


quadro clínico específico e presença de petéquias com exame de
liquor alterado.

https://twitter.com/mariagarcessnch/status/
1010647106346995712
Questão 2
Paulo , 2 anos, relato de febre há 2 dias e prostração há 6 horas.
Exame físico: prostração intensa, taquipneia, extremidades frias com pulsos finos, perfusão capilar lentificada.
Temperatura de ,39,8°C. Há petéquias nos membros superiores e inferiores. Brudzinski inconclusivo e o sinal de
Kernig positivo. A mãe relata que durante a semana, o menino estava irritado e chorando muito. Antes disso, a
criança apresentou tosse, dor de garganta e rinorreia há 10 dias, que melhoraram com uso de amoxicilina que ela
tinha em casa. Qual a alternativa mais correta?
a) O quadro é compatível com infecção de vias aéreas superiores (IVAS), que pode ter se agravado pelo uso do
antibiótico sem prescrição médica.
b) O principal objetivo neste caso é reduzir a febre, pois assim, os sintomas tendem a melhorar e assim
consegue-se avaliar o caso com mais cautela. Deve-se prescrever dipirona 50mg/Kg/dia, dividido em quatro doses
diárias. Observação em casa e retorno em três dias para reavaliação.
c) Deve-se suspeitar de doença meningocócica, iniciar antibioticoterapia IV rapidamente, se possível, logo em
seguida da coleta de amostra para exame quimiocitológico de líquor ou hemocultura.
d) Trata-se de caso típico de meningite bacteriana, cujo agente etiológico mais comum é o Pneumococo ou
Streptococcus pyogenes. O tratamento com penicilina G Benzatina por via intramuscular deve ser iniciado
imediatamente.
3tres3.com.br
Questão 3
As bactérias podem ser naturalmente resistentes
a certos antimicrobianos ou adquirirem
resistência por mecanismos diversos. Dos
mecanismos de resistência aos antimicrobianos
listados abaixo, é exclusivo de bactérias GRAM
NEGATIVAS apenas:

a) Alteração do sítio de ligação


b) Efluxo ativo
c) Síntese de proteínas inativadoras
d) Alteração de permeabilidade da membrana
Questão 4
Observe o seguinte resultado de uma cultura e antibiograma:
Microrganismo: Klebiella pneumoniae
Amicacina: S
Ampicilina: R
Aztreonam: R
Cefepima: R
Ceftriaxona: R
Cefoxitina: R
Ceftazidima: R
Ertapeném: R
Imipeném: R
Meropeném: R
Piperacilina/tazobactam: R
Polimixina: S
Legenda: R = Resistente / S = Sensível / I = Intermediário

Com base no resultado do teste de sensibilidade acima, é mais correto afirmar que:

a) Seguramente, é um caso de resistência causada pelo aumento da atividade das bombas de efluxo na membrana celular bacteriana.
b) Trata-se de uma bactéria produtora de betalactamase, devendo-se optar por associação de uma penicilina semissintética com um monobactam.
c) O paciente deve ser tratado com a combinação de pelo menos 2 antibióticos de amplo espectro, como Meropenem e Vancomicina.
d) A escolha do tratamento depende principalmente da clínica, devendo-se levar em consideração, além do teste de sensibilidade aos antimicrobianos, fatores relacionados às
condições do paciente, órgãos acometidos pela infecção e a biodisponibilidade da droga naquele órgão.
Síntese de
proteínas
inativadoras:
B-lactamases
QUESTÃO 5
Sobre a pancreatite aguda, assinale a alternativa correta:

a) A definição de pancreatite é o processo infeccioso dessa víscera retroperitoneal que geralmente é causada por
bactérias gram positivas da microbiota do trato gastrointestinal.
b) As duas principais etiologias são litíase biliar e álcool.
c) A dor abdominal que se inicia periumbilical e migra para fossa ilíaca direita é patognomônica da pancreatite.
d) O tratamento da pancreatite aguda é sempre cirúrgico.
Quem tem?
QUESTÃO 6
Para o diagnóstico de imagem da pancreatite aguda, o exame
indicado (padrão ouro) é :

a) Raio X simples de abdome


b) Ultrassonografia pélvica
c) TC de abdômen com contraste
d) cintilografia com gálio
PANCREATITE AGUDA

Como faço diagnóstico?

TC de Abdome com
contraste venoso

OUTROS EXAMES:
- USG DE ABDOME
- RNM

Disponível em
https://www.pancreapedia.org/reviews/imaging-assessment-of-etiology-
Questão 7: E. A. J. K., SEXO MASCULINO, 55 ANOS, HÁ 2 DIAS APRESENTANDO DOR ABDOMINAL E VÔMITOS.
ANTECEDENTE DE LAPAROTOMIA EXPLORADORA POR TRAUMA ABDOMINAL HÁ 15 ANOS. AO EXAME FÍSICO, ABDOME DISTENDIDO COM
RHA AUMENTADOS E HIPERTIMPÂNICO À PERCUSSÃO. QUAL A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA ETIOLÓGICA PARA O ACHADO DA
RADIOGRAFIA DE ABDOME?

a) VOLVO DE CECO
b) ÍLEO BILIAR
c) BRIDA
d) GASTROENTEROCOLITE AGUDA
Questão 8: Y. S. B., sexo masculino, 35 anos, usuário crônico de diclofenaco, refere dor
epigástrica há 2 meses, que o acorda durante a madrugada. Há exatamente 3 horas, a dor se
tornou constante e muito intensa. Ao exame físico, abdome em tábua, hipertimpânico e
muito doloroso à palpação com descompressão brusca positiva. Considerando o achado da
radiografia de tórax, qual o diagnóstico etiológico mais provável?

a) ÚLCERA DUODENAL PERFURADA


b) ÚLCERA GÁSTRICA PERFURADA
c) APENDICITE AGUDA
d) DIVERTICULITE AGUDA
Hemorragia digestiva: Alta ou baixa?

O parâmetro anatômico que


indica se a hemorragia é baixa
ou alta é o Ângulo de Treitz, o
ângulo formado ao nível da
junção duodenojejunal, junção
essa que é fixada pelo
ligamento de Treitz.
https://br.pinterest.com/pin/643944446689419265/
Questão 9: Paciente com hemorragia digestiva alta retorna do serviço
de endoscopia referindo um achado de lesão de DIEULAFOY no exame.
Que achado é esse?

a) Lacerações de mucosas
b) Varizes de fundo gástrico
c) Vaso submucoso exposto
d) Câncer gástrico precoce hemorrágico
Questão 10: A principal causa de hemorragia digestiva alta não varicosa
é:

a) Úlcera péptica
b) Gastrite atrófica
c) Linfoma tipo MALT
d) Gastroparesia


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