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Nano Phytobioma

O NANO PHYTOBIOMA é um produto que combina fitoesfingosina e óleo de abacate em nanopartículas lipídicas, promovendo o equilíbrio do microbioma da pele e melhorando a integridade da barreira cutânea. Estudos clínicos demonstraram sua segurança e eficácia, com benefícios como ação antimicrobiana, anti-inflamatória e hidratação, além de ser adequado para peles normais e sensíveis. O uso recomendado é de 1 a 5% na formulação de cremes, séruns, loções e géis.

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Nano Phytobioma

O NANO PHYTOBIOMA é um produto que combina fitoesfingosina e óleo de abacate em nanopartículas lipídicas, promovendo o equilíbrio do microbioma da pele e melhorando a integridade da barreira cutânea. Estudos clínicos demonstraram sua segurança e eficácia, com benefícios como ação antimicrobiana, anti-inflamatória e hidratação, além de ser adequado para peles normais e sensíveis. O uso recomendado é de 1 a 5% na formulação de cremes, séruns, loções e géis.

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O EQUILÍBRIO QUE SUA PELE PRECISA

INCI: Phytosphingosine, Persea gratissima oil.

NANO PHYTOBIOMA possui fitoesfingosina e óleo de abacate encapsulados em


nanopartículas lipídicas, indicado para o equilíbrio do microbioma, restauração da integridade da
barreira cutânea e melhora da resposta imune da pele.

A nanoencapsulação de ingredientes ativos lipofílicos, como a fitoesfingosina e o óleo de


abacate, permite a fácil dispersão em bases e veículos aquosos, além de melhorar a penetração dos
ativos na pele, aumentando a eficácia do produto. O uso de nanocarreadores em formulações de uso
tópico constitui uma estratégia promissora para melhorar a eficácia de tratamentos cosméticos e
doenças de pele 1.

A fitoesfingosina é uma base esfingóide presente em altas concentrações no estrato córneo.


Obtida biotecnologicamente pela fermentação de leveduras, a fitoesfingosina desempenha um
2,3
importante papel na manutenção da pele saudável . A aplicação tópica da fitoesfingosina e seus
derivados têm mostrado aumentar os níveis de ceramidas no estrato córneo e melhorar a função
barreira da pele. Esta propriedade é, principalmente, importante na manutenção de condições de
4-6
pele seca e dermatite atópica . Outras vantagens relacionadas à fitoesfingosina e seus derivados
incluem: prevenção da perda de água transepidermal, regulagem do crescimento, diferenciação e
apoptose de células epidermais, atividades anti-inflamatória e antimicrobiana, além de apresentar
importante papel no sistema de defesa natural da pele 7,8.

Estudos in vitro e in vivo demonstram que a fitoesfingosina possui propriedades


antimicrobianas, inibindo o crescimento de uma variedade de fungos, bactérias gram positivas e gram
9-11
negativas, incluindo Escherichia coli e Staphiloccoccus aureus . A atividade anti-inflamatória da
fitoesfingosina se dá através da inibição da produção de citocinas pró-inflamatórias e da proteína
quinase C, enzima central que controla uma variedade de respostas celulares11.

O óleo de abacate é extraído do abacateiro (Persea americana Mill), nativo da América, e se


destaca por seu alto teor de ácidos graxos monoinsaturados, fitoesteróis (beta-sitosterol
especialmente), lecitinas, substâncias antioxidantes e vitaminas do complexo A, B, C e E. Além disso,
o óleo de abacate é rico em ácidos graxos essenciais, como os ácidos linoleico (ômega 6) e oleico
12-15
(ômega 9) . O óleo de abacate apresenta um elevado teor de vitamina E que é um poderoso
antioxidante que inibe a formação de radicais livres e diminui, assim, os sinais de envelhecimento e
contribui para o tônus e vitalidade da pele 16, 17.

NANO PHYTOBIOMA possui nanopartículas com tamanho médio de aproximadamente 200


nm (Figura 1). O tamanho nanométrico permite uma melhor penetração dos ativos na pele e
proporciona uma liberação gradual e prolongada. Além disso, os sistemas coloidais, também, formam
uma camada oclusiva sobre a pele evitando a perda de água transepidermal e auxiliando na
manutenção da hidratação cutânea.
Estudos clínicos:

Nano Phytobioma foi testado clinicamente quanto a sua segurança de aplicação, aceitabilidade
dermatológica em peles normais e sensíveis e apreciabilidade cosmética em laboratório
credenciado.

1 - Avaliação de irritabilidade dérmica primária, acumulada e sensibilização (patch test):

Produto avaliado: Creme com Nano PhytoBioma 3% e Nano Calming 7%.

Procedimento: Estudo realizado com 50 participantes, entre 18 e 65 anos, com condições de pele
normal. Foi empregado o teste de contato (patch test), por 48 horas e os participantes foram
avaliados por dermatologista quanto a presença de sinais clínicos e sensações de desconforto.

Resultado: O produto não induziu processo de irritação e sensibilização cutânea, durante o período
de estudo e, portanto, suporta o apelo "Dermatologicamente testado”.

2 - Avaliação de aceitabilidade dermatológica (peles sensíveis):

Produto avaliado: Creme para peles sensíveis com Nano PhytoBioma 3% e Nano Calming 7%.
Procedimento: Estudo realizado com 32 participantes, entre 19 e 61 anos, com pele sensível.

Os participantes foram avaliados por dermatologista quanto à presença de sinais clínicos e


sensações de desconforto, após 21 ± 2 dias de uso do produto a domicílio.

Resultado: Nenhum participante relatou sensações de desconforto e não foram detectados sinais
clínicos após o uso do produto, suportando o claim para peles sensíveis.

3 - Avaliação de aceitabilidade dermatológica (peles normais) e apreciabilidade cosmética:


Procedimento: Estudo realizado com 33 participantes, entre 18 e 65 anos, com condições de pele
normal. Os participantes foram avaliados por dermatologista quanto à presença de sinais clínicos e
sensações de desconforto, após 30 ± 2 dias de uso do produto a domicílio e foram orientados a
preencher um questionário de avaliação subjetiva.
Na avaliação da opinião dos participantes (apreciabilidade cosmética), 85% dos participantes
sentiram a pele mais hidratada; 73% sentiram que o produto controlou a oleosidade; 76%
perceberam a pele menos sensível; 79% perceberam redução da vermelhidão da pele após o uso
do produto; 79% perceberam o alívio da rosácea; 100% disseram que o produto foi absorvido
rapidamente pela pele (fácil absorção); 79% relataram que o produto tem bom resultado e 79%
comprariam este produto

BENEFÍCIOS:

Restauração da integridade da barreira cutânea;
Equilíbrio da microbiota cutânea;
Ação antimicrobiana, anti-inflamatória e hidratante;
Reduz a aspereza da pele;
Tratamento da acne, dermatite atópica, feridas e infecções cutâneas;
Prevenção de dermatites e assaduras de fralda;
Reduz a inflamação da pele causada pela exposição solar excessiva (produtos pós-sol).

RECOMENDAÇÃO DE USO
Uso externo. Cremes, séruns, loções e géis.

Adicionar 1 a 5% do ativo NANO PHYTOBIOMA na formulação a frio e homogeneizar. Agite antes


de usar.

Informações Adicionais:

pH: 4,0 – 7,0.


Condições de armazenamento: armazenar o produto em sua embalagem original, em temperatura
menor ou igual a 25ºC e protegido da luz.

Compatibilidade: bases não-iônicas, catiônicas e aniônicas.

Incompatibilidade: solventes orgânicos, como etanol.


Referências:
1. Beck, R., Guterres, S., and Pohlmann, A., Nanocosmetics and nanomedicines - new approaches for skin care. Springer:
Berlin, Germany, 2011.

2. Yilmaz E, Borchert HH. Effect of lipid-containing, positively charged nanoemulsions on skin hydration, elasticity and
erythema - an in vivo study. Int J Pharm. 2006;307(2):232-238.

3. Phytosphingosine - a natural, skin-identical active ingredient for personal care products [press release]. Evonik Industries.
4. Kim S, Hong I, Hwang JS, et al. Phytosphingosine stimulates the differentiation of human keratinocytes and inhibits TPA-
induced inflammatory epidermal hyperplasia in hairless mouse skin. Mol Med. 2006;12(1-3):17-24.

5. Rawlings AV. Trends in stratum corneum research and the management of dry skin conditions. Int J Cosmet Sci. 2003;25(1-
2):63-95.

6. Imokawa G, Ishida K. Role of ceramide in the barrier function of the stratum corneum, implications for the pathogenesis of
atopic dermatitis. Journal of Clinical & Experimental Dermatology Research. 2014;5(1):1-12.

7. Kim BH, Lee JM, Jung YG, Kim S, Kim TY. Phytosphingosine derivatives ameliorate skin inflammation by inhibiting NF -
kappaB and JAK/STAT signaling in keratinocytes and mice. J Invest Dermatol. 2014;134(4):1023-1032.

8. Becam J, Walter T, Burgert A, et al. Antibacterial activity of ceramide and ceramide analogs against pathogenic Neisseria.
Scientific Reports. 2017;7(1):17627.

9. Fischer CL, Walters KS, Drake DR, et al. Sphingoid bases are taken up by Escherichia coli and Staphylococcus aureus
and induce ultrastructural damage. Skin Pharmacol Physiol. 2013;26(1):36-44.

10. Başpınar Yc, Kotmakçı M, Öztürk Is. Antimicrobial activity of phytosphingosine nanoemulsions against bacteria and
yeasts. Celal Bayar University Journal of Science. 2018;14(2):223-228.

11. Pavicic T, Wollenweber U, Farwick M et al. (2007) Anti-microbial and -inflammatory activity and efficacy of
phytosphingosine: an in vitro and in vivo study addressing acne vulgaris. Int J Cosmet Sci 29:181–90.

12. Nogueira-de-Almeida, C. A., et al. Perfil nutricional e benefícios do azeite de abacate (Persea americana): uma revisão
integrativa. Brazilian Journal of Food Technology, v. 21, e2017214, 2018.

13. Ferrari, R. A. Caracterização físico-química do óleo de abacate extraído por centrifugação e dos subprodutos do
processamento. Brazilian Journal of Food Technology, v. 18, n. 1, p. 79-84, 2015.

14. Meyer, M. D., et al. Avocado: Health-promoting properties of fruit and vegetables. Cabi, p. 27, 2011.

15. Dias, S. V. E., Formação, caracterização e estabilidade de emulsões múltiplas A1/O/A2 com óleo de abacate. Dissertação
apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos, Universidade Federal do Paraná, 2016.

16. Werman, M. J., et al. The effect of various avocado oils on skin collagen metabolism. Connective Tissue Research, v. 26
n. 1-2, p. 1–10, 1991.

17. Roberts, R. L., Green, J., and Lewis, B. Lutein and zeaxanthin in eye and skin health. Clinics in Dermatology, 27(2), 195–
201, 2009.

18. Nayak B. S., Raju S. S. and Chalapathi R. A. V. Wound healing activity of Persea americana (avocado) fruit: a preclinical
study on rats. Journal of Wound Care, v. 17, n. 3, p. 123-126, 2008

19. Rosenblat, G., et al. Polyhydroxylated fatty alcohols derived from avocado suppress inflammatory response and provide
non-sunscreen protection against UV-induced damage in skin cells. Archives of Dermatological Research, v. 303, n. 4, p.
239–246, 2010.

20. Ordu, J. I. and Jaja, G. O. Evaluation of Pulp oil from Persea americana (avocado fruit) in pharmaceutical cream
formulation. International Journal of Advances in Scientific Research and Engineering, v. 4, n. 5, p. 14-25, 2018.

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