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Estética e Existência em Heidegger

O curso FLF5269 aborda a estética no pensamento de Heidegger, focando na interrelação entre arte e existência. A investigação se divide em três etapas: análise do modo de pensar de Heidegger, estudo do ensaio 'A origem da obra de arte' e avaliação do impacto da reflexão heideggeriana na técnica e subjetividade moderna. O conteúdo inclui temas como a angústia, a morte, a produção técnica e a imaginação transcendental.
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Estética e Existência em Heidegger

O curso FLF5269 aborda a estética no pensamento de Heidegger, focando na interrelação entre arte e existência. A investigação se divide em três etapas: análise do modo de pensar de Heidegger, estudo do ensaio 'A origem da obra de arte' e avaliação do impacto da reflexão heideggeriana na técnica e subjetividade moderna. O conteúdo inclui temas como a angústia, a morte, a produção técnica e a imaginação transcendental.
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FLF5269 Estética (Arte e Existência em Heidegger)

Programa de Pós-Graduação em Filosofia


2º Semestre de 2020
Prof. Dr. Marco Aurélio Werle
Créditos: 08
Duração: 12 semanas

I – OBJETIVOS
Pretende-se abordar o pensamento estético de Heidegger considerando a
interrelação entre arte e existência, seguindo três etapas de investigação: 1)
inicialmente partindo do quadro do modo de pensar de Heidegger e da analítica da
existência; 2) em seguida, entrando no campo de pensamento em torno do ensaio A
origem da obra de arte (1935-36), analisando-o detalhadamente em seus momentos
ontológico-hermenêuticos: a coisa, o instrumento, a obra e a poesia. Procurar-se-á
não perder de vista o diálogo que esse ensaio mantém com a ontologia fundamental
de Heidegger, com a estética tradicional e contemporânea e com a própria arte e
poesia. 3) Por fim, trata-se de avaliar o alcance dessa reflexão heideggerriana diante
do fenômeno da técnica e da subjetividade moderna.

II – CONTEUDO
1. A arte de questionar
2. A pergunta e o caminho
3. A angústia, o nada e a morte
4. O encontro da analítica existencial com a arte e a poesia
5. O sentido da origem da obra de arte
6. A produção técnica e artística da natureza
7. A subjetividade como fundamento da técnica
8. A imaginação transcendental diante da razão prática
9. A arte como vontade ou fundada na origem?

Telefones:
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 | sala 1007 (11) 3091 3709 www.filosofia.fflch.usp.br
Cidade Universitária | São Paulo | SP (11) 3091 3761 [email protected]
05508 010 (11) 3091 3765 [email protected]
III – AVALIAÇÃO
Dissertação.

IV – BIBLIOGRAFIA
Básica
HEIDEGGER, M. "Der Ursprung des Kunstwerkes" In: Holzwege, Frankfurt am Main,
Klostermann, 2. Auflage, 1952 (A origem da obra de arte, trad. apres. e notas
de Maria José R. Campos, publicada na Kritérion. Revista de Filosofia,
números 76 (1986), 79/80 (1987/88) e 86 (1992)/trad. de Maria da
Conceição Costa, Lisboa, Edições 70, 1989/trad. de Irene Borges-Duarte e
Filipa Pedroso, In: Caminhos da floresta, Lisboa, Gulbenkian, 1989)
____. Erläuterungen zu Hölderlins Dichtung, In: Gesamtausgabe, hrsg. von Friedrich-
Wilhelm von Herrmann, Frankfurt am Main, V. Klostermann, 1981 Band 4,
(1944, erste Auflage) (Interpretaciones sobre la poesía de Hölderlin, trad. de
José Maria Valverde, Barcelona, Ariel, 1983)
____. Unterwegs zur Sprache, Tübingen, Neske, 4. Auflage, 1958 (A caminho da
linguagem, trad. de Márcia de Sá Cavalcanti Schuback, Petrópolis, Vozes,
2003)
____. “Der Wille zur Macht als Kunst” (1936/37), in: Nietzsche I, Pfullingen, Neske,
1961 (“Vontade de poder como arte” in: Nietzsche I, trad. de Marco Antônio
Casanova, Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2007)
____. Was heisst Denken? Stuttgart, Reclam, 1992/Die Zeit des Weltbildes, In:
Holzwege, Frankfurt am Main, Klostermann, 2. Auflage, 1952 (“O que significa
pensar?”/ “A época da imagem do mundo”, in: Schneider, Rudi. O outro pensar,
Ijuí, Editora Unijuí, 2005)
____. “Die Frage nach der Technik”, In: Vorträge und Aufsätze, Tübingen, Neske, 1959
(“A questão da técnica” In: Cadernos de Tradução, trad. de Marco Aurélio
Werle, São Paulo, Departamento de Filosofia/USP, 1997, n 2 (reedição pela
Revista Scientia Studia, com apres. de Franklin Leopoldo e Silva,

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Cidade Universitária | São Paulo | SP (11) 3091 3761 [email protected]
05508 010 (11) 3091 3765 [email protected]
Departamento de Filosofia/USP, 2007)/A questão da técnica, trad. de Emanuel
Carneiro Leão, Ensaios e conferências, Petrópolis, Vozes, 2002)

Complementar
DUBOIS, C. Heidegger: Introdução a uma leitura, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor,
2004
HEIDEGGER, M. Wegmarken, Frankfurt am Main, Klostermann, 2. Auflage, 1978
(Conferências e escritos filosóficos, trad. e notas de Ernildo Stein, coleção "Os
pensadores", São Paulo, Nova Cultural, 1989)
____. Vorträge und Aufsätze, Tübingen, Neske, 1959 (Ensaios e conferências, vários
tradutores, Petrópolis, Vozes, 2002)
____. Holzwege, Frankfurt am Main, Klostermann, 2. Auflage, 1952 (Caminhos da
Floresta, trad. de Irene Borges-Duarte e Filipa Pedroso, In: Caminhos da
floresta, Lisboa, Gulbenkian, 1989)
NUNES, B. Passagem para o poético, São Paulo, Ática, 1986
____. Hermenêutica e poesia. O pensamento poético, Belo Horizonte, Editora UFMG,
2007
____. No tempo do niilismo e outros ensaios, São Paulo, Ática, 1993
____. Crivo de papel, São Paulo, Ática, 1998 (2. Ed.)
SADZIK, J. Ésthétique de Martin Heidegger, Paris, Editions Universitaires, 1963
VATTIMO, G. Introdução a Heidegger, trad. de João Gama, Lisboa, Edições 70, 1989
WERLE, M. A. Poesia e pensamento em Hölderlin e Heidegger, São Paulo, Edunesp,
2005
____. “A angústia, o nada e a morte em Heidegger” In: Trans/Form/Ação, v. 26, 2003
____. “Nietzsche e Heidegger: a arte como vontade ou fundada na origem?” In:
Cadernos Nietzsche, v. 21, 2006
____. “Martin Heidegger, o homem na clareira do ser”, In: Os Pensadores, um curso, org.
por Mário Vítor Santos, Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2006 (reedição: Casa
da Palavra, Rio de Janeiro, 2009)

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____. “Heidegger e a arte de questionar” In: APRENDER. Caderno de Filosofia e
Psicologia da Educação – Número especial: Heidegger e a educação, ano VI,
nº10, Vitória da Conquista, 2008
____. “A imaginação transcendental como origem da razão prática no Kant-Buch de
Heidegger” In: Rocha Fragoso, E. A. /Costa, R. (org.). Ética e subjetividade.
Fortaleza: Editora da UECE, 2011. v. 1. 263p .
____. “Heidegger e a origem da obra de arte”. Contextura (UFMG), v. 2011/2, p. 70-78,
2011.
____. “Heidegger e a produção técnica e artística da natureza”. Trans/Form/Ação
(UNESP. Marília. Impresso), v. 34, p. 95-108, 2011.
____. “A pergunta e o caminho no pensamento de Heidegger”. In: Roberto Wu; Cláudio
Reichert do Nascimento. (Org.). A obra inédita de Heidegger. São Paulo: Liber
Ars, 2012, v. , p. 151-165.
____. “O encontro da analítica existencial com a arte e a poesia. Heidegger e sua época:
1930-1950”. 1ed.Porto Alegre: Clarinete, 2014, v. , p. 129-143.
____. A subjetividade como fundamento da técnica. Aoristo, v. 1, p. 59-70, 2017

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