Controle e Avaliação em Projetos Públicos
Controle e Avaliação em Projetos Públicos
Rennó
EMBRAPA (400002144 - Analista - Área
Transferência de Tecnologia e
Comunicação - Subárea: Gestão de
Projetos) Conhecimentos Específicos -
Autor:
2024 (Pós-Edital)
Antonio Daud, Ricardo
Campanario, Rodrigo Rennó,
Stefan Fantini, Equipe Legislação
Específica Estratégia Concursos
07 de Janeiro de 2025
Índice
1) Conceito de Controle
..............................................................................................................................................................................................3
2) Momento do Controle
..............................................................................................................................................................................................7
7) Indicadores SMART
..............................................................................................................................................................................................
36
9) Coleta, Análise e Interpretação de Info. Quanti e Qualitativas para Avaliação de Programas Govername
..............................................................................................................................................................................................
50
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CONCEITO DE CONTROLE
O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo atingidos pela
empresa. Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os resultados esperados ou
planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que funcionou.
O processo de controle, de acordo com Maximiano, pode ser definido assim1:
“O processo de controle consiste em fazer a comparação e em tomar a decisão de confirmar ou
modificar os objetivos e os recursos empregados em sua realização”.
Sem um sistema eficaz de controle, o gestor não tem condições de tomar as decisões necessárias. Como
decidir se não temos dados sobre o que está ocorrendo?
Imagine se você tivesse que dirigir um carro com uma venda nos olhos. O resultado provavelmente não seria
muito positivo para você, não é verdade?
De nada valeria um excelente planejamento estratégico, por exemplo, se o controle não existisse ou
funcionasse de modo frágil. Além disso, o controle permite que a instituição aprenda com seus erros e
acertos.
O sistema de controle lhe fornece, assim, um modo de monitorar os efeitos das decisões e ações tomadas e
comparar com o que fora planejado anteriormente2.
Ele é feito tanto no nível estratégico (que abrange toda a organização), bem como no nível tático e no
operacional.
Quase todas as atividades, naturalmente, terão algum tipo de desvio (sejam desvios positivos ou negativos).
Entretanto, uma avaliação dos motivos que levaram ao desvio também é importante para que a organização
esteja sempre melhorando seus processos de trabalho.
O processo de controle é formado por quatro etapas: o estabelecimento dos padrões (qual é o resultado
esperado), o monitoramento do desempenho (coleta dos dados), a comparação com o planejado, e a tomada
de ações corretivas (quando necessário).
Abaixo, podemos ver cada etapa deste processo3:
1
(Maximiniano, 1995)
2
(Rennó, 2013)
3
(Sobral & Peci, 2008)
3
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Monitoramento do desempenho
•Basicamente é um trabalho de coleta de informações. Determinamos
o quê vai ser medido, como iremos medir (fontes de informação) e
quando iremos medir e com que frequência.
Medidas corretivas
•Aprender com os erros e corrigí-los ou entender o que deu certo e
padronizar.
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Como vimos acima, o controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou
não sendo atingidos pela empresa.
Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os resultados esperados ou
planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que funcionou.
Gabarito: letra A
(TRE-SP – ANALISTA) Uma das atividades próprias do administrador é a que diz respeito ao controle,
no bojo da qual se insere:
(A) medir e corrigir o desempenho de subordinados para assegurar que os objetivos e metas da
organização sejam atingidos.
(B) fixação de critérios de avaliação do desempenho individual de cada colaborador em função dos
resultados almejados. ==2c89c3==
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RESUMO
Conceito de Controle
O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo
atingidos pela empresa.
O sistema de controle lhe fornece, assim, um modo de monitorar os efeitos das decisões e
ações tomadas e comparar com o que fora planejado anteriormente
O processo de controle é formado por quatro etapas:
• Estabelecimento dos padrões: Definição dos resultados esperados da tarefa ou
atividade;
• Monitoramento do desempenho: Basicamente é um trabalho de coleta de
informações. Determinamos o que vai ser medido, como iremos medir (fontes de
informação) e quando iremos medir e com que frequência;
• Comparação do resultado com o padrão: análise dos resultados reais em
comparação com o objetivo previamente estabelecido.
• Medidas corretivas: Aprender com os erros e corrigi-los ou entender o que deu certo
e padronizar.
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MOMENTO DO CONTROLE
Uma das classificações que mais são cobradas em provas de concurso está relacionada com o tempo em que
o controle ocorre. O processo de controle pode acontecer antes do que a atividade, de modo simultâneo e
após a atividade ter sido encerrada.
Assim sendo, seriam três os tipos de controle de acordo com o seu “momento”: o controle preventivo (prévio
ou “ex-ante”), o controle simultâneo e o controle posterior ou “ex-post”.
O primeiro tipo é o controle prévio. Este controle preventivo tem como objetivo a identificação e a
prevenção dos problemas antes que eles efetivamente ocorreram 1. Funciona, portanto, como um tipo de
controle proativo, pois busca evitar que os problemas aconteçam.
Como a atividade ainda nem começou, este tipo de controle visa verificar se os recursos e máquinas de uma
empresa, por exemplo, estão em bom estado para que a atividade possa iniciar.
Quando um avião está sendo vistoriado antes de levantar voo em um aeroporto, este tipo de controle está
sendo efetuado. Se algo aparentar estar errado, o avião não poderá decolar.
Já o controle simultâneo ocorre ao mesmo tempo em que a atividade está acontecendo. Como exemplo,
teríamos o trabalho de supervisão de uma equipe.
Com a evolução das tecnologias de informação, hoje é possível o controle em tempo real de diversas
atividades. O trabalho de rastreamento de uma carga, como ocorre com os trens e navios modernos, não
deixa de ser um processo de controle deste transporte.
Este tipo de controle já seria um tipo controle reativo2. Outro controle que não consegue mais evitar o
resultado negativo seria o controle “ex-post” ou posterior. Alguns autores ainda o chamam de controle por
feedback.
Esse controle posterior busca avaliar qual foi o desempenho de uma atividade após esta ter acontecido. Com
estes dados, podemos propor correções no processo ou atividade, de modo que os erros sejam sanados.
Controle
simultâneo
1
(Daft, 2005)
2
(Sobral & Peci, 2008)
7
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Outra classificação muito semelhante a esta é a de Leonardo Secchi 3. Para ele, a avaliação de Políticas
Públicas pode se distinguir entre a avaliação ex-ante (anterior a implementação), a avaliação ex-post ou
somativa (posterior a avaliação) e a avaliação in itinere, também conhecida como avaliação formativa ou
monitoramento, que ocorre durante o processo de implementação para fins de ajustes imediatos4.
Podemos ver abaixo as principais características dos tipos de controle, de acordo com Sobral e Peci 5:
3
(Secchi, 2010)
4
(Costa e Castanhar, 2003) apud (Secchi, 2010)
5
(Sobral & Peci, 2008)
8
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Gabarito: errada
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Uma classificação importante dos tipos de controle se dá pelo órgão que o exerce e o aspecto da atividade
administrativa a ser controlado: controle administrativo, controle legislativo e controle judicial.
O controle administrativo é um tipo de controle interno. Ele é efetuado através da capacidade que a
Administração Pública tem de autotutela.
Assim, sempre que a Administração buscar corrigir ou alterar seus próprios atos administrativos estará
exercendo este tipo de controle, um autocontrole. Os meios de controle administrativo podem ser
classificados em: supervisão ministerial e o controle hierárquico.
Já o controle legislativo é efetuado pelo próprio parlamento e por seus órgãos auxiliares (como o TCU, no
caso da União). Este controle pode ser dividido em dois tipos: o controle político e o controle financeiro.
No caso do controle judicial, este é efetuado pelo Poder Judiciário no exercício de sua função principal – a
jurisdicional. O Brasil não adota o modelo francês, de contencioso administrativo. Desta maneira, o Judiciário
é o “ponto final” das causas.
Outro tipo de classificação de controle se dá pela origem do órgão controlador: controle interno e controle
externo. O controle interno ocorre quando o órgão que exerce o controle está inserido no mesmo poder do
órgão fiscalizado.
É o que ocorre quando a CGU, por exemplo, fiscaliza o Ministério da Defesa. É um órgão do Poder Executivo
controlando outro órgão do Poder Executivo Federal.
Já o controle externo ocorre quando existe um controle por parte de um órgão de um poder sobre algum
órgão do outro poder. É o caso da fiscalização do TCU (Poder Legislativo) sobre o mesmo Ministério da Defesa
(Poder Executivo).
Finalmente, temos a classificação em relação à iniciativa ou modo de instauração: controle de ofício ou “ex
offício” e controle “provocado” ou por provocação.
O controle de ofício é o controle executado pela própria administração quando exerce o poder de autotutela.
Já o controle “provocado” é instaurado por terceiros quando entram com recursos, quando fazem petições,
requerem informações, dentre outros instrumentos utilizados.
De acordo com Chiavenato, existem sete características do controle6:
6
(Chiavenato, Administração nos novos tempos, 2010)
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Características Descrição
adequadamente.
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RESUMO
Momento do Controle
O processo de controle pode acontecer antes do que a atividade, de modo simultâneo e após
a atividade ter sido encerrada.
Assim sendo, seriam três os tipos de controle de acordo com o seu “momento”: o controle
preventivo (prévio ou “ex-ante”), o controle simultâneo e o controle posterior ou “ex-post”.
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Características Descrição
Orientação
O controle deve apoiar planos estratégicos e focalizar as atividades
estratégica para
resultados essenciais que fazem a real diferença para a organização.
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1
(Chiavenato, Administração Geral e Pública, 2008)
2
(Robbins & Coulter, 1998)
14
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https://goo.gl/vey2jG
Para que possamos saber como as organizações estão cumprindo, ou não, seu papel, nós precisamos de
indicadores. Estes são como “termômetros” que nos permitem avaliar como a instituição está se saindo na
realidade.
O conceito de indicador costuma ser definido pela literatura de modo semelhante. Para Ferreira, Cassiolato
e Gonzales3,
“O indicador é uma medida, de ordem quantitativa ou qualitativa, dotada de significado particular e utilizada para organizar
e captar as informações relevantes dos elementos que compõem o objeto da observação. É um recurso metodológico que
informa empiricamente sobre a evolução do aspecto observado”.
Assim, os indicadores são medidas que ajudam a compreensão sobre o funcionamento de uma atividade ou
processo da empresa. De acordo com a Rua 4:
“De uma maneira simplificada, os indicadores são medidas que representam ou quantificam um insumo, um resultado, uma
característica ou o desempenho de um processo, de um serviço, de um produto ou da organização como um todo.”
3
(Ferreira et Al, 2009) apud (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de
Planejamento e Investimentos Estratégicos - SPI, 2010)
4
(Rua)
5
(Ministério do Planejamento, 2009)
6
(Souza, Said, Kock, Malachias, & Lapa, 2009)
15
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Os indicadores buscam medir diversos aspectos do funcionamento de uma organização, bem como das ações
governamentais. Assim, devemos conhecer estes aspectos ou dimensões, entre as quais se destacam:
eficiência, eficácia, efetividade, economicidade, excelência e execução.
Estas seis categorias básicas de indicadores de desempenho são divididas pelo Gespública entre dois grupos,
resultado e esforço7:
7
(Ministério do Planejamento, 2009)
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temporal), está
da campanha, podem ser definidos a relacionada com a missão
mantendo‐se os objetivos partir da Carta de Serviços da instituição. Por
propostos. Indicadores de do órgão; exemplo, se uma
eficiência podem ser campanha de vacinação
encontrados na Carta de realmente imunizar e
Serviços com seus diminuir a incidência de
elementos de custos e em determinada doença entre
informações de sistemas as crianças, a campanha
estruturantes do Governo, foi efetiva. Indicadores de
como o SIAFI efetividade podem ser
encontrados na dimensão
estratégica do Plano
Plurianual (PPA)
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O Governo Federal tem uma concepção de cadeia de valor que identifica seis dimensões do desempenho 8.
Uma cadeia de valor, segundo Bennett e Wholey9, é:
“O levantamento de toda a ação ou processo necessário para gerar ou entregar produtos ou serviços a um beneficiário. É uma
representação organizacional que permite melhor visualização do valor ou do benefício agregado no processo, sendo utilizada
amplamente na definição dos resultados e impactos de organizações.”
Abaixo, podemos ver melhor estes indicadores na cadeia de valor:
8
(Palvarini, 2010)
9
(Bennett, 1976; Wholey, 1979) apud (Palvarini, 2010)
18
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Podemos ver pelo gráfico que os processos e atividades envolvem insumos (inputs) que são utilizados para
gerar produtos (bens, serviços etc.) diversos com o objetivo de alterar alguma situação na realidade, ou seja,
criar impactos (outcomes).
Assim, o governo emprega recursos financeiros, pessoas, materiais (inputs) visando produzir alguns
produtos (outputs), como: atendimentos médicos, policiamento, aulas etc.
Finalmente, os produtos devem gerar impactos na realidade. De nada adiantam aulas, por exemplo, se as
crianças não aprendem. Assim, devemos medir estes impactos (outcomes).
Abaixo, podemos ver o diagrama insumo-produto10, que aponta facilmente quais são os aspectos a serem
medidos:
10
(Tribunal de Contas da União, 2010)
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(DPU - TÉCNICO) Na administração pública, a qualidade está relacionada à eficiência dos serviços
prestados.
Comentários:
A qualidade não é medida pelos indicadores de eficiência, que se relacionam com o uso dos recursos
que temos disponíveis para atingir nossos objetivos.
A qualidade pode ser avaliada pelos indicadores de excelência, da dimensão esforço.
Gabarito: errada
(IBGE – AGENTE) Uma ONG atendeu, em 2015, 100 refugiados, com um dispêndio total de 100.000
reais. Em 2016, a ONG atendeu 120 refugiados, com um dispêndio total de 120.000 reais.
Pode-se dizer que, de 2015 para 2016, a ONG foi:
(A) menos eficiente;
(B) mais eficiente;
(C) menos eficaz;
(D) mais eficaz;
(E) mais produtiva.
Comentários:
Em ambos os anos, o custo por refugiado foi de R$ 1000,00. Deste modo, não podemos dizer que
fomos mais ou menos eficientes (a eficiência foi a mesma).
Porém, podemos dizer que fomos mais eficazes, pois atendemos 120 refugiados em 2016 em
comparação com os 100 refugiados atendidos em 2015. Já a letra E, que fala em produtividade, está
também equivocada. O conceito de produtividade costuma ser tratado como sinônimo de eficiência.
Gabarito: letra D
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(C) Eficiência, baseada na relação entre os produtos ou serviços gerados (outputs) com os insumos
utilizados.
(D) Efetividade, amparada na relação entre o que foi entregue e o que foi consumido de recursos.
(E) Eficiência, de acordo com os impactos gerados pelos produtos, serviços, processos ou projetos
Comentários:
A letra A está incorreta. O indicador relacionado com a realização dos processos e atividades de
acordo com o planejado é o de eficácia. Já os indicadores de efetividade medem o impacto das ações
governamentais na realidade que desejamos alterar ou medem o grau de satisfação dos usuários.
A letra B também está incorreta, pois a banca novamente trocou os conceitos de eficácia e
efetividade. Já a letra C está perfeita e é o gabarito da banca.
A letra D está equivocada, pois a descrição estaria alinhada ao conceito de eficiência, não de
efetividade. Finalmente, a letra E está errada, pois esse conceito é relacionado com a efetividade.
Gabarito: letra C
Uma classificação dos tipos de indicadores que é muito cobrado é a de Maria das Graças Rua. De acordo com
a professora, existem os seguintes tipos de indicadores 11:
a) Indicadores Estratégicos
b) Indicadores de Processos:
• Indicadores de Produtividade (eficiência)
• Indicadores de Qualidade (eficácia)
• Indicadores de Efetividade (impacto)
• Indicadores de Capacidade
c) Indicadores de Projetos
Para Graças Rua, os indicadores estratégicos seriam relacionados aos objetivos estratégicos descritos no
planejamento estratégico da instituição. Assim, eles informam o “quanto” a organização se encontra na
consecução da sua visão de futuro.
Os indicadores de projetos seriam relacionados com a aferição do desenvolvimento do projeto, um esforço
temporário que visa gerar um produto exclusivo (único). Ou seja, são criados para acompanhar o
desempenho da execução dos projetos.
Já os indicadores de processos seriam a representação objetiva de características do processo que devem
ser acompanhadas ao longo do tempo para avaliar e melhorar o seu desempenho. Eles mediriam a eficiência
e a eficácia dos processos.
11
(Rua)
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Dentre estes indicadores de processos, Graças Rua trabalha os seguintes: os indicadores da qualidade, os
indicadores de produtividade e os indicadores de capacidade.
De acordo com ela, os indicadores de qualidade medem como o produto ou serviço é percebido pelo cliente
e a capacidade do processo em atender os requisitos dos clientes. Podem ser aplicados para a organização
como um todo, para um processo ou para uma área. Devem ser baseados em pesquisa de opinião.
Ela dividiu os indicadores de qualidade em dois tipos: Indicadores da Não-Qualidade e Indicadores da
Qualidade.
Já os indicadores de produtividade seriam ligados à eficiência, e estariam dentro dos processos e tratariam
da utilização dos recursos para a geração de produtos e serviços.
Para Rua, os indicadores de produtividade são muito importantes, uma vez que permitem uma avaliação
precisa do esforço empregado para gerar os produtos e serviços. Além disso, devem andar lado a lado com
os de Qualidade, formando, assim, o equilíbrio necessário ao desempenho global da organização 12.
Esses indicadores irão mostrar, portanto, a eficiência da organização em gerir seus recursos (tempo,
dinheiro, profissionais, etc.). Medem a relação entre os insumos utilizados e os produtos finalizados.
Os indicadores de efetividade mediriam as consequências dos produtos ou serviços em relação ao cliente
ou à sociedade. Podem ser representados por “fazer a coisa certa do jeito certo”.
Finalmente, os indicadores de capacidade medem a capacidade de resposta de um processo por meio da
relação entre as saídas produzidas por unidade de tempo.
O que isso quer dizer? Que estes indicadores mostram quanto aquele processo consegue produzir em termos
absolutos (por exemplo: a produção da fábrica X é de 1500 carros por dia).
12
(Rua)
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RESUMO
Eficiência se relaciona com o uso dos recursos que temos disponíveis para atingir nossos objetivos. Seria
então a maneira como fazemos algo buscando atingir um objetivo
Eficácia é fazer a coisa certa. O conceito é relacionado não com a utilização dos recursos, mas se
atingimos realmente o objetivo que traçamos.
A Efetividade refere-se ao impacto das ações. Como a execução de um programa pode ou não alterar
uma realidade
Os indicadores que utilizamos são chamados de indicadores de desempenho. Eles são divididos em
indicadores de esforços e indicadores de resultados.
Estas seis categorias básicas de indicadores de desempenho são definidas pelo Gespública como
divididas entre dois grupos, resultado e esforço:
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Economicidade Está alinhada ao conceito de obtenção e ao uso de recursos com o menor ônus
possível, dentro dos requisitos e da quantidade exigidas pelo input, gerindo
adequadamente os recursos financeiros e físicos.
O Governo Federal tem uma concepção de uma cadeia de valor que identifica seis dimensões do
desempenho.
A cadeia de valor é definida como o levantamento de toda a ação ou processo necessário para gerar
ou entregar produtos ou serviços a um beneficiário. É uma representação organizacional que permite
melhor visualização do valor ou do benefício agregado no processo, sendo utilizada amplamente na
definição dos resultados e impactos de organizações.
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De acordo com a definição do Tribunal de Contas da União1, os indicadores de desempenho podem ser
compostos pelas seguintes variáveis:
➢ Custo – quanto está custando a ação? Qual é o custo unitário? Qual o custo global?
➢ Tempo – O programa ou ação está dentro do prazo estimado? Cada tarefa está sendo executada em
quanto tempo?
➢ Quantidade – A produção total atingiu os números esperados? A demanda dos usuários está sendo
atendida?
➢ Qualidade – Os clientes estão satisfeitos? Os requisitos de qualidade estão sendo observados?
1
(Tribunal de Contas da União, 2000)
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RESUMO
De acordo com a definição do Tribunal de Contas da União, os indicadores de desempenho podem ser
compostos pelas seguintes variáveis:
✓ Custo – quanto está custando a ação? Qual é o custo unitário? Qual o custo global?
✓ Tempo – O programa ou ação está dentro do prazo estimado? Cada tarefa está sendo executada em
quanto tempo?
✓ Quantidade – A produção total atingiu os números esperados? A demanda dos usuários está sendo
atendida? ==2c89c3==
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Propriedades Essenciais: são aquelas que qualquer indicador deve apresentar e sempre
devem ser consideradas como critérios de escolha, independente da fase do ciclo de
gestão em que se encontra a política sob análise (Planejamento, Execução, Avaliação
etc.).
Deve suportar decisões no nível operacional, tático ou estratégico. Os
Utilidade indicadores devem, portanto, basear-se nas necessidades dos
decisores.
Capacidade de representar, com a maior proximidade possível, a
realidade que se deseja medir e modificar. Um indicador deve ser
Validade
significante ao que está sendo medido e manter essa significância ao
longo do tempo.
1
(Tribunal de Contas da União, 2009)
2
(Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - Secretaria de Planejamento e Investimentos
Estratégicos , 2012)
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Propriedades Complementares: são também muito importantes, mas podem ser alvo
de uma análise em casos de conflitos, dependendo da avaliação particularizada da
situação.
Indicadores devem ser de fácil obtenção, construção, manutenção,
Simplicidade comunicação e entendimento pelo público em geral, interno ou
externo.
Geralmente um indicador é definido como uma divisão entre duas
variáveis básicas; é formado, portanto, por um numerador e um
denominador, ambos compostos por dados de fácil obtenção.
Clareza Eventualmente, ele pode ser complexo na sua fórmula, envolvendo
muitas variáveis. Em todo caso, é imprescindível que seja claro,
atenda à necessidade do decisor e esteja adequadamente
documentado.
Capacidade que um indicador possui de refletir tempestivamente as
Sensibilidade
mudanças decorrentes das intervenções realizadas.
Capacidade de representação regionalizada de grupos
sociodemográficos, considerando que a dimensão territorial se
Desagregabilidade
apresenta como um componente essencial na implementação de
políticas públicas.
Capacidade do indicador de ser obtido a custos módicos; a relação
Economicidade entre os custos de obtenção e os benefícios advindos deve ser
favorável.
Capacidade de estabelecimento de séries históricas estáveis que
Estabilidade permitam monitoramentos e comparações das variáveis de interesse,
com mínima interferência causada por outras variáveis.
Capacidade de alcance e mensuração quando necessário, na sua
Mensurabilidade
versão mais atual, com maior precisão possível e sem ambiguidade.
Ou rastreabilidade. Qualquer pessoa deve sentir-se apta a verificar a
Auditabilidade boa aplicação das regras de uso dos indicadores (obtenção,
tratamento, formatação, difusão, interpretação).
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RESUMO
✓ Confiabilidade: a fonte de dados utilizada pelo indicador deve ser confiável, fidedigna;
✓ Adaptabilidade: capacidade de resposta às mudanças de comportamento e exigências
dos clientes. Os indicadores podem tornar-se desnecessários ao longo do tempo e devem
ser eliminados ou substituídos por outros de maior utilidade;
✓ Atualização periódica: o indicador deve permitir atualização de forma a representar a
situação mais atual possível;
✓ Representatividade: deve expressar bem a realidade que representa ou mede;
✓ Disponibilidade: facilidade de acesso para coleta, estando disponível a tempo, para as
pessoas certas sem distorções, servindo de base para que decisões sejam tomadas;
✓ Simplicidade: o indicador deve ser de fácil entendimento, qualquer pessoa deve ser capaz
de tirar conclusões a partir da análise do indicador;
✓ Acessibilidade: o indicador deve apresentar facilidade e possibilidade de acesso às
informações primárias para sua medição;
✓ Economicidade: o indicador deve mostrar-se economicamente viável, não deve ser gasto
tempo demais procurando dados, muito menos pesquisando ou aguardando novos
métodos de coleta;
✓ Estabilidade: o indicador deve permanecer estável ao longo de um determinado período,
permitindo a formação de uma série histórica;
✓ Rastreabilidade: facilidade de identificação da origem dos dados, seu registro e
manutenção;
✓ Praticidade: o indicador deve realmente funcionar na prática e permitir a tomada de
decisões gerenciais.
Propriedades Essenciais: são aquelas que qualquer indicador deve presentar e sempre
devem ser consideradas como critérios de escolha, independente da fase do ciclo de gestão
em que se encontra a política sob análise (Planejamento, Execução, Avaliação etc.).
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Disponibilidade Os dados básicos para seu cômputo devem ser de fácil obtenção.
Propriedades Complementares: são também muito importantes, mas podem ser alvo de
uma análise em casos de conflitos, dependendo da avaliação particularizada da situação .
30
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✓ Comparabilidade: O KPI deve ser comparável com outros períodos de tempo, com
metas predefinidas ou com o desempenho de outras organizações similares. A
comparabilidade permite avaliar o desempenho em relação a um padrão de
referência, identificar áreas de destaque e oportunidades de melhoria.
✓ Confiabilidade: O KPI deve ser baseado em dados precisos, consistentes e coletados
de forma confiável. A confiabilidade garante que as informações fornecidas pelo KPI
sejam válidas e possam ser utilizadas com segurança para a tomada de decisões.
Dados imprecisos ou inconsistentes podem levar a conclusões equivocadas e
prejudicar o processo decisório.
✓ Mensurabilidade: O KPI precisa ser quantificável e expresso em termos numéricos.
A mensurabilidade permite uma avaliação objetiva do desempenho, facilitando a
comparação e o acompanhamento do progresso ao longo do tempo. KPIs subjetivos
ou qualitativos podem ser difíceis de interpretar e comparar, dificultando a tomada
de decisões baseadas em dados.
Em resumo, um KPI bem configurado é aquele que é relevante, mensurável, comparável,
confiável e temporalmente limitado. Essas características garantem que o KPI seja uma
ferramenta útil para medir o progresso, avaliar o desempenho e tomar decisões informadas,
contribuindo para o sucesso da organização.
(UFRPE - ASSISTENTE) Para que uma organização possa trilhar bons resultados em
suas ações, é fundamental a criação e administração de indicadores de desempenho.
O indicador-chave de desempenho (KPI) oferece diferentes elementos de medição de
desempenho. Uma das características dos KPIs é que eles:
A) são voltados apenas para a área de produção e marketing.
B) não utilizam dados em sua representação.
C) têm níveis primários, secundários e isométricos.
D) aplicam-se bem aos diferentes processos das empresas.
E) preveem a isenção de tributos federais.
Comentários
A letra A está errada. Os KPIs podem ser aplicados a qualquer área da empresa, como
finanças, recursos humanos, logística, atendimento ao cliente, etc.
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A letra B está incorreta também, pois os KPIs são baseados em dados quantificáveis
e mensuráveis.
A letra C está errada. Os KPIs podem ter diferentes níveis de importância, mas não
são classificados em primários, secundários e isométricos.
Já a letra D está perfeita. Os KPIs são ferramentas versáteis que podem ser aplicadas
a qualquer processo da empresa para medir e melhorar o desempenho.
Finalmente, a letra E está errada. Os KPIs são indicadores de desempenho e não têm
relação com a legislação tributária.
Gabarito: letra D
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Indicadores SMART
Para que uma meta ou objetivo sejam realistas, devem estar relacionados a uma métrica. Dessa forma, é
necessário que tenha certos atributos em sua composição.
O modelo SMART auxilia no processo de escolha de indicadores, cujas propriedades desejáveis são as de
serem1:
Elemento Descrição
atribuíveis a meta estabelecida por um indicador deve ser alcançável e realista em relação ao
(achievable) contexto em que se insere a intervenção;
relevantes
indicadores devem refletir informações relacionadas aos componentes que medem; e
(relevant)
temporalmente
indicadores devem explicitar a periodicidade com que precisarão ser medidos para que
regulares
possam ser úteis à medição de resultados.
(time)
(APEX BRASIL - ANALISTA) Para que uma meta seja realista, deve estar relacionada a uma métrica.
Dessa forma, é necessário que tenha atributos em sua composição. Assinale a alternativa que
apresenta os cinco atributos SMART de uma meta.
A) Positiva, sustentável, desafiadora, gerenciável e específica.
B) Específica, moderna, anual, realista e tangível.
C) Seletiva, maleável, atrativa, rápida e tangível.
D) Específica, medível, atingível, realista e com tempo definido.
E) Superável, medível, atingível, gerenciável e ecológica.
1
(Brasil, 2010) apud (Casa Civil da Presidência da República, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.
, 2018)
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Comentários
Os elementos dos indicadores SMART são: específicos, mensuráveis, alcançáveis, realistas e com
prazos definidos. A sigla SMART vem dos termos em inglês “specifics, measurable, achievable, realistic
e timed”.
Gabarito: letra D
Uma das mais frequentes dúvidas que escuto dos candidatos é: afinal, qual é a diferença entre um objetivo
é uma meta?
Um objetivo é um estado (ou situação) desejado. Ou seja, é aonde queremos “chegar”. Por exemplo, o
governo pode definir como objetivo reduzir o número de jovens com menos de 15 anos fora das escolas.
Desse modo, é um conceito qualitativo – não temos como quantificá-lo ainda. É o que poderíamos chamar
de um “norte”, uma bússola para sabermos qual é o “destino” desejado.
Este objetivo, porém, deve ser quantificado! Assim, para que a administração possa distribuir seus recursos
ela deve saber quantas pessoas devem ser incluídas no programa e quando (exemplo: 150 mil alunos até
dezembro de 2013). Isto agora virou uma meta! Uma meta já é um conceito quantitativo. É, de certa forma,
um objetivo em que determinamos quem será o responsável, qual será o prazo e qual será o resultado
detalhado a ser atingido.
Assim, uma meta é um desdobramento de um objetivo. Com ela, podemos controlar e avaliar melhor a
execução de um planejamento. Assim é porque um objetivo final pode ser muito “distante”.
Desta maneira, devemos “quebrar” este objetivo em diversas metas intermediárias. O somatório destas
metas nos levará então a atingir o nosso objetivo.
Imagine caso de um candidato que conheci: ele iniciou seus estudos no ano retrasado. Seu objetivo era
passar em um bom concurso, para poder dar uma melhor qualidade de vida a sua família.
Entretanto, ele sabia que ainda estava distante deste sonho. Sua primeira meta foi a de não ser eliminado
nas provas (atingir a nota mínima) em alguma prova naquele ano. Com o tempo, esta meta foi atingida.
Após isto, passou a ter a meta de ter suas redações corrigidas em algum concurso do ano passado. Ele
conseguiu atingir esta também.
Sua meta posterior é a de ser classificado “fora” das vagas dentro no próximo ano. Por fim, sua meta final
será a de atingir a aprovação dentro das vagas – portanto, atingindo assim seu objetivo inicial!
Para isto, ele precisa desenvolver um plano de ação – ou seja, as ações que serão necessárias para atingir
seus objetivos2. Desta maneira, ele detalhou todas as matérias que necessita aprender e os horários
detalhados para cada uma delas dentro da semana.
2
(Schemerhorn Jr. 2008)
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Público-alvo
Toda, ou quase toda, ação governamental tem como objetivo atingir um grupo de pessoas. Quando o
governo lança um programa de combate aos efeitos da seca no Nordeste, tem em mente ajudar os
moradores dos municípios atingidos.
Assim, se o programa buscar melhorar o nível educacional de crianças frequentadoras de escolas públicas
com idade entre 7 e 12 anos, este é o público-alvo do programa.
Naturalmente, a definição do público-alvo é importante tanto no processo de planejamento quanto no de
controle das ações governamentais.
Uma avaliação deve buscar medir como os beneficiários diretos (o público-alvo) foram atendidos, bem como
avaliar o efeito nos beneficiários indiretos (aqueles que, apesar de não pertencerem ao público-alvo, foram
impactados positivamente).
Um exemplo de beneficiário indireto do programa Bolsa Família, por exemplo, são os donos de
==2c89c3==
supermercados em cidades do interior do Nordeste. Como estas cidades contêm muitos beneficiários diretos
do programa, as receitas desses empreendimentos acabaram aumentando, pois seus clientes passaram a
receber uma renda maior.
Outro aspecto a ser analisado é o da cobertura do programa. Nem sempre a política pública ou o programa
governamental tem como objetivo, ou consegue, atender a 100% do público-alvo (por limitações financeiras,
logísticas, etc.).
Assim, a cobertura refere-se ao percentual do público-alvo efetivamente atendido pelo programa.
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RESUMO
Público-alvo
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1
(Aguilar & Ander-Egg, 1994)
2
(Secchi, 2010)
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Estes critérios são operacionalizados através de indicadores, que são artifícios (também chamados de
“proxies”) que servem para a mensuração dos inputs, outputs e resultados ou outcomes.
Enquanto os indicadores de inputs mostram os esforços realizados, os indicadores de outputs e outcomes
ou resultados medem as realizações3.
3
(Secchi, 2010)
41
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Finalmente, temos os padrões ou parâmetros que fornecem uma referência comparativa aos indicadores.
Para Secchi, os principais tipos de padrões são 4:
➢ Padrões absolutos – metas qualitativas ou quantitativas estabelecidas anteriormente à
implementação da política pública;
➢ Padrões históricos – valores ou descrições já alcançadas no passado e que facilitam a comparação
por períodos (meses, anos) e, por consequência, geram informações sobre declínio ou melhora na
política pública;
➢ Padrões normativos – metas qualitativas ou quantitativas estabelecidas com base em um
benchmarking ou standard ideal.
A avaliação de uma política pública pode gerar três tipos de reação: a continuação da política, a sua
reestruturação marginal (quando alguns ajustes são necessários) ou à sua extinção.
==2c89c3==
Abordagem Descrição
4
(Secchi, 2010)
5
(Pollitt, 1996) apud (Ala-Harja & Helgason, 2000)
42
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Dentro dos métodos de controle, uma das questões é a capacidade ou não de utilizarmos métodos
estatísticos para fazer uma avaliação correta e eficiente do processo que estamos controlando.
Uma avaliação censitária ocorre quando inspecionamos, item por item de um processo produtivo, por
exemplo. Ou quando entrevistamos todas as pessoas de um departamento, em busca de uma avaliação de
clima organizacional.
Desse modo, é um controle mais caro, pois teremos de analisar toda a “população” envolvida no processo.
Muitos de vocês devem lembrar-se do significado do nome “Censo”.
Um censo ocorre quando os pesquisadores do IBGE (no caso brasileiro) entrevistam todos (ou quase todos)
os domicílios da nação, em busca de uma pesquisa mais extensiva e compreensiva.
A ideia é a de ter uma visão o mais complexa e completa possível dos dados obtidos. Entretanto, o censo é
uma técnica demorada e leva muito tempo para ser executada.
Assim, sempre que possível devemos utilizar uma técnica de controle por amostragem. Através de métodos
probabilísticos, utilizamos apenas uma “amostra” da população envolvida.
Em uma pesquisa de intenção de voto para presidente da República, por exemplo, são normalmente
entrevistados cerca de dois ou três mil eleitores em um universo de mais de cem milhões de pessoas.
O mesmo ocorre com o controle da produção. São feitos estudos para que possamos saber como escolher
estas amostras de modo que o trabalho nos dê um resultado representativo de toda a população.
Este controle por amostragem não é tão acurado, mas é muito mais rápido e barato de executar. É o método
mais comum de controle nas entidades e organizações.
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Censitário Amostragem
Para analisar uma política pública podemos utilizar dois métodos: a análise quantitativa e a análise
qualitativa. A análise quantitativa mede resultados objetivos, que podem ser mais facilmente mensurados.
Assim, podemos fazer uma avaliação da mortalidade infantil, por exemplo, somando o número de crianças
que não sobrevivem até certa idade. Este será sempre um número x de crianças, um percentual.
Entretanto, esse tipo de avaliação não é tão fácil quando temos de avaliar a mudança em aspectos mais
subjetivos (como a confiança, o medo etc.). Ou seja, não temos meios de fazer uma medição objetiva da
percepção da população quanto a criminalidade em sua cidade, por exemplo.
Para isso, necessitamos de avaliações qualitativas. Essas buscam exatamente medir e acompanhar as
mudanças em fatores subjetivos. Antigamente, essas análises eram desacreditadas e evitadas.
Apesar disso, atualmente é desejável que equilibremos os métodos quantitativos e qualitativos para que
tenhamos uma visão mais balanceada e mais ampla da política pública (muitas vezes, mais importante do
que o “fato concreto” é a percepção da população sobre o fato).
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Existem dois tipos de análises: a análise custo-benefício e a análise custo-efetividade. A primeira é bastante
simples de se compreender e, de certa forma, todos a fazemos em nossas vidas particulares.
A análise custo-benefício (ACB) busca comparar, como o próprio nome diz, os benefícios que recebemos
com os custos que tivemos. Assim, todo projeto ou política que possa ser analisado de forma econômico-
monetária, podemos utilizar o método.
Portanto, se um projeto tem um benefício maior do que estimamos será seu custo, consideramos este
projeto como viável6. Se o projeto A tem um custo-benefício mais baixo do que o estimado para o projeto B,
aquele será o escolhido.
Entretanto, a maior parte dos projetos no setor público não podem ser medidos por meio de indicadores
monetários. Quando o governo está lançando um novo plano de segurança pública, por exemplo, não terá
como avaliar as alternativas de ação baseado apenas em retornos econômicos.
Para isso, existe a análise custo-efetividade. De acordo com Cohen:
“Sua particularidade radica em comparar os custos com a potencialidade de alcançar mais eficaz e
eficientemente os objetivos não expressáveis em moeda ”
Na análise custo-efetividade (ACE), os custos continuam sendo medidos em moeda, mas os objetivos são:
redução da criminalidade, elevação da expectativa de vida, ampliação do acesso ao Judiciário etc.
De certo modo, a análise faz o caminho contrário da ACB. Em vez de analisar o projeto que me gera o maior
benefício com o custo estimado, a ACE analisa as alternativas que proporcionam o benefício esperado
(menor criminalidade, por exemplo) com o menor custo. De acordo com Quade 7:
“A análise pode fornecer não só a informação dos menores custos para alcançar certo objetivo
dado, mas também pode proporcionar dados sobre os custos ou preços de alcançar diferentes
objetivos, ou conjunto de objetivos, mediante diferentes sistemas alternativos. ”, para que
aquele que toma as decisões esteja melhor preparado para escolher entre as distintas
possibilidades sobre a base de seu sistema de preferências
6
(Cohen & Franco, 1993)
7
(Quade, 1982) apud (Cohen & Franco, 1993)
45
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Desta maneira, ambas as análises são utilizadas para que um gestor possa escolher entre projetos e políticas
públicas alternativas.
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RESUMO
Eficiência
Trata-se da relação entre inputs (recursos utilizados) e outputs (produtividade).
Econômica
Indicadores de Input
São relacionados a gastos financeiros, recursos humanos empregados ou
(entradas do
recursos materiais utilizados.
sistema)
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Abordagem Descrição
Uma avaliação censitária ocorre quando inspecionamos item a item de um processo produtivo, por
exemplo. Ou quando entrevistamos todas as pessoas de um departamento, em busca de uma avaliação
de clima organizacional.
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Sempre que possível devemos utilizar uma técnica de controle por amostragem. Através de métodos
probabilísticos, utilizamos apenas uma “amostra” da população envolvida (daí o nome da técnica).
Este controle por amostragem não é tão acurado, mas é muito mais rápido e barato de executar. É o
método mais comum de controle nas entidades e organizações.
Para analisar uma política pública podemos utilizar dois métodos: A análise quantitativa e a análise
qualitativa. A análise quantitativa mede resultados objetivos, que podem ser mais facilmente
mensurados.
Entretanto, esse tipo de avaliação não é tão fácil quando devemos avaliar a mudança em aspectos mais
subjetivos (como a confiança, o medo etc.).
Para isso, necessitamos de avaliações qualitativas. Essas buscam exatamente medir e acompanhar as
mudanças em fatores subjetivos. Antigamente, essas análises eram desacreditadas e evitadas.
Apesar disso, atualmente é desejável que equilibremos os métodos quantitativos e qualitativos para que
tenhamos uma visão mais balanceada e mais ampla da política pública
A análise custo-benefício (ACB) busca comparar, como o próprio nome diz, os benefícios que recebemos
contra os custos que tivemos. Assim, todo projeto ou política que possa ser analisado de forma econômica
monetária (dinheiro), podemos utilizar este tipo de análise .
A análise custo-efetividade: Sua particularidade radica em comparar os custos com a potencialidade de
alcançar mais eficaz e eficientemente os objetivos não expressáveis em moeda.
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Pesquisa Documental
Relaciona-se com toda a análise de documentos já disponíveis para análise, como relatórios, balanços,
estudos publicados, normas, livros, revistas, artigos, etc. Engloba toda a literatura do tema tornada
disponível publicamente sobre o objeto de estudo.
Estudo de Caso
É um método que deve ser utilizado sempre que for necessário entender uma situação complexa.
Normalmente, não são utilizados isoladamente, mas somados a outros métodos.
São muito úteis quando os casos em questão podem trazer muita informação em uma pequena amostra da
população e permitam ao pesquisador ou analista compreender melhor o tema.
Pesquisa
Serve para obter dados qualitativos e quantitativos. Normalmente, emprega-se em conjunto com outros
métodos, como o estudo de caso, para contrabalancear o aspecto qualitativo deste último.
A pesquisa pode ser por amostragem ou ser censitário (quando aborda todos os elementos de uma
população). Normalmente, são utilizadas técnicas estatísticas para fazer a pesquisa.
1
(Tribunal de Contas da União, 2010)
50
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Entretanto, nem sempre conseguimos efetuar uma pesquisa experimental, por diversos motivos. Assim,
poderemos escolher uma pesquisa quase-experimental para casos mais difíceis.
Neste método, como não teremos como escolher os grupos de modo randômico, tentaríamos escolher os
grupos de modo que estes não tivessem muitas diferenças iniciais. Assim, teríamos como diferenciar o
resultado dos grupos como efeito da política.
Finalmente, uma pesquisa não-experimental ocorre quando não conseguimos executar nem mesmo as
pesquisas quase-experimentais. Pelas pesquisas não-experimentais, não é possível explicar
consistentemente se os efeitos foram gerados ou não pelo programa, mas as pesquisas não experimentais
podem servir para conhecer alguns aspectos do programa se utilizados em conjunto com outros métodos.
Questionários
Os questionários são formulários com perguntas estruturadas e padronizadas que têm o objetivo de
comparar respostas, montar análises estatísticas e gerar certas conclusões sobre uma situação específica3.
Dentre os dados que podem ser coletados, temos: renda familiar, comportamentos, opiniões, escolaridade,
etc. A grande vantagem desta técnica é a facilidade de disseminação: os questionários podem ser enviados
por correio, internet, dentro outros meios.
Sua grande desvantagem é que a montagem das perguntas deve ser feita por um profissional experiente e
as informações obtidas nem sempre são rigorosas.
Entrevistas
Esse é o método mais intuitivo de se compreender. Basicamente, trata-se de uma série de perguntas
apresentadas por um entrevistador a um entrevistado presente fisicamente (normalmente).
As perguntas podem ser feitas de modo individual (apenas o entrevistador e o entrevistado) ou pode ser
feita de modo coletivo (vários entrevistados ou entrevistadores ao mesmo tempo).
Além disso, as perguntas podem já estar estruturadas (questões fechadas estabelecidas anteriormente, em
um ritmo fixo e ordenado), não estruturada (questões abertas, em um “clima” mais descontraído – como
uma conversa informal) ou semiestruturadas (duas modalidades de questões – abertas e fechadas)4.
A entrevista é uma maneira de o avaliador coletar dados não facilmente evidenciados ou pouco claros. Como
o contato é direto, podemos perceber melhor as opiniões, o comportamento dos atores, detalhes obscuros
das operações, etc.
2
(Tribunal de Contas da União, 2010)
3
(Tribunal de Contas da União, 2010)
4
(Tribunal de Contas da União, 2010)
51
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Além disso, é uma técnica interessante para utilizar em conjunto com outras técnicas (é uma técnica custosa
e que leva mais tempo), quando devemos ter uma informação mais profunda sobre o problema analisado.
Observação Direta
Como o próprio nome diz, a observação direta consiste da análise presencial de um avaliador do problema
ou programa governamental a ser avaliado.
Assim sendo, o avaliador utilizará sua capacidade de ver, ouvir e perceber para avaliar o funcionamento de
algum aspecto a ser avaliado. De acordo com Patton5, as principais vantagens da observação direta são:
“- permite ao observador compreender o contexto no qual se desenvolvem as atividades;
- permite ao observador testemunhar os fatos, sem depender de informações de terceiros;
- permite que um observador treinado perceba aspectos que escapam aos participantes,
rotineiramente envolvidos com o programa;
- pode captar aspectos do programa sobre os quais os participantes não desejam falar numa
entrevista, por ser um tema delicado ou embaraçoso;
- traz para a análise as percepções do próprio observador, que, ao serem confrontadas com as
percepções dos entrevistados, fornecem uma visão mais completa do programa estudado;
- permite que o observador forme impressões que extrapolem o que é possível registrar, mesmo
nas mais detalhadas anotações de campo, e que podem auxiliar a compreensão do programa e dos
seus participantes.”
Após termos os dados coletados, teremos de analisa-los corretamente. Para isso, existem diversos métodos.
Os principais são6:
5
(Patton, 1987) apud (Tribunal de Contas da União, 2010)
6
(Tribunal de Contas da União, 2010)
52
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Tabulação de Frequências
Após coletarmos os dados dos questionários, por exemplo, devemos tabular os dados. Ou seja, devemos
checar a consistência e as relações entre estes dados coletados (por exemplo, o custo dos remédios
comprados por prefeituras).
Através da tabulação (que normalmente é feita em programas de computador), podemos testar hipóteses e
fazer gráficos que facilitem a visualização dos dados.
Análise Gráfica
Tendo os dados já sido coletados e tabulados, podemos montar diversos tipos de gráficos (histogramas,
gráfico de “pizza”, gráficos de dispersão, dentre outros).
Estes gráficos revelam tendências e possibilitam uma melhor análise de dados complexos e em grande
número. Além disso, possibilitam ao avaliador observar diferenças grandes entre os resultados esperados,
possíveis aspectos a serem observados de mais perto, dentre outras análises.
Análise Qualitativa
Um dos métodos mais importantes é a análise qualitativa, que ocorre através da experiência dos avaliadores
em comparar diversos dados de fontes diferentes. Através do contraste entre experiências anteriores e de
setores diferentes, é possível montar uma análise mais completa. De acordo com Patton 7, pode-se ainda
adotar,
a) Análise de conteúdo: técnica de análise sistemática de informação textual, organizada de forma
padronizada, que permite realizar inferência sobre seu conteúdo. Pode ser usada para analisar
transcrições de entrevistas grupos focais e documentos, como relatórios, descrição de política pública.
Recomenda-se usar software adequado em caso de grande quantidade de material a ser analisado.
b) Triangulação: uso de diferentes métodos de pesquisa e/ou de coleta de dados para estudar a mesma
questão, com o objetivo de fortalecer as conclusões finais, podendo assumir as formas a seguir
indicadas:
• coletar dados de diferentes fontes sobre a mesma questão;
• empregar diferentes entrevistadores e pesquisadores de campo para evitar vieses na coleta de
dados;
• usar múltiplos métodos de pesquisa para estudar a mesma questão;
• usar teorias diferentes para interpretar os dados coletados.
c) Interpretações alternativas: uma vez formulada uma interpretação a partir das principais relações
identificadas na análise, devem-se buscar interpretações alternativas; caso não sejam encontradas
evidências substantivas que sustentem essas interpretações, reforça-se a confiança na interpretação
originalmente formulada. Em uma auditoria operacional de qualidade, os argumentos sustentados pela
equipe devem ser confrontados com os melhores contra-argumentos possíveis (ISSAI 3000/4.5, 2004).
d) Caso negativo: relacionado ao item anterior, trata-se de identificar as situações que não seguem a
interpretação principal ou corrente em razão de circunstâncias específicas e que, por isso mesmo,
7
(Patton, 1987) apud (Tribunal de Contas da União, 2010)
53
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funcionam como “exceções (casos negativos) que confirmam a regra” e que ajudam a esclarecer os
limites e as características da interpretação principal.”
8
(Charnes et al., 1978) apud (Vilela, Nagano, & Merlo, 2007)
9
(Vilela, Nagano, & Merlo, 2007)
10
(Vilela, Nagano, & Merlo, 2007)
54
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RESUMO
Pesquisa Documental
Relaciona-se com toda a análise de documentos já disponíveis para análise, como relatórios,
balanços, estudos publicados, normas, livros, revistas, artigos, etc. Engloba toda a literatura
do tema tornada disponível publicamente sobre o objeto de estudo.
Estudo de Caso
É um método que deve ser utilizado sempre que for necessário entender uma situação
complexa. Normalmente, não são utilizados isoladamente, mas somados a outros métodos.
Pesquisa
Serve tanto para que possamos obter dados qualitativos e quantitativos. Normalmente, é
utilizada em conjunto com outros métodos, como o estudo de caso para contrabalancear o
aspecto qualitativo deste último.
Questionários
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São formulários com perguntas estruturadas e padronizadas que têm o objetivo de comparar
respostas, montar análises estatísticas e gerar certas conclusões sobre uma situação
específica.
Entrevistas
Observação Direta
Podemos utilizar dados coletados para outros fins de modo que nos ajudem em outro
processo de análise, poupando tempo e esforço.
Tabulação de Frequências
Devemos checar a consistência e as relações entre estes dados coletados (por exemplo, o
custo dos remédios comprados por prefeituras).
Através da tabulação (que normalmente é feita em programas de computador), podemos
testar hipóteses e fazer gráficos que facilitem a visualização dos dados.
Análise Gráfica
Tendo os dados já sido coletados e tabulados, podemos montar diversos tipos de gráficos
(histogramas, gráfico de “pizza”, gráficos de dispersão, dentre outros).
Estes gráficos revelam tendências e possibilitam uma melhor análise de dados complexos e
em grande número.
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Análise Qualitativa
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Muitos estudos apontam que o sistema de controle pode gerar maior performance dos trabalhadores, seja
por apontar claramente o que deve ser feito, bem como indicar oportunidades de melhoria.
Entretanto, não temos apenas fatores positivos no processo de controle do comportamento dos indivíduos.
Entre os efeitos nocivos, podemos apontar o comportamento burocrático, o comportamento tático e a
resistência ao controle.
Abaixo, podemos ver a descrição de cada um deles1:
1
(Sobral & Peci, 2008)
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Para que não tenhamos esses efeitos negativos, é importante que os gestores tenham mais flexibilidade na
aplicação dos sistemas de controle a fim de serem aceitos pelos membros da organização.
Como vimos, as organizações criam sistemas para controlar o comportamento das pessoas. Para eu possam
fazer isso, elas têm duas alternativas estratégicas: a imposição externa e a motivação interna.
A estratégia de controle via imposição externa parte do princípio de que os trabalhadores serão motivados
pelas recompensas e ameaças de punição que receberão como consequência do seu desempenho e
comportamento.
Já a estratégia de controle por meio da motivação interna está baseada na noção de que os funcionários
serão motivados por meio do seu comprometimento com os objetivos organizacionais, pelo sentimento de
==2c89c3==
forma participativa.
Características
- Parâmetros de controle são utilizados para identificar e
resolver problemas, não para punir ou responsabilizar.
2
(Sobral & Peci, 2008)
60
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Existem diversas técnicas de controle comportamental, que buscam verificar se os funcionários estão mesmo
fazendo o que a instituição espera deles.
Algumas destas técnicas são muito utilizadas nas organizações, como a supervisão direta, a avaliação de
desempenho e a disciplina. A supervisão direta envolve, como o nome indica, a observação direta do
comportamento do trabalhador, visando à correção dos desvios assim que eles vão acontecendo.
É muito comum nas linhas de montagem, por exemplo. A presença do supervisor no ambiente restringe o
comportamento dos trabalhadores e permite a rápida percepção dos problemas.
Já a avaliação de desempenho envolve a constante avaliação dos resultados dos trabalhadores, visando
avaliar a sua contribuição para o desempenho da organização.
Os trabalhadores irão buscar uma boa avaliação no sistema de controle, visando melhorias de salário e
promoções na organização.
Finalmente, temos a disciplina. Ela é utilizada quando o trabalhador tem um resultado insatisfatório
constantemente e/ou ignora as regras e normas da instituição. Consiste, naturalmente, em medidas
punitivas que buscam apontar ao funcionário que seu comportamento não é aceitável e deve ser alterado.
Abaixo, temos as diversas técnicas de controle comportamental que podem ser utilizadas3:
3
(Robbins & Coulter, 2006) apud (Sobral & Peci, 2008)
61
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62
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(C) pouco comprometimento dos funcionários para com o desempenho global da organização;
(D) estabelecimento de objetivos individuais pouco ambiciosos;
(E) comportamento conformista e limitado ao cumprimento do exigido, por parte dos funcionários.
Comentários
De acordo com Sobral e Peci, os resultados negativos do controle por motivação interna são:
Menor controle sobre o desempenho dos subordinados.
Estabelecimento de objetivos individuais pouco ambiciosos.
Dificuldade de estabelecer uma base objetiva para recompensar os trabalhadores.
Gabarito: letra D
BIBLIOGRAFIA
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QUESTÕES COMENTADAS
Comentários:
A questão aborda os critérios que um objetivo estratégico deve atender para orientar
eficazmente a ação de uma instituição. A afirmação apresentada na questão descreve esses
critérios, que são geralmente conhecidos pelo acrônimo SMART. Podemos ver abaixo cada um
desses critérios:
Específico: Um objetivo estratégico deve ser claro e específico, indicando claramente o que
precisa ser alcançado. Isso ajuda a evitar ambiguidades e fornece uma direção clara para as
equipes envolvidas.
Mensurável: A mensurabilidade de um objetivo permite que o progresso em direção a ele seja
rastreado e avaliado. Isso é crucial para entender se a estratégia está funcionando e para fazer
ajustes conforme necessário.
Atingível: Um objetivo deve ser realista e atingível. Se for percebido como inatingível, pode
desmotivar as equipes. Por outro lado, um objetivo desafiador, mas possível, pode motivar e
inspirar as pessoas.
Relevante: A relevância do objetivo para a missão e visão da organização assegura que ele esteja
alinhado com os valores e propósitos mais amplos da instituição. Isso garante que o objetivo
contribua significativamente para a direção estratégica geral da organização.
Prazo Definido: Ter um prazo definido é importante para criar um senso de urgência e para
facilitar o planejamento e a alocação de recursos. Um cronograma claro também ajuda a manter
todos focados e orientados para o cumprimento dos objetivos.
Assim, a questão reflete precisamente os critérios SMART para a formulação de objetivos
estratégicos eficazes. Objetivos que atendem a esses critérios são mais propensos a serem
bem-sucedidos porque são claros, mensuráveis, atingíveis, relevantes e têm um prazo definido.
Gabarito: Certo
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Para que, de fato, possam nortear a ação da prefeitura, os objetivos estratégicos, ao serem
definidos, devem ser, além de específicos e mensuráveis, relevantes para o alcance da missão,
não importando se é viável seu alcance.
Comentários:
(A) Planejamento.
(B) Organização.
(C) Direção.
(D) Processos.
(E) Controle.
Comentários:
Comentários:
Em muitos casos, dados agregados são mais fáceis de entender e interpretar. Eles podem ajudar
a fornecer uma visão geral clara do desempenho e tornar mais fácil identificar tendências, o que
é frequentemente o objetivo de se ter indicadores de desempenho.
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Esses indicadores agregam diversas informações em uma única métrica, facilitando a análise e
permitindo uma melhor compreensão do desempenho em diferentes áreas da organização.
Entretanto, um dos desafios de utilizar dados muito detalhados é a complexidade envolvida na
coleta e na análise desses dados. Isso pode consumir recursos significativos, incluindo tempo e
dinheiro, sem necessariamente fornecer insights mais úteis do que dados mais agregados.
Gabarito: Certo
Comentários:
Para que possamos saber como as organizações estão cumprindo, ou não, seu papel, nós
precisamos de indicadores. Estes são como “termômetros” que nos permitem avaliar como a
instituição está se saindo na realidade.
O conceito de indicador costuma ser definido pela literatura de modo semelhante. Para Ferreira,
Cassiolato e Gonzales1,
“O indicador é uma medida, de ordem quantitativa ou qualitativa, dotada de significado particular e utilizada
para organizar e captar as informações relevantes dos elementos que compõem o objeto da observação. É um
recurso metodológico que informa empiricamente sobre a evolução do aspecto observado”.
Assim, podemos sim utilizar indicadores para identificar organizações que tenham excelência em
alguma área ou processo para que possamos utilizar como benchmarking, ou seja, adaptar
processos e práticas de excelência para a nossa organização.
Gabarito: Certo
Comentários:
O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo
atingidos pela empresa. Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os
resultados esperados ou planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que
funcionou.
A questão peca porque o controle não serve somente para coibir comportamentos indesejados,
mas também para aprender com o que funcionou. Além disso, não fica restrito ao nível
departamental (nível médio ou tático). Temos controle no nível operacional e no nível estratégico.
1
(Ferreira et Al, 2009) apud (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de
Planejamento e Investimentos Estratégicos - SPI, 2010)
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Gabarito: Errado
Comentários:
Sem dúvida, a avaliação dos programas e projetos governamentais devem servir para avaliar se
estão atingindo os resultados desejáveis e planejados, bem como sugerir eventuais mudanças
nos mesmos.
Gabarito: Certo
==2c89c3==
A questão trata do processo de controle, que é formado por quatro etapas: o estabelecimento
dos padrões (qual é o resultado esperado), o monitoramento do desempenho (coleta dos dados),
a comparação com o planejado, e a tomada de ações corretivas (quando necessário).
Abaixo, podemos ver cada etapa deste processo2:
2
(Sobral & Peci, 2008)
68
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Comentários:
69
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Comentários
Características Descrição
3
(Chiavenato, Administração nos novos tempos, 2010)
70
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Comentários
O processo de controle é formado por quatro etapas: o estabelecimento dos padrões (qual é o
resultado esperado), o monitoramento do desempenho (coleta dos dados), a comparação com o
planejado, e a tomada de ações corretivas (quando necessário).
Abaixo, podemos ver cada etapa deste processo4:
4
(Sobral & Peci, 2008)
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(A) ex-post.
(B) de processos.
(C) de custo-efetividade.
(D) de desempenho.
(E) ex-ante.
Comentários
5
(Sobral & Peci, 2008)
72
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(A) flexibilidade.
(B) clareza e objetividade.
(C) orientação rápida para as exceções.
(D) compreensão.
(E) natureza positiva.
Comentários
Mais uma questão que trata das características do controle. De acordo com Chiavenato,
existem sete características do controle6:
Características Descrição
O controle deve apoiar planos estratégicos e focalizar
Orientação estratégica
as atividades essenciais que fazem a real diferença
para resultados
para a organização.
O controle deve apoiar o processo de tomada de
decisões apresentando dados em termos
Compreensão
compreensíveis. O controle deve evitar relatórios
complicados e estatísticas enganosas.
O controle deve indicar os desvios rapidamente, por
Orientação rápida para meio de uma visão panorâmica sobre onde as
as exceções variações estão ocorrendo e o que deve ser feito para
corrigi-las adequadamente.
O controle deve proporcionar um julgamento
Flexibilidade individual e que possa ser modificado para adaptar-se
a novas circunstâncias e situações.
O controle deve proporcionar confiabilidade, boa
Autocontrole comunicação e participação entre as pessoas
envolvidas.
O controle deve enfatizar o desenvolvimento, a
mudança e a melhoria. Deve alavancar a iniciativa das
Natureza positiva
pessoas e minimizar o papel da penalidade e das
punições.
O controle deve ser imparcial e acurado para todos.
Clareza e objetividade Deve ser respeitado como um propósito fundamental a
melhoria do desempenho.
6
(Chiavenato, 2010)
73
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Como podem ver, o enunciado está citando a característica da natureza positiva do controle.
Gabarito: letra E
Comentários
Comentários
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Comentários
O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo
atingidos pela empresa. Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os
resultados esperados ou planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que
funcionou.
Vejam que o controle não serve somente para a correção de falhas ou erros, mas também para o
aprendizado com o que deu certo. Gabarito: Errada
Comentários
A questão trata das etapas do controle. O processo de controle é formado por quatro etapas: o
75
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Comentários
O processo de controle é formado por quatro etapas: o estabelecimento dos padrões (qual é o
resultado esperado), o monitoramento do desempenho (coleta dos dados), a comparação com o
planejado, e tomar ações corretivas (quando necessário). Gabarito: correta
Comentários
Comentários
O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo
atingidos pela empresa. Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os
resultados esperados ou planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que
funcionou. Gabarito: correta
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Comentários
O sistema de controle fornece um modo de monitorar os efeitos das decisões e ações tomadas e
comparar com o que fora planejado anteriormente7.
Ele é feito tanto no nível estratégico (que abrange toda a organização), bem como no nível tático
e no operacional.
Gabarito: correta
Comentários
(A) controle.
(B) organização.
(C) direção.
(D) liderança.
(E) planejamento.
Comentários
A questão trata do conceito de controle, que é o processo administrativo que busca avaliar se os
objetivos estão ou não sendo atingidos pela empresa.
7
(Rennó, 2013)
77
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Comentários
Comentários
A finalidade do controle não é a de inibir desvios, mas atingir os resultados desejado. O controle
é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo atingidos pela
instituição.
Ele é feito através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os resultados
esperados ou planejados. Com os resultados identificados, podemos propor ações corretivas ou
aprender com o que funcionou.
Gabarito: errada
Comentários:
De acordo com Chiavenato, existem sete características do controle8: orientação estratégica para
resultados; compreensão; orientação rápida para exceções; flexibilidade; autocontrole; natureza
positiva e clareza e objetividade. Gabarito: certa
8
(Chiavenato, 2010)
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Comentários
A qualidade não é medida pelos indicadores de eficiência, que se relaciona com o uso dos
recursos que temos disponíveis para atingir nossos objetivos.
A qualidade pode ser avaliada pelos indicadores de excelência, da dimensão esforço.
Gabarito: errada
Comentários
Comentários
9
(Rua)
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Comentários
O controle deve ter, na verdade, é flexibilidade (e não rigidez). De acordo com Chiavenato,
existem sete características do controle10:
Características Descrição
O controle deve apoiar planos estratégicos e focalizar
Orientação estratégica
as atividades essenciais que fazem a real diferença
para resultados
para a organização.
O controle deve apoiar o processo de tomada de
decisões apresentando dados em termos
Compreensão
compreensíveis. O controle deve evitar relatórios
complicados e estatísticas enganosas.
O controle deve indicar os desvios rapidamente, por
Orientação rápida para meio de uma visão panorâmica sobre onde as
as exceções variações estão ocorrendo e o que deve ser feito para
corrigi-las adequadamente.
O controle deve proporcionar um julgamento
Flexibilidade individual e que possa ser modificado para adaptar-se
a novas circunstâncias e situações.
O controle deve proporcionar confiabilidade, boa
Autocontrole comunicação e participação entre as pessoas
envolvidas.
O controle deve enfatizar o desenvolvimento, a
mudança e a melhoria. Deve alavancar a iniciativa das
Natureza positiva
pessoas e minimizar o papel da penalidade e das
punições.
O controle deve ser imparcial e acurado para todos.
Clareza e objetividade Deve ser respeitado como um propósito fundamental a
melhoria do desempenho.
10
(Chiavenato, 2010)
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Comentários
A questão está descrevendo a característica chamada por Chiavenato como “natureza positiva” e
não a flexibilidade, que indica que “o controle deve proporcionar um julgamento individual e que
possa ser modificado para adaptar-se a novas circunstâncias e situações”11. Gabarito: errada
Comentários
Comentários
11
(Chiavenato, 2010)
12
(Chiavenato, 2010)
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Comentários
Comentários
Perfeito. Vejam que a banca trouxe neste enunciado exatamente as variáveis mencionadas no
documento do TCU.
Gabarito: certa
Comentários
13
(Secchi, 2010)
82
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Comentários
Comentários
Negativo. Não faz nenhum sentido esta desconstrução. Os grupos informais são aqueles
compostos de pessoas que têm afinidade, que não depende dos cargos ocupados e das
responsabilidades inerentes ao trabalho.
São aqueles grupos formados de acordo com as amizades e relacionamentos informais no
ambiente de trabalho. Se um gestor buscar desconstruir estes grupos, terá não maior controle,
mas sim uma grande insatisfação dos funcionários, sem impactar positivamente no controle e no
desempenho das atividades. Gabarito: errada
Comentários
Pegadinha! Não utilizamos somente medidas objetivas, mas também subjetivas. A avaliação
quantitativa deve ser utilizada em conjunto com a avaliação qualitativa. Deste modo, nunca
eliminamos totalmente a subjetividade de um processo de avaliação. Gabarito: errada
Comentários
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Negativo. A multiplicidade de atores não facilita o processo de avaliação, muito pelo contrário.
Ele se torna mais difícil em situações com muitas variáveis, como o quadro em que diversos
“atores” ou instituições estão envolvidos no programa governamental.
Como avaliar o impacto de cada um destes atores? Isto se faz cada vez mais difícil com diversos
atores diferentes envolvidos. Além disso, o processo de avaliação não serve só para “emitir
pareceres”. Gabarito: errada
Comentários
Desta forma, tanto os métodos quantitativos como os métodos qualitativos devem ser utilizados
pelo gestor público.
Gabarito: errada
Comentários
14
(Cunha, 2006)
15
(Cunha, 2006)
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informações que possibilitam novas escolhas; analisa resultados que podem sugerir a necessidade
de reorientação das ações para o alcance dos objetivos traçados”.
Através dos resultados recebidos do processo de avaliação, podemos tomar decisões sobre
correções de rumo em uma política ou ação governamental, além de aprendermos com os erros
e acertos ocorridos. Gabarito: errada
Comentários
Quando queremos medir qual foi o efeito de uma ação governamental, devemos conhecer a
situação anterior ao programa e qual foram os resultados apresentados após o programa ter sido
implementado. Assim, teremos como avaliar corretamente qual foi o impacto destes programas
na realidade. Gabarito: certa
Comentários
Comentário:
85
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Os tipos de controle são o preliminar, que ocorre antes das operações iniciarem; o simultâneo,
que ocorre enquanto os planos estão sendo implementados; e o de feedback, que enfoca o
uso da informação sobre os resultados, no intuito de corrigir desvios em relação aos
parâmetros aceitáveis.
Comentários
Exato. Existem alguns autores que chamam o controle posterior de controle por feedback. Não
gosto muito desta definição, pois feedback quer dizer retroalimentação, que ocorre em todos os
processos de controle. Entretanto, a definição está correta. Gabarito: certa
Comentários
Questão bem fácil, não é mesmo? Claro que o processo de controle não é tão fácil assim, pois
muitos empregados não são tão “voluntários” assim e resistem ao controle de suas tarefas.
Gabarito: errada
Comentários
Perfeito. Sem sabermos como está nosso desempenho, não temos como corrigir nossos erros e
entraremos em uma “zona de conforto” perigosa. Através do processo de controle, teremos
dados sobre o nosso desempenho e poderemos comparar estes dados com nosso desempenho
passado ou o de outro colega. Gabarito: certa
Comentários
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A partir da situação hipotética acima, julgue o item a seguir com relação ao processo
organizacional.
Considere a seguinte situação hipotética. A ONG Viver com Saúde está divulgando na mídia
do DF e de Goiás uma nova campanha alertando a população para a importância do
aleitamento materno. Para gerir os resultados alcançados, decidiu-se analisar a quantidade
média de doações para os bancos de leite antes e após a divulgação da campanha. Nessa
situação, a análise comparativa é ação inerente ao processo de planejamento da organização.
Comentários
Comentários
A questão tem logo uma “pegadinha”. Os pressupostos são fatores externos (e não internos).
Como esses pressupostos são fatores externos, “escapam” ao controle do gerente de projeto
(um pressuposto poderia ser, por exemplo, o valor do dólar americano).
O gerente de projeto deve acompanhar todos os riscos ao projeto, mas alguns não estão sob seu
controle (como os pressupostos). Dessa forma, a identificação destes pressupostos é uma análise
de riscos externa. Gabarito: errada
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Comentários
A análise custo-benefício pode sim ser feita antes do início do projeto ou programa. Assim, pode
ser feita na avaliação ex-ante (preliminar).
Além disso, A avaliação ex-post (posterior) consegue distinguir entre os projetos concluídos e os
em andamento.
Gabarito: errada
Comentários
Um sistema de controle busca garantir que os objetivos estão sendo alcançados. Ele também é
importante porque até os melhores planos podem dar errado, não é mesmo? Desta forma,
precisamos saber os motivos dos acertos e dos erros decorrentes dos nossos planos. Assim,
aprendemos com nossos erros e aumentamos a chance de sucesso.
A questão está errada, pois o objetivo do controle não é só de acompanhamento
(monitoramento), mas também de correção de desvios. Além disso, não deve ter uma visão
punitiva, mas de aprendizado. Gabarito: errada
Comentários
Questão bem fácil, não é mesmo? Naturalmente, o controle que tem o foco no desempenho
durante as atividades e processos é o concomitante (também conhecido por avaliação formativa).
Gabarito: errada
Comentários:
Essa questão está incorreta, pois atualmente o ideal é o equilíbrio entre os métodos quantitativos
e qualitativos na análise de uma política ou projeto público. Gabarito: errada
88
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Comentários:
Perfeito. Atualmente, a avaliação de políticas públicas e programas sociais não deve se ater
somente aos dados objetivos, mas associar também dados subjetivos – método qualitativo.
Antigamente, as pesquisas se baseavam somente em dados objetivos, como os trabalhados em
métodos econométricos.
Gabarito: certa
Comentários
Nem pensar! Um dos problemas de se medir a efetividade de alguma política e/ou programa é
exatamente isolar os efeitos dessa política na realidade econômica e social.
Vamos imaginar que exista um programa de irrigação em uma região rural. Esse programa
financiou a construção de pivôs de irrigação para diversos agricultores na região. Após alguns
anos, verificamos que a renda média desses produtores aumentou.
Entretanto, quanto desse aumento foi causado pelo programa? Difícil saber, pois existem
diversos outros fatores que causam uma variação na renda, não é mesmo? Podemos citar alguns,
como: o crescimento da economia, o preço dos produtos agrícolas, a taxa de juros dos
empréstimos etc. Gabarito: errada
Comentários
A questão já começa errada, pois a avaliação é feita antes do projeto, e não após sua execução.
Na verdade, a banca apenas inverteu os conceitos de avaliação ex-ante e ex-post.
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Comentários
Essa questão está equivocada, pois a avaliação ex-ante não ocorre no momento da
implementação, e sim antes de sua implementação. Gabarito: errada
90
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QUESTÕES COMENTADAS
a) o grau de atingimento, aferido por meio de critérios mensuráveis, das metas não financeiras
estabelecidas pela Administração.
b) o grau de qualidade do resultado obtido e da satisfação dos usuários com as políticas públicas
implementadas, independentemente dos custos.
c) a prestação de contas dos administradores em relação a suas ações e a competente
responsabilização.
d) a capacidade de consecução dos objetivos públicos propostos pelos governantes e gestores.
e) o melhor uso dos insumos na produção dos bens ou serviços disponibilizados pela Administração à
população.
Comentários
A questão trata do conceito de eficiência. A eficiência se relaciona com o uso dos recursos que temos
disponíveis para atingir nossos objetivos. Portanto, quando falamos que alguém foi eficiente é porque
esta pessoa utilizou os recursos que tinha de forma adequada1.
Seria então a maneira como fazemos algo buscando atingir um objetivo! Lembre-se de que estes
recursos podem ser vários, como o tempo, as pessoas, o dinheiro, as matérias-primas, etc.
Gabarito: E
1
(Chiavenato, Administração Geral e Pública, 2008)
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Ocorre que auditoria efetuada pelo órgão responsável pelo controle interno constatou que os
custos finais das unidades foram significativamente superiores aos valores de mercado. Nesse
cenário, tem-se que a atuação da Administração, no que concerne à eficiência, mostrou-se
a) adequada, pois, não obstante o custo elevado, atingiu os anseios da população, sendo esta
constatação a que confere o caráter de eficiência à Administração.
b) bem sucedida, em função do atingimento da meta proposta que é o que atesta o cumprimento
deste indicador da atuação administrativa.
c) falha, pois, não obstante o cumprimento da meta proposta, não houve o melhor uso dos recursos
financeiros aplicados em tal ação pública.
d) falha, pois a eficiência depende da eficácia em função do mau uso dos recursos financeiros, não foi
atingida na situação narrada.
e) bem sucedida, eis que o indicador que mede a melhor aplicação de recursos públicos na produção
de bens e serviços é a economicidade e este não interfere ou se comunica com a eficiência, que é um
indicador de gestão.
Comentários
A letra A está errada, pois a organização não foi eficiente, não geriu bem os recursos. A letra B está
errada também. Tivemos eficácia, mas não eficiência. Já a letra C está perfeita.
A letra D está errada porque a eficiência não depende da eficácia. Podemos ser eficazes e não sermos
eficientes e vice-versa.
Finalmente, a letra E este equivocada. Não tivemos eficiência e não é a economicidade que mede a
melhor aplicação dos recursos.
Gabarito: C
a) careceu de eficiência, eis que não foi dado o melhor uso aos insumos públicos alocados, não
obstante a observância do cronograma.
b) mostrou-se eficiente, pelo cumprimento do cronograma, embora não eficaz em razão dos custos
incorridos.
c) embora efetiva, mostrou-se deficiente no aspecto concernente à accountability, conceito este
relacionado com a melhor alocação orçamentária.
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A atuação do agente foi ineficiente (geriu mal os recursos públicos), mas foi eficaz (atingiu o objetivo no
prazo).
Gabarito: letra A
A letra A está errada, pois a entidade não foi eficiente. A letra B está errada também, porque a eficácia
não tem relação com a gestão de recursos.
A letra C está equivocada pelo mesmo motivo da letra A. Já a letra D está correta. A entidade foi eficaz,
mas não eficiente. Finalmente, a letra E está errada, pois a entidade foi ineficiente.
Gabarito: letra D
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adequados à sua consecução. Verificou-se que a ação foi concluída no cronograma previsto, porém,
em razão de falhas de gestão, demandou gastos adicionais com pagamento de horas-extras e
aditamentos contratuais. Não obstante, ao final, atendeu aos anseios da população, beneficiando
um significativo contingente de cidadãos. Diante desse cenário, pode-se concluir que a atuação do
referido órgão público mostrou-se
(A) ineficaz, ineficiente e não efetiva, pois estes parâmetros somente podem ser aferidos
conjuntamente, a partir do binômio resultado/custo.
(B) eficaz e eficiente, na medida em que atendeu à finalidade pública almejada, sendo despicienda a
avaliação de custo.
(C) eficiente, porém não efetiva, sendo esta última uma medida exclusivamente de adequação custo-
benefício da ação.
(D) efetiva e eficiente, dado que chegou ao seu termo final no tempo estimado, porém não eficaz em
razão da majoração de custos.
(E) dotada de efetividade, porém carecendo de eficiência, eis que não apresentou a melhor aplicação
aos insumos aplicados.
Comentários:
Questão interessante. Como a banca informou, o estado gastou bem mais do que o planejado. Podemos
afirmar que a gestão foi ineficiente, ou seja, não geriu de forma adequada os recursos.
Entretanto, a banca afirma que a ação atingiu os anseios da população, que a aprovou. Seria o caso de
uma ação efetiva, que gerou os impactos desejados na realidade.
Gabarito: letra E
a) Indução do ajuste espontâneo dos esforços individuais aos objetivos institucionais da Fundação.
b) Integração das atividades dos diferentes setores da Fundação, harmonizando a atuação de todos.
c) Fixação de diretrizes para atuação da Fundação no curto, médio e longo prazo.
d) Análise dos resultados alcançados pela Fundação comparativamente com aqueles fixados em seu
planejamento estratégico.
e) Diagnóstico interno das competências disponíveis na Fundação e sua adequação aos desafios do
cenário externo em que atua.
Comentários:
O processo de controle é formado por quatro etapas: o estabelecimento dos padrões (qual é o resultado
esperado), o monitoramento do desempenho (coleta dos dados), a comparação com o planejado, e
tomar ações corretivas (quando necessário).
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Veja que na letra D a banca fala de compararmos os resultados alcançados perante os fixados no
planejamento. Seria a terceira etapa do processo de controle.
Gabarito: letra D
a) foi apenas eficiente, porém não se mostrou eficaz, pois não atingiu seu objetivo final.
b) pautou-se pela efetividade, descurando, contudo, da eficácia, que é a vinculação com as
expectativas da sociedade.
c) mostrou-se eficiente, pelo uso racional dos recursos e eficaz, pelo atingimento do objetivo fixado,
porém não foi alcançada a efetividade.
d) foi efetiva, porquanto materializou um resultado mensurável, carecendo, contudo, de eficiência e
eficácia.
e) não atendeu a nenhum desses preceitos, posto que o cliente cidadão restou desatendido em suas
expectativas.
Comentários:
Questão interessante. No caso citado, podemos aferir que a gestão foi eficiente (usou racionalmente os
recursos), foi eficaz (cumpriu determinado objetivo fixado), mas não foi efetiva (não atendeu às
expectativas dos cidadãos).
Gabarito: letra C
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(E) consiste na etapa inicial do planejamento estratégico da organização, usada como feedback pelos
empregados quanto à qualidade de atuação.
Comentários:
Podemos utilizar dois métodos para mensurar um desempenho: A análise quantitativa e a análise
qualitativa. A análise quantitativa mede resultados objetivos, que podem ser mais facilmente
mensurados.
Assim, podemos fazer uma avaliação da mortalidade infantil, por exemplo, somando o número de
crianças que não sobrevivem até certa idade. Este será sempre um número x de crianças, um percentual.
Entretanto, esse tipo de avaliação não é tão fácil quando devemos avaliar a mudança em aspectos mais
subjetivos (como a confiança, o medo etc.). Ou seja, não temos como fazer uma medição objetiva da
percepção da população quanto a criminalidade em sua cidade, por exemplo.
Para isso, necessitamos de avaliações qualitativas. Essas buscam exatamente medir e acompanhar as
mudanças em fatores subjetivos. Antigamente, essas análises eram desacreditadas e evitadas.
Apesar disso, atualmente é desejável que equilibremos os métodos quantitativos e qualitativos para que
tenhamos uma visão mais balanceada e mais ampla do problema. O gabarito é a letra C.
A letra A está errada, pois uma meta é um conceito quantitativo. É, de certa forma, um objetivo em que
determinamos quem será o responsável, qual será o prazo e qual será o resultado detalhado a ser
atingido. Já os indicadores são medidas que ajudam a compreensão sobre o funcionamento de uma
atividade ou processo da empresa.
A letra B está errada porque ambos os indicadores são necessários. O erro da letra D está no fato de que
os indicadores subjetivos são os mais propensos a generalizações e também porque não devemos
priorizá-los.
Finalmente, a afirmação da letra E não faz sentido, pois a mensuração do desempenho não é a primeira
etapa do Planejamento Estratégico.
Gabarito: letra C
(A) medir e corrigir o desempenho de subordinados para assegurar que os objetivos e metas da
organização sejam atingidos.
(B) fixação de critérios de avaliação do desempenho individual de cada colaborador em função dos
resultados almejados.
(C) o denominado ajuste espontâneo, que corresponde ao alinhamento da ação às circunstâncias
ambientais.
(D) estabelecimento de metas de curto, médio e longo prazo e a verificação do correspondente
cumprimento.
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(E) apenas medidas de natureza estritamente financeira, em especial contenção de gastos e revisão
de estratégias voltadas para a busca da eficiência.
Comentários:
O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo atingidos
pela empresa. Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os resultados
esperados ou planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que funcionou.
O processo de controle, de acordo com Maximiano, pode ser definido assim2:
“O processo de controle consiste em fazer a comparação e em tomar a decisão de confirmar ou modificar os objetivos e os
recursos empregados em sua realização”.
Sem um sistema eficaz de controle, o gestor não tem condições de tomar as decisões necessárias. A
letra A está mesmo correta. O processo de controle envolve a medição dos resultados e a eventual
proposta de medidas corretivas.
A letra B está incorreta, pois essa fixação de critérios costuma ocorrer no planejamento, não no
processo de controle. No caso da letra C, o controle não é somente espontâneo, mas é principalmente
planejado.
A letra D está também equivocada, pois estabelecer metas está relacionado ao processo de
planejamento. Finalmente, o processo de controle não atua somente em medidas de natureza
financeira, mas também de materiais, pessoal, qualidade, dentre diversas outras.
Gabarito: letra A
(A) aceitável, dado que o conceito de eficiência preconiza o uso racional e econômico dos insumos na
produção de bens e serviços, o que, potencialmente, pode ensejar redução de custos.
(B) descabida, eis que eficiência é uma medida de alcance de metas, que nada tem a ver com a relação
entre o produto e os custos incorridos.
(C) inadequada, tendo em vista que o conceito de eficiência diz respeito, exclusivamente, à satisfação
das expectativas da sociedade pelos serviços prestados pela instituição.
(D) pertinente, porém deve-se ter em mente que a redução de custos somente será alcançada com a
correspondente redução da qualidade dos serviços prestados.
(E) incoerente, dado que uma das premissas para o aumento da eficiência é a redução dos recursos
humanos alocados na instituição.
2
(Maximiniano, 1995)
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Comentários
A eficiência está relacionada à gestão de recursos, ao melhor modo de realizarmos uma atividade ou
tarefa. Assim, a letra A está correta e é o gabarito.
Já a letra B está relacionada com a eficácia e a letra C com o conceito de efetividade. O erro da letra D
está no fato que reduções de custo não ocorrem necessariamente pela redução na qualidade.
Finalmente, a letra E não faz sentido e está incorreta.
Gabarito: letra A
3
(Ministério do Planejamento, 2009)
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(A) Efetividade, dado pela realização dos processos, projetos e planos de ação de acordo com o
planejamento efetivado.
(B) Eficácia, vinculada ao grau de satisfação ou ainda ao valor agregado ou à transformação produzida
no contexto em geral.
(C) Eficiência, baseada na relação entre os produtos ou serviços gerados (outputs) com os insumos
utilizados.
(D) Efetividade, amparada na relação entre o que foi entregue e o que foi consumido de recursos.
(E) Eficiência, de acordo com os impactos gerados pelos produtos, serviços, processos ou projetos.
Comentários:
A letra A está incorreta. O indicador relacionado com a realização dos processos e atividades de acordo
com o planejado é o de eficácia. Já os indicadores de efetividade medem o impacto das ações
governamentais na realidade que desejamos alterar ou medem o grau de satisfação dos usuários.
A letra B também está incorreta, pois a banca novamente trocou os conceitos de eficácia e efetividade.
Já a letra C está perfeita e é o gabarito da banca.
A letra D está equivocada, pois a descrição estaria alinhada ao conceito de eficiência, não de efetividade.
Finalmente, a letra E está errada, pois esse conceito é relacionado com a efetividade.
Gabarito: letra C
I. Um dos primeiros passos é estabelecer previamente os objetivos ou padrões que se deseja alcançar
e manter.
II. Processo pelo qual são fornecidas informações de retroação para manter as funções dentro de suas
respectivas trilhas.
III. Define meios para possibilitar a realização de resultados.
Está correto o que consta em
(A) I, II e III.
(B) I e II, apenas.
(C) I, apenas.
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A primeira frase está perfeita. O estabelecimento dos padrões esperados é a primeira fase do processo
de controle. Sem saber qual é o resultado esperado de uma atividade, ficaria impossível efetuar o
controle da mesma.
A segunda afirmativa também está certa. O controle envolve a retroação para que as medidas corretivas
possam ser executadas. É através desse feedback que podemos aprimorar o nosso trabalho.
Finalmente, a definição dos meios que serão utilizados para a realização dos resultados não é um
elemento do processo de controle, mas sim do processo de planejamento.
Gabarito: letra B
(A) accountability.
(B) eficácia.
(C) eficiência.
(D) economicidade.
(E) efetividade.
Comentários:
Questão interessante da banca. Vejam que a questão trata da mensuração do número de famílias que
saíram da pobreza. Ora, a eventual saída de uma população da pobreza é um impacto ou efeito de uma
política pública, de uma ação governamental.
Deste modo, o indicador que mede o impacto de uma ação governamental é um indicador de
efetividade.
Gabarito: letra E
(A) medem, exclusivamente, o grau de satisfação do usuário do serviço público em relação a cada
órgão ou entidade.
(B) consistem na definição das políticas públicas aplicáveis ao órgão avaliado.
100
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(C) orientam os objetivos a serem perseguidos pelo órgão ou entidade, e estabelecem a sequência de
ações a serem implementadas.
(D) traduzem os objetivos em medidas concretas que permitem aferir em que grau os mesmos foram
ou estão sendo alcançados.
(E) preconizam as medidas concretas a serem implementadas pelos gestores de acordo com o
planejamento estratégico fixado para a entidade.
Comentários:
A letra A está errada. Os indicadores não medem exclusivamente o grau de satisfação dos usuários de
um serviço (que seria o caso de um indicador de efetividade). Os indicadores também não definem quais
são as políticas públicas aplicáveis a cada caso, mas sim possibilitam a avaliação dessas políticas
públicas.
A letra C está igualmente errada, pois é o planejamento que orienta quais devem ser os objetivos
perseguidos e a sequência de ações para alcançá-los. O mesmo pode ser dito da letra E.
Finalmente, a letra D está correta e é o nosso gabarito. Os indicadores nos possibilitam aferir, medir, se
as ações estão tendo sucesso.
Gabarito: letra D
(A) um Objetivo.
(B) um Índice.
(C) uma Fórmula.
(D) um Padrão.
(E) uma Meta.
Comentários:
4
(Ministério do Planejamento, 2009)
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a) Uma das dimensões de análise é a Eficiência, que avalia a relação entre os resultados alcançados e
os objetivos que motivaram a atuação institucional.
b) Não servem de apoio à tomada de decisão.
c) As variáveis componentes são: custo, tempo e qualidade.
d) A utilização deles permite que as organizações consigam focar em todas as áreas e processos,
levando a transformações estruturais e funcionais.
e) O IDH, muito utilizado na gestão das políticas públicas, é o resultado da ponderação de três temas
distintos (economia, saúde e educação).
Comentários:
A letra A está errada, pois a dimensão da eficiência não se trata da relação entre os resultados
alcançados e os objetivos propostos, mas sim da gestão dos recursos envolvidos, do modo de execução.
Já a letra B é fácil! Os indicadores de desempenho servem, claro, para a tomada de decisão dos gestores.
Assim, a frase está errada. A letra C está incorreta, pois as variáveis são quatro, não três. Elas também
incluem a quantidade, que está faltando na alternativa da banca.
A letra D está errada, pois os indicadores nos permitem avaliar certas áreas específicas, não todas as
áreas e processos. Finalmente, a letra E está correta: o IDH é um indicador que envolve três temas
diferentes.
Gabarito: letra E
a) Prévio.
b) Simultâneo.
c) Intermediário.
d) Feedback.
e) Monitoria.
Comentários:
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Questão tranquila da FCC. A banca tentou jogar uma “casca de banana” para o candidato, pois não
trouxe um termo em português como a opção correta – “feedback”. A banca pediu qual seria o tipo de
controle que “olha para o passado”. Este seria o controle ex-post ou posterior.
O feedback nada mais é do que a retroalimentação que acontece quando recebemos informações do
processo de controle.
O problema é que o feedback acontece em todos os tipos de controle, mesmo nos prévios e simultâneos.
Entretanto, nesta questão a FCC considerou o feedback como sinônimo de controle posterior.
As demais alternativas apresentam conceitos de controle prévio ou simultâneo e estão incorretas.
Gabarito: letra D
A eficiência é relacionada com a gestão dos recursos, com o modo correto de realizar as atividades, ou
seja, com a maneira certa de se fazer uma tarefa. A letra A está errada porque do modo que está escrita
a frase dá a entender que a eficiência está ligada a uma “maneira maximizada” de realizar as atividades.
Isto nem sempre é um fato, pois a eficiência pode se dar através da redução de custos e de prazos, por
exemplo. Já a letra B está errada porque o conceito de “fazer as coisas certas” é relacionado com a
eficácia, não com a eficiência.
A letra C está também equivocada, pois a eficiência não é exatamente relacionada com “ações
controladas”. A letra D também traz o mesmo erro da letra A com esta ideia de maximização. O que
devem ser maximizados são os resultados, não as ações. Finalmente, a letra E está perfeita e é o gabarito
da banca.
Gabarito: letra E
a) ao desempenho profissional.
b) ao padrão econômico-orçamentário.
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c) à qualidade.
d) à tecnologia.
e) ao padrão contábil-orçamentário.
Comentários:
Nesta questão a FCC apresentou o conceito de eficiência como relacionado com a qualidade. Este não
é o conceito que tem sido cobrado pelas bancas ou mesmo o que é descrito no Gespública (que relaciona
a qualidade com o indicador de excelência), mas a banca não alterou seu entendimento.
Assim, fiquem atentos se a FCC cobrar isto em outra questão destas.
Gabarito: letra C
a) economicidade.
b) execução.
c) eficiência.
d) efetividade.
e) excelência.
Comentários:
Questão fácil da FCC. A efetividade está relacionada com os impactos ou efeitos da intervenção
governamental na realidade. Quando estamos falando de ações na saúde, por exemplo, seriam os
efeitos das ações do Estado na redução da mortalidade infantil, do aumento da expectativa de vida da
população, dentre outros indicadores.
Gabarito: letra D
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III. Eficiência está alinhada ao conceito de obtenção e uso de recursos com o menor ônus possível,
dentro dos requisitos e das quantidades exigidas pelo input, gerindo adequadamente os recursos
financeiros e físicos.
IV. Economicidade é a relação entre os produtos e serviços gerados com os insumos utilizados,
relacionando o que foi entregue e o que foi consumido de recursos, usualmente sob a forma de custos
ou produtividade.
V. Excelência é a conformidade a critérios e padrões de qualidade para a realização dos processos,
atividades e projetos na busca da melhor execução e economicidade, sendo um elemento transversal.
É correto o que consta APENAS em
(A) III, IV e V.
(B) II, III e IV.
(C) I, II e V.
(D) I, IV e V.
(E) I, II e III.
Comentários:
A questão aqui fez, como é de hábito da FCC, somente uma troca de conceitos para confundir os
candidatos menos atentos. As alternativas são todas tiradas do GESPÚBLICA, mas a FCC trocou os
conceitos de economicidade e eficiência nos itens III e IV.
Desta maneira, estão corretas as afirmativas I, II e V.
Gabarito: letra C
Mais uma vez a banca pede estas quatro fases do processo de controle: a definição de padrões, o
monitoramento do desempenho, a comparação e a ação corretiva.
Gabarito: letra D
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a) economicidade.
b) eficácia.
c) excelência.
d) efetividade.
e) eficiência.
Comentários:
Vejam como as questões da FCC se repetem! Quando estamos falando dos efeitos ou impactos das
ações governamentais (ou as transformações, como a banca apresentou), estamos nos referindo ao
conceito de efetividade.
Gabarito: letra D
I. Eficácia é fazer as atividades ou desenvolver ações de forma correta para atingir os meios. Tem
vínculo estreito com o planejamento estratégico da organização.
II. Eficiência é fazer as atividades ou desenvolver ações da maneira correta. Está relacionada com o
método de execução.
III. Efetividade é satisfazer as necessidades dos clientes com os produtos e serviços da organização.
IV. Efetividade é o valor social ou medida de utilidade, que deve ser atribuído ao produto ou serviço
considerando-se a sociedade como um todo.
V. Eficácia é a relação entre os produtos obtidos e os fatores de produção empregados na sua
obtenção.
É correto o que consta APENAS em
a) I e II.
b) III e V.
c) IV e V.
d) I, II e III.
e) II, III e IV.
Comentários:
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A primeira frase está errada por causa de uma “pegadinha”. A eficácia busca atingir os fins (objetivos,
metas), não os meios. Já a segunda frase está correta, pois a eficiência está relacionada com a maneira
correta de executar as atividades.
A terceira frase está correta também. A efetividade também é relacionada por muitos autores como
“atender as necessidades dos clientes”, ou seja, atender às suas expectativas.
A quarta frase apresenta o conceito mais conhecido de efetividade, como o impacto ou efeito das ações
governamentais na sociedade, ou seja, a realidade social que o governo deseja alterar.
Finalmente, a última frase está errada porque a relação entre os insumos utilizados e os produtos
obtidos é o conceito de eficiência, não de eficácia.
Gabarito: letra E
(A) efetividade.
(B) eficiência.
(C) eficácia.
(D) economicidade.
(E) excelência.
Comentários:
Como já vimos acima, quando estamos avaliando o impacto gerado por um programa, projeto ou
processo estamos nos referindo à efetividade. A eficiência se refere à utilização dos recursos da melhor
maneira possível, portanto a alternativa B está incorreta.
No caso da letra C, a eficácia se refere aos produtos entregues, aos objetivos organizacionais. É
relacionado com “fazer a coisa certa”. Desta forma, a letra C está errada.
E economicidade se relaciona com a melhor utilização dos recursos financeiros. Já a excelência se
relaciona com os requisitos de qualidade que os clientes necessitam ou desejam.
Gabarito: letra A
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Esta questão já foge um pouco da “decoreba” comum da FCC. A alternativa A se refere aos produtos
entregues em relação às solicitações. Desta forma, pode ser um indicador de excelência, não de
eficiência (produtividade). A letra B não se refere a um indicador de desempenho.
Já a letra C e a D estão se referindo a indicadores que buscam medir a qualidade, ou excelência, de um
processo. Desta forma, estão incorretas. A alternativa correta é mesmo a letra E.
Gabarito: letra E
(A) planos.
(B) orçamentos.
(C) fluxos.
(D) indicadores.
(E) mapas de riscos.
Comentários:
Esta questão aqui foi de graça, não é mesmo? Como vimos neste tópico, medimos o desempenho através
de indicadores.
Gabarito: letra D
(A) organização.
(B) planejamento.
(C) coordenação.
(D) controle.
(E) liderança.
Comentários:
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Vejam como algumas questões da FCC são bem tranquilas. A banca apenas mudou a maneira de cobrar
as quatro fases do processo de controle, não é mesmo?
Gabarito: letra D
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QUESTÕES COMENTADAS
A questão trata da classificação do controle de acordo com o tempo. Podemos ver abaixo as principais
características dos tipos de controle, de acordo com Sobral e Peci1:
1
(Sobral & Peci, 2008)
111
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A letra A está errada, pois a supervisão direta não é preventiva. A letra B Só nos apresenta controles
preventivos.
A letra C está perfeita e é o nosso gabarito. A letra D só nos apresenta controles posteriores. Finalmente, na
letra E o BSC não é preventivo e a inspeção de matérias primas não é posterior.
Gabarito: letra C
A questão fala que a faculdade formou 150 alunos em 2017 e 200 alunos em 2018. Foi, portanto, mais eficaz
(atingiu um resultado melhor). Entretanto, podemos concluir que teve um custo por aluno maior, sendo
menos eficiente.
Gabarito: letra A
Após a apuração do resultado do mutirão, verificou-se que a redução foi de apenas 5%, permitindo
a constatação de que o mutirão foi falho em relação à:
(A) eficiência;
(B) eficácia;
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(C) excelência;
(D) economicidade;
(E) execução.
Comentários
A questão diz que o órgão tinha um objetivo de reduzir a população carcerária em 10%. Como reduziu em
apenas 5%, não foi eficaz, ou seja, não alcançou seu objetivo. Assim, a falha foi relacionada com o conceito
de eficácia.
Gabarito: letra B
Bem, questão interessante e que nos faz pensar. Ambos os servidores conseguiram comprar o lote de
lâmpadas. Assim, ambos foram eficazes. No caso do conceito de eficiência, o servidor Alfa conseguiu um
preço menor do que o servidor Beta, mas esse último comprou mais rápido.
Desta forma, ambos foram eficientes, mas de uma maneira distinta. A questão não aborda o conceito de
efetividade. Portanto, o gabarito só pode mesmo ser a letra E.
Gabarito: letra E
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(A) o planejamento;
(B) a organização;
(C) a direção;
(D) o controle;
(E) a execução.
Comentários
As funções administrativas são: planejamento, organização, direção e controle. A função que busca
monitorar o desempenho e corrigir os problemas é a função controle.
Gabarito: letra D
Após a análise aprofundada dos indicadores de desempenho utilizados, ela percebeu que o
problema tinha relação com um simples erro de cálculo no ajuste das máquinas de processamento,
o que estava fazendo a fábrica utilizar mais cacau que o padrão típico da produção, considerando os
benchmarks do setor.
a) capacidade.
b) rentabilidade.
c) participação.
d) eficiência.
e) eficácia.
Comentários
A letra A não faz sentido, pois a questão não trata da capacidade produtiva da fábrica. O mesmo pode ser
dito da letra B. Até podemos inferir que é possível que a fábrica esteja gastando mais com o cacau, mas não
há elementos concretos para afirmar que o custo do cacau seja maior do que os outros ingredientes ou o
impacto disso na operação total da empresa.
A letra C também está errada, pois a questão não trata de participação de mercado. Já a letra D está perfeita.
A fábrica está com um problema de eficiência, ou seja, não está gerindo bem seus recursos (cacau).
Finalmente, a letra E está errada, pois a empresa não deixou de produzir os chocolates, de alcançar seus
objetivos.
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Gabarito: letra D
A letra A indica um controle estratégico, pois trata da empresa como um todo. Já a letra B está mesmo
relacionada com o controle tático. A letra C e a Letra E estão também associadas ao controle estratégico.
Finalmente, a letra D está relacionada com o controle operacional.
Gabarito: letra B
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Uma empresa vem enfrentando problemas de baixa produtividade da mão de obra e aumento
significativo dos pedidos de demissão. A cúpula da empresa considera que seria importante adotar
controles preventivos, a fim de evitar que esses problemas aconteçam.
A questão trata dos tipos de controle (em relação ao tempo). Podemos ver abaixo as principais
características dos tipos de controle, de acordo com Sobral e Peci2:
Já que estamos buscando utilizar um controle preventivo para o caso da gestão de pessoas, poderíamos
utilizar os testes de seleção de RH, ou seja, contratarmos pessoas com um perfil mais adequado aos cargos.
A avaliação de desempenho é um controle posterior. O mesmo pode ser dito do BSC. A supervisão direta é
um controle simultâneo. A auditoria pode ser feita de forma simultânea ou posterior (mais comum).
Gabarito: letra B
2
(Sobral & Peci, 2008)
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a) adaptabilidade;
b) disponibilidade;
c) economia;
d) representatividade;
e) simplicidade.
Comentários
O atributo dos indicadores que está associado a captação dos aspectos mais importantes do fenômeno é o
da representatividade, ou seja, a capacidade do indicador de expressar bem a realidade que representa ou
mede.
Gabarito: letra D
A letra A descreve o conceito de eficiência e está errado. Já a letra B está perfeita e é mesmo o gabarito. Já
na letra C, o empregado seria eficiente, não eficaz.
A letra D está errada porque a escolha dos objetivos mais apropriados não é relacionada com a eficiência.
Finalmente, é a eficiência que está relacionada com a gestão dos recursos.
Gabarito: letra B
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Em ambos os anos, o custo por refugiado foi de R$ 1000,00. Deste modo, não podemos dizer que fomos
mais ou menos eficientes (a eficiência foi a mesma).
Porém, podemos dizer que fomos mais eficazes, pois atendemos 120 refugiados em 2016 em comparação
com os 100 refugiados atendidos em 2015. Já a letra E, que fala em produtividade, está também equivocada.
O conceito de produtividade costuma ser tratado como sinônimo de eficiência.
Gabarito: letra D
Tão importante quanto planejar é comparar os resultados obtidos com o que foi planejado, e essa
função administrativa de monitoração é denominada:
Questão bem tranquila. A função relacionada com o monitoramento é mesmo o controle. Sem maiores
comentários.
Gabarito: letra C
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A questão é bem direta e pede o indicador que poderia medir o tema estratégico “redução de
custos/melhoria da produtividade”. Ora, a taxa de redução de custos naturalmente seria a adequada, não é
mesmo? Ela mediria exatamente o que buscamos aferir.
Gabarito: letra B
Esta estratégia de controle comportamental é conhecida como controle por motivação interna, e
tem como um potencial resultado negativo:
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De acordo com Sobral e Peci, os resultados negativos do controle por motivação interna são:
• Menor controle sobre o desempenho dos subordinados.
• Estabelecimento de objetivos individuais pouco ambiciosos.
• Dificuldade de estabelecer uma base objetiva para recompensar os trabalhadores.
Gabarito: letra D
Assinale a opção que apresenta o conjunto de características ligadas ao controle do tipo simultâneo.
(A) Corrige os problemas depois que ocorrem e tem foco nos resultados.
(B) Corrige os problemas à medida que ocorrem e tem foco nos processos.
(C) Corrige os problemas à medida que ocorrem e tem foco nos insumos.
(D) Corrige os problemas à medida que ocorrem e tem foco nos resultados.
(E) Corrige os problemas depois que ocorrem e tem foco nos insumos.
Comentários
A questão aborda os principais tipos de controle, de acordo com o momento. Podemos ver abaixo as
principais características dos tipos de controle, de acordo com Sobral e Peci3:
3
(Sobral & Peci, 2008)
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Como vemos acima, o controle simultâneo ocorre na medida da execução das tarefas e enfoca os processos.
Gabarito: letra B
Questão interessante. Bem, se o clima organizacional é bom, o líder tem um estilo democrático e a cultura
é participativa, a estratégia do controle deve ser por motivação interna e não por imposição externa.
As alternativas que apontam “relatórios financeiros mensais” e “testes de qualidade de produtos” não
fazem sentido. A única alternativa que indica uma técnica de controle comportamental e uma estratégia de
controle comportamental.
Gabarito: letra E
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Mais uma questão sobre o momento do controle. Como a banca está cobrando os exemplos de controle
preventivos, o gabarito só pode mesmo ser a letra D, que aponta a inspeção de matérias primas e os testes
de seleção de RH.
Gabarito: letra D
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A avaliação de desempenho dos trabalhadores é um tipo de controle posterior, pois avalia como estes
funcionários fizeram seu trabalho, ou seja, foca o passado, o que já ocorreu.
Os demonstrativos financeiros igualmente enfatizam o que já ocorreu. É um caso, também, de controle
posterior ou “ex-post”. Desta forma, as letras A, C e E estão incorretas.
Já a inspeção de matérias-primas é sim um caso de controle preventivo. O mesmo pode ser dito dos testes
de seleção de recursos humanos. Ambos enfatizam um controle que ocorre antes da atividade que
queremos controlar. A letra D está correta.
Finalmente, os controles estatísticos do processo produtivo são controles simultâneos.
Gabarito: letra D
(A) Ex ante;
(B) Ad hoc;
(C) Ex post;
(D) direto;
(E) indireto.
Comentários
A questão apresenta o caso das Agências Reguladoras apenas para confundir a cabeça dos candidatos. O
que ela realmente quer saber é que tipo de controle existe no estabelecimento de um modelo burocrático,
com suas regras e regulamentos detalhados, rígidos e pré-definidos.
Ora, a criação de regras pré-definidas é um controle prévio, ou “ex-ante”, pois elas são criadas antes das
atividades que querem regular, não é verdade?
Gabarito: letra A
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(B) os valores ou descrições, já alcançados no passado, que facilitam a comparação por períodos e
geram informações sobre declínios ou melhoras;
(C) são artifícios (proxies) que podem ser criados para medir input, output e resultado (outcome);
(D) a visualização dos erros anteriores à tomada de decisão, a fim de detectar problemas mal
formulados, objetivos mal traçados e otimismos exagerados;
(E) as metas qualitativas ou quantitativas estabelecidas com base em um standard ideal.
Comentários
De acordo com Secchi, os padrões normativos são aqueles que são baseados em um benchmarking ou
standard considerado ideal. O conceito de benchmarking está ligado à noção de uma comparação com
algum agente que tenha um resultado considerado excelente.
Gabarito: letra E
(A) ser eficiente é empregar em nível máximo os recursos de produção e, sendo assim, a produção de
bens e serviços públicos, que tem pessoas como principal recurso de geração de valor público, pode
ser processada segundo diferentes níveis de qualidade e quantidade, cuja variação depende das
políticas e decisões de alocação dos recursos;
(B) ser eficaz depende diretamente da plena utilização ou do eficiente emprego dos recursos de
produção, mesmo que os objetivos propostos não sejam alcançados;
(C) a gestão de pessoas com a máxima eficiência é aquela em que todas as pessoas têm seu potencial
produtivo plenamente utilizado em termos de habilidades ou serviço, independentemente do tempo
de atividade ou serviço;
(D) a noção de eficiência identifica-se com fazer aquilo que precisa ser feito com vistas a alcançar um
objetivo específico, enquanto a eficácia está associada com o melhor uso dos recursos da organização;
(E) a produtividade do trabalho é uma medida que leva em conta apenas as unidades do produto
(números expedientes analisados, número de estabelecimentos ou obras fiscalizadas, área roçada
etc.).
Comentários
A letra A está logo correta. O conceito de eficiência está ligado ao “como, ao “modo” como utilizamos os
recursos disponíveis. Se os utilizamos da melhor maneira possível, em seu “nível máximo”, estamos sendo
eficientes.
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Já a letra B está equivocada, pois não precisamos utilizar os recursos de modo pleno para sermos eficazes.
A eficácia está relacionada com o atingimento dos objetivos e não com a utilização dos recursos necessários
para isso.
No caso da letra C, o erro está no fato de que a eficiência também está relacionada com o tempo utilizado.
Afinal de contas, o tempo também é um recurso escasso.
A letra D está com os conceitos de eficiência e eficácia trocados. Desta forma, está errada. Finalmente, a
produtividade do trabalho não leva em conta apenas os números absolutos de produtos produzidos, mas
também os recursos utilizados para a sua produção.
Gabarito: letra A
Questão interessante essa da FGV. Vejam que o custo por criança se manteve o mesmo: mil reais por criança
(R$ 100 mil divididos por cem crianças em 2012 e R$ 150 mil divididos por 150 crianças em 2013).
Com isso, podemos dizer que a escola nem ganhou nem perdeu eficiência nesse período, pois continuou
gastando os mesmos recursos por criança.
Não cabe falar de rentabilidade nesse caso, mas sim podemos afirmar que a escola foi mais eficaz. Afinal, o
número de crianças alfabetizadas (objetivo) aumentou em 50% de um ano para o outro.
Gabarito: letra C
Comentários
125
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Perfeito. Vejam como a FGV trabalhou o conceito: eficácia é relacionada ao atingimento dos objetivos
propostos. Desta maneira, se atingimos o que tínhamos como objetivo, fomos eficazes.
Gabarito: correta
Comentários
Esta definição da FGV está perfeita. O conceito de eficiência se relaciona com a utilização dos recursos
disponíveis, com o modo correto de se executar uma tarefa. Já a economicidade é mais ligada à melhor
utilização de um recurso específico: o dinheiro.
Gabarito: correta
Comentários
Exato. A efetividade se refere ao impacto ou efeito das ações e programas governamentais na realidade que
o Estado quer modificar. Assim, medimos a efetividade através da alteração da realidade (melhoria do
ensino, melhoria das condições de saúde, de segurança pública, etc.).
Já a afirmativa de que a efetividade é o somatório da eficácia com a eficiência é bastante polêmica, não
sendo consenso entre os autores. Entretanto, realmente existem autores que defendem esta tese.
Gabarito: correta
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Nesta questão, teremos de saber como classificar dois indicadores: o percentual de crianças matriculadas e
a avaliação da qualidade do ensino por meio de exames nacionais. O percentual de crianças matriculadas é
um caso típico de eficácia.
Se estivéssemos falando de um indicador como: número de professores por aluno, por exemplo, seria um
caso de medição de eficiência (utilização ideal dos recursos disponíveis, que nesse caso seriam os
professores). Portanto, o primeiro indicador é de eficácia.
Já o segundo é um caso típico de avaliação de efetividade, pois tentamos medir como as ações no campo
educacional afetaram a realidade (no caso, o nível educacional dos alunos).
Gabarito: letra E
O atributo relacionado com a economia na montagem de indicadores (economicidade) está ligado com o
gasto de tempo e com outros recursos para se obter estas ferramentas.
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Ou seja, o custo de se obter estes indicadores deve ser menor do que seus benefícios4.
Gabarito: letra B
Sob a ótica da Administração, a atuação desse gestor está baseada nos conceitos de:
Nesta questão, a FGV cobrou este tema de modo bem tranquilo. Para quem conhece os conceitos, fica fácil
acertar.
A questão menciona a otimização de recursos (eficiência), o alcance dos objetivos (eficácia) e a solução de
uma necessidade da população, que foi atendida (efetividade do procedimento).
Gabarito: letra D
4
(Tribunal de Contas da União, 2009)
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mão-de-obra direta e gastos gerais não devem ser usadas para medir e determinar a produtividade
em um intervalo de tempo.
e) é o investimento feito pelas organizações em tecnologia e treinamento dos empregados.
Comentários
A questão pede a alternativa incorreta. Assim, a única alternativa que está errada é a letra D. Recursos como:
capital, materiais e mão-de-obra devem sim ser usados para determinar a produtividade da empresa.
Lembre-se de que a produtividade está relacionada com a utilização dos recursos de uma organização
(eficiência).
Gabarito: letra D
(A) representatividade.
(B) adaptabilidade.
(C) disponibilidade.
(D) rastreabilidade.
(E) estabilidade.
Comentários
Esta questão é interessante, pois nos “põe para pensar”! A banca listou cinco atributos que um indicador
deve ter e pediu o “mais importante”. De certo modo, todos eles são importantes.
Entretanto, entre estes atributos o mais “crítico” é o da representatividade. Se um indicador não expressa
a realidade que se propõe (imagine um indicador que se propõe a medir o ensino tabulando dados de
criminalidade, por exemplo) não servirá para nada.
Gabarito: letra A
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QUESTÕES COMENTADAS
(A) preventivo;
(B) simultâneo;
(C) posterior;
(D) preditivo.
Comentários
A questão trata dos tipos de controle (em relação ao tempo). Podemos ver abaixo as principais
características dos tipos de controle, de acordo com Sobral e Peci1:
1
(Sobral & Peci, 2008)
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Gabarito: letra B
(A) eficiência.
(B) execução.
(C) efetividade.
(D) economicidade.
(E) excelência.
Comentários
A banca apresenta um conceito de indicador que é "difícil de ser mensurado" por seu caráter "temporal",
que está vinculada ao grau de satisfação ou à transformação produzida no contexto em geral. Esse
conceito é mesmo o de efetividade, que está associado ao efeito ou impacto na sociedade que as ações
buscam gerar.
Gabarito: letra C
O controle pode ser classificado de várias formas. De acordo com o momento, ele pode ser: prévio,
simultâneo e posterior. Assim, a letra C está incorreta.
O controle pode ser classificado pelo órgão que o exerce e o aspecto da atividade administrativa a ser
controlado: controle administrativo, controle legislativo (e não parlamentar) e controle judicial. Desta
forma, a letra B está também incorreta.
Por fim, temos a classificação em relação à iniciativa ou modo de instauração: controle de ofício ou “ex
offício” e controle “provocado” ou por provocação.
Gabarito: letra D
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O controle administrativo é um tipo de controle interno. Ele é efetuado através da capacidade que a
Administração Pública tem de autotutela, ou seja, de controle dos seus próprios atos.
Assim, sempre que a Administração buscar corrigir ou alterar seus próprios atos administrativos estará
exercendo este tipo de controle, um autocontrole. Os meios de controle administrativo podem ser
classificados em: supervisão ministerial e o controle hierárquico.
Gabarito: letra B
1. Indicadores de produtividade.
2. Indicadores de qualidade.
3. Indicadores de efetividade ou impacto.
( ) Ligados a processos que tratam a utilização de recursos para a geração de produtos e serviços.
Permitem uma avaliação precisa do esforço empregado para gerar produtos e serviços.
( ) Medem as consequências dos produtos ou serviços em relação ao cliente ou à sociedade. Podem
ser representados por “fazer a coisa certa do jeito certo”.
( ) Medem a forma como o produto ou serviço é percebido pelo cliente e, também, a capacidade do
processo em atender os requisitos do cliente.
A sequência está correta em
(A) 1, 2, 3.
(B) 1, 3, 2.
(C) 2, 1, 3.
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(D) 3, 1, 2.
(E) 2, 3, 1.
Comentários
A banca utilizou os conhecimentos de Graças Rua nessa questão. Para ela, os indicadores de
produtividade seriam ligados à eficiência, e estariam dentro dos processos e tratariam da utilização dos
recursos para a geração de produtos e serviços.
Para Rua, os indicadores de produtividade são muito importantes, uma vez que permitem uma avaliação
precisa do esforço empregado para gerar os produtos e serviços. Além disso, devem andar lado a lado
com os de Qualidade, formando, assim, o equilíbrio necessário ao desempenho global da organização2.
Esses indicadores irão mostrar, portanto, a eficiência da organização em gerir seus recursos (tempo,
dinheiro, profissionais, etc.). Medem a relação entre os insumos utilizados e os produtos finalizados.
Já os indicadores de efetividade mediriam as consequências dos produtos ou serviços em relação ao
cliente ou à sociedade. Finalmente, para Graça, “os indicadores de qualidade medem como o produto
ou serviço é percebido pelo cliente e a capacidade do processo em atender os requisitos dos clientes.
Podem ser aplicados para a organização como um todo, para um processo ou para uma área. Devem ser
baseados em pesquisa de opinião”.
Gabarito: letra B
1. Confiabilidade da informação.
2. Comunicabilidade.
3. Disponibilidade e periodicidade.
4. Desagregação.
2
(Rua)
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(A) 1, 2, 5, 4, 3.
(B) 5, 1, 4, 2, 3.
(C) 1, 4, 3, 2, 5.
(D) 4, 2, 5, 1, 3.
(E) 4, 3, 5, 1, 2.
Comentários
135
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A confiabilidade indica que indicadores devem ter origem em fontes confiáveis, que utilizem
metodologias reconhecidas e transparentes de coleta, processamento e divulgação. Finalmente, a
disponibilidade é a capacidade de os dados básicos para seu cômputo serem de fácil obtenção.
Gabarito: letra D
1. Adaptabilidade.
2. Representatividade.
3. Simplicidade.
4. Rastreabilidade.
5. Disponibilidade.
6. Economia.
7. Praticidade.
8. Estabilidade.
( ) Permanência ao longo do tempo.
( ) Baixo custo de obtenção.
( ) Facilidade de acesso à coleta.
( ) Facilidade de identificação da origem dos dados.
( ) Garantia de que realmente funciona na prática.
( ) Capacidade de respostas às mudanças.
( ) Cobertura das etapas mais importantes.
( ) Facilidade de ser compreendido e aplicado.
A sequência está correta em
(A) 8, 6, 5, 4, 7, 1, 2, 3.
(B) 8, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 7.
(C) 1, 4, 7, 8, 5, 6, 2, 3.
(D) 8, 2, 5, 4, 3, 1, 6, 7.
(E) 2, 6, 4, 8, 7, 3, 1, 5.
136
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Comentários
3
(Tribunal de Contas da União, 2009)
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QUESTÕES COMENTADAS
O processo de controle é formado por quatro etapas: o estabelecimento dos padrões (qual é o resultado
esperado), o monitoramento do desempenho (coleta dos dados), a comparação com o planejado, e tomar
ações corretivas (quando necessário).
Abaixo, podemos ver cada etapa deste processo1:
1
(Sobral & Peci, 2008)
138
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Monitoramento do desempenho
•Basicamente é um trabalho de coleta de informações. Determinamos
o quê vai ser medido, como iremos medir (fontes de informação) e
quando iremos medir e com que frequência.
Medidas corretivas
•Aprender com os erros e corrigí-los ou entender o que deu certo e
padronizar.
(A) Eficácia.
(B) Efetividade.
(C) Accountability.
(D) Legalidade.
(E) Eficiência.
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Comentários
Questão interessante. A eficiência é relacionada com a gestão dos recursos. Quando fazemos um trabalho
da melhor maneira possível, usando da melhor forma os recursos que temos, somos eficientes.
Gabarito: letra E
O enunciado está falando da primeira fase do processo de controle: o estabelecimento de padrões. Sem que
tenhamos definido quais serão os padrões que, se alcançados, significa que tivemos sucesso.
A banca descreveu esse passo na letra A, mas trouxe um sinônimo: estabelecimento de critérios.
Gabarito: letra A
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Já o controle tático (ou gerencial e departamental) está voltado para medir os resultados do departamento.
São controles que produzem informações especializadas e facilitam a tomada de decisão dos gerentes de
cada uma dessas áreas.
Finalmente, o controle operacional está voltado para mensurar como as tarefas e atividades estão sendo
desenvolvidas. Ele é utilizado pelos administradores deste nível, com um foco no curto prazo.
Como o controle operacional está voltado para a atividade, podemos dizer que ele é micro orientado.
Gabarito: letra C
Se a organização utilizou bem os recursos disponíveis, foi eficiente. Só que se a mesma não atingiu a
finalidade da sua atividade, não alcançou o seu objetivo, não teve eficácia.
Gabarito: letra E
141
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Eficiência se relaciona com o uso dos recursos que temos disponíveis para atingir nossos objetivos.
Portanto, quando falamos que alguém foi eficiente é porque esta pessoa utilizou os recursos que tinha de
forma adequada2.
Seria então a maneira como fazemos algo buscando atingir um objetivo! Lembre-se de que estes recursos
podem ser vários, como o tempo, as pessoas, o dinheiro, as matérias-primas, etc.
Eficácia é fazer a coisa certa! O conceito é relacionado não com a utilização dos recursos, mas se atingimos
realmente o objetivo que traçamos.
Por exemplo, se Maria planejou fazer uma viagem de carro de Belo Horizonte a Brasília e levou três dias para
chegar, dizemos que ela foi eficaz (atingiu o objetivo de chegar a Brasília), mas não foi eficiente (levou muito
mais tempo – recurso - que seria normalmente necessário).
Se Maria tivesse levado sete horas, mas ao invés de Brasília tivesse chegado ao Rio de Janeiro, teria sido
eficiente (sua viagem durou o tempo planejado), mas ineficaz (não atingiu o objetivo).
Finalmente, a efetividade refere-se ao impacto das ações! Como a execução de um programa pode ou não
alterar uma realidade3.
Como a organização deseja focar na eficácia, precisa ter ênfase nos resultados.
Gabarito: letra D
(A) eficácia.
(B) qualidade.
(C) economia.
(D) eficiência.
(E) correção.
Comentários
Esse conceito, um dos mais cobrados quando a banca trata do processo de controle, é o da eficiência. Ela se
relaciona com o uso dos recursos que temos disponíveis para atingir nossos objetivos. Portanto, quando
falamos que alguém foi eficiente é porque esta pessoa utilizou os recursos que tinha de forma adequada4.
Gabarito: letra D
2
(Chiavenato, Administração Geral e Pública, 2008)
3
(Robbins & Coulter, 1998)
4
(Chiavenato, Administração Geral e Pública, 2008)
142
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A eficiência está relacionada com a gestão dos recursos. A medida mencionada na letra A não indica nada
em relação aos resultados. O mesmo poderia ser dito da letra B.
A letra C já chega mais perto. Se fosse algo como “proporção do número de médicos e quantidade de
atendimentos”, seria uma medida de eficiência.
A letra D também não seria uma medida de resultado. Finalmente, a letra E está certa. O número de
professores por aluno indica como estamos utilizando o recurso “professor”.
Gabarito: letra E
(A) eficácia.
(B) eficiência.
(C) utilidade.
(D) efetividade.
(E) meta.
Comentários
A medida que indica que os recursos foram utilizados da melhor forma possível (do melhor modo) é a
eficiência. Se gerimos bem nossos recursos, fomos eficientes.
Gabarito: letra B
143
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A avaliação sistemática, contínua e eficaz é uma ferramenta gerencial poderosa, fornecendo aos
formuladores e gestores de políticas públicas condições para aumentar a eficiência e a efetividade
dos
Ora, a avaliação serve para que saibamos se os recursos estão sendo bem aplicados, se estamos mesmo
conseguindo atingir nossos objetivos. Através do monitoramento constante, podemos perceber eventuais
falhas nos programas e corrigi-los a tempo, assegurando a melhor aplicação dos recursos públicos.
Gabarito: letra E
A letra A está correta. A efetividade está relacionada com o impacto na sociedade das ações e programas
governamentais. A letra B estaria mais associada ao conceito de eficácia, de atingirmos um objetivo.
A letra C está incorreta, pois o conceito de efetividade não é ligado exclusivamente a qualidade do serviço
prestado. Já a letra D está incorreta, pois os conceitos são relacionados, mas não os mesmos. São
dimensões diferentes.
Finalmente, a letra E está tratando do conceito de eficiência.
Gabarito: letra A
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A) produtividade.
B) eficácia.
C) rendimento.
D) eficiência.
E) lucratividade.
Comentários
Quando falamos de gestão dos “meios”, estamos nos referindo à eficiência, ao modo como gerimos os
recursos disponíveis da instituição. Estes recursos devem ser usados para atingir certos “fins”, os objetivos
buscados.
Se atingimos esses “fins”, fomos eficazes.
Gabarito: letra B
A) eficiência...eficácia...efetividade.
B) eficiência...efetividade...eficácia.
C) eficácia...eficiência...efetividade.
D) eficácia...efetividade...eficiência.
E) efetividade...eficácia...eficiência.
Comentários
O conceito associado com o “método” com o qual realizamos as ações pretendidas é o da eficiência. Já a
eficácia está mesmo associada com o alcance dos objetivos propostos pela ação (construção de x número
de casas, pavimentação de x quilômetros de estradas, etc.) e a efetividade está ligada ao impacto das
medidas, ao efeito que elas irão gerar na sociedade.
Muitos autores também associam a efetividade à qualidade dos produtos e serviços gerados, ou seja, à
satisfação dos usuários com o que lhes foi entregue.
Gabarito: letra A
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A) I e II.
B) I, II e III.
C) I, II e IV.
D) I, III e IV.
E) II, III e IV.
Comentários
A primeira afirmativa está correta, pois a eficiência está mesmo relacionada com a gestão dos recursos, com
a relação entre os produtos/serviços gerados e os insumos consumidos.
A segunda afirmativa também está certa. A eficácia está associada com o alcance dos objetivos, com a
entrega dos produtos e serviços aos usuários finais.
Finalmente, a terceira frase está igualmente correta. A efetividade está ligada ao impacto das ações
governamentais, ou seja, com a resolução do problema público.
Entretanto, a quarta afirmativa está incorreta. A efetividade guarda sim, naturalmente, relação com a
eficiência e a eficácia.
Gabarito: letra B
A) eficiência.
B) especialização.
C) efetividade.
D) estratégia.
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E) eficácia.
Comentários
Se um gestor busca fazer as coisas do modo correto, da maneira mais adequada, está preocupado em ser o
mais eficiente possível. Sempre que a banca mencionar o “modo” ou a “maneira” correta, está fazendo uma
menção ao conceito de eficiência.
Gabarito: letra A
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LISTA DE QUESTÕES
(A) Planejamento.
(B) Organização.
(C) Direção.
(D) Processos.
(E) Controle.
148 Conh
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(A) ex-post.
(B) de processos.
(C) de custo-efetividade.
149 Conh
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(D) de desempenho.
(E) ex-ante.
(A) flexibilidade.
(B) clareza e objetividade.
(C) orientação rápida para as exceções.
(D) compreensão.
(E) natureza positiva.
150 Conh
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(A) controle.
(B) organização.
(C) direção.
(D) liderança.
(E) planejamento.
151 Conh
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152 Conh
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153 Conh
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154 Conh
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Uma das finalidades do processo de controle é gerar elementos para dar retorno aos
integrantes da equipe. Esse retorno pode ser considerado o processo de avaliar,
informar ou corrigir o desempenho humano.
155 Conh
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156 Conh
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GABARITO
1. C 39. E
2. E 40. E
3. E 41. E
4. C 42. E
5. C 43. C
6. E 44. E
7. C 45. C
8. D 46. C
9. C 47. E
10. E 48. C
11. C 49. E
12. E 50. E
13. E 51. E
14. E 52. E
15. C 53. E
16. E 54. E
17. C 55. E
18. C 56. C
19. C 57. E
20. C 58. E
21. C 59. E
22. E
23. A
24. E
25. E
26. C
27. E
28. C
29. E
30. E
31. E
32. C
33. C
34. E
35. C
36. C
37. E
38. E
157 Conh
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LISTA DE QUESTÕES
a) o grau de atingimento, aferido por meio de critérios mensuráveis, das metas não financeiras
estabelecidas pela Administração.
b) o grau de qualidade do resultado obtido e da satisfação dos usuários com as políticas públicas
implementadas, independentemente dos custos.
c) a prestação de contas dos administradores em relação a suas ações e a competente
responsabilização.
d) a capacidade de consecução dos objetivos públicos propostos pelos governantes e gestores.
e) o melhor uso dos insumos na produção dos bens ou serviços disponibilizados pela Administração à
população.
Ocorre que auditoria efetuada pelo órgão responsável pelo controle interno constatou que os custos
finais das unidades foram significativamente superiores aos valores de mercado. Nesse cenário, tem-
se que a atuação da Administração, no que concerne à eficiência, mostrou-se
a) adequada, pois, não obstante o custo elevado, atingiu os anseios da população, sendo esta
constatação a que confere o caráter de eficiência à Administração.
b) bem sucedida, em função do atingimento da meta proposta que é o que atesta o cumprimento
deste indicador da atuação administrativa.
c) falha, pois, não obstante o cumprimento da meta proposta, não houve o melhor uso dos recursos
financeiros aplicados em tal ação pública.
d) falha, pois a eficiência depende da eficácia em função do mau uso dos recursos financeiros, não foi
atingida na situação narrada.
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e) bem sucedida, eis que o indicador que mede a melhor aplicação de recursos públicos na produção
de bens e serviços é a economicidade e este não interfere ou se comunica com a eficiência, que é um
indicador de gestão.
a) careceu de eficiência, eis que não foi dado o melhor uso aos insumos públicos alocados, não
obstante a observância do cronograma.
b) mostrou-se eficiente, pelo cumprimento do cronograma, embora não eficaz em razão dos custos
incorridos.
c) embora efetiva, mostrou-se deficiente no aspecto concernente à accountability, conceito este
relacionado com a melhor alocação orçamentária.
d) frustrou a governabilidade, que corresponde à medida final de uma gestão atenta à
economicidade.
e) mostrou-se não efetiva, não obstante eficiente, na medida em que importará o
comprometimento inadequado de recursos orçamentários.
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e) eficiente, dado que usou mais do que seus recursos originalmente disponíveis.
(A) ineficaz, ineficiente e não efetiva, pois estes parâmetros somente podem ser aferidos
conjuntamente, a partir do binômio resultado/custo.
(B) eficaz e eficiente, na medida em que atendeu à finalidade pública almejada, sendo despicienda a
avaliação de custo.
(C) eficiente, porém não efetiva, sendo esta última uma medida exclusivamente de adequação custo-
benefício da ação.
(D) efetiva e eficiente, dado que chegou ao seu termo final no tempo estimado, porém não eficaz em
razão da majoração de custos.
(E) dotada de efetividade, porém carecendo de eficiência, eis que não apresentou a melhor aplicação
aos insumos aplicados.
a) Indução do ajuste espontâneo dos esforços individuais aos objetivos institucionais da Fundação.
b) Integração das atividades dos diferentes setores da Fundação, harmonizando a atuação de todos.
c) Fixação de diretrizes para atuação da Fundação no curto, médio e longo prazo.
d) Análise dos resultados alcançados pela Fundação comparativamente com aqueles fixados em seu
planejamento estratégico.
e) Diagnóstico interno das competências disponíveis na Fundação e sua adequação aos desafios do
cenário externo em que atua.
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tempo, cumprir determinado objetivo fixado, mas não atende, plenamente, às expectativas do
cidadão em relação à ação governamental correspondente, pode-se dizer que a atuação administrativa
a) foi apenas eficiente, porém não se mostrou eficaz, pois não atingiu seu objetivo final.
b) pautou-se pela efetividade, descurando, contudo, da eficácia, que é a vinculação com as
expectativas da sociedade.
c) mostrou-se eficiente, pelo uso racional dos recursos e eficaz, pelo atingimento do objetivo fixado,
porém não foi alcançada a efetividade.
d) foi efetiva, porquanto materializou um resultado mensurável, carecendo, contudo, de eficiência e
eficácia.
e) não atendeu a nenhum desses preceitos, posto que o cliente cidadão restou desatendido em suas
expectativas.
==2c89c3==
(A) medir e corrigir o desempenho de subordinados para assegurar que os objetivos e metas da
organização sejam atingidos.
(B) fixação de critérios de avaliação do desempenho individual de cada colaborador em função dos
resultados almejados.
(C) o denominado ajuste espontâneo, que corresponde ao alinhamento da ação às circunstâncias
ambientais.
(D) estabelecimento de metas de curto, médio e longo prazo e a verificação do correspondente
cumprimento.
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(E) apenas medidas de natureza estritamente financeira, em especial contenção de gastos e revisão
de estratégias voltadas para a busca da eficiência.
(A) aceitável, dado que o conceito de eficiência preconiza o uso racional e econômico dos insumos na
produção de bens e serviços, o que, potencialmente, pode ensejar redução de custos.
(B) descabida, eis que eficiência é uma medida de alcance de metas, que nada tem a ver com a relação
entre o produto e os custos incorridos.
(C) inadequada, tendo em vista que o conceito de eficiência diz respeito, exclusivamente, à satisfação
das expectativas da sociedade pelos serviços prestados pela instituição.
(D) pertinente, porém deve-se ter em mente que a redução de custos somente será alcançada com a
correspondente redução da qualidade dos serviços prestados.
(E) incoerente, dado que uma das premissas para o aumento da eficiência é a redução dos recursos
humanos alocados na instituição.
(A) Efetividade, dado pela realização dos processos, projetos e planos de ação de acordo com o
planejamento efetivado.
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(B) Eficácia, vinculada ao grau de satisfação ou ainda ao valor agregado ou à transformação produzida
no contexto em geral.
(C) Eficiência, baseada na relação entre os produtos ou serviços gerados (outputs) com os insumos
utilizados.
(D) Efetividade, amparada na relação entre o que foi entregue e o que foi consumido de recursos.
(E) Eficiência, de acordo com os impactos gerados pelos produtos, serviços, processos ou projetos.
I. Um dos primeiros passos é estabelecer previamente os objetivos ou padrões que se deseja alcançar
e manter.
II. Processo pelo qual são fornecidas informações de retroação para manter as funções dentro de suas
respectivas trilhas.
III. Define meios para possibilitar a realização de resultados.
Está correto o que consta em
(A) I, II e III.
(B) I e II, apenas.
(C) I, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I e III, apenas.
(A) accountability.
(B) eficácia.
(C) eficiência.
(D) economicidade.
(E) efetividade.
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(A) medem, exclusivamente, o grau de satisfação do usuário do serviço público em relação a cada
órgão ou entidade.
(B) consistem na definição das políticas públicas aplicáveis ao órgão avaliado.
(C) orientam os objetivos a serem perseguidos pelo órgão ou entidade, e estabelecem a sequência de
ações a serem implementadas.
(D) traduzem os objetivos em medidas concretas que permitem aferir em que grau os mesmos foram
ou estão sendo alcançados.
(E) preconizam as medidas concretas a serem implementadas pelos gestores de acordo com o
planejamento estratégico fixado para a entidade.
(A) um Objetivo.
(B) um Índice.
(C) uma Fórmula.
(D) um Padrão.
(E) uma Meta.
a) Uma das dimensões de análise é a Eficiência, que avalia a relação entre os resultados alcançados e
os objetivos que motivaram a atuação institucional.
b) Não servem de apoio à tomada de decisão.
c) As variáveis componentes são: custo, tempo e qualidade.
d) A utilização deles permite que as organizações consigam focar em todas as áreas e processos,
levando a transformações estruturais e funcionais.
e) O IDH, muito utilizado na gestão das políticas públicas, é o resultado da ponderação de três temas
distintos (economia, saúde e educação).
a) Prévio.
b) Simultâneo.
c) Intermediário.
d) Feedback.
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e) Monitoria.
a) ao desempenho profissional.
b) ao padrão econômico-orçamentário.
c) à qualidade.
d) à tecnologia.
e) ao padrão contábil-orçamentário.
a) economicidade.
b) execução.
c) eficiência.
d) efetividade.
e) excelência.
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(A) III, IV e V.
(B) II, III e IV.
(C) I, II e V.
(D) I, IV e V.
(E) I, II e III.
a) economicidade.
b) eficácia.
c) excelência.
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d) efetividade.
e) eficiência.
I. Eficácia é fazer as atividades ou desenvolver ações de forma correta para atingir os meios. Tem
vínculo estreito com o planejamento estratégico da organização.
II. Eficiência é fazer as atividades ou desenvolver ações da maneira correta. Está relacionada com o
método de execução.
III. Efetividade é satisfazer as necessidades dos clientes com os produtos e serviços da organização.
IV. Efetividade é o valor social ou medida de utilidade, que deve ser atribuído ao produto ou serviço
considerando-se a sociedade como um todo.
V. Eficácia é a relação entre os produtos obtidos e os fatores de produção empregados na sua
obtenção.
É correto o que consta APENAS em
a) I e II.
b) III e V.
c) IV e V.
d) I, II e III.
e) II, III e IV.
(A) efetividade.
(B) eficiência.
(C) eficácia.
(D) economicidade.
(E) excelência.
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As seis categorias de indicadores de desempenho estão relacionadas a algum dos elementos da cadeia
de valor (insumos, processos, produtos e impactos) e dividem-se nas dimensões de
(A) a responsabilização dos gestores pela não realização das metas definida pela direção.
(B) o equilíbrio entre os vários fatores envolvidos no processo produtivo.
(C) a comparação do custo de aquisição de produtos e serviços com seu retorno em termos de
efetividade.
(D) a adequação dos processos em relação às especificações técnicas ou à superação dos mesmos.
(E) a comparação entre entradas e saídas dos sistemas produtivos, levando-se em conta os fatores de
produção, como mão de obra, recursos financeiros e insumos físicos.
(A) planos.
(B) orçamentos.
(C) fluxos.
(D) indicadores.
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(A) organização.
(B) planejamento.
(C) coordenação.
(D) controle.
(E) liderança.
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GABARITO
11. E 22. C
1. E
12. C 23. D
2. C
13. B 24. D
3. A
14. E 25. E
4. D
15. D 26. A
5. E
16. B 27. E
6. D
17. E 28. E
7. C
18. D 29. E
8. C
19. E 30. D
9. A
20. C 31. D
10. A
21. D
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LISTA DE QUESTÕES
Após a apuração do resultado do mutirão, verificou-se que a redução foi de apenas 5%,
permitindo a constatação de que o mutirão foi falho em relação à:
(A) eficiência;
(B) eficácia;
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(C) excelência;
(D) economicidade;
(E) execução.
(A) o planejamento;
(B) a organização;
(C) a direção;
(D) o controle;
(E) a execução.
Após a análise aprofundada dos indicadores de desempenho utilizados, ela percebeu que o
problema tinha relação com um simples erro de cálculo no ajuste das máquinas de
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processamento, o que estava fazendo a fábrica utilizar mais cacau que o padrão típico da
produção, considerando os benchmarks do setor.
a) capacidade.
b) rentabilidade.
c) participação.
d) eficiência.
e) eficácia.
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a) adaptabilidade;
b) disponibilidade;
c) economia;
d) representatividade;
e) simplicidade.
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Tão importante quanto planejar é comparar os resultados obtidos com o que foi planejado,
e essa função administrativa de monitoração é denominada:
175
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(A) Corrige os problemas depois que ocorrem e tem foco nos resultados.
(B) Corrige os problemas à medida que ocorrem e tem foco nos processos.
(C) Corrige os problemas à medida que ocorrem e tem foco nos insumos.
(D) Corrige os problemas à medida que ocorrem e tem foco nos resultados.
(E) Corrige os problemas depois que ocorrem e tem foco nos insumos.
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A área de produção de uma fábrica de instrumentos médicos vem apresentando alto índice
de produtos defeituosos e baixa produtividade da mão de obra. O gerente de produção
gostaria de adotar controles preventivos, a fim de antecipar problemas para o desempenho
das atividades da área. Seriam exemplos de controles preventivos adequados à situação
descrita, respectivamente:
177
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As Agências Reguladoras são fruto da necessidade do Estado de exercer controle sobre bens
e serviços, cuja responsabilidade de prover, anteriormente, era sua e, atualmente, recai
sobre outros atores. As Agências Reguladoras apresentam desenho institucional definido e
possuem autonomia para tomar decisões. Contudo, existem mecanismos que permitem ao
governo manter o controle das mesmas, dentre eles, a estrutura burocrática rígida e
predefinida. No Brasil, essa estrutura é comum a todas as Agências Reguladoras e representa
o seguinte tipo de mecanismo de controle:
(A) Ex ante;
(B) Ad hoc;
(C) Ex post;
(D) direto;
(E) indireto.
(A) ser eficiente é empregar em nível máximo os recursos de produção e, sendo assim, a
produção de bens e serviços públicos, que tem pessoas como principal recurso de geração de
valor público, pode ser processada segundo diferentes níveis de qualidade e quantidade, cuja
variação depende das políticas e decisões de alocação dos recursos;
178
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(B) ser eficaz depende diretamente da plena utilização ou do eficiente emprego dos recursos
de produção, mesmo que os objetivos propostos não sejam alcançados;
(C) a gestão de pessoas com a máxima eficiência é aquela em que todas as pessoas têm seu
potencial produtivo plenamente utilizado em termos de habilidades ou serviço,
independentemente do tempo de atividade ou serviço;
(D) a noção de eficiência identifica-se com fazer aquilo que precisa ser feito com vistas a
alcançar um objetivo específico, enquanto a eficácia está associada com o melhor uso dos
recursos da organização;
(E) a produtividade do trabalho é uma medida que leva em conta apenas as unidades do
produto (números expedientes analisados, número de estabelecimentos ou obras fiscalizadas,
área roçada etc.).
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Sob a ótica da Administração, a atuação desse gestor está baseada nos conceitos de:
(A) representatividade.
(B) adaptabilidade.
(C) disponibilidade.
(D) rastreabilidade.
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(E) estabilidade.
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GABARITO
13. B 26. C
1. C
14. D 27. E
2. A
15. B 28. B
3. B
16. E 29. D
4. E
17. D 30. D
5. D
18. C 31. A
6. D
19. D
7. B
20. A
8. B
21. E
9. D
22. A
10. B
23. C
11. D
24. C
12. C
25. C
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LISTA DE QUESTÕES
(A) preventivo;
(B) simultâneo;
(C) posterior;
(D) preditivo.
(A) eficiência.
(B) execução.
(C) efetividade.
(D) economicidade.
(E) excelência.
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(B) autocontrole.
(C) fiscalização de atos.
(D) convocação para comparecimento.
1. Indicadores de produtividade.
2. Indicadores de qualidade.
3. Indicadores de efetividade ou impacto.
( ) Ligados a processos que tratam a utilização de recursos para a geração de produtos e serviços.
Permitem uma avaliação precisa do esforço empregado para gerar produtos e serviços.
( ) Medem as consequências dos produtos ou serviços em relação ao cliente ou à sociedade. Podem
ser representados por “fazer a coisa certa do jeito certo”.
( ) Medem a forma como o produto ou serviço é percebido pelo cliente e, também, a capacidade do
processo em atender os requisitos do cliente.
A sequência está correta em
(A) 1, 2, 3.
(B) 1, 3, 2.
(C) 2, 1, 3.
(D) 3, 1, 2.
(E) 2, 3, 1.
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1. Confiabilidade da informação.
2. Comunicabilidade.
3. Disponibilidade e periodicidade.
4. Desagregação.
5. Especificidade com sensibilidade.
( ) Os indicadores devem ser capazes de atender à necessidade de avaliar diferentes estratos sociais e
localidades, possibilitando ações específicas a cada grupo, segundo seus padrões de comportamento.
Isto ajudará a entender a diversidade, estabelecer foco de ação e garantir a representatividade e
abrangência das informações. ==2c89c3==
( ) Os indicadores devem ser focados em aspectos práticos e claros, fáceis de comunicar e que
contribuam para envolver os interessados nos processos de monitoramento e avaliação. O ideal é que
o conceito do indicador seja facilmente compreendido e sua construção e cálculo sejam bem simples.
Também é desejável haver um bom entendimento do valor ideal para o indicador, oferecendo
parâmetros de comparação.
( ) Os indicadores não devem ser tão amplos que não orientem a decisão a ser tomada, nem tão
específicos, que só os entendam quem os formulou; devem ser, também, capazes de captar a maioria
das variações sobre o fenômeno de interesse, inclusive mudanças no comportamento durante a
execução das atividades.
( ) Os indicadores devem utilizar dados de fontes confiáveis (secundárias) ou coletados com
metodologia adequada (primários). É desejável que os dados sejam rastreáveis, permitindo a
identificação de sua origem.
( ) Os indicadores devem utilizar dados de fácil coleta, baixo custo e atualização, utilizando a mesma
metodologia ao longo do tempo, permitindo a formação de bases históricas, em frequência
compatível às necessidades de sua atualização. Com isso, devem estar disponíveis nas tomadas de
decisões.
A sequência está correta em
(A) 1, 2, 5, 4, 3.
(B) 5, 1, 4, 2, 3.
(C) 1, 4, 3, 2, 5.
(D) 4, 2, 5, 1, 3.
(E) 4, 3, 5, 1, 2.
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Segundo o manual da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), os indicadores são dados
ou informações preferencialmente numéricas que representam avanços de metas, características
de produtos, projetos e processos ao longo do tempo. Os indicadores têm como principal função:
transmitir as necessidades e expectativas dos clientes; viabilizar o desdobramento de metas do
negócio; dar suporte à análise crítica dos resultados do negócio, às tomadas de decisão e ao novo
planejamento; e, contribuir para a melhoria dos processos e produtos. Relacione os principais
atributos dos indicadores às respectivas características.
1. Adaptabilidade.
2. Representatividade.
3. Simplicidade.
4. Rastreabilidade.
5. Disponibilidade.
6. Economia.
7. Praticidade.
8. Estabilidade.
( ) Permanência ao longo do tempo.
( ) Baixo custo de obtenção.
( ) Facilidade de acesso à coleta.
( ) Facilidade de identificação da origem dos dados.
( ) Garantia de que realmente funciona na prática.
( ) Capacidade de respostas às mudanças.
( ) Cobertura das etapas mais importantes.
( ) Facilidade de ser compreendido e aplicado.
A sequência está correta em
(A) 8, 6, 5, 4, 7, 1, 2, 3.
(B) 8, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 7.
(C) 1, 4, 7, 8, 5, 6, 2, 3.
(D) 8, 2, 5, 4, 3, 1, 6, 7.
(E) 2, 6, 4, 8, 7, 3, 1, 5.
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GABARITO
4. B
1. B
5. B
2. C
6. D
3. D
7. A
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LISTA DE QUESTÕES
(A) Eficácia.
(B) Efetividade.
(C) Accountability.
(D) Legalidade.
(E) Eficiência.
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isso da melhor maneira possível, em especial no uso dos recursos. Porém, não há uma preocupação
com o serviço prestado, ou seja, se atingiu ou não a finalidade para a qual ele foi concebido. É correto
afirmar que, nesse caso, a organização é
(A) eficácia.
(B) qualidade.
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(C) economia.
(D) eficiência.
(E) correção.
(A) eficácia.
(B) eficiência.
(C) utilidade.
(D) efetividade.
(E) meta.
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Os conceitos de eficiência, eficácia e efetividade são considerados pilares da Nova Gestão Pública.
Quanto ao conceito de efetividade, pode-se dizer que
A) produtividade.
B) eficácia.
C) rendimento.
D) eficiência.
E) lucratividade.
A) eficiência...eficácia...efetividade.
B) eficiência...efetividade...eficácia.
C) eficácia...eficiência...efetividade.
D) eficácia...efetividade...eficiência.
E) efetividade...eficácia...eficiência.
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A) I e II.
B) I, II e III.
C) I, II e IV.
D) I, III e IV.
E) II, III e IV.
A) eficiência.
B) especialização.
C) efetividade.
D) estratégia.
E) eficácia.
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GABARITO
7. D 14. B
1. E
8. E 15. A
2. E
9. B
3. A
10. E
4. C
11. A
5. E
12. B
6. D
13. A
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