ÍNDICE
PENSAMENTO..............................................................................................................................I
DEDICATÓRIA............................................................................................................................II
AGRADECIMENTO...................................................................................................................III
INTRODUÇÃO.............................................................................................................................4
CONCEITOS.................................................................................................................................5
DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS ENTRE AS DUAS CONDIÇÕES.....................................5
CAUSAS E FATORES DE RISCO...............................................................................................6
SINTOMAS E DIAGNÓSTICO....................................................................................................8
IMPACTOS NA SAÚDE............................................................................................................10
TRATAMENTO E ABORDAGENS TERAPÊUTICAS............................................................12
CUIDADOS DE ENFERMAGEM..............................................................................................14
CONCLUSÃO.............................................................................................................................16
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................................................17
ANEXOS
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DEDICATÓRIA
Dedicamos este trabalho aos nossos pais e também a todos aqueles que contribuíram
com o seu empenho e colaboração. Em particular a Srª. Professora Luzia Roque que tem
nos ajudado muito.
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AGRADECIMENTO
Agradecemos primeiramente ao nosso Deus pela vida e saúde que nos concedeu,
aos nossos pais, a nossa professora Luzia Roque, pela maneira sábia que nos tem ensinado,
aos nossos colegas que nos têm apoiado directa ou indirectamente, nossa sincera gratidão.
III
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INTRODUÇÃO
A saúde nutricional é essencial para o bem-estar físico e mental, influenciando
diretamente a qualidade de vida. Contudo, desordens alimentares como a anorexia, também
chamada de anorexia nervosa e a bulimia representam sérios desafios à saúde pública,
afetando milhões de pessoas ao redor do mundo. Estas doenças não se limitam ao impacto
físico, mas também comprometem o estado psicológico e emocional dos indivíduos.
Este trabalho tem como objetivo explorar as causas, os sintomas, os impactos e as
possíveis formas de tratamento dessas condições, promovendo uma reflexão sobre a
importância de uma abordagem multidisciplinar para a sua prevenção e manejo.
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Conceitos
A anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado pela restrição severa da
ingestão de alimentos, levando a um peso corporal significativamente abaixo do esperado
para a idade, altura e saúde geral do indivíduo. Pessoas com anorexia possuem um medo
intenso de ganhar peso e uma distorção da própria imagem corporal, muitas vezes se
percebendo como acima do peso, mesmo quando estão extremamente magras. Essa
condição pode resultar em sérios danos físicos, como desnutrição, alterações hormonais e
complicações cardíacas.
A bulimia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes
de compulsão alimentar, nos quais a pessoa consome grandes quantidades de comida em
um curto período de tempo, acompanhados de comportamentos compensatórios para evitar
o ganho de peso, como vômitos autoinduzidos, uso excessivo de laxantes, jejum ou
exercícios físicos intensos. Apesar de frequentemente manterem um peso corporal dentro
da faixa normal, os indivíduos com bulimia enfrentam graves problemas de saúde, como
desequilíbrios eletrolíticos, problemas gastrointestinais e impacto psicológico significativo,
incluindo culpa e vergonha.
Diferenças e Semelhanças entre as Duas Condições
Semelhanças
Ambas são transtornos alimentares graves que podem ter consequências físicas e
emocionais profundas.
São frequentemente associadas a uma preocupação excessiva com o peso e a
aparência corporal.
Podem coexistir com outros transtornos mentais, como depressão e ansiedade.
Exigem tratamento multidisciplinar, incluindo apoio psicológico, nutricional e
médico.
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Diferenças
Característica Anorexia Nervosa Bulimia Nervosa
Geralmente abaixo do peso Peso normalmente dentro da faixa
Peso Corporal
esperado. normal.
Comportamento Restrição extrema de Episódios de compulsão seguidos
Alimentar alimentos. de purgação.
Distorção severa da Preocupação com peso, mas
Percepção Corporal
imagem corporal. distorção menos intensa.
Comportamentos Não se alimenta Vomita, usa laxantes ou exagera
Compensatórios adequadamente. nos exercícios.
Desnutrição grave, risco de Desequilíbrio eletrolítico,
Risco Imediato
morte. problemas cardíacos.
Causas e Fatores de Risco
Os transtornos alimentares, como a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, possuem
origens multifatoriais, resultantes da interação entre fatores psicológicos, socioculturais,
biológicos e genéticos. Abaixo, estão os principais aspectos:
Aspectos Psicológicos
1. Baixa autoestima
o Pessoas com baixa autoestima tendem a desenvolver uma visão negativa de
si mesmas, o que pode levá-las a buscar validação por meio do controle
rigoroso do peso e da aparência física.
2. Perfeccionismo
o O desejo de atingir padrões irrealistas de perfeição pode contribuir para
comportamentos extremos relacionados à alimentação e à imagem corporal.
3. Ansiedade e depressão
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o Transtornos de humor e ansiedade são frequentemente associados a
transtornos alimentares, agravando a relação da pessoa com a alimentação e
o próprio corpo.
4. Distorção da imagem corporal
o A dificuldade em enxergar o próprio corpo de forma realista é uma
característica marcante, especialmente na anorexia nervosa.
Influências Socioculturais
1. Padrões de beleza e pressão estética
o A valorização de corpos extremamente magros, muitas vezes promovida
pela mídia, redes sociais e pela indústria da moda, contribui para a
insatisfação corporal e o desenvolvimento de transtornos alimentares.
2. Influência de redes sociais
o Plataformas digitais podem intensificar a comparação social, a busca por
validação externa e o incentivo a comportamentos não saudáveis.
3. Pressão familiar e social
o Comentários sobre peso ou aparência física, especialmente durante a
infância e adolescência, podem desencadear a preocupação excessiva com o
corpo.
4. Profissões e atividades específicas
o Áreas como balé, moda, esportes e entretenimento frequentemente exigem
padrões corporais rígidos, aumentando o risco de transtornos alimentares.
Fatores Biológicos e Genéticos
1. Predisposição genética
o Estudos sugerem que há uma base genética para transtornos alimentares,
com maior incidência em famílias onde há histórico de doenças similares.
2. Desequilíbrios químicos no cérebro
o Alterações nos neurotransmissores, como a serotonina, podem influenciar o
comportamento alimentar, o humor e a percepção corporal.
3. Histórico familiar de transtornos psiquiátricos
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o Condições como depressão, ansiedade ou outros transtornos psiquiátricos
podem ser mais frequentes em famílias de indivíduos com anorexia ou
bulimia.
4. Fatores hormonais
o Desequilíbrios hormonais, especialmente durante a puberdade, podem
interagir com outros fatores de risco e contribuir para o desenvolvimento de
transtornos alimentares.
Sintomas e Diagnóstico
Sinais Físicos e Comportamentais de Anorexia
A anorexia nervosa apresenta características específicas que podem ser observadas
fisicamente e no comportamento do indivíduo:
Sinais físicos:
Perda de peso significativa e rápida.
Pele seca e amarelada.
Queda de cabelo e unhas quebradiças.
Redução da temperatura corporal, levando à sensação constante de frio.
Amenorreia (ausência de menstruação em mulheres).
Fadiga extrema e falta de energia.
Tonturas e desmaios frequentes.
Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca) e pressão arterial baixa.
Sinais comportamentais:
Restrição severa da ingestão calórica.
Medo intenso de ganhar peso, mesmo estando abaixo do peso.
Prática excessiva de exercícios físicos.
Negação da gravidade da perda de peso.
Comportamento obsessivo em relação a alimentos, como cortar refeições ou evitar
comer em público.
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Uso de roupas largas para esconder a magreza.
Sinais Físicos e Comportamentais de Bulimia
A bulimia nervosa também apresenta sintomas específicos que podem ser
percebidos no físico e no comportamento:
Sinais físicos:
Flutuações no peso corporal (nem sempre visíveis).
Inchaço no rosto, especialmente na região das glândulas salivares.
Dores de garganta frequentes e erosão do esmalte dos dentes devido ao vômito
autoinduzido.
Cicatrizes ou calos nas mãos e dedos (sinal de Russell), causados pelo contato com
os dentes ao induzir o vômito.
Problemas gastrointestinais, como constipação ou diarreia.
Fadiga e fraqueza.
Sinais comportamentais:
Episódios recorrentes de compulsão alimentar, seguidos de culpa ou vergonha.
Uso de métodos compensatórios, como vômitos, laxantes ou exercícios excessivos.
Obsessão com peso e aparência corporal.
Esconder alimentos ou comer em segredo.
Preocupação extrema com a ingestão calórica e dietas restritivas fora dos episódios
de compulsão.
Critérios Diagnósticos Segundo o DSM-5
Anorexia nervosa:
1. Restrição da ingestão de energia em relação às necessidades, levando a um peso
corporal significativamente baixo.
2. Medo intenso de ganhar peso ou engordar, mesmo estando abaixo do peso.
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3. Distorção na percepção do peso ou forma corporal, com impacto na autoavaliação
ou negação da gravidade da condição.
Bulimia nervosa:
1. Episódios recorrentes de compulsão alimentar, caracterizados por:
o Consumo de uma quantidade de comida maior do que a maioria das pessoas
consumiria em um período similar.
o Sensação de falta de controle sobre o ato de comer durante o episódio.
2. Comportamentos compensatórios inadequados para evitar o ganho de peso, como
vômitos autoinduzidos, uso de laxantes, jejuns ou exercícios físicos excessivos.
3. Os episódios de compulsão e comportamentos compensatórios ocorrem, em média,
pelo menos uma vez por semana durante três meses.
4. Autoavaliação excessivamente influenciada pelo peso e forma corporal.
Impactos na Saúde
Os transtornos alimentares, como a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, causam
impactos profundos e amplos, afetando não apenas a saúde física, mas também o bem-estar
psicológico e as relações sociais.
1. Consequências Físicas
Anorexia Nervosa:
Desnutrição grave: Privação prolongada de nutrientes essenciais, causando perda
significativa de peso e fraqueza extrema.
Alterações hormonais:
o Amenorreia em mulheres devido à redução de hormônios reprodutivos.
o Redução dos níveis de hormônios tireoidianos, causando lentidão
metabólica.
Osteoporose: Diminuição da densidade óssea devido à falta de cálcio e vitamina D.
Problemas cardiovasculares: Bradicardia, hipotensão e risco de parada cardíaca.
Comprometimento imunológico: Maior suscetibilidade a infecções.
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Bulimia Nervosa:
Desequilíbrios eletrolíticos: Causados por vômitos frequentes ou uso excessivo de
laxantes, podendo levar a arritmias cardíacas.
Erosão dental: Devido ao ácido estomacal presente nos vômitos.
Lesões gastrointestinais: Inflamações, úlceras e ruptura do esôfago em casos graves.
Inchaço das glândulas salivares: Provocado pelo vômito repetido.
2. Consequências Psicológicas
Ansiedade: Muitas vezes, esses transtornos alimentares estão associados a níveis
elevados de ansiedade, principalmente relacionados à alimentação e à imagem
corporal.
Depressão: Sensação de culpa, baixa autoestima e isolamento social podem
contribuir para o surgimento ou agravamento da depressão.
Obsessão por controle: Indivíduos com anorexia frequentemente apresentam
comportamentos obsessivos, como controlar rigidamente o que comem.
Culpa e vergonha: Pessoas com bulimia costumam experimentar intensa culpa após
episódios de compulsão alimentar, o que pode reforçar o ciclo do transtorno.
Risco de suicídio: Estudos mostram uma alta taxa de ideação e tentativas de suicídio
em indivíduos com transtornos alimentares.
3. Impactos Sociais e Familiares
Isolamento social:
o Medo de comer em público e vergonha da aparência podem levar à exclusão
social.
o Relacionamentos interpessoais são prejudicados pela constante preocupação
com alimentação e peso.
Conflitos familiares:
o Familiares podem ter dificuldade em lidar com a situação, gerando tensões.
o Pressão e cobranças podem piorar o estado emocional da pessoa.
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Estigmatização:
o A sociedade pode interpretar os transtornos como "falta de força de vontade"
em vez de compreendê-los como doenças.
o O estigma pode levar ao preconceito e à marginalização.
Impacto financeiro:
o O custo do tratamento médico, psicológico e nutricional pode representar
um desafio para muitas famílias.
Esses impactos reforçam a gravidade dos transtornos alimentares e a necessidade de
uma abordagem multidisciplinar para o diagnóstico, tratamento e suporte aos pacientes e
suas famílias.
Tratamento e Abordagens Terapêuticas
O tratamento da anorexia nervosa e da bulimia nervosa requer uma abordagem
multidisciplinar que envolva profissionais de diversas áreas, como psicologia, psiquiatria,
nutrição e medicina.
1. Terapias Psicológicas
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):
Foco em identificar e modificar padrões de pensamento distorcidos relacionados à
alimentação, peso e imagem corporal.
Ajuda o paciente a desenvolver habilidades para lidar com situações que
desencadeiam o comportamento alimentar inadequado.
É uma das abordagens mais eficazes, especialmente para a bulimia nervosa.
Terapia Familiar:
Envolve os familiares no processo de tratamento, especialmente em casos de
adolescentes.
Visa melhorar a comunicação e o suporte dentro da família, ajudando na
recuperação do paciente.
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Terapia Dialética Comportamental (TDC):
Indicada para casos em que há grande instabilidade emocional.
Ajuda o paciente a regular as emoções e melhorar a relação com a alimentação.
Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT):
Foco em ajudar o paciente a aceitar pensamentos e emoções desconfortáveis, sem
deixar que eles controlem suas ações.
2. Intervenções Médicas e Nutricionais
Cuidados médicos:
Monitoramento de complicações físicas, como desnutrição, desequilíbrios
eletrolíticos e problemas cardiovasculares.
Uso de medicamentos, como antidepressivos ou estabilizadores de humor, para
tratar sintomas associados (ex.: ansiedade, depressão).
Acompanhamento nutricional:
Criação de planos alimentares personalizados, com o objetivo de restaurar o peso
saudável e corrigir deficiências nutricionais.
Educação alimentar para ajudar o paciente a entender a importância de uma dieta
equilibrada e saudável.
Progressão gradual na ingestão alimentar para evitar complicações, como o
"síndrome da realimentação".
3. Importância do Apoio Familiar e Social
Papel da família:
A família desempenha um papel essencial no apoio emocional e prático durante o
tratamento.
Fornecer um ambiente acolhedor e compreensivo ajuda na recuperação.
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Participação em terapias familiares pode reduzir conflitos e melhorar a dinâmica
familiar.
Apoio social:
Rede de amigos e grupos de apoio são fundamentais para reduzir o isolamento
social.
Grupos de apoio, compostos por pessoas que enfrentam ou enfrentaram transtornos
alimentares, oferecem um espaço seguro para troca de experiências e motivação.
Sensibilização e combate ao estigma:
É importante criar um ambiente social que valorize a saúde mental e promova a
aceitação corporal.
Combater estigmas relacionados aos transtornos alimentares pode encorajar mais
pessoas a buscar tratamento.
Conclusão sobre o Tratamento
O sucesso do tratamento depende de um trabalho integrado entre as diferentes áreas,
com a participação ativa do paciente e o apoio contínuo da família e da sociedade. Embora
o processo de recuperação possa ser desafiador, intervenções adequadas e um ambiente de
suporte aumentam significativamente as chances de recuperação.
Cuidados de enfermagem
Os cuidados de enfermagem para pacientes com anorexia nervosa e bulimia
nervosa devem ser orientados para oferecer suporte físico e emocional, promovendo uma
recuperação gradual e sustentável. Aqui estão as principais intervenções:
Avaliação inicial
Histórico de saúde: Identificar sinais de desnutrição, comportamento alimentar
inadequado, uso de laxantes, diuréticos ou indução de vômito.
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Monitoramento do peso: Realizar pesagens regulares em condições controladas,
evitando comentários sobre o peso.
Exames físicos: Avaliar sinais de complicações, como arritmias cardíacas,
desidratação e alterações eletrolíticas.
Saúde mental: Identificar sintomas de depressão, ansiedade ou pensamentos
suicidas
Monitoramento e prevenção de complicações
Observar sinais de desequilíbrio eletrolítico (hipocalemia, hipocalcemia).
Monitorar alterações no ritmo cardíaco (risco de parada cardíaca).
Acompanhar cicatrização de feridas bucais ou esofágicas causadas por vômitos
frequentes (em pacientes com bulimia).
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CONCLUSÃO
A anorexia nervosa e a bulimia são doenças nutricionais que vão muito além de
questões relacionadas à alimentação, envolvendo fatores emocionais, psicológicos, sociais e
culturais. Este estudo destacou a complexidade dessas condições, ressaltando a necessidade
de conscientização e suporte adequado para as pessoas afetadas. O enfrentamento dessas
desordens requer uma abordagem integrada, unindo profissionais da saúde, familiares e a
sociedade em geral.
Por fim, enfatiza-se que o cuidado preventivo, a educação sobre hábitos alimentares
saudáveis e o combate aos padrões estéticos prejudiciais são passos essenciais para reduzir
a prevalência dessas doenças e promover um ambiente mais acolhedor e inclusivo.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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de Transtornos Mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
NUNES, M. A.; APPOLINÁRIO, J. C. Transtornos Alimentares: Uma visão
integrativa. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2018.
CORDÁS, T. A.; WOLF, M. Bulimia e Anorexia: Diagnóstico, tratamento e
prevenção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.
SCHUBERT, M. C. Saúde mental e transtornos alimentares: desafios da nutrição
clínica. São Paulo: Editora Manole, 2016.
FERREIRA, C. A.; SILVA, R. J. Psicologia e Transtornos Alimentares:
Perspectivas multidisciplinares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2020.
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PENSAMENTO
“A cada vez que você ingere um alimento, você está alimentando sua saúde ou está
alimentando uma doença. A escolha é sempre sua”.
Rodrigo Polesso
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ANEXOS
Anorexia
Bilumia
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